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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Loizos Petrides
Departamento de Marketing, Operações e Gestão Geral
Objectivos
Introduzir o estudante na análise das organizações e da sua gestão, apresentando os principais modelos e os seus contextos, analisando o meio envolvente das organizações e os principais conceitos e teorias no quadro das funções do processo de gestão.
Programa
1. Gestão nas Organizações 2. Teorias da Gestão 3. Análise da Envolvente 4. Planeamento 5. Tomada de Decisão 6. Estrutura da Organização 7. Influência e Poder 8. Motivação 9. Medidas de Desempenho e Controlo 10. Responsabilidade Social
Processo de Avaliação
A avaliação pode ser contínua ou final. A contínua constará de: Participação e assiduidade - 10%; Trabalho - 20%; Frequência final - 70% (a nota deste teste deve ser no mínimo de 7.50) Os alunos podem optar por exame no final do semestre, havendo para o efeito duas épocas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BODDY, David Management, an Introduction, 5th Edition ( Prentice Hall)
Bibliografia Opcional
Bartol, Kathryn M., Martin, David C. (1994), 2nd edition, McGraw Hill Edition Casos e artigos a serem indicados Byrnes, W. e Martin, D. (2003). Management and the arts (3ª Ed.), London: Focal Press Stein, T. e Bathurst, J. (2008). Performing Arts Management. New York: Allworth Press.
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Docentes
José Soares Neves
Departamento de Sociologia
Objectivos
Dotar os alunos de ferramentas teóricas, concetuais e metodológicas apropriados ao estudo da recepção e dos públicos no sistema cultural e artístico.
Programa
1. Da tirania do autor à «obra aberta». 2. Uma perspetiva de síntese (Umberto Eco): a tríade dialética da circulação de sentido: autor, obra e recetor . 3. O horizonte de expectativa: «arte culinária» e «desvio estético» (H. R. Jauss). 4. Os desencontros entre obras e públicos e o iconoclasmo contemporâneo. 5. Públicos e contra-públicos. 6. Modos de relação com a cultura.
Processo de Avaliação
A avaliação constará de uma apresentação oral (30%) e de um trabalho final individual (70%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-AAVV (2004), Públicos da Cultura, Lisboa, OAC. -CRANE, Diana (1992), The Production of Culture. Media and the urban Arts, Newbury Park, Sage -DONNAT, Olivier (1994), Les Français face à la Culture. De l?exclusion à l?éclectisme, Paris, la Découverte -ECO, Umberto (1989), Obra Aberta, Lisboa, Difel -FEATHERSTONE, Mike (1996), Consumer Culture &Postmodernism, London, Sage -FORTUNA, Carlos e SILVA, Augusto S. (orgs.), (2002) Projeto e Circunstância. Culturas urbanas em Portugal, Porto, Afrontamento -JAUSS, H.R. (1990), Pour une Esthétique de la Réception, Paris, Gallimard -LOPES, João Teixeira (2000), A Cidade e a Cultura, Porto, Afrontamento -MANTECÓN, Ana Rosas (2009), "O que é o público?", Poiésis, 14, pp. 175-215. -SANTOS, Maria de Lourdes Lima dos (2012), Sociologia da Cultura. Perfil de Uma Carreira, Lisboa, ICS. -WARNER, Michael (2002), "Publics and Counterpublics", Public Culture, 14(1), pp. 49-90.
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Joana Azevedo
Departamento de Sociologia
Rosário Mauritti
Departamento de Sociologia
Objectivos
A unidade curricular Desenho da Pesquisa tem como objetivo principal fornecer aos estudantes de nível de mestrado os instrumentos conceptuais e operativos fundamentais para o desenho de um projeto de pesquisa e/ou intervenção em ciências sociais. Tratando-se de uma unidade curricular comum a vários mestrados ela está desenhada para o cumprimento de um objetivo final: apetrechar os estudantes para a elaboração de um projeto próprio.
Programa
1.A pesquisa como produtora de conhecimento: condições, procedimentos. a.A pesquisa empírica teoricamente orientada. b.A pesquisa social como 'problem solving': diagnósticos, avaliações. c.A ética da investigação nos diferentes tipos de pesquisa. 2.Estratégias metodológicas. a.Estratégias metodológicas e objectivos da pesquisa. b.Pesquisa extensiva: grandes inquéritos e bases de dados estatísticos. Exemplos. c.Pesquisa intensiva: estudos de caso, pesquisa de terreno, observação participante, abordagem etnográfica. Exemplos. d.A investigação acção e a intervenção social. Exemplos. e.Pesquisa comparativa: objectivos e problemas da comparação. Exemplos. f.Os 'métodos combinados'. Exemplos. 3.Como desenhar um projecto de pesquisa e/ou intervenção. a.Formulação do problema e definição de objetivos. b.Conceptualização. c.Operacionalização e observação. d.Redação do projeto.
Processo de Avaliação
A avaliação implica por parte dos estudantes as seguintes modalidades de trabalho pessoal: - Participação nas aulas e leitura cuidadosa da bibliografia de trabalho (15%); - Apresentação sintética em aula do seu projeto (20%); - Elaboração de um projeto de pesquisa e/ou intervenção - trabalho escrito final (individual) (65%).
A avaliação desta UC não contempla a realização de exame escrito final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Babbie,Earl,(1989),The Practice of Social Research, Belmont, California Wadsworth Publishing Comp.;Blaikie,N.(2007),Approaches to social enquiry:advancing knowledge,Cambridge,Polity Press;Bryman,Alan(2012)Social Research Methods,Oxford,OUP; Capucha,Luís(2008,Planeamento e Avaliação de Projectos,Guião Prático,Lisboa, DGIDC/ME;Creswell,John W.(2003,Research design: qualitative, quantitative,and mixed methods approaches,Thousand Oaks,Sage;Oyen,Else(1990,Comparative Methodology.Theory and practice in international social research, London, Sage; Della Porta, Donatella e M. Keating(eds.)(2008)Approaches and Methodologies in the Social Sciences.A Pluralist Perspective,Cambridge,Cambridge University Press;Ragin, Charles (1994), Constructing Social Research.The Unity and Diversity of Method, Thousand Oaks,Pine Forge; Silverman, David (ed.)(2011)Qualitative Research, London, Sage; King,G.,Keohane, R,Verba, S.(1994),Designing Social Inquiry, Princeton,Princeton University Press;
Bibliografia Opcional
Aguilar, Maria José e & Ander-Egg, Ezequiel, (1995) Avaliação de serviço e programas sociais. 2ª ed. Petrópolis, Vozes. Beckett, Chris (2010), Assessment and intervention in social work, Sage Publications, London. Blanchet, A. et. al., (1985), L'entretien dans les Sciences Sociales, Paris, Dunod. Booth, Wayne C., Gregory G. Colomb e Joseph M. Williams (2003), The Craft of Research, Chicago, The University of Chicago Press. Bourdieu, Pierre. (1997), "Compreender" in Bourdieu, Pierre (Org.). A miséria do mundo. Petrópolis: Vozes, p. 693-713. Brady, Henry E. and David Collier (2004), Rethinking Social Inquiry: Diverse Tools Shared Standards, Lanham, Rowman & Littlefield Publishers. Brannen, Julia (2005), Mixed methods research: a discussion paper, Economic & Social Research Council, National Centre for Research Methods. URL: http://eprints.ncrm.ac.uk/89/1/MethodsReviewPaperNCRM-005.pdf Bryman Alan (2007), "Barriers to integrating quantitative and qualitative research" Journal of Mixed Methods Research, 1, pp.8-22. Burgess, Robert, (2001) A pesquisa de terreno, Oeiras, Celta Editora Capucha, Luís e Paulo Pedroso (1996) (orgs.), Sociologia Problemas e Práticas, nº 22 (Número especial sobre metodologias de avaliação). Carvalho, Helena (2004), Análise Multivariada de Dados Qualitativos, Lisboa, Sílabo. Comissão Europeia (1993), Gestão do ciclo de projecto: abordagem integrada e quadro lógico, Métodos e instrumentos para a gestão do ciclo de projecto, n.º 1, Luxemburgo. Costa, António Firmino da (1986), "Pesquisa de terreno em sociologia" in, J.Madureira Pinto e A. S. Silva (orgs.), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Edições Afrontamento. Dogan, Mattei, e Dominique Pelassy (1990, 1984), How to Compare Nations. Strategies in Comparative Politics, New Jersey, Chatham House Publishers. European Institute of Public Administration (2004), Improving an organization through self-assessment? common assessment framework, Maastricht, European Institute of Public Administration Evera, Stephen van (1997), Guide to Methods of Students of Political Science, Ithaca, Cornell University Press. Field, Andy (2005), Discovering Statistics Using SPSS, London Sage Publications. Gauthier, Benoît (2003), Investigação Social: da problemática à colheita de dados, Loures, Ed Lusociência. Ghiglione, Rodolphe e Benjamin Matalon (1992) O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora.; Giddens, Anthony (2004),"Métodos de Investigação em Sociologia", em Sociologia (4ª edição, revista e actualizada), Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, pp. 2-19; pp. 641-663. Jensen, Klaus B. (Org.) (2012) A Handbook of Media and Communication Research. Londres e Nova Iorque: Routledge, 2ª Edição. Kaufmann, Jean-Claude, (1996), L'entretien compréhensif, Paris, Nathan. Landman, Todd (2003), Issues and Methods in Comparative Politics. An Introduction, Londres, Routledge. Maxwell,Joseph A. (2008) Qualitative Research Design: an Interactive Approach, Thousand Oaks, Sage; McLaughlin, Hugh (2007), Understanding social work research, London, Sage. Pais, José Machado (2003 [2001]) Ganchos, Tachos e Biscates. Jovens,Trabalho e Futuro, Porto, Âmbar Peters, Guy B. (1998), Comparative Politics. Theory and Methods, New York, New York University Press. Quivy, R.,L. Champenhoud,(2003), Manual de Investigação em Ciências Sociais, Lisboa, Gradiva. Ragin, Charles C. (1987) The Comparative Method: Moving Beyond Qualitative and Quantitative Strategies, Berkeley/Los Angeles/London, University of California Press. Sartori, G. e Leonardo Morlino (1991) La Comparación en las Ciencias Sociales, Madrid, Alianza Editorial Schiefer, Ulrich, et al. (2007), Método aplicado de planeamento e Avaliação. Manual de Planeamento e Avaliação de Projectos. Estoril. Editora Principia. Scott, J. (1990) A Matter of Record: Documentary Sources in Social Research, Cambridge, Polity Press. Shaw, Ian; Gould Nick (2001) Qualitative Research in Social Work, 2nd edition London, Sage Publications. Silva, Augusto Santos e J. Madureira Pinto, (1986) (Org), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Edições Afrontamento; Thompson, Neil (2009) Understanding social work, 3rd ed. Basingstoke, Palgrave Macmillan. Turner, Francis J. (2005). Social Work Diagnosis in Contemporary Practice. New York , Oxford. University Press. Turner, Jonathan (2005) "A new approach for theoretically integrating micro and macro analysis", in Craig Calhoun, C. Rojek,B. Turner (Ed.) , The Sage Handbook of Sociology, London, Sage Publications Whyte, William Foote (ed.) (1991), Participatory Action Research, Sage. Wilson, Kate e al.). (2008), Social Work. An introduction to contemporary practice. Harlow, Pearson Longman, (p. 235-295).
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Docentes
Paula André
Departamento de Arquitectura e Urbanismo
Objectivos
A Unidade Curricular História da Arte tem como principais objectivos: - Apresentar aos discentes a evolução das principais linhas condutoras do pensamento e da produção da cultura artística do Romantismo à Contemporaneidade. - Introduzir os discentes na identificação, caracterização e distinção das ideias estéticas, do enquadramento histórico e da sua contextualização nos diferentes momentos artísticos. - Dotar os discentes da capacidade reflexiva da situação contemporânea da produção artística e a conceptualização reflexiva em diferentes domínios: teoria, história, critica, curadoria.
Programa
A unidade curricular História da Arte procurará cobrir a produção artística do Romantismo à Contemporaneidade: CP1-Do Romantismo ao Modernismo. Das Vanguardas ao Movimento Moderno. Do Pós-Modernismo à Contemporaneidade. CP2-Da Arte do Salon à Arte Participativa. Novos suportes e materiais e o conceito de efémero. CP3-Da Paisagem Pintoresca à Paisagem da Land Art, passando pela Arte Pública. CP4-Do conceito de obra de arte ao objecto quotidiano passado pelo objecto conceptual. CP4-Da École de Paris ao multiculturalismo contemporâneo, passando pela multidiversidade. CP5-Do artista como agente de ruptura ao Curador, passando pelo Marchand. CP6-Das Exposições Universais ao poder persuasivo do mercado da arte, passando pelas exposições temporárias. CP7-Da História e da Historiografia da Arte e à Teoria e Crítica da Arte, passando pela indústria dos Media.
Processo de Avaliação
?o aluno deverá estar presente em pelo menos 60% das horas lectivas previstas para o semestre lectivo em cada UC?; A modalidade da avaliação será a combinação de avaliação contínua e avaliação periódica; Trabalho Individual Escrito com apresentação oral (75% da Nota Final); Uma participação estimulante e empenhada do discente ao longo do semestre deve ser factor de ponderação na avaliação final (25%); Exame escrito (realizado no período de avaliações).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
ALTSHULER, Bruce ? Salon to Biennal 1863-1959. Exhibitions that made art history. London: Phaidon, 2008. vol.1. BELL, Julian - Espelho do mundo: uma nova história da arte. Lisboa: Orfeu Negro, 2009. HARRISON, charles; WOOD, Paul ? Art in theory 1900-2000. An Anthology of changing ideas. Malden, Osford: Blackwell Publishers, 2002. MEYER-BUSER, Susanne - Masterworks of the 20th and 21st centuries. Düsseldorf: Kunstsammlung Nordrhein-Westfalen, 2010. RONAN, Helen ed. lit. - A nova História da Arte de Janson : a tradição ocidental. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2010. WEINTRAUD, Linda - Making contemporary art : how today's artists think and work. London: Thames & Hudson, imp. 2007. WINDERLINDEN, Barbara; FILIPOVIC, ELENA - The Manifesta decade: debates on contemporary art exhibitions and biennials in post-wall Europe. Cambridge, Mass: The MIT Press, 2005.
Bibliografia Opcional
FLAVIO Lucchini: from fashion to art: the Vogue Lesson. Milano: Skira, 2010.
100 000 years of beauty. Paris: Galimmard, 2009.
NOGUEIRA, Isabel ? Teoria da Arte no séc. XX: Modernismo, Vanguarda, Neovanguarda, Pós-modernismo. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2012.
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Docentes
Ana Pina
Departamento de História
Cecília Vaz
Departamento de História
Frederic Vidal
Departamento de História
Pedro Vasconcelos
Departamento de Sociologia
Objectivos
Introduzir o estudante a diferentes teorias da cultura à luz das abordagens disciplinares da História, da Antropologia e da Sociologia, estimulando a aquisição de uma visão crítica e informada sobre os usos das noções de cultura e identidade na sociedade contemporânea.
Programa
CP1. Unidade do homem, diversidade cultural: génese de um conceito científico. Concepções universalistas e particularistas. CP2. Cultura como resposta a necessidades.O estudo etnográfico da cultura: «the native point of view». CP3. Linguagem, natureza e cultura: visão estruturalista. A cultura como texto: visão interpretativa CP4. Cultura e identidade. Conceções objetivistas e subjetivistas. CP5. Cultura versus civilização: significados de um debate europeu. Rousseau, a aversão à civilização e o mito do ?bom selvagem?. Herder e o conceito de relativismo cultural CP 6. Marx: a cultura sob suspeita. A cultura religiosa na base da economia capitalista em Max Weber CP 7. Cultura e barbárie no século XX: No Castelo do Barba Azul de Georges Steiner
Processo de Avaliação
AA avaliação periódica é constituída por dois testes, sobre cada um dos blocos da matéria(50% cada). A participação nas aulas será valorizada. Em alternativa, o aluno realiza um exame final que abrange toda a matéria da UC.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
CUCHE, Denys 1999, A Noção de Cultura nas Ciências Sociais, Lisboa, Fim de Século
Bibliografia Opcional
-AGIER, Michel 2001, «Distúrbios identitários em tempos de globalização» Mana. Estudos de Antropologia Social, vol. 7 (2): 7-3 APPADURAI, Arjun 2004, Dimensões Culturais da Globalização, Lisboa, Teorema BERLIN, Isaiah 1999, A Apoteose da Vontade Romântica, Lisboa, Bizâncio - 2006, O Poder das Ideias, Lisboa, Relógio D?Água BRUMANN et al. 1999 ?Writing for culture: why a successful concept should not be discarded? Current Anthropology, 40, Supplement: special issue:Culture. A second chance?, S1-S27 HANNERZ, Ulf 1992 Cultural Complexity. Studies in the Social Organization of Meaning, New York: Columbia University Press, pp.3-39 KEESING, Roger M. 1974, ?Theories of Culture? Annual Review of Anthropologie, 3: 73-97 LARAIA, Roque de Barros 2000, Cultura. Um Conceito Antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor LOURENÇO, Eduardo 1998, ?Do ?Manifesto? (comunista) como Literatura?, Público, 1 Fev., p. 12 MENENDEZ, Eduardo 2002, La Parte Negada de la Cultura. Relativismo, Diferencias y Racismo, Barcelona: Ediciones Bellaterra ORTNER, Sherry B. 2007 ?Subjectividade e crítica cultural? Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, ano 13, nº 28: 375-405 http://www.scielo.br/pdf/ha/v13n28/a15v1328.pdf STEINER, George 1992 (1971), No Castelo Do Barba Azul. Algumas Notas para a Redefinição da Cultura, Lisboa, Relógio D?Água WEBER, Max 1996, A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo, Lisboa, Presença WIMMER, Andreas 2000 ?La cultura como concertación? Revista Mexicana de Sociologia, 62 (4): 127-157
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Jorge Vieira
Departamento de Sociologia
Luís da Silva Soares
Departamento de Sociologia
Objectivos
Esta UC está estruturada em torno da investigação académica sobre o uso articulado de vários media para o desdobramento de uma narrativa.
Tem como objetivo geral uma introdução, quer ao pensamento teórico, quer às melhores práticas de produção em multiplataforma no campo das indústrias de entretenimento.
Pretende ainda o enquadramento destas narrativas transmedia no actual panorama mediático, fomentando uma compreensão profunda dos principais conceitos e debates relativos às novas tecnologias de informação e comunicação.
Programa
Esta UC aborda o estudo de narrativas transmedia desdobrando o percurso pedagógico sobre várias dimensões temáticas articuladas entre si.
P1: Olhar panorâmico sobre o movimento contemporâneo favorável ao advento de narrativas transmedia e entretenimento multiplataforma
P2: Propostas de definição da categoria "transmedia" e termos similares
P3: Genealogia deste tipo de narrativas
P4: Características chave de uma narrativa transmedia P5: Estratégias de construção de uma narrativa em várias plataformas de media
P6: Métodos de análise de um projeto transmedia
Processo de Avaliação
Participação ativa e assiduidade com peso de 10% na nota final.
Apresentação oral com peso de 20%.
Trabalho individual escrito com peso de 70%, com uma componente teórica/conceptual, complementada com um caso de estudo prático ou projecto. O tempo total necessário para o trabalho é estimado em cerca de 20 horas e este deverá ocupar 15 páginas
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Evans, Elizabeth (2011) 'Transmedia Television: Audiences, New Media, and Daily Life', London, Sage
Gambarato, Renira Rampazzo (2013) 'Transmedia Project Design: Theoretical and Analytical Considerations', Baltic Screen Media Review 1, 81-100.
Gambarato, Renira Rampazzo & Lorena Peret Teixeira Tárcia (2016) 'Transmedia Strategies in Journalism', Journalism Studies, 1-19.
Jenkins, Henry (2006), Convergence Culture. Where Old and New Media Collide, New York and London, New York University Press.
Jenkins, Henry (2010), "Transmedia Storytelling and Entertainment: An annotated syllabus", Continuum: Journal of Media & Cultural Studies, XXIV, (6), pp.943-958
Pratten, Robert (2011), Getting Started in Transmedia Storytelling. A Practical Guide for Beginners, Marston Gate, self-published.
Scolari, Carlos (2013) Narrativas Transmedia: Cuando Todos Los Medios Cuentan, Bilbao, Deusto
Bibliografia Opcional
Bernardo, Nuno (2011) The Producer's Guide to Transmedia. How to Develop, Fund, Produce and Distribute Compelling Stories Across Multiple Platforms, Lisbon, beActive books.
Bernardo, Nuno (2013) Transmedia 2.0, How to create an entertainment brand using a transmedial approach to storytelling, Lisbon, beActive books.
Dena, Christy (2009) Transmedia Practice: Theorising the practice of expressing a fictional world across distinct media and environments. PhD Thesis, School of Letters, Art and Media, Sydney
Edmond, Maura (2015) 'All platforms considered: Contemporary radio and transmedia engagement', New Media & Society 17(9), 1566-1582
Evans, Elizabeth (2015) 'Layering Engagement: The Temporal Dynamics of Transmedia Television', Storyworlds: A Journal of Narrative Studies 7(2), 111-19.
Evans, Elizabeth (2008) 'Character, audience agency and transmedia drama', Media, Culture & Society 30(2), 197-213, Sage
Graves, Michael (2011) 'Lost in a Transmedia Storytelling Franchise: Rethinking Transmedia Engagement'. PhD Thesis, Film and Media Studies and the Graduate Faculty of the University of Kansas, Kansas
Jenkins, Henry (2003), "Transmedia Storytelling. Moving characters from books to films to video games can make them stronger and more compelling", MIT Technology Review, (Online). Available at: http://www.technologyreview.com/news/401760/transmedia- storytelling/.
Jenkins, Henry (2007), "Transmedia Storytelling 101", Confessions of an Aca-Fan. The Official Weblog of Henry Jenkins, (Online). Available at: http://henryjenkins.org/2007/03/ transmedia_storytelling_101.html.
Jenkins, Henry (2009a), "The Revenge of the Origami Unicorn: Seven Principles of Transmedia Storytelling (Well, Two Actually. Five More on Friday)", Confessions of an Aca- Fan. The Official Weblog of Henry Jenkins, (Online). Available at: http://henryjenkins.org/ 2009/12/the_revenge_of_the_origami_uni.html.
Jenkins, Henry (2009b), "Revenge of the Origami Unicorn: The Remaining Four Principles of Transmedia Storytelling", Confessions of an Aca-Fan. The Official Weblog of Henry Jenkins, (Online). Available at: http://henryjenkins.org/2009/12/ revenge_of_the_origami_unicorn.html.
Jenkins, Henry (2010), "Transmedia Storytelling and Entertainment: An annotated syllabus", Continuum: Journal of Media & Cultural Studies, XXIV, (6), pp.943-958.
Jenkins, Henry, Sam Ford and Joshua Green (2013), Spreadable Media. Creating Value and Meaning in a Networked Culture, New York and London, New York University Press.
Long, Geoffrey A. (2007), Transmedia Storytelling. Business, Aesthetics and Production at the Jim Henson Company, Master Thesis in Comparative Media Studies, Massachusetts Institute of Technology, Cambridge
Mittell, Jason (2013), "Forensic Fandom and the Drillable Text", Spreadable Media: Enhanced Version, (Online). Available at: http://spreadablemedia.org/essays/mittell/#.VHqBXmSsWtu. Moloney, Kevin T. (2011), Porting Transmedia Storytelling to Journalism, Master Thesis in Social Sciences, Denver, University of Denver.
Pearson, Roberta & Anthony N. Smith (eds.) (2015) Storytelling in the media convergence age. Exploring screen narratives, Hampshire, Palgrave Macmillan
Perryman, Neil (2008), "Doctor Who and the Convergence of Media: A Case Study in 'Transmedia Storytelling'", Convergence: The International Journal of Research into New Media Technologies, XIV, (1), pp.21-39.
Rodríguez-Ferrándiz, Raúl et al. (2014) 'Transmedia contents created around Spanish television series in 2013: typology, analysis, overview and trends', Communication & Society 27(4), 73-94. Roos, Cecilia (2012) 'Producing Transmedia Stories. A Study of Producers, Interactivity and Prosumption', Malmö, Malmö University.
Scolari, Carlos Alberto (2009) 'Transmedia Storytelling: Implicit Consumers, Narrative Worlds, and Branding in Contemporary Media Production', International Journal of Communication, 1-21.
Scolari, Carlos, Paolo Bertetti & Matther Freeman (2014) Transmedia Archaeology. Storytelling in the Borderlines of Science Fiction, Comics and Pulp Magazines, Basingstoke, Palgrave
Smith, Aaron Michael (2009) 'Transmedia Storytelling In Television 2.0', Thesis, Middlebury College.
Smith, Aaron Michael (2011) 'Lost in a Transmedia Universe', Geminis, 1-31.
Ugartemendía, José Ig Galán (2012) 'La transmedialidad, una nueva gramática para el sujeto complejo', Portal Comunicación, http://portalcomunicacion.com/lecciones_det.asp?id=71
Various Authors (2014) International Journal of Communication, Special Issue "Transmedia Critical: Empirical Investigations into Multiplatform and Collaborative Storytelling"
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Docentes
Idalina Conde
Departamento de Sociologia
Objectivos
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Programa
1. Organizações: Formatos, equipas e culturas organizacionais Logística, programações e projetos Estratégias, poder e liderança 2. Recursos: Políticas e financiamentos (públicos e privados) Fundraising, patrocínio e mecenato Mercados: de assistidos a empresariais 3. Profissionais: Perfis, carreiras e culturas profissionais Recrutamento, remuneração, formação e mobilidade Emprego e mercados de trabalho no espaço cultural
Processo de Avaliação
A avaliação é constituída por um trabalho individual até 10 páginas a entregar no final do semestre sobre um dos temas indicados pelo docente.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
AA.VV. (2006) The economy of culture in Europe, relatório KEA European Affaires, Comissão Europeia. Disponível em: http://ec.europa.eu/culture/eac/sources_info/studies/economy_en.html AA.VV.(2006) Contribuição para a formulação de políticas públicas no Horizonte 2013 relativas ao tema Cultura, Identidades e Património, Relatório Final, Observatório das Atividades Culturais/Instituto de Ciências Sociais (documento PDF em www.oac.pt) CONDE, Idalina (2008) “Contrasting narratives: art and culture in the public sphere” (http://www.cies.iscte.pt/destaques/documents/CIES-WP56_Conde_003.pdf) CONDE, Idalina (2010) “Arte, Cultura e Criatividade: diferentes narrativas”, in Maria de Lourdes Lima dos Santos and José Machado Pais (org) Novos trilhos culturais: políticas e práticas, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais/ICS. CONDE, Idalina (2008), «Criatividade: sentidos possíveis» , Workshops de Investigação CIES , Lisboa, ISCTE-IUL David Hesmondhalgh (2002), The cultural industries, Londres, Sage
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Jorge Barreto Xavier
Departamento de Sociologia
Objectivos
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Programa
Para que o objetivo da cadeira seja articulável com o desenvolvimento académico e/ou a atividade profissional dos participantes, pretende-se que a apresentação dos conceitos chave – Política, Políticas Públicas da Cultura, Território, Administração Pública, Procedimento Administrativo, princípio da legalidade, Sociedade Civil – sejam enquadrados no contexto português e comparados com dois modelos – o anglo-saxónico e o francês e articulados com entidades públicas de direito internacional de referencia – a UNESCO, o Conselho da Europa e a União Europeia. A cadeira desenvolve-se em cinco eixos – Políticas públicas de Cultura em Portugal; os modelos de políticas públicas de Cultura na perspetiva anglo-saxónica e francesa; o papel de organizações internacionais de referência no desenvolvimento das políticas públicas de Cultura; a construção por cada participante de uma perspetiva .
Processo de Avaliação
a) Ensaio final, escrito, individual, sobre um ou mais temas, entre os temas que integram o programa. O ensaio deverá ter um mínimo de dez páginas e um máximo de 20 páginas, formatado a corpo 12, com interval 1,5, texto justificado, em Times New Roman (as notas de rodapé deverão ser efetuadas em corpo 10). A bibliografia não será contabilizada para efeito do limite de páginas. A data-limite para entrega dos ensaios será fixada oportunamente, devendo ocorrer após a conclusão da fase letiva do 1o semestre. Classificação: 0-20 b) Participação nas aulas (regularidade presencial, frequência e qualidade das intervenções orais face a questões colocadas pelos docentes...) Classificação: 10% da nota obtida no ensaio final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BENEDICT, S. (ed.), Public money and the muse: essays on government funding for the arts. W.W. Norton & Company, 1991 BROSSAT, C., La culture européenne:définitions et enjeux, Bruxelas,Bruylant, 1999 BLAKE, N. C. (ed), The Arts of Democracy – art, public culture and state, Woodrow Wilson Center Press e University of Pennsylvania Press, 2007 BRADFORD, G.; GLENNWALLABACH, M. G. (ed.). The politics of culture: policy perspetives for individuals, institutions and communities. CAA, New Press, 2000 DUBOIS, Vincent , La Politique Culturelle - Genése d'une catégorie d’intervention publique. Belin, 2000 SANTOS, M. L. L. (coord), As Políticas Culturais em Portugal, Lisboa, OAC, 1998 SANTOS, M. L. L dos e PAIS, J. M. (org), Novos trilhos culturais – Práticas e Políticas, Lisboa, ICS, 2010 SMITH, David A.,Money for Art – the tangled web of art and politics in American democracy, Chicago,Ivan R.Dee, 2008 URFALINO, P., L’Invention de la Politique Culturelle, Paris, Ministère de la Culture, 1996
Bibliografia Opcional
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2 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
A unidade curricular de Globalização, Arte e Cultura tem como objectivo principal introduzir os estudantes de 2º ciclo às discussões centrais sobre a modernidade e as suas dimensões culturais, numa perspectiva integrada com outras dimensões institucionais, centrando a análise nas práticas culturais e artísticas. Neste sentido, dá-se particular relevo ao impacto dos processos da globalização na cultura e na arte, numa perspectiva crítica transnacional. Identificam-se, assim, os poderes e contra-poderes, bem como as formas institucionais e práticas sociais que se exprimem no espaço cultural e artístico, aferindo-se o papel das tecnologias de informação e comunicação na renovação dos processos de produção, circulação e recepção de objectos de arte e de cultura.
Programa
1. Modernidades e Globalização: dinâmicas culturais 1.1. Modernidade, complexificação e individualização 1.2. Os paradoxos da globalização cultural 1.3. Dos processos globais à singularização das estratégias culturais 2. O Espaço da Arte: a complexificação sistémica 2.1. Arte e artistas: autonomização, configurações e processos de regulação 2.2. Práticas artísticas e processos de mediação e recepção: multipolaridades, redes e interdependências 2.3. Novas centralidades e novas margens: hibridez, fragmentação, instabilidade e singularidade
Processo de Avaliação
A classificação final resulta da avaliação do ensaio escrito individual e da assiduidade e participação dos alunos. Em caso de insucesso ou de não cumprimento dos requisitos de trabalho pessoal referidos os alunos podem recorrer ao exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
APPADURAI, Arjun (2004), Dimensões Culturais da Globalização: A modernidade sem peias, Lisboa: Teorema. LIPOVETSKI, Gilles & Hervé JUVIN (2011), O Ocidente Mundializado: controvérsia sobre a cultura planetária, Lisboa: Edições 70. MELO, Alexandre (2001), Arte, Lisboa: Quimera. MELO, Alexandre (2002), Globalização Cultural, Lisboa: Quimera.
Bibliografia Opcional
BIBLIOGRAFIA DE TRABALHO Appadurai, Arjun (2004), Dimensões culturais da globalização: A modernidade sem peias, Lisboa, Teorema.
APPADURAI, Arjun (ed.) ( 2001 ) ; "Globalization" ; Durham e Londres, Duke.
Barrento, João (2001), "Que significa "moderno"?", in A espiral vertiginosa - ensaios sobre a cultura contemporânea, Lisboa, Cotovia, pp. 11-45.
Bauman, Zygmunt (2000), Liquid Modernity, Cambridge, Polity Press
BELTING, Hans ; Buddenensieg, Andrea ; Weibel, Peter (ed.) ( 2013 ) , "The Global Contemporary and the Rise of New Art Worlds" ; Karlsruhe , ZKM / Cambridge e Londres, MIT.
Calinescu, Matei (1999), As 5 faces da Modernidade, Lisboa, Vega.
Castells, Manuel (2002), A Era da Informação - Vol. I: A sociedade em rede, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.
Featherstone, Mike (1991), Consumer Culture and Postmodernism, London, Sage.
Giddens, Anthony (1994), Modernidade e Identidade Pessoal, Oeiras, Celta Editora.
Giddens, Anthony (2000), O Mundo na Era da Globalização, Lisboa, Editorial Presença.
Hall, Stuart (2004), A identidade cultural na pós-modernidade, Rio de Janeiro, DP & A Editora.
HARRIS, Jonathan (ed.) ( 2011 ) , Globalization and Contemporary Art ; Wiley-Blackwell.
Lipovetsky, Gilles (1988), A Era do Vazio: ensaio sobre o individualismo contemporâneo, Lisboa, Relógio D'Água.
Lipovetsky, Gilles e Serroy, Jean (2010), A Cultura-Mundo : resposta a uma sociedade desorientada, Lisboa, Edições 70.
Lyotard, Jean-François (1989), A condição pós-moderna, Lisboa, Gradiva.
Melo, Alexandre (2002), Globalização Cultural, Lisboa, Quimera Editores.
MELO; Alexandre (2012), "Sistema da Arte Contemporânea" ; Lisboa, Documenta. MELO, Alexandre (2016); "Arte e Poder na Era Global" (2016) ; Lisboa, Documenta.
MENEGUZZO, Marco (2012) ; "Breve Storia della Globalizzazione in arte (e delle sue conseguenze)" ; Johan & Levi.
PIETERSE, Jan Nederveen (2009) ; "Globalization and Culture", Rowman & Littlefield.
ROBERTSON, Roland ( 1992 ) ; "Globalization : Social Theory and Global Culture"; Londres, Thousand Oaks e Nova Deli, Sage. SMITH, Terry ; Enwezor, Okwui ; Condee, Nancy ( 2008 ) ; "Antinomies of Art : Modernity, Postmodernity, Contemporaneity " ; Durham e Londres, Duke.
TOMLINSON, John (1999) ; "Globalization and Culture" ; Polity Press.
Wallerstein, Immanuel (1990-1994), O sistema mundial moderno, Porto, Edições Afrontamento. Waters, Malcolm (1999), Globalização, Oeiras, Celta Editora.
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Caterina Foa
Departamento de Sociologia
Maria João Vaz
Departamento de História
Objectivos
Esta UC tem como objectivo principal preparar e acompanhar os alunos na experiência prática profissional com vista à consolidação e aplicação dos conhecimentos e competências desenvolvidas ao longo da frequência do mestrado, em particular no que diz respeito ao funcionamento de instituições, projectos e acções no âmbito do empreendedorismo cultural, das artes e do património cultural.
Programa
1. Preparação do Estágio 1.1 Seleção do domínio e sede do Estágio profissional (contactar organizações, cartas de apoio) 1.2 Contratualização com a organização de acolhimento (protocolo de estágio, normas de enquadramento) 2. Exercício de estágio 2.1 Definição da orientação profissional 2.2 Plano do estágio (diagnóstico sobre o contexto, elaboração dos objectivos, definição da metodologia de estágio) 2.3 Execução do trabalho planeado 2.4 Monitorização da execução 2.5 Avaliação de processo 3. Reflexão sobre resultados e aprendizagens 3.1 Balanço da entidade de acolhimento 3.2 Relatório de estágio
Processo de Avaliação
i) Relatório individual de estágio: ponderação de 70%; ii) Exposição na aula: ponderação de 30%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Barbier, J.-M. (1996),Elaboração de Projectos de Acção e de Planificação, Porto, Porto Editora. Booth, Wayne, Gregory Colomb e Joseph Williams (2003),The Craft of Research, Chicago,The University of, Chicago Press, 2ª ed. Capucha, Luís (2008),Planeamento e avaliação de projetos.Guião prático. Lisboa, ME/DGIDC Donatella e M. Keating (eds.) (2008) Approaches and Methodologies in the Social Sciences.A Pluralist Perspective, Cambridge, Cambridge University Press ISCTE(2008),Normas Orientadoras para a Dissertação ou Trabalho de Projecto de Mestrado. Neves, José, Garrido, Margarida, Simões Eduardo. 2008. Manual de Competências Pessoais, Interpessoais e Instrumentais. Teoria e Prática. Lisboa. Editora SÍLABO. Sweitzer,H. F.,& King, M. (2014).The Successful Internship: Personal, Professional, and Civic Development in Experiential Learning, Belmont, CA: Brooks/Cole, Cengage Learning. Quivy, R.,L. Champenhoud.2003.Manual de Investigação em Ciências Sociais.Lisboa.Gradiva.
Bibliografia Opcional
A indicar consoante a instituição e o tema geral do estágio.
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Pedro António Ferreira
Departamento de Contabilidade
Objectivos
Pretende-se que os alunos, no final desta unidade curricular, compreendam os principais conceitos de contabilidade e finanças, numa perspetiva de utilidade direcionada para organizações do setor cultural.
Programa
Capítulo 1 - Demonstrações financeiras e decisões de negócio 1.0. Números: que número é este? 1.1. Negócio, atividades, decisões e sistema contabilístico 1.2. Demonstrações financeiras: estrutura e visão geral 1.3. Normas contabilísticas Capítulo 2 - Decisões de investimento e de financiamento 2.1. Conceitos gerais e fundamentos 2.2. Efeito das decisões nas rubricas de balanço 2.3. Reconhecimento nas rubricas de balanço 2.4. Preparação e análise do balanço Capítulo 3 - Decisões operacionais 3.1. Efeito das decisões de negócio na demonstração dos resultados 3.2. Reconhecimento das atividades operacionais 3.3. Preparação e análise da demonstração dos resultados Capítulo 4 - Fundamentos de finanças 4.1. Rendibilidade 4.2. Working capital 4.3. Equilíbrio financeiro
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: - Casos e trabalho de grupo (com eventual discussão oral)(40%). - Exame final (60%). Requisitos: - Assiduidade mínima de 2/3 das aulas, exceto situações previstas em regulamentos que se sobreponham. - Execução dos casos/trabalhos de avaliação. - Média mínima de 10 valores no casos e trabalho de grupo. - Nota mínima de 8 (7,5) valores no exame. Avaliação por exame: 100% Defesa de nota: para classificação superior a 16 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1. Short, Libby and Libby (2014), Financial Accounting - Global Edition, McGraw Hill. 2. Lourenço, I., et al., (2018), Fundamentos de Contabilidade Financeira - Teoria e Casos, Lisboa: Sílabo 3. Mota, A. G., Barroso, C., Soares, H. e Laureano, L. (2013), Introdução às Finanças - Fundamentos de Finanças com Casos Práticos Resolvidos e Propostos, 1ª ed., Lisboa: Edições Sílabo.
Bibliografia Opcional
1. Lourenço, I. C., Ferreira, P. A., Simões, A. M. e Pais, C. A. (2013). IFRS Demonstrações Financeiras - Casos para Executivos, Coimbra: Almedina. 2. Pordata (2017), Que número é este? Um guia de estatísticas para jornalistas, Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos. 3. Sistema de Normalização Contabilística (2009) - Legislação. 4. Mota, A. G.; Nunes, J.P.; Ferreira, M.; Barroso, C. (2007), Finanças Empresariais - Teoria e Prática, Lisboa: Publisher Team. 5. Ormiston e Fraser (2010), Understanding Financial Statements, 9th Edition, Essex: Prentice-Hall. 6. Werner e Jones (2004), Introduction to Financial Accounting: A User Perspective, 3rd Edition, Essex: Prentice-Hall. 7. Harrison, Horngren and Thomas (2010), Financial Accounting, 8th Ed., Prentice-Hall. 8. Esperança, J. e F. Matias (2009), Finanças Empresariais, Lisboa: Texto Editora. 9. Mota, A. G.; Nunes, J.P.; Ferreira, M.; Barroso, C. (2007), Finanças Empresariais - Teoria e Prática, Lisboa: Publisher Team. 10. W., Andrew W. and Y., Vijay (2008), Entrepreneurial finance: Banks versus venture capital, Journal of Financial Economics. 11. Davila, A., Fostera, G. e Guptab, M. (2003), Venture capital financing and the growth of startup firms, Journal of Business Venturing 18, 689-708. 12. Textos e casos elaborados pelos docentes da UC (exercises and lecture notes). 13. Outra a indicar ao longo da unidade curricular.
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Docentes
Caterina Foa
Departamento de Sociologia
Objectivos
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Programa
1-Introdução Criatividade e burocracia A organização das artes–core business, o resto da organização, a missão, o papel do diretor administrativo; medidas de desempenho 2-O que é Marketing? -um produto é um conjunto de benefícios de acordo com a perceção que dele tem o consumidor. -componentes de um produto: o próprio produto artístico, spin-offs products, serviços relacionados, a experiência do consumidor do produto. -Um prod. cultural é um produto complexo e multidimensional -Um prod. cultural é um produto especializado.O que é que tal significa para os marketers de artes. -Os produtos culturais suportam as características de um serviço? 3-Mercado Mercado de consumidores; setor público; setor privado;partners Comportamentos de consumo nas artes -Uma das funções do marketing é compreender os consumidores de um determinado mercado. -Quem são os consumidores?Por que é que vão ou deixam de ir a eventos artísticos?Como é que tomam a sua decisão? 4-As restantes variáveis do Marketing.
Processo de Avaliação
As aulas têm uma natureza teórico-prática, tendo os alunos uma intervenção fundamental no processo de ensino-aprendizagem.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Curvelo, Rita, Marketing das Artes em Direto , Lisboa, editora Quimera, 2009. -Bernstein, Joanne Scheff, Arts Marketing Insights, Jossey-Bass Pub., 2006. -Colbert François, Carmelle e Rémi Marcoux, Marketing Planning for Culture and the Arts, Montreal, École des Hautes Études Commerciales, 2008. -Colbert, François, Marketing culture and the arts, Montréal, École des Hautes Études Commerciales, 2001.
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Pedro António Ferreira
Departamento de Contabilidade
Objectivos
Pretende-se que os alunos, no final desta Unidade Curricular, compreendam (1) os principais conceitos de Controlo de Gestão e (2) a sua utilidade para a gestão das organizações das indústrias criativas e culturais.
Programa
1. Custos e tomada de decisões 1.1. Funções de gestão e tipos de contabilidade 1.2. Custos diretos e indiretos 1.3. Repartição dos custos indiretos: método tradicional 1.4. Custos fixos e custos variáveis 1.5. Custos relevantes e irrelevantes 1.6. Custos e proveitos incrementais 1.7. Custos de oportunidade 1.8. Custos controláveis e não controláveis 2. Análise custos-volume-resultados 2.1. Comportamento dos custos face a variações do nível de atividade: custos fixos e variáveis 2.2. Pressupostos e limites da análise 2.3. Ponto crítico e margem de segurança 2.4. Estimativa de resultados 3. Activity-based costing (ABC) 3.1. Origens e operacionalização do ABC 3.2. O ABC e o método tradicional de alocação de custos 4. O Balanced Scorecard 4.1. Caraterização 4.2. Aplicação a organizações das indústrias criativas e culturais, com foco na dimensão financeira
Processo de Avaliação
Duas modalidades de avaliação: 1. Avaliação periódica - Resolução de casos/trabalhos, com eventual discussão oral (40%) - Exame (60%) Requisitos: - Assiduidade mínima de 2/3 das aulas lecionadas - Execução dos casos/trabalhos - Média mínima de 10 valores nos casos/trabalhos e 8 (7,5) valores no exame 2. Avaliação por exame - Exame final (100%) Defesa de nota: para classificação superior a 16 valores
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1. Drury, C. (2016), Management Accounting for Business, 6th Edition, Cengage Learning EMEA. 2. Merchant, K. A. and Van der Stede, W. A. (2017), Management Control Systems, 4th Edition, Financial Times/Prentice Hall. 3. Textos de apoio e casos práticos elaborados pelos docentes e distribuídos ao longo da unidade curricular.
Bibliografia Opcional
1. Franco, V. F. et al., (2010), Os Custos, os Resultados e a Informação para a Gestão, Lisboa: Livros Horizonte. 2. Jordan, H., Neves, J. C. e Rodrigues, J. A. (2015), O Controlo de Gestão - Ao Serviço da Estratégia e dos Gestores, 10ª Edição, Lisboa: Áreas Editora. 3. Atkinson, A. A., Kaplan, R. S., Matsumura, E. M. and Young, S. M. (2012), Management Accounting, Fifth Edition, Upper Saddle River, NJ: Pearson Education. 4. Young, S. M. (2011), Readings in Management Accounting, 6th Edition, Upper Saddle River, NJ: Pearson Education. 5. Hopper, T., Northcott, D. and Scapens, R. W. (2007), Issues in Management Accounting, 3rd edition, London: Financial Times/Prentice Hall. 6. Bhimani, A. (2006), Contemporary Issues in Management Accounting, Oxford: Oxford University Press. 7. Major, M. e Vieira, R. (2017), Contabilidade e Controlo de Gestão: Teoria, Metodologia e Prática, 2ª edição, Lisboa: Escolar Editora. 8. Johnson, H. T. e Kaplan, R. S. (1987), Relevance Lost: The Rise and Fall of Management Accounting, Boston, MA: Harvard Business School Press. 9. Wickramasinghe, D. e Allawattage (2007), Management Accounting Change: Approaches and Perspectives, Oxon: Routledge. 10. Chapman, C. S., Hopwood, A. G. and Shields, M. D. (2009), Handbook of Management Accounting Research, Elsevier, Vol. 1, 2 & 3. 11. Outra a indicar ao longo da unidade curricular.
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Loizos Petrides
Departamento de Marketing, Operações e Gestão Geral
Tito Damião Albernaz
Departamento de Marketing, Operações e Gestão Geral
Objectivos
Esta unidade curricular terá como principal objetivo aplicar o conjunto de conhecimentos disciplinares adquiridos ao longo das outras unidades do curso, permitindo aos alunos desenvolver um projeto de natureza empresarial no domínio das indústrias culturais.
Programa
1 - O ambiente e o empreendedor: a)O papel do mercado e intermediação financeira; condições legais e culturais; o perfil do empreendedor. b)Contextualização do ambiente actual para o arranque de projectos empresariais em Portugal no domínio das indústrias culturais; c) Fundamentos do processo empreendedor e estrutura de um plano de negócios; d) Casos de projectos empresariais nas indústrias criativas e culturais 2 - Proposta de valor Apresentação e discussão das propostas de valor elaboradas em grupo. 3 - Aspectos específicos do plano de negócios: o plano de marketing e fontes de financiamento Definição de segmentos de mercado, estudo de mercado, estudo de concorrência e marketing-mix. A estrutura do plano de marketing. 4 - Fontes de financiamento e projeções económica financeiras. 5 - Apresentação e discussão dos projectos empresariais
Processo de Avaliação
Ao longo do período letivo, serão utilizados os seguintes instrumentos de avaliação (classificação de 0 a 20 valores Com um peso de 100% na classificação final da UC): O sistema de avaliação é composto por: - Assiduidade e participação - (10%) - Apresentações do plano de negócios (20%) - Plano de Negócios realizado em Grupo (30%); - Teste final individual sobre o Plano de Negócios desenvolvido (40%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Sarkar, S. (2014) "Empreendedorismo e Inovação", Escolar Editora. Duarte C e Esperança, J. (2012) Empreendedorismo e Planeamento Financeiro, Edições Sílabo Esperança, J. e F. Matias (2005) Finanças Empresariais, Ed. D. Quixote. Osterwalter A, Pigneur Y, (2009), "Business Model Generation", Self Published. Leach, J. e R. Melicher (2006) Entrepreneurial Finance, Thomson. Artigos e documentação a entregar nas aulas.
Bibliografia Opcional
Andrew W. e Vijay Y., Entrepreneurial finance: Banks versus venture capital, Journal of Financial Economics (2008). Balanko-Dickson, G. (2007) Tips and Traps for Writing an Effective Business Plan, McGraw Hill.
Davilaa, A., Fostera, G. e Guptab, M. (2003) ?Venture capital financing and the growth of startup firms?, Journal of Business Venturing 18 (2003) 689?708. Dushnitsky, G. e Lenox, M. (2005) When do incumbents learn from entrepreneurial ventures? Corporate venture capital and investing firm innovation rates, Research Policy, 34, pp. 615-639. Esperança, J. (1995) Rendibilidade, Liquidez e o Financiamento das PMEs, Revista Portuguesa de Gestão. Luherman, T. (1998) ?Investment Opportunities as Real Options: Getting Started on the Numbers?, Harvard Business Review, July-August, pp. 51-67. Smith, J. e R. Smith (2004, 2ª Ed.) Entrepreneurial Finance, Wiley. Timmons, J., A. Zacharakis e S. Spinelli (2004) ?Business Plans that Work?, McGraw-Hill
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Caterina Foa
Departamento de Sociologia
Maria João Vaz
Departamento de História
Objectivos
Esta UC tem como objectivo principal preparar e acompanhar os alunos na experiência prática profissional com vista à consolidação e aplicação dos conhecimentos e competências desenvolvidas ao longo da frequência do mestrado, em particular no que diz respeito ao funcionamento de instituições, projectos e acções no âmbito do empreendedorismo cultural, das artes e do património cultural.
Programa
1. Preparação do Estágio 1.1 Seleção do domínio e sede do Estágio profissional (contactar organizações, cartas de apoio) 1.2 Contratualização com a organização de acolhimento (protocolo de estágio, normas de enquadramento) 2. Exercício de estágio 2.1 Definição da orientação profissional 2.2 Plano do estágio (diagnóstico sobre o contexto, elaboração dos objectivos, definição da metodologia de estágio) 2.3 Execução do trabalho planeado 2.4 Monitorização da execução 2.5 Avaliação de processo 3. Reflexão sobre resultados e aprendizagens 3.1 Balanço da entidade de acolhimento 3.2 Relatório de estágio
Processo de Avaliação
i) Relatório individual de estágio: ponderação de 70%; ii) Exposição na aula: ponderação de 30%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Barbier, J.-M. (1996),Elaboração de Projectos de Acção e de Planificação, Porto, Porto Editora. Booth, Wayne, Gregory Colomb e Joseph Williams (2003),The Craft of Research, Chicago,The University of, Chicago Press, 2ª ed. Capucha, Luís (2008),Planeamento e avaliação de projetos.Guião prático. Lisboa, ME/DGIDC Donatella e M. Keating (eds.) (2008) Approaches and Methodologies in the Social Sciences.A Pluralist Perspective, Cambridge, Cambridge University Press ISCTE(2008),Normas Orientadoras para a Dissertação ou Trabalho de Projecto de Mestrado. Neves, José, Garrido, Margarida, Simões Eduardo. 2008. Manual de Competências Pessoais, Interpessoais e Instrumentais. Teoria e Prática. Lisboa. Editora SÍLABO. Sweitzer,H. F.,& King, M. (2014).The Successful Internship: Personal, Professional, and Civic Development in Experiential Learning, Belmont, CA: Brooks/Cole, Cengage Learning. Quivy, R.,L. Champenhoud.2003.Manual de Investigação em Ciências Sociais.Lisboa.Gradiva.
Bibliografia Opcional
A indicar consoante a instituição e o tema geral do estágio.
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Isabel Pombo Cardoso
Departamento de História
Objectivos
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Programa
1. Conservação preventiva 1.1. Fatores de deterioração 1.2. Avaliação do risco 2. Conservação curativa 3. Restauro 4. Movimentação, manipulação, acondicionamento e circulação de coleções 5. Gestão de programas expositivos 5.1 Exposições permanentes 5.2 Exposições temporárias 5.3 Exposições itinerantes 6. Manutenção e gestão das reservas 7. Proteção e segurança das coleções 8. Política de avaliação do risco
Processo de Avaliação
A avaliação periódica é constituída por três elementos: (1) participação nas aulas (30%); (2) trabalho individual (70%). Em alternativa, o aluno realiza um exame final correspondente a um nível de conhecimentos semelhante ao exigido na avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-ARENAS, J. F., Introducción a la conservacón del patrimonio y técnicas artísticas, Barcelona, Ariel, 1999 -EZRATI, J-J., Manuel d’éclairage muséographique, Dijon, OCIM, 1999 -FERNÁNDEZ, L., FERNÁNDEZ, I.,Disenõ de expositiones, Madrid, Alianza,2005 -GUILLEMARD, D.; LAROQUE, C.,Manuel de conservation préventive, Dijon, OCIM, 1999 -HERNÁNDEZ, F.,Manual de Museología, Madrid, Ed. Sinteses,2001. -LEVILLAIN, A.., La conservation preventive des collections, Dijon, OCIM, 2002 -LIOTTA,G.,Los insetos y sus danos en la madera, Sevilha, NEREA,2000 -LISTON, D.,Museum security and protection, London, Routledge,1993 -LORD, B. e LORD, G., Manual de gestión de museos, Madrid, Alianza,1991 -ARIEL RICO,J. C., et al.,Los conocimientos técnicos, Madrid, Silex,1999 -Temas de Museologia: Circulação de Bens Culturais Móveis, IPM, 2004. -THOMSON, G., The Museum Environment, London, Butterworth, 1989 -THOMSON,J.,Manual of curatorship?, London, Butterworths, 1992 -ZUBIAUR CARREÑO, F. ,Curso de Museología, Gijón, Trea, 1999
Bibliografia Opcional
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Docentes
Nélia Susana Dias
Departamento de Antropologia
Objectivos
-A UC pretende dar conta dos problemas colocados aos museus nos dias de hoje. A transformação do modelo 'tradicional' de museu ao modelo de várias sucursais, as questões éticas relacionadas com a propriedade cultural dos objectos e sua restituição. Serão também abordadas a questão da descolonização dos museus e o desenvolvimento de museus de migração. Por último, a cadeira pretende analisar as transformações da instituição museu nos últimos 20 anos : os museus sem coleção, a tensão entre a arquitetura dos museus e os objetos expostos e o papel crescente dos museus no desenvolvimento económico das cidades ( Bilbao e Metz) e na indústria do turismo.
Programa
1.Introdução. A definição de museu do ICOM 2. A importância das Exposições Universais na emergência dos museus; museus enquanto espaços públicos e a noção de cidadania. 3.Museus e questões éticas. A restituição de objectos e a questão da propriedade cultural. A noção de museu universal. 4. Museus, centros culturais e centros de cultura. A cultura como consumo. O Centro Pompidou (Paris).A criação de sucursais de museus 5) Museus e identidades - nacionais, transnacionais e post- nacionais 6. Descolonizar o museus e as coleções como heranças coloniais 7. Os novos tipos de museus, museus sem objectos, museus como lugares de experiência. 8. A noção de Museu imaginário ( Malraux) e os museus virtuais 9. Lugares de memória, museus-memoriais e museus de consciência 10) O papel dos museus de migração na Europa
Processo de Avaliação
Avaliação: I) a) Um trabalho escrito entre 8 a 10 páginas sobre uma das secções do programa ou sobre um museu/exposição (70%); b) leitura prévia dos textos e participação nas aulas (10%), c) um relatório escrito sobre um dos textos de leitura obrigatória (20%).
II) exame final para os alunos que optarem por esta modalidade.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Bennett Tony 1995. The Birth of the Museum. History, Theory, Politics, London and New York, Routledge. - Cuno James. 2010. Who Owns Antiquity? Museums and the Battle over ancient Heritage, Princeton University Press. -- Gurian Elaine H., 'What is the object of this exercise? A meandering exploration of the many meanings of objects in museums', Daedalus, 163-184 ( online). - MacDonald, Sharon ed., 2006. A Companion to Museum Studies, Blackwell. -Kirshenblatt-Gimblett Barbara, Destination Culture. Tourism, Museums, and Heritage, Berkeley and Los Angeles, California University Press, 1998. -Sandell, Richard, 2007. Museums, Prejudice and The Reframing of Difference, London/ New York, Routledge. -
Bibliografia Opcional
- Alberti, Samuel, M. Chapman, R. Drew, 2009. 'Should we display the dead?', Museum and Society, 7 (3), 1433-149 ( online). - Bennett T. Cameron F, Dias N, and all. 2017. Collecting, Ordering, Governing. Anthropology, Museums, and Liberal Government, Duke University Press. -Borrelli and Davis, 'Reflections on Eco-museums practices', Nature and Culture, 7 (1), 2012, 31-47. - Cimoli, A.C. 2013. 'Migration Museums in Europe', European Museums in the 2ist Century, vol.3, online - Clifford, J. 1988. The Predicament of Culture. Twentieth Century Ethnography, Literature,and Art, Harvard University Press. -De Cesari, 2017 'Museums of Europe: Tangles of Memory, Bordering and Race', Museum Anthropology, 19-37. - Dias, N. 2008. 'Cultural Difference and Cultural Diversity', in Sherman ed, Museums & Difference, Bloomington, Indiana University Press. - Duncan Carol, 1995. Civilizing Rituals. Inside Public Art Museums, London and New York, Routledge. Findlen, Paula, 'The Museum: Its Classical Etymology andRenaissance Genealogy', Journal of the History of Collections, 1989, 59-78. -Hooper-Greenhill E., 1992. Museums and the Shaping of Knowledge, London and New York, Routledge. --Karp Ivan , Corinne Kratz e all., ed., 2006. Museum Frictions. Public Cultures/Global Transformations, Durham, Duke University Press. - Kuper, A. 2017 'Bones of Contention', Times Literary Supplement, 19 April. -Leher, Erica et al, 2011. Curating Difficult Knowledge - Violent Pasts in Public Places, Hampshire and New York, Palgrave Macmillan. - Levitt, P. 2015. Artifacts and Allegiances. How Museums put the Nation and the World on Display, University of California Press. - McClellan Andrew, 2008. The Art Museum from Bouillée to Bilbao, California, University of California Press. - Macdonald, S. 2008 'Museums, national, postnational and transnational identities', Museum and Society, 1-16 ( online) - Malraux, A. O museu imaginário, Lisboa, Edições 70, 2014. - O'Neill, Mark, 2004. 'Enlightenment Museums : universal or merely global?', Museum and Society, 2 (3), 190-202 ( online). -Poulot Dominique. Musée et Muséologie. Paris, La Découverte, 2005. -Simine, Silke Arnold-de, 2013. Mediating Memory in the Museum - Trauma, Empathy, Nostalgia, Hampshire and New York: Palgrave Macmillan -Thomas, N. 2010. 'The Museum as Method', Museum Anthropology, vol.35, 6-10. -Thomas, N. 2017.The Return of Curiosity, What Museums are good for in the "1st Century, Reaktion Books. -Williams, Paul, 2007. Memorial Museums - The Global Rush to Commemorate Atrocities, New York, Berg.
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Sofia Magrinho
Departamento de História
Objectivos
Colecionismo como fenómeno cultural.
Programa
CP1 Coleções e colecionadores CP2 Gestão de coleções CP3 Estudo de materialidades
Processo de Avaliação
A avaliação periódica implica a apresentação de um texto, até 12.000 caracteres com espaços (70%), e uma apresentação oral (30%), feita na aula com entrega de ficha de leitura (máx. 2 pp). Em alternativa, ou em caso de insucesso na avaliação periódica, há exame final (150'), pressupondo o mesmo nível de conhecimentos e de competências aferido na avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Belk, R. W., 1995, Collecting in a Consumer Society: A Critical Analysis, Londres, Routledge. Branco, J. F., 2005, Máquinas nos Campos. Uma Visão Museológica, Oeiras, Celta. Branco, J. F., L. T. de Oliveira, 1994, Ao Encontro do Povo. II. A Coleção , Oeiras, Celta. Douglas, M., 1994, The Genuine Article, in: Riggins, Stephen H. et al., The Socialness of Things: Essays on the Socio-Semiotics of Objects, Berlin, Mouton De Gruyter Kopytoff, I.,1986, The Cultural Biography of Things. Commoditization as Process, in: A. Appadurai, org., The Social Life of Things. Commodities in Cultural Perspetive , Cambridge UP Mack, J.,1992,Emil Torday and the Art of the Congo, 1900-1909, Londres, The Trustees of the British Museum Miller, D.,2008, The Comfort of Things, Cambridge Polity Press Muensterberger, W., 1994, Collecting. An Unruly Passion: Psychological Perspetives , Princeton UP
Bibliografia Opcional
Macdonald, S., org., 2006, A Companion to Museum Studies, Londres, Routledge.
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Maria Luísa Tiago de Oliveira
Departamento de História
Objectivos
Esta UC tem com objetivo permitir aos alunos problematizar as representação do passado próximo em museus e exposições
Programa
1. Questões teóricas 1.1. Memória individual e memória coletiva. Tipologias da memória coletiva. 1.2. As tradições: suas (re)formulações. A problemática da invenção das tradições. 1.3. Problematização do tempo presente. 2. Musealização de temas de história contemporânea 2.1. Nacionalismo. 2.2. Colonialismo. 2.3. Republicanismo. 2.4. Migrações. 2.5. Ensino. 2.6. Mobilidades. 2.7. Movimentos sociais.
Processo de Avaliação
A avaliação visa aferir em que grau o estudante atingiu os resultados de aprendizagem (conhecimentos e competências) previstos nos objetivos. A avaliação periódica implica a apresentação de: um relatório sobre uma exposição visitada (50%); e uma análise crítica de uma obra (50%). Em alternativa, ou em caso de insucesso na avaliação periódica, pode ser feito um exame final, pressupondo o mesmo nível de conhecimentos e de competências aferido na avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Questões gerais Bebiano, Rui (2003) "Temas e problemas da história do presente", A História Tal Qual se Faz, org. de José d' Encarnação, Lisboa, Colibri, pp. 225-236 Connerton, Paul (1993) Como as sociedades recordam, Oeiras, Celta. Crane, Susan A. (ed) (2000) Museums and memory, Stanford, Stanford University Press Fentress, James e Wickam, Chris (1994) Memória social, Lisboa, Teorema Hobsbawm, Eric e Ranger, Terence (orgs) (1983) The invention of tradition, Cambridge, Cambridge University Press Holo, Selma Reuben (2002) Mas allá del Prado: Museus e identidade en la España Democrática, Madrid, Ediciones Akal. S. A. Nora, Pierre, org., (1986-1992) Les lieux de mémoire, 7 vol, Paris, Gallimard Thièsse, Anne-Marie, A Criação das Identidades Nacionais. Europa. Séculos XVIII-XX, Lisboa, Temas e Debates, 2000 Valcuende del Rio, José María, Narotsky Molledo, Susana (orgs.) (2005) Las políticas de la memoria en los sistemas democráticos, Sevilha, FAAEE/Fundación El Monte/AAA.
Bibliografia Opcional
Musealização de temas . Fundação Mário Soares / Instituto de História Contemporãnea / Não Apaguem a Memória, (2011), Aljube. A Voz das Vítimas, catálogo de exposição, Lisboa. . Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República (2010) Resistência: da Alternativa Republicana à Luta contra a Ditadura (1891-1974), catálogo da exposição, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda. . Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República (2010) Viva a República, catálogo da exposição, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda. . Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses (2000) Os Brasileiros de Torna-Viagem no Noroeste de Portugal, catálogo da exposição, Lisboa. . Liberdade e Cidadania. 100 anos portugueses (1999), catálogo da exposição, Lisboa, Cordoaria Nacional. . Proença, Maria Cândida,coordenação (2011) Educar. Educação para todos, Ensino na Iª República, catálogo da exposição, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda. . Lisboa em Movimento. 1850-1920 (1994), catálogo de exposição, Lisboa, Livros Horizonte. . Vidigal, Luís (1992) Projecto museológico sobre educação e infância: uma investigação em curso, Santarém, Instituto Politécnico. Escola Superior de Educação. Projecto Museológico sobre Educação.
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Caterina Foa
Departamento de Sociologia
Maria João Vaz
Departamento de História
Objectivos
Esta UC tem como objectivo principal preparar e acompanhar os alunos na experiência prática profissional com vista à consolidação e aplicação dos conhecimentos e competências desenvolvidas ao longo da frequência do mestrado, em particular no que diz respeito ao funcionamento de instituições, projectos e acções no âmbito do empreendedorismo cultural, das artes e do património cultural.
Programa
1. Preparação do Estágio 1.1 Seleção do domínio e sede do Estágio profissional (contactar organizações, cartas de apoio) 1.2 Contratualização com a organização de acolhimento (protocolo de estágio, normas de enquadramento) 2. Exercício de estágio 2.1 Definição da orientação profissional 2.2 Plano do estágio (diagnóstico sobre o contexto, elaboração dos objectivos, definição da metodologia de estágio) 2.3 Execução do trabalho planeado 2.4 Monitorização da execução 2.5 Avaliação de processo 3. Reflexão sobre resultados e aprendizagens 3.1 Balanço da entidade de acolhimento 3.2 Relatório de estágio
Processo de Avaliação
i) Relatório individual de estágio: ponderação de 70%; ii) Exposição na aula: ponderação de 30%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Barbier, J.-M. (1996),Elaboração de Projectos de Acção e de Planificação, Porto, Porto Editora. Booth, Wayne, Gregory Colomb e Joseph Williams (2003),The Craft of Research, Chicago,The University of, Chicago Press, 2ª ed. Capucha, Luís (2008),Planeamento e avaliação de projetos.Guião prático. Lisboa, ME/DGIDC Donatella e M. Keating (eds.) (2008) Approaches and Methodologies in the Social Sciences.A Pluralist Perspective, Cambridge, Cambridge University Press ISCTE(2008),Normas Orientadoras para a Dissertação ou Trabalho de Projecto de Mestrado. Neves, José, Garrido, Margarida, Simões Eduardo. 2008. Manual de Competências Pessoais, Interpessoais e Instrumentais. Teoria e Prática. Lisboa. Editora SÍLABO. Sweitzer,H. F.,& King, M. (2014).The Successful Internship: Personal, Professional, and Civic Development in Experiential Learning, Belmont, CA: Brooks/Cole, Cengage Learning. Quivy, R.,L. Champenhoud.2003.Manual de Investigação em Ciências Sociais.Lisboa.Gradiva.
Bibliografia Opcional
A indicar consoante a instituição e o tema geral do estágio.
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Ana Pina
Departamento de História
Objectivos
-Esta disciplina pretende introduzir o aluno na vida intelectual e cultural portuguesa, desde a emergência do movimento romântico protagonizado pela geração liberal de Garrett e Herculano, até à segunda guerra mundial.
Programa
Introdução Sociedade, cultura e política no Portugal contemporâneo
1. O romantismo: cultura e política 1.1. O proselitismo dos intelectuais liberais 1.2. História, cultura popular e património cultural
2. A cultura positivista: o poder dos sábios 2.1. O programa de "renovação mental e moral necessária às transformações políticas e sociais" 2.2. História, pedagogia, revolução democrática e culto dos grandes homens 3. Novas correntes culturais e políticas (c.1870-c.1920) 3.1. A Geração de 70:o projecto da "geração nova" 3.2. 0 nacionalismo literário e cultural do fim de século 3.3. A Renascença Portuguesa 3.4. O Integralismo Lusitano 3.5. A Geração do Orpheu 3.6. António Sérgio e o grupo da Seara Nova
4. As décadas de 30 e 40: obstáculos e desafios 4.1. A "Presença", a arte como "finalidade sem fim" 4.2. Os neo-realistas, em defesa dos deserdados 4.3. Os surrealistas, "uma nova mentalidade estética" 4.4. Os intelectuais e o Estado Novo
Processo de Avaliação
A avaliação periódica é constituída por três elementos: (1) Assiduidade e participação nas aulas (10%); (2) Trabalho individual (50%); (3) Apresentação oral (40%). Em alternativa, o aluno realiza um exame final correspondente a um nível de conhecimentos semelhante ao exigido na avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BUESCU, Helena (coord.), Dicionário do Romantismo Literário Português, Lisboa, Caminho, 1997 CATROGA, Fernando e CARVALHO, Paulo Archer de, Sociedade e Cultura Portuguesas II, Lisboa, Universidade Aberta, 1996 HOMEM, Amadeu Carvalho, Do Romantismo ao Realismo. Temas de Cultura Portuguesa (séc. XIX), Porto, Fundação Engenheiro António de Almeida, 2005 LOURENÇO, Eduardo, O Labirinto da Saudade, Lisboa, Gradiva, 2000 [1975] MATOS, Sérgio Campos, Consciência Histórica e Nacionalismo, Lisboa, Livros Horizonte, 2008 PINA, Ana Maria, A Quimera do Ouro. Os Intelectuais Portugueses e o Liberalismo, Oeiras, Celta Editora, 2003 RAMOS, Rui, "Os dissidentes", "A traição dos intelectuais", "Os inadaptados" in J. Mattoso (dir.), História de Portugal, Vol. VI, Lisboa, Círculo de Leitores, 1994, pp. 55-62, 529-565, 615-665 REAL, Miguel, O Pensamento Português Contemporâneo 1890-2010, Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2011
Bibliografia Opcional
1.O romantismo: cultura e política CATROGA, Fernando, ?Alexandre Herculano e o Historicismo romântico? in L.R. Torgal, J.A. Mendes e F. Catroga (org.), História da História em Portugal, Sécs. XIX e XX, Lisboa, Círculo de Leitores, 1996, pp. 39-86 CATROGA, Fernando, ?Romantismo, literatura e história? in J. Mattoso (dir.), História de Portugal, Vol. V, Lisboa, Círculo de Leitores, 1993, pp.545-562 FERREIRA, Fátima Sá e Melo, ?Povo-povos?, Ler História, 2008, nº 55, pp.141-154 PEREIRA, José Esteves, ?Almeida Garrett: Liberalismo e Romantismo? in Garrett às Portas do Milénio, Lisboa, Edições Colibri, 2001, pp.155-168
2. A cultura positivista CATROGA, Fernando, ?Os inícios do positivismo em Portugal? in Revista de História das Ideias, Vol. I, 1977, pp. 287-394 CATROGA, Fernando, ?Cientismo, política e anticlericalismo? in J. Mattoso (dir.) História de Portugal, Vol. V, Lisboa, Círculo de Leitores, 1993, pp. 583-593 HOMEM, Amadeu carvalho, ?O positivismo perante as propostas marxistas e demoliberal?, Análise Social, 2001, nª 158-159 MATOS, Sérgio Campos, Historiografia e Memória Nacional no Portugal do Séc. XIX (1846-1898), Lisboa, Ed. Colibri, 1998 (Parte IV) PEREIRA, Ana Leonor, Darwin em Portugal. Filosofia, História, Engenharia Social (1865-1914), Coimbra, Almedina, 2001 PINA, Ana Maria, ?Criminosos, crianças e selvagens. A maldade humana na cultura portuguesa, no ocaso do século XIX?, Ler História, 2007, 53, pp.113-134 VAQUINHAS, Irene Maria, ?O conceito de ?decadência fisiológica da raça? e o desenvolvimento do desporto em Portugal (finais do século XIX/ princípios do século XX)?, Revista de História das Ideias, Vol. 14, 1992, pp. 365-387 VAZ, Maria João, Crime e Sociedade. Portugal na Segunda Metade do Século XIX, Oeiras, Celta, 1998, pp.31-44 e 63-75
3. Novas correntes culturais e políticas (c.1870-c.1920)
Geração de 70 CABRITA, Maria João, A Ideia de Justiça em Antero de Quental, Lisboa, Ímanedições, 2002 (Cap. I, pp. 35-87) CATROGA, Fernando, ?Os caminhos polémicos da ?Geração Nova?? in J. Mattoso (dir.), História de Portugal, Vol. V, Lisboa, Círculo de Leitores, 1993, pp. 569-573 MACHADO, Álvaro Manuel, A Geração de 70 - uma Revolução Cultural e Literária, Lisboa, Instituto de Cultura Portuguesa, 1977 MACHADO, Álvaro Manuel, ?A Geração de 70: uma literatura de exílio? in O Século XIX em Portugal, colóquio organizado pelo GIS, Lisboa, Editorial Presença/GIS, s.d., pp.413-426 MAURÍCIO, Carlos, A Invenção de Oliveira Martins. Política, Historiografia e Identidade Nacional no Portugal Contemporâneo (1867-1960), Lisboa, Imprensa Nacional/Casa da Moeda, 2005 PINA, Ana Maria, ?O ?Pão? e a ?Alma? na política liberal?, Ler História, 2002, nº 43, pp.141-156 PINA, Ana Maria, ?Geração de 70 e Geração de 98: ?sociedade? versus ?comunidade??, in Serrão, J.V.; Pinheiro, Magda de Avelar; Ferreira, Maria de Fátima Sá e Melo (orgs.), Desenvolvimento Económico e Social. Portugal nos últimos dois séculos. Homenagem a Miriam Halpern Pereira, Lisboa, ICS. Imprensa de Ciências Sociais, 2009, pp.613-626 PIRES, A. Machado, A Ideia de Decadência na Geração de 70, Lisboa, Vega, 1992 (Parte I, Cap. 2 e 3, pp. 91-128) RAMOS, Rui ?Os intelectuais no estado liberal? in Benedicta Mª Duque Vieira (org.), Grupos Sociais e Estratificação Social em Portugal no Século XIX, Lisboa, CEHCP, 2004, pp.107-134 SARAIVA, António José, A Tertúlia Ocidental. Estudos sobre Antero de Quental, Oliveira Martins, Eça de Queirós e Outros, Lisboa, Gradiva, 1990
Geração de 90 DIAS, Augusto da Costa, A Crise da Consciência Pequeno-Burguesa ? o Nacionalismo Literário da Geração de 90, Lisboa, Editorial Estampa, 1977, 3ª ed. DUARTE, Isabel Margarida, SILVA, Augusto Santos, ?A. Nobre, problemas de uma aproximação cultural?, Colóquio /Letras, 64, 1981, pp. 31-40 GUIMARÃES, Fernando, ?Simbolismo: a procura da originalidade?; in Simbolismo, Modernismo e Vanguardas, 2ª ed., Porto, Lello e Irmão, 1992 GUIMARÃES, Fernando, Poética do Simbolismo, Lisboa, Presença, 1988 Nova Renascença, nº especial da revista, dedicado ao simbolismo, Porto, 1989-1990, nº35-38
Renascença Portuguesa FRANÇA, José Augusto, Os Anos Vinte em Portugal, Estudo de Factos Sócio-culturais, Lisboa, Presença, 1992 (III parte, cap. VII, pp.417-446) Nova Renascença, nº especial da revista, dedicado ao 75º aniversário da Renascença Portuguesa, Porto, 1987, nº27-28 PEREIRA, José Carlos Seabra, ?Tempo neo-romântico?, Análise Social, nº77-78-79, 1983, pp.845-873 SANTOS, A. Ribeiro dos, A Renascença Portuguesa ? um Movimento Cultural Portuense, Porto, Fundação Eng.º António de Almeida, 1990 SAMUEL, Paulo, A Renascença Portuguesa ? Um Perfil Documental, Porto, Fundação Eng.º António de Almeida, 1990 (contém manifestos, registos históricos, textos de polémicas e índices das revistas do movimento)
Integralismo Lusitano CARVALHO, P. Archer de, ?Memória mítica da nação ? o caso do Integralismo Lusitano?, Vértice, nº 61, 1994, pp. 51-66
Geração do Orpheu GERSÃO, Teolinda, ?Para o estudo do futurismo literário em Portugal? in Portugal Futurista, 2ª edição facsimilada, Lisboa, Contexto Editora, 1982, pp.XXI-XXXIX JÚDICE, Nuno, ?O Futurismo em Portugal? in Portugal Futurista, 2ª edição facsimilada, Lisboa, Contexto Editora, 1982, pp.VII-XVII NEVES, João Alves das, O Movimento Futurista em Portugal, 2ª ed.,1987 QUADROS, António, O Primeiro Modernismo Português. Vanguarda e Tradição, Lisboa, Europa-América, 1989
Movimento anarquista FONSECA, Carlos da, Para uma Análise do Movimento Libertário e da sua História, Lisboa, Antígona, 1988 FREIRE, João, Anarquistas e Operários, Porto, Afrontamento, 1992
Seara Nova CABRAL, Manuel Villaverde, ?The Seara Nova group and the ambiguities of portuguese liberal elitism?, Portuguese Studies (London), IV,1988, pp.181-195 CARDIA, M. Sottomayor, ?Para a compreensão do ideário do primeiro grupo seareiro? in Seara Nova ? Antologia, Lisboa, 1971, Vol. I, pp.13-84 LOPES, Fernando Farelo, ?O liberalismo decadente da Seara Nova (algumas hipóteses) in O Fascismo em Portugal, Lisboa, A Regra do Jogo, 1982, pp.141-165
4. A cultura em Portugal nas décadas de vinte, trinta e quarenta
Presença GUIMARÃES, Fernando, Ob. Cit., (pp. 5-60, 99-115, 137-164) LISBOA, Eugénio, O Segundo Modernismo em Portugal, 2ª ed., Lisboa, Instituto de Cultura Portuguesa, 1984 (Cap.II, pp.27-61 e Cap.III, pp.63-75) LOURENÇO, Eduardo, ?Sobre Régio? [1973], in O Canto do Signo ? Existência e Literatura (1957-1993), Lisboa, Editorial Presença, 1993, pp.136-149 LOURENÇO, Eduardo, Cultura e Política na Época Marcelista (entrevista de Mário Mesquita), Lisboa, Cosmos, 1996 SENA, Jorge de, Régio, Casais, a ?Presença? e outros afins, Porto, Brasília, 1977 (Cap. II, pp. 59-80) SIMÕES, João Gaspar, ?Como nasceu e morreu a ?Presença? in José Régio e a História do Movimento da ?Presença?, Porto Brasília Editora, 1977, pp.141-205
Neo-realismo REIS, Carlos (org.), Textos Teóricos do Neo-realismo Português, Lisboa, Comunicação, 1981 REIS, Carlos, O Discurso Ideológico do Neo-realismo Português, Coimbra, Almedina, 1983 LOURENÇO, Eduardo, Sentido e Forma da Poesia Neo-realista, Lisboa, Ulisseia, 1968 MADEIRA, João, Os Engenheiros de Almas: o Partido Comunista e os Intelectuais, Lisboa, Estampa, 1996 (Terceira Parte, cap. IV, pp.277-314) VALE, António (pseudónimo atribuído a Álvaro Cunhal), ?Cinco notas sobre forma e conteúdo?, Nova Renascença, 1992, nº 45-47, pp.511-528 Vértice, Lisboa, Caminho, 1989, nº21 Vértice, Lisboa, Caminho, 1996, nº75
Surrealismo FRANÇA, José Augusto, A Arte em Portugal no Século XX (1911-1961), 3ª ed., Venda Nova, Bertrand, 1991 VASCONCELOS, Mário Cesariny de, A Intervenção Surrealista, Lisboa, Ulisseia, 1966 CORREIA, Natália, O Surrealismo na Poesia Portuguesa, Mem-Martins, Europa-América, 1973
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Docentes
Sofia Magrinho
Departamento de História
Objectivos
A unidade curricular tem como objectivo geral fornecer um conjunto de conhecimentos e desenvolver capacidades que habilitem para a definição de intervenções no âmbito patrimonial.
Programa
1. Apresentação: programa, bibliografia e avaliação. 2. Construção da Identidade. 3. Património: evolução do conceito; o caso português. 4. Património Cultural: categorização operativa. 5. Património Cultural: legislação; quadro normativo nacional e internacional. 5. Inventário Geral: protecção, conservação e valorização do Património. 6. Interpretação do Património: metodologia, ambivalência, mediação, novas tendências. 7. Políticas culturais: parcerias público-privadas na operacionalização do usufruto do património; intervenção da sociedade civil. 8. Visitas de estudo a dois casos práticos relacionados com a matéria. 9.Balanço
Processo de Avaliação
A avaliação valoriza muito a assiduidade e participação nas aulas e nas visitas ao terreno (25%). Para além disso, será pedida uma análise crítica a uma das duas saídas de campo, sob a forma de um trabalho escrito, envolvendo os conceitos e conhecimentos adquiridos (75%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Custódio, J. coord. (2010), 100 anos de Património. Memória e Identidade: Portugal 1910-2010, Lisboa, IGESPAR Choay, F. (2008), A alegoria do Património, Lisboa, Ed. 70 Lacroix, M. (1999), O princípio de Noé ou a ética da salvaguarda, Lisboa, Instituto Piaget Lopes, F. e M. B. Correia (2004), Património Arquitectónico e Arqueológico: cartas recomendações e convenções internacionais, Lisboa, Livros Horizonte Lowenthal, D. (1985), The Past is a Foreign Country, Cambridge, CUP Silva, J. P. da (1980), Pretérito Presente: para uma teoria da preservação do património histórico-artístico, Lisboa, SEC. Smith, L. e N. Akagawa, ed., (2009), Intangible Heritage: Key Issues in Cultural Heritage, NY, Routledge Tilden, F. (1967), Interpreting Our Heritage, The University of North Carolina Press Waterton, E. e S. Watson, ed. (2015), The Palgrave Handbook of Contemporary Heritage Research, Palgrave Macmillan UK
Bibliografia Opcional
Ballart, Josep (1997), El Patrimonio Histórico y Arqueológico: Valor y Uso, Barcelona, Ed. Ariel, S. A. Blockley, Marion e Alison Hems, ed. (2006), Heritage Interpretation: Theory and Practice: Issues in Heritage Management, London, Routledge A.A.V.V. (2003), Direito do Património Cultural: legislação, Coimbra, Almedina Henriques, Fernando (1991), A conservação do património histórico edificado, Lisboa, LNEC Lopes, Flávio (1996), Cartas e Convenções Internacionais, Lisboa, IPPAR. Lopes, Flávio (2012), Património Arquitectónico e Arqueológico. Noção e Normas de Proteção, Lisboa, Caleidoscópio Magrinho, Sofia (2017), A defesa e salvaguarda do Património em Portugal. As associações de defesa do património (1974-1997), Tese de Doutoramento em História Moderna e Contemporânea, Lisboa, ISCTE-IUL. Marques, Teresa (2007), "O conhecimento do património: a sustentabilidade de um projecto de serviço público", In Estudos Património, Lisboa, IPPAR, n. 10 Mohen, Jean-Pierre (1999), Les sciences du patrimoine: identifier, conserver, restaurer, Paris, Odille Jacob, Ramos, Manuel João, org. (2003), A Matéria do Património: Memórias e Identidades, Lisboa, Colibri. Rizzo, Ilde e Anna Mignosa, ed. (2013), Handbook on the Economics of Cultural Heritage, Edward Elgar Publishing Limited
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
José Soares Neves
Departamento de Sociologia
Objectivos
A unidade curricular visa dotar os alunos de ferramentas operativas em matéria de construção de um projeto, ancorado na realidade portuguesa, no sector do património cultural.
Programa
CP1 Conceitos introdutórios sobre projetos culturais - Definição e caraterísticas do projeto - Delimitações do sector cultural - O trabalho ao projeto no sector cultural CP2 O desenho de um Projeto Cultural - O Diagnóstico - A definição do projeto - A produção do projeto CP3 O setor da Cultura em Portugal - Políticas culturais - Agentes / players - Património histórico-cultural:museus, galerias, bibliotecas e arquivos, espetáculos e acontecimentos de conotação cultural - Turismo cultural - Serviços de animação, de educação e de extensão cultural - Caracterização económica - Constrangimentos e oportunidades CP4 Casos práticos
Processo de Avaliação
A avaliação da unidade curricular centra-se na elaboração de um projeto cultural e concretiza-se em dois momentos: 1. Apresentação oral individual na sala de aula do trabalho/projeto cultural (30%); 2. Entrega do trabalho/projeto cultural individual por escrito no final das aulas (70%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BONET, Lluís, CASTAÑER, Xavier e FONT, Josep (eds.) (2006[2001]), Gestión de Proyectos Culturales: Análisis de Casos, Barcelona, Ariel. GINSBURGH, V. A. e THROSBY, D., (eds.) (2006), Handbook of the Economics of Art and Culture, vol 1, Amsterdão, Elsevier, (E.172 Han v.1 2 ex) PATIN, Valéry (1999), ?Cultura e Turismo: para uma Economia de Mercado? in Pedra&Cal, Ano I, nº 3, Jul/Ago/Set. RALLET, Alain (2001), ?Le Patrimoine et l?Économie? in Pays d?Art et d?Histoire et Pôles d?Économie du Patrimoine, Paris, La Documentation Française. ROSELLÓ-CEREZUELA, David (2007[2004]), Diseño y Evaluación de Proyectos Culturales, Barcelona, Ariel. SARLANGA, Emmanuelle (1997), Les Routes Touristiques. De la Conception à l?Animation, Paris, ACFCI. TINOCO, Alfredo (2012), "Alfredo Tinoco: Artigos e comunicações", Cadernos de Sociomuseologia, 42.
Bibliografia Opcional
AAVV (2004), Públicos da Cultura, Lisboa, OAC. AAVV (2006), The Economy of Culture in Europe, Bruxelas, KEA (document eletrónico) CARVALHO, José Maria Lobo de (2007), Conservação do Património. Políticas de Sustentabilidade Económica, Tese de Doutoramento apresentada ao Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. FORTUNA, Carlos e LEITE, Rogerio Proença (orgs.) (2009), Plural de Cidade: Novos Léxicos Urbanos, Coimbra, Almedina. GREFFE, Xavier (1999), La Gestion du Patrimoine Culturel, Paris, Anthropos. MENGER, Pierre-Michel (2005[2002]), Retrato do Artista Enquanto Trabalhador. Metamorfoses do Capitalismo, Lisboa, Roma Editora. SANTOS, Maria de Lourdes Lima dos e PAIS, José Machado (orgs.) (2010), Novos Trilhos Culturais. Práticas e Políticas, Lisboa, ICS.
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Frederic Vidal
Departamento de História
Objectivos
Esta UC visa desenvolver conhecimentos de âmbito teórico, metodológico e empírico nas áreas do dos estudos do turismo e do património. Visa-se desenvolver conhecimentos e competências, a par de uma reflexão de carácter especializado e de uma análise crítica. Oferece ferramentas metodológicas para documentar e analisar as ações de valorização turísticas e os seus efeitos (positivos e negativos) no desenvolvimento das sociedades contemporâneas (analise de textos, imagens, filmes).
Programa
1. Introdução: turismo, património as ciências sociais 2. As origens do turismo: viagentes e turistas na Europa (séc. XVIII e séc XIX) 3. A diferenciação das práticas (séc. XX) 4. Turismo e identidades nacionais 5. Transportes e mobilidades: representações, práticas e tecnologia 6. Turismo e mundos urbanos 7. A história da noção de património 8. A invenção do ?Monumento histórico? 9. Património e indústia cultural no século XX 10 Conclusões
Processo de Avaliação
A avaliação contínua terá três componentes: (1) Apresentação oral e escrita (1000 palavras) de um texto escolhido na bibliografia proposta pelo docente; (2) Apresentação oral de um trabalho individual, conduzido ao longo do semestre; (3) Trabalho escrito (10 000 palavras) sobre o mesmo tema, intregue no final do semestre. O peso atribuído às diferentes componentes da avaliação são os seguintes:1) 25%; 2) 25%; 3) 50%.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BERTHO LAVENIR C.,La Roue et le Stylo,1999. CHOAY F.,L?Allégorie du Patrimoine,2007. COCKS C.,Doing the Town.The rise of urban tourism in the United States, 1850-1915, 2001. DANN G. M. S.,G. L PARRINELLO, Sociology of Tourism: European Origins and Development,2009. DUHAMEL Philippe Rémy KNAFOU(ed.),Mondes Urbains du Tourisme, Paris, Belin, 2007. GILBERT D., C. HANCOCK, « New York City and the Transatlantic Imagination?», Journal of Urban History, 33-1, 2006. PINA, P., Portugal. O turismo no século XX, 1988 SCHAFFER M. S., See America First. Tourism and National Identity, 1880-1940, 2001. SCHIVELBUSCH W., The railway journey: the industrialization of time and space in the 19th century, 1992 (1977). URRY J., The Tourist Gaze, 2002. VIDAL F., "Faire la ville et pratiquer des lieux. L?histoire du tourisme sur les pas de Michel de Certeau", Revue d?Histoire des Sciences Humaines, nº23, 2010. WALTON, J. (ed.), Histories of Tourism: Representation, Identity and Conflict, 2005.
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Caterina Foa
Departamento de Sociologia
Maria João Vaz
Departamento de História
Objectivos
Esta UC tem como objectivo principal preparar e acompanhar os alunos na experiência prática profissional com vista à consolidação e aplicação dos conhecimentos e competências desenvolvidas ao longo da frequência do mestrado, em particular no que diz respeito ao funcionamento de instituições, projectos e acções no âmbito do empreendedorismo cultural, das artes e do património cultural.
Programa
1. Preparação do Estágio 1.1 Seleção do domínio e sede do Estágio profissional (contactar organizações, cartas de apoio) 1.2 Contratualização com a organização de acolhimento (protocolo de estágio, normas de enquadramento) 2. Exercício de estágio 2.1 Definição da orientação profissional 2.2 Plano do estágio (diagnóstico sobre o contexto, elaboração dos objectivos, definição da metodologia de estágio) 2.3 Execução do trabalho planeado 2.4 Monitorização da execução 2.5 Avaliação de processo 3. Reflexão sobre resultados e aprendizagens 3.1 Balanço da entidade de acolhimento 3.2 Relatório de estágio
Processo de Avaliação
i) Relatório individual de estágio: ponderação de 70%; ii) Exposição na aula: ponderação de 30%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Barbier, J.-M. (1996),Elaboração de Projectos de Acção e de Planificação, Porto, Porto Editora. Booth, Wayne, Gregory Colomb e Joseph Williams (2003),The Craft of Research, Chicago,The University of, Chicago Press, 2ª ed. Capucha, Luís (2008),Planeamento e avaliação de projetos.Guião prático. Lisboa, ME/DGIDC Donatella e M. Keating (eds.) (2008) Approaches and Methodologies in the Social Sciences.A Pluralist Perspective, Cambridge, Cambridge University Press ISCTE(2008),Normas Orientadoras para a Dissertação ou Trabalho de Projecto de Mestrado. Neves, José, Garrido, Margarida, Simões Eduardo. 2008. Manual de Competências Pessoais, Interpessoais e Instrumentais. Teoria e Prática. Lisboa. Editora SÍLABO. Sweitzer,H. F.,& King, M. (2014).The Successful Internship: Personal, Professional, and Civic Development in Experiential Learning, Belmont, CA: Brooks/Cole, Cengage Learning. Quivy, R.,L. Champenhoud.2003.Manual de Investigação em Ciências Sociais.Lisboa.Gradiva.
Bibliografia Opcional
A indicar consoante a instituição e o tema geral do estágio.
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Maria João Vaz
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta unidade curricular é dotar os estudantes de conhecimentos teóricos e práticos sobre a definição e acesso a fontes de informação e a documentação, nomeadamente a documentação de arquivo. A reflexão sobre o conceito de documento bem como os procedimentos a que deve ser submetida a informação e documentação utilizada na elaboração de estudos científicos são também aspectos contemplados.
Programa
CP1 - Teoria e história da informação e da documentação. O processo informativo-documental. A mensagem documental CP2- Conceito de documento CP3- Hermenêutica e crítica do documento e da informação CP4- Organização e representação da informação CP5- O arquivo e o documento de arquivo. Arquivos históricos; Arquivos intermédios; Arquivos correntes CP6- A pesquisa e o acesso à informação nos arquivos CP7 - Arquivos especiais: sonoros, fotográficos, cinema, digitais CP8- Outras fontes documentais: fontes orais, fontes literárias, imprensa cinema, memórias, objectos.
Processo de Avaliação
Preparação e participação nas aulas (10%).Elaboração de um trabalho individual e sintético, com apresentação oral na sala de aula (30%) e entrega do trabalho por escrito no final das aulas (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Chaumier, Jacques (1993), Les Techniques Documentaires, Paris, Puf. Coeuré, Sophie; Duclert, Vincent (2001), Les archives, Paris, La Découverte. Farge, Arlette (1989), Le gout de l?archive, Paris, Seuil. Le Goff, Jacques (1984), «Documento/Monumento», in: Enciclopédia Einaudi, vol. I, Lisboa, Imprensa Nacional, pp. 95-104 López Yepes, J. (1995), La documentación como disciplina. Teoria e historia, Pamplona, Eunsa, 1995 Pinto Molina, M. (1991), Análisis documental: fundamentos y procedimientos, Madrid, Eudema. Ribeiro, Fernanda (2003), O acesso à informação nos arquivos, 2 volumes, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian / Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Rousseau, Jean-Yves, et al. (1998), Os fundamentos da disciplina arquivística, Lisboa, Dom Quixote Silva, Armando Malheiro da (2006), A Informação. Da compreensão do fenómeno e construção do objecto científico, Porto, Ed. Afrontamento.
Bibliografia Opcional
AA.VV. (2004), Olhares cruzados entre arquivistas e historiadores, Lisboa, IAN/TT. AA.VV (1985),Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas - A Informação em Tempo de Mudança - Actas, 2 vols., Porto, BAD. Alves, Ivone, et al. (1993), Dicionário de terminologia arquivística, Lisboa, Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro. Barthes, Roland (2012), A Câmara Clara, Lisboa, Ed. 70 (reedição). Carrión Gúties, Manuel (2002), Manual de Bibliotecas, Madrid, Fundación Germán Sánchez Ruipérez. Eco, Umberto (2002), A Biblioteca, Lisboa, Difel (5.ª edição). Eco, Umberto (1980), Como se faz uma tese em ciências humanas, Lisboa, Presença. Guinchat, Claire e Menou, Michel (1985), Introduction générale aux sciences et techniques de l'information et de la documentation, Paris, Presses de l'UNESCO. Hildesheimer, Françoise (1984), Les archives? Pourquoi ? Comment ?, Paris Éditions de l´Érudit. Leal, Maria José da Silva e Pereira, Miriam Halpern, coord. (1988), Arquivo e Historiografia. Colóquio sobre as fontes da História Contemporânea portuguesa, Lisboa, INCM. Lodolini, E. (1986), Archivistica. Principi e problemi, Milão, Franco Angeli (3.ª ed). Mattoso, José (1988), A Escrita da História. Teoria e métodos, Lisboa, Editorial Estampa Mban, Albert (2007), Les problèmes des archives en Afrique : à quand la solution?, Paris,L'Harmattan. McGarry, Kelvin J. (1984), Da documentação à informação: um contexto em evolução, Lisboa, Ed.Presença Pavão, Luís (1997), Conservação de Colecções de Fotografia, Lisboa, Dinalivros. Poulain, Marine, dir. (1992), Les bibliothèques publiques en Europe, Paris, Edition du Cercle de la Librairie. Serrão, Joel, coord. (1984-1985), Roteiro de Fontes da História Portuguesa Contemporânea, 3 Volumes, Lisboa, Instituto Nacional de Investigação Científica. Silva, Armando Malheiro da; Ribeiro, Fernanda; Ramos, Júlio e Real, Manuel Luís, (1999), Arquivística. Teoria e prática de uma ciência da informação, Porto, Afrontamento. Sontag, Susan (1986), Ensaios sobre fotografia, Lisboa, D. Quixote. Traniello, Paolo (1997), La Biblioteca Pubblica. Storia di un istituto nell?Europa contemporanea, Bolonha, il Mulino.
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Docentes
Nuno de Almeida Alves
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade visa fornecer aos alunos(as) competências práticas de aplicação da análise de conteúdo recorrendo a um programa informático especializado: MAXQDA.
Programa
1.A análise de conteúdo 1.1 Introdução. Estratégias de análise de conteúdo. Comparação da análise de conteúdo clássica com a grounded theory. 1.2 A questão da amostragem na seleção dos documentos a tratar. As etapas na realização da análise de conteúdo. As vantagens e desvantagens da análise de conteúdo. Aplicações da análise de conteúdo. Fiabilidade e validade na análise de conteúdo. 2. A utilização do software MAXQDA na análise de diversos tipos de dados qualitativos. 2.1 Etapas, processos e tarefas na utilização do MAXQDA: estrutura de codificação; labels; contagens; 3. Apresentação de resultados e publicação de estudos com análise de conteúdo 3.1 Produção de um codebook de apresentação dos resultados: excertos, contagens, proporções, nuvens de palavras, 3.2 Publicação dos resultados em diferentes tipos de publicações
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de ficha de leitura (30%); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. (2012). Social Research Methods. Oxford: Oxford University Press
Denzin, N.K., & Lincoln, Y.S. (2000). Handbook of Qualitative Research. London: Sage.
MAXQDA 12 Reference Manual, Verbi Software, Berlin
Bibliografia Opcional
Duarte, Vera (2015), "Delinquência Juvenil feminina a várias vozes. Contributos para a contrução de uma tipologia de percursos transgressivos", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 49-66.
Gomes, Rui Telmo (2014), "O pessoal está interessado numa tour". Ritos de procrastinação das cenas musicais underground", Sociologia, Problemas e Práticas 76, pp.51-68.
Lemos, Valter e Anabela Serrão (2015), "O impacto político do PISA em Portugal através dos media", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 87-104.
Nunes, Ana Rita e Sara Falcão Casaca (2015), "As mulheres perante o desafio de uma carreira internacional", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 77-94.
Silveira, Liane (2015), "Eu sou os olhos dela. As babás nas imagens, na praça ou na etnografia do olhar", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 95-111.
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Docentes
Nuno de Almeida Alves
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
A UC de Análise de Indicadores Estatísticos tem como objetivos proporcionar aos estudantes, através da realização de atividades práticas, o desenvolvimento de competências de avaliação e utilização de fontes estatísticas, tomando como referência o trabalho de investigação científica e de redação dos respetivos produtos. Pretende-se dotar os alunos das competências que lhes permitam ler, interpretar e usar de forma informada as estatísticas disponíveis em diversas das suas áreas fundamentais.
Programa
CP1. O sistema estatístico nacional e internacional (Instituto Nacional de Estatística e órgãos de competências delegadas; Organismos das Nações Unidas, Eurostat, OCDE); Métodos e amplitude da recolha de informação. CP2. Recenseamento da população e estatísticas demográficas; CP3. Educação: Sistema de ensino, recenseamentos escolares e qualificações da população; CP4. PIB, rendimentos, proteção social e desigualdades sociais; CP5. Trabalho, emprego e grupos profissionais; CP5. Ciência, tecnologia e sociedade do conhecimento; CP6. Indicadores compósitos: índice de desenvolvimento humano; CP7. Dos indicadores estatísticos à investigação sociológica. Articulação das estatísticas oficiais com a utilização de bases de dados internacionais Eurobarometer, EVS, IPPS, ESS.
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de apresentação oral individual em sala de aula (30%) (caso a turma seja grande será proposta uma alternativa); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bacelar, Sérgio, Para uma Sociologia da Produção Estatística: virtualidades duma leitura sintomática da informação estatística, Lisboa, INE. Carrilho, Maria José, População Activa: conceito e extensão através dos censos, Lisboa, INE. Ferreira, Maria João e Isabel Tavares, Notas sobre a História da Estatística, Dossiers Didácticos, VI, Lisboa, INE. Freire, João (1999), Problemas técnico-metodológicos em inquéritos sociológicos: a propósito de questões de valores e orientações dos sujeitos em matéria sócio-económica, Revista Crítica de Ciências Sociais, 55, pp. 37-51. Ramos, Pedro M.G. N. (2013), Torturem os Números que Eles Confessam, Coimbra: Almedina. Silva, Ana Alexandrino (2006), Gráficos e Mapas - representação de informação estatística, Lisboa, Lidel. Sousa, Fernando (1995), História da Estatística em Portugal, Lisboa, INE.
Bibliografia Opcional
Páginas Web e bases de dados
Bases de Dados de Informação Estatística: http://www.ine.pt http://www.oecd.org http://epp.eurostat.ec.europa.eu/portal/page/portal/eurostat/home/ http://www.unesco.org http://www.ilo.org http://www.eurofound.europa.eu/ http://www.apis.ics.ul.pt/ http://zacat.gesis.org/webview/
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Docentes
Inês Pereira
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
A presente disciplina visa discutir e potenciar a utilização sociológica do conceito de rede, visto como uma poderosa ferramenta teórica e metodológica. Neste sentido, combina uma reflexão teórico-analítica sobre o conceito de rede com a apresentação de estratégicas metodológicas de análise de redes sociais. Serão apresentados algumas aplicações informáticas específicas para a análise de redes, bem como algumas medidas estatísticas de análise de redes sociais, algo que será complementado com indicações bibliográficas e referências a pesquisas realizadas neste âmbito.
Programa
1. Rede Social: conceito e noções básicas 2. Aproximações teóricas com recurso à metáfora da rede - um guia 3. Apropriações metodológicas da análise de redes 4. Análise estatística de redes sociais? uma introdução 5. Representações gráficas: grafos e matrizes 6. Medidas analíticas básicas: coesão, envolvimento e subgrupos
Processo de Avaliação
Um trabalho individual que utilize teórica e metodologicamente o conceito de rede. O trabalho deve ter uma componente empírica, e nas aulas haverá oportunidade para desenvolver algumas das tarefas requeridas. Haverá também uma sessão individual com a docente de preparação do trabalho. O trabalho, na sua versão escrita, deve ter 10 a 20 páginas, excluindo anexos.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Wellman, Barry (1998), ?From Little Boxes to Loosely-Bounded Networks: The Privatization and Domestication of Community?, (Abril 2001)
Hanneman, Robert (2001), Introduction to social network methods, dept. of Sociology, University of California, Riverside (online guide)
Granovetter, Mark (1973) ? The strength of weak ties?, American Journal of Sociology, 78 (6)
Castells, Manuel (2000), The Information Age: Economy, Society and Culture, Volume I - The Rise of the Network Society, Oxford, Blackwell (2nd edition - 1997)1)
Bibliografia Opcional
Agier, Michel (1999), ?Réseaux et engagements: les uns avec les autres?, L?invention de la ville, Banlieus, townships, invasions, et favelas, Éditions des archives contemporaines, Paris (pp. 101-130) Fisher, Claude (1982), To Dwell Among Friends: Personal Networks in Town and City, Chicago e Londres, The University of Chicago Press. Hannerz, Ulf, (1980) Exploring the city, inquiries toward and urban anthropology, New York : Columbia University Press
Miranda, David, (2003) ?Em rede?: Algumas questões epistemológicas, em José Rebelo (coord.) Novas Formas de mobilização popular, Porto, Campo das Letras
Pereira, Inês, ?Movimentos em rede, Uma história do Software Livre?, em Cardoso, Gustavo, Rita Espanha (orgs.) (2006), Comunicação e Jornalismo na Era da Informação, Campo dos Media.
Santos, Felix Requena, (1989) ?Los lazos sociales? in Amigos y redes sociales, elementos para una sociologia de la amistad, CIS, Madrid Simmel, Georg (1955) ?The Web of Group Affiliation?, em The Conflict- The Web of Group Affiliation, New York, The Free press Ugarte, David, (2004) 11 M, Redes para ganar una guerra, Icaria, Barcelona Wasserman, Stanley e Katherine Faust, ?Affiliations and Overlapping Subgroups?, in Wasserman, Stanley e Katherine Faust (1994) Social network analysis, methods and applications, Cambridge, University Press Wittek, Rafael, (2003) ?Social capital in organizations, Forms, sources and effects?, summer course: Introduction to Social Network Analysis for Organisation StudiEs?, ISEG
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Docentes
Isabel Oliveira
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Compreender as dinâmicas demográficas que afetam o volume e estrutura da população e as tendências atuais dos fenómenos demográficos. Saber calcular e interpretar os principais indicadores demográficos e projetar a evolução da população em função de cenários prospectivos.
Programa
1. População: volume, estrutura e movimento (natural e migratório). 2. Análise dos fenómenos demográficos: o diagrama de Lexis. 3. Análise da mortalidade: taxas específicas e esperança de vida. 4. Análise da fecundidade: taxas específicas e índice sintético de fecundidade. 5. Análise das migrações: taxas e métodos indiretos. 6. Trajetórias demográficas recentes: hipóteses de evolução da componente natural e migratória. 7. Projeções demográficas: o método das componentes por coortes. 8. Projeção da população sem migrações 9. Projeção da população com migrações.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: teste (60%) e trabalho (40%) Avaliação Final: teste (60%) e trabalho (40%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Preston, S., Patrick H. e M. Guillot, 2001 - Demography: Measuring and Modeling Population Processes, Blackwell, Oxford.
Bibliografia Opcional
Avdeev, A. et al, 2011, "Populations and Demographic Trends of European Countries, 1980-2010", Population 66-1, p9-129.
Bandeira, M.L., 2004 - Demografia. Objecto Teoria e Métodos, Escolar Ed., Lisboa.
INE, 2017 - Projeções de população residente 2015-2018
Lanzieri, J.P., 2011 - Fewer, older and multicultural? Projections of the EU populations by foreign/national background
Nazareth, J.M., 2004 - Demografia. A Ciência da População, Ed. Presença, Lisboa.
Pintassilgo, S.C. e M.B. Bandeira, 2018 - Introdução à Demografia. Trabalhos Práticos, Escolar Ed., Lisboa.
Siegel, J.S. e D.A. Swanson, 2004 - The Methods and Materials of Demography, Elsevier, San Diego.
United Nations, 2017 - World Population Prospects
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Docentes
Maria Luísa Tiago de Oliveira
Departamento de História
Objectivos
A UC visa apresentar os fundamentos básicos (teóricos e práticos) da História Oral e conseguir que os alunos aprendam a fazê-la.
Programa
1. A História Oral como saber reconhecido: 1.1. A emergência e a afirmação da História Oral. 1.2. Tradições orais. 1.3. Tipologias e problemáticas da memória colectiva. 1.4. História Oral e fontes orais em arquivos e museus. 1.5. A situação da História Oral em Portugal. 2. A prática da História Oral: 2.1. Especificidades das fontes orais. 2.2. A inter-relação entre o entrevistador e o entrevistado. 2.3. Técnicas de entrevista. 2.4. Tipos de entrevistas. 2.5. A construção de perguntas. 2.6. Perfis de entrevistados. 2.7. Tipos de transcrição ou fichagem. 2.8. Utilização e crítica das fontes orais. 2.9. Problemas de confidencialidade: direito à informação ou direito à privacidade?
Processo de Avaliação
A avaliação periódica consite num dossier sobre um tema com: problemática; grelha de entrevista; 3 perfis; transcrição/fichagem de 5 mn de uma entrevista; comentário dessa entrevista; reflexão final com análise da contribuição da história oral para o estudo do problema.
Em alternativa, haverá exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BURGUESS, Robert G. (1997) A pesquisa de terreno. Uma introdução, Oeiras, Celta Editora DESCAMPS, Florence (2001) L'historien, l'archiviste et le magnétophone. De la constitution de la source orale à son exploitation, Paris, Ministère de l'Économie, des Finances et de l'Industrie. GHIGLIONE, Rodolphe e MATALON, Benjamin (1992) O inquérito. Teoria e prática, Lisboa, Celta Editora OLIVEIRA, Luísa Tiago de (2010) "A História Oral em Portugal", Sociologia. Problemas e Práticas, 63, pp. 139-56. Acessível em http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/spp/n63/n63a08.pdf POIRIER, Jean, CLAPIER-VALLADON, Simone e RAYBAUT, Paul (1995) Histórias de vida. Teoria e prática, Oeiras, Celta Editora RITCHIE, Donald A. (2011) The Oxford Handbook of Oral History. Oxford University Press TRAVERSO, Enzo (2012) O Passado, modos de usar. História, Memória e Política, Lisboa, Edições Unipop
Bibliografia Opcional
AROSTEGUI, Julio (2004) La historia vivida. Sobre la Historia del Presente, Madrid, Alianza Editorial, 1ª parte BAWM, Willa K. (1991) Transcribing and editing Oral History, Walnut Creek, Altamira Press BEBIANO, Rui (2003) "Temas e problemas da história do presente", in A História Tal Qual se Faz, org. de José d' Encarnação, Lisboa, Edições Colibri / Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, pp. 225-236 BERTAUX, Daniel (1997) Les récits de vie: perspective ethnosociologique, Paris, Nathan BERTAUX, Daniel (org.) (1981) Biography and society. The Life History approach in the Social Science, London, Sage BOURDIEU, Pierre (1994) "A ilusão biográfica" in Razões práticas: sobre a teoria da acção, Oeiras, Celta Editora, pp 53-59 CATROGA, Fernando (2001) História, memoria e historiografia, Coimbra, Quarteto CHAVEAU, Agnés e Philippe Tétard, orgs., (1992) Questions à l?histoire des temps présents, Bruxelles, Éditions Complexe COIMBRA, Maria Natércia (1993) "O arquivo de história oral no Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra. Entrevistas: conceito, natureza e direitos de uso e divulgação envolvidos" Cadernos BAD (1), pp. 21-30 CONNERTON, Paul (1993) Como as sociedades recordam, Oeiras, Celta Editora DEXTER, Lewis Anthony (2006) Elite and specialized interviewing, University of Essex (Colchester) - ECPR Press. FENTRESS, James e WICKAM, Chris (1994) Memória social. Novas perspectivas sobre o passado, Lisboa, Teorema FERRAROTTI, Franco (1981) Storia e storia di vita, Roma, Laterza FODDY, William (1996) Como perguntar. Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários, Oeiras, Celta Editora HALBWACHS, Maurice (1968) La mémoire collective, Paris, Presses Universitaires de France (edição original - 1950) HALBWACHS, Maurice (1994) Les cadres sociaux de la mémoire, Paris, Albin Michel (edição original - 1925) HOBSBAWM, Eric e RANGER, Terence (organizadores) (1983) The invention of tradition, Cambridge, Cambridge University Press JENIN, E. (2002) Los trabajos de la memoria, Madrid, Siglo XX JOUTARD, Philippe (1983) Ces voix qui nous viennent du passé, Paris, Hachette LOWENTHAL, David (1985) The past is a foreign country, Cambridge, Cambridge University Press MACKAY, Nancy (2007) Curating Oral Histories. From Interview to Archive, California, Left Coast Press, Inc NAMER, Gerald (1987) Memoire et societé, Paris, Méridiens Klincksiech NORA, Pierre, org., (1986-1992) Les lieux de mémoire, 7 vol, Paris, Gallimard PASSERINI, Luisa (1988) Storia e soggettività. Le fonti orali e la memoria, Florença, La nuova Italia PENEFF, Jean (1990) La méthode biographique: de l´École de Chicago à l'histoire orale, Paris, Armand Collin PORTELLi, Alessando (2013) A morte de Luigi Trastulli e outros ensaios, Lisboa, Edições Unipop REVEL, Jacques (1996) Jeux d'échelles. La micro-analyse à l'expérience, Paris, Gallimard / Le Seuil RICOEUR, Paul (2000) Mémoire, l'histoire, l'oubli, Paris, Seuil RITCHIE, Donald A. (2003) Doing Oral History. A Pratical Guide, 2º edição, Oxford University Press SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1990) The myths we live by, London / New York, Rowtledge SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1994) Theatres of memory, London, Verso THOMPSON, Paul (1978) The voice of the past. Oral History, Oxford / London / New York, Oxford University Press VALCUENDE DEL RIO, José María e Susana Narotsky Molledo (orgs.) (2005) Las políticas de la memoria en los sistemas democráticos: poder, cultura y mercado, Sevilha, Federación de Asociaciones de Antropología del Estado Español / Fundación El Monte / Asociación Andaluza de Antropología VANSINA, Ian (1965) Oral tradition as History, Madison / Wisconsin, University of Wisconsin Press VIDIGAL, Luís (1996) Os testemunhos orais na escola: história oral e projectos pedagógicos, Porto, Asa. YOW, Valerie Raleigh (1994) Recording Oral History. A Pratical Guide for Social Scientists, London, Sage Publications
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Docentes
Paulo Miguel Martins
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta disciplina é perspectivar a importância da utilização de imagens como fonte histórica e criar os instrumentos para o seu uso.O Contacto crítico com bibliografia é também relevante. Ao mesmo tempo que se elencam os temas e fontes passíveis de estudo, ou já estudados por diversos historiadores, também se abrem portas para uma aprendizagem concreta do seu uso.Os Sistemas de representação e de presentação, o enquadramento e análise crítica do documento, a constituição de corpus documentais visam uma apropriação dos saberes que começa na tomada de consciência das dificuldades do uso da fonte visual. O objectivo é capacitar o estudante a ter uma autonomia na escolha dos problemas, das fontes e dos média que estudará.
Programa
1. História da relação entre história e imagem. 2. Ver: Materialidade, imaterialidade da imagem Módulo. 3. O problema da representação. 3.1. Linguagens, contextos. 3.2. Símbolos, Mitologias. 4. A imagem como fonte. 4.1. O comentário do Documento iconográfico. 4.2. Difusão da imagem e sua Importância como fonte histórica. 4.3. A constituição de Corpus. 5. Estudos de caso 5.1. A Iconografia do Poder. 5.2. Simbólica da Nação. 5.3. Denegrir e Marginalizar. 5.4. Imagem: encontros e desencontros culturais. 5.5. Simbólica do Movimento Operário. 5.6. Representações do Espaço habitado ou explorado.(Paisagens, vistas, perspectivas, planos e mapas. 5.7. Propaganda e publicidade. 5.8. Imagem e identidade. 6. A imagem de conteúdo Histórico. 6.1. Cinema Histórico. 6.2. Banda Desenhada e História. 7. Balanço da Aprendizagem.
Processo de Avaliação
Avaliação correspondendo aos principais objectivos do curso.1 centrada na capacidade de compreensão e crítica da historiografia existente.2 momento duas fases. Escolha de tema e apresentação na aula. Realização do trabalho escolhido escrito. O objectivo é obter a autonomia da organização do trabalho, a comunicação oral e escrita dos resultados e a sua discussão com o professor e o grupo. A integração dos resultados da discussão. A escolha é feita com o professor em entrevista no gabinete.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. França, José Augusto, "História e Imagem", comunicação feita em Assembleia Geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Annais da Academia Portuguesa de História. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. Guigueno, Vincent, Delage, Christian, L'ouvrage, l'historien et le film, Gallimard, Paris, 2004 Duprat, Annie, Images et histoire: outils et méthods des Documents iconographiques,Paris, 2006. Barros, José d'Assunção," Cinema e história- as funções do cinema como agente, fonte e representação da História" em Ler História nº 52, 2007.
Bibliografia Opcional
AA.VV. Image et Histoire, Actas do colóquio de Paris/Censier, Publications de la Sorbonne, 1987. Agulhon Maurice, « Les Symboles figurés dans la propagande du mouvement ouvrier français de 1880 à 1914 », em La cultura operaria nella società industrializzata », Mezzosecolo, n.º 5, 1985. Agulhon, Maurice, La Marianne au Combat, l?imagerie et la Symbolique Républicaine , Flamarion , Paris 1979. Barthes, Roland, A Câmara clara, ed. 70 Barthes, Roland, L?Empire des Signes, Skira- Les Sentiers de La Création, Flammarion, Paris, 1980. Berger, John, Modos de ver, Arte e Comunicação, ed. 70, Lisboa, 1980. Bianco, Bela Feldman,Leite L. Miriam,(org.) Desafios da Imagem, São Paulo, 1998/2005. Bonnell, Victoria, Iconography of Power: Soviet Political Poster under Lenin and Stalin, Califórnia UP, 1997. Caetano, Carlos, A Ribeira de Lisboa Na Época da Expansão Portuguesa (Séculos XV a XVIII). Pandora, Lisboa, 2004. Campbell, Hughs, ? Photographing Urban America 1969-1979: From Garry Winogrand?s Glance to Stephen Shore?s Gaze. Sessão 38 , Visionary Urbanism: Photographic, Filmic and Digital Representation, Congresso de Associação Europeia de História Urbana, Estocolmo , 2006. http://www.historia.su.urbanhistory/eauh/specialistabstract2.htm Carvalho, José Murilho, A Formação das Almas, 1990. Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, Turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. Clark, Keneth, Hall?s Dictionary of subjects & Symboles in Art, 1974. Cloqué, Louis, traité de Perspective pittoresque, avant 1930. Dias, Helena, Alegria, Maria Fernanda, ?Lisboa na Produção Cartográfica Portuguesa e Holandesa dos séculos XVI e XVII?, Revista Penélope, n.º 13, 1994. pp. 55/69. França, José Augusto, ? História e Imagem?, comunicação feita em Assembleia-geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Anais da Academia Portuguesa de História. Freund, Gisèle, Photographie et Société, Paris, 1974.Edição espanhola, La Fotografia como documento social, Gil y Gil Madrid 1976. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. George Duby et Jacques Le Goff, « Document Artistique e Histoire » Table Ronde em Francastel et Après Giesey-, Ralph, « Modèles de Pouvoir dans les Rites Royaux en France », em Annales, Economie, Société et Culture ,n.º 3, pp. 579-599. Guillerme, J. L?atelier du temps, Essay sur l?alteration des peintures, Humaine, Paris, 1954 Guinzburg, Carlo, Mitos, Emblemas, Sinais, Morfologia e Históra, Companhia das letras, São Paulo, 1990. Isaacs, Anne Catherine, Histoire, Images, Imaginaire, Clio´s workshops. Pisa, 2002. Lynch, Kevin, A imagem da Cidade, Lisboa, Ed. 70, 1976. Panovsky, Dora and Erwin, Pandora?s Box, The Changing Aspects of a Mythical Symbol, Princeton UP, 1978. Panovsky, Erwin, ? Contribution au problème de la description des oeuvres appartenant aux Arts plastiques et à celui de l'interprétation de leur contenu » em La perspective comme forme Symbolique, Paris, Editions Minuit, 1975. Panovsky, Erwin, Estudos de Iconologia : Temas Humanísticos na Arte do Renascimento, Lisboa, Estampa, 1982. Philibert Myriam, Dictionnaire illustré des Mythologies, ed. Lodi, Paris,2001. Pinheiro, Magda, O Liberalismo nos espaços Públicos, A memória das Revoluções Liberais através dos Monumentos que a Celébram, Celta, Oeiras, 2000. Pinheiro, Nuno, Classes populares e Fotografia, tese de Mestrado, ISCTE. Pinheiro, Nuno, em Eunice Relvas, Maria João Vaz e Nuno Pinheiro, org. Exclusão na História, Oeiras, 2001. Pinheiro, Nuno, O Teatro da Sociedade, Tese de Doutoramento, cehcp, 2006 Schwarcz, Lilia Moritz, As Barbas do Imperador, São Paulo, 1999. Reynero, Carlos, La escultura Comemorativa en Espanha, La Edad de oro del Monumento Público, 1820-1914, Madrid, 1999. Senos, Nuno, O Paço da Ribeira, 1501-1581, ed. Notícias, Lisboa , 2002
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Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo desenvolver métodos de dependência contemplando duas situações de investigação de grande aplicação na área das Ciências Sociais e Humanas. São analisados designs complexos nos quais são testados modelos com efeitos de moderação e efeitos de mediação. São realizadas aplicações através de Regressão Linear Múltipla e Regressão Logística. A apresentação dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo situações de análise com apoio de um software de Estatística (SPSS) e da macro PROCESS (Hayes, 2018).
Programa
1. Modelação: moderação e mediação 1.1 Moderação: efeito de interação 1.2 Mediação: cadeia de efeitos 1.3 Análise de artigos com moderação e mediação 2. Modelação de moderação via Regressão Linear (OLS) 2.1 OLS com efeitos principais e efeitos de interação 2.2 Moderadora quantitativa 2.3 Moderadora categorizada 2.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 2.5 Reportar resultados em tese/artigo 3. Modelação de mediação via OLS 3.1 Mediadora quantitativa 3.2 Estimar e testar efeito indireto via bootstrapping 3.3 Mediação parcial e total 3.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 3.5 Reportar resultados em tese/artigo 4. Modelação via Regressão Logística 4.1 Apresentação do modelo 4.2 Condições de aplicabilidade 4.3 Parâmetros do modelo 4.4 Aplicação com software 4.5 Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: 1. Exercício individual (65%) 2. Trabalho de grupo (35%).
Condições: 1. Nota mínima no exercício individual: 8,0 valores 2. Nota mínima no trabalho: 10 valores
A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação eriódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baron, R e Kenny D. (1986). The Moderator-Mediator Variable Distinction in Social Psychological research: Conceptual, Strategic and Statistical Considerations, Journal of Personality and Social Psychology, 51, 1173-1182. Frazier, P. A., Tix, A. P. e Barron, K. E. (2004). Testing moderator and mediator effects in counselling psychology research. Journal of Counselling Psychology, 51(1), 115-134. Hayes, A. F. (2012). PROCESS: a versatile computational tool for observed variable mediation, moderation, and conditional process modeling. MacKinnon, D. P., Fairchild, A. J. e Fritz, M. S. (2007). Mediation analysis. Annual Review of Psychology, 58, 593-614. Maroco, J. (2010). Análise Estatística com o PASW Statistics (ex-SPSS), Pero Pinheiro. Pampel, F. (2000). Logistic Regression, Sage Publications. Passos, A. e Caetano, A. (2005). Exploring the effects of intragroup conflict and past performance feedback on team effectiveness, Journal of Managerial Psychology 20, 3/4, 231-244.
Bibliografia Opcional
Aiken, L., Stephen G. (1991). Multiple Regression: Testing and interpreting interactions, Newbury Park, Sage publications.
Calheiros, M. M. (2006). A construção social do mau trato e negligência: do senso-comum ao conhecimento científico. ed. 1, ISBN: ISBN 972-31-1132, Coimbra: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e Tecnologia. Imprensa de Coimbra Lda.
Cohen, J., Cohen P., West S. e Aiken L. (2003). Applied Multiple Regression/Correlation. Analysis for the Behavioral Sciences, Mahawh: Laurence Erlbaum, 3ª ed.
Hair, J., Black, W. Babin, B. e Anderson, R. (2009). Multivariate Data Analysis, 7ª ed., Prentice-Hall International, Inc.
Preacher, K. J. e Hayes, A. F (2008). Asymptotic and resampling strategies for assessing and comparing indirect effects in multiple mediator models, Behavior Research Methods, 40 (3), 879-891, http://quantpsy.org/pubs/preacher_hayes_2008b.pdf.
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª.
Important links:
Kenny, D. A. (2011). Moderation http://davidakenny.net/cm/moderation.htm Kenny, D. A. (2012). Mediation, http://davidakenny.net/cm/mediate.htm
Jose, P.E. (2013). ModGraph-I: A programme to compute cell means for the graphical display of moderational analyses: The internet version, Version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/modgraph/
Jose, P. E. (2013) MedGraph-I: A programme to graphically depict mediation among three variables: The internet version, version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/medgraph/
On-line data bases:
The European Social Survey (ESS): http://www.europeansocialsurvey.org/.
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Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo apresentar métodos de análise de dados que permitam descrever e testar relações entre duas ou mais variáveis, privilegiadamente relações de dependência. Dada a inserção da UC em cursos de mestrado pretende-se assim desenvolver conhecimentos e competências nos alunos com vista à operacionalização de modelos de análise similares aos que podem ter de trabalhar, designadamente, na sua dissertação de mestrado. O desenvolvimento dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo-se, para o efeito, exemplos de pesquisa com apoio de um software de estatística (SPSS).
Programa
1.Sistematização de um glossário de estatística 2.Modelação para comparação de grupos 2.1.Comparação entre dois grupos 2.2.Comparação entre k grupos 2.3.Operacionalização com software de estatística 2.4.Apresentação de resultados em tese/artigo 3.Validação da relação entre pares de variáveis 3.1.Variáveis categorizadas 3.2.Variáveis ordinais e quantitativas 3.3.Variáveis quantitativas 3.4.Operacionalização com software de estatística 3.5.Apresentação de resultados em tese/artigo 4.Modelação de relações de tipo linear 4.1.Modelo de regressão linear simples 4.2.Modelo de regressão linear múltipla 4.3.Operacionalização com software de estatística 4.4.Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
A avaliação periódica inclui: 1. Exercício individual - 65% 2. Trabalho de grupo(com utilização do software de estatística)- 35%;
Com: - Nota mínima no exercício: 8,0 valores - Nota mínima no trabalho de grupo: 10,0 valores A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. e Cramer, D. (2003), Análise de dados em Ciências Sociais, Introdução às Técnicas Utilizando o SPSS para Windows, Oeiras, Celta Editora, 3ª ed. Maroco, J. (2014). Análise Estatística com o SPSS Statistics, Pero Pinheiro, ReportNumber., 6ed. Maroco, J. e Bispo, R. (2003). Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores.
Bibliografia Opcional
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª ed.
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Docentes
Pedro Pereira Neto
Departamento de Sociologia
Objectivos
Problematizar a panóplia de oferta de métodos, indicando as suas respectivas vantagens e desvantagens, forças e fraquezas, profundidades e propósitos.
Programa
1 A análise de conteúdo aplicada aos media na sociedade em rede: contexto, desafios, problemas e soluções 2 Limitações da dicotomia análise quantitativa/qualitativa: holismo e contextualização 3 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de imprensa 4 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de rádio 5 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de televisão 6 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de fotografia 7 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de cinema 8 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de som 9 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de media nativos digitais 10 Seminário de apresentação/discussão do trabalho desenvolvido pelos alunos
Processo de Avaliação
Um trabalho final, entregue no fim do semestre, de uma das seguintes modalidades: a) ensaio ou trabalho de aprofundamento temático; b) projecto de pesquisa/análise, ou de estudo de caso.
A nota final terá como base o seguinte cálculo: a) trabalho individual: 80% b) participação em aula: 20%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Berger, A. (2010), Media and Communication Research Methods: an Introduction to Qualitative and Quantitative Approaches, Sage. Deacon, D., Pickering, M., Golding, P., Murdock, G. (2007), Researching Communications: A Practical Guide to Methods in Media and Cultural Analysis, Bloomsbury Publishing. Hansen, A., Cottle, S., Negrine, R., Newboldm, C. (1998), Mass Communication Research Methods, MacMillan. Lorio, S. (2003), Qualitative Research into Journalism: Taking it to the Streets, Lawrence Erlbaum Associates Inc. Lombard, M., Synder-Duch, J., Bracken, C. C. (2003), “Content analysis in mass communication: assessment and reporting of intercoder reliability”, Human Communication Research, 29, 469-472. O'Sullivan, T., Dutton, B., Rayner, P. (1994), Studying the media : an introduction, Edward Arnold. Riffe, D., Lacy, S., Fico, F. (1998), Analysing media messages: Using quantitative content analysis in research, Erlbaum. Selby, K., Cowdery, R. (1995), How to study television, Macmillan.
Bibliografia Opcional
Belo, A., Cardoso, G., Silveira, J. (2011), Telejornais no Início do Século XXI, Colibri. Berger, A. (1991), Media research techniques, Sage. Brandão, N. (2005), Prime Time, Casa das Letras. Brandão, N. (2010), As notícias nos Telejornais, Guerra & Paz. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), As noticias da RTP1, SIC, TVI e o on-line,OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr6.pdf. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), Ficção, Notícias e Entretenimento: As idades da TV em Portugal, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr4.pdf. Cardoso, G., Gomes. M., Neto, P., Santos, S., Calado, V., Amaral, S. (2006), O Jornalismo hoje: uma análise de 14 redacções de TV, Rádio e Jornais, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=29&fileName=rr1.pdf. Cheta, R., Aboim, S., Cardoso,. G., Espanha, R. (2007), Era uma vez...fábulas, romances, quotidianos: Imagens da vida privada nas telenovelas portuguesas, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr_12.pdf. Cordeiro, P. (2010), A rádio e as indústrias culturais: estratégias de programação na transição para o digital, Livros Horizonte.
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Docentes
Tiago Lapa
Departamento de Sociologia
Objectivos
O objetivo da Unidade Curricular é dotar os discentes de competências que permitam o uso reflexivo de diferentes estratégias metodológicas na pesquisa online e as suas potencialidades e limitações. A UC debruça-se sobre os debates atuais em torno da inquirição online e as várias ferramentas disponíveis, desde o acesso a dados estatísticos, ao desenho da pesquisa online, às técnicas etnográficas ou à construção e aplicação de um inquérito online. As questões éticas são um outro tópico relevante.
Programa
Temas abordados: CP1. Abordagem multi-disciplinar à pesquisa social online. Formas de conhecimento e a pesquisa na Web. CP2. O desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais. CP3. Nova realidade, novos métodos? Novas metodologias e técnicas com recurso às TIC. CP4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede. CP5. Articulação dos métodos de investigação online com outros recursos: Estatísticas e Bases de Dados CP6. Análise quantitativa online: possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados. Introdução às ferramentas de análise de dados. CP7. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?. CP8. Utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização de dados secundários recolhidos online. As redes globais de investigação. CP9. Análise de redes, Webmetrics e a geografia da Internet. CP10. Princípios éticos na pesquisa online.
Processo de Avaliação
1) Realização das leituras seleccionadas para cada aula; 2) Realização de dois trabalhos: - um individual baseado na leitura de artigo - um trabalho de grupo ou individual de perfil mais aprofundado numa das seguintes modalidades: a) Ensaio; b) Trabalho de aprofundamento temático; c) Projecto de pesquisa; d) Análise de documento, caso, situação ou problema; A nota final terá como base o seguinte cálculo: Trabalho Individual: 45% Trabalho de Grupo: 45% Participação: 10%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Almeida, João Ferreira de, Pinto, José Madureira (1982), A investigação nas ciências sociais, Lisboa, Presença Baym, N. K. (2005). Introduction: Internet research as it isn?t, is, could be, and should be. The Information Society, 21, 229-239. Cardoso, Gustavo (1998) Para uma Sociologia do Ciberespaço: comunidades virtuais em português, Oeiras, Celta Editora. Cardoso, Gustavo, Cheong, Angus, Cole, Jeffrey (eds.) (2009), World Wide Internet: Changing Societies, Economies and Cultures. University of Macau Press, SAR Macau. Disponível Online: http://www.lini-research.org/np4/?newsId=11&fileName=WWI_WIPBook.pdf Ghiglione, Rodolphe, e Benjamin Matalon (1992), O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora Johns., M. D., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.) (2003), Online social research. New York: Peter Lang. Markham, A. N. e N. K. Baym (Eds.) (2009), Internet inquiry: Conversations about method. Thousand Oaks, CA: Sage.
Bibliografia Opcional
1. Formas de conhecimento em Ciências Sociais e a pesquisa nas redes e na Internet.
Almeida, João Ferreira de (2007), Velhos e Novos Aspectos da Epistemologia Das Ciências Sociais, Sociologia, Problemas e Práticas, nº 55, pp.11-24
Black, T. R. (1993). Evaluating social science research: an introduction. London, Sage.
Dretske, Fred. Knowledge and the Flow of Information. Cambridge: MIT Press, 1981.
Hine, C. (2006). Virtual methods: Issues in social research on the Internet. Oxford: Berg.
Moses, Jonathan e Knutsen, T. (2007), Ways of Knowing: Competing Methodologies in Social and Political Research, Palgrave Macmillan
2. Desenvolvimento das questões de pesquisa sobre a relação entre a Internet e a Sociedade. Formulação e avaliação crítica dos desafios do desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais.
Jones, S. (1999). Doing Internet research: Critical issues and methods for examining the Net. Thousand Oaks, CA, Sage.
Miller, D. e Neil J. Salkind (2002) Handbook of Research Design and Social Measurement, Sage
Ragin, C. C. (1994). Constructing social research : the unity and diversity of method. Thousand Oaks, Calif. ; London, Pine Forge Press.
3. Nova realidade, novos métodos?
Hesse-Biber, S. N. & P. Leavy (Orgs.) (2008), Handbook of emergent methods, Nova Iorque: Guilford Press.
Murthy, D. (2008). An examination of the use of new technologies for social research. Sociology, 42, 837-855.
Travers, M. (2009). New methods, old problems: A skeptical view of innovation in qualitative research. Qualitative Research, 9, 161-179.
4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede.
Baym, N. K. (2009). Question six: What constitutes quality in qualitative Internet research? In, A. N. Markham, N. K. Baym (Eds.), Internet inquiry: Conversations about method (pp. 173-189). Thousand Oaks, CA: Sage.
Garcia, A. C., Standlee, A. I., Bechkoff, J., & Cui, Y. (2009). Ethnographic approaches to the Internet and computer-mediated communication. Journal of Contemporary Ethnography, 38, 52-84.
Kazmer, M. M., & Xie, B. (2008). Qualitative interviewing in Internet studies: Playing with the media, playing with the method. Information, Communication & Society, 11, 257-278.
Mann, C., & Stewart, F. (2000). Internet communication and qualitative research: A handbook for researching online. Thousand Oaks, Ca: Sage.
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Docentes
Graça Índias Cordeiro
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Apresentar os procedimentos teóricos e metodológicos que sustentam o processo de pesquisa etnográfica, promover uma reflexão crítica sobre os mesmos e incentivar a sua prática no âmbito das investigações em curso.
Programa
CP1 Etnografia e trabalho de campo na história das ciências sociais. CP2 Terrenos para a pesquisa CP3 Observar e registar CP4 Conversar e entrevistar CP5 Descrever, analisar, interpretar CP6 Investigar eticamente CP7 Apresentação e discussão de casos.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica consta de 3 momentos de avaliação:
1. Participação nas discussões em aula (20%); 2. Ensaio final (60%); 3. Discussão do trabalho final (20%)
Alternativamente, exame escrito sobre a totalidade do programa (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007(1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes -Becker, Howard S. 2008(1998) Segredos e truques de pesquisa, Rio de Janeiro: Zahar -Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS -Burgess, Robert G. 1997(1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta -Costa, António F.1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento -Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press -Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company -Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor
Bibliografia Opcional
Agar, Michael H. 1986 Speaking of Ethnography, Beverly Hills: SAGE Atkinson, Paul et alii, 2001 Handbook of Ethnography, London: SAGE Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007 (1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes Becker, Howard S. 1998 Tricks of the Trade: How to Think about Your Research While You're Doing It Chicago: University of Chicago Press Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS Burgess, Robert G. 1997 (1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta Caria, Telmo, 2003 (org.) Experiência etnográfica em ciências sociais, Porto: Afrontamento Céfaï, Daniel (org.) 2003 L?enquête de terrain, Paris: La Decouverte Costa, António F. 1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company Malinowski, Bronislaw, 1992 (1922) Argonauts of the Western Pacific, London: Routledge Sanjek, Roger (ed), 1990 Fieldnotes. The Makings of Anthropology, Ithaca and London: Cornell University Press Sardan, Jean-Pierre 2008 La rigueur du qualitatif. Les contraintes empiriques de l?interprétation socio-anthropologique, Louvain-la-Neuve : Bruylant-Academia Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Weber, Florence 2009 Manuel de l?ethnographe, Paris: PUF Weiss, Robert S. 1994 Learning from Strangers. The art and Method of Qualitative Interview Studies, New York: Free Press
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Maria João Vaz
Departamento de História
Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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