ATENÇÃO: Esta página foi traduzida automaticamente pelo Google Translate. Isto pode ter consequências inesperadas no conteúdo apresentado e, portanto, não nos responsabilizamos pelo resultado dessa tradução automática.
ATTENTION: this page has been automatically translated by Google Translate. This can have unexpected consequences and, therefore, we do not take responsibility for the result of that automatic translation.
Entre 29 de junho e 3 de julho, o Iscte recebeu o Estágio de Verão Ciência Viva 2026, dedicado às ciências sociais e à tecnologia na resposta aos desafios do futuro. Durante cinco dias, um grupo de estudantes do secundário deixou de estar do lado de quem aprende ciência para passar a fazê-la.
Ao longo do programa, o fio condutor foi sempre o mesmo: mostrar que a investigação pode ajudar a compreender e a enfrentar os desafios do quotidiano. Essa ideia ganhou forma de jogo no LAPSO-Laboratório de Psicologia, onde os estudantes exploraram como se constroem comportamentos sustentáveis, e transformou-se em exercício de etnografia pelo campus, à procura de pistas sobre habitação social e memória de arquivo. No Fablab, tornou-se um desafio de fabricação digital, com impressão 3D e técnicas de modelagem, e, em conversa com investigadores, foi ainda pretexto para discutir ética nos jogos online e a importância de comunicar ciência a quem nunca leu um artigo científico.
O programa culminou num workshop de ciência cidadã, integrado na iniciativa Ocupação Científica de Jovens nas Férias, que desafiou os jovens a olhar a própria cidade como fonte de dados científicos, e a perceberem-se não apenas como recetores de conhecimento, mas também como potenciais produtores dele.
A iniciativa, organizada pelo SocioDigital Lab do Iscte, envolveu investigadores de vários centros, no cruzamento entre as ciências sociais e a tecnologia que atravessou toda a semana.