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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Miguel Moncada
Departamento de História
Objectivos
No fim do curso os alunos deverão ser capazes de: Conhecer os principais mecanismos e procedimentos para identificar, peritar e avaliar obras de arte corretamente.
Programa
I. Identificação de obras de arte: quem, onde e quando foi a obra de arte produzida - Tipologia. Estilo. Materiais. Técnicas. Qualidade. Uso. Época (originais, réplicas e revivalismos). II. Peritagem de obras de arte. Especialistas e peritos. III. Avaliação de obras de arte. Avaliadores. IV. Ciências auxiliares.
Processo de Avaliação
Ao longo do período lectivo, será utilizada um instrumento de avaliação (classificação de 0 a 20 valores Com um peso de 100% na classificação final da UC): - Ensaio Esta avaliação pressupõe que a/o aluno assegura uma assiduidade (e pontualidade) igual ou superior a 80%. A nota do trabalho deve ser no mínimo de 9,5 valores
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BOLL, Dirk – Art for Sale – A Candid View of the Art Market. Ostfildern: Hatje Cantz Verlag, 2011.
FERNANDES, Alexandra; AFONSO, Luís Urbano – Os Leilões e o Mercado da Arte em Portugal. Estrutura, história, tendências. Lisboa: Scribe, 2012. Marché de l’Art, l’Expert dans tous ses états – Actes du colloque. Paris: Syndicat Français des Experts Professionnels en Œuvres d’Art et Objets de Collection, Groupe d’Études et de Recherches sur les Organisations Culturelles, Gestion des Institutions Culturelles Affaires Internationales, Université Paris-Dauphine, 2004. MONCADA, Miguel Cabral - Peritagem e identificação de Obras de Arte. Porto: Civilização, 2006.
Bibliografia Opcional
Outros textos fornecidos pelo docente.
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Docentes
Pedro António Ferreira
Departamento de Contabilidade
Objectivos
Pretende-se que os alunos, no final desta unidade curricular, compreendam os principais conceitos de contabilidade e finanças, numa perspetiva de utilidade direcionada para organizações do setor cultural.
Programa
Capítulo 1 - Demonstrações financeiras e decisões de negócio 1.0. Números: que número é este? 1.1. Negócio, atividades, decisões e sistema contabilístico 1.2. Demonstrações financeiras: estrutura e visão geral 1.3. Normas contabilísticas Capítulo 2 - Decisões de investimento e de financiamento 2.1. Conceitos gerais e fundamentos 2.2. Efeito das decisões nas rubricas de balanço 2.3. Reconhecimento nas rubricas de balanço 2.4. Preparação e análise do balanço Capítulo 3 - Decisões operacionais 3.1. Efeito das decisões de negócio na demonstração dos resultados 3.2. Reconhecimento das atividades operacionais 3.3. Preparação e análise da demonstração dos resultados Capítulo 4 - Fundamentos de finanças 4.1. Rendibilidade 4.2. Working capital 4.3. Equilíbrio financeiro
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: - Casos e trabalho de grupo (com eventual discussão oral)(40%). - Exame final (60%). Requisitos: - Assiduidade mínima de 2/3 das aulas, exceto situações previstas em regulamentos que se sobreponham. - Execução dos casos/trabalhos de avaliação. - Média mínima de 10 valores no casos e trabalho de grupo. - Nota mínima de 8 (7,5) valores no exame. Avaliação por exame: 100% Defesa de nota: para classificação superior a 16 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1. Short, Libby and Libby (2014), Financial Accounting - Global Edition, McGraw Hill. 2. Lourenço, I., et al., (2018), Fundamentos de Contabilidade Financeira - Teoria e Casos, Lisboa: Sílabo 3. Mota, A. G., Barroso, C., Soares, H. e Laureano, L. (2013), Introdução às Finanças - Fundamentos de Finanças com Casos Práticos Resolvidos e Propostos, 1ª ed., Lisboa: Edições Sílabo.
Bibliografia Opcional
1. Lourenço, I. C., Ferreira, P. A., Simões, A. M. e Pais, C. A. (2013). IFRS Demonstrações Financeiras - Casos para Executivos, Coimbra: Almedina. 2. Pordata (2017), Que número é este? Um guia de estatísticas para jornalistas, Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos. 3. Sistema de Normalização Contabilística (2009) - Legislação. 4. Mota, A. G.; Nunes, J.P.; Ferreira, M.; Barroso, C. (2007), Finanças Empresariais - Teoria e Prática, Lisboa: Publisher Team. 5. Ormiston e Fraser (2010), Understanding Financial Statements, 9th Edition, Essex: Prentice-Hall. 6. Werner e Jones (2004), Introduction to Financial Accounting: A User Perspective, 3rd Edition, Essex: Prentice-Hall. 7. Harrison, Horngren and Thomas (2010), Financial Accounting, 8th Ed., Prentice-Hall. 8. Esperança, J. e F. Matias (2009), Finanças Empresariais, Lisboa: Texto Editora. 9. Mota, A. G.; Nunes, J.P.; Ferreira, M.; Barroso, C. (2007), Finanças Empresariais - Teoria e Prática, Lisboa: Publisher Team. 10. W., Andrew W. and Y., Vijay (2008), Entrepreneurial finance: Banks versus venture capital, Journal of Financial Economics. 11. Davila, A., Fostera, G. e Guptab, M. (2003), Venture capital financing and the growth of startup firms, Journal of Business Venturing 18, 689-708. 12. Textos e casos elaborados pelos docentes da UC (exercises and lecture notes). 13. Outra a indicar ao longo da unidade curricular.
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Docentes
Loizos Petrides
Departamento de Marketing, Operações e Gestão Geral
Objectivos
Introduzir o estudante na análise das organizações e da sua gestão, apresentando os principais modelos e os seus contextos, analisando o meio envolvente das organizações e os principais conceitos e teorias no quadro das funções do processo de gestão.
Programa
1. Gestão nas Organizações 2. Teorias da Gestão 3. Análise da Envolvente 4. Planeamento 5. Tomada de Decisão 6. Estrutura da Organização 7. Influência e Poder 8. Motivação 9. Medidas de Desempenho e Controlo 10. Responsabilidade Social
Processo de Avaliação
A avaliação pode ser contínua ou final. A contínua constará de: Participação e assiduidade - 10%; Trabalho - 20%; Frequência final - 70% (a nota deste teste deve ser no mínimo de 7.50) Os alunos podem optar por exame no final do semestre, havendo para o efeito duas épocas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BODDY, David Management, an Introduction, 5th Edition ( Prentice Hall)
Bibliografia Opcional
Bartol, Kathryn M., Martin, David C. (1994), 2nd edition, McGraw Hill Edition Casos e artigos a serem indicados Byrnes, W. e Martin, D. (2003). Management and the arts (3ª Ed.), London: Focal Press Stein, T. e Bathurst, J. (2008). Performing Arts Management. New York: Allworth Press.
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Docentes
Teresa Almadanim
Departamento de Marketing, Operações e Gestão Geral
Objectivos
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Programa
1-Introdução Criatividade e burocracia A organização das artes–core business, o resto da organização, a missão, o papel do diretor administrativo; medidas de desempenho 2-O que é Marketing? -um produto é um conjunto de benefícios de acordo com a perceção que dele tem o consumidor. -componentes de um produto: o próprio produto artístico, spin-offs products, serviços relacionados, a experiência do consumidor do produto. -Um prod. cultural é um produto complexo e multidimensional -Um prod. cultural é um produto especializado.O que é que tal significa para os marketers de artes. -Os produtos culturais suportam as características de um serviço? 3-Mercado Mercado de consumidores; setor público; setor privado;partners Comportamentos de consumo nas artes -Uma das funções do marketing é compreender os consumidores de um determinado mercado. -Quem são os consumidores?Por que é que vão ou deixam de ir a eventos artísticos?Como é que tomam a sua decisão? 4-As restantes variáveis do Marketing.
Processo de Avaliação
As aulas têm uma natureza teórico-prática, tendo os alunos uma intervenção fundamental no processo de ensino-aprendizagem.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Curvelo, Rita, Marketing das Artes em Direto , Lisboa, editora Quimera, 2009. -Bernstein, Joanne Scheff, Arts Marketing Insights, Jossey-Bass Pub., 2006. -Colbert François, Carmelle e Rémi Marcoux, Marketing Planning for Culture and the Arts, Montreal, École des Hautes Études Commerciales, 2008. -Colbert, François, Marketing culture and the arts, Montréal, École des Hautes Études Commerciales, 2001.
Bibliografia Opcional
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Docentes
Objectivos
No fim do curso os alunos deverão ser capazes de: Compreender e discutir a estrutura e o processo de funcionamento dos dois principais mercados da arte: o da arte antiga/artes decorativas e o da arte contemporânea
Programa
I. Questões introdutórias. II. Apresentação geral do sistema da arte antiga e das artes decorativas. III. Apresentação geral do sistema da arte contemporânea. IV. O produto artístico. V. Os produtores. VI. Os distribuidores. VII. Os compradores. VIII. A formação dos cânones e a validação dos sistemas.
Processo de Avaliação
Ao longo do período lectivo, será utilizada um instrumento de avaliação (classificação de 0 a 20 valores Com um peso de 100% na classificação final da UC): - Teste Esta avaliação pressupõe que a o aluno assegura uma assiduidade (e pontualidade) igual ou superior a 80%. A nota do teste deve ser no mínimo de 9,5 valores
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
DICKIE, G., 1997. The Art Circle. A theory of art, Evanston, Chicago Spectrum Press. FERNANDES, A. e L. U. AFONSO (eds), 2012. Os Leilões e o Mercado da Arte em Portugal. Estrutura, história, tendências, Lisboa, Scribe. GOODWIN, J., 2008. The International Art Markets. The essential guide for collectors and investors, Londres e Filadélfia, Kogan Page. MOULIN, R., 2006. Le marché de l’art. Mondialisation et nouvelles technologies, Paris, Flammarion. POLI, F., 2006. Il sistema dell’arte contemporanea, Roma, Laterza.
Bibliografia Opcional
AFONSO, L. U., 2012. “Ut oeconomia pictura: how the global art market is changing the dominant canons”, International Journal of Arts, vol. 2, n. 6, 2012, pp. 53-59 BECKER, H., 1982. Art Worlds, Berkeley, University of California Press. BOURDIEU, P., 1996. La distinction. Critique sociale du jugement, Paris, Minuit (1ª ed. 1979). ----------, 1989. O Poder Simbólico, Lisboa, Difel. CHARNEY, N. (ed.), 2009. Art and Crime: Exploring the Dark Side of the Art World, Santa Barbara, Greenwood Press. HEINICH, N., 2004. La Sociologie de l’Art, Paris, La Découverte. ----------, 2005. Etre artiste. Les transformations du statut des peintres et des sculpteurs, Paris, Klincksieck. HOOG, M. e E. HOOG, 1995. Le marché de l’art, Paris, PUF. McANDREW, C., 2010. The International Art Market, 2007-2009. Trends in the art trade during global recession, Helvoirt, TEFAF. MELO, A., 1994. O que é a Arte?, Lisboa, Difusão Cultural. ----------, 1999. Arte e Mercado em Portugal: Inquérito às Galerias e Uma Carreira de Artista, Lisboa, Observatório das Actividades Culturais. MICHAUD, Y., 2007. L’artiste et les commissaires, Paris, Hachette (1ª ed. 1989). MOULIN, R., 1997. L’artiste, l’institution et le marché, Paris, Flammarion. MOUREAU, N. e D. SAGOT-DUVAUROUX, 2006. Le marché de l’art contemporain, Paris, Découverte. ROBERTSON, I., 2011. A New Art from Emerging Markets, Farnham, Lund Humphries. ROBERTSON, I. (ed.), 2005. Understanding International Art Markets and Management, Londres, Routledge. SPEAR, R. e P. SOHM (eds.), 2010. Painting for Profit. The Economic Lives of Seventeenth-Century Italian Painters, New Haven, Yale University Press. THOMPSON, D., 2008. The $12 Million Stuffed Shark. The curious economics of contemporary art and auction houses, Londres, Aurun Press. THORNTON, S., 2010. Sete Dias no Mundo da Arte, Lisboa, Arcádia. VELTHUIS, O., 2007. Talking Prices. Symbolic meanings of prices on the market for contemporary art, Princeton e Oxford, Princeton University Press.
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Vítor Manuel Serrão
Departamento de História
Objectivos
No fim do curso os alunos deverão ser capazes de: analisar criticamente obras de arte de diferentes períodos históricos.
Programa
1. A história da história da arte 2. Metodologias da história da arte 3. Teorias da história da arte 4. Análise de obras de arte: estudos de caso
Processo de Avaliação
Ao longo do período lectivo, será utilizada um instrumento de avaliação (classificação de 0 a 20 valores Com um peso de 100% na classificação final da UC): - Ensaio Esta avaliação pressupõe que a o aluno assegura uma assiduidade (e pontualidade) igual ou superior a 80%. A nota do trabalho deve ser no mínimo de 9,5 valores
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
ADAMS, Laurie Schneider, The Methodologies of Art. An Introduction, Colorado, Westview Press, 1996. CALABRESE, Omar, Como ler uma obra de arte, trad. port., Ed. 70, Lisboa, 1999. DANTO, Arthur C., After the End of Art. Contemporary art and the Pale of History, Princeton University, 1987. MONCADA, Miguel Cabral. Peritagem e identificação de Obras de Arte. Porto: Civilização, 2006. PEREIRA, Paulo, (coord.), História da Arte Portuguesa, 3 vols., Círculo de Leitores, 1995. SERRÃO, Vitor, A Cripto-História da Arte. Análise de Obras de Arte Inexistentes, Horizonte, Lisboa, 2001. _________, A Trans-.Memória das Imagens. Estudos iconológicos de pintura portuguesa, Cosmos, Lisboa, 2007. SPROCATTI, S. (dir.), Guia de História de Arte, Editorial Presença, Lisboa, (1994). WARBURG, Aby M., Images from the Region of the Pueblo Indians of North America (1923), trad. e estudo de Michael P. Steinberg, Cornell University Press, 1995.
Bibliografia Opcional
Outros textos fornecidos pelo docente.
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Docentes
António Alexandre Melo
Departamento de Sociologia
Objectivos
No fim do curso os alunos deverão ser capazes de: Conhecer as principais tendências do colecionismo de arte na atualidade; compreender a actividade curatorial nas suas diversas manifestações.
Programa
Esta unidade curricular irá contemplar os seguintes temas: I) As configurações das principais coleções de arte contemporânea existentes em Portugal, pertencentes a museus, centros de arte, fundações, bancos. II) O exame aos perfis das colecções: contextos de criação, tipologias e focos de interesse, critérios de selecção de obras e motivações, modalidades de aquisição ou incorporação de depósitos, iniciativa e modelos de financiamento, situação actual e perspectivas futuras, entre outras. III) Visita aos acervos e contacto dos alunos com os responsáveis das colecções / curadores. IV) História recente da curadoria e dos seus pioneiros V) Problematização sobre as complexidades inerentes à figura do curador, através do cruzamento teórico e empírico VI) Mapeamento dos contextos existentes para essa prática e a análise da sua institucionalização; VII) Desafios contemporâneos da curadoria
Processo de Avaliação
Ao longo do período lectivo, será utilizada um instrumento de avaliação (classificação de 0 a 20 valores Com um peso de 100% na classificação final da UC): - Ensaio Esta avaliação pressupõe que a o aluno assegura uma assiduidade (e pontualidade) igual ou superior a 80%. A nota do trabalho deve ser no mínimo de 9,5 valores
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
ALTSHULER, Bruce (ed.) 2005. Collecting the New, Museums and contemporary Art. Princeton: Princeton University Press. ALTSHULER, Bruce. 2013. Biennials and Beyond: Exhibitions that Made Art History: 1962-2002. Londres/Nova Iorque: Phaidon. OBRIST, Hans Ulrich. 2008. A Brief History of Curating. Zurique: JPR Ringier.
Bibliografia Opcional
ALVES, Isabel e José Miranda Justo, orgs. 1998. Ser moderno... em Portugal. Ernesto de Sousa. Lisboa: Assírio e Alvim. ALTSHULER, Bruce. 2008. Salon to Biennial, exhibitions that made Art History, volume I: 1863-1959. Nova Iorque, Londres: Phaidon. BEZZOLA, Tobia e Roman Kurzmeyer, eds. lits. 2007. Harald Szeemann with by through because towards despite: catalogue of all exhibitions, 1957-2005. Viena: Springer. DERIEUX, Florence ed. 2007. Harald Szeemann, Méthodologie individuelle. Zurique: Jpr/Ringer e Le Magasin – Centre National d´Art Contemporain. ESPECIAL, Luísa. 2012. «Os curadores em exposição. Um grupo profissional no mundo da arte contemporânea». Dissertação de doutoramento em Sociologia. Lisboa: ISCTE. FERNANDES, João. 2009. “Uma Colecção em construção”, Serralves, 2009, A colecção, Imagens: uma exposição em três partes e obras no parque. Porto: Fundação de Serralves. FERREIRA, Ana Rita Francisco. 2006. «A via da diversidade: perspectivas e prospecções da actividade curatorial». Dissertação de mestrado. Lisboa: Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. GREENBERG, Reesa, Bruce Ferguson e Sandy Nairne, eds. 2002. Thinking about exhibitions. Londres e Nova Iorque: Routledge. GROYS, Boris. 2008. “On the Curatorship”. Art Power. Cambridge, Mass. e Londres: MIT Press. 43-52. HEINICH, Nathalie. 1995. Harald Szeemann, Un cas singulier: Entretien. Paris: L´Échoppe. LIND, Maria e VELTHUIS, Olav (eds.) 2012. Contemporary art and its comercial markets: a report on current conditions and future scenarios. Berlim: Sternberg Press. MELO, Alexandre. 2012. Sistema da Arte Contemporânea. Lisboa: Documenta. O'NEILL, Paul, ed. 2006. Curating Subjects. Londres, Amesterdão: Open Editions/De Appel. SCHUBERT, Karsten. 2000. The Curator´s Egg, the evolutions of the museum concept from French Revolution to the present day. Londres: One-off Press. TODOLÍ Vicente e João FERNANDES. 1999. “Circa 1968: Em torno de uma ideia de museu e de colecção”, in Circa 1968. Porto: Fundação de Serralves.
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Docentes
Alexandra Etelvina Fernandes
Departamento de Marketing, Operações e Gestão Geral
Objectivos
Pretende-se que os alunos, no final desta Unidade Curricular, compreendam (1) os principais conceitos de Controlo de Gestão e (2) a sua utilidade para a gestão das organizações das indústrias criativas e culturais.
Programa
1. Custos e tomada de decisões 1.1. Funções de gestão e tipos de contabilidade 1.2. Custos diretos e indiretos 1.3. Repartição dos custos indiretos: método tradicional 1.4. Custos fixos e custos variáveis 1.5. Custos relevantes e irrelevantes 1.6. Custos e proveitos incrementais 1.7. Custos de oportunidade 1.8. Custos controláveis e não controláveis 2. Análise custos-volume-resultados 2.1. Comportamento dos custos face a variações do nível de atividade: custos fixos e variáveis 2.2. Pressupostos e limites da análise 2.3. Ponto crítico e margem de segurança 2.4. Estimativa de resultados 3. Activity-based costing (ABC) 3.1. Origens e operacionalização do ABC 3.2. O ABC e o método tradicional de alocação de custos 4. O Balanced Scorecard 4.1. Caraterização 4.2. Aplicação a organizações das indústrias criativas e culturais, com foco na dimensão financeira
Processo de Avaliação
Duas modalidades de avaliação: 1. Avaliação periódica - Resolução de casos/trabalhos, com eventual discussão oral (40%) - Exame (60%) Requisitos: - Assiduidade mínima de 2/3 das aulas lecionadas - Execução dos casos/trabalhos - Média mínima de 10 valores nos casos/trabalhos e 8 (7,5) valores no exame 2. Avaliação por exame - Exame final (100%) Defesa de nota: para classificação superior a 16 valores
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1. Drury, C. (2016), Management Accounting for Business, 6th Edition, Cengage Learning EMEA. 2. Merchant, K. A. and Van der Stede, W. A. (2017), Management Control Systems, 4th Edition, Financial Times/Prentice Hall. 3. Textos de apoio e casos práticos elaborados pelos docentes e distribuídos ao longo da unidade curricular.
Bibliografia Opcional
1. Franco, V. F. et al., (2010), Os Custos, os Resultados e a Informação para a Gestão, Lisboa: Livros Horizonte. 2. Jordan, H., Neves, J. C. e Rodrigues, J. A. (2015), O Controlo de Gestão - Ao Serviço da Estratégia e dos Gestores, 10ª Edição, Lisboa: Áreas Editora. 3. Atkinson, A. A., Kaplan, R. S., Matsumura, E. M. and Young, S. M. (2012), Management Accounting, Fifth Edition, Upper Saddle River, NJ: Pearson Education. 4. Young, S. M. (2011), Readings in Management Accounting, 6th Edition, Upper Saddle River, NJ: Pearson Education. 5. Hopper, T., Northcott, D. and Scapens, R. W. (2007), Issues in Management Accounting, 3rd edition, London: Financial Times/Prentice Hall. 6. Bhimani, A. (2006), Contemporary Issues in Management Accounting, Oxford: Oxford University Press. 7. Major, M. e Vieira, R. (2017), Contabilidade e Controlo de Gestão: Teoria, Metodologia e Prática, 2ª edição, Lisboa: Escolar Editora. 8. Johnson, H. T. e Kaplan, R. S. (1987), Relevance Lost: The Rise and Fall of Management Accounting, Boston, MA: Harvard Business School Press. 9. Wickramasinghe, D. e Allawattage (2007), Management Accounting Change: Approaches and Perspectives, Oxon: Routledge. 10. Chapman, C. S., Hopwood, A. G. and Shields, M. D. (2009), Handbook of Management Accounting Research, Elsevier, Vol. 1, 2 & 3. 11. Outra a indicar ao longo da unidade curricular.
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Objectivos
Esta unidade curricular terá como principal objetivo aplicar o conjunto de conhecimentos disciplinares adquiridos ao longo das outras unidades do curso, permitindo aos alunos desenvolver um projeto de natureza empresarial no domínio das indústrias culturais.
Programa
1 - O ambiente e o empreendedor: a)O papel do mercado e intermediação financeira; condições legais e culturais; o perfil do empreendedor. b)Contextualização do ambiente actual para o arranque de projectos empresariais em Portugal no domínio das indústrias culturais; c) Fundamentos do processo empreendedor e estrutura de um plano de negócios; d) Casos de projectos empresariais nas indústrias criativas e culturais 2 - Proposta de valor Apresentação e discussão das propostas de valor elaboradas em grupo. 3 - Aspectos específicos do plano de negócios: o plano de marketing e fontes de financiamento Definição de segmentos de mercado, estudo de mercado, estudo de concorrência e marketing-mix. A estrutura do plano de marketing. 4 - Fontes de financiamento e projeções económica financeiras. 5 - Apresentação e discussão dos projectos empresariais
Processo de Avaliação
Ao longo do período letivo, serão utilizados os seguintes instrumentos de avaliação (classificação de 0 a 20 valores Com um peso de 100% na classificação final da UC): O sistema de avaliação é composto por: - Assiduidade e participação - (10%) - Apresentações do plano de negócios (20%) - Plano de Negócios realizado em Grupo (30%); - Teste final individual sobre o Plano de Negócios desenvolvido (40%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Sarkar, S. (2014) "Empreendedorismo e Inovação", Escolar Editora. Duarte C e Esperança, J. (2012) Empreendedorismo e Planeamento Financeiro, Edições Sílabo Esperança, J. e F. Matias (2005) Finanças Empresariais, Ed. D. Quixote. Osterwalter A, Pigneur Y, (2009), "Business Model Generation", Self Published. Leach, J. e R. Melicher (2006) Entrepreneurial Finance, Thomson. Artigos e documentação a entregar nas aulas.
Bibliografia Opcional
Andrew W. e Vijay Y., Entrepreneurial finance: Banks versus venture capital, Journal of Financial Economics (2008). Balanko-Dickson, G. (2007) Tips and Traps for Writing an Effective Business Plan, McGraw Hill.
Davilaa, A., Fostera, G. e Guptab, M. (2003) ?Venture capital financing and the growth of startup firms?, Journal of Business Venturing 18 (2003) 689?708. Dushnitsky, G. e Lenox, M. (2005) When do incumbents learn from entrepreneurial ventures? Corporate venture capital and investing firm innovation rates, Research Policy, 34, pp. 615-639. Esperança, J. (1995) Rendibilidade, Liquidez e o Financiamento das PMEs, Revista Portuguesa de Gestão. Luherman, T. (1998) ?Investment Opportunities as Real Options: Getting Started on the Numbers?, Harvard Business Review, July-August, pp. 51-67. Smith, J. e R. Smith (2004, 2ª Ed.) Entrepreneurial Finance, Wiley. Timmons, J., A. Zacharakis e S. Spinelli (2004) ?Business Plans that Work?, McGraw-Hill
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2 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
No fim do curso os alunos deverão ser capazes de: Conhecer a realidade do mercado da arte internacional.
Programa
I. Programa de estudos intensivo de uma semana realizado em Londres, no Sotheby’s Institute of Art, com conferências e visitas de estudo sobre a realidade do mercado da arte internacional, recorrendo especificamente ao caso londrino, um dos três principais polos do mercado da arte internacional juntamente com Nova Iorque e Hong Kong.
Processo de Avaliação
Ao longo do período lectivo, será utilizada um instrumento de avaliação (classificação de 0 a 20 valores Com um peso de 100% na classificação final da UC): - Ensaio Esta avaliação pressupõe que a o aluno assegura uma assiduidade (e pontualidade) igual ou superior a 80%. A nota do trabalho deve ser no mínimo de 9,5 valores
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
GOODWIN, James, 2008. The International Art Markets. The essential guide for collectors and investors, Londres e Filadélfia, Kogan Page. McANDREW, Clare, 2010. The International Art Market, 2007-2009. Trends in the art trade during global recession, Helvoirt, TEFAF. MOULIN, Raymonde, 2006. Le marché de l’art. Mondialisation et nouvelles technologies, Paris, Flammarion. ROBERTSON, Iain (ed.), 2005. Understanding International Art Markets and Management, Londres, Routledge.
Bibliografia Opcional
Outros textos fornecidos ou indicados pelos docentes e conferencistas.
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Alexandra Etelvina Fernandes
Departamento de Marketing, Operações e Gestão Geral
Objectivos
No fim do curso os alunos deverão ser capazes de: Elaborar uma dissertação original na área dos Mercados da Arte.
Programa
Não existe um programa. Cada dissertação exige abordagens teóricas e métodos específicos, cuja definição compete ao/s orientador/es.
Processo de Avaliação
Ao longo do período lectivo, será utilizada um instrumento de avaliação (classificação de 0 a 20 valores Com um peso de 100% na classificação final da UC): - Dissertação A nota deve ser no mínimo de 10 valores
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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