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Num mercado global de trabalho de TI cada vez mais competitivo, atrair talentos externos tornou-
se um desafio crítico para as empresas multinacionais de TI, uma vez que as mensagens
transmitidas para atingir esse objetivo não são igualmente eficazes. Elas devem ter em
consideração as diferenças geracionais. Embora haja indícios na literatura sobre algumas
dimensões específicas dessas mensagens, há uma falta de compreensão sobre como elas funcionam
em configuração. Este estudo baseia-se na Teoria da Sinalização (Spence, 1973) para investigar
como cinco dimensões dentro das mensagens de marca do empregador (remuneração, carreira,
ambiente de trabalho, global vs. local, responsabilidade social) servem configuracionalmente
como sinais para diversos candidatos. Com base numa amostra de 153 profissionais de TI de 31
nacionalidades e sete centros europeus (França, Países Baixos, Polónia, Portugal, Espanha, Reino
Unido e Ucrânia), uma análise de conjoint mostra que, em geral, as descrições de empregadores
que oferecem um forte desenvolvimento de carreira, mas têm pouca preocupação com a RSE, são
as mais atraentes. Os perfis preferidos variam de acordo com as gerações, sendo a geração X a
mais sensível a um ambiente de trabalho positivo, e a geração Y a mais sensível a baixas
preocupações com a RSE, altas oportunidades de desenvolvimento de carreira e alcance global das
operações. Por último, a geração Z é mais sensível apenas a baixas preocupações com a RSE. Estas
conclusões são discutidas à luz da teoria.
EN
In an increasingly competitive global IT labor market, attracting external talent has become a
critical challenge for multinational IT firms, as the messages conveyed to achieve that goal are not
equally effective. They may need to take into consideration generational differences. Although
there is an indication in the literature about some specific dimensions of such messages, there is a
lack of understanding about how they operate in configurations. This study draws on Signaling
Theory (Spence, 1973) to investigate how five dimensions within employer-branding messages
(compensation, career, work climate, global vs local, social responsibility) configurationally serve
as signals to diverse candidates. Based on a sample of 153 IT professionals across 31 nationalities
and seven European hubs (France, the Netherlands, Poland, Portugal, Spain, the UK, and Ukraine),
a conjoint analysis shows that generally depictions of employers that offer strong career
development but have low CSR concerns are the most attractive. The preferred profiles vary
according to generations, but Generation X is more sensitive to a positive work environment,
Millennials are more sensitive to low CSR concerns, high career development opportunities, and
global operations reach. Lastly, Generation Z is more sensitive to low CSR concerns only. These
findings are discussed in the light of the theory.