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19 Matemática A
e
Uma das seguintes provas:
02 Biologia e Geologia
03 Desenho
04 Economia
07 Física e Química
10 Geometria Descritiva
18 Português
Classificações Mínimas
Nota de candidatura: 100 pontos
Provas de ingresso: 95 pontos
Fórmula de Cálculo
Média do secundário: 50%
Provas de ingresso: 50%
A Licenciatura em Engenharia de Telecomunicações e Informática (LETI) no Iscte foi a primeira licenciatura em Portugal a formar engenheiros capazes de actuar na fronteira entre as Telecomunicações e a Informática respondendo aos desafios tecnológicos da Sociedade da Informação do século XXI.
A LETI prepara os licenciados para fazerem face a um ambiente profissional cada vez mais competitivo e dinâmico, tanto em termos dos conhecimentos técnicos nos principais sistemas de telecomunicações, serviços, redes e sistemas informáticos, como nos soft skills (e.g., trabalho em equipa, técnicas de apresentação e comunicação, etc.) necessários para uma rápida e eficaz integração no mundo do trabalho.
Para além da formação teórica, a LETI proporciona também uma forte formação prática, que garante as capacidades para lidar simultaneamente com os desafios de engenharia nas áreas das Telecomunicações e da Informática, tanto ao nível da implementação e manutenção de sistemas de telecomunicações, serviços, redes e sistemas informáticos, como na identificação e resolução de problemas nestas áreas.
Assim, a LETI proporciona aos seus licenciados um amplo leque de escolhas profissionais e uma elevada empregabilidade, preparando-os ainda para o ingresso num curso de 2.º ciclo, como o Mestrado em Engenharia de Telecomunicações e Informática (METI) detentor da Marca de Qualidade EUR-ACE.
Desde a sua criação, a LETI tem-se diferenciado da restante oferta de outras universidades pelo facto de incluir uma forte componente de unidades curriculares da área científica de Telecomunicações, mas também uma forte componente de unidades curriculares da área científica de Informática, em contraste com outros cursos afins existentes no mercado que têm optado sobretudo por ter uma forte componente em Telecomunicações ou uma forte componente em Informática, mas não nos dois. Isto faz da LETI um dos cursos mais vocacionados para o mercado de trabalho, não só em Portugal mas também no resto do mundo, comprovado pela plena empregabilidade dos seus graduados.
2025/2026
A licenciatura em Engenharia de Telecomunicações e Informática tem a duração de três anos, correspondentes à obtenção 180 créditos ECTS, repartidos entre 162 em unidades curriculares obrigatórias e 18 em optativas dos quais 6 em Competências Transversais.
| Unidades curriculares | Semestre | ECTS |
|---|---|---|
| Algoritmos e Estruturas de Dados * | 2 | 6.0 |
| Cálculo I * | 1 | 6.0 |
| Cálculo II * | 2 | 6.0 |
| Fundamentos de Arquitetura de Computadores * | 1 | 6.0 |
| Introdução à Programação * | 1 | 6.0 |
| Mecânica e Ondas * | 2 | 6.0 |
| Sistemas Operativos * | 2 | 6.0 |
| Tópicos de Matemática para as Telecomunicações * | 2 | 6.0 |
| Álgebra Linear * | 1 | 6.0 |
| Ética e Deontologia * | 1 | 2.0 |
Optativas recomendadas
A escolha de uma unidade curricular optativa, em pelo menos um dos semestres do 3.º ano, deve incidir sobre uma das áreas científicas do Departamento de Ciências e Tecnologias da Informação (DCTI), nomeadamente Telecomunicações ou Informática.
Recomenda-se a seguinte seleção:
1.º semestre – Fundamentos de Processamento de Sinal Multimédia
2.º semestre – Programação Concorrente e Distribuída
| Unidades curriculares | Semestre | ECTS |
|---|---|---|
| Bases de Dados * | 1 | 6.0 |
| Circuitos e Sistemas Eletrónicos * | 2 | 6.0 |
| Eletromagnetismo * | 1 | 6.0 |
| Fundamentos de Redes de Computadores * | 2 | 6.0 |
| Fundamentos de Sinais e Sistemas * | 1 | 6.0 |
| Fundamentos de Transmissão Guiada e Sem Fios * | 2 | 6.0 |
| Inteligência Artificial * | 2 | 6.0 |
| Programação Orientada para Objetos * | 1 | 6.0 |
| Sinais Aleatórios em Telecomunicações e Informática * | 2 | 6.0 |
| Teoria dos Circuitos * | 1 | 6.0 |
Optativas recomendadas
A escolha de uma unidade curricular optativa, em pelo menos um dos semestres do 3.º ano, deve incidir sobre uma das áreas científicas do Departamento de Ciências e Tecnologias da Informação (DCTI), nomeadamente Telecomunicações ou Informática.
Recomenda-se a seguinte seleção:
1.º semestre – Fundamentos de Processamento de Sinal Multimédia
2.º semestre – Programação Concorrente e Distribuída
| Unidades curriculares | Semestre | ECTS |
|---|---|---|
| Arquitetura de Redes * | 1 | 6.0 |
| Eletrónica Programada e Processamento Digital de Sinais * | 1 | 6.0 |
| Engenharia de Software * | 1 | 6.0 |
| Modulação e Codificação * | 1 | 6.0 |
| Projeto de Sistemas de Telecomunicações * | 2 | 6.0 |
| Segurança e Gestão de Redes * | 2 | 6.0 |
| Sistemas de Comunicação Sem Fios e Móveis * | 2 | 6.0 |
| Sistemas de Comunicação Ótica * | 2 | 6.0 |
Optativas recomendadas
A escolha de uma unidade curricular optativa, em pelo menos um dos semestres do 3.º ano, deve incidir sobre uma das áreas científicas do Departamento de Ciências e Tecnologias da Informação (DCTI), nomeadamente Telecomunicações ou Informática.
Recomenda-se a seguinte seleção:
1.º semestre – Fundamentos de Processamento de Sinal Multimédia
2.º semestre – Programação Concorrente e Distribuída
Pretende-se que os alunos sejam capazes de:
O ensino é assegurado por um corpo docente altamente qualificado, doutorado pelas melhores universidades portuguesas e estrangeiras e com permanente ligação, não apenas à investigação científica de topo a nível mundial, mas também à actividade empresarial. O contexto privilegiado do Iscte na área da gestão assegura uma formação diferenciada que contempla também as componentes financeira e económica das organizações, potenciando a formação de profissionais de alta qualidade, habilitados a trabalhar como quadros técnicos de topo. São oferecidas competências em áreas tais como as comunicações móveis, a televisão digital, a fibra óptica, os serviços de Internet, a gestão de sistemas e redes de computadores ou a produção de conteúdos multimédia.
2025/2026
Considera-se candidato nacional ou equiparado aquele que:
Um candidato nacional ou equiparado concorre ao ensino superior através do Concurso Nacional de Acesso (CNA), gerido integralmente pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES). Veja aqui. Ou seja, a candidatura não é apresentada ou analisada pelo Iscte, mas pela DGES.
1 Para além do cônjuge, admite-se também o parceiro em união de facto, obrigando a identificação do tipo de relação ser acompanhada por prova documental. | 2 Os filhos maiores de 21 anos que permaneçam a cargo do cidadão português/UE/EEA ou do seu cônjuge também são elegíveis. | 3 São elegíveis também os filhos que com ele(s) residam.
19 Matemática A
e
Uma das seguintes provas:
02 Biologia e Geologia
03 Desenho
04 Economia
07 Física e Química
10 Geometria Descritiva
18 Português
Classificações Mínimas
Nota de candidatura: 100 pontos
Provas de ingresso: 95 pontos
Fórmula de Cálculo
Média do secundário: 50%
Provas de ingresso: 50%
| Nota mínima das provas de ingresso | Nota mínima de candidatura | Fórmula de cálculo da nota de candidatura |
|---|---|---|
| 95 | 100 | Média do secundário 50% + Média das provas de ingresso 50% |
| Ano | Valor |
|---|---|
| 1º Ano | 697.00 € |
| 2º Ano | 697.00 € |
| 3º Ano | 697.00 € |
Considera-se candidato internacional aquele que:
Um candidato internacional que pretenda candidatar-se a um curso do Iscte concorre através de um Concurso Especial, gerido pelo Iscte – Instituto Universitário de Lisboa. Ou seja, a candidatura é apresentada e analisada pelo Iscte, através da Comissão de Análise de Candidatura do curso ao qual o candidato se candidatou.
Podem candidatar-se a este Concurso Especial, os candidatos internacionais que satisfaçam os respetivos critérios de seriação e seleção, disponíveis para consulta aqui (separador "seriação e seleção").
Os candidatos internacionais nacionais da China devem também consultar esta página.
Os candidatos internacionais nacionais do Brasil devem também consultar esta página.
A candidatura é online, na nossa plataforma de gestão académica Fénix.
Para saber mais sobre o processo de candidatura, e para avançar com a sua, deve consultar esta página.
Mais informações sobre acesso dos estudantes internacionais
A matrícula e inscrição dos candidatos que, tendo-se candidatado, foram admitidos ao curso, está condicionada ao pagamento da taxa de reserva de matrícula.
A propina aplicada aos estudantes internacionais está disponível na página de apresentação do curso. O regulamento de propinas é de consulta obrigatória e está disponível aqui.
| Fase | Início | Fim | Vagas | Taxa de Candidatura | Taxa de Reserva UE | Taxa de Reserva fora da UE |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1.ª fase | Licenciatura - Estudante Internacional | 2025-12-15 09:30 | 2026-01-14 17:00 | 8 | 70.00 € | 200.00 € | 1200.00 € |
| 3.ª fase | Licenciatura - Estudante Internacional | 2026-02-26 09:30 | 2026-04-06 17:00 | 70.00 € | 200.00 € | 1200.00 € | |
| 4.ª fase | Licenciatura - Estudante Internacional | 2026-04-07 09:30 | 2026-05-13 17:00 | 70.00 € | 200.00 € | 1200.00 € | |
| 5.ª fase | Licenciatura - Estudante Internacional | 2026-05-14 09:30 | 2026-06-24 17:00 | 70.00 € | 200.00 € | 1200.00 € |
| Ano | Valor |
|---|---|
| 1º Ano | 7000.00 € |
| 2º Ano | 7000.00 € |
| 3º Ano | 7000.00 € |
Consulta o separador anterior “Candidato Internacional”
O Concurso Especial M23 atende à diversidade de um conjunto de estudantes com trajetórias escolares e profissionais muito específicas e distintas daquelas que correspondem ao estudante universitário tipo. Por este motivo, o Iscte fez aprovar recentemente novas regras de avaliação da capacidade para o ingresso dos maiores de 23 não titulares de habilitação de acesso ao ensino superior.
A candidatura a este concurso obedece a uma etapa prévia de inscrição nas Provas M23, de realização obrigatória no Iscte, tipicamente no mês de julho. Podem inscrever-se para a realização destas provas os candidatos que reúnam todas as seguintes condições:
Saiba mais sobre a candidatura ao Iscte por via do Concurso Especial para Maiores de 23, a partir desta página dedicada.
O Concurso Especial para Titulares de Cursos de Dupla Certificação de Nível Secundário e Cursos Artísticos Especializados destina-se a candidatos que reúnam todas as seguintes condições:
Para o acesso ao Iscte por via deste concurso, para além da realização da(s) prova(s) escrita(s), os candidatos devem atender ao elenco das correspondências das áreas de educação e formação disponíveis nas deliberações relevantes, consultáveis aqui: CNAES - Diplomados Vias Profissionalizantes | DGES
Saiba mais sobre a candidatura ao Iscte por via do Concurso Especial de Dupla Certificação, a partir desta página dedicada.
O Concurso Especial para Titulares de Cursos Superiores destina-se a candidatos que reúnam todas as seguintes condições:
Saiba mais sobre a candidatura ao Iscte por via do Concurso Especial para Titulares de Cursos Superiores, a partir desta página dedicada.
O Concurso Especial de Mudança de Par Instituição/Curso destina-se a candidatos que reúnam todas as seguintes condições:
Saiba mais sobre a candidatura ao Iscte por via do Concurso Especial de Mudança de Par Instituição/Curso, a partir desta página dedicada.
O Decreto-Lei 64/2006, de 21 de Março, aprova as condições especiais de acesso e ingresso no Ensino Superior para os maiores de 23 anos sem habilitação de acesso, independentemente das habilitações académicas. Entende-se por habilitação de acesso ser-se titular do curso de ensino secundário ou equivalente e ter válidos os exames nacionais exigidos como provas de ingresso. O 12.º ano ou equivalente, só por si, não pode ser considerado habilitação de acesso ao ensino superior. Para a entrada no Iscte são realizadas provas específicas de cada curso.
Se tem dúvidas sobre o seu perfil de candidato, preencha o formulário de contacto.
A LETI e o respectivo METI possuem uma estrutura concebida de raiz de forma a facultar um vasto leque de saídas profissionais, cujas competências permitem satisfazer as previsíveis necessidades do mercado de trabalho, de acordo com a realidade nacional e europeia em que estamos inseridos. Neste contexto, tem-se verificado uma elevada procura e aceitação destes profissionais pelas principais empresas do sector (operadoras de telecomunicações, informática, prestação de serviços, energia, etc.).
Esta integração começa frequentemente com estágios acompanhados, com a colaboração com a IAESTE (International Association for the Exchange of Students for Technical Experience) ou com a participação em programas do tipo ERASMUS, que já levaram estes alunos a instituições como a BT Exact (Inglaterra), a SIEMENS (Alemanha) ou o CERN (Suiça).
De entre as competências proporcionadas pela LETI e pelo METI, destacam-se as seguintes áreas:
Resultados do inquérito de empregabilidade 1 ano após o curso