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Lucio Baccaro, director do Instituto Max Planck para o Estudo das Sociedade, alerta para efeito do turismo nos preços e para a falta de provas de que as reformas laborais aumentem a produtividade. Em relação a Portugal, o director do Instituto Max Planck para o Estudo das Sociedades, de visita a Lisboa a convite do Iscte, alerta para os riscos de um modelo de crescimento baseado no turismo e questiona a eficácia económica das reformas laborais. “Nunca vi provas convincentes de que a reforma laboral aumente a produtividade”, avisa.
Os imigrantes não são a salvação nem a condenação do Estado Social. São parte essencial da força de trabalho que hoje ajuda a manter o sistema e que, amanhã, terá justamente direito à proteção.
Jorge Caleiras, Sociólogo, CoLABOR , Laboratório Colaborativo para o Trabalho, Emprego e Proteção Social; CIES_Iscte
O poder local é o nível de governação mais bem-visto pelos portugueses. Hoje, portugueses são chamados a eleger milhares de autarcas.
Declarações de Pedro Adão e Silva.
O OE é cada vez mais um isntrumento de comunicação política.
Artigo de Ricardo Paes Mamede.
Faculdade de Economia “Programa deste congresso procura focar-se nas principais dimensões do percurso intelectual e político de Mário Soares”, explicou o coordenador da comissão organizadora.
A abertura decorre às 10h00, destacando-se, no dia de hoje, a participação de Irene Pimentel e de José Pacheco Pereira
Protagonista ímpar na defesa e na construção da democracia no nosso país [..]. Mário Soares continua a despertar a curiosidade de cientistas políticos, historiadores e filósofos de várias gerações.
Artigo de Maria de Lurdes Rodrigues.
A iniciativa foi coordenada pelo Instituto de Políticas Públicas e Sociais do Instituto Universitário de Lisboa(IPPS/Iscte) e desenvolvida em colaboração com o Laboratório Colaborativo para o Trabalho, Emprego e Proteção Social (CoLABOR) e o Instituto de Ciências Sociais/Iscte.
Hoje mesmo o Banco de Portugal atualizou as previsões, o crescimento económico deve ficar em 1,9% este ano e em apenas 1,7% no próximo ano, ou seja, a confirmar-se este cenário nem com os muitos milhões do PRR Portugal atinge taxas de crescimento próximas dos 3% como pretende o Governo. O que é afinal preciso fazer para pôr a economia a crescer mais? Qual pode ser o contributo das grandes empresas para melhorar o desempenho português?
Comentário do empresário Carlos Moreira da Silva, presidente da Associação de Business roundtable Portugal e Ricardo Paes Mamede, professor ISCTE-IUL e Pedro Brinca, professor de Economia Nova SBE.