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O peso dos imigrantes no mercado de trabalho português é cada vez maior e são sobretudo os jovens que rapidamente conseguem o 1.º emprego em Portugal.
A última Escuta Ativa na Fonoteca Municipal do Porto, antes de uma breve pausa durante o mês de agosto, tem como anfitriã a socióloga e investigadora Paula Guerra que escolheu o disco “Independança” de GNR para audição conjunta. A sessão realiza-se neste sábado, 27 de julho, às 11h00 e tem entrada livre.
Professora Associada de Sociologia na Universidade do Porto e Investigadora no Instituto de Sociologia da mesma Universidade, Paula Guerra é também Professora Associada Adjunta do Griffith Centre for Social and Cultural Research na Griffith University (Austrália) e investigadora do CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória, do Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território (CEGOT) e do DINÂMIA'CET – ISCTE, Centro de Estudos sobre a Mudança Socioeconómica e o Território. Fundadora e coordenadora da Rede Todas as Artes: Rede Luso-Afro-Brasileira de Sociologia da Cultura e das Artes, coordena vários projetos de investigação
Mais de metade (56,3%) dos jovens inscritos no Instituto de Emprego e Formação Profissional são mulheres com com baixas qualificações ou com o Ensino Superior em áreas de baixa empregabilidade, revela estudo coordenado pelo Iscte para o Observatório do Emprego Jovem.
De acordo com o estudo "Jovens à procura de emprego inscritos no IEFP", divulgado esta segunda-feira pelo Observatório do Emprego Jovem (OEJ), 36,1% dos jovens que estavam desempregados há um ano tinham até ao 9.º ano de escolaridade - um baixo nível incapaz de competir no mercado de trabalho. Entre as recomendações do estudo destaca-se a aprovação de políticas ativas de emprego que atraiam estes jovens para programas de formação profissional ou a criação de oportunidades de formação em contexto real, com apoios financeiros para as empresas.