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No final de novembro, o Iscte recebeu a conferência “Shaping the Future of Data, Knowledge and Innovation with AI for Global Sustainable”, que trouxe a Lisboa vários especialistas nas questões da Inteligência Artificial e da sustentabilidade. Entre os oradores esteve Jay Liebowitz, ex-diretor de Gestão do Conhecimento do Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA.
Para o investigador norte-americano a intuição é uma competência que pode ser treinada e desenvolvida através de experiências e aprendizagem empírica, e os próprios sistemas de IA podem reproduzir esse “processo rápido, holístico e emocional”. Os algoritmos, tal como os seres humanos – defende – treinam-se automaticamente através de conversas, ciclos sucessivos de erro-correção e estão permanentemente a ser alimentados com nova informação. Por isso é natural que os empresários confiem mais na sua intuição para tomar decisões do que nos dados da empresa. Porém, ao incluir um algoritmo intuitivo nesse processo, poderão gerar novas estratégias e decisões alinhadas, tornando as organizações mais eficazes e eficientes.
Esta conferência, promovida pela unidade de investigação do Iscte Dinâmia'CET, teve coordenação de Florinda Matos, Professora da Iscte Business School, que, por sua vez, destaca o princípio de que a tecnologia deve ser acompanhada de capacitação em gestão.
A conferência foi dedicada ao futuro do conhecimento, dados e inovação nas empresas com Inteligência Artificial. Juntou académicos, líderes empresariais, decisores políticos e investigadores de 21 países, incluindo Portugal, Estados Unidos e Brasil. Foi promovida com o apoio de CoVE - Fábrica de Competências do Futuro.