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1 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
O objectivo desta disciplina é o de promover o estudo da relação entre os processos de informação e comunicação e a vida cívica e política. Pretende-se analisar diferentes vertentes da comunicação e mediação via media na sua articulação com a política, a democracia e a cidadania. Procede-se a uma revisão crítica de aspectos relevantes da teoria e pesquisa, numa abordagem orientada para reforçar conhecimento teórico, elucidar questões contemporâneas, desenvolver competências de análise e reflexão próprias; que capacitem para realização de trabalho científico, promovam aptidão cidadã, habilitem oportunidades de intervenção social, cívica e política informada.
Programa
O conteúdo desta disciplina combina planos de informação teórica, elucidação e sistematização conceptual e problematização de tendências contemporâneas dos domínios a que reporta, em torno dos seguintes planos. 1 ? Delineamento conceptual e prospecção das questões que resultam da articulação entre modalidades da comunicação e da informação e entendimentos da política e da democracia. 2 ? Aprofundamento de temáticas específicas dos pólos comunicação e política e da respectiva relação, de que se exemplificam, entre outras: épocas e tendências contemporâneas da comunicação política; comunicação, poder e política; media e conhecimento público; media, democracia e cidadania; política, emoção e razão; comunicação política, imagem e substância; informação, espectáculo e entretenimento; jornalismo e spin doctoring; comunicação em rede e deliberação política; internet, comunicações móveis e cidadania;
Processo de Avaliação
A avaliação de conhecimentos baseia-se na apreciação da intervenção nas diferentes sessões e do trabalho a entregar no fim do semestre.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BARREIROS, J.J. (2010) Públicos, Media e Vida Pública, Lisboa, ISCTE-IUL, tese de doutoramento BENNETT & ENTMAN (Eds)(2001) Mediated Politics, Cambridge U Press BLUMLER & KAVANAGH (1999)?The Third Age of Political Communication? Political Communication, 16:209?230 CASTELLS,M. (2009) Communication Power, Oxford U Press Cardoso, G., Santos, S. & Telo, D. (2016). Jornalismo em tempos de crise. Lisboa. Mundos Sociais. COLEMAN & BLUMLER (2009) The Internet and Democratic Citizenship, Cambridge U Press DAHLGREN,P. (2009) Media and political engagement, Cambridge U Press
LILLEKER,G. (2006) Key Concepts in Political Communication, Sage MARCUS,G. (2002) Emotion in democratic politics, Pennsylvania U Press STOCKWELL,S. (2005) Political Campaign Strategy, Australian Scholarly Publishing; CAMPBELL & KWAK (2010) ?Mobile Communication and Civic Life?, Journal of Communic., Vol 60:3
Bibliografia Opcional
Calhoun, Craig (1992), Habermas and the public sphere, Cambridge, The MIT Press. Correia, João Carlos (2004), Comunicação e cidadania - Os media e a fragmentação do espaço público nas sociedades pluralistas, Lisboa, Livros Horizonte. Esteves, João Pissarra (2005), O Espaço Público e os Media. Sobre a Comunicação entre Normatividade e Facticidade, Lisboa, Edições Colibri, FCSH-UNL. Garcia, José Luís (2002), "O fogo e a cultura pan-mediática contemporânea", Media & Jornalismo, 1, pp.129-139 Gingras, Anne-Marie e Jean Pierre Carrier (1996), "Public Opinion: Construction and Persuasion", Canadian Journal of Communication, 21 (4). Habermas, Jürgen (1989 [1962]), The Structural Transformation of the Public Sphere. An Inquiry into a Category of Bourgeois Society, Cambridge, Polity Press. Habermas, Jürgen (2006), "Political Communication in Media Society - Does Democracy still enjoy an epistemic dimension? The impact of normative theory on empirical research", Communication Theory, 16(4), pp. 411-426. HRDINOVÁ,Jana et al (2010) ?Designing social media policy for government? Center for Technology in Government, State University of New York McQuail, Denis (1998), "Commercialization and beyond", em Denis McQuail and Karen Siune (eds), Media Policy. Convergence, concentration and commerce. Euromedia research group. London, Thousand Oaks, New Delhi, Sage Publications. McQuail, Denis (2000), Mass Communication theory, 4th edition, London, Thousand Oaks, New Delhi, Sage Publications. NEGRINE & STANYER (Eds.) (2007)The Political Communication Reader, Rout Santos, S. & Bicho, C. (2016). Eleições autárquicas 2.0: análise das estratégias de comunicação online de candidatos, partidos e movimentos independentes. Sociologia, Problemas e Práticas. 81, 189-210.
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Objectivos
Como definir as indústrias culturais? E as indústrias criativas? Existem características distintivas neste tipo de indústrias? Na contemporaneidade, de que modo funcionam estas indústrias? O seminário tem três objectivos principais: 1) proporcionar aos alunos uma visão geral de algumas das principais abordagens teóricas utilizadas no estudo das indústrias culturais e criativas; 2) identificar convergências e divergências entre essas abordagens; 3) finalmente, fornecer aos alunos as ferramentas analíticas necessárias para conduzirem a sua própria investigação em indústrias culturais e criativas. Nas aulas serão explorados diversos exemplos dessas abordagens teóricas.
Programa
O objetivo desta UC é o de introduzir os alunos às diferentes abordagens das ciências sociais no estudo das indústrias culturais e criativas. Os seminários irão combinar o estudo das diversas abordagens teóricas e das metodologias de pesquisa na exploração das diferentes etapas da produção cultural: da criação, à reprodução, à circulação até ao consumo. Os seminários abordarão alguns dos seguintes temas: Teorias: clássicos e novas abordagens às indústrias culturais e criativas; Políticas; Práticas e Consumo; Indústrias culturais/criativas e a cidade; Digitalização e Novos media. Alguns dos seminários centrar-se-ão em sectores fundamentais das indústrias culturais e criativas como a Música, o Cinema ou indústrias de emissão/difusão como a Televisão.
Processo de Avaliação
Este seminário é composto pelos seguintes métodos de avaliação contínua: 1) Exercício escrito individual a realizar na sala de aula (20%); 2) Um ensaio apresentado em duas etapas: a) uma apresentação oral (20%); b) um ensaio final individual (60%). A avaliação por exame consiste num trabalho individual escrito.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Adorno, Theodor (2001) The culture industry: selected essays on mass culture, London: Routledge - Anheier, Helmut K and Raj Isar, Yudhishthir (2008) Cultures and Globalization. The Cultural Economy, London: Sage - Davies, Rosamund and Sigthorsson, Gauti (2013) Introducing the Creative Industries From Theory to Practice, London: Sage - Flew, Terry (2012) The Creative Industries: Culture and Policy, London: Sage, 2012 - Hartley, John (2005) Creative Industries, Oxford: Blackwell - Hartley, John; Potts, Jason; Cunningham, Stuart; Flew, Terry; Keane, Michael Banks, John (2012) Key Concepts in Creative Industries, London: Sage - Hesmondhalgh, David (2013) The Cultural Industries. 3rd edition, London: Sage
Bibliografia Opcional
A list of complementary readings will be provided to students by each session leader.
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Objectivos
O objetivo geral é que os alunos absorvam e dominem os principais temas e as técnicas-chave ligados à teoria da empresa e dos sectores. O trabalho envolve o estudo das organizações económicas em contextos competitivos mas, também, regulados. Serão abordados conceitos, métricas e predições relacionados com evolventes sectoriais, estrutura de mercado, fronteiras da empresa, interação estratégia, deliberação empresarial. O estudo da teoria e a experimentação empírica são aplicados ao sector da comunicação, com especial ênfase na esfera digital.
Programa
P1. Teorias da empresa: a) teoria convencional e o problema da produção b) teoria da agência e o problema da governança c) teoria neo-institucionalista e o problema da terceirização d) teoria evolucionista e o problema da inovação
P2. Análise ambiental distante e próxima: a) Macro-contexto estrutural b) Meso-contexto estratégico c) Micro-contexto organizacional
P3. Desenho de estratégias no mercado a) Estratégias preço e não-preço b) Diversificação e diferenciação c) Desenvolvimento de produtos e processos d) Negócios informacionais e em rede
P4. Fontes da liderança industrial a) Empreendorismo e emergência de sectores b) Dinâmica industrial e evolução sectorial c) Posicionamento e vantagem competitiva d) Sustentar o desempenho no longo prazo
Processo de Avaliação
A avaliação é realizada em 2 momentos: 1) ao longo do período letivo e 2) avaliação final. 1- Frequência: 40% 2- Relatório: 50% 3- Participação: 10% A avaliação pressupõe a revelação das competências de escrita e orais, qualidade da pesquisa bibliográfica realizada, conhecimentos adquiridos e a capacidade de análise e síntese.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Besanko, D. (2013), Economics of Strategy, 6th edition Wiley. - Albarran, A., S.M. Chan-Olmsted e M.O. Wirth (eds) (2006), Handbook of Media Management and Economics, London: Lawrence Erlbaum Associates, Publishers.
Bibliografia Opcional
- Shapiro, C. e H. Varian (1998), Information Rules: A Strategic Guide to the Network Economy. - Geroski, P. (2003), The Evolution of New Markets, Oxford: Oxford University Press. - Cunha, M.P., J.V. Cunha e S. Mendonça (2010), Empresa, Progresso e Contestação: O Primeiro Século de Estudos Organizacionais, Lisboa: Sílabo. - Cardoso, G. (ed. (2013), A Sociedade dos Ecrãs, Lisboa: Tinta da China. - Albarran, A. (2010), The Media Economy, London: Routledge. - Picard, Robert G. (2002), Media Firms: Structures, Operations, and Performance, London: Routledge. - Alexander, A. et al. (eds) (2004), Media Economics: Theory and Practice, London: LEA, Publishers. - Albarran, A., S.M. Chan-Olmsted, M.O. Wirth (eds) (2006), Handbook of Media Management and Economics, London: LEA, Publishers. - Recursos como o ?Jounal of Media Economics? e fontes como http://bit.ly/1ywSXO9 e http://bit.ly/1uRVUas
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Objectivos
Programa
A Unidade Curricular irá identificar os pontos fortes e fracos das diferentes abordagens das ciências sociais. O programa cobrirá debates teóricos e as evidências empíricas necessárias para avaliá-los. A UC irá passar através de temas-chave: - As divisões digitais entre sociedades desenvolvidas e em desenvolvimento; - A relação entre a Internet e outras tecnologias, como os telemóveis, a televisão e outros media; - A Internet na Vida Quotidiana: Domesticação e Globalização; - A pesquisa em torno das experiências dos utilizadores: uma perspetiva da indústria; - A Psicologia Social das relações mediadas por Computador; - Telemóveis, a Internet, e o contato perpétuo; - Jovens e Novos Media; - Pesquisa e acesso ao Conhecimento e Informação; - A Internet e a Política; - A Internet e a Sociedade e as suas esferas (cultura, religião, etc).
Processo de Avaliação
Avaliação continua: apresentação sobre um tema específico (20% da nota) e ensaio sobre um dos tópicos abordados ou esboço de pesquisa (70% da nota). A originalidade e a inovação irá pesar na avaliação. O tempo de trabalho é estimado em cerca de 20 horas de pesquisa bibliográfica e/ou de campo. A participação em aula (10%). Os estudantes que não optem pela avaliação contínua ou que nele não tenham aproveitamento, podem recorrer ao exame final (100% da nota) nas épocas previstas para tal efeito.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Berker, T, Hartmann, M., Punie, Y and Ward, K. (Eds) (2005) Domestication of Media and Technologies, Open University Press; Buckingham D. and R. Willett, Digital Generations (Eds) (2006) Digital Generations, Erlbaum; Castells, M. (2001), Internet Galaxy, OUP, Oxford; Haddon, L. (2004) Information and Communication Technologies in Everyday Life: A Concise Introduction and Research Guide,Berg; Ito, M., Matsuda, M. & Okabe, D. (Eds) (2005) Personal, Portable, Pedestrian, Mobile Phones in Japanese Life, MIT Press; Ito, M. (2010) Hanging Out, Messing Around and Geeking Out: Kids Living and Learning with New Media, MIT Press, Cambridge,MA; Ling, R. (2004) The Mobile Connection: The Cell Phone's Impact on Society, Morgan Kaufmann; Van Dijk, J. (2005) The Deepening Divide: Inequality in the Information Society, Sage, London; Wellman, B. & Haythornthwaite, C. (Eds) (2002) The Internet in Everyday Life, Oxford University Press; Bakardjieva, M. (2005)Internet Society, Sage.
Bibliografia Opcional
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Docentes
Ana Pinto Martinho
Departamento de Sociologia
Objectivos
Programa
A unidade curricular foca-se em temas-chave, incluindo o papel dos media e do jornalismo na vida cotidiana, a evolução dos meios de comunicação em um mundo em rápida mudança, a mudança de modelos de negócios e organizações, a regulação dos media e do nascimento e ascensão da nova produção e plataformas de distribuição. A UC centra-se nos seguintes conteúdos centrais: - Quais o papel de rádio e TV para os ecrãs interativos; - Como fazer um jornalismo multimídia - A comunicação digital e a publicação multiplataforma - A economia dos media e o gerenciamento dos media numa época de incerteza - Visões e conhecimento dos reguladores dos media e visões das audiências - Regulação dos media na Europa, a análise comparativa de casos: a cobertura dos ataques de 11 de setembro e M11 - A história do jornalismo digital nos últimos 20 anos.
Processo de Avaliação
Avaliação contínua: participação ativa em todas as sessões. Um primeiro esboço de trabalho de pesquisa (tempo total de trabalho estimado em cerca de 20 horas de pesquisa na biblioteca e/ou de campo), irá representar 70% da nota. A originalidade e inovação irão contribuir 20% para a avaliação. A participação será avaliada em 10%. Os estudantes que não optem pela avaliação contínua ou que nela não tenham aproveitamento, podem recorrer ao exame final (100% da nota) nas épocas previstas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
S. Allan, The Routledge Companion to News and Journalism London: Routledge 2009; C. Beckett, Supermedia London: Blackwell, 2008; S.Cottle, Global Crisis Reporting Milton Keynes: Open University Press, 2009 L. Chouliaraki, Spectatorship of Suffering, London: Sage 2006;; P.Frosh and A.Pinchevski (2009) Media Witnessing London: Palgrave De Burgh Making Journalists London: Sage 2005; K. Hafez, The myth of media globalization. Cambridge: Polity 2007; G. Muhlmann, A Political History of Journalism Cambridge: Polity 2008; C. Paterson, and A. Sreberny (eds) International News in the 21st Century. Eastleigh: John Libbey Publishers for University of Luton Press, 2004; R. Silverstone, Media and Morality: On the rise of the Mediapolis, Cambridge: Polity, 2006
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Guya Accornero
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
O papel das novas tenologias digitais foi muito importante nas mais recentes vagas de protesto, desde a primavera árabe até ao movimento occupy. Por outro lado, estas mesmas novas tecnologias representam também um recurso fundamental para a própria análise dos movimentos sociais. A UC propõe-se de enfrentar a questão dos movimentos sociais na era digital deste dúplice ponto de vista. Assim, por um lado, pretende-se fornecer aos alunos um conhecimento aprofundado das novas formas de protesto (os assim chamados novos-novos movimentos sociais, ou mega networks). Por outro lado, os alunos irão adquirir familiaridade com as principais teorias e metodologias de análise elaboradas no âmbito dos social movements studies, sobretudo relacionadas com os novos meios de comunicação. Por fim, os alunos serão convidado a realizar um trabalho empírico com aplicação dos instrumentos de pesquisa apreendidos.
Programa
O curso será desenvolvido em volta dos seguintes Conteúdos Programáticos(CP): CP1.Introdução ao conceito de movimento social e política do conflito; CP2.Introdução à sociologia dos movimentos sociais: origens desta área de estudos, as questões mais enfrentadas, os debates abertos, as principais obras realizadas, a sua evolução face à era digital; CP3.Explicação das principais metodologias de estudo dos movimentos sociais: Protest Event Analysis, entrevistas a militantes,análise das redes, análise dos conteúdos das plataformas digitais dos movimentos; CP4.Apresentação da aplicação das diferentes metodologias nos trabalhos realizados nesta área (abordagens macro, mega e micro); CP5.Análise das mais recentes vagas de mobilizações (primavera árabe, occupy e indignados) e do papel das TIC, com foque nos movimentos anti-austeridade na Europa do Sul e em Portugal; CP6.Desenvolvimento de um trabalho empírico através dos instrumentos de análise teóricos e metodológicos adquiridos.
Processo de Avaliação
Avaliação contínua:participação assídua (20%).Os estudantes serão também avaliados através de um teste escrito sobre os principais assuntos (30%) e de um ensaio individual sobre um assunto específico por eles escolhido (50%).O tempo de trabalho necessário para o esboço está estimado em 20h de pesquisa bibliográfica e/ou trabalho de campo. Os estudantes que não optem pela avaliação contínua ou que nela não tenham aproveitamento, podem recorrer ao exame final (100%) nas épocas previstas para tal.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bimber B., Flanagin A. J., Stohl C. (2012). Collective Action in Organizations: Interaction and Engagement in an Era of Technological Change. New York: Cambridge University Press. Castells, M. (2012), Networks of outrage and hope., Malden: Cambridge University Press. Della Porta, D. (2014), Methodological Practices in Social Movement Research, Oxford: Oxford University Press. Earl J, Kimport K. (2011). Digitally Enabled Social Change: Activism in the Internet Age. Cambridge: MIT Press. Lewis, K., Gray, K. Meierhenrich, J. (2014), ?The Structure of Online Activism?, Sociological Science 1: 1-9. Tremayne, M. (2013), ?Anatomy of Protest in the Digital Era: A Network Analysis of Twitter and Occupy Wall Street?, Social Movement Studies: Journal of Social, Cultural and Political Protest 13(1): 110-126. Trottier, D, Fuchs, C. (2014), Social media, politics and the state. Protests, revolutions, riots, crime and policing in the age of Facebook, Twitter and YouTube. New York: Routledge.
Bibliografia Opcional
Accornero, G. and Ramos Pinto P. (2015), ?Mild Mannered?? Protest and Mobilisation in Portugal in Times of Crisis?, West European Politics 38(3): 491-515. Beissinger, M. ?Conventional' and 'Virtual' Civil Societies in Autocratic Regimes?, paper presented at the 20th International Conference of Europeanists, Amsterdam, The Netherlands, June 25-27, 2013. Flesher Fominaya, C. (2014), ?Debunking Spontaneity: Spain's 15-M/Indignados as Autonomous Movement?, Social Movement Studies: Journal of Social, Cultural and Political Protest 14(2): 142-163. Foot, K. A., Schneider, S. M. (2006), Web campaigning. Cambridge, MA: MIT Della Porta D., Diani M. (1999), Social movements: an introduction, Blackwell, Oxford. Howard P. N., Parks M. R. (2012), ?Social Media and Political Change: Capacity, Constraint, and Consequence?, Journal of Communication 62 (2): 359?62 Latour, B. (2005), Reassembling the Social: An Introduction to. Actor-Network-Theory. New York: Oxford University. Press. McAdam, D., Tarrow, S.G. and Tilly, C. (2001), Dynamics of Contention, New York, NY: Cambridge University Press. Melucci, A. (1996), Challenging Codes: Collective Action in the Information Age. New York: Cambridge University Press. Mosca, L. (2010), ?From the Streets to the Net? The Political Use of the Internet by Social Movements?, International Journal of E-Politics 1(1): 1-21 Mosca, L., Calenda, D. (2009), Researching online participation, special issue of Information, Communication & Society 12(6). Tarrow S. (2011). Power in Movement: Social Movements and Contentious Politics. New York: Cambridge University Press Tilly, C., Tarrow, S. (2006), Contentious Politics, Boulder: Paradigm. Van de Donk, W. et al. (2006), Cyberprotest: New Media, Citizens and Social Movements, London: Routledge. Wolfsfeld, G., Segev, E., Sheafer, T. ?Social Media and the Arab Spring. Politics Comes First?, The International Journal of Press/Politics 18(2): 115-137
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Docentes
Cláudia Álvares
Departamento de Sociologia
Tiago Lapa
Departamento de Sociologia
Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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Docentes
Jorge Vieira
Departamento de Sociologia
Objectivos
Esta UC está estruturada em torno da investigação académica sobre o uso articulado de vários media para o desdobramento de uma narrativa.
Tem como objetivo geral uma introdução, quer ao pensamento teórico, quer às melhores práticas de produção transmedia no campo das indústrias de entretenimento.
Pretende ainda o enquadramento destas narrativas transmedia no actual panorama mediático, fomentando uma compreensão profunda dos principais conceitos e debates relativos às novas tecnologias de informação e comunicação.
Programa
Esta UC aborda o estudo de narrativas transmedia desdobrando o percurso pedagógico sobre várias dimensões temáticas articuladas entre si.
P1: Olhar panorâmico sobre o movimento contemporâneo favorável ao advento de narrativas transmedia e entretenimento multiplataforma
P2: Propostas de definição da categoria "transmedia" e termos similares
P3: Genealogia deste tipo de narrativas
P4: Características chave de uma narrativa transmedia P5: Estratégias de construção de uma narrativa em várias plataformas de media
P6: Métodos de análise de um projeto transmedia
Processo de Avaliação
Participação ativa e assiduidade com peso de 10% na nota final. Apresentação oral com peso de 20%. Trabalho individual escrito com peso de 70%, com uma componente teórica/conceptual, complementada com um caso de estudo prático ou projeto. O tempo total necessário para o trabalho é estimado em cerca de 20 horas e este deverá ocupar 15 páginas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Evans, Elizabeth (2011) 'Transmedia Television: Audiences, New Media, and Daily Life', London, Sage
Gambarato, Renira Rampazzo (2013) 'Transmedia Project Design: Theoretical and Analytical Considerations', Baltic Screen Media Review 1, 81-100.
Gambarato, Renira Rampazzo & Lorena Peret Teixeira Tárcia (2016) 'Transmedia Strategies in Journalism', Journalism Studies, 1-19.
Jenkins, Henry (2006), Convergence Culture. Where Old and New Media Collide, New York and London, New York University Press.
Jenkins, Henry (2010), "Transmedia Storytelling and Entertainment: An annotated syllabus", Continuum: Journal of Media & Cultural Studies, XXIV, (6), pp.943-958
Pratten, Robert (2011), Getting Started in Transmedia Storytelling. A Practical Guide for Beginners, Marston Gate, self-published.
Scolari, Carlos (2013) Narrativas Transmedia: Cuando Todos Los Medios Cuentan, Bilbao, Deusto
Bibliografia Opcional
Bernardo, Nuno (2011) The Producer's Guide to Transmedia. How to Develop, Fund, Produce and Distribute Compelling Stories Across Multiple Platforms, Lisbon, beActive books.
Bernardo, Nuno (2013) Transmedia 2.0, How to create an entertainment brand using a transmedial approach to storytelling, Lisbon, beActive books.
Dena, Christy (2009) Transmedia Practice: Theorising the practice of expressing a fictional world across distinct media and environments. PhD Thesis, School of Letters, Art and Media, Sydney
Edmond, Maura (2015) 'All platforms considered: Contemporary radio and transmedia engagement', New Media & Society 17(9), 1566-1582
Evans, Elizabeth (2015) 'Layering Engagement: The Temporal Dynamics of Transmedia Television', Storyworlds: A Journal of Narrative Studies 7(2), 111-19.
Evans, Elizabeth (2008) 'Character, audience agency and transmedia drama', Media, Culture & Society 30(2), 197-213, Sage
Graves, Michael (2011) 'Lost in a Transmedia Storytelling Franchise: Rethinking Transmedia Engagement'. PhD Thesis, Film and Media Studies and the Graduate Faculty of the University of Kansas, Kansas
Jenkins, Henry (2003), "Transmedia Storytelling. Moving characters from books to films to video games can make them stronger and more compelling", MIT Technology Review, (Online). Available at: http://www.technologyreview.com/news/401760/transmedia- storytelling/.
Jenkins, Henry (2007), "Transmedia Storytelling 101", Confessions of an Aca-Fan. The Official Weblog of Henry Jenkins, (Online). Available at: http://henryjenkins.org/2007/03/ transmedia_storytelling_101.html.
Jenkins, Henry (2009a), "The Revenge of the Origami Unicorn: Seven Principles of Transmedia Storytelling (Well, Two Actually. Five More on Friday)", Confessions of an Aca- Fan. The Official Weblog of Henry Jenkins, (Online). Available at: http://henryjenkins.org/ 2009/12/the_revenge_of_the_origami_uni.html.
Jenkins, Henry (2009b), "Revenge of the Origami Unicorn: The Remaining Four Principles of Transmedia Storytelling", Confessions of an Aca-Fan. The Official Weblog of Henry Jenkins, (Online). Available at: http://henryjenkins.org/2009/12/ revenge_of_the_origami_unicorn.html.
Jenkins, Henry (2010), "Transmedia Storytelling and Entertainment: An annotated syllabus", Continuum: Journal of Media & Cultural Studies, XXIV, (6), pp.943-958.
Jenkins, Henry, Sam Ford and Joshua Green (2013), Spreadable Media. Creating Value and Meaning in a Networked Culture, New York and London, New York University Press.
Long, Geoffrey A. (2007), Transmedia Storytelling. Business, Aesthetics and Production at the Jim Henson Company, Master Thesis in Comparative Media Studies, Massachusetts Institute of Technology, Cambridge
Mittell, Jason (2013), "Forensic Fandom and the Drillable Text", Spreadable Media: Enhanced Version, (Online). Available at: http://spreadablemedia.org/essays/mittell/#.VHqBXmSsWtu. Moloney, Kevin T. (2011), Porting Transmedia Storytelling to Journalism, Master Thesis in Social Sciences, Denver, University of Denver.
Pearson, Roberta & Anthony N. Smith (eds.) (2015) Storytelling in the media convergence age. Exploring screen narratives, Hampshire, Palgrave Macmillan
Perryman, Neil (2008), "Doctor Who and the Convergence of Media: A Case Study in 'Transmedia Storytelling'", Convergence: The International Journal of Research into New Media Technologies, XIV, (1), pp.21-39.
Rodríguez-Ferrándiz, Raúl et al. (2014) 'Transmedia contents created around Spanish television series in 2013: typology, analysis, overview and trends', Communication & Society 27(4), 73-94. Roos, Cecilia (2012) 'Producing Transmedia Stories. A Study of Producers, Interactivity and Prosumption', Malmö, Malmö University.
Scolari, Carlos Alberto (2009) 'Transmedia Storytelling: Implicit Consumers, Narrative Worlds, and Branding in Contemporary Media Production', International Journal of Communication, 1-21.
Scolari, Carlos, Paolo Bertetti & Matther Freeman (2014) Transmedia Archaeology. Storytelling in the Borderlines of Science Fiction, Comics and Pulp Magazines, Basingstoke, Palgrave
Smith, Aaron Michael (2009) 'Transmedia Storytelling In Television 2.0', Thesis, Middlebury College.
Smith, Aaron Michael (2011) 'Lost in a Transmedia Universe', Geminis, 1-31.
Ugartemendía, José Ig Galán (2012) 'La transmedialidad, una nueva gramática para el sujeto complejo', Portal Comunicación, http://portalcomunicacion.com/lecciones_det.asp?id=71
Various Authors (2014) International Journal of Communication, Special Issue "Transmedia Critical: Empirical Investigations into Multiplatform and Collaborative Storytelling"
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Docentes
Pedro Pereira Neto
Departamento de Sociologia
Objectivos
Nesta UC os alunos irão desenvolver conhecimento em torno das problemáticas inerentes à vigilância, censura e identificação com particular enfoque nas suas dimensões teóricas, práticas e políticas na época contemporânea. Abordando contextos e problemáticas diferenciadas, o aluno irá adquirir competências que permitem quer uma leitura transversal das problemáticas em torno de políticas securitárias no contexto internacional, quer a compreensão das implicações do uso de tecnologias de informação e comunicação ao nível da privacidade, confidencialidade e direitos e liberdades civis.
Programa
P1 - As origens da vigilância e do controlo: a constituição dos estados modernos P2 - Teorias do pluralismo e da autoridade, em particular Voltaire, Strauss, Foucault, Habermas P3 - Abordagens multidisciplinares da vigilância P4 - Tecnologias de vigilância: Videovigilância; Cartões de identificação, biometria, vigilância eletrónica P5 - A construção de um espaço transnacional de direitos fundamentais: da Convenção Europeia de Direitos Humanos à Carta Europeia dos Direitos Fundamentais P6 - Os espaços da vigilância e do controlo na Europa: da diluição das fronteiras interna ao reforço de fronteiras externas P7 - Direitos e liberdades: liberdade - Segurança; controlo - privacidade
Processo de Avaliação
Participação nas aulas (presença e qualidade da participação): 30% Redação de relatório final respondendo a um tema acordado com o docente (70%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1. Aas, Katja Franko, Helen O. Gundhus and Heidi M. Lomell, eds. 2009. Technologies of Insecurity: The Surveillance of Everyday Life. Oxon: Routledge. 2. Appadurai, Arjun. 2006. Fear of Small Numbers: an essay on the geography of anger. Londres: Public Planet Books. 3. Crettiez, Xavier and Pierre Piazza. 2006. Du papier à la biométrie. Identifier les individus. Paris: Presses de Sciences, Po. 4. Foucault, Michel. 1975. Vigiar e Punir. Petrópolis: Vozes 5. Frois, Catarina. 2013. Peripheral Vision. Politics, Technology and Surveillance. London and New York: Berghahn 6. Frois, Catarina. 2011. Vigilância e Poder. Lisboa: Mundos Sociais 7. Lyon, David, ed. 2006. Theorizing Surveillance: The Panopticon and Beyond. London: Willan Publishing. 8. Machado, Helena. 2007. Moralizar para Identificar. Cenários da Investigação Judicial da Paternidade. Porto: Edições Afrontamento.
Bibliografia Opcional
Bigo, Didider. 2008. "Security: A Field Left Fallow." In Dillon, Michael and Andrew Neals, eds. Foucault on Politics, Security and War. London: Palgrave, 93-114. Bigo, Didier and Anastassia Tsoukala, eds. 2008. Terror, Insecurity and Liberty. Iliberal Practices of Liberal Regimes After September 11. New York: Routledge. Cunha, Manuela (org.). 2008. Aquém e Além Prisão: Cruzamentos e Perspectivas. Lisboa: 90º Deleuze, Gilles. 1992. "Postscript on the Societies of Control", October 59: 3-7. Dillon, Michael e Andrew Neal. 2008. Foucault on Politics, Security and War. Nova Iorque: Palgrave Macmillan. Eriksen, Thomas H., Ellen Bal e Oscar Salemink. 2010. A World of Insecurity. Anthropological Perspectives on Human Insecurity. Londres e Nova Iorque: Pluto Press. Ferreira, Pedro e Susana Durão. 2010. A Percepção da Segurança em Portimão. Relatório de Investigação, Instituto de Ciências Sociais. Hempel, Leon e Eric Töpfer. 2004. CCTV in Europe. Final Report. Berlim: Centre for Technology and Society. Hobbsbawm, Eric. 2008. Globalização, Democracia e Terrorismo. Lisboa: Ed. Presença. Inda, Jonathan Xavier. 2006. Targeting Immigrants. Government, Technology, and Ethics. Oxford: Blackwell. Machado Helena e Filipe Santos. 2011. Direito, Justiça e Media: Tópicos de Sociologia. Porto: Afrontamento. Monahan, Torin, ed. 2006) Surveillance and Security. Technological Politics and Power in Everyday Life. Nova Iorque: Routledge Miller, Peter and Nikolas Rose. 2008. Governing the Present. Administering Economic, Social and Personal Life. Cambridge: Polity Press Rogeiro, Nuno. 2003. O Inimigo Público. Lisboa: Gradiva Samatas, Minas. 2004. Surveillance in Greece. From Anticommunist to Consumer Surveillance. Nova Iorque: Pella. Smith, Gavin. 2004. "Behind the Screens: Examining Constructions of Deviance and Informal Practices among CCTV Control Room Operators in the UK." Surveillance & Society, 2 (2/3): 376-395. Spencer, Jonathan. 2007. Anthropology, Politics and the State. Democracy and Violence in South Asia. Cambridge: Cambridge University Press. Wacquant, Loic. 2007. "Os excluídos da sociedade de consumo: toxicodependentes, psicopatas e sem-abrigo nas prisões americanas. Análise Social, Vol. XLII (185): 987-1003. Wood, David Murakami e William Webster. 2009. Living in Surveillance Societies: the Normalisation of Surveillance in Europe and the Treat of Britain's Bad Example. Journal of Contemporary European Research 5 (2): 259-273. Zureik, Elia. 2003. "Theorizing surveillance: the Case of the Workplace." In Lyon, David, org. Surveillance as Social Sorting. Privacy, Risk and Discrimination. Londres e Nova Iorque: Routledge
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
A UC Ecrãs e Leitura Digital tem como principal objectivo compreender o fenómeno leitura digital e o seu impacto no consumo e práticas de leitura, bem como no sector editorial. De modo a incentivar o desenvolvimento de pensamento crítico relativamente à leitura digital, a UC será organizada em torno de três grandes áreas: ecologia da leitura digital, novas práticas de leitura e impacto da leitura digital no sector editorial. No final desta UC espera-se que os alunos tenham desenvolvido as seguintes competências: ? Mapear o fenómeno leitura digital ? Caracterizar as diferentes plataformas de leitura digital ? Compreender as novas práticas de leitura ? Compreender e enquadrar os principais desafios jurídicos no âmbito da leitura digital ? Ser capaz de analisar o impacto da leitura digital no sector do livro ? Compreender as principais estratégias de edição digital ? Reflectir sobre a relação que se estabelece entre leitura digital e novas literacias
Programa
1. O conceito de Leitura Digital 2. A ecologia da Leitura digital 3. Plataformas de Leitura Digital 4. Práticas de leitura: Consumo e práticas 5. Locais e espaços de leitura digital 6. Políticas de incentivo e desafios jurídicos 7. A leitura digital no contexto editorial 8. Estratégias de Edição Digital 9. A transformação do sector do livro 10. Novas Literacias
Processo de Avaliação
1. Trabalho de grupo. Relatório de 5 a 7 páginas sobre uma boa prática de edição ou projectos de incentivo à leitura digital. 2. Trabalho escrito individual. Os alunos deverão escrever um ensaio de 15 a 20 páginas, resultante de trabalho de investigação empírica, sobre um dos temas discutidos nas aulas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Birkerts, S. (2006). The Gutenberg Elegies: The Fate of Reading in an Electronic Age. New York: Faber & Faber [1994]. Bolter, J. D. e R. Grusin (2000). Remediation: Understanding New Media. Cambridge (MA): MIT Press. Furtado, J. A. (2009). A Edição de Livros e a Gestão Estratégica. Lisboa: Booktailors. Gomez, J. (2008). Print Is Dead: Books in Our Digital Age. New York: Macmillan. Logan, R. (1987). The Alphabet Effect: The Impact of the Phonetic Alphabet on the Development of Western Civilization. Toronto: St. Martin Press. McLuhan, M. (2011 ) The Gutenberg Galaxy. Toronto: University of Toronto Press. Nunberg, G. (1996). The Future of the Book. Berkeley e Los Angeles: University of California Press. Thompson, J.B. (2005). Books in the Digital Age: The Transformation of Academic and Higher Education Publishing in Britain and the United States. Londres: Polity Thompson, J.B. (2010). Merchants of Culture. Londres: Polity
Bibliografia Opcional
Bolter, J.D. (2001). Writing space: Computers, hypertext, and the remediation of print. Mahwah (NJ) e Londres: Lawrence Erlbaum Associates (2ª Ed.). Cull, B. W. (2011). ?Reading revolutions: Online digital text and implications for reading in academe?. First Monday, 16 (6). Disponível em: http://firstmonday.org/htbin/cgiwrap/bin/ojs/index.php/fm/article/viewArticle/3340/2985. Darnton, R. (2010). The Case for Books: Past, Present, and Future. Nova Iorque: PublicAffairs. Furtado, J. A. (1999). ?As bibliotecas públicas, as suas missões e os novos recursos de informação?. Liberpolis, 2. Furtado, J. A. (2004). ?Metamorfoses da Edição na Era Digital?. Artigo apresentado no I Seminário Brasileiro sobre Livro e História Editorial, Rio de Janeiro. Furtado, J. A. (2006). ?Livro e leitura no novo ambiente digital?. In Pombo et al. Enciclopédia e Hipertexto. Lisboa: Editora Duarte Reis. Furtado, J. A. (2007). ?Fractura digital e literacia: Reequacionar as questões do acesso?. Comunicação & Cultura, 3, pp. 97-111. Furtado, J. A. (2010). ?Hipertexto revisited?. Letras de Hoje, 45 (2), pp. 31-55. Howard, N. (2009). The Book: The Life Story of a Technology. Westport (Co.) e Londres: Greenwood Press. Jenkins, H. (2006). Convergence Culture. Nova Iorque e Londres: New York University Press. Lessig, L. (2004). Free Culture: The Nature and Future of Creativity. Nova Iorque: Penguin Books. Lessig, L. (2006). Code ? Version 2.0. Nova Iorque: Basic Books. Liu, Z. (2005). ?Reading behavior in the digital environment: Changes in reading behavior over the past ten years?. Journal of Documentation, 61(6), 700?712. Liu, Z. (2006). ?Print vs. Electronic Resources: A Study of User Perceptions, Preferences, and Use?. Information Lynch, C. (2001). ?The Battle to Define the Future of the Book in the Digital World?. First Monday, 6 (6). Disponível em: http://firstmonday.org/htbin/cgiwrap/bin/ojs/index.php/fm/rt/printerFriendly/864/773. Mangen, A. (2008). ?Hypertext Fiction Reading: Haptics and Immersion?. Journal of Research in Reading, 31 (4), pp. 404-419. Mangen, A. and J.-L. Velay (2010). ?Digitizing Literacy: Reflections on the Haptics of Writing?. In Mehrdad Hosseini Zadeh (Ed.). Advances in Haptics. InTech, Disponível em: http://www.intechopen.com/articles/show/title/digitizing-literacy-reflections-on-the-haptics-of-writing Manguel, A. (1999). Uma História da Leitura. Lisboa: Editorial Presença. Martins, J. M. (1999). Marketing do Livro: Materiais para uma Sociologia do Editor Português. Oeiras: Celta. Martins, J. M. (2005). As Profissões do Livro. Lisboa: Verbo. Processing and Management, 42(2), 583?592. Reinking, D. et al. (Eds.) (1998). Handbook of Literacy and Technology: Transformations in a Post-typographic World. Mahwah (NJ) and London: Lawrence Erlbaum Associates. Rodríguez, J. (2007). Edición 2.0 ? Los Futuros del Libro. Barcelona: Melusina. Striphas, T. (2011). The Late Age of Print: Everyday Book Culture from Consumerism to Control. Nova Iorque: Columbia University Press. Walsh, M., J. Asha and N. Sprainger (2007). ?Reading Digital Texts?. Australian Journal of Language and Literacy, 30 (1), pp. 40-53.
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Docentes
Caterina Foa
Departamento de Sociologia
Miguel Crespo
Departamento de Sociologia
Objectivos
Esta Unidade Curricular pretende preparar profissionais e académicos para trabalhar como ?jornalistas empreendedores? em ambientes de tecnologia digital, como a Internet e os telemóveis, e/ou desenvolver atividades académicas relacionadas com o impacto dessas tecnologias no jornalismo e com a necessidade de inovação no jornalismo. O principal foco da UC será o processo de criação de empreendimentos jornalísticos inovadores para o ecossistema de média emergente criado pela Revolução Digital. Serão abordados o impacto das tecnologias digitais na indústria jornalística, tanto no lado da produção quanto no lado do consumo. Especial atenção será dada às mudanças nos modelos de negócio e de distribuição. Através de estudo de casos mais relevantes, serão dissecadas iniciativas jornalísticas digitais inovadoras.
Programa
O novo ecossistema dos média na Era Pós-Industrial A rutura dos modelos de média da Era Industrial O jornalista empreendedor: reinventar o jornalismo A cultura das startup tecnológicas e sua importância para o jornalismo Da ideia inicial à startup: o desenvolvimento de um projeto Elevator pitch: como apresentar um projeto Sete passos para o jornalismo empreendedor segundo Jeremy Caplan Princípios do Design Thinking: inspiração, ideation e implementação Business Model Generation: a elaboração de canvas para modelos de negócio
Processo de Avaliação
A avaliação tem 2 momentos:1)Período letivo: assiduidade (e pontualidade) igual ou superior a 80% e participação oral ativa (10%); 2)Trabalho escrito individual. O tempo para o trabalho é de cerca de 20h de pesquisa em biblioteca, e/ou trabalho de campo. A versão final representa 70% da nota. A originalidade e a inovação na investigação para a redação do artigo contribui para a avaliação com 20%.São aprovados os alunos com notas superiores a 9,5 valores nas 2 avaliações (admitidas 2 faltas).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Anderson, C.W.; Bell, Emily; and Sharky, Clay. Post-Industrial Journalism: Adapting to the Present. Columbia Journalism School, Tow Center, 2012. disponível online Briggs, Mark. Entrepreneurial Journalism: How to Build What?s Next for News. CQ Press, Thousand Oaks, CA, 2012. Christensen, Clayton M.; Skok, David; Allworth, James. Be the Disruptor, in Nieman Reports, Fall 2012, Vol. 66, No. 3, The Nieman Foundation for Journalism at Harvard University. disponível online. Osterwalder, Alexander and Pigneur, Yves. Business Model Generation. John Wiley and Sons Inc., Hoboken, NJ 2010. Ries, Eric. The Lean Startup. Crown Business, New York, NY. 2011.
Bibliografia Opcional
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2 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
O objectivo desta unidade curricular é dotar os estudantes de conhecimentos teóricos e práticos sobre a definição e acesso a fontes de informação e a documentação, nomeadamente a documentação de arquivo. A reflexão sobre o conceito de documento bem como os procedimentos a que deve ser submetida a informação e documentação utilizada na elaboração de estudos científicos são também aspectos contemplados.
Programa
CP1 - Teoria e história da informação e da documentação. O processo informativo-documental. A mensagem documental CP2- Conceito de documento CP3- Hermenêutica e crítica do documento e da informação CP4- Organização e representação da informação CP5- O arquivo e o documento de arquivo. Arquivos históricos; Arquivos intermédios; Arquivos correntes CP6- A pesquisa e o acesso à informação nos arquivos CP7 - Arquivos especiais: sonoros, fotográficos, cinema, digitais CP8- Outras fontes documentais: fontes orais, fontes literárias, imprensa cinema, memórias, objectos.
Processo de Avaliação
Preparação e participação nas aulas (10%).Elaboração de um trabalho individual e sintético, com apresentação oral na sala de aula (30%) e entrega do trabalho por escrito no final das aulas (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Chaumier, Jacques (1993), Les Techniques Documentaires, Paris, Puf. Coeuré, Sophie; Duclert, Vincent (2001), Les archives, Paris, La Découverte. Farge, Arlette (1989), Le gout de l?archive, Paris, Seuil. Le Goff, Jacques (1984), «Documento/Monumento», in: Enciclopédia Einaudi, vol. I, Lisboa, Imprensa Nacional, pp. 95-104 López Yepes, J. (1995), La documentación como disciplina. Teoria e historia, Pamplona, Eunsa, 1995 Pinto Molina, M. (1991), Análisis documental: fundamentos y procedimientos, Madrid, Eudema. Ribeiro, Fernanda (2003), O acesso à informação nos arquivos, 2 volumes, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian / Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Rousseau, Jean-Yves, et al. (1998), Os fundamentos da disciplina arquivística, Lisboa, Dom Quixote Silva, Armando Malheiro da (2006), A Informação. Da compreensão do fenómeno e construção do objecto científico, Porto, Ed. Afrontamento.
Bibliografia Opcional
AA.VV. (2004), Olhares cruzados entre arquivistas e historiadores, Lisboa, IAN/TT. AA.VV (1985),Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas - A Informação em Tempo de Mudança - Actas, 2 vols., Porto, BAD. Alves, Ivone, et al. (1993), Dicionário de terminologia arquivística, Lisboa, Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro. Barthes, Roland (2012), A Câmara Clara, Lisboa, Ed. 70 (reedição). Carrión Gúties, Manuel (2002), Manual de Bibliotecas, Madrid, Fundación Germán Sánchez Ruipérez. Eco, Umberto (2002), A Biblioteca, Lisboa, Difel (5.ª edição). Eco, Umberto (1980), Como se faz uma tese em ciências humanas, Lisboa, Presença. Guinchat, Claire e Menou, Michel (1985), Introduction générale aux sciences et techniques de l'information et de la documentation, Paris, Presses de l'UNESCO. Hildesheimer, Françoise (1984), Les archives? Pourquoi ? Comment ?, Paris Éditions de l´Érudit. Leal, Maria José da Silva e Pereira, Miriam Halpern, coord. (1988), Arquivo e Historiografia. Colóquio sobre as fontes da História Contemporânea portuguesa, Lisboa, INCM. Lodolini, E. (1986), Archivistica. Principi e problemi, Milão, Franco Angeli (3.ª ed). Mattoso, José (1988), A Escrita da História. Teoria e métodos, Lisboa, Editorial Estampa Mban, Albert (2007), Les problèmes des archives en Afrique : à quand la solution?, Paris,L'Harmattan. McGarry, Kelvin J. (1984), Da documentação à informação: um contexto em evolução, Lisboa, Ed.Presença Pavão, Luís (1997), Conservação de Colecções de Fotografia, Lisboa, Dinalivros. Poulain, Marine, dir. (1992), Les bibliothèques publiques en Europe, Paris, Edition du Cercle de la Librairie. Serrão, Joel, coord. (1984-1985), Roteiro de Fontes da História Portuguesa Contemporânea, 3 Volumes, Lisboa, Instituto Nacional de Investigação Científica. Silva, Armando Malheiro da; Ribeiro, Fernanda; Ramos, Júlio e Real, Manuel Luís, (1999), Arquivística. Teoria e prática de uma ciência da informação, Porto, Afrontamento. Sontag, Susan (1986), Ensaios sobre fotografia, Lisboa, D. Quixote. Traniello, Paolo (1997), La Biblioteca Pubblica. Storia di un istituto nell?Europa contemporanea, Bolonha, il Mulino.
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Objectivos
Esta unidade visa fornecer aos alunos(as) competências práticas de aplicação da análise de conteúdo recorrendo a um programa informático especializado: MAXQDA.
Programa
1.A análise de conteúdo 1.1 Introdução. Estratégias de análise de conteúdo. Comparação da análise de conteúdo clássica com a grounded theory. 1.2 A questão da amostragem na seleção dos documentos a tratar. As etapas na realização da análise de conteúdo. As vantagens e desvantagens da análise de conteúdo. Aplicações da análise de conteúdo. Fiabilidade e validade na análise de conteúdo. 2. A utilização do software MAXQDA na análise de diversos tipos de dados qualitativos. 2.1 Etapas, processos e tarefas na utilização do MAXQDA: estrutura de codificação; labels; contagens; 3. Apresentação de resultados e publicação de estudos com análise de conteúdo 3.1 Produção de um codebook de apresentação dos resultados: excertos, contagens, proporções, nuvens de palavras, 3.2 Publicação dos resultados em diferentes tipos de publicações
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de ficha de leitura (30%); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. (2012). Social Research Methods. Oxford: Oxford University Press
Denzin, N.K., & Lincoln, Y.S. (2000). Handbook of Qualitative Research. London: Sage.
MAXQDA 12 Reference Manual, Verbi Software, Berlin
Bibliografia Opcional
Duarte, Vera (2015), "Delinquência Juvenil feminina a várias vozes. Contributos para a contrução de uma tipologia de percursos transgressivos", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 49-66.
Gomes, Rui Telmo (2014), "O pessoal está interessado numa tour". Ritos de procrastinação das cenas musicais underground", Sociologia, Problemas e Práticas 76, pp.51-68.
Lemos, Valter e Anabela Serrão (2015), "O impacto político do PISA em Portugal através dos media", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 87-104.
Nunes, Ana Rita e Sara Falcão Casaca (2015), "As mulheres perante o desafio de uma carreira internacional", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 77-94.
Silveira, Liane (2015), "Eu sou os olhos dela. As babás nas imagens, na praça ou na etnografia do olhar", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 95-111.
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Objectivos
A UC de Análise de Indicadores Estatísticos tem como objetivos proporcionar aos estudantes, através da realização de atividades práticas, o desenvolvimento de competências de avaliação e utilização de fontes estatísticas, tomando como referência o trabalho de investigação científica e de redação dos respetivos produtos. Pretende-se dotar os alunos das competências que lhes permitam ler, interpretar e usar de forma informada as estatísticas disponíveis em diversas das suas áreas fundamentais.
Programa
CP1. O sistema estatístico nacional e internacional (Instituto Nacional de Estatística e órgãos de competências delegadas; Organismos das Nações Unidas, Eurostat, OCDE); Métodos e amplitude da recolha de informação. CP2. Recenseamento da população e estatísticas demográficas; CP3. Educação: Sistema de ensino, recenseamentos escolares e qualificações da população; CP4. PIB, rendimentos, proteção social e desigualdades sociais; CP5. Trabalho, emprego e grupos profissionais; CP5. Ciência, tecnologia e sociedade do conhecimento; CP6. Indicadores compósitos: índice de desenvolvimento humano; CP7. Dos indicadores estatísticos à investigação sociológica. Articulação das estatísticas oficiais com a utilização de bases de dados internacionais Eurobarometer, EVS, IPPS, ESS.
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de apresentação oral individual em sala de aula (30%) (caso a turma seja grande será proposta uma alternativa); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bacelar, Sérgio, Para uma Sociologia da Produção Estatística: virtualidades duma leitura sintomática da informação estatística, Lisboa, INE. Carrilho, Maria José, População Activa: conceito e extensão através dos censos, Lisboa, INE. Ferreira, Maria João e Isabel Tavares, Notas sobre a História da Estatística, Dossiers Didácticos, VI, Lisboa, INE. Freire, João (1999), Problemas técnico-metodológicos em inquéritos sociológicos: a propósito de questões de valores e orientações dos sujeitos em matéria sócio-económica, Revista Crítica de Ciências Sociais, 55, pp. 37-51. Ramos, Pedro M.G. N. (2013), Torturem os Números que Eles Confessam, Coimbra: Almedina. Silva, Ana Alexandrino (2006), Gráficos e Mapas - representação de informação estatística, Lisboa, Lidel. Sousa, Fernando (1995), História da Estatística em Portugal, Lisboa, INE.
Bibliografia Opcional
Páginas Web e bases de dados
Bases de Dados de Informação Estatística: http://www.ine.pt http://www.oecd.org http://epp.eurostat.ec.europa.eu/portal/page/portal/eurostat/home/ http://www.unesco.org http://www.ilo.org http://www.eurofound.europa.eu/ http://www.apis.ics.ul.pt/ http://zacat.gesis.org/webview/
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Objectivos
A presente disciplina visa discutir e potenciar a utilização sociológica do conceito de rede, visto como uma poderosa ferramenta teórica e metodológica. Neste sentido, combina uma reflexão teórico-analítica sobre o conceito de rede com a apresentação de estratégicas metodológicas de análise de redes sociais. Serão apresentados algumas aplicações informáticas específicas para a análise de redes, bem como algumas medidas estatísticas de análise de redes sociais, algo que será complementado com indicações bibliográficas e referências a pesquisas realizadas neste âmbito.
Programa
1. Rede Social: conceito e noções básicas 2. Aproximações teóricas com recurso à metáfora da rede - um guia 3. Apropriações metodológicas da análise de redes 4. Análise estatística de redes sociais? uma introdução 5. Representações gráficas: grafos e matrizes 6. Medidas analíticas básicas: coesão, envolvimento e subgrupos
Processo de Avaliação
Um trabalho individual que utilize teórica e metodologicamente o conceito de rede. O trabalho deve ter uma componente empírica, e nas aulas haverá oportunidade para desenvolver algumas das tarefas requeridas. Haverá também uma sessão individual com a docente de preparação do trabalho. O trabalho, na sua versão escrita, deve ter 10 a 20 páginas, excluindo anexos.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Wellman, Barry (1998), ?From Little Boxes to Loosely-Bounded Networks: The Privatization and Domestication of Community?, (Abril 2001)
Hanneman, Robert (2001), Introduction to social network methods, dept. of Sociology, University of California, Riverside (online guide)
Granovetter, Mark (1973) ? The strength of weak ties?, American Journal of Sociology, 78 (6)
Castells, Manuel (2000), The Information Age: Economy, Society and Culture, Volume I - The Rise of the Network Society, Oxford, Blackwell (2nd edition - 1997)1)
Bibliografia Opcional
Agier, Michel (1999), ?Réseaux et engagements: les uns avec les autres?, L?invention de la ville, Banlieus, townships, invasions, et favelas, Éditions des archives contemporaines, Paris (pp. 101-130) Fisher, Claude (1982), To Dwell Among Friends: Personal Networks in Town and City, Chicago e Londres, The University of Chicago Press. Hannerz, Ulf, (1980) Exploring the city, inquiries toward and urban anthropology, New York : Columbia University Press
Miranda, David, (2003) ?Em rede?: Algumas questões epistemológicas, em José Rebelo (coord.) Novas Formas de mobilização popular, Porto, Campo das Letras
Pereira, Inês, ?Movimentos em rede, Uma história do Software Livre?, em Cardoso, Gustavo, Rita Espanha (orgs.) (2006), Comunicação e Jornalismo na Era da Informação, Campo dos Media.
Santos, Felix Requena, (1989) ?Los lazos sociales? in Amigos y redes sociales, elementos para una sociologia de la amistad, CIS, Madrid Simmel, Georg (1955) ?The Web of Group Affiliation?, em The Conflict- The Web of Group Affiliation, New York, The Free press Ugarte, David, (2004) 11 M, Redes para ganar una guerra, Icaria, Barcelona Wasserman, Stanley e Katherine Faust, ?Affiliations and Overlapping Subgroups?, in Wasserman, Stanley e Katherine Faust (1994) Social network analysis, methods and applications, Cambridge, University Press Wittek, Rafael, (2003) ?Social capital in organizations, Forms, sources and effects?, summer course: Introduction to Social Network Analysis for Organisation StudiEs?, ISEG
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Objectivos
Compreender as dinâmicas demográficas que afetam o volume e estrutura da população e as tendências atuais dos fenómenos demográficos. Saber calcular e interpretar os principais indicadores demográficos e projetar a evolução da população em função de cenários prospectivos.
Programa
1. População: volume, estrutura e movimento (natural e migratório). 2. Análise dos fenómenos demográficos: o diagrama de Lexis. 3. Análise da mortalidade: taxas específicas e esperança de vida. 4. Análise da fecundidade: taxas específicas e índice sintético de fecundidade. 5. Análise das migrações: taxas e métodos indiretos. 6. Trajetórias demográficas recentes: hipóteses de evolução da componente natural e migratória. 7. Projeções demográficas: o método das componentes por coortes. 8. Projeção da população sem migrações 9. Projeção da população com migrações.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: teste (60%) e trabalho (40%) Avaliação Final: teste (60%) e trabalho (40%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Preston, S., Patrick H. e M. Guillot, 2001 - Demography: Measuring and Modeling Population Processes, Blackwell, Oxford.
Bibliografia Opcional
Avdeev, A. et al, 2011, "Populations and Demographic Trends of European Countries, 1980-2010", Population 66-1, p9-129.
Bandeira, M.L., 2004 - Demografia. Objecto Teoria e Métodos, Escolar Ed., Lisboa.
INE, 2017 - Projeções de população residente 2015-2018
Lanzieri, J.P., 2011 - Fewer, older and multicultural? Projections of the EU populations by foreign/national background
Nazareth, J.M., 2004 - Demografia. A Ciência da População, Ed. Presença, Lisboa.
Pintassilgo, S.C. e M.B. Bandeira, 2018 - Introdução à Demografia. Trabalhos Práticos, Escolar Ed., Lisboa.
Siegel, J.S. e D.A. Swanson, 2004 - The Methods and Materials of Demography, Elsevier, San Diego.
United Nations, 2017 - World Population Prospects
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Objectivos
A UC visa apresentar os fundamentos básicos (teóricos e práticos) da História Oral e conseguir que os alunos aprendam a fazê-la.
Programa
1. A História Oral como saber reconhecido: 1.1. A emergência e a afirmação da História Oral. 1.2. Tradições orais. 1.3. Tipologias e problemáticas da memória colectiva. 1.4. História Oral e fontes orais em arquivos e museus. 1.5. A situação da História Oral em Portugal. 2. A prática da História Oral: 2.1. Especificidades das fontes orais. 2.2. A inter-relação entre o entrevistador e o entrevistado. 2.3. Técnicas de entrevista. 2.4. Tipos de entrevistas. 2.5. A construção de perguntas. 2.6. Perfis de entrevistados. 2.7. Tipos de transcrição ou fichagem. 2.8. Utilização e crítica das fontes orais. 2.9. Problemas de confidencialidade: direito à informação ou direito à privacidade?
Processo de Avaliação
A avaliação periódica consite num dossier sobre um tema com: problemática; grelha de entrevista; 3 perfis; transcrição/fichagem de 5 mn de uma entrevista; comentário dessa entrevista; reflexão final com análise da contribuição da história oral para o estudo do problema.
Em alternativa, haverá exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BURGUESS, Robert G. (1997) A pesquisa de terreno. Uma introdução, Oeiras, Celta Editora DESCAMPS, Florence (2001) L'historien, l'archiviste et le magnétophone. De la constitution de la source orale à son exploitation, Paris, Ministère de l'Économie, des Finances et de l'Industrie. GHIGLIONE, Rodolphe e MATALON, Benjamin (1992) O inquérito. Teoria e prática, Lisboa, Celta Editora OLIVEIRA, Luísa Tiago de (2010) "A História Oral em Portugal", Sociologia. Problemas e Práticas, 63, pp. 139-56. Acessível em http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/spp/n63/n63a08.pdf POIRIER, Jean, CLAPIER-VALLADON, Simone e RAYBAUT, Paul (1995) Histórias de vida. Teoria e prática, Oeiras, Celta Editora RITCHIE, Donald A. (2011) The Oxford Handbook of Oral History. Oxford University Press TRAVERSO, Enzo (2012) O Passado, modos de usar. História, Memória e Política, Lisboa, Edições Unipop
Bibliografia Opcional
AROSTEGUI, Julio (2004) La historia vivida. Sobre la Historia del Presente, Madrid, Alianza Editorial, 1ª parte BAWM, Willa K. (1991) Transcribing and editing Oral History, Walnut Creek, Altamira Press BEBIANO, Rui (2003) "Temas e problemas da história do presente", in A História Tal Qual se Faz, org. de José d' Encarnação, Lisboa, Edições Colibri / Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, pp. 225-236 BERTAUX, Daniel (1997) Les récits de vie: perspective ethnosociologique, Paris, Nathan BERTAUX, Daniel (org.) (1981) Biography and society. The Life History approach in the Social Science, London, Sage BOURDIEU, Pierre (1994) "A ilusão biográfica" in Razões práticas: sobre a teoria da acção, Oeiras, Celta Editora, pp 53-59 CATROGA, Fernando (2001) História, memoria e historiografia, Coimbra, Quarteto CHAVEAU, Agnés e Philippe Tétard, orgs., (1992) Questions à l?histoire des temps présents, Bruxelles, Éditions Complexe COIMBRA, Maria Natércia (1993) "O arquivo de história oral no Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra. Entrevistas: conceito, natureza e direitos de uso e divulgação envolvidos" Cadernos BAD (1), pp. 21-30 CONNERTON, Paul (1993) Como as sociedades recordam, Oeiras, Celta Editora DEXTER, Lewis Anthony (2006) Elite and specialized interviewing, University of Essex (Colchester) - ECPR Press. FENTRESS, James e WICKAM, Chris (1994) Memória social. Novas perspectivas sobre o passado, Lisboa, Teorema FERRAROTTI, Franco (1981) Storia e storia di vita, Roma, Laterza FODDY, William (1996) Como perguntar. Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários, Oeiras, Celta Editora HALBWACHS, Maurice (1968) La mémoire collective, Paris, Presses Universitaires de France (edição original - 1950) HALBWACHS, Maurice (1994) Les cadres sociaux de la mémoire, Paris, Albin Michel (edição original - 1925) HOBSBAWM, Eric e RANGER, Terence (organizadores) (1983) The invention of tradition, Cambridge, Cambridge University Press JENIN, E. (2002) Los trabajos de la memoria, Madrid, Siglo XX JOUTARD, Philippe (1983) Ces voix qui nous viennent du passé, Paris, Hachette LOWENTHAL, David (1985) The past is a foreign country, Cambridge, Cambridge University Press MACKAY, Nancy (2007) Curating Oral Histories. From Interview to Archive, California, Left Coast Press, Inc NAMER, Gerald (1987) Memoire et societé, Paris, Méridiens Klincksiech NORA, Pierre, org., (1986-1992) Les lieux de mémoire, 7 vol, Paris, Gallimard PASSERINI, Luisa (1988) Storia e soggettività. Le fonti orali e la memoria, Florença, La nuova Italia PENEFF, Jean (1990) La méthode biographique: de l´École de Chicago à l'histoire orale, Paris, Armand Collin PORTELLi, Alessando (2013) A morte de Luigi Trastulli e outros ensaios, Lisboa, Edições Unipop REVEL, Jacques (1996) Jeux d'échelles. La micro-analyse à l'expérience, Paris, Gallimard / Le Seuil RICOEUR, Paul (2000) Mémoire, l'histoire, l'oubli, Paris, Seuil RITCHIE, Donald A. (2003) Doing Oral History. A Pratical Guide, 2º edição, Oxford University Press SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1990) The myths we live by, London / New York, Rowtledge SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1994) Theatres of memory, London, Verso THOMPSON, Paul (1978) The voice of the past. Oral History, Oxford / London / New York, Oxford University Press VALCUENDE DEL RIO, José María e Susana Narotsky Molledo (orgs.) (2005) Las políticas de la memoria en los sistemas democráticos: poder, cultura y mercado, Sevilha, Federación de Asociaciones de Antropología del Estado Español / Fundación El Monte / Asociación Andaluza de Antropología VANSINA, Ian (1965) Oral tradition as History, Madison / Wisconsin, University of Wisconsin Press VIDIGAL, Luís (1996) Os testemunhos orais na escola: história oral e projectos pedagógicos, Porto, Asa. YOW, Valerie Raleigh (1994) Recording Oral History. A Pratical Guide for Social Scientists, London, Sage Publications
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Objectivos
O objectivo desta disciplina é perspectivar a importância da utilização de imagens como fonte histórica e criar os instrumentos para o seu uso.O Contacto crítico com bibliografia é também relevante. Ao mesmo tempo que se elencam os temas e fontes passíveis de estudo, ou já estudados por diversos historiadores, também se abrem portas para uma aprendizagem concreta do seu uso.Os Sistemas de representação e de presentação, o enquadramento e análise crítica do documento, a constituição de corpus documentais visam uma apropriação dos saberes que começa na tomada de consciência das dificuldades do uso da fonte visual. O objectivo é capacitar o estudante a ter uma autonomia na escolha dos problemas, das fontes e dos média que estudará.
Programa
1. História da relação entre história e imagem. 2. Ver: Materialidade, imaterialidade da imagem Módulo. 3. O problema da representação. 3.1. Linguagens, contextos. 3.2. Símbolos, Mitologias. 4. A imagem como fonte. 4.1. O comentário do Documento iconográfico. 4.2. Difusão da imagem e sua Importância como fonte histórica. 4.3. A constituição de Corpus. 5. Estudos de caso 5.1. A Iconografia do Poder. 5.2. Simbólica da Nação. 5.3. Denegrir e Marginalizar. 5.4. Imagem: encontros e desencontros culturais. 5.5. Simbólica do Movimento Operário. 5.6. Representações do Espaço habitado ou explorado.(Paisagens, vistas, perspectivas, planos e mapas. 5.7. Propaganda e publicidade. 5.8. Imagem e identidade. 6. A imagem de conteúdo Histórico. 6.1. Cinema Histórico. 6.2. Banda Desenhada e História. 7. Balanço da Aprendizagem.
Processo de Avaliação
Avaliação correspondendo aos principais objectivos do curso.1 centrada na capacidade de compreensão e crítica da historiografia existente.2 momento duas fases. Escolha de tema e apresentação na aula. Realização do trabalho escolhido escrito. O objectivo é obter a autonomia da organização do trabalho, a comunicação oral e escrita dos resultados e a sua discussão com o professor e o grupo. A integração dos resultados da discussão. A escolha é feita com o professor em entrevista no gabinete.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. França, José Augusto, "História e Imagem", comunicação feita em Assembleia Geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Annais da Academia Portuguesa de História. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. Guigueno, Vincent, Delage, Christian, L'ouvrage, l'historien et le film, Gallimard, Paris, 2004 Duprat, Annie, Images et histoire: outils et méthods des Documents iconographiques,Paris, 2006. Barros, José d'Assunção," Cinema e história- as funções do cinema como agente, fonte e representação da História" em Ler História nº 52, 2007.
Bibliografia Opcional
AA.VV. Image et Histoire, Actas do colóquio de Paris/Censier, Publications de la Sorbonne, 1987. Agulhon Maurice, « Les Symboles figurés dans la propagande du mouvement ouvrier français de 1880 à 1914 », em La cultura operaria nella società industrializzata », Mezzosecolo, n.º 5, 1985. Agulhon, Maurice, La Marianne au Combat, l?imagerie et la Symbolique Républicaine , Flamarion , Paris 1979. Barthes, Roland, A Câmara clara, ed. 70 Barthes, Roland, L?Empire des Signes, Skira- Les Sentiers de La Création, Flammarion, Paris, 1980. Berger, John, Modos de ver, Arte e Comunicação, ed. 70, Lisboa, 1980. Bianco, Bela Feldman,Leite L. Miriam,(org.) Desafios da Imagem, São Paulo, 1998/2005. Bonnell, Victoria, Iconography of Power: Soviet Political Poster under Lenin and Stalin, Califórnia UP, 1997. Caetano, Carlos, A Ribeira de Lisboa Na Época da Expansão Portuguesa (Séculos XV a XVIII). Pandora, Lisboa, 2004. Campbell, Hughs, ? Photographing Urban America 1969-1979: From Garry Winogrand?s Glance to Stephen Shore?s Gaze. Sessão 38 , Visionary Urbanism: Photographic, Filmic and Digital Representation, Congresso de Associação Europeia de História Urbana, Estocolmo , 2006. http://www.historia.su.urbanhistory/eauh/specialistabstract2.htm Carvalho, José Murilho, A Formação das Almas, 1990. Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, Turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. Clark, Keneth, Hall?s Dictionary of subjects & Symboles in Art, 1974. Cloqué, Louis, traité de Perspective pittoresque, avant 1930. Dias, Helena, Alegria, Maria Fernanda, ?Lisboa na Produção Cartográfica Portuguesa e Holandesa dos séculos XVI e XVII?, Revista Penélope, n.º 13, 1994. pp. 55/69. França, José Augusto, ? História e Imagem?, comunicação feita em Assembleia-geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Anais da Academia Portuguesa de História. Freund, Gisèle, Photographie et Société, Paris, 1974.Edição espanhola, La Fotografia como documento social, Gil y Gil Madrid 1976. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. George Duby et Jacques Le Goff, « Document Artistique e Histoire » Table Ronde em Francastel et Après Giesey-, Ralph, « Modèles de Pouvoir dans les Rites Royaux en France », em Annales, Economie, Société et Culture ,n.º 3, pp. 579-599. Guillerme, J. L?atelier du temps, Essay sur l?alteration des peintures, Humaine, Paris, 1954 Guinzburg, Carlo, Mitos, Emblemas, Sinais, Morfologia e Históra, Companhia das letras, São Paulo, 1990. Isaacs, Anne Catherine, Histoire, Images, Imaginaire, Clio´s workshops. Pisa, 2002. Lynch, Kevin, A imagem da Cidade, Lisboa, Ed. 70, 1976. Panovsky, Dora and Erwin, Pandora?s Box, The Changing Aspects of a Mythical Symbol, Princeton UP, 1978. Panovsky, Erwin, ? Contribution au problème de la description des oeuvres appartenant aux Arts plastiques et à celui de l'interprétation de leur contenu » em La perspective comme forme Symbolique, Paris, Editions Minuit, 1975. Panovsky, Erwin, Estudos de Iconologia : Temas Humanísticos na Arte do Renascimento, Lisboa, Estampa, 1982. Philibert Myriam, Dictionnaire illustré des Mythologies, ed. Lodi, Paris,2001. Pinheiro, Magda, O Liberalismo nos espaços Públicos, A memória das Revoluções Liberais através dos Monumentos que a Celébram, Celta, Oeiras, 2000. Pinheiro, Nuno, Classes populares e Fotografia, tese de Mestrado, ISCTE. Pinheiro, Nuno, em Eunice Relvas, Maria João Vaz e Nuno Pinheiro, org. Exclusão na História, Oeiras, 2001. Pinheiro, Nuno, O Teatro da Sociedade, Tese de Doutoramento, cehcp, 2006 Schwarcz, Lilia Moritz, As Barbas do Imperador, São Paulo, 1999. Reynero, Carlos, La escultura Comemorativa en Espanha, La Edad de oro del Monumento Público, 1820-1914, Madrid, 1999. Senos, Nuno, O Paço da Ribeira, 1501-1581, ed. Notícias, Lisboa , 2002
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Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo desenvolver métodos de dependência contemplando duas situações de investigação de grande aplicação na área das Ciências Sociais e Humanas. São analisados designs complexos nos quais são testados modelos com efeitos de moderação e efeitos de mediação. São realizadas aplicações através de Regressão Linear Múltipla e Regressão Logística. A apresentação dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo situações de análise com apoio de um software de Estatística (SPSS) e da macro PROCESS (Hayes, 2018).
Programa
1. Modelação: moderação e mediação 1.1 Moderação: efeito de interação 1.2 Mediação: cadeia de efeitos 1.3 Análise de artigos com moderação e mediação 2. Modelação de moderação via Regressão Linear (OLS) 2.1 OLS com efeitos principais e efeitos de interação 2.2 Moderadora quantitativa 2.3 Moderadora categorizada 2.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 2.5 Reportar resultados em tese/artigo 3. Modelação de mediação via OLS 3.1 Mediadora quantitativa 3.2 Estimar e testar efeito indireto via bootstrapping 3.3 Mediação parcial e total 3.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 3.5 Reportar resultados em tese/artigo 4. Modelação via Regressão Logística 4.1 Apresentação do modelo 4.2 Condições de aplicabilidade 4.3 Parâmetros do modelo 4.4 Aplicação com software 4.5 Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: 1. Exercício individual (65%) 2. Trabalho de grupo (35%).
Condições: 1. Nota mínima no exercício individual: 8,0 valores 2. Nota mínima no trabalho: 10 valores
A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação eriódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baron, R e Kenny D. (1986). The Moderator-Mediator Variable Distinction in Social Psychological research: Conceptual, Strategic and Statistical Considerations, Journal of Personality and Social Psychology, 51, 1173-1182. Frazier, P. A., Tix, A. P. e Barron, K. E. (2004). Testing moderator and mediator effects in counselling psychology research. Journal of Counselling Psychology, 51(1), 115-134. Hayes, A. F. (2012). PROCESS: a versatile computational tool for observed variable mediation, moderation, and conditional process modeling. MacKinnon, D. P., Fairchild, A. J. e Fritz, M. S. (2007). Mediation analysis. Annual Review of Psychology, 58, 593-614. Maroco, J. (2010). Análise Estatística com o PASW Statistics (ex-SPSS), Pero Pinheiro. Pampel, F. (2000). Logistic Regression, Sage Publications. Passos, A. e Caetano, A. (2005). Exploring the effects of intragroup conflict and past performance feedback on team effectiveness, Journal of Managerial Psychology 20, 3/4, 231-244.
Bibliografia Opcional
Aiken, L., Stephen G. (1991). Multiple Regression: Testing and interpreting interactions, Newbury Park, Sage publications.
Calheiros, M. M. (2006). A construção social do mau trato e negligência: do senso-comum ao conhecimento científico. ed. 1, ISBN: ISBN 972-31-1132, Coimbra: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e Tecnologia. Imprensa de Coimbra Lda.
Cohen, J., Cohen P., West S. e Aiken L. (2003). Applied Multiple Regression/Correlation. Analysis for the Behavioral Sciences, Mahawh: Laurence Erlbaum, 3ª ed.
Hair, J., Black, W. Babin, B. e Anderson, R. (2009). Multivariate Data Analysis, 7ª ed., Prentice-Hall International, Inc.
Preacher, K. J. e Hayes, A. F (2008). Asymptotic and resampling strategies for assessing and comparing indirect effects in multiple mediator models, Behavior Research Methods, 40 (3), 879-891, http://quantpsy.org/pubs/preacher_hayes_2008b.pdf.
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª.
Important links:
Kenny, D. A. (2011). Moderation http://davidakenny.net/cm/moderation.htm Kenny, D. A. (2012). Mediation, http://davidakenny.net/cm/mediate.htm
Jose, P.E. (2013). ModGraph-I: A programme to compute cell means for the graphical display of moderational analyses: The internet version, Version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/modgraph/
Jose, P. E. (2013) MedGraph-I: A programme to graphically depict mediation among three variables: The internet version, version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/medgraph/
On-line data bases:
The European Social Survey (ESS): http://www.europeansocialsurvey.org/.
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Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo apresentar métodos de análise de dados que permitam descrever e testar relações entre duas ou mais variáveis, privilegiadamente relações de dependência. Dada a inserção da UC em cursos de mestrado pretende-se assim desenvolver conhecimentos e competências nos alunos com vista à operacionalização de modelos de análise similares aos que podem ter de trabalhar, designadamente, na sua dissertação de mestrado. O desenvolvimento dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo-se, para o efeito, exemplos de pesquisa com apoio de um software de estatística (SPSS).
Programa
1.Sistematização de um glossário de estatística 2.Modelação para comparação de grupos 2.1.Comparação entre dois grupos 2.2.Comparação entre k grupos 2.3.Operacionalização com software de estatística 2.4.Apresentação de resultados em tese/artigo 3.Validação da relação entre pares de variáveis 3.1.Variáveis categorizadas 3.2.Variáveis ordinais e quantitativas 3.3.Variáveis quantitativas 3.4.Operacionalização com software de estatística 3.5.Apresentação de resultados em tese/artigo 4.Modelação de relações de tipo linear 4.1.Modelo de regressão linear simples 4.2.Modelo de regressão linear múltipla 4.3.Operacionalização com software de estatística 4.4.Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
A avaliação periódica inclui: 1. Exercício individual - 65% 2. Trabalho de grupo(com utilização do software de estatística)- 35%;
Com: - Nota mínima no exercício: 8,0 valores - Nota mínima no trabalho de grupo: 10,0 valores A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. e Cramer, D. (2003), Análise de dados em Ciências Sociais, Introdução às Técnicas Utilizando o SPSS para Windows, Oeiras, Celta Editora, 3ª ed. Maroco, J. (2014). Análise Estatística com o SPSS Statistics, Pero Pinheiro, ReportNumber., 6ed. Maroco, J. e Bispo, R. (2003). Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores.
Bibliografia Opcional
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª ed.
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Objectivos
Problematizar a panóplia de oferta de métodos, indicando as suas respectivas vantagens e desvantagens, forças e fraquezas, profundidades e propósitos.
Programa
1 A análise de conteúdo aplicada aos media na sociedade em rede: contexto, desafios, problemas e soluções 2 Limitações da dicotomia análise quantitativa/qualitativa: holismo e contextualização 3 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de imprensa 4 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de rádio 5 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de televisão 6 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de fotografia 7 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de cinema 8 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de som 9 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de media nativos digitais 10 Seminário de apresentação/discussão do trabalho desenvolvido pelos alunos
Processo de Avaliação
Um trabalho final, entregue no fim do semestre, de uma das seguintes modalidades: a) ensaio ou trabalho de aprofundamento temático; b) projecto de pesquisa/análise, ou de estudo de caso.
A nota final terá como base o seguinte cálculo: a) trabalho individual: 80% b) participação em aula: 20%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Berger, A. (2010), Media and Communication Research Methods: an Introduction to Qualitative and Quantitative Approaches, Sage. Deacon, D., Pickering, M., Golding, P., Murdock, G. (2007), Researching Communications: A Practical Guide to Methods in Media and Cultural Analysis, Bloomsbury Publishing. Hansen, A., Cottle, S., Negrine, R., Newboldm, C. (1998), Mass Communication Research Methods, MacMillan. Lorio, S. (2003), Qualitative Research into Journalism: Taking it to the Streets, Lawrence Erlbaum Associates Inc. Lombard, M., Synder-Duch, J., Bracken, C. C. (2003), “Content analysis in mass communication: assessment and reporting of intercoder reliability”, Human Communication Research, 29, 469-472. O'Sullivan, T., Dutton, B., Rayner, P. (1994), Studying the media : an introduction, Edward Arnold. Riffe, D., Lacy, S., Fico, F. (1998), Analysing media messages: Using quantitative content analysis in research, Erlbaum. Selby, K., Cowdery, R. (1995), How to study television, Macmillan.
Bibliografia Opcional
Belo, A., Cardoso, G., Silveira, J. (2011), Telejornais no Início do Século XXI, Colibri. Berger, A. (1991), Media research techniques, Sage. Brandão, N. (2005), Prime Time, Casa das Letras. Brandão, N. (2010), As notícias nos Telejornais, Guerra & Paz. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), As noticias da RTP1, SIC, TVI e o on-line,OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr6.pdf. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), Ficção, Notícias e Entretenimento: As idades da TV em Portugal, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr4.pdf. Cardoso, G., Gomes. M., Neto, P., Santos, S., Calado, V., Amaral, S. (2006), O Jornalismo hoje: uma análise de 14 redacções de TV, Rádio e Jornais, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=29&fileName=rr1.pdf. Cheta, R., Aboim, S., Cardoso,. G., Espanha, R. (2007), Era uma vez...fábulas, romances, quotidianos: Imagens da vida privada nas telenovelas portuguesas, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr_12.pdf. Cordeiro, P. (2010), A rádio e as indústrias culturais: estratégias de programação na transição para o digital, Livros Horizonte.
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Objectivos
O objetivo da Unidade Curricular é dotar os discentes de competências que permitam o uso reflexivo de diferentes estratégias metodológicas na pesquisa online e as suas potencialidades e limitações. A UC debruça-se sobre os debates atuais em torno da inquirição online e as várias ferramentas disponíveis, desde o acesso a dados estatísticos, ao desenho da pesquisa online, às técnicas etnográficas ou à construção e aplicação de um inquérito online. As questões éticas são um outro tópico relevante.
Programa
Temas abordados: CP1. Abordagem multi-disciplinar à pesquisa social online. Formas de conhecimento e a pesquisa na Web. CP2. O desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais. CP3. Nova realidade, novos métodos? Novas metodologias e técnicas com recurso às TIC. CP4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede. CP5. Articulação dos métodos de investigação online com outros recursos: Estatísticas e Bases de Dados CP6. Análise quantitativa online: possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados. Introdução às ferramentas de análise de dados. CP7. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?. CP8. Utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização de dados secundários recolhidos online. As redes globais de investigação. CP9. Análise de redes, Webmetrics e a geografia da Internet. CP10. Princípios éticos na pesquisa online.
Processo de Avaliação
1) Realização das leituras seleccionadas para cada aula; 2) Realização de dois trabalhos: - um individual baseado na leitura de artigo - um trabalho de grupo ou individual de perfil mais aprofundado numa das seguintes modalidades: a) Ensaio; b) Trabalho de aprofundamento temático; c) Projecto de pesquisa; d) Análise de documento, caso, situação ou problema; A nota final terá como base o seguinte cálculo: Trabalho Individual: 45% Trabalho de Grupo: 45% Participação: 10%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Almeida, João Ferreira de, Pinto, José Madureira (1982), A investigação nas ciências sociais, Lisboa, Presença Baym, N. K. (2005). Introduction: Internet research as it isn?t, is, could be, and should be. The Information Society, 21, 229-239. Cardoso, Gustavo (1998) Para uma Sociologia do Ciberespaço: comunidades virtuais em português, Oeiras, Celta Editora. Cardoso, Gustavo, Cheong, Angus, Cole, Jeffrey (eds.) (2009), World Wide Internet: Changing Societies, Economies and Cultures. University of Macau Press, SAR Macau. Disponível Online: http://www.lini-research.org/np4/?newsId=11&fileName=WWI_WIPBook.pdf Ghiglione, Rodolphe, e Benjamin Matalon (1992), O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora Johns., M. D., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.) (2003), Online social research. New York: Peter Lang. Markham, A. N. e N. K. Baym (Eds.) (2009), Internet inquiry: Conversations about method. Thousand Oaks, CA: Sage.
Bibliografia Opcional
1. Formas de conhecimento em Ciências Sociais e a pesquisa nas redes e na Internet.
Almeida, João Ferreira de (2007), Velhos e Novos Aspectos da Epistemologia Das Ciências Sociais, Sociologia, Problemas e Práticas, nº 55, pp.11-24
Black, T. R. (1993). Evaluating social science research: an introduction. London, Sage.
Dretske, Fred. Knowledge and the Flow of Information. Cambridge: MIT Press, 1981.
Hine, C. (2006). Virtual methods: Issues in social research on the Internet. Oxford: Berg.
Moses, Jonathan e Knutsen, T. (2007), Ways of Knowing: Competing Methodologies in Social and Political Research, Palgrave Macmillan
2. Desenvolvimento das questões de pesquisa sobre a relação entre a Internet e a Sociedade. Formulação e avaliação crítica dos desafios do desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais.
Jones, S. (1999). Doing Internet research: Critical issues and methods for examining the Net. Thousand Oaks, CA, Sage.
Miller, D. e Neil J. Salkind (2002) Handbook of Research Design and Social Measurement, Sage
Ragin, C. C. (1994). Constructing social research : the unity and diversity of method. Thousand Oaks, Calif. ; London, Pine Forge Press.
3. Nova realidade, novos métodos?
Hesse-Biber, S. N. & P. Leavy (Orgs.) (2008), Handbook of emergent methods, Nova Iorque: Guilford Press.
Murthy, D. (2008). An examination of the use of new technologies for social research. Sociology, 42, 837-855.
Travers, M. (2009). New methods, old problems: A skeptical view of innovation in qualitative research. Qualitative Research, 9, 161-179.
4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede.
Baym, N. K. (2009). Question six: What constitutes quality in qualitative Internet research? In, A. N. Markham, N. K. Baym (Eds.), Internet inquiry: Conversations about method (pp. 173-189). Thousand Oaks, CA: Sage.
Garcia, A. C., Standlee, A. I., Bechkoff, J., & Cui, Y. (2009). Ethnographic approaches to the Internet and computer-mediated communication. Journal of Contemporary Ethnography, 38, 52-84.
Kazmer, M. M., & Xie, B. (2008). Qualitative interviewing in Internet studies: Playing with the media, playing with the method. Information, Communication & Society, 11, 257-278.
Mann, C., & Stewart, F. (2000). Internet communication and qualitative research: A handbook for researching online. Thousand Oaks, Ca: Sage.
Murray, C. D., & Sixsmith, J. (1998). E-mail: A qualitative research medium for interviewing? International Journal of Social Research Methodology: Theory & Practice, 1(2), 103-121.
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Objectivos
Apresentar os procedimentos teóricos e metodológicos que sustentam o processo de pesquisa etnográfica, promover uma reflexão crítica sobre os mesmos e incentivar a sua prática no âmbito das investigações em curso.
Programa
CP1 Etnografia e trabalho de campo na história das ciências sociais. CP2 Terrenos para a pesquisa CP3 Observar e registar CP4 Conversar e entrevistar CP5 Descrever, analisar, interpretar CP6 Investigar eticamente CP7 Apresentação e discussão de casos.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica consta de 3 momentos de avaliação:
1. Participação nas discussões em aula (20%); 2. Ensaio final (60%); 3. Discussão do trabalho final (20%)
Alternativamente, exame escrito sobre a totalidade do programa (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007(1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes -Becker, Howard S. 2008(1998) Segredos e truques de pesquisa, Rio de Janeiro: Zahar -Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS -Burgess, Robert G. 1997(1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta -Costa, António F.1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento -Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press -Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company -Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor
Bibliografia Opcional
Agar, Michael H. 1986 Speaking of Ethnography, Beverly Hills: SAGE Atkinson, Paul et alii, 2001 Handbook of Ethnography, London: SAGE Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007 (1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes Becker, Howard S. 1998 Tricks of the Trade: How to Think about Your Research While You're Doing It Chicago: University of Chicago Press Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS Burgess, Robert G. 1997 (1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta Caria, Telmo, 2003 (org.) Experiência etnográfica em ciências sociais, Porto: Afrontamento Céfaï, Daniel (org.) 2003 L?enquête de terrain, Paris: La Decouverte Costa, António F. 1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company Malinowski, Bronislaw, 1992 (1922) Argonauts of the Western Pacific, London: Routledge Sanjek, Roger (ed), 1990 Fieldnotes. The Makings of Anthropology, Ithaca and London: Cornell University Press Sardan, Jean-Pierre 2008 La rigueur du qualitatif. Les contraintes empiriques de l?interprétation socio-anthropologique, Louvain-la-Neuve : Bruylant-Academia Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Weber, Florence 2009 Manuel de l?ethnographe, Paris: PUF Weiss, Robert S. 1994 Learning from Strangers. The art and Method of Qualitative Interview Studies, New York: Free Press
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2 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Programa
A natureza da UC não permite definir um programa com matérias concretas, pois procura aplicar competências já adquiridas para alcançar o objetivo de conclusão da dissertação de mestrado. Não obstante, algumas das matérias constantes da UC compreendem: CP1: Formulação do problema e objetivos de investigação e respetiva sustentação teórica (Introdução) CP2: Adequação do plano de pesquisa ao problema e objetivos (Método) CP3: Apresentação e interpretação de resultados (Análise de dados e resultados; Discussão e conclusões) CP4: Normas de redação e apresentação (Preparação para a defesa)
Processo de Avaliação
A dissertação deverá ser defendida em provas públicas onde se avaliarão as componentes técnica, a forma do trabalho escrito e a apresentação e defesa pública. A Dissertação deve ser apresentada de acordo com as normas e nos prazos estabelecidos pelo ISCTE-IUL. A presença nos seminários é fundamental para o desenvolvimento do projeto. Será facultada ao júri da tese de mestrado a informação sobre a assiduidade de cada aluno/a a esta UC, como um elemento adicional de contextualização da avaliação.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Normas orientadoras para a dissertação ou trabalho de projeto de mestrado (ISCTE) Hall, C. (1998). Doing a literature review: releasing the social science research. London: Sage. Punch, K.F. (2006). Developing effective research proposals (2nd Ed.) Londres: SAGE. Ridley, D. (2008). The literature review: a step-by-step guide for students. London: Sage. Walliman, N. (2005). Your research project (2nd Ed.). London. SAGE. Bell, J. (2008). Doing your research project: A guide for first-time researchers in education, health and social science (4th ed.). Berkshire: Open University press. Fisher, C. (2007). Researching and writing a dissertation: A guidebook for business students (2ª ed., cap. 1). Essex: Prentice Hall. Judd, C., Smith, E., & Kidder, L.H (1991). Research methods in social relations (6th Ed). Fort Worth: Harcourt Brace Jovanovich College Publishers
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Programa
A natureza da UC não permite definir um programa com matérias concretas, pois procura aplicar competências já adquiridas para alcançar o objetivo de conclusão do trabalho de projeto. Não obstante, algumas das matérias constantes da UC compreendem: CP1: Formulação do problema e respetivo enquadramento teórico (Introdução e Diagnóstico de necessidades) CP2: Definição do programa de intervenção CP3: Método de avaliação do programa; CP4: Normas de redação e apresentação (Preparação para a defesa)
Processo de Avaliação
O trabalho de projeto de mestrado deverá ser defendido em provas públicas onde serão avaliadas as componentes técnica, a forma do trabalho escrito e a apresentação e defesa pública, respeitando as normas estabelecidas pelo ISCTE-IUL. O Projeto deve ser apresentado de acordo com os requisitos formais e nos prazos estabelecidos pelo ISCTE-IUL.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Normas orientadoras para a dissertação ou trabalho de projeto de mestrado (ISCTE) Hall, C. (1998). Doing a literature review: releasing the social science research. London: Sage. Punch, K.F. (2006). Developing effective research proposals (2nd Ed.) Londres: SAGE. Ridley, D. (2008). The literature review: a step-by-step guide for students. London: Sage. Walliman, N. (2005). Your research project (2nd Ed.). London. SAGE. Bell, J. (2008). Doing your research project: A guide for first-time researchers in education, health and social science (4th ed.). Berkshire: Open University press. Fisher, C. (2007). Researching and writing a dissertation: A guidebook for business students (2ª ed., cap. 1). Essex: Prentice Hall. Judd, C., Smith, E., & Kidder, L.H (1991). Research methods in social relations (6th Ed). Fort Worth: Harcourt Brace Jovanovich College Publishers.
Bibliografia Opcional
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