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O Eurostat inclui como trabalho temporário todos os contratos a termo – um trabalho pode ser classificado como temporário (e o seu titular como trabalhador temporário) se estiver estipulado um prazo de duração do contrato e a indicação do seu termo. Este tipo de contrato segue determinadas regras, como por exemplo, a existência de uma data específica até à conclusão de uma atividade ou tarefa, ou a sua duração aconteça por todo o tempo necessário à substituição do trabalhador ausente. Em situação de contratos de trabalho involuntário estão todos aqueles indivíduos que declaram ter contratos temporários porque não conseguiram arranjar um trabalho de carácter permanente.
Em Portugal, constata-se que relativamente ao ano de 2014, a proporção de jovens portugueses em contratos temporários e em trabalho parcial aumentou no país, nos dois segmentos etários aqui em análise.
No ano de 2015, mais de metade dos jovens entre os 15 e 24 anos tinham um contrato temporário de trabalho (67,5%, mais 4,5 p.p. que no ano anterior) – 42,7%, no caso dos indivíduos entre os 25 e 29 anos (mais 2 p.p. que em 2014). Em 2015, 69,7% das jovens entre os 15 e 24 anos estaria empregada de forma temporária (mais 6,3 p.p. do que em 2014), por oposição a 65,6% dos jovens do sexo masculino (mais 3 p.p. relativamente ao ano anterior).
Houve uma diminuição dos contratos temporários involuntário no segmento de idades 15-24 anos – em 2015, esta proporção desceu por comparação ao ano anterior em 2,5 pontos percentuais, situando-se agora nos 67,9%. Em 2015, nesta modalidade e de forma involuntária, existiam mais homens, 69,1%, do que mulheres, 66,6% – uma situação que se inverteu face ao ano anterior.
Em 2015, 22,6% dos jovens entre os 15 e 24 anos encontravam-se trabalhar a tempo parcial. Destes, 49,3% declararam estar em part-time por não ter encontrado um trabalho a full-time. A dimensão do trabalho a tempo parcial involuntário assume valores mais expressivos junto do escalão etário mais velho – em 2015, para os jovens dos 25 aos 29 anos esse valor era de 62,7%. Em 2015, 70,5% das jovens entre os 25-29 anos estava numa situação de part-time involuntário, por oposição a 53% dos homens.