Construindo Pontes: Programa Intensivo Semi-presencial Interdisciplinar em Intervenção Comunitária
No final, o/a estudante deve ser capaz de:
Analisar contextos urbanos e vulnerabilidades sociais com base em evidência e visitas de campo. Conceber estratégias de intervenção comunitária integrando serviço social, urbanismo e gestão. Aplicar metodologias participativas (co‑design) e princípios de gestão de projetos a casos reais. Comunicar propostas técnico‑científicas de forma clara a pares e stakeholders (incluindo comunidades). Trabalhar em equipas multidisciplinares, assumindo papéis e responsabilidades diferenciadas.
Dia 1 – Abertura, integração, panorama da colaboração interdisciplinar; contexto PT/ES/TR; casos de clima.
Dia 2 – Visitas de campo; mapeamento de vulnerabilidades; brainstorming de estratégias.
Dia 3 – Oficinas paralelas (co‑design, community engagement, avaliação de impacto, gestão de projetos); simulação.
Dia 4 – Trabalho de equipas; consolidação da proposta; reviews cruzadas.
Dia 5 – Pitches finais; feedback com docentes e (se disponível) representantes comunitários; encerramento.
Horizontalidades Erasmus+ trabalhadas: Inclusão e diversidade; valores comuns e cidadania; ambiente/alterações climáticas; trabalho multidisciplinar.
Avaliação, sem exame final, composta por:
1. Participação e Exercícios Práticos em Aula (30%) – avaliação individual e de grupo
Inclui: contributos nas discussões, envolvimento nas atividades, pequenos exercícios de resolução de problemas em grupo, análise de casos e sínteses colaborativas. O objetivo é garantir aprendizagem contínua, flexibilidade avaliativa e adaptação às dinâmicas interdisciplinares.
2. Poster Final Interdisciplinar – Aplicação Prática (50%) – avaliação de grupo
Cada grupo (obrigatoriamente interdisciplinar) desenvolve um poster que apresenta: diagnóstico de uma comunidade, identificação de vulnerabilidades, proposta integrada de intervenção (serviço social + urbanismo + gestão + políticas públicas) e princípios de implementação. O poster será apresentado publicamente no último dia.
3. Reflexão Individual Crítica (20%) – avaliação individual
Documento breve (800–1000 palavras) sobre o processo de aprendizagem, papel no grupo, desafios da interdisciplinaridade e implicações éticas e comunitárias da intervenção.
Condições de admissão: assiduidade mínima de 75% nas atividades síncronas (presenciais e virtuais).
Flexibilidade adicional:
Substituição de um exercício prático por uma alternativa equivalente em caso de estudantes com Estatuto Especial.
Possibilidade de posterior defesa oral apenas para fins de esclarecimento de classificação, se necessário.
Obrigatória
Andrei, R. (2022). Natural Gas at the Frontline Between the EU, Russia and Turkey: A Conflict-Cooperation Perpetuum. Palgrave. | Buchan, D., & Downie, C. (2022). “The EU’s Energy Security Dilemma: Balancing Sustainability and Reliability.” Energy Economics, 102, 105670. | Jäger, D., & Olszewska, A. (2022). “Renewable Energy and Geopolitical Risk: How Global Transition Can Alter Power Structures.” Journal of Energy and Development, 48(3), 173-189. | Kahl, D., & Lueger, A. (2023). “The Politics of Renewable Energy: Shaping the Future of Global Geopolitics.” Global Energy Transition, 12, 41-58. | Kahraman, C., & Yildiz, M. (2023). “Energy Interdependence and Geopolitical Shifts: The Role of Natural Gas in Global Power Dynamics.” Energy Reports, 9, 247-261. | Montfort, R. (2022). Energy and Geopolitics in the Global Market. Palgrave. | Perkovic, J., & Oosterhuis, F. (2023). “Geopolitics of Green Energy Transition: The Strategic Implications of Renewables in Europe.” Energy Policy, 168.
Opcional
Freitas, D., & Belchior-Rocha, H. (2025). “Serviço Social e Prática Eco-Social: Promover sustentabilidade através da intervenção comunitária.” Trabajo Social Global-Global Social Work, 15, 106–129. | Casquilho-Martins, I., & Rocha, H. B. (2020). “Community strategies for intercultural participation.” Trabajo Social Global-Global Social Work, 10(19), 157-179. | Ife, J. (2013). “Community development in an uncertain global landscape: An agenda for radical action.” Community Development Journal, 48(4), 638-642. https://doi.org/10.1093/cdj/bst038 | Healey, P. (1997). Collaborative Planning: Shaping Places in Fragmented Societies. Macmillan. | Ostrom, E. (1990). Governing the Commons: The Evolution of Institutions for Collective Action. Cambridge University Press. https://doi.org/10.1017/CBO9780511807763 | Hajer, M., & Wagenaar, H. (Eds.). (2003). Deliberative Policy Analysis: Understanding Governance in the Network Society. Cambridge University Press. | Moulaert, F., MacCallum, D., Mehmood, A., & Hamdouch, A. (Eds.). (2017). Social Innovation and Territorial Development. Routledge. | Laine, J. P., Rantamäki, A., & Väänänen, A. (2019). “Eco-social innovations in social work practice.” In A. L. Matthies & K. Nähri (Eds.), The Ecosocial Transition of Societies (pp. 145-162). Routledge. | Peeters, J. (2012). “An ecological approach to social work practice.” European Journal of Social Work, 15(4), 467-482. | Rocha, H. B., & Ferreira, J. (2016). “An Ecosocial model for the sustainability of vulnerable communities.” In The Ecosocial Transition of Societies: The Contribution of Social Work. | Kretzmann, J. P., & McKnight, J. L. (1993). Building Communities from the Inside Out: A Path Toward Finding and Mobilizing a Community's Assets. ACTA Publications. | Wandersman, A., Duffy, J., Flaspohler, P., Noonan, R., Lubell, K., Stillman, L., Blachman, M., Dunville, R., & Saegert, S. (2008). “Community science: Bridging the gap between science and practice with community-centered models.” American Journal of Community Psychology, 41(3-4), 236-245. https://doi.org/10.1007/s10464-008-9172-z