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1 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
As questões que nos propomos abordar nesta UC apontam para a interrogação das condições de possibilidade do conhecimento antropológico, das suas grandes conquistas e contributos para a humanidade e para a salvaguarda da sua diversidade. Optámos por nos centrar num programa de trabalho voltado para a averiguação das "implicações da recusa da distinção ontológica entre seres humanos e natureza - uma distinção incrustada no pensamento moderno pelo menos desde Descartes" . Desta forma, procuraremos abrir alguns debates actuais em torno de questões transversais de ecologia e de economia política, e identificaremos algumas 'zonas de fronteira' disciplinares nas Ciências da Vida e nas CTCs (ciências e tecnologias da cognição), privilegiando a antropologia de inspiração fenomenológica e equacionando, ainda, algumas sugestões de matriz ética, pedagógica e política em torno da emergência de novos paradigmas para as Ciências Sociais e Humanas
Programa
1. A ansiedade cartesiana e suas consequências epistemológicas, ecológicas e políticas 2. A 'oikoumene', das tensões fundadoras da antropologia à emergência de uma ontologia política 3. Antropologia, fenomenologia, biologia e complexidade 4. Perspectivismo e ontologias da natureza 5. Antropoceno ou capitaloceno? Da rede digital global à superação do humano.
Processo de Avaliação
Avaliação: a) Presença e participação assídua nas aulas bem como a apresentação oral e escrita da reflexão em torno dos conteúdos propostos; qualidade geral das intervenções e participação nas aulas (20%) b) Ensaio (aprox. 5000 palavras - 80%) c) Estudantes com défice de tempo trabalho lectivo (mais de 3 faltas), incumprimento ou trabalhos escritos insuficientes, deverão fazer exame.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Abram, David, 2007 - A Magia do Sensível. Percepção e Linguagem num mundo mais do que humano, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.
Descola, Philippe, 2013, Beyond Nature and Culture, University of Chicago Press.
Dufour, Dany-Robert, 2003, L'Art de Réduire les Têtes. Sur la Nouvelle Servitude de l'Homme Libéré à l'Ère du Capitalisme Total, Paris, Denoël.
Ingold, Tim, 2000, The Perception of the Environment. Essays on Livelihood, Dwelling and Skill, Routledge, London and New York.
Ingold, Tim, 2011, Being Alive. Essays on Movement, Knowledge and Description, Routledge, UK and USA
Bibliografia Opcional
Bauman, Zygmunt, 2000, Liquid Modernity, Cambridge, Polity Press.
Bibeau, Gilles, 2003, "Quel humanisme pour une âge post-gênomique", Anthropologie et Sociétés, vol. 27, n° 3, 2003 : 93-113.
Castro, Eduardo Viveiros de, 1996, "Os pronomes cosmológicos e o perspectivismo ameríndio", Mana 2(2): 115-144.
Castro, Eduardo Viveiros de, 2002, "O nativo relativo", Mana 8(1): 113-148.
Dove, Michael, 1993, "Uncertainty, Humility, and Adaptation in the Tropical Forest: the Agricultural Augury of the Kantu", Ethnology, vol. XXXII, n.º 2, University of Pittsburgh: 145¬ 167.
Dove, Michael, 1996, "Process Versus Product in Bornean Augury: A Traditional Knowledge System's Solution to the Problem of Knowing", Roy Ellen e Katsuyashi Fukui (eds.), Redifining Nature: Ecology, Culture and Domestication, Oxford and Washington DC, Berg, pp. 557¬ 596.
Escobar, Arturo, 2018, Designs for the Pluriverse. Radical Interdependence, Autonomy, and the Making of Worlds, Duke University Press, Durham and London.
Fujimura, Joan H. 2003, "Future Imaginaries. Genome Scientists as Sociocultural Entrepreneurs", Alan H. Goodman, Deborah Heath and M. Susan Lindee (eds.), Genetic Nature/Culture. Anthropology and Science beyond the Two-Culture Divide, Berkeley, Los Angeles, Londom, University of California Press, pp. 176-199.
Hastrup, Kirsten, 2005, "Social Anthropology. Towards a pragmatic enlightenment?", Social Anthropology (2005), 13, 2: 133-149.
Hastrup, Kirsten (ed.), 2014, Anthropology and Nature, Routledge, London, New York. Godelier, Maurice, 2000 "Is Social Anthropology Still Worth the Trouble? A Response to Some Echoes from América", ethnos, vol. 65 :3, 2000: 301-316.
Greenwood, Susan, 2005, " Magical Consciousness", in The Nature of Magic. An Anthropology of Consciousness (cap. 5), Berg Publçishers, pp. 89-118.
Hornborg, Alf, 2006, "Animism, Fetishism, and Objectivism as Strategies for Knowing (or not Knowing) the World", Ethnos, vol. 71:1, march 2006: 21-32.
Ingold, Tim, 1985, "Who studies humanity?: The scope of Anthropology", Anthropology Today, Vol. 1, nº6, Dec 1985, 15-16.
Knorr-Cetina, Karin, 1998, "Les épistémès de la société: l'enclavement du savoir dans les structures sociales", Sociologie et sociétés, vol. XXX, n° 1, printemps 1998.
Knorr-Cetina, Karin, 2006, "Post-humanist challenges to the human and social sciences", Galiardi, Pasquale and Kzarniawska, Barbara (eds.), Management Education and Humanities, Edward Elgar Publishing, UK and USA, pp. 233-245.
Laurin, Nicole, 1999, "Le démantèlement des institutions intermédiaires de la régulation sociale. Vers une nouvelle forme de domination", Sociologie et Sociétés, vol. XXXI, n° 2, automne 1999: 65-72.
McMurtry, John, 2009, "Rationality and Scientific Method: Paradigm Shift in na Age of Collapse", Interchange, Vol40/1, 2009: 69-91.
Scheper-Hughes, Nancy, 2005, "The Last Commodity: Post-Human Ethics and the Global Traffic in ''Fresh'' Organs", in Ong, Aihwa and Colier, Stephen J. (eds.), 2005 Global Assemblages. Technology, Politics, and Ethics as Anthropological Problems, Blackwell Publising Ltd. Pp. 145-167.
Toren, Christina, 2002, "Anthropology as the Whole Science of What it is to Be Human", in Richard Fox and Barbara King, Anthropology Beyond Culture, Berg, Oxford and New York, 105-124.
Velho, Otávio, 2001, "De Bateson a Ingold: passos na constituição de um paradigma ecológico", Mana vol.7 no.2 Rio de Janeiro Oct. 2001.
Winner, Langdon, 2005, "Resistence is Futile: The Post-Human Condition and its Advocates", in Baillie, Harold W. and Casey, Timothy K. (eds.), Is Human Nature Obsolete? Genetics, Bioengineering and The Future of the Human Condition, The MIT Press, pp. 385-411.
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Objectivos
Compreender o que é a Antropologia aplicada, os debates teóricos em torno deste campo, a sua história e as suas implicações éticas
Programa
CP1. A antropologia aplicada. O debate teórico. CP2.As grandes áreas de aplicação da Antropologia; CP3 Exemplos de projetos e trabalhos de Antropologia aplicada; CP4 Como desenhar um projeto de antropologia aplicada: métodos e dimensões éticas
Processo de Avaliação
Processo de avaliação usando os seguintes instrumentos: 1 apresentação oral em grupo (20 minutos) a partir de um texto ou monografia com entrega de relatório (40%) 1 ensaio final (até 10 p.) - 60%
Esta UC não tem exame final
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bastide, R. 1979 Antropologia Aplicada, São Paulo: Ed. Perspetiva.
ERIKSEN, Th. H., 2006, Engaging Anthropology. The Case for a Public Presence, Oxford, Berg. [cap 1 A Short History of Engagement, pp. 1-21].
Kedia, S. and Willigen (Ed.) 2005 Applied Anthropology. Domains of Application, Westport : Praeger Publishers.
Nolan, R.W. 2003 Anthropology in Pratice. Building a Career Outside the AcademyLynne Rienner Publishers.
Pereiro, X. e Mendes, P. (coordenadores) (2006): Textos de Antropologia Aplicada. UTAD: Miranda do Douro.
Pink, S. (Ed.) 2006 Applications of Anthropology. Professional Anthropology in the Twenty-first Century, Berghahn Books
Viola, Andreu (Org.) 2000 Antropologia del Desarrollo.Teorias e estúdios etnográficos en America Latina, Paidos Iberica Ediciones S A
Willigen, J.v. 1993 Applied Anthropology. An Introduction, Westport Connecticut : Bergin Garvey.
Bibliografia Opcional
Links úteis EASA Applied Anthropology Network https://www.easaonline.org/networks/app_anth/ Society for Applied Anthropology https://www.sfaa.net/
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Objectivos
OG1.O seminário tem como objectivo principal elucidar as diferentes formas como os antropólogos responderam aos desafios teóricos e sociais do mundo contemporâneo através de abordagens etnográficas que problematizam o seu posicionamento, a relação entre observador e observado, a natureza multi-situada do trabalho de campo, a ética da observação; OG2.O seminário divide-se latu sensu em duas grandes partes. Numa primeira, serão elucidadas as principais questões da prática e política da etnografia nas últimas décadas; numa segunda, serão debatidas as questões que se levantam a pesquisas em contextos contemporâneos, globalizados; OG3. Os alunos serão estimulados a realizar exercícios de etnografia em que desenvolverão a capacidade de olhar, de escolher e articular um problema, a praticar a escrita etnográfica. OG4. A experiência de trabalho de campo prolongado da professora constituirá uma referência para os temas em análise.
Programa
Introdução ao seminário. 1.O antropólogo e as transformações da observação etnográfica 1.1. Da viragem pós-modernista à antropologia reflexiva. Para uma epistemologia do encontro etnográfico. 2. A ética da observação. Antropologia e ética num mundo em transformação. 2.1. Impasses da observação: observador / observado, hierarquias de observação / hierarquias de poder. 2.2. Etnografia colaborativa. 3. Etnografia, política e a esfera pública. 3.1. Antropologia pública. 4. O terreno nos novos terrenos (1). Globalizar a antropologia, localizar os temas. Condições de pesquisa e novas abordagens. 4.1. Ambiente, ecologia, activismo. O terreno nos novos terrenos (2). 4.2. Deslocação, sem-abrigo, refugiados. 5. Terrenos móveis. Movimentos e deslocações transnacionais. 6. Uma antropóloga num terreno de longa duração. De uma aldeia a um slum do Gujarate. 7. O género da pesquisa. Para uma epistemologia de género? Conclusão do programa
Processo de Avaliação
- Assistência às aulas e participação informada: 15% - Apresentação e debate de um texto / tema : 30% Cada estudante ou grupo de 2 estudantes apresentará um tema (que pode ser baseado num exercício etnográfico) no interior de cada matéria semanal. - Ensaio final: 55% Os estudantes podem desenvolver um dos tópicos cobertos pelos seminários. O ensaio tem de ser obrigatoriamente enviado por email através de SafeAssign (plataforma E-learning).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Faubion, James D. e George E. Marcus, orgs., 2009, Fieldwork is Not What it Used to Be. Learning Anthropology's Method in a Time of Transition, Ithaca e Londres, Cornell University; Fox, Richard e King, Barbara, orgs., Anthropology beyond Culture, Oxford/ N.Y, Berg; pp. 37-60; MacClancy, Jeremy, org., 2002, Exotic No More: Anthropology in the Front Lines, Chicago e Londres, The University of Chicago Press McLean, Athena e Annette Leibing, 2007, The Shadow Side of Fieldwork. Exploring the Blurred Borders Between Ethnography and Life, Oxford, Blackwell Publishing; Musharbash, Yasmine e Marcus Barber, orgs., 2011, Ethnography and the Production of Anthropological Knowledge. Essays in Honour of Nicholas Peterson, Canberra, ANU E Press; Robben, Antonius C.G.M. e Jeffrey A. Sluka, orgs., 2007, Ethnographical Fieldwork. An Anthropological Reader, Oxford, Blackwell Publishing;
Bibliografia Opcional
♦ Al-Ali, Nadje, Richard Black, and Khalid Koser, 2001, "The Limits to 'Transnationalism': Bosnian and Eritrean Refugees in Europe as Emerging Transnational Communities", in Ethnic and Racial Studies, vol. 24, no. 4, pp. 578-600; ♦ American Anthropological Association Statement on Ethics, available online at the following web site: http://www.aaanet.org/stmts/ethstmnt.htm; ♦ Bangstad, Sindre, ed., 2017, Anthropology of our Times. An Edited Anthology in Public Anthropology, NY, Palgrave Macmilan; ♦ Bradiotti, Rosa, 1994, "Feminism by Any Other Name", with Judith Butler, in Differences: A Journal of Feminist Cultural Studies, 6(2-3): 27-61; ♦ Cody, Francis, 2016, "The obligation to act: Gender and reciprocity in political mobilization, in HAU: Journal of Ethnographic Theory, vol.6, no. 3, pp. 179-199; ♦ Cunningham, Hilary, 1999, "The Ethnography of Transnational Social Activism: Understanding the Global as Local Practice", in American Ethnologist, vol. 26, pp.583-604; ♦ Ensign, Josephine, 2003, "Ethical issues in qualitative health research with homeless youths", in Philosophical and Ethical Issues, Oxford, Blackwell Publishing, pp. 43-50; ♦ Fassin, D. ,2008, "Compassion and Repression: The Moral Economy of Immigration Policies in France", in Cultural Anthropology, vol. 20, nº3, pp.362-387; ♦ Fluehr-Lobban, Carolyn, 2008, "Collaborative Anthropology as Twenty-first-Century Ethical Anthropology", in Collaborative Anthropologies, volume 1, pp. 175-182; ♦ de Haas, H.,2008, "The Myth of Invasion: the inconvenient realities of African migration to Europe", in Third World Quarterly, vol. 29, nº7, pp.1305-1322; ♦ HAU - Journal of Ethnographic Theory, varia; ♦ Kallius, Annastiina, Daniel Monterescu, Prem Kumar Rajaram, 2016, "Immobilizing mobility: Border ethnography, illiberal democracy, and the politics of the "refugee crisis" in Hungary", in American Ethnologist, vol. 43, no 1, pp. 25-37; ♦ Mathur, Nayanika, 2015, "'It's a conspiracy theory and climate change": Of beastly encounters and cervine disappearances in Himalayan India", in HAU: Journal of Ethnographic Theory, vol.5, no 4, pp.87-11; ♦ Mentore, Laura, 2017, "The virtualism of "capacity building" workshops in indigenous Amazonia: Ethnography in the new middle grounds", in HAU: Journal of Ethnographic Theory, vol.7, no. 2, pp.297-307; ♦ Ortner, Sherry B., 2016, "Dark anthropology and its others: Theory since the eighties," in HAU: Journal of Ethnographic Theory, vol.6, no. 1, pp. 47-73; ♦ Osterweil, Michal, "Rethinking Public Anthropology Through Epistemic Politics and Theoretical Practice", in Cultural Anthropology, vol. 28, no. 4, pp. 598-620; ♦ Pels, Peter, 2014, "After objectivity: An historical approach to the intersubjective in ethnography", in HAU: Journal of Ethnographic Theory, vol.4, no.1, pp. 211-236; ♦ Perez, Rosa Maria, 2018, in print, "Notes from the field. Dalit women and the ambiguity of anthropological analysis", in Perez, Rosa Maria e Lina M. Fruzzetti, orgs., Women in the Field. Transdicisplinary Ethnography in India, Londres, Routledge; ♦ Perez, 2018, "Re-village. Os filhos de Hari", Prefácio, Reis e Intocáveis. Estudo do Sistema de Castas no Noroeste da Índia, ebook, Etnográfica Prees; ♦ Perez, Rosa Maria, 2018, "Provincializing Goa: Crossing Borders Through Nationalist Women", in InterDISCIPLINARY Journal of Portuguese Diaspora Studies, vol.7, pp. 225-240; ♦ Perez, Rosa Maria, 2013, O Tulsi e a Cruz. Antropologia e Colonialismo em Goa, Lisboa, Temas e Debates; ♦ Perez, Rosa Maria, 2010, "Body and Culture. Fieldwork experiences in India", Portuguese Studies, ♦ Riles, Anne-Lise, 1998, "Infinity Within the Brackets", in American Ethnologist, vol.25, pp.378-398;
♦ Sopranzetti, C., 2014, "Owners of the Map: Mobility and Mobilization among Motorcycle Taxi Drivers in Bangkok", in City and Society, vol 26(1), pp. 120-14; ♦ Visweswaran, Kamala, 1997, "Histories of Feminist Ethnography", in Annual Review of Anthropology, vol. 26: 591-621.
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Objectivos
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Programa
1 O divórcio entre as Ciências e as Humanidades e as Ciências Sociais. 2 Relativismo descritivo, cultural e normativo e as suas consequências no conhecimento antropológico. 3 As dimensões interpretativas do conhecimento sociológico e antropológico - breve introdução. 4 A hermenêutica filosófica - noções fundamentais I 5 A arte como modelo do conhecimento humanístico. 6 O modelo dialógico - Antropologia, anti-relativismo e verdade.
Processo de Avaliação
Processo de avaliação: Participação nos seminários - 20%. Ensaio final sobre um tema acordado com o docente ou proposto por este - 80%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
ALEXANDER, Jeffrey 1995 Fin de Siècle Social Theory: relativism, reduction and the problem of reason. BARNARD, Alan 2000 History and Theory in Anthropology. BERLIN, Isaiah 1974 ?The Divorce between the Sciences and the Humanities? in Against the Current: essays in the history of ideas. BLOCH, Maurice 2004 ?Where did anthropology go? Or: the need for ?Human Nature?, Amsterdam, Vrije Universiteit. GADAMER, Hans-Georg 1961 Truth and Method. INGOLD, Tim. 1994 "The Art of Translation in a Continuous World" in PÁLSSON, Gísli (Ed.) Beyond Boundaries - Understanding, Translation and Anthropological Discourse. VERDE, Filipe 2009 Explicação e Hermenêutica. WACHTERHAUSER, Brice R. 2002 ?Getting it Right: Relativism, Realism, and Truth? in Dostal, Robert J. The Cambridge Companion to Gadamer, . WEINSHEIMER, Joel 2004 ?Meaningless Hermeneutics?? in KAJEWSKI, Bruce (Ed) Gadamer?s Repercussions: reconsidering Philosophical Hermeneutics.
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
ntroduzir os estudantes à base aristotélica das classificações clássicas em antropologia, às razões da sua insuficiência e a abordagens alternativas baseadas em modelos cognitivos e transformacionais.
Programa
P1. Sistemas classificatórios clássicos (relativos a espécies biológicas, categorias sociais e contos-tipo); razões da sua inadequação. P2. Sistemas transformacionais: modelo darwiniano, transformações topológicas (D'Arcy Thompson), transformações em parentesco e mitologia (Lévi-Strauss). P3. Classificações politéticas e analógicas (Rodney Needham). P4. Categorias de parentesco e representações somáticas (Françoise Héritier). P5. Metáfora e pensamento. Significação, reflexividade (Lévi-Strauss, Hofstadter).
Processo de Avaliação
Avaliação contínua: Participação nas discussões em sala de aula (30%), trabalho final (70%). Participação obrigatória em pelo menos 2/3 das aulas. Ou: Exame final (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Dennett, Daniel C. Darwin's Dangerous Idea. Penguin, 1996. Durkheim, Emile and Marcel Mauss. 1970. «On Some Primitive Forms of Classification.» In Primitive Classification, ed. Rodney Needham. 1-61. Routledge. Héritier-Augé, Françoise. «Semen and Blood.» In Fragments for a History of the Body. Ed. M Feher, R Naddaff and N Tazi. Vol. 3, 158-75. Zone, 1989. Hertz, Robert. «The Pre-eminence of the Right Hand: A Study in Religious Polarity.» In Right and Left: Essays on Dual Symbolic Classification, ed R Needham, 3-31. U of Chicago P, 1978. Hofstadter, Douglas. Gödel, Escher, Bach: An Eternal Golden Braid. Basic, 1999. Lakoff, George and Mark Johnson. Philosophy in the Flesh. Basic, 1999. Lévi-Strauss, Claude. «A Família». In O Olhar Distanciado. Edições 70. Lévi-Strauss, Claude. «The Structural Study of Myth.» Journal of American Folklore 68, no. 270 (1955): 428-44. Thompson, D'Arcy Wentworth. On Growth and Form. Cambridge UP, 1942.
Bibliografia Opcional
Darwin, Charles. On the origin of species by means of natural selection, or, The preservation of favoured races in the struggle for life. London: Murray, 1859. Lovejoy, Arthur O. The Great Chain of Being: A Study of the History of an Idea. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1936. Needham, Rodney. "Polythetic Classification: Convergence and Consequences." Man New Series 10, no. 3 (1975): 349-69. Needham, Rodney. "Analogical Classifications." In Reconnaissances. 41-62. Toronto: University of Toronto Press, 1980. Vaz da Silva, Francisco. «Folklore into Theory: Freud and Lévi-Strauss on Incest and Marriage.» Journal of Folklore Research 44, no. 1 (2007): 1-19.
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Objectivos
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Programa
CP1. Introdução à U.C. A Declaração Universal dos Direitos Humanos. CP2. Antropologia e Direitos Humanos CP3. O debate universalismo/relativismo. CP4. O conceito de cultura na base do debate universalismo/relativismo CP5. Dois exemplos críticos: African Charter on Human and Peoples? Rights e U.N. Declaration on the Rights of Indigenous Peoples CP6. Perspetivas recentes na antropologia. CP7. Promoção Internacional dos Direitos da Mulher. CP8. Orientação sexual e identidade de género: os princípios de Yogjakarta CP9. Perspetivas do pensamento crítico sobre os direitos humanos: Direitos humanos e lógica do neoliberalismo? CP10. Perspetivas do pensamento crítico sobre os direitos humanos: a questão do diálogo intercultural e da tradução cultural.
Processo de Avaliação
Regime de avaliação contínua ou final. Contínua: com 2 instrumentos de avaliação - discussão dos textos nas aulas (40%) e ensaio final de 10 pp máx (60%). Pressupõe, para o 1º instrumento, assiduidade igual ou superior a 80%, intervenção em aula, bem como a sua qualidade. 2º instrumento são relevantes a competência escritas, a qualidade da pesquisa bibliográfica, os conhecimentos adquiridos e a capacidade de análise e de síntese. Avaliação final: exame na 1ª época ou na época especial.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Messer, E., 1993, Anthropology and human rights, Annual Review of Anthropology, 22: 221-249 Zechenter, E., 1997, In the name of culture: cultural relativism and the abuse of the individual, Jrnl Anthro. Research, 53: 319-347 Hatch, E., 1997, The good side of relativism, Jrnl Anthrop. Research, 53: 371-381 Turner, T., 1997, Human rights, human difference: Anthropology's contribution to an emancipatory cultural politics, Jrnl Anthro. Research, 53: 273-279. Eriksen, Th., 2001, Between universalism and relativism: a critique of the UNESCO concepts of culture, in J. Cowan, M.-B. Dembour e R. Wilson, orgs., Culture and Rights: Anthropological Perspectives, pp 127-48, CUP. Cowan, J., 2006, Culture and rights after Culture and Rights, Am. Anth., 108(1): 9-24 Zizek, S., 2005, Against Human Rights, New Left Review, 34: 115-131. Sousa Santos, B., s.d., Por uma concepção multicultural dos direitos humanos, online no site www.dhnet.org.br United Nations, 2006, The Yogkakarta Principles
Bibliografia Opcional
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Objectivos
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Programa
CP1 Projetos de I&D, guiões para apresentação de propostas, entidades financiadoras. CP2 Etapas da construção de um projecto de investigação. CP3 Apresentação e discussão do projeto final.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica 40%, avaliação do projeto final 60%.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Barley, Nigel, 2006, O antropólogo inocente, Lisboa, Fenda. FCT, 2011, Guião para elaboração e submissão de propostas de projetos de I&DT, versão 5.0.1 (Português e Inglês) FCT, 2011, Glossário do formulário de candidatura https://concursos.fct.mctes.pt/projectos/index.asp?area=4&object=116 Eco, Umberto, 2003, Como se faz uma tese em ciências humanas. Lisboa: Presença.
Bibliografia Opcional
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Objectivos
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Programa
A–Conhecimento do papel da antropologia prática e/ou aplicada Acompanhamento/estudo de casos da intervenção da antrop. Competências analíticas/críticas do papel da antrop. em contextos práticos Aquisição de conhecimentos dos campos de intervenção antropológica e resultado Competências na selecção de possíveis campos de intervenção Análise e defesa critica dos campos de intervenção B–Sobre a antrop. prática e seus terrenos A critica e resistência à intervenção antrop. Questões epistemológicas e ideológicas A antrop prática em diferentes “escolas” de pensamento: O caso americano O caso inglês O caso português As polémicas em torno da intervenção da antrop. C–Intervenção e antrop. O “desconhecimento” da antrop. e suas potencialidades A investigação antrop. em fenómenos de “empowerment” A intervenção da antrop.em processos de desenvolvimento A antrop.nas empresas Antrop.e mediação cultural Antrop. na gestão de parques naturais Antropologia e gestão de conflitos
Processo de Avaliação
A base da avaliação será a média ponderada da realização de dois ensaios (60%) sobre textos centrais da unidade curricular, a apresentação de um seminário individual (30%) e participação nas aulas (10%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
AAA Guidelines CEFKIN, Melissa (ed.), 2009, Ethnography and the Corporate Encounter: Reflections on Research in and of Corporations, Londres, Berghahn Books. FIELD, Les e Richard G. Fox, 2007, Anthropology Put to Work, Londres, Bloomsbury Academic Publ.. MOSSE, David (ed.), 2011, Adventures in Aidland: The Anthropology of Professionals in International Development, Londres, Berghahn Books. Pink, Sarah (ed.), 2005, Applications of Anthropology: Professional Anthropology in the Twenty-First Century, Londres, Berghahn Books. SILLITOE, Paul, Alan Bicker e Johan Pottier, 2002, Participating in Development: Approaches to Indigenous Knowledge, Londres, Routledge. STRANG, Veronica, 2009, What Anthropologists Do, Londres, Bloomsbury Academic Publ.. STRYKER, Rachael Stryker e Roberto González, 2014, Up, Down, and Sideways: Anthropologists Trace the Pathways of Power, Londres, Berghahn Books.
Bibliografia Opcional
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2 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Rosa Maria Perez
Departamento de Antropologia
Objectivos
O Seminário de Pesquisa 2 é um espaço de apresentação e discussão de resultados das investigações em curso desenvolvidas pelos estudantes do Mestrado em Antropologia. O Seminário visa avaliar o progresso dos estudantes na concretização do seu projecto de pesquisa e na escrita da Dissertação.
Programa
Sessão 1 - Apresentação dos objetivos do Seminário, processo de ensino-aprendizagem e sistema de avaliação. Organização e calendarização das apresentações. Sessão 2 (4h) - Apresentação de resultados das investigações em curso. Sessão 3 (4h) - Apresentação de resultados das investigações em curso Sessão 4 (4h) - Apresentação de resultados das investigações em curso Sessão 5 (4h) - Apresentação de resultados das investigações em curso Sessão 6 (4h) - Apresentação de resultados das investigações em curso Sessão 7 (4h) - Apresentação de resultados das investigações em curso
Processo de Avaliação
Os estudantes serão avaliados a partir dos seguintes elementos: Índice da Dissertação+Relatório de Progresso ou capítulo da tese- 60% Apresentação de resultados (1 intervenção) - 25% Participação nas discussões - 15% Esta UC não contempla avaliação por exame final
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Não se aplica por se tratar de um seminário de acompanhamento da realização da dissertação. O docente coordenador do Seminário poderá sugerir, em articulação com o orientador de tese, leituras pertinentes em função dos objectos e temáticas de pesquisa dos/as estudantes.
Not applicable as this is a seminar for monitoring and evaluating the dissertation. The coordinator of the seminar may suggest, in conjunction with the thesis supervisor, relevant readings depending on the the object and subject of the ongoing research.
Bibliografia Opcional
not applicable
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2 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
O Seminário de Pesquisa 1 é um espaço de apresentação de projecto de investigação e discussão de resultados das investigações em curso desenvolvidas pelos estudantes com vista à escrita da sua Dissertação de Mestrado. O Seminário visa, portanto, avaliar o progresso dos estudantes na concretização do seu projecto de pesquisa e na escrita da Dissertação.
Programa
O Seminário de Pesquisa em Antropologia 1, sendo um espaço de apresentação e discussão das pesquisas em curso, privilegia a abordagem de aspectos gerais da pesquisa em Antropologia, a saber: Definição e delimitação do objecto de estudo Método etnográfico e técnicas de recolha de dados Análise documental Pesquisa bibliográfica Aspectos formais de organização da dissertação
Processo de Avaliação
Os estudantes serão avaliados a partir dos seguintes elementos: Relatório de Progresso e participação nas discussões - 60% Projecto final - 40% Esta UC não contempla processo de avaliação em regime de exame.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Não se aplica por se tratar de um seminário de acompanhamento da realização da dissertação. O docente coordenador do Seminário poderá sugerir, em articulação com o orientador de tese, leituras pertinentes em função dos objectos e temáticas de pesquisa dos estudantes.
Not applicable because it is a seminar follow-up of the dissertation. The seminar coordinator, in conjunction with the thesis adviser, may suggest relevant readings in terms of objects and subjects of students' research.
Bibliografia Opcional
not applicable
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2 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Escrita e defesa de um texto científico original de até 80 páginas, baseado em pesquisa antropológica orientada por um doutorado.
Programa
A natureza específica desta UC dispensa Programa, tratando-se de trabalho individual do orientador com o aluno
Processo de Avaliação
A Dissertação é defendida perante um júri constituído por um Presidente, o Orientador e um Arguente. Tem a duração de 1 hora e aplicam-se as classificações vigentes no ISCTE-IUL para o grau de Mestre.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Não se aplica
Bibliografia Opcional
Does not apply
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2 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
Escrita e defesa de um texto científico original de até 80 páginas, baseado em pesquisa antropológica orientada por um doutorado.
Programa
A natureza específica desta UC dispensa Programa, tratando-se de trabalho individual do orientador com o aluno
Processo de Avaliação
A Dissertação é defendida perante um júri constituído por um Presidente, o Orientador e um Arguente. Tem a duração de 1 hora e aplicam-se as classificações vigentes no ISCTE-IUL para o grau de Mestre.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Não se aplica
Bibliografia Opcional
Does not apply
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