|
|
|
|
|
1 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Aida Valadas de Lima
Departamento de Sociologia
Objectivos
-
Programa
1. Ambiente e sociedade (I): a sociologia do ambiente 1.1. Sociedade, natureza e ambiente: algumas questões paradigmáticas sobre teoria social e ambiente. 1.2. Perspetivas teóricas sobre ambiente e mudança social (I): da ecologia humana ao «novo paradigma ecológico». 1.3. Perspetivas teóricas sobre ambiente e mudança social (II): sociedade de risco e modernização ecológica. 1.4. Estado, ação coletiva e cidadania na área do ambiente: que perspetivas de ação social para o desenvolvimento sustentável! 1.5. Ambiente global e regulação ambiental: o caso da europeização das políticas de ambiente europeias 2. Ambiente e sociedade (II): problemas e debates contemporâneos 2.1. Ambiente, globalização e biodiversidade 2.2. Risco ambiental, governança e novas tecnologias. 2.3. Mudanças ambientais, participação e perceção pública. 2.4. Consumo, água e alimentação. 2.5. Energia e recursos naturais.
Processo de Avaliação
A avaliação recai sobre a elaboração de 2 ensaios ou relatórios de leitura de textos selecionados da bibliografia em que serão tratados temas específicos com referência às problemáticas do programa. A avaliação valorizará ainda a participação presencial nas aulas e nos debates que aí têm lugar.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Hess, David J. (2007). Alternative Paths in Science and Industry. Activism, Innovation, and the Environment in an Era of Globalizaztion. The MIT Press. Jasanoff, Sheila and M. Long Martello (eds.) (2004). Earthly Politics. Local and Global in Environmental Governance. The MIT Press. Dunlap, Riley E. and F. H. Buttel, P. Dickens & A. Gijswijt (ed.s) (2002). Sociological Theory and the Environment. Classical Foundations, Contemporary Insights. N.Y/Oxford/Lanham/Boulder: Rowman & Littlefield Publishers. Dunlap, Riley E.& W.Michaelson (eds.) (2002). Handbook of Environmental Sociology. USA: Greenwood Press. Eder, Klaus & Maria Kousis (eds.) (2001). Environmental Politics in Southern Europe: Actors, Institutions and Discourses in a Europeanizing Society. Doderecht/Boston/London: Kluwer Academic Publications. Spaargaren, G.; A. P.J. Mol & F. H. Buttel (eds.) (2000). Environment and Global Modernity. London: Sage Publications.
Bibliografia Opcional
-
|
|
|
|
|
Docentes
Pedro Prista
Departamento de Antropologia
Objectivos
Esta unidade curricular visa introduzir os estudantes às perspectivas da Antropologia Social e Cultural em torno das questões ambientais, com destaque para a reflexão teórica e epistemológica decorrente de uma avaliação das consequências do fim da distinção ontológica entre seres humanos e natureza e, também, para as vertentes da reflexão disciplinar mais "implicada" em termos de ecologia política.
Programa
P1. O paradigma ecológico em Antropologia P1.1. Os clássicos P1.2. De Bateson a Ingold P1.3. A perspetiva fenomenológica P2. A inserção ambiental das relações sociais P2.1. Tecnologia, cultura, ergologia P2.2. Paisagem, turismo, património P2.3. Risco, incerteza e resiliência P3. Os saberes locais P3.1. Recursos comuns P3.2. Etnobiologias e ontologias indígenas
Processo de Avaliação
a) Presença e participação assídua nas aulas bem como a apresentação oral e escrita da reflexão em torno dos conteúdos propostos e apresentação oral em seminários; qualidade geral das intervenções e participação nas aulas (40%) b) Ensaio (60%) c) Estudantes com défice de tempo trabalho lectivo (faltas, incumprimento, etc.)ou trabalhos escritos insuficientes deverão fazer um teste complementar (ponderando trabalho e teste 30% cada).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Abram, David, 2007 - A Magia do Sensível. Percepção e Linguagem num mundo mais do que humano, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.
Berkes, Fikret, 2008, Sacred Ecology (1999), Routledge, NY, London.
Castro, Eduardo Viveiros de, 1996, "Os pronomes cosmológicos e o perspetivismo ameríndio", Mana 2(2): 115-144.
Dove, Michael, 1993, "Uncertainty, Humility, and Adaptation in the Tropical Forest: the Agricultural Augury of the Kantu", Ethnology, vol. XXXII, n.º 2, University of Pittsburgh: 145¬ 167.
Hornborg, Alf, 2006, "Animism, Fetishism, and Objectivism as Strategies for Knowing (or not Knowing) the World", Ethnos, vol. 71:1, march 2006: 21?32.
Ingold, Tim, 2000, The Perception of the Environment. Essays on Livelihood, Dwelling and Skill, Routledge, London and New York.
Selin, Helaine (editor), 2003, Nature Across Cultures. Views of Nature and the Environmente in Non-Western Cultures. Kluwer Academic Press, Dordrecht, Boston, London.
Bibliografia Opcional
A definir de acordo com os projectos dos estudantes
|
|
|
|
|
Docentes
Carlos Figueiredo
Departamento de Economia
Catarina Grilo
Departamento de Economia
João Farinha
Departamento de Economia
Tito Rosa
Departamento de Economia
Vânia Proença
Departamento de Economia
Objectivos
-
Programa
1.Conceitos fundamentais sobre biodiversidade, ecossistemas e serviços dos ecossistemas. 2.Principais forças motrizes de alteração da biodiversidade. 3.Legislação e Acordos Internacionais. 4.A biodiversidade nos Estudos de Impacte Ambiental.A Estratégia Nacional para a Conservação da Natureza, a estratégia da UE para 2020 para a biodiversidade. 5.Gestão da biodiversidade para os serviços dos ecossistemas. Relação entre biodiversidade, serviços de ecossistemas e sociedade.O uso de cenários em processos de decisão. 6.A Economia e a Biodiversidade: interdependências entre o sistema económico e o património natural. O desenvolvimento sustentável e a valorização económica dos recursos naturais. 7.Avaliação económica de serviços de ecossistema - a Iniciativa TEEB.A iniciativa europeia Business & Biodiversity. 8.Financiamento da Biodiversidade. 9.Monitorização e indicadores da biodiversidade e dos serviços dos ecossistemas. 10.Opções de resposta para gerir a biodiversidade.
Processo de Avaliação
A avaliação da disciplina terá por base duas componentes: Trabalho (50%) e Exame (50%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Pereira, H. M., T. Domingos, L. Vicente, V. Proença (Eds.). 2009. Ecossistemas e Bem-Estar Humano: Avaliação para Portugal do Millennium Ecosystem Assessment. Escolar Editora, Lisboa, Portugal. MA - Millennium Ecosystem Assessment, 2005. “Ecosystems and Human Well-Being: Current State and Trends”, Island Press. Millennium Ecosystem Assessment, 2005, “Ecosystems and Human Well-Being: Scenarios”, Island Press. Perrings,Charles, Moler, K.G, Folke,C., Holling, C.S. (Editores), 1995. “ Biodiversity loss: Economic and Ecological Issues”. Luca Tacconi (2000), “ Biodiversity and Ecological Economics: Participatory Approaches to Resource Management”. Bagnoli, P., Goeschl, T., Kovacs, E. (2008), “People and Biodiversity policies: impacts, issues and strategies for policy action”. Kontoleon, A., Pascual, U., Swanson,T. (Editores), 2007, ” Biodiversity Economics: Principles, Methods and Applications”.
Bibliografia Opcional
-
|
|
1 Ano | 2 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Fernanda Paula Martins e Castro
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Maria Fernandes-Jesus
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
1.Identificar processos psico-sociais que medeiam os impactos do ambiente físico no comportamento; efeitos restaurativos do contacto com a natureza; efeitos negativos dos riscos ambientais. Perceção de riscos e participação. 2.Identificar processos psico-sociais que são incentivos ou barreiras à sustentabilidade, em vários níveis de análise e as variáveis psicossociais de ligação ao lugar.
Programa
1.Introdução: Níveis de análise na compreensão da interação pessoa-ambiente. 2. Impactos positivos e negativos do ambiente físico no comportamento individual e social 3. Perceção de riscos ambientais, estratégias de comunicação de risco e participação. 4. Processos psicossociais de relação com o lugar 5. Processos psicossociais envolvidos na receção das novas leis ambientais: conservação da biodiversidade e adaptação á mudança climática. 6. Modelos e formas de consulta e de participação pública. Implicações e consequências. 7. Integração e conclusões.
Processo de Avaliação
avaliação peródica ou exame. A a. periodica tem 2 momentos: 1.Um ensaio que aplica um tema desenvolvido nas aulas 1-5 (50%). 2.avaliação crítica de um texto e desenvolvimento de pergunta de investigação relacionada com tema das aulas 6-10 (50%). Conclui com sucesso quem tenha classificações superiores a 7,5 nos dois momentos de avaliação, e média >ou= a 9,5.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bechtel R. & Churchman A. (Orgs) (2002). Handbook of environmental psychology (2nd ed.). New York: Wiley Bonnes, M., Lee T. & Bonauito M. (Eds.) (2003). Psychological theories for environmental issues. UK: Ashgate Castro, P., Garrido, M., Reis, E. & Menezes, J.(2009). Ambivalence and conservation behaviour: an exploratory study on the recycling of metal cans. Journal of Environ. Psychology,29,24-33. Castro, P., & Mouro, C. (2011). Socio-psychological processes in dealing with change in the community: Some lessons learned from biodiversity conservation. American Journal of Community Psychology, 47, 362-373 Lima, ML. (2004). On the influence of risk perception on mental health: Living near an incinerator. Journal of Environ. Psychology, 24, 71-84 Marques,S., & Lima, ML.(2011).Living in grey areas: Industrial activity and psychological health. Journal of Environ. Psychology. DOI 10.1016/j.jenvp.2010.12.002
Bibliografia Opcional
Cialdini, R. (2005). Basic social influence is underestimated. Psychological Inquiry, 16, 158-161 Slovic, P. (2010).The Feeling of Risk: New Perspetives on Risk Perception. Virgínia:Earthscan Soczka, L. (2005).Contextos humanos e psicologia ambiental. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian
|
|
|
|
|
Docentes
Maria Eduarda Gonçalves
Departamento de Economia Política
Objectivos
-
Programa
1. Princípios gerais do direito do ambiente num contexto internacional e europeu. Princípios e fontes do direito ambiental. Adoção, aplicação e eficácia do direito ambiental. Regulação pública e autorregulação pelo mercado. Direito do ambiente e regulação do risco ambiental. 2. Direito português do ambiente no contexto europeu. Lei de bases e regimes setoriais; apreciação geral: águas; ar; conservação da natureza e da biodiversidade; resíduos industriais e urbanos; produtos químicos; camada de ozono. 3. Métodos e instrumentos de direito ambiental: licenças ambientais, contratos ambientais, avaliação prévia de impacte ambiental. Acesso à informação e participação pública nos procedimentos de regulação ambiental. Acesso à justiça. 4. Estudos de caso de regimes e sua aplicação: alterações climáticas globais; resíduos industriais; OGM.
Processo de Avaliação
Os alunos deverão redigir um ensaio sobre um tópico da matéria à sua escolha. A avaliação assentará nesse ensaio, assim como na sua apresentação oral. Dos alunos espera-se uma participação ativa nas aulas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
GONÇALVES. M. E., A. C. SANTOS e M.M. LEITÃO MARQUES, ?Direito do ambiente e regulação económica?, in Direito Económico, 6ª edição, Coimbra, Almedina, 2011. GONÇALVES. M. E., ?The precautionary principle in European law?, in Mariachiara Tallachini and Stefano Rodotà (eds.), Tratatto di Biodiritto, Milano, Giuffrè editore, 2010. LEE, M.., EU Environmental Law. Challenges, Changes, and Decision-Making, Oxford, Portland, 2005. SANDS, P., Principles of International Environmental Law, Second Edition, Cambridge University Press, 2003.
Bibliografia Opcional
-
|
|
|
|
|
Docentes
Ana Delicado
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Maria Filomena Camões
Departamento Desconhecido
Objectivos
Esta UC pretende dotar os alunos de uma perspectiva abrangente sobre as finalidades, formas e limites da investigação científica em ciências sociais, em particular aplicadas ao estudo do ambiente e da sustentabilidade. Pretende acompanhar a escolha de um tema, um problema e um método para a elaboração da dissertação, bem como ajudar os alunos a decidir qual a UC de métodos mais especializada a escolher no 1º semestre do 2º ano.
Programa
1. Introdução: o que é uma dissertação de mestrado 2. Tipos de investigação em ciências sociais: investigação nomotética e idiográfica. Potencialidade e limites de cada um 3. Metodologias qualitativas e quantitativas. Principais características, procedimentos e tipos de conclusão que permitem. Exemplos de pesquisa. 4. Apresentação das principais etapas da pesquisa científica e dos seus requisitos teóricos, metodológicos e técnicos. Tipos de recolha e análise dados. Exemplos de pesquisa. 5. Requisitos da escrita académica e da redacção da dissertação 6. Elaboração, apresentação e discussão nas aulas dos Pré-projectos de dissertação
Processo de Avaliação
Trabalho de grupo (30%): Análise de artigo empírico com elaboração de ficha de leitura e apresentação oral. Trabalho individual (70%): Elaboração de pré-projecto de dissertação - com tema, problema e metodologia -, a apresentar nas aulas e por escrito. Os alunos devem obter no mínimo 8 valores em cada elemento da avaliação, sendo aprovados com nota final igual ou superior a 10. Participação activa nas aulas é valorizada. É esperado que os alunos leiam e discutam os materiais de trabalho.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Básica Bauer, M.W., & Gaskell, G. (Eds.) (2004). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. Brasil: Editora Vozes. Bryman, A. (2008). Social research methods. Oxford : Oxford University Press. [S.113 BRY*Soc] Gilbert, N. (Ed.) (2011). Researching social life. London, UK: SAGE. [S.112 Res] Punch, F. Keith. (2008). Developing effective research proposals. Sage Publications. [PS.112 PUN*Dev] Quivy, R. e Van Campenhoudt, L. (2008), Manual de investigação em ciências sociais, Lisboa, Gradiva (2ª edição original: 1995). Silva, A. A. & Pinto, J. M. (Eds.). (2014). Metodologia das Ciências Sociais. Porto: Afrontamento. [S.112 Met 16ªed.]
Bibliografia Opcional
Eco, H. (1977/2015). Como se faz uma tese em ciências sociais e humanas. Editorial Presença. Flick, U. (2014). An introduction to qualitative research. London: Sage. Foody, W. (1996). Como perguntar: teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários. Oeiras: Celta. Gauthier, Benoit (2003), Investigação social - da problemática à análise de dados, Loures , Ed. Lusociência. Krueger, R., & Casey, M.A. (2000). Focus groups: a practical guide for applied research. Thousand Oaks. Moreira, J. M. (2004). Questionários: Teoria e Prática. Coimbra: Almedina.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
1 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Alice Isabel de Jesus Mosca
Maria Filomena Camões
Departamento Desconhecido
Objectivos
-
Programa
Qualidade ambiental Planeta. Terra no Sistema Solar:Origem,evolução. Fenómenos naturais e antropogénicos.Níveis de qualidade:normais e poluição.Bioindicadores e Toxicidade Atmosfera. Clima e qualidade do ar Controle da poluição atmosférica. Redução de gases com efeito de estufa. Hidrosfera e interação entre meio aquático e ambientes meteorológico,geológico e biológico. Recursos hídricos. Qualidade e Tratamento das águas. Litosfera. Solos e sua utilização.Descontaminação e recuperação de solos. Sedimentos marítimos. Recursos minerais Legislação e proteção ambiental Organismos de normalização e coordenação Ciência ao Serviço do Desenvolvimento: Desenvolvimento sustentável. Ecoeficiência Recursos materiais e energéticos Códigos de boas práticas Medidas agroambientais Tecnologias:reutilização,reciclagem e remediação;de extração e de produção;do mar e dos oceanos;de construção Exemplos de sistemas ambientais do ponto de vista económico e de saúde pública
Processo de Avaliação
Trabalho de pesquisa e projeto . Exame escrito final. Avaliação contínua das aulas de discussão. A nota final será a média das notas do exame final (2/3) e informação contínua (1/3).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
S. E. Manahan, Fundamentals of Environmental Chemistry, Lewis Publishers, Bocca Raton, 1993. Decreto-Lei da Qualidade da Água- nº 236/98 de 01-08-1998 Decretos-Lei da Qualidade do Ar- nº 276/96, nº111/2002, nº 320/2003 de 20-12 Diretivas Europeias. Outros documentos técnicos devidamente selecionados
Bibliografia Opcional
-
|
|
|
|
|
Docentes
Vasco Gonçalves
Departamento de Finanças
Objectivos
-- Conhecer os objetivos e princípios da gestão ambiental e obter capacidade para analisar os problemas ambientais na ótica da gestão das organizações numa perspetiva integrada;
Programa
1. Introdução à Gestão Ambiental das Empresas 1.1. Fundamentos, objetivos e princípios da Gestão Ambiental. 1.2. Conceito de Sustentabilidade 1.3. Introdução à gestão ambiental integrada. 1.4. Problemas ambientais e funções da empresa. 1.5. Estratégias de gestão ambiental e seus impactos 2. Gestão do Desempenho Ambiental 2.1. Desenho e Implementação de Sistemas de Gestão Ambiental. Certificação. 2.2. Sistemas integrados de Ambiente, Qualidade e Segurança. 3. Avaliação do Desempenho Ambiental 3.1. Medida de emissões e de níveis de contaminação 3.2. Monitorização de estratégias e programas de controlo ambiental 3.3. Auditorias ambientais 3.4. Comunicação e Relatórios Ambientais 4. Instrumentos de Avaliação Ambiental 4.1. Análise do Ciclo de Vida. Metodologia e aplicações. 4.2. Avaliação de Impactos Ambientais 4.3. Avaliação Ambiental Estratégica 4.4. Gestão do Risco Ambiental 5. Aplicações Exemplos de estratégias de gestão ambiental e sua discussão
Processo de Avaliação
A avaliação contínua dos alunos inclui: - Teste/exame final (50% da nota da disciplina); - Trabalho individual de aprofundamento de um tema de gestão do ambiente à escolha do aluno (20%); - Realização de Projeto em grupo, sobre tópico do programa, com apresentação oral (30%).
Terão aproveitamento na cadeira todos os alunos com classificação final igual ou superior a dez valores e com classificação não inferior a 8 valores em cada uma das provas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1. Barrow, C, (2006), ?Environmental Management for Sustainable Development?, Routledge Introductions to Environment;
2. Schaltegger, S., Burritt, R. e Petersen, H. (2003), ?Introduction to Corporate Environmental Management: Striving for Sustainability?, Sheffield: Greenleaf;
3. Brady, J (ed) (2005), ?Environmental Management in Organizations: The IEMA Handbook?, The Institute of Environmental Management and Assessment (IEMA), Earthscan, London.
Revistas: ? Environmental Management ? Journal of Environmental Management ? Journal of Industrial Ecology ? Ecological Economics
Bibliografia Opcional
Artigos das seguintes revistas:
? Environmental Management ? Journal of Environmental Management ? Journal of Industrial Ecology - Ecological Economics
|
|
1 Ano | 2 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Catarina Roseta Palma
Departamento de Economia
Objectivos
Esta unidade curricular pretende fornecer uma visão panorâmica das áreas relacionadas com a sustentabilidade ambiental, usando a teoria económica e enfatizando as falhas de mercado, os problemas intertemporais de gestão de recursos e o contributo do sector energético.
Programa
1. Apresentação dos conceitos fundamentais: sustentabilidade e desenvolvimento sustentável; falhas de mercado e política ambiental; 2. Problemas na escolha intertemporal: a escolha da taxa de desconto para a actualização dos valores futuros; a equidade intergeracional; como lidar com a incerteza nos resultados futuros; 3. A utilização dos recursos naturais no crescimento económico e o papel da inovação tecnológica; a relevância da substituibilidade; 4. O sector energético: caracterização e desafios; a política energética da União Europeia; eficiência energética. 5. Valoração de bens ambientais: metodologias e aplicações; indicadores de sustentabilidade: contabilidade ambiental nas contas nacionais, poupança genuína e outros indicadores.
Processo de Avaliação
Da avaliação contínua constarão diversos elementos: - Participação (10%): valorizar-se-á uma atitude interessada e interventiva durante as aulas, mostrando preparação adequada (nomeadamente, leituras recomendadas) e também participação nas discussões online; - Mini-testes (40%): haverá dois mini-testes de 20 minutos; - Trabalho de grupo (50%): análise crítica de um tema a escolher. Se um estudante não participar na avaliação contínua poderá ser avaliado por um exame final (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Atkinson, Dietz and Neumayer (Eds). (2014) Handbook of Sustainable Development, Edward Elgar, 2a ed. Keohane, N. and S. Olmstead (2007) Markets and the Environment, Island Press Perman, Ma, Common, Maddison, and McGilvray (2011) Natural Resource and Environmental Economics, 4a ed, FT Prentice Hall Sachs, J. (2015) The Age of Sustainable Development, Columbia University Press Simpson,Toman and Ayres (2005) Scarcity and Growth Revisited: Natural Resources and the Environment in the New Millenium, RFF Press
Bibliografia Opcional
+ Artigos escolhidos / chosen papers
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
|
|
2 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
A unidade curricular Economia Urbana pretende oferecer aos alunos do Mestrado Integrado em Arquitectura um contacto directo com os principais problemas, conceitos, perspectivas teóricas e práticas de abordagem das questões associadas à organização do espaço urbano por parte da ciência económica.
Programa
1. Introdução: a problemática do estudo económico dos sistemas urbanos 2. O Espaço urbano: uma perspectiva económica 3. A estruturação e o desenvolvimento dos territórios: das teorias às políticas de desenvolvimento territorial 4. A localização das actividades económicas e a organização do espaço urbano 5. Os sistemas urbanos e a estruturação do território 6. Globalização e território urbano: a competitividade das cidades 7. O mercado imobiliário e as políticas fundiárias e de habitação 8. Espaço urbano, acessibilidades e mobilidade urbana: as políticas de transporte e mobilidade 9. Planeamento, ordenamento territorial e promoção do desenvolvimento urbano 10. Os agentes, as lógicas de governança e o financiamento do desenvolvimento urbano 11. Algumas questões-chave para discussão sobre o espaço urbano na actualidade
Processo de Avaliação
O regime de avaliação pretende que os alunos demonstrem que adquiriram quer os conhecimentos associados ao programa, quer as competências de comunicação oral e escrita, pensamento crítico e capacidade analítica, bem como uma familiaridade com os métodos de investigação específicos.
Os alunos poderão escolher entre um dos seguintes regimes de avaliação: a) Avaliação contínua: Trabalho de grupo ? 50% Teste individual ? 50% b) Exame individual ? 100%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Benko, G. (1999), A Ciência Regional, Oeiras:Celta CE (2011), Cidades de Amanhã: Desafios, visões e perspectivas, Bruxelas:CE Costa, J. S. (coord.) (2002), Compêndio de Economia Regional, Coimbra:APDR Ferrão, J. (2011) O ordenamento do território como política pública, Lisboa:FCG LeGates, R.; Stout F. (Eds) (2016), The City Reader (6ªEd), Oxford/New York:Routledge Paddison, R. (Ed.) (2001), Handbook of Urban Studies, London:Sage Sassen, S. (2000), Cities in a World Economy, 2Ed., Pine Forge Press Scott, A.J. (Ed.), (2001), Global City-Regions: Trends, Theory, Policy, Oxford Un.Press, Oxford-NYork Short, J.R. (1996), The Urban Order: An Introduction to Cities, Culture and Power, Oxford:Blackwell VVAA (2014) Revista rossio. estudos de Lisboa nº 4 (dossier "Olhar a cidade à luz da revitalização", Coord P. Costa), Dez.2014 UN-Habitat (2016),Urbanization and Development: Emerging Futures - World Cities Report 2016, Nairobi: United Nations Human Settlements Programme (UN-Habitat)
Bibliografia Opcional
Landry, C. (2000), The Creative City: a toolkit for urban innovators. London:Comedia/Earthscan Marques, T. Sá (2005), Portugal na transição do século: Retratos e dinâmicas territoriais; Porto:Afrontamento Pólese, M. (1998), Economia Urbana e Regional, Coimbra:APDR Storper, M. (1997), The Regional World: Territorial development in a Global Economy, NY:Guilford Press
Ascher, François (1998 [1995]), Metapolis ? Acerca do futuro da cidade, Oeiras: Celta Editora Auray, J. P., A. Bailly, P.H. Dericke e J.M. Huriot (org.) (1994), Encyclopédie d?Économie Spatiale. Concepts, Comportements, Organisations, Paris, Association de Science Régionale de Langue Française - Economica Aydalot, Phillipe (1985), Economie Régionale et Urbaine, Paris: Económica Bailly, Antoine et al. (1995), Représenter la Ville, Geo Poche, Economica, Paris. Baptista, António Mendes (2001), ?Cidades, urbanização e economia em contexto de globalização?, in Reis, José e Mª Ioannis Baganha (orgs.) A economia em curso: contextos e mobilidades, Edições Afrontamento, Porto, pp. 223-247 Benko, Georges e Alain Lipietz (orgs.) (1992) As regiões ganhadoras - Distritos e redes: os novos paradigmas da geografia económica, Celta, Oeiras, 1994 Bianchini, Franco and M. Parkinson (eds.) (1993), Cultural Policy and Urban Regeneration, Manchester University Press, Manchester Camagni, Roberto (1996), Principes et Modèles de l?Économie Urbaine, Association de Science Régionale de Langue Française - Economica, Paris. [ou versão original, mais actualizada: Camagni, Roberto, (1998), Principi di Economia Urbana e Territoriale, 3ª ed., Carocci Editore, Roma] Castells, Manuel (1989), The Informational City: Information Technology, Economic Restructuring and the Urban-Regional Process, Blackwell, Oxford- Cambridge, 1991 Castells, Manuel (1996/7), The Information Age: Economy, Society and Culture; Volume 1,2,3, Oxford ? Cambridge: Blackwell CES (1997), Colóquio: A Política das Cidades, Lisboa: Conselho Económico e Social Comissão Europeia (1997), Para uma agenda urbana da União Europeia. Comissão das Comunidades Europeias , Bruxelas Costa, António Firmino da (1999), Sociedade de Bairro ? Dinâmicas sociais da identidade cultural. Oeiras: Celta Editora Crevoisier, Olivier e Roberto Camagni (eds) (2000), Les milieux urbains: innovation, systèmes de production et ancrage, IRER, Neuchatel Derycke, Pierre-Henri, Le péage urbain: histoire, analyse, politiques, Paris, Economica, 1997. Derycke, Pierre-Henri., Jean-Marie Huriot e Denise Pumain (1996), Penser la Ville. Théories et Modèles, Collection Villes, Anthropos, Paris. DGODTU/MEPAT (1997), Sistema Urbano Nacional: Cidades Médias e Dinâmicas Territoriais, vol. I e II, Lisboa Ferrão, João (1995), Colectividades territoriais e globalização: contributos para uma nova acção estratégica de emancipação?, Inforgeo, 9-10, 1995, pp.65-75 Ferrão, João (1997), ?Rede urbana, instrumento de equidade, coesão e desenvolvimento??, in Conselho Económico e Social, Colóquio: A Política das Cidades, Conselho Económico e Social, Lisboa, pp. 21-48 Florida, Richard (2002), The rise of the creative class. New York: Basic Books Fortuna, Carlos (org.) (1997), Cidade, Cultura e Globalização - Ensaios de Sociologia, Celta, Oeiras Fujita, Masahisa, Urban economic theory: land use and city size, Cambridge, Cambridge University Press, 1990. [BP 711.4 FUJ] Fujita, Masahisa; Paul Krugman, e Anthony J. Venables (1999), The Spatial Economy. Cities, Regions and International Trade, Cambridge, London, The MIT Press. Hoover, E. M. e Giarratani, F. (1999), An Introduction to Regional Economics, http://www.rri.wvu.edu/WebBook/Giarratani/contents.htm. Huriot, J.-M. e J.-F. Thisse (eds.) (2000), The Economics of Cities. Theoretical Perspectives, Cambridge University Press, Cambridge. Laborde, P., (1999), Les espaces urbains dans le monde, Nathan Université, Poitiers, France Lopes, António Simões (1995), Desenvolvimento Regional: Problemática, Teoria, Modelos, 4ªed., Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa Lopes, Raul (2001), Competitividade, Inovação e Território. Oeiras: Celta McCann, Philip (2001), Urban and Regional Economics, Oxford University Press, Oxford. McDonald, J. F., (1997), Fundamental of Urban Economics, Prentice Hall, Inc. Mills, Edwin e Bruce W. Hamilton, (1994), Urban Economics, HarperCollins College Publishers, New York. Neves, António Oliveira das (1996), Planeamento estratégico e ciclo de vida das grandes cidades: os exemplos de Lisboa e de Barcelona. Oeiras: Celta O?Sullivan, Arthur (1990), Urban Economics, Irwin, Boston (3ª ed. 1996). Rémy, Jean e Liliane Voyé (1992), A cidade: rumo a uma nova definição?, Ed. Afrontamento, Porto, 1994 Salgueiro, Teresa Barata (1992), A cidade em Portugal: uma geografia urbana; Edições Afrontamento, Porto Samuelson, Paul e W. Nordhaus (1999), Economia, 16ª edição, McGraw Hill, Lisboa Sassen, Saskia (1991), The Global City: New York, London, Tokyo, Princeton University Press, Princeton - New Jersey Scott, Allen J. (1998), Regions and the World Economy ? The Coming Shape of Global Production, Competition and Political Order, Oxford: Oxford University Press Shurmer-Smith, L. e D. Burtenshaw (1990), ?Degradação e rejuvenescimento urbanos?, in Pinder, D. (org.), Europa Ocidental - Desafios e Mudanças, Celta, Oeiras, pp 163-184 Wassmer, R.W. (ed.) (2000), Readings in Urban Economics. Issues and Public Policy, Blackwell Publishers, Oxford.
Para além desta bibliografia geral, será fornecida uma lista de referências para os diversos temas específicos
|
|
|
|
|
|
Objectivos
O objectivo geral do módulo de Inovação e Território é o de acompanhar o actual debate académico sobre a temática emergente das relações entre inovação e território. Este debate tem evidentes repercussões sobre o entendimento das dinâmicas regionais de competitividade e sobre os desafios que se colocam às entidades responsáveis pelas políticas de desenvolvimento territorial, o que lhe confere uma especial pertinência no actual momento da realidade portuguesa.
Programa
1. A problemática da Inovação e Território no contexto das políticas públicas
2. O conceito de economias externas e a sua relevância para apreender as dinâmicas territoriais contemporâneas
3. Regiões ganhadoras e dinâmicas territoriais de inovação: o distrito industrial
4. A natureza do processo de inovação e a relevância do Território.
5. Proximidade, Interacção e Inovação: tipologias de proximidade e relevância da interacção a diferentes escalas espaciais
6. Regiões ganhadoras e dinâmicas territoriais de inovação: meio inovador-learning region e distritos tecnológicos
7. SRI-Sistemas Regionais de Inovação e SEI-Sistemas Espaciais de Inovação: apreensão empírica da dimensão territorial das redes de inovação.
8. Inovação, competitividade e Política Regional: que papel para as instituições responsáveis pela governança territorial da inovação?
9. Tópicos para uma agenda de investigação sobre a relevância do território no processo de inovação.
Processo de Avaliação
A avaliação contínua materializa-se: A. Na participação nas aulas, apresentações e discussões de textos (35%) B. Num conjunto de fichas-teste de escolha múltipla/perguntas abertas de resposta breve (65%)
O exame de 1ª época é só para os alunos que não tenham sido avaliados em nenhum instrumento de Avaliação Contínua. Notas superiores a 17 requerem confirmação. Será usado instrumentalmente o SmartPhone.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1. Asheim, B. et al.(2011)"Regional Innovation Systems" RS, V.45-7:875-891 2. Boschma, R. (2005) Proximity and Innovation, RS, V.39-1:61-74 3. Cooke, P. (2001) Regional Innovation Systems, CJRS, XXIV-1:21-40 4. ESPON (2012) KIT-Knowledge, Innovation, Territory, European Union. 5. Huggins, R. et al. (2012) "Network Capital and Knowledge Flow" I&I, V.19-3:203-232 6.Lopes, Raul (2001). Competitividade, Inovação e Territórios. 7. McCann, P. & R. Argilés (2013) "Modern regional innovation policy" CJRES 6:187-216 8. Mika Kautonen et al (2017) Regional innovation policies DOI: 10.1080/09654313.2017.1281228 9. Nunes, Sérgio & Raul Lopes (2015) Firm Performance, Innovation Modes and Territorial Embeddedness, EPS, 23:9, 1796-1826 10. Olsen, L. (2012) "Territorial Knowledge Dynamics" EPS, V.20-11 11. Roberta Capello & H. K.(2016): From theory to practice in smart specialization strategy: DOI: 12. Rutten, R. & F. Boekema (2013) "Beyond the Learning Region" EPS, V.21- 5:722-734
Bibliografia Opcional
Legenda das Revistas indicadas abreviadamente na secção anterior: EPS-European Planning Studies I&I- Industry and Innovation RS- Regional Studies E&RD- Entrepreneurship & Regional Development CJRS-Canadian Journal of Regional Science CJRES-Cambridge Journal of Regions, Economy and Society TF&SC -Technological Forecasting & Social Change
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Consultar a informação bibliográfica no Guia da UC fornecido aos alunos
|
|
|
|
|
|
Objectivos
1. Compreensão das principais teorias e paradigmas do desenvolvimento e das suas trajectórias históricas. 2. Conhecimento dos debates mais relevantes no domínio das políticas de desenvolvimento. 3. Criação de capacidades de análise e prospectiva dos grandes desafios de desenvolvimento contemporêneas, nas escalas local, nacional e, macro-regional e global. 4. Relacionar práticas e experiências de desenvolvimento de diferentes contextos históricos e geográficos.
Programa
1. A 'pré-história' do desenvolvimento: a emergência da modernidade ocidental; as práticas e as ideias.
2. A formação da problemática do desenvolvimento no contexto pós-II Guerra Mundial.
3. Estruturalismo e Modernização.
4. Teorias da dependência e do sistema-mundo.
5. Basic needs e redistribuição.
6. A crítica (neo)liberal e o Washington Consensus.
7. Desenvolvimento sustentável.
8. Desenvolvimento humano.
9. O Post-Washington Consensus.
10. Dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio aos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.
11. O Pós-Desenvolvimento.
12. Desenvolvimento, Globalização e Crise(s).
Processo de Avaliação
Teste escrito individual (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Arndt, H.W. (1987), Economic Development: The History of an Idea, Chicago: The University of Chicago Press. Birdsall, Nancy e Francis Fukuyama (2011), New Ideas on Development after the Financial Crisis, Baltimore: Johns Hopkins University Press. Currie-Alder, B., R. Kanbur, D. M. Malone and R. Medhora (eds.) (2014), International Development: Ideas, Experience and Prospects, Oxford: Oxford University Press. Desai, Vandana e Robert Potter (ed.) (2007), The Companion to Development Studies, London: Routledge. Goldin, Ian e Kenneth Reinert (2012), Globalization for Development: Meeting New Challenges, Oxford: Oxford University Press. Peet, Richard and Elaine Hartwick (2015), Theories of Development: Contentions, Arguments, Alternatives, Third Edition, New York: Guilford Press. Rist, Gilbert (2008),The History of Development: From Western Origins to Global Faith, 3rd edition, London: Zed Books. Sen, Amartya (1999). Development as Freedom. Oxford: Oxford University Press.
Bibliografia Opcional
Amaro, Rogério Roque (2003), 'Desenvolvimento - um conceito ultrapassado ou em renovação? Da teoria à prática e da prática à teoria', Cadernos de Estudos Africanos, 4: 35-70. Babb, Sarah (2013), 'The Washington Consensus as transnational policy paradigm: Its origins, trajectory and likely successor', Review of International Political Economy, 20 (2): 268-297. Bremmer, Ian (2009), "State Capitalism Comes of Age: The End of the Free Market?", Foreign Affairs, 88 (3): 40-55. Chang, Ha-Joon (2003), Globalisation, Economic Development and the Role of the State, London and New York: Zed Books. Cypher, James M. e James L. Dietz (2004), The Process of Economic Development, 2nd edition, London and New York: Routledge. Estêvão, João (2004), "Desenvolvimento Económico e Mudança Institucional: O Papel do Estado", Working Paper WP 08/2004, Departamento de Economia, ISEG-UTL, Lisboa. Evans, Peter (1995), Embedded Autonomy: States and Industrial Transformation, Princeton: Princeton University Press. Gore, Charles (2000), "The Rise and Fall of the Washington Consensus as a Paradigm for Developing Countries, World Development, 28 (5): 789-804. Lin, Justin Yifu (2012), New Structural Economics: A Framework for Rethinking Development and Policy, Washington DC: The World Bank. Mamede, Ricardo Paes (2009), "Os desafios do desenvolvimento e o papel das políticas públicas", In Renato Miguel Carmo e João Rodrigues (coord.), Onde pára o Estado? Políticas públicas em tempos de crise, Lisboa: Edições Nelson de Matos, pp.173-197. Moreira, Sandrina e Nuno Crespo (2012), "Economia do Desenvolvimento: das abordagens tradicionais aos novos conceitos de desenvolvimento", Revista de Economia, 38(2): 25-50. Payne, Anthony and Nicola Phillips (2010), Development, Cambridge: Polity Press. Rodrik, Dani (2007), One Economics, Many Recipes: Globalization, Institutions, and Economic Growth, Princeton: Princeton University Press. Rodrik, Dani (2011), The Globalization Paradox: Why Global Markets, States, and Democracy Can't Coexist, Oxford: Oxford University Press. Simon, David (ed.) (2006), Fifty Key Thinkers on Development, London: Routledge So, Alvin Y. (1990), Social Change and Development: Modernization, Dependency and World-Systems Theory, London: Sage. Stiglitz, Joseph (1998), 'More Instruments and Broader Goals: Moving Towards the Post-Washington Consensus', Wider Annual Lectures 2, WIDER-UNU, Helsínquia. Stiglitz, Joseph (2010), Freefall: Free Markets and the Sinking of the Global Economy, London: Allen Lane. Wade, Robert (1990), Governing the Market: Economic Theory and the Role of Government in East Asian Industrialization, Princeton: Princeton University Press. Willis, Katie (2011), Theories and Practices of Development, Second edition, London and New York: Routledge .
|
|
|
|
|
|
1 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Esta UC tem como objectivo fundamental traçar um panorama diversificado de pensamento sobre a cidade, a partir dos contributos de várias disciplinas que se debruçam sobre o fenómeno urbano, ao mesmo tempo que se equacionam algumas das principais problemáticas contemporâneas na abordagem do urbano. Através de uma perspectiva multidisciplinar, pretende-se reflectir sobre as principais dinâmicas de crescimento e de transformação urbana que estruturam hoje as novas formas urbanas e sociais das cidades.
Programa
O programa encontra-se organizado em torno dos seguintes módulos: 1. A Geografia e a cidade. - Espaço:rigidez e mudança - Lisboa, a cidade e a área metropolitana: Uma narrativa espacial - Sistema urbano. Portugal a Península Ibérica e a Europa. 2.Arquitectura e espaço urbano. - Cidade e arquitectura: o olhar do arquitecto. - Cidade tradicional, cidade contemporânea Identificação das características da cidade contemporânea;urbanização compacta, urbanização dispersa; centro e periferia;densidade urbana e dispersão urbana. 3. A desigualdade social e espacial:segregação social e urbana: - Génese da noção de segregação nos estudos urbanos - Os Processos segregativos e os seu sefeitos espaciais: mobilidade residencial e "efeitos de contexto" - Os processos de segregação na cidade pós-fordista: as novas economias urbanas e a estrutura socioeconómica das cidades; Habitação e segregação social e urbana; Impactos sócioterritoriais: polarização, fragmentação e desigualdade urbana
Processo de Avaliação
O modelo de avaliação consistirá na avaliação do desempenho da participação dos alunos em sessões de apresentação e de discussão de problemáticas concretas(30%) e da redacção de um texto, em formato de paper, sobre uma das problemáticas contidas nos módulos que estruturam os conteúdos programáticos (70%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Ascher, François (2010), Novos Princípios do Urbanismo. Seguidos dos Novos Compromissos Urbanos. Um Léxico. Lisboa: Livros Horizonte, 2010. Gottdiener, Mark; Hutchinson, Ray (2006), The New Urban Sociology, Colorado: Westview Press Mingione, Enzo (ed), (1996), Urban Poverty and the Underclass, Oxford: Blackwell Publishers Portas, Nuno; Domingues; Álvaro, Cabral, João (2003), Políticas Urbanas: Tendências, Estratégias e Oportunidades, Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. SALGUEIRO, Teresa, A Cidade em Portugal: Uma Geografia Urbana, Lisboa, Edições Afrontamento, 1992 Short, John (2006), Urban Theory: a critical assessment, Nova Iorque: Palgrave. Solà Morales, Ignasi (2002), Territórios, Barcelona: Gustavo Gili. Thorns, David C. (2002), The Transformation of Cities, Nova Iorque: Palgrave.
Bibliografia Opcional
AAVV, 2010. Teoria e Critica de Arquitectura - Século XX. Lisboa: Caleidoscópio. BEAUJEU-GARNIER, J., Géographie Urbaine, Paris, Armand Colin, 1995, 4ª edição (Geografia Urbana, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1997. CHAMBOREDON J-C., Lemaire, M., 1970, ?Promité spatiale et distance sociale. Les grandes ensembles et leur peuplement?, Révue française de sociologie, Vol XI -1 CAPRON G., 2006, ?Entre ségrégation et fragmentation urbaine? in G. Capron, Quand la ville se ferme, Clamecy, Bréal CARTER, Harold, The Study of Urban Geography, Londres, 1981 (El Estudio da la Geografia Urbana, 2º edição castelhana, Madrid, Instituto de Estudios de Administración Local. CML, UNL, Lisboa em Mapas. Informação geo-referenciada, CML, Lisboa, 2001 MOITA, Irisalva (ed.) (1994); O Livro de Lisboa; Lisboa 94, Livros Horizonte e Expo98 ; Lisboa. QUATERNAIRE PORTUGAL, Sistema urbano Nacional: Cidades Médias e Dinâmicas Territoriais, DGOTDU, Lisboa, 1997. SILVA, Carlos Nunes, Planeamento Municipal e a Organização do Espaço em Lisboa: 1926-1974, Lisboa, 1987. PRÉTECEILLE E., 2006, ?La ségrégation sociale a-t-elle augmenté? La métropole parisienne entre polarisation et mixité?, Sociétés Contemporaines, vol. 2- 62
|
|
|
|
|
|
Objectivos
A Unidade Curricular Urbanismo Ecológico tem como objetivo principal proporcionar aos alunos uma nova visão do urbanismo e da própria arquitetura, dentro de uma ótica de um desenvolvimento sustentável. Assim, identifica-se o urbanismo e a arquitetura enquanto ferramentas de atuação para a implementação e promoção de uma necessária transformação do metabolismo social, para assegurar uma correta gestão dos recursos naturais. Os alunos terão a oportunidade de tomar contacto com investigação científica em curso, no âmbito dos temas em análise.
Programa
CP1. Noção de Sustentabilidade. Clarificação do conceito de sustentabilidade. Sustentabilidade e cidade. CP2. Crítica ao Urbanismo atual. Seus principais problemas urbanos, ambientais, económicos e sociais da sociedade. CP3. O urbanismo ecológico: necessidade, objeto, objetivos e instrumentos. CP4. Metabolismo Social e Metabolismo Urbano. Suas ferramentas de avaliação - Material Flow Analysis. CP5. Perspetiva histórica da disciplina de Urbanismo Ecológico. Continuidades, descontinuidades e ruturas. CP6. Revisão crítica das propostas de cidade do século XX, desde esta nova visão.
Processo de Avaliação
A avaliação é contínua e periódica. Instrumentos de avaliação: 1 ensaio escrito (20%), trabalho final sob a forma de artigo científico (50%) e apresentação oral e discussão das matérias nas aulas (30%). O trabalho final e o ensaio escrito podem ser realizados em grupo. Entrega 1º Ensaio Escrito - 4ª semana de aula. Entrega final do artigo científico - a entregar no período de avaliação da ISTA (época normal) em data acordada em Conselho de ano.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
ALIER, J. M. & SCHLUPMANN, K. (1992). La ecología y la economia. Madrid: Fondo de Cultura Económica. FISCHER-KOWALSKI, M. (1998) Society's Metabolism. Part I, 1860-1970. Journal of Industrial Ecology, 2 (1), pp.61-78. GORE, A. (2006). An Inconvenient Truth. New York: Rodale. MARAT-MENDES, T. (2013) Sustainability and the study of urban form. Urban Morphology, 17 (2), 123-124. MOSTAFAVI, M., DOHERTY, G. (2010). Ecological Urbanism. New York: Harvard University. NIZA, S., ROSADO, L. & FERRÃO, P. (2009). Urban Metabolism. Methodological Advances in Urban Material Flow Accounting Based on the Lisbon Case Study. Journal of Industrial Ecology, 13 (3), pp. 384-505. NIZA, S., FERREIA, D., MOURÃO, J., BENTO'ALMEDIDA, P., MARAT-MENDES, T. (2016). Lisbon's womb: an approach to the city metabolism in the turn to the 20th century. Regional Environmental Change, 16 (6), pp.1725-1737. WORLD COMMISSION ON ENVIRONMENT AND DEVELOPMENT (1987). Our Common Future. Oxford: Oxford University Press.
Bibliografia Opcional
ABALOS, I. (2008). Atlas pintoresco. Vol 2: los viajes. Barcelona: Gustavo Gili. ALIER, J. M (1998). La economía ecológica como ecología humana. Lanzarote: Fundación César Manrique. ASSOCIAÇÃO DOS ARQUITECTOS PORTUGUESES (1980). Arquitectura Popular em Portugal. Lisboa: Associação dos Arquitectos Portugueses. ATKINS, P. W. (1984). The second Law. New York: Scientific American Library. CAMINADA, G. A., SCHLORHAUFER, B. (eds.) (2005). Cul zuffel el'aura dado. Gion A. Caminada. Luzern: Quart Verlag. CHOAY, F. (2011). La terre qui meurt. Paris: Fayard. CUCHÍ, A., MARAT-MENDES, T., ALBARED, E., PÉREZ, M. J., TEIRA, R. (2010). Estudio para la definición de programas para una Estrategia Verde Para Santiago de Compostela. Barcelona: UPC, Consorcio de Santiago. CUCHÍ, A., MARAT-MENDES, T., ALBARED, E., PÉREZ, M. J., TEIRA, R. (2008). Informe previo a la actuación urbanística en las Brañas de Sar en Santiago de Compostela. Barcelona: Consorcio de Santiago-UPC. CUCHÍ, A. & PAGÈS, A. (2008). Sobre una estrategia para dirigir al sector de la edificación hacia la eficiencia en la emisón de gases de efecto invernadero (GEI). Madrid: Ministerio de Vivenda del Gobierno de España. EUROPEAN COMMISSION (2001). Economy-wide material flow accounts and derived indicators. A methodological guide. Luxembourg: Eurostat. FISCHER-KOWALSKI, M. HUTLLER, W. (1999). The Intellectual History of Materials Flow Analysis, Part II, 1970-1998. Journal of Industrial Ecology, 2 (4), pp. 107-136. FREY, H. W. (2000). Not green belts but green wedges: the precarious relationship between city and country. Urban Design International, 5 (1), pp.13-25. FREY, H. (1999). Designing the City, Towards a more Sustainable Urban Form. London: Spon. GANDY, M. (2004). Rethinking urban metabolism: water, space and the modern city. City, 8(3), pp. 363-379. GARRABOU, R. (2006). L'herència històrica: la fi del món pagès i el futur problemàtic de l'agricultura industrialitzada. In Garrabou, R, ed., Història Agrària dels Països Catalans. Volum IV. Segles XIX-XX. Barcelona: Universitat dels Països Catalans i Fundació Catalana per la Recerca i la Innovació, pp. 653-663. GEDDES, P. (1915). Cities in evolution. London: Williams & Norgate. GEORGESCU-ROEGEN, N. (1971). The Entropy Law and the Economic Process. Harvard: Harvard University Press. HABERL, H. (2001). The Energetic Metabolism of Societies. Part I: Accounting Concepts. Journal of Industrial Ecology, 5 (1), pp.11-23. HABERL, H. (2002). The Energetic Metabolism of Societies. Part II: Empirical Examples. Journal of Industrial Ecology, 5 (2), pp. 71-88. HOWARD, E. (1902). Garden Cities of To-Morrow. London: Swan Sonneschein & Co. Ltd. INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE (IPCC) (2014a). Climate Change 2014: Mitigation of Climate Change. New York: Cambridge University Press. INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE (IPCC) (2014b). Climate Change 2014. Synthesis Report. New York: Cambridge University Press. JENKS, M., BURTON, E., WILLIAMS, K. (1996). The Compact City: A Sustainable Urban Form? London: E. & F. N. Spon. JEVONS, W. S. (1865). The Coal Question. An Inquiry Concerning the Progress of the Nation, and the Probable Exhaustion of Our Coal-Mines. London: Macmillan and Co. KENNEDY, C. A., STEWART, I., FACCHINI, A., CERSOSIMO, I., MELE, R., CHEN, B., UDA, M., KANSAL, A., CHIU, A., KIM, K., DUBEUX, C., LEBRE LA ROVERE, E., CUNHA, B., PINCETL, S., KEIRSTEAD, J., BARLES, S., PUSAKA, S., GUNAWAN, J., ADEGBILE, M., NAZARIHA, M., HOQUE, S., MARCO- TULLIO, P. J., GONZALEZ OTHARAN, F., GENENA, T., IBRAHIM, N., FAROOQUI, R., CERVANTES, G., SAHIN, A. D. (2015). Energy and material flows of megacities. Proceedings of the National Academy of Sciences, 112 (19), pp. 5985-5990. KENNEDY, C., PINCETL, S., BUNJE, P. (2011). The study of urban metabolism and its applications to urban planning and design. Environmental Pollution, 159 (8-9), pp. 1965-1973. KUROKAWA, K. (1992). From Metabolism to Symbiosis. London: John Wiley & Sons. LEFEVRE, H. (1973). De lo Rural a lo Urbano. Barcelona. Ediciones Peninsula. MARAT-MENDES, T. (coord.), MOURÃO, J., BENTO D'ALMEIDA, P., NIZA, S. (2015). Water and Agriculture Atlas. Lisbon Region in 1900-1940. Atlas da Água e da Agricultura. Região de Lisboa em 1900-1940. Lisboa: Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-IUL, DINÂMIA'CET-IUL. McHARG, I.L. (1969). Design with Nature. Barcelona: Natural History Press. MEADOWS, D., H., MEADOWS, D., L., RANDERS, J., BEHRENS III, W. W. (1972). The Limits to Growth. A report for the Club of Rome's project on the predicament of mankind. New York: Universe Books. MONTGOMERY, D. (2007). Dirt. The Erosion of Civilizations. Berkeley: University of California Press. MOUDON, A. V. (1986). Built for change: neighbourhood architecture in San Francisco. Cambridge: MIT Press. MUMFORD, L. (1961). The City in History. Its Origins, Its Transformations and Its Prospects. New York: Harvest Books. NAREDO, J. M. & GUITÉRREZ, L (eds.) (2005). La incidencia de la especie humana sobre la faz de la Tierra (1955-2005). Granada: Editorial Universidad de Granada. ODUM, E. P. (1992). Ecologıa. Bases científicas para un nuevo paradigma. Barcelona: Vedra. OLIVEIRA V., MARAT-MENDES T., PINHO P. (2015). O estudo da forma urbana em Portugal. Porto: Edições UPorto. PONTING, C. (1993). A Green History of the World: The Environment & the Collapse of Great Civilizations. London: Penguin. PORTAS, P. (1965). As Ciências Humanas na renovação da formação do Arquitecto. Análise Social, 3 (12), pp. 517-525. PORTAS, N., DOMINGUES, A. & CABRAL, J. (2003). Políticas Urbanas. Tendências, Estratégias e Oportunidades. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. RUANO, M. (1999). ECOURBANISMO. Etornos Humanos Sostenibles: 60 proyectos. ECOURBANISM. Sustainable Human Settlements: 60 case studies. Barceloona: Gustavo Gili. SCIENCE FOR ENVIRONMENT POLICY (2015). Indicators for sustainable cities. In-depth Report 12. Bristol: Science Communication Unit for the European Commission DG Environment. SMITH, A. (1902). Wealth of Nations. New York: P. F. Collier & Son. SORIA Y MATA, A. (2004). Tratados de Urbanismo Y Sociedad. Madrid: Editorial Libros Clan. SHIVA V. (2006). Manifesto para una democracia de la tierra. Justicia, sostenibilida Y Paz. Madrid. Ediciones Paidós Ibérica. TAMANES, R. (1983). Crítica dos limites do crescimento. Ecologia e Desenvolvimento. Lisboa, Publicações Dom Quixote. TELLES, G. R. (1997). O Plano Verde de Lisboa. Lisboa: Edições Colibri. TOJO, J. F. & NAREDO, J. M. (2010). Libro Blanco de la Sostenibilidad en el Planeamiento Urbanístico Español. Madrid, Ministerio de Vivenda. Gobierno de España. URBAN TASK FORCE. (1999). Towards an Urban Renaissance. Final Report of the Urban Task Force Chaired by Lord Rogers of Riverside. London: E. & F. N. Spon. WOLMAN, A. (1965). The Metabolism of Cities. Scientific America, 213 (3), pp. 179-190.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
|
|
2 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Esta UC visa habilitar os estudantes a compreender os principais problemas e desafios enfrentados pelos territórios urbanos, bem como introduzi-los ao principais paradigmas teóricos que enformam a análise e a actuação sobre o desenvolvimento das cidades. É dado particular enfoque às políticas de desenvolvimento territorial e de cidade na UE e em Portugal.
Programa
1.Introdução: Desenvolvimento, território e espaço urbano 2.Teorias e estratégias de desenvolvimento territorial a. O paradigma espacial b. O paradigma da ec. regional c. O paradigma territorialista 3.Transformações urbanas e desafios ao desenvolvimento a. Globalização, reestruturação económica e competitividade das cidades b. Estruturação intra-urbana, segmentação funcional e dualização social c. Dinâmicas urbanas, mobilidade e sustentabilidade d. Conectividade, sistemas urbanos e espaços rurais 4.Políticas de coesão e de desenvolvimento territorial a. Planeamento, ordenamento e desenv. territorial b. A evolução das politicas de desenv. e coesão na UE e em Portugal c. O planeamento urbano e as PDRL: objectivos, instrumentos e actores 5.Políticas de cidade e governança urbana a. Políticas de cidades e governança: questões conceptuais b. As cidades na agenda das políticas da UE c. A Política de Cidades em Portugal d. A governança das cidades em Portugal
Processo de Avaliação
A avaliação de cada aluno será baseada nos seguinte elementos: a)Apresentação oral do trabalho na aula - 30% b)Trabalho escrito - 50% c)Participação e assiduidade, incluindo ensaio individual - 20% O trabalho será efectuado a partir de um tema a fornecer, no início do ano lectivo, pela equipa docente.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Benko, G. (1999), A Ciência Regional, Celta, Oeiras CE (2011), Cidades de Amanhã: Desafios, visões e perspectivas. Bruxelas, Outubro de 2011 (Cities of tomorrow - Challenges, visions, ways forward) Costa, J. (coord.) (2005), Compêndio de Economia Regional, APDR, Coimbra Fainstein, S and DeFilippis, J. (2016 ) Readings in Planning Theory (4th Ed.), Chichester: Wiley Blackwell LeGates, R.; Stout F. (Eds) (2016), The City Reader (6th ed.), Oxford and New York: Routledge Lopes, A. S. (1995), Desenvolvimento Regional: Problemática, Teoria, Modelos, 4ªed., Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa Lopes, R. (2001), Competitividade, Inovação e Território. Oeiras: Celta Marques, T. Sá (2005), Portugal na transição do século: Retratos e dinâmicas territoriais; Porto: Afrontamento Paddison, R. (Ed.) (2001), Handbook of Urban Studies, Sage Publications, London, UK. Pólese, M. (1998), Economia Urbana e Regional, APDR, Coimbra
Bibliografia Opcional
- Baptista, A. M. (2001), "Cidades, urbanização e economia em contexto de globalização", in Reis, J. e Mª I. Baganha (orgs.) A economia em curso: contextos e mobilidades, Edições Afrontamento, Porto, pp. 223-247 - Benko, G., Lipietz, A. (orgs.) (1994 (1992)), As regiões ganhadoras - Distritos e redes: os novos paradigmas da geografia económica, Celta, Oeiras - Birch, E. (Ed.) (2009), Urban and Regional Planning Reader, Oxford: Routledge - Crevoisier, O., & Jeannerat, H. (2009). Territorial knowledge dynamics: from the proximity paradigm to multi-location milieus. European Planning Studies, 17(8), 1223-1241. - Fernandes, J. A. R. e Sposito, M. E. B. (Org.), A nova vida no velho centro nas cidades portuguesas e brasileiras, Porto: FLUP/CEGOT - Ferrão, João (2011) O ordenamento do território como política pública, FCG, Lisboa - Ferrão, João (2013). "Governança, Governo e Ordenamento do Território em Contextos Metropolitanos" in Ferreira, A.; Rua, J; Marafon G. J.; Pinheiro da Silva A.C: (Org.), Metropolização do Espaço: Gestão Territorial e Relações Urbano-Rurais, Editora Consequência, Rio de Janeiro, pp. 255-281. - Hall, Peter (1998), Cities in Civilization. London: Pantheon - Hall, Peter (2002) Urban and Regional Planning (4th Ed.), Routledge - Hall, Peter (2014) Cities of Tomorrow: An Intellectual History of Urban Planning and Design Since 1880, 4th Edition, Wiley-Blackwell - Landry, C. (2000), The Creative City: a toolkit for urban innovators. London: Comedia / Earthscan - Lees, L.; Slater, T.; Wyly, E. (Eds) (2010), The Gentrification Reader, Routledge - Lefebvre, H. (1991[1974]) The Production of Space. Oxford: Blackwell - Moulaert, F., Sekia, F. ( 2003), Territorial Innovation Models: A Critical Survey. Regional Studies, 37(3): 289-302. - Miles, M; Hall, T.; Borden, I (Eds) (2004) The City Cultures Reader (2nd Ed.), Routledge - Mumford, L. (1961), The city in history : its origins, its transformations, and its prospects, Penguin Books - Portas, N., Domingues, A., e Cabral, J. (coord.) (2003), Políticas Urbanas - Tendências, estratégias e oportunidades, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa - Rémy, Jean e Liliane Voyé (1992), A cidade: rumo a uma nova definição?, Ed. Afrontamento, Porto, 1994 - Sassen, S. (1991), The Global City: New York, London, Tokyo, Princeton University Press, Princeton - New Jersey - Sassen, Saskia (2000), Cities in a World Economy, 2nd Edition, Pine Forge Press, California - Scott, Allen J. (2008), Social Economy of the Metropolis. Cognitive-Cultural Capitalism and the Global Resurgence of Cities, Oxford: Oxford University Press - Scott, Allen J. (Ed.), (2001), Global City-Regions: Trends, Theory, Policy, Oxford University Press, Oxford - NewYork - Short, John R. (1996), The Urban Order: An Introduction to Cities, Culture and Power, Blackwell, Oxford - Simmel, G. (1902), 'A metrópole e a vida mental', in O. VELHO, O fenómeno urbano, Rio de Janeiro: Zahar, 1979, pp. 11-25Scott, Allen J. (2014) "Beyond the Creative City: Cognitive-Cultural Capitalism and the New Urbanism", Regional Studies, 48:4, 565-578 - Soja, E. (2000), Postmetropolis: Critical Studies of Cities and Regions, Wiley-Blackwell - Storper, Michael (1997), The Regional World: Territorial development in a Global Economy, The Guilford Press, New York / London - Storper (2013), Keys to the City: How Economics, Institutions, Social Interaction, and Politics Shape Development, Princeton: Princeton University Press - Storper, M.( 2014). "Governing the Large Metropolis", Territory, Politics, Governance, Volume 2, Issue 2, 115-134 - VVAA (2014) Revista rossio. estudos de Lisboa nº 4 (dossier "Olhar a cidade à luz da revitalização", Coord P. Costa), Dezembro 2014, http://issuu.com/camara_municipal_lisboa/docs/rossio_4_simples - VVAA (2015) Revista rossio. estudos de Lisboa nº 5 (dossier "A Projeção de Lisboa. Utopias, visões e estratégias para uma cidade em movimento perpétuo", coord J. Seixas), Setembro 2015, http://issuu.com/camara_municipal_lisboa/docs/rossio_5_issuu - Wirth, L. (1938), 'O urbanismo como modo de vida', in O. VELHO, O fenómeno urbano, Rio de Janeiro: Zahar, 1979, pp. 90-113 - Wheeler, S; Beatley, T. (eds.) (2014) Sustainable Urban Development Reader (3rd ed.), Routledge - Zukin, Sharon (1995). The Cultures of Cities, Cambridge / Oxford: Blackwell - Zukin, Sharon (2010). Naked city: the death and life of authentic urban places, Oxford ; New York : Oxford University Press
Bibliografia complementar será indicada para cada aula.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
-
Programa
1) Conceitos básicos; Intervenção, Estratégia, Planeamento, Avaliação 2) Métodos e técnicas de planeamento de projetos na cooperação para o desenvolvimento 3) Metodologias participativas 4) Métodos e técnicas de suporte 5) Metodologias de avaliação 6) Métodos e técnicas de avaliação 7) Modelos de avaliação na cooperação para o desenvolvimento 8) Avaliação de impactes, empowerment, stakeholder analysis e abordagem participativa 9) Workshop de simulação. 10) Projetos específicos
Processo de Avaliação
Avaliação: Apresentação de um trabalho em grupo e entrega posterior deste trabalho (cerca. 45 000 caracteres). Teste individual.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-AMHERST H. Wilder Foundation(1997) Strategic Planning Workbook for Nonprofit Organisations -BRENT, Robert J.(1998) Cost-Benefit Analysis for Developing Countries. Elgar, Cheltenham -FETTERMAN, David M.(2001) Foundations of Empowerment Evaluation. Sage -REVIERE, Rebecca (ed.) (1996) Needs Assessment. A Creative and Practical Guide for Social Scientists.Taylor & Francis -ROSSI, Peter H.; FREEMAN, Howard E.; LIPSEY, Mark W.(2004) Evaluation. A Systemic Approach 7th edition, SAGE, London -SCHIEFER, Ulrich et al. (2006) MAPA. Manual de Facilitação para a Gestão de Eventos e Processos Participativos. Princípia, Cascais, 251 p -SCHIEFER, Ulrich et al.(2006) MAPA – Manual de Planeamento e Avaliação de Projetos , Principia, Cascais, 287 p -SCHIEFER, Ulrich (2008) Integrated Evaluation of Change. A new perspetive for planning and evaluation in multiple intervention environments. Periploi, Lisboa,. 91 p -TAVISTOCK Institute et al (2003) The Evaluation of Socio-Economic Development. The Guide. London.
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Com esta cadeira pretende-se fornecer os quadros teóricos da psicologia social para investigar as relações pessoas-ambiente, no âmbito do ambiente natural e construído. É dada particular relevância às dimensões e processos sócio-cognitivos e contextuais envolvidos no desenvolvimento do pensamento relativo ao ambiente e à natureza, na adesão às práticas de cidadania ambiental e na previsão dos comportamentos ecológicos, como forma de orientar a intervenção neste domínio. O aluno que complete esta UC será capaz de: a) Descrever as principais abordagens da psicologia social na abordagem das relações pessoa-ambiente b) Identificar os processos sócio-psicológicos envolvidos na previsão dos comportamentos de cidadania ambiental ao nível individual, e saber utilizar os instrumentos de pesquisa na área c) Identificar os processos sócio-psicológicos envolvidos na mudança comunitária em questões de âmbito ambiental e saber utilizar os instrumentos de pesquisa na área
Programa
Programa Introdução: Níveis de análise na mudança social ambiental e a diferenciação entre as esferas pública e privada. O nível social: o desenvolvimento sustentável como mudança social imposta, ou top-down. O nível da comunidade: representações e dinâmicas identitárias. O nível individual: modelos e estudos sobre o pensamento relativo ao ambiente e aos comportamentos pró-ambientais. A diferenciação entre comportamentos de esfera pública e da esfera privada e suas consequências para a compreensão do comportamento pro-ambiental. Bloco 1. A esfera privada. Modelos e estudos sobre o pensamento relativo ao ambiente e o comportamento de conservação. A predição do comportamento de conservação. O papel da ambivalência atitudinal. O papel das normas e tipos de normas. Bloco 2. A esfera pública. Modelos de análise e questões de estudo na mitigação da mudança climática. Modelos e estudos na conservação da biodiversidade. Modelos de participação pública. Implicações e consequências para a mudança social e a acção colectiva. Integração e conclusões.
Processo de Avaliação
Avaliação Um trabalho de grupo incluindo apresentação em aula ? 40% Um trabalho individual ? 60% Ficam aprovados os alunos que, tendo em todas as avaliações notas superiores a 8.5 valores, obtenham uma média final igual ou superior a 9.5 valores. Os alunos que não estiverem inscritos ou que reprovem na avaliação contínua, poderão ir a um exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bechtel R. B. & Churchman A. (Orgs), Handbook of Environmental Psychology. New York: John Wiley & Sons. Bonnes, M. Lee T. & Bonauito M. (Eds.) (2003). Psychological theories for environmental issues (pp. 1-26). Aldershot, Eng.: Ashgate.
Bibliografia Opcional
Ajzen, I. & Fishbein, M. (2000). Attitudes and the attitude-behaviour relation: reasoned and automatic processes. European Review of Social Psychology: vol. 11 (pp. 1-34). Chichester, GB: Wiley. Bonaiuto, M., Carrus, G., Martorella, H. & Bonnes, M. (2003). Local identity processes and environmental attitudes in land use changes: the case of natural protected areas. Journal of Economic Psychology, 23, 631-653 Campbell & Jovchelovitch (2000). Health, community and development: Towards a Social Psychology of Participation. Journal of Community & Applied Social Psychology,10,225-270. Castro, P. & Batel, L. (2008). Social representation, change and resistance: on the difficulties of generalizing new norms. Culture & Psychology, 14, 477-499. Castro, P. (2006). Applying social psychology to the study of environmental concern and environmental worldviews: some contributions from social representations approach. Journal of Community and Applied Social Psychology, 16, 247-266. Castro, P., Garrido, M., Reis, E. & Menezes, J. (2009). Ambivalence and conservation behaviour: an exploratory study on the recycling of metal cans. Journal of Environmental Psychology. Castro, P., & Mouro, C. (2011). Socio-psychological processes in dealing with change in the community: Some lessons learned from biodiversity conservation. American Journal of Community Psychology. Costarelli, S., & Colloca, P. (2004). The effects of attitudinal ambivalence on pro-environmental behavioural intentions. Journal of Environmental Psychology, 24, 279-288. Fishbein, M. & Ajzen, I. (1975). Belief, attitude, intention and behaviour: an introduction to theory and research. Reading, MA: Addison-Wesley. Kelly, G. & Steed, L. (2004). Communities coping with change: a conceptual model. Journal of Community Psychology, 32, 201-216 Steg, L., & Sievers, I. (2000). Cultural theory and individual perceptions of environmental risks. Environment and Behavior, 32, 250-269. Stern, P.C. (2000). Toward a coherent theory of environmentally significant behavior. Journal of Social Issues, 56, 407-424 Uzzell, D. (2000). The psycho-spatial dimension of global environmental problems. Journal of Environmental Psychology, 20, 307-318. Joffe, H. (1999). Risk and ?the other?. Cambridge: Cambridge University Press. Lima, M.L., Cabral, M.V., & Vala, J. (Orgs.) (2004). Atitudes Sociais dos Portugueses 4 - Ambiente e Desenvolvimento. Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
1. Compreensão das principais teorias e paradigmas do desenvolvimento e das suas trajectórias históricas. 2. Conhecimento dos debates mais relevantes no domínio das políticas de desenvolvimento. 3. Criação de capacidades de análise e prospectiva dos grandes desafios de desenvolvimento contemporêneas, nas escalas local, nacional e, macro-regional e global. 4. Relacionar práticas e experiências de desenvolvimento de diferentes contextos históricos e geográficos.
Programa
1. A 'pré-história' do desenvolvimento: a emergência da modernidade ocidental; as práticas e as ideias.
2. A formação da problemática do desenvolvimento no contexto pós-II Guerra Mundial.
3. Estruturalismo e Modernização.
4. Teorias da dependência e do sistema-mundo.
5. Basic needs e redistribuição.
6. A crítica (neo)liberal e o Washington Consensus.
7. Desenvolvimento sustentável.
8. Desenvolvimento humano.
9. O Post-Washington Consensus.
10. Dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio aos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.
11. O Pós-Desenvolvimento.
12. Desenvolvimento, Globalização e Crise(s).
Processo de Avaliação
Teste escrito individual (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Arndt, H.W. (1987), Economic Development: The History of an Idea, Chicago: The University of Chicago Press. Birdsall, Nancy e Francis Fukuyama (2011), New Ideas on Development after the Financial Crisis, Baltimore: Johns Hopkins University Press. Currie-Alder, B., R. Kanbur, D. M. Malone and R. Medhora (eds.) (2014), International Development: Ideas, Experience and Prospects, Oxford: Oxford University Press. Desai, Vandana e Robert Potter (ed.) (2007), The Companion to Development Studies, London: Routledge. Goldin, Ian e Kenneth Reinert (2012), Globalization for Development: Meeting New Challenges, Oxford: Oxford University Press. Peet, Richard and Elaine Hartwick (2015), Theories of Development: Contentions, Arguments, Alternatives, Third Edition, New York: Guilford Press. Rist, Gilbert (2008),The History of Development: From Western Origins to Global Faith, 3rd edition, London: Zed Books. Sen, Amartya (1999). Development as Freedom. Oxford: Oxford University Press.
Bibliografia Opcional
Amaro, Rogério Roque (2003), 'Desenvolvimento - um conceito ultrapassado ou em renovação? Da teoria à prática e da prática à teoria', Cadernos de Estudos Africanos, 4: 35-70. Babb, Sarah (2013), 'The Washington Consensus as transnational policy paradigm: Its origins, trajectory and likely successor', Review of International Political Economy, 20 (2): 268-297. Bremmer, Ian (2009), "State Capitalism Comes of Age: The End of the Free Market?", Foreign Affairs, 88 (3): 40-55. Chang, Ha-Joon (2003), Globalisation, Economic Development and the Role of the State, London and New York: Zed Books. Cypher, James M. e James L. Dietz (2004), The Process of Economic Development, 2nd edition, London and New York: Routledge. Estêvão, João (2004), "Desenvolvimento Económico e Mudança Institucional: O Papel do Estado", Working Paper WP 08/2004, Departamento de Economia, ISEG-UTL, Lisboa. Evans, Peter (1995), Embedded Autonomy: States and Industrial Transformation, Princeton: Princeton University Press. Gore, Charles (2000), "The Rise and Fall of the Washington Consensus as a Paradigm for Developing Countries, World Development, 28 (5): 789-804. Lin, Justin Yifu (2012), New Structural Economics: A Framework for Rethinking Development and Policy, Washington DC: The World Bank. Mamede, Ricardo Paes (2009), "Os desafios do desenvolvimento e o papel das políticas públicas", In Renato Miguel Carmo e João Rodrigues (coord.), Onde pára o Estado? Políticas públicas em tempos de crise, Lisboa: Edições Nelson de Matos, pp.173-197. Moreira, Sandrina e Nuno Crespo (2012), "Economia do Desenvolvimento: das abordagens tradicionais aos novos conceitos de desenvolvimento", Revista de Economia, 38(2): 25-50. Payne, Anthony and Nicola Phillips (2010), Development, Cambridge: Polity Press. Rodrik, Dani (2007), One Economics, Many Recipes: Globalization, Institutions, and Economic Growth, Princeton: Princeton University Press. Rodrik, Dani (2011), The Globalization Paradox: Why Global Markets, States, and Democracy Can't Coexist, Oxford: Oxford University Press. Simon, David (ed.) (2006), Fifty Key Thinkers on Development, London: Routledge So, Alvin Y. (1990), Social Change and Development: Modernization, Dependency and World-Systems Theory, London: Sage. Stiglitz, Joseph (1998), 'More Instruments and Broader Goals: Moving Towards the Post-Washington Consensus', Wider Annual Lectures 2, WIDER-UNU, Helsínquia. Stiglitz, Joseph (2010), Freefall: Free Markets and the Sinking of the Global Economy, London: Allen Lane. Wade, Robert (1990), Governing the Market: Economic Theory and the Role of Government in East Asian Industrialization, Princeton: Princeton University Press. Willis, Katie (2011), Theories and Practices of Development, Second edition, London and New York: Routledge .
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
2 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
-
Programa
No início desta unidade curricular, os alunos poderão escolher um tópico de interesse pessoal e relevante para as áreas abrangidas no Mestrado, bem como um orientador. Com o orientador, os alunos deverão: - Formular a questão de partida - Identificar a literatura relevante, e elaborar uma revisão teórica e empírica - Formular o problema de investigação e os objetivos específicos - Desenhar um estudo que permita alcançar esses osbjectivos - Criar um procedimento e os materiais necessários - Conduzir o estudo - Analisar e interpretar resultados - Elaborar o plano da dissertação - Escrever a dissertação Durante este processo os alunos receberão orientações relevantes para o tema da dissertação e para a condução do processo de investigação em si mesmo, como por exemplo literatura relevante para o tópico e indicações acerca do design a utilizar.
Processo de Avaliação
A dissertação será avaliada por um júri em provas públicas, após a confirmação por parte do orientador de que esta está concluída e se encontra em condições de ser apresentada em provas públicas. A avaliação será baseada no mérito científico do estudo e na sua adequação teórica e metodológica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bransford, John (2010), How People Learn. Washington DC: National Academy Press. ISCTE (2008), Normas orientadoras para a dissertação ou trabalho de Projeto de Mestrado.
Bibliografia Opcional
-
|
|
|
|
|
|
Objectivos
-
Programa
No início desta unidade curricular, os alunos poderão escolher um tópico de interesse pessoal e passível de ser alvo de uma intervenção, bem como um orientador. Com o orientador, os alunos deverão: - Identificar/escolher um problema relevante do ambiente e da sustentabilidade - Formular o problema de investigação com base no problema escolhido - Identificar literatura relevante e elaborar uma revisão teórica/empírica - Formular hipóteses - Desenhar uma intervenção - Preparar materiais - Conduzir o programa - Analisar e interpretar resultados - Avaliar a eficácia do programa - Escrever um relatório Durante este processo os alunos receberão orientações relevantes para o conteúdo do projeto , como por exemplo literatura relevante para o tópico, indicações acerca do ‘design’ a utilizar e apresentação do relatório final.
Processo de Avaliação
O relatório do projeto será avaliado por um júri em provas públicas, após a confirmação por parte do orientador de que este está concluído e se encontra em condições de ser apresentado em provas públicas. A avaliação será baseada no mérito científico do estudo e na sua adequação teórica e metodológica. A avaliação será baseada na tradução eficaz/ineficaz de conceitos teóricos e na adequação teórica/metodológica do projeto à intervenção em políticas do ambiente e da sustentabilidade.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bransford, John (2010), How People Learn. Washington DC: National Academy Press. ISCTE (2008), Normas orientadoras para a dissertação ou trabalho de Projeto de Mestrado.
Bibliografia Opcional
-
|