|
|
|
|
|
1 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Pretende-se que os alunos, no final desta unidade curricular, compreendam as principais demonstrações financeiras, a sua preparação e a sua utilidade para a gestão das organizações.
Programa
Capítulo 1 - A contabilidade como linguagem dos negócios Capítulo 2 - Demonstrações financeiras Capítulo 3 - Balanço Capítulo 4 - Demonstração dos resultados Capítulo 5 - Demonstração dos fluxos de caixa Capítulo 6 - Ativos fixos tangíveis Capítulo 7 - Inventários Capítulo 8 - Operações de final de período
Processo de Avaliação
1. Avaliação periódica: Teste intercalar individual (25%). Trabalho de grupo (15%). Teste final individual (60%). Requisitos: Assiduidade mínima de 2/3 das aulas lecionadas. Nota mínima de 10 valores no T grupo. Nota mínima de 7,5 valores nem cada teste. Aprovação com uma média mínima de 10 valores. 2. Avaliação por exame: Um exame final (100%). Aprovação com classificação mínima de 10 valores.
Defesa de nota: para classificação final superior a 16 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Stolowy and Ding (2017), Financial Accounting and Reporting: a global perspective, Cengage (5ª edição).
Lourenço et. al., 2018, Fundamentos de Contabilidade Financeira: teoria e casos. Edições Sílabo (2ª edição).
Sistema de Normalização Contabilística (SNC), 2018 - Legislação.
Bibliografia Opcional
Libby, Libby and Short, 2014, Financial Accounting: Global Edition. McGraw Hill.
Lourenço and Morais, Contabilidade Financeira: resumo sistematizado dos conceitos, lançamentos e fórmulas usados em contabilidade financeira, 2018, Edições Sílabo.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Pretende-se que o discente conheça e saiba aplicar as leis do trabalho à relação individual de trabalho, dominando a aplicação das flexibilidades permitidas pela lei do trabalho numa óptica de optimização de recursos.
Programa
I.Introdução:1.Objecto e amplitude do Direito do Trabalho (DT);2.Fontes do DT;II.Relação individual de trabalho:1.Admissão do trabalhador;1.1.Instrumentos legais de contratação;1.1.1.Contrato de trabalho;1.1.2.Outros instrumentos legais de contratação; 2.Dinâmica da relação individual de trabalho;2.1.Flexibilidade funcional;2.2.Flexibilidade geográfica;2.3.Flexibilidade temporal:limites do período normal de trabalho;horário de trabalho;trabalho suplementar;adaptabilidade horária;direito ao repouso;trabalho nocturno;regime jurídico das faltas ao trabalho;regime jurídico dos feriados;regimes de suspensão do contrato de trabalho;2.4.Flexibilidade económica:conceito de retribuição;modalidades;princípio da irredutibilidade ou intangibilidade da retribuição e excepções;cumprimento e descontos;3.Regime jurídico da cessação do contrato de trabalho:instrumentos jurídicos de reestruturação e redimensionamento e outras causas (justa causa lato sensu) de cessação contratual
Processo de Avaliação
1.A avaliação será contínua ou final;2.Avaliação contínua:1º teste: 40%;2º teste: 60% (c/nota mínima de 8 val - escala 0-20);3.Assiduidade: mínimo 80%;4.Os alunos em regime de avaliação final realizarão apenas o exame escrito final, sendo de 10 val a nota mínima de aprovação;5.No demais omisso, aplicar-se-á o Regulamento Geral de Avaliação de Conhecimentos e Competências (RGACC) do ISCTE, e, por força deste, o Regulamento Específico de Avaliação de Conhecimentos e Competências (REACC).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Código do Trabalho não anotado ( edição à escolha do aluno ) António Monteiro Fernandes, Direito do Trabalho, Coimbra, 2014 (17ª Ed., Ed. Almedina)
Bibliografia Opcional
ABRANTES, José João Nunes, Estudos de Direito do Trabalho, AAFDL, Lisboa, 1992 ABRANTES, José João Nunes, Contrato de Trabalho e Direitos Fundamentais, Coimbra, 2005 ABRANTES, José João Nunes, Direito do Trabalho II (Direito da greve), Coimbra, 2014 ALMEIDA, Carlos A. Neves, O Diálogo Social: Modalidades, Projecções Jurídicas, linhas de Desenvolvimento, in X Jornadas Luso-Hispano-Brasileiras de Direito do Trabalho - Anais, Coordenação de António Moreira, Livraria Almedina, Coimbra, 1999, pp. 151-189 AMADO, João Leal, Contrato de Trabalho, Coimbra, 2014 BUSTO, Maria Manuel, O Novo Contrato de Trabalho - Soluções e Alternativas em Tempos de Crise, Coimbra, 2013 CARVALHO, Catarina de Oliveira, e Júlio Vieira GOMES (Coord.), Direito do Trabalho - Crise do Direito do Trabalho? - Actas do Congresso de Direito do Trabalho, Coimbra, 2011 (Coimbra Ed.) CARVALHO, Paulo Morgado de, (Coord.), Código do Trabalho - A Revisão de 2009, Coimbra, 2011 (Coimbra Ed) CORDEIRO, António Menezes, Manual de Direito do Trabalho, Coimbra, 1994 FALCÃO, David, e Sérgio Tenreiro TOMÁS, Lições de Direito do Trabalho - A Relação Individual de Trabalho, Coimbra, 2015 GOMES, Júlio Manuel Vieira, Direito do Trabalho, Coimbra, 2007 (Coimbra Ed) LAMBELHO, Ana, e Luísa Andias GONÇALVES, Manual de Direito do Trabalho - Da Teoria à Prática, Coimbra, 2014 LEITÃO, Luís Manuel Teles de Menezes, Direito do Trabalho, Coimbra, 2014 (Ed. Almedina) MARECOS, Diogo Vaz, Código do Trabalho - Anotado, Coimbra, 2013 (Coimbra Ed.) MARTINEZ, Pedro Romano, Direito do Trabalho, Coimbra, 2015 (Ed. Almedina) MARTINEZ, Pedro Romano, Luís Miguel MONTEIRO, Joana VASCONCELOS, Pedro Madeira de BRITO, Guilherme DRAY, Luís Gonçalves SILVA, Código do Trabalho - Anotado, Coimbra, 2012 (Ed. Almedina) MENDES, Marlene, e Sérgio ALMEIDA, O Contrato de Trabalho, Lisboa, 2010 MENDES, Marlene, O Contrato de Trabalho na Prática Jurídica, Ed. Nova Causa, 2015 MONTEIRO, Luís Miguel, e outros, Código do Trabalho - Três anos de Jurisprudência Comentada, Livraria Petrony NETO, Abílio, Novo Código do Trabalho e Legislação Complementar - Anotados, Lisboa, 2013 PINTO, Mário, Direito do Trabalho, Universidade Católica Portuguesa QUINTAS, Paula, Hélder QUINTAS, Manual de Direito do Trabalho e de Processo do Trabalho, Coimbra, 2014 (Ed. Almedina) RAMALHO, Maria do Rosário Palma, Direito do Trabalho - Situações Laborais Individuais, Coimbra, 2010 (Ed. Almedina) RAMALHO, Maria do Rosário Palma, Tratado de Direito do Trabalho, Parte I (Dogmática Geral), Coimbra, 2015 RAMALHO, Maria do Rosário Palma, Tratado de Direito do Trabalho, Parte II, Coimbra, 2014 RAMALHO, Maria do Rosário Palma, Tratado de Direito do Trabalho, Parte III (Situações Laborais Colectivas), Coimbra, 2015 SILVA, Luís Gonçalves da, Estudos de Direito do Trabalho, Coimbra, Almedina VEIGA, António Jorge da Motta, Lições de Direito do Trabalho, Lisboa, 1995 XAVIER, Bernardo da Gama Lobo, Iniciação ao Direito do Trabalho, Verbo XAVIER, Bernardo da Gama Lobo, Curso do Direito do Trabalho, Lisboa, 1993 (Verbo) XAVIER, Bernardo da Gama Lobo, O despedimento Colectivo no dimensionamento da Empresa, Verbo XAVIER, Bernardo da Gama Lobo, Direito da Greve, Verbo XAVIER, Bernardo da Gama Lobo, Manual de Direito do Trabalho, Lisboa, 2014 (Verbo)
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Pretende-se que os estudantes desenvolvam competências para uma utilização avançada de folhas de cálculo, como o Microsoft Excel, ou outras no formato open source, pois estas são uma ferramenta muito útil e poderosa para todas as situações que requeiram análises quantitativas.
Programa
Os principais conteúdos programáticos a abordar são: 1. Introdução às folhas de cálculo 2. Construção de modelos de cálculo 3. Extração de Informação 4. Introdução ao Visual Basic for Applications
Processo de Avaliação
Avaliação Continua: - Provas Práticas Laboratoriais (30%) - Duas provas práticas laboratoriais individuais durante o período de aulas. As provas práticas têm nota mínima de 6 valores. - Projeto (20%) - Um projeto, realizado em grupo. - Frequência (50%) - Teste escrito individual e sem consulta, englobando toda a matéria. Este teste terá nota mínima de 8 valores. Exame Final: O exame final é composto por um teste escrito individual e sem consulta, que engloba toda a matéria.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Winston, Wayne L. (2011). Microsoft Excel 2010: Data Analysis and Business Modeling, Microsoft Press. EUA.
Bibliografia Opcional
- Martins, António (2013). Excel Aplicado à Gestão, 3ª Edição, Edições. Sílabo, Lisboa. - Dias Curto, J. J. (2004). Excel para Economia e Gestão, 3ª Edição, Edições Sílabo, Lisboa. - Peres, Paula (2011). Excel Avançado, 3ª Edição, Edições Sílabo, Lisboa. - Sengupta, Chandan (2009). Financial Analysis and Modeling Using Excel and VBA, 2nd Edition, John Wiley & Sons, EUA. - Barlow John F. (2005). Excel Models for Business and Operations Management. John Wiley & Sons, EUA. - Monk, Ellen F.; Brady, Joseph A. & Cook, Gerard S. (2012). Problem-Solving Cases in Microsoft Access And Excel. Course Technology, Cengage Learning, EUA. - Cravens, David; Lamb, Charles & Crittenden, Victoria (2001). Strategic Marketing Management Cases: With Excel Spreadsheets, 7th Edition, McGraw-Hill Publishing, EUA.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
O objectivo é desenvolver competências de planear uma investigação e de usar métodos e técnicas de recolha e análise de dados.
Programa
CP1-Introdução:Diferenças entre conhecimento científico e senso comum CP2-Métodos Fundamentais 2.1-Métodos de Investigação e Ciências da Gestão - método descritivo - método correlacional - método experimental - método causal - método histórico - estudo de caso 2.2-Fases de investigação 2.3-Formulação do problema 2.4-Definição de objectivos de investigação 2.5-Conceptualização das variáveis 2.6-Revisão de literatura CP3-Recolha de Dados 3.1-Técnicas de recolha de dados -entrevista, individual e de grupo -questionário -observação -consulta documental 3.2-Tratamento de informação secundária 3.3-Investigação em ambiente organizacional 3.3.1. Análise e Descrição de funções CP4-Análise de Dados -Escolha das técnicas de análise de dados -Análise de conteúdo CP5-Comunicação 5.1-Apresentação da comunicação escrita -organização do relatório -redacção do relatório 5.2-Apresentação Oral
Processo de Avaliação
A avaliação periódica inclui: -Frequência: ponderação 40%. -Trabalho de grupo: ponderação 35% (30% relatório;5%apresentação oral). -Trabalho individual 20% - Participação na investigação do Departamento de RHCO 5% -Os alunos que não realizarem um dos trabalhos, bem como alunos que obtenham menos de 8 valores em qualquer elemento, ou se tiverem mais de 20% de absentismo nas aulas vão a Exame Final, correspondente a 100% da avaliação final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Anderson, V. (2009). Research methods in Human Resource Management. London: CIPD.
Bryman, A. (2007). Business research methods. Oxford: Oxford University Press.
Ghiglione, R., & Matalon, B. (1992). O Inquérito. Teoria e prática. Oeiras: Celta Editora.
Gomes, J., Cunha, M., Rego, A., Cunha, R., Cabral-Cardoso, C., & Marques, C. (2008). Manual de gestão de pessoas e do capital humano. Lisboa: Edições Sílabo.
Lancaster, G. (2005). Research methods in management. A concise introduction to research in management and business consultancy, Elsevier.
Reto, L. e Nunes, F. (1999), Métodos como estratégia de pesquisa: Problemas tipo numa investigação. Revista Portuguesa de Gestão, 1, 21-32.
Saunders, M., Lewis, P., & Thornill, A. (2003). Research methods for business students. Harlow: Prentice Hall.
Bibliografia Opcional
Barañano, A. M. (2004/2008). Métodos e técnicas de investigação em Gestão. Lisboa: Edições Sílabo.
Bowden, J. (2007). Writing a report. How to prepare, write and present effective reports. Oxford: How to books.
Cassell, C., & Symon, G. (Eds). (2004). Essential guide to qualitative methods in organizational research: A practical guide. London: Sage.
Edwards, J. E, Scott, J. C., & Raju, N. S. (2003). The human resources program-evaluation handbook. Thousand Oaks: Sage Publications.
Ferreira, A. (2011). Metodologias e investigação aplicada. In Lopes, M. P. Ribeiro, R. B., Palma, P. J. e Cunha, M. P. (eds), Psicologia Aplicada, Lisboa: Recursos Humanos Editora.
Foddy, W. (1996). Como perguntar: Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários. Oeiras: Celta Editora.
Ghorpade, J. (1988). Job Analysis: A handbook for the human resource director. New Jersey: Prentice Hall.
Hill, M., & Hill, A. (2000). Investigação por questionário. Lisboa: Edições Sílabo.
Lima, M.L. & Bernardes, S. (2013). Métodos de investigação em Psicologia Social. In J. Vala & M.B. Monteiro (Eds). Psicologia Social. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
Neves, J.G. & Gonçalves, S.( 2009). A investigação em GRH em Portugal: resultados e tendências. Revista Portuguesa e Brasileira de Gestão 8, 4: 66 - 83.
Reis,L. (2012). Análise e qualificação de funções. In A. L. Neves e R. F. Costa (Coords.), Gestão de Recursos Humanos de A a Z.", Lisboa: Editora RH.
Rousseau, D.M. & Barends, E.G.R., (2011). Becoming an evidence-based HR practitioner, Human Resource Management Journal, 21 (3), 221-235.
Sandberg, A. & Lane, S. (1999). Interview for success: a half-day competency-based workshop. Massachusetts: HRD Press.
Whitley, R. (1984). The scientific status of management research. Journal of Management Studies, 21 (4), 369-390.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Pretende-se que os alunos, no final da unidade curricular, sejam capazes de aplicar conceitos básicos de análise de dados univariada e bivariada a problemas concretos, nomeadamente no âmbito da Gestão de Recursos Humanos.
Programa
1.INTRODUÇÃO 1.1 Fontes de dados e noções básicas de amostragem 1.2 Tipos de escalas 1.3 Dados em SPSS - Introdução 2. REPRESENTAÇÃO DE DADOS UNIVARIADOS 2.1 Tabelas de frequências e gráficos diversos 2.2 Representação de dados univariados em SPSS 3. MEDIDAS DE SUMARIZAÇÃO DE DADOS 3.1. Medidas de localização 3.2. Medidas de dispersão 3.3. Medidas de assimetria e achatamento 3.4. Análise descritiva em SPSS 4. ANÁLISE DE DADOS BIVARIADOS 4.1 Representações tabulares e gráficas 4.2 Coeficientes de correlação 4.3 Regressão linear simples (análise descritiva) 4.4 Análise de dados bivariados em SPSS 5. TRATAMENTO DE SUCESSÕES CRONOLÓGICAS 5.1 Introdução 5.2 Taxa de variação 5.3 Taxa de variação média 5.4 Decomposição de uma sucessão cronológica 5.5 Análise da tendência 5.6 Análise da sazonalidade 5.7 Análise de dados bivariados cronológicos em SPSS 6. INDICADORES RELATIVOS 6.1 Introdução 6.2 Rácios 6.3 Taxas 6.4 Números índices simples 6.5 Mudança de base
Processo de Avaliação
A avaliação periódica exige a presença em 80% das aulas e inclui : 1- trabalho de grupo (usando SPSS), com eventual discussão oral - 35%; 2- Mini-teste com interpretação de outputs de SPSS - 15%; 3- Teste individual (nota mínima de 8 valores) - 50%. A avaliação poderá ser feita através de um exame final (incluindo uso de SPSS). A aprovação exige nota mínima de 10 valores (eventual oral para alunos com nota superior a 16 valores). Nota: nas provas podem ser usados calculadora e formulário.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
St.Aubin, António; Venes, Nuno (2011). Análise de Dados - Aplicações às Ciências Económicas e Empresariais. Verlag Dashofer.
Bibliografia Opcional
Newbold, Carlson &Thorne (2013). Statistics for Business and Economics. Pearson Sampaio, E. e Barroso, M. e Ramos, M. (2003), Exercícios de Estatística Descritiva para as Ciências Sociais. Edições Sílabo. Reis, Elizabeth (1991), Estatística Descritiva. Edições Sílabo.
|
|
1 Ano | 2 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Após frequência e aprovação da unidade Curricular os alunos devem compreender a relevância da contabilidade de gestão para a gestão das organizações em ambientes competitivos, dominar os conceitos fundamentais de custeio de inventários e determinação do resultado, identificar as questões subjacentes à informação para a tomada de decisão e aplicar as inerentes metodologias.
Programa
1.Objetivos da contabilidade de gestão 2.Introdução aos conceitos e classificação de custos 3.Sistemas de custeio e efeitos nos resultados e inventários 4.Imputação de custos indirectos 5.Imputação dos custos conjuntos 6.Produção por ordens de encomenda 7.Produção por processos 8.Introdução à análise custos/volume/ resultados
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: Resolução de exercícios 5%;1ºminiteste 20%; 2º miniteste 25%. Frequência época normal 50% Requisitos cumulativos: Assiduidade mínima de 2/3 das aulas; Entregar todos os casos de avaliação; Nota mínima de 7,5 valores na média dos dois minitestes; Nota mínima de 8 valores na frequência. Avaliação por exame 1ª época e 2ª época: teste escrito 100% classificação mínima de 10 valores Existe uma prova adicional para os alunos que que obtiverem classificação superior a 16.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Datar, S.M.; Rajan, M.V. (2016), Hornegren´s Cost Accounting: A Managerial Emphasis, 16th edition, Prentice Hall. -Drury, C. (2015) Management and Cost Accounting, 9th Edition, Cengage Learning. -Weygandt, Kimmel, Kieso (2018), Financial and Managerial Accounting, 3nd edition, John Wiley and Sons.
Bibliografia Opcional
-Franco, V., Oliveira, A.V., Morais, A.I., Oliveira, B.J., Lourenço, I., Major, M.J., Jesus, M.A. e Serrasqueiro, R. (2015) Os Custos, os Resultados e a Informação para a Gestão, 4ª Edição, Livros Horizonte, Lisboa.
-Drury, C. (2016), Management Accounting for Business, 6th Edition, South-Western / Cengage Learning.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Aplicar técnicas de análise estatística na resolução de problemas concretos nos domínios da Economia e Gestão.
Programa
CP 1: Teoria das probabilidades: revisões e teorema da probabilidade total e fórmula de Bayes. CP 2: Variáveis aleatórias (funções de variáveis aleatórias e seus parâmetros). CP 3: Principais distribuições teóricas de variáveis aleatórias discretas e contínuas. CP 4: Distribuições Amostrais teóricas. Distribuições das estatísticas mais importantes e aplicação da estatística univariada e bivariada a partir de uma amostra aleatória com dados primários. CP 5: Estimação de parâmetros: pontual e por intervalos (IC para média, proporção, diferença de médias e variância)
Processo de Avaliação
Avaliação períodica: 1-teste intermédio (TI)+teste final (TF) (pesos: TI- 40% e TF-60%) 2-nota mínima de 7,5 valores em cada teste (TI e TF);3-presença em, pelo menos, 2/3 das aulas leccionadas;4-uma inscrição prévia nos testes. O processo de inscrição será detalhado pelo docente, em sala de aula. Exame final: Exame escrito (peso: 100%). Os alunos abrangidos pelo "Regulamento Interno para Estudantes com Estatutos Especiais" devem contatar o docente.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Anderson , D., Sweeney, J., Williams, T., Camm, J. (2013). Statistics for Business and Economics. Mason: South Western CENGAGE learning. Reis, E., P. Melo, R. Andrade & T. Calapez (2015) Estatística Aplicada (Vol. 1), 6ª ed., Lisboa: Sílabo. -Reis, E., P. Melo, R. Andrade & T. Calapez (2016) Estatística Aplicada (Vol. 2), 5ª ed., Lisboa: Sílabo. -Reis, E., P. Melo, R. Andrade & T. Calapez (2012) Exercícios de Folhas de apoio à cadeira
Bibliografia Opcional
Pinto, J., Curto, J. (2010)Estatística para a Economia e Gestão, 2ª edição, Lisboa: Sílabo. Estatística Aplicada - Vol. 1, 2ªed, Lisboa: Sílabo. -Reis, E., P. Melo, R. Andrade & T. Calapez (2014) Exercícios de Estatística Aplicada - Vol. 2, 2ªed, Lisboa: Sílabo.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Introduzir o estudante na análise das organizações e da sua gestão, apresentando os principais modelos e os seus contextos, analisando o meio envolvente das organizações e os principais conceitos e teorias no quadro das funções do processo de gestão.
Programa
1. Gestão nas organizações Gestão e organizações Funções do processo de gestão Gestão e o seu contexto 2. Teorias da gestão Modelo dos valores contrastantes Modelo racional 3. Modelo burocrático Modelo de relações humanas Modelo de sistemas abertos 3. O meio envolvente dos negócios e a responsabilidade social da organização O meio envolvente imediato O meio envolvente geral A análise das partes interessadas Ética e responsabilidade 4. Planeamento e tomada de decisão Tipos de planeamento e seus propósitos Tipos de decisões e processo de decisão 5. Estrutura e cultura Elementos e tipos Culturas organizacionais Estruturas mecanicistas e organicistas Factores contingenciais da estrutura 6. Liderança e motivação Fontes de poder e processo de influência Modelos de influência Teorias da motivação (de conteúdo/processo) 7. Controlo Controlo como função do processo de gestão Perspectivas sobre o controle e eficácia
Processo de Avaliação
A avaliação pode ser periódica ou por exame final A avaliação periódica constará de: Apresentações orais - 30%; Mini-fichas (nas aulas práticas) - 10%; Frequência final - 60% A nota de cada uma das componentes deve ser no mínimo de 7,50. Assuidade mínima nas aulas práticas: 80%. Os alunos podem optar por exame no final do semestre, havendo para o efeito duas épocas. Os alunos com nota superior a 17 realizam uma oral para atribuição de nota entre 17 e 20.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BODDY, David Management, an Introduction ( Prentice Hall) - última edição
Bibliografia Opcional
Bartol, Kathryn M., Martin, David C., 2nd edition, McGraw Hill Edition Casos e artigos a serem indicados
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Esta unidade curricular está concebida de modo a constituir uma introdução sistematizada aos principais conceitos e teorias que procuram explicar as atitudes e comportamentos dos indivíduos e as dinâmicas interpessoais que ocorrem em contexto organizacional. Pretende-se ainda que os estudantes compreendam como poderão intervir nestes processos na sua prática profissional futura enquanto gestores de recursos humanos.
Programa
I.Percepção de pessoas: CP1. Formação de impressões
II. CP2. Atitudes: Estrutura e mudança
III. Natureza da relação indivíduo-organização: Processos de vinculação CP3. Atracção mútua e ajustamento pessoa-organização CP4. Socialização organizacional CP5. Identificação e compromisso organizacional
IV. Natureza da relação indivíduo-organização: CP6. Processos de troca social em contexto organizacional CP7. Justiça organizacional CP8. Percepção de suporte organizacional CP9. Contrato psicológico CP10. Confiança organizacional CP11. Comportamentos extra-papel: comportamentos de cidadania organizacional e comportamentos contra-produtivos na organização
Processo de Avaliação
1. Aval. periódica: realização de 1 teste escrito com um peso de 75%, da nota final. À nota do teste (mínimo de 8 valores) acrescem até cinco valores obtidos através da realização de 5 quizz ao longo do semestre. A obtenção de nota inferior a 10 na avaliação contínua requer a realização do exame final escrito.
2. Aval. final corresponde à situação de exame e respeitará as condições vigentes no REACC. Para os alunos que vão à avaliação final, a nota mínima para aprovação é de 10 valores
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Barling, J., & Cooper, C.L. (2008). The Sage Handbook of Organizational Behavior Vol. 1: Micro Approaches . UK: Sage Public. Caetano, A. e Vala, J. (2007), Gestão de Recursos Humanos: contextos, processos e técnicas (3ª ed.). Lisboa: RH Edit.. Coyle-Shapiro, Jacqueline A-M.; Shore, L.; Taylor, M. S.; Tetrick, L. (2005). The employment relationship: Examining psychological and contextual perspectives. Oxford: Oxford University Press. Cunha, M., Cunha, R., Rego, A.,Neves, P. & Cabral-Cardoso, C.. (2016). Manual de comportamento organizacional e gestão .Lisboa: Editora RH. Ferreira, J.M.C., Neves, J., e Caetano, A. (2011). Manual de psicossociologia das organizações. Lisboa: Escolar Edit. Tavares, S.M. (2009). O fenómeno da identificação organizacional: contributos para a sua explicação. Tese de doutoramento. Lisboa: ISCTE. Vala, J., e Monteiro, M. B. (2013). Psicologia social (9ª ed.). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian
Bibliografia Opcional
I. Percepção de pessoas
Caetano, A. (2010). Formação de Impressões. In J. Vala & M. Monteiro (Ed.), Psicologia Social (8ª ed.). Lisboa: F.C. Gulbenkian.
II. Atitudes: Estrutura e mudança
Lima, L.P. & Correia, I. (2013). Atitudes: Medida, estrutura e mudança. In J. Vala & M.B. Monteiro (Eds.), Psicologia Social (9ª ed.). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
III. Natureza da relação indivíduo-organização: Processos de ajustamento e vinculação
1. Atracção mútua e ajustamento pessoa-organização
Cunha, M., Rego, A., Cunha, R., & Cabral-Cardoso, C.. (2007). Ligação pessoa-organização: ajustamentos e divórcios. In Manual de comportamento organizacional e gestão (cap. 8; pp 205-252). Lisboa: Editora RH.
Kristof, A. (1996) Person-organization fit: An integrative review of its conceptualizations, measurement, and implications. Personnel Psychology, 49, 1-49.
Schneider, B. (1987). The people make the place. Personnel Psychology, 40, 437-453.
2. Socialização Organizacional
Mosquera, P. (2007). Integração e acolhimento. In A. Caetano e J. Vala (Orgs.), Gestão de Recursos Humanos: contextos, processos e técnicas (3ª ed, pp. 301-324). Lisboa: RH Editora
Cunha, M., Rego, A., Cunha, R., & Cabral-Cardoso, C.. (2007). Ligação pessoa-organização: ajustamentos e divórcios. In Manual de comportamento organizacional e gestão (cap. 8; pp 205-252). Lisboa: Editora RH.
3.Identificação e Compromisso Organizacional
Tavares, S.M. (2009). O fenómeno da identificação organizacional: contributos para a sua explicação. Tese de doutoramento. Lisboa: ISCTE.
Tavares, S. (2011). Vinculação dos indivíduos às organizações. In J.M. Carvalho Ferreira, J. Neves, e A. Caetano (Orgs.), Manual de psicossociologia das organizações. Lisboa: McGraw-Hill.
Tavares, S. e Caetano, A. (2008). O que pode condicionar a intensidade da identificação organizacional: Características pessoais, características do trabalho e características organizacionais. In A. Caetano, M. Garrido, S. Batel, e A.C. Martins (Eds.). Percursos de Investigação em Psicologia Social e Organizacional (vol. III, pp. 159-180). Lisboa: Edições Colibri.
V. Processos de troca social em contexto organizacional
1. Troca social e a percepção de suporte organizacional
Blau, P. M. (1964). Exchange and power in social life (cap.4). New York: Wiley.
Shore, L. M., Coyle-Shapiro, J. A-M., Chen, X., and Tetrick, L. E. (2009). Social Exchange in Work Settings: Content, Process, and Mixed Models. Management and Organization Review 5, 289-302
Tavares, S. M., van Knippenberg, D., & Van Dick, R. (2016). Organizational identification and "currencies of exchange": Integrating social identity and social exchange perspectives. Journal of Applied Social Psychology, 46 (1), 34-45.
van Knippenberg, D., van Dick, R., e Tavares, S. (2007). Social identity and social exchange: Identification, organizational and supervisor support, and withdrawal from the job. Journal of Applied Social Psychology, 37(3), 457-477.
2. Justiça organizacional
Cunha, M., Rego, A., Cunha, R., & Cabral-Cardoso, C.. (2007). Justiça: o pão e as rosas. In Manual de comportamento organizacional e gestão (cap. 10; pp 277-302). Lisboa: Editora RH.
Colquitt, J. A., Greenberg, J., e Zapata-Phelan, C. P. (2005). What is organizational justice? A historical overview of the field. In J. Greenberg & J. A. Colquitt (Eds.), The handbook of organizational justice (pp. 3-56). Mahwah, NJ: Erlbaum
1. Contrato psicológico
Cunha, M., Rego, A., Cunha, R., & Cabral-Cardoso, C.. (2007). Ligação pessoa-organização: ajustamentos e divórcios. In Manual de comportamento organizacional e gestão (cap. 8; pp 205-252). Lisboa: Editora RH
4. Confiança organizacional
Costa, A. (2002). Promover a confiança em contextos organizacionais: Um imperativo nas práticas de gestão. In M. Cunha & S. Rodrigues. (Eds.) (2002). Manual de estudos organizacionais. (207 - 221). Lisboa: Editora RH.
Kramer, R. (1999) Trust and distrust in organizations: Emerging perspectives, enduring questions. Annual Review of Psychology, 50, 569-598.
5. Comportamentos extra-papel: comportamentos de cidadania organizacional e comportamentos contra-produtivos na organização
Cunha, M., Rego, A., Cunha, R., & Cabral-Cardoso, C. (2007). Comportamentos de cidadania organizacional: bons cidadãos ou bons soldados?. In Manual de comportamento organizacional e gestão (cap. 11; pp 303-330). Lisboa: Editora RH.
Podsakoff, N. P., Whiting, S.W., Podaskoff, P.M., and Blume, B.D. (2009). Individual and organizational-level consequences of organizational citizenship behaviors: A meta-analysis. Journal of Applied Psychology, 94(1), 122-141.
Spector, P. E., Fox, S., Penney, L. M., Bruursema, K., Goh, A., e Kessler, S. (2006). The dimensionality of counterproductivity: Are all counterproductive behaviors created equal? Journal of Vocational Behavior 68, 446-460.
Warren, D. (2003). Constructive and destructive deviance in organizations. Academy of Management Review, 28, 622-632
Bibliografia suplementar por tema: TEXTOS PARA APROFUNDAR AS TEMÁTICAS
I. Percepção de pessoas
Asch, S. (1946). Forming impressions of personality. Journal of Abnormal and Social Psychology, 41, 258-290.
Brewer, M. (1988). A Dual process model of impression formation. In T. Srull & R. S. Wyer (Ed), Advances in Social Cognition, (vol.1, pp. 1-9). Hillsdale:Lawrence Erlbaum.
Caetano, A. (1995). Avaliação de Desempenho (cap. 1, 5, 6). Lisboa: RH Editora.
Garrido, M. V., Garcia-Marques, L., Jerónimo, R. & Ferreira, M. B. (2013). Formação de impressões e representação cognitiva de pessoas. In J. Vala & M.B. Monteiro (Eds.), Psicologia Social (9ª ed.). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
Leyens, J-P., & Yzerbyt, V. (1999). Psicologia Social (cap.2). Lisboa: Edições 70.
II. Atitudes e processos de influência social
Bohner, G. (2001). Attitudes. In M. Hewstone, & S. Stroebe (Eds.), Introduction to social psychology: A European Perspective. Oxford, UK: Blackwell.
Caetano, A. eVala, J. (1995). Atitudes face às novas tecnologias de informação. In J. Vala, M.B. Monteiro, L. Lima e A. Caetano (Eds.), Psicologia social das organizações: Estudos em empresas portuguesas (2ª ed., pp. 139- 164). Liboa: Celta.
Smith, E. e Mackie, D. (2000). Social psychology (cap. 3). New York: Worth.
III. Natureza da relação indivíduo-organização: Processos de ajustamento e vinculação
1. Atracção mútua e ajustamento pessoa-organização
Ashforth, B. E, e Saks. A.M. (1996). Socialization tactics: longitudinal effects on newcomer adjustment. Academy Management Journal, 39: 149-178.
De Cooman, R., De Gieter, S., Pepermans, R., Hermans, S., Du Bois, C., Caers, R., & Jegers, M. (2009),Person-organization fit: Testing socialization and attraction- selection-attrition hypotheses. Journal of Vocational Behavior, 74(1), 102-107.
Edwards, J. R., Cable, D. M., Williamson, I. O., Lambert, L. S., and Shipp, A. J. (2006). The phenomenology of fit: Linking the person and environment to the subjective experience of person-environment fit. Journal of Applied Psychology, 91, 802-827.
Hoffman, B. J. & Woehr, D.J. (2006). A quantitative review of the relationship between person-organization fit and behavioral outcomes. Journal of Vocational Behavior, 68, 389-399.
Kristof-Brown, A. L., Zimmerman, R. D., Johnson, E. C. (2005). Consequences of individuals' fit at work: a meta-analysis of person-job, person-organization, person-group, and person-supervisor fit. Personnel Psychology, 58, 281-342.
Ravlin, E. C. and Ritchie, C. M. (2006). Perceived and actual organizational fit: Multiple influences on attitudes. Journal of Managerial Issues, 18, 175-192.
Schneider, B., Goldstein, H. W., e Smith, D. B. (1995). The ASA framework: an update. Personnel Psychology, 48, 747-773.
2. Socialização Organizacional
Ashforth, B. E. (2001). Role transitions in organizational life: An identity-based perspective (Cap.6 e 7). Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum Associates.
Bauer, T. N., Bodner, T.; Erdogan, B. (2007). Newcomer adjustment during organizational socialization: A meta-analytic review of antecedents, outcomes, and methods.; Journal of Applied Psychology, 92(3), 707-721.
Cable, D. M. e Parsons, C. K. (2001). Socialization tactics and person-organization fit. Personnel Psychology, 54, 1-23.
Chao, G. T., O Leary-Kelly, A. M., Wolf, S., Klein, H. J., e Gardner, P. D. (1994). Organizational socialization: its contents and consequences. Journal of Applied Psychology, 79 (5), 730-743.
Saks, A. M., e Ashforth, B. E. (1997). Organizational Socialization: Making Sense of the Past and Present as a Prologue for the Future. Journal of Vocational Behavior, 51, 234-279.
Saks, A. M., Uggerslev, K. L. e Fassina, N. E. (2007). Socialization tactics and newcomer adjustment: A meta-analytic review and test of a model. Journal of Vocational Behavior, 70, 413-446.
Van Maanen, J., e Schein, E. H. (1979). Toward a theory of organizational socialization. Research in Organizational Behavior, 1, 209-264. Greenwich, CT: JAI Press.
3. Identificação e Compromisso Organizacional
Ashforth, B. E., Harrison, S. H. e Corley, K. G. (2008). Identification in organizations: An examination of four fundamental questions. Journal of Management, 34 (3), 325-374.
Ashforth, B. E., e Mael, F. (1989). Social identity theory and the organization. Academy of Management Review, 14, 20-39.
Dutton, J. E., Dukerich, J. M., e Harquail, C. V. (1994). Organizational images and member identification. Administrative Science Quarterly, 39, 239-263.
Kreiner, G.E., e Ashforth, B.E. (2004). Evidence toward an expanded model of organizational identification. Journal of Organizational Behavior, 25, 1-27.
IV. Processos de troca social em contexto organizacional
1. Troca social e a percepção de suporte organizacional
Cropanzano, R., e Mitchell, M. S. (2005). Social exchange theory: An interdisciplinary review. Journal of Management, 31, 874-900.
Eisenberger, R., Armeli, S., Rexwinkel, B., Lynch, P. D., e Rhoades, L. (2001). Reciprocation of perceived organizational support. Journal of Applied Psychology, 86, 42-51.
Eisenberger, R., Huntington, R., Hutchison, S., e Sowa, D. (1986). Perceived organizational support. Journal of Applied Psychology, 71, 500-507.
Flynn, F. J. (2005). Identity orientations and forms of social exchange in organizations. Academy of Management Review, 30, 737-750.
Lawler, E. J., e Thye, S. R.. (1999). Bringing emotions into social exchange theory. Annual Review of Sociology, 25, 217- 244.
Rhoades, L., e Eisenberger, R. (2002). Perceived organizational support: A review of the literature. Journal of Applied Psychology, 87, 698-714.
Settoon, R. P., Bennett, N., e Liden, R. C. (1996). Social exchange in organizations: Perceived organizational support, leader-member exchange, and employee reciprocity. Journal of Applied Psychology, 81, 219-227.
2. Justiça organizacional
Colquitt, J. A., Conlon, D. E., Wesson, M. J., Porter, C. O., e Ng, K. Y. (2001). Justice at the millenium: A meta-analytic review of 25 years of organizational justice research. Journal of Applied Psychology, 86, 425- 445.
Skarlicki, D. P. e Latham, G. P. (2005). How can training be used to foster organizational justice?. In J. Greenberg & J. Colquitt, (Eds.), The handbook of organizational justice (pp. 499-522). Mahwah, NJ: Lawrence Earlbaum.
2. Contrato psicológico
Robinson, S.L., & Morrison, E.W. (2000). The development of psychological contract breach and violation: a longitudinal study. Journal of Organizational Behavior, 21, 525-546.
Aselage, J., e Eisenberger, R. (2003). Perceived organizational support and psychological contracts: a theoretical integration. Journal of Organizational Behavior, 24, 491-509.
Coyle-Shapiro, J. e Kessler, I. (2000). Consequences of the psychological contract for the employment relationship: A large scale survey. Journal of Management Studies, 37, 903-930.
Coyle-Shapiro, J. e Parzefall, M-R. (2008). Psychological contracts. In C. L. Cooper and J. Barling (Eds) Handbook of Organizational Behaviour, pp.17-34. UK: Sage Publications.
Coyle-Shapiro, Jacqueline A-M.; Shore, L.; Taylor, M. S.; Tetrick, L. (Eds., 2004). The employment relationship: Examining psychological and contextual perspectives. Oxford: Oxford University Press.
Morrison, E. W., e Robinson, S. L. (1997). When employees feel betrayed: A model of how psychological contract violation develops. Academy of Management Review; 22, 1, 226-256.
Robinson, S.L, e Rousseau, D.M. (1994). Violating the psychological contract: Not the exception but the norm. Journal of Organizational Behavior, 15, 245-259.
Rousseau, D. (2001). Schema, promise and mutuality: the building blocks of the psychological contract. Journal of Occupational and Organizational Psychology, 74, 511-471.
Rousseau, D. (2004). Psychological contracts in the workplace: Understanding the ties that motivate. Academy of Management Executive, 18, 1, 120-127.
Rousseau, D. M. (1995). Psychological contracts in organizations: Understanding written and unwritten agreements. Thousand Oaks, CA: Sage.
Shore, L. M., & Tetrick, L. E. (1994). The psychological contract as an explanatory framework in the employment relationship. In Cooper, C. and Rousseau, D. (Eds.),Trends in Organizational Behavior, 1, 91-109.
4. Confiança organizacional
Aryee, S., Budhwar, P. S. e Zhen X. C. (2002). Trust as a mediator of the relationship between organizational justice and work outcomes: test of a social exchange model. Journal of Organizational Behavior, 23, 267-285.
Hosmer, L. T. (1995). Trust: The connecting link between organizational theory and philosophical ethics. Academy of Management Review, 20, 379-402.
Mayer, R. C., Davis, J. H., e Schoorman, F. D. (1995). An integrative model of organizational trust. Academy of Management Review, 20, 709-734.
Neves, P. e Caetano, A. (2006). Social exchange processes in organizational change: The roles of trust and control. Journal of Change Management, 6, 351-364.
5. Comportamentos extra-papel: comportamentos de cidadania organizacional e comportamentos contra-produtivos na organização
Organ, D.W. (1997). Organizational citizenship behavior: It's construct clean-up time. Human Performance, 10, 85-97.
Marinova, S.V., Moon, H. & Van Dyne, L. (2010). Are all good soldier behaviors the same? Supporting multidimensionality of organizational citizenship behaviors based on rewards and roles. Human Relations, 63(10), 1463-1485 .
Podsakoff, P.M., MacKenzie, S.B., Paine, J.B., & Bachrach, D.G. (2000). Organizational citizenship behaviors: A critical review of the theoretical and empirical literature and suggestions for future research. Journal of Management, 26, 513-563
Ambrose, M. L., Seabright, M. A., e Schminke, M. (2002). Sabotage in the workplace: The role of organizational injustice. Organizational Behavior and Human Decision Processes, 89, 947-965.
Bolino, M. C. (1999). Citizenship and impression management: good soldiers or good actors?. Academy of Management Review, 24, 82-98.
Bolino, M. C. e Turnley, W. H. (2003). Going the extra mile: cultivating and managing employee citizenship behavior. Academy of Management Executive, 17, 60-71.
Bolino, M. C., e Turnley, W. H. (2005). The personal costs of citizenship behavior: The relationship between individual initiative and role overload, job Stress, and work-family conflict. Journal of Applied Psychology, 90, 740-748.
Bolino, M. C., Turnley, W. H., e Niehoff, B. P. (2004). The other side of the story: Reexamining prevailing assumptions about organizational citizenship behavior. Human Resource Management Review, 14, 229-246.
Coyle-Shapiro, J. A-M., Kessler, I., e Purcell, J. (2004). Exploring organizationally directed citizenship behaviour: Reciprocity or 'It's my job'? Journal of Management Studies, 41, 85-106.
Coyle-Shapiro, Jacqueline A-M. (2002). A psychological contract perspective on organizational citizenship behaviour. Journal of Organizational Behavior, 23, 927 - 946.
Dalal, R. S. (2005). A meta-analysis of the relationship between organizational citizenship behavior and counterproductive work behaviour. Journal of Applied Psychology, 90, 1241-1255.
Konovsky, M. A., e Organ, D. W. (1996). Dispositional and contextual determinants of organizational citizenship behavior. Journal of Organizational Behavior, 17, 253-266.
Konovsky, M. A., e Pugh, S. D. (1994). Citizenship behavior and social exchange. Academy of Management Journal, 37, 656-669.
Organ, D. W., e Konovsky, M. (1989). Cognitive versus affective determinants of organizational citizenship behavior. Journal of Applied Psychology, 74, 157-164.
Spector, P. E., e Fox, S. (2002). An emotion-centered model of voluntary work behaviour: some parallels between counterproductive work behaviour and organizational citizenship behaviour. Human Resource Management Review, 12, 269-292.
Vigoda-Gadot, E. (2006). Compulsory citizenship behavior: Theorizing some dark sides of the good soldier syndrome in organizations. Journal for the Theory of Social Behaviour, 36, 77-93
Warren, D. E. (2003). Constructive and destructive deviance in organizations. Academy of Management Review, 28, 622-632.
|
|
2 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Aplicar a análise de dados descritiva, inferencial e multivariada a problemas concretos dos domínios empresarial e económico.
Programa
CP1: Análise descritiva e exploratória dos dados: tabelas, gráficos, medidas descritivas - Dados univariados - Dados bivariados CP2: Análise inferencial dos dados - Intervalos de confiança - Ensaios de hipóteses: testes paramétricos e não paramétricos CP3: Análise exploratória de dados multivariados - Análise fatorial em componentes principais - Análise de clusters
Processo de Avaliação
Avaliação periódica - Dois exercícios a realizar em aula, com peso de 20% cada e com nota mínima de 7,5 val. - Teste Final (peso de 60%) e nota mínima de 7,5 val A avaliação periódica exige a presença em pelo menos 2/3 das aulas e serão aprovados os alunos que obtenham classificação final média mínima de 10 valores, desde que não obtenham nota inferior a 7,5 valores em cada momentos de avaliação. Exame: Teste individual (componente teórica (70%)+ componente prática (30%)).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1. Joseph F. Hair, William C. Black, and Barry J. Babin, Multivariate data analysis: a global perspective, Pearson education, 7th ed., 2010. 2. Elizabeth Reis, Estatística Descritiva, 7ª ed., Edições Sílabo, 2008 3. Elizabeth Reis, Estatística Multivariada Aplicada, 2ª edição, 2001 4. Raul Laureano e Maria do Carmo Botelho. SPSS - O Meu Manual de Consulta Rápida,Edições Sílabo, 3ª edição, 2017. 5. Raul Laureano (2013), Testes de Hipóteses com o SPSS - O Meu Manual de Consulta Rápida. Edições Sílabo, 2ª edição. 6. João Maroco,Análise Estatística com o SPSS 25,ReportNumber, 7ª edição, 2018.
Bibliografia Opcional
1. Elizabeth Reis, Estatística Descritiva, 7ª ed., Edições Sílabo, 2008. 2. Elizabeth Reis, Paulo Melo, Rosa Andrade e Teresa Calapez, Estatística Aplicada, Vol. 2, 5ª ed., Edições Sílabo, 2016. 3. Paula Vicente, Estudos de Mercado e de Opinião, Edições Sílabo, 2012. 4. Paul Newbold, William Carlson, and Betty Thorne, Statistics for Business and Economics, 7th ed. 2009
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Pretende-se que os alunos, no final desta Unidade Curricular, desenvolvam competências que lhes permitam, no plano conceptual, identificar e descrever os conceitos relacionados com o valor, avaliação, capitalização, investimento e com a análise e gestão financeira da empresa e que, no plano das práticas, sejam capazes de utilizar métodos e técnicas de análise que lhes permitam operacionalizar esses conceitos de forma adequada.
Programa
I - Valor Financeiro do Tempo 1. A noção de juro, consumo e poupança 2. Taxa de juro nominal e real 3. Intermediação financeira e risco 4. Juros simples e compostos 5. Conceitos de actualização e capitalização 6. Fluxos periódicos e regulares: rendas 7. Aplicações a operações de financiamento
II - Mercados, Instrumentos e Instituições Financeiras 1. Mercado cambial: a taxa de câmbio 2. Mercado monetário: a taxa de juro 3. Mercado de capitais: primário e secundário 4. As Instituições financeiras 5. A informação financeira: fontes e análise
III - A Análise Financeira da Empresa 1. Fluxos financeiros/económicos 2. Resultados e indicadores de rendibilidade 3. Leverage financeiro 4. Origens e aplicações de fundos 5. Working capital 6. Equilíbrio financeiro 7. Análise de fluxos financeiros
IV - Investimentos Reais 1. Natureza 2. Conceito de cash flow 3. Metodologia de avaliação 4. A taxa de actualização 5. Critérios de avaliação: VAL, TIR, IRP e PRI
Processo de Avaliação
1.Avaliação continua: - a.Dois testes individuais 25%;35% - b.Nota mínima de 7,5 valores na média dos 2 mini testes - c.Participação nas aulas 5% - d.Uma assiduidade mínima de 80% - Teste Final/Frequência 35% com nota mínima de 7,5 valores Aprovação à disciplina:nota média superior ou igual a 9.5 valores. 2. Exames / Avaliação não contínua - Os alunos que não cumpram com 1.a,b,c,d possuem duas épocas de exame (1ª e de recurso) com uma ponderação de 100% da nota :mínimo de 9,5 valores
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Mota, A. G., Barroso, C., Soares, H. e Laureano, L., 2014, "Introdução às Finanças - Fundamentos de Finanças com Casos Práticos Resolvidos e Propostos", Edições Sílabo, 2ª Edição, Lisboa, ISBN 978-972-618-779-0
Mota, A e C. Custódio, "Finanças da Empresa", Booknomics, 7ª edição - 2012.
Bibliografia Opcional
Brealey, Richard A. e Myers, Stewart C. 2002. Principles of Corporate Finance, 7ª Edição, McGraw Hill Higher Education
Ross, S., Westerfield R. e B. Jordan 2009. Fundamentals of Corporate Finance Standard Edition, 9ª Edição, McGraw-Hill
Santos, L. e R. Laureano, "Fundamentos e aplicações do Cálculo Financeiro, Edições Silabo, 2ª edição, 2006
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Proporcionar aos alunos a aquisição de competências que permitam aplicar adequadamente as principais técnicas de avaliação de desempenho.
Programa
1. Enquadramento da avaliação de desempenho na política e nos sistemas de gestão de recursos humanos 2.Objectivos da avaliação de desempenho 3.Instrumentos da avaliação de desempenho 4.Princípios psicométricos 5.Fontes da avaliação de desempenho 6.A comunicação na avaliação de desempenho 7. Formação da avaliação de desempenho
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: Trabalho individual (20%); Trabalho de grupo (30%); Frequência (50%). Os alunos que não entregarem um trabalho, ou que tenham menos de 9 valores em qualquer momento de avaliação ou mais de 20% de absentismo serão excluídos da avaliação periódica e fazem exame final que corresponde a 100% da avaliação. A avaliação final: O exame pode ser feito em dois momentos (1ª e 2ª fase) e respeita o Regulamento Específico de Avaliação de Conhecimentos da Escola de Gestão do ISCTE.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Aguinis, H. (2013). Performance Management. Harlow: Pearson. - Trost, A. (2017). The end of performance appraisal: a practitioners' guide to alternatives in agile organisations. Cham: Springer. - Nascimento, G., Pereira, A. (2015). GRH para gestores in Ferreira,A., Martinez, L., Nunes, F. e Duarte, H. (org.). Lisboa: RH Editora.
Bibliografia Opcional
- Arvey, R. and Murphy, K. (1998). Performance evaluation in work settings. Annual Review of Psychology. Vol. 49, pp. 141-168; - Fletcher, C., Williams, R. (2016). Appraisal improving performance and developing the individual. London: Routledge. - Deblieux, M. (2003). Performance Appraisal: Source Book. Virginia: Society for Human Resource Management. - Murphy K. and Cleveland, J. (1995). Understanding performance appraisal. Sage Publication.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Desenvolvimento de competências de aconselhamento de carreira. Desenvolver a capacidade de diagnóstico e avaliação crítica de políticas de gestão de carreiras e de remuneração. Desenvolver a capacidade de conceber um esquema de remuneração variável.
Programa
1. Introdução Contextos e sistemas de carreiras e recompensas
2. Carreiras na perspectiva do indivíduo - Aconselhamento de carreira - Diagnóstico pessoal de interesses e potencial - Novas formas de trabalho - Incompatibilidades entre as carreiras profissionais e vida familiar
3. Carreiras na perspectiva organizacional - Teorias sobre o desenvolvimento de carreiras - Planeamento de RH e gestão da sucessão - Políticas de retenção e desvinculação - Enquadramento legal - Qualificação de funções e efeitos na politica de carreiras e recompensas
4. Conceitos de remuneração e suas implicações - Definições de remuneração - Benefícios - Tipos de remuneração variável - Massas salariais e impactos financeiros - Enquadramento legal - Equidade interna e equidade externa - Relação entre teorias da remuneração e as teorias da motivação - Preparação e leitura de surveys salariais
Processo de Avaliação
- Frequência escrita (40%). - Acompanhamento de um processo de aconselhamento de carreira (20%) - Participação num processo de recrutamento (10%) - 1 Trabalhos de grupo com 1 apresentação oral (30%) - Os alunos que não entregarem qualquer trabalho ou não efectuarem a apresentações, obtenham menos de 9 valores em qualquer avaliação ou 20% de absentismo serão excluídos da avaliação periódica. Os estudantes excluídos da avaliação periódica poderão efectuar um exame final (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Greenhaus, J. H., Callanan, G. A. & Godshalk, V. M. (2009). Career management. The Dryden Press, Harcourt College Publishers. - Nathan, R. & Hill, L. (2006), Career Counselling. Sage Publications - Taylor, S. (2010). Resourcing and talent management - Wright, A. (2004). Reward management in context. London: CIPD.
Bibliografia Opcional
- Armstrong, M. & Murlis, H. (2004), Reward Management, Kogan Page - Bolles, R. (2010). De Que Cor É o Seu Pára-Quedas? Guia prático para encontrar emprego e mudar de carreira. Actual Editora - Duarte, H. (2015). Gestão de Remunerações. In A. Ferreira, L. Martinez, F. Nunes e H. Duarte (eds) GRH para gestores. RH Editora - Greene R. (2011). Rewarding performance, Routdledge - Spencer,L. e Spencer, M. (1993), Competence at work. Wiley
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Conhecer e saber interpretar as leis laborais por forma a encontrar as melhores soluções para os problemas surgidos na gestão dos recursos humanos nas organizações, num contexto de mudança.
Programa
1. O Direito Coletivo do Trabalho e os direitos coletivos dos trabalhadores. 2. Os direitos coletivos fundamentais: liberdade sindical, autonomia coletiva, autotutela coletiva. 3. O direito das organizações laborais. Liberdade sindical dos empregadores? Constituição e aquisição da personalidade jurídica das organizações laborais. O condicionamento legal dos estatutos. O estatuto legal dos representantes dos trabalhadores. Associações sindicais e comissões de trabalhadores. 4. A contratação coletiva: atores, conteúdos, âmbitos, procedimentos. Conteúdos normativos e conteúdos obrigacionais. O princípio da filiação e as suas consequências. O regime da caducidade das convenções. 5. Os conflitos coletivos de trabalho e os processos legais de resolução pacífica. 6. O regime jurídico da greve e do lock-out. O problema central da definição dos serviços mínimos. As orientações fundamentais da jurisprudência do Colégio Arbitral do CES.
Processo de Avaliação
Época Normal, os alunos que optem pela avaliação contínua, terão de ter uma assiduidade mínima de 80% e farão: Um mini-teste escrito individual - 30% e, Um exame final escrito individual - 70% da nota final e nota mínima igual ou superior a 8 valores. Obterão aprovação na UC, os alunos que obtiverem uma nota final maior ou igual a 10 valores. Época de Recurso: Alunos que não se apresentaram ou não obtiveram aprovação na 1ª Época. Alunos que pretendam fazer melhoria de nota.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Código do Trabalho não anotado ( edição à escolha do aluno ) António Monteiro Fernandes, Direito do Trabalho, Almedina
Bibliografia Opcional
Maria do Rosário Palma Ramalho, Direito do Trabalho, Almedina Pedro Romano Martinez, Direito do Trabalho, Almedina Júlio Manuel Vieira Gomes, Direito do Trabalho, Coimbra Editora Mário Pinto, Direito do Trabalho, Universidade Católica Portuguesa Bernardo da Gama Lobo Xavier, Iniciação ao Direito do Trabalho, Verbo Bernardo da Gama Lobo Xavier, Curso do Direito do Trabalho, Verbo Bernardo da Gama Lobo Xavier, O despedimento Coletivo no dimensionamento da Empresa, Verbo Bernardo da Gama Lobo Xavier, Direito da Greve, Verbo Luís Gonçalves da Silva, Estudos de Direito do Trabalho, Almedina Código do Trabalho Três anos de Jurisprudência Comentada, Luís Miguel Monteiro e outros, Livraria Petrony.
|
|
2 Ano | 2 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objectivo promover a concepção estruturada e sistemática de situações de trabalho e sua medição, alinhadas com a estratégia da organização.
Programa
1) Introdução 2) RH nas operações - Pessoas nas Operações - Estratégia de RH (na perspectiva das operações) 3) Alinhamento estratégico dos sistemas de trabalho - Perspectiva de cadeia de abastecimento - Outsourcing na cadeia de abastecimento - Factores que influenciam o desempenho (funcionário e prestador de serviço) 4) Processos vs actividades vs tarefas - Processos: mapeamento, análise e melhoria - Organização do espaço 5) Concepção da tarefa - Definição, viabilidade - Decisões relevantes: especialização, formalização, treino, trab. grupo, tecnologia, PT - Actividades, tarefas, sub-tarefas - Análise do método de trabalho: definição, procedimento, gestos, modelação 6) Medida do trabalho - Base conceptual: Fases, determinantes; Tempo padrão; Métodos directos/indirectos - Estudo dos tempos: Observações, tempo observado, ritmo, tolerâncias, Tempo Normal/Padrão, taxa de produção - Observações instantâneas: dados, observações, fracção - Methods-time measurement
Processo de Avaliação
Dois sistemas alternativos: A. Avaliação contínua: 1. Participação em aula (5%) e ficha individual (5%) 2. Trabalho de grupo (20%) 3. Teste intercalar (20%) 4. Teste escrito individual (50%) Aprovação obtida com avaliação superior a 10 valores e nota mínima de 7,5 valores no teste escrito individual. Presença obrigatória em 80% das aulas. B. Exame final escrito individual Para alunos que não obtiveram aprovação na modalidade anterior ou que decidiram não fazer avaliação contínua.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Bilhim, J. (2008). Teoria Organizacional. 6ª ed. Lisboa, ISCSP Ed - Johnston, R. & Staughton, R. (2009). Establishing and developing strategic relationships - the role for operations managers. International Journal of Operations & Production Management, 29, 6, 564-590. - Reid, R. & Sanders, N. (2011). Operations management. 4th Ed., John Wiley & Sons, USA. - Slack, N., Brandon-Jones, A. & Johnston, R. (2013). Operations management. 7th edition, Pearson Ltd., UK - Wilson, F. (2010). Organizational behaviour & work. 3rd. Ed. UK, Oxford Univ. press
Bibliografia Opcional
- Chase, R. and Aquilano, J. (2011). Operations and supply management. 13th Edition, McGraw-Hill, USA. - Jacobs, F., Docherty, P., Kira, M., A. B. Shani (eds) (2009). Creating sustainable work systems, 2nd. Ed, London, Routledge Publishing - Meel, J., Martens, Y. & Ree, H.J. (2010). Planning Office Spaces: A Practical Guide for Managers and Designers. New York, Laurence King Publishers. - Mintzberg, H. (1979). The structuring of organisations. Prentice-Hall International Inc., USA.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
1. Integrar a formação no contexto das restantes praticas de gestão de recursos humanos; 2. Articular a criação de contextos organizacionais formativos com a administração de acções de formação; 3. Compreender a articulação entre as etapas de levantamento, concepção, implementação e avaliação de acções de formação formal; 4. Compreender a importância da estratégia da empresa na gestão da formação; 5. Avaliar a eficiência e eficácia da formação formal e informal; 6. Enquadrar o processo formativo na aquisição, disseminação e mobilização de competências; 7. Elaborar e apresentar um diagnóstico e propostas de melhoria ao processo de formação de uma empresa.
Programa
I. Formação e a Mudança de Paradigma em Gestão de Recursos Humanos (GRH) 1.1. Evolução do Domínio Profissional 1.2. Modelo de Abordagem da Gestão de Recursos Humanos 1.3. Novo Paradigma para a Formação Profissional Contínua II. Gestão Estratégica da Formação Informal 2.1. Aprendizagem Organizacional 2.2. Gestão das e pelas Competências 2.3. Avaliação da Eficácia e da Eficiência III. Gestão Táctica da Formação Formal 3.1. Levantamento de Necessidades 3.2. Gestão da Formação 3.3. Auditoria da Formação Formal
Processo de Avaliação
A avaliação é realizada (1) ao longo do período lectivo e (2) na avaliação final. Instrumentos a usar ao longo do período lectivo: trabalho de grupo (ponderação de 20%) e trabalho individual (30%). A avaliação contínua terá um peso de 50% na classificação final. Esta avaliação pressupõe que o aluno assegura uma assiduidade (e pontualidade) igual ou superior a 80%.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Canário, R. (1999). Educação de Adultos: Um Campo e uma Problemática. Lisboa: Educa.
- Lopes, A. (2002). Concepção e Gestão da Formação. Lisboa: INDEG/ISCTE.
- Moreira, P. (2006). Gestão de Pessoas - Tendências, Qualificações e Formação. Lisboa: IQF.
- Zarifian, P. (1999). Objectif compétence: pour une nouvelle logique. Paris: Editions Liaisons.
Bibliografia Opcional
- Laird, D., Holton III, E. Naquin, S. (2003). Approaches to training and development (3rd edition). Basic Books.
- Lopes, A. e Bernardes, A. (2005). Formação e Organização do Trabalho; Revista Europeia da Formação Profissional - CEDFOP; Nº.34, Jan-Abr (69-83).
|
|
|
|
|
|
Objectivos
O objetivo principal desta unidade curricular é contribuir para a compreensão sobre o modo como indivíduos e grupos agem dentro das organizações. Neste contexto visa fornecer informação aos estudantes que lhes permita identificar os principais conceitos e teorias que explicam o modo como os indivíduos e grupos se envolvem, reagem e interagem com os outros nas organizações e as suas consequências. Visa ainda contribuir para a compreensão desta dinâmica na perspetiva da gestão
Programa
O estudo dos factores humanos na gestão: níveis de análise e dinâmica do comportamento organizacional
1. Nível individual Diversidade e diferenças individuais Emoções no trabalho Bem-estar e stress no trabalho A motivação no trabalho 2. Nível Grupal Grupos e equipas nas organizações Trabalho em equipa e desempenho Processos de tomada de decisão individual e grupal
3. Fatores organizacionais Influência social e poder nas organizações A cultura e clima organizacional Desenvolvimento organizacional sustentado: aprendizagem e inovação
Processo de Avaliação
Instrumentos de avaliação e ponderações:Trabalho de grupo com apresentação na aula (40%);Teste (60%). Para acesso ao teste é necessário uma classificação mínima de 10 valores no trabalho de grupo. No apuramento da classificação final é necessário que a classificação mínima no teste seja de 7.5 valores. Os alunos que não tenham aprovação na avaliação periódica, ou o escolham, farão exame(100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cunha, M. P., Rego, A., Cunha, R. C.& Cabral-Cardoso, C., Neves, P. (2016). Manual de comportamento organizacional e gestão. Lisboa: RH Editora.
Ferreira, J.M.C., Neves, J.,& Caetano, A. (Coord.) (2011). Manual de Psicossociologia das Organizações. Lisboa: Escolar Editora.
Neck,C.P..Houghton, J.D. & Murray, E.L. (2016) Organizational behavior : a critical-thinking approach. Thousand Oaks : Sage.
Robbins, S. & Judge T. (2017). Organizational Behavior - 17Th Edition. Edinburghgate, Harlow: Pearson Education.
Schermerhorn, J. R..Osborn R. N, Uhl-Bien, M. & Hunt J. G.( 2012). Organizational Behavior, 12th Edition: International Student Version. New York: John Wiley & Sons.
Bibliografia Opcional
Ashkanasy, N. M., & Dorris, A. D. (2017). Emotions in the workplace. Annual Review of Organizational Psychology and Organizational Behavior, 4, 67-90.
Caetano, A. e Silva, S. A. (2011). Bem-estar e saúde no trabalho. In Lopes, M. P. Ribeiro, R. B., Palma, P. J. e Cunha, M. P. (eds), Psicologia Aplicada, Lisboa: Recursos Humanos Editora.
Chatman, J. A., & O'Reilly, C. A. (2016). Paradigm lost: Reinvigorating the study of organizational culture. Research in Organizational Behavior, 36, 199-224.
Cohen, A. (2016). Are they among us? A conceptual framework of the relationship between the dark triad personality and counterproductive work behaviors (CWBs). Human Resource Management Review, 26(1), 69-85.
Cunha, M. P., Rego, A., Cunha, R. C.& Cabral-Cardoso, C., Neves, P. (2016). Manual de comportamento organizacional e gestão. Lisboa: RH Editora.
Deci, E. L., Olafsen, A. H., & Ryan, R. M. (2017). Self-determination theory in work organizations: the state of a science. Annual Review of Organizational Psychology and Organizational Behavior, 4, 19-43.
Guinote, A. (2017). How power affects people: Activating, wanting, and goal seeking. Annual Review of Psychology, 68, 353-381.
Gerhart, B., & Fang, M. (2015). Pay, intrinsic motivation, extrinsic motivation, performance, and creativity in the workplace: Revisiting long-held beliefs.
Kanfer, R., Frese, M., & Johnson, R. E. (2017). Motivation related to work: A century of progress. Journal of Applied Psychology, 102(3), 338.
Locke, Edwin A. (Ed) (2009). Handbook of principles of organizational behavior : indispensable knowledge for evidence-based management, 2nd Edition. Chichester: Wiley.
Landy, F. J., & Conte, J. M. (2017). Work in the 21st Century: An Introduction to Industrial and Organizational Psychology. John Wiley & Sons.
LeBreton, J. M., Shiverdecker, L. K., & Grimaldi, E. M. (2018). The Dark Triad and Workplace Behavior. Annual Review of Organizational Psychology and Organizational Behavior, 5, 387-414.
Mathieu, J., Maynard, M. T., Rapp, T., & Gilson, L. (2008). Team effectiveness 1997-2007: A review of recent advancements and a glimpse into the future. Journal of management, 34(3), 410-476.
Neal, A., Ballard, T., & Vancouver, J. B. (2017). Dynamic self-regulation and multiple-goal pursuit. Annual Review of Organizational Psychology and Organizational Behavior, 4, 401-423.
Schneider, B., Ehrhart, M. G., & Macey, W. H. (2013). Organizational climate and culture. Annual review of psychology, 64, 361-388.
Silva, S. A. & Tavares, S. M. (2012). Saúde e bem-estar no trabalho. In A. L. Neves, e R. F. Costa (Coords.), Gestão de Recursos Humanos de A a Z. Lisboa: Editora RH.
Silva, S.A., & Santos Fugas, C. (2015). The Influence of Peer Norms. The Wiley Blackwell Handbook of the Psychology of Occupational Safety and Workplace Health, 61-82.
Simões, E. (2015). Resolver problemas e tomar decisões. In J. Neves, M. Garrido & E. Simões, Manual de competências pessoais, interpessoais e instrumentais - teoria e prática - 3ª Ed. Lisboa: Editora Sílabo.
Sundie, J. M., Cialdini, R. B., Griskevicius, V., & Kenrick, D. T. (2012). The world's (truly) oldest profession: Social influence in evolutionary perspective. Social Influence, 7(3), 134-153.
Warrick, D. D. (2017). What leaders need to know about organizational culture. Business Horizons, 60(3), 395-404.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Apresentar aos estudantes os principais aspectos legais que necessitam de regulamentação interna nas empresas e definição de procedimentos para a sua aplicação. Permitir que os alunos obtenham uma perspectiva crítica sobre os principais processos administrativos que poderão vir a supervisionar ou administrar
Programa
1. GRH e as principais obrigações administrativas e legais
2. Responsabilidades administrativas Regime Contra-Ordenacional Relatório único Dever de Informação e Protecção de Dados
3. Ordenamento interno das organizações Assistência à Maternidade e Paternidade Discriminação no Trabalho Assédio Contratação de estrangeiros Trabalho com menores Trabalhadores com deficiência Consumo de Álcool e Drogas Deslocações em serviço e viaturas de serviço Utilização de Internet e telefone no trabalho Indicadores principais
4. Comunicação Geral e Disciplina Comunicação formal nas organizações Horários e Mapas de Férias Comunicação de acções de formação Processos disciplinares
5. Processamento de vencimentos e indicadores gerais de RH Enquadramento da Segurança Social e IRS Fundo de Garantia Salarial Quotizações sindicais e imposto de selo Cálculo mensal de vencimentos Indicadores gerais de Recursos Humanos
Processo de Avaliação
-Uma frequência escrita para alunos em regime de avaliação continua (50%) -1 Trab. de grupo com apresentação oral (15%) -1 Trabalho de grupo (35%) Os estudantes que não entregarem qualquer um destes trabalhos, obtenham menos de 9 valores em qualquer trabalho ou na frequência ou se tiverem mais de 20% de absentismo serão excluídos da avaliação continua. Os estudantes que tenham sido excluídos da avaliação continua poderão efectuar um exame final que corresponderá a 100% da avaliação final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Código do trabalho -Leite, F. (2014). Formulários BDJUR. Coimbra: Almedina - Seixo, J. M. (2005). Gestão Administrativa dos Recursos Humanos. Lisboa: Lidel
Bibliografia Opcional
- Bancaleiro, J. (2006). Scorecard de Capital Humano. Lisboa: RH Editora. - Caldeira, J. (2010). Dashboards: Comunicar eficazmente a informação de gestão. Coimbra: Almedina - Curado, A. A. (2005). Manual prático de direito do trabalho. Lisboa: Quid Juris - Moura, E. (2004). Manual de Gestão de Pessoas. Lisboa: Edições Sílabo HRD Press
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Apresentar aos alunos os fundamentos básicos de Segurança e Saúde no Trabalho (SST), no que refere à gestão de risco, prevenção de acidentes e promoção de ambientes saudáveis considerando o enquadramento da legislação sobre o tema.
Programa
1. Fundamentos da SST - Enquadramento jurídico, histórico e social da SST - O papel da O.M.S. e da O.I.T. - A evolução da SST - Os serviços de SST nas empresas 2. A Segurança e Saúde do Trabalho - Conceitos - A saúde e riscos profissionais - Organização e gestão da SST nas empresas - Cultura de segurança - Ruído, ambiente térmico, iluminação e ventilação 3. Segurança no trabalho - Acidentes de Trabalho (AT), Doenças Profissionais e a sua Prevenção. - A análise de riscos - Dispositivos de protecção - Sinalização de Segurança 4 Ergonomia - A ergonomia e o trabalho - Análise ergonómica - Da prevenção à intervenção
Processo de Avaliação
(1) Avaliação periódica: - Trabalho de grupo com apresentação oral e relatório escrito (40%); - Participação em projetos de investigação em curso na área temática (10%) - Teste escrito individual (50%) A aprovação em regime de avaliação periódica pressupõe uma avaliação mínima de 8 valores em qualquer instrumento de avaliação e desde que a nota final totalize 10 valores. (2) Na avaliação final existirá apenas um instrumento de avaliação (Exame 100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Barling, J. & Frone, M. (2004). The psychology of work safety. Washington: American Psychological Asssociation. Cabral, F. (2011). Segurança e saúde do trabalho. Lisboa: Verlag Dashofer. Cabral, F. & Roxo, M. (2000). Segurança e Saúde no Trabalho. Legislação Anotada. Coimbra: Almedina. Castillo, J. & Villena, J. (2005). Ergonomia: conceitos e métodos. Dinalivro. Freitas, L. (2011). Manual de Segurança e Saúde no Trabalho. Lisboa: Edições Sílabo. Rebelo, F. (2017). Ergonomia no Dia a Dia. Edições Sílabo.
Bibliografia Opcional
Bento, A. (2002). Ergonomia: contributos para a gestão de recursos humanos. In A. Caetano & J. Vala (Org.), Gestão de recursos humanos: contextos, processos e técnicas. Lisboa: Rh Editora. De Keyser, V., & Leonova A.B. (2001). Error prevention and well-being at work in western Europe and Russia. Dordrecht: Kluwer Academic Publishers. Guérin, F., Laville, A., Daniellou, F., Duraffourg, J. & Kerguelen, A. (2006). Compreender o trabalho para transformá-lo: a prática da ergonomia. São Paulo: Edgard Blücher. Leplat, J. & Cuny, X. (1979). Les accidents de travail. Paris: PUF. Miguel, A. (2000). Manual de Higiene e Segurança do trabalho, Lisboa: Porto Editora. Montmollin, M. (1995). A Ergonomia. Edições Piaget. Ramos, S., Gonçalves, I., Simões, H., & Rebelo, F. (2010). O contributo do design ergonómico na interacção com dispositivos de controlo: um caso de reconcepção de um posto de trabalho. Laboreal, 6, (1), 17-28 http://laboreal.up.pt/revista/artigo.php?id=37t45nSU54711238:7625173931 Reason, J. (1990). Human Error. Cambridge, UK: Cambridge University Press. Silva, S. (2008). Culturas de Segurança e Prevenção de Acidentes de Trabalho numa Abordagem Psicossocial: Valores Organizacionais Declarados e em Uso. Lisboa: FCG.
|
|
3 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Esta unidade curricular tem como objetivo fundamental criar condições para que os estudantes compreendam a importância e o papel da comunicação no sistema organizacional em geral.
Programa
CP1. 1. O conceito de "comunicação organizacional" 1.1. A "comunicação" como constitutiva das organizações 1.2. Escolas e teorias da comunicação organizacional
CP2. Comunicação organizacional": um conceito à procura de definição 2.1. Comunicação institucional, comunicação corporativa, relações Públicas 2.2. Comunicação "interna" 2.3. A "comunicação" na estrutura organizacional
CP3. Comunicação com os colaboradores 3.1. Investigação / planificação / implementação / avaliação 3.2. Estratégias, tácticas e técnicas da comunicação com os colaboradores
CP4.Auditorias de comunicação
CP5. Tendências e boas práticas em comunicação com os colaboradores: análise de estudos de caso
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: a presença em sala igual ou superior a 80% e classificação igual ou superior a 7,5 valores nos dois momentos abaixo referidos -Teste individual escrito em sala - 60% -Trabalho em grupo (escrito e oral) - 40%
Os estudantes que não cumpram os requisitos atrás enunciados poderão realizar a UC por exame final (exercício escrito individual em sala, sem consulta, com uma valoração de 100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Barton, P. (2016). Maximizing Internal Communication - Strategies to turn heads, win hearts, engage employees and get results, 1ªEd. New York: Aviva Publishers.
Kunsch, M. M. K. (2003) Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada. 4a ed. São Paulo: Summus.
FitzPatrick, L. and Valskov, K. (2014). Internal Communication: A Manual for practitioners. 1ªed. London: Kogan Page.
Smith, L. (2008). Effective Internal Communication. 2ªEd. London: CIRP.
Bibliografia Opcional
Broom, G e Sha, B (2013) Cutlip and Center's Effective Public Relations. N Jersey. Prentice Hall.
Littlejohn, S., Foss, K., Oetzel, J. (2017): Theories of human communication, 11th ed. Long Grove: Waveland Press Inc.
Ruck, K. (2015). Ed. Exploring Internal Communication - Towards Informed Employee Voice. 3ªEd. Gower
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Esta UC pretende desenvolver a capacidade crítica de avaliação do desempenho dos especialistas de Recursos Humanos segundo uma perspectiva ética e de profissionalização
Programa
1. Deontologia 1.1 Princípios éticos 1.2 Códigos deontológicos 1.3 Dilemas éticos em contexto de GRH
2.Competências profissionais em GRH 2.1 Competências profissionais em especialistas de GRH 2.2 Aplicação das competências profissionais a problemas transversais às áreas de GRH
Processo de Avaliação
A avaliação é realizada apenas ao longo do período lectivo não existindo 2ª avaliação em exame: Aplicação Prática (60%); Avaliação critica de uma aplicação prática (40%) Os alunos com menos de 9 valores em qualquer dos instrumentos de avaliação ou mais de 30% de absentismo serão reprovados. A utilização de informação/meios não expressamente indicados pelo docente durante qualquer dos momentos de avaliação ou o plágio de qualquer documento implica a reprovação na UC.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Akanda, A. (2013). The practicalities of human resources, Author House - APG (2007). Código de Ética na Gestão das Pessoas. Retirado de www.apg.pt - Budd, J. e Scoville, J. (2005). The ethics of human resources and industrial relations, Labor and Employment Relations Association - CIPD (2012). Code of Professional Conduct. Retirado de www.cipd.co.uk
Bibliografia Opcional
- Edwards, J., Scott, J. e Raju, N. (2003). The human resources program - Evaluation handbook. Sage Publications. - Islam, G (2012). Recognition, reification, and practices of forgetting: Ethical implications of human resource management. Journal of Business Ethics, 111, 37-48. - Wiley, C. (2000). Ethical standards for human resource management professionals: A comparative analysis of five major codes. Journal of Business Ethics, 25, 93-114.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Esta unidade curricular procura proporcionar aos alunos a aprendizagem dos modelos de diagnóstico e a sua aplicação nos processos de mudança organizacional.
Programa
I - Diagnóstico e Mudança Organizacional - Introdução 1.1 - Modelos de diagnóstico organizacional 1.2 - As abordagens da mudança organizacional 1.3 - Métodos utilizados em diagnóstico e procedimentos éticos
II - Modelos de Diagnóstico Organizacional 2.1 - O modelo das 6 componentes de Weisbord 2.2 - Diagnóstico de Cultura organizacional. A abordagem de Schein, Quinn e Cameron 2.3 - A abordagem centrada na performance e gestão por processos. O Score card de R Kaplan. Stream Analysis de Jerry Porras. SERVQUAL. 2.4 - O diagnóstico centrado nos problemas de saúde e produtividade. Modelos de presentismo e absentismo.
III - A mudança organizacional 3.1. Mudança planeada e mudança emergente. 3.2. As fases da mudança 3.3. O projecto de mudança 3.4. Desenvolvimento de relatórios e propostas
IV - Estudos de Caso
Processo de Avaliação
Regime regular: Supõe-se a presença assídua nas aulas (80%) e um trabalho contínuo ao longo do semestre.
- Trabalho de grupo + Apresentação: A ponderação final é de 40%. - Frequência individual: a ponderação final deste trabalho é de 60%. Para aprovação os alunos devem ter nota mínima de 9,5 valores na frequência.
Regime Exame: Exame final(100% da avaliação final). A nota do trabalho de grupo não será considerada para efeitos de avaliação em regime de exame ou melhoria.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1. Anderson, D. (2011). Organization development: The process of leading organizational change. New York: Sage.
2. Cawsey, T., Deszca, G., Ingols, C.(2015). Organizational Change: An Action-Oriented Toolkit. Thousand Oaks: SAGE
3. Cummings, T. G. & Worley, C. G. (2004). Organization development and change, 8th ed. St. Paul, MN: West Publishing Company.
4. Ferreira, A. I., & Martinez, L.F. (2008). Manual de Diagnóstico e Mudança Organizacional. Lisboa: RH Editora.
5. Rothwell, W., Stopper, A., Myers, J. (Editors)(2017).Assessment and Diagnosis for Organization Development: Powerful Tools and Perspectives for the OD Practitioner. New York: Productivity Press.
Bibliografia Opcional
1. Di Pofi, J.A. (2002). Organizational diagnostics: Integrating qualitative and quantitative methodology. Journal of Organizational Change, 15(2), 156-168.
2. Ferreira, A.I. (2011). Metodologias e Investigação Aplicada. In Lopes, M.P., Palma, P.J., Bártolo-Ribeiro, R., Cunha, M.P. (Eds), Psicologia Aplicada (pp. 25-46). Lisboa: RH Editora.
3. Ferreira, A.I., & Martinez, L.F. (2011). Intellectual capital: Perceptions of productivity and investment. Revista de Administração Contemporânea, 15(2), 249-260.
4. Ferreira, A.I. (2010a). Clima organizacional e sua importância no diagnóstico das empresas. Pessoas & Sintomas, 11, 59-63.
5. Huy, N.Q., Corley, K, & Kraatz, M. (2014). From support to mutiniy: shifting legitimacy judgements and emotional reactions impacting the implementation of radical change. Academy Of Management Journal, 57, 6, pp. 1650-1680.
6. Johns, G. (2010): Presenteeism in the Workplace: A review and research agenda. Journal of Organizational Behavior, 31, 519-542
7. Martinez, L.F., Ferreira, A.I., & Can, A.B. (2016). Consultant-Client Relationship and Knowledge Transfer in Small-and Medium-Sized Enterprises Change Processes. Psychological Reports, 118, 608-625.
8. Martins, N. & Coetze, M. (2009). Applying the Burke-Litwin model as a diagnostic framework for organisational effectiveness. SA Journal of Human Resources Management, 7, 144-156.
9. Neves, J.G., Simões, E., & Garrido, M.V. (2015). Manual de Competências (3ª Edição). Lisboa: Sílabo.
10. Schein, E.(1999). The Corporate Culture. Survival Guide. Warren Bennis Book.
11. Weick, K., & Quinn, R. (1999). Organizational Change and Development. Annual Review of Psychology, 361-86.
12. Zhou, Q., Martinez, L.F., Ferreira, A.I., & Rodrigues, P. (2016). Supervisor support, role ambiguity and productivity associated with presenteeism: A longitudinal study. Journal of Business Research, 69(9), 3380-3387.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
O objectivo fundamental desta UC é o de levar os estudantes a conceber a gestão de conflitos como competência básica do gestor de recursos humanos. Paralelamente, pretende-se que compreendam os processos de negociação enquanto forma essencial de resolução de diferenças e de alocação de recursos escassos na organização. Nesse sentido, esta UC visa apresentar e discutir estratégias e tácticas negociais bem como analisar os principais problemas que podem impedir o alcance ou a eficácia plena de acordos negociados.
Programa
CP*1. Negociação: uma resposta às consequências da diversidade e complexidade nas organizações- Tipologia dos conflitos nas organizações; o processo de negociação como meio eficaz de resolução de conflitos organizacionais; o gestor de recursos humanos enquanto negociador CP2. Negociação integrativa e negociação distributiva: estratégias e tácticas; Heurísticas e enviesamentosnos processos de negociação; poder na negociação;relações interpessoais e emoções na negociação CP3. Preparação da negociação CP4. Estilos de gestão de conflitos e estratégias de negociação CP5. Negociação entre Equipas e em grupos: processos específicos das negociações multilaterais. Etapas na preparação e abordagem de uma negociação entre equipas CP6. Arbitragem e Mediação
*Conteúdos programáticos (CP)
Processo de Avaliação
A avaliação periódica pressupõe assiduidade superior a 80%.Serão utilizados 3 instrumentos: 1. Participação na aula (10% de peso na nota final); 2.Trabalho de grupo (40%); 3.teste (50%).Para aceder ao teste é necessária uma nota média superior a 8,5 v. nos dois momentos anteriores. No apuramento da classificação final a nota do exame terá de ser igual ou superior a 7,5 v.Em alternativa à avaliação priódica, o aluno pode apresentar-se a exame final (100% de peso na classificação final).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
De Cremer,D. & Pillutla, M. M. (2012). Making negotiations predictable - what science tell us?. N.york: Palgrave MacMillan. Simões, E. (2015). Negociar. In J. Neves, M. Garrido & E. Simões, Manual de competências pessoais, interpessoais e instrumentais - teoria e prática - 3ª Ed. Lisboa: Editora Sílabo. Simões, E. (2015). Gerir conflitos. In J. Neves, M. Garrido & E. Simões, Manual de competências pessoais, interpessoais e instrumentais - teoria e prática - 3ª Ed. Lisboa: Editora Sílabo. Simões, E. (2015). Gestão de conflitos. In A. Ferreira, L. Martinez, F. Nunes & H. Duarte (Coord.) Gestão de Recursos Humanos para Gestores (pp.371-39) Lisboa : Editora RH. Simões, E. (2012). Negociação e gestão de recursos humanos . In A.L. Neves & R.F. Costa (Coord.) Gestão de recursos humanos de A a Z ( pp 457-460). Lisboa: Editora RH. Simões, E. (2008). Negociação nas organizações. Lisboa: Editora RH. Thompson, L. (2008). A razão e o coração do negociador. Lisboa: Ed. Monitor.
Bibliografia Opcional
Deutsch, M. , Coleman, P. T. & Marcus, E. C.- Eds ( 2006) The handbook of conflict resolution : theory and practice- 2nd Edition. San Francisco: Jossey-Bass. Fisher R., Ury, W. & Patton, B.(2007).Getting to yes: negotiating agreement without giving in. 2nd edition. London: Random House. Lewicki, R., Barry, B., Saunders, D. M. & Minton, J. W.(2003). Negotiation (4th Ed.). N. York: McGraw-Hill. Jesuíno, J. C. (1992). A negociação - estratégias e tácticas. Lisboa: Texto Editora. Malhotra, M. & Bazerman, M. H. (2008). Negotiation genius: how to overcome obstacles and achieve brilliant results at the bargaining table and beyond. New York : Bantam Books. Lax, D. A. & Sebenius, J. K. (1986). The manager as negotiator. New York: Free Press. Pruitt, D. G., & Carnevale, P. J. (1993). Negotiation in social conflict. Buckingham: Open University Press. Robinson, R. J. (1995). The conflict-competent organization. A research agenda for emerging organizational challenges. In R. M. Kramer &. D. M. Messick (Eds.), Negotiation as a social process (pp. 186-204). Thousand Oaks, CA: Sage. Stone, D., Patton, B., & Heen, S. (1999). Difficult conversations. Harmondsworth: Penguin. Simões, E. & Antunes, M. J. (2013). Negociações difíceis: o papel dos gestores de recursos humanos nas reestruturações . In P. Neves & M. P. Lopes (Coords.) Comportamento organizacional no século XXI : diálogos entre a gestão e a academia. (pp 123-137). Lisbon. Editora RH. Simões, E. (2014). Liderança e competências de vegociação. Caderno Electrónico do OPBPL |2014/17, ISCTE-IUL. Walton, R. E. & McKersie, R. B. (1965). A behavioral theory of labor negotiation. New York: McGraw-Hill.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Apresentar as diversas abordagens e teorias de liderança e discutir a sua importância para a gestão e governação organizacional.
Programa
1. Introdução: Gestão e Liderança. 2. Metáforas Organizacionais e Paradigmas de Governação Organizacional. 3. Abordagens do estudo da liderança: Traços e Comportamentos. 4. Teoria da Troca Líder-Membro. 5. Liderança Transformacional e Carisma. 6. Liderança de Equipas de trabalho. 7. A relação da liderança com outras variáveis organizacionais
Processo de Avaliação
Avaliação periodica, através dos seguintes elementos: - Trabalho de grupo: 40% - Frequência: 60% A avaliação implica a nota mínima de 8 valores em todos os momentos de avaliação. Os alunos que optem por não efectuar quaisquer dos trabalhos ou que tenham sido excluídos da avaliação contínua poderão efectuar o exame final (100% da nota).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Northouse, P. G. (2013). Leadership: Theory and Practice. Thousand Oaks: Sage. Yukl, G. (2006). Leadership in organizations. New York: Prentice-Hall.
Bibliografia Opcional
Jesuíno, J. C. (1996). Processos de Liderança. Lisboa: Livros Horizonte.
Kotter, J. P. (1998). The Leadership Factor. New York: Free Press.
Moreira, P. S. (2007). Liderança e Cultura de Rede em Portugal: Casos de Sucesso. Lisboa: Livros Horizonte.
Rego, A. & Cunha, M. P. (2003). A Essência da Liderança. Lisboa: Editora RH.
Reto, L., & Lopes, A. (1991). Liderança e Carisma - O exercício do poder nas organizações. Lisboa: Editorial Minerva.
Tricker, B. (2009). Corporate Governance: Principles, Policies, and Practices. New York: Oxford University Press.
The Leadership Quarterly (revista de referência)
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Esta UC visa: 1. Apresentar aos alunos o papel do Recrutamento e Seleção no âmbito específico da Gestão de Recursos Humanos e a sua importância para o sucesso da empresa; 2. Proporcionar aos alunos um conhecimento conceptual e operacional do recrutamento e seleção de pessoal, incluindo a dimensão ética e legal, métodos e fontes de recrutamento, técnicas e instrumentos de avaliação, seleção e decisão.
Programa
P1 - Introdução P1.1. Contextos de Recrutamento e Seleção P1.2. Questões éticas e legais P2 - Análise de necessidades de Recursos Humanos P2.1. R.S. e planeamento estratégico. P2.2. Competências: identificação, descrição e elaboração de perfil do candidato P3 - Atração e Recrutamento P3.1. Fontes e tipos de recrutamento. P3.2. Novas tecnologias e RS. P4 - Seleção Baseada em Competências P4.1. Fases de um processo de seleção. P4.2. Métodos e preditores de desempenho (Dados biográficos, entrevistas, testes e provas) P4.3. Assessment centres. P5 - Decisão e Orientação P5.1. Tomada de decisão - critérios. P5.2. Relatório e prestação de informação (cliente e candidatos). P6 - Follow-up, avaliação e controlo do processo
Processo de Avaliação
1. A avaliação é realizada apenas em avaliação contínua (ao longo do período letivo) não existindo 2ª avaliação em exame: a) Teste (30%)+ Participação e atividades de PF individual (20%); b) Assessment centre (Concepção e participação (30%)+relatório e discussão (20%); Assiduidade (e pontualidade) igual ou superior a 80%. 2. Os alunos com menos de 9.0 valores em qualquer dos instrumentos de avaliação ou mais de 20% de absentismo serão reprovados.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Cook, M. (2009). Personnel Selection: Adding value through people. Chichester: John Willey & Son. - Landers, R. & Schmidt (Eds) (2016). Social media in employee selection and recruitment : theory, practice, and current challenges. Switzerland : Springer - Taylor, I (2008). The assesment and selection handbook: Tools techniques and exercises for effective recruitment and development. London: Kogan Page. -Taylor, S. (2014). Resourcing and Talent Management. London: Chartered Institute of Personnel and Development.
Bibliografia Opcional
- Breaugh, J. (2013). Employee Recruitment. Annual Review Psychology, 64; 389-416 - Edenborough, R. (2005). Assessment Methods in Recruitment, Selection and Performance. London: Kogan Page Limited. - Heneman III, H., Judge, T. e Kammeyer-Mueller, J. (2012) Staffing organizations. Middleton: McGraw-Hill International Edition. - Hough, L. e Oswald, F. (2000). Personnel Selection: Looking Toward the Future--Remembering the Past. Annual Review of Psychology, 51: 631-664. - Neves, J., Garrido, M. e Simões, E. (2015). Manual de ccmpetências pessoais, interpessoais e instrumentais. Lisboa, Sílabo. - Nikolaou, I. e Oostrom, J. (2015).Employee, recruitment, selection. And assessment - Contemporary issues for theory and practice. East Sessex: Psychology Press. - Roberts, G. (2004). Recruitment and Selection. London: CIPD - Chartered Institute of Personnel Development. - Sackett, P. e Lievens, F. (2008). Personnel Selection. Annual Review of Psychology, 59, 419-450. - Schmitt N. (2012). The Oxford handbook of Personnel Assesment and Selection. Oxford - Taylor, I (2007). A Practical Guide to Assessment and Selection Methods: Measuring competency for recruitment and development. London: Kogan Page. - Wood, R. e Payne, T (1998). Competency based recruitment and selection - A practical guide.Chichester: John Wiley & Sons - Woodruffe, C. (1995). Assessment Centres - Identifying and developing competence. London: Institute of Personnel and Development..
|
|
3 Ano | 2 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Esta UC visa introduzir o aluno na análise do mercado de trabalho e das correntes teóricas que explicam os diversos fenómenos económicos relacionados com o emprego e trabalho. Pretende-se também dar a conhecer as principais estatísticas nacionais e europeias sobre esses fenómenos.
Programa
1. Principais fenómenos do mercado de trabalho nacional e europeu 2. Fundamentos teóricos sobre o funcionamento do mercado de trabalho: o modelo neoclássico 3. Teoria Keynesiana e políticas do mercado de trabalho 4. Educação e mercado de trabalho: capital humano, sinal e filtro 5. Segmentação do mercado de trabalho e discriminação.
Processo de Avaliação
A avaliação contínua comportadois momentos: - Teste individual no fim do semestre cuja ponderação é de 60% (nota mínima 8); - Trabalho de grupo sobre um tema específico com apresentação e discussão na aula. A ponderação deste trabalho é de 40% na nota final.
Avaliação final pressupõe a realização de um exame escrito que poderá ser realizado na 1ª ou 2ª época de avaliações conforme definidas no calendário da IBS. A aprovação na UC pressupõe a nota mínima de 9.5 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Esta UC tem um caderno de textos que reúne a bibliografia considerada básica que contém textos das seguintes referências:
1. Borjas, G. (2010) Labor Economics, McGraw-Hill International Edition, Boston, 5ª edição. 2. Bosworth, D., Dawkins,P. and Stromback, T. (1996) The Economics of the Labour Market, Harlow and England, Addison Wesley Longman Limited. 3. Kaufman, B.E. (1994) The Economics of Labor Market, USA, The Dryden Press, 4ª edição. 4. Smith, S. (2003) Labour Economics, London and New York, Routledge.
Bibliografia Opcional
EUROSTAT Yearbook (2016) Labour market, capítulo 5.
Banco de Portugal (2015): O mercado de trabalho português e a grande recessão, in Boletim Económico, Lisboa-Banco de Portugal, pp. 77-99.
European Commission: (2015): Employment and social developments in Europe Report - 2014; Office for official publications of the European Communities, Luxembourg.
Suleman, F. (2007) O Valor das Competências no Mercado de trabalho: um Estudo Aplicado ao Sector Bancário, Lisboa, Livros Horizonte.
Artigos selecionados para discussão nas aulas
Sites Internet : http://europa.eu.int; http://epp.eurostat.cec.eu.int; www.gep.mtss.gov.pt; www.oecd.org; www.ine.pt; www.bportugal.pt; www.ilo.org/lisbon; http://ec.europa.eu/social/main.jsp?catId=1143&intPageId=3193
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Apresentar e desenvolver os conceitos, metodologias e instrumentos para uma participação eficaz no processo de gestão estratégica.
Programa
I.Conceitos Básicos 1.1 Do Posicionamento ao Movimento 1.2 Processos de Formação de Estratégia: Sentidos da palavra Estratégia II.Formulação da Estratégia 2.1.Visão e Missão 2.2.Análise do Meio Envolvente 2.2.1.A envolvente mediata 2.2.2.A envolvente imediata 2.3. Análise da Organização 2.3.1. O Modelo VRIO 2.4. Definição e escolha de estratégias 2.4.1 Estratégias de negócio 2.4.2 Estratégias corporativas 2.4.2.1 Diversificação 2.4.2.2 Integração Vertical 2.4.2.3 Globalização das empresas 2.4.2.4 Alianças Estratégicas III.Implementação da Estratégia 3.1.Objectivos de curto prazo, tácticas funcionais, sistema de recompensas, empowerment e outsourcing 3.2.Liderança e Cultura Organizacional IV.A Governação Organizacional: Teorias principais 4.1.Modelo Anglo-Americano 4.2.Modelo Germano-Japonês V.Controlo Estratégico 5.1 Controlo Estratégico 5.2 Balanced Scorecard VI. Ética Organizacional e Responsabilidade das Empresas
Processo de Avaliação
Opção 1(Aval.contínua) -50%:Teste Final Individual (TA=30+3h) -20%:Média das apresentações de casos com respetivos relatórios (TA=30h) -15%:Ficha de leitura de grupo (TA=24) -10%: Quizzes (TA=8) -5%: Participação nas aulas Aprovação: Média ponderada de 10 val. ou superior; o teste final individual e a média ponderada das restantes componentes da avaliação contínua não podem ser inferior a 8 val.
Opção 2(Exame final) Aprovação: 10 val. ou superior
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
António, Nelson Santos (2015) Estratégia Organizacional - do Posicionamento ao Movimento, 3ª Edição, Edições Sílabo António, Nelson Santos (Coord) (2012) Estratégia Organizacional: do mercado à ética, Escolar Editora Barney, Jay B., Hesterley, William S.(2012) Strategic Management and Competitive Advantage: Concepts and cases. 4th edition. Pearson Lasserre, Philippe (2012) Global Strategic Management, 3rd Edition, Palgrave Macmillan. Pearce, J. A., Robinson, R.B. (2013), Strategic Management, 13th edition, McGraw-hill Higher Education Thompson, A., Strickland, A., and Gamble, J. (2007) Crafting and Executing Strategy - The Quest for Competitive advantage, McGraw-Hill.
Working Papers: António, Nelson Santos & Rodrigues, Jorge (2006) Balanced Scorecard e Mapas Estratégicos, Working Paper 01/06, Grupo Estratégia Organizacional/ISCTE Nicolau, Isabel (2001) O Conceito de estratégia, Working Paper 01-01, INDEG/ISCTE
Bibliografia Opcional
-
|
|
|
|
|
|
Objectivos
O curso de Gestão Internacional de Recursos Humanos (GIRH) está desenhado para introduzir os alunos na gestão de recursos humanos num cenário internacional. O curso explora a natureza da GIRH e distingue práticas internacionais de RH das práticas nacionais de RH. O objetivo do curso é proporcionar aos alunos uma visão sistemática dos problemas básicos inerentes GIRH.
Programa
1.A Empresa Multinacional - contexto, estratégia e estrutura a.O contexto internacional b.Estratégia em empresas multinacionais c.Estrutura multinacional 2. O contexto da Gestão Internacional de Recursos Humanos a. Gestão de Recursos Humanos Comparada b. O fator cultural em GIRH c. Os desafios da GIRH d. Gerir a diversidade e. Gestão Estratégica de Recursos Humanos em empresas multinacionais 3. Gestão de pessoal num contexto multinacional a. Recrutamento global b. Formação e desenvolvimento de pessoal internacional c. Compensando a equipe global d. Gestão global de desempenho e. Liderança global e mentalidade global 4. Gestão de carreiras globais a. ajuste de expatriados b. Repatriamento 5. Ética nos negócios globais a. Enquadramentos éticos b. Dilema ético global - diferente ou errado
Processo de Avaliação
- Trabalhos de grupo - total de 45% Haverá 3 trabalhos de grupo com as seguintes ponderações: Trabalho 1 - 5,0% Apresentação - 5,0% Trabalho 2 - 5,0% Trabalho 3 - 30,0% - Prova escrita final - 55% Alunos com menos de 8v em qualquer trabalho de grupo, ou mais de 20% de absentismo serão excluídos da avaliação continua. Os estudantes excluídos da avaliação contínua poderão efetuar o exame final (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- International human resource management, Harzing, A. & Pinnington, A. (2015), (4th Edition) Sage - International human resource management,Dowling, P. J., Festing, M. & Engle, A. D. (2013), (6th Edition) Cengage Learning - Handbook of research in international human resource management (Editors) Stahl, Gunter K., Bjorkman, I. & Morris, S. (2012) (2nd Edition). Eduard EOAar.
Bibliografia Opcional
- Readings and cases in international human resource management and organizational behavior (Editors) Stahl, G., Mendenhall, M. & Oddou, G. (2012), (5th Edition). Routledge. - Handbook of research in international human resource management (Editors) Stahl, Gunter K., Bjorkman, I. & Morris, S. (2012), (2nd Edition). Eduard Elgar. - International human resource management: an integrated approach (Editors) Harzing, A. & Ruysseveldt, J. (1995), Sage Publications - Managing across borders, the international solution Bartlett, C. & Ghoshal, S. (1998), Harvard Business School Press - Cultures Consequences, comparing values, behaviors and organizations across nations, Hofstede, G. (2001), (2nd Edition) Sage Publications
|
|
|
|
|
|
Objectivos
» Pretende-se que os alunos, no final da unidade curricular, sejam capazes de avaliar o posicionamento de uma organização face às exigências que lhe sejam impostas e identificar quais os processos a desenvolver e a aplicar.
Programa
1. Conceitos da Qualidade. 2.Sistema Português da Qualidade/ /Sistema Europeu da Qualidade Certificação de Sistemas da Qualidade, Produtos, Processos e Qualificação de Pessoas/Normalização/Metrologia. 3. Sistemas de Gestão da Qualidade (NP EN ISO 9000, 9001 e 9004) Processos directos: - Comercial - Concepção - Aprovisionamentos - Processos Operacionais (Produção/Distribuição) - Assistência Pós-Venda Processos associados: - Melhoria - Gestão - Gestão de Recursos. 4. Programas de Qualidade Total (Modelo da EFQM) 5. Avaliação da Qualidade Auto-Avaliação Custos da Qualidade Auditoria da Qualidade 6. Ferramentas/Técnicas da Qualidade QFD, AV e AMFE, Brainstorming, Causa-Efeito e Pareto e Controlo Estatístico.
Processo de Avaliação
OPÇÃO 1:1.Assid.(min80%)/Pontual/Partic(5%);2.Trab. de grupo final(30%);3.2 Trab.s de grupo parciais(10% cada,total 20%); 4.Frequência,escrita individual,mesma data do exame de 1ªépoca (45%) Nota mínima 10 valores (média ponderada das 4) e nota mínima de 8 valores/cada OPÇÃO 2 (Sem aprovação na OPÇÃO 1 ou que optem por exame final): Exame escrito individual.Nota mínima de 10 valores (Escala de 0 a 20 para as duas opções). Os alunos do RIEEE falar com docente da UC no inicio do semestre.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
* "Sistemas de Gestão da Qualidade - Ambiente, Segurança, Responsabilidade social, Indústria, Serviços, Administração Pública e educação" de António Ramos Pires, 1ª Edição, Lisboa, 2012, Edições Silabo.
* Cadernos APQ - Associação Portuguesa para a Qualidade - Temas de: * As ferramentas da Qualidade. * Os custos da Qualidade. * Auto -Avaliação. * Benchmarking. * Medida da Satisfação do Cliente.
* Normas NP EN ISO 9000:2015, NP EN ISO 9001:2015 e NP EN ISO 9004:2012 e NP EN ISO 19011:2012.
* Entidades certificadoras (exemplos: - www.apcer.pt - www.certif.pt - www.eic.pt - www.bsi.uk - www.enac.es - www.ceoq.com
Bibliografia Opcional
Juran?s * Quality Control Handbbok. Fourth Edition J.M. Juran Mac Graw-Hill International Editions (em Português - Edições Calouste Gulbenkian)
Sites
Acordos EA
European-Accredition.org
Sistemas de certificação de produtos (por exemplo) * EUROPA-Enterprise-Construction Attestation of conformity systems.htm.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Pretende-se que os alunos, no final desta unidade curricular, sejam capazes de aplicar os principais conceitos de marketing a partir da análise dos principais indicadores de mercado, no âmbito da construção de um plano estratégico e operacional
Programa
CP1. Evolução do conceito de Marketing CP2. Plano de Marketing CP2.1.Componentes do plano e controlo CP2.2 Estrutura organizacional CP3. Análise situacional CP3.1.Mercado CP3.2.Comportamento do consumidor CP3.3.Market Intelligence CP3.4. Análise concorrencial CP3.5.Análise da empresa CP3.6. Análise Portfólio CP 3.7. Análise SWOT CP4. Segmentação e Target CP5. Posicionamento CP6. Marketing-Mix CP6.1.Produto CP6.2. Preço CP6.3. Distribuição CP6.4. Comunicação
Processo de Avaliação
O sistema de avaliação periódica é composto: Participação nas aulas (20%); Trabalho final (40%); Teste final (40%). Nota mínima em cada uma das componentes é 8 valores. O aluno deve assegurar uma assiduidade igual ou superior a 80% (menor será automaticamente excluído da avaliação periódica).Os alunos que reprovarem na avaliação regular possuem duas épocas de exame tendo os exames uma ponderação de 100% da nota. Nota final entre 8 e 10 ou superior a 16 levará a defesa de nota.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BAYNAST, Arnaud; LENDREVIE, Jacques; LÉVY, Julien; DIONÍSIO, Pedro; RODRIGUES, Joaquim Vicente. (2018), MERCATOR 25 Anos, o Marketing na Era Digital, Dom Quixote.
Bibliografia Opcional
Kotler, P. (2015), Marketing Management - Analysis, Planning, Implementation and Controle (Millennium Edition, 15th) Englewood Cliffs: Prentice Hall.
Exercícios e artigos entregues aos alunos
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
1 Ano | 2 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
- Promover o desenvolvimento de competências de comunicação em apresentações orais. - Promover o desenvolvimento de competências de planeamento e estruturação de apresentações orais. Promover comportamentos e atitudes profissionais relativamente às apresentações orais. - Promover o desenvolvimento de competências de auto diagnóstico e de desenvolvimento pessoal
Programa
Tópicos: T1 A importância das apresentações em público T2 Planeamento e estruturação de apresentações orais T3 O Mapa mental T4 Métodos de Transmissão T5 Regras de Elaboração dos diapositivos T6 Recursos T7 Comunicação Verbal T8 Comunicação Não-verbal T9 Técnicas de Interacção T10Técnicas de Regulação do Stress T11O dia da Apresentação T12 A apresentação já está terminada! O feedback
Processo de Avaliação
1) Avaliação continua - regime presencial - Presença em 2/3 das aulas - Apresentação individual em sala (70%) - Formulário Etapas da Apresentação (20%) - Elaboração do Mapa Mental 10% 2) Av. Contínua - regime blended learning - Realização com sucesso, do curso online - obrigatório - Presença em 2/3 das aulas - Apresentação individual 70% - Formulário Etapas da Apresentação 20% - Elaboração do Mapa Mental 10% 3) Avaliação final - Provas de avaliação final 100%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Neves, J., Garrido, M. & Simões, E. (2006). Manual de competências pessoais, interpessoais e instrumentais: Teoria e prática. Lisboa: Edições Sílabo. Pina, J. (2014). Como fazer apresentações em 10 etapas. Lisboa: Pactor
Pina, J. (2014). Comunicar com humor. Insensatez ou profissionalismo? Lisboa: Pactor
Pina, J. (2011). Apresentações Que Falam Por Si. Lisboa: Lidel.
Reynolds, G. (2011). The naked presenter - Delivering Powerful Presentations With or Without Slides. Berkeley, CA: New Riders.
Bibliografia Opcional
Apperson, J. M., Laws, E. L., & Scepansky, J. A. (2006). An assessment of student preferences for PowerPoint presentation structure in undergraduate courses. Computers & Education(50), 148-153. Barsalou, L. (2008). Grounded Cognition. Annual Review of Psychology, 59, 617-645. Cyphert, D. (2007). Presentation Technology in the Age of Electronic Eloquence: From Visual Aid to Visual Rhetoric. Communication Education, 56(2), 168 - 192. Duarte, N. (2008). Slide:ology. The Art and Science of Creating Great Presentations. Sebastopol CA: O'Reilly Media.
Gallo, C. (2010). The presentation secrets of Steve Jobs: how to be insanely great in fron of any audience. McGraw Hill. James O'Rourke,. (2008). O Segredo das Apresentações de Sucesso. Lisboa: Edições Centro Atlântico Nelson Faria de Oliveira (2008). Como falar em público. Lisboa: Colecção Comunicação & Sucesso, GestãoPlus.
Rodrigues, M., & Ferrão, L. (2006). Formação Pedagógica de Formadores (9ª ed.). Lisboa: Lidel
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Esta unidade visa fornecer aos alunos(as)competências necessárias para compreenderem a importância de saber redigir relatórios técnicos claros, organizados e precisos; e estabelecerem parâmetros para a apresentação de análises de informação complexa de forma adequada para leitores sem formação técnica.
Programa
Tópicos: T1- Tipos de relatório: identificar os formatos básicos . T2 -Elementos da estrutura de um relatório técnico. T3 -Características de um texto técnico: objectividade, clareza. T4 -Técnicas de comunicação escrita: como tornar um texto conciso, pertinente e claro. T5 -Organização das ideias: como favorecer a compreensão da mensagem e destacar a informação essencial; como sintetizar eficazmente. T6 -Regras básicas para garantir a qualidade gramatical do relatório (ortografia e estrutura sintáctica). T7 -Erros a evitar: ambiguidade, chavões, tautologias, coloquialismos. -Respeitar as fontes de informação, como e quando citar, como parafrasear, referências. T8 -Como utilizar software de processamento de texto e de apresentações na elaboração de relatórios técnicos.
Processo de Avaliação
1-Avaliação continua (b-learning) Presença mínima a 2/3 das aulas presenciais Realização com sucesso do curso online (obrigatório) Participação e exercícios autónomos 30% Elaboração de um relatório técnico 70% 2-Avaliação continua (Presencial) Presença mínima a 2/3 das aulas Participação e exercícios autónomos 30% Elaboração de um relatório técnico 70% 3 Avaliação periódica e final Elaboração de um relatório técnico 100% Em cada semestre vigora apenas uma opção de avaliação contínua
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Blanco, E. L. (2000). Como apresentar relatórios. Lisboa: Estampa.
Bowden, J. (2008). Writing a Report: How to Prepare, Write and Present Really Effective Reports - 8th Rev. Edition. Begbroke, Oxford: How To Books.
Hood. J.H. (2013). How to Book of Writing Skills: Words at Work: Letters, email, reports, resumes, job applications, plain English. United States: Wordcraft Global Pty Limited.
Oliu, W. E., Brusaw, C. T. & Alred, G. J. (2013). Writing That Works: Communicating Effectively on the Job. Boston, New York: Bedford/St. Martin's.
Roman, K. & Raphaelson J. (2010). Writing That Works; How to Communicate Effectively In Business. New York: HarperCollins Publishers Inc.
Bibliografia Opcional
Bentley, T. (2002). Report Writing in Business. Oxford: Elsevier /CIMA Books.
Campanizzi, J. (2005). Effective writing for the quality professional: creating useful letters, reports, and procedures. Wisconsin: ASQ Quality Press.
Cox J. V. (1997). Como Redigir um Relatório. Lisboa: Cetop.
Forsyth, P. (1998). 30Minutos... para escrever um relatório. Lisboa: Replicação.
Gentle, R. (2002). Read This!: Business Writing that Works. Harlow, Essex: Pearson Education.
Gewirtz, A. R. (2007). How To Say It (R) Business Writing That Works: The Simple, 10-Step Target Outline System to Help you Reach Your Bottom Line. London: Prentice Hall Press.
Kuiper, S. (2007). Contemporary Business Report Writing. Mason: Thomson Higher Education.
Peres, P. (2009) Escrever cartas, relatórios e outros documentos com o MS Word. Lisboa: Sílabo.
Soares, M. A., Estrela, E. & Leitão, M. J. (2015). Saber Escrever uma Tese e Outros Textos. Lisboa: Don Quixote.
Sussams, J. E. (1998). Como Fazer um Relatório. Lisboa: Presença.
Young, T. M. (2005) Technical writing A-Z : a commonsense guide to engineering reports and theses New York: ASME.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
O desenvolvimento das competências linguísticas para entrada no mercado de trabalho.
Programa
As aulas serão orientadas em torno das seguintes temas. CP1. Estrutura de Empresas Descrever as funções de departamentos Utilizar números, datas, horários, estatísticas Descrever mudança - subir / descer/ diminuir, etc CP2 Recrutamento Escrever uma carta de candidatura CVs CP3. Os bancos e o dinheiro A linguagem dos gráficos CP 4. A linguagem de apresentações CP 5 Discutir manchetes e artigos de notícias na área dos negócios CP 6 Consolidação de gramática: verbos, preposições, artigos, etc; Inglês formal vs. informal
Processo de Avaliação
Dois regimes: contínua ou periódica A) Contínua: Apresentação de grupo e sumário escrito (individual) (50%). Exame (50%). B)Periódica Apresentação e relatório escrito sobre o tema da apresentação (50%). Exame (50%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Students should download and print the student work book in elearning and bring to lessons. For current affairs: www.bbc.co.uk www.nytimes.com
Bibliografia Opcional
Pearson Education: Market Leader: Business Grammar and Usage Cambridge University Press: Cambridge English for Job-hunting Business English dictionary e.g. English Business Dictionary - Longman
|