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MestradoMestrado em Economia Monetária e Financeira

Política monetária e desigualdade

Autor
Ferreira, Sara Filipa Vieira
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
Portugal
Taxa de juro
Desigualdade social
Séries temporais
Time series
Distribuição do rendimento
Income inequality
Política monetária
Monetary Policy
Interest Rate
Desigualdade de rendimentos
Indice de Gini
Cointegração -- Cointegration
Gini index
Resumo
PT
Este trabalho estuda a relação entre a política monetária e a desigualdade de rendimentos, com aplicação ao caso Português. Pretende-se investigar se a política monetária convencional, através da manipulação da taxa de juro, tem efeito sobre a distribuição do rendimento, nomeadamente do rendimento disponível entre os cidadãos. Para representar a política monetária utiliza-se a taxa de juro nominal de curto prazo, enquanto se usa o índice de Gini para medir a desigualdade no rendimento disponível. Como variáveis de controlo utiliza-se a taxa de inflação e o PIB "per capita", apresentando todos os dados periodicidade anual e estando compreendidos entre 1968 e 2016. Em termos de metodologias, aplicam-se técnicas de análise de séries temporais, nomeadamente modelos VAR, e em particular VECM, na medida em que se conclui pela existência de uma relação de cointegração entre as variáveis consideradas. Finalmente, analisam-se as funções impulso-resposta e a decomposição da variância, que permitem, respetivamente, avaliar o efeito de choques exógenos em cada variável e medir o peso desses mesmos choques nas restantes. Os resultados obtidos indicam que um choque de política monetária contracionista contribui para o aumento da desigualdade do rendimento disponível e que a política monetária expansionista conduz a um decréscimo na desigualdade do rendimento disponível, apesar dos efeitos serem economicamente pouco significativos. Por outro lado, observou-se que um choque no índice de Gini tem um efeito de maior significância estatística na taxa de juro, isto é, um aumento da desigualdade dos rendimentos disponíveis resulta na adoção de uma política monetária contracionista.
EN
This work studies the relationship between monetary policy and income inequality, focused on the Portuguese case. The goal is to investigate if and how can conventional monetary policy, through manipulation of the interest rate, affect disposable income distribution across the population. Monetary policy tools are represented by the nominal short-term interest rate, while the Gini index is used to measure inequality between disposable incomes. As control variables we choose the inflation rate and GDP "per capita", all presented on a yearly basis and for the period comprised between 1968 and 2016. As for methodology, we use time series techniques, namely VAR models, and in particular VECM, since there is shown to exist a cointegration relationship between the model’s variables. Finally, we estimate impulse-response functions and variance decomposition, which allow to evaluate the effect of exogenous shocks in each variable and to measure the importance of these shocks on the remaining ones, respectively. Results show that a contractionary monetary policy contributes to increase inequality of disposable income and that an expansionary monetary policy contributes to decrease inequality of disposable income, but the effects are economically not very significant. On the other hand, a shock to the Gini index has a greater significant statistical effect on the interest rate, namely an increase of disposable income inequality leads to the adoption of a contractionary monetary policy.

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