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MestradoMestrado em Gestão de Empresas

A cooperativa médica como modelo de gestão de serviços de saúde

Autor
Rodrigues, Hugo Rafael Francisco
Data de publicação
13 Mar 2025
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
Gestão da saúde
Health Management
Economia social -- Social economy
Cooperativa médica
Modelo cooperativo
Medical cooperative
Cooperative model
Resumo
PT
O sistema de saúde em Portugal está tradicionalmente dividido entre os setores público e privado, com pouca ênfase para o setor social sem fins lucrativos. Este trabalho propõe a cooperativa médica como um modelo alternativo de gestão de serviços de saúde. O modelo cooperativo destaca-se pela gestão democrática e participativa, priorizando o reinvestimento na estrutura e a distribuição justa dos rendimentos entre os membros da cadeia de valor. Apesar da falta de exemplos relevantes de cooperativas médicas em Portugal, o estudo analisa as potencialidades deste modelo através de exemplos internacionais e entrevistas com especialistas. As cooperativas médicas podem melhorar as condições de trabalho e remuneração dos profissionais de saúde, promover a autonomia e a independência dos prestadores de cuidados e proporcionar serviços de alta qualidade, focados nas necessidades dos pacientes e das comunidades. A dissertação explora a viabilidade da implementação das cooperativas médicas em Portugal, considerando as suas fragilidades e vantagens. Os resultados sugerem que este modelo pode ser uma solução eficaz para os desafios enfrentados pelo setor de saúde português, promovendo uma gestão mais equitativa e participativa dos serviços de saúde.
EN
The healthcare system in Portugal is traditionally divided between the public and private sectors, with little emphasis on the non-profit social sector. This work proposes the medical cooperative as an alternative model for healthcare service management. The cooperative model stands out for its democratic and participatory management, prioritizing reinvestment in the structure and the fair distribution of income among the members of the value chain. Despite the lack of significant examples of medical cooperatives in Portugal, the study analyzes the potential of this model through international examples and expert interviews. Medical cooperatives can improve working conditions and remuneration for healthcare professionals, promote the autonomy and independence of care providers and provide high-quality services focused on the needs of patients and communities. The dissertation explores the feasibility of implementing medical cooperatives in Portugal, considering their weaknesses and advantages. The results suggest that this model can be an effective solution to the challenges faced by the Portuguese healthcare sector, promoting more equitable and participatory management of healthcare services.

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