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Jorge Costa – Vice-reitor para a área da Investigação e Desenvolvimento Organizacional
Sofia Vale – Vice-reitora para a área das Finanças e Património
Helena Carvalho – Vice-reitora para a área do Desenvolvimento Curricular, Qualidade e Sustentabilidade
Luís Ducla Soares – Vice-reitor para a área das Infraestruturas e Modernização Tecnológica
Ricardo Paes Mamede – Vice-reitor para a área da Internacionalização e Extensão Universitária
Teresa Grilo – Vice-reitora para a área do Ensino e Gestão Académica
Sibila Marques – Pró-reitora para a área da Inclusão, Bem-estar e Qualidade de vida
Nuno Nunes – Pró-reitor para a área da Ligação à Sociedade
Antes do juramento, discursou Pedro Norton como orador convidado, e Suzana Toscano, na qualidade de presidente do Conselho Geral do Iscte. Pedro Norton falou sobre o futuro da democracia, enquanto Suzana Toscano fez um retrato do que é hoje a nossa universidade.
No seu discurso, Helena Carreiras (que sucede no cargo a Maria de Lurdes Rodrigues) evocou os desafios comuns que se colocam hoje aos regimes democráticos e às universidades, “provocados pela cultura de desinformação, desconfiança face ao conhecimento académico e desvalorização a ciência”, desafios aos quais pretende responder com reforço da interdisciplinaridade e permanente ligação à sociedade.
A nova Reitora promete também reforçar as ligações entre as cinco escolas do Iscte. Elegeu como objetivo estratégico valorizar a inovação pedagógica e colocar o Iscte no topo das que realizam "cruzamento de saberes”. Simultaneamente, o pensamento crítico e a curiosidade serão características a serem permanentemente estimuladas nos estudantes.
Perante a nova realidade que é a Inteligência Artificial, “o Iscte assume-se como uma universidade que pensa a IA como complemento, e não substituto, do pensamento crítico: a nossa grande aposta na tecnologia coloca-a ao serviço da criatividade e da inovação”.
Quanto ao futuro, a Reitora enunciou três prioridades:
1. "Cuidar das pessoas, das condições de trabalho e bem-estar dos docentes e investigadores, do pessoal técnico e administrativo e dos estudantes. Porque só pessoas que trabalham com condições, e convivem com qualidade, conseguem ter espaço e tempo para sonhar, criar e inventar.”
2. "O foco na qualidade do ensino e da investigação, apostando na sua natureza interdisciplinar e na inovação pedagógica, como motores do desenvolvimento.” E se "têm sido bastante debatidos os riscos de uma utilização acrítica e passiva da IA – riscos que são reais –, as oportunidades que abre são igualmente reais: como ferramenta de ensino, aprendizagem, investigação, e na otimização de processos organizacionais."
3. "Alavancar a relação com a sociedade, produzindo valor na região e no País. Isto exige transitar de um paradigma de transferência de conhecimento para um paradigma de cocriação de conhecimento."
Luís Ducla Soares, Helena Carvalho, Sofia Vale, Jorge Costa, Helena Carreiras, Ricardo Paes Mamede, Teresa Grilo, Sibila Marques e Nuno Nunes (da esquerda para a direita)