|
|
|
|
|
1 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Esta UC visa habilitar os estudantes a compreender os principais problemas e desafios enfrentados pelos territórios urbanos, bem como introduzi-los ao principais paradigmas teóricos que enformam a análise e a actuação sobre o desenvolvimento das cidades. É dado particular enfoque às políticas de desenvolvimento territorial e de cidade na UE e em Portugal.
Programa
1.Introdução: Desenvolvimento, território e espaço urbano 2.Teorias e estratégias de desenvolvimento territorial a. O paradigma espacial b. O paradigma da ec. regional c. O paradigma territorialista 3.Transformações urbanas e desafios ao desenvolvimento a. Globalização, reestruturação económica e competitividade das cidades b. Estruturação intra-urbana, segmentação funcional e dualização social c. Dinâmicas urbanas, mobilidade e sustentabilidade d. Conectividade, sistemas urbanos e espaços rurais 4.Políticas de coesão e de desenvolvimento territorial a. Planeamento, ordenamento e desenv. territorial b. A evolução das politicas de desenv. e coesão na UE e em Portugal c. O planeamento urbano e as PDRL: objectivos, instrumentos e actores 5.Políticas de cidade e governança urbana a. Políticas de cidades e governança: questões conceptuais b. As cidades na agenda das políticas da UE c. A Política de Cidades em Portugal d. A governança das cidades em Portugal
Processo de Avaliação
A avaliação de cada aluno será baseada nos seguinte elementos: a)Apresentação oral do trabalho na aula - 30% b)Trabalho escrito - 50% c)Participação e assiduidade, incluindo ensaio individual - 20% O trabalho será efectuado a partir de um tema a fornecer, no início do ano lectivo, pela equipa docente.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Benko, G. (1999), A Ciência Regional, Celta, Oeiras CE (2011), Cidades de Amanhã: Desafios, visões e perspectivas. Bruxelas, Outubro de 2011 (Cities of tomorrow - Challenges, visions, ways forward) Costa, J. (coord.) (2005), Compêndio de Economia Regional, APDR, Coimbra Fainstein, S and DeFilippis, J. (2016 ) Readings in Planning Theory (4th Ed.), Chichester: Wiley Blackwell LeGates, R.; Stout F. (Eds) (2016), The City Reader (6th ed.), Oxford and New York: Routledge Lopes, A. S. (1995), Desenvolvimento Regional: Problemática, Teoria, Modelos, 4ªed., Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa Lopes, R. (2001), Competitividade, Inovação e Território. Oeiras: Celta Marques, T. Sá (2005), Portugal na transição do século: Retratos e dinâmicas territoriais; Porto: Afrontamento Paddison, R. (Ed.) (2001), Handbook of Urban Studies, Sage Publications, London, UK. Pólese, M. (1998), Economia Urbana e Regional, APDR, Coimbra
Bibliografia Opcional
- Baptista, A. M. (2001), "Cidades, urbanização e economia em contexto de globalização", in Reis, J. e Mª I. Baganha (orgs.) A economia em curso: contextos e mobilidades, Edições Afrontamento, Porto, pp. 223-247 - Benko, G., Lipietz, A. (orgs.) (1994 (1992)), As regiões ganhadoras - Distritos e redes: os novos paradigmas da geografia económica, Celta, Oeiras - Birch, E. (Ed.) (2009), Urban and Regional Planning Reader, Oxford: Routledge - Crevoisier, O., & Jeannerat, H. (2009). Territorial knowledge dynamics: from the proximity paradigm to multi-location milieus. European Planning Studies, 17(8), 1223-1241. - Fernandes, J. A. R. e Sposito, M. E. B. (Org.), A nova vida no velho centro nas cidades portuguesas e brasileiras, Porto: FLUP/CEGOT - Ferrão, João (2011) O ordenamento do território como política pública, FCG, Lisboa - Ferrão, João (2013). "Governança, Governo e Ordenamento do Território em Contextos Metropolitanos" in Ferreira, A.; Rua, J; Marafon G. J.; Pinheiro da Silva A.C: (Org.), Metropolização do Espaço: Gestão Territorial e Relações Urbano-Rurais, Editora Consequência, Rio de Janeiro, pp. 255-281. - Hall, Peter (1998), Cities in Civilization. London: Pantheon - Hall, Peter (2002) Urban and Regional Planning (4th Ed.), Routledge - Hall, Peter (2014) Cities of Tomorrow: An Intellectual History of Urban Planning and Design Since 1880, 4th Edition, Wiley-Blackwell - Landry, C. (2000), The Creative City: a toolkit for urban innovators. London: Comedia / Earthscan - Lees, L.; Slater, T.; Wyly, E. (Eds) (2010), The Gentrification Reader, Routledge - Lefebvre, H. (1991[1974]) The Production of Space. Oxford: Blackwell - Moulaert, F., Sekia, F. ( 2003), Territorial Innovation Models: A Critical Survey. Regional Studies, 37(3): 289-302. - Miles, M; Hall, T.; Borden, I (Eds) (2004) The City Cultures Reader (2nd Ed.), Routledge - Mumford, L. (1961), The city in history : its origins, its transformations, and its prospects, Penguin Books - Portas, N., Domingues, A., e Cabral, J. (coord.) (2003), Políticas Urbanas - Tendências, estratégias e oportunidades, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa - Rémy, Jean e Liliane Voyé (1992), A cidade: rumo a uma nova definição?, Ed. Afrontamento, Porto, 1994 - Sassen, S. (1991), The Global City: New York, London, Tokyo, Princeton University Press, Princeton - New Jersey - Sassen, Saskia (2000), Cities in a World Economy, 2nd Edition, Pine Forge Press, California - Scott, Allen J. (2008), Social Economy of the Metropolis. Cognitive-Cultural Capitalism and the Global Resurgence of Cities, Oxford: Oxford University Press - Scott, Allen J. (Ed.), (2001), Global City-Regions: Trends, Theory, Policy, Oxford University Press, Oxford - NewYork - Short, John R. (1996), The Urban Order: An Introduction to Cities, Culture and Power, Blackwell, Oxford - Simmel, G. (1902), 'A metrópole e a vida mental', in O. VELHO, O fenómeno urbano, Rio de Janeiro: Zahar, 1979, pp. 11-25Scott, Allen J. (2014) "Beyond the Creative City: Cognitive-Cultural Capitalism and the New Urbanism", Regional Studies, 48:4, 565-578 - Soja, E. (2000), Postmetropolis: Critical Studies of Cities and Regions, Wiley-Blackwell - Storper, Michael (1997), The Regional World: Territorial development in a Global Economy, The Guilford Press, New York / London - Storper (2013), Keys to the City: How Economics, Institutions, Social Interaction, and Politics Shape Development, Princeton: Princeton University Press - Storper, M.( 2014). "Governing the Large Metropolis", Territory, Politics, Governance, Volume 2, Issue 2, 115-134 - VVAA (2014) Revista rossio. estudos de Lisboa nº 4 (dossier "Olhar a cidade à luz da revitalização", Coord P. Costa), Dezembro 2014, http://issuu.com/camara_municipal_lisboa/docs/rossio_4_simples - VVAA (2015) Revista rossio. estudos de Lisboa nº 5 (dossier "A Projeção de Lisboa. Utopias, visões e estratégias para uma cidade em movimento perpétuo", coord J. Seixas), Setembro 2015, http://issuu.com/camara_municipal_lisboa/docs/rossio_5_issuu - Wirth, L. (1938), 'O urbanismo como modo de vida', in O. VELHO, O fenómeno urbano, Rio de Janeiro: Zahar, 1979, pp. 90-113 - Wheeler, S; Beatley, T. (eds.) (2014) Sustainable Urban Development Reader (3rd ed.), Routledge - Zukin, Sharon (1995). The Cultures of Cities, Cambridge / Oxford: Blackwell - Zukin, Sharon (2010). Naked city: the death and life of authentic urban places, Oxford ; New York : Oxford University Press
Bibliografia complementar será indicada para cada aula.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Conhecer e compreender as principais transformações da cidade,as dinâmicas sociais,os actores e as vivências de meados do século XVIII ao final do século XX, nomeadamente: a)Transformações e questões relativas à morfologia, arquitectura,tratamento do espaço público,a Metropolitanização oitocentista,os problemas e utopias associados à industrialização e ao ideal sanitário,o projecto urbano do Movimento Moderno e a sua crítica. b)Alteração das imagens e representações do espaço urbano e o peso destas na política urbana e na transformação do tecido urbano. c)Conhecer e compreender os casos de estudo apresentados. d)Conhecer os grupos e as interacções sociais desenvolvidas. e)Conhecer e debater os dilemas da manutenção da ordem e segurança na cidade. f)Compreender e analisar a «questão social» e a diversidade de respostas que suscitou. g)Aplicar os conhecimentos adquiridos e desenvolver competências críticas pela discussão de fontes, textos teóricos e elaboração de um pequeno ensaio.
Programa
I.Transformações do espaço urbano (séculos XVIII a XX). 1)A cidade e as suas representações no contexto do Iluminismo. A Reconstrução de Lisboa: morfologia urbana, arquitectura e tratamento dos espaços públicos. 2)O processo de Metropolitanização oitocentista. 3)Representações da cidade industrial e sanitária face ao ideal metropolitano. O socialismo utópico e os desenvolvimentos do urbanismo no final do final do século. Estudos de caso. Lisboa. 4)O projecto urbano do Movimento Moderno: disseminação, crítica e deriva. Morfologia urbana, arquitectura e tratamento dos espaços públicos. 5)Da recuperação das formas históricas à cidade espectáculo II.Os actores e as vivências urbanas (séculos XVIII a XX). 1)Industrialização e urbanização 2)As classes populares urbanas 3)Interacções e conflitos nos espaços urbanos 4)Os dilemas da segurança: norma e ordem no espaço público urbano 5)A «questão social» na cidade 6)Identidades e sociabilidades urbanas.
Processo de Avaliação
A avaliação final contemplará a preparação e participação nos debates realizados nas aulas (40%) e na elaboração de um trabalho individual final (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
AAVV. (2007), O Terramoto de 1755: Impactos Históricos, Lisboa: Horizonte. BENJAMIN, W., Paris (1989) Capitale du XIX Siècle. Paris: Ed. du Cerf. BERGDOLL, B. (2000), European Architecture 1750-1890. Oxford: University Press. BOYER, M.C. (1994), The City of Collective Memory. Massachusetts: MIT. CHOAY, F. (1965), L’urbanisme, utopies et réalités. Paris: Seuil. FARGE, A. (1986), La vie fragile. Violence, pouvoirs et solidarités à Paris au XVIIIe siècle, Paris, Hachette. FORTUNA, C., org. (1997), Cidade, cultura e globalização.Oeiras: Celta. GREEN, N.(1990), The Spectacle of Nature. Manchester: Manchester University Press. KALIFA, D. (2005), Crime et culture au XIXe siècle, Paris, Perrin. PETIT, J-G. e Y. Marec, dir.(1996), Le social dans la ville. 1750-1914, Paris, Ed. de l’Atelier. PIÑOL, J-L. (1991), Le monde des villes au XIX siècle, Paris, Hachette. Roncayolo, M. et T. Paquot, dir. (1992), Villes & Civilization Urbaine XVIII-XX Siècles. Paris: Larousse
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Esta UC tem como objectivo fundamental traçar um panorama diversificado de pensamento sobre a cidade, a partir dos contributos de várias disciplinas que se debruçam sobre o fenómeno urbano, ao mesmo tempo que se equacionam algumas das principais problemáticas contemporâneas na abordagem do urbano. Através de uma perspectiva multidisciplinar, pretende-se reflectir sobre as principais dinâmicas de crescimento e de transformação urbana que estruturam hoje as novas formas urbanas e sociais das cidades.
Programa
O programa encontra-se organizado em torno dos seguintes módulos: 1. A Geografia e a cidade. - Espaço:rigidez e mudança - Lisboa, a cidade e a área metropolitana: Uma narrativa espacial - Sistema urbano. Portugal a Península Ibérica e a Europa. 2.Arquitectura e espaço urbano. - Cidade e arquitectura: o olhar do arquitecto. - Cidade tradicional, cidade contemporânea Identificação das características da cidade contemporânea;urbanização compacta, urbanização dispersa; centro e periferia;densidade urbana e dispersão urbana. 3. A desigualdade social e espacial:segregação social e urbana: - Génese da noção de segregação nos estudos urbanos - Os Processos segregativos e os seu sefeitos espaciais: mobilidade residencial e "efeitos de contexto" - Os processos de segregação na cidade pós-fordista: as novas economias urbanas e a estrutura socioeconómica das cidades; Habitação e segregação social e urbana; Impactos sócioterritoriais: polarização, fragmentação e desigualdade urbana
Processo de Avaliação
O modelo de avaliação consistirá na avaliação do desempenho da participação dos alunos em sessões de apresentação e de discussão de problemáticas concretas(30%) e da redacção de um texto, em formato de paper, sobre uma das problemáticas contidas nos módulos que estruturam os conteúdos programáticos (70%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Ascher, François (2010), Novos Princípios do Urbanismo. Seguidos dos Novos Compromissos Urbanos. Um Léxico. Lisboa: Livros Horizonte, 2010. Gottdiener, Mark; Hutchinson, Ray (2006), The New Urban Sociology, Colorado: Westview Press Mingione, Enzo (ed), (1996), Urban Poverty and the Underclass, Oxford: Blackwell Publishers Portas, Nuno; Domingues; Álvaro, Cabral, João (2003), Políticas Urbanas: Tendências, Estratégias e Oportunidades, Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. SALGUEIRO, Teresa, A Cidade em Portugal: Uma Geografia Urbana, Lisboa, Edições Afrontamento, 1992 Short, John (2006), Urban Theory: a critical assessment, Nova Iorque: Palgrave. Solà Morales, Ignasi (2002), Territórios, Barcelona: Gustavo Gili. Thorns, David C. (2002), The Transformation of Cities, Nova Iorque: Palgrave.
Bibliografia Opcional
AAVV, 2010. Teoria e Critica de Arquitectura - Século XX. Lisboa: Caleidoscópio. BEAUJEU-GARNIER, J., Géographie Urbaine, Paris, Armand Colin, 1995, 4ª edição (Geografia Urbana, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1997. CHAMBOREDON J-C., Lemaire, M., 1970, ?Promité spatiale et distance sociale. Les grandes ensembles et leur peuplement?, Révue française de sociologie, Vol XI -1 CAPRON G., 2006, ?Entre ségrégation et fragmentation urbaine? in G. Capron, Quand la ville se ferme, Clamecy, Bréal CARTER, Harold, The Study of Urban Geography, Londres, 1981 (El Estudio da la Geografia Urbana, 2º edição castelhana, Madrid, Instituto de Estudios de Administración Local. CML, UNL, Lisboa em Mapas. Informação geo-referenciada, CML, Lisboa, 2001 MOITA, Irisalva (ed.) (1994); O Livro de Lisboa; Lisboa 94, Livros Horizonte e Expo98 ; Lisboa. QUATERNAIRE PORTUGAL, Sistema urbano Nacional: Cidades Médias e Dinâmicas Territoriais, DGOTDU, Lisboa, 1997. SILVA, Carlos Nunes, Planeamento Municipal e a Organização do Espaço em Lisboa: 1926-1974, Lisboa, 1987. PRÉTECEILLE E., 2006, ?La ségrégation sociale a-t-elle augmenté? La métropole parisienne entre polarisation et mixité?, Sociétés Contemporaines, vol. 2- 62
|
|
1 Ano | 2 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Pretende-se que os estudantes adquiram: a) Compreensão crítica dos referenciais teóricos e metodológicos na área dos estudos sobre cidades, migrações e diversidade cultural; b) Capacidade para elaborar problemas de investigação afins, fundamentados em bibliografia adequada; c) Capacidade para discutir a contribuição de resultados específicos de investigação relacionados com este campo de pesquisa.
Programa
1. Estudos de cidades, pós-colonialismo e globalização 2. Identidades culturais em metrópoles multi-étnicas 3. Os imigrantes como agentes de transformação das cidades 4. Relações inter-étnicas, hibridismo e discriminação 5. Para além das cidades: diásporas e espaços públicos transnacionais.
Processo de Avaliação
A avaliação integra dois momentos: Apresentações individuais em aula de um texto sobre uma temática do programa (40%). Trabalho individual escrito (exercício de reflexão crítica com o limite máximo de 15 páginas) (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BANTON, M. (2008), “The sociology of ethnic relations”, Ethnic and Racial Studies, 31, 7: 1267-1285 BRETTELL, C., (2003) “Bringing the city back in: cities as contexts for immigrant incorporation”, in Foner, N. (ed.), American arrivals: anthropology engages the new immigration, Santa Fé, New Mexico, School of American Research Press, 163-195. MODOOD, T., “Difference, cultural racism and anti-racism” in Werbner, P., Modood, T., (eds.), Debating Cultural Hybridity: Multi-cultural identities and the politics of anti-racism, London, Zed Books, 2000,154-172. PARKER, S. (2004), Urban Theory and the Urban Experience, London, Routledge. SCHILLER, N. et al. (2006), “Beyond the ethnic lens: locality, globality and born again incorporation”, American Ethnologist, vol. 33, nº 4, 612-633.
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
Objectivos
- Fornecer o quadro de reflexão e pesquisa científicas que apontam para a centralidade do consumo, da cultura e da qualidade de vida, na actual fase de desenvolvimento urbano das cidades de tipo europeu. - Capacitar os estudantes com ferramentas conceptuais e metodológicas que permitam o enriquecimento da formação de 2º ciclo, ao nível do enfoque multidisciplinar sobre consumo, cultura e qualidade de vida no contexto dos processos de urbanização.
Prosseguindo aqueles objectivos, procura-se que os estudantes adquiram as seguintes competências: - Capacidade para formular um quadro de reflexão sobre os enfoques multidisciplinares de abordagem da centralidade do consumo, cultura e qualidade de vida, na actual fase de desenvolvimento das cidades. - Domínio de algumas ferramentas de operacionalização de conceitos e aplicações metodológicas, sobre aquelas temáticas, em contextos profissionais e/ou de prosseguimento de estudos pós-graduados.
Programa
O programa da unidade curricular estrutura-se nos três módulos e conteúdos que se seguem: 1. Mudança urbana e modelos de consumo: -Consumo como eixo estruturador das economias e da vida urbana -Crescimento urbano, espaços, fases e modelos de consumo -Metodologias qualitativas de análise do consumo 2. Cultura, consumo urbano e desenvolvimento: -Cidade, cultura, criatividade: questões conceptuais e metodológicas -Actividades culturais e território -Cultura, dinâmicas criativas e espaço urbano -Actividades culturais e revitalização urbana; -Formas de governança e governação: políticas culturais, desenvolvimento territorial e criatividade urbana. 3. Qualidade de vida e desenvolvimento urbano: -Contexto do surgimento da temática da qualidade de vida e da qualidade de vida urbana: uma reflexão a propósito do desenvolvimento urbano; -As várias abordagens da qualidade de vida. -Metodologias de diagnóstico e avaliação da qualidade de vida.
Processo de Avaliação
Trabalho de grupo de apresentação em aula de material empírico, de recolha, análise e sistematização originais, sobre um dos temas do programa (30%). A elaboração individual de um texto escrito em formato paper, sistematizando, de forma articulada e coerente, conteúdos provenientes dos três módulos da unidade curricular (70%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Clarke, David B. (2003) The Consumer Society and the Postmodern City, Londres: Routledge. -Cooke, P. and L. Lazzeretti (orgs.) (2007) Creative Cities, Cultural Clusters and Local Development, Cheltenham: Edward Elgar. -Costa, P. (2007) A Cultura em Lisboa: competitividade e desenvolvimento territorial, Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais. -Craglia,Max,(2000)Evaluating the Quality of life in European Regions and Cities: theoretical conceptualization, classical and innovative indicators, COR Studies, European Comission -Jaine, Mark; (2005) Cities and Consumption,Londres: Routledge. -Miles, Steven e Malcolm Miles (2004) Consuming Cities, Nova Iorque: Palgrave Macmillan. -Rodrigues, Walter (2010) Cidade em Transição,Lisboa: Celta Editora. -Scott,A. J.(2000) The Cultural Economy of Cities,London :age. -Sirgy,Joseph et al, (2003), Advances in Quality of life: theory and research, Klumer Academic Publishers - Zukin, Sharon(1995) The Cultures of Cities,Oxford: Blackwell.
Bibliografia Opcional
- Bauman, Zigmunt (1998), Work, comsumerism and the new poor, Buckingham: Open University Press. - Bauman, Zigmunt (2007), Consuming life, Cambridge: Polity Press. - Camagni, R., Mailat, D., Matteaccolli, A. (Eds.) (2004), Ressources naturelles et culturelles, milieux et développement local. Neuchatel: EDES - Landry, Charles (2000), The Creative City ? A toolkit for urban innovators, Comedia, EarthScan, London. - OECD (2005), ?Culture and Local Development?, Paris: OECD - Ransome, Paul (2005), Work, consumption and culture - affluence and social change in the twenty-first century, London: Sage.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
|
|
1 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Pedro Costa
Departamento de Economia Política
Objectivos
Esta UC visa habilitar os estudantes a equacionar e compreender as principais questões e desafios que se colocam ao desenvolvimento das cidades na contemporaneidade, nos mais variados contextos. Partindo de uma perspectiva centrada nos problemas (?problem-oriented?) actuais da cidades são discutidas as diversas vertentes do desenvolvimento sustentável e o potencial e as ferramentas para a promoção da qualidade de vida urbana.
Programa
1.Introdução: Cidade, Espaço Urbano, Desenvolvimento 2. Cidade, competitividade, crescimento e eficiência económica 3. Cidade, segregação, segmentação e equidade social 4. Cidade, sustentabilidade dos recursos e qualidade ambiental 5. Cidade, integração, participação e expressão identitária
Processo de Avaliação
Os alunos poderão escolher entre um dos seguintes regimes de avaliação: a) Avaliação contínua: Trabalho de grupo (ou individual) - 50% Teste individual - 50% O trabalho de grupo deverá ser seleccionado a partir de uma lista de temas a fornecer, no início do ano lectivo, pela equipa docente. b) Exame individual - 100%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baptista, A. M. (2001), "Cidades, urbanização e economia em contexto de globalização", in Reis, J. e Mª I. Baganha (orgs.) A economia em curso: contextos e mobilidades, Afrontamento, Porto, pp. 223-247 CE (2011), Cidades de Amanhã: Desafios, visões e perspectivas. Bruxelas, Outubro de 2011 (título original: Cities of tomorrow - Challenges, visions, ways forward) Landry, C. (2000), The Creative City. Comedia / Earthscan, London LeGates, R.; Stout F. (Eds) (2016), The City Reader (6th ed.), Oxford and New York: Routledge Lopes, R. (2001), Competitividade, Inovação e Território. Celta, Oeiras Sassen, S. (2000), Cities in a World Economy, 2nd Ed, Pine Forge Press, California Scott, A. J. (Ed.), (2001), Global City-Regions: Trends, Theory, Policy, Oxford University Press, Oxford - NY UN-Habitat (2016),Urbanization and Development: Emerging Futures - World Cities Report 2016, Nairobi : United Nations Human Settlements Programme (UN-Habitat)
Bibliografia Opcional
Para além de documentos diversos de planeamento e de política Europeus e nacionais: Benko, G. (1999), A Ciência Regional, Celta, Oeiras Costa, J. (coord.) (2002), Compêndio de Economia Regional, APDR, Coimbra Marques, T. Sá (2005), Portugal na transição do século: Retratos e dinâmicas territoriais; Porto: Afrontamento Paddison, R. (Ed.) (2001), Handbook of Urban Studies, Sage Publications, London Short, J.R. (1996), The Urban Order: An Introduction to Cities, Culture and Power, Blackwell, Oxford Bibliografia complementar será indicada nas aulas.
|
|
|
|
|
Docentes
Mónica Pacheco
Departamento de Arquitectura e Urbanismo
Sandra Marques Pereira
Departamento de Sociologia
Objectivos
OG1. Fornecer um actualizado suporte conceptual, crítico e histórico para a investigação no contexto da cultura metropolitana contemporânea; OG2. Confrontar diferentes perspectivas de abordagem neste contexto; OG3. Promover uma contaminação teórica resultante do cruzamento das diversas áreas estruturantes do programa; OG4. Estimular o pensamento crítico e a capacidade de intervenção no domínio dos fenómenos culturais metropolitanos; OG5. Estimular a capacidade de reconhecimento das dinâmicas metropolitanas, através do seu impacto na transformação do território.
Programa
Serão abordadas as dinâmicas culturais da cidade contemporânea, tendo em conta: CP1. O conceito de metropolitanismo, entendido como fenómeno meta-urbano; CP2. A superação do entendimento urbano, próprio de um diálogo entre centro e periferia, em favor de uma consciência mais ampla, resultante da sobreposição de distintas micro-culturas; CP3. A vulnerabilidade da estabilização dos mecanismos e processos mais tradicionais de gestão urbana; CP4. A proeminência de uma cultura social, baseada em complexas redes, aqui interpretada como primordial agente de produção de espaço.
Processo de Avaliação
Os estudantes serão avaliados em regime de avaliação contínua, através de: - relatório de âmbito específico solicitado pelo docente - 80%. - assiduidade e participação nos debates - 20%. Não está previsto no funcionamento da UC a possibilidade de regime de avaliação final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
APPADURAI, Arjun, (1997) Modernity at Large: Cultural Dimensions of Globalization, Minneapolis, University of Minnesota Press; BHABHA, Homi K., (1994) The Location of Culture, New York, Routledge; DAVIDSON, Cynthia (ed.). (1995) AnyPlace, Anyone, Cambridge, Massachusets, London, The MIT Press; DEAN, Tacita; MILLER, Jeremy, (2005) Place, London, Thames and Hudson; FEARTHERSTONE, Mike, (1995) Undoing Culture: Globalization, Postmodernism and Identity, London, Sage; HOLLOWAY, Lewis & HUBBARD, Phil, (2001) People and Place, the extraordinary geographies of everyday life, Edinburgh: Pearson Education Limited; LOVELL, Nadia (ed), (1998) Locality and Belonging, London, Routledge; FERREIRA, Vítor Matias (1986) O processo de metropolização de Lisboa: estruturação territorial e ordenamento urbano, Oeiras: CIES-ISCTE/Celta; MILES, Malcolm, HALL, Tim, BORDEN, Iain, (2000) The City Cultures Reader, London, New York: Routledge;
Bibliografia Opcional
AA VV. (1996) Presente y Futuros ? Arquitectura en las Ciudades, catálogo da exposição central da UIA 96, Barcelona: Editora Actar DOMINGUES, Álvaro (2010) A Rua da Estrada - O problema é fazê-los parar!, Dafne; DOMINGUES, Álvaro (2012) Vida no Campo, Dafne; NOVAES, Adauto coord. (2007) Mutações ? Ensaios sobre novas configurações do mundo, São Paulo: Edições SESC-SP; PORTAS, Nuno. (2011) A Cidade Como Arquitectura, Lisboa: Livros Horizonte; UNGERS, O. M.; VITHS, Stefan (1997), La città dialettica. Milan, Skira;
|
|
|
|
|
Docentes
Rui Alexandre Ricardo
Departamento de Arquitectura e Urbanismo
Objectivos
Apresentar aos estudantes os procedimentos sobre a gestão do processo urbanístico na Administração Pública Local bem como dotá-los de conhecimentos sobre a utilização de Sistema de Informação Geográfica (SIG)enquanto ferramenta de gestão de cidade e de apoio ao Urbanista.
Programa
CP1 - Planos Municipais de Ordenamento do Território e Licenciamento Municipal. CP2 - Definição de Sistema de Informação Geográfica CP3 - Metodologias de levantamento de campo, definição de variáveis CP4 - Introdução ao Software SIG - ArcGis (ArcView) CP5 - Fundamentos base do SIG Vetorial CP6 - Geoprocessamento CP7 - Outputs
Processo de Avaliação
O processo de avaliação é composto por exame, trabalho prático em Grupo e assiduidade: Exame - E > 40% Trabalho prático > TG > 50% Assiduidade > AS > 10% Nota Final > NF = E + TG + AS
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Políticas de Solos no Planeamento Municipal. Lisboa: série Manuais Universitários, Fundação Calouste Gulbenkian (2ª edição), Correia, P.V.D. (2002)
Pardal S.C., Paulo V.D. Correia e M.L. Costa Lobo (2000). Normas urbanísticas, Planeamento Integrado do Território - elementos de teoria crítica (Volume IV) - DGOTDUUTL. Fundamentos de Informação Geográfica - 4ª Edição, João de Matos - LIDEL
Bibliografia Opcional
nenhum
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
1. Habitar na Sociedade Contemporânea 1.1 Significados Sociológicos da Arquitectura Doméstica 1.2 Modos de Habitar e Biografias Residenciais 1.3 A realidade internacional: semelhanças e diferenças entre culturas em contexto de globalização
2. O Mercado de habitação e as ideologias de domesticidade no Portugal Democrático 2.1 Actores e dinâmicas de um sector mercantilizado 2.2 A publicidade de imobiliário: narrativas de uma sociedade em modernização
3. Politicas Públicas de Habitação 3.1 A habitação e o Estado-Providência: princípios, modelos na Europa e debates actuais 3.2 A Revolução e o período Pós-Revolucionário: entre o direito à habitação e a difícil consolidação de uma área de intervenção publica 3.3 O Portugal Pós-Europa: do realojamento à reabilitação
4. Metodologias e Recursos de investigação na área da habitação 4.1 Fontes Visuais: plantas, fotografias, anúncios, cartografia (Google maps), filmes e documentários 4.2 Fontes e metodologias clássicas da Sociologia 4.3 Revistas especializadas em Habitação 4.4 Centros de Investigação e Redes 4.5 Investigação Nacional de Referência
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Esta Unidade Curricular procura a compreensão da evolução histórica das formas urbanas na Europa. O facto de partir da cidade romana justifica-se pela importância que a ordem visual romana manteve como arquétipo ao longo dos tempos. Não visa ser uma história do urbanismo planeado mas sim da relação entre as formas urbanas, as sociedades nelas inscritas e as utopias dos que detiveram o poder. É uma cadeira fundamental para a vertente do mestrado intitulada ?Cidade e Património? fazendo uma ligação entre a história da cidade e as identidades que se foram materializando no seu decurso. Procura salientar a forte importância do não planeado na cidade sem esquecer as bases materiais e tecnológicas que são suporte das formas urbanas concretas.
Programa
1- Introdução 2- Conceitos 3- Roma ? a metrópole ? o poder e o Símbolo: Cidades romanas na península, questões e exemplos. 4- Cidades Medievais - Símbolos e realidades. 5- As Cidades Ideais e as utopias no renascimento - sua Influência. 6- Urbanismo moderno: Cidades capitais e autónomas. 7- Higienismo no dealbar do século XIX 8- Novas tecnologias e formas urbanas no século XIX: Condicionantes, modelos urbanísticos e realidades 1- As novas cidades Industriais. 2- As cidades Capitais e seus subúrbios 3- As cidades Balneares 4- Realidades escondidas, ?slums?, bairros de lata e expansão clandestina. 9- Critica da cidade: A estética, o ambiente e a circulação. Entre a utopia e a formação de novos interventores. 10- O urbanismo entre as duas guerras e no pós-guerra 11- A cidade Pós-Industrial: reurbanização e contra-urbanização.
Processo de Avaliação
O objectivo do trabalho a apresentar nas aulas, que deverá ser entregue no final, é proporcionar a capacidade de compreensão e discussão de bibliografia organizando a exposição de forma temática. A distribuição de documentos nas aula, ou no e- learning, terá por objectivo desenvolver a análise histórica e crítica de documentos. Nesta Unidade procura-se desenvolver o esforço individual de trabalho e compreensão das matérias e avaliá-la.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Benévolo, A cidade na História da Europa, Lisboa, 1994. Blasquez, José Maria,1991, Urbanismo y Sociedad en Hispania, Madrid. Ezquerra, Alfredo, Ares, José, Ribalta, Pere ( coord.), Espacios Urbanos, Mundos Ciudadanos, España y Hollanda (XVI-XVIII) , Córdova, 1998. Hall, Peter, Cities of Tomorrow: An Intellectual History of Urban Planning and Design in the Twentieth Century, Oxford, 1989. Hall, Thomas, Planning Europe?s capital Cities, Aspects of nineteenth Century Urban Development, London, 1997. Jacobs, Jane, Morte e Vida de Grandes Cidades, São Paulo, 2001. Le Corbusier, La Charte d'Athènes, Paris, 1971, Lees, Andrews e Lees, Lynn Hollen, Cities and the Making of Modern Europe, , New York, 2007. Maciel, M. Justino ,2007, Vitrúvio, Tratado de Arquitectura, Lisboa, IST press. Mumford, Eric, The Ciam Discourse on Urbanism, 1928-1960, Boston, 2000. Perrin, Yves, Rome, ville et capitale, Paysage urbain et histoire ème av. J :C :- II siècle apres. J. C. , Paris, , 2001.
Bibliografia Opcional
I - CIDADE - (A Palavra e a Memória) - Apocalipse do Apóstolo João, Lisboa, 1972. Álvarez, Fernando Bouza, ? Lisboa sozinha, quase viúva. A cidade e a mudança da Corte no Portugal dos Filipes? em Penélope, nº13, 1994. Halbawachs, Maurice, La_Mémoire_Collective, Paris, 2ed., 1968. Botero, João, Da Razão de Estado, (Torgal, Luís e Ralha, Raffaella) Lisboa, 1993 Campanella, Tommaso, La_Ciudad_del_Sol, Madrid, 1971. Choay, Françoise, L?Allégorie du Patrimoine, Paris, 1993. Chumillas, Elvelio, Las_ciudades_ideales_del_siglo_XIX, Barcelona, 1991. Glotz, Gustave, La_cité_grecque._Le_développement_des_institutions, Paris, 1928, 1971. Bibliografia básica Urbanismo e Forma urbana Documentos A.V.V., 1º Congresso Nacional de Arquitectura, 1948, Lisboa, Ordem dos Arquitectos,. C. Van Eesteren, The Idea of the functional city, Roterdão e Haia, Nederlands Architecture Institut, Roterdam, 1997, pp.160 Geddes, Patrick, Cidades em Evolução, São Paulo, Papirus, pp.274. Jacobs, Jane, Morte e Vida de Grandes Cidades, São Paulo, Martins Fontes, 2001, pp.510. Le Corbusier, La Charte dAthènes, Paris, Minuit, 1971, pp.188. Le Corbusier, Urbanismo, São Paulo, Martins fontes, 1992, pp.307. Lefebvre, Henry, Le Droit à La Ville, Paris 1968, Anthropos, pp.164. Maciel, M. Justino ( trad.) 2007, Vitrúvio, Tratado de Arquitectura, Lisboa, IST press, pp. 454. More, Thomas, Utopia, Lisboa, Europa/América, 1973, pp.14 Bibliografia Argan, Giulio Carlo, História da Arte como História da Cidade, São Paulo, Martin Fontes, 1998,pp. 280. Benévolo, A cidade na História da Europa, Lisboa, Presença, 1994, pp.242. Bibliografia Blasquez, José Maria, Urbanismo y Sociedad en Hispania, Madrid, Itmo, 1991, pp.432. Bordelais, Patrice, (direc.), Les Hygiénistes, enjeux, modèles et pratiques, Paris, Belin, 2001, pp.539. Clark, Peter, Petit, Bernard, (Ed.) Capital Cities and their Hinterlands in Early Modern Europe, Scollar Press, Ashgate, Hants, Vermont, 1996. Choay, Françoise, L?Urbanisme Utopies et Réalités, Une Anthologie, Paris, 1961, pp.446. Ezquerra, Alfredo, Ares, José, Ribalta, Pere ( coord.), Espacios Urbanos, Mundos Ciudadanos, España y Hollanda (XVI-XVIII), UCO, Córdova, 1998, pp.267. Fourcaut, Annie, La banlieue en Morceaux,), La crise des lotissements défectueux en France dans l?entre-deux ?guerres, Paris, ( Creaphis), 2000, pp.339. Fourcault, Annie, (dir.), La ville Divisée, les ségrégations urbaines en question France XVIIIe-Xxe siècles, Paris, Creaphis, 1996, pp. 465. Galantay, Ervin, Nuevas Ciudades, De la Antiguidade a nuestros dias, Barcelona, 1977, GG, pp.219. Gordon, L.A., (ed.), Planning twenty century capital cities, Routheledge, New York, 2006 Grafmeyer, Y. e Joseph, I. (apre.), L´École de Chicago : Naissance de l?l?ècologie urbaine, Aubier, Paris, pp. 1979. Hall, Peter, Cities in civilization, London, Phoenix, 1998. Hall, Peter, Cities of Tomorrow: An Intellectual History of Urban Planning and Design in the Twentieth Century, basil Blackwell, Oxford, 1989. Hall, Thomas, Planning Europe?s capital Cities, Aspects of nineteenth Century Urban Development, London, E & FN Spon, 1997. Hietalla, Marjatta, Services and urbanization at the turn of the Century, The Diffusion of Innovations, SHS, Helsinky, 1987, pp. 481. Huet, Bernard e Devillers, Christian, Le Creusot, Naissance d?une ville industrielle, Ed. Champ Vallon, Seyssel, 1981, pp.284. Japón, Juan Manuel Suarez, El Derribo de la Murallas de Cádiz, Publicaciones de la Universidad de Cádiz, Cádiz, 1999, pp.244. Kjaersdam, Finn, Urban Planning in History, Alborg University Press, Alborg, 1995. Lees, Andrews e Lees, Lynn Hollen, Cities and the Making of Modern Europe, Cambridge UP, New York, 2007. Monclus, Javier (ed.),La ciudad dispersa, Urbanitats, Barcelona, 1998,p.223. Mumford, Eric, The Ciam Discourse on Urbanism, 1928-1960, Mit, Boston, 2000. Nilsson, Lars ( ed.), Capital Cities, Studiers, I stads-och Kommunhistoria, Stockholm, 2000. Perrin, Yves, Rome, ville et capitale, Paysage urbain et histoire ème av. J :C :- II siècle apre. J. C. , Paris, Hachette, 2001, pp.252. Roseneau, Helen, La ciudad Ideal, su evolución Arquitectónica en Europa, Madrid, Alianza, 1986, pp.197. Rouillard, Dominique, Le site balnéaire, Mardraga, Paris, 1984. Rouleaux, Bernard, Villages et Faubourgs du Vieux Paris, Paris,
Urbanismo Portugal A. V. V., Lisboa Iluminista e o seu tempo, UAL, Lisboa, 1994, Buesco, Helena Carvalhão, Manuela Carvalho, Fernanda Gil Costa e João Almeida Flor, (org.), 1755: Catástrofe, Memória e Arte, Lisboa, dez 2006, Colibri, pp.338. Caetano, Carlos, 2004, A Ribeira de Lisboa, na época da Expansão Portuguesa. (séculos XV a XVIII), Lisboa, Pandora, pp.285. Carita, Helder, Lisboa Manuelina e a Formação de Modelos Urbanísticos da época Moderna (1495-1521), Lisboa, Livros Horizonte, 1999, pp. 255. Correia, José Eduardo Horta, Vila real de Santo António, Urbanismo e Poder na Política Pombalina, Porto , FAUP, pp.607. Ferreira, Vítor Matias, Lisboa a Metrópole e o Rio, Lisboa, Bizâncio, 1997, pp.285. Ferreira, Vítor, Indovina, Francesco (org.), A cidade da Expo? 98 , Lisboa, Bizâncio, pp. 422. Ferro, João Pedro, 1996, Para a história da administração pública na Lisboa seiscentista, O senado da Câmara (1671-1716), pref de OM, Planeta ed. 1996.pp.175 França, José Augusto, Lisboa Pombalina e o iluminismo, Bertrand, Lisboa, 1977. Frias, Ilda Moreira, 1994, A arquitectura Régia em Carnide /Luz, Lisboa, Livros Horizonte. Krus, Luís, Oliveira, Luís Filipe, Fontes, João Luís, 2007, Lisboa Medieval, Os Rostos da cidade, Lisboa, Livros Horizonte, pp.463. Maria Helena Murteira, Lisboa da Restauração às Luzes, Presença, 1998, pp.191. Moita, Irisalva , Coordenação,1994 , O Livro de Lisboa, Lisboa , Livros Horizonte, pp.522. Núcleo Científico de Estudos Medievais, F.C. S. H.-U.N.L., A Nova Lisboa Medieval , Lisboa, 2004, ed. Colibri, pp.174. Rossa, Walter, A Urbe e o Traço, Uma década de Estudos sobre o urbanismo português, Coimbra, Almedina, pp.434. Senos, Nuno, 2002, O Paço da Ribeira, Lisboa, ed. Notícias, pp.262. Silva, Álvaro Ferreira, Ideais Oitocentistas de Modernização Urbana, O embelezamento como projecto, em Pinheiro, Magda, Baptista, Magda e Vaz, Maria João, A Cidade E A Metrópole, Celta, Oeiras, 2001. Silva, Carlos Guardado, 2008, Lisboa Medieval, A organização e a estruturação do espaço urbano, Lisboa, Colibri, pp.344. Silva, Carlos, Nunes, Política Urbana em Lisboa, 1926-1974, Lisboa, Livros Horizonte, 1974, pp.231.Mic
II - SOCIOLOGIA_URBANA Banasco, Arnaldo , Le Galès, Patrick ( dir),Villes en Europe, Paris, 1997. Almeida, Ana Nunes, A Fábrica e a Família Famílias Operárias no Barreiro, Barreiro, 1993. Costa, Firmino, "Espaços Urbanos e Espaços Rurais; um xadrez em dois tabuleiros? Análise Social, 87-88-89, 1985. ?Ambivalências. Formas sociais e culturais no bairro de Alfama?, Povos e Culturas, nº3, 1988. Sociedade de Bairro dinâmicas sociais da identidade cultural, Oeiras, 1999. Faria, Carlos Vieira, Novo fenómeno urbano, aglomeração de Setúbal, ensaio De Sociologia Urbana, Lisboa, 1981. Ferreira,Vítor Matias, A_cidade_de_Lisboa:_De_capital_do_império a Centro_da Metrópole, Lisboa, 1987. -"Inovação social e mudança urbana na Lisboa contemporânea. Uma aproximação sucinta à inovação urbana de Lisboa 1850-1980", L.H. nº.26, 1994. -"Modos e Caminhos de Urbanização de Lisboa", L.H. nº.7. e Rodrigues, Walter, Casanova, José Luís, Castro, Alexandre, Wemans, L., Amor Teresa, Lisboa a Metrópole e o Rio, Lisboa, 1997. Gonçalves, Helena Seita, ? Identidades culturais num bairro de habitação social?, Sociologia Problemas e Práticas, nº 16 de 1994. Grafmeyer, Y, Joseph, I.,L?École de Chicago, Naissance de l?Ecologie Urbaine, Paris, 1ed 1979, 1984. Guerra, Isabel e Matias, Nelson, ? Elementos para uma análise sociológica do a movimento clandestino?, Povos e Culturas, nº 3 , 1988. Lefebvre, Henri, La Révolution Urbaine, Paris, 1970. - Le Droit à la Ville, Paris, 1968. Monclús, Javier (ed.), La ciudad Dispersa, Barcelona, 1998. Rodrigues,Walter, "Urbanidade e novos estilos de vida? Sociologia Problemas e e Práticas, nº12. Weber, Max, The_City, 1968. III - GEOGRAFIA_URBANA Alarcäo, Alberto, Mobilidade_geográfica_da_População_de_Portugal, Lisboa, 1969. Barata Salgueiro,Teresa, A_Cidade_em_Portugal _Uma_geografia_urbana, Porto, 1992. ? Os transportes no desenvolvimento das cidades portuguesas?,Povos e Culturas, nº2, 1987. Bastié, Jean, La croissance de la banlieue parisienne, Paris, 1974. Paris, Paris, 1972. Beaujeu-Garnier, J.,Geografia_Urbana, Lisboa, 1983. Brito, Raquel Soeiro, Lisboa. Esboço geográfico, Boletim da Junta Distrital, nº 82, Lisboa, 1976. Burgel, Guy, La Ville Aujourd?hui, Paris, 1993. Cruz, Maria Alfreda, A_Cidade_de_Setúbal, História_-_Conceitos_e_Métodos, separata Finisterra. A Margem esquerda do Estuário do Tejo, Barreiro, 1973. Fonseca, Maria Lucinda, ? As migrações para a área metropolitana de Lisboa: dos anos 60 aos anos 80? Povos e Culturas, nº 3, 1988. Gaspar, Jorge, "Morfologia Urbana de Padrão Geométrico na Idade Média" Finisterra , 1969, IV (8). -"A propósito da originalidade da cidade muçulmana" Finisterra ,1968, (5). -"Estudo geográfico das aglomerações urbanas em Portugal Continental", Finisterra, Vol.X nº 19, Lisboa, 1975 -A_Dinâmica_Funcional_do_Centro_de_Lisboa, Lisboa, 1976, 2 ed.,1985. - A Área de influência de Évora, sistema de funções e lugares centrais, Lisboa, 2 ed., 1981. ? Do pelourinho ao centro comercial?, Povos e culturas, nº2, 1987. George, Pierre, Geografia_Urbana, São Paulo, 1983, Paris, 1961. Guichard, François, Porto,_la_Ville_dans_sa_région, 2 Vol.,Paris, 1992 -Amarante, Lisboa, 1975. Ribeiro, Orlando, "Região e Rede Urbana: Formas tradicionais e estruturas novas" Finisterra, III (5), 1968. -"Cidade", artigo do Dicionário de História de Portugal ( dir.Joel Serrão) Lisboa, sem data. Roseira, Maria José, Lamego_um_passado_presente, Lisboa, 1981. Short, John Rennie, The Urban Order, Oxford, 1996.
IV- ANTROPOLOGIA/ DEMOGRAFIA/ URBANISMO Abu-Lughod, From Urban Village to East Village, Cambridge, Massachussets, 1994. Breeze, G., Las_ciudades_en_los_paises_en_vias_de_desarollo, Madrid, 1974. Câmara Municipal de Lisboa DMP, Plano Estratégico de Lisboa, Lisboa, 1995. A Estratégia e a prática do planeamento urbanistico em Lisboa, 1990/1995, Lisboa, 1995. Câmara Municipal de Lisboa, Arquivo,Provas originais, 1858-1910, Lisboa, 1993. Chouay, Françoise, L?urbanisme utopies et réalités, une anthologie, Paris, 1965. Cordeiro, Graça Índias, "A construção social de um bairro de Lisboa: a vocação marítima da Bica através dos seus registos de baptismo e de nascimento (1886- -1970)", L.H. nº.26, 1994. Galantay, Y., Nuevas ciudades de la Antiguedad à nuestros dias, Barcelona, 1977. Le Corbusier, La Charte d?Athènes, Paris 1 ed 1942, ed. Minuit, 1957. Lepetit, Bernard et Clark, Peter,Capital Cities and their Hinterland in Early Modern Europe, Hants, Vermont, 1996. Moix, Llàtzer, La ciudad de los Arquitectos, Barcelona, 1994. Rossi, Aldo, A arquitectura da cidade, Lisboa, 1977. Vários, A área metrolpolitana de Lisboa e o estuário do Tejo, Cadernos Urbe, Lisboa, 1990. V - HISTORIA URBANA Abrahams, Philipe, E. A. Wrigley, Towns in societies. Essays in Economic History and Historical Sociology, Cambridge, 1978. Accampo, Elinor, "Entre la classe sociale et la cité: identité et intégration chez les ouvriers de Saint-Chamond, 1815-1880" Mouvement_Social, nº 118, 1982. Agulhon, Maurice, Une ville ouvrière au temps du socialisme utopique; Toulon de 1815 à 1851, Paris, 1970. Archer, Ian W., The Pursuit of Stability: Social Relations in Elizabethan London, London, 1991. Ayçoberry, Pierre, ? Au-delà des remparts:? vrais colonais? et banlieusards au milieu du XIXe siècle?, Le Mouvement Social, nº118, 1982. Barry, Jonathan, ? Identité urbaine et classes moyennes dans l?Angleterre moderne?, AESC, juillet-aôut 1993, nº4. Bairoch, De_Jerico_à_México._Villes_et_économies_dans_l'histoire, Paris, 1985. Bairoch et Autres, La_population_des_Villes_Européennes, Genève, 1988. Bedarida, François, "La vie de quartier en Angleterre: enquêtes empiriques et approches théoriques" - Le_mouvement_social,nº 118, 1982. Beguin, Françoise, "Les Machineries Anglaises du confort", Recherches, l?haleine des faubourgs nº 29, DEC/1977. Belcher, Victor, The city Parochial foundation: A trust for the Poor of London 1891-1991, Cambridge, 1991. Benevolo, Leonardo, A cidade na História da Europa, Lisboa, 1995. Benoît, B., Ville et Révolution Française, Actes du Colloque de Lyon, 1994. Bessiere, B., Histoire de Madrid, Paris, 1996. Blasquez, José Maria, Urbanismo_y_Sociedad_en_Hispania, Madrid, 1991. Bouvier, J.C.Perrot, M.Roncayolo, J., Roche, J.P. Bardet, "Pour une nouvelle histoire Urbaine", A.E.S.C. nº6, Dec/1977. Bowden, M.J., "Growth of the central districts in large cities" in Schnore, New_Urban History, Princeton, 1975. Briggs, Asa, Victorian Cities, London 3 ed., 1990. ?The sense of place? em The Quality of Man?s Environment, Washington, 1969. Brower, D., "L'Urbanisation russe à la fin du XIX siècle" A.E.S.C. nº1 Jan./Fev., 1977. Brunet,Jean Paul,Immigration, Vie Politique et Populisme en Banlieue Parisienne,( fin XIX-XX siècles), Paris, 1995. Bufet, Cyril, Berlin, Paris, 1993. Burdy, Jean Paul, Le_Soleil_Noir,_un_quartier_de_Saint-Etienne_1840-1940, Lyon,1989. Burke, Peter, Venice and Amsterdam. A study of seventh- century elites, 2º ed., Cambridge, 1994. Caron, François( dir.), Paris et ses réseaux: naissance d?un mode de vie urbain, Paris, 1990. Calabi, Donatella e Morachiello, Paolo, "Le pont du Rialto: un chantier public a Venise a la fin du XVI siècle" A.E.S.C., nº 2, Março/Abril, 1988. Clark, Peter e Lepetit, Bernard (ed.), Capital Cities and their Hinterlands in early Modern Europe, Hants, 1996. Cerruti, Simona,La ville et les métiers: naissance d?un langage corporatif ( Turin, 17-18 siècles), Paris, 1991. Collins, Neil, Politics and elections in nineteenth-century Liverpool, Cambridge 1994. Coquery-Vidrovitch, Catherine, "Villes Africaines Anciennes: Une civilisation mercantile pré-négrière dans l'ouest africain, XVIe et XVIIe siècles" A.E.S.C. nº6 Nov/Dec., 1991. Corbin, Alain, Le Temps, le désir et l?horreur, Paris, 1991. Daumard, Adeline, Les Bourgeois de Paris au XIXe siècle, Paris, 1970. Les fortunes françaises au XIXe siècle, Enquête sur la répartition et la composition des capitaux privés de Paris, Lyon, Lille, Bordeaux et Toulouse d?après les enregistrements des déclarations de sucession, Paris, 1973. Darin, Michael, "Les grandes percées urbaines du XIX siècle: quatre villes de Province", A.E.S.C., Março/Abril, nº2, 1988 . De Vries, La urbanizacion de Europa 1500-1800, Barcelona, 1987. Delgado,Garcia,Las_ciudades_en_la_modernización_de_España,_los_decénios _interse-culares, Madrid, 1992. Drummond, Diane K., Crewe: Railway Town, Company and People 1840-1914, Cambridge, 1994. Duby, Georges (direcção), Histoire_de_la_France_Urbaine, Vol.2, 3 e 4, Paris, 1983. Dunleavy, The Politics of Mass Housing in Britain 1945/1975 , Oxford, 1981. Elis, Joyce, ? Urban conflit and popular violence, The Guildhall Riots of 1740 in Newcastle Upon Tyne?, International Review of Social History, Vol XXV, 1980, p.3. Farge, Arlette, Vivre_dans_la_rue_à_Paris_au_XVIII_siécle, Paris, 1979. et Zysberg, André, "Les Théatres de la viollence à Paris au XVIII siécle, A.E.S.C., sept/oct., 1979. ? Le mendiant um marginal?(Les résistences aux Archers de l?Hôpital dans le Paris du XVIII e siècle) em Les Marginaux et les Exclus dans l?Histoire, Cahiers de Jussieu/15, Paris, 1979. et Revel, Jacques, Logiques de la foule, L?affaire des enlèvements d?enfants Paris 1750, Paris, 1988. Faure, Alain, "Classe malpropre, classe changereuse? Quelques remarques à propos des chiffonniers parisiens du XIX siècle et de leurs cités", Recherches,_L'Halleine_des_Faubourgs nº29.dec. 1977.
(dir.), Les_premiers_banlieusards,_aux_origines_des_banlieues_de_ Paris_(1860-1940) , Paris, 1991. Fitch, Lilian e Pechman, Sergio, "Reforma Urbana e seu avesso: algumas considerações a propósito da modernizaçäo do distrito federal na virada do século" em Revista Brasileira_de_História nº8 e 9, 1985. Fourcaut, Annie, Bobigny_Banlieue_Rouge, Paris, 1986. (dir.), Banlieu Rouge 1920-1960. Années Thorez, années Sabin: archétype du populaire, banc d?essai des modernités, Paris, 1992. ?Faire l?Histoire de la Banlieue Parisienne?, em La France Démocratique, Mélanges Offerts à Maurice Agulhon, Paris, 1998. Gaillard, Jeanne, "Assistance et Urbanisme dans le Paris du second Empire" Recherches L? Haleine_des_Faubourgs nº29 DEC, 1977. Guerrand, Roger-Henri, Moeurs citadines, Paris, 1992. Gerard, Alice, Kastan, Yvette, Suty, Pierre e Trocmé, Hélène, Villes_et_sociètés urbaines_du_XIX_siècle, Paris, 1992. Goubert, Jean-Pierre, Du Luxe au Confort, Paris, 1988. La conquête de l?eau, Paris, 1986. Green, David, From Artisans to Paupers : Economic Change and Poverty in London, Cambridge, 1993. Gribaudi, Maurício, "Espace Ouvrier et Parcours Sociaux: Turin dans la premiére moitié du siécle" A.E.S. Nº2 1987. Hanan, J., "The growth and impact of British water industry, industry in the Nineteenth Century" Economic_History_Review, 2nd séries nº. 38. Hilton,R.H., English_and_French_towns_in_feudal_society,_a_comparative study, Cambridge, New York, 1992. - "Small town society in England befor the black death? Past_and_Present, 105, nov., 1984. Holt, Richard, Rosser e Gervase, The Médieval Town. A reader in English Urban History, 1200 1540, Essex, 1990. Jackson, Keneth, "Urban deconcentration in the Nineteenth Century: A statistical inquiry "in Schnore New_Urban_History, Princeton,1975. - The CrabGrass Frontier, the suburbanization of the United States, Nova York, 1985. Jalla, Daniel, ? Le Quartier comme territoire et comme représentation: Les ?barrières? ouvrières de Turin au début du XX e siècle?, Mouvement Social, nº 118, 1982. Jacquemet, Gerard, ? Belleville ouvrier à la Belle Epoque? , Le Mouvement Social, nº 118, 1982. Kaplan, S., Les_ventres_de_Paris,_Pouvoir__ et__approvisionnement dans_la_France d'Ancien_Régime, Paris, 1988. -? Les corporations, les ? faux ouvriers? et le faubourg Saint-Antoine au XVIII e siècle?,AESC, mars-Avril nº 2, 1988. - Le meilleur pain du monde: Les boulangers de Paris au XVIII e Siècle, Paris, 1996 Kearns, Gerry, "Zivils or Hygalia: Urban public health and the epidemiologic transition", em Lawton The_rise_and_fall_of_great_cities, Essex, 1989. Kooij, Pim, "Peripheral cities and their region in the Dutch Urban system until 1900", Journal_of_Economic_History, 1989. Lalouette, Jacqueline, " Les Discours Bourgeois sur les débits de boissons aux alentours de 1890/1900" em Recherches_L'_Halleine_des_Faubourgs, nº 29, Dec., 1977. Lawton (direcção), The_rise_and_fall_of_great_cities, Essex, 1989. Lees, Lynne, Hohenberg, Paul, The_making_of_urban_Europe_1000-1950, Harvard, 1985. Le Petit e Hoock, La ville et l'innovation en Europe 14e-19e siècles, Paris, 1987. LePetit, Bernard, Doyer, Jean-François, ? Croissance et taille des villes: contribution à l?étude de l?urbanisation de la France au XIX siècle? AESC, nº5, 1980. Mcinnes, Angus, "The emergence of leisure town: Shrewsbury 1660-1760", Past_and Present, 120, Ag., 1988. McDonogh, Gary, Good Families of Barcelona, a social history of power in industrial era, Princeton, 1986. Méchoulan, Henry, (dir.), Amsterdam XVIIe siécle, Marchandes et philosophes , les benéfices de la tolérance, Paris, 1993. Merriman, John, Aux marges de la ville, faubourgs et banlieues em France, Paris, 1994. -Limoges: La ville rouge, portrait d?une ville révolutionnaire, Paris, 1990. Munford, Lewis, La cité à travers l'Histoire, Paris, 1964. Murard, Lion et Zylberman, Le petit travailleur in fatigable, villes-usines, habitat et intimités au XIXe.siècle, Paris, 1976. Perrot, Jean Claude, Génèse d?une ville moderne, Caen au XVIII e siècle, II Vol. Paris, 1975. Perrot, Michèle, ? Dans la France de la Belle Époque, les ?Apaches?, premières bandes de jeunes?, em Les Marginaux et les exclus dans l?Histoire, Cahiers de Jussieu/ 5, Paris, 1979. Pirenne, Henri, As_cidades_medievais, Lisboa, 1962. Pinol, Jean Luc, Le_monde_des_villes_au_XIX_siécle, Paris, 1991. -Les_mobilités_de_la_grande_ville Lyon,(fin XIXe-début XXe siècle), Lyon, 1991. Pietry, Nicole et autres, Villes et sociétés urbaines dans les pays germaniques 1815- 1914, Paris, 1992. Poussou J.P., La_croissance_des_Villes_du_XIX_Siécle,_France,_Royaune- Uni, Etats-Unis et_Pays_Germaniques, Paris, 1992. PraK, Maarten, ? Identité urbaine, identités sociales, les bourgeois de Bois-le- Duc au XVIII e siècle?, AESC, juillet-aôut, 1993, nº4. Pred, Allan, "Large-city interdependance and the diffusion of innovation in the United States" in Schnore, New-Urban_History, Princeton, 1975. Prost, A., "Mariage, jeunesse et sociétè à Orléans en 1911", A.E.S.C., Julho/Agosto, 1981. Richard, J. Evans, ? Epidemics and revolutions: Cholera in nineteenth-century Europe?, Past and Present, nº 120, 1988. Ringrose, D.R., Madrid_and_the_Spanish_Economy_1580-1850, Berkeley, 1983. Robert, Vincent, Les Chemins de La Manifestation, 1848-1914, Lyon, 1996. - "Metropolitan Cities as Parasites", in Metropolitan_cities_and_their_ hinterlands_in_early_modern_Europe, Leuven, 1990 . Roncayolo, Marcel et Paquot (dir.), Villes_et_Civilisation_Urbainne_XVIII-XX Siécle, Paris, 1992. Scola, Roger, Feeding the victorian city, the food supply of: Manchester 1770- 1870, Manchester, 1992. Seigle, Jerrold, Paris bohème (1830-1930), culture et politique aux marges de la vie bourgeoise, Paris, 1986. Sennett, Richard, Flesh and Stone, the body and the city in western civilization, Nova York, 1994. Shaw, Carlos Martinez, Sevilha,_Século_XVI,_De_Colombo_a_D.Quixote_entre_ a_Europa_e_as_Américas.O_Coraçäo_das_riquezas_do_Mundo. Paris, Lisboa,1993. Starr, S. Frederick, "L'urbanisme utopique pendant la révolution culturelle soviétique" A.E.S.C., 1977. Stedman, Jonne Gareth, ? Le Londres des reprouvés: de la "Demoralisation" à la "Degenerescence"?Recherches,_L'Halleine_des_Faubourgsnº29 Dec.1977. Temine, Émile, Marseille transit: les passagers de Belsunce, Paris, 1995. Tittler, Robert, The reformation and the Towns in England, Politics and Political Culture, 1540-1640, Oxford, 1998. Vários, Visión_Histórica_de_Madrid_siglos_XVI_a_XIX, Madrid, 1991. Vários - Les_villes_dans_le_monde_Ibérique, Actes du colloque de Tallence 1980, Paris, 1982. Veinstein,G.(dir.),Salonique,_1850-1918,_La_"Ville_des_Juifs" et le reveille des Balkans, Paris, 1992. Verhulst, "The origins of towns in the low countries and the Pirenne thesis" in Past_and Present nº 122, Fev. 1989. Vernes, Paule, Monique, Rousseau et les ilusions_de la_communauté, Paris, 1978. Volovitch-Tavares, Marie Christine, Portugais à Champigny le temps des baraques, Paris, 1995. Vovelle, Michel, Ville_et_Campagne_au_18è_siécle, Paris, 1988. Ward, Donald, "Swords into Ploughshares: Recycling in the Pre-industrial England", Economic_History_review, Vol.XXXVIII nº2. Wrigley,E.A. ? Metropolitain cities and their Hinterlands?, Metropolitain Cities and their Hinterlands in Early Modern Europe ,Clarck, Peter e Erik Aerts (editores), Leuven, 1990. - People,_Cities_and_Wealth, Oxford, 1987. Zysberg, André, Marseille au Temps des Galères, Marseille, 1983. ?Galères et Galériens em France de l?Age classique à l?Age des lumières?, em Les Marginaux et les exclus dans l?Histoire, Cahiers de Jussieu/5, Paris, 1979. Zunz, O., "Detroit en 1880: espace et ségrégation" A.E.S.C., nº1 Jan/Fev. 1977, P.106 a 136.
V I- HISTORIA_URBANA_(PORTUGAL) 1- Geral Alves, Ana Maria, As_entradas_Régias_Portuguesas, Lisboa, s/d. Andrade, Amélia Aguiar, ? Um percurso através da paisagem urbana medieval?, Povos e Culturas, nº2, 1987. Carvalho, Sérgio Luís, Cidades_Medievais_Portuguesas, Lisboa, 1989. Farinha, António Dias, ? Uma cidade Luso Árabe: Silves? separata colóquio ? O papel das áreas regionais na formação histórica de Portugal?, Lisboa, 1975. Gomes, Rita Costa, "As elites Urbanas no final da Idade Média - Três pequenas cidades do interior" em Homenagem a Magalhães_Godinho, Lisboa, 1988. Gonçalves, Iria, "Posturas Municipais e Vida Urbana na Baixa Idade Média" Estudos Medievais, nº7, 1986. Marques, A.de Oliveira, "Cidades Medievais Portuguesas", Revista_de_História Económica_e_Social, nº9 ,Janeiro de 1982, Lisboa. -"As cidades Portuguesas nos finais da Idade Média" in Penélope nº7, 1992 -Atlas_das_Cidades_Medievais_Portuguesas, Vol.1, 1990. Mattoso, José, "Os nobres nas cidades portuguesas da Idade Média" in Portugal_Medieval, novas_interpretações, Lisboa, 1992. Pedreira, Jorge, ? Indústria, mercado e cidade. Peripécias de um triângulo amoroso (1750-1850)?, Povos e Culturas,nº 2, 1987. Pereira, Miriam Halpern, "Niveis de consumo e níveis de vida em Portugal(1874- 1922)",em_Política_e_Economia_Portugal_nos_séculos_XIX_e_XX, p.72 a 110. Pinheiro, Magda, "As cidades no Portugal Oitocentista" Ler_História ,nº20. Serräo, (Joaquim Veríssimo), "A Concessão do foro da cidade em Portugal dos Séculos XII a XIX" Portugalie_História Vol.1, Lisboa, 1973. Serrão, Joel, ? Noite natural e noite técnica? emTemas oitocentistas II, P. 19/65.Lisboa, 1962. Vidigal, Luís, "Poderes Locais em Portugal", Ler_História nº16, 1989. - O_Municipalismo_no_século_XVIII, Lisboa, 1989. Vieira, António Pedro Lopes, "Noçöes operatórias sobre cidade, Populaçäo Urbana e População Rural",Revista_de_História Económica_e_Social nº1, 1978. 2. PORTO Basto, Artur de Magalhães, et al. História_da_Cidade_do_Porto, 3 Vol. Porto, 1962-1965. Capela, José, A_Burguesia_Mercantil_do_Porto_e_as_Colónias_1834- 1900, Porto, 1975. Castro, Armando de, "O Porto na transição para o sistema económico contemporâneo", Revista_de_História Vol.II, Porto, 1979. Cruz, António, "Uma cidade em evoluçäo, o Porto nos primordios de Setecentos", Revista de_História, Universidade do Porto Vol. IV, Porto, 1973. Cruz, António, "Os arquivos do Porto ( disponibilidades e carências",Revista_de_História, Vol.II, Centro de História da Universidade do Porto, 1979, p.79 a 90. Duarte, Luís Miguel, "Um burgo medieval muda de Senhor",Ler_História nº 5, 1985. Ferreira, J.A. Pinto, "Preços dos géneros alimentícios comercializados nos mercados do Porto no século XIX (1844-1899). Subsídios estatísticos para a História económica da cidade,"Boletim da Câmara Municipal_do_Porto, Vol.XXXIII, Porto, 1970, pp. 575 a 889. Gonçalves, Iria, "Para o estudo da área de influência do Porto nos fins do século XIV"Revista_da_Faculdade_Letras_da_Universidade_de_Lisboa, IV Série nº2, Lisboa, 1978. Maia, J.J. Maduro, Flutuações e declínio da mortalidade na cidade do Porto (1870-1902), Porto, 1994. ? Padrões de Mortalidade e Transição Sanitária no Porto (1880-1920)?, Revista População e Sociedade, nº1, 1995. Martins, P.A., Tavares, "A estação de Campanhã (estudo subsidiário para a sua história) " Boletim_Cultural_da_Câmara_Municipal_do_Porto, Vol.XXXIII fasc. 3-4 Porto, 1970 pp.431 a 460. Mauro, Frédéric, "Porto et le Brésil (1500-1800)" Revista_de_História, Vol.II, Centro H.U. Porto, 1979, p.337 à 350. Ramos, Luís A. de Oliveira, "Raízes do liberalismo portuense (dados e observações)" Revista_de_História, Vol.I, Porto, 1978 p.361 a 377. -"O Porto e as origens do Liberalismo (subsídios e observaçöes), C.M.P. 1980,p.143. -História do Porto, (direcção), Porto, 1994. Silbert, Albert, ? Cartismo e setembrismo, A vida política no Porto de 1836 a 1839 segundo os consules franceses? em Portugal do Antigo Regime ao Portugal oitocentista, P. 187/209, Lisboa, 1972. Silva, Augusto Santos, "A burguesia Comercial portuguesa e o ensino da economia política: o exemplo da Escola do Porto (1837-1838), A._S., vol.XVI, nº 61/62, 1980. Sousa, Fernando de, o_Porto_e_a_revolta_do_31_de_Janeiro, Porto, 1977. - "A Salamancada e a crise bancária no Porto" Nummus, 2ª série, Vol.I Porto, 1978, pp.131 a 160. - "O clero da diocese do Porto no tempo das Cortes Constituintes" Revista_de_História, Vol.II, 1979, p.245 a 263. Teixeira, Manuel, Habitação popular na cidade oitocentista, as ilhas do Porto, Lisboa, 1996.
3. LISBOA Almeida, Pedro Tavares,"Comportamentos, eleitorais em Lisboa, 1878-1910" A.S. nº2, 85, 1985. Araújo, Ana Cristina, A Morte em Lisboa, Atitudes e representações. 1700- 1830, Lisboa, 1997. Araújo, Renata, Lisboa. A cidade e o espectáculo na época dos descobrimentos Lisboa, 1990. Barata, Ana Temudo, Mortalidade em Lisboa no século XVIII, Dissertação de mestrado em Demografia Histórica e Social, UN, 1989. Barreto, José, "Uma greve fabril em 1849", A.S. 67-68 e 69. Bonifácio, Maria de Fátima, "Lisboa, bastião do proteccionismo" (pautas, política e indústria nos anos 30-40 do século passado), A.S. nº112, 113, p.515 a 536. Capitão, Maria Amélia, Subsídios para a História dos transportes terrestres em Lisboa no séculoXIX, Lisboa, 1974. Castelo-Branco, Fernando, Lisboa_Seiscentista, Lisboa 1969, 3 ed. - Breve História da Olisipografia, Lisboa, 1980. Castro, Zília Osório, Lisboa de 1821, a Cidade e os Políticos, Lisboa 1996. Delgado, Ralph, A antiga freguesia dos Olivais, Lisboa, 1979. França, José A., Lisboa Urbanismo e Arquictetura, Lisboa, 1980,1989. -"A Lisboa de Cesário", in Estudos_de_História_Contemporânea, Porto,1991. ? Lisboa oitocentista?. Colóquio-Artes, 2ª série 18(30), dez. 1976. - Une_Ville_des_Lumiéres:_La_Lisbonne_de_Pombal, Paris, 1965. -Lisboa_Pombalina_e_o_Iluminismo, Lisboa, 2ª ed. 1977. - "Ir ao cinema nos anos 30", L.H., nº26, 1994. Madureira, Nuno, Cidade_Espaço_e_Quotidiano, Lisboa, 1992. - "Crédito e Mercados Finaceiros em Lisboa", L.H., nº26, 1994. Marques, Maria da Conceição, ? Introdução ao estudo do desenvolvimento urbano de Lisboa?, Arquitectura, 1969. Mónica, Maria Filomena, Retrato_da_Lisboa_Popular_1900, Lisboa, 19. Neto, Maria de Lurdes Akola, A freguesia de Santa Catarina de Lisboa no século XVII, Lisboa, 1969. Néu, João B. M , Em volta da Torre de Belém, Evolução da zona occidental de Lisboa, isboa, 1993. Oliveira Marques, A., ?isboa na Baixa Idade Média, Para uma Visão Monumenta Turística? L.H., nº 26, 1994. Pradalié, G., Lisboa_da_Reconquista_ao_fim_do_século_XIII, Lisboa, 1975. Pedreira, Jorge Miguel, "Indústria e negócio: a estamparia da regiäo de Lisboa 1780- 1788", A.S. nº 112-113, 1991, p.537 a 560. - "Os negociantes de Lisboa na segunda metade do século XVIII: padrões de recrutamento e percursos sociais", A.S. 116-117, 1992, p. 407-441. ? Indústria, Mercado e Cidade, Peripécias de um triângulo Amoroso? (1750-1850)?, Povos e Culturas, nº 2, 1987. Pinheiro, Magda, "Lisboa e a rede ferroviária Portuguesa. Os caminhos de ferro da capital", L.H., nº.26, 1994. Rêgo, Manuela, Um passeio à volta do Campo Grande, Lisboa, 1996. Ribeiro, Isabel, Custódio, Jorge, e Santos, Luísa, Arqueologia_Industrial_do_Bairro_de Alcântara, Lisboa ,1981. Rodrigues,Teresa,Crises_de_Mortalidade_em_Lisboa_Séculos_XVI_e_XVII, Lisboa, sem data. ? Um espaço urbano em expansão. Da Lisboa de quinhentos à Lisboa do século XX?. Penélope , nº 13, 1994. "Os movimentos migratórios em Lisboa, Estimativa e efeitos na estrutura populacional urbana de oitocentos", L.H., nº.26, 1994. Nascer e Morrer na Lisboa Oitocentista, migrações, Mortalidade e desenvolvimento, Lisboa, 1995. Cinco Séculos de Quotidiano, a vida em Lisboa do século XVI aos nossos dias, Lisboa, 1997. Sá, Victor, Lisboa_no_Liberalismo_1805-1851, Lisboa, 1992. Santana, Francisco, "A aula do Comércio de Lisboa (1759-1844)" Sep nº 15, 16, 18 e 23 de Lisboa-Revista_Municipal. -"A aula do comércio: uma escola burguesa em Lisboa" Ler_História nº 4, 1985. Lisboa_na_2ª_metade_do_século_XVIII_(Plantas_e_descriçöes_das_suas freguesias)_recolha_e_índices, Lisboa, sem data. -A_introduçäo_da_máquina_a_vapor_em_Portugal,Arqueologiae História, série X, Vol.I/II (I) 1984/88. -Dicionário de História de Lisboa, ( dir.), Lisboa, 1994. Serrão, Joel, ? Do crescimento e transformação de Lisboa? em Temas oitocentistas II, p. 261 a 268. Lisboa, 1962. Silva, Álvaro Ferreira, Propriedade Família e Trabalho no ?Hinterland? de Lisboa, Oeiras 1738-1811, Lisboa, 1993. Silva, A.Vieira da, A cerca Fernandina de Lisboa, 2ª ed., Lisboa, 1987. Vários, Lisboa_de_Frederico_Ressano_Garcia_1874-1909, FCG, CML, 1989. Vieira,AntónioLopes,Transportes_Públicos_em_Lisboa_entre_1830_e_1910, Lisboa, 1982. -"Algumas questöes sobre os transportes públicos da cidade de Lisboa nos finais do século XIX", A.S. nº 16(61-62),1980. 4. OUTRAS Andrade, Amélia Aguiar, "Composiçäo Social e Gestão Municipal: o exemplo de Ponte de Lima" Ler_História nº10, 1987 Bernardes, Joaquim de Oliveira, Leiria_no_século_XIX (aspectos económicos), Leiria, 1981 Cascão, Rui, Permanência e mudança em duas comunidades, Figueira da Foz e Buarcos 1861-1910, II Vol. ,Tese de Doutoramento, Coimbra 1989. Gomes, Rita Costa, A Guarda Medieval. Posição Morfologia e Sociedade, Lisboa, 1987. Mattoso, José- "A cidade de Leiria na História Medieval de Portugal", Ler_História nº4. Quintas, Maria da Conceição, Setúbal , Économia, Sociedade e Cultura Operária, LISBOA, 1998. Rodrigues, Luís Nuno, "Um Século de Finanças Municipais: Caldas da Rainha (1720-1820)" in Penélope nº7. Valente, Vasco Pulido, ? Os conserveiros de Setúbal 1877-1901?, AS nº17 (67-68-69), 1981. Vários, Les villes de Lusitanie Romaine, Bordeaux, 1990. Vários-Número Especial da Revista Ler História Lisboa; Perspectivas sobre o Passado, nº26, 1994. Vários, Número Especial da Revista Penélope, nº 7, 1992. Vários, Números especiais da Revista Povos e Culturas, nº2 e 3, 1987 e 1988. Vasconcelos, Hermínia, Abrantes_Medieval_(1300-1500), Abrantes, 1988.
|
|
|
|
|
Docentes
Sofia Magrinho
Departamento de História
Objectivos
A unidade curricular tem como objectivo geral fornecer um conjunto de conhecimentos e desenvolver capacidades que habilitem para a definição de intervenções no âmbito patrimonial.
Programa
1. Apresentação: programa, bibliografia e avaliação. 2. Construção da Identidade. 3. Património: evolução do conceito; o caso português. 4. Património Cultural: categorização operativa. 5. Património Cultural: legislação; quadro normativo nacional e internacional. 5. Inventário Geral: protecção, conservação e valorização do Património. 6. Interpretação do Património: metodologia, ambivalência, mediação, novas tendências. 7. Políticas culturais: parcerias público-privadas na operacionalização do usufruto do património; intervenção da sociedade civil. 8. Visitas de estudo a dois casos práticos relacionados com a matéria. 9.Balanço
Processo de Avaliação
A avaliação valoriza muito a assiduidade e participação nas aulas e nas visitas ao terreno (25%). Para além disso, será pedida uma análise crítica a uma das duas saídas de campo, sob a forma de um trabalho escrito, envolvendo os conceitos e conhecimentos adquiridos (75%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Custódio, J. coord. (2010), 100 anos de Património. Memória e Identidade: Portugal 1910-2010, Lisboa, IGESPAR Choay, F. (2008), A alegoria do Património, Lisboa, Ed. 70 Lacroix, M. (1999), O princípio de Noé ou a ética da salvaguarda, Lisboa, Instituto Piaget Lopes, F. e M. B. Correia (2004), Património Arquitectónico e Arqueológico: cartas recomendações e convenções internacionais, Lisboa, Livros Horizonte Lowenthal, D. (1985), The Past is a Foreign Country, Cambridge, CUP Silva, J. P. da (1980), Pretérito Presente: para uma teoria da preservação do património histórico-artístico, Lisboa, SEC. Smith, L. e N. Akagawa, ed., (2009), Intangible Heritage: Key Issues in Cultural Heritage, NY, Routledge Tilden, F. (1967), Interpreting Our Heritage, The University of North Carolina Press Waterton, E. e S. Watson, ed. (2015), The Palgrave Handbook of Contemporary Heritage Research, Palgrave Macmillan UK
Bibliografia Opcional
Ballart, Josep (1997), El Patrimonio Histórico y Arqueológico: Valor y Uso, Barcelona, Ed. Ariel, S. A. Blockley, Marion e Alison Hems, ed. (2006), Heritage Interpretation: Theory and Practice: Issues in Heritage Management, London, Routledge A.A.V.V. (2003), Direito do Património Cultural: legislação, Coimbra, Almedina Henriques, Fernando (1991), A conservação do património histórico edificado, Lisboa, LNEC Lopes, Flávio (1996), Cartas e Convenções Internacionais, Lisboa, IPPAR. Lopes, Flávio (2012), Património Arquitectónico e Arqueológico. Noção e Normas de Proteção, Lisboa, Caleidoscópio Magrinho, Sofia (2017), A defesa e salvaguarda do Património em Portugal. As associações de defesa do património (1974-1997), Tese de Doutoramento em História Moderna e Contemporânea, Lisboa, ISCTE-IUL. Marques, Teresa (2007), "O conhecimento do património: a sustentabilidade de um projecto de serviço público", In Estudos Património, Lisboa, IPPAR, n. 10 Mohen, Jean-Pierre (1999), Les sciences du patrimoine: identifier, conserver, restaurer, Paris, Odille Jacob, Ramos, Manuel João, org. (2003), A Matéria do Património: Memórias e Identidades, Lisboa, Colibri. Rizzo, Ilde e Anna Mignosa, ed. (2013), Handbook on the Economics of Cultural Heritage, Edward Elgar Publishing Limited
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Esta UC trata dos poderes nas e das cidades numa perspectiva histórica de muito longa duração, desde a Antiguidade Clássica até à Era Pós-Industrial. A abordagem combina as perspectivas analíticas e metodológicas da história urbana, da história política e da história social. É uma UC de história geral, tomando Portugal e o império português como casos de estudo. A dicotomia cidades metropolitanas / cidades coloniais constitui o tópico de aprofundamento ao longo do semestre.
Programa
1. Introdução: temas, problemas e conceitos. 2. A herança clássica, medieval e muçulmana. 3. A cidade e os poderes no Antigo Regime. 4. A cidade e os poderes na era industrial e pós-industrial. 5. Instituições e poderes locais nas cidades coloniais e pós-coloniais.
Processo de Avaliação
Nesta UC adopta-se um sistema de avaliação contínua, sem exame final, que exige a presença em um mínimo de 80% das aulas e que assenta em duas componentes principais: 1) Participação activa nos debates e nas discussões em aula, pressupondo leitura e apresentação de textos (ponderação de 35% na nota final). 2) Trabalho individual de iniciação à investigação, com base em fontes primárias (ponderação de 65% na nota final).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BOXER, Charles R. Portuguese Society in the Tropics. The Municipal Councils of Goa, Macao, Bahia, and Luanda (1510-1800). Madison and Milwaukee, UWP, 1965. CLARK, Peter. European Cities and Towns, 400-2000. Oxford: OUP, 2009. DOMINGOS, Nuno; PERALTA, Elsa (org). A cidade e o colonial. No rasto do império português. Lisboa: Ed. 70, 2013. FRIEDRICHS, Christopher R. Urban Politics in Early Modern Europe. London & N. York: Routledge, 2002. LEES, Andrew. The City: A World History. Oxford: OUP, 2015. OLIVEIRA, César (dir.). História dos Municípios e do Poder Local em Portugal (Dos Finais da Idade Média à União Europeia). Lisboa: C. Leitores, 1996. MAGALHÃES, Joaquim Romero. Concelhos e organização municipal na Época Moderna. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2011. SILVEIRA, Luis Espinha da. Território e Poder. Nas Origens do Estado Contemporâneo em Portugal. Cascais: Patrimonia, 1997.
Bibliografia Opcional
A indicar para cada sessão. Further reading to be announced for each class.
|
|
|
|
|
Docentes
Ricardo Paes Mamede
Departamento de Economia Política
Objectivos
Esta disciplina visa desenvolver as competências teóricas e conceptuais fundamentais para a análise dos objetivos, dos instrumentos e dos resultados das políticas de qualificação do tecido produtivo e de promoção da competitividade das economias, com especial enfoque no caso português.
Programa
1. Os conceitos de política industrial e de competitividade 2. A evolução da política industrial na história do capitalismo 3. Os desafios da política industrial e de promoção da competitividade na atualidade 4. Principais domínios de política industrial e de promoção da competitividade 5. Experiências recentes de política industrial e de competitividade em Portugal 6. A avaliação das políticas de qualificação do tecido produtivo e de promoção da competitividade
Processo de Avaliação
Ensaio individual: 30% Prova escrita individual: 70%
Exame final: 100%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Mamede, R.P. (2017). ?O Papel do Estado no Desenvolvimento das Capacidades Produtivas?. In VVAA, Economia com Todos. Lisboa: Relógio d?Agua Mariana Mazzucato, The Entrepreneurial State. Debunking Public Vs. Private Sector Myths, Anthem Press, Londres, 2013. Rodrik, Dani (2007). One Economics, Many Recipes: Globalization, Institutions, and Economic Growth. Princeton: Princeton University Press.
Bibliografia Opcional
Bianchi, P. (2008). International handbook on industrial policy. Edward Elgar Publishing. Ben Fine, ?Beyond the Developmental State: An Introduction?, in B. Fine, J. Saraswati,D. Tavasci (Orgs.), Beyond the developmental state: Industrial policy into the twenty-first century. Pluto, Londres, 2013. Bondonio, D.; Fernandes, T.F.; Mamede, R. (2016). "Does EU Public Support to Firm Investments Boost High Quality Jobs? Evidence from Linked Employer-Employee Microdata and Natural-Experiment Conditions", Working Paper do Dinâmia'CET 2016/01. Chandra, V. (2010). Technology, adaptation, and exports. How some developing countries got it right. Washington: The World Bank. Cimoli, M., Dosi, G., Nelson, R. R., & Stiglitz, J. (2006). Institutions and policies shaping industrial development: an introductory note (No. 2006/02). Lem Working paper series. Falck, O., Gollier, C., & Woessmann, L. (Eds.). (2011). Industrial policy for national champions. MIT Press. Grabas, C., & Nützenadel, A. (Eds.). (2014). Industrial policy in Europe after 1945: wealth, power and economic development in the cold war. Springer. Hausmann, R.; Klinger, B.; Wagner, R. (2008). "Doing Growth Diagnostics in Practice: A 'Mindbook'". CID Working Paper No. 17. Harvard University. Lin, J., & Chang, H. J. (2009). Should Industrial Policy in developing countries conform to comparative advantage or defy it? A debate between Justin Lin and Ha?Joon Chang. Development policy review, 27(5), 483-502. Lundvall, B. Å. (2007). National innovation systems?analytical concept and development tool. Industry and innovation, 14(1), 95-119. Mamede, R. (2009). "Os desafios do desenvolvimento económico e as políticas públicas". In R.M. Carmo e J. Rodrigues (coord.), Onde Pára o Estado? Políticas Públicas em Tempos de Crise. Lisboa: Nelson de Matos. Pp. 173-198. Mamede, R. e Feio, P.A. (2012). "Condições de eficácia e legitimidade da intervenção do Estado - o caso da política industrial em Portugal". In R. Carmo e L. Veloso (orgs.), A Constituição Social da Economia. Mamede, R.P. (2015). O Que Fazer Com Este País. Lisboa: Marcador. Mamede, R.P.; Godinho, M.M.; Simões, V.C. (2014). ?Assessment and challenges of industrial policies in Portugal: is there a way out of the ?stuck in the middle? trap??. In A. Teixeira, E. Silva e R. Mamede (Orgs.), Structural Change, Competitiveness and Industrial Policy: Painful Lessons from the European Periphery. London: Routledge. Peneder, M. (2017). ?Competitiveness and industrial policy: from rationalities of failure towards the ability to evolve?.. Cambridge Journal of Economics, 41(3), 829-858. Ramos, P. (2013). Torturem os Números que Eles Confessam - Sobre o mau uso e abuso das Estatísticas em Portugal, e não só. Lisboa: Leya. (Cap.3) Wade, R. (1990). Governing the market: Economic theory and the role of government in East Asian industrialization. Princeton University Press.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
|
|
1 Ano | 2 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
O objectivo desta unidade curricular consiste em: explicitar a temporalidade das culturas nos seus espaços sociais, políticos, geográficos e de género; salientar alguns temas passíveis de estudo ou já estudados por diversos historiadores; capacitar o estudante para ter uma autonomia na escolha dos problemas, das fontes e da bibliografia que estudará.
Programa
0 - Questões conceptuais e metodológicas 1 - Culturas populares e das elites do Antigo Regime à Sociedade Liberal 1.1 - As festas 1.2 - A ópera, o teatro, os bailes, os salões, as assembleias, os clubes e os passeios 1.3 - Cafés, confeitarias e casas de pasto; tabernas 1.4 - Associações, sindicatos e partidos. 2 - O monumento, o museu e o urbanismo 2.1 - As boémias, as vanguardas 2.2 - Exposições 2.3 - Nascimento do urbanismo 3 - Lazer 3.1 - Afirmações femininas: a igreja, a ida às compras e as feministas 3.2 - A imprensa, o cinema e a radio 3.3 - Fim-de-semana, férias pagas e turismo 3.4 - O desporto 4 - O pós-2ª guerra mundial e a cultura de massas
Processo de Avaliação
O processo de avaliação tem por objectivo averiguar os progressos feitos em termos de capacidade de compreensão de contextos históricos bem como de autonomia, capacidade de pesquisa e de síntese na elaboração de estudos. A avaliação constará de um pequeno ensaio. O trabalho será apresentado oralmente na aula e por escrito no final do semestre.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Burke, Peter, A Cultura Popular na Idade Moderna. Europa, 1500-1800, S. Paulo, Companhia das Letras, 1989 Chartier, Roger, História Cultural. Entre Práticas e Representações, Lisboa, Difel, 1988 Corbin, Alain, História dos Tempos Livres. O Advento do Lazer, Lisboa, Teorema, 2001 França, José Augusto, O Romantismo em Portugal. Estudo de Factos Socioculturais, 6 vols., Lisboa, Livros Horizonte, 1974 Hall, Peter, Cities in Civilization: Culture, Innovation and Urban, Londres, Weidenfeld and Nicholson, 1998 Lousada, Maria Alexandre, "Sociabilidades mundanas em Lisboa. Partidas e Assembleias, 1760-1834", in Penélope, nº 19, 1998, pp. 129-160. Moreira, Isabel Martins, Museus e Monumentos em Portugal 1772-1974, Lisboa, Universidade Aberta, 1989 Neves, José e Domingos, Nuno (organizadores), Uma História do Desporto em Portugal, 3 volumes, Matosinhos, Quidnovi, 2011 Thièsse, Anne-Marie, A Criação das Identidades Nacionais. Europa. Séculos XVIII-XX, Lisboa, Temas e Debates, 2000
Bibliografia Opcional
AAVV, Madrid entre Dos Siglos. Modernismo, Bohemia y Paisage Urbano, Madrid, Litoral / Comunidad de Madrid, 1998. Bimbenet, Jérôme, Film et Histoire, Paris, Armand Colin, 2007. Charle, Christophe, Les Intellectuels en Europe au XIX Siècle, Paris,Editions du Seuil, 1996. Charle, Christophe, Le Siècle de la Presse (1830-1939, Paris, Editions du Seuil, 2004. Christophe Charle e Daniel Roche, Capitales Culturelles, Capitales Symboliques. Paris et les Expériences Européennes. XVIIIe-XXe siècles, Paris, Publications de la Sorbonne, 2002. Fortuna, Carlos, Cidade, Cultura e Globalização, Oeiras, Celta, 1997. Haskell, Francis, L'Amateur d'Art, Paris, Livre de Poche, 1997. Haskell, Francis, The Ephemeral Museum. Old Master Paintings and the Rise of the Art Exhibition, New Haven & Londres, Yale University Press, 2000. Ledesma, Manuel Perez, "La formación de la classe obrera. Una creación cultural?", in Cruz, Rafael e Ledesma, Manuel Perez, Cultura y Movilización en la España Contemporánea, Madrid, Alianza Editorial, 1997. Lousada, Maria Alexandre, "A rua, a taberna e o salão: elementos para uma geografia histórica das sociabilidades lisboetas no final do Antigo Regime", in Maria da Graça Mateus Ventura (org.) Os espaços de sociabilidade na Ibero-América (sécs. XVI a XIX), Lisboa, 2004, pp. 95-120. Mosse, George, Les Racines Intelectuelles du Troisième Reich, 3ª ed., Paris, Calmann-Levy, 2006. Nora, Pierre, org.,Les lieux de mémoire, 7 vol, Paris, Gallimard, 1986-1992. Poulot, Dominique, Patrimoine et Musées: L'invention de la Culture, Paris, Hachette, 2001. Riegl, Aloïs, Le Culte Moderne des Monuments, son essence et sa genèse, Paris, Seuil, 1984. Seigel, Jerrold, Paris Bohème: Culture et Politique aux Marges de la Vie Bourgeoise: 1830-1930, Paris, Gallimard, 1986. Taylor, Ronald, Berlin and its Culture: A Historical Portrait, New Haven e Londres, 1997. Thompson, E.P., Costumes em Comum, São Paulo, Companhia das Letras, 1998.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
A unidade curricular Economia Urbana pretende oferecer aos alunos do Mestrado Integrado em Arquitectura um contacto directo com os principais problemas, conceitos, perspectivas teóricas e práticas de abordagem das questões associadas à organização do espaço urbano por parte da ciência económica.
Programa
1. Introdução: a problemática do estudo económico dos sistemas urbanos 2. O Espaço urbano: uma perspectiva económica 3. A estruturação e o desenvolvimento dos territórios: das teorias às políticas de desenvolvimento territorial 4. A localização das actividades económicas e a organização do espaço urbano 5. Os sistemas urbanos e a estruturação do território 6. Globalização e território urbano: a competitividade das cidades 7. O mercado imobiliário e as políticas fundiárias e de habitação 8. Espaço urbano, acessibilidades e mobilidade urbana: as políticas de transporte e mobilidade 9. Planeamento, ordenamento territorial e promoção do desenvolvimento urbano 10. Os agentes, as lógicas de governança e o financiamento do desenvolvimento urbano 11. Algumas questões-chave para discussão sobre o espaço urbano na actualidade
Processo de Avaliação
O regime de avaliação pretende que os alunos demonstrem que adquiriram quer os conhecimentos associados ao programa, quer as competências de comunicação oral e escrita, pensamento crítico e capacidade analítica, bem como uma familiaridade com os métodos de investigação específicos.
Os alunos poderão escolher entre um dos seguintes regimes de avaliação: a) Avaliação contínua: Trabalho de grupo ? 50% Teste individual ? 50% b) Exame individual ? 100%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Benko, G. (1999), A Ciência Regional, Oeiras:Celta CE (2011), Cidades de Amanhã: Desafios, visões e perspectivas, Bruxelas:CE Costa, J. S. (coord.) (2002), Compêndio de Economia Regional, Coimbra:APDR Ferrão, J. (2011) O ordenamento do território como política pública, Lisboa:FCG LeGates, R.; Stout F. (Eds) (2016), The City Reader (6ªEd), Oxford/New York:Routledge Paddison, R. (Ed.) (2001), Handbook of Urban Studies, London:Sage Sassen, S. (2000), Cities in a World Economy, 2Ed., Pine Forge Press Scott, A.J. (Ed.), (2001), Global City-Regions: Trends, Theory, Policy, Oxford Un.Press, Oxford-NYork Short, J.R. (1996), The Urban Order: An Introduction to Cities, Culture and Power, Oxford:Blackwell VVAA (2014) Revista rossio. estudos de Lisboa nº 4 (dossier "Olhar a cidade à luz da revitalização", Coord P. Costa), Dez.2014 UN-Habitat (2016),Urbanization and Development: Emerging Futures - World Cities Report 2016, Nairobi: United Nations Human Settlements Programme (UN-Habitat)
Bibliografia Opcional
Landry, C. (2000), The Creative City: a toolkit for urban innovators. London:Comedia/Earthscan Marques, T. Sá (2005), Portugal na transição do século: Retratos e dinâmicas territoriais; Porto:Afrontamento Pólese, M. (1998), Economia Urbana e Regional, Coimbra:APDR Storper, M. (1997), The Regional World: Territorial development in a Global Economy, NY:Guilford Press
Ascher, François (1998 [1995]), Metapolis ? Acerca do futuro da cidade, Oeiras: Celta Editora Auray, J. P., A. Bailly, P.H. Dericke e J.M. Huriot (org.) (1994), Encyclopédie d?Économie Spatiale. Concepts, Comportements, Organisations, Paris, Association de Science Régionale de Langue Française - Economica Aydalot, Phillipe (1985), Economie Régionale et Urbaine, Paris: Económica Bailly, Antoine et al. (1995), Représenter la Ville, Geo Poche, Economica, Paris. Baptista, António Mendes (2001), ?Cidades, urbanização e economia em contexto de globalização?, in Reis, José e Mª Ioannis Baganha (orgs.) A economia em curso: contextos e mobilidades, Edições Afrontamento, Porto, pp. 223-247 Benko, Georges e Alain Lipietz (orgs.) (1992) As regiões ganhadoras - Distritos e redes: os novos paradigmas da geografia económica, Celta, Oeiras, 1994 Bianchini, Franco and M. Parkinson (eds.) (1993), Cultural Policy and Urban Regeneration, Manchester University Press, Manchester Camagni, Roberto (1996), Principes et Modèles de l?Économie Urbaine, Association de Science Régionale de Langue Française - Economica, Paris. [ou versão original, mais actualizada: Camagni, Roberto, (1998), Principi di Economia Urbana e Territoriale, 3ª ed., Carocci Editore, Roma] Castells, Manuel (1989), The Informational City: Information Technology, Economic Restructuring and the Urban-Regional Process, Blackwell, Oxford- Cambridge, 1991 Castells, Manuel (1996/7), The Information Age: Economy, Society and Culture; Volume 1,2,3, Oxford ? Cambridge: Blackwell CES (1997), Colóquio: A Política das Cidades, Lisboa: Conselho Económico e Social Comissão Europeia (1997), Para uma agenda urbana da União Europeia. Comissão das Comunidades Europeias , Bruxelas Costa, António Firmino da (1999), Sociedade de Bairro ? Dinâmicas sociais da identidade cultural. Oeiras: Celta Editora Crevoisier, Olivier e Roberto Camagni (eds) (2000), Les milieux urbains: innovation, systèmes de production et ancrage, IRER, Neuchatel Derycke, Pierre-Henri, Le péage urbain: histoire, analyse, politiques, Paris, Economica, 1997. Derycke, Pierre-Henri., Jean-Marie Huriot e Denise Pumain (1996), Penser la Ville. Théories et Modèles, Collection Villes, Anthropos, Paris. DGODTU/MEPAT (1997), Sistema Urbano Nacional: Cidades Médias e Dinâmicas Territoriais, vol. I e II, Lisboa Ferrão, João (1995), Colectividades territoriais e globalização: contributos para uma nova acção estratégica de emancipação?, Inforgeo, 9-10, 1995, pp.65-75 Ferrão, João (1997), ?Rede urbana, instrumento de equidade, coesão e desenvolvimento??, in Conselho Económico e Social, Colóquio: A Política das Cidades, Conselho Económico e Social, Lisboa, pp. 21-48 Florida, Richard (2002), The rise of the creative class. New York: Basic Books Fortuna, Carlos (org.) (1997), Cidade, Cultura e Globalização - Ensaios de Sociologia, Celta, Oeiras Fujita, Masahisa, Urban economic theory: land use and city size, Cambridge, Cambridge University Press, 1990. [BP 711.4 FUJ] Fujita, Masahisa; Paul Krugman, e Anthony J. Venables (1999), The Spatial Economy. Cities, Regions and International Trade, Cambridge, London, The MIT Press. Hoover, E. M. e Giarratani, F. (1999), An Introduction to Regional Economics, http://www.rri.wvu.edu/WebBook/Giarratani/contents.htm. Huriot, J.-M. e J.-F. Thisse (eds.) (2000), The Economics of Cities. Theoretical Perspectives, Cambridge University Press, Cambridge. Laborde, P., (1999), Les espaces urbains dans le monde, Nathan Université, Poitiers, France Lopes, António Simões (1995), Desenvolvimento Regional: Problemática, Teoria, Modelos, 4ªed., Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa Lopes, Raul (2001), Competitividade, Inovação e Território. Oeiras: Celta McCann, Philip (2001), Urban and Regional Economics, Oxford University Press, Oxford. McDonald, J. F., (1997), Fundamental of Urban Economics, Prentice Hall, Inc. Mills, Edwin e Bruce W. Hamilton, (1994), Urban Economics, HarperCollins College Publishers, New York. Neves, António Oliveira das (1996), Planeamento estratégico e ciclo de vida das grandes cidades: os exemplos de Lisboa e de Barcelona. Oeiras: Celta O?Sullivan, Arthur (1990), Urban Economics, Irwin, Boston (3ª ed. 1996). Rémy, Jean e Liliane Voyé (1992), A cidade: rumo a uma nova definição?, Ed. Afrontamento, Porto, 1994 Salgueiro, Teresa Barata (1992), A cidade em Portugal: uma geografia urbana; Edições Afrontamento, Porto Samuelson, Paul e W. Nordhaus (1999), Economia, 16ª edição, McGraw Hill, Lisboa Sassen, Saskia (1991), The Global City: New York, London, Tokyo, Princeton University Press, Princeton - New Jersey Scott, Allen J. (1998), Regions and the World Economy ? The Coming Shape of Global Production, Competition and Political Order, Oxford: Oxford University Press Shurmer-Smith, L. e D. Burtenshaw (1990), ?Degradação e rejuvenescimento urbanos?, in Pinder, D. (org.), Europa Ocidental - Desafios e Mudanças, Celta, Oeiras, pp 163-184 Wassmer, R.W. (ed.) (2000), Readings in Urban Economics. Issues and Public Policy, Blackwell Publishers, Oxford.
Para além desta bibliografia geral, será fornecida uma lista de referências para os diversos temas específicos
|
|
|
|
|
Docentes
Paula André
Departamento de Arquitectura e Urbanismo
Objectivos
A frequência desta UC é essencialmente dirigida à compreensão da cidade portuguesa e da sua evolução histórica. Embora o enfoque maior seja a cidade em território português e regiões autónomas (arquipélagos dos Açores e da Madeira), estendem-se os conteúdos programáticos aos seus desdobramentos em espaços não europeus. Um dos objectivos centrais é fornecer as ferramentas mínimas de análise do fenómeno urbano no país, permitindo um conhecimento mais aprofundado sobre a situação actual das nossas cidades, quer dos chamados núcleos históricos quer do desenvolvimento das periferias.
Programa
CP 1: História da Cidade de matriz Portuguesa a. Das origens da formação urbana em Portugal ao Iluminismo. O caso de Lisboa; b. Urbanismo Português fora da Europa. Índia e Brasil; c. Urbanismo Oitocentista. Cascais na transição do século; d. Urbanismo Oitocentista: os modelos Progressista e Culturalista. As Avenidas Novas; e. The Functional City: A Carta de Atenas em Portugal. CP2. Leituras sobre a contemporaneidade urbana portuguesa a. Entre a Cidade e o Campo b. Cidade e Revolução c. Cidade Pós-moderna d. Cidade da Democracia
Processo de Avaliação
A avaliação pressupõe uma assiduidade igual ou superior a 60%. Avaliação contínua e periódica: participação (visita, aulas, seminários) e assiduidade (20%); 2 pequenos trabalhos de investigação escritos com apresentação oral individual (80%). Aprovação na UC classificação igual ou superior a 10 valores na média dos elementos de avaliação. Exame escrito (1ª época; 100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
AYRES, Christovam - Manuel da Maya e os engenheiros militares portugueses no terremoto de 1755. Lisboa: Imprensa Nacional, 1910. CARITA, Helder - Lisboa manuelina e a formação de modelos urbanísticos da época moderna (1495-1521). Lisboa: Livros Horizonte, 1999. COELHO, Carlos Dias ed. lit. - Os Elementos Urbanos. Lisboa: Argumentum, 2013. CORREIA, José Eduardo Horta - Pragmatismo e utopismo na criação urbanística de raiz portuguesa no século XVIII, Revista da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Lisboa, FCSH, vol. 2, n.º 8, 1995, pp. 103-112. PORTAS, Nuno - Interrogações sobre as especificidades das fundações urbanas portuguesas. In, Estudos de Arte e História: Homenagem a Artur Nobre de Gusmão. Lisboa: Vega, 1995, p. 430-435. ROSSA, Walter - A urbe e o traço: uma década de estudos sobre o urbanismo português. Coimbra: Almedina, 2002. TEIXEIRA, Manuel C.; VALLA, Margarida - O Urbanismo Português - Séculos XIII-XVIII, Portugal-Brasil. Lisboa: Livros Horizonte, 1999.
Bibliografia Opcional
ANDRÉ, Paula - As Cidades da Cidade. Lisboa na primeira metade do séc. XX: nova Lisboa (1936) e Lisboa nova (1948). Revista Urbana, Revista Electronica do Centro Interdisciplinar de Estudos da Cidade - CIEC.UNICAMP - Dossiê Historia Urbana: a configuração de um campo conceitual, v. 7, n. 10, Jan/Ago (2015), p.90-112. ANDRÉ, Paula - Duas Praças um Império: Praça do Comércio e Praça XV de Novembro. Dinâmicas urbano-arquitectónicas e narrativas visuais., in, CASTRO, Maria João, ed. lit, Império e Arte Colonial. Antologia de Ensaios. Lisboa: ArTravel, 2017, p.127- 147. ANDRÉ, Paula - Eugénio dos Santos and City Engineering, in, FERRÃO, Leonor; BERNARDO, Luis Manuel A. V. eds., Views on Eighteenth Century Culture: Design, Books and Ideas. Newcastle upon Tyle: Cambridge Scholars Publishing, 2015, Part I, On Architecture and City Planning, Cap. 4. p.78-91. ANDRÉ, Paula - A cidade desejada como laboratório crítico da cidade real: Pierre Joseph Pezerat, in, Arquitecturas do Mar, da Terra e do Ar - Arquitectura e Urbanismo na Geografia e na Cultura. Lisboa: Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa, 2014. p. 222-230. ANDRÉ, Paula - Ritmos e Ciclos das Narrativas do Urbanismo Português: contributos para uma história prospectiva [com Paulo S. Rodrigues]. PINTO, Nuno Norte; ALMEIDA, Alexandra ed. lit. - Book of Abstracts of PNUM 2013. The Annual Conference of Portuguese Network of Urban Morphology. Coimbra: Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Coimbra, 2013. p. 440-443. p. 847-850. ANDRÉ, Paula - A tríade regularidade, simetria e programa e o modus operandi de intervir no territorium do urbanismo português. ANDRÉ, P; MARAT-MENDES, T.; SAMPAYO, M. Ed.lit. - Morfologia Urbana nos Países Lusófonos. Actas da Conferência Internacional PNUM 2012- Portuguese Network of Urban Morphology. Lisboa: ISCTE-IUL, 2012, p. 277-282; 1456-1468. ANDRÉ, Paula - Interrogar e Divulgar a Cidade: o passado activo de Lisboa. FARRÉ TORRAS, Begoña; Actas do IV Congresso de História da Arte Portuguesa: Homenagem a José Augusto França. Sessões Simultâneas. Lisboa: APHA, 2014. p. 246-250. ANDRÉ, Paula - A pré-existência do Cardo / Decumanus no Plano Pombalino e a sua herança na Lisboa Contemporânea. VII Congresso Internacional da APEC. Espaços e Paisagens. Antiguidade Clássica e Heranças Contemporâneas. Associação Portuguesa de Estudos Clássicos; Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra, 2010. Vol. 3, p. 265-277. CABRAL, Manuel Morais Villaverde - A evolução de Lisboa e a Rua das Portas de Santo Antão (1879-1926). Lisboa: UNL, 1997. 2 vols. Dissertação de Mestrado. FRANÇA, José-Augusto - Lisboa: história física e moral. Lisboa: Livros Horizonte, 2008. GAUSA, Manuel ed. lit. - Diccionario metapolis de arquitectura avanzada: ciudad y tecnología en la sociedad de la información. Barcelona: ACTAR, 2002. LISBOA, Maria Helena - Os engenheiros de Lisboa: urbanismo e arquitectura (1850-1930). Lisboa: Livros Horizonte, 2002. SALGADO, Manuel; LOURENÇO, Nuno, ed. lit. - Atlas urbanístico de Lisboa. Lisboa: Argumentum, 2006. SANTANA, Francisco; SUCENA, Eduardo, ed. lit. - Dicionário da Historia de Lisboa. Lisboa: Livros Horizonte, 1994. SENOS, Nuno - O Paço da Ribeira. Lisboa: editorial Notícias, 2002. SILVA, Carlos Guardado da - Lisboa Medieval. A organização e estruturação do espaço urbano. Lisboa: Colibri, 2008. SILVA, Raquel Henriques da - Lisboa Romântica, Urbanismo e Arquitectura 1777-1874. Lisboa: UNL/FCSH, 1997. Tese Doutoramento.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
OA1. Reconhecer os diversos conceitos de reabilitação urbana. OA2. Identificar as mais relevantes teorias sobre a reabilitação de monumentos. OA3. Avaliar as práticas de reabilitação urbana. OA4. Identificar as características arquitetónicas, construtivas e urbanísticas nos séc. XV e XVI. OA5. Identificar as tipologias arquitetónicas, construtivas e urbanísticas no séc. XVII e inícios XVIII. OA6. Identificar as tipologias arquitetónicas, construtivas e urbanísticas na segunda metade séc. XVIII. OA7. Identificar as tipologias arquitetónicas, construtivas e urbanísticas em finais do séc. XVIII e até à década de 1870. OA8. Identificar as tipologias arquitetónicas, construtivas e urbanísticas de finais do séc. XIX. OA9. Identificar as tipologias arquitetónicas, construtivas e urbanísticas das três primeiras décadas do séc. XX. OA10. Construir uma metodologia de análise tipológica de edifícios.
Programa
1.Conceitos da reabilitação urbana.2.Teorias sobre a reabilitação de monumentos.3.Práticas de reabilitação urbana.4.Tipologias arquitectónicas, construtivas e urbanísticas nos séc. XV e XVI.5.Tipologias arquitectónicas, construtivas e urbanísticas no séc. XVII e inícios XVIII.6.Tipologias arquitectónicas, construtivas e urbanísticas na segunda metade séc. XVIII.7.Tipologias arquitectónicas, construtivas e urbanísticas em finais do séc. XVIII e até à decada de 1870.8.Tipologias arquitectónicas, construtivas e urbanísticas de finais do séc. XIX.9.Tipologias arquitectónicas, construtivas e urbanísticas das três primeiras décadas do séc. XX.10.Metodologia de análise tipológica de edifícios.
Processo de Avaliação
1. Participação nas aulas.2. Trabalho de grupo: - Elaboração de ficha de análise tipológica.3. Trabalho individual:- Análise de um edifício e proposta fundamentada de critérios de reabilitação.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1-H. Carita,Lisboa Manuelina e a formação de modelos urbanísticos da época moderna, 1999,L Horizonte. 2-Santos Simões,A azulejaria em Portugal no século XV e XVI, 1990, 3-,A azulejaria em Portugal no século XVII, 1997.4-A azulejaria em Portugal no século XVIII, 1979, F. C.Gulbenkian. 5-C. Guardado da Silva, Lisboa Medieval; A organização e a estruturação do espaço urbano.2008,Colibri, 6- V. Pavão dos Santos, A casa na Lisboa de quinhentos in Lisboa Subterrânea, 1994,M.N.de A., 7- João Appleton, Reabilitação de Edifícios Gaioleiros: Um quarteirão em Lisboa, 2005,ORION,8-M. Helena Lisboa, Os engenheiros em Lisboa, Urbanismo e Arquitectura (1850-1930), 2002, L.H.,8-J. Mascarenhas, Sistemas de Construção, O edifício de rendimento da Baixa Pombalina de Lisboa. Materiais Básicos: O vidro, L. Horizonte. 9-C.Vieira, C. Pereira, I. Amaro, J. Couceiro. Os prédios da Baixa Pombalina no início do século XXI, in Práticas autárquicas de conservação e reabilitação urbana, V. 2005, C.M.L.
Bibliografia Opcional
Título: Architecture de l?habitat Urbain. La maison, le quartier, la ville Autor: Michel Jean Bertrand Data: 1980 Publicação: Bordas, Paris
Título: Théorie de la restauration Autor: Cesare Brandi Data: 2001. Primeira edição 1963 Publicação: Éditions du Patrimoine. Paris
Título: Urban Conservation Autor: Nahoum Cohen Data: 1999 Publicação: The MIT Press. Cambridge. Massachusetts
Título: Le culte moderne des monuments Autor: Aloïs Riegl Data: 2003. Primeira edição 1903 Publicação: L?Harmattan. Paris
Título: The seven lamps of architecture Autor: John Ruskin Data: 1989. Primeira edição 1849 Publicação: Dover Publication
Título: Encyclopedie médiéval Autor: Eugene Viollet-le-Duc Data: 1995 Publicação: Inter-livres.
Título: L?urbanisme face aux villes anciennes Autor: Gustavo Giovannoni Data: 1998 Publicação: Seuil
Título: Guimarães, cidade património, um objectivo estratégico Autor: Colectivo Data: 1998 Publicação: Câmara Municipal de Guimarães
Título: Guia técnico de reabilitação habitacional Autor: José Vasconcelos Paiva, José Aguiar, Ana Pinheiro Data: 2006 Publicação: INH e LNEC
Título: Ville, espace et valleurs Autor: Jean-Loup Gourdon, Evelyne Perrin, Alain Tarrius Data: 1995 Publicação: Editions L?Harmattan. Paris
Título: La conquête du plain-pied ? L?immeuble à Paris au XVIII siècle Autor: Jean-François Cabestan Data: 2004 Publicação: Picard
Título: Vocabulário técnico e crítico de Arquitectura Autor: Maria João Madeira Rodrigues, Pedro Fialho de Sousa, e Horácio Manuel Pereira Bonifácio Data: 2002 Publicação: Quimera
Título: Lisboa, história física e moral Autor: José-Augusto França Data: 2008 Publicação: Livros Horizonte
Título: Uma proposta de regulamento para a Baixa Pombalina, in Reabilitação Urbana ? Baixa Pombalina: bases para uma intervenção de salvaguarda, pag.103. Autor: Clara Vieira, Cristina Pereira, Isabel Amaro, João Couceiro Data: 2005 Publicação: C.M.L.
Título: Além da Baixa, indícios de planeamento urbano na Lisboa setecentista Autor: Walter Rossa Data: 1998 Publicação: Instituto Português do Património Arquitectónico
|
|
|
|
|
Docentes
Raul Lopes
Departamento de Economia Política
Objectivos
O objectivo geral do módulo de Inovação e Território é o de acompanhar o actual debate académico sobre a temática emergente das relações entre inovação e território. Este debate tem evidentes repercussões sobre o entendimento das dinâmicas regionais de competitividade e sobre os desafios que se colocam às entidades responsáveis pelas políticas de desenvolvimento territorial, o que lhe confere uma especial pertinência no actual momento da realidade portuguesa.
Programa
1. A problemática da Inovação e Território no contexto das políticas públicas
2. O conceito de economias externas e a sua relevância para apreender as dinâmicas territoriais contemporâneas
3. Regiões ganhadoras e dinâmicas territoriais de inovação: o distrito industrial
4. A natureza do processo de inovação e a relevância do Território.
5. Proximidade, Interacção e Inovação: tipologias de proximidade e relevância da interacção a diferentes escalas espaciais
6. Regiões ganhadoras e dinâmicas territoriais de inovação: meio inovador-learning region e distritos tecnológicos
7. SRI-Sistemas Regionais de Inovação e SEI-Sistemas Espaciais de Inovação: apreensão empírica da dimensão territorial das redes de inovação.
8. Inovação, competitividade e Política Regional: que papel para as instituições responsáveis pela governança territorial da inovação?
9. Tópicos para uma agenda de investigação sobre a relevância do território no processo de inovação.
Processo de Avaliação
A avaliação contínua materializa-se: A. Na participação nas aulas, apresentações e discussões de textos (35%) B. Num conjunto de fichas-teste de escolha múltipla/perguntas abertas de resposta breve (65%)
O exame de 1ª época é só para os alunos que não tenham sido avaliados em nenhum instrumento de Avaliação Contínua. Notas superiores a 17 requerem confirmação. Será usado instrumentalmente o SmartPhone.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1. Asheim, B. et al.(2011)"Regional Innovation Systems" RS, V.45-7:875-891 2. Boschma, R. (2005) Proximity and Innovation, RS, V.39-1:61-74 3. Cooke, P. (2001) Regional Innovation Systems, CJRS, XXIV-1:21-40 4. ESPON (2012) KIT-Knowledge, Innovation, Territory, European Union. 5. Huggins, R. et al. (2012) "Network Capital and Knowledge Flow" I&I, V.19-3:203-232 6.Lopes, Raul (2001). Competitividade, Inovação e Territórios. 7. McCann, P. & R. Argilés (2013) "Modern regional innovation policy" CJRES 6:187-216 8. Mika Kautonen et al (2017) Regional innovation policies DOI: 10.1080/09654313.2017.1281228 9. Nunes, Sérgio & Raul Lopes (2015) Firm Performance, Innovation Modes and Territorial Embeddedness, EPS, 23:9, 1796-1826 10. Olsen, L. (2012) "Territorial Knowledge Dynamics" EPS, V.20-11 11. Roberta Capello & H. K.(2016): From theory to practice in smart specialization strategy: DOI: 12. Rutten, R. & F. Boekema (2013) "Beyond the Learning Region" EPS, V.21- 5:722-734
Bibliografia Opcional
Legenda das Revistas indicadas abreviadamente na secção anterior: EPS-European Planning Studies I&I- Industry and Innovation RS- Regional Studies E&RD- Entrepreneurship & Regional Development CJRS-Canadian Journal of Regional Science CJRES-Cambridge Journal of Regions, Economy and Society TF&SC -Technological Forecasting & Social Change
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Consultar a informação bibliográfica no Guia da UC fornecido aos alunos
|
|
|
|
|
Docentes
Raul Lopes
Departamento de Economia Política
Objectivos
1. Compreender os processos de desenvolvimento territorial e a necessidade de políticas territoriais.
2.Identificar a evolução histórica das políticas territoriais.
3. Analisar os novos desafios e os novos paradigmas das políticas regionais.
Programa
1.NATUREZA E RAZÃO DE SER DA POLÍTICA REGIONAL - Pertinência e natureza da Política Regional - Assimetrias regionais e Desenvolvimento - Os problemas da competitividade regional e da empregabilidade
2. RETROSPECTIVA DA POLÍTICA REGIONAL E URBANA - Principais paradigmas da Política Regional - A política regional e urbana em Portugal: breve retrospectiva 3. AS POLÍTICAS TERRITORIAIS ACTUAIS - A política regional actual em Portugal: PORTUGAL 2020 - A política de desenvolvimento rural
4. TENDÊNCIAS ESPACIAIS E DESAFIOS ÀS POLÍTICAS TERRITORIAIS: o caso português
Processo de Avaliação
A Avaliação Contínua pressupõe a presença em 80% das aulas, e materializa-se num conjunto de Fichas-Teste de respostas breves a realizar nas aulas, tendo por base o conteúdo das aulas e a bibliografia indicada. Será utilizado instrumentalmente o SmartPhone. A avaliação por exame na 1ª época será apenas para os alunos que não tenham sido avaliados na AC. Na 2ª época para os alunos que não tenham obtido aprovação na UC, bem como para melhoria de nota. Notas superiores a 17 requerem confirmação.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1. Armstrong, H.&Taylor, J. (2000) Regional Economics and Policy, 2. Barca, F. (2011) "Alternative Approaches to Development Policy". 3. Barquero, A., V. (2010). The new forces of development 4. CE (2011), Cidades de Amanhã 5. DAHLSTROM, M. et all. (2012) Regional Policies for Knowledge Anchoring, European Planning Studies Vol. 20, No. 11. 6. Gagliardi, L. & M. P. (2016): The impact of European Cohesion Policy, Regional Studies 7. Halkier, Henrik (2012) Knowledge Dynamics and Policies for Regional Development, European Planning Studies, 20:11, 1767-1784. 8. McCann, P. et all (2011) "Why and When Development Policy Should Be Place-Based" 9. O' Sullivan, Arthur (2003) Urban Economics, , McGraw-Hill/Irwin 10. OCDE (2008) OECD Territorial Reviews: Portugal 2008. 11. OCDE (2010) Regional Development Policies in OECD Countries 12. OCDE (2016) OECD Regional Outlook 2016 13. Pike, A. et all (2016) Local and Regional Development 14. Portugal 2020
Bibliografia Opcional
Vd Guia da UC
|
|
|
|
|
Docentes
Sandra Marques Pereira
Departamento de Sociologia
Objectivos
1.Questionar a Arquitectura sociologicamente, partindo da sua compreensão como produto de uma sociedade e que se destina ao usufruto de indivíduos socialmente contextualizados; 2.Conhecer as principais dinâmicas de mudança social,com destaque para a realidade portuguesa, funcionando os conteúdos leccionados como competências de enriquecimento do exercício da profissão, relativamente:2.1 à interpretação dos significados sociais corporizados pelos diversos edifícios e espaços do universo de intervenção do arquitecto;2.2 à concepção do projecto e programa,sensibilizando os alunos para a necessidade de incorporar os contextos sociológicos, particularidades dos públicos e especificidades das diversas funções; 2.3 à compreensão das relações entre as transformações do espaço construído e as da sociedade;3.Despertar uma atitude de antecipação dos cenários da profissão e reflexão sobre as competências e estratégias a desenvolver, pela análise do contexto actual da actividade de arquitecto.
Programa
1.Ligações entre a Sociedade e a Arquitetura; 2.Dinâmicas de Transformação Social; 2.1.Sociedades Tradicionais; 2.2.Movimento Moderno; 2.3.Sociedades Contemporâneas e especificidades da Modernidade Tardia em Portugal; 3.Arquitecturas do Domínio Privado; 3.1 Habitar nas Sociedades Tradicionais; 3.2.Casas do Estado Novo; 3.3.A Modernização da Habitação em Portugal; 3.4.A Revolução e as Operações SAAL; 3.5.A Arquitetura Popular do Portugal Democrático:dos clandestinos às maisons; 3.6.A Arquitetura do Luxo e o boom imobiliário do fim do século XX; 3.7 As casas das novas classes médias; 3.8.Inquéritos e estudos sobre habitação em Portugal; 3.9 Questões sociológicas para um programa; 4.Arquitecturas do Domínio Público; 5.Ser Arquitecto na actualidade: condições sociais do exercício da profissão; 5.1 A formação e o exercício da Arquitetura; 5.2.Perfil sociológico dos Arquitetos no Portugal Actual; 5.3.Identidades e experiências profissionais: expetativas, obstáculos e competências.
Processo de Avaliação
avaliação consistirá no seguinte: 1.apresentação oral de um texto sobre um dos temas do programa; 2.trabalho de grupo que (desejavelmente) envolva uma investigação empírica, com eventual recurso a metodologias visuais; 3.sendo ainda de salientar, a participação e a assiduidade como critérios a ter em conta.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cabral, Manuel Villaverde e Vera Borges (2010), “Muitos são os chamados, poucos os escolhidos: entre a profissão e a vocação de arquitecto”, in Ana Delicado, Vera Borges, Steffen Dix, Profissão e vocação: ensaios sobre grupos profissionais, Lisboa, ICS Cuff, Dana and John Wriedt (2010), Architecture from the outside in: essays collected by Robert Gutman, New York, Princeton Architectural Press King, Anthony D. (1980), Buildings and Society: Essays on the Social Development of the Built Environment, London, Routledge Pereira, Sandra Marques (2011), “Cenários do espaço doméstico: modos de habitar?, in José Mattoso (dir.), Ana Nunes de Almeida (coord.), História da Vida Privada em Portugal. Os nossos dias, Lisboa, Círculo de Leitores, Temas e Debates Rapoport, Amos (1982), The Meaning of the built environment. A non verbal communication approach, Tucson, The university of Arizona Press Viegas, José Manuel e António Firmino da Costa (1998), Portugal, que Modernidade?, Oeiras, Celta
Bibliografia Opcional
Aboim, Sofia (2003), ?Evolução das Estruturas Domésticas?, Sociologia, Problemas e Práticas, 43, pp.13-30
Arias, Ernesto G. (1993), ?Introduction?, in Ernesto G. Arias (ed.), The meaning and the use of housing: International Perspectives, Approaches and Their Applications, Avebury, Aldershot, pp. 1-25
Bandeirinha, José António (2007), O Processo SAAL e a Arquitectura no 25 de Abril de 1974, Coimbra, Imprensa da Universidade
Baptista, Luís Vicente (1999), Cidade e Habitação Social. O Estado Novo e o Programa das Casas Económicas, Oeiras, Celta
Beck, Ulrich, Beck-Gernsheim, Elisabeth (2001, 2005), Individualization: Institutionalized Individualism and its Social and Political Consequences, London, Sage
Blackmar, Elizabeth (1989, 2007), ?The social meanings of housing? in Barbara Miller Lane (ed.) Housing and Dwelling. Perspectives on Modern Domestic Architecture, London and New York, Routledge, pp.108-112
Bourdieu, Pierre (2001), As Estruturas Sociais da Economia, Lisboa, Piaget Collignon, Beatrice e Jean-François Staszak (org.), Espaces domestiques. Construire, habiter, représenter, Espaces Domestiques, Paris, Bréal éditions Dovey, Kim (1999), Framing Places. Mediating Power in built form, London and New York, Routledge Eleb, Monique e Anne Debarre (1995), L?invention de l?habitation moderne Paris, 1880-1914, Paris, Hazam, Bruxelles, Archives d?Architecture Moderne
Elias, Norbert (1989), O Processo Civilizacional, Lisboa, D. Quixote, 1º Volume
Elias, Norbert (1990), O Processo Civilizacional, Lisboa, D. Quixote, 2º Volume Featherstone, Mike (1991, 2007), Consumer culture and postmodernism, London, Sage Fernandes, Francisco Barata (1999), Transformação e Permanência na Habitação Portuense. As formas da casa na forma da cidade, Porto, Faculdade de Arquitectura de Universidade do Porto
Forty, Adrian (2000), Words and Buildings - A Vocabulary of Modern Architecture, London, Thames & Hudson
Gaulis, Inès (2007), ?L?architecture et les sciences sociales?, Philippe Bonnin (org.), Architecture, espace pensé, espace vécu, Paris, Éditions Recherches, pp. 31-45
Giddens, Anthony (1992), As Consequências da Modernidade, Oeiras, Celta Guerra, Isabel (1998), ?Grupos Sociais, formas de habitat e estrutura dos modos de vida?, Sociedade e Território, 25/26, pp.118-128
Guerra, Isabel (2009), ?Families and Housing in Portugal?, in Catherine Bonvalet, Valérie Laflamme e Denise Arbonville (eds.), Family and Housing ? Recent Trends in France and Southern Europe, Oxford, The Bardwell Press, pp. 119-150
Gutman, Robert (ed.) (2009), People and Buildings, New Jersey, Transaction Publishers
Hanson, Julienne (1998), Decoding Homes and Houses, Cambridge, Cambridge University Press Hvattum, Mary and Christian Hermansen (2004), Tracing Modernity Manifestations of the Modern in architecture and the city, London, Routledge Kopp, Anatole (1990), Quando o Moderno não era um estilo e sim uma causa, São Paulo, Ed. Universidade de São Paulo
Lane, Barbara Miller (2007a), ?Introduction?, in Barbara Miller Lane (ed.) Housing and dwelling. Perspectives on Modern Domestic Architecture, London and New York, Routledge, pp. 1-15
Leal, João (2000), Etnografias portuguesas (1870-1970): cultura popular e identidade nacional, Lisboa, Dom Quixote
Léger, Jean-Michel (2002), ?Architectes et sociologies, des hommes de bonne volonté?, Communications, Maniéres d?Habiter, 73, pp. 125-148
Leite, Carolina (2007), ?Retour sur une expérience d?enseignement à la faculté d?architecture du Porto?, in Roselyne de Villanova (org.) Conjuguer la ville. Architecture. Anthropologie. Pédagogie., Paris, L?Harmattan, pp. 185-197
McNeill, Donald (2005), ?In search of the global Architect: the case of Norman Foster (and Partners)?, International Journal of Urban and Regional Research, 29(3), pp. 501-515
Mortada, Hisham (2003), Traditional Islamic Principles of Built Environment, London and New York, RoutledgeCurzon Pearson, Michael Parker e Colin Richards (1999), ?Ordering the world: perceptions of architecture, space and time?, in Michael Parker Pearson e Colin Richards (ed.) Architecture & Order. Approaches to Social Space, New York, Routledge, pp. 1-33
Pereira, Maria da Luz Valente e M. Amélia Corrêa Gago (1984), Inquérito à Habitação Urbana, Lisboa, Laboratório Nacional de Engenharia Civil Pereira, Nuno Teotónio e José Manuel Fernandes (1987), ?A Arquitectura do Estado Novo de 1926 a 1959?, in Actas do Colóquio Estado Novo. Das Origens ao fim da Autarcia 1926-1959, Vol. II, Lisboa, Fragmentos, pp.323-357
Pereira, Sandra Marques (2010), Casa e Mudança Social: uma leitura das transformações da sociedade a partir da casa, Tese de Doutoramento, Lisboa, ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa
Pinto, Teresa Costa (1998), ?Modelos de habitat, modos de habitar: o caso da construção clandestina do habitat?, Sociedade e Território, 25/26, pp.32-44
Portas, Nuno (1964, 2008b) Portas, A arquitectura para hoje seguido de Evolução da arquitectura moderna em Portugal, Lisboa, Livros Horizonte
Portas, Nuno (1965), ?As ciências humanas na renovação da formação do Arquitecto?, Análise Social, Vol. III(12), pp. 517-525
Raposo, Isabel (1998) ?Apropriação dos modelos urbanos pelos grupos sociais rurais: a transformação da habitação em Alte?, Sociedade e Território, 25, pp.64-79
Rodrigues, Paula (2005), Vidas na mina: memórias, percursos e identidades, Oeiras, Celta
Rodrigues, Walter (2010), Cidade em Transição: Nobilitação Urbana, Estilos de Vida e Reurbanização em Lisboa, Oeiras, Celta
Singly, François de (2001), Livres Juntos. O individualismo na vida comum, Lisboa, D. Quixote
Torres, Anália, Rita Mendes e Tiago Lapa (2007), ?Famílias na Europa?, in Jorge Vala e Anália Torres (org.), Contextos e Atitudes Sociais na Europa, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, pp. 97-144
Villanova, Roselyne, Carolina Leite e Isabel Raposo (1995), Casas de sonhos: emigrantes construtores no Norte de Portugal, Lisboa, Salamandra
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
2 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Stefano Loi
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta unidade curricular é dotar os estudantes de conhecimentos teóricos e práticos sobre a definição e acesso a fontes de informação e a documentação, nomeadamente a documentação de arquivo. A reflexão sobre o conceito de documento bem como os procedimentos a que deve ser submetida a informação e documentação utilizada na elaboração de estudos científicos são também aspectos contemplados.
Programa
CP1 - Teoria e história da informação e da documentação. O processo informativo-documental. A mensagem documental CP2- Conceito de documento CP3- Hermenêutica e crítica do documento e da informação CP4- Organização e representação da informação CP5- O arquivo e o documento de arquivo. Arquivos históricos; Arquivos intermédios; Arquivos correntes CP6- A pesquisa e o acesso à informação nos arquivos CP7 - Arquivos especiais: sonoros, fotográficos, cinema, digitais CP8- Outras fontes documentais: fontes orais, fontes literárias, imprensa cinema, memórias, objectos.
Processo de Avaliação
Preparação e participação nas aulas (10%).Elaboração de um trabalho individual e sintético, com apresentação oral na sala de aula (30%) e entrega do trabalho por escrito no final das aulas (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Chaumier, Jacques (1993), Les Techniques Documentaires, Paris, Puf. Coeuré, Sophie; Duclert, Vincent (2001), Les archives, Paris, La Découverte. Farge, Arlette (1989), Le gout de l?archive, Paris, Seuil. Le Goff, Jacques (1984), «Documento/Monumento», in: Enciclopédia Einaudi, vol. I, Lisboa, Imprensa Nacional, pp. 95-104 López Yepes, J. (1995), La documentación como disciplina. Teoria e historia, Pamplona, Eunsa, 1995 Pinto Molina, M. (1991), Análisis documental: fundamentos y procedimientos, Madrid, Eudema. Ribeiro, Fernanda (2003), O acesso à informação nos arquivos, 2 volumes, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian / Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Rousseau, Jean-Yves, et al. (1998), Os fundamentos da disciplina arquivística, Lisboa, Dom Quixote Silva, Armando Malheiro da (2006), A Informação. Da compreensão do fenómeno e construção do objecto científico, Porto, Ed. Afrontamento.
Bibliografia Opcional
AA.VV. (2004), Olhares cruzados entre arquivistas e historiadores, Lisboa, IAN/TT. AA.VV (1985),Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas - A Informação em Tempo de Mudança - Actas, 2 vols., Porto, BAD. Alves, Ivone, et al. (1993), Dicionário de terminologia arquivística, Lisboa, Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro. Barthes, Roland (2012), A Câmara Clara, Lisboa, Ed. 70 (reedição). Carrión Gúties, Manuel (2002), Manual de Bibliotecas, Madrid, Fundación Germán Sánchez Ruipérez. Eco, Umberto (2002), A Biblioteca, Lisboa, Difel (5.ª edição). Eco, Umberto (1980), Como se faz uma tese em ciências humanas, Lisboa, Presença. Guinchat, Claire e Menou, Michel (1985), Introduction générale aux sciences et techniques de l'information et de la documentation, Paris, Presses de l'UNESCO. Hildesheimer, Françoise (1984), Les archives? Pourquoi ? Comment ?, Paris Éditions de l´Érudit. Leal, Maria José da Silva e Pereira, Miriam Halpern, coord. (1988), Arquivo e Historiografia. Colóquio sobre as fontes da História Contemporânea portuguesa, Lisboa, INCM. Lodolini, E. (1986), Archivistica. Principi e problemi, Milão, Franco Angeli (3.ª ed). Mattoso, José (1988), A Escrita da História. Teoria e métodos, Lisboa, Editorial Estampa Mban, Albert (2007), Les problèmes des archives en Afrique : à quand la solution?, Paris,L'Harmattan. McGarry, Kelvin J. (1984), Da documentação à informação: um contexto em evolução, Lisboa, Ed.Presença Pavão, Luís (1997), Conservação de Colecções de Fotografia, Lisboa, Dinalivros. Poulain, Marine, dir. (1992), Les bibliothèques publiques en Europe, Paris, Edition du Cercle de la Librairie. Serrão, Joel, coord. (1984-1985), Roteiro de Fontes da História Portuguesa Contemporânea, 3 Volumes, Lisboa, Instituto Nacional de Investigação Científica. Silva, Armando Malheiro da; Ribeiro, Fernanda; Ramos, Júlio e Real, Manuel Luís, (1999), Arquivística. Teoria e prática de uma ciência da informação, Porto, Afrontamento. Sontag, Susan (1986), Ensaios sobre fotografia, Lisboa, D. Quixote. Traniello, Paolo (1997), La Biblioteca Pubblica. Storia di un istituto nell?Europa contemporanea, Bolonha, il Mulino.
|
|
|
|
|
Docentes
Nuno de Almeida Alves
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade visa fornecer aos alunos(as) competências práticas de aplicação da análise de conteúdo recorrendo a um programa informático especializado: MAXQDA.
Programa
1.A análise de conteúdo 1.1 Introdução. Estratégias de análise de conteúdo. Comparação da análise de conteúdo clássica com a grounded theory. 1.2 A questão da amostragem na seleção dos documentos a tratar. As etapas na realização da análise de conteúdo. As vantagens e desvantagens da análise de conteúdo. Aplicações da análise de conteúdo. Fiabilidade e validade na análise de conteúdo. 2. A utilização do software MAXQDA na análise de diversos tipos de dados qualitativos. 2.1 Etapas, processos e tarefas na utilização do MAXQDA: estrutura de codificação; labels; contagens; 3. Apresentação de resultados e publicação de estudos com análise de conteúdo 3.1 Produção de um codebook de apresentação dos resultados: excertos, contagens, proporções, nuvens de palavras, 3.2 Publicação dos resultados em diferentes tipos de publicações
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de ficha de leitura (30%); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. (2012). Social Research Methods. Oxford: Oxford University Press
Denzin, N.K., & Lincoln, Y.S. (2000). Handbook of Qualitative Research. London: Sage.
MAXQDA 12 Reference Manual, Verbi Software, Berlin
Bibliografia Opcional
Duarte, Vera (2015), "Delinquência Juvenil feminina a várias vozes. Contributos para a contrução de uma tipologia de percursos transgressivos", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 49-66.
Gomes, Rui Telmo (2014), "O pessoal está interessado numa tour". Ritos de procrastinação das cenas musicais underground", Sociologia, Problemas e Práticas 76, pp.51-68.
Lemos, Valter e Anabela Serrão (2015), "O impacto político do PISA em Portugal através dos media", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 87-104.
Nunes, Ana Rita e Sara Falcão Casaca (2015), "As mulheres perante o desafio de uma carreira internacional", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 77-94.
Silveira, Liane (2015), "Eu sou os olhos dela. As babás nas imagens, na praça ou na etnografia do olhar", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 95-111.
|
|
|
|
|
Docentes
Nuno de Almeida Alves
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
A UC de Análise de Indicadores Estatísticos tem como objetivos proporcionar aos estudantes, através da realização de atividades práticas, o desenvolvimento de competências de avaliação e utilização de fontes estatísticas, tomando como referência o trabalho de investigação científica e de redação dos respetivos produtos. Pretende-se dotar os alunos das competências que lhes permitam ler, interpretar e usar de forma informada as estatísticas disponíveis em diversas das suas áreas fundamentais.
Programa
CP1. O sistema estatístico nacional e internacional (Instituto Nacional de Estatística e órgãos de competências delegadas; Organismos das Nações Unidas, Eurostat, OCDE); Métodos e amplitude da recolha de informação. CP2. Recenseamento da população e estatísticas demográficas; CP3. Educação: Sistema de ensino, recenseamentos escolares e qualificações da população; CP4. PIB, rendimentos, proteção social e desigualdades sociais; CP5. Trabalho, emprego e grupos profissionais; CP5. Ciência, tecnologia e sociedade do conhecimento; CP6. Indicadores compósitos: índice de desenvolvimento humano; CP7. Dos indicadores estatísticos à investigação sociológica. Articulação das estatísticas oficiais com a utilização de bases de dados internacionais Eurobarometer, EVS, IPPS, ESS.
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de apresentação oral individual em sala de aula (30%) (caso a turma seja grande será proposta uma alternativa); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bacelar, Sérgio, Para uma Sociologia da Produção Estatística: virtualidades duma leitura sintomática da informação estatística, Lisboa, INE. Carrilho, Maria José, População Activa: conceito e extensão através dos censos, Lisboa, INE. Ferreira, Maria João e Isabel Tavares, Notas sobre a História da Estatística, Dossiers Didácticos, VI, Lisboa, INE. Freire, João (1999), Problemas técnico-metodológicos em inquéritos sociológicos: a propósito de questões de valores e orientações dos sujeitos em matéria sócio-económica, Revista Crítica de Ciências Sociais, 55, pp. 37-51. Ramos, Pedro M.G. N. (2013), Torturem os Números que Eles Confessam, Coimbra: Almedina. Silva, Ana Alexandrino (2006), Gráficos e Mapas - representação de informação estatística, Lisboa, Lidel. Sousa, Fernando (1995), História da Estatística em Portugal, Lisboa, INE.
Bibliografia Opcional
Páginas Web e bases de dados
Bases de Dados de Informação Estatística: http://www.ine.pt http://www.oecd.org http://epp.eurostat.ec.europa.eu/portal/page/portal/eurostat/home/ http://www.unesco.org http://www.ilo.org http://www.eurofound.europa.eu/ http://www.apis.ics.ul.pt/ http://zacat.gesis.org/webview/
|
|
|
|
|
Docentes
Inês Pereira
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
A presente disciplina visa discutir e potenciar a utilização sociológica do conceito de rede, visto como uma poderosa ferramenta teórica e metodológica. Neste sentido, combina uma reflexão teórico-analítica sobre o conceito de rede com a apresentação de estratégicas metodológicas de análise de redes sociais. Serão apresentados algumas aplicações informáticas específicas para a análise de redes, bem como algumas medidas estatísticas de análise de redes sociais, algo que será complementado com indicações bibliográficas e referências a pesquisas realizadas neste âmbito.
Programa
1. Rede Social: conceito e noções básicas 2. Aproximações teóricas com recurso à metáfora da rede - um guia 3. Apropriações metodológicas da análise de redes 4. Análise estatística de redes sociais? uma introdução 5. Representações gráficas: grafos e matrizes 6. Medidas analíticas básicas: coesão, envolvimento e subgrupos
Processo de Avaliação
Um trabalho individual que utilize teórica e metodologicamente o conceito de rede. O trabalho deve ter uma componente empírica, e nas aulas haverá oportunidade para desenvolver algumas das tarefas requeridas. Haverá também uma sessão individual com a docente de preparação do trabalho. O trabalho, na sua versão escrita, deve ter 10 a 20 páginas, excluindo anexos.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Wellman, Barry (1998), ?From Little Boxes to Loosely-Bounded Networks: The Privatization and Domestication of Community?, (Abril 2001)
Hanneman, Robert (2001), Introduction to social network methods, dept. of Sociology, University of California, Riverside (online guide)
Granovetter, Mark (1973) ? The strength of weak ties?, American Journal of Sociology, 78 (6)
Castells, Manuel (2000), The Information Age: Economy, Society and Culture, Volume I - The Rise of the Network Society, Oxford, Blackwell (2nd edition - 1997)1)
Bibliografia Opcional
Agier, Michel (1999), ?Réseaux et engagements: les uns avec les autres?, L?invention de la ville, Banlieus, townships, invasions, et favelas, Éditions des archives contemporaines, Paris (pp. 101-130) Fisher, Claude (1982), To Dwell Among Friends: Personal Networks in Town and City, Chicago e Londres, The University of Chicago Press. Hannerz, Ulf, (1980) Exploring the city, inquiries toward and urban anthropology, New York : Columbia University Press
Miranda, David, (2003) ?Em rede?: Algumas questões epistemológicas, em José Rebelo (coord.) Novas Formas de mobilização popular, Porto, Campo das Letras
Pereira, Inês, ?Movimentos em rede, Uma história do Software Livre?, em Cardoso, Gustavo, Rita Espanha (orgs.) (2006), Comunicação e Jornalismo na Era da Informação, Campo dos Media.
Santos, Felix Requena, (1989) ?Los lazos sociales? in Amigos y redes sociales, elementos para una sociologia de la amistad, CIS, Madrid Simmel, Georg (1955) ?The Web of Group Affiliation?, em The Conflict- The Web of Group Affiliation, New York, The Free press Ugarte, David, (2004) 11 M, Redes para ganar una guerra, Icaria, Barcelona Wasserman, Stanley e Katherine Faust, ?Affiliations and Overlapping Subgroups?, in Wasserman, Stanley e Katherine Faust (1994) Social network analysis, methods and applications, Cambridge, University Press Wittek, Rafael, (2003) ?Social capital in organizations, Forms, sources and effects?, summer course: Introduction to Social Network Analysis for Organisation StudiEs?, ISEG
|
|
|
|
|
Docentes
Isabel Oliveira
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Compreender as dinâmicas demográficas que afetam o volume e estrutura da população e as tendências atuais dos fenómenos demográficos. Saber calcular e interpretar os principais indicadores demográficos e projetar a evolução da população em função de cenários prospectivos.
Programa
1. População: volume, estrutura e movimento (natural e migratório). 2. Análise dos fenómenos demográficos: o diagrama de Lexis. 3. Análise da mortalidade: taxas específicas e esperança de vida. 4. Análise da fecundidade: taxas específicas e índice sintético de fecundidade. 5. Análise das migrações: taxas e métodos indiretos. 6. Trajetórias demográficas recentes: hipóteses de evolução da componente natural e migratória. 7. Projeções demográficas: o método das componentes por coortes. 8. Projeção da população sem migrações 9. Projeção da população com migrações.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: teste (60%) e trabalho (40%) Avaliação Final: teste (60%) e trabalho (40%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Preston, S., Patrick H. e M. Guillot, 2001 - Demography: Measuring and Modeling Population Processes, Blackwell, Oxford.
Bibliografia Opcional
Avdeev, A. et al, 2011, "Populations and Demographic Trends of European Countries, 1980-2010", Population 66-1, p9-129.
Bandeira, M.L., 2004 - Demografia. Objecto Teoria e Métodos, Escolar Ed., Lisboa.
INE, 2017 - Projeções de população residente 2015-2018
Lanzieri, J.P., 2011 - Fewer, older and multicultural? Projections of the EU populations by foreign/national background
Nazareth, J.M., 2004 - Demografia. A Ciência da População, Ed. Presença, Lisboa.
Pintassilgo, S.C. e M.B. Bandeira, 2018 - Introdução à Demografia. Trabalhos Práticos, Escolar Ed., Lisboa.
Siegel, J.S. e D.A. Swanson, 2004 - The Methods and Materials of Demography, Elsevier, San Diego.
United Nations, 2017 - World Population Prospects
|
|
|
|
|
Docentes
Maria Luísa Tiago de Oliveira
Departamento de História
Objectivos
A UC visa apresentar os fundamentos básicos (teóricos e práticos) da História Oral e conseguir que os alunos aprendam a fazê-la.
Programa
1. A História Oral como saber reconhecido: 1.1. A emergência e a afirmação da História Oral. 1.2. Tradições orais. 1.3. Tipologias e problemáticas da memória colectiva. 1.4. História Oral e fontes orais em arquivos e museus. 1.5. A situação da História Oral em Portugal. 2. A prática da História Oral: 2.1. Especificidades das fontes orais. 2.2. A inter-relação entre o entrevistador e o entrevistado. 2.3. Técnicas de entrevista. 2.4. Tipos de entrevistas. 2.5. A construção de perguntas. 2.6. Perfis de entrevistados. 2.7. Tipos de transcrição ou fichagem. 2.8. Utilização e crítica das fontes orais. 2.9. Problemas de confidencialidade: direito à informação ou direito à privacidade?
Processo de Avaliação
A avaliação periódica consite num dossier sobre um tema com: problemática; grelha de entrevista; 3 perfis; transcrição/fichagem de 5 mn de uma entrevista; comentário dessa entrevista; reflexão final com análise da contribuição da história oral para o estudo do problema.
Em alternativa, haverá exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BURGUESS, Robert G. (1997) A pesquisa de terreno. Uma introdução, Oeiras, Celta Editora DESCAMPS, Florence (2001) L'historien, l'archiviste et le magnétophone. De la constitution de la source orale à son exploitation, Paris, Ministère de l'Économie, des Finances et de l'Industrie. GHIGLIONE, Rodolphe e MATALON, Benjamin (1992) O inquérito. Teoria e prática, Lisboa, Celta Editora OLIVEIRA, Luísa Tiago de (2010) "A História Oral em Portugal", Sociologia. Problemas e Práticas, 63, pp. 139-56. Acessível em http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/spp/n63/n63a08.pdf POIRIER, Jean, CLAPIER-VALLADON, Simone e RAYBAUT, Paul (1995) Histórias de vida. Teoria e prática, Oeiras, Celta Editora RITCHIE, Donald A. (2011) The Oxford Handbook of Oral History. Oxford University Press TRAVERSO, Enzo (2012) O Passado, modos de usar. História, Memória e Política, Lisboa, Edições Unipop
Bibliografia Opcional
AROSTEGUI, Julio (2004) La historia vivida. Sobre la Historia del Presente, Madrid, Alianza Editorial, 1ª parte BAWM, Willa K. (1991) Transcribing and editing Oral History, Walnut Creek, Altamira Press BEBIANO, Rui (2003) "Temas e problemas da história do presente", in A História Tal Qual se Faz, org. de José d' Encarnação, Lisboa, Edições Colibri / Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, pp. 225-236 BERTAUX, Daniel (1997) Les récits de vie: perspective ethnosociologique, Paris, Nathan BERTAUX, Daniel (org.) (1981) Biography and society. The Life History approach in the Social Science, London, Sage BOURDIEU, Pierre (1994) "A ilusão biográfica" in Razões práticas: sobre a teoria da acção, Oeiras, Celta Editora, pp 53-59 CATROGA, Fernando (2001) História, memoria e historiografia, Coimbra, Quarteto CHAVEAU, Agnés e Philippe Tétard, orgs., (1992) Questions à l?histoire des temps présents, Bruxelles, Éditions Complexe COIMBRA, Maria Natércia (1993) "O arquivo de história oral no Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra. Entrevistas: conceito, natureza e direitos de uso e divulgação envolvidos" Cadernos BAD (1), pp. 21-30 CONNERTON, Paul (1993) Como as sociedades recordam, Oeiras, Celta Editora DEXTER, Lewis Anthony (2006) Elite and specialized interviewing, University of Essex (Colchester) - ECPR Press. FENTRESS, James e WICKAM, Chris (1994) Memória social. Novas perspectivas sobre o passado, Lisboa, Teorema FERRAROTTI, Franco (1981) Storia e storia di vita, Roma, Laterza FODDY, William (1996) Como perguntar. Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários, Oeiras, Celta Editora HALBWACHS, Maurice (1968) La mémoire collective, Paris, Presses Universitaires de France (edição original - 1950) HALBWACHS, Maurice (1994) Les cadres sociaux de la mémoire, Paris, Albin Michel (edição original - 1925) HOBSBAWM, Eric e RANGER, Terence (organizadores) (1983) The invention of tradition, Cambridge, Cambridge University Press JENIN, E. (2002) Los trabajos de la memoria, Madrid, Siglo XX JOUTARD, Philippe (1983) Ces voix qui nous viennent du passé, Paris, Hachette LOWENTHAL, David (1985) The past is a foreign country, Cambridge, Cambridge University Press MACKAY, Nancy (2007) Curating Oral Histories. From Interview to Archive, California, Left Coast Press, Inc NAMER, Gerald (1987) Memoire et societé, Paris, Méridiens Klincksiech NORA, Pierre, org., (1986-1992) Les lieux de mémoire, 7 vol, Paris, Gallimard PASSERINI, Luisa (1988) Storia e soggettività. Le fonti orali e la memoria, Florença, La nuova Italia PENEFF, Jean (1990) La méthode biographique: de l´École de Chicago à l'histoire orale, Paris, Armand Collin PORTELLi, Alessando (2013) A morte de Luigi Trastulli e outros ensaios, Lisboa, Edições Unipop REVEL, Jacques (1996) Jeux d'échelles. La micro-analyse à l'expérience, Paris, Gallimard / Le Seuil RICOEUR, Paul (2000) Mémoire, l'histoire, l'oubli, Paris, Seuil RITCHIE, Donald A. (2003) Doing Oral History. A Pratical Guide, 2º edição, Oxford University Press SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1990) The myths we live by, London / New York, Rowtledge SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1994) Theatres of memory, London, Verso THOMPSON, Paul (1978) The voice of the past. Oral History, Oxford / London / New York, Oxford University Press VALCUENDE DEL RIO, José María e Susana Narotsky Molledo (orgs.) (2005) Las políticas de la memoria en los sistemas democráticos: poder, cultura y mercado, Sevilha, Federación de Asociaciones de Antropología del Estado Español / Fundación El Monte / Asociación Andaluza de Antropología VANSINA, Ian (1965) Oral tradition as History, Madison / Wisconsin, University of Wisconsin Press VIDIGAL, Luís (1996) Os testemunhos orais na escola: história oral e projectos pedagógicos, Porto, Asa. YOW, Valerie Raleigh (1994) Recording Oral History. A Pratical Guide for Social Scientists, London, Sage Publications
|
|
|
|
|
Docentes
Paulo Miguel Martins
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta disciplina é perspectivar a importância da utilização de imagens como fonte histórica e criar os instrumentos para o seu uso.O Contacto crítico com bibliografia é também relevante. Ao mesmo tempo que se elencam os temas e fontes passíveis de estudo, ou já estudados por diversos historiadores, também se abrem portas para uma aprendizagem concreta do seu uso.Os Sistemas de representação e de presentação, o enquadramento e análise crítica do documento, a constituição de corpus documentais visam uma apropriação dos saberes que começa na tomada de consciência das dificuldades do uso da fonte visual. O objectivo é capacitar o estudante a ter uma autonomia na escolha dos problemas, das fontes e dos média que estudará.
Programa
1. História da relação entre história e imagem. 2. Ver: Materialidade, imaterialidade da imagem Módulo. 3. O problema da representação. 3.1. Linguagens, contextos. 3.2. Símbolos, Mitologias. 4. A imagem como fonte. 4.1. O comentário do Documento iconográfico. 4.2. Difusão da imagem e sua Importância como fonte histórica. 4.3. A constituição de Corpus. 5. Estudos de caso 5.1. A Iconografia do Poder. 5.2. Simbólica da Nação. 5.3. Denegrir e Marginalizar. 5.4. Imagem: encontros e desencontros culturais. 5.5. Simbólica do Movimento Operário. 5.6. Representações do Espaço habitado ou explorado.(Paisagens, vistas, perspectivas, planos e mapas. 5.7. Propaganda e publicidade. 5.8. Imagem e identidade. 6. A imagem de conteúdo Histórico. 6.1. Cinema Histórico. 6.2. Banda Desenhada e História. 7. Balanço da Aprendizagem.
Processo de Avaliação
Avaliação correspondendo aos principais objectivos do curso.1 centrada na capacidade de compreensão e crítica da historiografia existente.2 momento duas fases. Escolha de tema e apresentação na aula. Realização do trabalho escolhido escrito. O objectivo é obter a autonomia da organização do trabalho, a comunicação oral e escrita dos resultados e a sua discussão com o professor e o grupo. A integração dos resultados da discussão. A escolha é feita com o professor em entrevista no gabinete.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. França, José Augusto, "História e Imagem", comunicação feita em Assembleia Geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Annais da Academia Portuguesa de História. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. Guigueno, Vincent, Delage, Christian, L'ouvrage, l'historien et le film, Gallimard, Paris, 2004 Duprat, Annie, Images et histoire: outils et méthods des Documents iconographiques,Paris, 2006. Barros, José d'Assunção," Cinema e história- as funções do cinema como agente, fonte e representação da História" em Ler História nº 52, 2007.
Bibliografia Opcional
AA.VV. Image et Histoire, Actas do colóquio de Paris/Censier, Publications de la Sorbonne, 1987. Agulhon Maurice, « Les Symboles figurés dans la propagande du mouvement ouvrier français de 1880 à 1914 », em La cultura operaria nella società industrializzata », Mezzosecolo, n.º 5, 1985. Agulhon, Maurice, La Marianne au Combat, l?imagerie et la Symbolique Républicaine , Flamarion , Paris 1979. Barthes, Roland, A Câmara clara, ed. 70 Barthes, Roland, L?Empire des Signes, Skira- Les Sentiers de La Création, Flammarion, Paris, 1980. Berger, John, Modos de ver, Arte e Comunicação, ed. 70, Lisboa, 1980. Bianco, Bela Feldman,Leite L. Miriam,(org.) Desafios da Imagem, São Paulo, 1998/2005. Bonnell, Victoria, Iconography of Power: Soviet Political Poster under Lenin and Stalin, Califórnia UP, 1997. Caetano, Carlos, A Ribeira de Lisboa Na Época da Expansão Portuguesa (Séculos XV a XVIII). Pandora, Lisboa, 2004. Campbell, Hughs, ? Photographing Urban America 1969-1979: From Garry Winogrand?s Glance to Stephen Shore?s Gaze. Sessão 38 , Visionary Urbanism: Photographic, Filmic and Digital Representation, Congresso de Associação Europeia de História Urbana, Estocolmo , 2006. http://www.historia.su.urbanhistory/eauh/specialistabstract2.htm Carvalho, José Murilho, A Formação das Almas, 1990. Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, Turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. Clark, Keneth, Hall?s Dictionary of subjects & Symboles in Art, 1974. Cloqué, Louis, traité de Perspective pittoresque, avant 1930. Dias, Helena, Alegria, Maria Fernanda, ?Lisboa na Produção Cartográfica Portuguesa e Holandesa dos séculos XVI e XVII?, Revista Penélope, n.º 13, 1994. pp. 55/69. França, José Augusto, ? História e Imagem?, comunicação feita em Assembleia-geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Anais da Academia Portuguesa de História. Freund, Gisèle, Photographie et Société, Paris, 1974.Edição espanhola, La Fotografia como documento social, Gil y Gil Madrid 1976. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. George Duby et Jacques Le Goff, « Document Artistique e Histoire » Table Ronde em Francastel et Après Giesey-, Ralph, « Modèles de Pouvoir dans les Rites Royaux en France », em Annales, Economie, Société et Culture ,n.º 3, pp. 579-599. Guillerme, J. L?atelier du temps, Essay sur l?alteration des peintures, Humaine, Paris, 1954 Guinzburg, Carlo, Mitos, Emblemas, Sinais, Morfologia e Históra, Companhia das letras, São Paulo, 1990. Isaacs, Anne Catherine, Histoire, Images, Imaginaire, Clio´s workshops. Pisa, 2002. Lynch, Kevin, A imagem da Cidade, Lisboa, Ed. 70, 1976. Panovsky, Dora and Erwin, Pandora?s Box, The Changing Aspects of a Mythical Symbol, Princeton UP, 1978. Panovsky, Erwin, ? Contribution au problème de la description des oeuvres appartenant aux Arts plastiques et à celui de l'interprétation de leur contenu » em La perspective comme forme Symbolique, Paris, Editions Minuit, 1975. Panovsky, Erwin, Estudos de Iconologia : Temas Humanísticos na Arte do Renascimento, Lisboa, Estampa, 1982. Philibert Myriam, Dictionnaire illustré des Mythologies, ed. Lodi, Paris,2001. Pinheiro, Magda, O Liberalismo nos espaços Públicos, A memória das Revoluções Liberais através dos Monumentos que a Celébram, Celta, Oeiras, 2000. Pinheiro, Nuno, Classes populares e Fotografia, tese de Mestrado, ISCTE. Pinheiro, Nuno, em Eunice Relvas, Maria João Vaz e Nuno Pinheiro, org. Exclusão na História, Oeiras, 2001. Pinheiro, Nuno, O Teatro da Sociedade, Tese de Doutoramento, cehcp, 2006 Schwarcz, Lilia Moritz, As Barbas do Imperador, São Paulo, 1999. Reynero, Carlos, La escultura Comemorativa en Espanha, La Edad de oro del Monumento Público, 1820-1914, Madrid, 1999. Senos, Nuno, O Paço da Ribeira, 1501-1581, ed. Notícias, Lisboa , 2002
|
|
|
|
|
Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo desenvolver métodos de dependência contemplando duas situações de investigação de grande aplicação na área das Ciências Sociais e Humanas. São analisados designs complexos nos quais são testados modelos com efeitos de moderação e efeitos de mediação. São realizadas aplicações através de Regressão Linear Múltipla e Regressão Logística. A apresentação dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo situações de análise com apoio de um software de Estatística (SPSS) e da macro PROCESS (Hayes, 2018).
Programa
1. Modelação: moderação e mediação 1.1 Moderação: efeito de interação 1.2 Mediação: cadeia de efeitos 1.3 Análise de artigos com moderação e mediação 2. Modelação de moderação via Regressão Linear (OLS) 2.1 OLS com efeitos principais e efeitos de interação 2.2 Moderadora quantitativa 2.3 Moderadora categorizada 2.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 2.5 Reportar resultados em tese/artigo 3. Modelação de mediação via OLS 3.1 Mediadora quantitativa 3.2 Estimar e testar efeito indireto via bootstrapping 3.3 Mediação parcial e total 3.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 3.5 Reportar resultados em tese/artigo 4. Modelação via Regressão Logística 4.1 Apresentação do modelo 4.2 Condições de aplicabilidade 4.3 Parâmetros do modelo 4.4 Aplicação com software 4.5 Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: 1. Exercício individual (65%) 2. Trabalho de grupo (35%).
Condições: 1. Nota mínima no exercício individual: 8,0 valores 2. Nota mínima no trabalho: 10 valores
A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação eriódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baron, R e Kenny D. (1986). The Moderator-Mediator Variable Distinction in Social Psychological research: Conceptual, Strategic and Statistical Considerations, Journal of Personality and Social Psychology, 51, 1173-1182. Frazier, P. A., Tix, A. P. e Barron, K. E. (2004). Testing moderator and mediator effects in counselling psychology research. Journal of Counselling Psychology, 51(1), 115-134. Hayes, A. F. (2012). PROCESS: a versatile computational tool for observed variable mediation, moderation, and conditional process modeling. MacKinnon, D. P., Fairchild, A. J. e Fritz, M. S. (2007). Mediation analysis. Annual Review of Psychology, 58, 593-614. Maroco, J. (2010). Análise Estatística com o PASW Statistics (ex-SPSS), Pero Pinheiro. Pampel, F. (2000). Logistic Regression, Sage Publications. Passos, A. e Caetano, A. (2005). Exploring the effects of intragroup conflict and past performance feedback on team effectiveness, Journal of Managerial Psychology 20, 3/4, 231-244.
Bibliografia Opcional
Aiken, L., Stephen G. (1991). Multiple Regression: Testing and interpreting interactions, Newbury Park, Sage publications.
Calheiros, M. M. (2006). A construção social do mau trato e negligência: do senso-comum ao conhecimento científico. ed. 1, ISBN: ISBN 972-31-1132, Coimbra: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e Tecnologia. Imprensa de Coimbra Lda.
Cohen, J., Cohen P., West S. e Aiken L. (2003). Applied Multiple Regression/Correlation. Analysis for the Behavioral Sciences, Mahawh: Laurence Erlbaum, 3ª ed.
Hair, J., Black, W. Babin, B. e Anderson, R. (2009). Multivariate Data Analysis, 7ª ed., Prentice-Hall International, Inc.
Preacher, K. J. e Hayes, A. F (2008). Asymptotic and resampling strategies for assessing and comparing indirect effects in multiple mediator models, Behavior Research Methods, 40 (3), 879-891, http://quantpsy.org/pubs/preacher_hayes_2008b.pdf.
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª.
Important links:
Kenny, D. A. (2011). Moderation http://davidakenny.net/cm/moderation.htm Kenny, D. A. (2012). Mediation, http://davidakenny.net/cm/mediate.htm
Jose, P.E. (2013). ModGraph-I: A programme to compute cell means for the graphical display of moderational analyses: The internet version, Version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/modgraph/
Jose, P. E. (2013) MedGraph-I: A programme to graphically depict mediation among three variables: The internet version, version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/medgraph/
On-line data bases:
The European Social Survey (ESS): http://www.europeansocialsurvey.org/.
|
|
|
|
|
Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo apresentar métodos de análise de dados que permitam descrever e testar relações entre duas ou mais variáveis, privilegiadamente relações de dependência. Dada a inserção da UC em cursos de mestrado pretende-se assim desenvolver conhecimentos e competências nos alunos com vista à operacionalização de modelos de análise similares aos que podem ter de trabalhar, designadamente, na sua dissertação de mestrado. O desenvolvimento dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo-se, para o efeito, exemplos de pesquisa com apoio de um software de estatística (SPSS).
Programa
1.Sistematização de um glossário de estatística 2.Modelação para comparação de grupos 2.1.Comparação entre dois grupos 2.2.Comparação entre k grupos 2.3.Operacionalização com software de estatística 2.4.Apresentação de resultados em tese/artigo 3.Validação da relação entre pares de variáveis 3.1.Variáveis categorizadas 3.2.Variáveis ordinais e quantitativas 3.3.Variáveis quantitativas 3.4.Operacionalização com software de estatística 3.5.Apresentação de resultados em tese/artigo 4.Modelação de relações de tipo linear 4.1.Modelo de regressão linear simples 4.2.Modelo de regressão linear múltipla 4.3.Operacionalização com software de estatística 4.4.Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
A avaliação periódica inclui: 1. Exercício individual - 65% 2. Trabalho de grupo(com utilização do software de estatística)- 35%;
Com: - Nota mínima no exercício: 8,0 valores - Nota mínima no trabalho de grupo: 10,0 valores A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. e Cramer, D. (2003), Análise de dados em Ciências Sociais, Introdução às Técnicas Utilizando o SPSS para Windows, Oeiras, Celta Editora, 3ª ed. Maroco, J. (2014). Análise Estatística com o SPSS Statistics, Pero Pinheiro, ReportNumber., 6ed. Maroco, J. e Bispo, R. (2003). Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores.
Bibliografia Opcional
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª ed.
|
|
|
|
|
Docentes
Pedro Pereira Neto
Departamento de Sociologia
Objectivos
Problematizar a panóplia de oferta de métodos, indicando as suas respectivas vantagens e desvantagens, forças e fraquezas, profundidades e propósitos.
Programa
1 A análise de conteúdo aplicada aos media na sociedade em rede: contexto, desafios, problemas e soluções 2 Limitações da dicotomia análise quantitativa/qualitativa: holismo e contextualização 3 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de imprensa 4 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de rádio 5 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de televisão 6 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de fotografia 7 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de cinema 8 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de som 9 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de media nativos digitais 10 Seminário de apresentação/discussão do trabalho desenvolvido pelos alunos
Processo de Avaliação
Um trabalho final, entregue no fim do semestre, de uma das seguintes modalidades: a) ensaio ou trabalho de aprofundamento temático; b) projecto de pesquisa/análise, ou de estudo de caso.
A nota final terá como base o seguinte cálculo: a) trabalho individual: 80% b) participação em aula: 20%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Berger, A. (2010), Media and Communication Research Methods: an Introduction to Qualitative and Quantitative Approaches, Sage. Deacon, D., Pickering, M., Golding, P., Murdock, G. (2007), Researching Communications: A Practical Guide to Methods in Media and Cultural Analysis, Bloomsbury Publishing. Hansen, A., Cottle, S., Negrine, R., Newboldm, C. (1998), Mass Communication Research Methods, MacMillan. Lorio, S. (2003), Qualitative Research into Journalism: Taking it to the Streets, Lawrence Erlbaum Associates Inc. Lombard, M., Synder-Duch, J., Bracken, C. C. (2003), “Content analysis in mass communication: assessment and reporting of intercoder reliability”, Human Communication Research, 29, 469-472. O'Sullivan, T., Dutton, B., Rayner, P. (1994), Studying the media : an introduction, Edward Arnold. Riffe, D., Lacy, S., Fico, F. (1998), Analysing media messages: Using quantitative content analysis in research, Erlbaum. Selby, K., Cowdery, R. (1995), How to study television, Macmillan.
Bibliografia Opcional
Belo, A., Cardoso, G., Silveira, J. (2011), Telejornais no Início do Século XXI, Colibri. Berger, A. (1991), Media research techniques, Sage. Brandão, N. (2005), Prime Time, Casa das Letras. Brandão, N. (2010), As notícias nos Telejornais, Guerra & Paz. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), As noticias da RTP1, SIC, TVI e o on-line,OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr6.pdf. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), Ficção, Notícias e Entretenimento: As idades da TV em Portugal, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr4.pdf. Cardoso, G., Gomes. M., Neto, P., Santos, S., Calado, V., Amaral, S. (2006), O Jornalismo hoje: uma análise de 14 redacções de TV, Rádio e Jornais, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=29&fileName=rr1.pdf. Cheta, R., Aboim, S., Cardoso,. G., Espanha, R. (2007), Era uma vez...fábulas, romances, quotidianos: Imagens da vida privada nas telenovelas portuguesas, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr_12.pdf. Cordeiro, P. (2010), A rádio e as indústrias culturais: estratégias de programação na transição para o digital, Livros Horizonte.
|
|
|
|
|
Docentes
Tiago Lapa
Departamento de Sociologia
Objectivos
O objetivo da Unidade Curricular é dotar os discentes de competências que permitam o uso reflexivo de diferentes estratégias metodológicas na pesquisa online e as suas potencialidades e limitações. A UC debruça-se sobre os debates atuais em torno da inquirição online e as várias ferramentas disponíveis, desde o acesso a dados estatísticos, ao desenho da pesquisa online, às técnicas etnográficas ou à construção e aplicação de um inquérito online. As questões éticas são um outro tópico relevante.
Programa
Temas abordados: CP1. Abordagem multi-disciplinar à pesquisa social online. Formas de conhecimento e a pesquisa na Web. CP2. O desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais. CP3. Nova realidade, novos métodos? Novas metodologias e técnicas com recurso às TIC. CP4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede. CP5. Articulação dos métodos de investigação online com outros recursos: Estatísticas e Bases de Dados CP6. Análise quantitativa online: possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados. Introdução às ferramentas de análise de dados. CP7. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?. CP8. Utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização de dados secundários recolhidos online. As redes globais de investigação. CP9. Análise de redes, Webmetrics e a geografia da Internet. CP10. Princípios éticos na pesquisa online.
Processo de Avaliação
1) Realização das leituras seleccionadas para cada aula; 2) Realização de dois trabalhos: - um individual baseado na leitura de artigo - um trabalho de grupo ou individual de perfil mais aprofundado numa das seguintes modalidades: a) Ensaio; b) Trabalho de aprofundamento temático; c) Projecto de pesquisa; d) Análise de documento, caso, situação ou problema; A nota final terá como base o seguinte cálculo: Trabalho Individual: 45% Trabalho de Grupo: 45% Participação: 10%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Almeida, João Ferreira de, Pinto, José Madureira (1982), A investigação nas ciências sociais, Lisboa, Presença Baym, N. K. (2005). Introduction: Internet research as it isn?t, is, could be, and should be. The Information Society, 21, 229-239. Cardoso, Gustavo (1998) Para uma Sociologia do Ciberespaço: comunidades virtuais em português, Oeiras, Celta Editora. Cardoso, Gustavo, Cheong, Angus, Cole, Jeffrey (eds.) (2009), World Wide Internet: Changing Societies, Economies and Cultures. University of Macau Press, SAR Macau. Disponível Online: http://www.lini-research.org/np4/?newsId=11&fileName=WWI_WIPBook.pdf Ghiglione, Rodolphe, e Benjamin Matalon (1992), O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora Johns., M. D., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.) (2003), Online social research. New York: Peter Lang. Markham, A. N. e N. K. Baym (Eds.) (2009), Internet inquiry: Conversations about method. Thousand Oaks, CA: Sage.
Bibliografia Opcional
1. Formas de conhecimento em Ciências Sociais e a pesquisa nas redes e na Internet.
Almeida, João Ferreira de (2007), Velhos e Novos Aspectos da Epistemologia Das Ciências Sociais, Sociologia, Problemas e Práticas, nº 55, pp.11-24
Black, T. R. (1993). Evaluating social science research: an introduction. London, Sage.
Dretske, Fred. Knowledge and the Flow of Information. Cambridge: MIT Press, 1981.
Hine, C. (2006). Virtual methods: Issues in social research on the Internet. Oxford: Berg.
Moses, Jonathan e Knutsen, T. (2007), Ways of Knowing: Competing Methodologies in Social and Political Research, Palgrave Macmillan
2. Desenvolvimento das questões de pesquisa sobre a relação entre a Internet e a Sociedade. Formulação e avaliação crítica dos desafios do desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais.
Jones, S. (1999). Doing Internet research: Critical issues and methods for examining the Net. Thousand Oaks, CA, Sage.
Miller, D. e Neil J. Salkind (2002) Handbook of Research Design and Social Measurement, Sage
Ragin, C. C. (1994). Constructing social research : the unity and diversity of method. Thousand Oaks, Calif. ; London, Pine Forge Press.
3. Nova realidade, novos métodos?
Hesse-Biber, S. N. & P. Leavy (Orgs.) (2008), Handbook of emergent methods, Nova Iorque: Guilford Press.
Murthy, D. (2008). An examination of the use of new technologies for social research. Sociology, 42, 837-855.
Travers, M. (2009). New methods, old problems: A skeptical view of innovation in qualitative research. Qualitative Research, 9, 161-179.
4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede.
Baym, N. K. (2009). Question six: What constitutes quality in qualitative Internet research? In, A. N. Markham, N. K. Baym (Eds.), Internet inquiry: Conversations about method (pp. 173-189). Thousand Oaks, CA: Sage.
Garcia, A. C., Standlee, A. I., Bechkoff, J., & Cui, Y. (2009). Ethnographic approaches to the Internet and computer-mediated communication. Journal of Contemporary Ethnography, 38, 52-84.
Kazmer, M. M., & Xie, B. (2008). Qualitative interviewing in Internet studies: Playing with the media, playing with the method. Information, Communication & Society, 11, 257-278.
Mann, C., & Stewart, F. (2000). Internet communication and qualitative research: A handbook for researching online. Thousand Oaks, Ca: Sage.
Murray, C. D., & Sixsmith, J. (1998). E-mail: A qualitative research medium for interviewing? International Journal of Social Research Methodology: Theory & Practice, 1(2), 103-121.
Robson, K., Williams, M. (2003). Reengineering focus group methodology for the online environment, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online Social Research (pp. 25-46). New Work: Peter Lang.
Stewart, K., & Williams, M. (2005). Researching online populations: The use of online focus groups for social research. Qualitative Research, 5, 395-416.
Ward, K. J. (1999). Cyber-ethnography and the emergence of the virtually new community. Journal of Information Technology, 14, 95-105.
5. Análise quantitativa online, possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados.
Coomber, R. (1997) 'Using the Internet for Survey Research' Sociological Research Online, vol. 2, no. 2. Disponível Online: http://www.socresonline.org.uk/2/2/2.html
Sills, Stephen e Song, Chunyan (2002). Innovations in Survey Research: An Application of Web-Based Surveys, Social Science Computer Review, vol. 20 no. 1, pp. 22-30.
Reynolds, R. A., Woods, R., & Baker, J. D. (Orgs.) (2007), Handbook of research on electronic surveys and measurements (pp. 264-268). Hershey, PA: Idea Group.
Schmidt, William C. (1997) World-Wide Web survey research: Benefits, potential problems, and solutions, Behavior Research Methods, Instruments, & Computers, 29 (2), 274-279. Disponível Online: http://www.springerlink.com/content/f5l606k0t4058k47/fulltext.pdf
6. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?.
Best, S. J., & Kruger, B. (2002). New approaches to assessing opinion: The prospects for electronic mail surveys. International Journal of Public Opinion Research, 14, 73-92.
Couper, M. P., Kapteyn, A., Schonlau, M., & Winter, J. (2007). Noncoverage and nonresponse in an Internet survey. Social Science Research, 36, 131-148.
Dillman, D. A., Phelps, G., Tortora, R., Swift, K., Kohrell, J., Berck, J., & Messer, B. L. (2009). Response rate and measurement differences in mixed-mode surveys using mail, telephone, interactive voice response (IVR) and the Internet. Social Science Research, 38, 1-18.
Truell, A. D., Bartlett, J. E., II, & Alexander, M. W. (2002). Response rate, speed, and completeness: A comparison of Internet-based and mail surveys. Behavior Research Methods, Instruments & Computers, 34, 46-49.
7. O desenho da pesquisa e a utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização secundária de dados recolhidos na Internet. As redes globais de investigação e a comparação internacional de dados.
Hakim, C. (1982). Secondary analysis in social research : a guide to data sources and with examples. London, Allen & Unwin.
Hewson, C. (2007). Gathering data on the Internet: Qualitative approaches and possibilities for mixed methods and research. In A. Joinson, K. McKenna, T. Postmes & U. Reips (Eds.), The Oxford handbook of Internet psychology (pp. 405-428). Oxford, UK: Oxford University Press.
Hewson, C. (2008). Internet-mediated research as an emergent method and its potential role in facilitating mixed methods research. In S. N. Hesse-Biber, & P. Leavy (Eds.), Handbook of emergent methods (pp. 543-570). New York: Guilford Press.
Kelder, Jo-Anne (2005): Secondary Analysis of Qualitative Data, Vol 6, No 1. Disponível Online: http://www.qualitative-research.net/index.php/fqs/article/view/501
Livingstone, Sonia (2003). On the Challenges of Cross-National Comparative Media Research, European Journal of Communication, 18: 477-500.
8. Análise de redes, Webometrics e mapeando a geografia da Internet.
Cheswick, Bill e Burch, Hal (2000), Mapping and Visualizing the internet, In Proceedings of the 2000 USENIX Annual Technical Conference. Disponível Online: http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.20.8595&rep=rep1&type=pdf
Scott, John. (2000). Social Network Analysis: A Handbook. 2nd Ed. Newberry Park, CA: Sage.
Thelwall, Mike (2009). Introduction to Webometrics: Quantitative Web Research for the Social Sciences. Morgan & Claypool.
Wellman, Barry e Berkowitz, Stephen D. (1988). Social Structures: A Network Approach. Cambridge: Cambridge University Press.
9. Princípios éticos na pesquisa social em torno das TICs.
Bruckman, A. S. (2003). Introduction: Opportunities and challenges in methodology and ethics, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online social research (pp. 101-104). New Work: Peter Lang.
Buchanan, E. A. (2000). Ethics, qualitative research and ethnography in virtual space. Journal of Information Ethics, 9, 82-87.
Capurro, R., & Pingel, C. (2002). Ethical issues of online communication research. Ethics and Information Technology, 4, 189-194.
DeLorme, D. E., Zinkhan, G. M., & French, W. (2001). Ethics and the Internet: Issues associated with qualitative research. Journal of Business Ethics, 33, 271-286.
Elgesem, D. (2002). What is special about the ethical issues in online research? Ethics and Information Technology, 4, 195-203.
Ess, C. (2007). Internet research ethics. In A. Joinson, K. McKenna, T. Postmes & U. Reips (Eds.), The Oxford handbook of Internet psychology (pp. 487-502). Oxford, UK: Oxford University Press.
Eynon, R., Schroeder, R., & Fry, J. (2009). New techniques in online research: Challenges for research ethics. Twenty-First Century Society, 4, 187-199.
Hoser, B., & Nitschke, T. (2010). Questions on ethics for research in the virtually connected world. Social Networks, 32, 180-186.
Johnson, D. G. Computer Ethics. Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1994.
Jones, S. (2003). Introduction: Ethics and Internet studies, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online Social Research (pp. 179-186). New Work: Peter Lang.
Markham, A. N. (2008). The methods, politics, and ethics of representation in online ethnography. In N. K. Denzin & Y. S. Lincoln (Eds.), Collecting and interpreting qualitative materials (3rd ed., pp. 247-284). Thousand Oaks, CA: Sage.
McMahon, J. M., & Cohen, R. (2009). Lost in cyberspace: Ethical decision making in the online environment. Ethics and Information Technology, 11, 1-17.
Varnhagen, C. K., Gushta, M., Daniels, J., Peters, T. C., Parmar, N., Law, D., Hirsch, R., Takach, B. S., & Johnson, T. (2005). How informed is online informed consent? Ethics & Behavior, 15, 37-48.
Walther, J. B. (2002). Research ethics in Internet-enabled research: Human subjects issues and methodological myopia. Ethics and Information Technology, 4, 205-216.
|
|
|
|
|
|
Docentes
Objectivos
Apresentar os procedimentos teóricos e metodológicos que sustentam o processo de pesquisa etnográfica, promover uma reflexão crítica sobre os mesmos e incentivar a sua prática no âmbito das investigações em curso.
Programa
CP1 Etnografia e trabalho de campo na história das ciências sociais. CP2 Terrenos para a pesquisa CP3 Observar e registar CP4 Conversar e entrevistar CP5 Descrever, analisar, interpretar CP6 Investigar eticamente CP7 Apresentação e discussão de casos.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica consta de 3 momentos de avaliação:
1. Participação nas discussões em aula (20%); 2. Ensaio final (60%); 3. Discussão do trabalho final (20%)
Alternativamente, exame escrito sobre a totalidade do programa (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007(1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes -Becker, Howard S. 2008(1998) Segredos e truques de pesquisa, Rio de Janeiro: Zahar -Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS -Burgess, Robert G. 1997(1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta -Costa, António F.1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento -Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press -Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company -Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor
Bibliografia Opcional
Agar, Michael H. 1986 Speaking of Ethnography, Beverly Hills: SAGE Atkinson, Paul et alii, 2001 Handbook of Ethnography, London: SAGE Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007 (1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes Becker, Howard S. 1998 Tricks of the Trade: How to Think about Your Research While You're Doing It Chicago: University of Chicago Press Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS Burgess, Robert G. 1997 (1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta Caria, Telmo, 2003 (org.) Experiência etnográfica em ciências sociais, Porto: Afrontamento Céfaï, Daniel (org.) 2003 L?enquête de terrain, Paris: La Decouverte Costa, António F. 1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company Malinowski, Bronislaw, 1992 (1922) Argonauts of the Western Pacific, London: Routledge Sanjek, Roger (ed), 1990 Fieldnotes. The Makings of Anthropology, Ithaca and London: Cornell University Press Sardan, Jean-Pierre 2008 La rigueur du qualitatif. Les contraintes empiriques de l?interprétation socio-anthropologique, Louvain-la-Neuve : Bruylant-Academia Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Weber, Florence 2009 Manuel de l?ethnographe, Paris: PUF Weiss, Robert S. 1994 Learning from Strangers. The art and Method of Qualitative Interview Studies, New York: Free Press
|
|
|
|
|
|
2 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Esta unidade curricular tem como objectivo central o desenvolvimento de investigação empírica face a um problema ou nó problemático específico, aplicando o conjunto de instrumentos teórico-conceptuais e metodológicos adquiridos na formação do mestrado.
Programa
Em articulação com o orientador, cada aluno deverá desenvolver, a partir de uma programação inicial dos trabalhos, os seguintes pontos: 1.Identificar e escolher um problema de investigação 2.Formular o objecto de estudo de modo elaborado e analiticamente problematizado. 3.Recolher e analisar a bibliografia relevante. 4.Elaborar as questões de partida ou hipóteses de trabalho. 5.Definir e aplicar as metodologias adequadas para a investigação 6.Analisar e interpretar os resultados 7. Escrever a Dissertação.
Processo de Avaliação
O orientador avaliará o percurso de elaboração da dissertação e a aprendizagem e progressão efectuada ao longo da mesma e ponderará essa avaliação na avaliação final da dissertação.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Brandão, Mª Lucia (2009), Manual Para Publicação Científica. Elaborando manuscritos, teses e dissertações, Rio de Janeiro, Elsevier Ed. - Junior, Joaquim Martins (2008), Como Escrever Trabalhos de Conclusão de Curso, Petrópolis, Editora Vozes - Reis, Filipa Lopes (2010), Como Elaborar uma Dissertação de Mestrado segundo Bolonha, Lisboa, Pactor
Bibliografia Opcional
- Martins, Gilberto; Lintz, Alexandre (2007), Guia para Elaboração de Monografias e Trabalhos de Conclusão de Curso, S. Paulo, Editora Atlas - Oliveira, Mª Marly (2008), Como Fazer Projetos, Relatórios, Monografias, Dissertações e Teses, Rio de Janeiro, Elsevier Ed.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
O Estágio em Estudos Urbanos, sendo uma alternativa à elaboração da Dissertação ou do Trabalho de Projecto como forma de conclusão do Mestrado, tem como objectivos: - Proporcionar aos alunos um contacto directo com práticas profissionais e formas de intervenção ligadas às competências desenvolvidas ao longo do curso; - Desenvolver capacidades de utilização de instrumentos teóricos e metodológicos adequados às práticas profissionais ligadas às problemáticas urbanas; - Desenvolver competências de elaboração de um projecto de intervenção a partir do diagnóstico de um problema, nó problemático ou situação merecedora de intervenção. - Desenvolver competências de decisão e proposição de soluções de modo autónomo e cientificamente informado.
Programa
Em articulação com o supervisor de estágio, cada aluno deverá desenvolver, a partir de uma programação inicial dos trabalhos, os seguintes pontos: - Identificar e escolher uma situação problemática passível de intervenção no contexto profissional escolhido. - Formular o objecto do estágio de modo elaborado e analiticamente problematizado. - Recolher e analisar a bibliografia relevante. - Definir as metodologias adequadas para o trabalho. - Elaborar o plano de estágio e adequar o trabalho de estágio a este plano - Elaborar o relatório de estágio.
Processo de Avaliação
Cabe ao supervisor do estágio acompanhar a evolução do estágio, assegurando a prossecução dos objectivos e do programa de estágio, bem como a avaliação do Relatório de Estágio que contemplará a avaliação do percurso feito pelo aluno no que diz respeito às competências assinaladas no ponto 3.3.4.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Barbier, Jean-Marie (1996), Elaboração de projectos de acção e de planificação, Porto: Porto Editora. - Barbier, René (1996), La recherche-action, Paris: Antrophos. - Creswell, John W. (1994), Research Design – Qualitative and Quantitative Approaches, Londres: Sage. - Guerra Isabel (2002), Fundamentos e Processos de uma Sociologia de Acção – o planeamento em ciências sociais, Cascais,: Principia. - Junior, Joaquim Martins (2008), Como Escrever Trabalhos de Conclusão de Curso, Petrópolis, Editora Vozes - Mayer, Robert et al. (2000), Méthodes de Recherche en Intervention Sociale, Quebec: Editeur Gaetan Morin.
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Esta unidade curricular tem como objectivo central a formação dos alunos para a elaboração de um projecto de intervenção face a um problema ou nó problemático específico, aplicando o conjunto de instrumentos teórico-conceptuais e metodológicos adquiridos na formação do mestrado. Prosseguindo aquele objectivo, pretende-se que os alunos adquiram as seguintes competências: - Competências de elaboração de um projecto de intervenção a partir do diagnóstico de um problema, nó problemático ou situação merecedora de intervenção. - Competências de relacionamento entre teoria , conceitos e situação concreta de uma determinada realidade empírica. - Competências de elaboração de diagnóstico, plano de acção e avaliação de projecto de intervenção. - Competências de operacionalização de conhecimentos teórico-conceptuais. - Competências de decisão e proposição de soluções de modo autónomo e cientificamente informado.
Programa
Em articulação com o orientador, cada aluno deverá desenvolver, a partir de uma programação inicial dos trabalhos, os seguintes pontos: - Identificar e escolher um problema social ou situação problemática passível de intervenção. - Formular o objecto de intervenção de modo elaborado e analiticamente problematizado. - Recolher e analisar a bibliografia relevante. - Elaborar as questões de partida ou hipóteses de trabalho. - Definir as metodologias adequadas para o trabalho. - Elaborar o diagnóstico do problema ou da situação a partir do trabalho de campo. - Desenhar um Pano de acção. - Desenhar o Plano de avaliação. - Escrever um relatório do Trabalho de Projecto.
Processo de Avaliação
O orientador avaliará o percurso de elaboração do projecto e a aprendizagem e progressão efectuada ao longo do mesmo e ponderará essa avaliação na avaliação final do relatório de Trabalho de Projecto.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Barbier, Jean-Marie (1996), Elaboração de projectos de acção e de planificação, Porto: Porto Editora. - Barbier, René (1996), La recherche-action, Paris: Antrophos. - Cohen, Ernesto e Rolando Franco, (2000), Avaliação de Projectos Sociais, 4ª ed., Petrópolis: Editorial Vozes,. - Creswell, John W. (1994), Research Design – Qualitative and Quantitative Approaches, Londres: Sage. - Guerra Isabel (2002), Fundamentos e Processos de uma Sociologia de Acção – o planeamento em ciências sociais, Cascais,: Principia. - Mayer, Robert et al. (2000), Méthodes de Recherche en Intervention Sociale, Quebec: Editeur Gaetan Morin.
Bibliografia Opcional
|