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MestradoMestrado em Gestão de Recursos Humanos e Consultadoria Organizacional

Self-efficacy and workplace incivility: a contribute to understand burnout

Autor
Carvalho, Francisca Moreira Serra Aparício de
Data de publicação
18 Dec 2019
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
Self-efficacy
Burnout
Autoeficácia
Workplace incivility
Job demands-resources model
Incivilidade no trabalho
Modelo de recursos
Exigências no trabalho
Resumo
PT
A complexidade inerente ao "burnout" e o contexto dinâmico das exigências laborais exigem mais investigação das causas deste fenómeno. Emergente no campo da agressão em ambiente de trabalho, a incivilidade provou ser nociva para indivíduos e empresas. Consequentemente, a partir do Modelo de Recursos e Exigências no Trabalho, analisámos a relação entre incivilidade por colegas e clientes com uma recentemente desenvolvida medida de "burnout" de quatro componentes, e o papel moderador da autoeficácia. Dois estudos foram realizados - o primeiro, com dados recolhidos através de um questionário, provenientes de trabalhadores de diversas empresas (N = 225); o segundo, através do mesmo método, com participantes de uma só organização pública de grande dimensão (N = 562). O Estudo 1 demonstrou uma associação positiva entre incivilidade praticada por colegas e exaustão emocional. Porém, os resultados não validaram a moderação da autoeficácia. No Estudo 2, incorporámos a incivilidade no trabalho perpetrada por clientes e as outras três dimensões do "burnout" (défice cognitivo, défice emocional e distância mental). Ambos os tipos de incivilidade mostraram estar significativamente relacionados com todas as componentes do "burnout". Os resultados não apoiaram a moderação da autoeficácia na relação da incivilidade perpetuada por clientes e colegas e a exaustão emocional. Incivilidade no trabalho perpetuada por colegas com as três dimensões do "burnout" mostrou também não ser moderada pela autoeficácia. Em contrapartida, os impactos da incivilidade no trabalho praticada por clientes e as três anteriormente referidas dimensões de "burnout" demonstraram ser mitigados pela autoeficácia. Limitações e futuras direções para investigação são discutidas.
EN
The complexity inherent to burnout, along with the dynamic nature of work context demands further research regarding the causes of this phenomenon. Emerging in the field of workplace aggression, incivility has proven to be harmful for both individuals and organisations. Hence, referencing the Job Demands-Resources Model, we hypothesised the connection of colleagues and customers´ incivility with the recently developed four-scale measure of burnout and the moderating effect of self-efficacy. Two studies were conducted - the first with data collected from a questionnaire with respondents from several companies (N = 225), and the second using the same method, with participants from a single public large organisation (N = 562). Study 1 revealed a positive link between workplace incivility perpetrated by colleagues and emotional exhaustion. However, the findings did not support the moderator effect of self-efficacy. In Study 2, workplace incivility perpetrated by customers and the other three dimensions of burnout (cognitive impairment, emotional impairment and mental distance) were incorporated. Both types of incivility were significantly related to all facets of burnout. Results, howbeit, did not support the moderation effect of self-efficacy in the relationship between workplace incivility perpetrated by colleagues and customers on emotional exhaustion. Workplace incivility perpetrated by colleagues with mental distance, emotional and cognitive impairment showed also to not be moderated by self-efficacy. In contrast, the impacts of workplace incivility perpetrated by customers on the three previously mentioned dimensions of burnout were found to be buffered by self-efficacy. Limitations and future research directions are discussed.

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