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1 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
A disciplina de Arquitetura I constitui uma primeira aproximação ao processo de projeto através da simulação de exercícios práticos de cariz abstrato por contraponto a formas codificadas de arquitetura com os seguintes objetivos: 1.Identificação do plano disciplinar da arquitetura: do território em que opera, das ferramentas de que se socorre, da relação com outras áreas disciplinares; 2.Investigação conceptual de problemas espaciais e valorização da importância do processo criativo enquanto permanente aferição crítica entre conceção e produção; 3.Interpretação da relação entre espaço e programa. Exploração de relações visuais e espaciais, de espaços relacionais e sequências espaciais; 4.Reconhecimento da relação entre estrutura e materialidade, entre caracterização e perceção; 5.Representação, organização e apresentação gráfica de um processo de arquitetura; estruturação de um discurso escrito e oral.
Programa
O programa divide-se em 4 blocos temáticos que informam o desenvolvimento dos exercícios: CP1 Enquadramento e abordagem à problemática da arquitetura 1.1.Enquadramento e definição da disciplina. Cp2 Espaço arquitetónico: imaginado, percecionado, concebido 2.1.Os elementos primários do espaço; 2.2.Princípios básicos de organização e composição espacial; 2.3.Proporção e Escala. CP3 Programa espacial 3.1.Configurações formais e seus potenciais de ocupação; 3.2.Sequências espaciais, fronteiras e circulação; a perspetiva em arquitetura. CP4 Materialidade e estrutura 4.1.Qualidades do espaço: materialidade; textura; luz/sombra; cor; 4.2.Relação entre estrutura interna e superfície externa; 4.3.Relação entre estrutura física e conceptual. CP5 Representação 5.1.Ferramentas generativas do projeto arquitetónico: registos bidimensionais e tridimensionais; 5.2.Princípios básicos do Desenho Técnico; 5.3.Apresentação, representação e comunicação de um projeto - princípios básicos.
Processo de Avaliação
A avaliação é contínua, implicando uma presença mínima de 65% nas aulas, discussões periodicas do trabalho com o docente, a entrega de todos os exercícios nas datas, e a apresentação a um júri final. A nota final resulta da ponderação: 80%exercícios+10%progressão+10% júri. Os alunos deverão demonstrar constância, criatividade e coerência na investigação dos temas e desenvolvimento das propostas; capacidade de comunicação gráfica, escrita e oral; rigor na apresentação do processo de trabalho.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baeza, A. C., A Ideia Construída Casal de Cambra: Ed. Caledscópio. 2004 Le Corbusier. Por uma arquitectura São Paulo: Ed. Perspectiva. 2006 Focillon, H., A Vida das Formas Lisboa Ed. 70. 2000 Hertzberguer. H., Lessons for Students in Architecture Rotterdam: 010 Publishers. 2005 Munari, B., Fantasia. Invenção, Criatividade e Imaginação na Comunicação Visual Lisboa: Ed. Presença. 2007 Niemeyer, Ó., Conversa de arquitecto Porto: Campo das Letras. 1997 Solà-Morales, I., Intróduccion a la Arquitectura. Conceptos fundamentals Barcelona: Ed. UPC. 2000 Tanizaki, J., Elogio da Sombra Relógio d'Agua Ed. Lisboa. 1999 Távora, F., Da organização do Espaço Porto: Ed. FAUP. 1996 Zumthor, P., Atmosferas Barcelona: Ed. Gustavo Gili. 2006 Pallasmaa, J., The eyes of the skin. Architecture and the senses. Chichester: John Wiley & Sons. 2005 Zevi, Bruno, Saber ver a Arquitectura, Lisboa: Arcádia. 1996
Bibliografia Opcional
Cunha, Luis Veiga da Desenho Técnico, Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 1994 Fusco, Renato de, A ideia de Arquitectura , Edições 70, Lisboa. 1984 Frampton, Kenneth, Rappel à l'ordre, the case for the Tectonic, in Architectural Design 60. 1990 Giedion, Sigfried, Espaço, Tempo e Arquitectura, São Paulo: Martins Fontes. 2004 Hearn, il, Ideas que han configurado edificios, Barcelona: Editorial Gustavo Gili. 2006 Meiss, Pierre Von, De la Forme au Lieu: une introdution a l'étude de l'Architecture, Lausanne: Presses Polytecniques et Universitaires Romandes. 1993 Quaroni, Ludovico, Proyectar un Edifício: ocho lecciones de arquitectura, Madrid: Xarait Ediciones. 1980 Rodrigues, Ana L. Madeira, O desenho: ordem do pensamento arquitectónico, Lisboa:Estampa. 2000 Rodrigues, Maria João Madeira, O que é Arquitectura?, Lisboa:Editora Quimera. 2001 Rodrigues, Maria João Madeira, Vocabulário Técnico e Crítico de Arquitectura, Lisboa: Editorial Quimera. 2002 Zevi, Bruno, Saber ver a Arquitectura, Lisboa: Arcádia. 1996
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Objectivos
"Cultura Arquitectónica" constitui a disciplina inicial na área científica da Teoria e História de Arquitectura e Urbanismo, que se prolonga pelos anos sucessivos do Mestrado Integrado em Arquitectura (MIA), integrando-se no 1º Semestre do respectivo plano de estudos.
O seu carácter inicial vem a justificar o perfil particular desta unidade curricular, na qual se procura oferecer aos alunos uma introdução ao pensamento arquitectónico.
Programa
Em "Cultura Arquitectónica", os alunos serão familiarizados com campos temáticos diversos, dentro do mundo da Arquitectura, mas também dentro do quadro mais alargado das Artes e Ciências.
Esta revisão crítica a realizar nas aulas, ou grupos de aulas, irá inscrever-se, entre outros, nos campos seguintes:
I. A construção (ou «arquitectura») popular, a construção tradicional e o projecto erudito;
II. A «inovação» na Arquitectura e nas Artes:
Paradigmas da Arquitectura ao longo dos tempos; Personalidades centrais na produção arquitectónica Ocidental: projectistas portugueses e estrangeiros.
III. Arquitectura e Tecnologia:
Filantropias e Utopias na idade industrial; O idealismo moderno; As tipologias arquitectónicas da era moderna;
Processo de Avaliação
A UC vigora em "avaliação contínua" sendo tomadas em consideração a continuidade/qualidade da prestação do aluno como segue: 15%: participação (empenho, comportamento participativo, assiduidade,etc.); 85%: valorização de trabalhos práticos e teste.
O docente comunicará as classificações antes da época de avaliação. Têm acesso a exame final os alunos que não tenham obtido classificação positiva ou que, tendo-a obtido, requeiram exame para melhoria de nota (conforme RGACC ponto 7,artº 4).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
AA.VV. "Arquitectura Popular em Portugal". O.A.Portugueses, 1988. Catº Biblª ISCTE-IUL: AU.157. BENEVOLO, Leonardo. "As Origens da Urbanística Moderna". Editª Presença, 1993. Catº Biblª ISCTE-IUL: AU.174 BEN*Ori. BENEVOLO, Leonardo. "História da Cidade". Editª Perspectiva. São Paulo, 1999. Catº Biblª ISCTE-IUL: AU.174 BEN*His. CHUECA GOITIA, Fernando. "Breve História do Urbanismo". Editªl Presença, 1996. LAMERS-SCHUTZE, Petra (Coord.). "Teoria de Arquitectura. Da Arquitectura aos nossos dias". Edº Taschen, 2003. Catº Biblª ISCTE-IUL: AU-111 Teo. MOUTINHO, Mário. "A Arquitectura Popular Portuguesa". Editªl Estampa, 1995. Catº Biblª ISCTE-IUL: AU.159 MOU*Arq 3ª ed. OLIVEIRA, Ernesto Veiga de, GALHANO, Fernando. "Arquitectura Tradicional Portuguesa". Publ. D.Quixote, 1992. Catº Biblª ISCTE-IUL: AU.157 OLI*Arq. RUA, Maria Helena. "Os dez livros de arquitectura de Vitrúvio". Depº Engª Civil IST, 2006. Catº Biblª ISCTE-IUL: AU-111 VIT*Dez.
Bibliografia Opcional
CAMPO BAEZA, Alberto. "A ideia construída". Caleidoscópio, 2005. Catálogo Biblioteca ISCTE-IUL: AU.111 CAM*Ide. CARMEL-ARTHUR, Judith. "Antoni Gaudí : arquiteto visionário do sagrado e do profano". Cosac & Naify. São Paulo, 2000. Catálogo biblioteca ISCTE-IUL: AU.111 CAR*Ant. CHOAY, Françoise. "O urbanismo : utopias e realidades : uma antologia". Presença. São Paulo, 2005. Catº Biblª ISCTE-IUL: AU.174 CHO*Urb vrs bra. CORREIA, Graça. "Ruy D'Athouguia : a modernidade em aberto". Caleidoscópio, 2008. Catálogo Biblioteca ISCTE-IUL: AU.101 COR*Ruy. FRANÇA, José-Augusto. "Lisboa pombalina e o iluminismo". Bertrand, 1983. Catº Biblª ISCTE-IUL: ISCTE-IUL: AU.113.4 FRA*Lis. GUELL, Xavier. "Antoni Gaudí". Gustavo gILI, 1986. Catálogo Biblioteca ISCTE-IUL:AU.101 GUE*Ant. JONES, Peter Blundell. "Gunnar Asplund". Phaidon Press, 2006. Catálogo Biblioteca ISCTE-IUL: AU.101 JON*Gun. LAMAS, José M. "Morfologia Urbana e Desenho da Cidade". Fundação Calouste Gulbenkian, 2000. Catº Biblª ISCTE-IUL: AU.170 LAM*Mor. ROSSI, Aldo. "A Arquitectura da Cidade". Edições Cosmos, 2001. Catálogo Biblioteca ISCTE-IUL: AU.111 ROS*Arc. TOSTÕES, Ana e COSTA, Sandra Vaz (coord. Edit.). "Arquitectura Moderna Portuguesa. 1920-1970". TALAMONA, Marida. "Casa Malaparte". Princeton Architectural Press, 1992. Catálogo Biblioteca ISCTE-IUL: AU.157 TAL*Cas. VÁZQUEZ, Fernando (textos), TRIGUEIROS, Luís (edição). "MIES VAN DER ROHE. 1886-1969". Editorial Blau. Lisboa, 1999. Catálogo Biblioteca: ISCTE-IUL AU.101 ROH*Mie,1. VIEGAS, Inês Morais. "Cartulário Pombalino. Colecção de 70 Prospectos (1758-1846)". Departamento de Património Cultural - Arquivo Municipal de Lisboa. Catálogo Biblioteca ISCTE-IUL: AU.113.4 Car. ZEVI, Bruno. "Saber Ver a Arquitectura". Martins Fontes. São Paulo, 1996. Catálogo Biblioteca ISCTE-IUL: AU.111 ZEV*Sab.
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Objectivos
O programa da UC de Desenho I incide fundamentalmente sobre a experimentação, aplicação e sistematização dos meios operativos e dos elementos estruturais da expressão e do discurso gráficos, tendo em vista o desenvolvimento de competências ao nível da observação, análise e representação no domínio do discurso gráfico e do seu enquadramento nas estratégias da comunicação visual. O programa tem como objetivos gerais:
OG1 Promover a exploração das potencialidades e comportamentos específicos dos materiais (físicos e conceptuais) e meios atuantes do Desenho. OG2 Incentivar a aplicação e sistematização de elementos e conceitos estruturais da expressão gráfica. OG3 Estimular o desenvolvimento de competências de observação, análise e representação gráfica bi e tridimensional. OG4 Estimular o desenvolvimento de hábitos e motivações de discurso gráfico. OG5 Estimular o desenvolvimento de uma visão crítica e metodologias próprias de expressão e comunicação visual.
Programa
1. Meios operativos CP1 Materiais Materiais físicos (suportes e instrumentos) Materiais Conceptuais CP2 Processos e Técnicas de Representação Representação bidimensional Representação tridimensional
2. Elementos estruturantes da expressão gráfica CP3 Lineares (informatividade da linha, tipologias, naturezas, espessuras e intensidades). CP4 Lumínicos (luz, luminosidade e escala tonal). CP5 Texturais (naturais e artificiais, óticos e táteis, traçados mistos).
3. Metodologias de tradução gráfica bidimensional CP6 Forma Forma | Estrutura Forma | Configuração Forma | Superfície Forma | Volume Processos de simplificação (acentuação e nivelamento) Variantes expressivas CP7 Composição Enquadramentos, ritmos, escalas
Processo de Avaliação
Regime de avaliação: contínua e final. A avaliação contínua pressupõe pontualidade e uma assiduidade igual ou superior a 80%.; frequência individual (30%); empenho no desenvolvimento do exercício (20%); competências adquiridas (50%). A avaliação final decorre no final do semestre e consta de uma apresentação individual de todo o trabalho desenvolvido ao longo do semestre. Os estudantes ficam aprovados se nesta avaliação tiverem uma classificação igual ou superior a 10 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
AA.VV., Desenho Projecto de Desenho, Lisboa: M. Cultura /Inst. Arte Contemporânea,2002. HORTON, James, Introdução ao Desenho. Lisboa: Editorial Presença,1996. KAUPELIS, Robert, Experimental Drawing, NY: Watson-Guptill Publications,1992. LE CORBUSIER, Le Corbusier: Les Voyages d?Allemagne, Carnets (Ch.-E. Jeanneret), Milano : Electa, Paris : Fondation L.C.,1994. MOLINA, Juan José Gómez (coord.), Las Lecciones del Dibujo, Madrid: Ed. Cátedra,1999. Estrategias del Dibujo en el Arte Contemporáneo, Madrid: Ed. Cátedra,1999. Máquinas y Herramientas de Dibujo, Madrid: Ed. Cátedra,2002. MOLINA, Juan José Gómez; CABEZAS, Lino; COPÓN, Miguel, Los Nombres del Dibujo. Madrid: Cátedra,2006. ROBBINS, Edward, Why Architects Draw (Architects - Interviews), Massachusetts: The MIT Press,1994. SALE, Teel; BETTI, Claudia, Drawing; A Contemporary Approach, Belmont: Wadsworth Group/Thompson Learning,2004. SIMPSON, Ian. Drawing: Seeing and Observation, London: A&C Black Publishers,1992.
Bibliografia Opcional
AA. VV., O Desejo do Desenho, Casa da Cerca. Almada: C.M. de Almada, 1995. BONNEFOY, Yves, Dessin, couleur et lumière, Paris : Édition Mercure de France, 1995. CALHAU, Fernando; CASTRO CALDAS, Manuel; FARIA, Nuno, O Génio do olhar: Desenho como disciplina 1991-1999. Lisboa Instituto de Arte Contemporânea, 2000. CARNEIRO, Alberto, Campo, sujeito e representação no ensino do desenho, Porto: FAUP Publicações, 1995. COOPER, Douglas, Drawing and Perceiving, NY: Van Nostrand, 1992. EDWARDS, Betty, Vision, Dessin, Créativité, Liège : Pierre Mardaga, 1986. Drawing on the Artist Within. NY: Simon & Schuster Inc., 1987. FARIA, Nuno; WANDSCHNEIDER, Miguel (textos), A Indisciplina do Desenho. Lisboa: Instituto de Arte Contemporânea, 1999. FARIA, Nuno; ZIMBRO, Manuel, Desenho. Lisboa: Assírio e Alvim/ Fundação Carmona e Costa, 2008. MASSIRONI, Manfredo, Ver pelo Desenho ? Aspectos Técnicos, Cognitivos, Comunicativos. Lisboa: Edições 70, 1989. NICOLAÏDES, Kimon, The Natural Way to Draw: A Working Plan for Art Study, London: André Deutsch Lde., 1988. RODRIGUES, Ana Leonor Madeira, O Desenho, ordem do pensamento arquitectónico, Lisboa: Editorial Estampa, 2000. RUSKIN, J., The Elements of Drawing, London: The Herbert Press, 1991. SMITH, Ray, Introdução à Perspectiva, Lisboa: Presença, 1996.
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Objectivos
As UCs de Estruturas I a IV formam um conjunto coerente onde são abordados os conceitos da Engenharia de Estruturas com interacção directa com a Arquitectura. O objectivo é conferir aos alunos conceitos do comportamento estrutural, com vista à sua aplicação nos trabalhos de projecto e noutras cadeiras do curso. Estruturas I lança as bases das UC de Estruturas seguintes. Para tal, é inicialmente exposto o processo de análise e concepção estrutural e as ferramentas fundamentais, seguindo-se uma revisão de conceitos de Física, Matemática e de Algebra Vectorial. Finalmente, estudamse os carregamentos comummente aplicados às estruturas, com ênfase nos sismos, e a Filosofia de Segurança subjacente à regulamentação nacional e europeia.
Programa
CP1 - O que é uma estrutura. Análise e Concepção de estruturas. CP2 - Bases da análise de Estruturas: do empirismo à modelação numérica. CP3 - Fases do Projecto de Estruturas. CP4 - Regulamentação Estrutural Nacional e Europeia. CP5 - Unidades de força/massa e pressão. Sistemas SI e Imperial. CP6 - Precisão em cálculos de engenharia estrutural CP7 - Trigonometria. CP8 - Vectores, Forças e Momentos. CP9 - Cargas concentradas e distribuídas. CP10 - Equilíbrio de partículas e de corpos no plano e no espaço. CP11 - Filosofia de Segurança. CP12 - Carregamentos em estruturas. CP13 - Engenharia Sísmica.
Processo de Avaliação
A classificação é a melhor das notas resultantes da Avaliação Contínua e do Exame. A nota da Avaliação Contínua resulta do teste final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Seward, D. Understanding Structures - Analysis, materials and design. Palgrave. Zalewski, W., Allen, E. Shaping Structures: Statics. Willey 1998. Beer, Ferdinand P., Johnston, E. Russel Jr., Mecânica Vectorial para Engenheiros: Estática. 7ª Edição, McGraw-Hill. Arya, Chanakya, Design of Structural Elements, 3ª Ed., Taylor and Francis 2009. Ching, F. D. K., Onouye, Barry S., Zuberbuhler, D.. Building Structures Illustrated. Milne , R. J. W., Structural Engineering: History and Development, Taylor & Francis. Onouye, B.S., Kane, K. Statics and Strength of Materials for Architecture and Building Construction.
Bibliografia Opcional
Heyman, Jacques. Structural Analysis: A Historical Approach - The Development of Materials and systems for buildings (MIT Press). Mascarenhas, Jorge. Sistemas de Construção VIII - Estruturas de Aço Laminado e Conformado a Frio, Materiais Básicos, Livros Horizonte. Lourenço, P. Dimensionamento de Alvenarias Estruturais. Universidade do Minho, 1999. Regulamento de Segurança e Acções em Edifícios e Pontes, INCM, Lisboa. Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado, INCM, Lisboa. Eurocódigo EC1 - Acções em Estruturas Correntes. Eurocódigo EC2 - Projecto de Estruturas de Betão. Eurocódigo EC3 - Projecto de Estruturas de Aço. Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado, INCM, Lisboa. Eurocódigo EC2 - Projecto de Estruturas de Betão. Eurocódigo EC3 - Projecto de Estruturas de Aço. Eurocódigo EC4 - Projecto de Estruturas de Mistas de Aço e Betão. Bryson, Bill (2003). A short history of nearly everything. Billington, D. (1985). The tower and the bridge: The new art of structural engineering, Princeton University Press, Princeton, N.J. Rice, Tim. En Engineer Imagines. Levi, Matthys, Salvadori, Mario. Why Buildings Fall Down.
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Objectivos
O programa da unidade curricular percorrerá o caminho evolutivo da Geometria enquanto instrumento objetivo de trabalho do arquiteto no seu papel de modelador do espaço utilizando conceitos geométricos de composição na arquitetura. Com isto pretende-se atingir os seguintes objetivos gerais: OG1. Dotar os estudantes de noções de geometria descritiva essenciais como instrumento de trabalho do arquiteto. OG2. Dotar os estudantes de competências na leitura de diferentes tipos de representação de desenho rigoroso de arquitetura. OG2. Promover o conhecimento das estruturas geométricas que sistematizam a composição na arquitetura.
Programa
1. Espaço, Número, Proporção CP1. Leitura de diferentes espaços arquitetónicos segundo a sua geometria. 2. Regras de proporção estática e dinâmica CP2. Traçados reguladores CP3. Propriedades das figuras planas e dos sólidos CP4. O Corpo Humano e os Cânones de Proporção (Egipto/Vitruvio/Palladio/Corbusier) 4. Sistemas Geométricos de Projeção CP5. Perspetiva de projeções paralelas: axonometria, cavaleira, planometria CP6. Perspetiva Linear: definições, pontos de fuga e linhas de fuga, proporção, escala. CP7. Projeções cotadas: princípios e conceitos base; interseção, paralelismo e perpendicularidade; aplicação em arquitetura, telhados, sombras, superfícies topográficas. CP8. Sombras: fonte luminosa, sombras de superfícies, aplicação integrada em arquitetura 5. O Desenho Manual (DM) e o Desenho Assistido por Computador (DAC) CP9. Noções de representação de elementos arquitetónicos
Processo de Avaliação
A avaliação é periódica fundamentada em 5 exercícios de realização obrigatória. O desenvolvimento dos trabalhos será discutido com o docente numa periodicidade quinzenal. É obrigatória a presença a 60% das aulas. A avaliação é realizado do seguinte modo: ex.1- 25%; ex.2 - 25%, ex.3 - 25%, ex.4 - 5%, ex.5 - 20%. Dispensa exame com 10 valores na condição de nenhum dos exercícios ter avaliação inferior a 8 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
ASENSI, F. Izquierdo, Geometría Descriptiva. Madrid: Editorial Paraninfo, 1997. BARTRINA, Lluís Villanueva, Perspectiva Lineal. Su construcción y su relación con la fotografía. Barcelona: Ediciones UPC, 2001. CABEZAS, Lino; Ortega, Luís F, Análisis Gráfico y Representación Geométrica. Barcelona: Adiciones Universitat de Barcelona, 2001. EVANS, Robin, The Projective Cast. Architecture and Its Three Geometries. London: MIT Press, 2000. LIONEL, March, Architectonics of Humanism. Essays on Number in Architecture. London: Academy Editions, 1998. PADOVAN, Richard, Proportion: Science Philosophy Architecture. London: E e FN Spon, 1999. POZO, José Manuel - Geometría para la Arquitectura. Concepto y Prática. Pamplona: T6 Sediciosas Escola Superior de Arquitectura. Universidad de Navarra, 2002 SCHAARWACHTER, George, Perspectiva para Arquitectos. México: GG-México, 2001. XAVIER, João Pedro, Perspectiva, Perspectiva Acelerada e Contraperspectiva. Porto: FAUP, 1997.
Bibliografia Opcional
ALSINA, Claudi- Lecciones de Álgebra y Geometría. Curso para estudiantes de Arquitectura. Barcelona: Gustavo Gili, 1984 GIEDION, Sigfried - El Present Eterno: Los Comienzos de la Arquitectura. Madrid: Alianza Forma, 1997 NEVES, Victor - O Espaço, o Mundo e a Arquitectura. Lisboa: Ed. Universidade Lusíada, 1998 VELOSO, Eduardo - Geometria: Temas Actuais, Materiais para Professores. Lisboa Instituto de Inovação Educacional, 1998 WITTKOWER, Rudolf - Architectural Principles in the Age of Humanism. New York: W.W. Norton e Company, 1971 AUBERT, Jean - Cours de Dessin D?Architecture à partir de la Geometrie Descriptive. Paris: éditions de la Villette, 1996 CUNHA, L. Veiga da - Desenho Técnico. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1974 DAMISCH, Hubert - The Origin of Perspective. London: MIT Press, 2000 MURTINHO, Vítor - Perspectivas: O Espelho Maior ou o Espaço do Espanto. Coimbra: Ed. do Departamento de Arquitectura da FCTUC, 2000 PINHEIRO, Carlos da Silva - Perspectiva. Lisboa: Faculdade de Arquitectura, s.d. PINHEIRO, Carlos da Silva e Pedro Fialho de Sousa ? Desenho. Lisboa: Colecção de Textos pré-universitários, 1980 REIS, Vítor dos - O Olho Prisioneiro e o Desafio do Céu. A primeira demonstração perspéctica de Filippo Brunelleschi como invenção e paradigma da perspectiva central. Lisboa: Faculdade de Belas Artes/Universidade de Lisboa, 2002. RIBEIRO, Carlos Tavares - Geometria Projectiva. Conceitos, Metodologias, Aplicações. Odivelas: Europress, 1991. RICCA, Guilherme - Geometría Descriptiva. Método de Monge. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1992 RODRIGUEZ DE ABAJO, F. Javier -Sistema de Planos Acotados. San Sebastián: Editorial Donostiarra, 1993 SILVA, Armando Cavaleiro e João José Malato - Geometria da Insolação de Edifícios. Lisboa: Laboratório Nacional de Engenharia Civil, 1969 TZONIS, A., L. LEFAIVRE, D. BILODEAU - Le Classicisme en Architecture, La Poétique de L`Ordre. Paris: Dunod 1985 WHITE, Gwen - Perspectiva para Artistas, Arquitectos e Desenhadores. Lisboa: Editorial Presença/Martins Fontes, 1981 XEREZ, A. C. - Topografia Geral. Lisboa: Edição da Revista da Associação de Estudantes do Instituto Superior Técnico, 1959
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Objectivos
A UC de Materiais em Arquitectura é a primeira de um núcleo de vocação tecnológica e construtiva, precedendo as UCs de Sistemas de Construção e de Tecnologias da Construção I, II e III.
O objectivo geral da UC é introduzir os materiais de construção através das suas características arquitetónicas e das propriedades de desempenho e tecnológicas. Pretende-se que os alunos adquiram competências de análise e de seleção crítica de materiais, tradicionais ou inovadores.
Programa
CP1 - Introdução aos materiais: classes, estrutura interna; CP2 - Propriedades dos materiais; CP3 - Materiais em arquitetura: metais, polímeros, cerâmicos, compósitos e ecomateriais; CP4 - Nanomateriais e materiais emergentes; CP5 - Normalização e certificação.
Processo de Avaliação
A avaliação é individual e a classificação é a melhor das notas resultantes da Avaliação Contínua e do Exame Final. A Avaliação Contínua contém duas componentes: testes individuais ao longo do semestre (17v) e participação nas aulas (3v). Os alunos dispensam do Exame com média de 12/20 valores na Avaliação Contínua.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
AAVV - Arquitectura Popular Portuguesa. Lisboa, AAP, 1998;
FERNANDEZ, J. - Material Architecture. Emergent materials for innovative buildings and ecological construction. Oxford: Architectural Press, 2006. ISBN-13: 978-0-7506-6497-4;
HEGGER; [et. al.] - Construction Materials Manual. Birkhauser, edition Detail, 2006 ;
HORNBOSTEL, Caleb - Construction Materials: Types, Uses and Applications. John Wiley & sons, inc. 1991;
TEIXEIRA, Gabriela Barbosa; BELÉM, Margarida da Cunha - Diálogos de edificação. Técnicas tradicionais de construção. Porto, CRAT, 1998;
WESTON, Richard - Materiales, forma y arquitectura. Barcelons: Blume, 2003.
Bibliografia Opcional
AlLBERT, Cuchí (et al.) - Ecomateriais. Estratégias para a melhoria ambiental da construção. Porto 2005;
Associação Portuguesa da Indústria de Cerâmica - Manual de Aplicação de Telhas Cerâmicas. 1998;
Associação Portuguesa da Indústria de Cerâmica - Manual de Aplicação Revestimentos Cerâmicos;
Associação Portuguesa da Indústria de Cerâmica - Manual de Alvenaria e Tijolo. APICER.
BAWER, L.A. Falcão - Materiais de Construção. Vol.1 e 2. Livros Técnicos e Científicos Editora, 1998;
Catálogo de rochas e pedras portuguesas. Instituto de Geologia e Minas;
CABRITA, Reis - Regras para elaboração de projectos, LNEC, Lisboa, 1996;
CASELLA, Gabriella - Gramáticas de Pedra. Levantamento de tipologias de Construção Murária. Porto: CRAT, 2003;
CORREIA, Mariana - Taipa no Alentejo. Lisboa, Argumentum, 2007;
DETHIER, Jean - Arquitecturas da terra. Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian;
FERNANDES, Afonso - Qualidades dos materiais e componentes da construção. Lisboa: LNEC, 1986;
FONSECA, Inês - Arquitectura de Terra em Avis. Lisboa, Argumentum, 2007;
FORTES, Manuel Amaral; ROSA, Maria Emília; PEREIRA, Helena - A cortiça. Lisboa: IST Press, 2004;
GONÇALVES, C.; MARGARIDO, F.; COLAÇO, R., (ed.) - Materiais de Construção. Guia de utilização. Loja da Imagem, 2005;
ILLSTON, J.M.; DOMONE, P.L.J. (editors) - Construction Materials; Spon Press, 2001;
LOURENÇO, Patrícia Isabel Mendes - Construções em terra: Os materiais naturais como contributo à sustentabilidade na construção. Lisboa: IST, 2002. (Dissertação para obtenção do grau de Mestre em Construção);
LUCAS, J. A. Carvalho - Azulejos ou ladrilhos cerâmicos: descrição geral, exigências normativas, classificação funcional. Lisboa: LNEC, 2003;
MARQUES, M.; Rodrigues, M. - Tintas, vernizes e revestimentos por pintura para a construção civil. Lisboa: LNEC Departamento de Materiais de Construção - Núcleo de Química, 1990;
MASCARENHAS, Jorge; Sistemas de Construção III - Paredes (2ª parte) e Materiais Básicos (1ª parte) (areia, madeira, pedra, cal aérea, cal hidráulica). Lisboa, Livros Horizonte, 2003;
MASCARENHAS, Jorge; Sistemas de Construção IV - Coberturas planas, Juntas. Materiais básicos (2ª parte): Materiais ferrosos e Alumínio. Lisboa, Livros Horizonte, 2006;
MASCARENHAS, Jorge; Sistemas de Construção V - O Edifício de Rendimento da Baixa Pombalina de Lisboa. Materiais Básicos (3.ª Parte): O Vidro. Lisboa, Livros Horizonte, 2004;
MASCARENHAS, Jorge; Sistemas de Construção VII - Coberturas inclinadas (2.ª parte). Materiais básicos (4.ª parte): materiais cerâmicos. Lisboa, Livros Horizonte, 2006;
MASCARENHAS, Jorge; Sistemas de Construção VIII - Estruturas de aço laminado e conformado a frio. Materiais básicos (5ª parte): o gesso, a cal aérea, o cimento e o aglomerado negro de cortiça. Lisboa, Livros Horizonte, 2006;
PETRUCCI, Eládio g.r. - Materiais de Construção. São Paulo, Editora Globo, 1973;
PIEDADE, A. Canha da - Materiais usados na construção de edifícios: pedras naturais. Lisboa: AEIST;
MACHADO, José Saporiti - Madeiras de folhosas e resinosas. ITES 11. Lisboa: LNEC, 2007;
SEGURADO, João Emílio dos Santos - Materiais de construção. Lisboa: Livraria Bertrand, 1936;
CATÁLOGO ON-LINE DAS ROCHAS ORNAMENTAIS PORTUGUESAS do INETI, Disponível em: http://e-geo.ineti.pt/bds/ornabase/default.aspx Pedras Naturais http://tonsdepedra.com/pedra_natural.php
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1 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
Arquitectura II constitui uma aproximação ao processo de projecto através de exercícios práticos progressivamente menos abstractos com os seguintes objectivos:1.Investigar os potenciais inerentes à inteligência dos materiais, o sentido e consequências da utilização de sistemas modulares para a construção de modelos tridimensionais, a geometria como um processo generativo;2.Explorar a relação entre estrutura física e conceptual, entre estrutura interna e superfície externa;3.Interpretar um programa de forma criativa;4.Trabalhar na construção real de um espaço envolvendo-se com o processo de produção/trabalho artesanal;5.Trabalhar com um território real e analisá-lo nas suas múltiplas dimensões:6.Manipular um terreno;7.Desenvolver a capacidade de expressão e investigação através de ferramentas gráficas bidimensionais e tridimensionais próprias da disciplina;8.Organizar e apresentar graficamente um projecto e respectivo processo conceptual, bem como estruturar um discurso escrito e oral.
Programa
Divide-se em 4 blocos temáticos que informam o desenvolvimento dos exercícios:CP1-Materialidade e estrutura;CP2-Espaço arquitetónico: imaginado,percecionado,concebido;CP3-Programa espacial;CP4-O lugar arquitetónico;CP5-Representação.Incidindo em programas arquitetónicos de pequena escala, o aluno responderá a questões de tipo programático, apurando o seu discurso arquitetónico na gestão das relações entre forma, espaço, função e materialidade. A escala reduzida dos temas a desenvolver permitirá uma abordagem de natureza antropológica e arquetípica na formação dos exercícios, colocando a tónica na utilização do espaço e do objeto arquitetónico criado, onde estarão presentes as preocupações intemporais da Arquitetura. Por fim, o aluno será confrontado com a contextualização do seu projeto, sendo-lhe apresentado um território físico com o qual deverá estabelecer um discurso dialogante.
Processo de Avaliação
A avaliação é contínua assentando em exercícios práticos com diferentes ponderações: 10%W1+25%E1+40%E2+5%W2+10%coeficiente de progressão+10%júri final. As avaliações intermédias são qualitativas e a final quantitativa. Os alunos deverão demonstrar constância na investigação dos temas propostos; criatividade e coerência no desenvolvimento de propostas conceptuais; capacidade de comunicação gráfica, escrita e oral; rigor na apresentação do processo de trabalho e no cumprimento de prazos.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
DODDS, George e TAVERNOR, Robert. "Body and Building", MIT Press, 2002. FRAMPTON, Kenneth. "Studies in Tectonic Culture: The Poetics of Construction in Nineteenth and Twentieth Century Architecture", The MIT Press, Cambridge Mass.1995. MOUSSAVI, Farshid and Kubo, MICHAEL. "The Function of Ornament", Harvard University Graduate School of Design and Actar, Barcelona, 2006. PALLASMAA, Juhani. "Los ojos de la piel. La arquitectura y los sentidos", Editorial Gustavo Gili, Barcelona, 2005. PALLASMAA, Juhani. "Encounters. Architectural Essays", Rakennustieto, Helsínquia, 2005. REISER, Jesse and UMEMOTO, Nanako, "Atlas of Novel Tectonics", Princeton Architectural Press, New Jersey 2006. ZUMTHOR, Peter. "Thinking Architecture", Birkhauser, Basileia, 1999. ZUMTHOR, Peter."Atmosferas", GG, Barcelona, 2006.
Bibliografia Opcional
ÁBALOS, Iñaki (2003) Visita guiada às casas da modernidade, Barcelona: Ediciones Gustavo Gili CURTIS, William J. R. "Abstractions in space: Tadao Ando, Ellsworth Kelly, Richard Serra", The Pulitzer Foundation for the Arts, 2001. DAL CO, Francesco (ed.). "Tadao Ando. As obras, os textos, a crítica.", Dinalivro, Lisboa, 2001. DUNSTER, David (1994) 100 casas Unifamiliares de la Arquitectura del Siglo XX, México: Editorial Gustavo Gili MOREIRA, Inês (2007) Petit Cabanon. Porto: Dafne MONTANER, Josep Maria (1993) Después del Movimento Moderno: Arquitectura de la segunda mitad del siglo XX, Barcelona: Ediciones Gustavo Gili XAVIER Monteys / Pere Fuertes. "Casa Collage - Un ensayo sobre la arquitectura de la casa", Gustavo Gilli, Barcelona, 2001. ZABALBEASCOA, Anatxu (1998) As Casas do Século, Lisboa: Editorial Blau
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Objectivos
O programa da UC de Desenho II articula-se em torno dos processos e sistemas de representação de espaços exteriores e interiores e do exercício da mobilidade do olhar tendo em vista a exploração de enquadramentos e a subversão das escalas dos objetos a representar. O programa tem como objetivos gerais:
OG1. Promover o entendimento do Desenho como instrumento conceptual e operativo da Arquitetura. OG2. Incentivar a aplicação correta de processos e sistemas de representação do espaço. OG3. Desenvolver hábitos e motivações de discurso gráfico. OG4. Desenvolver uma visão crítica e metodologias próprias de expressão e comunicação visual.
Programa
1. Factores estruturantes do discurso gráfico
CP1. Forma - Forma | Superfície - Forma | Volume - Forma | Espaço
2. Processos e sistemas de representação do espaço
CP2. Axonometrias CP3. Perspetiva linear CP4. Perspetiva atmosférica
3. A Reinvenção do espaço CP5. Espaço, luz e cor - Espaço cenográfico - Cenários
Processo de Avaliação
Regime de avaliação: contínua e final.
A avaliação contínua pressupõe pontualidade e uma assiduidade igual ou superior a 80%.; frequência individual (30%); empenho no desenvolvimento do exercício (20%); competências adquiridas (50%). A avaliação final decorre no final do semestre e consta de uma apresentação individual de todo o trabalho desenvolvido ao longo do semestre. Os estudantes ficam aprovados se nesta avaliação tiverem uma classificação igual ou superior a 10 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
AA.VV, Desenho Projecto de Desenho, Lisboa: M. Cultura /Inst. Arte Contemporânea, 2002. BRUSATIN, Manlio, «Desenho/Projecto» in Enciclopédia Einaudi, Vol. 25. Lisboa: INCM, 1993. HERBERT, Daniel M., Architectural Study Drawing, New York : Van Nostrand Reinhold, 1993. KAUPELIS, Robert, Experimental Drawing, New York : Watson-Guptill Publications, 1992. LE CORBUSIER, Le Corbusier: Les Voyages d?Allemagne, Carnets (Ch.-E. Jeanneret), Milano : Electa, Paris: Fondation L.C., 1994. SIMPSON, Ian, Drawing: Seeing and Observation, London: A&C Black Publishers, 1992.
Bibliografia Opcional
AA.VV., Desenho, Lisboa: Fundação Carmona e Costa/Assírio e Alvim, 2003. AA. VV. , O Desejo do Desenho, Casa da Cerca. Almada: C.M. de Almada, 1995. CARERI, Francesco, Walkscapes/El andar como prática estética, Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2002. CARNEIRO, Alberto, Campo, sujeito e representação no ensino do desenho, Porto: FAUP Publicações, 1995. HALL, Edward T., A Dimensão oculta, Lisboa: Relógio d ?Água, 1986. MASSIRONI, Manfredo, Ver pelo Desenho ? Aspectos Técnicos, Cognitivos, Comunicativos, (trad. portuguesa de Cidália de Brito), Lisboa: Edições 70, 1989. RODRIGUES, Ana Leonor M., O Desenho, Ordem do Pensamento Arquitectónico, Lisboa : Editorial Estampa, 2000. SULLIVAN, Chip, Drawing the Landscape, NY: John Wiley & Sons Inc., 1997. WIFFEN, V., Une leçon de dessin, Paris: Fleurus, 2000.
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Objectivos
As UCs de Estruturas I a IV formam um conjunto coerente onde são abordados os conceitos da Engenharia de Estruturas com interacção directa com a Arquitectura. O objectivo é conferir aos alunos conceitos do comportamento estrutural, com vista à sua aplicação nos trabalhos de projecto desenvolvidos nas cadeiras nucleares do curso.
Esta UC inicia-se com uma revisão dos conceitos de equilíbrio de estruturas, revendo-se depois o estudo das leis de comportamento de corpos elásticos, passando depois ao comportamento estrutural das construções mais simples: barras à tracção e à compressão, sendo desenvolvidos os primeiros exemplos práticos de dimensionamento. O programa finaliza com o estudo do funcionamento estrutural de treliças planas.
Programa
CP1 - Reacções de apoio de estruturas planas. CP2 - Esforço normal em barras. CP3 - Tensão, deformação e Lei de Hooke. CP4 - Dimensionamento de tirantes e colunas simples. CP5 - Treliças: cálculo e concepção.
Processo de Avaliação
É obrigatória a assistência a 60% das aulas. A classificação é a melhor das notas resultantes da Avaliação Contínua e do Exame. A nota da Avaliação Contínua é dada pela fórmula 0,40 x Teste (nota mínima de 9,5) + 0,60 x Avaliação Prática.
A Avaliação Prática é constituída por mini-testes online, exercícios práticos de concepção e construção de modelos. Há ainda um único exame escrito, em primeira época. Não há exame de segunda época.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Seward, D. Understanding Structures - Analysis, materials and design. Palgrave. Beer, Ferdinand P., Johnston, E. Russel Jr., Mecânica Vectorial para Engenheiros: Estática. 7ª Edição, McGraw-Hill. Zalewski, W., Allen, E. Shaping Structures: Statics. Willey 1998. Arya, Chanakya, Design of Structural Elements, 3ª Ed., Taylor and Francis 2009. Ching, F. D. K., Onouye, Barry S., Zuberbuhler, D.. Building Structures Illustrated. Milne , R. J. W., Structural Engineering: History and Development, Taylor & Francis. Onouye, B.S., Kane, K. Statics and Strength of Materials for Architecture and Building Construction.
Bibliografia Opcional
Heyman, Jacques. Structural Analysis: A Historical Approach - The Development of Materials and systems for buildings (MIT Press). Mascarenhas, Jorge. Sistemas de Construção VIII - Estruturas de Aço Laminado e Conformado a Frio, Materiais Básicos, Livros Horizonte. Lourenço, P. Dimensionamento de Alvenarias Estruturais. Universidade do Minho, 1999. Regulamento de Segurança e Acções em Edifícios e Pontes, INCM, Lisboa. Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado, INCM, Lisboa. Eurocódigo EC1 - Acções em Estruturas Correntes. Eurocódigo EC2 - Projecto de Estruturas de Betão. Eurocódigo EC3 - Projecto de Estruturas de Aço. Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado, INCM, Lisboa. Eurocódigo EC2 - Projecto de Estruturas de Betão. Eurocódigo EC3 - Projecto de Estruturas de Aço. Eurocódigo EC4 - Projecto de Estruturas de Mistas de Aço e Betão. Bryson, Bill (2003). A short history of nearly everything. Billington, D. (1985). The tower and the bridge: The new art of structural engineering, Princeton University Press, Princeton, N.J. Rice, Tim. En Engineer Imagines. Levi, Matthys, Salvadori, Mario. Why Buildings Fall Down.
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Objectivos
Esta UC tem como objectivo geral capacitar os alunos com a teoria e a prática da interpretação do ambiente físico natural enquanto aspecto fundamental do ambiente construído e da arquitectura. Nesse sentido, a disciplina é dedicada ao estudo das características físicas do território enquanto matriz do desenvolvimento das intervenções humanas. Serão identificadas as diversas componentes do ambiente físico natural que interferem directamente com esses assentamentos bem como fornecidos os meios e as técnicas de análise e de representação habituais. Procurar-se-á desta forma, dotar os alunos duma capacidade de interpretação do contexto natural, quer seja para a interpretação da cidade e da arquitectura através da história, quer seja para a concepção de novas formas urbanas e ou arquitectónicas.
Programa
1. Geografia a primeira arquitetura O Homem e o meio ambiente. Regiões climáticas e arquitetura. Arquitetura e urbanismo bioclimático. Arquitectura autóctone. 2. Arquitetura e Topografia Forma natural e forma construída. Tipologia territorial e edificativa A geometria do território. Linhas e pontos notáveis do território. Formas de representação do relevo. Análises fisiográficas do sítio arquitetónico. 3. Arquitetura e Sol A geometria solar. Carta solar. Arquitetura e urbanismo solar. Envelope solar. Sistemas passivos. 4. Arquitetura e Vento Princípios do movimento do ar: Ventos e brisas. O vento na cidade. Ventilação urbana e arquitetónica. 5. Arquitetura e água A água na cidade e na arquitetura. A água como elemento arquitetónico. Bacias hidrográficas e unidades de planeamento urbano e territorial. Espaços verdes e sistema hídrico. Sistemas húmido e seco. 6. Arquitetura e Biomimetismo: Copiando os processos da natureza. Biogeografia. Morfologia na natureza.
Processo de Avaliação
A avaliação é contínua, baseada no desenvolvimento de atividades desenhadas para cada aula (50%) e periódica baseada na elaboração de um teste escrito no final do semestre (50%). A assiduidade deverá ser >= a 70%. As atividades serão desenvolvidas em grupo ao longo do período de aulas e com entrega obrigatória. A avaliação é realizada na totalidade ao longo do período curricular não dando lugar à modalidade de avaliação final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
DAVEAU, Suzanne - Portugal Geográfico, Edições João Sá da Costa. Lisboa, 1995. GEIGER, Rudolf - Manual de Microclimatologia. O Clima da Camada de Ar Junto ao Solo, 2ª Ed., Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1990. GUERREIRO, Maria Rosália - O território e a edificação: O papel do suporte físico natural na génese e formação da cidade em Portugal, Tese de Mestrado em Desenho Urbano, ISCTE, 2002. HIGUCHI, Tadahiko - The Visual and Spatial Structure of Landscape, MIT Press, London, 1988. MOPT, Guía de la elaboración de estudios del medio físico, Monografias de la Secretaria del Estado para las Políticas del Agua y del Medio Ambienrte, 1992. OLGYAY, Victor - Arquitectura e Clima, Barcelona, Editorial Gustavo Gili, SA, 2002 (1963). RIBEIRO, Orlando - Portugal, o Mediterrâneo e o Atlântico - 5ª Ed. Liv. Sá da Costa, Lisboa, 1987. SAGAN, Carl - Cosmos, Gradiva, 1984. STRAHLER, A.H. - Modern Physical Geography, J. Wiley, N. Iorque, 1992.
Bibliografia Opcional
ALCOFORADO, Maria João - O Clima da Região de Lisboa. Contrastes e Ritmos Térmicos, Centro de Estudos Geográficos, Universidade de Lisboa, Lisboa, 1993. BENYUS, Janine M. - Biomimicry. Innovation inspired by nature, Harper Perennial, NY, 1997. Arquitectura Popular em Portugal, 3ª Edição, Vols. 1, 2 e 3, Associação dos Arquitectos Portugueses, Lisboa, 1988. BRITO, Raquel Soeiro de et al. - Portugal: perfil geográfico, Col. Referência, ed. Estampa. Lisboa. CABRAL, Francisco Caldeira e TELLES, Gonçalo Ribeiro - A Árvore em Portugal. Assírio&Alvim. Lisboa, 1999. GASPAR, Jorge - As regiões portuguesas, Direcção-Geral do Desenvolvimento Regional, Lisboa, 1993. GIRÃO, Aristides de Amorim - Geografia de Portugal, Porto, Portucalense, 1941. LINO, Raul Lino - Arquitectura, Paisagem e Vida, Separata do Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa, Lisboa, 1957. MARETTO, P. - Realità Naturale e Realità Costruita, Saggi e documenti 21, Alinea Editrice, Firenze 1993. MAGALHÃES, Manuela Raposo - A Arquitectura Paisagista, Editorial Estampa, 2001. MATTOSO, J., DAVEAU, S., BELO, D. - Portugal. O Sabor da Terra. Círculo de Leitores, Pavilhão de Portugal / Expo 98, Lisboa, 1997. McHARG, Ian L. ? Design with Nature, John Wiley & Sons, Inc., New York, 1992. MEDEIROS, Carlos Alberto - Geografia de Portugal: ambiente natural e ocupação humana. Uma introdução, Imprensa Universitária, Ed. Estampa, Lisboa, 1994. OLIVEIRA, E. V., GALHANO, F. - Arquitectura Tradicional Portuguesa, 5ª Edição, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 2003. PRATT, O. de - Nomes de Ventos, Revista Lusitana, XVII, pp. 198-202, 1914; pp. 219-22, 1915; XX, pp. 119-28, Lisboa, 1917. RANDLES, W.G.L. - Da Terra Plana ao Globo Terrestre, Gradiva, Lisboa, 1990. RIBEIRO, Orlando, LAUTENSACH, Herrman e DAVEAU, Suzanne - Geografia de Portugal. I. A posição geográfica e o território, Ed. Sá da Costa. Lisboa, 1987. RIBEIRO, Orlando, LAUTENSACH, Herrman e DAVEAU, Suzanne - Geografia de Portugal. II. O ritmo climático e a paisagem, Ed. Sá da Costa. Lisboa, 1988. ROMERO, M. Adriana B. - Princípios Bioclimáticos para o Desenho Urbano, 2ª Ed., ProEditores Associados Lda, São Paulo, 2001. SERRA, Rafael - Arquitectura y climas, 2ª Ed., Editorial Gustavo Gili, SA , Barcelona, 2000. SEMPLE, Ellen Churchill - Influences of Geographic Environment, Bibiobazaar, 2007 (1911) TERÁN, Manuel de. CASAS TORRES, José Manuel e RIBEIRO, Orlando ( co-autores) - Geografía de España y Portugal, Montaner y Simón. Barcelona, 1952-1955. TOJO, José Fariña - La Ciudad y el Medio Natural, Akal Arquitectura, Madrid, 1998.
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Objectivos
Esta UC é a primeira de um núcleo de cadeiras de vocação tecnológica aplicadas à computação gráfica e tem como objetivos principais capacitar os alunos a: i) usar os meios tecnológicos que permitem a geração de formas tridimensionais simples e complexas; ii) dominar os meios que permitem realizar as peças desenhadas bidimensionais que compõem o projeto de arquitetura; iii) conhecer os princípios de representação gráfica em arquitetura.
Programa
CP1: Introdução aos sistemas CAD; CP2: Desenho 2D com sistema CAD (comandos de visualização, de desenho, de edição de entidades; sistemas de coordenadas; layers; texto; layouts e configurações de plotagem; hatch; inserção de imagens; blocos; xref; estilos de cotagem); CP3: Técnicas de representação gráfica (escala, unidades de medida, tipos de desenhos, inter-referências, gestão da informação desenhada a diferentes escalas, formatos de papel e dobragem; tipos de linha e espessuras, simbologia, legendas, representação de materiais, rótulos, cotagem). CP4: As três dimensões em Arquitetura; CP5: Modelação 3D com sistema CAD; CP6: Modelação 3D com sistema CAD paramétrico; CP7: Introdução aos sistemas de modelação e animação com motores de jogos como o Unity e o Unreal; CP8: Outros modos de expressão em arquitetura: realidade virtual imersiva;
Processo de Avaliação
A avaliação será fundamentada em 2 exercícios práticos obrigatórios. O desenvolvimento dos trabalhos será discutido com o docente numa periodicidade não inferior a quinzenal. Menos que 60% de presença nas aulas dá origem a reprovação sem opção de exame. Avaliação: ex.1, modelo bidimensional/desenhos - 50%; ex.2 - modelo tridimensional paramétrico - 50%. Para dispensar exame nenhum dos exercícios poderá ter avaliação inferior a 8 valores. Dispensa exame com 10 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
_ HENSEL, Michael; MENGES, Achim; WEINSTOCK, Michael. Emergent Technologies and Design: Towards a Biological Paradigm for Architecture. Routledge, 2010. _ Eloy, S. et al., 2016. Multimedia technologies in Architecture and Engineering: exploring an engaged interaction within curriculums. In Handbook of Research on Applied E-Learning in Engineering and Architecture Education. IGI Global, pp.133-158. _ SCHILING, Alexander. Basics Modelbuilding. Birkhauser, 2007 _ BIELEFELD, Bert; SKIBA, Isabella. Basics Technical Drawing. Birkhauser, 2007. _ CABRITA, António Reis. Regras para elaboração de projectos. Lisboa: MOP, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, 1996. ITE 6. _ STYLES, Keith. Working Drawings Handbook. Oxford: Architectural Press, 1982. _ CHING, Francis D.K. Dicionário Visual de Arquitectura. São Paulo: Martins Fontes, 2000. _ Tutorials for Autocad, Rhinoceros
Bibliografia Opcional
_ KOLAREVIC, Branko Kolarevic; KLINGER, Kevin. Manufacturing Material Effects: Rethinking Design and Making in Architecture. Routledge, 2010. _ ADLER, David. AJ Metric Handbook, Architectural Press _ Bahamón, Alejandro. Sketch. Planejar e construir. Barcelona, Edições Gustavo Gilli. _ VEIGA DA CUNHA, L. Desenho Técnico. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1989. _ NP EN ISO 13567-1:2002 (1ª Edição) pp.9. Documentação técnica de produtos. Organização e designação de camadas ("layers") em CAD. Parte 1: Visão geral e princípios (ISO 13567-1:1998). Correspondência: EN ISO 13567-1:2002 IDT _ NP EN ISO 13567-2:2002 (1ª Edição) pp.20. Documentação técnica de produtos. Organização e designação de camadas ("layers") em CAD. Parte 2: Conceitos, formatos e códigos utilizados na documentação de construção (ISO 13567-2:1998). Correspondência: EN ISO 13567-2:2002 IDT _ Parish, Y.I. & Müller, P., 2001. Procedural modeling of cities. In Proceedings of the 28th annual conference on Computer graphics and interactive techniques. _ Dias, M; Eloy, S; Carreiro, M; Proença, P; Moural, A; Pedro, T; Freitas, J; Vilar, E; Alpuim, J; Azevedo, S (2014) "Designing better spaces for people. Virtual reality and biometric sensing as tools to evaluate space use". Proceedings of the 19th CAADRIA 2014, p. 739-748. _ Koolhaas, R.; AMO; Harvard Graduate School of Design. Elements, Marsilio, 2014 _ Revistas Detail, Birkhauser (https://shop.detail.de/eu_e/specialist-literature/birkhaeuser-books-in-english/birkhaeuser-books-for-architects.html)
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Objectivos
A UC de Sistemas de Construção é a segunda de um núcleo de cadeiras de vocação tecnológica e construtiva, seguindo-se à UC de Materiais em Arquitectura e precedendo as cadeiras de Tecnologias da Construção I, II e III. São objectivos gerais a aprendizagem da diversidade de Sistemas de Construção tradicionais e contemporâneos, englobando a estrutura e o envelope (paredes e coberturas), equipamentos e sistemas auxiliares, relacionando-os entre si. É abordada a evolução no tempo e geográfica, relação com as exigências do projecto e do local e os materiais de construção.
Programa
O programa articula-se em dois blocos teórico-práticos, centrados num objectivo principal comum: conhecimento e identificação de SC tradicionais e contemporâneos.
CP1 - Exigências funcionais dos edifícios CP2 - Modelação do terreno e implantação de Construções: escavação e aterro, contenções e estruturas de suporte de terra, reforço e melhoramento do terreno. Fundações. CP3 - Sistemas Estruturais Ligeiros e Pesados, baseados em paredes e em pórticos: Construção em terra, alvenarias de tijolo maciço e pedra, Construção em madeira, Pombalino, gaioleiro, Betão Armado, Aço. CP4 - Comunicações verticais e Redes (escadas, poços, rampas e coretes). Redes: exigências ao edifício. CP5 - Envolventes de Edifícios: Paredes, Coberturas, Fachadas
Processo de Avaliação
A avaliação será contínua e periódica, fundamentada em trabalhos práticos individuais e de grupo. Haverá seis trabalhos individuais de análise de edifícios que valem 1 valor cada um. Haverá um trabalho de grupo com entregas periódicas que será avaliado no acompanhamento do trabalho e em apresentação final, que vale 14 valores. Não há Exame. É obrigatória a presença em 60% das aulas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Andrew Wats. Modern Construction Handbook, 4th Edition, Birkhauser, Basel, 2016. -Fernando Santo. Edifícios. Visão integrada de projectos e obras. 2ª edição. Ordem dos Engenheiros, 2002. Allen, Edward. Como funciona un edificio, principios elementales. Barcelona: GG, 1993. Appleton, João; Domingos, Isabel. Biografia de um Pombalino. Um caso de reabilitação na Baixa de Lisboa. Lisboa: Edições Orion, 2009. Appleton, João. Reabilitação de edifícios antigos : patologias e tecnologias de intervenção, Orion, 2014. Appleton, João. Reabilitação de Edifícios Gaioleiros : um quarteirão em Lisboa, Orion, 2005. Cabrita, José; Appleton, João. Manual de apoio à reabilitação dos edifícios do Bairro Alto. CML, 1992 Ching. European Building Construction Illustrated, 2014 Fleming, E. Construction Technology An Illustrated Introduction. Blackwell, 2005 Allen, Architectural Detailing Function Constructibility Aesthetics, 1992.
Bibliografia Opcional
Kind-Barkauskas, Friedbert; et al. Concrete Construction Manual. Birkauser Verlag Basel, Detail, 2002 Vittone, René. Bâtir: Manuel de la Construction. Presses Polytechniques et Univ. Romandes, Lausanne. Herzog, T. Facade Construction Manual. Birkhäuser 2004. Schittich, C.. Glass construction manual. Birkauser Verlag Basel, Detail, 2007. Schunck, Eberhard. Roof Construction Manual. Birkauser Verlag Basel, Detail, 2002 Naterer, Julius; et al. Timber Construction Manual. Birkauser Verlag Basel, Detail, 2003 Pfeifer, Gunter, et al. Masonry Construction Manual. Birkauser Verlag Basel, Detail, 2001 Schulitz, Helmut C.; Sobek, Werner; Haberman, Karl J. Steel Construction Manual. Birkauser Verlag Basel, Detail, 1999 - M. Hegger. Construction Materials Manual. Birkhäuser Architecture - Detail, 2006 - Teixeira, Gabriela Barbosa; Belém, Margarida da Cunha. Diálogos de edificação. Técnicas tradicionais de construção. Porto: CRAT, 1998. - Branco, J. P. Manual do pedreiro. Lisboa: LNEC. - Correia, Mariana. Taipa no Alentejo. Lisboa: Argumentum, 2007. - Conservação de madeiras em edifícios. Lisboa: LNEC, 1974. - Dethier, Jean. Arquitecturas da terra. Fundação Calouste Gulbenkian. - Eggen, Arne Petter. Steel, structures, and architecture. New York: Whitney Library of Design, 1995. - Machado, José Luís Pinto. Habitação Rural, sugestões para a renovação ou construção. Lisboa: Edição do IFPM, 1984. - Mateus, João Mascarenhas. Técnicas tradicionais de construção de alvenarias. Lisboa: Livros Horizonte, 2002 - Oliveira, Ernesto Veiga de, Galhano, Fernando. Arquitectura Tradicional Portuguesa. Lisboa: Publicações Dom Quixote, colecção Portugal de Perto, 1992 - Pinho, Fernando F. S.. Paredes de edifícios antigos em Portugal. Lisboa: LNEC, 2000.
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2 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Esta unidade curricular baseia-se no desenvolvimento de um conjunto de competências a adquirir pelos alunos mediante a sedimentação de uma capacidade crescente de posicionamento perante a complexidade do exercício do projecto.
Programa
O percurso pedagógico proposto, analítico e critico, estrutura-se em três objectivos programáticos: CP1 - Concepção de um edifício de habitação unifamiliar associado a um espaço de trabalho autónomo mas subsidiário da casa. CP2 - Articulação entre as exigências do programa apresentado e a especificidade do lugar atendendo às características morfológicas, topológicas e topográficas da área de intervenção CP3 - desenvolvimento do Projecto entendido como um conjunto coordenado de peças escritas, desenhadas, maquetas e outros elementos que viabilizem a definição e o dimensionamento do conjunto proposto.
Processo de Avaliação
A classificação final resultará de três tipos de avaliação: Contínua (20%). Mede a qualidade da participação e envolvimento nas diversas actividades lectivas. Implica a presença obrigatória num número de aulas igual ou superior a 60%; Periódica (40%),associada às diferentes fases do exercício; Final (40%), resultado da avaliação perante um júri do trabalho desenvolvido ao longo do semestre. Implica uma exposição oral associada à apresentação do projecto.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
TÁVORA, FERNANDO - Da Organização do Espaço. Porto, FAUP Publicações, 1996. ZUNTHOR, Peter - Atmosferas. Barcelona, Editorial G.G., 2006. ZUNTHOR, Peter - Pensar a arquitectura. Barcelona, Editorial G.G., 2005.
Bibliografia Opcional
MONEO, Rafael - Inquietud Teórica y Estrategia Proyectual, Barcelona, Actar, 2006. NESBITT, Kate - Theorizing a new agenda for Architecture. Nova Iorque, Princeton Architectural Press, 1996. QUARONI, Ludovico - Proyectar un edificio, ocho lecciones de arquitectura, Barcelona, Xarait ediciones, 1987. VENTURI, Robert - Complexidade e contradição em Arquitectura. São Paulo, Edição Martins Fontes, 1995.
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Objectivos
O programa da UC de Desenho III incide fundamentalmente sobre processos e sistemas de representação do espaço (exteriores e interiores) decorrentes de uma aproximação simultaneamente prospetiva e projetiva aos conceitos e formas que o povoam. O programa tem como objetivos gerais:
OG1. Promover o entendimento do Desenho como instrumento concetual e operativo da Arquitetura. OG2. Incentivar o conhecimento e exploração de processos e sistemas de representação do espaço. OG3. Exercitar a dimensão projetual do Desenho na reinvenção de um espaço. OG4. Estimular o desenvolvimento de competências de interpretação gráfica de espaços e objetos arquitectónicos. OG5. Consolidar uma visão crítica e metodologias próprias de expressão e comunicação visual.
Programa
1. Conceitos de Espaço CP1. Matéria, lugar e representação.
2. Processos e Sistemas de representação do Espaço CP2. Perspectivas axonométricas e perspectiva cónica. CP3. Registos livres.
3. A Reinvenção do Espaço CP4. O espaço projetivo e o espaço projetado. CP5. Metodologias projetuais.
Processo de Avaliação
Regime de avaliação: contínua e final. A avaliação contínua pressupõe pontualidade e uma assiduidade igual ou superior a 80%.; exercício individual (30%); empenho no desenvolvimento do exercício (20%); competências adquiridas (50%). A avaliação final decorre no final do semestre e consta de uma apresentação individual de todo o trabalho desenvolvido ao longo do semestre. Os estudantes ficam aprovados se nesta avaliação tiverem uma classificação igual ou superior a 10 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
AA.VV., Desenho Projecto de Desenho, Lisboa: M. Cultura /Inst. Arte Contemporânea, 2002. CARNEIRO, Alberto, Campo, sujeito e representação no ensino do desenho, Porto: FAUP Publicações, 1995. HERBERT, Daniel M., Architectural Study Drawing, New York : Van Nostrand Reinhold, 1993. KAUPELIS, Robert, Experimental Drawing, NY: Watson-Guptill Publications, 1992. MOLINA, Juan José Gómez; CABEZAS, Lino; BORDES, Juan, El Manual de Dibujo - Estrategias de su Enseñanza en el Siglo XX, Madrid - Ediciones Cátedra, 2001. ROBBINS, Edward, Why Architects Draw (Architects - Interviews), Massachusetts: The MIT Press, 1994. SALE, Teel; BETTI, Claudia, Drawing; A Contemporary Approach, Belmont: Wadsworth Group/Thompson Learning, 2004. SIMPSON, Ian, Drawing: Seeing and Observation, London: A&C Black Publishers, 1992.
Bibliografia Opcional
AA.VV., Desenho, Lisboa: Fundação Carmona e Costa/Assírio e Alvim, 2003. AA. VV., O Desejo do Desenho, Casa da Cerca. Almada: C.M. de Almada, 1995. BONNEFOY, Yves, Dessin, couleur et lumière, Paris : Édition Mercure de France, 1995. CALHAU, Fernando; CASTRO CALDAS, Manuel; FARIA, Nuno, O Génio do olhar: Desenho como disciplina 1991-1999. Lisboa Instituto de Arte Contemporânea, 2000. COOPER, Douglas, Drawing and Perceiving, NY: Van Nostrand, 1992.
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Objectivos
As UCs de Estruturas I a IV formam um conjunto coerente onde são abordados os conceitos da Engenharia de Estruturas com interacção directa com a Arquitectura. O objectivo é conferir aos alunos conceitos do comportamento estrutural, com vista à sua aplicação nos trabalhos de projecto desenvolvidos nas cadeiras nucleares do curso.
Nesta UC estudam-se os diagramas de esforços em vigas e em pórticos planos simples, passando-se depois à análise de tensões em secções de vigas e pilares sujeitos a esforços normais, transversos e momento flector. Finalmente estuda-se a torção pura e a estabilidade de colunas.
Programa
CP1 - Sistemas estruturais baseados em vigas. CP2 - Esforço transverso e momento flector, Diagramas de esforços de vigas planas. CP3 - Distribuição de tensões de corte e normal devidas a esforço transverso e momento flector. Conceito de linha neutra, momento estático e momento de inércia. CP4 - Análise, dimensionamento e verificação de secções de vigas rectangulares e metálicas.
Processo de Avaliação
A avaliação pode ser feita de duas formas, não exclusivas, sendo a nota o melhor resultada das duas. 1 - Dois testes (nota mínima de 8/20) durante o semestre e um trabalho de grupo. 2 - Exame.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Seward, D. Understanding Structures - Analysis, materials and design. Palgrave. Zalewski, W., Allen, E. Shaping Structures: Statics. Willey 1998. Beer, Ferdinand P., Johnston, E. Russel Jr., Mecânica Vectorial para Engenheiros: Estática. 7ª Edição, McGraw-Hill. Arya, Chanakya, Design of Structural Elements, 3ª Ed., Taylor and Francis 2009. Ching, F. D. K., Onouye, Barry S., Zuberbuhler, D.. Building Structures Illustrated. Milne , R. J. W., Structural Engineering: History and Development, Taylor & Francis. Onouye, B.S., Kane, K. Statics and Strength of Materials for Architecture and Building Construction.
Bibliografia Opcional
Heyman, Jacques. Structural Analysis: A Historical Approach - The Development of Materials and systems for buildings (MIT Press). Mascarenhas, Jorge. Sistemas de Construção VIII - Estruturas de Aço Laminado e Conformado a Frio, Materiais Básicos, Livros Horizonte.
Regulamento de Segurança e Acções em Edifícios e Pontes, INCM, Lisboa. Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado, INCM, Lisboa. Eurocódigo EC1 - Acções em Estruturas Correntes. Eurocódigo EC2 - Projecto de Estruturas de Betão. Eurocódigo EC3 - Projecto de Estruturas de Aço. Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado, INCM, Lisboa. Eurocódigo EC4 - Projecto de Estruturas de Mistas de Aço e Betão. Bryson, Bill (2003). A short history of nearly everything. Billington, D. (1985). The tower and the bridge: The new art of structural engineering, Princeton University Press, Princeton, N.J. Rice, Tim. En Engineer Imagines. Levi, Matthys, Salvadori, Mario. Why Buildings Fall Down.
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Objectivos
Permitir que o estudante possa adquirir competências sobre a arquitectura e o urbanismo produzidos no âmbito da cultura ocidental, num tempo longo, no quadro cronológico que abrange desde a Antiguidade Clássica ao período do Renascimento. Incentivar a construção de um quadro de referências, a partir de casos de estudo, consensualmente paradigmáticos. Manusear os diferentes conceitos históricos, quadros cronológicos e domínios estilísticos dos períodos em estudo.
Programa
CP1 - Arquitectura Grega (urbanismo grego; templo; arquitectura helenística) CP2 - Arquitectura Romana (urbanismo romano; arquitectura doméstica; edifícios públicos) CP3 - Arquitectura Paleocristã e Bizantina (arquitectura paleocristã; arquitectura bizantina; igrejas tardo bizantinas) CP4 - Arquitectura medieval primitiva (renascimento carolíngio; castelos medievais; mosteiros; igrejas românicas) CP5 - Arquitectura Gótica (cidade; catedral gótica; gótico tardio) CP6 - Arquitectura do Renascimento e do Maneirismo (quattrocento italiano; forma ideal; ordenação racional do espaço; igreja de planta central; igreja de cruz latina; o palácio; transição maneirista) Os diversos conteúdos do programa (CP) estão expressos em objectivos de aprendizagem (OA) que traduzem a aplicabilidade dos conteúdos programáticos.
Processo de Avaliação
O processo de avaliação envolve a utilização de instrumentos de avaliação individuais (teste escrito) e em grupo (trabalho prático - que envolve a realização de desenhos e de um relatório a partir de um enunciado fornecido pelo docente). O regime de avaliação é contínuo: teste escrito individual (2/3) e trabalho em grupo (1/3). Esta avaliação pressupõe uma assiduidade (e pontualidade) igual ou superior a 70%. Ver observações.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Roth, Leland M. (1999, 2005). Entender la arquitectura, sus elementos, historia y significado, Barcelona: GG Muller, Werner; Vogel, Gunther (1974, 1999). Atlas de Arquitectura, 1, Madrid: Alianza Editorial Delfante, Charles (2000). A grande história da cidade: da Mesopotâmia aos Estados Unidos. Lisboa: Piaget
Bibliografia Opcional
Benevolo, Leonardo (2009). História da cidade. São Paulo: Editora Perspectiva Kostof, Spiro (2000). Historia de la arquitectura. Madrid: Alianza Editorial. Kruft, Hanno-Walter (1990). Historia de la teoria de la arquitectura. Madrid: Alianza Editorial Norberg-Schulz, Christian (1999). Arquitectura ocidental. Barcelona: Gustavo Gili, 1999. Dal Co; Francesco (2007). Storia dell'architettura italiana. Milano: Electa Tavares, Domingos (2004). Leon Battista Alberti: teoria da arquitectura. Porto: Dafne Editora
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Objectivos
O objectivo fundamental desta UC é introduzir os alunos à atividade analítica e projetual no âmbito do espaço urbano, procurando compreender a sua especificidade enquanto objecto de arquitectura e no âmbito de intervenção do arquitecto. Pretende-se dotar o estudante de capacidades de olhar o território nas suas múltiplas dimensões, relações e escalas, tendo como objectivo encontrar as soluções para os problemas contemporâneos da cidade.
Programa
CP1 - Recolha de dados para o planeamento urbanístico - Elementos necessários ao planeamento de determinada zona - Material Cartográfico - Planos de Ordenamento do Território - Zona de aplicação do projeto - Levantamento das condições existentes CP2 - Análise Fisiográfica - Linhas e pontos notáveis do território - Sistema seco e sistema húmido - Exposição solar - Declives - Geologia - Síntese Fisiográfica CP3 - Análise da forma urbana por categorias - Espaços Edificados - Espaços Pedonais - Espaços Verdes - Rede viária CP4 - Análise SWOT - Forças - Fraquezas - Oportunidades - Ameaças CP5 - Projeto urbano: Estratégia de intervenção
Processo de Avaliação
A avaliação é contínua e periódica, baseada no seguinte calendário: 1ªFase - Aula 4 (20%) 2ªFase - Aula 8 (20%) 3ªFase - Aula 12 (40%) A assiduidade deverá ser igual ou superior a 70% das aulas. A participação em aula corresponde a 20% da avaliação final. O trabalho será desenvolvido em grupo com apresentação oral obrigatória em cada fase. A presente UC não dispõe de exame como elemento de avaliação.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
ALEXANDER, C et all - A Pattern Language: Towns, Buildings, Construction. Oxford University Press, New York, 1977. ALEXANDER, C. , The Nature of the Order. An Essay on the Art of Building and the Nature of the Universe, Vol 3, The Center for Environmental Structure, Berkley, 2003. BENTLEY, Ian et all - Responsive environments. A manual for designers. Architectural Press, UK, 1985. HIGUERAS, Ester - Urbanismo Bioclimático, Editorial Gustavo Gili, S.L, 2006. KOHLSDORF, Gunter e Maria Elaine - Ensaio sobre o Desempenho Morfológico dos Lugares, FRBH, Brasília, 2017. LYNCH, Kevin - Site Planning, Gary Hack, 3th Ed., USA, 1984. MARSH, M. William - Landscape Planning . Environmental Applications, 3th Edition, John Wiley & Sons Inc., New York, 1998. PANERAI, Philippe - Analyse Urbaine, Éditions Parèntheses, 1999, PRINZ, Dieter - Urbanismo I. Projecto Urbano. Editorial Presença, Lisboa, 1980. PRINZ, Dieter - Urbanismo II. Configurção Urbana. Editorial Presença, Lisboa, 1980.
Bibliografia Opcional
CANIGGIA, G., MAFFEI, G. L. - Il projecto nell'edillizia di base, Marsilio, Veneza, 1984. CATALDI, Giancarlo. - Per una scienza del território: Studi e note, Saggi e documenti 6, Biblioteca di Architettura, Firenze, 1977. CULLEN, Gordon - El Paisage Urban, Blume-Labor, Barcelona, 1974. GEDDES, Patrick. - Cities in evolution, Routledge, London, Williams & Norgate, 1915. KOSTOF, Spiro - The city shaped: Urban Patterns and Meanings Through History, Thames and Hudson, London, 1999 (1991). LAMAS, José Ressano Garcia, Morfologia Urbana e Desenho da Cidade, Lisboa, 1993. LYNCH, Kevin, A imagem da Cidade, Edições 70, Lisboa 1999. MORRIS, A. E. J. - History of the Urban Form Before the Industrial Revolutions, Third Edition, Longman Scientific & Technical, New York, 1994. MAGALHÃES, Manuela Raposo - A Arquitectura Paisagista, Editorial Estampa, 2001. MOPT, Guía de la elaboración de estudios del medio físico, Monografias de la Secretaria del Estado para las Políticas del Agua y del Medio Ambienrte, 1992. OLGYAY, Victor - Design with Climate, Princeton University Press, 1963. RIBEIRO, Orlando - Portugal, o Mediterrâneo e o Atlântico, Sá da Costa, 5ª Edição, Lisboa, 1987. ROMERO; Marta A. B. - Princípios Bioclimáticos para o Desenho Urbano. São Paulo, Projecto, 1988. McHARG, Ian L. - Design with Nature, John Wiley & Sons, Inc., New York, 1992. SALGADO, Manuel e LOURENÇO, Nuno. «Atlas Urbanístico de Lisboa.» Argumentum. Lisboa, 2006. SOLÀ-MORALES, Manuel de - Las formas de crescimento urbano. Edicions UPC, Barcelona, 1997. TELLES, Gonçalo Ribeiro - O Plano Verde de Lisboa. Edições Colibri, Lisboa, 1997.
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Objectivos
Os objetivos principais desta UC são: i) aquisição de conhecimentos sobre as técnicas de construção atuais em todas as fases de uma obra; ii) compreensão o edifício como um todo, onde a construção faz parte indissociável do processo de conceção e deve ser fator de enriquecimento da ideia arquitetónica. Nesta UC apresentam-se aos alunos técnicas e processos de construção que vão desde a fase de tratamento do terreno aos métodos de construção de todos os elementos primários da construção.
Programa
O programa é composto por duas vertentes - uma teórica e outra prática - de carácter diferenciado, mas articuladas e focadas nos objectivos apontados. Na vertente teórica as matérias são abordadas segundo as componentes principais de uma edificação: CP1: Exigências funcionais em Arquitetura; CP2: Implantação de uma construção, movimentação de terras e drenagens, contenções, ancoragens; CP3: Sistemas de construção pesada: _ Fundações _ Construção Enterrada _ Estrutura resistente _ Pavimentos _ Paredes exteriores _ Paredes interiores A vertente prática consiste na realização de exercícios que acompanham os passos da matéria teórica.
Processo de Avaliação
A avaliação é feita com base na avaliação contínua dos trabalhos. É obrigatória a presença em 60% das aulas. A participação e assiduidade do estudante traduz-se na classificação final. É objeto de avaliação: - Trabalho individual: representação gráfica de pormenores construtivos, a desenvolver na aula e em trabalho autónomo. 40% - Trabalho de grupo: três exercícios de aplicação dos diferentes sistemas construtivos aprendidos na aula. 60% (20% cada).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
[1] ALLEN, Edward (1993): Como funciona un edificio, principios elementales. Barcelona, GG. [2] KIND-BARKAUSKAS, Friedbert; KAUHSEN, Bruno; POLÓNYI, Stefan; BRANDT, Jorg (2002): Concrete Construction Manual - Birkauser Verlag Basel, Detail. [3] NATTERER, Julius; HERZOG, Thomas; SCHWEITZER, Roland; VOLZ, Michael; WINTER, Wolfrang (2003): Timber Construction Manual - Birkauser Verlag Basel, Detail (BIB ISCTE-IUL) [4] PFEIFER, Gunter; RAMCKE, Rolf; ACHTZIGER, Joachim; ZILCH, Konrad (2001) : Masonary Construction Manual - Birkauser Verlag Basel, Detail. [5] SCHITTICH, Christtian; STAIB, Gerald; BALKOW, Dieter; SCHULER, Matthias; SOBEK, Werner (2006): Glass Construction Manual - Birkauser Verlag Basel, Detail. [6] SCHULITZ, Helmut C. ; SOBEK, Werner; HABERMAN, Karl J. (1999): Steel Construction Manual. Birkauser Verlag Basel, Detail. [7] WATTS, Andrew (2001): Modern Construction Handbook. Austria: Springler Wien New York. (BIB ISCTE-IUL)
Bibliografia Opcional
[8] ABALOS, Juan Herreros e Iñaki (1992): Tecnica y arquitectura. Madrid: Editorial Minerva. [9] BENNET, David (2001): Exploring Concrete Architecture: Tone, Texture, Form. Birkhauser. [10] BOYNE, Colin (1982) Best of Architects' Working Details. 1 External. 2 Internal. (Colin Boyne, Lance Wright). London, The Architectural Press / New York, Nichols. [11] CALAVERA RUIZ, José (1993): Manual de detalles constructivos en obras de hormigón armado. Madrid: Intemac Ediciones. [12] CHUDLEY, Ray (1988): Manual de construcción de edifícios. Barcelona: GG. (BIB ISCTE-IUL) [13] EGGEN, Arne Petter (1995): Steel, structures, and architecture. New York: Whitney Library of Design. [14] HENRIQUES, Maria Dulce Franco. Sistemas estruturais em madeira lamelada colada. Instituto Superior de Engenharia de Lisboa. Disponível em WWW [15] KNIPPERS, J.; CREMERS, J.; GABLER, M.; LIENHARD, J. (2011) Construction Manual for Polymers + Membranes. Birkhauser, Edition Detail. [16] MASCARENHAS, Jorge (2001): Sistemas de Construção I - Contenções, Drenagens, Implantações, Fundações, Ancoragens, Túneis, Consolidação de Terrenos. Lisboa, Livros Horizonte. [17] MASCARENHAS, Jorge (2002): Sistemas de Construção II - Paredes Exteriores (1.ª Parte). Lisboa, Livros Horizonte. [18] MASCARENHAS, Jorge (2003): Sistemas de Construção III - Paredes (2ª parte) e Materiais Básicos (1ª parte) (areia, madeira, pedra, cal aérea, cal hidráulica). Lisboa, Livros Horizonte. [19] MASCARENHAS, Jorge (2006): Sistemas de Construção IV - Coberturas planas, Juntas. Materiais básicos (2ª parte): Materiais ferrosos e Alumínio. Lisboa, Livros Horizonte. [20] MASCARENHAS, Jorge (2006): Sistemas de Construção VI - Coberturas inclinadas (1.ª parte). Lisboa, Livros Horizonte. [21] MASCARENHAS, Jorge (2006): Sistemas de Construção VII - Coberturas inclinadas (2.ª parte). Materiais básicos (4.ª parte): materiais cerâmicos. Lisboa, Livros Horizonte. [22] MASCARENHAS, Jorge (2006): Sistemas de Construção VIII - Estruturas de aço laminado e conformado a frio. Materiais básicos (5ª parte): o gesso, a cal aérea, o cimento e o aglomerado negro de cortiça. Lisboa, Livros Horizonte. [23] NATERER, Julius; HERZOG, Thomas (1994): Construire en bois 2. Laussanne - Presses polytechniques et univrsitires romandes cop. [24] PARICIO, Ignacio (1995): La Construccion de la arquitectura. 1 - Las Técnicas. 2 - Los Elementos. Institut de tecnologia de la construccion de Catalunya (BIB ISCTE-IUL) [25] PECK, Martin (ed.) (2006): Concrete : design, construction, examples. Birkhauser, Edition Detail. Detail Practice. [26] PFUNDSTEIN, M.; GELLERT, R.; SPITZNER, M. H.; RUDOLPHI, A. (2008) Insulating materials: Principles, materials, applications. Birkhauser, Edition Detail, Detail Pratice. [27] REICHEL, Alexander [et al.] (2000): Building with steel: details, principles, examples. Basel: Birkhäuser (BIB ISCTE-IUL) [28] SCHMIT, Heinrich (1998): Tratado de Construcción. Barcelona: Editorial Gustavo Gili. [29] SCHITTICH, Christian (2001): In Detail: Building skins. Birkhauser. [30] SCHULITZ, Helmut C.; SOBEK, Werner; HABERMAN, Karl J. (1999): Steel Construction Manual. Birkauser Verlag Basel, Detail (BIB ISCTE-IUL) [31] TORROJA, E. (1976): Razón y ser de los tipos estructurales. Madrid : IETCC. [32] SEDLBAUER, Klaus; SCHUNCK, Eberhard; BARTHEL, Rainer; KUNZEL, Hartwig (2010): Flat Roof Construction Manual Paperback. Birkhauser, Edition Detail.
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2 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
A Unidade Curricular de Arquitectura IV, integrada numa progressão mais vasta de aquisição de competências, centra-se na abordagem ao programa de um equipamento público, a desenvolver no contexto da cidade consolidada.Os objectivos gerais visam: OG1 -Elaborar sínteses e integrar as competências adquiridas, mediante a permanente articulação da teoria e da prática. OG2 - Desenvolver a capacidade de compreensão dos problemas fundamentais da Arquitectura, enquanto espaço de interacção de conteúdos transversais a várias áreas disciplinares.
Programa
O percurso pedagógico proposto, de suporte metodologicamente analítico e crítico, interpretará o sentido do lugar e da sua História - tanto local como global - ao materializar-se num exercício de projecto para um equipamento público, a localizar num terreno de propriedade municipal somente ocupado com edifícios em alguns pontos da sua periferia. A articulação de percursos de acesso e visita pública com o edificado previsto em enunciado próprio será desenvolvida em etapas sucessivas e complementares, designadamente: 1. Definição de uma ideia-estratégia; 2. Relação com o tecido urbano envolvente. 3. Intervenção territorial e paisagística: proposta de acessos e percurso expositivo ao ar-livre. 4. Disposição do programa arquitectónico. 4.1. Sistema e hierarquia; 4.2. Sistema e diversidade; 4.3. Processo de composição; 4.4. Definição volumétrica; 4.5. Expressão plástica.
Processo de Avaliação
A classificação final resultará de três tipos de avaliação: Contínua (20%). Mede a qualidade da participação e envolvimento nas diversas actividades lectivas. Implica a presença obrigatória num número de aulas igual ou superior a 60%; Periódica (40%),associada às diferentes fases do exercício; Final (40%), resultado da avaliação perante um júri do trabalho desenvolvido ao longo do semestre. Implica uma exposição oral associada à apresentação do projecto.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
PORTAS, NUNO - A Cidade como Arquitectura, ed. Livros Horizonte, Lisboa, 1969. TÁVORA, FERNANDO - Da Organização do Espaço. Porto, FAUP Publicações, 1996. VENTURI, ROBERT - Complexidade e contradição em Arquitectura. São Paulo, Edição Martins Fontes, 1995
Bibliografia Opcional
MONEO, Rafael - Inquietud Teórica y Estrategia Proyectual, Barcelona, Actar, 2006. NESBITT, Kate - Theorizing a new agenda for Architecture. Nova Iorque, Princeton Architectural Press, 1996. QUARONI, Ludovico - Proyectar un edificio, ocho lecciones de arquitectura, Barcelona, Xarait ediciones, 1987.
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Objectivos
O programa da UC de Desenho, Composição e Produção Gráfica articula-se em torno das estratégias e metodologias de composição e produção gráfica de materiais de exposição e apresentação do Projeto, na sua relação com os enunciados específicos de um conceito alargado de Desenho. O programa tem como objetivos gerais:
OG1. Promover a consolidação de um pensamento gráfico. OG2. Estimular a aquisição de competências básicas no domínio da composição de objetos gráficos, na sua ligação mais imediata à Arquitetura. OG3. Consolidar uma visão crítica e metodologias próprias da expressão e comunicação visual.
Programa
1. Composição gráfica
CP1. Estruturas compositivas CP2. Manchas gráficas CP3. Layout 2. Objetos gráficos
CP4. Desdobráveis CP5. Painéis CP6. Portefólios CP7. Apresentações em PowerPoint
Processo de Avaliação
Regime de avaliação: contínua e final.
A avaliação contínua pressupõe pontualidade e uma assiduidade igual ou superior a 80%.; frequência individual (30%); empenho no desenvolvimento dos exercícios (20%); competências adquiridas (50%). A avaliação final decorre no final do semestre e consta de uma apresentação individual de todo o trabalho desenvolvido ao longo do semestre. Os estudantes ficam aprovados se nesta avaliação tiverem uma classificação igual ou superior a 10 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
AMBROSE, Gavin; HARRIS, Paul, Basics Design : Format, Ava Academia, 2004. Basics Design : Colour, Ava Academia, 2005. Basics Design : Layout, Ava Academia, 2005. Basics Design : Typography, Ava Academia, 2005. Basics Design : Print and Finish, Ava Academia, 2006. Basics Design: Grids, Ava Academia, 2008. Basics Design : Design Thinking, Ava Academia, 2009. AMBROSE, Gavin; HARRIS, Paul, The Production Manual: A Graphic Design Handbook, Ava / Academia, 2008. KLANTEN R.; BOURQUIN, N.; TISSOT, T.; EHMANN, S.; HEERDEN, F., Data Flow: Visualising Information in Graphic, Gestalten, 2008. MAEDA, John, Creative Code: Aesthetics + Computation, London: Thames & Hudson, 2004. ROBERTS, Lucienne, Grids Creative Solutions for Graphic Designers, New Jersey: John Wiley & Sons Inc., 2008.
Bibliografia Opcional
AA.VV., Desenho Projecto de Desenho, Lisboa: M. Cultura /Inst. Arte Contemporânea, 2002. HERBERT, Daniel M., Architectural Study Drawing, New York : Van Nostrand Reinhold, 1993.. KAUPELIS, Robert, Experimental Drawing, New York : Watson-Guptill Publications, 1992. LE CORBUSIER, Le Corbusier: Les Voyages d?Allemagne, Carnets (Ch.-E. Jeanneret), Milano : Electa, Paris : Fondation L.C., 1994. MOLINA, Juan José Gómez (coord.), Las Lecciones del Dibujo, Madrid: Ed. Cátedra, 1995. Estrategias del Dibujo en el Arte Contemporáneo, Madrid: Ed. Cátedra, 1999. Máquinas y Herramientas de Dibujo, Madrid: Ed. Cátedra, 2002. MOLINA, Juan José Gómez; CABEZAS, Lino; BORDES, Juan, El Manual de Dibujo: Estratégias de su Enseñanza en el Siglo XX, Madrid: Ediciones Cátedra, 2001. ROBBINS, Edward, Why Architects Draw, Cambridge/Massachusetts: The MIT Press, 1994. SALE, Teel; BETTI, Claudia, Drawing; A Contemporary Approach, Belmont: Wadsworth Group/Thompson Learning, 2004.
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Objectivos
As UCs de Estruturas I a IV formam um conjunto coerente onde são abordados os conceitos da Engenharia de Estruturas com interacção com a Arquitectura. O objectivo é conferir aos alunos conceitos do comportamento estrutural com vista à sua aplicação nos trabalhos de projecto das cadeiras nucleares do curso.
Esta UC conclui a sequência de quatro cadeiras que constituem o agrupamento dedicado à Engenharia de Estruturas. Os conhecimentos do equilíbrio e esforços resultantes nas estruturas e a compreensão do comportamento das secções sob esforços normais, transversos e flexão, estudada em Estruturas I a III são, aqui, reunidos e aplicados à concepção das estruturas. Aborda-se de forma integrada a concepção e dimensionamento dos sistemas e materiais estruturais mais importantes no nosso país: estruturas de Betão Armado, de Aço, de Alvenaria e Madeira. São ainda estudadas estruturas menos convencionais tais como cascas, membranas, estruturas enterradas e materiais não tradicionais.
Programa
CP1 - Encurvadura de colunas e flexão composta. CP2 - Concepção de estruturas antí-sísmicas. CP3 - Concepção de Estruturas Metálicas e mistas. CP4 - Concepção de Edifícios de Betão Armado: edifícios em Betão Armado e regras de pré-dimensionamento de vigas, lajes e pilares. CP5 - Concepção de Estruturas de Alvenaria.
Processo de Avaliação
É obrigatória a assistência a pelo menos 60% das aulas. A avaliação é contínua e consiste em exercícios práticos lançados nas aulas. Existe um exame final para os alunos dos anos lectivos posteriores. Os alunos inscritos na UC pela primeira vez devem seguir a avaliação contínua.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Ching, F. D. K., Onouye, Barry S., Zuberbuhler, D.. Building Structures Illustrated. Seward, D. Understanding Structures - Analysis, materials and design. Palgrave. Beer, Ferdinand P., Johnston, E. Russel Jr., Mecânica Vectorial para Engenheiros: Estática. 7ª Edição, McGraw-Hill. Zalewski, W., Allen, E. Shaping Structures: Statics. Willey 1998. Arya, Chanakya, Design of Structural Elements, 3ª Ed., Taylor and Francis 2009. Milne , R. J. W., Structural Engineering: History and Development, Taylor & Francis. Onouye, B.S., Kane, K. Statics and Strength of Materials for Architecture and Building Construction.
Bibliografia Opcional
Heyman, Jacques. Structural Analysis: A Historical Approach - The Development of Materials and systems for buildings (MIT Press). Mascarenhas, Jorge. Sistemas de Construção VIII - Estruturas de Aço Laminado e Conformado a Frio, Materiais Básicos, Livros Horizonte. Lourenço, P. Dimensionamento de Alvenarias Estruturais. Universidade do Minho, 1999. Regulamento de Segurança e Acções em Edifícios e Pontes, INCM, Lisboa. Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado, INCM, Lisboa. Eurocódigo EC1 - Acções em Estruturas Correntes. Eurocódigo EC2 - Projecto de Estruturas de Betão. Eurocódigo EC3 - Projecto de Estruturas de Aço. Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado, INCM, Lisboa. Eurocódigo EC2 - Projecto de Estruturas de Betão. Eurocódigo EC3 - Projecto de Estruturas de Aço. Eurocódigo EC4 - Projecto de Estruturas de Mistas de Aço e Betão. Bryson, Bill (2003). A short history of nearly everything. Billington, D. (1985). The tower and the bridge: The new art of structural engineering, Princeton University Press, Princeton, N.J. Rice, Tim. En Engineer Imagines. Levi, Matthys, Salvadori, Mario. Why Buildings Fall Down.
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Objectivos
A Geografia Urbana ocupa-se do estudo das cidades, da sua forma, origem e evolução, bem como da sua distribuição espacial e relação com os contextos naturais, sociais e económicos em que estão inseridas. O objectivo desta UC é oferecer uma visão integrada do campo da Geografia Urbana que inclua a investigação mais recente sobre a cidade, introduza elementos da teoria e da metodologia do urbanismo relevantes para o arquitecto, bem como analise a experiência urbana numa perspectiva global. Nesta UC será dada enfase particular às questões de análise espacial e apreensão da forma urbana, nomeadamente através da análise morfológica, topoceptiva e configuracional do espaço urbano.
Programa
1. Introdução: Perspectivas tradicionais e contemporâneas da Geografia Urbana. 2. A origem e o crescimento das cidades no mundo. 3. O sistema urbano: Cidades naturais e cidades artificiais 4. Modelos de cidade e formas de crescimento urbano; processos de desenvolvimento urbano e as forças que conduzem esses processos. 5. Análise espacial e visualização urbana - suas implicaçoes para o planeamento e desenho da cidade. 6. Apreensão da forma urbana: Análise topceptiva, morfológica e configuracional
Processo de Avaliação
A avaliação é periódica, baseada na realização dum trabalho de campo (30%), duma frequência (50%) e na assiduidade e participação dos alunos (20%). A assiduidade deverá ser igual ou superior a 70%. A avaliação revela assim as competências e os conhecimentos adquiridos pelo aluno, a qualidade da pesquisa realizada e a capacidade de análise, síntese e crítica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
CULLEN, G.: A Paisagem Urbana. Lisboa: Ed. 70,1983. HILLIER, Bill; HANSON, Julienne - The Social Logic of Space, Cambridge University Press, 1984. JACOBS, Jane - The Death and Life of Great American Cities. Vintage Books, 1961. KOHLSDORF, Maria Elaine. A Apreensão da Forma da Cidade. Brasília, Editora Universidade de Brasília, 1996. LYNCH, K. - Good City Form, Cambridge, MIT, 1981 MARSHALL, S. - Streets and Patterns. Spon Press, London, 2005. PACIONE, M - Urban Geography: A Global Perspective. New York, Routledge, 2009. PORTUGALI, J. - Complexity, Cognition and the City (Understanding Complex Systems), Springer-Verlag: Berlin, 2011 RIBEIRO, Orlando - Opúsculos Geográficos: Temas Urbanos, V Volume, Fundação Caulouste Gulbenkian, Lisboa, 1994. ROSSI, A. - La Arquitectura de la Ciudad, Editorial Gustavo Gili, Barcelona, 1982. SITTE, C. - The Art of Building Cities: City Building According to Its Artistic Fundamentals, Reinhold Publishing Corporation, 1945
Bibliografia Opcional
ALEXANDER, C. et all., A Pattern Language: Towns, Buildings, Construction. Oxford University Press, New York, 1977. Arquitectura Popular em Portugal, 3ª Edição, Vols. 1, 2 e 3, Associação dos Arquitectos Portugueses, Lisboa, 1988. BRAUDEL, Fernand - Memórias do Mediterrâneo, Terramar, Lisboa, 2001. BRITO, Raquel Soeiro de et al. - Portugal: perfil geográfico, Col. Referência, ed. Estampa. Lisboa. CHOAY, F. - Planning in the 19C., N.Y.: Braziller, 1969. DAVEAU, Suzanne - Portugal Geográfico, Edições João Sá da Costa. Lisboa, 1995. FERREIRA, A. D. Matos - Aspectos da Organização do Espaço Português, FAUP Publicações, Porto, 1995. GEDDES, P. - Cities in evolution, Routledge, Williams & Norgate, London, 1915. HOLANDA, Frederico de (2002) O espaço de exceção. Brasília: EdUnB. KAPLAN, D. et al. - Urban Geography. 2nd Ed., WILEY: John Wiley & Sons, Inc, 2009 KNOX, P. et al, - Urbanization. 2nd Ed.,Pearson Prentice Hall: Upper Saddle River, New Jersey, 2005 KOSTOF, Spiro (1999) The city shaped: Urban Patterns and Meanings Through History, Thames and Hudson, London. GASPAR, Jorge - As regiões portuguesas, Direcção-Geral do Desenvolvimento Regional, Lisboa, 1993. GOODMAN, R - After the Planners, N.Y.: Simon & Shuster, 1971 LAMAS J. R. G. - Morfologia Urbana e Desenho de Cidade, FCG e JNICT, Lisboa, 1983. LYNCH, K.- A Imagem da Cidade. São Paulo / Lisboa: Ed. Martins Fontes, 1985. LYNCH, K. - De que Tiempo es Este Lygar? Barcelona: Ed. G. Gilli. 1972. LYNCH, K. - Site Planning. Cambridge: MIT Press, 1975. LYNCH, K : Menaging the Sense of a Region. Cambridge: M.I.T. Press, 1983. MATTOSO, J., DAVEAU, S., BELO, D. - Portugal. O Sabor da Terra. Círculo de Leitores, Pavilhão de Portugal / Expo 98, Lisboa, 1997. MUMFORD, L. - The City in History. Its Origins, Its Transformations and Its Prospects, Harvest Books, New York,1961 McHARG, Ian L. - Design with Nature, John Wiley & Sons, Inc., New York, 1992. PORTAS, N., DOMINGUES, A. & CABRAL, J., Políticas Urbanas. Tendências, Estratégias e Oportunidades. Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 2003. SOLA-MORALES, M. - Las formas de crescimento urbano, Edicions UPC, Barcelona, 2003. SERRA, Rafael - Arquitectura y climas, 2ª Ed., Editorial Gustavo Gili, SA , Barcelona, 2000. SEMPLE, Ellen Churchill - Influences of Geographic Environment, Bibiobazaar, 2007 (1911) RIBEIRO, Orlando - Portugal, o Mediterrâneo e o Atlântico, Sá da Costa, 5ª Edição, Lisboa, 1987. TEIXEIRA, Manuel C., VALLA, Margarida - O Urbanismo Português. Séculos XIII - XVIII. Portugal - Brasil, Livros Horizonte, 1999. SIMPLÍCIO, M. (2006) Évora: Algumas Etapas Fundamentais na Evolução da Cidade até ao Século XVI. http://dspace.uevora.pt/rdpc/bitstream/10174/2644/1/%C3%89vora%20Etapas%20Evolu%C3%A7%C3%A3o%20Hist%C3%B3rica%20SecXVI.pdf SIMPLÍCIO, M. (2009) Evolução da Estrutura Urbana de Évora: O século XX e a transição para o século XXI. http://dspace.uevora.pt/rdpc/bitstream/10174/2668/1/Evolucao_Estrutura_Urbana_Evora_secXX_XXI.pdf TOJO, José Fariña - La Ciudad y el Medio Natural, Akal Arquitectura, Madrid, 1998. WITEHAND, J.W.R. & CARR, C. - Twentieth-century Suburbs. A morphological approach, Routledge, London (etc.), 2001. 214 pages (Planning, history and the Environmental series).
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Objectivos
A Unidade Curricular História da Arquitectura e da Cidade II tem como principais objectivos: - Introduzir os discentes no panorama da História da Arquitectura e da Cidade do período Barroco aos inícios do séc. XX. - Apresentar aos discentes o percurso das diferentes expressões arquitectónicas e urbanísticas: Barroco; Iluminismo; Classicismo; Historicismos e as géneses da arquitectura e da cidade Modernas, analisando as especificidades de cada período histórico. - Dotar os discentes do conhecimento das principais teorias, obras e autores.
Programa
1.O Barroco. 2. O Iluminismo e as transformações políticas e sociais da Europa. Diderot, Blondel, Cordemoy, Laugier, Lodoli, Winckelmann e Soufflot.3.Os arquitectos utópicos e o triunfo da Razão. Soane, Boulée, Ledoux,Durand.4.Classicismo como revivalismo. Semper e Schinkel. As pesquisas da técnica. Racionalismo estrutural. 5.O grande dilema do séc. XIX - Arte e Técnica. Pugin e Ruskin ou a Verdade em Arquitectura. Viollet-le-Duc e o Gótico como exemplo. J. Paxton e o Crystal Palace.6.Historicismos. O nacionalismo gótico. A Arquitectura como Moral. A didática e a expressão social. 7.A Revolução Industrial. As grandes propostas da cidade industrial oitocentista. As utopias urbanas do século XIX: Fourier, Considerant, Godin, Cabet, Owen. Os planos de reforma e de extensão urbana oitocentistas, Haussmann e Cerdà.8.A génese do Movimento Moderno: Arte Nova e regionalismos. Barcelona, Bruxelas, Glasgow e Darmstad e Weimar. Otto Wagner e a Secessão Vienense. A Escola de Chicago.
Processo de Avaliação
Avaliação pressupõe uma assiduidade igual ou superior a 60%. Avaliação contínua e periódica. Elementos de avaliação: análise e interpretação de textos em aula (50%); trabalho de grupo de investigação, escrito e com apresentação oral individual (50%). Aprovação na UC classificação igual ou superior a 10 valores na média dos elementos de avaliação. Exame escrito (1ª época; 100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BENEVOLO, Leonardo - Historia da Cidade. São Paulo: Editora Perspectiva, 1999.CHOAY, Françoise - O Urbanismo. São Paulo: Editorial Perspectiva, 1979.DELFANTE, Charles - A Grande História da Cidade. Lisboa: Instituto Piaget, 2000.FERREIRA, J. M. Simões - Historia da Teoria da Arquitectura no Ocidente. Lisboa: Vega, 2010. GRAVAGNUOLO, Benedetto - Historia del Urbanismo 1750-1960. Madrid: Akal, 1998.HEREU, Pere; MONTANER, Josep Maria; OLIVERAS, Jordi - Textos de Arquitectura de la Modernidad. Madrid: Nerea, 1994. KOSTOF, Spiro - Historia de la Arquitectura. Madrid: Alianza Forma, 1988.KRUFT, Anno-Walter - Historia de la Teoria de la Arquitectura. Madrid: Alianza Forma, 1990. 2 vols.LUQUE, VALDIVIA, José, ed. lit. - Constructores de la Ciudad Contemporánea. Madrid: CIE - Dossat, 2000. MORRIS, A. E. J. - Historia de la Forma Urbana. Barcelona: Gustavo Gili, 1998.
Bibliografia Opcional
BONET CORREA, Antonio, ed. lit. - Atlas Mundial de la Arquitectura Barroca. [s.l.]: Electa/Unesco, 2001. CHOAY, Françoise - L'Urbanisme, utopies et réalités: une anthologie. Paris: Seuil, 1980. HITCHCOCK, Henry Russel - Arquitectura de los siglos XIX y XX. Madrid: Cátedra, 1993. KAUFMANN, Emil - La Arquitectura de la Ilustración. Barcelona: Gustavo Gili, 1995. NORBERG-SCHULZ, Christian - Arquitectura Occidental. Barcelona: Gustavo Gili, 1999.PATETTA, Luciano - Historia de la Arquitectura. Antologia critica. Madrid: Celeste ediciones, 1997. SEBASTIÁN, Santiago - Contrarreforma y barroco. Madrid: Alianza, 1985. The Triumph of the Baroque. Architecture in Europe 1600-1750. N.Y.: Rizzoli International Publications,1999. TRACHTENBERG, Marvin; HYMAN, Isabelle - Arquitectura de la prehistoria a la postmodernidad. La tradicion occidental. Madrid: Akal, 1990. RODRIGUEZ LLERA, Ramón - Breve História da Arquitectura. Lisboa: Presença, 2006.ROTH, Leland M. - Entender la Arquitectura. Barcelona: Gustavo Gili, 1999.TAFURI, Manfredo - Teorias e Historia da Arquitectura. Lisboa: Presença, 1988.WATKIN, David - Historia de la Arquitectura Occidental. Colonia: Konemann, 2001.
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Objectivos
Os objetivos fundamentais desta UC consistem em: i) apresentar aos alunos as tecnologias construtivas disponíveis para os elementos secundários da construção e revestimentos e acabamentos; ii) colocar os alunos perante o problema de desenvolvimento de um elemento de construção isolado; iii) apresentar a constituição de um projeto de execução para edifícios; iv) treinar os estudantes para incluírem considerações económicas nos seus projetos aplicando técnicas nos campos da estimativa/controlo de custos, desempenho económico e viabilidade financeira.
Programa
O programa é composto por duas vertentes - uma teórica e outra prática - de carácter diferenciado, mas articuladas e focadas nos objetivos apontados: CP1: Revestimentos e acabamentos de paredes, tetos e pavimentos - materiais, possibilidades e disposições construtivas; CP2: Processo de construção pré-fabricada e modular; CP3: Fabrico industrializado em massa, fabrico customizável, fabricação digital; CP4: Vão exteriores e interiores; CP5: Comunicações verticais - naturais e mecânicas; CP6: Projeto de execução: peças desenhadas e escritas; CP7: Estimativa dos custos de construção; CP8: Financiamento de empreendimentos; CP9: Custo dos edifícios - ciclo de vida; CP10: Valor monetário e Não-monetário dos edifícios; CP11: Custo vs benefício: avaliação do desempenho económico; CP12: Viabilidade financeira de empreendimentos. A vertente prática consiste na realização de exercícios que acompanham os passos da matéria teórica ou na demonstração de casos práticos.
Processo de Avaliação
A avaliação será fundamentada num exercício prático (50%) e num teste (50%) - ambos obrigatórios. Para dispensar exame, o exercício e o teste não poderão ter avaliação inferior a 8 valores. Devem realizar exame final os alunos que não tenham obtido classificação positiva. O desenvolvimento dos trabalhos será discutido com o docente numa periodicidade não inferior a quinzenal.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
[1] AAVV. Architects Working details. Vol 1 a 10. Londres: RIBA, 1989 a 2005. [2] BIENHAUER, Peter. Atlas de Detalles Constructivos, Gustavo Gili. [3] CABRITA, António Reis (1996): Regras para elaboração de projectos. Lisboa: MOP, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, ITE 6. (5ª edição) [4] RAMSEY, Charles George; SLEEPER, Harold Reeve (1991): Construction Details from Architectural Graphic Standards. (8ª edição). John Wiley & Sons, Inc. [5] STYLES, Keith (1982): Working Drawings Handbook. Oxford: Architectural Press, (BIB ISCTE-IUL) [6] SANTO, Fernando (2002): Edifícios: visão integrada de projectos e obras. Manual de consulta das diferentes especialidades. Ingenium Edições. [7] WAKITA, Osamu A.; LINDE, Richard M. (1999): The Professional Practice of Architectural Detailing. (3ª edição). John Wiley & Sons, Inc. [8] Thorbjoern , Mann (1992), Building Economics for Architects, Wiley, ISBN 0-442-00389-7
Bibliografia Opcional
[9] AAVV (2010): The New Structuralism: design, engineering and architectural technologies, Architectural Design magazine, July/August 2010, Profile 206, Wiley [10] AAVV (2009): Closing the Gap: Information Models in Contemporary Design Practice, Architectural Design magazine, March/April 2009, Volume 79, no 2, Wiley [11] ABALOS, Juan Herreros e Iñaki (1992) Tecnica y arquitectura. Madrid: Editorial Minerva. [12] ALLEN, Edward (1993): Architectural Detailing. Function, Constructibility and Aesthetics. USA: John Wiley & Sons Inc. (BIB ISCTE-IUL) [13] AMERY, C. (1995): Architecture industry and innovation. Phaidon. [14] ANSUATEGUI, Ignacio Paricio (1985): La construcción de la arquitectura. Vol. I e II. Barcelona: Instituto de Tecnologia de Ia Construcción de Catalunya. [15] BOYNE, Colin (1982): Best of Architects' Working Details. 1 External. 2 Internal. (Colin Boyne, Lance Wright). London, The Architectural Press / New York, Nichols. [16] GLYNN, Ruari; SHEIL, Bob (2011): Fabricate. Riverside Architectural Press [17] GUTDEUTSCH, Gotz (1996): Building in Wood. Construction and Details. Basel, Birkhauser (BIB ISCTE-IUL) [18] HUGUES, Theodor; STEIGER, Ludwig; WWBER, Johann, (2007): Construcción con madera. Detalles, productos, ejemplos. Barcelona: Gustavo Gilli, Detail praxis. [19] HUGUES, Theodor; STEIGER, Ludwig; WWBER, Johann, (2005): Dressed Stone: types of stone, details, examples. Birkhauser, Edition Detail, Detail practice. [20] LNEC (1990): Revestimento de paredes. Lisboa: LNEC. CS 15 [21] LNEC (1975): Revestimento de pavimentos. (8 vol.) Lisboa: LNEC. CPP 509. [22] LUCAS, J. A. Carvalho (1990): Exigências funcionais de revestimentos de paredes. Lisboa. LNEC, ITE 25. [23] NACENTA NAVARRO, Antonio (2002): Arquitectura: la idea i el detall. Barcelona: Edicions UPC. [24] MASCARENHAS, Jorge (2008): Sistemas de Construção IX - Contributos para o Cumprimento do RCCTE, Detalhes Construtivos sem Pontes Térmicas, Materiais Básicos (6ª Parte): o Betão. Lisboa, Livros Horizonte. [25] SCHITTICH, Christian (2001): In Detail: Building skins. Birkhauser. [26] SCHITTICH, Christtian; STAIB, Gerald; BALKOW, Dieter; SCHULER, Matthias; SOBEK, Werner (2006): Glass Construction Manual. Birkauser Verlag Basel, Detail [27] ZWEGER, Klaus (2000): Wood and Wood Joints. Building traditions of Europe and Japan. Birkhauser. (BIB ISCTE-IUL) [28] WIÇCOX, W W; BOTSAI, E E; KUBLER, H. (1991): Wood as a building material. A guide for designers and builders. John Wiley & Sons, Inc. (BIB ISCTE-IUL) [29] Revistas DETAIL [30] Myers, Danny (2008), Construction Economics: A New Approach, 2nd ed, Routledge, , ISBN 978-0415462297 [31] Ruegg, Rosalie; Marshall, Harold, Springer (1990), Building Economics: Theory and practice, ISBN 978-0442264178 [32] Morton,Ralph; Jaggar, David (1995), Design and The Economics of Building, Spon Press, ISBN 0-419-19200-x [33] Seeley, Ivor H. (1996), Building Economics, 4th ed, Macmillan Press, ISBN 0-333-63835-2 [34] Dell'Isola, Michael D. (2002), Architect's Essentials of Cost Management, Wiley, ISBN 978-0471443599
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3 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
1 - desenvolver a capacidade de descrição, análise e interpretação de um território urbano a partir das metodologias de análise urbana. 2 - aprofundar o conhecimento da cultura do território, nas dimensões física, geográfica, económica e social; 3 - consolidar a prática projetual e a capacidade de concepção mediante o entendimento do espaço e das variáveis que o condicionam.
Programa
Os conteúdos programáticos estruturam-se em torno de 4 linhas de orientação. 1. Intervenções em áreas urbanas consolidadas. 2. Redes de espaço público equipado em articulação com o edificado. 3. A habitação e os modos de habitar. 4. Criação de novas valências que articulem a proteção do património ambiental com o desenvolvimento integrado do território. O trabalho prático contempla 3 fases: CP1 - 1ª. Análise, interpretação e representação do objeto de estudo, atendendo às especificidades do território e à morfologia, tipologia e implantação do edificado pré-existente. CP2 - 2ª. Apresentação de uma proposta de habitação unifamiliar para uso próprio. CP3 - 3ª. O desenvolvimento dos projetos, até às escalas do desenho de execução, questionando, corrigindo e consolidando as decisões tomadas anteriormente.
Processo de Avaliação
A classificação final resultará de 3 tipos de avaliação:1. Contínua (20%). Implica a presença num nº de aulas igual ou superior a 75%, participação nos debates e o envolvimento sistemático no progresso trabalho.2. Periódica (40%) - entrega das fases dos exercícios. As datas da a.p. serão definidas no Planeamento da UC. 3. Final (40%) Apresentação do exercício de fundo a um júri. A apresentação inclui uma exposição oral, associada às peças escritas, desenhadas e construídas (maquetas).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
ASCHER, François, 2010. Novos Princípios do Urbanismo. Seguidos dos Novos Compromissos Urbanos. Um Léxico. Lisboa: Livros Horizonte. BOURDIN, Alain. 2011. O Urbanismo Depois da Crise. Lisboa: Livros Horizonte. Cabrita, A.M.R. (1995) O Homem e a Casa. Definição Individual e Social da Qualidade da Habitação. LNEC SOLÀ-MORALES, Ignasi, 2002. Territórios, Barcelona: Editorial G.G. ZUMTHOR, Peter, 2006. Atmosferas. Barcelona: Editorial G.G.(Será dada bibliografia específica ao longo do exercício)
Bibliografia Opcional
AA.VV., 2004. Arquitectura Popular em Portugal. Lisboa: Ordem dos Arquitectos. AA.VV., 2001. AV Monografias Pragmatismo Y Paisaje, 91. GEHL, Jan e Lars Gemzoe, 2002.Novos Espaços Urbanos. Barcelona: Editorial G.G. MAGALHÃES, M.R., 2001. A Arquitectura Paisagista Morfologia e Complexidade, Lisboa: Editora Estampa. PORTAS, Nuno; DOMINGUES, Álvaro; CABRAL, João. Políticas Urbanas: Tendências, estratégias e oportunidades. Lisboa: F. C. G., 2003. SERPA, Angelo, 2007. O espaço público na cidade contemporânea. São Paulo: Editora contexto.
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Objectivos
Introduzir os estudantes na utilização de modelos digitais de Arquitetura, estes permitem a sistematização do processo de projeto de arquitetura otimizando os tempos de resposta e melhorando a qualidade da comunicação entre o arquiteto e a sociedade.mentas práticas para a geração, simulação, visualização e análise do espaço construído.
Programa
CP1 - O que se entende por BIM CP2 - O Autodek Revit, introdução á interface, comandos e procedimentos CP3 - Desenho de objetos arquitetónicos Pisos Paredes Portas e Janelas Coberturas CP4 - Criar uma porta de projeto CP5 - Cotagem CP6 - Mapas de áreas CP7 - Tabelas de quantidades CP8 - Perspetivas CP9 - Criar vistas - Plantas, cortes e alçados CP10 - Criar ficheiro de distribuição DWF
Processo de Avaliação
O processo de avaliação é composto por trabalho prático e assiduidade nas seguintes proporções: Trabalho Prático - TP > 90% Assiduidade - AS > 10% Nota Final - NF = TP + AS
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Autodesk Revit Building Curso Completo 2ª Edição Actualizada, José Garcia - FCA
Bibliografia Opcional
Mastering Autodesk Revit Building (Autodesk Revit) by Paul F. Aubin
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Objectivos
Esta UC tem como enfoque principal a vida social dos espaços públicos na sua relação com as propriedades configuracionais do espaço físico. Neste contexto, o planeamento do espaço comunitário, espaço público onde se pratica a vida social torna-se o objecto de estudo em si próprio. Assim, esta UC tem como objectivo principal a aquisição de conhecimentos que permitam o entendimento da relação entre as pessoas e o espaço ao nível funcional e perceptivo. Deste modo a configuração espacial joga um papel determinante na vitalidade dos lugares, nomeadamente no movimento humano, na interacção e nos encontros informais o que faz das cidades os lugares efectivos de contacto e de sociabilização.
Programa
CP1. Os espaços públicos como lugares fundamentais de sociabilização e consequentemente a cidade enquanto solução do habitat humano. CP2. O desenho urbano sistémico: "O todo é maior do que a soma das partes" CP3. A estrutura do espaço público: Espaços verdes, espaços pedonais, rede viária e edificado. CP4. Planeamento de comunidades: Acessibilidade, usos e actividades, conforto e imagem, sociabilização. CP5. Características dos espaços públicos com vitalidade CP6. Estratégias de desenho e planeamento de espaços públicos de sucesso CP7. Técnicas de observação de espaços públicos:'Counting', 'Mapping', 'Tracing', 'Tracking', 'Looking for traces', 'Photographing', 'Keeping a diary' e 'Test walks' CP8. Propriedades configuracionais do espaço urbano. Introdução à teoria da sintaxe espacial ou lógica social do espaço. Padrões espaciais, vida espacial e vida social CP9. Introdução ao software Depthmap: Análise sintática do espaço por meio dos mapas axial e de visibilidade.
Processo de Avaliação
A avaliação é contínua e baseada num exercício sobre espaços público a desenvolver durante o semestre. Esta avaliação pressupõe uma assiduidade igual ou superior a 70%. O exercício é desenvolvido em grupo com proposta de intervenção final individual. A avaliação é realizada na totalidade ao longo do período curricular não dando lugar à modalidade de avaliação final (exame)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
ALEXANDER, C et all - A Pattern Language: Towns, Buildings, Construction. Oxford University Press, New York, 1977. GEHL, J., Life Between Buildings. Using Public Space, Sixth Edition, The Danish Architectural Press, Copenhagen, 1987. GHEL, J., Cities for People. Island Press, 2010. HILLIER, Bill; HANSON, Julienne The Social Logic of Space, Cambridge University Press,1984. Project for Public Spaces, How to turn a place around. A Handbook for Creating Successful Public Spaces. New York, 2005. TURNER, Alaisdair. Depthmap 4: a researcher's handbook. Londres: Bartlett School of Built Environment, 2004. UCL DEPTHMAP: Spatial Network Analysis Software. Disponível em: < http://depthmap.org/ >. WALLJASPER, Jay, The Great Neighborhood Book. New Society Publishers, Gabriola Island, 2007. WHITE, William H., The Social Life of Small Urban Spaces, Project for Public Spaces, New York, 1980. WHITE, William H., City: rediscovering the center, University of Pennsylvania Press, 2009.
Bibliografia Opcional
ALEXANDER, C. , The Nature of the Order. An Essay on the Art of Building and the Nature of the Universe, Vol 3, The Center for Environmental Structure, Berkley California, 2003. ALEXANDER, Christopher. The city is not a tree, Rudi-net. On line: [http://www.patternlanguage.com/archives/alexander1.htm]. Acesso em: 16.09.2012. BATTY, Michael et al., Fractal Cities, Academic Press, 1994. BENEDIKT, M. L., To take hold of space: Isovists and isovist fields, Environment and Planning B: Planning and Design 6(1) 47-65, 1979. BLUMENFELD, Hans, Scale in Civic Design, 1952. On line: [http://www.jstor.org/pss/40102828] em 17.07.10 BENTLEY, Ian et al, Responsive environments. A manual for designers. Architectural Press, UK, 1985. CULLEN, Gordon - El Paisage Urban, Blume-Labor, Barcelona, 1974. DECAY, G. Z. Brown and Mark - Sun, Wind & Light. Architectural Design Strategies, John Wiley & Sons, Inc., New York, 2001. GUERREIRO, Maria Rosália, Interstícios urbanos e o conceito de espaço exterior positivo. Revista Fórum Sociológico, Nº 18 II Série, CESNOVA - Centro de Estudos de Sociologia da Universidade Nova de Lisboa, Lisboa, pp.13-19, 2001. On line: [http://forumsociologico.fcsh.unl.pt/Default.aspx)] GUERREIRO, Maria Rosália, Urbanismo orgânico e a ordem implícita. Uma leitura através das geometrias da natureza, Tese de Doutoramento, ISCTE-IUL, Lisboa 2010, on line [http://hdl.handle.net/10071/2911] HIGUERAS, Ester, Urbanismo Bioclimático, Editorial Gustavo Gili, S.L, 2006. HILLIER, Bill,The architecture of the urban object. Ekistics 334 e 335, 5-21, 1989. HILLIER, Bill, "Natural movement: or configuration and attraction in urban pedestrian movement" in Environment and Planning B: Planning and Design 20, 29-66, 1993. HOLANDA, Frederico de, Sociological Architecture. A Particular Way Of Looking At Places, Journal of Space Syntax, 2010. Disponível em: [ http://joss.bartlett.ucl.ac.uk/journal/index.php/joss/article/view/337/pdf_27]. Acesso em: 16.09.2012. JACOBS, J., The Death an Life of Great American Cities, Vintage, New York:, 1961. KELBAUGH, Douglas, Commom Place. Toward Neighborhood and Regional Design, University of Washington Press, London, 1997. KOSTOF, Spiro - The city shaped: Urban Patterns and Meanings Through History, Thames and Hudson, London, 1991. KNOWLES, Ralph, Sun Rhythm Form, MIT Press, Massachusetts, 1981. LYNCH, Kevin, A imagem da Cidade, Edições 70, Lisboa 1999. LYNCH, Kevin, A boa forma da cidade, Edições 70, 2ª Ed. Lisboa, 2012. MARSH, M. William, Landscape Planning . Environmental Applications, 3th Edition, John Wiley & Sons Inc., New York, 1998. MORRIS, A. E. J. - History of the Urban Form Before the Industrial Revolutions, Third Edition, Longman Scientific & Technical, New York, 1994. RIBEIRO, Orlando - Portugal, o Mediterrâneo e o Atlântico, Sá da Costa, 5ª Edição, Lisboa, 1987. POZO, Alfonso del, Análisis Urbano. Textos: Gianfranco Cannigia, Carlo Aymonino, Massimo ROSSI, Aldo, La Arquitectura de la Ciudad, Editorial Gustavo Gili S.A., Barcelona, 1982. SOUTHWORTH, Michael and Eran Bem-Joseph, Streets and the shapping of Towns and Cities, Washington DC, Island Press, 2003. ROMERO, M. Adriana B., Arquitectura Bioclimática do Espaço Público, Editora Universidade de Brasília, Brasília, 2001 TÁVORA, Fernando, Da organização do espaço, FAUP, 1999.
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Objectivos
Os objectivos gerais desta UC são: (i) a aquisição de conhecimentos e competências técnicos fundamentais relacionados com as infra-estruturas presentes nos edifícios assegurando a sua compatibilização com a Arquitectura; (ii) treinar os estudantes para incluírem considerações económicas nos seus projetos aplicando técnicas nos campos da estimativa/controlo de custos, desempenho económico e viabilidade financeira.
Programa
CP1. Infra-estruturas. Introdução; CP2. AVAC - Aquecimento, ventilação e ar condicionado; CP3. Segurança contra incêndio; CP4. Sistemas de distribuição de águas; CP5. Sistemas de drenagem de águas; CP6. Sistemas de distribuição de electricidade; CP7. Sistemas de distribuição de gás; CP8. Sistemas de distribuição de telecomunicações e domótica; CP9. Estimativa dos custos de construção; CP10. Financiamento de empreendimentos; CP11. Custo dos edifícios - ciclo de vida; CP12. Custo vs benefício: avaliação do desempenho económico; CP13. Viabilidade financeira de empreendimentos; CP14. Princípios de avaliação imobiliária.
Processo de Avaliação
Trabalho individual de elaboração de traçados de redes de infraestruturas (estudo prévio) - 70%; Teste - 30%; Não há lugar a exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Águas e esgotos em loteamentos urbanos - Lisboa, 1988, LNEC, S 328. Regras de Dimensionamento das Redes Prediais de Distribuição de Água e de Drenagem de Águas Residuais Domésticas e Pluviais (ITE 31 LNEC). PEDROSO, Vitor M. R. - Manual dos Sistemas Prediais de Distribuição e Drenagem de Águas, LNEC, CED 7 VIEGAS, João Carlos - Ventilação Natural de Edifícios de Habitação - Lisboa, 1996 - LNEC. ALLEN, Edward - Cómo Funciona un Edificio Principios Elementales - Barcelona, Gustavo Gili, 1993 Branco, J. Paz - Manual do Pedreiro, LNEC Instalações Eléctricas em Edifícios para Habitação - Lisboa, 1976, LNEC, CPP 518. PEDROSO, Vitor M. R. - Instalações de Combate a Incêndios com Água em Edifícios - Lisboa, 1996, LNEC, ITE 41. PEDROSO, Vitor M. R. - Patologia das Instalações Prediais de Distribuição de Água - Lisboa, 1997, LNEC, COM 8. Thorbjoern , Mann (1992), Building Economics for Architects, Wiley, ISBN 0-442-00389-7
Bibliografia Opcional
FARINHA, J. S. Brazão; REIS, A. Correia dos Tabelas técnicas - edição P.O.B., Setúbal, 1992. PIEDADE, A Canha da. - Princípios da Construção de Edifícios, Lisboa, IST, 1998. Regulamento Geral dos Sistemas Públicos e Prediais de Distribuição de Água e de Drenagem de Águas Residuais. Norma Portuguesa - NP- 1037-1 - 2002. BONIFÁCIO, Horácio; Sousa, Pedro F.; Rodrigues, Maria João - Vocabulário Tècnico e Crítico de Arquitectura - Quimera Editores, 1990 Myers, Danny (2008), Construction Economics: A New Approach, 2nd ed, Routledge, , ISBN 978-0415462297 Ruegg, Rosalie; Marshall, Harold, Springer (1990), Building Economics: Theory and practice, ISBN 978-0442264178 Morton,Ralph; Jaggar, David (1995), Design and The Economics of Building, Spon Press, ISBN 0-419-19200-x Seeley, Ivor H. (1996), Building Economics, 4th ed, Macmillan Press, ISBN 0-333-63835-2 Dell'Isola, Michael D. (2002), Architect's Essentials of Cost Management, Wiley, ISBN 978-0471443599
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Objectivos
A unidade curricular Teoria da Arquitectura Contemporânea I tem como principais objectivos: - Apresentar aos discentes a evolução da arquitectura ocidental europeia contemporânea, centrada na primeira metade do século XX. - Dotar os discentes do conhecimento analítico e reflexivo dos paradigmas teóricos, arquitectónicos e urbanos da primeira metade do século XX.
Programa
CP1. Adolf Loos, Ornamento e crime (1908); Tony Garnier, Une Cité Industrielle: étude pour la construction des villes (1903-1917). CP2. Otto Wagner, Die grofszstadt (1911), e o Plano de extensão de Viena. CP3. Habitação e Urbanismo no período entre as duas guerras. A Deutscher Werkbund ( 1907) e a Bauhaus (1918-33). CP4. Le Corbusier, Ville Contemporaine pour trois millions d'habitants (1922); Trois rappels a Messieurs les architectes (1923); Urbanisme (1924);Pavilhão L'Esprit Nouveau (1925); Les cinq points d'une Nouvelle architecture (1927); La ville radieuse (1935); L'urbanisme des Trois Etablissements Humains (1946); Manière de penser l'Urbanisme (1946). CP5. Mies van der Rohe e a Exposição Weissenhofsiedlung (1927),Estugarda. CP6. Ernst May, a Nova Frankfurt (1927- 34) e o conceito existenzminimun. CP7. C. A. Perry, The neighbourhood unit. A scheme of Arrangement fot the Family-Life Community,(1929). CP8. Os CIAM e a cidade funcional.
Processo de Avaliação
Avaliação pressupõe uma assiduidade igual ou superior a 60%. Avaliação contínua e periódica. Elementos de avaliação: participação e assiduidade (20%); trabalho de grupo de investigação, escrito e com apresentação oral indiviual(80%). Aprovação na UC classificação igual ou superior a 10 valores na média dos elementos de avaliação. Exame escrito (1ª época; 100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BENEVOLO, Leonardo - Historia de la arquitectura moderna. Barcelona: Gustavo Gili, 1994. FRAMPTON, Kenneth - Historia crítica de la arquitectura moderna. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 1993. GIEDION, Sigfried - Espaço, tempo e arquitectura: o desenvolvimento de uma nova tradição. São Paulo: Martins Fontes, 2004. LE CORBUSIER - Por uma arquitectura. São Paulo: Perspectiva, 2000. MUMFORD, Eric - The CIAM discourse un urbanism, 1928-1960. Cambridge: The MIT Press, 2000. POMMER, Richard; OTTO, Christian F. - Weissenhof 1927 and the modern movement in architecture. Chicago: The University of Chicago Press, 1991. ROTH, Leland M. - Entender la arquitectura, sus elementos, historia y significado. Barcelona: Gustvo Gili, 2005. VALDIVIA, José Luque Ed. lit. - Constructores de la ciudad contemporânea: aproximacion disciplinar a través de los textos. Madrid: CIE Inversiones Editoriales, 2000.
Bibliografia Opcional
ÁBALOS, Iñaki - Atlas pintoresco: los viajes. Barcelona: Gustavo Gili, 2008. Vol.2 AC Documentos de Actividad Contemporanea. Publicación del gatepac. Zaragoza: Diputación Provincial de Zaragoza, 2007. ANDRÉ, Paula - O dilema da cobertura: de Adolf Loos a Mies van der Rohe passando por Gregori Warchvchik e Flávio carvalho, in, NOLL, João Francisco; ODEBRECHT, Silvia ed. lit. - Modernidade em Arquitetura e Urbanismo de Santa Catarina. Blumenau: Edifurb, 2013.p.17-34. ANDRÉ, Paula - España, Portugal, Alemania y Brasil en las exposiciones de arquitectura de la primera mitad del siglo XX: "moderno", "tradición", "vernáculo" y "nacional", in, Las Exposiciones de arquitectura y la arquitectura de las exposiciones. La arquitectura española y las exposiciones internacionales (1929-1975). Pamplona: Universidad de Navarra, 2014, p.119-128. BERLIN Modernism Housing Estates. Inscription on the Unesco World Heritage List. Braun, 2009. BOUDON, Philippe - Pessac de Le Corbusier. Étude socio-architecturale 1929-85. Paris: Dunod, 1985. BRUNA, Paulo - Os primeiros arquitectos modernos. Habitação social no Brasil 1930-1950. São Paulo: edusp, 2010. BUIGAS de DALAMU, Maria Fullaondo - Casas en el jardin de MoMA: la consolidación de un museo. Barcelona: Fundacion Caja de Arquitectos, 2010. BURGER, Peter - Teoria da vanguarda. Lisboa: Vega, 1993. BURGOS, Alberto - Modernidad atemporal com Alejandro de la Sota.Valencia: General de ediciones de Arquitectura, 2011. CANI, Fabio - Giuseppe Terragni en el espejo de la ciudad. Arquitectura racionalista en Como en el siglo XX. Valencia: Iseebooks, 2009. CAVALCANTI, Lauro - Moderno e brasileiro. A historia de uma nova linguagem na arquitectura (1930-60). Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. CIUCCI, Giorgio; MURATORE, Giorgio ed. lit. - Storia dell'Architettura italiana: il primo novecento. Milano: Electa, 2004. COHEN, Jean-Louis - Mies van der Rohe. Madrid: Akal, 2007. CONSTANT, Caroline - Eileen Gray. London: Phaidon, 2007. COSTA, Lucio - Arquitetura. Rio de Janeiro: José Olympio, 2006. DROSTE, Magdalena - Bauhaus 1919-1933. Berlim: benedikt taschen, 1990. ESPEGEL, Carmen - Heroinas del espácio. Mujeres arquitectos en el movimento moderno. Valencia: Memorias culturales, 2008. ESPEGEL, Carmen - Aires Modernos. E. 1027:maison en bord de mer. Eileen GraY Y Jean Bodavici 1926-1929. Madrid: Mairea, 2010. FANELLI, Giovanni; GARGIANI, Roberto - Histoire de l'architecture moderne. Structure et revêtement. Lausanne: Presses Polytechnique set Universitaires romandes, 2008. FORTY, Adrian - Words and Buildings. A Vocabulary of Modern Architecture. London: Thames & Hudson, 2013. FUSCO, Renato de - Historia de la Arquitectura Contemporanea. Madrid: Celeste, 1997. GARCIA, Rafael - Arquitectura Moderna en los Paises Bajos 1920-1945. Madrid: Akal, 2010. GARCIA-QUIÑOLES, Belén Ed. lit. - AC publicación del Gatepac. Barcelona: Fundación Caja de Arquitectos, 2005. GARDELLA. Barcelona: DPA, 2009. GARGIANI, Roberto ed. lit. - La colonne. Nouvelle histoire de la construction. Lausanne: Presses Polytechnique set Universitaires romandes, 2008. GARRIDO, Ginés; CÁNOVAS, Andrés ed. lit. - Critica. Madrid: ETSAM, 2003. GARRIDO, Ginés - Melnikov en Paris, 1925. Barcelona: Fundacion caja de Arquitectos, 2011. GROPIUS, Walter - Bauhaus: novarquitectura. São Paulo: Perspectiva, 2001. L'HABITATION Minimum. Edicion facsímil de la de Julius Hoffmann, 1933. Zaragoza: Delegacion de Zaragoza del Colegio Oficial de Arquitectos de Aragon, 1997. HITCHCOCK, Henry Russel - Arquitectura de los siglos XIX y XX. Madrid: Catedra, 1993. HITCHCOCK, Henry Russel; JOHNSON, Philip - El estilo Internacional. Arquitectura desde 1922. Murcia: CCECA, 1984. IGLESIAS PICAZO, Pedro - La habitación del enfermo: ciência y arquitectura en los hospitales del movimento moderno. Barcelona: Fundacion Caja de Arquitectos, 2011. JORGE, Pedro Fonseca - A Célula Mínima na Experiência da Habitação de Custos Controlados. Porto: FAUP, 2011. Tese doutoramento. LAMPUGNANI, Vittorio Magnano Ed. lit. - Enciclopedia GG de la arquitectura del siglo XX. Barcelona: Ed. Gustavo Gili, 1993. LEATHERRBARROW, David; MOSTAFARI, Moshen - La superfície de la arquitectura. Madrid: Akal, 2007. LE CORBUSIER - Precisões. São Paulo: Cosac & Naify, 2004. LE CORBUSIER - Maneira de pensar o urbanismo. Mem Martins: Publicações Europa América, 2008. LE CORBUSIER - A viagem do oriente. São Paulo: Cosac & Naify, 2007. LE CORBUSIER ou la Synthèse des Arts. Geneve: Skira, 2006. LEJEUNE, Jean-François; SABATINO, Michelangelo ed. lit. - Modern Architecture and the Mediterranean. Vernacular Dialogues and Contested Identities. New York: Routledge, 2010. LEONÌDIO, Otavio - Carradas de razões. Lúcio Costa, e a arquitectura moderna brasileira 1924-1951. Rio de Janeiro: PUC Rio, 2007. LLEO, Blanca - Sueño de habitar. Barcelona: Gustavo Gili, 2005. LUCAN, Jacques - Composition, non-composition. Architecture et theories, XIX-XX siècles. Lausanne: Presses Polythechniques et Universitaires romandes, 2001. LUCIO Costa. Um modo de ser moderno. São Paulo: Cosac & Naify, 2004. MACEDO, Danilo Matoso - Da matéria à invenção. As obras de Oscar Niemeyer em Minas Gerais 1938-1955. Brasilia: Camara dos Deputados, 2008. MARIA MONTANER, Josep - As formas do século XX. Barcelona: Gustavo Gili, 2002. MARTINEZ, Andrés - Habitar la cubierta. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2005. MARTINS, Carlos A. Ferreira ed. lit. - Arquitetura do século XX e outros escritos, Gregori Warchavchik. São Paulo: Cosac & Naify, 2006. MATTA BOTELLA, Elena - El Análisis Gráfico de la Casa. Madrid: ESTMA, 2002. Tese doutoramento. MELGAREJO BELENGUER, Maria - La arquitectura desde el interior, 1925-1937: Lilly Reich y Charlotte Perriand. Barcelona: Fundación Caja de Arquitectos, 2011. MENGIN, Christine - Guere du toit & modernité architecturrale. Loges l'employé sous la république de Weimar. Paris: Publications de la Sorbonne, 2007. OLNO, Carlo - Il lingotto: 1915-1939 l'architettura, l'immagine, il lavoro. Torino: Umberto Allemandi, 1994. OVERY, Paul - Light, Air and Openness. Modern Architecture between wars. London: Thames & Hudson, 2007. PIZZA, Antonio - Arte y arquitectura moderna: 1851-1933: del crystal palace de Joseph Paxton a la clausura de la Bauhaus. Barcelona: Edicions de la Universitat Politecnica de Catalunya, 1999. POMMER, Richard; OTTO, Christian F. - Weissenhof 1927 and the modern movement in architecture. Chicago: The University of Chicago Press, 1991. RIGOTTI, Ana Maria; PAMPINELLA, Silvia ed. lit. - Entre puntos cardinals: debates sobre una nueva arquitectura (1920-1950). Rosario: prohistoria ediciones, 2012. RIGOTTI, Ana Maria; PAMPINELLA, Silvia ed. lit. - Materiales de la arquitectura moderna: cuatro libros. Rosario: UNR editor, 2011. RIGOTTI, Ana Maria; PAMPINELLA, Silvia ed. lit. - Una cosa de vanguardia. Hacia una arquitectura.. Rosario: UNR editor, 2009. SAMBRICIO, Carlos; SÁNCHEZ LAMPREAVE, Ricardo Eds. lit. - La vivenda protegida: historia de una necesidad. Madrid: Ministerio de Vivienda, 2009. SAMBRICIO, Carlos ed. lit. - Ciudad y Vivienda en America Latina 1930-1960. Lampreave, 2012. SAMBRICIO, Carlos ed. lit. - Un siglo de vivenda social (1903-2003). Madrid: EMV, CES, s.d. SCHNEIDER, Friederike Ed. lit. - Atlas de plantas. Barcelona: Gustavo Gili, 2006. TOURNIKIOTIS, Panayotis - La historiografia de la arquitectura moderna. Madrid: Celeste, 2001. TORRES CUECO, Jorge - Le Corbusier: visiones de la técnica en cinco tempos. Barcelona: Fundacion caja arquitectos, 2004. TSIOMIS, Yannis ed. lit. - Le Corbusier Rio de Janeiro 1929-1936. Paris; Rio de Janeiro: Centro de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro; Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, 1998. VIDLER, Anthony - Historia del presente imediato. La invencion del movimento moderno arquitectónico. Barcelona: Gustavo Gili, 2011. VITALE, Elodie - La Bauhaus de Weimar 1919-1925. Paris: Pierre Mardaga, s.d. WESTON, Richard - Plantas, cortes e elevações. Edificios-chave do século XX. Barcelona: Gustavo Gili, 2005. WISNIK, Guilherme - Lucio Costa. São Paulo: Cosacnaify, 2001. XAVIER, Alberto ed. lit. - Depoimento de uma geração. Arquitectura moderna brasileira. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. XAVIER, Alberto ed. lit. - Lucio Costa: sobre arquitectura. Porto Alegre: UniRitter, 2007.
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3 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
1 - Desenvolver a capacidade de descrição e interpretação de uma proposta arquitectónica, atendendo às circunstâncias socioculturais, físicas, económicas e programáticas que o condicionam. 2 - Aprofundar o conhecimento da teoria em arquitectura, entendo-a como o domínio para o qual converge o saber de fazer. 3 - Consolidar a prática projetual e a capacidade de concepção mediante o entendimento do espaço e das variáveis que o condicionam.
Programa
O exercício proposto deverá ser entendido como campo de investigação onde é possível simular soluções que construam lugares humanizados, articulados com o quotidiano da vida dos seus habitantes. O programa estrutura-se em torno de três objectivos programáticos: OP1 - Concepção de edifício(s) de habitação colectiva / multifamiliar, associado(s) a uma valência de equipamento ou espaço comercial de proximidade, num contexto urbano consolidado. OP2 - Articulação da proposta com a especificidade do lugar, atendendo à inserção física e programática do edifício, num contexto urbano especifico; OP3 - Desenvolvimento do projeto até às escalas do desenho de execução, questionando, corrigindo e consolidando as decisões tomadas anteriormente.
Processo de Avaliação
A classificação final resultará da ponderação de 3 tipos: Contínua (20%). Implica a presença num número de aulas igual ou superior a 75%, e a qualidade da participação nos debates e discussões e o envolvimento no progresso trabalho. Periódica (30%). Associada a 1 exercício organizado em 3 etapas. As datas são definidas no Planeamento da UC. Final (50%). Apresentação do exercício a um júri - inclui uma exposição oral, associada às peças escritas, desenhadas e(maquetas).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
GAUSA, Manual, 2010. OPEN, Espacio Tempo información. Arquitetura, Vivenda y Ciudade Contemporánea. Teoría e Historia de un Cambio, Barcelona: ACTAR. MADRAZO, Leandro et al, 2012. Oikodomos. Innovation housing learning, Antwerpen: Oikodomos. JENKINS, Paul e FORSYTH, Leslie, (ed) 2010. Architecture, Participation and Society, New York: Routledge. MELGAREJO, Maria (ed), 1996. Nuevos Modos de Habitar, Barcelona: COACV. FRANKLIN, Bridget, 2006. Housing Transformations. Shaping the Space of 21th century living, New York: Routledge. MONTANER, Josep Maria e MUXÍ, Zaida, 2013. Arquitectura y Política. Ensaios para mundos alternativos, Barcelona: GG. A+T, Independent Magazine of Architectue +Technology. Reclaim Domestic Actions. Spring 2013. Issue 41. SOLÀ-MORALES, Ignasi, 1998 (1995). Diferencias. Topografia de la Arquitectura Contemporánea, Barcelona: Editorial G.G. SOLÀ-MORALES, Ignasi, 2002. Territórios, Barcelona: Editorial GG.
Bibliografia Opcional
AAVV, 1995. Normas Técnicas para o Projecto de Edifícios de Habitação, Lisboa: LNEC. ABALOS, Iñaki, 2000. La Buena Vida, Visitas Guiadas a las Casas de la Modernidade. Barcelona: G.G. FRENCH, Hilary, 2009. Vivienda colectiva paradigmática del siglo XX. Plantas, secciones y alzados. Barcelona, GG. HEIDEGGER, Martin, (1951). Building Dwelling Thinking (http://web.mac.com/davidrifkind/fiu/library_files/heidegger.building-dwelling-thinking.lib-iss.pdf) IHRU (Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana). Portal da Habitação. Disponível em: . Acesso em: 21 de Agosto de 2010. LEUPEN, Bernard, 2006. Frame and Generic Space. A study into the changeable dwelling proceedings from the permanent, Rotterdam: 010 Publishers. PEREIRA, Luz Valente; GAGO, M. Amélia Corrêa; e, LOPES, M. José. 1984. Inquérito à Habitação Urbana. Lisboa: LNEC. PORTAS, Nuno, 1999. Funções e Exigências de Áreas de Habitação. Lisboa: MOP/LNEC, 1999.SCHNEIDER, Friederic, 2006. Atlas de plantas. Viviendas, Barcelona, GG.
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Objectivos
Adquirir os conhecimentos e desenvolver as aptidões práticas que baseiam a compreensão das relações entre a arquitetura e o meio ambiente envolvente, através da integração de exigências de conforto e de habitabilidade.
Programa
CP1. Introdução Exigências funcionais e conforto em arquitetura; A física nos edifícios e na arquitetura.
CP2. Clima Ações climáticas; Caracterização geral do clima.
CP3. Conforto térmico Noção geral de conforto térmico; Condições limite de desconforto; Factores de conforto térmico; Critérios e índices de conforto térmico; Exigências de conforto térmico em edifícios.
CP4. Transmissão de calor em edifícios A envolvente em edifícios; Condução, convecção e radiação; Coeficiente de transmissão térmica; Pontes térmicas; Inércia térmica; Requisitos exigenciais (SCE, REH, RECS).
CP5. Ar húmido e condensação Noções gerais; Taxa de humidade em ambientes interiores; Condensações superficiais e internas.
CP6. Ventilação natural Critérios para ventilação natural; Estratégias para ventilação natural.
CP7. Acústica nos edifícios Propagação do som; Isolamento a sons aéreos e de percussão; Absorção sonora e reverberação; Controlo sonoro em recintos fechados.
Processo de Avaliação
Avaliação contínua obrigatória com seis mini-testes; nota mínima de 8 em cada mini-teste; classificação final é média aritmética dos mini-testes. Exame final para estudantes que não obtenham aprovação na avaliação contínua.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
NEILA GONZALEZ, F.J. - Arquitectura bioclimatica en un entorno sostenible. Editorial Munillaleria, 2004. ISBN: 9788489150645
RODRIGUES, A. M. et al - Térmica de edifícios. Amadora: Edições Orion, 2009. ISBN: 978-972-8620-13-4
KLEIVEN, T., 2003. Natural Ventilation in Buildings - Architectural concepts, consequences and possibilities, Trondheim: Norwegian University of Science and Technology.
SILVA, P. M. - Projecto de condicionamento acústico de edifícios. Lisboa: LNEC, 2006. ISBN-13: 978-972-49-2080-1; ISBN-10: 972-49-2080-1
SANTOS, C.P., MATIAS, L.M.C. - Coeficientes de transmissão térmica de elementos da envolvente dos edifícios. ITE 50. Lisboa: LNEC, 2006. ISBN-10: 972-49-2065-8
Bibliografia Opcional
AAVV ? Energy and Buildings, Volume 34, Number 6. Elsevier: July 2002. Número com compilação de artigos científicos acerca do conforto térmico
ALMEIDA, G. - Análise de Soluções Construtivas para a Verificação de Requisitos Térmicos e Acústicos em Edifícios de Habitação. Dissertação para obtenção do grau de Mestre em Engenharia Civil. Lisboa: Faculdade de Ciências e Tecnologia UNL, 2009
Cory, S., Lenoir, A., Donn, M., & Garde, F. (2011). Formulating a Building Climate Classification Method. Proceedings of Building Simulation 2011: 12th Conference of International Building Performance Simulation Association, (pp. 1662-1669). Sydney.
PATRÍCIO, J. ? Acústica nos edifícios. Lisboa, 2003 (edição do autor). ISBN: 972-9025-21-5
PATRÍCIO, J. ? Isolamento sonoro a sons aéreos e de percussão. Metodologias de caracterização. ITE 45, 4ª edição. Lisboa: LNEC, 2005. ISBN: 972-49-1823-8
SILVA, P. M. ? A componente acústica na reabilitação de edifícios de habitação. 3ª edição. Lisboa: LNEC, 2001. ISBN: 972-49-1743-6
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Objectivos
Pretende-se que o aluno seja capaz de sinalizar as diversas abordagens teóricas produzidas no âmbito disciplinar da Arquitectura e do Urbanismo, relacionando-as com a Crítica e a História. Procura-se consolidar referências mais actuais decorrentes do ciclo iniciado no Segundo pós Guerra que foram sendo aprofundadas nas diversas Unidades Curriculares de Arquitectura e de Teoria. É importante ainda que o aluno associe a prática da escrita, enquanto reflexo do pensamento do arquitecto e do urbanista, ao desempenho profissional, cruzando-a com algumas das realizações emblemáticas do mesmo período e que possa compreender as implicações causadas pelas alterações de produção na evolução da cidade e suas consequências no acto disciplinar. A aquisição de competências na análise de um texto teórico e o desenvolvimento de uma boa oralidade estão igualmente entre os objectivos a alcançar.
Programa
O curso assenta na leitura de títulos seleccionados sobre a arquitectura do período contemporâneo que assinalaram alterações importantes do domínio das teorias arquitectónica e urbanística da segunda metade do século XX. Divide-se em dois módulos: um inicial de exposição teórica (Módulo A) e um segundo de carácter experimental (Módulo B) apoiado na reflexão realizada a partir das leituras obrigatórias. Esse trabalho é desenvolvido segundo uma metodologia de grupo. Estas leituras serão enquadradas pelo docente. Estrutura: CP1. Módulo A: Modelos e Casos de Estudo 1. Crise e/ou Continuidade. Paradigmas da cidade moderna: Brasília e Chandigarh 2. Do CIAM ao Team X 3. O século americano 4. Pós-modernismo 5. A reacção europeia e a retirada italiana do Movimento Moderno 6. Estudos de género: Mulheres e Arquitectura CP.2 Módulo B: Leituras pós-modernas 1. Historicismos 2. Contextualismo 3. Fenomenologia 4. Contemporaneidade
Processo de Avaliação
O processo de avaliação envolve a utilização de instrumentos de avaliação individuais (teste) e em grupo (trabalho de investigação, que envolve a realização de um relatório a partir de um enunciado fornecido pelo docente). O regime de avaliação é contínuo: teste escrito individual (2/3) e trabalho em grupo (1/3). Os grupos integram um máximo de 5 e mínimo de 3 elementos. A investigação é apresentada na aula. Esta avaliação pressupõe uma assiduidade (e pontualidade) igual ou superior a 80%.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
JACOBS, Jane (1989 ,1961), The Death and Life of Great American Cities, New York: Vintage Books, a Division Random House JA - Jornal Arquitectos (2011), Ser Mulher - Being a Woman, n. 242, Julho/Agosto/Setembro JENCKS, Charles (1984, 1977), El Language de La Arquitectura Posmoderna, 3ª Edición, Barcelona: Gustavo Gili KOOLHAAS, Rem (2004, 1978), Delirious New York, Barcelona: Gustavo Gili NORBERG-SCHULZ, Christian (1980), Genius Loci, Towards a Phenomenology of Architecture, New York: Rizzoli SOLA-MORALES, Ignasi de (2002), Territorios, Barcelona: Gustavo Gili ROSSI, Aldo (1998, 1981), Autobiografia Cientifica, Barcelona: Gustavo Gili URSPRUNG, Philip, editor (2002), Herzog & de Meuron, Natural History, Lars Muller Publishers VENTURI, Robert (1966), Complexity and Contradiction in Architecture, New York: The Museum of Modern Art Press
Bibliografia Opcional
AMENDOLA, Giandomenico (1997), La Ciudad Postmoderna, Madrid: Celeste Ediciones BAIA, Pedro (ed. 2014). Koolhaas Tangram, Porto: Circo de Ideias BANHAM, Reyner (1978), Megastructuras - Futuro Urbano del Passado Reciente, Barcelona: Gustavo Gili CHOAY, Françoise (2007, 1980), A Regra e o Modelo - sobre a teoria da arquitectura e do urbanismo, Lisboa: Caleidoscópio CHOAY, Françoise (1969), The Modern City: Planning in the 19th Century, New York: George Braziller COLOMINA, BEATRIZ (2000, 1996), Privacy and Publicity ? Modern Architecture as Mass Media. Cambridge, Massachusetts: MIT Press LE CORSUBIER (1943), La Charte d?Athènes, Paris : Plon LYNCH, Kevin (2007, 1981), A Boa Forma da Cidade, Lisboa: Edições 70 FRIEDMAN, Yona (1978, 1958-1969), La Arquitectura Móvil, Barcelona: Poseidon JENCKS, Charles (1984, 1977), El Language de La Arquitectura Posmoderna. 3ª Edición, Barcelona: Gustavo Gili JENCKS, Charles /KROPT, Karl (editors) (2003), Theories and Manifestoes of Contemporary Architecture. Wiley-Academy KOOLHAAS, Rem (1978, 1997). Delirious New York: A Retroactive Manifesto of Manhattan, The Monacelli Press KOOLHAAS, Rem/MAU, Bruce (1995). S,M,L,XL, The Monacelli Press. KOOLHAAS, Rem (2004). Content, Taschen KOOLHAAS, Rem (2001). Mutations, Actar KAHN, Louis (2002), Conversa com estudantes, Barcelona: Gustavo Gili KOOLHAAS, Rem/MAU, Bruce (1995), S,M,L,XL. The Monacelli Press KOSTOF, Spiro (2006, 1991), The City Shaped ? Urban Patterns and Meanings Through History, London: Thames and Hudson KOSTOF, Spiro (2004, 1992), The City Assembled ? The Elements of Urban Through History, London: Thames and Hudson MILHEIRO, Ana Vaz (2007), ?Brasília 50 anos, Niemeyer 100 anos?, in FINOTTI, Leonardo, Brasília 50 anos, Niemeyer 100 anos, Cascais: Cascaisarquitectura, Câmara Municipal de Cascais, p. 7-11. MUMFORD, Eric (2000), The CIAM Discouse on Urbanism, 1928-1960, Cambridge, Massachusetts, London, England: The MIT Press NESBITT, Kate (Ed.) (1996), Theorizing a new Agenda for Architecture ? An Anthology of Architectural Theory 1965-1995, New York: Princeton Architectural Press NORBERG-SCHULZ, Christian (1980), Genius Loci, Towards a Phenomenology of Architecture, New York: Rizzoli OCKMAN, Joan (1993), Architecture Culture 1943-1968 ? A Documentary Anthology, Columbia Books of Architecture ROSSI, Aldo (1977, 1966), A Arquitectura da Cidade, Lisboa: Edições Cosmos SADLER, Simon (1998), The Situationist City, Cambridge, Massachusetts, London, England: The MIT Press SECCHI, Bernardo (2005), La Città del Ventesimo Secolo, Bari: Editori Latereza SMITHSON, Alison y Peter (2001, 1994), Cambiando el Arte de Habitar, Barcelona, Gustavo Gili VENTURI, Robert; IZEBOUR, Steven; SCOTT BROWN, Denise (1979, 1971), Aprendiendo de Las Vegas, Barcelona: Gustavo Gili ZEVI, Bruno (1950), Towards an Organic Architecture, London: Faber & Faber WIGLEY, Mark (2002, 1995), The Architecture of Deconstruction: Derrida?s Haunt. Cambridge, Massachusetts / London, England: MIT Press
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4 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
OG1. Estruturar e debater a arquitetura enquanto sistema complexo integrado no meio ambiente ecológico, social e económico;
OG2. Conceber e desenvolver soluções que promovam a integração entre arquitetura, o seu uso e o equilíbrio ecológico.
Programa
CP1. Sistemas complexos sustentáveis - Atividade humana e impactes ambientais/sociais; - Arquitetura e sustentabilidade; - Sistemas complexos; - Resiliência à escala do edifício; - Sistemas de certificação ambiental. CP2. Energia - Energia nos edifícios; - Estratégias para a eficiência energética; - Energia renovável; - Edifícios de balanço energético nulo. CP3. Radiação e geometria solares - Coordenadas solares; - Cálculo de sombras; - Projeto de elementos de sombreamento. CP4. Iluminação natural - Objetivos e condicionantes; - Conceitos e grandezas; - Estratégias de projeto de arquitetura; - Sistemas de controlo da iluminação natural. CP5. Ciclo de vida, recursos + resíduos + emissões - Ciclo de vida da arquitetura; - Projeto Regenerativo; - Ciclo de vida dos materiais e das soluções construtivas; - Indicadores de impacte; - Energia e carbono incorporados; - Água incorporada. CP6. Abordagens emergentes: arquitetura, materiais, simulação e fabricação.
Processo de Avaliação
A avaliação é parte do processo de aprendizagem e deve enquadrar-se na prática projetual colaborativa. Realização em grupo de um trabalho de projeto para a integração arquitetónica de (i) estratégias passivas de conforto e eficiência energética, (ii) soluções construtivas com reduzido impacte ambiental, (iii) controlo solar para conforto térmico e lumínico e (iv) sistemas de captação de energia solar. A base de trabalho é um edifício existente. Não há lugar a exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Jenson, M. K. (2010). Ethics or Technology? In E. Harder (Ed.), Writings in Architectural Education, Climate change: Sustainability/Responsability. EAAE Transaction no. 47, 11-25. European Association for Architectural Education.
Kwok, A., & Grondzik, W. (2011). The Green Studio Handbook. Oxford: Elsevier Press.
Neila Gonzalez, F. (2004). Arquitectura bioclimatica en un entorno sostenible. Madrid: Editorial Munillaleria.
Stephan, A., & Crawford, R. H. (2014). A comprehensive life cycle water analysis framework for residential buildings. Building Research & Information, 42(6), 685-695.
Trogal, K., & Petrescu, D. (2015). Architecture and Resilience on the Human Scale: Ethical and political concerns, agencies, co-production and socio-technological strategies in research and practice. Architecture and Resilience on the Human Scale, 11-21. Sheffield: The School of Architecture University of Sheffield.
Bibliografia Opcional
PAPER BRNO DIAS REGEN
AAVV. (2001). A green Vitruvius. Lisboa: Ordem dos Arquitetos.
AAVV. (2012). Solar Energy Systems in Architecture - Integration criteria and guidelines (Vol. Report T.41.A.2). M. Munari Probst, & C. Roecker (Ed.). IEA SHC Task 41 Solar energy and Architecture.
Amado, M., Pinto, A. R., Alcafache, A. M., & Ramalhete, I. (2016). Construção Sustentável - Conceito e Prática. Lisboa: Caleidoscópio.
Ashby, M. (2013). Materials and the Environment. Amsterdam: Butterworth-Heinemann.
Ashby, M. (2016). Materials and Sustainable Development. Amsterdam: Butterworth- -Heinemann.
Baker, N., & Steemers, K. (2002). Daylight design of buildings. London: James & James.
Beddington, J. (2012). Food, Energy, Water And The Climate: A Perfect Storm Of Global Events? London: UK Government Office for Science.
Brown, G., & Dekay, M. (2000). Sun, wind and light. Architectural design strategies (2nd ed.). New Jersey: John Wiley & Sons.
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Crawford, R. H., & Pullen, S. (2011). Life cycle water analysis of a residential building and its occupants. Building Research & Information, 39(6), 589-602.
Dias, B. D. (2017). Regenerative Design - new role for the built environment. In M. C. Costa, F. Roseta, J. P. Lages, & S. C. Costa (Ed.), Architectural Research Addressing Societal Challenges: Proceedings of the EAAE ARCC 10th International Conference (EAAE ARCC 2016). Lisbon: EAAE ARCC.
EUROSTAT (2015). Sustainable Development in the European Union. Luxembourg: Publications Office of the European Union.
Fernandez, J. (2006). Material Architecture. Emergent materials for innovative buildings and ecological construction. Oxford: Architectural Press.
Foster, N. (2008). My green agenda for architecture. TED Talk. (https://www.youtube.com/watch?v=jNgkEGs1l4A).
Gapminder. (s.d.). https://www.gapminder.org/.
Garde, F., & Donn, M. (2014). Solution sets and Net Zero Energy Buildings : A review of 30 Net ZEBs case studies worldwide. International Energy Agency. IEA SHC Task 40 / EBC Annex 52 Towards Net Zero Energy Solar Buildings.
Gonçalves, H. (Ed.). (2010). Solar XXI - Em direção à energia zero. Lisboa: Laboratório Nacional de Energia e Geologia.
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IEA SHC Task 41. (2012). Solar Energy and Architecture: Collection of Case Studies (http://task41.iea-shc.org/casestudies/).
Johnson, N. (2009). Simply Complexity. Oxford: Oneword.
Kibert, C. (2008). Sustainable construction. Green building design and delivery (2nd ed.). New Jersey: John Wiley & Sons.
McDonough, W., & Braungart, M. (2002). Cradle to Cradle. New York: North Point Press.
Mourão, J., & Pedro, J. (2012). Princípios de edificação sustentável.Informação Técnica de Arquitetura ITA 11. Lisboa: Laboratório Nacional de Engenharia Civil.
Perony, N. (2014). Puppies! Now that I've got your attention, complexity theory. TED Talk. (https://www.youtube.com/watch?v=0Y8-IzP01lw).
Pinheiro, M. D. (2006). Ambiente e Construção Sustentável. Amadora: Instituto do Ambiente.
Ruck, N., Aschehoug, Ø., Aydinli, S., Christoffersen, J., Courret, G., Edmonds, I., . . . Selkowitz, S. (2000). Daylight in Buildings. A source book on daylighting systems and components. Ø. Aschehoug, J. Christoffersen, R. Jakobiak, K. Johnsen, E. Lee, N. Ruck, & S. Selkowitz, (Ed.). Berkeley: Lawrence Berkeley National Laboratory; IEA SHC Task 21.
Tregenza, P. (1998). Desktop guide to daylight for architects. London: Department of the Environment, Transport and the Regions.
Veludo, S., & Rato, V. (2017). Performance-based Selection of Sustainable Construction Solutions for External Walls. In K. Hadjri, & L. Madrazo (Ed.), Global Dwelling: Approaches to sustainability, design and participation. WIT Transactions on State-of-the-art in Science and Engineering, 91. Southampton: WIT Press. In press.
worldometers. (s.d.). worldometers: http://www.worldometers.info/.
WWF. (2014). Living Planet Report 2014: species and spaces, people and places. R. McLellan, L. Iyengar, B. Jeffries, & N. Oerlemans (Ed.). Gland: WWF International.
WWF. (2016). Living Planet Report 2016. Risk and resilience in a new era. Gland: WWF International.
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Objectivos
A unidade curricular História da Arquitectura Portuguesa tem como principais objectivos: - Permitir que os discentes adquiram competências sobre a evolução da arquitectura portuguesa associada à geografia e ao território, às tradições e às especificidades da cultura portuguesa, revelando valores identitários formadores de uma consciência patrimonial - Dotar os discentes do conhecimento analítico e reflexivo da cultura arquitectónica portuguesa, e da sua internacionalização.
Programa
CP1 - Nacionalidade - Identidade - Território - Séc. XII-XV . Românico . Gótico . Manuelino CP2 - Humanismo - Séc. XVI-XVII . arquitectura ao romano . arquitectura chã CP3 - Barroco - Iluminismo - Séc. XVII-XVIII . cenografias barrocas . lógicas racionalistas CP4 - Arte - Técnica - História - Séc. XIX . historicismos . higienismos . património CP5 - Tradicional - Moderno - Português - Região - Contemporaneidades - Séc. XX-XXI . culturalista - progressista . casa portuguesa . moderno - tradicional - internacional . 1940 (Exposição) - 1948 (Congresso) . Inquérito à Arquitectura Popular . regionalismo e movimento moderno
Processo de Avaliação
A avaliação pressupõe uma assiduidade igual ou superior a 60%. Avaliação contínua e periódica. participação e assiduidade (20%); trabalho de investigação escrito com apresentação oral individual (80%). Aprovação na UC classificação igual ou superior a 10 valores na média dos elementos de avaliação. Exame escrito (1ª época; 100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
ARQUITECTURA Popular em Portugal. Lisboa: SNA, 1961. FERNANDES, José Manuel; JANEIRO, Maria de Lurdes - Arquitectura Vernácula da Região Saloia. Lisboa: ME, 1991. FRANÇA, José Augusto - Lisboa Pombalina e o Iluminismo. Lisboa: Bertrand, 1987. PEREIRA, Paulo - Arte Portuguesa. Lisboa: Temas e Debates, 2011. PIMENTEL, António Filipe - Arquitectura e Poder - o Real Edifício de Mafra. Lisboa: Livros Horizonte, 2002. PINTO, Jorge Cruz - Arquitectura Portuguesa. A imagem da caixa. Lisboa: FAUTL, 2007. RAMOS, Rui ed. lit. - História de Portugal. Lisboa: Esfera dos Livros, 2010. RIBEIRO, Orlando - Portugal, o Mediterrâneo e o Atlântico. Coimbra: Coimbra editora, 1945. http://purl.pt/421 VASCONCELOS, António Maria Correa de Sá - Seriação da casa saloia na região de Lisboa : o caso do Bairro dos Ilhéus na Picanceira, Mafra. Lisboa: Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa, 2015. Dissertação Mestrado. http://www.repository.utl.pt//handle/10400.5/8930
Bibliografia Opcional
ANDRÉ, Paula - El Torreón de Felipe II como la imagen icónica de Lisboa. In, Víctor Mínguez (ed.), Las Artes y la Arquitectura del Poder. Castelló de la Plana: Publicacions de la Universitat Jaume I, D.L. 2013. p.938-951. ANDRÉ, Paula - Las Geografias del Dilema de la Cubiertura en la Arquitectura Portuguesa. In, RIGOTTI, Ana Maria; PAMPINELLA, Silvia ed. lit. - Entre Puntos Cardinales. Debates sobre una nueva arquitectura (1920-1950). Rosário: Protohistoria Ediciones, 2012 (2013). p.179-201. ANDRÉ, Paula - Arquitecturas e Cidades Devoradas entre Portugal e o Brasil. Vitruvius, Arquitextos, nº 148.00, ano 13, São Paulo (Setembro, 2012) http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/13.148/4501 ANDRÉ, Paula - Surveys, Travels and Disclosure of Vernacular Architecture in the Portuguese and European Context. In, CARDOSO, Alexandra; LEAL, Joana Cunha; MAIA, Maria Helena, ed. Lit, Surveys on Vernacular Architecture. Their significance in 20th century architectural culture. Porto: CEAA; ESAP, Maio, 2012, p.111-123. ACCIAIUOLI, Margarida - Exposições do Estado Novo 1934-1940. Lisboa: Livros Horizonte, 1998. ALMEIDA, Pedro Vieira de - Apontamentos para uma Teoria da Arquitectura. Lisboa: Livros Horizonte, 2008. ALMEIDA, Pedro Vieira de - Arquitectura no Estado Novo: uma leitura crítica. Lisboa: Livros Horizonte, 2002. ANACLETO, Regina - Arquitectura Neomedieval Portuguesa 1780-1924. Lisboa: FCG, 1997. ARQUITECTURA Popular em Portugal. Lisboa: SNA, 1961. BANDEIRINHA, José - O Processo SAAL e a Arquitectura no 25 de Abril de 1974. Porto: FAUP, 2007. BANDEIRINHA, José António ed. lit. - Fernando Távora modernidade permanente. Matosinhos: Casa da Arquitectura, 2012. BANDEIRINHA, José António Oliveira - Quinas Vivas. Memória descritiva de alguns episódios significativos do conflito entre fazer moderno e fazer nacional na arquitectura portuguesa dos anos 40. Porto: FAUP, 1996. BELO, Duarte - Portugal Luz e Sombra. O país depois de Orlando Ribeiro. Circulo dos Leitores, Temas e Debates, 2012. BELO, Duarte - Portugal, olhares sobre o Património. Circulo dos Leitores, Temas e Debates, 2008. BELO, Duarte; MATTOSO, José; DAVEAU, Suzanne - Portugal, o sabor da terra. Circulo dos Leitores, Temas e Debates, 2011. BRAIZINHA, Joaquim - Luís Cristino da Silva e a arquitectura moderna em Portugal. Lisboa: Publicações D. Quixote, 2002. CALDAS, João Vieira - Cinco Entremeios sobre o Ambíguo Modernismo. In Arquitectura do século XX. Portugal. Lisboa: Portugal - Frankfurt 97, 1997.pp.23-31. CARDOSO, António - O arquitecto José Marques da Silva e a arquitectura no Norte do País na primeira metade do séc. XX. Porto: FAUP, 1997. CHICÓ, Mário Tavares - A Arquitectura Gótica em Portugal. Lisboa: Livros Horizonte, 2005. CORREIA, José Eduardo - Arquitectura portuguesa. Renascimento, maneirismo, estilo chão. Lisboa: Presença, 2002. COSTA, Alexandre Alves - Introdução ao Estudo da História da Arquitectura Portuguesa. Porto: FAUP, 1995. CRAVEIRO, Maria de Lurdes - A Arquitectura "Ao Romano". In, Arte Portuguesa. Lisboa: Fubu, 2009. DIAS, Pedro - Brasil: arquitectura civil e religiosa. Lisboa: Público, 2008. FERNANDES, José Manuel - Arquitectos do Século XX. Da tradição à modernidade. Lisboa: Caleidoscópio, 2006. FERNANDEZ, Sérgio - Percurso - Arquitectura Portuguesa 1930-1974. Porto: FAUP, 1988. FIGUEIRA, Jorge - Escola do Porto: um mapa crítico. Coimbra: edarq, 2002. FILGUEIRAS, Octávio Lixa - Da Função Social do Arquitecto. Para uma teoria da responsabilidade numa época de encruzilhada. Porto: ESBAP, 1985. GOMES, Paulo Varela - Expressões do Neoclássico. In, Arte Portuguesa. Lisboa: Fubu, 2009. GOMES, Paulo Varela - A cultura arquitectónica e artística em Portugal no séc. XVIII. Lisboa: Caminho, 1988. GONÇALVES, José Fernando - Ser ou não ser moderno. Considerações sobre a arquitectura modernista portuguesa. Coimbra: edarq, 2002. HABITAÇÃO para o maior número. Portugal - os anos 1950-1980. Lisboa: IHRU, 2014. HAUPT, Albrecht - A arquitectura do Renascimento em Portugal. Lisboa: Presença, 1986. HOBSBAWM, Eric; TERENCE, Ranger ed. lit. - A invenção das tradições. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1984. KEIL do Amaral o arquitecto e o humanista. Lisboa: CML., s.d. KUBLER, George - A Arquitectura Portuguesa Chã. Lisboa: Vega, 1988. LEAL, João - Antropologia em Portugal. Mestres, percursos, transições. Lisboa: Livros Horizonte, 2006. LEAL, João - Arquitectos, Engenheiros, Antropólogos: estudos sobre arquitectura popular no século XX Português. Porto: Fundação Marques da Silva, 2009. LEBRE, Pedro Jorge Ribeiro Guedes - Diálogo entre a tradição e a modernidade: razões para uma especificidade na cultura arquitectónica modernista portuguesa. Lisboa: Universidade de Lisboa, 2000. Dissertação de Mestrado. LINO, Raul - A Nossa Casa. S.l.: Atlantida, 1918. LINO, Raul - Casas Portuguesas. Lisboa: Valentim de Carvalho, 1933. LOPES, Nuno Lacerda - Scenes. Do desenho à representação. Porto: Transnetica edições, 2011. LOPES, Nuno Lacerda - Furniture. Do pensamento ao desenho. Porto: Transnetica edições, 2011. LOPES, Nuno Lacerda - Architecture. Da representação ao projecto. Porto: Transnetica edições, 2012. LUÍS Cristino da Silva [arquitecto]. Lisboa: FCG, CAM, 1998 MAGALHÃES, Ana; GONÇALVES, Inês - Moderno Tropical. Arquitectura em Angola e Moçambique 1948-1975. Lisboa: Tinta da China, 2009. MARTINS, João Paulo - Continelli Telmo 1897-1948, a obra do arquitecto. Dissertação de Mestrado em História da Arte Contemporânea. Apresentada à FCSH/UNL, 1995.2vols. MATTOSO, José; DAVEAU, Suzanne; BELO, Duarte - Portugal. O sabor da terra. Um retrato histórico e geográfico por regiões. Rio Tinto: Temas e debates, 2010. MESQUITA, Marieta Dá ed. lit. - Revistas de Arquitectura: Arquivo(s) da Modernidade. Lisboa: Caleidoscópio, 2001. MILHEIRO, Ana Vaz - A Construção do Brasil. Relações com a Cultura Arquitectónica Portuguesa. Porto: FAUP, 2005. MILHEIRO, Ana Vaz - Nos Trópicos sem Le Corbusier. Arquitectura Luso-Africana no Estado Novo. Lisboa: Relógio D'Água, 2012. MOREIRA, Rafael - A Arquitectura do renascimento no sul de Portugal. Lisboa: FCSH-UNL, 1991. Tese doutoramento. MOREIRA, Rafael - Arquitectura, Renascimento e Classicismo. História da Arte Portuguesa. Lisboa: Circulo dos Leitores, 1995. Vol. II. MUCHAGATO, Jorge - Jerónimos Memoria e Lugar do Real Mosteiro. Lisboa: INAPA, 1997. OLIVEIRA, Ernesto Veiga; GALHANO - Arquitectura Tradicional Portuguesa. Lisboa: Dom Quixote, 1992. OLIVEIRA, Marta - Arquitectura Portuguesa do tempo dos Descobrimentos: assento de prática e conselho cerca de 1500. FAUP, Tese Doutoramento, 2004. PACHECO, Ana Ruela Ramos de Assis - Porfírio Pardal Monteiro 1897-1957: a obra do arquitecto. Lisboa: FCSH/UNL, 1998. 2 vols. Dissertação de Mestrado. PEREIRA, Nuno Teotónio - Escritos (1947-1996, selecção). Porto: FAUP, 1996. PEREIRA, Paulo - A Arquitectura Gótica. In, Arte Portuguesa. Lisboa: Fubu, 2009. PEREIRA, Paulo Alexandre Alves Barroso Manta - Raul Lino: arquitectura e paisagem (1900-1948). Lisboa: ISCTE, 2013. Tese doutoramento. PINTO, Paula Cristina André Ramos Pinto - Arquitectura Moderna e Portuguesa: Lisboa 1938-1948. Lisboa: ISCTE-IUL, 2010. Tese doutoramento. PORTAS, Nuno - A Arquitectura para hoje. Lisboa, 1964. PORTAS, Nuno - A evolução da arquitectura moderna em Portugal. In ZEVI, Bruno - História da arquitectura moderna. Lisboa: Arcádia, 1977. PORTAS, Nuno, MENDES, Manuel - Arquitectura Portuguesa Contemporânea - anos sessenta - anos oitenta. Porto: Fundação de Serralves, 1991. I CONGRESSO Nacional de Arquitectura. Lisboa: SNA, 1948. Raul Lino: Exposição Retrospectiva da sua Obra. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1970. RIBEIRO, Ana Isabel de Melo - Arquitectos Portugueses: 90 anos de vida associativa 1863-1953. Porto: FAUP, 2002. RIBEIRO, Irene - Raul Lino: pensador nacionalista da arquitectura. Porto: FAUP, 1994. RODRIGUES, Jorge - O Modo Românico. In, Arte Portuguesa. Lisboa: Fubu, 2009. RODRIGUES, José Manuel ed. lit. - Teoria e Critica de Arquitectura do Século XX. Lisboa: Caleidoscópio, 2010. RODRIGUES, Paulo Simões - "Patrimóniotopia: o Património como Lugar Imaginário". In Arte & Utopia. Lisboa: DINÂMIA'CET-IUL; FCSH-UN; CHAIA, 2013.p. 101 - 110. SANCHEZ, S. Formosinho - Arquitectura porquê? Lisboa: estúdios cor, 1964. SEGURADO, Jorge - Sinfonia do degrau. Impressões da América. Lisboa: Sociedade Nacional de Tipografia, 1940. SILVA, Augusto Santos - Tempos Cruzados: um estudo interpretativo da cultura popular. Porto: Afrontamento, 1994. SIZA, Álvaro - Textos. Porto: Civilização, 2009. SOROMENHO, Miguel - A Arquitectura do Ciclo Filipino. In, Arte Portuguesa. Lisboa: Fubu, 2009. TAÍNHA, Manuel - Arquitectura em Questão. Lisboa: AEFA-UTL, 2003. TAVEIRA, Tomás - Discurso da Cidade. Lisboa, 1973. TAVORA, Fernando - O problema da casa portuguesa. Porto: cadernos de arquitectura, 1947. TAVORA, Fernando - Da Organização do Espaço. Porto: FAUP, 1996. TEIXEIRA, Manuel - Habitação Popular na Cidade Oitocentista. As Ilhas do Porto. Lisboa: FCG, 1996. TOSTÕES, Ana - Arquitectura Moderna e a Obra Global a partir de 1900. In, Arte Portuguesa. Lisboa: Fubu, 2009. TOSTÕES, Ana ed. lit. - Arquitectura Moderna Portuguesa 1920-1970. Património Moderno. Lisboa: IPPAR, 2004. TOSTÕES, Ana - Arquitectura Portuguesa do Século XX. Ecletismo, Revivalismo e a «Casa Portuguesa». In PEREIRA, Paulo (dir.) - História da Arte Portuguesa. Lisboa: Temas e Debates, 1999. Vol.3.pp.507-547. TOSTÕES, Ana - Os Verdes Anos na Arquitectura Portuguesa dos Anos 50. Porto: FAUP, 1997. TOSTÕES, Ana - Cultura e Tecnologia na Arquitectura Moderna Portuguesa. Lisboa: IST, 2002. Tese doutoramento. VALE, Teresa; GOMES, Carlos - Basílica e Convento de Mafra / Palácio Nacional de Mafra. Sacavém: SIPA, 1995, http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6381 VASCONCELOS, Joaquim - Arte Românica em Portugal. Lisboa: Dom Quixote, 1992.
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Objectivos
A alimentação é um dos tópicos que integra o discurso da arquitetura e do urbanismo contemporâneo. É objetivo desta UC o desenvolvimento da capacidade de relacionar o papel do sistema alimentar com o espaço urbano. Esta UC contém um enfoque fortemente analítico onde se exploram teorias e técnicas de análise da forma urbana, no sentido de auxiliar: i) A identificação de tipologias de espaços urbanos relacionados com o sistema alimentar; ii) A análise e avaliação do impacto da evolução dessas mesmas tipologias, no espaço e no tempo; e iii) A proposta de estratégias e soluções de intervenção urbana sustentáveis na cidade contemporânea, que visem uma cidade mais resiliente, socialmente inclusiva e sustentável. Pensar na relação entre a forma urbana, o espaço público e o sistema alimentar, em conjunto, contribuirão assim para a promoção de melhores espaços urbanos, conforme solicitado pelo recente Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana, assinado por vários municípios europeus.
Programa
CP1. As dimensões do desenho urbano a) Morfológica b) Ecológica c) Metabólica d) Social/Económica e) Visual f) Funcional/Produtiva g) Temporal CP2. O sistema alimentar e o espaço urbano a) Tipologias urbanas associados ao sistema alimentar b) Alimentação e desenho da cidade c) Análise fisiográfica, bioclimática e metabólica d) Análise de usos e actividades e) Análise da forma urbana f) Mapeamento CP3. Estratégia de intervenção a) Processo de projeto urbano: Análise, diagnóstico, proposta, avaliação b) Desenho e visualização de ideias c) Desempenho metabólico e avaliação das propostas
Processo de Avaliação
Avaliação contínua sobre exercício faseado: FASE 1 (20%): 4ª Semana (entrega da reflexão individual) e 4ª Semana (apresentação PPT grupo) FASE 2 (30%) 8ª Semana (entrega caderno e apresentação PPT grupo) FASE 3 (50%): Última semana (entrega reflexão individual e apresentação da proposta) Pressupõe-se uma assiduidade igual ou superior a 70%. A avaliação é realizada na totalidade ao longo do período curricular, não dando lugar à modalidade de avaliação final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BENTLEY, I. et al, Responsive environments. A manual for designers. Architectural Press, UK, 1985. COSTA, S. A. P. et all., Fundamentos de Morfologia Urbana, Com Arte, Belo Horizonte, 2015. KOSTOF, S., The city shaped: Urban Patterns and Meanings Through History, Thames and Hudson, London, 1999. LYNCH, K., A imagem da Cidade. Edições 70, Lisboa 1999. MOSTAFAVI, M., DOHERTY, G., Ecological Urbanism. Lars Muller-Harvard University, New York. 2010. MOUDON, A. V., Built for Change. Neighbourhood Architecture in San Francisco. The MIT Press, Cambridge, 1986. OLIVEIRA, V., Urban Morphology. An Introduction to the Study of the Physical Form of Cities. Springer, Cham, 2016. SOLÀ-MORALES, M., Las formas de crescimento urbano. Edicions UPC, Barcelona, 1997. STEEL, C., Hungry City: How Food Shapes our Lives. Vintage Books, London, 2013. WHYTE, W. The Social Life of Small Urban Spaces. Project for Public Spaces, New York, 1980.
Bibliografia Opcional
ALEXANDER, C., The city is not a tree, Rudi-net. On line: [http://www.patternlanguage.com/archives/alexander1.htm CULLEN, G. El Paisage Urbano. Blume-Labor, Barcelona, 1974. GEHL, J., Life Between Buildings. Using Public Space. The Danish Architectural Press, Copenhagen, 1987. HILLIER, B., HANSON, The Social Logic of Space. Cambridge University Press, Cambridge, 1984. JACOBS, J. The Death and Life of Great American Cities. Vintage, New York, 1961. LYNCH, K., A boa forma da cidade. Edições 70, Lisboa, 2012. MARAT-MENDES, T., BENTO D'ALMEIDA, P., MOURÃO, J., Access to water in the Lisbon Region in 1900, Water History 8(2), 159-189, 2016. NIZA, S., FERREIRA, D., MOURÃO, J., BENTO D'ALMEIDA, P., MARAT-MENDES, T., Lisbon's womb: an approach to the city metabolism in the turn to the 20th century, Regional Environmental 16 (6), 1725-1737, 2016. MARAT-MENDES, T. et all., Atlas da Água e da Agricultura da Região de Lisboa em 1900-1940. ISCTE-IUL, Lisboa, 2015. MARAT-MENDES, T., Adaptabilidade, continuidade, flexibilidade e resiliência. Algumas considerações sobre as propriedades das formas urbanas, Revista de Morfologia Urbana 3 (2), 133-134, 2015. MARSH, M. W., Landscape Planning. Environmental Applications. John Wiley & Sons Inc., New York, 1998. MOUDON, A. V., Urban morphology as an emerging interdisciplinary field. Urban Morphology 1, p. 3-10. 1997 MORRIS, A. E. J., History of the Urban Form Before the Industrial Revolutions. Longman Scientific & Technical, New York, 1994. MUMFORD, L., The City in History: its origins, its transformations, and its prospects. Pelican Books, London, 1975. MUMFORD, L., The Culture of Cities. Harcourt Brace Jovanovich, New York, 1970. OLIVEIRA, V., MARAT-MENDES, T., Pinho, P., O Estudo da Forma Urbana em Portugal. UP Edições, Porto, 2015. ROSSI, A., La Arquitectura de la Ciudad. Editorial Gustavo Gili S.A., Barcelona, 1982. SALVADOR, M., Arquitectura e Comensalidade. Caleidoscópio, Lisboa, 2016. SCOFFHAM, E., MARAT-MENDES, T. 'The Ground Rules of Sustainable Urban Form', in Katie Williams, Elizabeth Burton and Mike Jenks (ed.) Achieving Sustainable Urban Form. Oxford; FN Spon, pp. 97-106, 2000 TELLES, G. R., O Plano Verde de Lisboa. Edições Colibri, Lisboa, 1997.
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Objectivos
Os objectivos do primeiro ano do 2º ciclo centram-se em capacitar o aluno a adquirir competências para: 1. Desenvolver a capacidade de elaborar uma leitura crítica e integrada de um território urbano concreto em processo de transformação e requalificação. 2. Propor e desenvolver uma estratégia geral e os programas de regeneração urbana e arquitectónica do território. 3. Trabalhar os objectivos, definidos em 1 e 2, num processo de simultaneidade e interacção. 4. Desenvolvimento e comunicação de uma síntese de projecto que estabeleça o cruzamento de componentes formais, construtivas e estruturais. 5. Exploração das potencialidades da relação entre os processos de concepção de projecto e a sua representação gráfica.
Programa
CP1. Leitura crítica do território: espaços sem construção, vazios urbanos, estrutura paisagística, redes de mobilidade, infra-estruturas e massa construída. CP2. Morfologias urbanas, espaços públicos e privados, edifícios excepcionais e "correntes", as sobreposições de ocupação do território ao longo do tempo. CP3. Relevância da conjugação/sobreposição da estrutura da propriedade, modos de produção e opções políticas na construção da forma arquitectónica da cidade. CP4. As tipologias edificadas: massa construída/espaço vazio, público e privado, organização interna (distribuição vertical e horizontal, espaços servidores e servidos), forma arquitectónica. CP5. Demonstração da viabilidade ética e estética das soluções propostas. CP6. Demonstração da exequibilidade construtiva, espacial, formal, energética e de sustentabilidade das propostas. CP7. Viagens de estudo a edifícios e espaços públicos que se enquadram nos temas do Exercício.
Processo de Avaliação
A avaliação é contínua (40%), periódica (20%) e final (40%). Decorre entre o início do semestre e a avaliação final. Deve ser assegurada a presença em pelo menos dois terços das aulas. A avaliação centra-se nos trabalhos desenvolvidos em grupo, individualmente, na presença e na qualidade da participação dos alunos. A avaliação final (exposição oral, peças escritas e desenhadas, maquetas) será realizada por um júri a designar.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BACON, Edmund (1967) - Design of cities. London: Thames & Hudson.
GREGOTTI, Vittorio (1972) - Território da arquitetura. 3ª ed. São Paulo: Perspectiva.
PANERAI, Philippe [et al.] (1980) - Elements d'analyse urbaine. Bruxelles: Archives d' Architecture Moderne.
MONEO, Rafael (2004) - Theoretical anxiety and design strategies in the work of eight contemporary architects. Cambridge: MIT Press
SOLÀ-MORALES, Ignasi de (2002) - Territorios. Barcelona: Editorial Gustavo Gili
Bibliografia Opcional
AYMONINO, Carlo (1984) - O significado das cidades. Vila da Feira: Presença.
CABRAL, Francisco Caldeira; TELLES, Gonçalo Ribeiro (1999) - A árvore em Portugal. Lisboa: Assírio & Alvim.
DOMINGUES, Álvaro (2006) - Cidade e democracia, 30 anos de transformação urbana em Portugal. Lisboa: Argumentum.
KOSTOF, Spiro (1991) - The city shaped urban paterns and meanings through history. London: Thames & Hudson.
KOSTOF, Spiro (1999) - The city assembled. London: Thames & Hudson.
MAGALHÃES, Manuela Raposo (2001) - A arquitectura paisagista morfologia e complexidade. Lisboa: Estampa.
NORBERG-SCHULZ, Christian (1979) - Intenciones en arquitectura. Barcelona: Gustavo Gili
ROSSI, Aldo (1977) - A arquitectura da cidade. Lisboa: Cosmos
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4 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
O objectivo da disciplina é dotar o aluno de competências básicas para a intervenção em obras de Conservação e Reabilitação de Edifícios, nomeadamente no que respeita à Patologia da Construção e metodologia do Projecto.
Programa
CP1. Princípios de Salvaguarda no Património Arquitectónico: - Cartas, recomendações e convenções internacionais; - Legislação nacional; - Inventários, levantamento e documentação do património cultural; - Graus de intervenção e Metodologia do Projecto; CP2. Patologia da construção: - Reconhecimento de anomalias estruturais e não estruturais; - Análise das causas das anomalias, naturais e humanas; - Formas de manifestação de humidade; - Aquisição de dados, métodos de levantamento e de registo; - Métodos de diagnóstico in situ e em laboratório, destrutivos e não destrutivos; CP3. Técnicas de intervenção: - Eliminação das causas de anomalias; - Conservação dos materiais: madeira, pedra, cerâmica, argamassas, metais; - Reparação estrutural e não estrutural: fundações, paredes, pavimentos, coberturas, revestimentos, caixilharias, acabamentos; - Medidas de manutenção.
Processo de Avaliação
É objecto de avaliação: - Avaliação individual: Estudo de caso a desenvolver sobre CP1 (40%); participação nas aulas, seminários, visitas, acompanhamento e apresentação dos trabalhos (20%); - Trabalho de grupo: Estudo de caso a desenvolver sobre CP2 e CP3 (40%).É obrigatória a apresentação oral do trabalho. A avaliação do grupo é feita com base na avaliação contínua do desenvolvimento do trabalho; a falta de presença do aluno será penalizada.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
[1].AVV, Curso de patología, conservación y restauración de edifícios (4 vol.), Colegio Oficial de Arquitectos de Madrid, 1991 [2].AAVV, Tratado de rehabilitación (5 vol.), Madrid, Munilla-Leria 1999 [3].APPLETON, J., Reabilitação de edifícios antigos. Patologias e tecnologias de intervenção, Edições Orion, 2003. ISBN: 972-8620-03-9 [4].BRANDI, C., Teoria do Restauro, Ed. Orion, 2006. ISBN: 972-8620-08-X [5].CARBONARA, G., Restauro architettonico, UTET, 1996 [6].FEILDEN, B., Conservation of Historic Buildings, London, Butterworth, 1982 [7].HENRIQUES, F.M.A., Humidade em paredes, 2ª Edição, Colecção Edifícios 1, Lisboa, LNEC, 1995 [8].LOPES, F., CORREIA, M. B., Património arquitectónico e arqueológico. Cartas, recomendações e convenções internacionais, Lisboa, Livros Horizonte, 2004. ISBN: 972-24-1307-4 [9].PAIVA, J. V. de, CARVALHO, E.C., SILVA, A.C., Patologia da Construção, 1º Encore sobre Conservação e Reabilitação de Edifícios de Habitação, Lisboa, LNEC, 1995
Bibliografia Opcional
[10].AAVV, Actas do I, II e III Encontro nacional sobre conservação e reabilitação de edifícios, Lisboa, LNEC, 1985, 1994, 2003 [11].AAVV, Actas do I Encontro Nacional sobre Patologia e Reabilitação de Edifícios - PATORREB , Porto, Ed. Vasco Peixoto de Freitas e Vitor Abrantes, 2003. [12].AAVV, Guia técnico de reabilitação habitacional (2 vols), Lisboa, LNEC, 2006. [13].AAVV, International Seminar on Theory and Practice in Conservation. A Tribute to Cesare Brandi, Lisboa, LNEC, 2006 [14].AAVV, Mosteiro dos Jerónimos. A intervenção de conservação do claustro. Colecção Cadernos 7, Lisboa, IPPAR, 2006 [15].AAVV, Torre de Belém. Intervenção de conservação exterior, Lisboa, IPPAR, 2000 [16].AGUIAR, J., A reabilitação de edifícios habitacionais. Critérios e metodologias de intervenção, Lisboa, LNEC, 1990 [17].AGUIAR, J., Cor e cidade histórica: estudos cromáticos e conservação do património, Porto, FAUP, 2002 [18].AIRES-BARROS, L., As rochas dos monumentos portugueses ? tipologias e patologias, Lisboa, IPPAR, 2001 [19].APPLETON, João, Tecnologias de intervenção em edifícios antigos, Revista Engenharia & Arquitectura nº 26, Abril-Maio 1991 [20]. ASHURST, John, Practical building conservation (5 vol.) Hants, Gower Technical Press, 1995 [21]. BREBBIA, C.A., Structural Studies, Repairs and Maintenance of Historical Buidings, WIT Press, 2001 [22]. CABRITA, A. Reis; AGUIAR, J.; ALHO, C., Monografia portuguesa sobre inovação e reabilitação de edifícios, Lisboa, LNEC, 1988 [23]. CABRITA, A. R., AGUIAR, J.; APPELTON, J., Manual de apoio à reabilitação de edifícios do Bairro Alto, Lisboa, CML-LNEC, 1990 [24]. CAMPANELLA, C., Obras de conservação e restauro arquitectónico. Condições técnicas especiais, Câmara Municipal de Lisboa, 2003 [25]. CASANOVAS, L.E.E., Conservação preventiva e preservação das obras de arte, Lisboa, Edições INAPA - Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 2008 [26]. CHOAY, F., L? allégorie du patrimoine, Paris,Ed. du Seuil, 1992. [27]. CRUZ, H.; MACHADO, J. S., Inspecção e avaliação de estruturas de madeira. Seminário de Estruturas de madeira: reabilitação e inovação, Lisboa, LNEC, 1999 [28]. CUSTÓDIO, J., Salvaguarda do património ? antecedentes históricos. De Alexandre Herculano à Carta de Veneza (1837 ? 1964). in Dar Futuro ao Passado, Lisboa, IPPAR, 1993 [29]. HENRIQUES, F.M.A. et al, Materiais pétreos e similares. Terminologia das formas de alteração e de degradação, Lisboa, LNEC, 2004 [30]. JOKILEHTO, J., A history of architectural conservation, Oxford, Butterworth-Heinemann, 2002 [31]. NETO, M.J.B., Memória, propaganda e poder. O restauro dos Monumentos Nacionais (1929-1960), Porto, FAUP, 2001. [32]. FONTINHA, I.R., SALTA, M.M., Componentes metálicos na construção. Comportamento à corrosão e sua prevenção, Colecção Patologia e Reabilitação das Construções 3. Lisboa, LNEC, 2006 [33]. GELSOMINIO et all, Recupero edilizio, Ed. Ente Fiere Bologna, 1982 [34]. GENIN, S., Conservação do património industrial - Levantamento e Projecto, in Dealing with Ugliness - The site, the city and the region, Universidade de Aveiro, 2005, pp. 108-116 [35]. GENIN, S., Metodologia e Fases do Projecto de Conservação, Revista Pedra & CAL, Gecorpa, 2004, pp. 34 [36]. GENIN, S., de Jonge, K., VAN BALEN, K., Projecto de Conservação das Abóbadas do Claustro da Hospedaria do Convento de Cristo, em Tomar, in CINPAR 2008 ? 4th. International Conference on Structural Defects and Repair, Aveiro, 25-28 June 2008, CIMPAR_101. [37]. GENIN, S., Vers une évaluation des pratiques de restauration au Portugal. Le rôle du relevé et des études dans le projet de conservation, in Conservation in changing societies ? heritage and development, Katholieke Universiteit Leuven, 2006, pp. 131-138 [38]. HENRIQUES, F.M.A., A conservação do património histórico edificado. Memória 775. Lisboa, LNEC, 1991 [39]. HIGHFIELD, D., Rehabilitation and re-use of old buildings, E & F. N. Spon Ltd, 1987 [40]. INTERNATIONAL COUNCIL OF MONUMENTS AND SITES, Ilustrated glossary on stone deterioration patterns, France, V. Vergès-Belmin, 2008 [41]. INTERNATIONAL COUNCIL OF MONUMENTS AND SITES, Recomendações para a Análise, Conservação e Restauro Estrutural do Património Arquitectónico, tradução de Lourenço, P.B, Oliveira, D. V., Universidade do Minho, 2004. [42]. MACHADO, J. S aporiti, CRUZ, H., Avaliação não destrutiva de elementos de madeira in situ, Revista Florestal, Vol. XI, nº 2, Julho-Dezembro 1998 [43]. MILLS, Edward, Building maintenance & preservation, Edward D. Mills, 1994 [44]. NUNES, Lina; CRUZ, Helena; MACHADO, J. Saporiti , Patologias e reabilitação de estruturas de madeira. Avaliação da degradação causada por agentes biológicos. In 2ªs Jornadas Portuguesas de Engenharia de Estruturas. Lisboa, LNEC, 1990 [45]. PEREIRA, P., Acerca das intervenções no património edificado. Alguma história, in Intervenções no Património 1995-2000. Nova Política, Lisboa, IPPAR, 1997 [46]. RATO, V.M., Conservação do património histórico edificado. Princípios de intervenção. Dissertação de mestrado, Lisboa, IST, 2002 [47]. RANSOM, W. H., Buiding failures ? diagnosis and avoidance, E & FN Spon, 1987 [48]. SALTA, M. Manuela (co-editor), Manual de inspeccion, evaluation y diagnostico de corrosion en estruturas de hormigon armado. CYTED Red temática XV. B DURAR, Lisboa, LNEC, 1998 [49]. SILVA, V. C. e, Reabilitação estrutural de edifícios antigos ? técnicas pouco intrusivas, Lisboa, Gecorpa, 2007 [50]. SOROMENHO, M.; SILVA, N. V., Salvaguarda do património ? antecedentes históricos. Da Idade Média ao século XVIII. in Dar Futuro ao Passado, Lisboa, IPPAR, 1993 [51]. WATT, D., SWALLOW, P., Surveying Historic Buildings. Dorset, Donhead Publishing, 1996
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Objectivos
A frequência desta UC é essencialmente dirigida à compreensão da cidade portuguesa e da sua evolução histórica. Embora o enfoque maior seja a cidade em território português e regiões autónomas (arquipélagos dos Açores e da Madeira), estendem-se os conteúdos programáticos aos seus desdobramentos em espaços não europeus. Um dos objectivos centrais é fornecer as ferramentas mínimas de análise do fenómeno urbano no país, permitindo um conhecimento mais aprofundado sobre a situação actual das nossas cidades, quer dos chamados núcleos históricos quer do desenvolvimento das periferias.
Programa
CP 1: História da Cidade de matriz Portuguesa a. Das origens da formação urbana em Portugal ao Iluminismo. O caso de Lisboa; b. Urbanismo Português fora da Europa. Índia e Brasil; c. Urbanismo Oitocentista. Cascais na transição do século; d. Urbanismo Oitocentista: os modelos Progressista e Culturalista. As Avenidas Novas; e. The Functional City: A Carta de Atenas em Portugal. CP2. Leituras sobre a contemporaneidade urbana portuguesa a. Entre a Cidade e o Campo b. Cidade e Revolução c. Cidade Pós-moderna d. Cidade da Democracia
Processo de Avaliação
A avaliação pressupõe uma assiduidade igual ou superior a 60%. Avaliação contínua e periódica: participação (visita, aulas, seminários) e assiduidade (20%); 2 pequenos trabalhos de investigação escritos com apresentação oral individual (80%). Aprovação na UC classificação igual ou superior a 10 valores na média dos elementos de avaliação. Exame escrito (1ª época; 100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
AYRES, Christovam - Manuel da Maya e os engenheiros militares portugueses no terremoto de 1755. Lisboa: Imprensa Nacional, 1910. CARITA, Helder - Lisboa manuelina e a formação de modelos urbanísticos da época moderna (1495-1521). Lisboa: Livros Horizonte, 1999. COELHO, Carlos Dias ed. lit. - Os Elementos Urbanos. Lisboa: Argumentum, 2013. CORREIA, José Eduardo Horta - Pragmatismo e utopismo na criação urbanística de raiz portuguesa no século XVIII, Revista da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Lisboa, FCSH, vol. 2, n.º 8, 1995, pp. 103-112. PORTAS, Nuno - Interrogações sobre as especificidades das fundações urbanas portuguesas. In, Estudos de Arte e História: Homenagem a Artur Nobre de Gusmão. Lisboa: Vega, 1995, p. 430-435. ROSSA, Walter - A urbe e o traço: uma década de estudos sobre o urbanismo português. Coimbra: Almedina, 2002. TEIXEIRA, Manuel C.; VALLA, Margarida - O Urbanismo Português - Séculos XIII-XVIII, Portugal-Brasil. Lisboa: Livros Horizonte, 1999.
Bibliografia Opcional
ANDRÉ, Paula - As Cidades da Cidade. Lisboa na primeira metade do séc. XX: nova Lisboa (1936) e Lisboa nova (1948). Revista Urbana, Revista Electronica do Centro Interdisciplinar de Estudos da Cidade - CIEC.UNICAMP - Dossiê Historia Urbana: a configuração de um campo conceitual, v. 7, n. 10, Jan/Ago (2015), p.90-112. ANDRÉ, Paula - Duas Praças um Império: Praça do Comércio e Praça XV de Novembro. Dinâmicas urbano-arquitectónicas e narrativas visuais., in, CASTRO, Maria João, ed. lit, Império e Arte Colonial. Antologia de Ensaios. Lisboa: ArTravel, 2017, p.127- 147. ANDRÉ, Paula - Eugénio dos Santos and City Engineering, in, FERRÃO, Leonor; BERNARDO, Luis Manuel A. V. eds., Views on Eighteenth Century Culture: Design, Books and Ideas. Newcastle upon Tyle: Cambridge Scholars Publishing, 2015, Part I, On Architecture and City Planning, Cap. 4. p.78-91. ANDRÉ, Paula - A cidade desejada como laboratório crítico da cidade real: Pierre Joseph Pezerat, in, Arquitecturas do Mar, da Terra e do Ar - Arquitectura e Urbanismo na Geografia e na Cultura. Lisboa: Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa, 2014. p. 222-230. ANDRÉ, Paula - Ritmos e Ciclos das Narrativas do Urbanismo Português: contributos para uma história prospectiva [com Paulo S. Rodrigues]. PINTO, Nuno Norte; ALMEIDA, Alexandra ed. lit. - Book of Abstracts of PNUM 2013. The Annual Conference of Portuguese Network of Urban Morphology. Coimbra: Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Coimbra, 2013. p. 440-443. p. 847-850. ANDRÉ, Paula - A tríade regularidade, simetria e programa e o modus operandi de intervir no territorium do urbanismo português. ANDRÉ, P; MARAT-MENDES, T.; SAMPAYO, M. Ed.lit. - Morfologia Urbana nos Países Lusófonos. Actas da Conferência Internacional PNUM 2012- Portuguese Network of Urban Morphology. Lisboa: ISCTE-IUL, 2012, p. 277-282; 1456-1468. ANDRÉ, Paula - Interrogar e Divulgar a Cidade: o passado activo de Lisboa. FARRÉ TORRAS, Begoña; Actas do IV Congresso de História da Arte Portuguesa: Homenagem a José Augusto França. Sessões Simultâneas. Lisboa: APHA, 2014. p. 246-250. ANDRÉ, Paula - A pré-existência do Cardo / Decumanus no Plano Pombalino e a sua herança na Lisboa Contemporânea. VII Congresso Internacional da APEC. Espaços e Paisagens. Antiguidade Clássica e Heranças Contemporâneas. Associação Portuguesa de Estudos Clássicos; Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra, 2010. Vol. 3, p. 265-277. CABRAL, Manuel Morais Villaverde - A evolução de Lisboa e a Rua das Portas de Santo Antão (1879-1926). Lisboa: UNL, 1997. 2 vols. Dissertação de Mestrado. FRANÇA, José-Augusto - Lisboa: história física e moral. Lisboa: Livros Horizonte, 2008. GAUSA, Manuel ed. lit. - Diccionario metapolis de arquitectura avanzada: ciudad y tecnología en la sociedad de la información. Barcelona: ACTAR, 2002. LISBOA, Maria Helena - Os engenheiros de Lisboa: urbanismo e arquitectura (1850-1930). Lisboa: Livros Horizonte, 2002. SALGADO, Manuel; LOURENÇO, Nuno, ed. lit. - Atlas urbanístico de Lisboa. Lisboa: Argumentum, 2006. SANTANA, Francisco; SUCENA, Eduardo, ed. lit. - Dicionário da Historia de Lisboa. Lisboa: Livros Horizonte, 1994. SENOS, Nuno - O Paço da Ribeira. Lisboa: editorial Notícias, 2002. SILVA, Carlos Guardado da - Lisboa Medieval. A organização e estruturação do espaço urbano. Lisboa: Colibri, 2008. SILVA, Raquel Henriques da - Lisboa Romântica, Urbanismo e Arquitectura 1777-1874. Lisboa: UNL/FCSH, 1997. Tese Doutoramento.
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Objectivos
Os objectivos do 2º semestre do primeiro ano do 2º ciclo centram-se em capacitar o aluno a adquirir competências para, em continuidade com a estratégia desenvolvida no 1º semestre: 1. Desenvolver a capacidade de elaborar uma leitura crítica e integrada de um território urbano concreto em processo de transformação, cuja requalificação se considera urgente. 2. Propor e desenvolver uma estratégia geral e os programas de regeneração urbana e arquitectónica do território. 3. Desenvolvimento e comunicação de uma síntese de projecto que estabeleça o cruzamento de componentes formais, construtivas e estruturais. 4. Exploração das potencialidades da relação entre os processos de projecto e a sua representação gráfica.
Programa
CP1. Demonstração da viabilidade programática da edificação existente a manter ou reabilitar e da construção nova. CP2. As tipologias edificadas: massa construída/espaço vazio, público e privado, organização interna (distribuição vertical e horizontal, espaços servidores e servidos), forma arquitectónica. CP3. Relevância da conjugação/sobreposição da estrutura da propriedade, modos de produção e opções políticas na construção da forma arquitectónica da cidade. CP4. Morfologias urbanas, espaços públicos e privados, edifícios excepcionais e ?correntes?, as sobreposições de ocupação do território ao longo do tempo. CP5. Re-leitura crítica do território: espaços sem construção, vazios urbanos, estrutura paisagística, redes de mobilidade, infra-estruturas e massa construída. CP6. Demonstração da exequibilidade construtiva, espacial e formal das propostas.
Processo de Avaliação
A avaliação é contínua (40%), periódica (20%) e final (40%). Decorre entre o início do semestre e a avaliação final. Deve ser assegurada a presença em pelo menos dois terços das aulas. A avaliação centra-se nos trabalhos desenvolvidos em grupo, individualmente, na presença e na qualidade da participação dos alunos. A avaliação final (exposição oral, peças escritas e desenhadas, maquetas) será realizada por um júri a designar.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BACON, Edmund (1967) - Design of cities. London: Thames & Hudson.
GREGOTTI, Vittorio (1972) - Território da arquitetura. 3ª ed. São Paulo: Perspectiva.
MONEO, José Rafael (2010) - Rafael Moneo: remarks on 21 works. London: Thames & Hudson.
QUARONI, Ludovico. (1987 [1977]) - Proyectar un edificio: ocho lecciones de arquitectura. Madrid Xarait.
SOLÀ-MORALES, Ignasi de (2002) - Territorios. Barcelona: Editorial Gustavo Gili
Bibliografia Opcional
AYMONINO, Carlo (1984) - O significado das cidades. Vila da Feira: Presença.
CABRAL, Francisco Caldeira; TELLES, Gonçalo Ribeiro (1999) - A árvore em Portugal. Lisboa: Assírio & Alvim.
DOMINGUES, Álvaro (2006) - Cidade e democracia, 30 anos de transformação urbana em Portugal. Lisboa: Argumentum.
KOSTOF, Spiro (1991) - The city shaped urban paterns and meanings through history. London: Thames & Hudson.
KOSTOF, Spiro (1999) - The city assembled. London: Thames & Hudson.
NORBERG-SCHULZ, Christian (1979) - Intenciones en arquitectura. Barcelona: Gustavo Gili
ROSSI, Aldo (1984 [1981]) - Autobiografia científica. Barcelona: Gustavo Gili.
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5 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Apresentar aos estudantes os procedimentos sobre a gestão do processo urbanístico na Administração Pública Local bem como dotá-los de conhecimentos sobre a utilização de Sistema de Informação Geográfica (SIG)enquanto ferramenta de gestão de cidade e de apoio ao Urbanista.
Programa
CP1 - Planos Municipais de Ordenamento do Território e Licenciamento Municipal. CP2 - Definição de Sistema de Informação Geográfica CP3 - Metodologias de levantamento de campo, definição de variáveis CP4 - Introdução ao Software SIG - ArcGis (ArcView) CP5 - Fundamentos base do SIG Vetorial CP6 - Geoprocessamento CP7 - Outputs
Processo de Avaliação
O processo de avaliação é composto por exame, trabalho prático em Grupo e assiduidade: Exame - E > 40% Trabalho prático > TG > 50% Assiduidade > AS > 10% Nota Final > NF = E + TG + AS
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Políticas de Solos no Planeamento Municipal. Lisboa: série Manuais Universitários, Fundação Calouste Gulbenkian (2ª edição), Correia, P.V.D. (2002)
Pardal S.C., Paulo V.D. Correia e M.L. Costa Lobo (2000). Normas urbanísticas, Planeamento Integrado do Território - elementos de teoria crítica (Volume IV) - DGOTDUUTL. Fundamentos de Informação Geográfica - 4ª Edição, João de Matos - LIDEL
Bibliografia Opcional
nenhum
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Objectivos
A UC Projeto Final de Arquitetura implica a realização de um Trabalho de Projeto, cumprindo-se deste modo os requisitos para a obtenção do grau de mestre em arquitetura no ISCTE-IUL. Este trabalho pressupõe a articulação de um projeto de arquitetura (Vertente Prática - VP) e de uma investigação teórica (Vertente Teórica - VT). O projeto de arquitetura implicará a realização de um exercício aprofundado a várias escalas de projeto e que se desenvolva ao longo de todo o ano. O trabalho teórico implica o desenvolvimento de uma investigação, com proveniência em diversas áreas disciplinares do conhecimento. A partir da interação entre a vertente projetual e vertente teórica de PFA será encontrado o espaço para um processo de investigação coerente e onde o contributo de ambas as partes seja claro.
Programa
O programa articula-se a partir das duas vertentes - a VP e a VT. CP1. O programa da VP inscreve-se nos exercícios e temas de trabalho divulgados pelos professores, de acordo com os enunciados lançados no início do ano. CP2. Os conteúdos programáticos da VT são definidos em articulação com o orientador da VT onde cada aluno deverá desenvolver, a partir de uma programação inicial de trabalhos, os seguintes pontos: i) definição de uma pergunta de investigação, ii) revisão de literatura, iii) Elaboração de hipóteses de trabalho, iv) definição da metodologia de investigação, v) Elaboração de um plano de trabalho, vi) elaboração de um texto, cuja dimensão máxima recomendada é de 10.000 palavras. A apresentação gráfica para o Trabalho de Projeto, quer da VP quer da VT regem-se de acordo com as "Normas de apresentação e de harmonização gráfica para os Trabalhos de Projeto realizados na UC de PFA, do MIA, 2016-2017.
Processo de Avaliação
A avaliação de PFA será feita numa Prova Final (PF) com Júri. Na VP, o acesso à PF resulta de dois tipos de apreciação: 1) Contínua (50%) e implica a presença em aulas igual ou superior a 70%; 2) Periódica (50%) associada ao desenvolvimento do exercício e entregas em etapas. Na VT o acesso à PF depende da concordância do orientador em relação ao trabalho desenvolvido pelo aluno.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
_ Argyris, Chris; Schon, Donald A (1974) Theory in Practice Increasing Professional Effectiveness, São Francisco, Jossey-Bass inc. Publishers _ Fraser, Murray (ed) (2013) Design Research in Architecture. An Overview. Ashgate _ Groat, Linda N; Wang, David (2013) Architectural Research Methods. Wiley _ Lawson, Bryan (2006) How Designers Think. The design process demystified. (fourth edition) Architectural Press. _ Schon, Donald A (1984) The reflective practioner. How Professionals Think in Practice. Basic Books Inc _ ArisS, Carlos Martí, (2005). La cimbra y el arco, Espanha: Fund. Caja Arquitectos _ Aymonino, Carlo (1984). O significado das cidades. Vila da Feira: Presença _ Bacon, Edmund (1967). Design of cities, London: Thames & Hudson. _ Gregotti, Vittorio (1972). Território da arquitetura. 3ª ed. São Paulo: Perspectiva _ Kostof, Spiro (1999). The city assembled. London: Thames & Hudson. _ Norberg-Schulz, C. (1979). Intenciones en arquitectura. Barcelona: Gustavo Gili
Bibliografia Opcional
A indicar por cada professor
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5 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
A UC Projeto Final de Arquitetura implica a realização de um Trabalho de Projeto, cumprindo-se deste modo os requisitos para a obtenção do grau de mestre em arquitetura no ISCTE-IUL. Este trabalho pressupõe a articulação de um projeto de arquitetura (Vertente Prática - VP) e de uma investigação teórica (Vertente Teórica - VT). O projeto de arquitetura implicará a realização de um exercício aprofundado a várias escalas de projeto e que se desenvolva ao longo de todo o ano. O trabalho teórico implica o desenvolvimento de uma investigação, com proveniência em diversas áreas disciplinares do conhecimento. A partir da interação entre a vertente projetual e vertente teórica de PFA será encontrado o espaço para um processo de investigação coerente e onde o contributo de ambas as partes seja claro.
Programa
O programa articula-se a partir das duas vertentes - a VP e a VT. CP1. O programa da VP inscreve-se nos exercícios e temas de trabalho divulgados pelos professores, de acordo com os enunciados lançados no início do ano. CP2. Os conteúdos programáticos da VT são definidos em articulação com o orientador da VT onde cada aluno deverá desenvolver, a partir de uma programação inicial de trabalhos, os seguintes pontos: i) definição de uma pergunta de investigação, ii) revisão de literatura, iii) Elaboração de hipóteses de trabalho, iv) definição da metodologia de investigação, v) Elaboração de um plano de trabalho, vi) elaboração de um texto, cuja dimensão máxima recomendada é de 10.000 palavras. A apresentação gráfica para o Trabalho de Projeto, quer da VP quer da VT regem-se de acordo com as "Normas de apresentação e de harmonização gráfica para os Trabalhos de Projeto realizados na UC de PFA, do MIA, 2016-2017.
Processo de Avaliação
A avaliação de PFA será feita numa Prova Final (PF) com Júri. Na VP, o acesso à PF resulta de dois tipos de apreciação: 1) Contínua (50%) e implica a presença em aulas igual ou superior a 70%; 2) Periódica (50%) associada ao desenvolvimento do exercício e entregas em etapas. Na VT o acesso à PF depende da concordância do orientador em relação ao trabalho desenvolvido pelo aluno.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
_ Argyris, Chris; Schon, Donald A (1974) Theory in Practice Increasing Professional Effectiveness, São Francisco, Jossey-Bass inc. Publishers _ Fraser, Murray (ed) (2013) Design Research in Architecture. An Overview. Ashgate _ Groat, Linda N; Wang, David (2013) Architectural Research Methods. Wiley _ Lawson, Bryan (2006) How Designers Think. The design process demystified. (fourth edition) Architectural Press. _ Schon, Donald A (1984) The reflective practioner. How Professionals Think in Practice. Basic Books Inc _ ArisS, Carlos Martí, (2005). La cimbra y el arco, Espanha: Fund. Caja Arquitectos _ Aymonino, Carlo (1984). O significado das cidades. Vila da Feira: Presença _ Bacon, Edmund (1967). Design of cities, London: Thames & Hudson. _ Gregotti, Vittorio (1972). Território da arquitetura. 3ª ed. São Paulo: Perspectiva _ Kostof, Spiro (1999). The city assembled. London: Thames & Hudson. _ Norberg-Schulz, C. (1979). Intenciones en arquitectura. Barcelona: Gustavo Gili
Bibliografia Opcional
A indicar por cada professor
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