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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
André Freire
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Em regimes democráticos, as eleições são o mecanismo por excelência para comunicar as preferências dos cidadãos e responsabilizar os políticos. Além disso, a participação dos cidadãos no processo político é uma condição sine qua non. Partindo destes pontos, a UC é estruturada em duas partes. A primeira parte inclui os modelos de comportamento eleitoral, os paradoxos da taxa de participação e da informação, e ainda as atitudes básicas em perante a democracia. Na segunda parte, o foco será a competição partidária e o voto dos cidadãos. Apresentam-se o modelo de clivagem e diversas dimensões da identificação e da concorrência.
Programa
Parte I Eleições e atitudes para com a democracia 1.1 Modelos de comportamento eleitoral 1.2 O paradoxo da afluência às urnas 1.3 O paradoxo da informação 1.4 A participação e a desafeição
II Competição partidária e voto 2. 1 O modelo das clivagens sociais 2. 2 Velhas e novas clivagens 2. 3 Dimensões da competição e de identificação 2. 4 A clivagem esquerda-direita: velhos e novos significados 2.5 Outras dimensões da competição política (Europa, globalização, etc.).
Processo de Avaliação
Avaliaçção Contínua: a) Assiduidade e participação nas aulas (mínima: 70% das aulas) - ponderação de 15%; assiduidade e participação nas conferências do PhD CP - 10%. b) Apresentação oral de um texto na aula - ponderação de 25% para a média final; c) Elaboração de um ensaio escrito (em inglês ou nas línguas amigáveis propostas) onde os alunos deverão procurar estruturar um projeto de investigação - ponderação de 50% para a média final. Exame: para quem não cumpra estes requisitos.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Freire, André (2006), Esquerda e Direita na Política Europeia. Portugal, Espanha e Grécia em Perspectiva Comparada, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais.
Freire, André (organizador) (2015), O Futuro da Representação Política Democrática, Lisboa, Nova Vega.
Freire, André (2001), Modelos do Comportamento Eleitoral: Uma Breve Introdução Crítica, Oeiras, Celta.
Richard Gunther, José Ramón Montero y Hans-Jürgen Puhle, eds., Democracy, Intermediation, and Voting on Four Continents (Oxford: Oxford University Press, 2007). Mariano Torcal and José Ramón Montero, eds., Political disaffection in contemporary democracies. Social capital, institutions, and politics (London: Routledge, 2006). Jan van Deth, José Ramón Montero y Anders Westholm, eds., Citizenship and involvement in European democracies: a comparative analysis (London: Routledge, 2007).
Bibliografia Opcional
Mandatory readings:
Part I (8 titles)
William L. Miller and Richard G. Niemi, "Voting: choice, conditioning, and constraint", in Lawrence LeDuc, R. G. Niemi and Pippa Norris, eds., Comparing democracies 2. New challenges in the study of elections and voting (London: Sage, 2002), pp. 169-188.
Russell J. Dalton, "Political cleavages, issues, and electoral change", in Lawrence LeDuc, R. G. Niemi y Pippa Norris, eds., Comparing democracies 2. New challenges in the study of elections and voting (London: Sage, 2002), pp. 189-209.
André Blais, "What affects voter turnout?", Annual Review of Political Science 9, 2006, pp. 111-125.
Pedro C. Magalhães, with Paolo Segatti and Tianjian Shi, "Mobilization, informal networks, and the social contexts of turnout", forthcoming in Richard Gunther, Paul A. Beck, P. Magalhães, and Alejandro Moreno, eds., Voting in Old and New Democracies (London: Routledge, 2015), pp 64-98.
Samuel L. Popkin, The reasoning voter. Communication and persuasion in presidential campaigns (Chicago: University of Chicago Press, 1991), chapter 1 (pp. 7-21). Marta Fraile, "Political knowledge and the logic of voting. A comparative study", in José María Maravall and Ignacio Sánchez-Cuenca, eds., Controlling governments: voters, institutions and accountability (Cambridge: Cambridge University Press, 2007), pp. 131-156; in Spanish, "La influencia del conocimiento político en las decisiones de voto", Revista Espñola de Investigaciones Sociológicas, 2007, pp. 41-74. Pedro Magalhães, "Disaffected democrats: political attitudes and political action in Portugal", in West European Politics, 28(5), 2005, pp. 973-991; in Portuguese, "Democratas, desafectos e descontentes: as atitudes dos portugueses in relação ao sistema politico", in André Freire, Marina Costa Lobo e P. Magalhães, eds., Portugal a votos. As eleições legislativas de 2002 (Lisbon: Imprensa de Ciencias Sociais, 2004), pp. 333-361.
José Ramón Montero, Richard Gunther y Mariano Torcal, "Attitudes toward democracy in Spain: legitimacy, discontent, and disaffection" (Madrid: Centro de Estudios Avanzados en Ciencias Sociales, Estudio/Working Paper 100, 1997); in Spanish, "Actitudes hacia la democracia en España: legitimidad, descontento y desafección", Revista Española de Investigaciones Sociológicas, 83, 1998, pp. 9-49.
Part II (9 titles)
Benoit, K. and Laver, M. (2006), Party policy in modern democracies, London: Routledge.
Flanagan, S. C. and Lee, A.-R. (2003), 'The new politics, culture wars, and the authoritan-libertarian value change in advanced industrial democracies', Comparative Political Studies 36 (3): 235-71.
Freire, André (2006), "Left-Right Ideological Identities in New Democracies: Greece, Portugal and Spain in the Western European Context", Pôle Sud - Revue de Science Politique de l'Europe Méridionale, nº 25, II 2006, pp. 153-173.
Freire, André, and Kats Kivistik (2013), «Western and Non-Western Meaning of the left- right divide across four continents», Journal of Political Ideologies, Vol. 18, Nº 2, pp. 171-199.
Inglehart, Ronald (1987), "Value change in industrial societies", American Political Science Review, 81 (4), pp. 1289-1303 e 1318-1319.
Inglehart, Ronald., e Hans-Dieter Klingemann (1976), "Party identification, ideological preference and the left-right dimension among western mass publics", in Ian Budge, et al (orgs.) (1976), pp. 243-276.
Knutsen, Oddbjørn (1997), "The partisan and the value-based components of left-right self-placement: a comparative study", International Political Science Review,18: 191-225.
Knutsen, O. and Kumlin, S. (2005), 'Value orientations and party choice', in Thomassen, J. (ed.), The European voter: A comparative study of modern democracies, Oxford: Oxford University Press, pp 125-66.
Lipset, S. M., and Rokkan, S. (1967), 'Cleavage structures, party systems, and voter alignments: an introduction', in Lipset, S. M., and Rokkan, S. (eds), Party systems and voter alignments: Cross-national perspectives, New York, NY: Free Press, pp. 1-64. (A Portuguese version exist un: Lipset, S. M., 1987, Consenso e Conflito, Lisboa, Gradiva)
Complementary readings:
Part I (19 titles maximum)
R. Michael Alvarez, Information and elections (Ann Arbor: University of Michigan Press, 1997).
Eva Anduiza, Anduiza, ¿Individuos o sistemas? Las razones de la abstención en Europa occidental (Madrid: Centro de Investigaciones Sociológicas, 1999).
Eva Anduiza and Agustí Bosch, Comportamiento político y electoral (Barcelona: Editorial Ariel, 2004).
Larry M. Bartels, "Uninformed Votes: Information Effects in Presidential Elections", American Journal of Political Science, 40, 1996, pp. 194-230.
André Blais, To vote or not to vote: the merits and limits of rational choice (Pittsburgh: University of Pittsburgh Press, 2000).
Angus Campbell, Philip E. Converse, Warren E. Miller y Donald E. Stokes, The American voter (Chicago: University of Chicago Press, 1960).
Russell J. Dalton and Hans-Dieter Klingemann, eds., The Oxford handbook of political behavior (Oxford: Oxford University Press, 2007).
Russell J. Dalton and Martin P. Wattenberg, "The not so simple act of voting", in Ada Finifter, ed., Political Science. The state of the discipline II (Washington, D.C.: American Political Science Association, 1993), pp. 193-218.
Anthony Downs, An economic theory of democracy. 1957 (Nueva York: Harper & Row, 1957).
Cees van der Eijk and Mark N. Franklin, Elections and voters (London: Palgrave Macmillan, 2009).
Mark Franklin, Voter turnout and the dynamics of electoral competition in established democracies since 1945 (Cambridge: Cambridge University Press, 2004).
Michael Gallagher and Paul Mitchell, eds., The politics of electoral systems (Oxford: Oxford University Press, 2005). Richard Gunther, José Ramón Montero and Juan J. Linz, eds., Political parties: old concepts and new challenges (Oxford: Oxford University Press, 2002)
Richard Gunther, José Ramón Montero and Joan Botella, Democracy in modern Spain (New Haven: Yale University Press, 2004). Paul F. Lazarsfeld, Bernard Berelson and Hazel Gaudet, The people´s choice: how the voter makes up his mind in a presidential election (Nueva York: Columbia University Press, 3ª ed., 1968 [1944]). José María Maravall and Ignacio Sánchez-Cuenca, eds., Controlling governments: voters, institutions and accountability (Cambridge: Cambridge University Press, 2007)
Adam Przeworski, Susan C. Stokes, and Bertrand Manin, eds., Democracy, Accountability, and Representation (Cambridge: Cambridge University Press, 1999).
Articles on Cyprus, Greece, Malta, Portugal and Spain, plus a comparative introduction by the guest editors, Special Issue on the 2014 European Parliament Elections in Southern Europe, edited by Hermann Schmitt and Eftichia Teperoglou. Jacques Thomassen, ed., The European voter. A comparative study of modern democracies (Oxford: Oxford University Press/ECPR, 2005).
Part II (18 titles maximum)
Bobbio, Norberto (1994, 1995), Direita e Esquerda, Lisboa, Presença.
Flanagan, S. C. (1987), 'Value change in industrial societies', American Political Science Review 81 (4): 1303-19.
Freire, André (2006), "Bringing Social Identities Back In: The Social Anchors of Left-Right Orientation in Western Europe", International Political Science Review, 27 (4), 359-378.
Freire, A. (2008), 'Party polarization and citizens' left-right orientations', Party Politics 14 (2): 189-209.
Freire, André (2015), "Left-Right Ideology as a Dimension of Identification and as a Dimension of Competition", Journal of Political Ideologies, Volume 20, Nº1, pp. 43-68. DOI: http://dx.doi.org/10.1080/13569317.2015.991493
Freire, André, and Ana Belchior (2011), "What left and right means to Portuguese citizens", Comparative European Politics, Vol. 9, Nº 2, pp. 145-167.
Freire, A., Lobo, M. C. and Magalhães, P. (2009), 'The clarity of policy alternatives: left-right and the European Parliament vote in 2004', The Journal of European Integration 31 (5): 665¬-83.
Freire, André, and Kats Kivistik (2013), «Mapping and explaining the use of the left-right divide», Brazilian Political Science Review, Vol. 7, Nº 3, pp. 61-89. http://www.bpsr.org.br/index.php/bpsr/article/view/178
Freire, André, & Kivistik, Kats (2016), «Authoritarian legacies and mass left-right regime support in new democracies: The Baltic States and Southern Europe compared», Comparative European Politics, http://link.springer.com/article/10.1057/cep.2015.25
Freire, André, and Kats Kivistik (2016), «Regime transition, value conflicts and the left-right divide at the mass level: The Baltic States and Southern Europe compared», Communist and Post-Communist Studies, Vol. 49, Nº 4, December (1st online: 5-10-2016; printed version November / December 2016), pp. XX. http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0967067X1630037X
Gunther, R. and Kuan, H. (2007), 'Value cleavages and partisan conflict', in Gunther, R., Montero, J. R. and Puhle, H.-J., Democracy, intermediation, and voting on four continents, Oxford, Oxford University Press, pp. 255-320.
Gunther, R. and Montero, J.R. (2001), 'The anchors of partisanship: a comparative analysis of voting behaviour in four Southern European countries', in P.N. Diamandouros and R. Gunther (eds), Parties, Politics, and Democracy in New Southern Europe, Baltimore: Johns Hopkins University Press, pp. 83-152.
Karvonen, Lauri, and Kuhnle, Stein (eds.) (2001), Party Systems and Voter Alignments Revisited, London, Routledge.
Knutsen, O. and Scarbrough, E. (1995), 'Cleavage politics', in Van Deth, J. W. and Scarbrough, E. (eds), The impact of values, Oxford, Oxford University Press, pp. 492-524.
Kriesi, Hanspeter, et al (2008), West European Politics in the Age of Globalization, Cambridge, Cambridge Universtiy Press.
Sani, Giacomo, e José R. Montero (1986), "El espectro político: izquierda, derecha y centro", in Juan Linz e José R. Montero (orgs.), Crisis y Cambio: Electores y Partidos en la España de los Años Ochenta, Madrid, Centro de Estudios Constitucionales, pp. 155-200.
Schmitt, Hermann, and Freire, André (2012), "Ideological Polarisation: Different Worlds in East and West", in David Sanders, Pedro Magalhães, and Gábor Tóka (editors), Citizens and the European Polity: Mass Attitudes Towards the European and National Polities, Oxford, Oxford University Press, pp.65-87.
Thomassen, J. (ed.) (2005), The European voter: A comparative study of modern democracies, Oxford: Oxford University Press, pp 1-21, 254-66.
Wessels, B. and Schmitt, H. (2008), 'Meaningful choices, political supply, and institutional effectiveness', Electoral Studies 28: 19-30.
West European Politics, Volume 33, Issue 3 - Special Issue on "The Structure of Political Competition in Western Europe".
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Docentes
Filipa Raimundo
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Guya Accornero
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
José Santana Pereira
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Dotar os mestrandos de uma visão mais abrangente e inteligível do quadro político-institucional em que se movem, quer como profissionais qualificados, quer como cidadãos.
Programa
I- Crise económica, austeridade e mudança política na Europa do sul II- Democratização e justiça transicional III- Populismo: conceito e debates
Processo de Avaliação
Avaliação contínua: a) Assiduidade (70% das aulas), participação e exposição oral de um ou mais textos (40%); As apresentações podem ser feitas em português ou inglês. b) Ensaio escrito sobre um dos tópicos do programa, com ênfase na revisão da literatura sugerida (60%).Os ensaios podem ser feitos em português, inglês ou italiano. Nota: a exposição oral e o ensaio escrito devem ser feitos com/para um docente diferente.
Avaliação por exame final (100% da nota final)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
I- Grasso, Maria, Marco Giugni and Hank Johnston. 2015. Austerity and Protest: Popular Contention in Times of Economic Crisis. Oxon: Ashgate. II- Elster, Jon (2004), Closing the Books: Transitional Justice in Historical Perspective, Cambridge: Cambridge University Press. III- Mudde, Cas, and Kaltwasser, C. R. (2017). Populismo - Uma brevíssima introdução. Lisboa: Gradiva.
Bibliografia Opcional
Módulo I Accornero Guya and Pedro Ramos Pinto. 2015. '"Mild Mannered"? Protest and Mobilisation in Portugal under Austerity, 2010-2013'. West European Politics 38 (3): 491-515. Blyth, Mark. 2013. Austerity: the history of a dangerous idea. Oxford: Oxford University Press. Campos Lima, Maria da Paz, and Antonio Martin Artiles. 2014. "Descontentamento na Europa em tempos de austeridade: Da ação coletiva à participação individual no protesto social". Revista Crítica de Ciências Sociais 103: 137-172. Katz, Richard. 2015. 'The People and the Experts in European Party Politics', paper presented at the CES Conference in Paris, July 10. Kriesi, Hanspeter and Takkis Papas. 2015. Populism in the Shadow of the Great Recession, Colchester: ECPR Press. Special issue 'Financial Crisis, Austerity, and Electoral Politics', 2014. Journal of Elections, Public Opinion and Parties 24: 2. Special issue: 'From Indignation to Occupation: A New Wave of Global Mobilization', 2013. Current Sociology 61(4). Tejerina, Benjamín and Ignacia Perugorría (eds.), From Social to Political. New Forms of Mobilization and Democratization. Bilbao: Argitalpen Zerbitzua; Torcal, Mariano. 2014. 'The Decline of Political Trust in Spain and Portugal Economic Performance or Political Responsiveness?', American Behavioral Scientist 58(12): 1542-1567. Torcal, Mariano. 2014. 'The Decline of Political Trust in Spain and Portugal Economic Performance or Political Responsiveness?', American Behavioral Scientist 58(12): 1542-1567.
Módulo II Buckley-Zistel, Susanne et al (ed.) (2014), Transitional Justice Theories, New York: Routledge Coppedge, Michael (2012), Democratization and Research Methods, Cambridge: Cambridge University Press Haerpfer, Christian (2009), Democratization, Oxford: Oxford University Press Huntington, Samuel (1991), The Third Wave of Democratization, Norman OK: The University of Oklahoma Press Kritz, Neil (ed.) (1995), Transitional Justice: how Emerging Democracies Reckon with Former Regimes, Washington D.C.: United States Institute of Peace Press. Linz, Juan and Alfred Stepan (2013), "Democratization Theory and the Arab Spring", Journal of Democracy, 24(2), pp.15-30 Linz, Juan and Stepan, Alfred (1996), Problems of Democratic Transition and Consolidation, Baltimore: Johns Hopkins University press. Mahoney, James and Richard Snyder (1999), "Rethinking agency and structure in the study of regime change", Studies in Comparative Historical Development, 34(3) Schmitter, Phillipe and Nadine Sika (2016), "Democratization in the Middle East and North Africa: A More Ambidextrous Process?", Mediterranean Politics, http://dx.doi.org/10.1080/13629395.2016.1220109 Stan, Lavinia e Nadia Nedelski (2013), The Encyclopedia of Transitional Justice, Cambridge: Cambridge University Press Stan, Lavinia e Nadia Nedelski (2015), Post-Communist Transitional Justice. Lessons from twenty five years of experience, Cambridge: Cambridge University Press
Módulo III Aalberg, T., et al. (2017) (eds.). Populist Political Communication in Europe. London: Routledge. Aslanidis, P. (2016). Is Populism an Ideology? A Refutation and a New Perspective. Politica Studies, 64(1),88-104. Gidron, N. and Bonikowski, B. (2013). Varieties of Populism: Literature Review and Research Agenda. Working Paper Series, Weatherhead Center for International Affairs, Harvard University, No.13-0004. Available at SSRN: https://ssrn.com/abstract=2459387. Krämer, B. (2014). Media Populism: A Conceptual Clarification and Some Theses on its Effects. Communication Theory, 24(1), 42-60. Kriesi, H., and Pappas, T. (2015). European Populism in the Shadow of the Great Recession. Colchester : ECPR Press. Mudde, C., and Kaltwasser, C. R. (2013). Exclusionary vs. Inclusionary Populism: Comparing Contemporary Europe and Latin America. Government and Opposition, 48(2), 147-174. Muller, J.-W. (2017). O que é o populismo? Lisboa: Texto Editores. Rooduijn, M., and Akkerman, T. (2017).Flank attacks. Populism and left-right radicalism in Western Europe. Party Politics, 23(3),193-204.
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Docentes
Ana Lúcia Sá
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Tradicionalmente, no estudo da política criou-se uma separação entre o estudo da política doméstica e o estudo das relações internacionais. O crescimento do comércio internacional, os avanços na tecnologia de comunicação e de transporte, juntamente com o fim da Guerra Fria levou muitos observadores a diagnosticar uma fase sem precedentes de integração global, onde aquela distinção está desfocada. Esta fase é caracterizada por um conjunto de processos capturados no conceito "globalização". Neste quadro, a UC tem como objectivos discutir as problemáticas da governação e da globalização, apresentar as dimensões da globalização e explorar temas da governação global.
Programa
Módulo 1 - Introdução 1..1 Os conceitos de globalização e de governação 1.2 A história da globalização
Módulo 2 - Dimensões da globalização 2.1. Globalização económica: modos de integração e desigualdade 2.2. Globalização política: nacionalismos e Estado-nação 2.3. Globalização cultural: imperialismo cultural e hibridez Módulo 3 - Questões de governança global 3.1. Globalização, sociedade civil global e democracia 3.2. Poderes emergentes, actores regionais e governação global 3.3. Direitos humanos e justiça global 3.4. Conflito e intervenções
Módulo 4 - Lutas ideológicas sobre a globalização 4.1. Reacções políticas à globalização e visões concorrentes
Processo de Avaliação
1. Avaliação contínua: a) Presença e participação activa nas aulas (mínimo de presença em 70% das aulas) - 30% na nota final b) Ensaio (5000 a 5500 palavras) - 70% na nota final O ensaio deverá ser enviado em PDF ou Word para o correio electrónico ana.lucia.sa@iscte-iul.pt até à data acordada na reunião do Conselho de Ano do 1º semestre (1ª época). Detecção de plágio implica a anulação da prova de avaliação. Por cada dia de atraso na entrega do ensaio será descontado 0,5. 2. Exame final
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Beck, Ulrich (2000), What is Globalization?, Cambridge: Polity Press
Held, David and McGrew, Anthony (eds.) (2003), The Global Transformations Reader, Cambridge: Polity Press
Held, David and McGrew, Anthony (2007), Globalization/Anti-Globalization, Cambridge: Polity Press
Martell, Luke (2010), The Sociology of Globalization, Cambridge: Polity Press
Mazower, Mark (2013), Governing the World: The History of an Idea, 1815 to the Present, New York: Penguin
Scholte, Jan Aart (2005), Globalization, A Critical Introduction, Basingstoke: Palgrave Macmillan
Bibliografia Opcional
Módulo 1
Scholte,Jan Aart (2008), "Defining globalization", The World Economy, 31(11): 1471-1502
Weiss, Thomas G. (2014), "Rethinking Global Governance? Complexity, Authority, Power, Change", International Studies Quarterly, 58: 207-215
Módulo 2
2.1. Globalização económica: Modos de integração e desigualdade
Antoniades, Andreas (2013), "Recasting the Power Politics of Debt: structural power, hegemonic stabilisers and change", Third World Quarterly, 34 (2): 214-232
Stephen, Matthew D. (2014), "Rising powers, global capitalism and liberal global governance: A historical materialist account of the BRICs challenge", European Journal of International Relations, 20: 912-938
2.2. Globalização política: nacionalismos e Estado-nação
Kaldor, Mary (2004), "Nationalism and Globalisation", Nations and Nationalism 10(1/2): 161-177
Roudometof, Victor (2014), "Nationalism, globalization and glocalization", Thesis Eleven, 122(1): 18-33
2.3. Globalização cultural: imperialismo cultural e hibridez
Appadurai, Arjun (2000), "Grassroots Globalization and the Research Imagination", Public Culture, 12(1): 1-19
Kraidy, Marwan M. (2002), "Hybridity in Cultural Globalization", Communication Theory, 12(3): 316-339
Módulo 3
3.1. Globalização, sociedade civil global e democracia
Chandhoke, Neera (2005), "How global is global civil society?", Journal of World Systems Research, 11(2): 355-371
Stepan, Alfred and Linz, Juan J. (2013), "Democratization theory and the 'Arab Spring'", Journal of Democracy, 24(2): 15-30
3.2. Rising powers, regional actors and global governance
Gray, Kevin and Murphy, Craig N. (2013), "Introduction: rising powers and the future of global governance", Third World Quarterly, 34(2): 183-193
Kahler, Miles (2013), "Rising powers and global governance: negotiating change in a resilient status quo", International Affairs, 89(3): 711-729
3.3. Direitos humanos e justiça global
Ainley, Kirsten (2015), "The Responsibility to Protect and the International Criminal Court: counteracting the crisis", International Affairs 91(1): 37-54
Chapman, Terrence L. and Chaudoin, Stephen (2013), "Ratification Patterns and the International Criminal Court", International Studies Quarterly, 57: 400-409
3.4. Conflito e intervenções
Keenan, Jeremy (2015), "Postcolonial Imperialism in Africa's Maghreb and Sahel", in Omeje, Kenneth (ed.), The Crises of Postcoloniality in Africa, Dakar: CODESRIA: 143-160
Raeymaekers, Timothy, Menkhaus, Ken and Vlassenroot, Koen (2008), "State and non-state regulation in African protracted crises: governance without government?", Afrika Focus, 21(2): 7-21
Módulo 4 - Lutas ideológicas sobre a globalização
4.1 Reacções políticas à globalização e visões concorrentes
Swank, Duane and Betz, Hans-Georg (2003), "Globalization, the welfare state and right-wing populism in Western Europe", Socio-Economic Review, 1(2): 215-245
Benhabib, Seyla (2014), "Defending a cosmopolitanism without illusions. Reply to my critics", Critical Review of International Social and Political Philosophy, 17(6): 697-715
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Ana Maria Belchior
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
A unidade curricular Desenho da Pesquisa tem como objetivo principal fornecer aos estudantes de nível de mestrado os instrumentos conceptuais e operativos fundamentais para o desenho de um projeto de pesquisa e/ou intervenção em ciências sociais. Tratando-se de uma unidade curricular comum a vários mestrados ela está desenhada para o cumprimento de um objetivo final: apetrechar os estudantes para a elaboração de um projeto próprio.
Programa
1.A pesquisa como produtora de conhecimento: condições, procedimentos. a.A pesquisa empírica teoricamente orientada. b.A pesquisa social como 'problem solving': diagnósticos, avaliações. c.A ética da investigação nos diferentes tipos de pesquisa. 2.Estratégias metodológicas. a.Estratégias metodológicas e objectivos da pesquisa. b.Pesquisa extensiva: grandes inquéritos e bases de dados estatísticos. Exemplos. c.Pesquisa intensiva: estudos de caso, pesquisa de terreno, observação participante, abordagem etnográfica. Exemplos. d.A investigação acção e a intervenção social. Exemplos. e.Pesquisa comparativa: objectivos e problemas da comparação. Exemplos. f.Os 'métodos combinados'. Exemplos. 3.Como desenhar um projecto de pesquisa e/ou intervenção. a.Formulação do problema e definição de objetivos. b.Conceptualização. c.Operacionalização e observação. d.Redação do projeto.
Processo de Avaliação
A avaliação implica por parte dos estudantes as seguintes modalidades de trabalho pessoal: - Participação nas aulas e leitura cuidadosa da bibliografia de trabalho (15%); - Apresentação sintética em aula do seu projeto (20%); - Elaboração de um projeto de pesquisa e/ou intervenção - trabalho escrito final (individual) (65%).
A avaliação desta UC não contempla a realização de exame escrito final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Babbie,Earl,(1989),The Practice of Social Research, Belmont, California Wadsworth Publishing Comp.;Blaikie,N.(2007),Approaches to social enquiry:advancing knowledge,Cambridge,Polity Press;Bryman,Alan(2012)Social Research Methods,Oxford,OUP; Capucha,Luís(2008,Planeamento e Avaliação de Projectos,Guião Prático,Lisboa, DGIDC/ME;Creswell,John W.(2003,Research design: qualitative, quantitative,and mixed methods approaches,Thousand Oaks,Sage;Oyen,Else(1990,Comparative Methodology.Theory and practice in international social research, London, Sage; Della Porta, Donatella e M. Keating(eds.)(2008)Approaches and Methodologies in the Social Sciences.A Pluralist Perspective,Cambridge,Cambridge University Press;Ragin, Charles (1994), Constructing Social Research.The Unity and Diversity of Method, Thousand Oaks,Pine Forge; Silverman, David (ed.)(2011)Qualitative Research, London, Sage; King,G.,Keohane, R,Verba, S.(1994),Designing Social Inquiry, Princeton,Princeton University Press;
Bibliografia Opcional
Aguilar, Maria José e & Ander-Egg, Ezequiel, (1995) Avaliação de serviço e programas sociais. 2ª ed. Petrópolis, Vozes. Beckett, Chris (2010), Assessment and intervention in social work, Sage Publications, London. Blanchet, A. et. al., (1985), L'entretien dans les Sciences Sociales, Paris, Dunod. Booth, Wayne C., Gregory G. Colomb e Joseph M. Williams (2003), The Craft of Research, Chicago, The University of Chicago Press. Bourdieu, Pierre. (1997), "Compreender" in Bourdieu, Pierre (Org.). A miséria do mundo. Petrópolis: Vozes, p. 693-713. Brady, Henry E. and David Collier (2004), Rethinking Social Inquiry: Diverse Tools Shared Standards, Lanham, Rowman & Littlefield Publishers. Brannen, Julia (2005), Mixed methods research: a discussion paper, Economic & Social Research Council, National Centre for Research Methods. URL: http://eprints.ncrm.ac.uk/89/1/MethodsReviewPaperNCRM-005.pdf Bryman Alan (2007), "Barriers to integrating quantitative and qualitative research" Journal of Mixed Methods Research, 1, pp.8-22. Burgess, Robert, (2001) A pesquisa de terreno, Oeiras, Celta Editora Capucha, Luís e Paulo Pedroso (1996) (orgs.), Sociologia Problemas e Práticas, nº 22 (Número especial sobre metodologias de avaliação). Carvalho, Helena (2004), Análise Multivariada de Dados Qualitativos, Lisboa, Sílabo. Comissão Europeia (1993), Gestão do ciclo de projecto: abordagem integrada e quadro lógico, Métodos e instrumentos para a gestão do ciclo de projecto, n.º 1, Luxemburgo. Costa, António Firmino da (1986), "Pesquisa de terreno em sociologia" in, J.Madureira Pinto e A. S. Silva (orgs.), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Edições Afrontamento. Dogan, Mattei, e Dominique Pelassy (1990, 1984), How to Compare Nations. Strategies in Comparative Politics, New Jersey, Chatham House Publishers. European Institute of Public Administration (2004), Improving an organization through self-assessment? common assessment framework, Maastricht, European Institute of Public Administration Evera, Stephen van (1997), Guide to Methods of Students of Political Science, Ithaca, Cornell University Press. Field, Andy (2005), Discovering Statistics Using SPSS, London Sage Publications. Gauthier, Benoît (2003), Investigação Social: da problemática à colheita de dados, Loures, Ed Lusociência. Ghiglione, Rodolphe e Benjamin Matalon (1992) O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora.; Giddens, Anthony (2004),"Métodos de Investigação em Sociologia", em Sociologia (4ª edição, revista e actualizada), Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, pp. 2-19; pp. 641-663. Jensen, Klaus B. (Org.) (2012) A Handbook of Media and Communication Research. Londres e Nova Iorque: Routledge, 2ª Edição. Kaufmann, Jean-Claude, (1996), L'entretien compréhensif, Paris, Nathan. Landman, Todd (2003), Issues and Methods in Comparative Politics. An Introduction, Londres, Routledge. Maxwell,Joseph A. (2008) Qualitative Research Design: an Interactive Approach, Thousand Oaks, Sage; McLaughlin, Hugh (2007), Understanding social work research, London, Sage. Pais, José Machado (2003 [2001]) Ganchos, Tachos e Biscates. Jovens,Trabalho e Futuro, Porto, Âmbar Peters, Guy B. (1998), Comparative Politics. Theory and Methods, New York, New York University Press. Quivy, R.,L. Champenhoud,(2003), Manual de Investigação em Ciências Sociais, Lisboa, Gradiva. Ragin, Charles C. (1987) The Comparative Method: Moving Beyond Qualitative and Quantitative Strategies, Berkeley/Los Angeles/London, University of California Press. Sartori, G. e Leonardo Morlino (1991) La Comparación en las Ciencias Sociales, Madrid, Alianza Editorial Schiefer, Ulrich, et al. (2007), Método aplicado de planeamento e Avaliação. Manual de Planeamento e Avaliação de Projectos. Estoril. Editora Principia. Scott, J. (1990) A Matter of Record: Documentary Sources in Social Research, Cambridge, Polity Press. Shaw, Ian; Gould Nick (2001) Qualitative Research in Social Work, 2nd edition London, Sage Publications. Silva, Augusto Santos e J. Madureira Pinto, (1986) (Org), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Edições Afrontamento; Thompson, Neil (2009) Understanding social work, 3rd ed. Basingstoke, Palgrave Macmillan. Turner, Francis J. (2005). Social Work Diagnosis in Contemporary Practice. New York , Oxford. University Press. Turner, Jonathan (2005) "A new approach for theoretically integrating micro and macro analysis", in Craig Calhoun, C. Rojek,B. Turner (Ed.) , The Sage Handbook of Sociology, London, Sage Publications Whyte, William Foote (ed.) (1991), Participatory Action Research, Sage. Wilson, Kate e al.). (2008), Social Work. An introduction to contemporary practice. Harlow, Pearson Longman, (p. 235-295).
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Docentes
Luís Francisco de Carvalho
Departamento de Economia Política
Objectivos
1. Conhecer os principais debates teóricos no pensamento económico sobre a intervenção do Estado na economia
2. Compreender as principais questões e tendências das políticas públicas
Programa
1. Introdução: o Estado e a economia
2. Perspectivas clássicas 2.1 Autores contratualistas 2.2 Economia política clássica: de Smith a Marx
3. Perspectivas modernas 3.1 Escolas neoclássica e austríaca 3.2 Keynes e keynesianismo 3.3 Institucionalismos: velho e novo 3.4 Economia do bem-estar 3.5 Teoria da escolha pública
4. Debates contemporâneos 4.1 O Estado e o desenvolvimento económico 4.2 Motivações, incentivos e políticas públicas 4.3 Políticas públicas em contexto de crise
Processo de Avaliação
O processo de avaliação consiste na elaboração de uma recensão crítica realizada individualmente (50%) e de um teste escrito (50%; nota mínima: 8 valores).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Pereira, P.; Afonso, A.; Arcanjo, M. e Santos, J. (2005). Economia e Finanças Públicas, Escolar Editora: Lisboa [Caps. 1, 2 e 3]
Wolff, Jonathan (1996). Introdução à Filosofia Política, Gradiva: Lisboa, Cap.1 (Texto 1)
Backhouse, Roger (2002). The Penguin History of Economics, Penguin Books: London, Caps. 6 e 7 (Texto 2)
Wolff, Jonathan (1996). Introdução à Filosofia Política, Gradiva: Lisboa, Cap.4 (Texto 3)
Bibliografia Opcional
Bromley, Daniel W. (2006). Sufficient Reason. Volitional Pragmatism and the Meaning of Economic Institutions, Princeton University Press: Princeton e Oxford, Caps. 3, 4 e 5 (Texto 4)
Hayek, F. A. (1960). The Constitution of Liberty, Routledge: London, Caps.1-6 e 9 (Texto 5)
Chang, Ha-Joon (2002). "Breaking the mould: an institutionalist political economy alternative to the neoliberal theory of the market and the state", Cambridge Journal of Economics, 26: 539-559 (Texto 6)
Kapp. K. William (1968). "In Defense of Institutional Economics", Swedish Journal of Economics: 1-18 (Texto 7)
Anderson, Elizabeth (1990). "The Ethical Limitations of the Market", Economics and Philosophy, 6: 179-205 (Texto 8)
Hardin, Garret (1968). "The Tragedy of the Commons", Science, 162:1243-1248 (Texto 9)
Arrow, Kenneth J. (1963). "Uncertainty and the welfare economics of medical care", The American Economic Review 53(5): 941-973 (Texto 10)
Keynes, J. Maynard (1967). The General Theory of Employment, Interest and Money, MacMillan: London, Caps. 12, 13 e 24 (Texto 11)
Konzelmann, Suzanne (2014). "The political economics of austerity", Cambridge Journal of Economics, 38: 701-741 (Texto 12)
Dow, Sheila (2012). "Different Approaches to the Financial Crisis", Economic Thought, 1: 80-93 (Texto 13)
Olson, Mancur 1998 (1965). A Lógica da Acção Colectiva. Bens Públicos e Teoria dos Grupos, Celta Editora: Oeiras Caps. 1 e 2 (Texto 14)
Buchanan, J. M. (2004). "Public choice: the origins and development of a research program", In: Richard M. Ebeling, dir., "Economic Theories and Controversies", Hillsdale: Hillsdale College Press, Champions of freedom Vol 31: 13-32 (Texto 15)
Coase, R. H. (2013). "The problem of social cost", The Journal of Law and Economics, 56(4): 837-877. (Texto 16)
Orchard, L., e Stretton, H. (1997). "Public choice", Cambridge Journal of Economics, 21(3): 409-430. (Texto 17)
Fehr, Ernst e Falk, Armin (2002), "Psychological Foundations of Incentives", mimeo, May (Texto 18)
Frohlich, Norman e Oppenheimer, Joe (2003), "Optimal Policies and Socially Oriented Behavior: Some Problematic Effects of an Incentive Compatible Device", Public Choice, 117(3-4): 273-293 (Texto 19)
Gneezy e Rustichini (2000), "A Fine is a Price", Journal of Legal Studies, 29(1): 1-18 (Texto 20)
Kahan, D. M. (2003). "The logic of reciprocity: Trust, collective action, and law". Michigan Law Review, 102(1): 71-103. (Texto 21)
Gneezy, U., & Rustichini, A. (2000). "Pay enough or don't pay at all". The Quarterly Journal of Economics, 115(3): 791-810. (Texto 22)
Rodrigues, J. (2009). "Onde pára o mercado? Movimentos e contramovimentos nas políticas públicas", In: Carmo, R. e Rodrigues, J., coord., Onde Pára o Estado? Políticas Públicas em Tempos de Crise, Lisboa: Edições Nelson de Matos (Texto 23)
Stiglitz, J. (2016) The Euro and its Threat to the Future of Europe, London: Allen Lane [Capítulos 7 e 8] (Texto 24)
Lapavistas, C. et al (2012) Crisis in the Eurozone, London: Verso Books [Parte I] (Texto 25) Fine, B. (2001) "Neither the Washington nor the post-Washington consensus: an introduction", In: Fine, B. et al, eds., Development policy in the 21st century: beyond the post-Washington consensus. London: Routledge. (Texto 26)
Gore, Charles (2000) "The Rise and Fall of the Washington Consensus", World Development, 28(5):789-804. (Texto 27)
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Docentes
Ana Espírito-Santo
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
José Santana Pereira
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Esta UC pretende dar uma perspectiva avançada sobre as eleições, os sistemas eleitorais e os partidos políticos enquanto elementos centrais dos sistemas políticos democráticos e elementos de primordial importância na estruturação e corporização das ligações entre eleitores e representantes no processo de representação política.
Programa
I- Representação política. 1.1 Tipos de representação. 1.2 Como medir a representação política? II- Sistemas eleitorais e representação política 2.1 As grandes famílias de sistemas eleitorais. 2.2 Sistemas eleitorais, modelos de democracia e influência dos eleitores sobre o processo político. 2.3 Os sistemas eleitorais e a qualidade da representação política. III- Partidos políticos e representação política 3.1 Tipos de partidos desde a II Guerra mundial na perspectiva da representação política. 3.2 Crise dos partidos: indicadores; causas internas e externas da crise dos partidos.
Processo de Avaliação
a) Assiduidade e participação nas aulas (assiduidade mínima exigida: 70% das aulas) - ponderação de 15% para a média final; b) Assiduidade e participação nas conferências do Doutoramento em Ciência Política - 10%; b) Apresentação oral de um texto na aula - 25%; c) Elaboração de um ensaio escrito onde os estudantes deverão procurar estruturar um projeto de investigação, com especial ênfase para a revisão da literatura - 50%. OU Exame
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Aurélio, Diogo Pires (organizador) (2009), Representação Política - Textos Clássicos, Lisboa, Livros Horizonte. Belchior, Ana Maria (2010), Democracia e Representação Partidária: A Elite Parlamentar e os Cidadãos, Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais - ICS. Freire, André (editor) (2011), Eleições e Sistemas Eleitorais no século XX Português: Um Balanço Histórico e Comparativo, Lisboa, Colibri. Freire, André (organizador) (2015), O Futuro da Representação Política Democrática, Lisboa, Nova Vega. Gunther, Richard, & Larry Diamond (2003), «Species of Political Parties. A New Typology», Party Politics, Vol. 9, Nº 2, pp. 167-199. Martins, Manuel Meirinho (2008), Representação Política. Eleições e Sistemas Eleitorais - Uma Introdução, Lisboa, ISCSP-UTL. Mair, Peter (2014), On Parties, Party Systems and Democracy - Selected Writings of Peter Mair, Londres, ECPR. Powell, G. Bingham Jr. (2000), Elections as Instruments of Democracy, New Haven e Londres: Yale University Press
Bibliografia Opcional
Partes I e II
Mandatory readings:
I - Representação política: conceitos fundamentais, operacionalização e principais resultados Texto 1: Valen, H., & Narud, H. M. (2007), 'The conditional party mandate: A model for the study of mass and elite opinion patterns', European Journal of Political Research 46 (3): 293-318. Texto 2: Thomassen, J., & Andeweg, R. B. (2004), 'Beyond collective representation: Individual members of parliament and interest representation in the Netherlands', The Journal of Legislative Studies 10 (4): 47-69. Texto 3: Dalton, Russell J. (1985), «Political parties and political representation. Party supporters and party elites in nine nations», in Comparative Political Studies, 18, nº3, pp. 267-299. Texto 4: Mansbridge, Jane (2003), «Rethinking Representation», American Political Science Review 97(4): 515-28.
II - Sistemas eleitorais e representação política
Texto 5: Powell, G. Bingham Jr. (2000), Elections as Instruments of Democracy, New Haven e Londres: Yale University Press, (Capítulos 7 e 8 - pp. 159-200). Texto 6: Freire, André & Ana Belchior (2013), ""Ideological Representation in Portugal: MPs-Electors Linkages in Terms of Left-Right Placement and Substantive Meaning", Journal of Legislative Studies, 19, No.1 (March 2013). Online version available in December 2012: http://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/13572334.2013.736784 Texto 7: Audrey, André, André Freire & Zsófia Papp (2014), "Electoral rules and Legislators' Personal Vote-Seeking", in Kris Deschouwer & Sam Depaw (editors), Representing the people. A survey among members of statewide and substate parliaments, Oxford University Press, pp. 87-109. Texto 8: Leimbruger. Philipe, Dominique Hangartner & Lucas Leeman (2010), «Comparing Candidates and Citizens in the Ideological Space», Swiss Political Science Review, Volume 16 (3), pp. 499-531.
Parte III
III - Partidos políticos e representação política Texto 9: Katz, Richard S., & Peter Mair (1995), "Changing Models of Party Organization and Party Democracy", Party Politics, 1: 1, pp. 5-28. Texto 10: Rose, Richard (2014), "Responsible Party Government in a World of Interdependence", West European Politics, 37:2, pp. 253-269. Texto 11: Mair, Peter (2003), "Os partidos e a democracia", Análise Social, XXXVIII:167, 277-293. Texto 12: Schmitter, Philippe (2001), "Parties are not what they once were", in Larry Diamond e Richard Gunther (orgs.), Political Parties and Democracy, pp. 67-89.
Complementary readings:
I - Representação política: conceitos fundamentais, operacionalização e principais resultados (18 títulos) Achen, Christopher H. (1978), «Measuring representation», American Journal of Political Science, 22, nº3, pp. 475-510. APSA - American Political Science Association (1950), «Toward a More Responsible Two-Party System», American Political Science Review, 22, pp. 475-510. Catroga, Fernando, & P. Tavares de Almeida (orgs.) (2010), Respublica: Cidadania e Representação Política em Portugal, 1820-1926, Lisboa, Assembleia da República - Coleção Parlamento. Converse, P. & Pierce, R. (1986), Political representation in France, Cambridge, MA: The Belknap Press of Harvard University Press. Faria, Alessandra Maia Terra de (2010), On the Social and the Political: Theories of Political Representation Beyond the universal suffrage, Londres, LAP Lambert Academic Publishing. Freire, A., & Viegas, J. M. L. (ed.) (2009), Representação Política: O Caso Português em Perspetiva Comparada, Lisboa: Sextante. Freire, André, Marco Lisi & José Manuel Leite Viegas (organizadores) (2015a), Crise Económica, Políticas de Austeridade e Representação Política, Lisboa, Assembleia da República, Coleção Parlamento. Freire, André, Marco Lisi & José Manuel Leite Viegas (organizadores) (2015b), Representação e Participação Política na Europa em Crise, Lisboa, Assembleia da República, Coleção Parlamento. Freire, André, Marco Lisi, Ioannis Andreadis & José Manuel Leite Viegas (2014), Special Issue "Political Representation in times of Bailout: Evidence from Portugal and Greece", South European Society and Politics, Vol. 19, nº 4, pp. 413-559 (6 artigos mais uma introdução dos organizadores). http://www.tandfonline.com/toc/fses20/19/4#.VLO08fl_slI McDonald, M. & Budge, I. (2005) Election, Parties, Democracy, Oxford e Nova Iorque: Oxford University Press. Esaiasson, Peter, e Holmberg, Sören (1996), Representation from Above. Members of Parliament and Representative Democracy in Sweden, Aldershot, Dartmouth. Laver, Michael (ed.) (2001), Estimating the Policy Position of Political Actors, London, Routledge. Manin, Bernard (1995), Principes du Gouvernement Représentatif, Mesnil-sur-l'Estrée, Éditions Calmann-Lévy. Miller, Warren, e Stokes, Donald (1963), «Constituency influence in Congress», in American Science Review, 57, nº1, pp. 45-56. Pitkin, Hanna F. (1967), The Concept of Representation, Berkley, Los Angeles e Londres, University of California Press. Powell, G. B. jr. (2004), 'Political representation in comparative politics', Annual Review of Political Science 7: 273-96. Roper, Brian S. (2013), The History of Democracy - A Marxist Interpretation, Londres, Pluto Press. Rosanvallon, Pierre (2006), La Contre-Démocratie. La Politique à L'Age de la Défiance, Paris, Éditions du Seuil. Rosema, Martin, Bas Denters & Kees Aarts (eds.) (2010), How Democracy Works: Political Representation and Policy Congruence in Modern Societies, Chicago, Chicago University Press. Urbinati, Nadia (2006), Representative Democracy. Principles and Genealogy, Chicago, University of Chicago Press.
II - Sistemas eleitorais e representação política (15 títulos) Belchior, Ana (2013), "Explaining Left-Right Party Congruence Across European Party Systems A Test of Micro-, Meso-, and Macro-Level Models", Comparative Political Studies, 46 (3), 352-386. Carey, John M. & Matthew S. Shugart (1995) 'Incentives to Cultivate a Personal Vote: a Rank Ordering of Electoral Formulas', Electoral Studies, 14: 4, 417-39. Costa, Olivier, André Freire & Jean-Benoit Pilet (2012), Symposium "Political representation in Belgium, France, and Portugal: MPs and their constituents in very different political systems", organizado para a Revista Representation - Journal of Representative Democracy, Volume 48 (4), pp. 351-418. (4 artigos mais introdução dos organizadores) http://www.tandfonline.com/toc/rrep20/48/4#.UeKDII1JPpU Downs, Anthony (1957), An economic theory of democracy, New York, Harper & Row. Freire, André & Manuel Meirinho (2010), número especial «Sistema eleitoral e qualidade da democracia», Eleições, 12, DGAI-MAI (ex-STAPE), pp. 1-144. Gallagher, M., & Mitchell, P. (eds.) (2008), The Politics of Electoral Systems, Oxford University Press. Golder, Matt, & Stramski, Jacek (2010), "Ideological congruence and electoral institutions: conceptualization and measurement", American Journal of Political Science, 54, pp. 90-106. Huber, John D., & G. Bingham Powell, Jr. (1994), "Congruence Between Citizens and Policymakers in Two Visions of Liberal Democracy", World Politics, 46 (3), pp. 291-326. Iversen, T. (1994), «Political Leadership and Representation in West European Democracies: a Test of Three Models of Voting», American Political Science Review, 38: 1, pp. 419-441. Karvonen, Lauri (2004), "Preferential Voting: Incidence and Effects", International Political Science Review, Vol. 25, 2, pp. 203-226. Lijphart, A. (2012), Patterns of Democracy: Government Forms and Performance in Thirty-Six Countries, Yale, Yale U. Press, 2012. Miller, Warren et al. (eds.) (1999), Policy Representation in Western Democracies, Oxford e Nova Iorque, Oxford University Press. Pereira, Paulo Trigo, & Silva, João Andrade (2009), "Citizens' freedom to choose representatives: ballot structure, proportionality and fragmented parliaments", Electoral Studies, 28, pp. 101-110. Rabinowitz, G., & S. Macdonald (1989), «A Directional Theory of Issue Voting», American Political Science Review, 83: 1, pp. 93-121. Wessels, Bernhard (2007), "Political representation and democracy" in Dalton, Russell J., and Klingemann, Hans-Dieter (eds.), The Oxford Handbook of Political Behavior, Oxford, Oxford University Press, pp. 833-850.
III - Partidos políticos e representação política (20 títulos) Alonso, Sonia, Keane, John, & Merkel, Wolfgang (organizadores) (2011), The Future of Representative Democracy, Cambridge, Cambridge University Press. Bermeo, Nancy, & Bartels, Larry M. (organizadores) (2014) Mass Politics in Tough Times: Opinions, Votes, and Protest in the Great Recession, Oxford University Press, Oxford. Dalton, Russel J., & Martin P. Wattenberg (orgs.) (2000), Parties Without Partisans. Political Change in Advanced Industrial Democracies, Oxford, Oxford University Press. Della Porta, D., & Diani, M. (2006), Social Movements. An Introduction, Londres, Blackwell. Duverger, Maurice (1951), Les Partis Politiques, Paris: Libraire Armand Colin. Crouch, Colin (2004), Post-Democracy, London, Polity Press. Hermet, Guy, Julien T. Hottinger & Daniel-L. Seiler(orgs.),(1998), Les Partis Politiques en Europe de l'Ouest, Paris,Economica. Jalali, Carlos (2007), Partidos e Democracia em Portugal 1974-2005, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais. Katz, Richard S., e William Crotty (orgs.) (2006), Handbook of Party Politics, Londres, Sage. Lisi, Marco (2011), Os Partidos Políticos Em Portugal: Continuidade e Transformação, Coimbra, Almedina. Lopes, F. Farelo (2004), Os Partidos Políticos. Modelos e Realidades na Europa Ocidental e em Portugal, Oeiras, Celta. Lopes, F. Farelo, & Freire, A. (2002); Partidos Políticos e Sistemas Eleitorais. Uma Introdução, Oeiras, Celta. Mair, Peter (1997), «Party Systems and Structures of Competition», Party System Change,. Approaches and Interpretations, Oxford, Oxford University Press, pp. 199-224. Mair, Peter (2013), Ruling the Void. The Hollowing of Western Democracy, Londres, Verso Editions. Mair, Peter, & Cas Mudde, «The Party Family and Its Study«, Annual Review of Political Science, 1998,1,pp.211-229. Sartori, G. (1976, 1990), "A typology of party systems", in P. Mair (1990), The West European Party System, Oxford, OUP, pp. 316-350. Schmitter, Philipe, & Trechsel, Alexander H. (editors) (2004), The Future of Democracy in Europe - Trends, Analyses and Reforms, Strasbourg, Council of Europe Publishing. Stock, M. José (org.) (2005), Velhos e Novos Actores Políticos. Partidos e Movimentos Sociais, Lisboa, Universidade Aberta. Teixeira, M. C. Pequito (2009), O Povo Semi Soberano. Partidos Políticos e Recrutamento Parlamentar em Portugal (1990-2003), Coimbra, Almedina. Ware, Alan (1997), Political Parties and Party Systems, Oxford, Oxford University Press.
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Gabriele de Angelis
Departamento de Economia Política
Objectivos
Esta disciplina visa facultar uma formação básica de economia e políticas europeias. Visa também identificar os respetivos impactes e articulações com as políticas nacionais. Visa ainda facultar instrumentos de análise da situação atual da UE e suas relações com a situação de Portugal.
Programa
1. A Agenda europeia: da fundação à atualidade 2. Teoria da integração 3. União Económica e Monetária e governação 4. Políticas de C&T e de inovação 5. Coesão Regional, PAC e orçamento comunitário 6. Políticas sociais 7. As encruzilhadas da construção europeia
Processo de Avaliação
A avaliação do desempenho inclui os seguintes elementos: Um teste intercalar (50%) e um teste final (50%). Nota mínima de 8,0 em cada. Ou um exame final com 2 épocas. A participação nos debates nas aulas. Assiduidade mínima exigida para obter aprovação na disciplina: 80% das aulas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Artis, M. e Nixson, F. (orgs.) (2007), The Economics of the European Union - Policy and Analysis, 4ª edição, Oxford, Oxford University Press. Marques, A. (2006), A Economia da União Europeia, Coimbra, Almedina. Marlier, E. e Natali, D. (orgs.) com Van Dam, R. (2010), Europe 2020 - Towards a More Social EU?, Bruxelas, P.I.E. Peter Lang S.A. Porto, M.C.L. (2017), Teoria da Integração e Políticas da União Europeia - Face aos desafios da globalização, 5ª edição, Coimbra, Almedina. Rodrigues, M. J. (2009) (org.), Europe, Globalization and the Lisbon Agenda, Cheltenham, Edward Elgar. Wallace, H., Pollack, M.A., Young, A.R. (orgs.) (2014), Policy Making in the European Union, 7ª edição, Oxford, Oxford University Press.
Bibliografia Opcional
El-Agraa, A.M. (org.) (2011), The European Union - Economics and Policies, Cambridge, Cambridge University Press, 9ª edição. Baldwin, R. e Wyplosz, C. (2015), The Economics of European Integration, 5ª edição, Berkshire, UK, McGraw-Hill. Morel, N., Palier, B. e Palme, J. (orgs.) (2012), Towards a Social Investment Welfare State?, Bristol, The Policy Press. Nello, S.S. (2011), The European Union - Economics, Policies & History, Berkshire, UK, McGraw-Hill, 3ª edição. Rodrigues, M. J. (org.) (2002), The New Knowledge Economy in Europe - A Strategy for International Competitiveness and Social Cohesion, com a colaboração de R. Boyer, M. Castells, G. Esping-Andersen, R. Lindley, B.Å. Lundvall, L. Soete, M. Telò e M. Tomlinson, Cheltenham, Edward Elgar (edição portuguesa: Para uma Europa da Inovação e do Conhecimento, Celta Editora, 2000). Rocha, I. (2013), Tratados da União Europeia - Versão consolidada, 2ª edição, Porto, Porto Editora. Rodrigues, M.J. (2012), Mapping Future Scenarios for the Eurozone, Lisboa, Fundação Friedrich Ebert. Telò, M. (2009), The European Union and Global Governance, Londres, Routledge. Wiener, A. e Diez, T. (eds.) (2009), European Integration Theory, 2ª edição, Oxford University Press, Oxford.
DOCUMENTOS OFICIAIS DA UE Council of the European Union (2010a), Brussels European Council - Presidency Conclusions, Bruxelas, 25-26 de Março. Council of the European Union (2010b), Brussels European Council - Presidency Conclusions, Bruxelas, 17 de Junho. EC (2010), EUROPE 2020 - A European strategy for smart, sustainable and inclusive growth, Communication from the Commission, COM(2010) 2020, Bruxelas, 3 de Março. EC (2010), EUROPE 2020 - Integrated guidelines for the economic and employment policies of the Member States, Recommendation from the Commission, COM(2010) 488 final, Bruxelas, 27 de Abril. EC (2010), EUROPE 2020 - Europe 2020 Flagship Initiative - Innovation Union, Communication from the Commission, COM(2010) 546 final, Bruxelas, 6 de Outubro. EC (2010), An Integrated Industrial Policy for the Globalisation Era - Putting Competitiveness and Sustainability at the Centre Stage, Communication from the Commission, COM(2010) 614 final, Bruxelas, 28 de Outubro. EC (2010), An Agenda for new skills and jobs: A European contribution towards full employment, Communication from the Commission, COM(2010) 682 final/2, Estrasburgo, 26 de Novembro. EC (2010), Youth on the Move - An initiative to unleash the potential of young people to achieve smart, sustainable and inclusive growth in the European Union, Communication from the Commission, COM(2010) 477 final, Bruxelas, 15 de Setembro. EC (2010), A Digital Agenda for Europe, Communication from the Commission, COM(2010) 245, Bruxelas, 19 de Maio. EC (2010), Energy 2020 - A strategy for competitive, sustainable and secure energy, Communication from the Commission, COM(2010) 639 final, Bruxelas, 10 de Novembro. EC (2010), The European Platform against Poverty and Social Exclusion: A European framework for social and territorial cohesion, Communication from the Commission, COM(2010) 758 final, Bruxelas, 16 de Dezembro.
LINKS European Commission: http://ec.europa.eu/ Europa 2020: http://ec.europa.eu/eu2020/
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Docentes
Rogério Amaro
Departamento de Economia Política
Objectivos
1. Compreensão das principais teorias e paradigmas do desenvolvimento e das suas trajectórias históricas. 2. Conhecimento dos debates mais relevantes no domínio das políticas de desenvolvimento. 3. Criação de capacidades de análise e prospectiva dos grandes desafios de desenvolvimento contemporêneas, nas escalas local, nacional e, macro-regional e global. 4. Relacionar práticas e experiências de desenvolvimento de diferentes contextos históricos e geográficos.
Programa
1. A 'pré-história' do desenvolvimento: a emergência da modernidade ocidental; as práticas e as ideias.
2. A formação da problemática do desenvolvimento no contexto pós-II Guerra Mundial.
3. Estruturalismo e Modernização.
4. Teorias da dependência e do sistema-mundo.
5. Basic needs e redistribuição.
6. A crítica (neo)liberal e o Washington Consensus.
7. Desenvolvimento sustentável.
8. Desenvolvimento humano.
9. O Post-Washington Consensus.
10. Dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio aos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.
11. O Pós-Desenvolvimento.
12. Desenvolvimento, Globalização e Crise(s).
Processo de Avaliação
Teste escrito individual (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Arndt, H.W. (1987), Economic Development: The History of an Idea, Chicago: The University of Chicago Press. Birdsall, Nancy e Francis Fukuyama (2011), New Ideas on Development after the Financial Crisis, Baltimore: Johns Hopkins University Press. Currie-Alder, B., R. Kanbur, D. M. Malone and R. Medhora (eds.) (2014), International Development: Ideas, Experience and Prospects, Oxford: Oxford University Press. Desai, Vandana e Robert Potter (ed.) (2007), The Companion to Development Studies, London: Routledge. Goldin, Ian e Kenneth Reinert (2012), Globalization for Development: Meeting New Challenges, Oxford: Oxford University Press. Peet, Richard and Elaine Hartwick (2015), Theories of Development: Contentions, Arguments, Alternatives, Third Edition, New York: Guilford Press. Rist, Gilbert (2008),The History of Development: From Western Origins to Global Faith, 3rd edition, London: Zed Books. Sen, Amartya (1999). Development as Freedom. Oxford: Oxford University Press.
Bibliografia Opcional
Amaro, Rogério Roque (2003), 'Desenvolvimento - um conceito ultrapassado ou em renovação? Da teoria à prática e da prática à teoria', Cadernos de Estudos Africanos, 4: 35-70. Babb, Sarah (2013), 'The Washington Consensus as transnational policy paradigm: Its origins, trajectory and likely successor', Review of International Political Economy, 20 (2): 268-297. Bremmer, Ian (2009), "State Capitalism Comes of Age: The End of the Free Market?", Foreign Affairs, 88 (3): 40-55. Chang, Ha-Joon (2003), Globalisation, Economic Development and the Role of the State, London and New York: Zed Books. Cypher, James M. e James L. Dietz (2004), The Process of Economic Development, 2nd edition, London and New York: Routledge. Estêvão, João (2004), "Desenvolvimento Económico e Mudança Institucional: O Papel do Estado", Working Paper WP 08/2004, Departamento de Economia, ISEG-UTL, Lisboa. Evans, Peter (1995), Embedded Autonomy: States and Industrial Transformation, Princeton: Princeton University Press. Gore, Charles (2000), "The Rise and Fall of the Washington Consensus as a Paradigm for Developing Countries, World Development, 28 (5): 789-804. Lin, Justin Yifu (2012), New Structural Economics: A Framework for Rethinking Development and Policy, Washington DC: The World Bank. Mamede, Ricardo Paes (2009), "Os desafios do desenvolvimento e o papel das políticas públicas", In Renato Miguel Carmo e João Rodrigues (coord.), Onde pára o Estado? Políticas públicas em tempos de crise, Lisboa: Edições Nelson de Matos, pp.173-197. Moreira, Sandrina e Nuno Crespo (2012), "Economia do Desenvolvimento: das abordagens tradicionais aos novos conceitos de desenvolvimento", Revista de Economia, 38(2): 25-50. Payne, Anthony and Nicola Phillips (2010), Development, Cambridge: Polity Press. Rodrik, Dani (2007), One Economics, Many Recipes: Globalization, Institutions, and Economic Growth, Princeton: Princeton University Press. Rodrik, Dani (2011), The Globalization Paradox: Why Global Markets, States, and Democracy Can't Coexist, Oxford: Oxford University Press. Simon, David (ed.) (2006), Fifty Key Thinkers on Development, London: Routledge So, Alvin Y. (1990), Social Change and Development: Modernization, Dependency and World-Systems Theory, London: Sage. Stiglitz, Joseph (1998), 'More Instruments and Broader Goals: Moving Towards the Post-Washington Consensus', Wider Annual Lectures 2, WIDER-UNU, Helsínquia. Stiglitz, Joseph (2010), Freefall: Free Markets and the Sinking of the Global Economy, London: Allen Lane. Wade, Robert (1990), Governing the Market: Economic Theory and the Role of Government in East Asian Industrialization, Princeton: Princeton University Press. Willis, Katie (2011), Theories and Practices of Development, Second edition, London and New York: Routledge .
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Paulo Marques
Departamento de Economia Política
Objectivos
A UC "Debates em Economia e Políticas Públicas" foi concebida para reforçar a ligação entre a teoria e a prática das políticas públicas. O objetivo fundamental é o de transmitir aos alunos o testemunho de policy-makers e especialistas em áreas diferenciadas das políticas públicas, enriquecendo assim articulação teórico-prática do Curso e, paralelamente, permitir aos alunos identificar problemas de investigação socialmente pertinentes.
Programa
1. Política económica europeia 2. Política de coesão europeia 3. Política industrial 4. Política de ciência e tecnologia 5. Política territorial 6. Política de emprego 7. Política social 8. Política para a sustentabilidade ambiental
Processo de Avaliação
- Cada aluno deve redigir 6 relatórios (max. 1.500 palavras, cada). Cada relatório deverá: identificar as temáticas abordadas pelo conferencista convidado; proceder a uma síntese crítica; e enunciar 1 questão de investigação e relacioná-la com bibliografia académica. - Os alunos devem formular questões aos conferencistas. - Na nota final, a formulação de questões terá um peso de 25% e os memorandos serão ponderados em 12,5% cada um. - Não está prevista a avaliação por exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Considerando a natureza da unidade curricular que se baseia em seminários com conferencistas convidados, a lista de referencias bibliográficas não é rígida. Anualmente, com base nas políticas públicas concretas abordadas nos seminários, será fornecida bibliografia aos alunos. Em baixo refere-se alguma bibliografia que serve de exemplo.
Daly, M. (2012) 'Paradigms in EU Social Policy: A Critical Account of Europe 2020', Transfer, 18(3): 273-284.
Kaufmann, A. and Wagner, P. (2005) 'EU regional policy and the stimulation of innovation', European Planning Studies, 13(4): 581-599
Kluve, J. (2010) 'The effectiveness of European active labor market programs', Labor Economics, 17(6): 904-918
Zeitlin, J. and Vanhercke, B. (2018) 'Socializing the European Semester: EU social and economic policy co-ordination in crisis and beyond', Journal of European Public Policy, 25(2): 149-174.
Bibliografia Opcional
Bacaria, J., Borràs, S. and Fernandez-Ribas. A. (2002) 'Public action and innovation-support institutions in New Technological Agglomerations', European Urban and Regional Studies, 9(4): 283-296
Eichhorst, W. and Rinne, U. (2018) 'Promoting youth employment in Europe: Evidence-based policy lessons. In: Malo, M. and Mínguez, A. (eds) European Youth Labour Markets: Problems and Policies, Springer, pp. 189-204
Ferrão, J. (2011) O Ordenamento do Território como Política Pública, FCG, Lisboa.
Vandenbroucke, F. and Vleminckx (2011) 'Disappointing poverty trends: is the social investment state to blame?', Journal of European Social Policy, 21(5): 450-471.
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Filipa Raimundo
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Esta UC oferece uma introdução ao estudo das instituições políticas comparadas em regimes democráticos e não democráticos. Se o estudo das instituições políticas tem estado tradicionalmente centrado nos regimes democráticos, hoje há um corpo crescente de literatura dedicada às características, funções e consequências das instituições políticas em regimes não democráticos e em processos de democratização. O objetivo desta UC é explorar e discutir os conceitos, teorias e resultados dos estudos centrados nas instituições políticas em diversos contextos, partindo dos autores clássicos e passando pelos estudos mais recentes sobre autoritarismo e democratização na Europa, África, América Latina e Ásia.
Programa
1. O estudo comparado das instituições políticas 2. Instituições Políticas em Regimes Autoritários 2.1. Parlamentos e responsividade em regimes não democráticos 2.2. Presidencialismo e clientelismo 2.3. Autoritarismo competitivo e regimes de partido único/dominante 2.4. Eleições e Integridade eleitoral 3. Democracia e Instituições Políticas 3.1. Presidencialismo e parlamentarismo 3.2. Semipresidencialismo 3.3. Governos, coligações e decisão política 3.4. Clientelismo e Instituições Informais
Processo de Avaliação
Participação nas aulas: 15% Apresentação + comentário de um paper: 25% Ensaio escrito: 60%
Em alternativa, avaliação por exame: prova escrita (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Acemoglu, D. and J. Robinson (2006), Economic Origins of Dictatorship and Democracy, New York: Cambridge University Press. Cheibub, J. A., (2007), Presidentialism, Parliamentarism, and Democracy, New York: Cambridge University Press. Della Porta, D. (2003), Introdução à Ciência Política, Lisboa. Editorial Estampa. Gandhi, J. and Ruíz-Rufino, R. (2014), Routledge Handbook of Comparative Political Institutions, Routledge. Pasquino, G. (2010), Curso de CIência Política, Cascais: Principia. Przeworski, A., M. Alvarez, J. A. Cheibub, and F. Limongi, (2000), Democracy and Development: Political Institutions and Well-Being in the World, 1950?1990, New York: Cambridge University Press. Rhodes, R., Blinder, S. and Rockman, B. (2007), Oxford Handbook of Political Institutions, Oxford: Oxford University Press. Samuels, D. and M. Shugart (2010), Presidents, Parties and Prime Ministers: How the Separation of Powers Affects Party Organization and Behavior, New York: Cambridge University Press
Bibliografia Opcional
Alejandro, B. and E. Simison (2017), ?Legislative Institutions and Performance in Authoritarian Regimes?, Comparative Politics, 49(4), pp. 521-44. Amorim Neto, O. And Strom, K. (2006), 'Breaking the parliamentary chain of delegation: Presidents and non-partisan cabinet members in European democracies', British Journal of Political Science, 36, pp. 619-43. Amorim Neto, O. and Lobo, M.C. (2014), ?Semi-presidentialism in Lusophone countries: diffusion and operation?, Democratization, 21(3), pp. 434-57. Birch, S. (2008), ?Electoral Institutions and Popular Confidence in Electoral Processes: A Cross-National Analysis.? Electoral Studies 27(2), pp. 305-320. Birch, S. and C. van Ham (2017), ?Getting away with foul play? The importance of formal and informal oversight institutions for electoral integrity?, European Journal of Political Research, 56(3), pp. 487-511. Boix, C., and M. Svolik (2013), ?The Foundations of Limited Authoritarian Government: Institutions, Commitment, and Power-Sharing in Dictatorships.? Journal of Politics 75(2): pp. 300?16. Chaisty, P., N. Cheeseman, and T. Power (2014), ?Rethinking the ?presidentialism debate: conceptualizing coalitional politics in cross-regional perspective, Democratization, 27(1), pp. 72-94 Cheeseman, N. (2016), ?Patrons, parties, political linkage, and the birth of competitive-authoritarianism in Africa?, African Studies Review, 59(3), pp. 181-200. Chen, J., J. Pan and Y. Xu (2016), ?Sources of authoritarian responsiveness: a field experiment in China?, American Journal of Political Science, 60(2), pp. 383-400. Colomer, J. (eds.) (2008), Comparative European Politics, New York: Routledge. Cotta, M. and L. Verzichelli (2007), Political institutions in Italy, Oxford: Oxford University Press. Donno, D. (2013). Elections and democratization in authoritarian regimes. American Journal of Political Science, 57, pp. 703-716. Eisenstadt, T. A. (2007), Courting democracy in Mexico: Party strategies and electoral institutions. New York: Cambridge University Press Elgie, R. (1999), Semi-Presidentialism in Europe, Oxford: Oxford University Press. Elgie, R. (2003), Political Institutions in contemporary France, Oxford: Oxford University Press. Fernandes, J. and P. Magalhães (2016), ?Government survival in semipresidential regimes?, European Journal of Political Research, 55(1), pp. 61-80. Gandhi, J., A. Przeworski (2006), 'Cooperation, cooptation and rebellion under dictatorships'. Economics & Politics, 18, pp. 1-26. Gandrud, C. (2015), ?Two sword lengths apart?, Journal of Peace Research, 53(1), pp. 130-45. Gehlbach, S., Sonin, K. And Svolik, M. (2016), 'Formal models of nondemocratic politics', Annual Review of Political Science, 19, pp. 565-84. Grzymala-Busse, A. (2008), 'Beyond Clientelism', Comparative Political Studies, 41(4-5), pp. 638-73. Hartlyn, J., J. McCoy, and T. M. Mustillo (2008), ?Electoral Governance Matters: Explaining the Quality of Elections in Contemporary Latin America.? Comparative Political Studies 41(1): 73-98. Helmke, G. And Levitsky, S. (eds.) (2006), Informal Institutions and Democracy: Lessons from Latin America, Baltimore: The Johns Hopkins University Press Hix, S. and A. Noury (2016), ?Government-opposition or left-right? The institutional determinants of voting in legislatures?, Political Science Research and Methods, 4(2), pp. 249-73. Huber, J. and C. Shipan (2002), Deliberate Discretion, New York: Cambridge University Press. Judge, D. (2005), Political institutions in the United Kingdom, Oxford: Oxford University Press. Keefer, Philip (2007), 'Clientelism, credibility, and the policy choices of young democracies', American journal of political science, 51(4), pp. 804-21. Kim, W., Gandhi, J. (2010), Coopting workers under dictatorship. Journal of Politics, 72, pp. 646-658. Knutsen, C.H, J. Moller and Skanning, S.E. (2016), ?Going historical: measuring democraticness before the age of mass democracy?, International Political Science Review, 37(5), pp. 679-89. Kosterina, S. (2016), ?Why vote for a co-opted party? Endogenous Government power increases and control of opposition politicians in authoritarian regimes?, Comparative Politics Studies, Lindberg, S. (2010), ?What accountability pressures do MPs in Africa face and how do they respond? Evidence from Ghana?, Journal of Modern African Studies, 48(1), pp. 117-42. Malesky, E., Schuler, P. (2010), Nodding or needling: Analyzing delegate responsiveness in an authoritarian parliament. American Political Science Review, 104, pp. 482-502. Norris, P. (2016), ?Electoral Integrity in East Asia?, Taiwan Journal of Democracy, 12(1), pp. 1-25. Opalo, K. (2014), ?The long road to institutionalization: the Kenyan parliament and the 2013 elections?, Journal of Eastern African Elections, 8(1), pp. 63-77 Pinto, A.C. (2016), ?Corporatism and organic representation in European dictatorships', in A.C. Pinto (eds.) Corporatism and Fascism: the corporatist wave in Europe, London: Routledge. Przeworski, A. (2004), ?Institutions Matter?? Government and Opposition, 39 (4), pp. 527?540. Sanches, E. (2018), Party systems in young democracies: varieties of institutionalization, London: Routledge. Schmidt, M. (2005), Political Institutions in the Federal Republic of Germany, Oxford: Oxford University Press. Strom, K., W. Muller and D. M. Smith (2010), ?Parliamentary Control of Coalition Governments?, Annual Review of Political Science, 13, pp.517?535 Svolik, M.W. The Politics of Authoritarian Rule, Cambridge: Cambridge University Press. Tsai, L. (2007), 'Solidarity groups, informal accountability, and local public goods provision in rural China', American Political Science Review, 101(2), pp. 355-72. Wantchekon, L. (2003), 'Clientelism and voting behavior: Evidence from the field experiment in Benin', World Politics, 55(3), pp. 399-422.
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Docentes
Ana Maria Belchior
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
José Santana Pereira
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
O estudo da Opinião Pública estabelece uma parceria natural entre as áreas científicas da comunicação e da política, e constitui uma preocupação central no estudo dos processos democráticos. Esta Unidade Curricular (UC) visa preparar profissionais de áreas diversas, teórica e empiricamente, para lidar com os principais temas desta disciplina. De entre estes, a UC foca temas como: o que é e que fatores influenciam a formação da opinião pública; a realização e interpretação de sondagens; a importância/validade da opinião pública na tomada de decisões políticas; e o impacto da opinião pública em democracia, nomeadamente em termos de representação e responsividade políticas;
Programa
O programa estrutura-se nos seguintes conteúdos programáticos: CP1 | Conceito e teorias da opinião pública CP2 | Bases cognitivas da opinião pública: formação de impressões, formação e mudança de atitudes, atribuição de causalidade CP3 | Fatores psicossociológicos da opinião pública: representações sociais; influência social, efeitos de grupo, desejabilidade social, espiral do silêncio CP4 | Media e opinião pública: informação, persuasão, efeitos cognitivos CP5 | Sondagens de opinião: amostragem, representatividade e interpretação de resultados CP6| Dados e tendências sobre a opinião pública atual CP7 | Importância e consequências da opinião pública na representação e na responsividade política
Processo de Avaliação
1) Assiduidade igual ou superior a 70% e participação nas discussões e exercícios práticos a realizar nas sessões (20%) 2) Apresentação e discussão de um artigo científico sobre um tópico relevante do programa (30%) 3) Ensaio escrito individual, de aproximadamente 10 páginas (Times New Roman 12, espaço 1,5 entre linhas) sobre qualquer dos temas abordados na UC (50%).
Avaliação por exame final: prova escrita (100%).
Ficam aprovados os alunos que tenham notas finais superiores a 9,5 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
ALTHAUS, Scott L. (2003), Collective Preferences in Democratic Politics. Opinion Surveys and the Will of the People, Cambridge, Cambridge University Press. ASHER, Herbert (2012), Polling and the Public. What Every Citizen Should Know, Washington: Congressional Quarterly. BARTELS, Larry (2008), Unequal Democracy, Princeton e Oxford: PUP. CLAWSON, Rosalee A., e Zoe M. OXLEY (2016), Public Opinion: Democratic Ideals, Democratic Practice, 2nd Edition. Washington: CQ Press. DALTON, Russell J. (2013), Citizen Politics: Public Opinion and Political Parties in Advanced Industrial Democracies, 6ª ed., Washington, D.C.: CQ Press. MOON, Nick (1999), Opinion Polls, Manchester: Manchester University Press. PAGE, Benjamin e SHAPIRO, Robert (1992), The Rational Public, Chicago: University of Chicago Press. POPKIN, Samuel (1994), The Reasoning Voter, Londres e Chicago: University of Chicago Press. ZALLER, John (1992), The Nature and Origins of Mass Opinion, Cambridge: CUP.
Bibliografia Opcional
ALTHAUS, Scott L. (2006), ?False starts, dead ends, and new opportunities in public opinion research?, Critical Review, 18 (1-3), pp.75-104. AUERBACH, Jonathan, e CASTRONOVO, Russ (eds.) (2013), The Oxford Handbook of Propaganda Studies, Oxford e Nova Iorque: Oxford University Press. BARBER, Benjamim (1984), Strong Democracy. Participation Politics for a New Age, Barkeley e Londres: University of California Press. BARTELS, Larry M. (2003), ?Democracy with attitudes?, in M. B. MacKuen e G. Rabinowitz (eds.), Electoral democracy, Ann Arbor: University of Michigan Press. BARTELS, Larry M. (1993), "Messages Received: The Political Impact of Media Exposure", American Political Science Review, 87(2), pp.267-285. BERINSKY, A. (2012), New Directions in Public Opinion, Nova Iorque e Londres: Routledge. BISHOP, George F. (2008), "Rational public opinion or its manufacture? Reply to Page", Critical Review, 20(1), pp.141-157. 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McCOMBS, Maxwell (2014), Setting the Agenda: Mass Media and Public Opinion, 2ª ed., Cambridge: Polity Press. MUTZ, Diana (1998), Impersonal Influence, Cambridge: CUP. MUTZ, Diana C. (2006), Hearing the Other Side: Deliberative versus Participatory Democracy, New Nova Iorque: Cambridge University Press. MUTZ, Diana, SNIDERMAN, Paul e BRODY, Richard (eds.) (1996), Political Persuasion and Attitude Change, Michigan: Michigan University Press. NOELLE-NEUMANN, Elisabeth (1977), "Turbulences in the Climate of Opinion: Methodological Applications of the Spiral of Silence", in The Public Opinion Quarterly, vol. 41, nº.2, pp.143-158. NOELLE-NEUMANN, Elisabeth(1993), The Spiral of Silence, Chicago: Chicago University Press. NORRANDER, Barbara e WILCOX, Clyde (2010), Understanding Public Opinion, Washington: CQ Press. PAGE, Benjamin I. (2007), "Is public opinion an illusion?", Critical Review, 19(1), pp.35-45. PAGE, Benjamim, e SHAPIRO, Robert (1983), "Effects of public opinion on policy", American Political Science Review, 77, nº1, pp.175-190. PRICE, Vicent (2011), "Public opinion research in the new century", Public Opinion Research, vol.78, nº.5, pp.846-853. SHAPIRO, Robert, e PAGE, Benjamin (1988), "Foreign Policy and the Rational Public", in The Journal of Conflict Resolution, vol. 32, nº.2, pp. 211-247. SHAPIRO, Robert e PAGE, Benjamin (1983), "Effects of Public Opinion on Policy", American Political Science Review, vol. 77, no. 1 pp. 175-190. SNIDERMAN, Paul, BRODY, Richard e TETLOCK, Philip (1991), Reasoning and Choice. Explorations in Political Psychology, Cambridge: Cambridge University Press. SPLICHAL, Slavko (1999), Public Opinion: Developments and Controversies in the Twentieth Century, Lanham e Oxford: Rowman and Littlefield Publishers. SPLICHAL, Slavko (2002), Principles of Publicity and Press Freedom, Lanham: Rowman & Littlefield. STIMSON, James A.; MACKUEN, Michael B., e ERIKSON, Robert S. (1995) "Dynamic Representation", American Political Science Review, 83 (3), pp.543?65. SOROKA, Stuart e WLEZIEN, Christopher (2010), Degrees of Democracy: Politics, Public Opinion and Policy, Cambridge: Cambridge University Press. ZALLER, John R. (1998), "Monica Lewinsky's Contribution to Political Science", in Political Science and Politics, vol. 31, nº.2, pp.182-189. ZALLER, John, e FELDMAN, Stanley (1992), "A simple Theory of the Survey Response: Answering Questions versus Revealing Preferences", in American Journal of Political Science, vol. 36, nº.3, pp.579-616.
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
João Miguel de Carvalho
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Usando a teoria sobre os modelos de democracia propostos por Arend Lijphart (democracias maioritárias vs democracias consensuais/consociativas) esta UC pretende iniciar os alunos ao estudo comparativo das sociedades e dos sistemas políticos europeus. Tal estudo insistirá também na análise sobre a adequação dos diferentes modelos de democracia aos diferentes tipos de sociedades (plurais/heterogéneas vs não plurais/homogéneas).
Programa
I - História e geografia da Europa II - Conceitos fundamentais e método comparativo III - Modelos de democracia IV - Modelos de democracia e instituições políticas V - Modelos de democracia e tipos de sociedade VI - Modelos de democracia, tipos de sociedade e performance dos sistemas políticos
Processo de Avaliação
Primeiro, a assiduidade e participação (20% da média final). Segundo, uma exposição oral de um dos textos programados (25%). Terceiro, um comentário de um dos textos programados (10%). Quarto, em grupos: estruturar uma pequena pesquisa empírica comparando dois países da Europa (45%). Se não obtiverem aproveitamento na avaliação contínua, ou 60%-70% assiduidade: exame escrito nas condições legais usuais.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Almond, G., Dalton, R., Powell, G.B., e Strom, K. (organizadores) (2006), European Politics Today, New York, Pearson / Longman.
Bale, Tim (2005), European Politics. A Comparative Introduction, London, Palgrave/Macmillan.
Freire, André (organizador) (2012), O Sistema Político Português, séculos XIX-XXI: Continuidades e Ruturas, Coimbra, Almedina, pp. 5-22, 257-300.
Freire, André (editor) (2011), Eleições e Sistemas Eleitorais no século XX Português: Um Balanço Histórico e Comparativo, Lisboa, Colibri.
Freire, A., e Pinto, A.C. (2010), O Poder Presidencial em Portugal ? Os dilemas do poder dos presidentes na República Portuguesa, Lisboa, D. Quixote.
Grossman, E., e Sauger, N. (2007), Introduction aux Systèmes Politiques Nationaux de l?UE, Bruxelles, Editions De Boeck Université.
Lijphart, Arend (1999, 2000), Modelos de democracia. Formas de gobierno y resultados em trinta y seis países, Barcelona, Ariel. (existe original em inglês)
Bibliografia Opcional
Mandatory readings:
Arter, D. (2006), Democracy in Scandinavia: Consensual, Majoritarian or Mixed?, Manchester, Manchester University Press (caps. 2 e 3).
Almond, G., Dalton, R., Powell, G.B., e Strom, K. (orgs.) (2006), European Politics Today, New York, Pearson / Longman (caps. 8, 10 e 11).
Bale, Tim (2005), European Politics. A Comparative Introduction, London, Palgrave/Macmillan. (cap. 8).
Bartolini, S., Chiaramonte, A., e D'Alimonte, R. (2004), The Italian party system between parties and coalitions. West European Politics, 27(1), 1-19.
Bruneau, T. C., et al (2001), "Democracy, southern European style", in P. Nikiforos Diamandouros e Richard Gunther (orgs.), Parties, Politics, and Democracy in New Southern Europe, Baltimore, The John Hopkin University Press, pp. 16-45.
Finer, S.E. (2004, 1997), História do Governo. Volume III: Impérios, Monarquias e o Estado Moderno, Mem Martins, Publicações Europa América. (pp. 1428-1441 e 1462-1487).
Freire, A., e Pinto, A.C. (2010), O Poder Presidencial em Portugal - Os dilemas do poder dos presidentes na República Portuguesa, Lisboa, D. Quixote.
Horowitz, D. L. (2003), Electoral systems : A primer for decision-makers. Journal of Democracy, 14(4), 115-127.
Lijphart, A. (2012), Patterns of Democracy: Government Forms and Performance in Thirty-Six Countries, Yale, Yale University Press.
Linz, J. J. (1990a), The perils of presidentialism. Journal of Democracy, 1(1), 51-69.
Linz, J. J. (1990b), The virtues of parliamentarism. Journal of Democracy, 1(4), 84-91.
Magalhães, P. (2011), "Elections, parties and policy-making institutions in Democratic Portugal", in A. C. Pinto (org.), Contemporary Portugal, 2nd Edition, Boulder, CUP, pp. 225-247.
Pasquino, G. (2002), Curso de Ciência Política, Cascais, Principia. (caps. 4 e 5).
Pasquino, G. (2005), Sistemas Políticos Comparados, Cascais, Principia. (caps. 1, 4, 6).
White, S., Batt, J., e Lewis, P.G. (orgs) (2003), Developments in Central and East European Politics, London, Palgrave/Macmillan. (caps. 7-10).
Leituras Complementares/Complementary Readings
Alcock, A. (2005), História concisa da Europa. Dos Gregos e Romanos à actualidade, Mem Martins, Europa-América.
Almond, G., Dalton, R., Powell, G.B., e Strom, K. (orgs.) (2006), European Politics Today, New York, Pearson / Longman.
Bale, T. (2005), European Politics. A Comparative Introduction, London, Palgrave/Macmillan.
Ceausescu, G. (2004), Nascimento e formação da Europa, Lisboa, Fim de Século.
Cheibub, J.A., e Limongi, F. (2002). Democratic institutions and regime survival: Parliamentary and Presidential Democracies Reconsidered. Annual Review of Political Science, 5, 151-179.
Colomer, J. (editor) (1996), Political Institutions in Europe, London, Routledge.
Costa Pinto, A. (2011). Contemporary Portugal, 2nd Edition, Boulder, CUP.
Costa Pinto, A. (2013). A Qualidade da Democracia em Portugal: A Visão dos Cidadãos. Lisboa, ICS.
Diamandouros, N., e Gunther, R. (orgs.) (2001), Parties, Politics, and Democracy in New Southern Europe, Baltimore, The John Hopkin University Press.
Easton, D. (1992, 1965), "Categorías para el análisis sistémico de la política", in AA.VV. (compilação e organização de Albert Batlle), Diez Textos Básicos de Ciencia Política, Barcelona, Ariel, pp. 221-230.
Freire, A. (2006), Esquerda e Direita na Política Europeia. Portugal, Espanha e Grécia em Perspectiva Comparada, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais.
Freire, André (editor) (2011), Eleições e Sistemas Eleitorais no século XX Português: Um Balanço Histórico e Comparativo, Lisboa, Colibri.
Freire, André (organizador) (2012), O Sistema Político Português, séculos XIX-XXI: Continuidades e Ruturas, Coimbra, Almedina.
Gökay, B. (2001), A Europa de Leste. Do início da Queda à Actualidade, Sintra, Editorial Inquérito.
Grossman, E., e Sauger, N. (2007), Introduction aux Systèmes Politiques Nationaux de l'UE, Bruxelles, Editions De Boeck Université.
Hague, R., e Harrop, M. (2007), Comparative Government and Politics. An Introduction, London, Palgrave.
Jalali, C., e Silva. P. (2009), "A culpa morre sempre solteira? Accountability, qualidade da democracia e governação em Portugal", in M. V. Cabral, M. Costa Lobo e R. G. Feijó (orgs.), Portugal, Uma Democracia em Construção, Lisboa, ICS, pp. 285-308.
Judt, Tony (2006), Pós-guerra. História da Europa desde 1945, Lisboa, Edições 70.
Lane, J.E., e Ersson, S. (1999), Politics and Society in Western Europe, London, Sage.
Landman, T. (2003), "Why, How, and Problems of Comparison", Issues and Methods in Comparative Politics. An Introduction, Londres, Routledge, pp. 1-61.
Lijphart, A. (2008), Thinking about Democracy - Power Sharing and Majority Rule in Theory and Practice, New York, Routledge.
Lijphart, A., e Waisman, C.H. (1996), Institutional Design in New Democracies, Colorado, Westview Press.
Newton, K., e Deth, Jan W. (2007), Foundations of Comparative Politics, Cambridge, Cambridge University Press.
Norris, P. (2004). Electoral Engeneering. Voting Rules and Political Behavior, Cambridge, Cambridge University Press.
O'Flynn, I., and Russell, D.(2005), Power Sharing. New Challenges for Divided Societies, London, Pluto Press.
Pasquino, G. (2002). Curso de Ciência Política, Cascais, Principia.
Pasquino, G. (2005), Sistemas Políticos Comparados, Cascais, Principia.
Rose, R., e Munro, N. (2003), Elections and Parties in New European Democracies, Washington DC, CQ Press.
Siaroff, A. (2003). Comparative presidencies: The inadequacy of the presidential, semi-presidential and parliamentary distinction. European Journal of Political Research, 42, 287-312.
Swenden, W. (2006), Federalism and Regionalism in Western Europe A Comparative and Thematic Analysis, London, Palgrave Macmillan.
Tsebelis, G. (1995), "Decision Making in Political Systems: Veto Players in Presidentialism, Parliamentarism, Multicameralism and Multipartyism", British Journal of Political Science, Vol. 25, No. 3, pp. 289-325.
White, S., Batt, J., e Lewis, P.G. (organizadores), Developments in Central and East European Politics, London, Palgrave/Macmillan.
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
José Santana Pereira
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Contribuir para o entendimento da complexidade e da relevância da comunicação política nos dias de hoje, bem como dos constrangimentos sistémicos e de curto prazo subjacentes à planificação de uma campanha eleitoral e dos factores de sucesso e insucesso das campanhas.
Programa
1.Introdução às Campanhas Políticas 2.Campanhas: Definições, Tipologias e Evolução 3.As mensagens, as actividades de campanha, os velhos e os novos media nas campanhas 4.Análise de Campanhas para Eleições Legislativas, de Segunda Ordem e Referendos 5. Para além das Eleições: Campanhas Políticas Institucionais 6. Campanhas Políticas Contemporâneas: Temas e Debates
Processo de Avaliação
I - Avaliação Contínua
1.Trabalho individual: Análise de uma campanha política ou de um aspecto das campanhas políticas. Relatório escrito em português, inglês ou italiano (2500 palavras)- 50% da nota final . 2. Apresentação de um tema em aula (40% da nota final). Línguas admitidas: português e inglês. 3. Participação durante as aulas (10% da nota final).
Implica a assistência a 70% das aulas.
II - Exame escrito sobre a totalidade da matéria (100% da nota final)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Norris, P. (2000). A virtuous circle: Political communications in postindustrial societies. Cambridge: CUP. Powell, L., and Cowart, J. (2017). Political Campaign Communication: Inside and Out (3rd Edition). Nova Iorque: Routledge. O'Day, B. J. (2006). Political campaign planning manual, A step by step guide to winning elections. National Democratic Institute for International Affairs. Disponível Online. Schmitt-Beck, R., & Farrel, D. (2002). Do political campaigns matter? Campaign effects in elections and referendums. London: Routledge. Vavreck, L. (2009). The message matters. The economy and presidential campaigns. Princeton: PUP.
Bibliografia Opcional
Cacciotto, M. (2011). Marketing politico: Come vincere le elezioni e governare. Bologna: Il Mulino. Mazzoleni, G. (2012). La comunicazione politica. Bologna: Il Mulino. Santana Pereira, J. (2017). Comunicação Política em Campanhas Eleitorais: Contributos teóricos para a análise das legislativas de 2016 em Cabo Verde. In L. Pina, G. Pina and O. Varela (eds.), Estudos em Comemoração do X Aniversário do ISCJS: Dinâmicas Sociológicas, Estado e Direito (pp. 223-260). Praia: ISCJS. Pina, S. (2018). O uso da internet pelos políticos em campanhas eleitorais : Portugal legislativas 2015. Tese de Doutoramento em Política Comparada. Lisboa: ICS. Lock, A., & Harris, P. (1996). Political marketing. European Journal of marketing, 30(10/11), 14-24. Sides, J. (2006). The origins of campaign agendas. British Journal of Political Science, 36, 407-436. ?Jeff? Gulati, G. J., & Williams, C. B. (2010). Congressional candidates' use of YouTube in 2008: Its frequency and rationale. Journal of Information Technology & Politics, 7(2-3), 93-109. Jackson, N. (2006). Banking Online: the use of the Internet by political parties to build relationships with voters. In D. Lilleker, N. Jackson and R. Scullion, (Eds.), The Marketing of Political Parties: Political Marketing at the 2005 British General Election (pp. 156-182). Manchester: MUP. Swetser, K. D., & Lariscy, R. W. (2008). Candidates make good friends: An analysis of candidates' uses of Facebook. International Journal of Strategic Communication, 2(3), 175-198. Eveland Jr, W. P., Seo, M., & Marton, K. (2002). Learning from the news in campaign 2000: An experimental comparison of TV news, newspapers, and online news. Media Psychology, 4(4), 353-378. Fournier, P., Nadeau, R., Blais, A., Gidengil, E., & Nevitte, N. (2004). Time-of-voting decision and susceptibility to campaign effects. Electoral Studies, 23(4), 661-681. Lisi, M. (2008). Ao serviço do líder: as campanhas eleitorais do Partido Socialista. Análise social, (188), 505-529. Lisi, M. (2011). A profissionalização das campanhas em Portugal: partidos e candidatos nas eleições legislativas de 2009. Revista de Ciências Sociais e Políticas, 2, 109-128. Cintra Torres, E. (2009). Debates presidenciais na televisão: À procura de interesse, avaliação e efeitos. In M. C. Lobo & P. Magalhães (eds.), As eleiçõies legislativas e presidenciais 2005-2006: Campanhas e escolhas eleitorais num regime semipresidencial (pp. 75-104). Lisboa: ICS. Espírito Santo, P. 2008. Estudos de comunicação política ? Análise de conteúdo da mensagem na campanha e pós-campanha eleitoral nas eleições presidenciais (Caps. 1 e 2). Lisboa: ISCSP. Jalali, C., & Silva, T. (2011). Everyone Ignores Europe? Party Campaigns and Media Coverage in the 2009 European Parliament Elections. In Maier, M., Stromback, J., & Kaid, L. L. (Eds.) Political communication in European parliamentary elections. Ashgate Publishing. Martins, M. M. (2009). Competitividade das Eleições e Participação Política (o caso das eleições Autárquicas, 1979-2005) In Maria Antonieta Cruz (org.), Eleições e Sistemas Eleitorais: Perspectivas Históricas e Políticas (pp. 263-292). Porto: Universidade do Porto Editorial. Freire, A. (2008). Sociedade civil, democracia participativa e poder político: o caso do referendo do aborto, 2007. Lisboa: Fundação Friedrich Ebert.
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Docentes
Ana Maria Belchior
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
José Santana Pereira
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
O estudo da Opinião Pública estabelece uma parceria natural entre as áreas científicas da comunicação e da política, e constitui uma preocupação central no estudo dos processos democráticos. Esta Unidade Curricular (UC) visa preparar profissionais de áreas diversas, teórica e empiricamente, para lidar com os principais temas desta disciplina. De entre estes, a UC foca temas como: o que é e que fatores influenciam a formação da opinião pública; a realização e interpretação de sondagens; a importância/validade da opinião pública na tomada de decisões políticas; e o impacto da opinião pública em democracia, nomeadamente em termos de representação e responsividade políticas;
Programa
O programa estrutura-se nos seguintes conteúdos programáticos: CP1 | Conceito e teorias da opinião pública CP2 | Bases cognitivas da opinião pública: formação de impressões, formação e mudança de atitudes, atribuição de causalidade CP3 | Fatores psicossociológicos da opinião pública: representações sociais; influência social, efeitos de grupo, desejabilidade social, espiral do silêncio CP4 | Media e opinião pública: informação, persuasão, efeitos cognitivos CP5 | Sondagens de opinião: amostragem, representatividade e interpretação de resultados CP6| Dados e tendências sobre a opinião pública atual CP7 | Importância e consequências da opinião pública na representação e na responsividade política
Processo de Avaliação
1) Assiduidade igual ou superior a 70% e participação nas discussões e exercícios práticos a realizar nas sessões (20%) 2) Apresentação e discussão de um artigo científico sobre um tópico relevante do programa (30%) 3) Ensaio escrito individual, de aproximadamente 10 páginas (Times New Roman 12, espaço 1,5 entre linhas) sobre qualquer dos temas abordados na UC (50%).
Avaliação por exame final: prova escrita (100%).
Ficam aprovados os alunos que tenham notas finais superiores a 9,5 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
ALTHAUS, Scott L. (2003), Collective Preferences in Democratic Politics. Opinion Surveys and the Will of the People, Cambridge, Cambridge University Press. ASHER, Herbert (2012), Polling and the Public. What Every Citizen Should Know, Washington: Congressional Quarterly. BARTELS, Larry (2008), Unequal Democracy, Princeton e Oxford: PUP. CLAWSON, Rosalee A., e Zoe M. OXLEY (2016), Public Opinion: Democratic Ideals, Democratic Practice, 2nd Edition. Washington: CQ Press. DALTON, Russell J. (2013), Citizen Politics: Public Opinion and Political Parties in Advanced Industrial Democracies, 6ª ed., Washington, D.C.: CQ Press. MOON, Nick (1999), Opinion Polls, Manchester: Manchester University Press. PAGE, Benjamin e SHAPIRO, Robert (1992), The Rational Public, Chicago: University of Chicago Press. POPKIN, Samuel (1994), The Reasoning Voter, Londres e Chicago: University of Chicago Press. ZALLER, John (1992), The Nature and Origins of Mass Opinion, Cambridge: CUP.
Bibliografia Opcional
ALTHAUS, Scott L. (2006), ?False starts, dead ends, and new opportunities in public opinion research?, Critical Review, 18 (1-3), pp.75-104. AUERBACH, Jonathan, e CASTRONOVO, Russ (eds.) (2013), The Oxford Handbook of Propaganda Studies, Oxford e Nova Iorque: Oxford University Press. BARBER, Benjamim (1984), Strong Democracy. Participation Politics for a New Age, Barkeley e Londres: University of California Press. BARTELS, Larry M. (2003), ?Democracy with attitudes?, in M. B. MacKuen e G. Rabinowitz (eds.), Electoral democracy, Ann Arbor: University of Michigan Press. BARTELS, Larry M. (1993), "Messages Received: The Political Impact of Media Exposure", American Political Science Review, 87(2), pp.267-285. BERINSKY, A. (2012), New Directions in Public Opinion, Nova Iorque e Londres: Routledge. BISHOP, George F. (2008), "Rational public opinion or its manufacture? Reply to Page", Critical Review, 20(1), pp.141-157. BUDGE, Ian (1996), The New Challenge of Direct Democracy, Cambridge: Polity Press. CAMPBELL, Angus; CONVERSE, Philip E.; MILLER, Warren E.; e STOKES, Donald E. (1960), The American Voter, Chicago: The University of Chicago Press. CONVERSE, Philippe (1964), ?The nature of belief systems in mass publics?, in David E. Apter, ed., Ideology and its Discontents, Nova Iorque: The Free Press of Glencoe. CRESPI, Irving (1997), The Public Opinion Process, New Jersey: Lawrence Erlbaum Associates Publishers. ERIKSON, Robert S. (2007), "Does public ignorance matter?", Critical Review, 19(1), pp.23-34. ERIKSON, Robert S., e TEDIN, Kent L. (2015), American Public Opinion, 9ª. ed., Nova Iorque: Routlegde. ERIKSON, Robert S, MACKUEN, Michael B., e STIMSON, James A. (2002), The Macro Policy, Cambridge: Cambridge University Press. ERIKSON, Robert S, WRIGHT, Gerald C., e MCIVER, John P. (1993), Statehouse Democracy. Public Opinion and Policy in the American States, Cambridge: Cambridge University Press. FISHKIN, James (2000), "Consulting the public through deliberative polling", Journal of Policy Analysis & Management, 22(1), pp.128-133. FISHKIN, James (1997), The Voice of the People: Public Opinion and Democracy, Yale University Press. GILENS, Martin (2005), ?Inequality and Democratic Responsiveness?, Public Opinion Quarterly, 69(5), pp.778-796. GLYNN, Carol; Herbst, Susan; Lindeman, Mark; O'Keefe, Garrett, e Shapiro, Robert (2016), Public Opinion, 3 ed., Oxford: Westview Press. JACOBS, Lawrence R., e SHAPIRO, Robert Y. (2000), Politicians Don?t Pander: Political Manipulation and the Loss of Democratic Responsiveness, Chicago: University of Chicago Press. JACOBS, Lawrence R, Cook, Fay Lomax, e Carpini, Michael X. delli (2009), Talking Together. Public Deliberation and Political Participation in America, Chicago: The University of Chicago Press. JOWELL, Garth S. e O?DONNELL Victoria (2015), Propaganda and Persuasion, 6ª ed., Thousand Oaks: Sage. KELLY, Nathan J., e ENNS, Peter K. 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McCOMBS, Maxwell (2014), Setting the Agenda: Mass Media and Public Opinion, 2ª ed., Cambridge: Polity Press. MUTZ, Diana (1998), Impersonal Influence, Cambridge: CUP. MUTZ, Diana C. (2006), Hearing the Other Side: Deliberative versus Participatory Democracy, New Nova Iorque: Cambridge University Press. MUTZ, Diana, SNIDERMAN, Paul e BRODY, Richard (eds.) (1996), Political Persuasion and Attitude Change, Michigan: Michigan University Press. NOELLE-NEUMANN, Elisabeth (1977), "Turbulences in the Climate of Opinion: Methodological Applications of the Spiral of Silence", in The Public Opinion Quarterly, vol. 41, nº.2, pp.143-158. NOELLE-NEUMANN, Elisabeth(1993), The Spiral of Silence, Chicago: Chicago University Press. NORRANDER, Barbara e WILCOX, Clyde (2010), Understanding Public Opinion, Washington: CQ Press. PAGE, Benjamin I. (2007), "Is public opinion an illusion?", Critical Review, 19(1), pp.35-45. PAGE, Benjamim, e SHAPIRO, Robert (1983), "Effects of public opinion on policy", American Political Science Review, 77, nº1, pp.175-190. PRICE, Vicent (2011), "Public opinion research in the new century", Public Opinion Research, vol.78, nº.5, pp.846-853. SHAPIRO, Robert, e PAGE, Benjamin (1988), "Foreign Policy and the Rational Public", in The Journal of Conflict Resolution, vol. 32, nº.2, pp. 211-247. SHAPIRO, Robert e PAGE, Benjamin (1983), "Effects of Public Opinion on Policy", American Political Science Review, vol. 77, no. 1 pp. 175-190. SNIDERMAN, Paul, BRODY, Richard e TETLOCK, Philip (1991), Reasoning and Choice. Explorations in Political Psychology, Cambridge: Cambridge University Press. SPLICHAL, Slavko (1999), Public Opinion: Developments and Controversies in the Twentieth Century, Lanham e Oxford: Rowman and Littlefield Publishers. SPLICHAL, Slavko (2002), Principles of Publicity and Press Freedom, Lanham: Rowman & Littlefield. STIMSON, James A.; MACKUEN, Michael B., e ERIKSON, Robert S. (1995) "Dynamic Representation", American Political Science Review, 83 (3), pp.543?65. SOROKA, Stuart e WLEZIEN, Christopher (2010), Degrees of Democracy: Politics, Public Opinion and Policy, Cambridge: Cambridge University Press. ZALLER, John R. (1998), "Monica Lewinsky's Contribution to Political Science", in Political Science and Politics, vol. 31, nº.2, pp.182-189. ZALLER, John, e FELDMAN, Stanley (1992), "A simple Theory of the Survey Response: Answering Questions versus Revealing Preferences", in American Journal of Political Science, vol. 36, nº.3, pp.579-616.
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Susana Santos
Departamento de Sociologia
Objectivos
O objectivo desta disciplina é o de promover o estudo da relação entre os processos de informação e comunicação e a vida cívica e política. Pretende-se analisar diferentes vertentes da comunicação e mediação via media na sua articulação com a política, a democracia e a cidadania. Procede-se a uma revisão crítica de aspectos relevantes da teoria e pesquisa, numa abordagem orientada para reforçar conhecimento teórico, elucidar questões contemporâneas, desenvolver competências de análise e reflexão próprias; que capacitem para realização de trabalho científico, promovam aptidão cidadã, habilitem oportunidades de intervenção social, cívica e política informada.
Programa
O conteúdo desta disciplina combina planos de informação teórica, elucidação e sistematização conceptual e problematização de tendências contemporâneas dos domínios a que reporta, em torno dos seguintes planos. 1 ? Delineamento conceptual e prospecção das questões que resultam da articulação entre modalidades da comunicação e da informação e entendimentos da política e da democracia. 2 ? Aprofundamento de temáticas específicas dos pólos comunicação e política e da respectiva relação, de que se exemplificam, entre outras: épocas e tendências contemporâneas da comunicação política; comunicação, poder e política; media e conhecimento público; media, democracia e cidadania; política, emoção e razão; comunicação política, imagem e substância; informação, espectáculo e entretenimento; jornalismo e spin doctoring; comunicação em rede e deliberação política; internet, comunicações móveis e cidadania;
Processo de Avaliação
A avaliação de conhecimentos baseia-se na apreciação da intervenção nas diferentes sessões e do trabalho a entregar no fim do semestre.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BARREIROS, J.J. (2010) Públicos, Media e Vida Pública, Lisboa, ISCTE-IUL, tese de doutoramento BENNETT & ENTMAN (Eds)(2001) Mediated Politics, Cambridge U Press BLUMLER & KAVANAGH (1999)?The Third Age of Political Communication? Political Communication, 16:209?230 CASTELLS,M. (2009) Communication Power, Oxford U Press Cardoso, G., Santos, S. & Telo, D. (2016). Jornalismo em tempos de crise. Lisboa. Mundos Sociais. COLEMAN & BLUMLER (2009) The Internet and Democratic Citizenship, Cambridge U Press DAHLGREN,P. (2009) Media and political engagement, Cambridge U Press
LILLEKER,G. (2006) Key Concepts in Political Communication, Sage MARCUS,G. (2002) Emotion in democratic politics, Pennsylvania U Press STOCKWELL,S. (2005) Political Campaign Strategy, Australian Scholarly Publishing; CAMPBELL & KWAK (2010) ?Mobile Communication and Civic Life?, Journal of Communic., Vol 60:3
Bibliografia Opcional
Calhoun, Craig (1992), Habermas and the public sphere, Cambridge, The MIT Press. Correia, João Carlos (2004), Comunicação e cidadania - Os media e a fragmentação do espaço público nas sociedades pluralistas, Lisboa, Livros Horizonte. Esteves, João Pissarra (2005), O Espaço Público e os Media. Sobre a Comunicação entre Normatividade e Facticidade, Lisboa, Edições Colibri, FCSH-UNL. Garcia, José Luís (2002), "O fogo e a cultura pan-mediática contemporânea", Media & Jornalismo, 1, pp.129-139 Gingras, Anne-Marie e Jean Pierre Carrier (1996), "Public Opinion: Construction and Persuasion", Canadian Journal of Communication, 21 (4). Habermas, Jürgen (1989 [1962]), The Structural Transformation of the Public Sphere. An Inquiry into a Category of Bourgeois Society, Cambridge, Polity Press. Habermas, Jürgen (2006), "Political Communication in Media Society - Does Democracy still enjoy an epistemic dimension? The impact of normative theory on empirical research", Communication Theory, 16(4), pp. 411-426. HRDINOVÁ,Jana et al (2010) ?Designing social media policy for government? Center for Technology in Government, State University of New York McQuail, Denis (1998), "Commercialization and beyond", em Denis McQuail and Karen Siune (eds), Media Policy. Convergence, concentration and commerce. Euromedia research group. London, Thousand Oaks, New Delhi, Sage Publications. McQuail, Denis (2000), Mass Communication theory, 4th edition, London, Thousand Oaks, New Delhi, Sage Publications. NEGRINE & STANYER (Eds.) (2007)The Political Communication Reader, Rout Santos, S. & Bicho, C. (2016). Eleições autárquicas 2.0: análise das estratégias de comunicação online de candidatos, partidos e movimentos independentes. Sociologia, Problemas e Práticas. 81, 189-210.
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Edalina Sanches
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
A Unidade Curricular pretende contribuir para a compreensão dos diferentes modelos, dinâmicas e desenvolvimento institucionais na África subsaariana. Com enfoque nas relações institucionais entre Executivos, Parlamentos e Partidos Políticos. O curso fornece uma visão geral das diversas abordagens de institucionalização. As leituras irão permitir ao aluno familiarizar-se com os principais debates e conceitos e convidam o aluno a pensar de forma critica as leituras destes temas.
Programa
Introdução à política em África Liberalização política, novos partidos e novos sistemas partidários Trajetórias Democráticas e Instituições Políticas em África ? O equilíbrio entre Parlamentos e Executivos Tipos de sistemas de partido: dominante, bipartidário e multipartidário Modelos de Institucionalização? Estruturas de Governo e desenho constitucionais, parlamentos, sistemas e partidos políticos Estratégias de competição na política: ideologia, clientelismo, etnicidade e desenho institucional
Processo de Avaliação
A avaliação tem duas componentes: 1) Trabalho escrito individual, de cerca de 3500 palavras incluindo bibliografia (representa 70% da nota final) 2) Apresentação oral de grupo de um tema relacionado com a matéria (representa 30% da nota final)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Ake, Claude. 1996. Democracy and development in Africa. Washington, D.C.: Brookings Institution. Azevedo-Harman, E. (2012). Parliaments and Citizens in Sub-Saharan Africa. The Journal of Legislative Studies, 18, 419-440. Bogaards, Matthijs, and Françoise Boucek, eds. 2010. Dominant Political Parties and Democracy: Concepts, Measures, Cases and Comparisons. London: Routledge. Bratton, Michael, and Nicolas Van de Walle. 1997. Democratic experiments in Africa: regime transitions in comparative perspective. Cambridge, U.K.: Cambridge University Press. Goran Hyden. 2006. African Politics in Comparative Perspective. New York Riedl, Rachel Beatty. 2014. Authoritarian Origins of Democratic Party Systems in Africa. New York: Cambridge University Press. Sanches, Edalina Rodrigues. 2018. Party Systems in Young Democracies: Varieties of Institutionalization in Sub-Saharan Africa. New York: Routledge. Van de Walle, Nicollas. 2002. Africa's Range of Regimes. Journal of Democracy. 13 (2):6680.
Bibliografia Opcional
1. Azevedo-Harman, E. (January 01, 2015). Patching Things Up in Mozambique. Journal of Democracy, 26, 2, 139-150. 2. Azevedo-Harman, E. (2013). O perfil do parlamento e do deputado moc?ambicano: De inimigos a adversa?rios poli?ticos?. Texto Editora. 3. Azevedo-Harman, Elisabete. 2011. Trajectórias Democráticas dos PALOP ? O equilíbrio (ou não) entre Parlamentos e Executivos, Working paper, Instituto Camões, Maputo, Moçambique. 4. Azevedo-Harman, E. (March 01, 2011). Parliaments in Africa: Representative Institutions in the Land of the ?Big Man?. The Journal of Legislative Studies, 17, 1, 65-85. 5. Cheeseman, N. (January 01, 2016). Patrons, Parties, Political Linkage, and the Birth of Competitive-Authoritarianism in Africa. African Studies Review, 59, 3, 181-200. 6. Elgie, Robert. 2005. A Fresh Look at SemiPresidentialism.Variations on a Theme. Journal Of Democracy. Journal of Democracy 16 (3):98112. 7. Faure, A. M., & Lane, J.-E. (1996). South Africa: Designing new political institutions. London: Sage. 8. Fukuyama, Francis, ?Confucianism and Democracy,? Journal of Democracy 6, no. 2 (April 1995): 20-33. 9. George Tsebelis. Veto Players: How Political Institutions Work. Princeton University Press, New York, 2002 10. Giannone, Diego, ?Political and ideological aspects in the measurement of democracy: the Freedom House case?, Democratization 17, no. 1 (Feb. 2010): 68-97. 11. Grugel, Jean, Democratization: A Critical Introduction. Houndmills, UK: Palgrave, 2002. 12. In Kuperman, A. J. (2015). Constitutions and conflict management in Africa: Preventing civil war through institutional design. 13. Jung, Courtney and Ian Shapiro, ?South Africa?s Negotiated Transition: Democracy, Opposition, and the New Constitutional Order,? Politics and Society 23, no. 3 (Sept. 1995): 269-308. 14. LeBas, Adrienne. 2011. From Protest to Parties. Party-Building and Democratization in Africa. Oxford: Oxford University Press. 15. Linz, Juan; Valenzuela, Arturo. 1994. The Failure of Presidential Democracy Comparative Perspectives. Vol. 1. Baltimore and London: The Jonh Hopkins University Press. 16. Mamdani, Mahmood. 2001. "Beyond Settler and Native as Political Identities: Overcoming the Political Legacy of Colonialism". Comparative Studies in Society and History. 43 (4): 651-664. 17. Pateman, Carole, Participation and Democratic Theory (Cambridge, UK: Cambridge University Press, 1970). 18. Salih, M. A. Mohamed, and Per Nordlund. 2007. Political Parties in Africa: Challenges for Sustained Multiparty Democracy. Stockholm, Sweden: International IDEA.
19. Seibert, Gerhard. 1995. A Política num Microestado São Tomé e Príncipe, ou os conflitos pessoais e políticos na génese dos partidos políticos. Transitions en Afrique Lusophone. 20. Seibert, Gerhard. 2002. Camaradas, Clientes e Compadres: Documenta Histórica Vega. 21. Shugart, Matthew S.; Carey, Jonh M. 1992. Presidents and Assemblies: Cambrige University Press. 22. Southall, R., & Melber, H. (2006). Legacies of power: Leadership change and former presidents in African politics. Uppsala: Nordiska Afrikainstitutet. 23. Torsten Persson, Gerard Roland, and Guido Tabellini. Seperation of powers and political accountability. The Quarterly Journal of Economics, 112(4):1163{1202, November 1997 24. Ware, Alan. ?Liberal Democracy: One Form or Many?? Political Studies 40 (1992): 130-45 25. 18. Zakaria, Fareed, ?The Rise of Illiberal Democracy,? Foreign Affairs 76, no. 6 (Nov./ Dec. 1997): 22-43.
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Docentes
Ana Lúcia Sá
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Com um cariz interdisciplinar e comparativo, esta unidade curricular pretende estudar os processos de poder e política internacionais, atendendo à longa duração e a um descentramento geográfico e geopolítico para fora do eixo euro-norte-americano. Nesta configuração, analisam-se actores externos não estatais (como actores económicos ou religiosos, entre outros) que se relacionam com os Estados influenciando a sua política internacional, configurações e diversas formas de dominação e de subordinação, conjunturas e contextos de operacionalização de modelos e conceitos na política internacional e a constituição dos diversos e multipolares palcos de confrontos e negociações de poderes. Dá-se importância aos efeitos da globalização na Política Internacional.
Programa
1. Introdução 1.1. O estudo da política internacional e conceitos instrumentais 1.2. Geopolítica, polaridade e distribuição de poder
2. Discursos e ideologias 2.1. Pan-Africanismo e pós-colonialismo 2.2. Populismo
3. Organizações internacionais e desafios actuais 3.1. A União Europeia e o Brexit 3.2. Poderes emergentes
4. Regimes políticos e transições 4.1. Promoção da democracia 4.2. Protestos, movimentos sociais e propostas de mudança
5. Questões de segurança internacional 5.1. Terrorismos 5.2. Minorias étnicas, conflito e protecção
Processo de Avaliação
1. Avaliação contínua a) Presença e participação activa nas aulas (mínimo de 70%) - 20% na nota final b) Ensaio (5500 a 6000 palavras) - 80% na nota final O ensaio, redigido em inglês ou português, deverá ser enviado em PDF ou Word para ana.lucia.sa@iscte-iul.pt até à data acordada na reunião do Conselho de Ano do 2º semestre (1ª época).
2. Exame final
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Abernethy,David,2000,The Dynamics of Global Dominance,European Overseas Empires 1415-1980,New Haven:Yale University Press
Art,Robert & Robert Jervis,2014,International Politics:Enduring Concepts and Contemporary Issues,London:Pearson
Baylis,John,Steve Smith & Patricia Owens,2011,The Globalization of World Politics,Oxford:Oxford University Press
Frieden, Jeffry A., Lake, David A. & Schultz, Kenneth A.,2015, World politics: Interests, interactions, institutions, New York: WW Norton
Lentner,Howard,2004,Power and Politics in Globalization:The Indispensable State,London:Taylor&Francis
Mingst,Karen & Jack L Snyder (eds),2008,Essential Readings in World Politics,New York:W.W. Norton & Company
Reus-Smith, Christian & Snidal, Duncan, 2010, The Oxford handbook of international relations, Oxford: Oxford University Press
Sil,Rudra e Peter J.Katzenstein,2010,Beyond Paradigms:Analytic Eclecticism in the Study of World Politics,New York:Palgrave Macmillan
Bibliografia Opcional
1. 1.1. Capan, Zeynep Gulsah (2017), "Decolonising International Relations?", Third World Quarterly, 38 (1): 1-15
Mazower, Mark (2006), "An international civilization? Empire, internationalism and the crisis of the mid-twentieth century", International Affairs, 82 (3): 553-566
1.2. Scott, David A. (2013), "Multipolarity, Multilateralism and Beyond ...?EU-China Understandings of the International System", International Relations, 27(1): 30-51
Venier, Pascal (2010), "Main Theoretical Currents in Geopolitical Thought in the Twentieth Century", L'Espace Politique, 12
2. 2.1. Acharya, Amitav (2014), "Global International Relations (IR) and Regional Worlds: A New Agenda for International Studies", International Studies Quarterly, 58(4): 647-659
Shivji, Issa G. (2006), "Pan-Africanism or Imperialism? Unity and Struggle towards a New Democratic Africa", African Sociological Review, 10 (1): 208-220
2.2. Aslanidis, Paris (2015), "Is Populism an Ideology? A Refutation and a New Perspective", Political Studies, 64(1): 88-104
Moffitt, Benjamin, & Tormey, Simon (2013), "Rethinking Populism: Politics, Mediatisation and Political Style", Political Studies, 62(2): 381-397
3. 3.1. Inglehart, Ronad F. & Norris, Pippa (2016), "Trump, Brexit, and the Rise of Populism: Economic Have-Nots and Cultural Backlash", HKS Working Paper No. RWP16-026
Schimmelfennig, Frank (2018), "Brexit: differentiated disintegration in the European Union", Journal of European Public Policy, 25(8): 1154-1173
3.2. Hurrell, Andrew & Loke, Beverley (2017), "Emerging Powers and Global Order: Much Ado About Nothing?", PRIMO Working Paper Number 14
Rawnsley, Gary D. (2015), "To Know Us is to Love Us: Public Diplomacy and International Broadcasting in Contemporary Russia and China", Politics, 35(3-4): 273-286
4. 4.1. Risse, Thomas & Babayan, Nelli (2015), "Democracy promotion and the challenges of illiberal regional powers: introduction to the special issue", Democratization, 22(3): 381-399
von Soest, Christian (2015), "Democracy prevention: The international collaboration of authoritarian regimes", European Journal of Political Research, 54 (4): 623-638
4.2. de Waal, Alex & Ibreck, Rachel (2013), "Hybrid social movements in Africa", Journal of Contemporary African Studies, 31 (2): 303-324
Mazrui, Ali A. & Tanoukhi, Nirvana (2011), "Arab Spring and the Future of Leadership in North Africa: an interview with Ali A. Mazrui conducted by Nirvana Tanoukhi, Transition, 106: 148-162
5. 5.1. Apter, Emily (2007), "Translation-9/11: Terrorism, Immigration, and the World of Global Language Politics", The Global South, 1 (1 & 2): 69-80
Holbrook, Donald (2016), "Al-Qaeda's grievances in context: reconciling sharia and society", International Relations, 30(4): 473-493
5.2. Fearon, James D. & and Laitin, David D. (2003), "Ethnicity, insurgency, and civil war", American Political Science Review, 97(1): 75-90
Harmon, Stephen (2015), "Securitization Initiatives in the Sahara- Sahel Region in the Twenty-first Century", African Security, 8 (4): 227-248
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Objectivos
Esta UC concentra-se na análise do confronto político, que engloba contenção, ação coletiva e política. A UC oferece análises das relações entre as organizações não-governamentais, com as suas reivindicações, e o estado, numa trama complexa que inclui os media e a opinião pública. Uma sessão concentrar-se-á nos confrontos políticos que ultrapassem as fronteiras do estado- nação. É dedicada especial atenção às consequências das acções de protesto desencadeadas nas mais diversas áreas. O curso é dividido em duas partes: A primeira parte concentra-se nos conceitos fundamentais de confronto político, ação coletiva e modelos de interação entre os atores civis, estado e comunicação social. A segunda parte discute estudos empíricos contemporaneos. Os alunos conhecerão projectos de pesquisa actuais sobre a participação de protesto e desenvolverão uma pequena atividade de pesquisa.
Programa
Parte I – Conceitos básicos 1.1 Principais conceitos e teorias 1.2 Consequências do activismo em movimentos sociais 1.3 Movimentos sociais e o estado 1.4 Comunicação social e opinião pública 1.5 A dimensão global Parte II – Projectos de Pesquisa 2.1 Participação em Antigos e Novos Movimentos Sociais 2.2 Participação Política de Jovens 2.3 O Impacto dos Actores da Sociedade Civil 2.4 Ondas de Protesto 2.5 Enquadramento de Campanhas de Protesto 2.6 Discussão de projectos de pesquisa
Processo de Avaliação
1. Participação nas aulas (mínimo necessário: 70% das aulas) 2. Uma apresentação oral de um texto em grupo – 30% da nota final; 3. Um pequeno projecto de pesquisa individual aplicando um dos métodos da pesquisa aprendidos e sobre uma questão de confronto político escolhida pelo aluno. O relatório de pesquisa sobre este projecto deve ter entre 3.000 e 4.000 palavras – 70% da nota final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Amenta, E., N.Caren, E.Chiarello, and Y.Su.2010.“The Political Consequences of Social Movements”.Annual Review of Sociology 36: 287–307. Balsiger, P.2010.“Making Political Consumers: The Tactical Action Repertoire of a Campaign for Clean Clothes.” Social Movement Studies 9 (3): 311–29. Bennett, E.A.2012.“Global Social Movements in Global Governance”.Globalizations 9(6): 799-813. Eggert, N., and M.Giugni.2012.“The Homogenization of “Old” and “New” Social Movements: A Comparison of Participants in May Day and Climate Change Demonstrations.” Mobilization 17 (3). Koopmans, R.2004.” Movements and media”.Theory and Society 33 (3-4): 367–91 Lima, M., and A.M.Artiles.2013.“Youth voice(s) in EU countries and social movements in southern Europe.” Transfer: European Review of Labour and Research 19 (3): 345–64. Meyer, D.S.and S.Tarrow.1998.“A Movement Society” .In: Meyer, D.S., and S.G.Tarrow.The social movement society.Lanham: Rowman & Littlefield: 1-28.
Bibliografia Opcional
Amenta, Edwin. 2014. “How to Analyze the Influence of Movements.” Contemporary Sociology: A Journal of Reviews 43 (1): 16–29. Baglioni, S. 2010. “The Role of Civil Society Actors in Contentious Politics of Unemployment.” In: The contentious politics of unemployment in Europe: Welfare states and political opportunities. Edited by M. Giugni, 127–51. New York, NY: Palgrave Macmillan. Baglioni, Simone, Britta Baumgarten, Didier Chabanet, and Christian Lahusen. 2008. “Transcending Marginalization: The Mobilization of the Unemployed in France, Germany, and Italy in a Comparative Perspective.” Mobilization 13 (3): 323–35. Baumgarten, Britta and Peter Ullrich. 2012. “Discourse, Power and Governmentality: Social Movement Research with and beyond Foucault.” WZB Discussion Paper SP IV 2012–401. Berlin. http://bibliothek.wzb.eu/pdf/2012/iv12-401.pdf. Boykoff, Jules. 2006. “Framing Dissent: Mass-Media Coverage of the Global Justice Movement.” New Political Science 28 (2): 201–28. Carol, S., and R. Koopmans. 2013. Dynamics of contestation over Islamic religious rights in Western Europe. Ethnicities 13 (2): 165–90. Crossley, Nick. 2002. Making sense of social movements. Buckingham: Open Univ. Press. Earl, Jennifer, Andrew W. Martin, John D. McCarthy, Sarah A. Soule, and Andrew Martin. 2004. “The Use of Newspaper Data in the Study of Collective Action.” American Review of Sociology 30 (1): 65–80. Ferree, Myra, William A. Gamson, Jürgen Gerhards, and Dieter Rucht. 2002. Shaping Abortion Discourse. Democracy and the Public Sphere in Germany and the United States. Cambridge: Cambridge University Press. Giugni, Marco. 2010." The Contentious Politics of Unemployment in Europe. Welfare States and Political Opportunities", Palgrave Macmillan. Johnston, Hank. 2011. States and social movements. Cambridge: Polity Press. Klandermans, Bert, and Suzanne Staggenborg, eds. 2007. Methods of social movement research. Social movements, protest, and contention. Minneapolis, Minn. Univ. of Minnesota Press. Kolb, Felix. 2007. Protest and opportunities: The political outcomes of social movements. Frankfurt, Main: Campus. Koopmans, R. 1997. “The Dynamics of Protest Waves: West Germany 1965-1989.” In Social movements: Readings on their emergence, mobilization, and dynamics. Ed. by D. McAdam and D. A. Snow, 367–83. Los Angeles Calif. Roxbury Pub. McAdam, Douglas, John D. McCarthy, and Mayer N. Zald, eds. 1996. Comparative perspectives on social movements: Political Opportunities, Mobilizing Structures, and Cultural Framings. Cambridge studies in comparative politics. Cambridge: Cambridge Univ. Press. McAdam, Doug, and David A. Snow, eds. 1997. Social movements: Readings on their emergence, mobilization, and dynamics. Los Angeles Calif. Roxbury Pub. McCarthy, John D. 1997. “The Globalization of Social Movement Theory.” Pp.243-259 in Transnational Social Movements and Global Politics. Solidarity beyond the State, edited by J. Smith, C. Chatfield, and R. Pagnucco. Syracuse. McCarthy, Michael, and Felicity O'Dell. 2008. Academic vocabulary in use: 50 units of academic vocabulary reference and practice. Cambridge: Cambridge University Press. Meyer, David S. 2004. “Protest and Political Opportunities.” Annual Review of Sociology 30: 125–45. Meyer, David S. and Sidney Tarrow. 1998. The social movement society: contentious politics for a new century. Lanham: Rowman and Littlefield. Olzak, S. 1989. Analysis of Events in the Study of Collective Action. Annual Review of Sociology 15: 119–41. Snow, D. A., R. D. Benford, H. J. McCammon, L. Hewitt, and S. T. Fitzgerald. 2014. The Emergence, Development, and Future of the Framing Perspective. Mobilization 19 (1): 23–45. Snow, David A., Sarah A. Soule, and Hanspeter Kriesi. 2007. The Blackwell companion to social movements. Malden, MA: Blackwell Pub. Stekelenburg, J. van, S. Walgrave, B. Klandermans, and J. Verhulst. 2012. Contextualizing Contestation. Mobilization 17 (3): 249–62. Tarrow, Sidney. 1998. Power in Movement. Social Movements, Collective Action and Politics. Cambridge: Cambridge University Press. Tilly, Charles and Sidney Tarrow. 2012. Contentious Politics. Oxford: Oxford University Press.
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Docentes
Luis Antonio Fretes Carreras
Departamento de História
Marcelo Moriconi
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Explicar a formulação teórica dos sistemas e regímenes políticos aplicados as diferentes etapas históricas da América Latina e as Caraíbas. Analisar os processos da criação dos Estados latino-americanos e as suas modificações a longo da história. Aprofundar os conceitos de autogoverno e soberania e a sua influência nas construções nacionais de ALyC. Expor a evolução histórica dos sistemas políticos e a formação dos partidos e movimentos políticos latino-americanos. Explicar e analisar os diferentes processos de ditaduras, transições e consolidações da democracia na região. Presentar as reformas constitucionais contemporâneas, e analisar a implementação das novas instituições com a emergência dos novos atores políticos e as suas relações e interdependências com os sistemas políticos anteriores.
Programa
I ? Memoria e Historia da América Latina e as Caraíbas. II ? Conceitos fundamentais. Regímen e Sistemas Políticos. Política, Eleições e Partidos politicos. III - O estudo dos Sistemas Políticos na América Latina e as Caraíbas. Etapas históricas num contexto heterogéneo. Das Republicas ate as Ditaduras Militares. IV ? Retorno, Transições e Consolidação da Democracia. Mudanças constitucionais e a agenda das reformas políticas. As democracias participativas e os movimentos sociais. Os estados plurinacionais. V - Casos de Estudo e performance dos sistemas políticos. Agenda da qualidade da democracia.
Processo de Avaliação
Primeiro, a assiduidade e participação (20% da média final). Segundo, a exposição oral de um dos textos programados (25%). Terceiro, o comentário de um dos textos programados (10%). Quarto, em grupos: estruturar uma pequena pesquisa empírica comparando dois países da Europa (45%). Se não obtiverem aproveitamento na avaliação contínua, ou 60%-70% assiduidade: exame escrito nas condições legais usuais.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Manuel Alcántara (2013). Sistemas políticos de América Latina. Vol I. Madrid. TecnosBale, Tim (2005), European Politics. A Comparative Introduction, London, Palgrave/Macmillan. Manuel Alcántara (2008). ?La democracia en América Latina: calidad y rendimiento?. Sistema. Nº 203-204. Págs.: 125-147 Manuel Alcántara (2009). ?América Latina: la política inconclusa?. Sistema. Nº 208-209. Págs.: 5-24 Coppedge, M. (1998): ?The Dynamic Diversity of Latin American Party Systems?, en Party Politics, vol. 4, núm. 4, pp. 547-568.
Bibliografia Opcional
Cardoso, Fernando Henrique. Faletto, Enzo: ?Dependencia y desarrollo en América Latina: ensayo de interpretación sociológica?, Editorial Siglo XXI, 2003. Halperin Donghi, Tulio, ?Historia Contemporánea de América Latina?, Editorial Alianza. 1994. Lijphart, Arend /1975.), Comparative Politics and the Comparative Method. Estados Unidos. Lipset, Seymour; Rokkan, Stein: ?Estructuras de División, Sistemas de Partidos y Alineamientos Electorales. En Diez Textos Básicos de Ciencia Política. AA.VV. Ariel. España. Lijphart, Arend (2000), Modelos de democracia. Formas de gobierno y resultados em trinta y seis países, Barcelona, Ariel. (existe original em inglês) Lijphart, A. (2012), Patterns of Democracy: Government Forms and Performance in Thirty-Six Countries, Yale, Yale University Press.
Linz, J. J. (1990a), The perils of presidentialism. Journal of Democracy, 1(1), 51-69.
Linz, J. J. (1990b), The virtues of parliamentarism. Journal of Democracy, 1(4), 84-91. Mainwaring, Scout: ?El Presidencialismo en América Latina?, Revista Latin American Research Review, Volumen 25, N°1, 1990. Mainwaring, S. y Timothy R. S. (1995): ?Introduction: Party Systems in Latin America?, y ?Parties and Democracy in Latin America-Different Pattern, Common Challenges?, en S. Mainwaring y T. Scully (Eds.), Building Democratic Institutions. Party Systems in Latin America, Stanford Univ. Press, Stanford, pp. 1-36 y 459-476. Michael Reid (2009). El continente olvidado. La lucha por el alma de América Latina. Barcelona: Belacqva. Macridis, Roy: ?Comparative Politics and the Study of Government: The Search of the Focus. En Comparative Politics. Número 1. Estados Unidos. Meyer, Lorenzo; Reyna, José Luis, ?Los sistemas políticos en América Latina?, Siglo XXI editores, México 1992. Moriconi Bezerra, Marcelo (2011): Retórica, política y administración. Por qué fallan las reformas administrativas. México: UAM-CLACSO. O´Donnell, G., Scmitter, Ph., y Whitehead, L. (comp.) ?Transiciones desde un gobierno autoritario? Vol 2. Paidós. Buenos Aires. 1989. O´Donnell, Guillermo (1993) ?Acerca del estado, la democratización y algunos problemas conceptuales. Una perspectiva latinoamericana con referencias a países poscomunistas? en Revista Desarrollo Económico, Vol. XXXIII Nº 130. Oszlack, Oscar. O´Donnell, Guillermo: ?Estado y Políticas Estatales en América Latina: Hacia una estrategia de Investigación?, Publicado por el Centro de Estudios y Sociedad (CEDES), Buenos Aires, 1981. Pasquino, G. (2005), Sistemas Políticos Comparados, Cascais, Principia. (caps. 1, 4, 6). Panebianco, Angelo ( 1994), ?Comparación y Explicación?. En La comparación en Ciencias Sociales. Morlino, Leonardo (comp.). Alianza. Madrid. PEDRAZA, Dallanegra Luis, ?El Sistema Político Latinoamericano?, Reflexión Política, Año 5, Nº 10 Diciembre de 2003. IEP - UNAB COLOMBIA (ISSN 0124-0781). Smith, Peter. 2009. La democracia en América Latina, Universidad de Alcalá - Marcial Pons, Madrid Tocqueville, Alexis de (1840). La Democracia en América, México, D.F.: Fondo de Cultura Económica, 1984, Cuarta parte, capítulos del 1 al 8. Zea, Leopoldo: ?El pensamiento Latinoamericano?. Proyecto Ensayo Hispánico. Selección de Capítulos. Edición Digital de Diciembre de 2003 (sobre la edición Barcelona, Ariel, 1976)
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Patrícia Ávila
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
O objectivo desta UC é proporcionar aos alunos de mestrado uma introdução à análise quantitativa de dados em ciências sociais com o SPSS (Statistical Package dor Social Sciences). Pretende-se que os estudantes adquiram conhecimentos e competências que lhes permitam construir uma base de dados, transformar variáveis e analisar os resultados recorrendo à estatística descritiva univariada e bivariada. Serão ainda abordados, de forma introdutória, alguns dos testes de hipóteses mais utilizados em ciências sociais.
Programa
1.Introdução à análise quantitativa de dados em Ciências Sociais 2.Do inquérito por questionário à análise de dados: a)Tipos de perguntas e de variáveis b)Codificação das respostas c)As não respostas 3.O SPSS como ferramenta de trabalho na análise quantitativa. a)Apresentação do programa; b)Construção de uma base de dados em SPSS; c)Transformação de variáveis: Recodificação de variáveis e construção de novas variáveis 4.Análise univariada: a)Tabelas de frequências b)Representações gráficas c) Medidas de tendência central d)Medidas de dispersão e)Aplicações com o SPSS f)Modos de apresentação e discussão dos resultados 5.Análise bivariada: a)Tabelas de contingência b)Comparação de médias c)Medidas de associação e correlação d)Representações gráficas e)Aplicações com o SPSS f)Modos de apresentação e discussão dos resultados 6.Introdução aos testes de hipóteses: a)Teste de independência de qui-quadrado b) Aplicações com o SPSS c)Modos de apresentação e discussão de resultados
Processo de Avaliação
O processo de avaliação inclui dois exercícios individuais. O primeiro exercício individual será realizado com recurso ao SPSS (50% da classificação). O segundo exercício individual (escrito) incidirá predominantemente na interpretação de outputs (50% da classificação).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, Alan e Duncan Cramer (2003), Análise de dados em Ciências Sociais. Introdução às Técnicas Utilizando o SPSS para Windows, Oeiras, Celta Editora, 3ª ed. Bryman, Alan (2012), Social Research Methods, Oxford, Oxford University Press (4ª ed.) Laureano, Raul, Maria do Carmo Botelho (2010), SPSS, O Meu Manual de Consulta Rápida, Lisboa, Sílabo. Maroco, J. (2011), Análise Estatística com utilização do SPSS, Lisboa, Edições Sílabo, 5ª ed. Maroco, J. e R. Bispo (2003), Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores. Reis, E. (2008), Estatística Descritiva, Lisboa, Sílabo, 7ª ed.
Bibliografia Opcional
Acton, Ciaron e Robert Miller (2009), SPSS for Social Scientists, Macmillan. Green, Samuel B. e Neil J. Salkind (2007), Using SPSS for Windows and Macintosh: Analyzing and Understanding Data, Pearson Education (5ª ed.). Maroco, J. e R. Bispo (2003), Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores. Pallant, Julie (2010), SPSS, Survival Manual, Open University Press. Reis, E., P. Melo, R. Andrade e T. Calapez (1997), Estatística Aplicada, vols. 1 e 2, Lisboa, Sílabo, 3ª ed.
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Objectivos
Aquisição de conhecimentos e competências de operacionalização analítica sobre aspectos fundamentais da relação entre direito e cidadania.
Programa
1. Cidadania, Estado e Direito 1.1. Estado de direito: génese, evolução e dimensões essenciais 1.2. Globalização, Estado de direito e formas de governança 1.3. Conceito e espaços de cidadania
2. Sistema dos direitos de cidadania 2.1. Direitos civis e políticos 2.3. Direitos económicos, sociais e culturais 2.4. Direitos de intervenção na gestão pública 2.5. Direitos de solidariedade
3. Ética da responsabilidade, cidadania e direito 3.1. Responsabilidade e exercício da cidadania 3.2. Ética pública: dos valores clássicos aos novos valores 3.3. Competências cívicas e instituições políticas
4. Princípios procedimentais da cidadania activa 4.1. Cidadania política e cidadania administrativa 4.2. Controle do Estado, democratização e desestatização do interesse público 4.3. Colaboração da administração com os cidadãos 4.4. Participação dos cidadãos na formação das decisões público
Processo de Avaliação
A UC pode ser frequentada em regime de avaliação contínua ou de exame final. A avaliação contínua da disciplina comporta: (a) apresentação oral dum tema nas aulas (10/15 minutos), preferencialmente como produto de trabalhos de grupo e seguida de debate, com 25% na ponderação da nota; (b) realização dum trabalho escrito individual sobre um tópico do programa (máximo 25 páginas), com 75% na ponderação da nota. Regime de presença nas aulas: 75% de assiduidade obrigatória.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Canotilho, Gomes e Vital Moreira (2007 e 2010), Constituição da República Portuguesa anotada, vol. I, 2007 e volume II, 2010, Coimbra, Coimbra Editora, Canotilho, J. J. Gomes (2010), Direito Constitucional e Teoria da Constituição, Coimbra, Almedina Caupers, João et alii (2007), Código do Procedimento Administrativo Anotado, Coimbra, Almedina Gomes, João Salis (2010), ?Interesse público, controle democrático do Estado e cidadania?, em Augusto de Athayde et al., Em Homenagem ao Professor Doutor Diogo Freitas do Amaral, Coimbra, Almedina Gomes, Maria Teresa Salis (coord.) (2003), A face oculta da governança: cidadania, Administração Pública e sociedade, Oeiras, Instituto Nacional de Administração OECD (2001), Citizens as Partners - Information, consultation and public participation in policy-making, Paris Spanou, Calliope (2003), Citoyens et administration. Les enjeux de l?autonomie et du pluralisme, Paris, L?Harmattan
Bibliografia Opcional
Amaral, Diogo Freitas do (2009 e 2008), Curso de Direito Administrativo, Vol. I, 2009 e vol. II, 2008, Coimbra, Almedina Andrade, José Carlos Vieira de (2004), Os direitos fundamentais na Constituição Portuguesa de 1976, Coimbra, Almedina Aranguren, Juan-Cruz Alli (2004), Derecho Administrativo y Globalización, Madrid, Civitas Ediciones Arnaud, André-Jean (2004), Entre modernité et mondialisation. Leçons d?histoire de la philosophie du droit et de l?État, Paris, L.G.D.J. Barbalet, J.M. (1989), A Cidadania, Lisboa Editorial Estampa (1ª edição em inglês: 1988) Bobbio, Norberto (1986), Desobediêncis civil?, in Bobbio et al., Dicionário de Política, Brasília, Editora universidade de Brasília Chevallier, Jacques (2003), L?État post-moderne, Paris, L.G.D.J. Chevallier, Jacques (1992), L?État de droit, Paris, Montchrestien Constant, Fred (2000), La citoyenneté, Paris, Montchréstien Dias, Maria Teresa Fonseca (2008), Terceiro setor e Estado : legitimidade e regulação. Por um novo marco jurídico, Belo Horizonte, Editora Fórum Enterria, Eduardo Garcia de (2001), La lengua de los derechos. La formación del Derecho Público europeo tras la Revolución Francesa, Madrid, Civitas Espada, João Carlos (1997), Direitos sociais de cidadania, Lisboa, Imprensa nacional Casa da Moeda Farrell, Catherine (2000), "Citizen participation in governance", Public Money and Management, January-March Ferrarese, Maria Rosaria (2000), Le istituzioni della globalizzazione - diritto e diritti nella societá transnazionale, Bolonha, Il Mulino. Garcia, Maria da Glória Dias (2009), Direito das políticas públicas, Coimbra, Almedina Garcia, Maria da Glória F. P. D. (1999), ?Globalização, culturas e cidadania ou a necessidade de uma nova compreensão do Estado e do Direito?, em Cadernos 3: Globalização. Desenvolvimento. Culturas, Actas do Colóquio 1999, Sociedade Científica da Universidade Católica Portuguesa, pp. 79 e ss. Gomes, João Salis (2000), ?Qualidade da regulação jurídica e redefinição estratégica da gestão pública?, separata da Revista de Administração Local, n.º 179 Hague, M. Shamsul (1999), "Relationship between citizenship and public administration: a reconfiguration", in International Review of Administrative Sciences, Londres, vol. 65 Gonçalves, Maria Eduarda, e Pierre Guibentif (2008), Novos Territórios do Direito - Europeização, Globalização e Transformação da Regulação Jurídica, Lisboa, Principia Holmes, Stephen e Cass Sunstein (1999), ?Common sense about rights? e ?How rights differ from interests? in The Cost of Rights - Why liberty depends on taxes, New York, Norton Jackson, Emily e Nicola Lacey (2005), ?Introducing Feminist Legal Theory?, em James Penner, David Schiff e Richard Nobles, Introducing to Jurisprudence and Legal Theory: Commentary and Materials, Oxford, Oxford University Press, pp. 779 ? 85 Monteiro, Nuno Peres (1999), Democracia electrónica, Lisboa, Gradiva Moro, Giovanni (1998), Manuale di cittadinanza attiva, Roma, Carocci editore Morrison, Wayne (2005), Jurisprudence: from the Greeks to post-modernism, Londres, Cavendish Publishing Morth, Ulrika (ed.) (2004), Soft Law in Governance and Regulation, Cheltenham e Northampton, Edward Elgar Moura, José Barros (1999), Cidadania europeia, uma construção racional, Lisboa, Gradiva Mozzicafreddo, Juan, João Salis Gomes e João S. Batista (org.) (2007), Interesse Público, Estado e Administração, Oeiras, Celta Editora Mozzicafreddo, Juan, João Salis Gomes e João S. Batista (org.) (2003), Ética e Administração: Como Modernizar os Serviços Públicos?, Oeiras, Celta Editora Mozzicafreddo, Juan e João Salis Gomes (org.) (2001), Administração e Política: Perspectivas de reforma da Administração Pública na Europa e nos Estados Unidos, Oeiras, Celta Editora Mozzicafreddo, Juan (2000), Estado-Providência e Cidadania em Portugal, Oeiras, Celta Editora Mozzicafreddo, Juan (1998), "Estado, Modernidade e Cidadania", in Viegas, José Manuel Leite e António Firmino da Costa, , Portugal, que Modernidade?, Oeiras, Celta Editora Muller, Pierre (2008), Les politiques publiques, Paris, PUF Muller, Pierre e Yves Surel (1998), L?analyse des politiques publiques, Paris, Montchrestien Novais, Jorge Reis (1987), Contributo para uma teoria do Estado de Direito: do Estado de Direito liberal ao Estado social e democrático de Direito, Coimbra, separata do vol. XXIX do Suplemento ao Boletim da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra Papadopoulos, Yannis (1995), Complexité sociale et politiques publiques, Paris, Montchrestien Penner, James, David Schiff e Richard Nobles (2005), Introduction to Jurisprudence and Legal Theory: Commentary and Materials, Oxford, Oxford University Press Plant, Raymond (1998), ?Citizenship, rights, welfare? in Jane Franklin (Org.), Social Policy and Social Justice, Cambridge, The Polity Press Vol. I Poltiers, E. (1987), ?Les gentlemen?s agreements à la participation publique!, em Revue de Droit Suisse, 106, pp. 377 e ss. Rondinelli , Dennis A. (2007), Governments serving people: the changing roles of public administration in democratic governance, 7th Global Forum on Reinventing Government. Building Trust in Government, Viena, Organização das Nações Unidas Schiff, David (2005), ?Disobedience?, em James Penner, David Schiff e Richard Nobles, Introducing to Jurisprudence and Legal Theory: Commentary and Materials, Oxford, Oxford University Press, pp. 477 ? 538 Sorensen, Eva e Jacob Torfing (ed.) (2008), Theories of Democratic Network Governance, Hampshire e Nova Iorque, Palgrave Macmillan Sousa, Marcelo Rebelo de e André Salgado de Matos (2008 e 2007), Direito Administrativo Geral, Tomo I, 2008 e Tomo III, 2007, Lisboa, D. Quixote Stiglitz, Joseph (1999), ?Participación y desarrollo : perspectivas desde el paradigma integral de desarrollo?, comunicação apresentada na Conferência sobre Democracia, Economia de Mercado y Desarrollo, Seúl Stivers, Camila (1998), ?Active Citizenship and Public Administration?, in Gary Wamsley et al., (Ed. by) Redounding Public Administration, Newbury Park, Sage Publication Viegas, José Manuel Leite e Eduardo Costa Dias (2000), Cidadania, Integração, Globalização, Oeiras, Celta Editora Waltzer, Michael (1996), Citizenship in a changing society, Lisboa, Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento
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Objectivos
Os objectivos da disciplina são: 1) dominar os principais conceitos da UC e saber aplicá-los na exposição oral e escrita; 2) compreender como foi construída a história da Europa.
Programa
Programa 1. Métodos e técnicas da análise histórica. 2. A Europa entre as Guerras. 2.1. Antecedentes. 2.2. A crise do modelo liberal. 2.3. A Primeira Guerra Mundial: geo-estratégia, divisão territorial, clivagens. 2.4. A revolução russa e o seu impacto. 2.5. A radicalização da direita: autoritarismo, cultura política e mudança social. 3. O Milagre Europeu. 3.1. A Segunda Guerra Mundial e as origens da Guerra Fria 3.2. Planificação económica, Estado Providência e economia mista. 3.3. As instituições do após guerra e a Diplomacia Europeia: multilateralismo, a questão alemã, a Europa dos Seis e o início da "détente". 3.4. O Gaulismo e a democracia cristã. Crescimento económico e novas práticas de consumo. A Europa do norte e a Europa do sul. 3.5. O final dos anos 60 e os anos 70. A crise do modelo europeu. A viragem dos anos 80 e a Perestroika.
Processo de Avaliação
A avaliação consiste numa intervenção oral realizada na aula e num pequeno trabalho sobre o mesmo tema, escolhido pelo aluno.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Antonio Costa Pinto, ed. (2010), Rethinking the Nature of Fascism, London, Palgrave.
Eric Hobsbawm (2002), A Era dos Extremos. História Breve do Século XX 1914-1991, Lisboa, Editorial Presença.
Jytte Klausen (1999),In the Image of War: Economic Planning and European Capitalism, 1945 to the Present Palgrave, Macmillan.
J.M. Roberts (2000), Europe, 1880-1945 (in General History of Europe) Longman, 3 edition.
Robin W. Winks and John E. Talbott (2005), Europe, 1945 to the Present, OUP USA.
Tony Judt (2010), Pós-Guerra. A Europa após 1945, Lisboa, Edições 70.
Bibliografia Opcional
A) Artigos disponíveis para download nos computadores do ISCTE (B-on, JSTOR).
Aiqun Hu and Patrick Manning, The global social insurance movement since the 1880s, Journal of Global History (2010), 5, pp. 125-148.
Alan Sharp, The Enforcement of the Treaty of Versailles, 1919-1923, Diplomacy & Statecraft, 16: 3, 2005, pp.423-438.
Archie Brown, Perestroika and the End of the Cold War, Cold War History, 7: 1, 2007, pp. 1-17.
Beryl Williams, The End of a European Dream? Recent Writings on Revolution in Europe, Journal of Contemporary History, 2002, 37(3), 457-465.
Carl Levy, Fascism, National Socialism and Conservatives in Europe, 1914-1945: Issues for Comparativists, Contemporary European History, 8, 1 (1999), pp. 99-126.
Christian Stogbauer and John Komlos, Averting the Nazi seizure of power: A counterfactual thought experiment, European Review of Economic History, 8, 2004, pp. 173-199.
Christian Stogbauer ,The radicalisation of the German electorate: Swinging to the Right and the Left in the twilight of the Weimar Republic, European Review of Economic History, 5, 2001, pp. 251-280.
David D. Roberts, Myth, Style, Substance and the Totalitarian Dynamic in Fascist Italy, Contemporary European History, 16, 1 (2007), pp. 1-36.
David Reynolds ,World War to Cold War: The Wartime Alliance and Post-War Transitions, 1941-1947, The Historical Journal, 45, 1 (Mar., 2002), pp. 211-227.
David Painter, A Partial History of the Cold War, Cold War History, 6: 4, 2006, pp. 527-534.
David D. Roberts, Comment: Fascism, Single-Party Dictatorships, and the Search for a Comparative Framework, Contemporary European History, 11, 3 (2002), pp. 455-461.
Don K. Rowney, Narrating the Russian Revolution: Institutionalism and Continuity across Regime Change, Comparative Studies in Society and History, 47, 2005, pp. 79-105.
Frank Trentmann, Beyond Consumerism: New Historical Perspectives on Consumption, Journal of Contemporary History, 39(3), 2004, pp. 373-401.
Ian D. Thatcher, From Stalin to Gorbachev: Reflections on the Personality of Leaders in Soviet History, Contemporary European History, 19, 1 (2010), pp. 95-107.
Hew Strachan, The First World War, The Historical Journal, 43, 3 (2000), pp. 889-903.
Jack A. Goldstone, Revolutionary Collective Action Is Revolution Individually Rational?: Groups and Individuals, Rationality and Society, 1994, 6, 1. 139-166.
Jeremy Noakes, Leaders of the People? The Nazi Party and German Society, Journal of Contemporary History, Vol 39(2), 2002, pp.189-212.
Jon Lawrence ,The transformation of British politics after the First world War, Past and Present, 190 (Feb. 2006), pp.189-216.
Judith L. Goldstein, Douglas Rivers, and Michael Tomz, Institutions in International Relations: Understanding the Effects of the GATT and the WTO on World Trade, International Organization 61, Winter 2007, pp. 37-67.
Judith L. Goldstein and Joanne Gowa, US national power and the post-war trading regime, World Trade Review (2002), 1: 2, pp.153-170.
Kenneth Weisbrode, International Administration Between the Wars: A Reappraisal', Diplomacy & Statecraft, 20:1, 2009, pp.30-49.
Martin Conway, The Rise and Fall of Western Europe?s Democratic Age, 1945?1973, Contemporary European History, 13, 1 (2004)
Martin Conway, Democracy in Postwar Western Europe: The Triumph of a Political Model, European History Quarterly ,2002, 32(1), pp. 59-84.
Patrick J. McDonald and Kevin Sweeney, The Achilles? Heel of Liberal IR Theory? Globalization and Conflict in the Pre?World War I Era, World Politics 59 (April 2007), pp. 370-403.
Patrick O. Cohrs, The First ?Real? Peace Settlements after the First World War: Britain, the United States and the Accords of London and Locarno, Contemporary European History, 12, 1 (2003), pp. 1-31.
Robin Prior and Trevor Wilson, Review Article: The First World War, Journal of Contemporary History, 2002, Vol 35(2), 319-328.
Stefan Berger, Herbert Morrison?s London Labour Party in the Interwar Years and the SPD: Problems of Transferring German Socialist Practices to Britain, European Review of History/Revue europeénne d'Histoire, 12, 2, July 2005, pp. 291-306.
Wolfram Kaiser, Christian Democracy in Twentieth-Century Europe, Vol. 39, No. 1 (Jan., 2004), pp. 127-135.
B) Outra Bibliografia
Crafts, Nicholas & Toniolo, Gianni, Economic Growth in Europe since 1945, Cambridge University Press, Cambridge, 1996.
Cyril E. Black, Jonathan E. Helmreich, Robert D. English, A. James McAdams, Rebirth: Political History of Europe Since World War II, Perseus; Londres, 2nd edition, 1999.
David Williamson, Europe and the Cold War, 1945-1991, Hodder Education, London, 2006.
Donald Sassoon, One Hundred Years of Socialism: The West European Left in the Twentieth Century, New Press, Londres, 1998.
Eichngreen, Barry, Globalizing Capital. A History of the International Monetary System, Princeton University Press, Princeton, 1996.
Flora, P. Heidenheimer, A.J., The Development of Welfare States in Europe and America, Transaction Publishers, Londres, 1995 (1ª edição - 1982).
Frieden, Jeffry A., Global Capitalism: Its Fall and Rise in the Twentieth Century, W. W. Norton, Nova Iorque, 2006.
Frieden. Jeffry A. & Lake, David, A., International Political Economy, St. Matin?s Press, Nova Iorque, 1991.
Gilpin, Robert, The Political Economy of International Relations, Princeton University Press, Princeton, 1987.
Morgenthau, Hans e Thompson, Kenneth W e Clinton, David Politics Among Nations, McGraw-Hill, Londres / Nova Iorque, 2005.
Martin Blinkhorn, Fascism and the Right in Europe, 1919-45 (Seminar Studies In History), Longman, Londres, 2000.
Millward, R.; Singleton, J., The political economy of nationalisation. Cambridge, Cambridge University Press, 1995.
Milward, Alan S. The European rescue of the Nation State, Routledge and Keegan, Londres, 1995 (1ª edição - 1992).
Millward, Robert, Private and Public enterprise in Europe, Cambridge University Press , Cambridge, 2005.
Morgenthau, Hans e Thompson, Kenneth W e Clinton, David Politics Among Nations, McGraw-Hill , Londres ?Nova Iorque, 2005.
Okumura, Hiroshi, Corporate Capitalism in Japan, Palgrave Macmillan, Nova Iorque/ Londres, 2000. Rosenberg, Nathan;¸ Birdzell L.E., Jr., How the West Grew Rich: The Economic Transformation of the Industrial World, Basic Books, 1987.
Russell Kirk, The Conservative Mind: From Burke to Eliot, Softcover, Regnery Publishing, 2001 (1ª edição - 1953).
Tortella, Gabriel, La revolucion del siglo XXI, Taurus, Madrid, 2000.
Spencer Tucker, The Second World War (Twentieth Century Wars), Palgrave Macmillan, New York, 2003.
V. R. Berghahn, Modern Germany: Society, Economy and Politics in the Twentieth Century, Cambridge University Press; 2 edition, 1987.
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
André Freire
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
O Estágio em Ciência Política tem como objectivo: - Proporcionar aos alunos um contacto directo com práticas profissionais e formas de intervenção ligadas às competências desenvolvidas ao longo do curso; - Desenvolver capacidades de utilização de instrumentos teóricos e metodológicos adequados às práticas profissionais ligadas às políticas públicas; - Desenvolver competências socioprofissionais; - Reforçar o relacionamento do Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas com as Instituições que acolhem os estudantes. - Desenvolver parte da dissertação (mestrado) ou da tese (doutoramento) em contexto profissional adequado, nomeadamente providenciando o acesso a dados e contactos importantes para o efeito. - O estágio deve realizar-se durante o segundo ano de mestrado ou no primeiro ano de doutoramento
Programa
1. Organização do processo de colocação dos alunos em estágio (tendo em conta os protocolos de estágio que o Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas tem com várias instituições) a. Informar e esclarecer sobre os domínios de intervenção profissional b. Contactar instituições que podem conceder estágios c. Elaboração de cartas de apoio e suporte ao estágio d. Identificação do local de acolhimento do período prático de aprendizagem
2. Formalização do estágio a. Elaboração de protocolo de estágio com a entidade externa b. Identificação do orientador profissional c. Definição do plano de estudos e correspondente aplicação profissional d. Definição dos objectivos e perspectivas laborais
3. Conhecimento actual e aprofundado do contexto para uma maior adequação do sistema educativo à actividade socioprofissional a. Acompanhamento regular do estagiário b. Orientação do relatório de estágio c. Reflexão e aperfeiçoamento da experiência
Processo de Avaliação
A avaliação será feita fundamentalmente com base no relatório de estágio (10-15 páginas) com os seguintes elementos: a) Caracterização do contexto institucional (história, organização, políticas e serviços, actividades, estrutura orgânica e funcionamento) b) Enquadramento do local do estágio. c) Descrição das actividades desenvolvidas (funções, responsabilidades, agentes, processos de trabalho, metodologias utilizadas) d) Balanço crítico e teoricamente fundamentado e) Bibliografia
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Boix, Carles, e Stokes, Susan (editors) (2007), The Oxford Handbook of Comparative Politics, Oxford, Oxford University Press. Dandoy, Régis (ed.) (2010), Science politique et actualité: l?actualité de la science politique, Academia Bruylant, Louvain-la-Neuve, Collection Science politique, n° 11. Evera, Stephen van (1997), Guide to Methods of Students of Political Science, Ithaca, Cornell University Press. Goodin, R.E., e Klingemann, H.-D. (1996), A New Handbook of Political Science, Oxford, Oxford University Press. Martinez, Deirdre (2009), Washington Internships: How to Get Them and Use Them to Launch Your Public Policy Career, Pennsylvania, University of Pennsylvania Press. Reeher, Gant, e Mariani, Mack (2002), The Insider's Guide To Political Internships: What To Do Once You're In The Door, Nova Iorque, Basic Books. Rowh, Mark (2003),Great Jobs for Political Science Majors, Nova Iorque, McGraw-Hill.
Bibliografia Opcional
Bardach, Eugene (2009), The Practical Guide for Policy Analysis, Washington DC: CQ Press. Dexter, Lewis Anthony (2006), Elite and Specialized Interviewing, Londres, ECPR Press. Dror, Yehezkel (2006), ?Training for Policy Makers?, in Michael Moran, Martin Rein, e Robert Goodin, Oxford University Press The Oxford Handbook of Public Policy, Oxford, Oxford University Press.. Pennings, P., Keman, H., e Kleinnijenhuis, J. (1999), Doing Research in Political Science. An Introduction to Comparative Methods and Statistics, London, Sage. Porta, Donatella della, e Keating (editors), Approaches and Methodologies in the Social Sciences. A Pluralist Perspective, Cambridge University Press.
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Maria João Vaz
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta unidade curricular é dotar os estudantes de conhecimentos teóricos e práticos sobre a definição e acesso a fontes de informação e a documentação, nomeadamente a documentação de arquivo. A reflexão sobre o conceito de documento bem como os procedimentos a que deve ser submetida a informação e documentação utilizada na elaboração de estudos científicos são também aspectos contemplados.
Programa
CP1 - Teoria e história da informação e da documentação. O processo informativo-documental. A mensagem documental CP2- Conceito de documento CP3- Hermenêutica e crítica do documento e da informação CP4- Organização e representação da informação CP5- O arquivo e o documento de arquivo. Arquivos históricos; Arquivos intermédios; Arquivos correntes CP6- A pesquisa e o acesso à informação nos arquivos CP7 - Arquivos especiais: sonoros, fotográficos, cinema, digitais CP8- Outras fontes documentais: fontes orais, fontes literárias, imprensa cinema, memórias, objectos.
Processo de Avaliação
Preparação e participação nas aulas (10%).Elaboração de um trabalho individual e sintético, com apresentação oral na sala de aula (30%) e entrega do trabalho por escrito no final das aulas (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Chaumier, Jacques (1993), Les Techniques Documentaires, Paris, Puf. Coeuré, Sophie; Duclert, Vincent (2001), Les archives, Paris, La Découverte. Farge, Arlette (1989), Le gout de l?archive, Paris, Seuil. Le Goff, Jacques (1984), «Documento/Monumento», in: Enciclopédia Einaudi, vol. I, Lisboa, Imprensa Nacional, pp. 95-104 López Yepes, J. (1995), La documentación como disciplina. Teoria e historia, Pamplona, Eunsa, 1995 Pinto Molina, M. (1991), Análisis documental: fundamentos y procedimientos, Madrid, Eudema. Ribeiro, Fernanda (2003), O acesso à informação nos arquivos, 2 volumes, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian / Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Rousseau, Jean-Yves, et al. (1998), Os fundamentos da disciplina arquivística, Lisboa, Dom Quixote Silva, Armando Malheiro da (2006), A Informação. Da compreensão do fenómeno e construção do objecto científico, Porto, Ed. Afrontamento.
Bibliografia Opcional
AA.VV. (2004), Olhares cruzados entre arquivistas e historiadores, Lisboa, IAN/TT. AA.VV (1985),Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas - A Informação em Tempo de Mudança - Actas, 2 vols., Porto, BAD. Alves, Ivone, et al. (1993), Dicionário de terminologia arquivística, Lisboa, Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro. Barthes, Roland (2012), A Câmara Clara, Lisboa, Ed. 70 (reedição). Carrión Gúties, Manuel (2002), Manual de Bibliotecas, Madrid, Fundación Germán Sánchez Ruipérez. Eco, Umberto (2002), A Biblioteca, Lisboa, Difel (5.ª edição). Eco, Umberto (1980), Como se faz uma tese em ciências humanas, Lisboa, Presença. Guinchat, Claire e Menou, Michel (1985), Introduction générale aux sciences et techniques de l'information et de la documentation, Paris, Presses de l'UNESCO. Hildesheimer, Françoise (1984), Les archives? Pourquoi ? Comment ?, Paris Éditions de l´Érudit. Leal, Maria José da Silva e Pereira, Miriam Halpern, coord. (1988), Arquivo e Historiografia. Colóquio sobre as fontes da História Contemporânea portuguesa, Lisboa, INCM. Lodolini, E. (1986), Archivistica. Principi e problemi, Milão, Franco Angeli (3.ª ed). Mattoso, José (1988), A Escrita da História. Teoria e métodos, Lisboa, Editorial Estampa Mban, Albert (2007), Les problèmes des archives en Afrique : à quand la solution?, Paris,L'Harmattan. McGarry, Kelvin J. (1984), Da documentação à informação: um contexto em evolução, Lisboa, Ed.Presença Pavão, Luís (1997), Conservação de Colecções de Fotografia, Lisboa, Dinalivros. Poulain, Marine, dir. (1992), Les bibliothèques publiques en Europe, Paris, Edition du Cercle de la Librairie. Serrão, Joel, coord. (1984-1985), Roteiro de Fontes da História Portuguesa Contemporânea, 3 Volumes, Lisboa, Instituto Nacional de Investigação Científica. Silva, Armando Malheiro da; Ribeiro, Fernanda; Ramos, Júlio e Real, Manuel Luís, (1999), Arquivística. Teoria e prática de uma ciência da informação, Porto, Afrontamento. Sontag, Susan (1986), Ensaios sobre fotografia, Lisboa, D. Quixote. Traniello, Paolo (1997), La Biblioteca Pubblica. Storia di un istituto nell?Europa contemporanea, Bolonha, il Mulino.
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Docentes
Nuno de Almeida Alves
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade visa fornecer aos alunos(as) competências práticas de aplicação da análise de conteúdo recorrendo a um programa informático especializado: MAXQDA.
Programa
1.A análise de conteúdo 1.1 Introdução. Estratégias de análise de conteúdo. Comparação da análise de conteúdo clássica com a grounded theory. 1.2 A questão da amostragem na seleção dos documentos a tratar. As etapas na realização da análise de conteúdo. As vantagens e desvantagens da análise de conteúdo. Aplicações da análise de conteúdo. Fiabilidade e validade na análise de conteúdo. 2. A utilização do software MAXQDA na análise de diversos tipos de dados qualitativos. 2.1 Etapas, processos e tarefas na utilização do MAXQDA: estrutura de codificação; labels; contagens; 3. Apresentação de resultados e publicação de estudos com análise de conteúdo 3.1 Produção de um codebook de apresentação dos resultados: excertos, contagens, proporções, nuvens de palavras, 3.2 Publicação dos resultados em diferentes tipos de publicações
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de ficha de leitura (30%); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. (2012). Social Research Methods. Oxford: Oxford University Press
Denzin, N.K., & Lincoln, Y.S. (2000). Handbook of Qualitative Research. London: Sage.
MAXQDA 12 Reference Manual, Verbi Software, Berlin
Bibliografia Opcional
Duarte, Vera (2015), "Delinquência Juvenil feminina a várias vozes. Contributos para a contrução de uma tipologia de percursos transgressivos", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 49-66.
Gomes, Rui Telmo (2014), "O pessoal está interessado numa tour". Ritos de procrastinação das cenas musicais underground", Sociologia, Problemas e Práticas 76, pp.51-68.
Lemos, Valter e Anabela Serrão (2015), "O impacto político do PISA em Portugal através dos media", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 87-104.
Nunes, Ana Rita e Sara Falcão Casaca (2015), "As mulheres perante o desafio de uma carreira internacional", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 77-94.
Silveira, Liane (2015), "Eu sou os olhos dela. As babás nas imagens, na praça ou na etnografia do olhar", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 95-111.
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Docentes
Nuno de Almeida Alves
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
A UC de Análise de Indicadores Estatísticos tem como objetivos proporcionar aos estudantes, através da realização de atividades práticas, o desenvolvimento de competências de avaliação e utilização de fontes estatísticas, tomando como referência o trabalho de investigação científica e de redação dos respetivos produtos. Pretende-se dotar os alunos das competências que lhes permitam ler, interpretar e usar de forma informada as estatísticas disponíveis em diversas das suas áreas fundamentais.
Programa
CP1. O sistema estatístico nacional e internacional (Instituto Nacional de Estatística e órgãos de competências delegadas; Organismos das Nações Unidas, Eurostat, OCDE); Métodos e amplitude da recolha de informação. CP2. Recenseamento da população e estatísticas demográficas; CP3. Educação: Sistema de ensino, recenseamentos escolares e qualificações da população; CP4. PIB, rendimentos, proteção social e desigualdades sociais; CP5. Trabalho, emprego e grupos profissionais; CP5. Ciência, tecnologia e sociedade do conhecimento; CP6. Indicadores compósitos: índice de desenvolvimento humano; CP7. Dos indicadores estatísticos à investigação sociológica. Articulação das estatísticas oficiais com a utilização de bases de dados internacionais Eurobarometer, EVS, IPPS, ESS.
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de apresentação oral individual em sala de aula (30%) (caso a turma seja grande será proposta uma alternativa); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bacelar, Sérgio, Para uma Sociologia da Produção Estatística: virtualidades duma leitura sintomática da informação estatística, Lisboa, INE. Carrilho, Maria José, População Activa: conceito e extensão através dos censos, Lisboa, INE. Ferreira, Maria João e Isabel Tavares, Notas sobre a História da Estatística, Dossiers Didácticos, VI, Lisboa, INE. Freire, João (1999), Problemas técnico-metodológicos em inquéritos sociológicos: a propósito de questões de valores e orientações dos sujeitos em matéria sócio-económica, Revista Crítica de Ciências Sociais, 55, pp. 37-51. Ramos, Pedro M.G. N. (2013), Torturem os Números que Eles Confessam, Coimbra: Almedina. Silva, Ana Alexandrino (2006), Gráficos e Mapas - representação de informação estatística, Lisboa, Lidel. Sousa, Fernando (1995), História da Estatística em Portugal, Lisboa, INE.
Bibliografia Opcional
Páginas Web e bases de dados
Bases de Dados de Informação Estatística: http://www.ine.pt http://www.oecd.org http://epp.eurostat.ec.europa.eu/portal/page/portal/eurostat/home/ http://www.unesco.org http://www.ilo.org http://www.eurofound.europa.eu/ http://www.apis.ics.ul.pt/ http://zacat.gesis.org/webview/
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Docentes
Inês Pereira
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
A presente disciplina visa discutir e potenciar a utilização sociológica do conceito de rede, visto como uma poderosa ferramenta teórica e metodológica. Neste sentido, combina uma reflexão teórico-analítica sobre o conceito de rede com a apresentação de estratégicas metodológicas de análise de redes sociais. Serão apresentados algumas aplicações informáticas específicas para a análise de redes, bem como algumas medidas estatísticas de análise de redes sociais, algo que será complementado com indicações bibliográficas e referências a pesquisas realizadas neste âmbito.
Programa
1. Rede Social: conceito e noções básicas 2. Aproximações teóricas com recurso à metáfora da rede - um guia 3. Apropriações metodológicas da análise de redes 4. Análise estatística de redes sociais? uma introdução 5. Representações gráficas: grafos e matrizes 6. Medidas analíticas básicas: coesão, envolvimento e subgrupos
Processo de Avaliação
Um trabalho individual que utilize teórica e metodologicamente o conceito de rede. O trabalho deve ter uma componente empírica, e nas aulas haverá oportunidade para desenvolver algumas das tarefas requeridas. Haverá também uma sessão individual com a docente de preparação do trabalho. O trabalho, na sua versão escrita, deve ter 10 a 20 páginas, excluindo anexos.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Wellman, Barry (1998), ?From Little Boxes to Loosely-Bounded Networks: The Privatization and Domestication of Community?, (Abril 2001)
Hanneman, Robert (2001), Introduction to social network methods, dept. of Sociology, University of California, Riverside (online guide)
Granovetter, Mark (1973) ? The strength of weak ties?, American Journal of Sociology, 78 (6)
Castells, Manuel (2000), The Information Age: Economy, Society and Culture, Volume I - The Rise of the Network Society, Oxford, Blackwell (2nd edition - 1997)1)
Bibliografia Opcional
Agier, Michel (1999), ?Réseaux et engagements: les uns avec les autres?, L?invention de la ville, Banlieus, townships, invasions, et favelas, Éditions des archives contemporaines, Paris (pp. 101-130) Fisher, Claude (1982), To Dwell Among Friends: Personal Networks in Town and City, Chicago e Londres, The University of Chicago Press. Hannerz, Ulf, (1980) Exploring the city, inquiries toward and urban anthropology, New York : Columbia University Press
Miranda, David, (2003) ?Em rede?: Algumas questões epistemológicas, em José Rebelo (coord.) Novas Formas de mobilização popular, Porto, Campo das Letras
Pereira, Inês, ?Movimentos em rede, Uma história do Software Livre?, em Cardoso, Gustavo, Rita Espanha (orgs.) (2006), Comunicação e Jornalismo na Era da Informação, Campo dos Media.
Santos, Felix Requena, (1989) ?Los lazos sociales? in Amigos y redes sociales, elementos para una sociologia de la amistad, CIS, Madrid Simmel, Georg (1955) ?The Web of Group Affiliation?, em The Conflict- The Web of Group Affiliation, New York, The Free press Ugarte, David, (2004) 11 M, Redes para ganar una guerra, Icaria, Barcelona Wasserman, Stanley e Katherine Faust, ?Affiliations and Overlapping Subgroups?, in Wasserman, Stanley e Katherine Faust (1994) Social network analysis, methods and applications, Cambridge, University Press Wittek, Rafael, (2003) ?Social capital in organizations, Forms, sources and effects?, summer course: Introduction to Social Network Analysis for Organisation StudiEs?, ISEG
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Docentes
Isabel Oliveira
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Compreender as dinâmicas demográficas que afetam o volume e estrutura da população e as tendências atuais dos fenómenos demográficos. Saber calcular e interpretar os principais indicadores demográficos e projetar a evolução da população em função de cenários prospectivos.
Programa
1. População: volume, estrutura e movimento (natural e migratório). 2. Análise dos fenómenos demográficos: o diagrama de Lexis. 3. Análise da mortalidade: taxas específicas e esperança de vida. 4. Análise da fecundidade: taxas específicas e índice sintético de fecundidade. 5. Análise das migrações: taxas e métodos indiretos. 6. Trajetórias demográficas recentes: hipóteses de evolução da componente natural e migratória. 7. Projeções demográficas: o método das componentes por coortes. 8. Projeção da população sem migrações 9. Projeção da população com migrações.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: teste (60%) e trabalho (40%) Avaliação Final: teste (60%) e trabalho (40%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Preston, S., Patrick H. e M. Guillot, 2001 - Demography: Measuring and Modeling Population Processes, Blackwell, Oxford.
Bibliografia Opcional
Avdeev, A. et al, 2011, "Populations and Demographic Trends of European Countries, 1980-2010", Population 66-1, p9-129.
Bandeira, M.L., 2004 - Demografia. Objecto Teoria e Métodos, Escolar Ed., Lisboa.
INE, 2017 - Projeções de população residente 2015-2018
Lanzieri, J.P., 2011 - Fewer, older and multicultural? Projections of the EU populations by foreign/national background
Nazareth, J.M., 2004 - Demografia. A Ciência da População, Ed. Presença, Lisboa.
Pintassilgo, S.C. e M.B. Bandeira, 2018 - Introdução à Demografia. Trabalhos Práticos, Escolar Ed., Lisboa.
Siegel, J.S. e D.A. Swanson, 2004 - The Methods and Materials of Demography, Elsevier, San Diego.
United Nations, 2017 - World Population Prospects
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Docentes
Maria Luísa Tiago de Oliveira
Departamento de História
Objectivos
A UC visa apresentar os fundamentos básicos (teóricos e práticos) da História Oral e conseguir que os alunos aprendam a fazê-la.
Programa
1. A História Oral como saber reconhecido: 1.1. A emergência e a afirmação da História Oral. 1.2. Tradições orais. 1.3. Tipologias e problemáticas da memória colectiva. 1.4. História Oral e fontes orais em arquivos e museus. 1.5. A situação da História Oral em Portugal. 2. A prática da História Oral: 2.1. Especificidades das fontes orais. 2.2. A inter-relação entre o entrevistador e o entrevistado. 2.3. Técnicas de entrevista. 2.4. Tipos de entrevistas. 2.5. A construção de perguntas. 2.6. Perfis de entrevistados. 2.7. Tipos de transcrição ou fichagem. 2.8. Utilização e crítica das fontes orais. 2.9. Problemas de confidencialidade: direito à informação ou direito à privacidade?
Processo de Avaliação
A avaliação periódica consite num dossier sobre um tema com: problemática; grelha de entrevista; 3 perfis; transcrição/fichagem de 5 mn de uma entrevista; comentário dessa entrevista; reflexão final com análise da contribuição da história oral para o estudo do problema.
Em alternativa, haverá exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BURGUESS, Robert G. (1997) A pesquisa de terreno. Uma introdução, Oeiras, Celta Editora DESCAMPS, Florence (2001) L'historien, l'archiviste et le magnétophone. De la constitution de la source orale à son exploitation, Paris, Ministère de l'Économie, des Finances et de l'Industrie. GHIGLIONE, Rodolphe e MATALON, Benjamin (1992) O inquérito. Teoria e prática, Lisboa, Celta Editora OLIVEIRA, Luísa Tiago de (2010) "A História Oral em Portugal", Sociologia. Problemas e Práticas, 63, pp. 139-56. Acessível em http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/spp/n63/n63a08.pdf POIRIER, Jean, CLAPIER-VALLADON, Simone e RAYBAUT, Paul (1995) Histórias de vida. Teoria e prática, Oeiras, Celta Editora RITCHIE, Donald A. (2011) The Oxford Handbook of Oral History. Oxford University Press TRAVERSO, Enzo (2012) O Passado, modos de usar. História, Memória e Política, Lisboa, Edições Unipop
Bibliografia Opcional
AROSTEGUI, Julio (2004) La historia vivida. Sobre la Historia del Presente, Madrid, Alianza Editorial, 1ª parte BAWM, Willa K. (1991) Transcribing and editing Oral History, Walnut Creek, Altamira Press BEBIANO, Rui (2003) "Temas e problemas da história do presente", in A História Tal Qual se Faz, org. de José d' Encarnação, Lisboa, Edições Colibri / Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, pp. 225-236 BERTAUX, Daniel (1997) Les récits de vie: perspective ethnosociologique, Paris, Nathan BERTAUX, Daniel (org.) (1981) Biography and society. The Life History approach in the Social Science, London, Sage BOURDIEU, Pierre (1994) "A ilusão biográfica" in Razões práticas: sobre a teoria da acção, Oeiras, Celta Editora, pp 53-59 CATROGA, Fernando (2001) História, memoria e historiografia, Coimbra, Quarteto CHAVEAU, Agnés e Philippe Tétard, orgs., (1992) Questions à l?histoire des temps présents, Bruxelles, Éditions Complexe COIMBRA, Maria Natércia (1993) "O arquivo de história oral no Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra. Entrevistas: conceito, natureza e direitos de uso e divulgação envolvidos" Cadernos BAD (1), pp. 21-30 CONNERTON, Paul (1993) Como as sociedades recordam, Oeiras, Celta Editora DEXTER, Lewis Anthony (2006) Elite and specialized interviewing, University of Essex (Colchester) - ECPR Press. FENTRESS, James e WICKAM, Chris (1994) Memória social. Novas perspectivas sobre o passado, Lisboa, Teorema FERRAROTTI, Franco (1981) Storia e storia di vita, Roma, Laterza FODDY, William (1996) Como perguntar. Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários, Oeiras, Celta Editora HALBWACHS, Maurice (1968) La mémoire collective, Paris, Presses Universitaires de France (edição original - 1950) HALBWACHS, Maurice (1994) Les cadres sociaux de la mémoire, Paris, Albin Michel (edição original - 1925) HOBSBAWM, Eric e RANGER, Terence (organizadores) (1983) The invention of tradition, Cambridge, Cambridge University Press JENIN, E. (2002) Los trabajos de la memoria, Madrid, Siglo XX JOUTARD, Philippe (1983) Ces voix qui nous viennent du passé, Paris, Hachette LOWENTHAL, David (1985) The past is a foreign country, Cambridge, Cambridge University Press MACKAY, Nancy (2007) Curating Oral Histories. From Interview to Archive, California, Left Coast Press, Inc NAMER, Gerald (1987) Memoire et societé, Paris, Méridiens Klincksiech NORA, Pierre, org., (1986-1992) Les lieux de mémoire, 7 vol, Paris, Gallimard PASSERINI, Luisa (1988) Storia e soggettività. Le fonti orali e la memoria, Florença, La nuova Italia PENEFF, Jean (1990) La méthode biographique: de l´École de Chicago à l'histoire orale, Paris, Armand Collin PORTELLi, Alessando (2013) A morte de Luigi Trastulli e outros ensaios, Lisboa, Edições Unipop REVEL, Jacques (1996) Jeux d'échelles. La micro-analyse à l'expérience, Paris, Gallimard / Le Seuil RICOEUR, Paul (2000) Mémoire, l'histoire, l'oubli, Paris, Seuil RITCHIE, Donald A. (2003) Doing Oral History. A Pratical Guide, 2º edição, Oxford University Press SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1990) The myths we live by, London / New York, Rowtledge SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1994) Theatres of memory, London, Verso THOMPSON, Paul (1978) The voice of the past. Oral History, Oxford / London / New York, Oxford University Press VALCUENDE DEL RIO, José María e Susana Narotsky Molledo (orgs.) (2005) Las políticas de la memoria en los sistemas democráticos: poder, cultura y mercado, Sevilha, Federación de Asociaciones de Antropología del Estado Español / Fundación El Monte / Asociación Andaluza de Antropología VANSINA, Ian (1965) Oral tradition as History, Madison / Wisconsin, University of Wisconsin Press VIDIGAL, Luís (1996) Os testemunhos orais na escola: história oral e projectos pedagógicos, Porto, Asa. YOW, Valerie Raleigh (1994) Recording Oral History. A Pratical Guide for Social Scientists, London, Sage Publications
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Docentes
Paulo Miguel Martins
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta disciplina é perspectivar a importância da utilização de imagens como fonte histórica e criar os instrumentos para o seu uso.O Contacto crítico com bibliografia é também relevante. Ao mesmo tempo que se elencam os temas e fontes passíveis de estudo, ou já estudados por diversos historiadores, também se abrem portas para uma aprendizagem concreta do seu uso.Os Sistemas de representação e de presentação, o enquadramento e análise crítica do documento, a constituição de corpus documentais visam uma apropriação dos saberes que começa na tomada de consciência das dificuldades do uso da fonte visual. O objectivo é capacitar o estudante a ter uma autonomia na escolha dos problemas, das fontes e dos média que estudará.
Programa
1. História da relação entre história e imagem. 2. Ver: Materialidade, imaterialidade da imagem Módulo. 3. O problema da representação. 3.1. Linguagens, contextos. 3.2. Símbolos, Mitologias. 4. A imagem como fonte. 4.1. O comentário do Documento iconográfico. 4.2. Difusão da imagem e sua Importância como fonte histórica. 4.3. A constituição de Corpus. 5. Estudos de caso 5.1. A Iconografia do Poder. 5.2. Simbólica da Nação. 5.3. Denegrir e Marginalizar. 5.4. Imagem: encontros e desencontros culturais. 5.5. Simbólica do Movimento Operário. 5.6. Representações do Espaço habitado ou explorado.(Paisagens, vistas, perspectivas, planos e mapas. 5.7. Propaganda e publicidade. 5.8. Imagem e identidade. 6. A imagem de conteúdo Histórico. 6.1. Cinema Histórico. 6.2. Banda Desenhada e História. 7. Balanço da Aprendizagem.
Processo de Avaliação
Avaliação correspondendo aos principais objectivos do curso.1 centrada na capacidade de compreensão e crítica da historiografia existente.2 momento duas fases. Escolha de tema e apresentação na aula. Realização do trabalho escolhido escrito. O objectivo é obter a autonomia da organização do trabalho, a comunicação oral e escrita dos resultados e a sua discussão com o professor e o grupo. A integração dos resultados da discussão. A escolha é feita com o professor em entrevista no gabinete.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. França, José Augusto, "História e Imagem", comunicação feita em Assembleia Geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Annais da Academia Portuguesa de História. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. Guigueno, Vincent, Delage, Christian, L'ouvrage, l'historien et le film, Gallimard, Paris, 2004 Duprat, Annie, Images et histoire: outils et méthods des Documents iconographiques,Paris, 2006. Barros, José d'Assunção," Cinema e história- as funções do cinema como agente, fonte e representação da História" em Ler História nº 52, 2007.
Bibliografia Opcional
AA.VV. Image et Histoire, Actas do colóquio de Paris/Censier, Publications de la Sorbonne, 1987. Agulhon Maurice, « Les Symboles figurés dans la propagande du mouvement ouvrier français de 1880 à 1914 », em La cultura operaria nella società industrializzata », Mezzosecolo, n.º 5, 1985. Agulhon, Maurice, La Marianne au Combat, l?imagerie et la Symbolique Républicaine , Flamarion , Paris 1979. Barthes, Roland, A Câmara clara, ed. 70 Barthes, Roland, L?Empire des Signes, Skira- Les Sentiers de La Création, Flammarion, Paris, 1980. Berger, John, Modos de ver, Arte e Comunicação, ed. 70, Lisboa, 1980. Bianco, Bela Feldman,Leite L. Miriam,(org.) Desafios da Imagem, São Paulo, 1998/2005. Bonnell, Victoria, Iconography of Power: Soviet Political Poster under Lenin and Stalin, Califórnia UP, 1997. Caetano, Carlos, A Ribeira de Lisboa Na Época da Expansão Portuguesa (Séculos XV a XVIII). Pandora, Lisboa, 2004. Campbell, Hughs, ? Photographing Urban America 1969-1979: From Garry Winogrand?s Glance to Stephen Shore?s Gaze. Sessão 38 , Visionary Urbanism: Photographic, Filmic and Digital Representation, Congresso de Associação Europeia de História Urbana, Estocolmo , 2006. http://www.historia.su.urbanhistory/eauh/specialistabstract2.htm Carvalho, José Murilho, A Formação das Almas, 1990. Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, Turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. Clark, Keneth, Hall?s Dictionary of subjects & Symboles in Art, 1974. Cloqué, Louis, traité de Perspective pittoresque, avant 1930. Dias, Helena, Alegria, Maria Fernanda, ?Lisboa na Produção Cartográfica Portuguesa e Holandesa dos séculos XVI e XVII?, Revista Penélope, n.º 13, 1994. pp. 55/69. França, José Augusto, ? História e Imagem?, comunicação feita em Assembleia-geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Anais da Academia Portuguesa de História. Freund, Gisèle, Photographie et Société, Paris, 1974.Edição espanhola, La Fotografia como documento social, Gil y Gil Madrid 1976. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. George Duby et Jacques Le Goff, « Document Artistique e Histoire » Table Ronde em Francastel et Après Giesey-, Ralph, « Modèles de Pouvoir dans les Rites Royaux en France », em Annales, Economie, Société et Culture ,n.º 3, pp. 579-599. Guillerme, J. L?atelier du temps, Essay sur l?alteration des peintures, Humaine, Paris, 1954 Guinzburg, Carlo, Mitos, Emblemas, Sinais, Morfologia e Históra, Companhia das letras, São Paulo, 1990. Isaacs, Anne Catherine, Histoire, Images, Imaginaire, Clio´s workshops. Pisa, 2002. Lynch, Kevin, A imagem da Cidade, Lisboa, Ed. 70, 1976. Panovsky, Dora and Erwin, Pandora?s Box, The Changing Aspects of a Mythical Symbol, Princeton UP, 1978. Panovsky, Erwin, ? Contribution au problème de la description des oeuvres appartenant aux Arts plastiques et à celui de l'interprétation de leur contenu » em La perspective comme forme Symbolique, Paris, Editions Minuit, 1975. Panovsky, Erwin, Estudos de Iconologia : Temas Humanísticos na Arte do Renascimento, Lisboa, Estampa, 1982. Philibert Myriam, Dictionnaire illustré des Mythologies, ed. Lodi, Paris,2001. Pinheiro, Magda, O Liberalismo nos espaços Públicos, A memória das Revoluções Liberais através dos Monumentos que a Celébram, Celta, Oeiras, 2000. Pinheiro, Nuno, Classes populares e Fotografia, tese de Mestrado, ISCTE. Pinheiro, Nuno, em Eunice Relvas, Maria João Vaz e Nuno Pinheiro, org. Exclusão na História, Oeiras, 2001. Pinheiro, Nuno, O Teatro da Sociedade, Tese de Doutoramento, cehcp, 2006 Schwarcz, Lilia Moritz, As Barbas do Imperador, São Paulo, 1999. Reynero, Carlos, La escultura Comemorativa en Espanha, La Edad de oro del Monumento Público, 1820-1914, Madrid, 1999. Senos, Nuno, O Paço da Ribeira, 1501-1581, ed. Notícias, Lisboa , 2002
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo desenvolver métodos de dependência contemplando duas situações de investigação de grande aplicação na área das Ciências Sociais e Humanas. São analisados designs complexos nos quais são testados modelos com efeitos de moderação e efeitos de mediação. São realizadas aplicações através de Regressão Linear Múltipla e Regressão Logística. A apresentação dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo situações de análise com apoio de um software de Estatística (SPSS) e da macro PROCESS (Hayes, 2018).
Programa
1. Modelação: moderação e mediação 1.1 Moderação: efeito de interação 1.2 Mediação: cadeia de efeitos 1.3 Análise de artigos com moderação e mediação 2. Modelação de moderação via Regressão Linear (OLS) 2.1 OLS com efeitos principais e efeitos de interação 2.2 Moderadora quantitativa 2.3 Moderadora categorizada 2.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 2.5 Reportar resultados em tese/artigo 3. Modelação de mediação via OLS 3.1 Mediadora quantitativa 3.2 Estimar e testar efeito indireto via bootstrapping 3.3 Mediação parcial e total 3.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 3.5 Reportar resultados em tese/artigo 4. Modelação via Regressão Logística 4.1 Apresentação do modelo 4.2 Condições de aplicabilidade 4.3 Parâmetros do modelo 4.4 Aplicação com software 4.5 Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: 1. Exercício individual (65%) 2. Trabalho de grupo (35%).
Condições: 1. Nota mínima no exercício individual: 8,0 valores 2. Nota mínima no trabalho: 10 valores
A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação eriódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baron, R e Kenny D. (1986). The Moderator-Mediator Variable Distinction in Social Psychological research: Conceptual, Strategic and Statistical Considerations, Journal of Personality and Social Psychology, 51, 1173-1182. Frazier, P. A., Tix, A. P. e Barron, K. E. (2004). Testing moderator and mediator effects in counselling psychology research. Journal of Counselling Psychology, 51(1), 115-134. Hayes, A. F. (2012). PROCESS: a versatile computational tool for observed variable mediation, moderation, and conditional process modeling. MacKinnon, D. P., Fairchild, A. J. e Fritz, M. S. (2007). Mediation analysis. Annual Review of Psychology, 58, 593-614. Maroco, J. (2010). Análise Estatística com o PASW Statistics (ex-SPSS), Pero Pinheiro. Pampel, F. (2000). Logistic Regression, Sage Publications. Passos, A. e Caetano, A. (2005). Exploring the effects of intragroup conflict and past performance feedback on team effectiveness, Journal of Managerial Psychology 20, 3/4, 231-244.
Bibliografia Opcional
Aiken, L., Stephen G. (1991). Multiple Regression: Testing and interpreting interactions, Newbury Park, Sage publications.
Calheiros, M. M. (2006). A construção social do mau trato e negligência: do senso-comum ao conhecimento científico. ed. 1, ISBN: ISBN 972-31-1132, Coimbra: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e Tecnologia. Imprensa de Coimbra Lda.
Cohen, J., Cohen P., West S. e Aiken L. (2003). Applied Multiple Regression/Correlation. Analysis for the Behavioral Sciences, Mahawh: Laurence Erlbaum, 3ª ed.
Hair, J., Black, W. Babin, B. e Anderson, R. (2009). Multivariate Data Analysis, 7ª ed., Prentice-Hall International, Inc.
Preacher, K. J. e Hayes, A. F (2008). Asymptotic and resampling strategies for assessing and comparing indirect effects in multiple mediator models, Behavior Research Methods, 40 (3), 879-891, http://quantpsy.org/pubs/preacher_hayes_2008b.pdf.
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª.
Important links:
Kenny, D. A. (2011). Moderation http://davidakenny.net/cm/moderation.htm Kenny, D. A. (2012). Mediation, http://davidakenny.net/cm/mediate.htm
Jose, P.E. (2013). ModGraph-I: A programme to compute cell means for the graphical display of moderational analyses: The internet version, Version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/modgraph/
Jose, P. E. (2013) MedGraph-I: A programme to graphically depict mediation among three variables: The internet version, version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/medgraph/
On-line data bases:
The European Social Survey (ESS): http://www.europeansocialsurvey.org/.
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Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo apresentar métodos de análise de dados que permitam descrever e testar relações entre duas ou mais variáveis, privilegiadamente relações de dependência. Dada a inserção da UC em cursos de mestrado pretende-se assim desenvolver conhecimentos e competências nos alunos com vista à operacionalização de modelos de análise similares aos que podem ter de trabalhar, designadamente, na sua dissertação de mestrado. O desenvolvimento dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo-se, para o efeito, exemplos de pesquisa com apoio de um software de estatística (SPSS).
Programa
1.Sistematização de um glossário de estatística 2.Modelação para comparação de grupos 2.1.Comparação entre dois grupos 2.2.Comparação entre k grupos 2.3.Operacionalização com software de estatística 2.4.Apresentação de resultados em tese/artigo 3.Validação da relação entre pares de variáveis 3.1.Variáveis categorizadas 3.2.Variáveis ordinais e quantitativas 3.3.Variáveis quantitativas 3.4.Operacionalização com software de estatística 3.5.Apresentação de resultados em tese/artigo 4.Modelação de relações de tipo linear 4.1.Modelo de regressão linear simples 4.2.Modelo de regressão linear múltipla 4.3.Operacionalização com software de estatística 4.4.Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
A avaliação periódica inclui: 1. Exercício individual - 65% 2. Trabalho de grupo(com utilização do software de estatística)- 35%;
Com: - Nota mínima no exercício: 8,0 valores - Nota mínima no trabalho de grupo: 10,0 valores A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. e Cramer, D. (2003), Análise de dados em Ciências Sociais, Introdução às Técnicas Utilizando o SPSS para Windows, Oeiras, Celta Editora, 3ª ed. Maroco, J. (2014). Análise Estatística com o SPSS Statistics, Pero Pinheiro, ReportNumber., 6ed. Maroco, J. e Bispo, R. (2003). Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores.
Bibliografia Opcional
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª ed.
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Docentes
Pedro Pereira Neto
Departamento de Sociologia
Objectivos
Problematizar a panóplia de oferta de métodos, indicando as suas respectivas vantagens e desvantagens, forças e fraquezas, profundidades e propósitos.
Programa
1 A análise de conteúdo aplicada aos media na sociedade em rede: contexto, desafios, problemas e soluções 2 Limitações da dicotomia análise quantitativa/qualitativa: holismo e contextualização 3 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de imprensa 4 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de rádio 5 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de televisão 6 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de fotografia 7 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de cinema 8 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de som 9 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de media nativos digitais 10 Seminário de apresentação/discussão do trabalho desenvolvido pelos alunos
Processo de Avaliação
Um trabalho final, entregue no fim do semestre, de uma das seguintes modalidades: a) ensaio ou trabalho de aprofundamento temático; b) projecto de pesquisa/análise, ou de estudo de caso.
A nota final terá como base o seguinte cálculo: a) trabalho individual: 80% b) participação em aula: 20%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Berger, A. (2010), Media and Communication Research Methods: an Introduction to Qualitative and Quantitative Approaches, Sage. Deacon, D., Pickering, M., Golding, P., Murdock, G. (2007), Researching Communications: A Practical Guide to Methods in Media and Cultural Analysis, Bloomsbury Publishing. Hansen, A., Cottle, S., Negrine, R., Newboldm, C. (1998), Mass Communication Research Methods, MacMillan. Lorio, S. (2003), Qualitative Research into Journalism: Taking it to the Streets, Lawrence Erlbaum Associates Inc. Lombard, M., Synder-Duch, J., Bracken, C. C. (2003), “Content analysis in mass communication: assessment and reporting of intercoder reliability”, Human Communication Research, 29, 469-472. O'Sullivan, T., Dutton, B., Rayner, P. (1994), Studying the media : an introduction, Edward Arnold. Riffe, D., Lacy, S., Fico, F. (1998), Analysing media messages: Using quantitative content analysis in research, Erlbaum. Selby, K., Cowdery, R. (1995), How to study television, Macmillan.
Bibliografia Opcional
Belo, A., Cardoso, G., Silveira, J. (2011), Telejornais no Início do Século XXI, Colibri. Berger, A. (1991), Media research techniques, Sage. Brandão, N. (2005), Prime Time, Casa das Letras. Brandão, N. (2010), As notícias nos Telejornais, Guerra & Paz. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), As noticias da RTP1, SIC, TVI e o on-line,OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr6.pdf. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), Ficção, Notícias e Entretenimento: As idades da TV em Portugal, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr4.pdf. Cardoso, G., Gomes. M., Neto, P., Santos, S., Calado, V., Amaral, S. (2006), O Jornalismo hoje: uma análise de 14 redacções de TV, Rádio e Jornais, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=29&fileName=rr1.pdf. Cheta, R., Aboim, S., Cardoso,. G., Espanha, R. (2007), Era uma vez...fábulas, romances, quotidianos: Imagens da vida privada nas telenovelas portuguesas, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr_12.pdf. Cordeiro, P. (2010), A rádio e as indústrias culturais: estratégias de programação na transição para o digital, Livros Horizonte.
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Docentes
Tiago Lapa
Departamento de Sociologia
Objectivos
O objetivo da Unidade Curricular é dotar os discentes de competências que permitam o uso reflexivo de diferentes estratégias metodológicas na pesquisa online e as suas potencialidades e limitações. A UC debruça-se sobre os debates atuais em torno da inquirição online e as várias ferramentas disponíveis, desde o acesso a dados estatísticos, ao desenho da pesquisa online, às técnicas etnográficas ou à construção e aplicação de um inquérito online. As questões éticas são um outro tópico relevante.
Programa
Temas abordados: CP1. Abordagem multi-disciplinar à pesquisa social online. Formas de conhecimento e a pesquisa na Web. CP2. O desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais. CP3. Nova realidade, novos métodos? Novas metodologias e técnicas com recurso às TIC. CP4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede. CP5. Articulação dos métodos de investigação online com outros recursos: Estatísticas e Bases de Dados CP6. Análise quantitativa online: possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados. Introdução às ferramentas de análise de dados. CP7. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?. CP8. Utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização de dados secundários recolhidos online. As redes globais de investigação. CP9. Análise de redes, Webmetrics e a geografia da Internet. CP10. Princípios éticos na pesquisa online.
Processo de Avaliação
1) Realização das leituras seleccionadas para cada aula; 2) Realização de dois trabalhos: - um individual baseado na leitura de artigo - um trabalho de grupo ou individual de perfil mais aprofundado numa das seguintes modalidades: a) Ensaio; b) Trabalho de aprofundamento temático; c) Projecto de pesquisa; d) Análise de documento, caso, situação ou problema; A nota final terá como base o seguinte cálculo: Trabalho Individual: 45% Trabalho de Grupo: 45% Participação: 10%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Almeida, João Ferreira de, Pinto, José Madureira (1982), A investigação nas ciências sociais, Lisboa, Presença Baym, N. K. (2005). Introduction: Internet research as it isn?t, is, could be, and should be. The Information Society, 21, 229-239. Cardoso, Gustavo (1998) Para uma Sociologia do Ciberespaço: comunidades virtuais em português, Oeiras, Celta Editora. Cardoso, Gustavo, Cheong, Angus, Cole, Jeffrey (eds.) (2009), World Wide Internet: Changing Societies, Economies and Cultures. University of Macau Press, SAR Macau. Disponível Online: http://www.lini-research.org/np4/?newsId=11&fileName=WWI_WIPBook.pdf Ghiglione, Rodolphe, e Benjamin Matalon (1992), O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora Johns., M. D., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.) (2003), Online social research. New York: Peter Lang. Markham, A. N. e N. K. Baym (Eds.) (2009), Internet inquiry: Conversations about method. Thousand Oaks, CA: Sage.
Bibliografia Opcional
1. Formas de conhecimento em Ciências Sociais e a pesquisa nas redes e na Internet.
Almeida, João Ferreira de (2007), Velhos e Novos Aspectos da Epistemologia Das Ciências Sociais, Sociologia, Problemas e Práticas, nº 55, pp.11-24
Black, T. R. (1993). Evaluating social science research: an introduction. London, Sage.
Dretske, Fred. Knowledge and the Flow of Information. Cambridge: MIT Press, 1981.
Hine, C. (2006). Virtual methods: Issues in social research on the Internet. Oxford: Berg.
Moses, Jonathan e Knutsen, T. (2007), Ways of Knowing: Competing Methodologies in Social and Political Research, Palgrave Macmillan
2. Desenvolvimento das questões de pesquisa sobre a relação entre a Internet e a Sociedade. Formulação e avaliação crítica dos desafios do desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais.
Jones, S. (1999). Doing Internet research: Critical issues and methods for examining the Net. Thousand Oaks, CA, Sage.
Miller, D. e Neil J. Salkind (2002) Handbook of Research Design and Social Measurement, Sage
Ragin, C. C. (1994). Constructing social research : the unity and diversity of method. Thousand Oaks, Calif. ; London, Pine Forge Press.
3. Nova realidade, novos métodos?
Hesse-Biber, S. N. & P. Leavy (Orgs.) (2008), Handbook of emergent methods, Nova Iorque: Guilford Press.
Murthy, D. (2008). An examination of the use of new technologies for social research. Sociology, 42, 837-855.
Travers, M. (2009). New methods, old problems: A skeptical view of innovation in qualitative research. Qualitative Research, 9, 161-179.
4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede.
Baym, N. K. (2009). Question six: What constitutes quality in qualitative Internet research? In, A. N. Markham, N. K. Baym (Eds.), Internet inquiry: Conversations about method (pp. 173-189). Thousand Oaks, CA: Sage.
Garcia, A. C., Standlee, A. I., Bechkoff, J., & Cui, Y. (2009). Ethnographic approaches to the Internet and computer-mediated communication. Journal of Contemporary Ethnography, 38, 52-84.
Kazmer, M. M., & Xie, B. (2008). Qualitative interviewing in Internet studies: Playing with the media, playing with the method. Information, Communication & Society, 11, 257-278.
Mann, C., & Stewart, F. (2000). Internet communication and qualitative research: A handbook for researching online. Thousand Oaks, Ca: Sage.
Murray, C. D., & Sixsmith, J. (1998). E-mail: A qualitative research medium for interviewing? International Journal of Social Research Methodology: Theory & Practice, 1(2), 103-121.
Robson, K., Williams, M. (2003). Reengineering focus group methodology for the online environment, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online Social Research (pp. 25-46). New Work: Peter Lang.
Stewart, K., & Williams, M. (2005). Researching online populations: The use of online focus groups for social research. Qualitative Research, 5, 395-416.
Ward, K. J. (1999). Cyber-ethnography and the emergence of the virtually new community. Journal of Information Technology, 14, 95-105.
5. Análise quantitativa online, possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados.
Coomber, R. (1997) 'Using the Internet for Survey Research' Sociological Research Online, vol. 2, no. 2. Disponível Online: http://www.socresonline.org.uk/2/2/2.html
Sills, Stephen e Song, Chunyan (2002). Innovations in Survey Research: An Application of Web-Based Surveys, Social Science Computer Review, vol. 20 no. 1, pp. 22-30.
Reynolds, R. A., Woods, R., & Baker, J. D. (Orgs.) (2007), Handbook of research on electronic surveys and measurements (pp. 264-268). Hershey, PA: Idea Group.
Schmidt, William C. (1997) World-Wide Web survey research: Benefits, potential problems, and solutions, Behavior Research Methods, Instruments, & Computers, 29 (2), 274-279. Disponível Online: http://www.springerlink.com/content/f5l606k0t4058k47/fulltext.pdf
6. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?.
Best, S. J., & Kruger, B. (2002). New approaches to assessing opinion: The prospects for electronic mail surveys. International Journal of Public Opinion Research, 14, 73-92.
Couper, M. P., Kapteyn, A., Schonlau, M., & Winter, J. (2007). Noncoverage and nonresponse in an Internet survey. Social Science Research, 36, 131-148.
Dillman, D. A., Phelps, G., Tortora, R., Swift, K., Kohrell, J., Berck, J., & Messer, B. L. (2009). Response rate and measurement differences in mixed-mode surveys using mail, telephone, interactive voice response (IVR) and the Internet. Social Science Research, 38, 1-18.
Truell, A. D., Bartlett, J. E., II, & Alexander, M. W. (2002). Response rate, speed, and completeness: A comparison of Internet-based and mail surveys. Behavior Research Methods, Instruments & Computers, 34, 46-49.
7. O desenho da pesquisa e a utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização secundária de dados recolhidos na Internet. As redes globais de investigação e a comparação internacional de dados.
Hakim, C. (1982). Secondary analysis in social research : a guide to data sources and with examples. London, Allen & Unwin.
Hewson, C. (2007). Gathering data on the Internet: Qualitative approaches and possibilities for mixed methods and research. In A. Joinson, K. McKenna, T. Postmes & U. Reips (Eds.), The Oxford handbook of Internet psychology (pp. 405-428). Oxford, UK: Oxford University Press.
Hewson, C. (2008). Internet-mediated research as an emergent method and its potential role in facilitating mixed methods research. In S. N. Hesse-Biber, & P. Leavy (Eds.), Handbook of emergent methods (pp. 543-570). New York: Guilford Press.
Kelder, Jo-Anne (2005): Secondary Analysis of Qualitative Data, Vol 6, No 1. Disponível Online: http://www.qualitative-research.net/index.php/fqs/article/view/501
Livingstone, Sonia (2003). On the Challenges of Cross-National Comparative Media Research, European Journal of Communication, 18: 477-500.
8. Análise de redes, Webometrics e mapeando a geografia da Internet.
Cheswick, Bill e Burch, Hal (2000), Mapping and Visualizing the internet, In Proceedings of the 2000 USENIX Annual Technical Conference. Disponível Online: http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.20.8595&rep=rep1&type=pdf
Scott, John. (2000). Social Network Analysis: A Handbook. 2nd Ed. Newberry Park, CA: Sage.
Thelwall, Mike (2009). Introduction to Webometrics: Quantitative Web Research for the Social Sciences. Morgan & Claypool.
Wellman, Barry e Berkowitz, Stephen D. (1988). Social Structures: A Network Approach. Cambridge: Cambridge University Press.
9. Princípios éticos na pesquisa social em torno das TICs.
Bruckman, A. S. (2003). Introduction: Opportunities and challenges in methodology and ethics, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online social research (pp. 101-104). New Work: Peter Lang.
Buchanan, E. A. (2000). Ethics, qualitative research and ethnography in virtual space. Journal of Information Ethics, 9, 82-87.
Capurro, R., & Pingel, C. (2002). Ethical issues of online communication research. Ethics and Information Technology, 4, 189-194.
DeLorme, D. E., Zinkhan, G. M., & French, W. (2001). Ethics and the Internet: Issues associated with qualitative research. Journal of Business Ethics, 33, 271-286.
Elgesem, D. (2002). What is special about the ethical issues in online research? Ethics and Information Technology, 4, 195-203.
Ess, C. (2007). Internet research ethics. In A. Joinson, K. McKenna, T. Postmes & U. Reips (Eds.), The Oxford handbook of Internet psychology (pp. 487-502). Oxford, UK: Oxford University Press.
Eynon, R., Schroeder, R., & Fry, J. (2009). New techniques in online research: Challenges for research ethics. Twenty-First Century Society, 4, 187-199.
Hoser, B., & Nitschke, T. (2010). Questions on ethics for research in the virtually connected world. Social Networks, 32, 180-186.
Johnson, D. G. Computer Ethics. Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1994.
Jones, S. (2003). Introduction: Ethics and Internet studies, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online Social Research (pp. 179-186). New Work: Peter Lang.
Markham, A. N. (2008). The methods, politics, and ethics of representation in online ethnography. In N. K. Denzin & Y. S. Lincoln (Eds.), Collecting and interpreting qualitative materials (3rd ed., pp. 247-284). Thousand Oaks, CA: Sage.
McMahon, J. M., & Cohen, R. (2009). Lost in cyberspace: Ethical decision making in the online environment. Ethics and Information Technology, 11, 1-17.
Varnhagen, C. K., Gushta, M., Daniels, J., Peters, T. C., Parmar, N., Law, D., Hirsch, R., Takach, B. S., & Johnson, T. (2005). How informed is online informed consent? Ethics & Behavior, 15, 37-48.
Walther, J. B. (2002). Research ethics in Internet-enabled research: Human subjects issues and methodological myopia. Ethics and Information Technology, 4, 205-216.
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Docentes
Graça Índias Cordeiro
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Apresentar os procedimentos teóricos e metodológicos que sustentam o processo de pesquisa etnográfica, promover uma reflexão crítica sobre os mesmos e incentivar a sua prática no âmbito das investigações em curso.
Programa
CP1 Etnografia e trabalho de campo na história das ciências sociais. CP2 Terrenos para a pesquisa CP3 Observar e registar CP4 Conversar e entrevistar CP5 Descrever, analisar, interpretar CP6 Investigar eticamente CP7 Apresentação e discussão de casos.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica consta de 3 momentos de avaliação:
1. Participação nas discussões em aula (20%); 2. Ensaio final (60%); 3. Discussão do trabalho final (20%)
Alternativamente, exame escrito sobre a totalidade do programa (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007(1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes -Becker, Howard S. 2008(1998) Segredos e truques de pesquisa, Rio de Janeiro: Zahar -Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS -Burgess, Robert G. 1997(1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta -Costa, António F.1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento -Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press -Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company -Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor
Bibliografia Opcional
Agar, Michael H. 1986 Speaking of Ethnography, Beverly Hills: SAGE Atkinson, Paul et alii, 2001 Handbook of Ethnography, London: SAGE Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007 (1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes Becker, Howard S. 1998 Tricks of the Trade: How to Think about Your Research While You're Doing It Chicago: University of Chicago Press Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS Burgess, Robert G. 1997 (1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta Caria, Telmo, 2003 (org.) Experiência etnográfica em ciências sociais, Porto: Afrontamento Céfaï, Daniel (org.) 2003 L?enquête de terrain, Paris: La Decouverte Costa, António F. 1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company Malinowski, Bronislaw, 1992 (1922) Argonauts of the Western Pacific, London: Routledge Sanjek, Roger (ed), 1990 Fieldnotes. The Makings of Anthropology, Ithaca and London: Cornell University Press Sardan, Jean-Pierre 2008 La rigueur du qualitatif. Les contraintes empiriques de l?interprétation socio-anthropologique, Louvain-la-Neuve : Bruylant-Academia Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Weber, Florence 2009 Manuel de l?ethnographe, Paris: PUF Weiss, Robert S. 1994 Learning from Strangers. The art and Method of Qualitative Interview Studies, New York: Free Press
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Filipa Raimundo
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Com esta UC pretende-se fazer o acompanhamento da elaboração e realização do projecto de pesquisa que servirá de base á Dissertação de Mestrado em Ciência Política Os objectivos da UC: 1) aquisição pelos alunos de competências de pesquisa empírica nas suas diferentes componentes: revisão de literatura, construção do quadro de análise, definição de objectivos e hipóteses, metodologia, análise de dados e elaboração de um relatório; 2) aquisição pelos alunos de competências de exposição e debate público de ideias no campo científico; 3) aquisição pelos alunos de competências de elaboração de relatórios de projecto
Programa
O programa desenvolve-se nas seguintes etapas: 1ª aula: apresentação da UC, objectivos e metodologia de trabalho 2ª aula: recomendações relativamente ao estabelecimento dos objectivos, das hipóteses e da metodologia de pesquisa empírica. 3ª aula: recomendações relativamente á análise de dados e á apresentação do relatório final; 4ª á 7ª aula: exposição pelos alunos do seu projeto de pesquisa, a que se seguirá a discussão em turma; 8ª á 12ª aula: apresentação pelos alunos dos desenvolvimentos do seu projecto de pesquisa empírica, a que se seguirá a discussão em turma.
Processo de Avaliação
Um júri, expressamente nomeado para tal, irá avaliar a dissertação apresentada pelo mestrando. A classificação atribuída por este júri será a nota final desta UC.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1 Albarello, Luc et al. (1997), Práticas e Métodos de Investigação em Ciências Sociais, Lisboa, Gradiva. 2 Beck, Michael S. Lewis (1995), Data Analysis: An Introduction, Thousand Oaks, Sage. 3 Brady, Henry E. and David Collier (2004) Rethinking Social Inquiry: Diverse Tools Shared Standards, Lanham, Rowman & Littlefield Publishers. 4 Bryman, Alan (2004,2001), Social Reseach Methods. Oxford: Oxford University Press. 5 Burgess, Robert G. (1997), A pesquisa de terreno. Uma Introdução. Oeiras: Celta. 6 Foddy, William (1996), Como Perguntar. Teoria e Prática da Construção de Perguntas para Entrevistas e Questionários, Oeiras: Celta. 7 Peters, Guy B. (1998), Comparative Politics. Theory and Methods, New York: New York University Press. 8 Scott, John (1990), A Matter of Record. Documentary Sources in Social Research, Cambridge, Polity Press.
Bibliografia Opcional
Almeida, João Ferreira de, e José Madureira Pinto (1982), A Investigação nas Ciências Sociais, Lisboa, Editorial Presença.
Babbie, Earl (1989), The practice of Social Research, Belmont, California Wadsworth Publishing Company.
Bardin, Laurence (1977), Análise de Conteúdo, Lisboa, Edições 70.
Blaikie, Norman (2007), Approaches to social enquiry: advancing knowledge, Cambridge, Polity Press.
Blanchet, Alain (1987), ?Interviewer?, in Alain Blanchet et ali, Les Techniques d?Enquête en Sciences Sociales, Paris, Dunod.
Ghiglione, Rodolphe e Matalon, Benjamim (1992)O Inquérito. Teoria e Prática.Oeiras:Celta. May, Tim (2001) (ed) Social research: Issues, Methods and Process. Maidenhead: Open University Press. Black, Thomas R. (1993), Evaluating Social Science Research: An Introduction, Londres, Sage. King, Gary, Robert Keohane e Sidney Verba (1994), Designing Social Inquiry, Princeton, Princeton University Press.
O?Dochartaigh, Nial (2002), The Internet Research Handbook: a Pratical Guide for Students and Researchers in the Social Sciences, Londres, Sage Publications. 8 Sartori, G. e L. Morlino eds. (1994), La Comparación en Ciencias Sociales, Madrid, Alianza 9 Ragin, Charles (1987), The Comparative Method. Moving Beyond Qualitative and Quantitative Strategies, Berkley, University of California Press. 8 Punch, Keith F. (1998), Introduction to Social Research: Quantitative & Qualitative Approaches, Londres, Sage. 6 Della Porta, Donatella e Michael Keating (eds.) (2008), Approaches and Methodologies in the Social Sciences. A Pluralist Perspective, Cambridge, Cambridge University Press.
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