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MestradoMestrado em Gestão de Recursos Humanos e Consultadoria Organizacional

Preconceitos no trabalho híbrido e implicações na progressão da carreira

Autor
Costa, Laura Manuel Sarilho da
Acesso
Acesso restrito
Palavras-chave
Social pressure
Career progression
Progressão de carreira
Pressão social
Liderança -- Leadership
Trabalho híbrido - -- Hybrid work
Proximity bias
Estigma de flexibilidade
Resumo
PT
O presente estudo teve como objetivo compreender de que forma o modelo de trabalho híbrido influencia as perceções de exclusão, discriminação e progressão na carreira por parte de um trabalhador. Explorou-se, especificamente, o papel da frequência da presença física no local de trabalho e as implicações do género e da parentalidade no modelo híbrido. Foi utilizada uma abordagem qualitativa de forma a obter respostas sobre as experiências e perceções individuais dos participantes. Foram entrevistados vinte e três participantes que utilizam o modelo de trabalho híbrido. A análise temática incidiu em cinco dimensões: (1) dualidade do modelo híbrido; (2) papel da liderança no modelo híbrido; (3) efeitos do trabalho híbrido nas dinâmicas sociais; (4) género e parentalidade no modelo híbrido e (5) ajustamento e resiliência no modelo híbrido. Os resultados sugerem que a frequência de presença física continua a ser interpretada como sinal de compromisso, influenciando decisões de promoção e reconhecimento. Foi possível concluir que a intensidade do trabalho remoto, pode contribuir para a criação de grupos, levando à diminuição do sentimento de pertença. Pode também, mesmo que o modelo de trabalho híbrido promova o equilíbrio trabalho-vida, trazer consequências a nível das desigualdades e preconceitos de género. Desta forma é essencial que as organizações apliquem estratégias e políticas organizacionais transparentes e claras, direcionadas a todos os trabalhadores, de forma a ressalvar as qualidades do modelo híbrido.
EN
The present study aimed to understand how the hybrid work model influences workers’ perceptions of exclusion, discrimination, and career progression. Specifically, it explored the role of the frequency of physical presence in the workplace, as well as the implications of gender and parenthood in the hybrid model. A qualitative approach was adopted to capture participants’ individual experiences and perceptions. Twenty-three participants who work under the hybrid model were interviewed. The thematic analysis identified five dimensions: (1) the duality of the hybrid model; (2) the role of leadership in the hybrid model; (3) the effects of hybrid work on social dynamics; (4) gender and parenthood in the hybrid model and (5) adjustment and resilience in the hybrid model. The results suggest that the frequency of physical presence is still interpreted as a sign of commitment, influencing promotion and recognition decisions. Findings also indicate that the intensity of remote work may foster the creation of groups, leading to a reduced sense of belonging. Furthermore, even though the hybrid work model may promote work–life balance, it can also reinforce gender inequalities and biases. Therefore, it is essential that organizations implement clear and transparent strategies and organizational policies directed at all employees, in order to safeguard the benefits of the hybrid model.

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