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MestradoMestrado em Gestão

Como e quando é que o regime híbrido afeta indicadores afetivos e de desempenho?

Autor
Neto, Sofia Inês Dias
Data de publicação
27 Feb 2025
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
Relacionamento
Relationship
Competence
Autonomy
Colaboradores
Bem-estar -- Well-being
Síndrome de burnout -- Burnout syndrome
Teletrabalho -- Teleworking
Regime híbrido
Hybrid regime
Worklife-balance
Exigências cognitivas
Selfdetermination theory
Resumo
PT
Num contexto empresarial em constante evolução, a saúde e o desempenho no trabalho emergem como pilares fundamentais para o sucesso organizacional. Dentro deste cenário, as modalidades de trabalho flexíveis, como o regime híbrido, apresentam uma dinâmica singular que suscita preocupações e desafia as tradicionais conceções de trabalho. Neste contexto, o modelo das exigências-recursos do trabalho surge como um modelo teórico relevante para decifrar as complexas relações entre as características do trabalho e as suas consequências. A investigação acerca do efeito do regime de trabalho (trabalho presencial versus regime híbrido) na exaustão emocional e no desempenho é relativamente recente, não existindo, até ao momento, evidências claras destas relações. Como tal, esta dissertação pretendeu analisar: (1) o efeito indireto do regime de trabalho no burnout através do work-life balance; (2) e o papel moderador das exigências cognitivas nesta relação indireta. Por conseguinte, foi realizado um estudo quantitativo (N = 203) junto de profissionais em regime de trabalho presencial e híbrido. Os resultados mostraram que o regime de trabalho (híbrido) apresentou uma relação negativa com o burnout através do aumento do work-life balance. Para além disso, esta relação foi moderada pelos níveis de exigências cognitivas de tal forma que a relação indireta tornou-se mais forte quando os níveis de exigências cognitivas eram mais baixos (versus níveis mais elevados). Este estudo contribui para uma melhor compreensão dos efeitos do regime de trabalho, em particular, o regime híbrido, nomeadamente ao nível da saúde mental e dos efeitos sobre o work-life balance. Para além disso, realça o papel moderador das exigências cognitivas, como uma condição que influencia o impacto do regime de trabalho híbrido no burnout através do work-life balance. Com isto é possível orientar as organizações na criação de políticas eficazes e capazes de promover ambientes de trabalho híbridos que beneficiem tanto o bemestar dos colaboradores quanto a uma boa conciliação trabalho-família.
EN
In a constantly evolving business context, health and work performance emerge as fundamental pillars for organizational success. Within this scenario, flexible work arrangements, such as the hybrid model, present a unique dynamic that raises concerns and challenges traditional conceptions of work. In this context, the job demands-resources model emerges as a relevant theoretical framework to decipher the complex relationships between job characteristics and their consequences. Research on the effect of work arrangements (in-person work versus hybrid model) on emotional exhaustion and performance is relatively recent, with no clear evidence of these relationships to date. As such, this dissertation aimed to analyze: (1) the indirect effect of work arrangements on burnout through work-life balance; and (2) the moderating role of cognitive demands in this indirect relationship. Consequently, a quantitative study (N = 203) was conducted with professionals working under in-person and hybrid arrangements. The results showed that the hybrid work arrangement had a negative relationship with burnout through the improvement of work-life balance. Additionally, this relationship was moderated by levels of cognitive demands in such a way that the indirect relationship became stronger when cognitive demands were lower (versus higher levels). This study contributes to a better understanding of the effects of work arrangements, particularly the hybrid model, specifically regarding mental health and the effects on work-life balance. Moreover, it highlights the moderating role of cognitive demands as a condition that influences the impact of the hybrid work model on burnout through work-life balance. With this, it is possible to guide organizations in creating effective policies capable of promoting hybrid work environments that benefit both employee well-being and a good work-family balance.

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