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MestradoMestrado em Gestão

Unmuting: The variances in teleworkers' affective organizational commitment and perceived work-life interference

Autor
Monteiro, Matilde Reis Caiado Valadas
Data de publicação
30 Jan 2024
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
Affective commitment
Work-life conflict
Conflito trabalho-vida
Boundary theory
Comprometimento afetivo
Telework intensity
Work-life interference
Relational cohesion theory
Intensidade do teletrabalho
Interferência trabalho-vida
Teoria dos limites
Teoria da coesão relacional
Resumo
PT
Impulsionado pela pandemia da COVID-19 e pelos avanços tecnológicos, o teletrabalho veio reconfigurar profundamente o paradigma de trabalho. O teletrabalho tornou-se o novo “normal”. No entanto, a forma como é percecionado e como impacta os trabalhadores ainda não está clara. Este estudo investiga como a intensidade do teletrabalho faz variar o comprometimento afetivo dos teletrabalhadores e na interferência entre trabalho e vida pessoal percecionada. Neste âmbito, foram conduzidos dois estudos independentes para esta análise, utilizando métodos estatísticos inferenciais. Em ambos os estudos, não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre a intensidade do teletrabalho para as duas variáveis em estudo. No entanto, os resultados revelaram níveis mais baixos de comprometimento afetivo para os teletrabalhadores de alta intensidade em comparação com os não-teletrabalhadores e, adicionalmente, indivíduos envolvidos em intensidades de teletrabalho baixas/moderadas manifestaram níveis mais baixos de interferência entre trabalho e vida pessoal em comparação com aqueles que fazem teletrabalho com alta intensidade. Esta pesquisa contribui para expandir a nossa compreensão sobre o efeito da intensidade do teletrabalho na interferência entre trabalho e vida pessoal e no comprometimento afetivo numa fase pós-pandémica, ainda em grande parte inexplorada.
EN
Prompted by the COVID 19 pandemic and technological advancements, telework has profoundly reshaped the work paradigm. Telework has become the new "normal”. However, the way it is perceived and how it impacts employees’ is still unclear. This study delves into the relationship between telework intensity and employees' affective commitment and work life interference perception. Two independent studies were conducted for this analysis, employing inferential statistical methods. In both studies, there was no statistical significance between telework intensity and the two variables. However, the results revealed lower levels of affective commitment for high intensity teleworkers compared to non teleworkers. Individuals engaged in low/ moderate telework intensities experience lower levels of work life interference than those who telework in high intensity. This research contributes to expanding our understanding of the effect of telework intensity on work life interference and affective commitment in a post pandemic stage, which remains largely unexplored.

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