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MestradoMestrado em Psicologia Social e das Organizações

Diz-me com o que andas, dir-te-ei quem és: o papel da impressão acerca de uma marca na realização de inferências espontâneas de traço a partir de comportamentos de pessoas

Autor
Amado, Sónia Marisa de Lima Souto
Data de publicação
18 May 2017
Acesso
Acesso restrito
Palavras-chave
Comportamento do consumidor
Marca
Brands
Spontaneous trait inference
Psicologia cognitiva
Inferência
Testes de personalidade
Associative process
Attributional process
Trait expectations
Resumo
PT
No presente trabalho é explorado o papel das expetativas prévias acerca de um alvo incidentalmente presente no contexto de um comportamento, na ocorrência de Inferências Espontâneas de Traço (IET) a partir desse comportamento. Considerando a demonstrada ocorrência de processos de Transferência Espontânea de Traços para outros alvos que não o ator do comportamento (Carlston, Skowronski, & Sparks, 1995), testa-se se as expetativas acerca de um alvo não relacionado com o comportamento podem influenciar o processo de IET. Wigboldus, Dijksterhuis, e Van Knippenberg (2003) demonstraram que as IETs podem ser inibidas perante expetativas estereotípicas acerca do ator inconsistentes com o traço implicado pelo comportamento exibido por esse ator. O presente trabalho testa se este processo de inibição das IETs se mantém quando as expetativas ativadas dizem respeito não ao ator do comportamento, mas a um alvo incidentalmente presente no contexto, mais concretamente a uma marca (logotipo). Utilizando uma adaptação do Paradigma de Falsos Reconhecimentos (Todorov & Uleman, 2002) observamos que o facto da expetativa acerca de uma marca ser incongruente com um traço apresentado não inibe a ocorrência de uma IET, e em algumas circunstâncias facilita até o acesso à memória para as implicações de traço do comportamento. As implicações destes resultados para a discussão acerca da natureza atribucional (versus associativa) da IET, serão analisadas.
EN
In this work is explored the role of previous expectations about a target that is incidentally present in the context of a behavior, in the occurrence of Spontaneous Trait Inference (STI) from that behavior. Considering the proven occurrence of Spontaneous Trait Transference process to other targets that not the actor of the behavior (Carlston, Skowronski, & Sparks, 1995), we tested whether expectations about a target not related with a given behavior can influence the process of the STI from that behavior. Wigboldus, Dijksterhuis, and Van Knippenberg (2003) have shown that STIs can be inhibited in the presence of stereotypical expectations about the actor of a behavior that are inconsistent with the trait implications of that behavior. The present work tests if this process of inhibition of STIs remains when the activated expectations do not relate to the actor's behavior, but to a target incidentally present in the context, more specifically expectations about a brand (logo). Using an adaptation of the Paradigm of False Recognition (Todorov & Uleman, 2002) we observed that expectations about the brand that are incongruent with the trait implications of the behavior do not inhibit the occurrence of an STI and, in some circumstances, even facilitate the memory access to the trait implications of the behavioral. The implications of these results for the discussion about the attributional nature (versus associative) of STI, will be analyzed.

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