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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Luís Miguel Carolino
Departamento de História
Objectivos
Esta unidade curricular percorre o complexo processo de mudança que caracterizou o mundo nos seus impactos gerais, percorrendo os diversos campos da História: a sociedade, a economia, a política, as instituições, a cultura e as relações internacionais, numa perspetiva de história global, com atenção às dinâmicas ocorridas no Centro, mas também nas periferias. As novas ideias, formas e práticas são analisadas para o período de construção inicial da globalização.
Programa
CP1. Perspetivas teóricas sobre História e Globalização: do paradigma difusionista à História Global CP2. O Mundo entre 1500 e 1800 CP3. As dinâmicas imperiais do Mundo Moderno CP4. Integração global do espaço e das economias CP5. Economia familiar e dinâmicas sociais CP6. As grandes religiões e as transformações sociais, económicas e culturais CP7. A crise global do século XVII: Estados e Revoluções CP8. Os diferentes ritmos da industrialização e da inovação científica e tecnológica CP9. Ciência e o domínio imperial no século XVIII CP10. A lenta ascensão do Ocidente em 1800: teorias explicativas
Processo de Avaliação
A avaliação consiste em dois ensaios: (1) em ensaio escrito sobre tema fornecido pelo professor a entregar em início de dezembro (pontos 1 a 9 do programa) (50%) e (2) ensaio crítico sobre um dos livros relativos ponto 10 do programa a entregar em início de janeiro (50%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
* Goldstone, Jack, História Global da Ascensão do Ocidente, 1500-1850, Lisboa, Edições 70, 2010. Parker, Charles H., Global Interactions in the Early Modern Age, 1400-1800, Cambridge, Cambridge University Press, 2010. Darwin, John, After Tamerlane: The Rise and Fall of Global Empires 1400-2000, New York, Bloomsbury Press, 2008.
Bibliografia Opcional
AMIN, Samir, Global History. A View from the South, Cidade do Cabo, Pambazuka Press, 2011. Boomgaard, Peter (ed.), Empire and science in the making: Dutch colonial scholarship in comparative global perspective, 1760-1830, Nova York, Palgrave Macmillan, 2013. BENTLEY, Jerry H., SUBRAHMANYAM, Sanjay e WIESNER-HANKS, Merry E. (ed.), The Cambridge Worls History. Vol. 6: The Construction of a Global World, 2 vols., Cambridge, Cambridge University Press, 2015. BRAUDEL, Fernand, Civilização material, economia e capitalismo, 3 vols., Lisboa, Teorema, 1992-3. BENJAMIN, Thomas, The Atlantic world: Europeans, Africans, Indians and their shared history, 1400-1900, Cambridge, Cambridge University Press, 2009. BLACK, Jeremy, Great Powers and the Quest for Hegemony. The world order since 1500, Londres, Routledge, 2008. BROTTON, Jerry, Trading territories: mapping the early modern world, Londres, Reaktion Books, 1997. CAÑIZARES-ESGUERRA, Jorge, Nature, Empire and Nation. Explorations of the History of Science in the Iberian World, Stanford, Stanford University Press, 2006. CANNY, Nicholas e PAGDEN, Athony (eds.), Colonial Identity in the Atlantic World, 1500-1800, Princeton, Princeton University Press, 1987. CASTELNAU-L'ESTOILE, Charlotte e REGOURD, François, Connaissances et Pouvoirs. Les Espaces Impériaux (XVIe-XVIIIe siècles). France, Espagne, Portugal, Pessac, Presses Universitaires de Bordeaux, 2005. CONRAD, Sebastian, What is Global History?, Princeton, Princeton University Press, 2016. DAVIS, Ralph, The Rise of the Atlantic Economies, Londres, Weidenfeld and Nicolson, 1973. DELBOURGO, James e DEW, Nicholas, Science and Empire in the Atlantic World, Nova York, Routledge, 2008. DONINI, Pier Giovanni, O Mundo Islâmico. Do século XVI à actualidade, Lisboa, Presença, 2008. Elliott, John, Empires of the Atlantic World, Britain and Spain in America, 1492-1830, New Haven, Yale University Press, 2006. FERRO, Marc, Colonization: A Global History, Londres, Routledge, 1997. GESTEIRA, Heloisa Meireles, CAROLINO, Luís Miguel e MARINHO, Pedro (Org.), Formas do Império. Ciência, Tecnologia e Política em Portugal e no Brasil. Séculos XVI ao XIX, São Paulo, Paz & Terra, 2014. GILLS Barry K. e THOMPSON, William R. (ed.), Globalization and Global History, Londres, Routledge, 2006. GREENE, Jack P.; Ph. D. Morgan (eds), Atlantic history: a critical appraisal, Oxford, Oxford University Press, 2009. HOPKINS, A.G. (ed.), Globalization in World History, Londres, Pimilco, 2002. HUFF, Toby E., The Rise of Early Modern Science. Islam, China and the West, Cambridge, Cambridge University Press, 1993. JACOB, Margaret C., Scientific Culture and the Making of the Industrial West, Oxford, Oxford University Press, 1997. KAMEN, Henry, Empire. How Spain became a World Power, 1492-1763, Londres, Peguin Books, 2002. LANDES, David S., The Wealth and Poverty of Nations. Why some are so rich and some so poor, Nova York, W.W. Norton, 1998. MCCLELLAN, James E. e REGOURD, François, The Colonial Machine: French Overseas Expansion in the Old Regime, Turnhout, Brepols, 2011. MAZLICH, Bruce, The New Global History, Londres, Routledge, 2006. NESTER, William R., Globalization. A Short History of the Modern World, Nova York, Palgrave MacMillan, 2010. O'Brien, Patrick, "Historical traditions and modern imperatives for the restoration of global history", Journal of Global History, 1 (2006), pp. 3-39. OSTERHAMMEL, Jürgen e PETERSSON, Niels P., Globalization: a short history, Princeton, Princeton University Press, 2003. QUATAERT, Donald, O Império otomano, das origens ao século XX, Lisboa, Edições 70, 2008. PAGDEN, Anthony, Lords of all the World. Ideologies of Empire in Spain, Britain and France, c. 1500-c.1800, New Haven, Yale University Press, 1995. PARKER, Geoffrey, The Military Revolution: Military Innovation and the rise of the West, 1500-1800, Cambridge, Cambridge University Press, 1996. PARKER, Geoffrey, Global Crisis. War, Climate Change and Catastrophe in the Seventeenth Century, New Haven, Yale University Press, 2013. PARRY, J.H., The Spanish Seaborne Empire, Londres, Peguin Books, 1973. POMERANZ, Kenneth, A Grande Divergência: a China, a Europa e a construção da economia mundial moderna, Lisboa, Edições 70, 2013. PEARSON, Michael N., Port Cities and Introduders. The Swaihili Coast, India, and Portugal in the Early Modern Era, Baltimore, The John Hopkins University Press, 1998. RAJ, Kapil, Relocating Modern Science. Circulation and the Construction of Knowledge in South Asia and Europe, 1650-1900, Nova York, Palgrave Macmillan, 2007. REINHARD, Wolfgang (ed.), Empires and Encounters, 1350-1750, Cambridge, MA / Londres, The Belknap Press of Harvard University Press, 2015. RENN, Jürgen (ed.), Globalization of Knowledge in History, Max Planck Research Library for the History and Development of Knowledge, 2012. Russell-Wood, A.J.R., Um mundo em movimento: os portugueses na África, Ásia e América (1415-1808), Lisboa, Difel, 1998. SACHSENMAIER, Dominic, Global Perspectives on Global History. Theories and Approaches in a Connected World, Cambridge, Cambridge University Press, 2011. SAFIER, Neil, Measuring the New World. Enlightenment Science and South America, Chicago, The University of Chicago Press, 2008. SCAMMELL, G.V., The First Imperial Age. European Overseas Expansion c. 1400-1715, Londres, Routledge, 1989. SCOTT, David, Leviathan. The Rise of Britain as a World Power, Lonres, Harper Press, 2013. Subrahmanyam, Sanjay, O Império Asiático Português, 1500-1700, Lisboa, Difel, 1995. Wallerstein, Immanuel, O Sistema Mundial Moderno, Porto, Edições Afrontamento, 1990. Wallerstein, Immanuel, The Modern World-System II. Mercantilism and the Consolidation of the European World-Economy, 1600-1750, Nova York, Academic Press, 1980. Wills Jr., John E., The World from 1450 to 1700, Oxford, Oxford University Press, 2009. Wolf, Eric R., Europe and the People without History, Berkeley, California University Press, 1982.
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Docentes
José Vicente Serrão
Departamento de História
Objectivos
Através da apresentação de alguns projectos em curso, desenvolvidos por historiadores nacionais e estrangeiros de várias gerações, esta UC visa dar a conhecer as tendências actuais da investigação em História Moderna.
Programa
Os conteúdos programáticos específicos variam anualmente. No último ano foram os seguintes: CP1. O mundo Atlântico de um açougueiro de Lisboa no século XVIII. CP2. As fronteiras dos impérios: Portugal e Espanha nas Américas. CP3. Baçaim: poder, sociedade e economia nos séculos XVI e XVII. CP4. Nação e raça na Espanha moderna: metodologias e perspectivas. CP5. Comércio e religião na presença portuguesa no Golfo da Guiné, século XVII.
Processo de Avaliação
Nesta UC adopta-se um sistema de avaliação contínua, sem exame final, que exige a presença em um mínimo de 80% do total das aulas e que assenta em duas componentes principais: AV1. Participação activa nos debates e nas discussões em aula (ponderação de 40% da nota final). AV2. Elaboração de uma recensão crítica (máximo de 1200 palavras) de um texto da bibliografia (ponderação de 60% da nota final).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Em cada sessão será indicada a bibliografia específica relativa à temática abordada. In each session, specific references will be suggested on the respective topic.
Bibliografia Opcional
Em cada sessão será indicada a bibliografia específica relativa à temática abordada. In each session, specific references will be suggested on the respective topic.
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Bruno Cardoso Reis
Departamento de História
Objectivos
Esta unidade curricular percorre o complexo processo de mudança que caracterizou o mundo nos seus impactos gerais, percorrendo os diversos campos da História: a sociedade, a economia, a política, as instituições, a cultura e as relações internacionais, numa perspetiva de história global, com atenção às dinâmicas ocorridas no Centro, mas também nas periferias. As novas ideias, formas e práticas são analisadas para o período de afirmação da globalização.
Programa
CP1- Perspetivas teóricas sobre História e Globalização. O conceito e os tempos da globalização CP2- Globalização e dinâmicas sociais. CP3- Globalização, produção e mercados. CP4- Globalização e Politica: afirmação e declínio do Estado-Nação. Políticas nacionais e políticas transnacionais. CP5- Globalização e instituições transnacionais CP6- Globalização e dinâmicas da cultura.
Processo de Avaliação
O estudante pode optar por duas modalidades alternativas: avaliação contínua ou exame final. A avaliação contínua compreende a: 1- Realização de um trabalho individual, com apresentação oral em sala de aula (30%) e entrega final por escrito (60%). 2- Acompanhamento regular dos trabalhos (10%).
O exame final consiste numa única prova escrita com base na bibliografia da unidade curricular (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
David, S. (2005)‘Globalization and the great convergence: rethinking world history in the long term’, Journal of World History,16,3,pp. 249–68. Held, David et al., eds. (1999)Global transformations.Politics, economics and culture, Oxford: Blackwell LECHNER, Frank J. e John Boli (eds.),The Globalization Reader,Oxford, Blackwell Publishing, 2ª ed., 2004 Manning, Patrick (2003)Navigating World History:Historians Create a Global Past. New York:Palgrave Macmillan McKeown Adam (2007)«Periodizing Globalization» History Workshop Journal 63, pp.218–30. Modelski, George, T. Devezas and William R. Thompson (ed) (2008), Globalization as evolutionary process. Modeling global change, New York, Routledhe MOYN, Samuel, The Last Utopia: Human Rights in History, Harvard, Harvard University Press, 2010 PALMOWSKI, Jan, Oxford Dictionary of Contemporary World History, Oxford University Press, 200 Sklar, Kis (1991), The social survey in Historical perspective, Cambridge University Press, Cambridge
Bibliografia Opcional
Albrow, Martin (1996) The global age, Cambridge: Polity Press. Allen, R.C. (2009), The British Industrial Revolution in Global Perspective, Cambridge: Cambridge University Press. Allen, R.C. (2011), Global Economic History: A Very Short Introduction, Oxford: Oxford University Press. Baylis, John, (2014), The Globalization of World Politics: An Introduction to International Relations, editado por John Baylis,Steve Smith,Patricia Owens, Oxford Universitary Press. BENJAMIN, Thomas, The Atlantic World: Europeans, Africans, Indians and Their Shared History, 1400-1900, Cambridge, Cambridge University Press, 2009. Boomgaard, Peter and Marjolein 't Hart (2010) Globalization, Environmental Change, and Social History, Cambridge: Cambridge University Press. BLACK, Jeremy, Great Powers and the Quest for Hegemony. The World Order since 1500, Londres, Routledge, 2007. Braudel, F. (1986), A Dinâmica do Capitalismo, Lisboa, Teorema. Diamond, J. (1998), Guns, Germs and Steel: A short history of everybody for the last 13,000 years, English edition, London: Vintage. FILIPPI-CODACCIONI, A.M. et all.(1991),, Histoire du XX Siècle. Dictionnaire Politique, Économique, Culturel, Paris, Bordas. Gilbert Allardyce,(1990) ‘Towards world history. American historians and the coming of the world history course’, Journal of World History, 1, 1, pp. 26–40. Hawkins, Mike, Social Darwinism in European and American Thought, 1860-1945, Cambridge University Press, Cambridge, 1997. HOBSBAWM, Eric, A Era dos Extremos. História Breve do Século XX (1914-1991), Lisboa, Presença, 1996. Jacks, David S., Christopher M. Meissner, Dennis Northrup (2010) Trade costs in the first wave of globalization, Explorations in Economic History 47 , pp. 127–141. Joll, James (1995), A Europa desde 1870, Lisboa, Dom Quixote Landes, David S.(2005), A Riqueza e a Pobreza das Nações, Lisboa, Gradiva. LIGHTMAN, Bernard, MCOUAT, Gordon e STEWART, Larry, The Circulation of Knowledge Between Britain, India, and China: the Early-Modern World to the Twentieth Century, Leiden, Brill, 2013. Manning, Patrick (2003) Navigating World History: Historians Create a Global Past. New York: Palgrave Macmillan Mazower, Mark (1998), Dark Continent. Europe's Twentieth Century, New York, Vintage Books. McKeown Adam (2007) 'Periodizing Globalization', History Workshop Journal 63, pp. 218–30. Milward, Alan S. The European rescue of the Nation State, Routledge and Keegan , Londres, (1992) 1995. NOUSCHI, Marc (1999), Breve Atlas Histórico do Século XX, Lisboa, Instituto Piaget. O’Brien, Patrick (2006). Historiographical traditions and modern imperatives for the restoration of global history. Journal of Global History, 1, pp 3-39.O'Rourke, Kevin H. and Jeffrey G. Williamson, Globalization and History. The Evolution of a Nineteenth-Century Atlantic Economy Pamuk , Sevket and Jeffrey G. Williamson, editors (2000), The Mediterranean Response to Globalization before 1950. London and New York: Routledge. RENN, Jürgen (ed.), Globalization of Knowledge in History, Max Planck Research Library for the History and Development of Knowledge, 2012. Steinmetz, G., Critical realism and historical sociology. Comparative Studies in Society and History, 40(1), 1998, 170–186. Roberts, J.M. (1999-2007), História do Século XX, vol. I e 2, Lisboa, Ed. Presença. SHAPIRO, Robert (2008), O Futuro. Uma Visão Global do Amanhã, Lisboa, Actual. Silva, Francisco Carlos Teixeira da (2004), Enciclopédia de Guerras e Revoluções do século XX, Rio de Janeiro, Elsevier. STIGLITZ, JOSEPH E., (2004) Globalização - A Grande Desilusão,Lisboa, Terramar VADNEY, T. E., The World since 1945, London, Penguin Books, 3ª ed., 1998. Wenzlhuemer, Roland, (2010) Globalization, communication and the concept of space in global history. Historical Social Research 35, 1, pp. 19-47- Wesseling, Henri (2009), Les Empires Coloniaux Européens, 1815-1919, Paris, Ed. Gallimard Williamson, Jeffrey (2006), Globalization and the Poor Periphery before 1950 , Massachusetts, MIT Press. WOLF, Eric R., Europe and the People Without History, Berkeley, University of California Press, 1982. Zara Steiner, The Lights that Failed: European International History, 1919-1933, Oxford, Oxford University Press, 2005
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Docentes
Ana Pina
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta UC é o de facultar aos alunos uma visão ampla e contrastada de novas campos de pesquisa e de novas aproximações metodológicas à História Contemporânea através do contacto com conferencistas com pertenças institucionais diversificadas e experiências diferenciadas de investigação histórica.
Programa
Ciclo de Conferências
1. Apresentação da U. C e do ciclo de conferências
2 . Conferência I
3. Conferência II
4. Conferência III
5. Conferência IV
6. Debate sobre as 4 primeiras conferências
7. Conferência V
8. Conferência VI
9. Conferência VII
10. Conferência VIII
11 Debate sobre as 4 últimas conferências
12. Balanço do ciclo
Processo de Avaliação
A avaliação baseia-se na elaboração de dois ensaios criticos sobre duas das conferências do ciclo a escolher pelos alunos. Cada ensaio representará 45% da nota final e a intervenção nas aulas representará 10%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Não se aplica
Bibliografia Opcional
Não se aplica
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Docentes
Maria João Vaz
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta unidade curricular é apresentar e debater com os estudantes as bases para a realização de uma pesquisa em História, proporcionando informação e procedimentos úteis ao desenvolvimento de uma dissertação de mestrado ou de um trabalho de projecto de mestrado na área da História Moderna e Contemporânea.
Programa
CP1-Planificação do trabalho científico CP2- Temas, objectivos e problemáticas CP3- A pesquisa da informação bibliográfica. O estado da arte CP4- A pesquisa das fontes. O conceito de documento. A pesquisa heurística. A crítica do documento. Criticismo e hermenêutica CP5- Metodologias e práticas historiográficas CP6- História: narrativa, análise e interpretação CP7- A apresentação dos resultados CP8- Normas para a apresentação de dissertações de mestrado e de trabalhos de projecto no Departamento de História / Escola de Sociologia e Políticas Públicas do ISCTE ? IUL
Processo de Avaliação
Participação nas aulas (10%) e elaboração de um trabalho individual, temático e sintético, com apresentação oral (10 minutos) e debate na sala de aulas (30%) e entrega do trabalho por escrito no final das sessões de aulas (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Aróstegui, J. (1995). La investigación Histórica: Teoria y Método, Barcelona, Crítica Beaud, M.(1993),L'art de la thèse, Paris, La Découverte BERLIN, Isaiah (1998),«O conceito de história científica» e «A inevitabilidade histórica» in A Busca do Ideal, Lisboa, Bizâncio, pp. 63-104 e 169-240 Charle, Christophe, dir.(1993), Histoire Sociale/Histoire Globale?,Paris, Maison des Sciences de l?Homme Farge, Arlette (1997),Des lieux pour l?histoire, Paris, Seuil Le Goff, J. (1984),«Documento/Monumento», in Enciclopédia Einaudi, vol. I, Lisboa, INCM, pp. 95-104 Mattoso, José (1988),A Escrita da História, Lisboa,Estampa Pereira, Miriam Halpern (2005), «A História e as Ciências Sociais», Ler História, n.º 49, pp. 5-29 Revel, Jacques, (dir.) (1996), Jeux d?échelles. La micro-analyse à l?expérience, Paris, Seuil/Gallimard STOREY, William Kelleher (2008), Writing History. A Guide for Students, Oxford e Nova York, Oxford UP Veyne, Paul (1987), Como se Escreve a História, Lisboa, Edições 70
Bibliografia Opcional
Bloch, Marc (s.d.), Introdução à História, Lisboa, Europa América BURKE, Peter (2004), What is Cultural History?, Cambridge, Polity Press Catroga, Fernando (2001), Memória, História e Historiografia, Coimbra, Quarteto Charle, Christophe (2002), «La storia sociale della Francia nel XIX secolo. Bilancio delle richerche recenti, Memoria e Ricerca, n.º 10, pp. 1122 CHARTIER, Roger (1989), «Le monde comme représentation», Annales ESC, n.º 6, pp. 1505-1520 DUBY, George, ed. (1986), História e Nova História, Lisboa, Teorema Eco, Umberto (1980), Como se faz uma tese em ciências humanas, Lisboa, Presença Ginzburg, Carlo (1992), Miti. Emblemi. Spie, Turim, Einaudi Hespanha, António (2004), An introduction to 19th century Portuguese Constitutional and State History», E-JPH (Electronic Journal of Portuguese History, vol. 2, n.º 2. Ver: http://www.brown.edu/Departments/Portuguese_Brazilian_Studies/ejph/html/issue4/pdf/ahespanha.pdf Hildesheimer, Françoise (1984), Les archives? Pourquoi ? Comment ?, Paris Éditions de l´Érudit LAMBERT, Peter; SCHOFIELD, Phillip, eds. (2004), Making History. An introduction to the history and practices of a discipline, Londres e Nova York, Routledge Le Goff, Jacques (1984), «História», in Enciclopédia Einaudi, vol. I, Lisboa, Imprensa Nacional Casa da Moeda, pp. 158-259 Lepetit, Bernard, dir. (1995), Les formes de l'expérience: une autre histoire sociale, Paris, Albin Michel Marques, A. H. de Oliveira (1981), Guia de História da I República Portuguesa, Lisboa, Estampa Pereira, Miriam Halpern (1991), «Breves reflexões acerca da historiografia portuguesa no século XX», Ler História, 21, pp. 5-15 Pereira, Miriam Halpern (1991), «A historiografia contemporânea sobre o século XIX», Ler História, 21, pp. 93-125 Pinheiro, Magda (2006), «A Biografia em Portugal», Ler História, n.º 50, pp. 67-80 Ribeiro, Fernanda (2003), O acesso à informação nos arquivos, 2 volumes, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian / Fundação para a Ciência e a Tecnologia Serra, João B. (1991), «Os estudos sobre o século XX na historiografia portuguesa do pós-guerra», Penélope, n.º 5 Serrão, Joel, coord. (1984-1985), Roteiro de Fontes da História Portuguesa Contemporânea, 3 Volumes, Lisboa, Instituto Nacional de Investigação Científica Teixeira, Manuel C. (1993), «A História Urbana em Portugal: desenvolvimentos recentes», Análise Social, n.º 121, 1993, pp. 371-390
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
José Vicente Serrão
Departamento de História
Objectivos
Esta UC trata das relações internacionais na Época Moderna (séculos XV a XVIII), com um enfoque espacial que privilegia a (mas não se esgota na) História da Europa. As relações internacionais são aqui entendidas no seu significado mais amplo. O extraordinário aumento da circulação da escrita, das ideias, das inovações técnicas e científicas, dos homens, das mercadorias e dos capitais que se verificou nesta época veio conferir às relações internacionais uma dimensão que ultrapassa a simples relação política e militar entre estados.
Programa
O Programa tem 4 conteúdos programáticos principais, largamente desenvolvidos em paralelo, procurando sublinhar as suas implicações recíprocas: CP1. História das Relações Internacionais: definição dos principais conceitos e do campo disciplinar. CP2. A história da Europa e do Mundo Modernos: principais cenários e projectos geoestratégicos, tensões, conflitos, alianças e resultados. CP3. As relações internacionais na Época Moderna: natureza, factores condicionantes, práticas e instrumentos, fundamentação política e jurídica. CP4. A política externa portuguesa na Época Moderna: objectivos, condicionantes e linhas de força.
Processo de Avaliação
Nesta UC adopta-se um sistema de avaliação contínua, sem exame final, que exige a presença em um mínimo de 80% do total das aulas e que assenta em duas componentes principais (cada uma com uma ponderação de 50% na nota final): AV1. Leitura, comentário, apresentação e discussão de textos. AV2. Elaboração de um Projecto de Investigação sobre um tema.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BLACK, Jeremy. European international relations, 1648-1815, N. York, Palgrave, 2002. BLACK, Jeremy. Great Powers and the Quest for Hegemony: The World Order since 1500. New York/London: Routledge/Taylor & Francis, 2008. MACEDO, J. Borges de. História diplomática portuguesa: constantes e linhas de força, 2ª ed, Lisboa, Tribuna da História, 2006. MOYAR, Mark. The current state of military history, The Historical Journal, 50.1 (2007): 225-40. REYNOLDS, David. International history, the cultural turn and the diplomatic twitch, Cultural and Social History, 3.1 (2006): 75?91. SHEEHAN, Michael. Balance of Power: history and theory, London / N. York, Routledge, 1996. TESCHKE, Benno. Theorizing the Westphalian System of States: International Relations from Absolutism to Capitalism, European Journal of International Relations, Vol. 8.1 (2002): 5-48.
Bibliografia Opcional
ALEXANDRE, Valentim. Os sentidos do Império: questão nacional e questão colonial na crise do Antigo Regime português, Porto, Afrontamento, 1993. ALMEIDA, Luís Ferrand de. Alexandre de Gusmão, o Brasil e o Tratado de Madrid (1735-1750), Lisboa, INIC, 1990. ANDERSON, Mathew S.. The origins of the modern European State system, 1494-1613, London/N. York, Longman, 1998. ANDERSON, Mathew S.. The rise of modern diplomacy, 1450-1919, London / N. York, Longman, 1993. ARMITAGE, David. The fifty years' rift: intellectual history and international relations, Modern Intellectual History, 1 (2004): 97-109. BARBER, Peter. Diplomacy: the world of the honest spy, London, British Library, 1979. BELY, Lucien. Espions et ambassadeurs au temps de Louis XIV, Paris, Fayard, 1990. BELY, Lucien. Les relations internationales en Europe, XVII-XVIII siècles, Paris, PUF, 1992. BERENGER, Jean et alii. História Geral da Europa, vol.2: do começo do século XIV ao fim do século XVIII, Lisboa, P. Europa-América, 1996. BLACK, Jeremy. European warfare, 1453-1815, N. York, St Martin?s Press, 1999. BLACK, Jeremy; SCHWEIZER, Karl. The Value of Diplomatic History: A Case Study in the Historical Thought of Herbert Butterfield, Diplomacy and Statecraft, 17.3 (2006): 617-31. BOIS, Jean-Pierre. L?Europe à l?époque moderne : origines, utopies et réalités de l?idée d?Europe, XVI-XVIII siècle, Paris, Armand Colin, 1999. BOIS, Jean-Pierre. Nouvelle histoire des relations internationales, t. 3: De la paix des rois à l'ordre des empereurs, 1714-1815, Paris, Seuil, 2003. BONNEY, Richard. The European dynastic states, 1494-1660, Oxford, O.U.Press, 1991. BOSSY, John. A Cristandade no Ocidente (1400-1700), Lisboa, Edições 70, 1990. BOYLE, Chris. The Mystery of Modern Wealth: Mercantilism, Value, and the Social Foundations of Liberal International Order, European Journal of International Relations, Vol. 14.3 (2008): 405-429. BRAZÃO, Eduardo. A diplomacia portuguesa nos séculos XVII e XVIII, Lisboa, Resistência, 1980. 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Docentes
António Jorge Pinto
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Os objectivos da disciplina são: (1) dominar os principais conceitos da disciplina e saber aplicá-los na exposição oral e escrita (2) compreender os processos de mudança política na época contemporânea; (3) saber comparar os pontos de partida e as assumpções de base teóricas das as principais correntes de pensamento
Programa
CP1-A 1ª Vaga de Democratizações na Europa CP2-A Crise, Queda e Sobrevivência das Democracias no Período entre as duas Guerras CP3-O Fascismo e as Ditaduras de Direita nos anos 30 CP4-O Regime Soviético e as Ditaduras Socialistas do após Guerra CP5-Antifascismo, Guerra Fria e Consolidação Democrática na Europa Ocidental CP6-As Transições Democráticas na Europa do Sul CP7-O fim da Guerra Fria e a 3 Vaga de Democratizações na Europa de Leste CP8-Teoria e praxis da União Europeia
Processo de Avaliação
Esta unidade curricular poder ser realizada através de avaliação periódica ou de um exame final. A avaliação periódica assenta em dois elementos: a realização de um ensaio, durante o período letivo (ponderação: 80%), e a participação dos alunos nos debates nas aulas (ponderação: 20%). Quem não obtiver nota positiva nesta avaliação deverá fazer um exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Obras de Referência:
Tony Judt, Pós Guerra. Historia da Europa após 1945, Lisboa, Edições 70, 2007. Christian Haerpfer, Patrick Bernhagen, Ronald F Inglehart, and Christian Welzel (ed. By), Democratization, Oxford, Oxford University Press, 2009.
Juan Linz and Alfred Stepan, Problems of Democratic Transition and Consolidation, Baltimore, Johns Hopkins University Press, 1996.
Bibliografia Opcional
Levitsky and Lucas A. Way (Ed. By), Competitive Authoritarianism. Hybrid Regimes after the Cold War, Cambridge, MA, Harvard University Press, 2010.
Gunther, Richard, P. Nikoforos Diamandouros, and Hans-Jürgen Phule, eds. 1995. The Politics of Democratic Consolidation: Southern Europe in Comparative Perspective, Baltimore, Johns Hopkins University Press, 1995.
Alexandra Barahona de Brito, Cármen Gonzales-Enríquez, e Paloma Aguilar (Orgs.), A Política da Memória. Verdade e Justiça na Transição para a Democracia, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 2004.
António Costa Pinto (Org. De), Governar em Ditadura. Elites e decisão politica nas Ditaduras da Época do Fascismo, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 2012.
Pedro Tavares de Almeida, António Costa Pinto e Nancy Bermeo (Org.), Quem Governa a Europa do Sul? O Recrutamento Ministerial, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 2006.
Michael Mann, Fascistas, Lisboa, edições 70, 2011.
Philippe C. Schmitter, Portugal: Da Ditadura à Democracia, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 1999.
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Luís Nuno Rodrigues
Departamento de História
Objectivos
OG1. Aquisição de uma visão crítica do passado histórico que funcione como base para a compreensão, também crítica, do presente e para o desenvolvimento de uma cidadania informada e consciente; OG2. Fornecimento de um conhecimento preciso acerca de eventos e de processos de mudança e de continuidade, numa perspectiva diacrónica; OG3. Conhecimento e capacidade de utilização de instrumentos de pesquisa de informação, tais como repertórios bibliográficos, inventórios arquivísticos e recursos disponíveis electronicamente; OG4. Capacidade para ler textos historiográficos ou documentos originais e para sumarizar, transcrever ou catalogar informação neles contida; OG5. Consciência de que as questões e os problemas colocados ao passado histórico, as categorias de análise e as respostas obtidas, se alteram com o tempo e com a diversificação dos contextos sociais e políticos. OG6. Consciência da natureza dinâmica e inacabada da pesquisa histórica e do debate historiográfico.
Programa
CP1. Introdução teórica e metodológica. CP2. As Relações Internacionais de Portugal na Época Contemporânea: condicionantes estruturais. CP3. A Questão Colonial no final do século XIX. CP4. As Relações Internacionais da I República. CP5. As Relações Internacionais durante o Estado Novo. CP5.1. A Guerra Civil de Espanha. CP5.2. A Segunda Guerra Mundial. CP5.3. Portugal e a Guerra Fria. CP5.4. O período das Guerras Coloniais. CP6. As Relações Internacionais no período do Marcelismo. CP7. A transição para a democracia e o contexto internacional. CP8. As Relações Internacionais do Portugal democrático.
Processo de Avaliação
A avaliação assentará numa apresentação oral (40%) e na entrega de um comentário escrito (60%) a um dos livros indicados na bibliografia. A apresentação não deverá exceder os 20 minutos e o trabalho escrito não deverá ultrapassar as 3500 palavras.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
MacQueen, N., A Descolonização da África Portuguesa, Mem Martins, Editorial Inquérito, 1998. Oliveira, P., Os Despojos da Aliança. A Grã-Bretanha e a questão colonial portuguesa, 1945-1975, Lisboa, Tinta da China, 2007. Pinto, A. C., O Fim do Império Português. A Cena Internacional, a Guerra Colonial, e a Descolonização, 1961-1975, Lisboa, Livros Horizonte, 2001. Rodrigues, L. N., Kennedy-Salazar: a Crise de Uma Aliança. As Relações Luso-Americanas entre 1961 e 1963, Lisboa, Editorial Notícias, 2002. Teixeira, N. S., O Poder e a Guerra 1914-1918: objectivos nacionais e estratégias e políticas na entrada de Portugal na Grande Guerra, Lisboa, Ed. Estampa, 1996. Teixeira, N. S., ?Entre a África e a Europa: A Política externa Portuguesa, 1890-2000?, in A. C. Pinto (coord.), Portugal Contemporâneo, Lisboa, Dom Quixote, 2004, pp. 87-116. Telo, A., Portugal e a NATO: o reencontro da tradição atlântica, Lisboa, Edições Cosmos, 1996.
Bibliografia Opcional
AAVV, Portugal na Segunda Guerra Mundial. Contributos para uma reavaliação, Lisboa, Dom Quixote, 1989. Afonso, Aniceto e Gomes, Carlos de Matos, Guerra Colonial, Lisboa, Editorial Notícias, 2000. Alexandre, Valentim, ?A África no imaginário político português, séculos XIX-XX?, in Penélope, nº 15, 1995, pp. 38-52. Alexandre, Valentim, ?A descolonização portuguesa em perspectiva comparada?, in Manuela Franco (coord.), Portugal, os Estados Unidos e a África Austral, Lisboa, FLAD/IPRI, 2006. Alexandre, Valentim, Ideologia, economia e política: a questão colonial na implantação do Estado Novo, in Análise Social, XXVIII, 123-124, 1993, pp. 1117-1136. Alexandre, Valentim, ?Portugal em África, 1825-1974: uma perspectiva global", in Penélope, nº 11, 1993, pp. 53-66. Alexandre, Valentim, O Nacionalismo Imperial e a Partilha de África, in Francisco Bethencourt e Kirti Chaudhuri (dir.), História da Expansão Portuguesa. Volume IV, Do Brasil para África (1808-1930), Lisboa, Círculo de Leitores, 1998, pp. 112-142. Alexandre, Valentim, O Roubo das Almas. Salazar, a Igreja e os Totalitarismos (1930-1939), Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2006. Alexandre, Valentim, Velho Brasil, Novas Áfricas. Portugal e o Império (1808-1975), Porto, Edições Afrontamento, 2000. Alípio, Elsa S., Salazar e a Europa: história da adesão à EFTA, Lisboa, Livros Horizonte, 2006. Amaral, Diogo F. do, A Tentativa Falhada de um Acordo Portugal-EUA sobre o Futuro do Ultramar Português, Coimbra, 1994. Andresen-Leitão, Nicolau, Estado Novo - Democracia e Europa (1947-1986), Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais, 2007. Antunes, José F., Nixon e Caetano. Promessas e Abandono, Lisboa, Difusão Cultural, 1992. Antunes, José F., Portugal na guerra do petróleo. Os Açores e as vitórias de Israel, Lisboa, Edeline, 2000. Barroso, Luís, Salazar e Ian Smith. O apoio de Portugal à Rodésia (1964-1969), Lisboa, Instituto Diplomático, 2009. 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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Bruno Cardoso Reis
Departamento de História
Objectivos
Programa
1.O que são as Relações Internacionais: introdução a conceitos chave 2.1. Os grandes debates teóricos em RI: Realismo v. Liberalismo 2.2. The big theoretical debates in IR: Positivismo v. Constructivismo 2.3. The big theoretical debates in IR: Convencionais v. Teorias criticas 2.4. RI como uma ciência social Americana v. Estudos de Área e Estudos da Globalização 3. O que é a Globalização: introdução a conceitos chave. 4. Instituições globais: actores centrais ou ilusões perigosas? 5. Regionalismo: desafios da integração regional e o debate sobre Ocidente v. Resto? 6. Repensar o poder e a ordem global num mundo pós-colonial 7. Movimentos globais e ONGs 8. Globalização da (in)segurança: quando e como intervir? 9. Crises da Globalização
Processo de Avaliação
A avaliação é feita através da entrega de um ensaio escrito (100%) em que será testada a capacidade desenvolver um argumento estruturado, original e com um bom nível de adequação às exigências disciplinares.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baylis, John et al, The globalization of world politics: an introduction to international relations, Oxford, OUP, 2011 5th ed. David Held & Anthony McGrew (eds.), Global Transformations, Cambridge, Polity, 2003-2007, 4 vols. A.G. Hopkins (ed.), Globalization in World History, London, Pimlico, 2001. Andrew Hurrell, On Global Order: Power, Values and the Constitution of International Society, Oxford, OUP, 2006 Michel Barnett & Martha Finnemore, Rules for the World: International Organizations in Global Politics, Ithaca, Cornell UP, 2004.
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Maria Luísa Tiago de Oliveira
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta unidade curricular consiste em: explicitar a temporalidade das culturas nos seus espaços sociais, políticos, geográficos e de género; salientar alguns temas passíveis de estudo ou já estudados por diversos historiadores; capacitar o estudante para ter uma autonomia na escolha dos problemas, das fontes e da bibliografia que estudará.
Programa
0 - Questões conceptuais e metodológicas 1 - Culturas populares e das elites do Antigo Regime à Sociedade Liberal 1.1 - As festas 1.2 - A ópera, o teatro, os bailes, os salões, as assembleias, os clubes e os passeios 1.3 - Cafés, confeitarias e casas de pasto; tabernas 1.4 - Associações, sindicatos e partidos. 2 - O monumento, o museu e o urbanismo 2.1 - As boémias, as vanguardas 2.2 - Exposições 2.3 - Nascimento do urbanismo 3 - Lazer 3.1 - Afirmações femininas: a igreja, a ida às compras e as feministas 3.2 - A imprensa, o cinema e a radio 3.3 - Fim-de-semana, férias pagas e turismo 3.4 - O desporto 4 - O pós-2ª guerra mundial e a cultura de massas
Processo de Avaliação
O processo de avaliação tem por objectivo averiguar os progressos feitos em termos de capacidade de compreensão de contextos históricos bem como de autonomia, capacidade de pesquisa e de síntese na elaboração de estudos. A avaliação constará de um pequeno ensaio. O trabalho será apresentado oralmente na aula e por escrito no final do semestre.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Burke, Peter, A Cultura Popular na Idade Moderna. Europa, 1500-1800, S. Paulo, Companhia das Letras, 1989 Chartier, Roger, História Cultural. Entre Práticas e Representações, Lisboa, Difel, 1988 Corbin, Alain, História dos Tempos Livres. O Advento do Lazer, Lisboa, Teorema, 2001 França, José Augusto, O Romantismo em Portugal. Estudo de Factos Socioculturais, 6 vols., Lisboa, Livros Horizonte, 1974 Hall, Peter, Cities in Civilization: Culture, Innovation and Urban, Londres, Weidenfeld and Nicholson, 1998 Lousada, Maria Alexandre, "Sociabilidades mundanas em Lisboa. Partidas e Assembleias, 1760-1834", in Penélope, nº 19, 1998, pp. 129-160. Moreira, Isabel Martins, Museus e Monumentos em Portugal 1772-1974, Lisboa, Universidade Aberta, 1989 Neves, José e Domingos, Nuno (organizadores), Uma História do Desporto em Portugal, 3 volumes, Matosinhos, Quidnovi, 2011 Thièsse, Anne-Marie, A Criação das Identidades Nacionais. Europa. Séculos XVIII-XX, Lisboa, Temas e Debates, 2000
Bibliografia Opcional
AAVV, Madrid entre Dos Siglos. Modernismo, Bohemia y Paisage Urbano, Madrid, Litoral / Comunidad de Madrid, 1998. Bimbenet, Jérôme, Film et Histoire, Paris, Armand Colin, 2007. Charle, Christophe, Les Intellectuels en Europe au XIX Siècle, Paris,Editions du Seuil, 1996. Charle, Christophe, Le Siècle de la Presse (1830-1939, Paris, Editions du Seuil, 2004. Christophe Charle e Daniel Roche, Capitales Culturelles, Capitales Symboliques. Paris et les Expériences Européennes. XVIIIe-XXe siècles, Paris, Publications de la Sorbonne, 2002. Fortuna, Carlos, Cidade, Cultura e Globalização, Oeiras, Celta, 1997. Haskell, Francis, L'Amateur d'Art, Paris, Livre de Poche, 1997. Haskell, Francis, The Ephemeral Museum. Old Master Paintings and the Rise of the Art Exhibition, New Haven & Londres, Yale University Press, 2000. Ledesma, Manuel Perez, "La formación de la classe obrera. Una creación cultural?", in Cruz, Rafael e Ledesma, Manuel Perez, Cultura y Movilización en la España Contemporánea, Madrid, Alianza Editorial, 1997. Lousada, Maria Alexandre, "A rua, a taberna e o salão: elementos para uma geografia histórica das sociabilidades lisboetas no final do Antigo Regime", in Maria da Graça Mateus Ventura (org.) Os espaços de sociabilidade na Ibero-América (sécs. XVI a XIX), Lisboa, 2004, pp. 95-120. Mosse, George, Les Racines Intelectuelles du Troisième Reich, 3ª ed., Paris, Calmann-Levy, 2006. Nora, Pierre, org.,Les lieux de mémoire, 7 vol, Paris, Gallimard, 1986-1992. Poulot, Dominique, Patrimoine et Musées: L'invention de la Culture, Paris, Hachette, 2001. Riegl, Aloïs, Le Culte Moderne des Monuments, son essence et sa genèse, Paris, Seuil, 1984. Seigel, Jerrold, Paris Bohème: Culture et Politique aux Marges de la Vie Bourgeoise: 1830-1930, Paris, Gallimard, 1986. Taylor, Ronald, Berlin and its Culture: A Historical Portrait, New Haven e Londres, 1997. Thompson, E.P., Costumes em Comum, São Paulo, Companhia das Letras, 1998.
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Docentes
Maria Antónia Pires de Almeida
Departamento de História
Objectivos
O objectivo principal desta UC é apresentar os fundamentos da abordagem histórica aos processos de mudança social, desenvolvimento económico e inovação económica. Esta UC pretende dotar os alunos das noções-base da inovação, apresentar as principais teorias explicativas do fenómeno, estimular o raciocínio crítico através da discussão de diferentes tradições de pensamento.
Programa
CP 1 - População e sociedade CP 2 - A sociedade e as classes em época de mudança CP 3 - A importância económica da mudança CP 4 - Crescimento económico e desenvolvimento CP 5 - Ciclos económicos, políticas internacionais e crescimento do comércio CP 6 - Revoluções industriais e difusão de tecnologia CP 7 - A economia da informação e do conhecimento CP 8 - Sistemas nacionais de investigação e de inovação
Processo de Avaliação
O estudante pode optar por duas modalidades alternativas: avaliação contínua ou exame final. A avaliação contínua compreende a: a) Participação nas aulas e leitura cuidadosa da bibliografia de trabalho (20%); b) Elaboração de um trabalho de grupo, baseado em artigos académicos e pesquisa na internet, (50%). c) Exercício final de teste escrito (30%)
O exame final (100%) consiste numa única prova escrita com base na bibliografia da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Frieden, Jeffry A., Global Capitalism: Its Fall and Rise in the Twentieth Century, W. W. Norton, Nova Iorque, 2006. Gilpin, Robert, The Political Economy of International Relations, Princeton University Press, Princeton, 1987. Hall, B.H. and N. Rosenberg (eds) (2010), Handbook of The Economics of Innovation, Vol. 1, North Holland: Elsevier.
Bibliografia Opcional
Allen, R.C. (2009), The British Industrial Revolution in Global Perspective, Cambridge: Cambridge University Press. Allen, R.C. (2011), Global Economic History: A Very Short Introduction, Oxford: Oxford University Press. Audretsch, D.B., O. Falck, S. Heblich, and A. Lederer (eds) (2012), Handbook of Research on Innovation and Entrepreneurship, Cheltenham, UK: Edward Elgar. Braudel, F. (1985), A Dinâmica do Capitalismo, editado em português pela Teorema em 1986. Broadberry, S. and K. O’Rourke (eds) (2010), The Cambridge Economic History of Modern Europe, 2 vols, Cambridge: Cambridge University Press. Caraça, J. (2003), Do Saber ao Fazer: Porquê Organizar a Ciência, 2ª ed., Lisboa: Gradiva. Caraça, J., B.-Å. Lundvall, and S. Mendonça (2009), "The changing role of science in the innovation process: From Queen to Cinderella?", Technological Forecasting and Social Change, Vol. 76, No. 6, July, pp. 861-7. Chang, H.J. 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(1998), Industrial Espionage and Technology Transfer: Britain and France in the Eighteenth century, Aldershot: Ashgate Hobsbawm, E. (1962), The Age of Revolution – 1789-1848, London: Abacus, 2008 reprint. Hobsbawm, E. (1968), Industry and Empire – From 1750 to the Present Day, London: Penguin, 1984 reprint. Hobsbawm, E. (1975), The Age of Capital – 1848-1875, New York: Vintage Books, 1996 edition. Hobsbawm, E. (1987), The Age of Empire – 1875-1914, London: Abacus, 2008 reprint. Landes, D. (1969), The Unbound Prometheus, Cambridge: Cambridge University Press. Lundvall, B.-Å., K.J. Joseph, C. Chaminade and J. Vang (eds) (2009), Handbook of Innovation Systems and Developing Countries: Building Domestic Capabilities in a Global Setting, Cheltenham, UK: Edward Elgar. Martin, B.R. (2012), "The evolution of science policy and innovation studies", Research Policy, Vol. 41, No.7. pp. 1219-39. Mazzucato, M. (2013), The Entrepreneurial State, London: The Anthem Press. MacLeod, C. (1988), Inventing the Industrial Revolution: The English Patent System, 1660–1880. Cambridge: Cambridge University Press Marsden, B. and C. Smith (2005), Engineering Empires: a Cultural History of Technology in Nineteenth-century Britain. Houndsmill, Basingstoke: Palgrave MacMillan. Mendels, F.F. (1972), “Proto-Industrialization: The first phase of the industrialization process”, Journal of Economic History, Vol. 32, pp. 241-61. Mokyr, J. (1990), The Lever of Riches: Technological Creativity and Economic Progress, Oxford University Press. Mokyr, J. (2009), The Enlightened Economy: An Economic History of Britain 1700-1850, Yale: Yale University Press. Mom, G. (2004), The Electric Vehicle: Technology and Expectations in the Automobile Age, Baltimore: The Johns Hopkins University Press. Mowery, D.C. and R.R. Nelson (eds), Sources of Industrial Leadership: Studies in Seven Industries, Cambridge: Cambridge University Press Mozer, P. (2013), “Patents and innovation – Evidence from economic history”, Journal of Economic Perspectives, Vol. 27, N. 1, pp. 23-44. Murmann, J.P. (2003), Knowledge and Competitive Advantage: The Co-evolution of Firms, Technology and National Institutions, Cambridge: Cambridge University Press. Nelson, R. (org.) (1993), National Innovation Systems, Oxford, Oxford University Press. North, D.C. (1990), Institutions, Institutional Change, and Economic Performance, Cambridge: Cambridge University Press. Patel, P. and K. Pavitt (1995), “Patterns of technological activity: Their measurement and interpretation”, in P. Stoneman (ed.), Handbook of Economics of Innovation and Technical Change, Blackwell: Oxford, pp. 14-51. Salavisa Lança, I., W. Rodrigues e S. Mendonça (eds) (2007), Inovação e Globalização: Estratégias para o Desenvolvimento Económico e Territorial, Porto: Campo das Letras. Ziman, J. (2000), Technological Change as an Evolutionary Process, Cambridge: Cambridge University Press.
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Riccardo Marchi
Departamento de História
Objectivos
Movimentos sociais e cidadania.
Programa
1.Acção colectiva, movimentos sociais e cidadania: conceitos e interrogações. 2.A instauração do liberalismo e o advento da política moderna. 3.Cidadania oitocentista: inclusão e exclusão. 4.Cidadania, movimentos sociais e politização. 5.De rurais a cidadãos? Formas de politização dos campos nos séculos XIX e XX. 6.A política na cidade. Espaço publico, símbolo e ritual. 7.Género e cidadania. 8.Nacionalização e massificação da política.
Processo de Avaliação
Avaliação contínua ou exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Geral:
AAVV, La politisation des campagnes au XIX e siècle. Ecole Française de Rome, 2000
AA VV, Repubblica e repubblicanesimo. L?europa meridionale, ( secoli XIX-XX), Memoria e Ricerca nº 9 Jan/Abr. 2002
Agulhon, Maurice, La République au village, Paris, Seuil, 1979
Agulhon, Maurice, Histoire Vagabonde, Paris, Gallimard, 1996, vol. III
Cefai, Daniel (dir.) Cultures Politiques, Paris, PUF, 2001
Carvalho, José Murilo de, Os Bestializados. O Rio de Janeiro e a Republica que não foi., São Paulo, Companhia das Letras, 1987
Carvalho, José Murilo, A formação das almas. O imaginário da Republica no Brasil., São Paulo, Companhia das Letras, 1990
Della Porta, Donatella, Introdução à Ciência Política, Lisboa, Ed. Estampa, 2003
Neveu, Erik, I movimenti sociali, Il Mulino, s/d. (1ª Ed. franc. 1996)
Ledesma, Manuel Pérez (dir.), De súbditos a ciudadanos . Una historia de la ciudadania en España, Madrid, CEPC, 2007
Pamplona, Marcos A., Revoltas, repúblicas e cidadania. Nova York e o Rio de Janeiro na consolidação da ordem republicana., R. de Janeiro / São Paulo, Ed. Record, 2003
Perrot, Michelle, Les Femmes ou les silences de l?histoire, Paris, Flammarion, 1998
Ridolfi, Maurizio, Festas da Nação. Religiões da pátria e rituais políticos na Europa liberal do longo século XIX, Ler História nº 46 (2004)
Rosanvallon, Pierre, Le sacre du citoyen, Paris, Gallimard - Folio, 1992
Rosanvallon, Pierre, La démocratie inachevée, Paris, Gallimard ? Folio, 2000
Skinner, Quentin, Visões da política, Lisboa, Difel, 2005
Tilly, Charles, (Ed.) Citizenship, Identity and Social History, Cambridge, Cambridge University Press, 1996
Torpey, Jonh, A Invenção do Passaporte. Vigilância, Cidadania e o Estado, Lisboa, Temas e Debates, 2003
Weber, Eugene, Peasants into Frenchmen, the modernization of rural France 1870-1914, Stanford U. Press, 1976
Bibliografia Opcional
Bibliografia Geral:
AAVV, La politisation des campagnes au XIX e siècle. Ecole Française de Rome, 2000
AA VV, Repubblica e repubblicanesimo. L?europa meridionale, ( secoli XIX-XX), Memoria e Ricerca nº 9 Jan/Abr. 2002
Agulhon, Maurice, La République au village, Paris, Seuil, 1979
Agulhon, Maurice, Histoire Vagabonde, Paris, Gallimard, 1996, vol. III
Cefai, Daniel (dir.) Cultures Politiques, Paris, PUF, 2001
Carvalho, José Murilo de, Os Bestializados. O Rio de Janeiro e a Republica que não foi., São Paulo, Companhia das Letras, 1987
Carvalho, José Murilo, A formação das almas. O imaginário da Republica no Brasil., São Paulo, Companhia das Letras, 1990
Della Porta, Donatella, Introdução à Ciência Política, Lisboa, Ed. Estampa, 2003
Neveu, Erik, I movimenti sociali, Il Mulino, s/d. (1ª Ed. franc. 1996)
Ledesma, Manuel Pérez (dir.), De súbditos a ciudadanos . Una historia de la ciudadania en España, Madrid, CEPC, 2007
Pamplona, Marcos A., Revoltas, repúblicas e cidadania. Nova York e o Rio de Janeiro na consolidação da ordem republicana., R. de Janeiro / São Paulo, Ed. Record, 2003
Perrot, Michelle, Les Femmes ou les silences de l?histoire, Paris, Flammarion, 1998
Ridolfi, Maurizio, Festas da Nação. Religiões da pátria e rituais políticos na Europa liberal do longo século XIX, Ler História nº 46 (2004)
Rosanvallon, Pierre, Le sacre du citoyen, Paris, Gallimard - Folio, 1992
Rosanvallon, Pierre, La démocratie inachevée, Paris, Gallimard ? Folio, 2000
Skinner, Quentin, Visões da política, Lisboa, Difel, 2005
Tilly, Charles, (Ed.) Citizenship, Identity and Social History, Cambridge, Cambridge University Press, 1996
Torpey, Jonh, A Invenção do Passaporte. Vigilância, Cidadania e o Estado, Lisboa, Temas e Debates, 2003
Weber, Eugene, Peasants into Frenchmen, the modernization of rural France 1870-1914, Stanford U. Press, 1976
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Ana Pina
Departamento de História
Objectivos
-Esta disciplina pretende introduzir o aluno na vida intelectual e cultural portuguesa, desde a emergência do movimento romântico protagonizado pela geração liberal de Garrett e Herculano, até à segunda guerra mundial.
Programa
Introdução Sociedade, cultura e política no Portugal contemporâneo
1. O romantismo: cultura e política 1.1. O proselitismo dos intelectuais liberais 1.2. História, cultura popular e património cultural
2. A cultura positivista: o poder dos sábios 2.1. O programa de "renovação mental e moral necessária às transformações políticas e sociais" 2.2. História, pedagogia, revolução democrática e culto dos grandes homens 3. Novas correntes culturais e políticas (c.1870-c.1920) 3.1. A Geração de 70:o projecto da "geração nova" 3.2. 0 nacionalismo literário e cultural do fim de século 3.3. A Renascença Portuguesa 3.4. O Integralismo Lusitano 3.5. A Geração do Orpheu 3.6. António Sérgio e o grupo da Seara Nova
4. As décadas de 30 e 40: obstáculos e desafios 4.1. A "Presença", a arte como "finalidade sem fim" 4.2. Os neo-realistas, em defesa dos deserdados 4.3. Os surrealistas, "uma nova mentalidade estética" 4.4. Os intelectuais e o Estado Novo
Processo de Avaliação
A avaliação periódica é constituída por três elementos: (1) Assiduidade e participação nas aulas (10%); (2) Trabalho individual (50%); (3) Apresentação oral (40%). Em alternativa, o aluno realiza um exame final correspondente a um nível de conhecimentos semelhante ao exigido na avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BUESCU, Helena (coord.), Dicionário do Romantismo Literário Português, Lisboa, Caminho, 1997 CATROGA, Fernando e CARVALHO, Paulo Archer de, Sociedade e Cultura Portuguesas II, Lisboa, Universidade Aberta, 1996 HOMEM, Amadeu Carvalho, Do Romantismo ao Realismo. Temas de Cultura Portuguesa (séc. XIX), Porto, Fundação Engenheiro António de Almeida, 2005 LOURENÇO, Eduardo, O Labirinto da Saudade, Lisboa, Gradiva, 2000 [1975] MATOS, Sérgio Campos, Consciência Histórica e Nacionalismo, Lisboa, Livros Horizonte, 2008 PINA, Ana Maria, A Quimera do Ouro. Os Intelectuais Portugueses e o Liberalismo, Oeiras, Celta Editora, 2003 RAMOS, Rui, "Os dissidentes", "A traição dos intelectuais", "Os inadaptados" in J. Mattoso (dir.), História de Portugal, Vol. VI, Lisboa, Círculo de Leitores, 1994, pp. 55-62, 529-565, 615-665 REAL, Miguel, O Pensamento Português Contemporâneo 1890-2010, Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2011
Bibliografia Opcional
1.O romantismo: cultura e política CATROGA, Fernando, ?Alexandre Herculano e o Historicismo romântico? in L.R. Torgal, J.A. Mendes e F. Catroga (org.), História da História em Portugal, Sécs. XIX e XX, Lisboa, Círculo de Leitores, 1996, pp. 39-86 CATROGA, Fernando, ?Romantismo, literatura e história? in J. Mattoso (dir.), História de Portugal, Vol. V, Lisboa, Círculo de Leitores, 1993, pp.545-562 FERREIRA, Fátima Sá e Melo, ?Povo-povos?, Ler História, 2008, nº 55, pp.141-154 PEREIRA, José Esteves, ?Almeida Garrett: Liberalismo e Romantismo? in Garrett às Portas do Milénio, Lisboa, Edições Colibri, 2001, pp.155-168
2. A cultura positivista CATROGA, Fernando, ?Os inícios do positivismo em Portugal? in Revista de História das Ideias, Vol. I, 1977, pp. 287-394 CATROGA, Fernando, ?Cientismo, política e anticlericalismo? in J. Mattoso (dir.) História de Portugal, Vol. V, Lisboa, Círculo de Leitores, 1993, pp. 583-593 HOMEM, Amadeu carvalho, ?O positivismo perante as propostas marxistas e demoliberal?, Análise Social, 2001, nª 158-159 MATOS, Sérgio Campos, Historiografia e Memória Nacional no Portugal do Séc. XIX (1846-1898), Lisboa, Ed. Colibri, 1998 (Parte IV) PEREIRA, Ana Leonor, Darwin em Portugal. Filosofia, História, Engenharia Social (1865-1914), Coimbra, Almedina, 2001 PINA, Ana Maria, ?Criminosos, crianças e selvagens. A maldade humana na cultura portuguesa, no ocaso do século XIX?, Ler História, 2007, 53, pp.113-134 VAQUINHAS, Irene Maria, ?O conceito de ?decadência fisiológica da raça? e o desenvolvimento do desporto em Portugal (finais do século XIX/ princípios do século XX)?, Revista de História das Ideias, Vol. 14, 1992, pp. 365-387 VAZ, Maria João, Crime e Sociedade. Portugal na Segunda Metade do Século XIX, Oeiras, Celta, 1998, pp.31-44 e 63-75
3. Novas correntes culturais e políticas (c.1870-c.1920)
Geração de 70 CABRITA, Maria João, A Ideia de Justiça em Antero de Quental, Lisboa, Ímanedições, 2002 (Cap. I, pp. 35-87) CATROGA, Fernando, ?Os caminhos polémicos da ?Geração Nova?? in J. Mattoso (dir.), História de Portugal, Vol. V, Lisboa, Círculo de Leitores, 1993, pp. 569-573 MACHADO, Álvaro Manuel, A Geração de 70 - uma Revolução Cultural e Literária, Lisboa, Instituto de Cultura Portuguesa, 1977 MACHADO, Álvaro Manuel, ?A Geração de 70: uma literatura de exílio? in O Século XIX em Portugal, colóquio organizado pelo GIS, Lisboa, Editorial Presença/GIS, s.d., pp.413-426 MAURÍCIO, Carlos, A Invenção de Oliveira Martins. Política, Historiografia e Identidade Nacional no Portugal Contemporâneo (1867-1960), Lisboa, Imprensa Nacional/Casa da Moeda, 2005 PINA, Ana Maria, ?O ?Pão? e a ?Alma? na política liberal?, Ler História, 2002, nº 43, pp.141-156 PINA, Ana Maria, ?Geração de 70 e Geração de 98: ?sociedade? versus ?comunidade??, in Serrão, J.V.; Pinheiro, Magda de Avelar; Ferreira, Maria de Fátima Sá e Melo (orgs.), Desenvolvimento Económico e Social. Portugal nos últimos dois séculos. Homenagem a Miriam Halpern Pereira, Lisboa, ICS. Imprensa de Ciências Sociais, 2009, pp.613-626 PIRES, A. Machado, A Ideia de Decadência na Geração de 70, Lisboa, Vega, 1992 (Parte I, Cap. 2 e 3, pp. 91-128) RAMOS, Rui ?Os intelectuais no estado liberal? in Benedicta Mª Duque Vieira (org.), Grupos Sociais e Estratificação Social em Portugal no Século XIX, Lisboa, CEHCP, 2004, pp.107-134 SARAIVA, António José, A Tertúlia Ocidental. Estudos sobre Antero de Quental, Oliveira Martins, Eça de Queirós e Outros, Lisboa, Gradiva, 1990
Geração de 90 DIAS, Augusto da Costa, A Crise da Consciência Pequeno-Burguesa ? o Nacionalismo Literário da Geração de 90, Lisboa, Editorial Estampa, 1977, 3ª ed. DUARTE, Isabel Margarida, SILVA, Augusto Santos, ?A. Nobre, problemas de uma aproximação cultural?, Colóquio /Letras, 64, 1981, pp. 31-40 GUIMARÃES, Fernando, ?Simbolismo: a procura da originalidade?; in Simbolismo, Modernismo e Vanguardas, 2ª ed., Porto, Lello e Irmão, 1992 GUIMARÃES, Fernando, Poética do Simbolismo, Lisboa, Presença, 1988 Nova Renascença, nº especial da revista, dedicado ao simbolismo, Porto, 1989-1990, nº35-38
Renascença Portuguesa FRANÇA, José Augusto, Os Anos Vinte em Portugal, Estudo de Factos Sócio-culturais, Lisboa, Presença, 1992 (III parte, cap. VII, pp.417-446) Nova Renascença, nº especial da revista, dedicado ao 75º aniversário da Renascença Portuguesa, Porto, 1987, nº27-28 PEREIRA, José Carlos Seabra, ?Tempo neo-romântico?, Análise Social, nº77-78-79, 1983, pp.845-873 SANTOS, A. Ribeiro dos, A Renascença Portuguesa ? um Movimento Cultural Portuense, Porto, Fundação Eng.º António de Almeida, 1990 SAMUEL, Paulo, A Renascença Portuguesa ? Um Perfil Documental, Porto, Fundação Eng.º António de Almeida, 1990 (contém manifestos, registos históricos, textos de polémicas e índices das revistas do movimento)
Integralismo Lusitano CARVALHO, P. Archer de, ?Memória mítica da nação ? o caso do Integralismo Lusitano?, Vértice, nº 61, 1994, pp. 51-66
Geração do Orpheu GERSÃO, Teolinda, ?Para o estudo do futurismo literário em Portugal? in Portugal Futurista, 2ª edição facsimilada, Lisboa, Contexto Editora, 1982, pp.XXI-XXXIX JÚDICE, Nuno, ?O Futurismo em Portugal? in Portugal Futurista, 2ª edição facsimilada, Lisboa, Contexto Editora, 1982, pp.VII-XVII NEVES, João Alves das, O Movimento Futurista em Portugal, 2ª ed.,1987 QUADROS, António, O Primeiro Modernismo Português. Vanguarda e Tradição, Lisboa, Europa-América, 1989
Movimento anarquista FONSECA, Carlos da, Para uma Análise do Movimento Libertário e da sua História, Lisboa, Antígona, 1988 FREIRE, João, Anarquistas e Operários, Porto, Afrontamento, 1992
Seara Nova CABRAL, Manuel Villaverde, ?The Seara Nova group and the ambiguities of portuguese liberal elitism?, Portuguese Studies (London), IV,1988, pp.181-195 CARDIA, M. Sottomayor, ?Para a compreensão do ideário do primeiro grupo seareiro? in Seara Nova ? Antologia, Lisboa, 1971, Vol. I, pp.13-84 LOPES, Fernando Farelo, ?O liberalismo decadente da Seara Nova (algumas hipóteses) in O Fascismo em Portugal, Lisboa, A Regra do Jogo, 1982, pp.141-165
4. A cultura em Portugal nas décadas de vinte, trinta e quarenta
Presença GUIMARÃES, Fernando, Ob. Cit., (pp. 5-60, 99-115, 137-164) LISBOA, Eugénio, O Segundo Modernismo em Portugal, 2ª ed., Lisboa, Instituto de Cultura Portuguesa, 1984 (Cap.II, pp.27-61 e Cap.III, pp.63-75) LOURENÇO, Eduardo, ?Sobre Régio? [1973], in O Canto do Signo ? Existência e Literatura (1957-1993), Lisboa, Editorial Presença, 1993, pp.136-149 LOURENÇO, Eduardo, Cultura e Política na Época Marcelista (entrevista de Mário Mesquita), Lisboa, Cosmos, 1996 SENA, Jorge de, Régio, Casais, a ?Presença? e outros afins, Porto, Brasília, 1977 (Cap. II, pp. 59-80) SIMÕES, João Gaspar, ?Como nasceu e morreu a ?Presença? in José Régio e a História do Movimento da ?Presença?, Porto Brasília Editora, 1977, pp.141-205
Neo-realismo REIS, Carlos (org.), Textos Teóricos do Neo-realismo Português, Lisboa, Comunicação, 1981 REIS, Carlos, O Discurso Ideológico do Neo-realismo Português, Coimbra, Almedina, 1983 LOURENÇO, Eduardo, Sentido e Forma da Poesia Neo-realista, Lisboa, Ulisseia, 1968 MADEIRA, João, Os Engenheiros de Almas: o Partido Comunista e os Intelectuais, Lisboa, Estampa, 1996 (Terceira Parte, cap. IV, pp.277-314) VALE, António (pseudónimo atribuído a Álvaro Cunhal), ?Cinco notas sobre forma e conteúdo?, Nova Renascença, 1992, nº 45-47, pp.511-528 Vértice, Lisboa, Caminho, 1989, nº21 Vértice, Lisboa, Caminho, 1996, nº75
Surrealismo FRANÇA, José Augusto, A Arte em Portugal no Século XX (1911-1961), 3ª ed., Venda Nova, Bertrand, 1991 VASCONCELOS, Mário Cesariny de, A Intervenção Surrealista, Lisboa, Ulisseia, 1966 CORREIA, Natália, O Surrealismo na Poesia Portuguesa, Mem-Martins, Europa-América, 1973
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Maria Luísa Tiago de Oliveira
Departamento de História
Objectivos
A UC visa apresentar os fundamentos básicos (teóricos e práticos) da História Oral e conseguir que os alunos aprendam a fazê-la.
Programa
1. A História Oral como saber reconhecido: 1.1. A emergência e a afirmação da História Oral. 1.2. Tradições orais. 1.3. Tipologias e problemáticas da memória colectiva. 1.4. História Oral e fontes orais em arquivos e museus. 1.5. A situação da História Oral em Portugal. 2. A prática da História Oral: 2.1. Especificidades das fontes orais. 2.2. A inter-relação entre o entrevistador e o entrevistado. 2.3. Técnicas de entrevista. 2.4. Tipos de entrevistas. 2.5. A construção de perguntas. 2.6. Perfis de entrevistados. 2.7. Tipos de transcrição ou fichagem. 2.8. Utilização e crítica das fontes orais. 2.9. Problemas de confidencialidade: direito à informação ou direito à privacidade?
Processo de Avaliação
A avaliação periódica consite num dossier sobre um tema com: problemática; grelha de entrevista; 3 perfis; transcrição/fichagem de 5 mn de uma entrevista; comentário dessa entrevista; reflexão final com análise da contribuição da história oral para o estudo do problema.
Em alternativa, haverá exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BURGUESS, Robert G. (1997) A pesquisa de terreno. Uma introdução, Oeiras, Celta Editora DESCAMPS, Florence (2001) L'historien, l'archiviste et le magnétophone. De la constitution de la source orale à son exploitation, Paris, Ministère de l'Économie, des Finances et de l'Industrie. GHIGLIONE, Rodolphe e MATALON, Benjamin (1992) O inquérito. Teoria e prática, Lisboa, Celta Editora OLIVEIRA, Luísa Tiago de (2010) "A História Oral em Portugal", Sociologia. Problemas e Práticas, 63, pp. 139-56. Acessível em http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/spp/n63/n63a08.pdf POIRIER, Jean, CLAPIER-VALLADON, Simone e RAYBAUT, Paul (1995) Histórias de vida. Teoria e prática, Oeiras, Celta Editora RITCHIE, Donald A. (2011) The Oxford Handbook of Oral History. Oxford University Press TRAVERSO, Enzo (2012) O Passado, modos de usar. História, Memória e Política, Lisboa, Edições Unipop
Bibliografia Opcional
AROSTEGUI, Julio (2004) La historia vivida. Sobre la Historia del Presente, Madrid, Alianza Editorial, 1ª parte BAWM, Willa K. (1991) Transcribing and editing Oral History, Walnut Creek, Altamira Press BEBIANO, Rui (2003) "Temas e problemas da história do presente", in A História Tal Qual se Faz, org. de José d' Encarnação, Lisboa, Edições Colibri / Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, pp. 225-236 BERTAUX, Daniel (1997) Les récits de vie: perspective ethnosociologique, Paris, Nathan BERTAUX, Daniel (org.) (1981) Biography and society. The Life History approach in the Social Science, London, Sage BOURDIEU, Pierre (1994) "A ilusão biográfica" in Razões práticas: sobre a teoria da acção, Oeiras, Celta Editora, pp 53-59 CATROGA, Fernando (2001) História, memoria e historiografia, Coimbra, Quarteto CHAVEAU, Agnés e Philippe Tétard, orgs., (1992) Questions à l?histoire des temps présents, Bruxelles, Éditions Complexe COIMBRA, Maria Natércia (1993) "O arquivo de história oral no Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra. Entrevistas: conceito, natureza e direitos de uso e divulgação envolvidos" Cadernos BAD (1), pp. 21-30 CONNERTON, Paul (1993) Como as sociedades recordam, Oeiras, Celta Editora DEXTER, Lewis Anthony (2006) Elite and specialized interviewing, University of Essex (Colchester) - ECPR Press. FENTRESS, James e WICKAM, Chris (1994) Memória social. Novas perspectivas sobre o passado, Lisboa, Teorema FERRAROTTI, Franco (1981) Storia e storia di vita, Roma, Laterza FODDY, William (1996) Como perguntar. Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários, Oeiras, Celta Editora HALBWACHS, Maurice (1968) La mémoire collective, Paris, Presses Universitaires de France (edição original - 1950) HALBWACHS, Maurice (1994) Les cadres sociaux de la mémoire, Paris, Albin Michel (edição original - 1925) HOBSBAWM, Eric e RANGER, Terence (organizadores) (1983) The invention of tradition, Cambridge, Cambridge University Press JENIN, E. (2002) Los trabajos de la memoria, Madrid, Siglo XX JOUTARD, Philippe (1983) Ces voix qui nous viennent du passé, Paris, Hachette LOWENTHAL, David (1985) The past is a foreign country, Cambridge, Cambridge University Press MACKAY, Nancy (2007) Curating Oral Histories. From Interview to Archive, California, Left Coast Press, Inc NAMER, Gerald (1987) Memoire et societé, Paris, Méridiens Klincksiech NORA, Pierre, org., (1986-1992) Les lieux de mémoire, 7 vol, Paris, Gallimard PASSERINI, Luisa (1988) Storia e soggettività. Le fonti orali e la memoria, Florença, La nuova Italia PENEFF, Jean (1990) La méthode biographique: de l´École de Chicago à l'histoire orale, Paris, Armand Collin PORTELLi, Alessando (2013) A morte de Luigi Trastulli e outros ensaios, Lisboa, Edições Unipop REVEL, Jacques (1996) Jeux d'échelles. La micro-analyse à l'expérience, Paris, Gallimard / Le Seuil RICOEUR, Paul (2000) Mémoire, l'histoire, l'oubli, Paris, Seuil RITCHIE, Donald A. (2003) Doing Oral History. A Pratical Guide, 2º edição, Oxford University Press SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1990) The myths we live by, London / New York, Rowtledge SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1994) Theatres of memory, London, Verso THOMPSON, Paul (1978) The voice of the past. Oral History, Oxford / London / New York, Oxford University Press VALCUENDE DEL RIO, José María e Susana Narotsky Molledo (orgs.) (2005) Las políticas de la memoria en los sistemas democráticos: poder, cultura y mercado, Sevilha, Federación de Asociaciones de Antropología del Estado Español / Fundación El Monte / Asociación Andaluza de Antropología VANSINA, Ian (1965) Oral tradition as History, Madison / Wisconsin, University of Wisconsin Press VIDIGAL, Luís (1996) Os testemunhos orais na escola: história oral e projectos pedagógicos, Porto, Asa. YOW, Valerie Raleigh (1994) Recording Oral History. A Pratical Guide for Social Scientists, London, Sage Publications
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Docentes
Paulo Miguel Martins
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta disciplina é perspectivar a importância da utilização de imagens como fonte histórica e criar os instrumentos para o seu uso.O Contacto crítico com bibliografia é também relevante. Ao mesmo tempo que se elencam os temas e fontes passíveis de estudo, ou já estudados por diversos historiadores, também se abrem portas para uma aprendizagem concreta do seu uso.Os Sistemas de representação e de presentação, o enquadramento e análise crítica do documento, a constituição de corpus documentais visam uma apropriação dos saberes que começa na tomada de consciência das dificuldades do uso da fonte visual. O objectivo é capacitar o estudante a ter uma autonomia na escolha dos problemas, das fontes e dos média que estudará.
Programa
1. História da relação entre história e imagem. 2. Ver: Materialidade, imaterialidade da imagem Módulo. 3. O problema da representação. 3.1. Linguagens, contextos. 3.2. Símbolos, Mitologias. 4. A imagem como fonte. 4.1. O comentário do Documento iconográfico. 4.2. Difusão da imagem e sua Importância como fonte histórica. 4.3. A constituição de Corpus. 5. Estudos de caso 5.1. A Iconografia do Poder. 5.2. Simbólica da Nação. 5.3. Denegrir e Marginalizar. 5.4. Imagem: encontros e desencontros culturais. 5.5. Simbólica do Movimento Operário. 5.6. Representações do Espaço habitado ou explorado.(Paisagens, vistas, perspectivas, planos e mapas. 5.7. Propaganda e publicidade. 5.8. Imagem e identidade. 6. A imagem de conteúdo Histórico. 6.1. Cinema Histórico. 6.2. Banda Desenhada e História. 7. Balanço da Aprendizagem.
Processo de Avaliação
Avaliação correspondendo aos principais objectivos do curso.1 centrada na capacidade de compreensão e crítica da historiografia existente.2 momento duas fases. Escolha de tema e apresentação na aula. Realização do trabalho escolhido escrito. O objectivo é obter a autonomia da organização do trabalho, a comunicação oral e escrita dos resultados e a sua discussão com o professor e o grupo. A integração dos resultados da discussão. A escolha é feita com o professor em entrevista no gabinete.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. França, José Augusto, "História e Imagem", comunicação feita em Assembleia Geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Annais da Academia Portuguesa de História. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. Guigueno, Vincent, Delage, Christian, L'ouvrage, l'historien et le film, Gallimard, Paris, 2004 Duprat, Annie, Images et histoire: outils et méthods des Documents iconographiques,Paris, 2006. Barros, José d'Assunção," Cinema e história- as funções do cinema como agente, fonte e representação da História" em Ler História nº 52, 2007.
Bibliografia Opcional
AA.VV. Image et Histoire, Actas do colóquio de Paris/Censier, Publications de la Sorbonne, 1987. Agulhon Maurice, « Les Symboles figurés dans la propagande du mouvement ouvrier français de 1880 à 1914 », em La cultura operaria nella società industrializzata », Mezzosecolo, n.º 5, 1985. Agulhon, Maurice, La Marianne au Combat, l?imagerie et la Symbolique Républicaine , Flamarion , Paris 1979. Barthes, Roland, A Câmara clara, ed. 70 Barthes, Roland, L?Empire des Signes, Skira- Les Sentiers de La Création, Flammarion, Paris, 1980. Berger, John, Modos de ver, Arte e Comunicação, ed. 70, Lisboa, 1980. Bianco, Bela Feldman,Leite L. Miriam,(org.) Desafios da Imagem, São Paulo, 1998/2005. Bonnell, Victoria, Iconography of Power: Soviet Political Poster under Lenin and Stalin, Califórnia UP, 1997. Caetano, Carlos, A Ribeira de Lisboa Na Época da Expansão Portuguesa (Séculos XV a XVIII). Pandora, Lisboa, 2004. Campbell, Hughs, ? Photographing Urban America 1969-1979: From Garry Winogrand?s Glance to Stephen Shore?s Gaze. Sessão 38 , Visionary Urbanism: Photographic, Filmic and Digital Representation, Congresso de Associação Europeia de História Urbana, Estocolmo , 2006. http://www.historia.su.urbanhistory/eauh/specialistabstract2.htm Carvalho, José Murilho, A Formação das Almas, 1990. Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, Turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. Clark, Keneth, Hall?s Dictionary of subjects & Symboles in Art, 1974. Cloqué, Louis, traité de Perspective pittoresque, avant 1930. Dias, Helena, Alegria, Maria Fernanda, ?Lisboa na Produção Cartográfica Portuguesa e Holandesa dos séculos XVI e XVII?, Revista Penélope, n.º 13, 1994. pp. 55/69. França, José Augusto, ? História e Imagem?, comunicação feita em Assembleia-geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Anais da Academia Portuguesa de História. Freund, Gisèle, Photographie et Société, Paris, 1974.Edição espanhola, La Fotografia como documento social, Gil y Gil Madrid 1976. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. George Duby et Jacques Le Goff, « Document Artistique e Histoire » Table Ronde em Francastel et Après Giesey-, Ralph, « Modèles de Pouvoir dans les Rites Royaux en France », em Annales, Economie, Société et Culture ,n.º 3, pp. 579-599. Guillerme, J. L?atelier du temps, Essay sur l?alteration des peintures, Humaine, Paris, 1954 Guinzburg, Carlo, Mitos, Emblemas, Sinais, Morfologia e Históra, Companhia das letras, São Paulo, 1990. Isaacs, Anne Catherine, Histoire, Images, Imaginaire, Clio´s workshops. Pisa, 2002. Lynch, Kevin, A imagem da Cidade, Lisboa, Ed. 70, 1976. Panovsky, Dora and Erwin, Pandora?s Box, The Changing Aspects of a Mythical Symbol, Princeton UP, 1978. Panovsky, Erwin, ? Contribution au problème de la description des oeuvres appartenant aux Arts plastiques et à celui de l'interprétation de leur contenu » em La perspective comme forme Symbolique, Paris, Editions Minuit, 1975. Panovsky, Erwin, Estudos de Iconologia : Temas Humanísticos na Arte do Renascimento, Lisboa, Estampa, 1982. Philibert Myriam, Dictionnaire illustré des Mythologies, ed. Lodi, Paris,2001. Pinheiro, Magda, O Liberalismo nos espaços Públicos, A memória das Revoluções Liberais através dos Monumentos que a Celébram, Celta, Oeiras, 2000. Pinheiro, Nuno, Classes populares e Fotografia, tese de Mestrado, ISCTE. Pinheiro, Nuno, em Eunice Relvas, Maria João Vaz e Nuno Pinheiro, org. Exclusão na História, Oeiras, 2001. Pinheiro, Nuno, O Teatro da Sociedade, Tese de Doutoramento, cehcp, 2006 Schwarcz, Lilia Moritz, As Barbas do Imperador, São Paulo, 1999. Reynero, Carlos, La escultura Comemorativa en Espanha, La Edad de oro del Monumento Público, 1820-1914, Madrid, 1999. Senos, Nuno, O Paço da Ribeira, 1501-1581, ed. Notícias, Lisboa , 2002
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Luís Miguel Carolino
Departamento de História
Objectivos
Esta UC tem como objectivo principal preparar e acompanhar os alunos na experiência prática profissional com vista à consolidação e aplicação dos conhecimentos e competências desenvolvidas ao longo da frequência do mestrado, em particular no que diz respeito ao funcionamento de instituições, projectos e acções no âmbito da História Moderna e Contemporânea.
Programa
1. Preparação do Estágio 1.1 Seleção do domínio e sede do Estágio profissional (contactar organizações, cartas de apoio) 1.2 Contratualização com a organização de acolhimento (protocolo de estágio, normas de enquadramento) 2. Exercício de estágio 2.1 Definição da orientação profissional 2.2 Plano do estágio (diagnóstico sobre o contexto, elaboração dos objectivos, definição da metodologia de estágio) 2.3 Execução do trabalho planeado 2.4 Monitorização da execução 2.5 Avaliação de processo 3. Reflexão sobre resultados e aprendizagens 3.1 Balanço da entidade de acolhimento 3.2 Relatório de estágio
Processo de Avaliação
i) Relatório individual de estágio: ponderação de 70%; ii) Exposição na aula: ponderação de 30%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Barbier, J.-M. (1996),Elaboração de Projectos de Acção e de Planificação,Porto,Porto Editora. Booth,Wayne,Gregory Colomb e Joseph Williams (2003),The Craft of Research,Chicago,The University of,Chicago Press, 2ª ed Capucha,Luís (2008),Planeamento e avaliação de projetos. Guião prático.Lisboa,ME/DGIDC Donatella e M. Keating (eds.) (2008) Approaches and Methodologies in the Social Sciences.A Pluralist Perspective, Cambridge, Cambridge University Press ISCTE(2008),Normas Orientadoras para a Dissertação ou Trabalho de Projecto de Mestrado. Neves, José, Garrido, Margarida, Simões Eduardo. 2008. Manual de Competências Pessoais, Interpessoais e Instrumentais. Teoria e Prática.Lisboa.Editora SÍLABO. Sweitzer,H. F., & King, M. (2014). The Successful Internship: Personal,Professional, and Civic Development in Experiential Learning, Belmont, CA: Brooks/Cole, Cengage Learning. Quivy,R., L. Champenhoud. 2003. Manual de Investigação em Ciências Sociais. Lisboa. Gradiva.
Bibliografia Opcional
A indicar consoante a instituição e o tema geral do estágio.
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Ana Pina
Departamento de História
Objectivos
Concretização do projecto de tese: estudo das fontes, descrição e comentário dos documentos. Resultados da investigação e escrita.
Programa
Debate e exposição de problemas encontrados no trabalho e na escrita.
Processo de Avaliação
Não há avaliação, apenas aconselhamento.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
A fornecer a cada estudante
Bibliografia Opcional
A fornecer a cada estudante
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Objectivos
Preparação do projecto de tese: Definição de problemáticas e conceitos,design da pesquisa tendente à conclusão da tese.Definição das fontes. Conceito de Estado da Arte.
Programa
Do programa constam aulas de seminário de apresentação do plano tipo do projecto pelo professor e de apresentação pelos estudantes do design dos seus próprios projectos de tese. Debate e exposição de problemas encontrados no trabalho. Programa (Inglês) The program contains classes for th
Processo de Avaliação
O projecto de tese é apresentado no seminário e discutido com o professor e os colegas. É posteriormente apresentado por escrito e avaliado.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
A fornecer a cada estudante
Bibliografia Opcional
A fornecer a cada estudante
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