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Os olhares, as leituras, e as interpretações do mundo popular levadas a cabo por antropólogos, etnólogos, geógrafos, engenheiros agrónomos, e arquitectos, permitem posicionar o popular como uma plataforma entre o tradicional e o moderno, oscilando entre uma manipulação dirigida pelo poder, e uma alternativa desejada pela vanguarda. Os conceitos operativos são normalmente colocados em confronto nas mais diversas variantes: tradição vs modernidade; nacional vs internacional; verdadeiro vs supérfluo; academismo vs vanguardismo; erudito vs vernáculo. O vasto leque de fontes primárias como as publicações periódicas, exposições, inquéritos, concursos, congressos, ensaios, desenhos, projectos ou obras construídas, permitem desvendar as lições da arquitectura anónima, a associação de uma moral à arquitectura popular, e a atribuição de um valor patrimonial à arquitectura popular.
O Colóquio Internacional Arquitectura Popular. Tradição e Vanguarda procura assim desenvolver os temas assinalados e as abordagens com eles relacionadas, lançando o desafio através de uma chamada de trabalhos que materializem o exercício de uma história comparada, como reflexão de problemas que foram comuns e singulares, e que caracterizaram o debate e a cultura arquitectónica no período em análise.