ATENÇÃO: Esta página foi traduzida automaticamente pelo Google Translate. Isto pode ter consequências inesperadas no conteúdo apresentado e, portanto, não nos responsabilizamos pelo resultado dessa tradução automática.


ATTENTION: this page has been automatically translated by Google Translate. This can have unexpected consequences and, therefore, we do not take responsibility for the result of that automatic translation.

menu
EN
menu
close
MestradoMestrado em Sociologia

Desfigurações do real no cinema documentário

Autor
Firmino, Sílvia Isabel Soares
Data de publicação
20 Sep 2010
Acesso
Acesso restrito
Palavras-chave
Resumo
PT
Este trabalho resulta de uma investigação académica, tendo como terreno de observação o Cinema Documentário, nos domínios da teoria, bem como da prática. Cingimo-nos ao Documentário europeu e norte-americano pois ser-nos-ia impossível envolver nesta investigação um espectro geográfico mais abrangente. Ao longo da primeira parte abordamos a problemática da divisão operada pela luz, criadora de um reflexo, logo de uma duplicidade: a primeira imagem. O fascínio do reflexo reside na sua potência imagética e desde cedo o Homem se sentiu atraído por esta luz que ao mesmo tempo que o duplica, transfigura e assola. A perturbação tentadora acompanha o Homem desde os seus primórdios e, desde sempre, que ele procura fixar os reflexos, ou seja, as imagens. Partindo da acepção de Bazin defendemos que, subjacente à insistência na fixação da imagem está a ilusão da imortalidade. Este desejo do inconsciente pôde ser alimentado durante séculos pela pintura e veio ser reforçado com o aparecimento da fotografia. No seu surgimento, o timbre mais “correcto” da imagem fotográfica possibilitou ao Homem uma convicção momentânea de controlo sobre a perenidade do tempo . O cinema, poucos anos mais tarde colocou à frente do Homem não apenas a reprodução mais perfeita do objecto, mas também o seu movimento e o seu tempo.
EN

Relacionadas