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Sem dúvida que os tempos actuais parecem algo fora de órbita. A questão Trump é paradigmática. Porém, uma certa vaga de comentariado não faz nada mais do que moer a rosca. Ouve-se demasiado que o novo Presidente dos EUA é um “imbecil” e um “mentiroso”. Hmm, subestimar as capacidades de alguém não é avisado, mas subestimar duplamente é pior.
Diz-se que Donald John Trump é um homem de negócios, um “businessman”. Não é rigoroso. Trump é um homem de esquemas. Está na hora de ver as coisas com melhor nitidez: não estamos a falar de alguém com uma trajectória consistente de desenvolvimento de actividade produtiva, mas sim de alguém que vai desenrascando na melhoria da sua posição à custa de métodos mais-ou-menos dúbios. A sua especialidade são as zonas cinzentas, a sua estratégia é hibrida.
Em primeiro lugar, que fazer com o Novo Banco? Comecemos pelo que não fazer. É demasiado arriscado desmantelar a entidade, mesmo que o processo de liquidação seja lento e faseado. O acréscimo de “concentração de mercado” num mercado exíguo como o português poderá facilmente ficar muito para lá de qualquer aceitável definição de “concorrência efectiva”. Os custos desta estrutura de mercado são a prazo demasiado altos em termos de perda de eficiência, de perdas de bem-estar dos consumidores, e de perda de autonomia do poder político.
Projecto de Arquitectura do Investigador do DINÂMIA'CET-IUL Pedro Machado da Costa e de Célia Lourenço Gomes, foi nomeado para o mais importante prémio de Arquitectura da Europa: o European Union Mies Award 2017.
Dois dias depois da vitória do ‘Não’ no referendo, o mais jovem primeiro-ministro de Itália de sempre, ameaçou trocar a equipa principal pelo banco dos suplentes. Entrevistado pelo Expresso, o politólogo italiano Goffredo Adinolfi, investigador do Centro Internacional de Estudos e Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa, diz que a Democracia não vive nenhuma crise. Com “a vitória do ‘Não’ mantém-se o texto Constitucional” de 1948, que foi pensado para “evitar uma ditadura da maioria”.
Os livros O dia que a Mariana não queria e João vai ao tribunal, com coordenação científica da psicóloga Rute Agulhas e da professora do ISCTE-IUL Joana Alexandre, foram lançados por iniciativa do Conselho Regional de Lisboa da Ordem dos Advogados (OA). A narrativa transpõe para um diálogo com ilustração os principais receios que as crianças sentem perante a necessidade de serem ouvidas por um juiz num processo de guarda parental em divórcios litigiosos.