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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Paula Campos
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta unidade curricular visa fornecer aos alunos informação e formação de natureza conceptual, técnica e metodológica relativas ao desenvolvimento de competências profissionais, sendo privilegiada a aplicação em diferentes contextos de intervenção psicológica. A UC terá uma forte componente prática, na qual os alunos terão oportunidade de treinar estas competências como actores e como observadores.
Programa
CP1: Estabelecer um plano a curto/médio prazo de trajectória profissional - Conhecer o processo, métodos e instrumentos de procura de emprego - Identificar e avaliar recursos pessoais - A entrevista de emprego CP2: Organizar encontros científicos, profissionais ou comunitários - Planeamento científico, logístico e financeiro do evento CP3: Preparar, conduzir e dinamizar reuniões de trabalho - Planear e conduzir reuniões CP4: Monitorar a resolução de problemas (RP) e a tomada de decisão (TD) em equipa - Utilizar técnicas de facilitação da criatividade na RP. - Atenuar os enviesamentos de grupo TD: técnicas e procedimentos. CP5. Comportamento em equipa: competências de Teambuiding e de resolução de conflitos - Desenvolvimento de papéis relacionais e de estilos de participação. - Mediar os conflitos no seio de equipas.
Processo de Avaliação
Avaliação contínua: trabalhos:1)Cv, carta de motivação (35% individual); 2)planeamento de encontro científico (20%); 3)Relatório de reunião (20%); 4) Análise caso: resolução de conflitos (25%). Avaliação Periódica 1ª época: entrega (individual)das componentes em falta (individual. 2ª época: entrega de 1 trabalho individual, que poderá versar sobre qualquer temática da UC ou todas elas. Aprovação na Uc: nota mínima 9,5val. em cada elemento de avaliação. (Não está contemplada avaliação por exame)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Epple, A. (1997). Organizing Scientific Meetings. Cambridge University Press. Maxwell,C. J (2010).Trabalho em equipa 101-O que todo o líder precisa de saber. Smartbook Neves, J., Garrido, M. & Simões, E. (2008). Manual de competências pessoais, interpessoais e instrumentais: Teoria e prática. Lisboa: Edições Sílabo. Schein, E. H. (1998). Process consultation revisited: Building the helping relationship , Prentice Hall Organizational Development.. Whetten, D. A., & Cameron, K. S. (2004). Developing management skills (6th ed.). New York: HarperCollins
Bibliografia Opcional
1: Estabelecer um plano a curto/médio prazo de trajectória profissional. Arvey, R.D., & Campion, J.E. (1982). The employment interview: A summary and review of recent research. Personnel Psychology, 35, 281-332. Dubrin, A. J. (2001). Human relations: interpersonal job-oriented skills. Upper Saddle River, NJ: Prentice Hall. Europass, http://europass.cedefop.eu.int/ Figler, H. (1988). The complete job-search handbook. New York. Holt. Goodale, J.G. (1989). Effective employment interviewing, in R.W. Eder e G.R. Ferris (eds), The employment interview: theory research and practice. Sage, Newbury Park, pp.307-323. Le Bras, F. (1998). Os dez segredos de um bom currículum vitae. Publicações Europa-América. Lipman, B.E. (1983). The professional job search program. New York. Willey & Sons. McDaniels, C. (1997). Developing a professional vita or resume. Chicago: Ferguson. Millar, R., & Gallagher, M. (1997). The selection interview. In O.D.W. Hargie. The handbook of communication skills. NY: Routledge. Ribeiro, A., Dias, J.B., Pimentel, A. & Mesquita (2002). Como procurar emprego: guia prático. Lisboa IEFP. Vansteenkiste, M., Lens, W., Dewitte, S., De Witte, H, & Deci, E.L. (2004). The "why" and "why not" of job search behavior: Their relation to searching, unemployment experience and well-being. European Journal of Social Psychology, 34, 345-363. Wilson, P., Smoley, S.R., & Bradshaw, V.L. (1996). Job Search Guide: strategies for professionals. California State Employment Development Department. 2: Organizar encontros científicos, profissionais ou comunitários Epple, A. (1997). Organizing scientific meetings. Cambridge University Press. Harvard Business Review (1999). Entrepreneurship. Boston, MA: HBSP. 3: Preparar, conduzir e dinamizar eficazmente reuniões de trabalho. Doyle, M., & Straus, D. (1982). How to make meetings work. NY: Jove Books. Barker, L.L., Wahlers, K.J. e Watson, K.W. (1995). Groups in process- an introduction to small group communication. Needham Heights, MA: Allyn & Bacon. 4: Monitorar a resolução de problemas e a tomada de decisão em grupo Hackman, J. R. & Wageman, R. (2005). A theory of team coaching. Academy of Management Review, 30 (2), 269-287. Napier, R.W. & Gershenfeld, M. (1993).Groups: theory and experience. Boston: Houghton Mifflin. Thompson, L. (2000). Making the team: a guide for managers. Saddle River, NJ: Prentice Hall. 5. Comportamento em equipa: competências de Teambuiding e de resolução de conflitos Thompson, L. (2000). Making the team: a guide for managers. Saddle River, NJ: Prentice Hall. 6: Aplicar técnicas de consultoria de processo Schein, E. H. (1987/88). Process consultation (I e II). Reading, Mass: Addison-Wesley. Quick, J. C. Gavin, J. H. (2000) The next frontier: Edgar Schein on organizational therapy. Academy of Management Executive, 14, 31-44.
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Docentes
António Caetano
Departamento de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo proporcionar aos alunos a aprendizagem de metodologias de diagnóstico e de intervenção em sistemas e subsistemas sociais e organizacionais bem como a aquisição e treino de competências específicas nesta área.
Programa
I. ABORDAGENS DO DIAGNÓSTICO SOCIAL E ORGANIZACIONAL
1.1. O diagnóstico no âmbito da mudança e desenvolvimento. 1. 2. Níveis de diagnóstico. 1. 3. Modelos de diagnóstico. 1. 4. O processo de diagnóstico: objectivos, concepção, implementação, recolha e análise da informação. 1. 5. Análise de problemas: estratégias e processos. 1. 6. Técnicas de diagnóstico social e organizacional no nível individual, grupal organizacional e institucional. 1. 7. Reporte e feedback do diagnóstico social e organizacional.
II. PROCESSOS E TÉCNICAS DE INTERVENÇÃO SOCIAL E ORGANIZACIONAL
2. 1. Objectivos e plano da intervenção. 2. 2. Dispositivo de intervenção: métodos, técnicas e recursos. 2. 3. Níveis de intervenção: individual/grupal/organizacional/institucional. 2. 4. Técnicas específicas para cada nível de intervenção e técnicas integrativas. 2. 5. Avaliação da intervenção. 2. 6. Princípios éticos no diagnóstico e intervenção social e organizacional.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: Presença assídua nas aulas (80%) e trabalho contínuo ao longo do semestre. - Trabalho de Grupo + Apresentação: A ponderação final é de 35%. - Trab individual: 10% - Frequência individual: A ponderação final deste trabalho é de 55%. Para aprovação os alunos devem ter nota mínima de 9,5 valores na frequência. Regime Exame: Exame final(100% da avaliação final). A nota do trabalho de grupo não será considerada para a avaliação em regime de exame e melhoria de nota.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Anderson, D. L. (2012). Organizational Development - The process of Leading Organizational Change.Sage Caetano, A., Mendonça, H., Ferreira, M. C. (2016). Análise e diagnóstico organizacional, in H. Mendonça, M. C. Ferreira, E. R. Neiva (Orgs), Análise e Diagnóstico Organizacional - Teoria e Prática (pps. 9-36). S. Paulo: Vector. Leonard, H.S., Lewis, R., Freedman, A. M., and Passmore, J. (2013). The Wiley-Blackwell Handbook of the Psychology of Leadership, Change, and Organizational Development. Wiley. Lewin, K. (1951/1965). Teoria de campo em ciência social. S. Paulo: Pioneira Ed. Rothwell, W., Stopper, A., Myers, J. (Editors)(2017).Assessment and Diagnosis for Organization Development: Powerful Tools and Perspectives for the OD Practitioner. Productivity Press. Schein, E. H. (1987). Process consultation. Massachusetts: Addison-Wesley. Van de Ven, A. H., e Poole, M. S. (1995). Explaining development and change in organizations. A. of Manag. Review, 20, 510-540
Bibliografia Opcional
Anderson, D. (2011). Cases and Exercises in Organization Development & Change. New York: Sage. Argyris, C. (1995). Action science and organizational learning. Journal of Managerial Psychology, 10 (6), 20-26. Bunker, B. B. & Alban, B. T. (2006). The handbook of large group methods: creating systemic change in organizations and communities. San Francisco: Jossey-Bass. Caetano, A. (Org.) (2000). Mudança organizacional e gestão de recursos humanos. Lisboa: OEFP. Caetano, A. (2011). Mudança organizacional. In, J. M. C.Ferreira, J. Neves., e A. Caetano (Coord.). Manual de Psicossociologia das Organizações. Lisboa: Escolar Editora. Caetano, A. e Santos, S. C. (2017). The gap between research and professional practice in work and organizational psychology: Tensions, beliefs, and options. In E. R. Neiva, C. V. Torres, e H. Mendonça (Eds.), Organizational psychology and evidence-based management - What science says about practice,(pp. 1-22). Switzerland: Springer. Cameron, E. & Green, M. (2012). Making sense of change management - A complete guide to the models, tools, and techniques of organizational change. London: Kogan Page. Cummings, T. G., & Worley, C. G. (2014). Organization development and change (10th ed.). Cincinnati, OH: South-Western College Publishing. Ferreira, A.I. (2014). Competing values framework and its impact on the intellectual capital dimensions: Evidence from different Portuguese organizational sectors. Knowledge Management Research & Practice, 12:1, 86-96. Ferreira, A. I., & Martinez, L.F. (2008). Manual de Diagnóstico e Mudança Organizacional. Lisboa: RH Editora. Levinson, H. 2013. Organizational Assessment: A Step-by-Step Guide to Effective Consulting. Washington, DC: American Psychological Association. Harrison, M. I. (2004). Diagnosing Organizations: Methods, models, and processes, 3rd Edition. Thousand Oaks, CA: Sage. Millsap, R. E. e Hartog, S. B. (2001). Alpha, Beta, and Gamma Change in Evaluation Research: A Structural Equation Approach. Journal of Applied Psychology, 73, 3, 574-584 Montano, D., Hoven, H. & Siegrist, J. (2014).Effects of organizational-level interventions at work on employee's health: a systematic review. BMC Public Health, 14:135, 1-9. Neves, J.G., Simões, E., & Garrido, M.V. (2015). Manual de Competências (3ª Edição). Lisboa: Sílabo. Senge, P., Scharmer, C. O., Jarowski, J., & Flowers, B. S. (2005). Presence - Exploring profound change in people, organizations, and society. London: NB Velada, A, Caetano, A, Bates, R, & Holton, E. (2009). Learning transfer - validation of the learning transfer system inventory in Portugal. Journal of European Industrial Training, 33(7), 63.
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Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo desenvolver métodos de dependência contemplando duas situações de investigação de grande aplicação na área das Ciências Sociais e Humanas. São analisados designs complexos nos quais são testados modelos com efeitos de moderação e efeitos de mediação. São realizadas aplicações através de Regressão Linear Múltipla e Regressão Logística. A apresentação dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo situações de análise com apoio de um software de Estatística (SPSS) e da macro PROCESS (Hayes, 2018).
Programa
1. Modelação: moderação e mediação 1.1 Moderação: efeito de interação 1.2 Mediação: cadeia de efeitos 1.3 Análise de artigos com moderação e mediação 2. Modelação de moderação via Regressão Linear (OLS) 2.1 OLS com efeitos principais e efeitos de interação 2.2 Moderadora quantitativa 2.3 Moderadora categorizada 2.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 2.5 Reportar resultados em tese/artigo 3. Modelação de mediação via OLS 3.1 Mediadora quantitativa 3.2 Estimar e testar efeito indireto via bootstrapping 3.3 Mediação parcial e total 3.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 3.5 Reportar resultados em tese/artigo 4. Modelação via Regressão Logística 4.1 Apresentação do modelo 4.2 Condições de aplicabilidade 4.3 Parâmetros do modelo 4.4 Aplicação com software 4.5 Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: 1. Exercício individual (65%) 2. Trabalho de grupo (35%).
Condições: 1. Nota mínima no exercício individual: 8,0 valores 2. Nota mínima no trabalho: 10 valores
A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação eriódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baron, R e Kenny D. (1986). The Moderator-Mediator Variable Distinction in Social Psychological research: Conceptual, Strategic and Statistical Considerations, Journal of Personality and Social Psychology, 51, 1173-1182. Frazier, P. A., Tix, A. P. e Barron, K. E. (2004). Testing moderator and mediator effects in counselling psychology research. Journal of Counselling Psychology, 51(1), 115-134. Hayes, A. F. (2012). PROCESS: a versatile computational tool for observed variable mediation, moderation, and conditional process modeling. MacKinnon, D. P., Fairchild, A. J. e Fritz, M. S. (2007). Mediation analysis. Annual Review of Psychology, 58, 593-614. Maroco, J. (2010). Análise Estatística com o PASW Statistics (ex-SPSS), Pero Pinheiro. Pampel, F. (2000). Logistic Regression, Sage Publications. Passos, A. e Caetano, A. (2005). Exploring the effects of intragroup conflict and past performance feedback on team effectiveness, Journal of Managerial Psychology 20, 3/4, 231-244.
Bibliografia Opcional
Aiken, L., Stephen G. (1991). Multiple Regression: Testing and interpreting interactions, Newbury Park, Sage publications.
Calheiros, M. M. (2006). A construção social do mau trato e negligência: do senso-comum ao conhecimento científico. ed. 1, ISBN: ISBN 972-31-1132, Coimbra: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e Tecnologia. Imprensa de Coimbra Lda.
Cohen, J., Cohen P., West S. e Aiken L. (2003). Applied Multiple Regression/Correlation. Analysis for the Behavioral Sciences, Mahawh: Laurence Erlbaum, 3ª ed.
Hair, J., Black, W. Babin, B. e Anderson, R. (2009). Multivariate Data Analysis, 7ª ed., Prentice-Hall International, Inc.
Preacher, K. J. e Hayes, A. F (2008). Asymptotic and resampling strategies for assessing and comparing indirect effects in multiple mediator models, Behavior Research Methods, 40 (3), 879-891, http://quantpsy.org/pubs/preacher_hayes_2008b.pdf.
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª.
Important links:
Kenny, D. A. (2011). Moderation http://davidakenny.net/cm/moderation.htm Kenny, D. A. (2012). Mediation, http://davidakenny.net/cm/mediate.htm
Jose, P.E. (2013). ModGraph-I: A programme to compute cell means for the graphical display of moderational analyses: The internet version, Version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/modgraph/
Jose, P. E. (2013) MedGraph-I: A programme to graphically depict mediation among three variables: The internet version, version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/medgraph/
On-line data bases:
The European Social Survey (ESS): http://www.europeansocialsurvey.org/.
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Joana Alexandre
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Sibila Marques
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta unidade pretende contribuir para o desenvolvimento de capacidades dos alunos para a concepção, planeamento, implementação e avaliação de diferentes tipos de projectos de intervenção social e organizacional.
Programa
CP1 Conceitos em Projectos 1.1 Glossário 1.2 Ciclo de vida de projecto CP2 Oportunidade do Projecto e problema 2.1 Identificação da oportunidade 2.2 Estratégias de definição de problemas: definição do problema pelo cliente; análise de indicadores sociais; avaliação de necessidades 2.3 Exercícios CP3 Teoria/investigação na concepção de projectos 3.1 Conceptualização do problema e racional teórico 3.2 Variável resultado 3.3 Modelos de processo: revisão de literatura 3.4 Tabela da balança 3.5 Exercícios CP4 Ferramentas e técnicas 4.1 Definição e componentes do Modelo Lógico(LM) 4.2 Abordagens de construção do LM 4.3 Fases do LM 4.4 Exercícios CP5 Actividades associadas ao LM 5.1 Objectivos e hipóteses 5.2 Canais, métodos estratégias 5.3 Exercícios CP6 Avaliação de projectos 6.1 Tipos de avaliação 6.2 Desenhos e instrumentos 6.3 Relatório e devolução dos resultados 6.4 Exercícios CP7 Concepção e avaliação de projectos específicos
Processo de Avaliação
Em avaliação contínua, existem 2 provas: Frequência (30%). Trabalho de grupo (desenho e avaliação de programa/escolha livre do tema), que inclui o respetivo relatório (70%). Ficam aprovados os alunos que tenham notas superiores a 9.5 valores nas duas avaliações (só são admitidas 2 faltas). Os alunos que reprovem na avaliação periódica, poderão ir a exame final (1ª ou 2ª época).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Buunk, A., & Van Vugt, M. (2007). Applying Social Psychology: From Problems to Solutions. London: SAGE Publications Ltd. Chen, H. (2004). Pratical program evaluation: Assessing and improving planning, implementation and effectiveness. London: Sage. Holden, D., & Zimmerman, M. (2009). A pratical guide to program evaluation planning: Theory and case examples. London: Sage. Kliem, R., Ludin, I. & Robertson, K. (1997). Project management methodology: a practical guide for the next millennium. New York: Marcel Dekker. Knowlton, L., & Phillips, C. (2008). The Logic Model guidebook: Better strategies for great results. London: Sage. Posavac, E., & Carey, R. (2010). Program Evaluation: Methods and Case Studies. US: Pearson Education. Wholey, S., Hatry, H., & Newcomer, K. (2010). Handbook of Practical Program Evaluation. New York: John Wiley & Sons Ltd. Young, T.L. (2007). The handbook of project management: A practical guide to effective policies and procedures. London: Kogan Page.
Bibliografia Opcional
Alexandre, J., Lopes, C., Gonçalves, P., Leitão, T., Fernandes, C., Lourenço, R., Guarita, L.,(2018). O projeto 12-15: Fase de diagnóstico e delineamento da teoria da mudança(Relatório 1). Lisboa: CIS-IUL/ISCTE-IUL. Atkisson, C., Hargreaves, W., Horowitz & Sorensen, J. (1978). Evaluation of human service programs. Orlando: Academic Press. Bartholemew, L., Parcel, G., Kok, G., & Gottlieb. N. (2006). Planning Health Promotion Programs: Intervention Mapping. New York: John Wiley & Sons Inc. Barata, M.C., Alexandre, J., de Sousa, B., Leitão, C., Russo, V. (2016). Playgroups for Inclusion: Experimental Evaluation and Study of Implementation, Final Report. Portugal: University of Coimbra & ISCTE-IUL. Boulmetis, J., & Dutwin, P. (2005). The ABCs of Evaluation: Timeless Techniques for Program and Project Managers. John Wiley & Sons Inc. Bunston, W., & Heynatz, A. (2006). Addressing Family Violence Programs: Groupwork Interventions for Infants, Children and Their Parents. North Melbourne: Royal Children's Hospital Education Institute. Calheiros, M., Garrido, M. & Rodrigues, L. (2009). Percorsi di autonomia: una ricerca-intervento portoghese. In Premoli, S., (Ed.). Verso l'autonomia. Percorsi di sostegno all'integrazione sociale di giovani. Milano: Franco Angeli. Davies, D. (2010). Child Development: A Practitioner's Guide (Social work practice with children and families). New York: Guilford Publications. Denham, S., & Burton, R. (2003). Social and Emotional Prevention and Intervention Programming for Preschoolers: Book of Stones. New York: Springer Science & Business Media. Eldredge, L. K. B., Markham, C. M., Ruiter, R. A., Kok, G., & Parcel, G. S. (2016). Planning health promotion programs: an intervention mapping approach. John Wiley & Sons (ENCOMENDADO) Ferguson, J. (1999). The grant seekers guide to project evaluation. New York: Aspen. PS.112 Fernández-Ballesteros, R. (2002). Valoración de programas. In R. Fernández-Ballesteros (Ed.) Introducción a la evaluatión psicológica II. Madrid: Ediciones Pirâmide. Ferrer-Wreder, L., Stattin, H., Lorente, C., Tubman, J., & Adamson, L. (2003). Successful Prevention and Youth Development Programs: Across Borders. New York: Springer Science & Business Media. Fitzpatrick, J., Sanders, J., & Worthen, B. (2004). Program evaluation: Alternative approaches and practical guidelines. Boston: Pearson. PS.124 FIT*Pro 3ªed Flores, K. (2007). Youth Participatory Evaluation: Strategies for Engaging Young People. New York: John Wiley & Sons Inc. Foley, P., & Leverett, S. (2008). Connecting with Children: Developing Working Relationships. Bristol: Policy Press. Foley, P., & Rixon, A. (2008). Changing Children's Services: Working and Learning Together. Bristol: Policy Press. Goodman, L., & Love, R. (1980). Project planning and management: an integrated approach. New York: Pergamon Press. G.140 Pro Illback, R., Zins, J., Maher, C. & Greenberg, R. (1990). An overview of principles and procedures of program planning and evaluation. In T. Gutkin & C. Reynolds (Eds.) (2008). The handbook of school psychology. New York: Wiley, 799-820. LeCroy, C., & Mann, J. (2008). Handbook of Prevention and Intervention Programs for Adolescent Girls. New York: John Wiley and Sons Ltd. Lerner, R., Jacobs, F., & Wertlieb, D. (2002). Handbook of Applied Developmental Science: Promoting Positive Child, Adolescent and Family Development through Research, Policies and Programs. London: SAGE Publications Ltd. Marques,S. Vauclair,M.L., Rodrigues,R., Mendonça,J., Gerardo, F., Cunha, F. (2015). imAGES: Programa de intervenção de promoção de imagens positivas de envelhecimento em crianças e adolescentes.Lisboa:SCML&LeyaEditores.
Marques, S., Vauclair, Rodrigues, R., C.M., Mendonça, J., Gerardo, F. & Cunha, F. (2017). imAGES: intervention program to prevent ageism in children and adolescents. In Baker, H.E., Krueger, T.M. & Karasik, R.J. (Eds). A Hands-on approach to teaching about ageing (pp. 24-30).SpringerPublishingCompany.
Mendonça, J., Mariano, J., & Marques, S. (2016). Lisbon street campaign against ageism: A promising multi-stakeholder initiative. Journal of Intergenerational Relationships, 14(3), 258-265. Michel, J. (1998). Facts, Research and Intervention in Geriatrics: Geriatric Programs and Departments around the World. US: Springer Publishing Co. Newcomer, K. E., Hatry, H. P., & Wholey, J. S. (2015). Handbook of practical program evaluation. John Wiley & Sons (ENCOMENDADO). O'Neill, R., Horner, R., Albin, R., Storey, K., & Sprague, J. (1996). Functional Assessment and Program Development for Problem Behavior: A Practical Handbook. Belmont: Cengage Learning, Inc. Owen, J. (2006). Program Evaluation: Forms and Approaches. US: Guilford Publications. Owen, J., & Rogers, P. (1999). Program evaluation: Forms and approaches. London: Sage. PS.143 OWE*Pro Pereña-Brand, J. (1998). Direcção e gestão de projectos. Lisboa: Lidel. G.142 PER*Dir 2ªed Ramsay, N., & Morrison, C. (2010). Youth Violence and Juvenile Justice: Causes, Intervention and Treatment Programs. New York: Nova Science Publishers Inc. Roberts, A. (2002). Handbook of Domestic Violence Intervention Strategies: Policies, Programs and Legal Remedies. New York: Oxford University Press. Roldão, V. (1992). Gestão de projectos. Como gerir em tempo, custo e qualidade. Lisboa: Monitor. G.115 ROL*Ges 6 ex Rossi, P., Lipsey, M., & Freeman, H. (2003). Evaluation: A Systematic Approach. London: SAGE Publications Ltd. Royse, D., Thyer, B., & Padgett, D. (2010). Program evaluation: An introduction. Belmont: Wadsworth. G.110.1 ROY*Pro Smith, M. (2010). Handbook of Program Evaluation for Social Work and Health Professionals. New York: Oxford University Press. Spaulding, D. (2008). Program Evaluation in Practice: Core Concepts and Examples for Discussion and Analysis. New York: John Wiley & Sons Inc. Tessmer, M. (1993). Planning and conducting formative evaluations. London: Taylor & Francis Ltd. Wholey, J.S., Hatry, H.P., & Newcomer, K.E. (Eds). (2004). Handbook of practical program evaluation. San Francisco: Jossey Bass Wiley. Woodhill, J. (2000). Planning, monitoring and evaluating programmes and projects. Introduction to key concepts, approaches and terms. Working draft IUCN - The World Conservation Union. Wynn, B., Nelson, M., & Dutta, A. (2006). Challenges of Programs Evaluation of Health Interventions in Developing Countries. Santa Monica: RAND.
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Docentes
Marília Prada
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Paula Campos
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
O objectivo geral desta unidade curricular é o do desenvolvimento e actualização de competências relativas ao conhecimento de si próprio e à auto-regulação na interacção com outros em diferentes contextos sociais, nomeadamente, no académico. Para tal, esta unidade visará proporcionar o treino de competências de organização e gestão do tempo individual de trabalho, auto-afirmação e assertividade, e apresentação e defesa crítica de um argumento em público. Adicionalmente, com vista a fomentar as competências académicas dos alunos, serão abordados aspectos relacionados com a pesquisa bibliográfica, normas para escrita científica da American Psychological Association (APA), bem como uma introdução ao software de recolha de dados online Qualtrics.
Programa
CP1. Competências de organização e gestão do tempo (GT): - Auto-avaliação das competências de GT individual de trabalho; - Perspectivas sobre a GT, estabelecimento de objectivos e prioridades, planeamento e calendarização. - Treino das competências de GT individual de trabalho. CP2. Competências de assertividade: - Auto-avaliação e treino das competências de assertividade; - O conceito de assertividade e padrões associados de comportamento verbal e não verbal; - Treino das competências de assertividade na expressão de sentimentos/opiniões positivos e negativos e auto-afirmação. CP3. Competências de apresentação e análise crítica de argumentos em público: - Auto-avaliação competências de apresentação, análise e avaliação crítica de um argumento, oralmente e/ou por escrito; - Introdução ao conceito de pensamento crítico; - Treino de aptidão de apresentação, análise e avaliação crítica de um argumento. - Pesquisa bibliográfica - Normas para escrita científica
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: a) Trabalho individual de gestão de tempo (35%); b) Avaliação de competências de assertividade (20%); c) Trabalho de grupo de apresentação crítica de um argumento (45%). Avaliação periódica: os três componentes devem ser entregues e/ou realizadas no dia definido em Conselho de Ano. Ficam aprovados o/as aluno/as que possuam em todos os elementos de avaliação notas iguais ou superiores a 9,5 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Azevedo, L. (1999). Comunicar com assertividade (2ª ed.). Lisboa: IEFP [PS 131 Aze*Com] Bird, P. (2004). Gestão do Tempo. Lisboa: Espírito de negócios. [PS. 142 Bir*Ges] Bowell, T. (2005). Critical Thinking: A Concise Guide (2a ed.). Routledge. [PS. 123 Bow * Cri] Garrido, M. V., & Prada, M. (Eds.) (2016). Manual de competências académicas. Lisboa: Edições Sílabo. [PS.124 Man] Hargie, O. (2006). A Handbook of Communication Skills. London: Routledge. Paul, R., & Elder, L. (2008). The miniature guide to critical thinking: Concepts and tools. Dilon Beach, CA: Foundation for critical thinking press.
Bibliografia Opcional
Castanyer, O. (2005). Assertividade: Expressão de uma auto-estima saudável (4ª ed.)(Corrêa da Silva A., Trad.). Coimbra: Tenacitas. Bower, S. A., & Bower, G. (1991). Asserting Yourself: A Practical Guide for Positive Change (2nd ed.). Reading, Massachussetts: Persens Books. [FPCE] Elder, L., & Paul, R. (2007). Analytic thinking: How to take thinking apart and what to look for when you do. Dilon Beach, CA: Foundation for critical thinking press. Fontana, D. (1993). Managing Time. London: British Psychological Society. [G. 173 Fon * Man] Hindle, T. (1998). Como gerir o seu tempo. Lisboa: Civilização Lloyd, S. R. (1988). Desenvolvimento em assertividade: Técnicas práticas para o desenvolvimento pessoal (Loureiro R., Trad.). Lisboa: monitor [PS 120 Llo * Des] Ochsner, M. (1990). Técnicas Individuais de Trabalho: Para viver com mais lucidez e trabalhar com mais eficácia (Lemos de Azevedo, Trad.). Lisboa: Monitor [PS. 140 Och * Tec]
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Docentes
Sven Waldzus
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta unidade curricular visa fornecer conhecimentos aprofundados acerca de diferentes métodos e técnicas da investigação em Psicologia Social e Organizacional. Em particular, serão examinadas questões relativas à utilização de medidas específicas neste domínio e será promovido o domínio dos recursos necessários à sua aplicação. Uma ênfase particular será colocada na aprendizagem e realização de investigação científica em Psicologia e na promoção de conhecimentos relativos à elaboração de projectos de investigação e ao processo de publicação em revistas científicas.
Programa
CP1. Desenvolvimento de ideias de pesquisa e fundamentos do processo de investigação. CP2. Vantagens e problemas metodológicos associados à adopção de diferentes tipos de estudos. CP3. Estratégias de análise de dados e apresentação de resultados de uma investigação. CP4. Como preparar um projecto de investigação / criação de um pedido de financiamento para uma investigação. CP5. O processo de publicação: preparação, submissão e revisão de um artigo. A estrutura de diferentes tipos de artigos científicos.
Processo de Avaliação
Avaliação contínua: trabalho de grupo sobre uma pesquisa realizada durante o semestre apresentado em formato de poster (50%); trabalho individual sobre a pesquisa realizada durante o semestre, apresentado em formato de pequeno artigo científico (45%); participação em estudos no LAPSO (1hora e 30 minutos no sistema SPI) (5%). Avaliação por exame final: formato idêntico ao da avaliação contínua, mas sendo ambas as formas de avaliação individuais.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. & Cramer, D. (2003). Análise de dados em ciências sociais. Introdução às técnicas utilizando o SPSS para windows (3ª Ed.). Oeiras: Celta. Evans, J. (2007). Your psychology research project: The essential guide. Los Angeles: Sage. Gilbert, D. T., Fiske, S. T. & Lindzey, G. (Eds.) (2010). The handbook of social psychology (5th ed., Vol. I, pp. 51-142). Oxford: Oxford University Press. Reis, H., & Judd, C. (2000). Handbook of research methods in social and personality psychology. Cambridge: Cambridge University Press. Sternberg, R. J. (Ed.) (2000). Guide to publishing in psychology journals. Cambridge: Cambridge University Press.
Bibliografia Opcional
Bibliografia específica depende do tema da investigação realizada e será recomendada nas aulas teórico-práticas a decorrer durante o semestre.
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Joana Alexandre
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta Unidade Curricular (UC) tem por objetivo preparar e acompanhar os alunos no contato directo com práticas profissionais e formas de intervenção ligadas às competências desenvolvidas ao longo do curso. Deste modo, nesta UC pretende-se transmitir e consolidar um conjunto de conhecimentos e competências relacionadas com a prática profissional ou com a investigação nas áreas científicas do mestrado.
Programa
Esta Unidade Curricular tem por objetivo preparar e acompanhar os alunos no contato direto com práticas profissionais e formas de intervenção ligadas às competências desenvolvidas ao longo do curso. A natureza da UC não permite definir um programa com matérias concretas. Mais importante do que a transmissão de novos conhecimentos é procurar aplicar as competências já adquiridas de modo a alcançar o objetivo final de conclusão do estágio. A UC assenta no trabalho desenvolvido a nível individual e apresentado ao longo das sessões de orientação previstas nesta UC. Algumas das matérias constantes da disciplina são: CP1 - Procura de local de estágio. CP2 - Relacionamento com colegas e superiores hierárquicos no mundo do trabalho. CP3 - Atividades a desenvolver no local de estágio enquanto Psicólogo estagiário. CP4- Enquadramento teórico e análise crítica das atividades realizadas.
Processo de Avaliação
Critérios de Avaliação 1. Avaliação pelo orientador externo (ponderação de 20%;baseia-se na grelha fornecida pelo DEPSO) 2. Avaliação pelo orientador interno (ponderação de 80%; com base no relatório de estágio, considerando a componente técnica, formal e de apresentação escrita).Entrega de relatório até 30/5 ou 25/6. A falta a mais do que 4 aulas implicará uma penalização de 1,5 valores na nota final da UC.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- American Psychological Association. (2009). Publication manual of the American Psychological Association (6th ed). Washigton, D.C.: Author. - Sweitzer, H. F., & King, M. (2009). The successful internship: Personal, professional, and civic development (3rd Edition). Belmont, CA: Brooks/Cole, Cengage Learning. - Robson C. (1993). Real world research: A resource for social scientists and practitioners-researchers. Oxford:Blackwell. - Reis, H. T., & Judd, C. M. (Eds.) (2000). Handbook of research methods in social and personality psychology.New York: Cambridge University Press. Regulamento de estágio disponível na plataforma de e-learning. Mais bibliografia especifica será recomendada por cada orientador consoante a área específica do estágio.
Bibliografia Opcional
A ser indicada por cada orientador.
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Ana Patrícia Duarte
Departamento de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional
Objectivos
Esta unidade curricular visa facultar uma abordagem de domínios fundamentais da Psicologia Organizacional, com enfoque em áreas de processos fulcrais para as organizações de hoje (eficácia organizacional, responsabilidade social das organizações, qualidade organizacional e de serviço, inovação organizacional e empreendedorismo) e facilitar a capacidade de conceber estratégias de investigação e intervenção nas áreas abordadas.
Programa
Módulo A - Eficácia organizacional Módulo B - Responsabilidade social das organizações Módulo C - Inovação organizacional e empreendedorismo Módulo D - Qualidade organizacional e de serviço
Processo de Avaliação
Avaliação periódica ou por exame final. Na avaliação periódica os alunos devem realizar: - um trabalho de grupo com relatório escrito e apresentação oral (50%) - um teste individual sobre a matéria leccionada (50%) Ficam aprovados os alunos que, tendo nas duas avaliações notas superiores a 8.5, obtenham uma média final igual ou superior a 9.5 valores. Os alunos não inscritos ou que reprovem na avaliação periódica, poderão realizar exame final (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Caetano, A., Santos, S. C. & Costa, S. F. (2012). Psicologia do empreendedorismo: processos, oportunidades e competências, Editora Mundos sociais, Lisboa. -Duarte, A. P. (2014). Responsabilidade social das organizações. In, S.P. Gonçalves (Coord.), Psicossociologia do Trabalho e das Organizações: Princípios e Práticas, (cap. 18, pp: 537-566), Lisboa: Pactor. -Neves, J. (2014). Psicologia organizacional: indivíduo, trabalho e organização. In, S.P. Gonçalves (Coord.), Psicossociologia do Trabalho e das Organizações: Princípios e Práticas, (cap. 1, pp: 3-29), Lisboa: Pactor. -Neves, J., & Vinagre, M. (2018). Qualidade de Serviço. Diagnosticar para intervir. Lisboa: Sílabo. -Savoie, A., & Morin, E. (2001). Representações da eficácia organizacional: Desenvolvimentos recentes. Psychologica, 27, 7-29.
Bibliografia Opcional
-Amabile, T. M., Conti, R., Coon, H., Lazenby, J. & Harron, M. (1996). Assessing the work environment for creativity. Academy of Management Journal, 39 (5), 1154-1184. -Bessant, J. & Tidd; J. (2011). Innovation and entrepreneurship, 2ª ed., Jhon Wiley & Sons lda, Sussex. -Besterfield, D.(1999). Total Quality Management (2ª ed.), Prentice-Hall, Upper Saddle River. -Cameron, K. (1986). A study of Organizational Effectiveness and its predictors. Management Science, 32 (1), 87-112. -Connolly, T., Conlon, E., & Deutch, S. (1980). Organizational effectiveness: A multiple-constituency approach. Academy of Management Review, 5 (2), 211-217. -Dahlgaard, S. (1999). The evolution patterns of quality management: Some reflections on the quality movement. Total Quality Management, 10 (4-5), 473-480. -Duarte, A.P., Mouro, C., & Neves, J. (2010). Corporate social responsibility: Mapping its social meaning. Management Research: The Journal of Iberoamerican Academy of Management, 8 (2), 101-122. Ekvall, G. (1996). Organizational Climate for creativity and innovation. European Journal of Work and Organizational Psychology, 5 (1), 105-123. -Fleming, P., & Jones, M. T. (2012). The end of corporate social responsibility: crisis and critique. London, Sage Publications. -Neves, J., & Bento, L. (2005b). Traditional values and the pressures of transformation. In A. Habish, J. Jonker, M. Wegner & R. Schimpeter (Eds.), Corporate social Responsibility across Europe. Hiedelberg: Springer Berlin. -Parasuraman, A., Zeithaml, V.A., & Berry, L.(1985). A Conceptual Model of Service Quality and Its Implications for Future. Research. Journal of Marketing, 49(4),41-. -Quinn, R. E., & Rohrbaugh, J. (1983). A spatial model of effectiveness criteria: towards a competing values approach to organizational analysis. Management Science, 29, 363-377. -Ramalho, N. (2005). Construção de um modelo metamórfico de eficácia organizacional: papel estruturante da cultura de gestão. Tese de Doutoramento em Psicologia Social e Organizacional, ISCTE, Lisboa. -Santos, M. J. (2005). Desenvolvimento sustentável e responsabilidade social. Oeiras: Celta. -Santos, S. & Caetano, A. (2010). Empreendedorismo na Universidade: Como identificar o Potencial Empreendedor? RPBG -Sarker, S. (2014). Empreendedorismo e inovação. Lisboa, Escolar Editora. -Scott, S., & Bruce, R. A. (1994). Determinants of innovative behavior: a path model of individual innovation in the workplace. Academy of Management Journal, 37 (3), 580-607. -Vinagre, M. H., & Neves, J. G. (2004). Medição da qualidade de serviços em autarquias locais, in Colibri (ed.), Percursos da investigação em Psicologia Social e Organizacional, Lisboa, vol. 1, p. 271-290. -Vinagre, H. (2014). Qualidade de serviço. In, S.P. Gonçalves (Coord.), Psicossociologia do Trabalho e das Organizações: Princípios e Práticas, (cap. 19, pp: 567-598), Lisboa: Pactor. -Vinagre, M. H. & Neves, J. G. (2008). The influence of service quality and patients' emotions on satisfaction, International Journal of Health Care Quality Assurance, 21 (1), 87-103. -Walton, E. & Dawson, S. (2001). Managers' perceptions of criteria of organizational effectiveness. Journal of Management Studies, 38 (2), 173-199. -Wartick, S., & Cochran, P. (1985). The evolution of the corporate social performance model. Academy of Management Review, 10, 758-769. -West, M. A., & Altink, M. M. (1996). Innovation at work: individual, group, organizational, and socio-historical perspectives. European Journal of Work and Organizational Psychology, 5 (1), 3-11.
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Docentes
Isabel Correia
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta UC visa oferecer o quadro teórico para a intervenção psicossocial nas questões relacionadas com as percepções de justiça. Pretende-se, assim, que os alunos saibam utilizar os modelos teóricos da Psicologia Social da Justiça na resolução de problemas e conflitos sociais e organizacionais.
Programa
CP1. A Psicologia Social da Justiça: definição e âmbito de aplicação. CP2. Teorias da privação relativa, CP3. Teorias da justiça distributiva, CP4. Teorias da justiça procedimental /interaccional. CP5. Teorias da justiça retributiva. CP6. A teoria da crença no mundo justo e as reacções às vítimas de injustiça. CP7. Teorias da justiça reparadora.
Processo de Avaliação
Os alunos podem frequentar esta UC em regime de avaliação periódica ou de exame final. Para realizar a avaliação periódica, os alunos deverão: - realizar um trabalho (25%); -realizar uma apresentação oral (10%) - Realizar uma frequência individual (65%). Os alunos que não tenham realizado a avaliação periódica ou que tenham ficado reprovados na mesma (nota inferior a 10 valores), poderão apresentar-se a exame final (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cropanzano, R., & Ambrose, M. A. (2015). (Eds.). The Oxford handbook of justice in the workplace. Oxford, UK: Oxford University Press. Giacalone, R. A., & Promislo, M. D. (2014). Handbook of unethical work behavior: Implications for individual well-being. London: Routledge. Johnstone, G., & Van Ness, D.W. (2007). The handbook of restorative justice. Devon: Willan Publishing. Jost, J.T., & Kay, A.C. (2010). Social justice: History, theory, and research. In S.T. Fiske, D. Gilbert, & G. Lindzey (Eds.), Handbook of social psychology (5th edition, Vol. 2, pp. 1122-1165). Hoboken, NJ: Wiley. Sutton, R. & Douglas K. (2013). Social psychology. New York: Palgrave MacMillan. Tyler, T., Boeckman, R.J., Smith, H. J., & Huo, Y.J. (1997). Social justice in a diverse society. Colorado: Westview Press
Bibliografia Opcional
Braithwaite, J. (1989). Crime, shame and reintegration. Cambridge: Cambridge University Press. Abrams, L. S., Umbreit, M., & Gordon, A. (2006). Young offenders speak about meeting their victims: Implications for future programs. Contemporary Justice Review, 9, 243-256. Bazemore, G. & Schiff, M. (2001). Understanding restorative community justice: What and why now? In G. Bazemore, & M. Schiff (Eds.), Restorative justice: Repairing harm and transforming communities (pp. 21-46). Cincinnati, Anderson. Bobocel, D. R., Kay, A. C., Zanna, M. P., & Olson, J. M. (Eds.) (2010) The psychology of justice and legitimacy: The Ontario symposium (Vol. 11). New York: Psychology Press. Carlsmith, K. M., Darley, J. M., & Robinson, P. H. (2002). Why do we punish? Deterrence and just deserts as motives for punishment. Journal of Personality and Social Psychology, 83, 1-16. Cohen, R. L. (2001). Provocations of restorative justice. Social Justice Research, 14, 209-232. Colquitt, J. A. (2008). Two decades of organizational justice: Findings, controversies, and future directions. In C. L. Cooper & J. Barling (Eds.), The Sage handbook of organizational behavior: Volume 1 - Micro Approaches (pp. 73-88). Newbury Park, CA: Sage. Colquitt, J. A. (2012). Organizational justice. In S. W. J. Kozlowski (Ed.), The Oxford handbook of organizational psychology (Vol. 1, pp. 526-547). New York: Oxford University Press. Correia, I. F. (2000). A teoria da crença no mundo justo e a vitimização secundária: Estudos empíricos e desenvolvimentos teóricos. Psicologia, 14, 253-283. Correia, I. F. (2003). Concertos e desconcertos na procura de um mundo concertado. Lisboa: FCG/FCT. Correia, I. (2010). Psicologia Social da Justiça: Fundamentos e desenvolvimentos teóricos e empíricos. Análise Psicológica, 28, 7-28. Correia, I., Alves, H., Morais, R., & Ramos, M. (2015). The legitimation of wife abuse among women: The impact of belief in a just world and gender identification. Personality and Individual Differences, 76, 7-12. doi:10.1016/j.paid.2014.11.041 Correia, I., & Dalbert, C. (2008). School Bullying: Belief in a Personal Just World of Bullies, Victims and Defenders. European Psychologist, 13, 248-254. DOI 10.1027/1016-9040.13.4.248 Correia, I., & Dalbert, C. (2007). Belief in a just world, justice concerns, and well-being at portuguese schools. European Journal of Psychology of Education, 22, 421-437. Correia, I., Salvado, S., & Alves, H. (2016). Belief in a just world and self-efficacy to promote justice in the world predict helping attitudes, but only among volunteers. The Spanish Journal of Psychology, 19, e28, 1-9. doi: 10.1017/sjp.2016.29 Correia, I., Vala, J., & Aguiar, P. (2007). Victims innocence, social categorization and the threat to the belief in a just world. Journal of Experimental Social Psychology, 43, 31-38. Crosby, F. J. (1984). The denial of personal discrimination. American Behavioral Scientist, 27, 371-386. Crosby, F.J., Iyer, A., Clayton, S., & Downing, R. A. (2003). Affirmative action. Psychological data and the policy debates. American Psychologist, 58, 93-115. Dalbert, C. (2001). The justice motive as a personal resource. New York: Kluwer Academic/Plenum Publishers. Darley, J., & Pittman, T. S. (2003). The psychology of compensatory and retributive justice. Personality and Social Psychology Review, 7, 324-336. De Cremer, D. (2007). Advances in the psychology of justice and affect. Greenwich, CT: Information Age Publishing. Diekmann, K. A., Walker, S. D. S., Galinsky, A. D., & Tenbrunsel, A. E. (2013). Double victimization in the workplace: Why observers condemn passive victims of sexual harassment. Organization Science, 24(2), 614-628. Gouveia-Pereira, M., Vala, J., & Correia, I. (2017). Teachers' legitimacy: Effects of justice perception and social comparison processes. British Journal of Educational Psychology, 87, 1-15. doi: 10.1111/bjep.12131 Gouveia-Pereira, M., Vala, J., Palmonari, A., Rubini, M. (2003). School experience, relational justice and legitimation of institutional authorities. European Journal of Psychology of Education, 28, 309-325. Hafer, C. L, & Bègue, L. (2005). Experimental research on just-world theory: Problems, developments, and future challenges. Psychological Bulletin, 131, 128-167. Lerner, M. J. (1980). Belief in a just world: A fundamental delusion. New York: Plenum Publishing Corporation. Orth, U. (2002). Secondary victimization of crime victims by criminal proceedings. Social Justice Research, 15, 313- 325. Otto, K. & Dalbert, C. (2005). Belief in a just world and its functions for young prisoners. Journal of Research in Personality, 39, 559-573. Peters, S. L., & van den Bos, K. (2008). When fairness is important: Reactions to being inequitably paid in communal relationships. Social Justice Research, 21, 86-105. Thibaut, J., & Walker, L. (1975). Procedural justice: A psychological analysis. Hillsdale, NJ: Erlbaum. Tyler, T. Degoey, P. & Smith, H. (1996). Understanding why the justice of group procedures matters: A test of the psychological dynamics of the group-value model. Journal of Personality and Social Psychology, 70, 913-930. Tyler, T. R., & Lind, E. A. (1992). A relational model of authority in groups. In M. Zanna (Ed.), Advances in experimental social psychology (Vol. 25, pp. 115-191). San Diego, CA: Academic Press.
Other specific papers will be recommended during the course.
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Docentes
Nelson Campos Ramalho
Departamento de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional
Objectivos
Com esta unidade curricular pretende-se que os alunos possam adquirir e integrar conhecimentos teóricos sobre as dimensões psicossociológicas da gestão de recursos humanos, bem como desenvolver as competências de natureza metodológica e técnica que lhe estão associadas.
Programa
CP1 - GRH: da problematização teórica à operacionalização das práticas 1. A GRH como sistema integrado de práticas 2. Produção e utilização da informação sobre GRH; o caso específico do Relatório Único
CP2 - Recrutamento e selecção 1. Processo de recrutamento e selecção 2. Elaboração do relatório de selecção
CP3 - Avaliação do desempenho 1. Métodos de avaliação do desempenho 2. Operacionalização de um sistema de avaliação de desempenho
CP4 - Formação profissional 1. Pressupostos e tendências da formação profissional 2. Diagnóstico de necessidades de formação 3. Avaliação da formação
Processo de Avaliação
Um trabalho de grupo aplicado (50%) e um exame individual (50%). Para acesso ao exame é necessário obter uma nota igual ou superior a 10 no trabalho. Para calcular nota final o aluno não pode obter avaliação no exame inferior a 8 valores. O trabalho aplicado é sempre obrigatório e terá sempre um peso de 50% na definição da classificação final excepto nas melhorias de nota que se realizam apenas via exame individual (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Caetano, A. & Vala, J. (2007) Gestão de recursos humanos: contextos, processos e técnicas (3ª ed), Lisboa: RH Editora.
Cascio, W. (2005). Applied Psychology in Human Resource Management (6ª ed). Upper Saddle River: Prentice-Hall.
Ferris, G. & Buckley, M. (1996). Human Resources Management: perspectives, context, functions and outcomes (3ª ed.) Nova Jersey: Prentice Hall, .
Gómez-Mejía, L., Balkin, D. & Cardy, R. (2011). Managing human resources (7ª ed.) Upper Saddle River: Prentice Hall.
Bibliografia Opcional
Módulo A
Anderson, N. & Cunningham-Snell, N. (2000). Personnel Selection. In N.Chmiel (Ed.) Introduction to Work and Organizational Psychology: a European perspective ( pp. 69-99). Oxford: Blackwell
Beaumont, P. B. (1993). Human Resource Management: key concepts and skills. Sage Publications, London.
Carrel, R., Elbert, N. & Hatfield, R. (1995). Human Resource Management, 5ª ed, Prentice Hall, NJ.
Carvalho, J. (1996). O balanço social da empresa: uma abordagem sistémica, Editorial Minerva, Lisboa.
Drenth, P., Thierry, H. & Wolft, C. (1998). Handbook of work and organizational psychology, vol.3, 2 ed. Psychology Press.
Ferris, G., Hall, A., Royle, M. & Martocchio, J. (2004). Theoretical development in the field of human resources management: issues and challenges for the future, Organizational Analysis, 12, 3, 231-254.
Finuras, P. (1999). Gestão Internacional e Recursos Humanos. Lisboa: Edições Sílabo.
Gomes, A. D., Caetano, A., Keating, J. & Pina e Cunha, M. (2000). Organizações em transição, Coimbra, Imprensa da Universidade.
Gómez-Mejía, L. R., Balkin, D. B., & Cardy, R. L. (2004). Managing human resources (4 ed.) Upper Saddle River: Pearson Prentice Hall.
Neves, J. G.(2000). Gestão de recursos humanos: evolução do problema em termos dos conceitos e das práticas, In A. Caetano & J. Vala, Gestão de recursos humanos: contextos, processos e técnicas, Lisboa: RH Editora.
Peretti, J. (1998). Recursos humanos. 2ª ed., Edições Sílabo, Lisboa.
Wright, P., Garden, T., Moynihan, L. & Allen M. (2005). The relationship between HR practices and firm performance: examining causal order, Personnel Psychology, 58, 409-446.
Módulo B
Caetano, A. (Cord.). (2000) Mudança organizacional e gestão de recursos humanos. Lisboa: Observatório do Emprego e Formação Profissional.
Carless, S. (2005). Person-job fit versus person-organization fit as predictors of organizational attraction and job acceptance intentions: A longitudinal study, Journal of Occupational and Organizational Psychology, 78, 411-429.
Harvey-Cook, J. & Taffler R. (2000). Biodata in professional entry-level selection: Statistical scoring of common format applications, Journal of Occupational and Organizational Psychology, 73, 103-118.
Jackson, M. (1974). Recrutement, interview et sélection. Paris: Editions Hommes et Techniques.
Neves, J., Garrido, M. & Simões, J. (2006). Manual de competências pessoais, interpessoais e instrumentais: teoria e prática. Lisboa, Edições Sílabo.
Posthuma, R., Morgeson, F. & Campion, M. (2002). Beyond employment interview validity: a comprehensive narrative review of recent research and trends over time, Personnel Psychology, 55, 1-81.
Ryan, A. & Tippins N. (2004). Attracting and selecting: what psychological research tells us, Human Resource Management, 43, 4, 305-308.
Silvester, J., Anderson-Gough, F., Anderson, N. & Mohamed, A. (2002). Locus of control, attributions and impression management in the selection interview, Journal of Occupational and Organizational Psychology, 75, 59-76. Smith, M. & Robertson, I. (1993). The theory and practice of systematic personnel selection, 2 ed, Londond: The MacMillan Press.
Sparrow, P. R. & Hiltrop, J. M. (1994). European Human Resource Management in transition. London, Prentice Hall.
Módulo C
Caetano, A. & Vala, J. (2000) Gestão de recursos humanos: contextos, processos e técnicas, Lisboa: RH Editora.
Caetano, A. (1995). Processos sociocognitivos e avaliação de desempenho. Lisboa: RH Editora.
Kressler, H. W. (2003). Motivate and reward: performance appraisal and incentive systems success, New York: Palgrave.
Lees, C.D. & Cordery, J. L. (2000). Job analysis and design. In N.Chmiel (Ed.) Introduction to Work and Organizational Psychology: a European perspective (pp. 45-68). Oxford: Blackwell.
Neves, J. G., Garrido, M. & Simões, J. E. (2006). Manual de competências pessoais, interpessoais e instrumentais: teoria e prática. Lisboa: Edições Sílabo.
Peretti, J. M. (1998). Recursos humanos. 2 ed., Lisboa: Edições Sílabo.
Módulo D
Alvarez, K., Salas, E. & Garofano, C. (2004). An integrated model of training evaluation and effectiveness, Human Resource Development Review, 3, 4, 385-416.
Buckley, R. & Caple, J. (2004). The theory and practice of training (5th ed.). London: Kogan Page.
Cruz, J. (1998). Formação profissional em Portugal: do levantamento de necessidades à avaliação. Lisboa: Edições Sílabo.
Kirkpatrick, D. (1996). Evaluating training programs. S. Francisco: Berrett-Koehler publishers.
Neves, J. G. (2003). Formação profissional: novas formas de actividade e implicações na concepção de modelos de intervenção formativa, Recursos Humanos Magazine, ano 4, no 25, Março/Abril, 30-37.
Newby, T. (1992). Training Evaluation Handbook. UK, Gower.
Patrick, J. (2000). Training. In N.Chmiel (Ed.) Introduction to Work and Organizational Psychology: a European perspective (pp. 100-124). Oxford: Blackwell.
Phillips, J. (1996). Handbook of training evaluation and measurement methods. London: Kogan Page.
Salas, E. & Cannon-Bowers, J. (2001). The science of training - A decade of progress. Annual Review of Psychology, 52: 471-499.
Swanson, R. & Hollton III, E. (1997). Human Resource development: research handbook. S. Francisco: Berrett-Koehler Publishers.
Truelove, S. (1995). The Handbook of training and development, 2 ed. Oxford: Blackwell Publishers.
Tyson, S. (1995). Human resource strategy. Glasgow: Pitman Publishing.
Woodruffe, C. (1990). Assessement centres: identifying and developing competence. London: Institute of Personnel Management.
Módulo E
Câmara, P. B., Guerra, P. B. e Rodrigues, J. V. (2001). Humanator 2001: Recursos humanos e sucesso empresarial, 4ª ed., Pub. D. Quixote, Lisboa.
Rynes, S. L., Gerhart, B. (Eds.) (2000). Compensation in organizations: Current research and practice. S. Francisco: Jossey-Bass.
Revistas cuja leitura e consulta se recomenda
Human Relations Recursos Humanos Magazine Revue Française de Gestion Revista Portuguesa de Gestão Publicações sobre estatísticas com base nos indicadores sociais das organizações (relatório unico), Lisboa, do Ministério da Administração Pública, do Emprego e da Segurança Social
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Sónia Bernardes
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Com esta unidade curricular (UC) pretende-se dar a conhecer às/aos estudantes alguns dos principais quadros teóricos da Psicologia Social que têm sido utilizados para a conceptualização e intervenção nos domínios da Promoção da Saúde e Adaptação à Doença, a diferentes níveis de análise - individual, interpessoal, (inter)grupal e comunitário. Pretende-se, ainda, ilustrar e desenvolver no/as estudantes competências para a aplicação de diversos métodos e estratégias de intervenção associados aos quadros teóricos apresentados.
Programa
B1-Introdução à Psicologia Social da Saúde (PSS) 1.Psicologia e Saúde: do modelo biomédico ao biopsicossocial 2.O campo disciplinar da PSS 3.Diferentes níveis de análise e intervenção em PSS: Individual, interpessoal, grupal/comunitário 4.O papel da teoria na avaliação e intervenção em Saúde
B2-Modelos individuais na intervenção em saúde 1.Modelos deliberativos (MD) clássicos sobre a previsão de comportamentos de saúde (CS) 2.MD sobre a implementação de CS 3.MD por etapas sobre a previsão de CS 4.Limites dos modelos individuais: Novas perspetivas. 5.Métodos e estratégias (M&E)de intervenção individuais
B3-Modelos interpessoais na intervenção em saúde 1.Redes Sociais e Suporte Social 2.Contextos Sociais do Coping 3.Regulação Social das emoções 4.M&E de intervenção interpessoais
B4-Modelos grupais/comunitários na intervenção em saúde 1.Identidades sociais 2.Estereótipos e normas sociais 3.Relações com a comunidade 4.M&E de intervenção grupais/comunitárias
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: 1. Relatório (em grupo) sobre Modelo Teórico de Processo (25%) 2. Apresentação oral (em grupo) de Métodos de Intervenção (10%) e elaboração de respetivas Fichas Técnicas (20%). 3.Frequência (45%).
Alunos não inscritos ou reprovados na avaliação contínua, poderão ir a exame final (100%). Ficam aprovados os alunos que, tenham em todas as avaliações notas superiores a 9.5 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bartholomew Eldredge et al. (2016). Planning Health Promotion Programs: An Intervention Mapping Approach (4ª Ed.). SF: Jossey-Bass. Baum, A., Revenson, T.A., & Singer, J. (2012, Eds.). Handbook of Health Psychology (2nd. Ed.). NY: Psychology Press. Conner M., & Norman P. (2005). Predicting Health Behaviour: Research and Practice with Social Cognition Models (2ª Ed.). Maidenhead: Open University Press. Eisler, R.M., & Hersen, M. (2009, Eds.). Handbook of Gender, Culture and Health. Mahwah, NJ: Laurence Erlbaum Associates. Friedman, H. S. (2011, Ed.). The Oxford Handbook of Health Psychology. NY: Oxford University Press. Jetten J., Haslam C., & Haslam A. (2011, eds.). The Social Cure: Identity, Health and Well-being. NY: Psychology Press. Marks, D.F., Murray, M., Evans, B., Estacio, E.V. (2011). Health Psychology: Theory, Research and Practice (3rd edition). London, UK: SAGE Stephens, C. (2008). Health Promotion: A Psychosocial Approach. New York: Open University Press.
Bibliografia Opcional
Bernardes, S.F. (2010). Sobre a Contextualidade dos Enviesamentos de Sexo nos Julgamentos de Dor. Lisboa: FCT/FCG Cohen S., Underwood L., & Gottlieb B. (2000, eds.). Social Support Measurement and Intervention: A Guide for Health and Social Scientists. Oxford: Oxford University Press. Conner, M., & Armitage, C.J. (2002). The Social Psychology of Food. Buckingham: Open Univ. Press. Glanz, K., Rimer, B.K., Viswanath, K. (2008). Health Behavior and Health Education: Theory, Research, and Practice (4ª Ed.). SF: John Wiley. Gurung, R.A. (2005). Health Psychology: A cultural approach. Belmont, CA: Thomson/Wadsworth. Kelleher, D., & Leavey, G. (2004,Eds.). Identity and Health. London: Routledge. Lima, M.L., Bernardes, S.F., & Marques, S. (2014, Eds.). Psicologia Social da Saúde: Investigação e Intervenção em Portugal (vol.1). Lisboa: Edições Sílabo. Lima, M.L., Marques, S.M, Bernardes, S.F., & Pereira, S. (2016, Eds.). Psicologia Social da Saúde: Investigação e Intervenção em Portugal (vol.2). Lisboa: Edições Sílabo. Marelich, W, & Erger, J. (2004, eds.).The Social Psychology of Health: Essays & Readings.London: Sage. Mason, P., & Butler, C. (2010). Health Behavior Change: A Guide for Practitioners (2ª ed.). London: Churchill Livingstone. Minkler, M., & Wallerstein, N. (2008, eds.). Community-based Participatory Research: From Processes to Outcomes (2ª ed.). SF: Jossey Bass Pierce, G., Sarason, B., & Sarason, I. (1996). Handbook of Social Support and the Family. NY: Plenum. Pryor, J.B., & Reeder, G.D. (Eds). (1993). The Social Psychology of HIV Infection. New York: Erlbaum. Rimé, B. (2005). Le Partage Social des Émotions. Paris: Presses Universitaires de France. Ryff, C. D., & Singer, B. (2001). Emotion, Social Relationships, and Health. New York: Oxford Univ Press Salovey P., & Rothman A.(2003, eds.). Social Psychology of Health: Key Readings. NY: Psychology Press Schabracq, M. Winnubst, J., & Cooper, C. (Eds.) (2003). The Handbook of Work & Health Psychology (2.ª ed.). Chichester: John Wiley & Sons, Ltd Sutton, S., Baum, A., Johnston, M. (2004,Eds.). SAGE Handbook of Health Psychology. London: SAGE. Uchino, B. N. (2004). Social Support and Physical Health: Understanding the Health Consequences of Relationships. New Haven: Yale University Press.
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Docentes
Fernanda Paula Martins e Castro
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Com esta cadeira pretende-se fornecer os quadros teóricos da psicologia social para investigar as relações pessoas-ambiente, no âmbito do ambiente natural e construído. É dada particular relevância às dimensões e processos sócio-cognitivos e contextuais envolvidos no desenvolvimento do pensamento relativo ao ambiente e à natureza, na adesão às práticas de cidadania ambiental e na previsão dos comportamentos ecológicos, como forma de orientar a intervenção neste domínio. O aluno que complete esta UC será capaz de: a) Descrever as principais abordagens da psicologia social na abordagem das relações pessoa-ambiente b) Identificar os processos sócio-psicológicos envolvidos na previsão dos comportamentos de cidadania ambiental ao nível individual, e saber utilizar os instrumentos de pesquisa na área c) Identificar os processos sócio-psicológicos envolvidos na mudança comunitária em questões de âmbito ambiental e saber utilizar os instrumentos de pesquisa na área
Programa
Programa Introdução: Níveis de análise na mudança social ambiental e a diferenciação entre as esferas pública e privada. O nível social: o desenvolvimento sustentável como mudança social imposta, ou top-down. O nível da comunidade: representações e dinâmicas identitárias. O nível individual: modelos e estudos sobre o pensamento relativo ao ambiente e aos comportamentos pró-ambientais. A diferenciação entre comportamentos de esfera pública e da esfera privada e suas consequências para a compreensão do comportamento pro-ambiental. Bloco 1. A esfera privada. Modelos e estudos sobre o pensamento relativo ao ambiente e o comportamento de conservação. A predição do comportamento de conservação. O papel da ambivalência atitudinal. O papel das normas e tipos de normas. Bloco 2. A esfera pública. Modelos de análise e questões de estudo na mitigação da mudança climática. Modelos e estudos na conservação da biodiversidade. Modelos de participação pública. Implicações e consequências para a mudança social e a acção colectiva. Integração e conclusões.
Processo de Avaliação
Avaliação Um trabalho de grupo incluindo apresentação em aula ? 40% Um trabalho individual ? 60% Ficam aprovados os alunos que, tendo em todas as avaliações notas superiores a 8.5 valores, obtenham uma média final igual ou superior a 9.5 valores. Os alunos que não estiverem inscritos ou que reprovem na avaliação contínua, poderão ir a um exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bechtel R. B. & Churchman A. (Orgs), Handbook of Environmental Psychology. New York: John Wiley & Sons. Bonnes, M. Lee T. & Bonauito M. (Eds.) (2003). Psychological theories for environmental issues (pp. 1-26). Aldershot, Eng.: Ashgate.
Bibliografia Opcional
Ajzen, I. & Fishbein, M. (2000). Attitudes and the attitude-behaviour relation: reasoned and automatic processes. European Review of Social Psychology: vol. 11 (pp. 1-34). Chichester, GB: Wiley. Bonaiuto, M., Carrus, G., Martorella, H. & Bonnes, M. (2003). Local identity processes and environmental attitudes in land use changes: the case of natural protected areas. Journal of Economic Psychology, 23, 631-653 Campbell & Jovchelovitch (2000). Health, community and development: Towards a Social Psychology of Participation. Journal of Community & Applied Social Psychology,10,225-270. Castro, P. & Batel, L. (2008). Social representation, change and resistance: on the difficulties of generalizing new norms. Culture & Psychology, 14, 477-499. Castro, P. (2006). Applying social psychology to the study of environmental concern and environmental worldviews: some contributions from social representations approach. Journal of Community and Applied Social Psychology, 16, 247-266. Castro, P., Garrido, M., Reis, E. & Menezes, J. (2009). Ambivalence and conservation behaviour: an exploratory study on the recycling of metal cans. Journal of Environmental Psychology. Castro, P., & Mouro, C. (2011). Socio-psychological processes in dealing with change in the community: Some lessons learned from biodiversity conservation. American Journal of Community Psychology. Costarelli, S., & Colloca, P. (2004). The effects of attitudinal ambivalence on pro-environmental behavioural intentions. Journal of Environmental Psychology, 24, 279-288. Fishbein, M. & Ajzen, I. (1975). Belief, attitude, intention and behaviour: an introduction to theory and research. Reading, MA: Addison-Wesley. Kelly, G. & Steed, L. (2004). Communities coping with change: a conceptual model. Journal of Community Psychology, 32, 201-216 Steg, L., & Sievers, I. (2000). Cultural theory and individual perceptions of environmental risks. Environment and Behavior, 32, 250-269. Stern, P.C. (2000). Toward a coherent theory of environmentally significant behavior. Journal of Social Issues, 56, 407-424 Uzzell, D. (2000). The psycho-spatial dimension of global environmental problems. Journal of Environmental Psychology, 20, 307-318. Joffe, H. (1999). Risk and ?the other?. Cambridge: Cambridge University Press. Lima, M.L., Cabral, M.V., & Vala, J. (Orgs.) (2004). Atitudes Sociais dos Portugueses 4 - Ambiente e Desenvolvimento. Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais.
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Docentes
Rita Isabel Jerónimo
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta UC visa dar a conhecer aos alunos os principais fenómenos psicológicos e psicossociológicos associados ao comportamento do consumidor e à comunicação social. São apresentados e discutidos conceitos e teorias representativos nesta área, bem como casos práticos. Será abordada a especificidade do planeamento e organização de pesquisa do consumidor.
Programa
CP1. Do comportamento do consumidor às estratégias de Marketing CP2. Mercados e Segmentação do mercado CP3. O processo de consumo CP4. Marcas e relação consumidor-marca CP5. Comunicação e persuasão CP6. Marketing social CP7. Métodos de investigação do comportamento do consumidor CP8. Meios de comunicação social e opinião pública
Processo de Avaliação
Regime de avaliação: Periódica ou final. Periódica: Trabalho de grupo de aplicação prática (40%); Trabalho individual de concepção de projecto de investigação em psicologia do consumo e da comunicação (40%); Quatro perguntas sobre aulas (20%). Os estudantes ficam aprovados se tiverem nota igual ou superior a 9.5 valores em cada um dos elementos. Final: Exame (60%) e Trabalho individual de concepção de projecto de investigação (40%), nas condições vigentes no REACC.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Aaker, D. et al (2016). Marketing research,12ª Ed. New York: John Wiley & Sons. Kardes, F. (2002). Consumer behavior and managerial decision making. NY: Prentice Hall. Kardes, F., Herr, P., Nantel, J. (Eds.) (2015). Applying social cognition to consumer-focused strategy. NY: Erlbaum. Lindon, D., Lévy, J., Dionísio, P., Lendrevie, J., & Rodrigues, V. (2011). Mercator XXI: Teoria e prática do marketing. Lisboa: Dom Quixote. Rubenstein, S. M. (1995). Surveying public opinion. Belmont, CA: Wadsworth Publishing Company. Shiffman, L., & Wisenblit, J.L. (2019). Consumer Behavior. London: Prentice-Hall. Worcester, R., & Downham, J. (1986). Consumer market research handbook. NY: Elsevier. van Dijk, T. (Ed.) (1985). Discourse and communication: new approaches to the analysis of mass media discourse and communication. Berlin: Walter de Gruyter. Johnson-Cartee, K. (2005). News narratives and news framings: constructing political reality. Lanham: Rowman & Littlefiel Publishers.
Bibliografia Opcional
1. Introdução: o estudo do comportamento do consumidor e suas aplicações Evans, J., Moutinho, L., & Van Raaij, F. (1996). Applied consumer behaviour. Harlow: Addison-Wesley Publishing. Solomon, M. (2004). Consumer behavior: Buying, having, and being. Upper Saddle River: Pearson Educational International. 2. Do comportamento do consumidor às estratégias de Marketing Assael, H. (1987). Consumer behavior and marketing action. Boston: Kent Publishing Company. Parasuraman, A. (1991). Marketing research. Reading, MA: Addison-Wesley. 3. Influências psicológicas e psicossociológicas no comportamento do consumidor Hogg, M. A. (1992). Social identity, self-categorization, and group cohesiveness. In M. A. Hogg, The social psychology of group cohesiveness: From attraction to social identity. New York: Harvester Wheatsheaf. Jacoby, J., Johar G.& Morrin, M. (1998). Consumer behavior: A quadrennium, Annual Review of Psychology 49, 319-344. Loken, B. (2006). Consumer psychology: Categorization, inferences, affect, and persuasion. Annual Review of Psychology, 57, 453-485 Petty, R. E., & Wegener, D. T. (1999). The elaboration likelihood model: Current status and controversies. In S. Chaiken & Y. Trope (Eds.), Dual-process theories in social psychology (pp 41-72). New York: Guilford. Solomon, M. (2004). Consumer behavior: Buying, having and being. Upper Saddle River: Pearson Education International. 4. Meios de comunicação social e comportamento do consumidor Brochand et al., (1999). Publicitor. Lisboa: D. Quixote. Noelle-Neumann, E. (1993). The spiral of silence - our social skin. Chicago: University of Chicago Press. Vala, J., Lima, L., & Jerónimo, R. (2000). Avaliação da violência na televisão portuguesa: Programação de 1997. Lisboa: Alta Autoridade para a Comunicação Social. 5. Métodos de investigação do comportamento do consumidor Breakwell, G., Hammond, S., & Fife-Schaw, C. (orgs.) (2000). Research methods in psychology. London. Bryman, A., & Cramer, D. (2003). Análise de dados em ciências sociais: Introdução às técnicas utilizando o SPSS para o Windows. Oeiras:Celta. Denzin, N., & Lincoln, Y. (orgs.) (2000). Handbook of qualitative research. Thousand Oaks: Sage. Foddy, W. (1996). Como perguntar: Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários. Oeiras:Celta. Ghigione, R. & Matalon, B. (1997). O inquérito: Teoria e prática. Oeiras: Celta. Krueger, R., & Casey, M. (2000). Focus groups: A practical guide for applied research. Thousand Oaks: Sage. Parasuraman, A. (1991). Marketing research. Reading, MA: Addison-Wesley. Trochim, W. K. (1999). The research methods knowledge base. New York: Cornell University Custom Publishing. (versão electrónica em: http://www.socialresearchmethods.net/kb/).
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Docentes
David Lourenço Rodrigues
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Diniz Lopes
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta unidade curricular visa fornecer aos alunos informação e formação de natureza teórica e prática relacionada com o estudo das relações interpessoais, com especial enfoque nas relações românticas. Esta unidade curricular visa, também, fornecer conhecimentos quanto ao estabelecimento e manutenção de relações interpessoais no contexto específico das organizações de trabalho.
Programa
CP1. Introdução ao estudo das relações interpessoais: teorias e métodos de investigação CP2. Atração inicial: variáveis e outputs do processo de atração CP3. Relações de amizade ao longo do desenvolvimento CP4. Relações românticas: teorias e modelos CP5. Relações românticas: início, desenvolvimento/manutenção e dissolução CP6. Relações extra-diádicas: sócio-sexualidade, aborrecimento sexual e infidelidade CP7. Relações interpessoais nas organizações: teorias e modelos CP8. Tipo de relações interpessoais nas organizações: assédio; chefe-subordinado; entre colegas; relações íntimas CP9. Modelos de intervenção nas relações interpessoais
Processo de Avaliação
AVALIAÇÃO CONTÍNUA: Frequência (50% nota final);Trabalho de grupo (50% nota final). Exigida nota mínima de 9,5 valores em qualquer destes parâmetros. Se um destes parâmetros obtiver nota inferior a 9,5 valores, o aluno passa a exame final. EXAME FINAL (100% nota final), aprovação com nota superior a 9,5 valores. Sob nenhuma exceção a nota da avaliação contínua pondera para nota em exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Adams, J. & Jones, W. (1999). Handbook of interpersonal commitment and relationship stability. New York, NY: Springer Fincham, F., & Beach, S. (2006). The Cambridge handbook of personal relationships. New York, NY: Cambridge University Press Sias, P. (2009). Organizing relationships: Traditional and emerging perspectives on workplace relationships. London, UK: Sage Publications. Sprecher, S., Wenzel, A., & Harvey, J. (2008). Handbook of relationship initiation. New York, NY: Psychology Press.
Bibliografia Opcional
Pierce, C. A., & Aguinis, H. (2001). A framework for investigating the link between workplace romance and sexual harassment. Group and Organization Management, 26, 206-229. Powell, G. N., & Foley, S. (1998). Something to talk about: Romantic relationships in organizational settings. Journal of Management, 24, 421-448. Rodrigues, D. & Lopes, D. (2013). The Investment Model Scale (IMS): Further studies on construct validation and development of a shorter version (IMS-S). The Journal of General Psychology, 140, 16-28. Rodrigues, D. & Lopes, D. (2014). Development and Validation of the Measure of Initial Attraction (MIA). International Journal of Social Psychology, 29, 532-562. Rodrigues, D. & Lopes, D. (2015). The role of moral commitment within the Investment Model. International Journal of Psychology, 50, 155-160. Rodrigues, D., Lopes, D., & Oliveira, J. (2011). O Modelo do Investimento de Rusbult em relacionamentos amorosos hetero e homossexuais [Rusbult’s Investment Model in heterosexual and homosexual romantic relationships]. In-Mind_Português, 2, 1-11. (outra bibliografia a indicar nas aulas)
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Docentes
Sara Ramos
Departamento de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional
Objectivos
Esta Unidade Curricular visa proporcionar aos alunos a aprendizagem de teorias específicas sobre a dinâmica da acção humana no trabalho, sobre os factores ergonómicos no trabalho e o ajustamento indivíduo-trabalho em contexto organizacional, bem como a aprendizagem de técnicas de concepção de postos de trabalho, de análise de competências e de intervenção focalizada na qualidade de vida no trabalho.
Programa
CP1. Teorias sobre a dinâmica da acção humana no trabalho 1.1 A psicologia do trabalho 1.2 Teorias da interacção homem - tecnologia.
CP2. Contexto de trabalho e Concepção de postos de trabalho 2.1 Evolução da natureza do trabalho e dispositivos de controlo. 2.2 Condições de trabalho (físicas, sociais e organizacionais). 2.3. Concepção de postos de trabalho. Técnicas de concepção de postos de trabalho 2.4 Análise de competências profissionais.
CP3. Interacção indivíduo - trabalho e qualidade de vida 3.1 Ajustamento indivíduo - trabalho/organização. 3.2 Princípios ergonómicos na organização do trabalho. 3.3 Erro humano no trabalho. 3.4 Qualidade de vida no trabalho: diagnóstico, promoção e intervenção 3.5. Ajustamento trabalho - vida extra-trabalho
Processo de Avaliação
Regime de avaliação periódica inclui 3 componentes:(1) 50% - exame individual;(2) 40% - trabalho de grupo com relatório escrito e discussão oral;(3) 10% - participação num projeto de investigação Avaliação final: exame (100%) A aprovação é obtida com a média ponderada das 2 componentes igual ou superior a 9,5 valores e igual ou superior a 9,5 valores em cada uma das componentes da avaliação.Nos exames de 2ª época e de época especial existirá apenas um instrumento de avaliação (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Anderson,N., Ones, D., Sinangil, H., & Viswesvaran, C. (Eds.). (2002). Handbook of industrial, work and organizational psychology, Vol 1: Personnel psychology. Thousand Oaks, CA: Sage Publications Ltd. Brannick, M. & Levine, E.(2002). Job analysis. London: Sage. Drenth, P., Thierry, H. & De Wolff, C. (1998). Handbook of work and organizational psychology. London: Psychology Press. Castillo, J. & Villena, J. (Org.). (2005). Ergonomia - conceitos e métodos. Lisboa: Dinalivro. Freitas, L. (2011). Manual de Segurança e Saúde no Trabalho. Lisboa: Edições Sílabo. Guérin, F., Laville, A., Daniellou, F., Duraffourg, J. & Kerguelen, A. (2006). Compreender o trabalho para transformá-lo: a prática da ergonomia. S.Paulo: Edgard Blücher. Peiró, J.M., & Prieto, F. (Eds.). (1996). Tratado de psicologia del trabajo (Vol.I e II). Madrid: Síntesis. Quick, J. & Tetrick, L.(Eds.) (2003). Handbook of occupational health psychology. Washington, DC: American Psychological Association.
Bibliografia Opcional
Bloco 1. Teorias sobre a dinâmica da acção humana no trabalho Carroll, J.M. (1997). Human-Computer Interaction: Psychology as a Science of Design. Annual Review of Psychology, 48, 61-83. De Keyser, V., & Leonova A.B. (2001). Error prevention and well-being at work in western Europe and Russia. Dordrecht: Kluwer Academic Publishers. Frese, M., & Zapf, D. (1994). Action as the core of work psychology: A German approach. In H. C. Triandis, M. D. Dunnette & L. Hough (Eds.), Handbook of industrial and organizational psychology (Vol. 4, pp. 271-340). Palo Alto, California: Consulting Psychologists Press. Kompier, M.(2003).Job design and well-being. M. J. Schabracq, J.A. M. Winnubst, C. L. Cooper (Eds). The Handbook of Work and Health Psychology. Chichester : John Wiley. Wilpert, B. & Qvale, T. (Eds.) (1993). Reliability and Safety in Hazardous Work Systems. Hove: Lawrence Erlbaum.
Bloco 2. Contexto de trabalho e Concepção de postos de trabalho Arnold, J. (2005). Approaches to work motivation and job design. In J. Arnold (Ed) Work Psychology. Englewood Cliffs: Prentice-Hall. Athey, R.T., & Orth, M.S. (1999). Emerging competency methods for the future. Human Resource Management, 38, 215-226. Edwards, J.A. (2000). The nature and outcomes of work: a replication and extension of interdisciplinary work-design research. Journal of Applied Psychology, 85(6), 860- 868. Fields, D.L. (2002). Taking the measure of work: A guide to validated scales for organizational research and diagnosis. Thousand Oaks, CA: Sage. Frei, F., Hugentobler, M., Schurman, S., Duell, W. & Alioth, A. (1993). Work Design for the Competent Organization. Westport: Greenwood Press. Ghorpade, J.V. (1988). Job analysis. Englewood Cliffs: Prentice-Hall. Karasek, R., Brisson, C., Kawakami, N., Houtman, I., Bonger, P. & Amick, B. (1998). The Job Content Questionnaire (JCQ): an instrument for internationally comparative assessments of psychosocial job characteristics. Journal of Occupational Health Psychology, 3, 322-355 Leplat, J. & Cuny, X. (1983). Introdução à psicologia do trabalho. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Morgeson, F. P., & Humphrey, S. E. (2006). The Work Design Questionnaire (WDQ): Developing and validating a comprehensive measure for assessing job design and the nature of work. Journal of Applied Psychology, 91, 6, 1321-1339. Morrison, D., Cordery, J., Girardi, A., & Payne, R. (2005). Job design, opportunities for skill utilization, and intrinsic Job satisfaction. European Journal of Work and Organizational Psychology, 14(1), 59-79. Parker, S & Wall, T (1998) Job and work design: Organizing work to promote well-being and effectiveness. London: Sage. Ramos, S., Gonçalves, I., Simões, H., & Rebelo, F. (2010). O contributo do design ergonómico na interacção com dispositivos de controlo: um caso de reconcepção de um posto de trabalho. Laboreal, 6, (1), 17-28 http://laboreal.up.pt/revista/artigo.php?id=37t45nSU54711238:7625173931 Shippmann, J.S., Ash, R.A., Battista, M., Carr, L., Eyde, L.D., et al. (2000). The practice of competency modeling. Personnel Psychology, 53, 703-740. Smith, A. (1995). Determinants of human performance in organizational settings. in C. L. Cooper and I. Robertson (eds.) International Review of Industrial and Organizational Psychology. London: Wiley. Sparks,K., Faragher, B. and Cooper, C.L. (2001). Well-being and occupational health in the 21st century workplace Journal of Occupational and Organizational Psychology, 74, 489-509 Spencer, L. M., & Spencer, S. (1993). Competence at work: Models for superior performance. New York: John Wiley and Sons.
Bloco 3. Interacção indivíduo-trabalho e qualidade de vida Arnold, J. (2005). Stress in the workplace. In J. Arnold (Ed.), Work Psychology. Englewood Cliffs: Prentice-Hall. Barnett, R. C., Gareis, K. C., & Brennan, R. T. (1999). Fit as a mediator of the relationship between work hours and burnout. Journal of Occupational Health Psychology, 4(4), 307-317. Bento, A. (2002). Ergonomia: contributos para a gestão de recursos humanos. In A. Caetano & J. Vala (Org.), Gestão de recursos humanos: contextos, processos e técnicas. Lisboa: Rh Editora. Bond, F. & Bunce, D. (2001) Job control mediates change in a work reorganisation intervention for stress reduction. Journal of Occupational Health Psychology, 6, 290-302 Fields, D. L. (2002). Taking the measure of work: A guide to validated scales for organizational research and diagnosis. Thousand Oaks, CA: Sage. Griffin, R.W. (1991). Effects of Work Redesign on Employee Perceptions, Attitudes, and Behaviors: A Long-Term Investigation. Academy of Management Journal. 34(2), 425 - 435. Griffiths, A., & Munir, F. (2003). Workplace health promotion. In D.A. Hofmann, L.E. Tetrick (Eds) Health and Safety in Organizations: a Multilevel Perspective. San Francisco : Jossey-Bass. Grzywacz, J. G., & Marks, N. F. (2000). Reconceptualizing the work-family interface: An ecological perspective on the correlates of positive and negative spillover between work and family. Journal of Occupational Health Psychology, 5(1), 111-126. Kompier, M.(2003). Job design and well-being. M. J. Schabracq, J.A. M. Winnubst, C. L. Cooper (Eds). The Handbook of Work and Health Psychology. Chichester: John Wiley. Kristof,A.L. (1996). Person-Organization Fit: An Integrative Review of Its Conceptualizations, Measurement, and Implications. Personnel Psychology, 49 (1), 1-50. Kristof-Brown, A.M., Zimmerman, R.D., & Johnson, E.C. (2005) Consequences of individuals´fit at work: a meta-analysis of person-job, person-organization, person-group, and person-supervisor fit. Personnel Psychology, 58 (2), 281 342. Lawler, E. E. (1975). Measuring the psychological quality of working life: The why and how of it. In L. E. Davis & A. B. Cherns (eds.) The Quality of Working Life. Vol. I. New York: The Free Press, 123-133. Love, A. (2004). Implementation evaluation. In J. S. Wholey, H. P. Hatry, K. E. Newcomer (Eds) Handbook of practical program evaluation. San Francisco : Jossey-Bass. McLauglin, J.A., & Jordan, G.B. (2004). Using logic models. In J. S. Wholey, H. P. Hatry, K. E. Newcomer (Eds) Handbook of practical program evaluation. San Francisco : Jossey-Bass. Mohrman, S.A. & Lawler III, E.E., (1984). Quality of work life. In G. R. Ferris, K. M. Rowland (Eds). Research personnel and human resources management: a research annual, volume 2, p. 219. London: Jai Press. Morgeson, F. P., Johnson, M. D., Medsker, G. J., Campion, M. A., & Mumford, T. V. (2006). Understanding reactions to job redesign: A quasi-experimental investigation of the moderating effects of organizational context on perceptions of performance behavior. Personnel Psychology, 59, 333-363. Morgeson, F.P. & Campion, M.A. (2002). Minimizing tradeoffs when redesigning work: evidence from a longitudinal quasi-experiment. Personnel Psychology, 55(3), 589 - 612. Parker, S.K. (2003). Longitudinal effects of lean production on employee outcomes and the mediating role of work characteristics. Journal of Applied Psychology, 88(4), 620-634. Parker,S.K., Wall, T.D. & Cordery, J.L. (2001). Future work design research and practice. Towards an elaborated model of job design. Journal of Occupational and Organisational Psychology. 74, 413-440 Parker,S.K., Wall, T.D. & Cordery, J.L. (2001). Future work design research and practice. Towards an elaborated model of job design. Journal of Occupational and Organisational Psychology. 74, 413-440 Parkes, K. R. (1999). Shiftwork, job type, and the work environment as joint predictors of health outcomes. Journal of Occupational Health Psychology, 4, 256-268. Randall, R., Griffiths, A., & Cox, T. (2005). Evaluating organizational stress-management interventions using adapted study designs. European Journal of Work and Organizational Psychology, 23-41. Reason, J. (1990). Human Error. Cambridge, UK: Cambridge University Press. Silva, S. (2004). Culturas de Segurança e Prevenção de Acidentes de Trabalho numa Abordagem Psicossocial: Valores Organizacionais Declarados e em Uso. Tese de doutoramento não publicada, ISCTE, Lisboa. Sparks,K., Faragher, B. & Cooper, C.L. (2001). Well-being and occupational health in the 21st century workplace Journal of Occupational and Organizational Psychology, 74, 489-509. Wilpert, B. & Qvale, Th. (eds.) (1993). Reliability and Safety in Hazardous Work Systems. Hove: Lawrence Erlbaum. Wilson, J.R. & Corlett, E.N. (eds) (1995). Evaluation of Human Work: a practical ergonomics methodology,2nd ed., Taylor & Francis. Wilson, M. G., DeJoy, D. M., Vandenberg, R. J., Richardson, H. A., & McGrath, A. (2004). Work characteristics and employee health and well-being: Test of a model of healthy work organizations. Journal of Occupational and Organizational Psychology, 77, 2004: 565-588.
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1 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
A unidade curricular Seminário de Projecto é obrigatória para os alunos da via de investigação do Mestrado em Psicologia Social e das Organizações e visa fornecer conhecimentos e competências que lhes permitam a preparação de um projecto de doutoramento.
Programa
CP1. Formulação de um problema concreto. CP2. Revisão da literatura relacionada e formulação de hipóteses. CP3. Concepção e desenho da pesquisa a desenvolver. CP4. Operacionalização das variáveis, construção e pré-teste de instrumentos de medida.
(Grande parte das competências exigidas nesta UC foram previamente adquiridas em UC anteriores de métodos de investigação e estatística, por isso nesta UC trata-se de aplicar esses conhecimentos à elaboração de um projecto de doutoramento).
Processo de Avaliação
A avaliação desta unidade curricular incidirá nas avaliações parcelares das diversas fases de construção do projecto de investigação, conforme mencionadas no Programa da UC, onde estará presente a dimensão de avaliação de conhecimentos e a dimensão de avaliação de competências científicas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
American Psychological Association. (2009). Publication manual of the American Psychological Association (6th ed). Washigton, D.C.: Author. Christensen, L. B. (1997). Experimental methodology (7th ed.). Boston: Allyn & Bacon. Field, A.P., & Hole, G. (2003). How to design and report experiments. London: Sage. Fiske, S.T., Gilbert, D. & Lindzey, G. (2010). Handbook of social psychology. Hoboken, NJ: Wiley. Meltzoff, J. (1998). Critical thinking about research. Washington, D C: American Psychological Association. Mitchell, M., & Jolley, J. (2010). Research design explained (7th Ed.). Belmont, CA: Wadsworth, Cengage Learning. Rosnow, R. L., & Rosnow, M. (2006). Writing papers in psychology. Belmont, CA: Wadsworth/Thomson. Sanders , L. D. (2010). Discovering research methods in psychology. Oxford: Blackwell.
Mais bibliografia será recomendada em função da área específica do projecto de doutoramento pretendida pelo aluno.
Bibliografia Opcional
Baron, R. M.. & Kenny, D. A. (1986). The moderator-mediator variable distinction in social psychology research: Conceptual, strategic, and statistical considerations. Journal of Personality and Social Psychology, 51, 1173-1182.
Bausell, R. B. (1994). Conducting meaningful experiments. Thousand Oaks: Sage.
Behling, O., & Law, K. S. (2000). Translating questionnaires and other research instruments: Problems and solutions. Thousand Oaks: Sage.
Dancey, C. P., & Reidy, J. (2002). Statistics without maths for psychology: Using SPSS for windows. Essex: Pearson Education.
Del Rio, M.P., & Beltran, F.S. (1999). La investigación experimental en Psicología. Málaga: Ediciones Aljibe.
DeVellis, R.F. (1991). Scale development: Theory and applications. London: Sage.
Dochartaigh, N.O. (2002). The Internet research handbook: a practical guide for students and researchers in the social sciences. London: Sage
Fink, A. (1998). Conducting research literature reviews. Thousand Oaks: Sage.
Ghiglione, R. & Matalon, B. (1992). O inquérito: Teoria e prática. Oeiras: Celta Editora.
Kimmel, A.J. (1988). Ethics and values in applied social research. Newbury Park: Sage
Leedy, P.D., & Ormrod, J.E. (2005). Practical Research: Planing and design (8ªed.). Upper Saddle River: Pearson Educational International.
Léon, O.G., & Montero, I. (1997). Diseno de Investigaciones. Madrid: McGraw-Hill.
Meltzoff, J. (1998). Critical thinking about research. Washington, D.C.: American Psychological Association.
Mertens, D. M. (2005). Research and evaluation in education and psychology: Integrating diversity with quantitative, qualitative, and mixed methods (2ª ed). Thousand Oaks: Sage Mitchell, M. & Jolley, J. (2004). Research design explained (5ª ed.). Belmont: Thomson.
Moreira, J.M. (2004). Questionários: Teoria e prática. Lisboa: Almedina
Rudestam, K.E., &Newton, R.R. (2000). Surviving your dissertation: A comprehensive guide to content and process. Thousand Oaks: Sage
Searle, A. (1999). Introducing research and data in psychology: A guide to methods and analysis. London: Routledge.
Mais bibliografia será recomendada em função da área específica do projecto de doutoramento pretendida pelo aluno.
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Margarida Vaz Garrido
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta UC tem por objectivo orientar e acompanhar os alunos no desenvolvimento da dissertação de mestrado em psicologia social ou em psicologia das organizações. Deste modo, procura transmitir e consolidar um conjunto de conhecimentos e competências relacionadas com a condução de projectos de investigação ou intervenção nas áreas científicas do mestrado.
Programa
A natureza da UC não permite definir um programa com matérias concretas, pois procura aplicar competências já adquiridas para alcançar o objectivo de conclusão da dissertação de mestrado. Não obstante, algumas das matérias constantes da UC compreendem: CP1: Formulação do problema e objectivos de investigação e respectiva sustentação teórica (Introdução) CP2: Adequação do plano de pesquisa ao problema e objectivos (Método) CP3: Apresentação e interpretação de resultados (Análise de dados e resultados; Discussão e conclusões) CP4: Normas de redacção e apresentação (Preparação para a defesa)
Processo de Avaliação
A dissertação será defendida em provas públicas onde se avalia as componentes técnica, o trabalho escrito e a apresentação e defesa pública. A Dissertação deve ser apresentada de acordo com as normas e nos prazos estabelecidos pelo ISCTE-IUL. A presença nos seminários é fundamental para o desenvolvimento do projeto, não devendo ser inferior a 80%. Será facultada ao júri a informação sobre a assiduidade de cada aluno/a a esta UC, como elemento adicional de contextualização da avaliação.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bell, J., & Waters, S. (2014). Doing your research project: A guide for first-time researchers (6th ed.). Berkshire: Open University Press. Garrido, M. V., & Prada, M. (Orgs.). (2016). Manual de competências pessoais e académicas. Lisboa: Sílabo. O'Leary, Z. (2017). The essential guide to doing your research project (3rd ed.). London: SAGE Punch, K.F. (2016). Developing effective research proposals (3rd ed.) London: SAGE. Walliman, N. (2005). Your research project (2nd ed.). London: SAGE.
Bibliografia Opcional
American Psychological Association (2010). Publication Manual of the American Psychological Association. Washington: APA. Normas orientadoras para a dissertação ou trabalho de projecto de mestrado (ISCTE-IUL) Normas de apresentação e de harmonização gráfica para dissertação ou trabalho de projecto de mestrado e tese de doutoramento (ISCTE-IUL) Prada, M., & Garrido, M. V. (2013). Conhecer as regras do jogo: Uma introdução às normas para escrita científica da American Psychological Association. Psicologia, 27(2), 107-143.
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Sónia Bernardes
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Com esta unidade curricular (UC) pretende-se dar a conhecer às/aos estudantes alguns dos principais quadros teóricos da Psicologia Social que têm sido utilizados para a conceptualização e intervenção nos domínios da Promoção da Saúde e Adaptação à Doença, a diferentes níveis de análise - individual, interpessoal, (inter)grupal e comunitário. Pretende-se, ainda, ilustrar e desenvolver no/as estudantes competências para a aplicação de diversos métodos e estratégias de intervenção associados aos quadros teóricos apresentados.
Programa
B1-Introdução à Psicologia Social da Saúde (PSS) 1.Psicologia e Saúde: do modelo biomédico ao biopsicossocial 2.O campo disciplinar da PSS 3.Diferentes níveis de análise e intervenção em PSS: Individual, interpessoal, grupal/comunitário 4.O papel da teoria na avaliação e intervenção em Saúde
B2-Modelos individuais na intervenção em saúde 1.Modelos deliberativos (MD) clássicos sobre a previsão de comportamentos de saúde (CS) 2.MD sobre a implementação de CS 3.MD por etapas sobre a previsão de CS 4.Limites dos modelos individuais: Novas perspetivas. 5.Métodos e estratégias (M&E)de intervenção individuais
B3-Modelos interpessoais na intervenção em saúde 1.Redes Sociais e Suporte Social 2.Contextos Sociais do Coping 3.Regulação Social das emoções 4.M&E de intervenção interpessoais
B4-Modelos grupais/comunitários na intervenção em saúde 1.Identidades sociais 2.Estereótipos e normas sociais 3.Relações com a comunidade 4.M&E de intervenção grupais/comunitárias
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: 1. Relatório (em grupo) sobre Modelo Teórico de Processo (25%) 2. Apresentação oral (em grupo) de Métodos de Intervenção (10%) e elaboração de respetivas Fichas Técnicas (20%). 3.Frequência (45%).
Alunos não inscritos ou reprovados na avaliação contínua, poderão ir a exame final (100%). Ficam aprovados os alunos que, tenham em todas as avaliações notas superiores a 9.5 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bartholomew Eldredge et al. (2016). Planning Health Promotion Programs: An Intervention Mapping Approach (4ª Ed.). SF: Jossey-Bass. Baum, A., Revenson, T.A., & Singer, J. (2012, Eds.). Handbook of Health Psychology (2nd. Ed.). NY: Psychology Press. Conner M., & Norman P. (2005). Predicting Health Behaviour: Research and Practice with Social Cognition Models (2ª Ed.). Maidenhead: Open University Press. Eisler, R.M., & Hersen, M. (2009, Eds.). Handbook of Gender, Culture and Health. Mahwah, NJ: Laurence Erlbaum Associates. Friedman, H. S. (2011, Ed.). The Oxford Handbook of Health Psychology. NY: Oxford University Press. Jetten J., Haslam C., & Haslam A. (2011, eds.). The Social Cure: Identity, Health and Well-being. NY: Psychology Press. Marks, D.F., Murray, M., Evans, B., Estacio, E.V. (2011). Health Psychology: Theory, Research and Practice (3rd edition). London, UK: SAGE Stephens, C. (2008). Health Promotion: A Psychosocial Approach. New York: Open University Press.
Bibliografia Opcional
Bernardes, S.F. (2010). Sobre a Contextualidade dos Enviesamentos de Sexo nos Julgamentos de Dor. Lisboa: FCT/FCG Cohen S., Underwood L., & Gottlieb B. (2000, eds.). Social Support Measurement and Intervention: A Guide for Health and Social Scientists. Oxford: Oxford University Press. Conner, M., & Armitage, C.J. (2002). The Social Psychology of Food. Buckingham: Open Univ. Press. Glanz, K., Rimer, B.K., Viswanath, K. (2008). Health Behavior and Health Education: Theory, Research, and Practice (4ª Ed.). SF: John Wiley. Gurung, R.A. (2005). Health Psychology: A cultural approach. Belmont, CA: Thomson/Wadsworth. Kelleher, D., & Leavey, G. (2004,Eds.). Identity and Health. London: Routledge. Lima, M.L., Bernardes, S.F., & Marques, S. (2014, Eds.). Psicologia Social da Saúde: Investigação e Intervenção em Portugal (vol.1). Lisboa: Edições Sílabo. Lima, M.L., Marques, S.M, Bernardes, S.F., & Pereira, S. (2016, Eds.). Psicologia Social da Saúde: Investigação e Intervenção em Portugal (vol.2). Lisboa: Edições Sílabo. Marelich, W, & Erger, J. (2004, eds.).The Social Psychology of Health: Essays & Readings.London: Sage. Mason, P., & Butler, C. (2010). Health Behavior Change: A Guide for Practitioners (2ª ed.). London: Churchill Livingstone. Minkler, M., & Wallerstein, N. (2008, eds.). Community-based Participatory Research: From Processes to Outcomes (2ª ed.). SF: Jossey Bass Pierce, G., Sarason, B., & Sarason, I. (1996). Handbook of Social Support and the Family. NY: Plenum. Pryor, J.B., & Reeder, G.D. (Eds). (1993). The Social Psychology of HIV Infection. New York: Erlbaum. Rimé, B. (2005). Le Partage Social des Émotions. Paris: Presses Universitaires de France. Ryff, C. D., & Singer, B. (2001). Emotion, Social Relationships, and Health. New York: Oxford Univ Press Salovey P., & Rothman A.(2003, eds.). Social Psychology of Health: Key Readings. NY: Psychology Press Schabracq, M. Winnubst, J., & Cooper, C. (Eds.) (2003). The Handbook of Work & Health Psychology (2.ª ed.). Chichester: John Wiley & Sons, Ltd Sutton, S., Baum, A., Johnston, M. (2004,Eds.). SAGE Handbook of Health Psychology. London: SAGE. Uchino, B. N. (2004). Social Support and Physical Health: Understanding the Health Consequences of Relationships. New Haven: Yale University Press.
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Docentes
Fernanda Paula Martins e Castro
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Com esta cadeira pretende-se fornecer os quadros teóricos da psicologia social para investigar as relações pessoas-ambiente, no âmbito do ambiente natural e construído. É dada particular relevância às dimensões e processos sócio-cognitivos e contextuais envolvidos no desenvolvimento do pensamento relativo ao ambiente e à natureza, na adesão às práticas de cidadania ambiental e na previsão dos comportamentos ecológicos, como forma de orientar a intervenção neste domínio. O aluno que complete esta UC será capaz de: a) Descrever as principais abordagens da psicologia social na abordagem das relações pessoa-ambiente b) Identificar os processos sócio-psicológicos envolvidos na previsão dos comportamentos de cidadania ambiental ao nível individual, e saber utilizar os instrumentos de pesquisa na área c) Identificar os processos sócio-psicológicos envolvidos na mudança comunitária em questões de âmbito ambiental e saber utilizar os instrumentos de pesquisa na área
Programa
Programa Introdução: Níveis de análise na mudança social ambiental e a diferenciação entre as esferas pública e privada. O nível social: o desenvolvimento sustentável como mudança social imposta, ou top-down. O nível da comunidade: representações e dinâmicas identitárias. O nível individual: modelos e estudos sobre o pensamento relativo ao ambiente e aos comportamentos pró-ambientais. A diferenciação entre comportamentos de esfera pública e da esfera privada e suas consequências para a compreensão do comportamento pro-ambiental. Bloco 1. A esfera privada. Modelos e estudos sobre o pensamento relativo ao ambiente e o comportamento de conservação. A predição do comportamento de conservação. O papel da ambivalência atitudinal. O papel das normas e tipos de normas. Bloco 2. A esfera pública. Modelos de análise e questões de estudo na mitigação da mudança climática. Modelos e estudos na conservação da biodiversidade. Modelos de participação pública. Implicações e consequências para a mudança social e a acção colectiva. Integração e conclusões.
Processo de Avaliação
Avaliação Um trabalho de grupo incluindo apresentação em aula ? 40% Um trabalho individual ? 60% Ficam aprovados os alunos que, tendo em todas as avaliações notas superiores a 8.5 valores, obtenham uma média final igual ou superior a 9.5 valores. Os alunos que não estiverem inscritos ou que reprovem na avaliação contínua, poderão ir a um exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bechtel R. B. & Churchman A. (Orgs), Handbook of Environmental Psychology. New York: John Wiley & Sons. Bonnes, M. Lee T. & Bonauito M. (Eds.) (2003). Psychological theories for environmental issues (pp. 1-26). Aldershot, Eng.: Ashgate.
Bibliografia Opcional
Ajzen, I. & Fishbein, M. (2000). Attitudes and the attitude-behaviour relation: reasoned and automatic processes. European Review of Social Psychology: vol. 11 (pp. 1-34). Chichester, GB: Wiley. Bonaiuto, M., Carrus, G., Martorella, H. & Bonnes, M. (2003). Local identity processes and environmental attitudes in land use changes: the case of natural protected areas. Journal of Economic Psychology, 23, 631-653 Campbell & Jovchelovitch (2000). Health, community and development: Towards a Social Psychology of Participation. Journal of Community & Applied Social Psychology,10,225-270. Castro, P. & Batel, L. (2008). Social representation, change and resistance: on the difficulties of generalizing new norms. Culture & Psychology, 14, 477-499. Castro, P. (2006). Applying social psychology to the study of environmental concern and environmental worldviews: some contributions from social representations approach. Journal of Community and Applied Social Psychology, 16, 247-266. Castro, P., Garrido, M., Reis, E. & Menezes, J. (2009). Ambivalence and conservation behaviour: an exploratory study on the recycling of metal cans. Journal of Environmental Psychology. Castro, P., & Mouro, C. (2011). Socio-psychological processes in dealing with change in the community: Some lessons learned from biodiversity conservation. American Journal of Community Psychology. Costarelli, S., & Colloca, P. (2004). The effects of attitudinal ambivalence on pro-environmental behavioural intentions. Journal of Environmental Psychology, 24, 279-288. Fishbein, M. & Ajzen, I. (1975). Belief, attitude, intention and behaviour: an introduction to theory and research. Reading, MA: Addison-Wesley. Kelly, G. & Steed, L. (2004). Communities coping with change: a conceptual model. Journal of Community Psychology, 32, 201-216 Steg, L., & Sievers, I. (2000). Cultural theory and individual perceptions of environmental risks. Environment and Behavior, 32, 250-269. Stern, P.C. (2000). Toward a coherent theory of environmentally significant behavior. Journal of Social Issues, 56, 407-424 Uzzell, D. (2000). The psycho-spatial dimension of global environmental problems. Journal of Environmental Psychology, 20, 307-318. Joffe, H. (1999). Risk and ?the other?. Cambridge: Cambridge University Press. Lima, M.L., Cabral, M.V., & Vala, J. (Orgs.) (2004). Atitudes Sociais dos Portugueses 4 - Ambiente e Desenvolvimento. Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais.
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Docentes
Rita Isabel Jerónimo
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta UC visa dar a conhecer aos alunos os principais fenómenos psicológicos e psicossociológicos associados ao comportamento do consumidor e à comunicação social. São apresentados e discutidos conceitos e teorias representativos nesta área, bem como casos práticos. Será abordada a especificidade do planeamento e organização de pesquisa do consumidor.
Programa
CP1. Do comportamento do consumidor às estratégias de Marketing CP2. Mercados e Segmentação do mercado CP3. O processo de consumo CP4. Marcas e relação consumidor-marca CP5. Comunicação e persuasão CP6. Marketing social CP7. Métodos de investigação do comportamento do consumidor CP8. Meios de comunicação social e opinião pública
Processo de Avaliação
Regime de avaliação: Periódica ou final. Periódica: Trabalho de grupo de aplicação prática (40%); Trabalho individual de concepção de projecto de investigação em psicologia do consumo e da comunicação (40%); Quatro perguntas sobre aulas (20%). Os estudantes ficam aprovados se tiverem nota igual ou superior a 9.5 valores em cada um dos elementos. Final: Exame (60%) e Trabalho individual de concepção de projecto de investigação (40%), nas condições vigentes no REACC.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Aaker, D. et al (2016). Marketing research,12ª Ed. New York: John Wiley & Sons. Kardes, F. (2002). Consumer behavior and managerial decision making. NY: Prentice Hall. Kardes, F., Herr, P., Nantel, J. (Eds.) (2015). Applying social cognition to consumer-focused strategy. NY: Erlbaum. Lindon, D., Lévy, J., Dionísio, P., Lendrevie, J., & Rodrigues, V. (2011). Mercator XXI: Teoria e prática do marketing. Lisboa: Dom Quixote. Rubenstein, S. M. (1995). Surveying public opinion. Belmont, CA: Wadsworth Publishing Company. Shiffman, L., & Wisenblit, J.L. (2019). Consumer Behavior. London: Prentice-Hall. Worcester, R., & Downham, J. (1986). Consumer market research handbook. NY: Elsevier. van Dijk, T. (Ed.) (1985). Discourse and communication: new approaches to the analysis of mass media discourse and communication. Berlin: Walter de Gruyter. Johnson-Cartee, K. (2005). News narratives and news framings: constructing political reality. Lanham: Rowman & Littlefiel Publishers.
Bibliografia Opcional
1. Introdução: o estudo do comportamento do consumidor e suas aplicações Evans, J., Moutinho, L., & Van Raaij, F. (1996). Applied consumer behaviour. Harlow: Addison-Wesley Publishing. Solomon, M. (2004). Consumer behavior: Buying, having, and being. Upper Saddle River: Pearson Educational International. 2. Do comportamento do consumidor às estratégias de Marketing Assael, H. (1987). Consumer behavior and marketing action. Boston: Kent Publishing Company. Parasuraman, A. (1991). Marketing research. Reading, MA: Addison-Wesley. 3. Influências psicológicas e psicossociológicas no comportamento do consumidor Hogg, M. A. (1992). Social identity, self-categorization, and group cohesiveness. In M. A. Hogg, The social psychology of group cohesiveness: From attraction to social identity. New York: Harvester Wheatsheaf. Jacoby, J., Johar G.& Morrin, M. (1998). Consumer behavior: A quadrennium, Annual Review of Psychology 49, 319-344. Loken, B. (2006). Consumer psychology: Categorization, inferences, affect, and persuasion. Annual Review of Psychology, 57, 453-485 Petty, R. E., & Wegener, D. T. (1999). The elaboration likelihood model: Current status and controversies. In S. Chaiken & Y. Trope (Eds.), Dual-process theories in social psychology (pp 41-72). New York: Guilford. Solomon, M. (2004). Consumer behavior: Buying, having and being. Upper Saddle River: Pearson Education International. 4. Meios de comunicação social e comportamento do consumidor Brochand et al., (1999). Publicitor. Lisboa: D. Quixote. Noelle-Neumann, E. (1993). The spiral of silence - our social skin. Chicago: University of Chicago Press. Vala, J., Lima, L., & Jerónimo, R. (2000). Avaliação da violência na televisão portuguesa: Programação de 1997. Lisboa: Alta Autoridade para a Comunicação Social. 5. Métodos de investigação do comportamento do consumidor Breakwell, G., Hammond, S., & Fife-Schaw, C. (orgs.) (2000). Research methods in psychology. London. Bryman, A., & Cramer, D. (2003). Análise de dados em ciências sociais: Introdução às técnicas utilizando o SPSS para o Windows. Oeiras:Celta. Denzin, N., & Lincoln, Y. (orgs.) (2000). Handbook of qualitative research. Thousand Oaks: Sage. Foddy, W. (1996). Como perguntar: Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários. Oeiras:Celta. Ghigione, R. & Matalon, B. (1997). O inquérito: Teoria e prática. Oeiras: Celta. Krueger, R., & Casey, M. (2000). Focus groups: A practical guide for applied research. Thousand Oaks: Sage. Parasuraman, A. (1991). Marketing research. Reading, MA: Addison-Wesley. Trochim, W. K. (1999). The research methods knowledge base. New York: Cornell University Custom Publishing. (versão electrónica em: http://www.socialresearchmethods.net/kb/).
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Docentes
David Lourenço Rodrigues
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Diniz Lopes
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta unidade curricular visa fornecer aos alunos informação e formação de natureza teórica e prática relacionada com o estudo das relações interpessoais, com especial enfoque nas relações românticas. Esta unidade curricular visa, também, fornecer conhecimentos quanto ao estabelecimento e manutenção de relações interpessoais no contexto específico das organizações de trabalho.
Programa
CP1. Introdução ao estudo das relações interpessoais: teorias e métodos de investigação CP2. Atração inicial: variáveis e outputs do processo de atração CP3. Relações de amizade ao longo do desenvolvimento CP4. Relações românticas: teorias e modelos CP5. Relações românticas: início, desenvolvimento/manutenção e dissolução CP6. Relações extra-diádicas: sócio-sexualidade, aborrecimento sexual e infidelidade CP7. Relações interpessoais nas organizações: teorias e modelos CP8. Tipo de relações interpessoais nas organizações: assédio; chefe-subordinado; entre colegas; relações íntimas CP9. Modelos de intervenção nas relações interpessoais
Processo de Avaliação
AVALIAÇÃO CONTÍNUA: Frequência (50% nota final);Trabalho de grupo (50% nota final). Exigida nota mínima de 9,5 valores em qualquer destes parâmetros. Se um destes parâmetros obtiver nota inferior a 9,5 valores, o aluno passa a exame final. EXAME FINAL (100% nota final), aprovação com nota superior a 9,5 valores. Sob nenhuma exceção a nota da avaliação contínua pondera para nota em exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Adams, J. & Jones, W. (1999). Handbook of interpersonal commitment and relationship stability. New York, NY: Springer Fincham, F., & Beach, S. (2006). The Cambridge handbook of personal relationships. New York, NY: Cambridge University Press Sias, P. (2009). Organizing relationships: Traditional and emerging perspectives on workplace relationships. London, UK: Sage Publications. Sprecher, S., Wenzel, A., & Harvey, J. (2008). Handbook of relationship initiation. New York, NY: Psychology Press.
Bibliografia Opcional
Pierce, C. A., & Aguinis, H. (2001). A framework for investigating the link between workplace romance and sexual harassment. Group and Organization Management, 26, 206-229. Powell, G. N., & Foley, S. (1998). Something to talk about: Romantic relationships in organizational settings. Journal of Management, 24, 421-448. Rodrigues, D. & Lopes, D. (2013). The Investment Model Scale (IMS): Further studies on construct validation and development of a shorter version (IMS-S). The Journal of General Psychology, 140, 16-28. Rodrigues, D. & Lopes, D. (2014). Development and Validation of the Measure of Initial Attraction (MIA). International Journal of Social Psychology, 29, 532-562. Rodrigues, D. & Lopes, D. (2015). The role of moral commitment within the Investment Model. International Journal of Psychology, 50, 155-160. Rodrigues, D., Lopes, D., & Oliveira, J. (2011). O Modelo do Investimento de Rusbult em relacionamentos amorosos hetero e homossexuais [Rusbult’s Investment Model in heterosexual and homosexual romantic relationships]. In-Mind_Português, 2, 1-11. (outra bibliografia a indicar nas aulas)
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Docentes
Sara Ramos
Departamento de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional
Objectivos
Esta Unidade Curricular visa proporcionar aos alunos a aprendizagem de teorias específicas sobre a dinâmica da acção humana no trabalho, sobre os factores ergonómicos no trabalho e o ajustamento indivíduo-trabalho em contexto organizacional, bem como a aprendizagem de técnicas de concepção de postos de trabalho, de análise de competências e de intervenção focalizada na qualidade de vida no trabalho.
Programa
CP1. Teorias sobre a dinâmica da acção humana no trabalho 1.1 A psicologia do trabalho 1.2 Teorias da interacção homem - tecnologia.
CP2. Contexto de trabalho e Concepção de postos de trabalho 2.1 Evolução da natureza do trabalho e dispositivos de controlo. 2.2 Condições de trabalho (físicas, sociais e organizacionais). 2.3. Concepção de postos de trabalho. Técnicas de concepção de postos de trabalho 2.4 Análise de competências profissionais.
CP3. Interacção indivíduo - trabalho e qualidade de vida 3.1 Ajustamento indivíduo - trabalho/organização. 3.2 Princípios ergonómicos na organização do trabalho. 3.3 Erro humano no trabalho. 3.4 Qualidade de vida no trabalho: diagnóstico, promoção e intervenção 3.5. Ajustamento trabalho - vida extra-trabalho
Processo de Avaliação
Regime de avaliação periódica inclui 3 componentes:(1) 50% - exame individual;(2) 40% - trabalho de grupo com relatório escrito e discussão oral;(3) 10% - participação num projeto de investigação Avaliação final: exame (100%) A aprovação é obtida com a média ponderada das 2 componentes igual ou superior a 9,5 valores e igual ou superior a 9,5 valores em cada uma das componentes da avaliação.Nos exames de 2ª época e de época especial existirá apenas um instrumento de avaliação (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Anderson,N., Ones, D., Sinangil, H., & Viswesvaran, C. (Eds.). (2002). Handbook of industrial, work and organizational psychology, Vol 1: Personnel psychology. Thousand Oaks, CA: Sage Publications Ltd. Brannick, M. & Levine, E.(2002). Job analysis. London: Sage. Drenth, P., Thierry, H. & De Wolff, C. (1998). Handbook of work and organizational psychology. London: Psychology Press. Castillo, J. & Villena, J. (Org.). (2005). Ergonomia - conceitos e métodos. Lisboa: Dinalivro. Freitas, L. (2011). Manual de Segurança e Saúde no Trabalho. Lisboa: Edições Sílabo. Guérin, F., Laville, A., Daniellou, F., Duraffourg, J. & Kerguelen, A. (2006). Compreender o trabalho para transformá-lo: a prática da ergonomia. S.Paulo: Edgard Blücher. Peiró, J.M., & Prieto, F. (Eds.). (1996). Tratado de psicologia del trabajo (Vol.I e II). Madrid: Síntesis. Quick, J. & Tetrick, L.(Eds.) (2003). Handbook of occupational health psychology. Washington, DC: American Psychological Association.
Bibliografia Opcional
Bloco 1. Teorias sobre a dinâmica da acção humana no trabalho Carroll, J.M. (1997). Human-Computer Interaction: Psychology as a Science of Design. Annual Review of Psychology, 48, 61-83. De Keyser, V., & Leonova A.B. (2001). Error prevention and well-being at work in western Europe and Russia. Dordrecht: Kluwer Academic Publishers. Frese, M., & Zapf, D. (1994). Action as the core of work psychology: A German approach. In H. C. Triandis, M. D. Dunnette & L. Hough (Eds.), Handbook of industrial and organizational psychology (Vol. 4, pp. 271-340). Palo Alto, California: Consulting Psychologists Press. Kompier, M.(2003).Job design and well-being. M. J. Schabracq, J.A. M. Winnubst, C. L. Cooper (Eds). The Handbook of Work and Health Psychology. Chichester : John Wiley. Wilpert, B. & Qvale, T. (Eds.) (1993). Reliability and Safety in Hazardous Work Systems. Hove: Lawrence Erlbaum.
Bloco 2. Contexto de trabalho e Concepção de postos de trabalho Arnold, J. (2005). Approaches to work motivation and job design. In J. Arnold (Ed) Work Psychology. Englewood Cliffs: Prentice-Hall. Athey, R.T., & Orth, M.S. (1999). Emerging competency methods for the future. Human Resource Management, 38, 215-226. Edwards, J.A. (2000). The nature and outcomes of work: a replication and extension of interdisciplinary work-design research. Journal of Applied Psychology, 85(6), 860- 868. Fields, D.L. (2002). Taking the measure of work: A guide to validated scales for organizational research and diagnosis. Thousand Oaks, CA: Sage. Frei, F., Hugentobler, M., Schurman, S., Duell, W. & Alioth, A. (1993). Work Design for the Competent Organization. Westport: Greenwood Press. Ghorpade, J.V. (1988). Job analysis. Englewood Cliffs: Prentice-Hall. Karasek, R., Brisson, C., Kawakami, N., Houtman, I., Bonger, P. & Amick, B. (1998). The Job Content Questionnaire (JCQ): an instrument for internationally comparative assessments of psychosocial job characteristics. Journal of Occupational Health Psychology, 3, 322-355 Leplat, J. & Cuny, X. (1983). Introdução à psicologia do trabalho. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Morgeson, F. P., & Humphrey, S. E. (2006). The Work Design Questionnaire (WDQ): Developing and validating a comprehensive measure for assessing job design and the nature of work. Journal of Applied Psychology, 91, 6, 1321-1339. Morrison, D., Cordery, J., Girardi, A., & Payne, R. (2005). Job design, opportunities for skill utilization, and intrinsic Job satisfaction. European Journal of Work and Organizational Psychology, 14(1), 59-79. Parker, S & Wall, T (1998) Job and work design: Organizing work to promote well-being and effectiveness. London: Sage. Ramos, S., Gonçalves, I., Simões, H., & Rebelo, F. (2010). O contributo do design ergonómico na interacção com dispositivos de controlo: um caso de reconcepção de um posto de trabalho. Laboreal, 6, (1), 17-28 http://laboreal.up.pt/revista/artigo.php?id=37t45nSU54711238:7625173931 Shippmann, J.S., Ash, R.A., Battista, M., Carr, L., Eyde, L.D., et al. (2000). The practice of competency modeling. Personnel Psychology, 53, 703-740. Smith, A. (1995). Determinants of human performance in organizational settings. in C. L. Cooper and I. Robertson (eds.) International Review of Industrial and Organizational Psychology. London: Wiley. Sparks,K., Faragher, B. and Cooper, C.L. (2001). Well-being and occupational health in the 21st century workplace Journal of Occupational and Organizational Psychology, 74, 489-509 Spencer, L. M., & Spencer, S. (1993). Competence at work: Models for superior performance. New York: John Wiley and Sons.
Bloco 3. Interacção indivíduo-trabalho e qualidade de vida Arnold, J. (2005). Stress in the workplace. In J. Arnold (Ed.), Work Psychology. Englewood Cliffs: Prentice-Hall. Barnett, R. C., Gareis, K. C., & Brennan, R. T. (1999). Fit as a mediator of the relationship between work hours and burnout. Journal of Occupational Health Psychology, 4(4), 307-317. Bento, A. (2002). Ergonomia: contributos para a gestão de recursos humanos. In A. Caetano & J. Vala (Org.), Gestão de recursos humanos: contextos, processos e técnicas. Lisboa: Rh Editora. Bond, F. & Bunce, D. (2001) Job control mediates change in a work reorganisation intervention for stress reduction. Journal of Occupational Health Psychology, 6, 290-302 Fields, D. L. (2002). Taking the measure of work: A guide to validated scales for organizational research and diagnosis. Thousand Oaks, CA: Sage. Griffin, R.W. (1991). Effects of Work Redesign on Employee Perceptions, Attitudes, and Behaviors: A Long-Term Investigation. Academy of Management Journal. 34(2), 425 - 435. Griffiths, A., & Munir, F. (2003). Workplace health promotion. In D.A. Hofmann, L.E. Tetrick (Eds) Health and Safety in Organizations: a Multilevel Perspective. San Francisco : Jossey-Bass. Grzywacz, J. G., & Marks, N. F. (2000). Reconceptualizing the work-family interface: An ecological perspective on the correlates of positive and negative spillover between work and family. Journal of Occupational Health Psychology, 5(1), 111-126. Kompier, M.(2003). Job design and well-being. M. J. Schabracq, J.A. M. Winnubst, C. L. Cooper (Eds). The Handbook of Work and Health Psychology. Chichester: John Wiley. Kristof,A.L. (1996). Person-Organization Fit: An Integrative Review of Its Conceptualizations, Measurement, and Implications. Personnel Psychology, 49 (1), 1-50. Kristof-Brown, A.M., Zimmerman, R.D., & Johnson, E.C. (2005) Consequences of individuals´fit at work: a meta-analysis of person-job, person-organization, person-group, and person-supervisor fit. Personnel Psychology, 58 (2), 281 342. Lawler, E. E. (1975). Measuring the psychological quality of working life: The why and how of it. In L. E. Davis & A. B. Cherns (eds.) The Quality of Working Life. Vol. I. New York: The Free Press, 123-133. Love, A. (2004). Implementation evaluation. In J. S. Wholey, H. P. Hatry, K. E. Newcomer (Eds) Handbook of practical program evaluation. San Francisco : Jossey-Bass. McLauglin, J.A., & Jordan, G.B. (2004). Using logic models. In J. S. Wholey, H. P. Hatry, K. E. Newcomer (Eds) Handbook of practical program evaluation. San Francisco : Jossey-Bass. Mohrman, S.A. & Lawler III, E.E., (1984). Quality of work life. In G. R. Ferris, K. M. Rowland (Eds). Research personnel and human resources management: a research annual, volume 2, p. 219. London: Jai Press. Morgeson, F. P., Johnson, M. D., Medsker, G. J., Campion, M. A., & Mumford, T. V. (2006). Understanding reactions to job redesign: A quasi-experimental investigation of the moderating effects of organizational context on perceptions of performance behavior. Personnel Psychology, 59, 333-363. Morgeson, F.P. & Campion, M.A. (2002). Minimizing tradeoffs when redesigning work: evidence from a longitudinal quasi-experiment. Personnel Psychology, 55(3), 589 - 612. Parker, S.K. (2003). Longitudinal effects of lean production on employee outcomes and the mediating role of work characteristics. Journal of Applied Psychology, 88(4), 620-634. Parker,S.K., Wall, T.D. & Cordery, J.L. (2001). Future work design research and practice. Towards an elaborated model of job design. Journal of Occupational and Organisational Psychology. 74, 413-440 Parker,S.K., Wall, T.D. & Cordery, J.L. (2001). Future work design research and practice. Towards an elaborated model of job design. Journal of Occupational and Organisational Psychology. 74, 413-440 Parkes, K. R. (1999). Shiftwork, job type, and the work environment as joint predictors of health outcomes. Journal of Occupational Health Psychology, 4, 256-268. Randall, R., Griffiths, A., & Cox, T. (2005). Evaluating organizational stress-management interventions using adapted study designs. European Journal of Work and Organizational Psychology, 23-41. Reason, J. (1990). Human Error. Cambridge, UK: Cambridge University Press. Silva, S. (2004). Culturas de Segurança e Prevenção de Acidentes de Trabalho numa Abordagem Psicossocial: Valores Organizacionais Declarados e em Uso. Tese de doutoramento não publicada, ISCTE, Lisboa. Sparks,K., Faragher, B. & Cooper, C.L. (2001). Well-being and occupational health in the 21st century workplace Journal of Occupational and Organizational Psychology, 74, 489-509. Wilpert, B. & Qvale, Th. (eds.) (1993). Reliability and Safety in Hazardous Work Systems. Hove: Lawrence Erlbaum. Wilson, J.R. & Corlett, E.N. (eds) (1995). Evaluation of Human Work: a practical ergonomics methodology,2nd ed., Taylor & Francis. Wilson, M. G., DeJoy, D. M., Vandenberg, R. J., Richardson, H. A., & McGrath, A. (2004). Work characteristics and employee health and well-being: Test of a model of healthy work organizations. Journal of Occupational and Organizational Psychology, 77, 2004: 565-588.
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Margarida Vaz Garrido
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta UC tem por objectivo orientar e acompanhar os alunos no desenvolvimento da dissertação de mestrado em psicologia social ou em psicologia das organizações. Deste modo, procura transmitir e consolidar um conjunto de conhecimentos e competências relacionadas com a condução de projectos de investigação ou intervenção nas áreas científicas do mestrado.
Programa
A natureza da UC não permite definir um programa com matérias concretas, pois procura aplicar competências já adquiridas para alcançar o objectivo de conclusão da dissertação de mestrado. Não obstante, algumas das matérias constantes da UC compreendem: CP1: Formulação do problema e objectivos de investigação e respectiva sustentação teórica (Introdução) CP2: Adequação do plano de pesquisa ao problema e objectivos (Método) CP3: Apresentação e interpretação de resultados (Análise de dados e resultados; Discussão e conclusões) CP4: Normas de redacção e apresentação (Preparação para a defesa)
Processo de Avaliação
A dissertação será defendida em provas públicas onde se avalia as componentes técnica, o trabalho escrito e a apresentação e defesa pública. A Dissertação deve ser apresentada de acordo com as normas e nos prazos estabelecidos pelo ISCTE-IUL. A presença nos seminários é fundamental para o desenvolvimento do projeto, não devendo ser inferior a 80%. Será facultada ao júri a informação sobre a assiduidade de cada aluno/a a esta UC, como elemento adicional de contextualização da avaliação.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bell, J., & Waters, S. (2014). Doing your research project: A guide for first-time researchers (6th ed.). Berkshire: Open University Press. Garrido, M. V., & Prada, M. (Orgs.). (2016). Manual de competências pessoais e académicas. Lisboa: Sílabo. O'Leary, Z. (2017). The essential guide to doing your research project (3rd ed.). London: SAGE Punch, K.F. (2016). Developing effective research proposals (3rd ed.) London: SAGE. Walliman, N. (2005). Your research project (2nd ed.). London: SAGE.
Bibliografia Opcional
American Psychological Association (2010). Publication Manual of the American Psychological Association. Washington: APA. Normas orientadoras para a dissertação ou trabalho de projecto de mestrado (ISCTE-IUL) Normas de apresentação e de harmonização gráfica para dissertação ou trabalho de projecto de mestrado e tese de doutoramento (ISCTE-IUL) Prada, M., & Garrido, M. V. (2013). Conhecer as regras do jogo: Uma introdução às normas para escrita científica da American Psychological Association. Psicologia, 27(2), 107-143.
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Objectivos
Esta UC tem por objectivo orientar e acompanhar os alunos no desenvolvimento do trabalho de projecto em psicologia social ou em psicologia das organizações. Deste modo, procura transmitir e consolidar um conjunto de conhecimentos e competências relacionadas com a condução de projectos de investigação ou intervenção nas áreas científicas do mestrado.
Programa
A natureza da UC não permite definir um programa com matérias concretas, pois procura aplicar competências já adquiridas para alcançar o objectivo de conclusão do trabalho de projecto. Não obstante, algumas das matérias constantes da UC compreendem: CP1: Formulação do problema e respectivo enquadramento teórico (Introdução e Diagnóstico de necessidades) CP2: Definição do programa de intervenção CP3: Método de avaliação do programa; CP4: Normas de redacção e apresentação (Preparação para a defesa)
Processo de Avaliação
O trabalho de projecto de mestrado deverá ser defendido em provas públicas onde serão avaliadas as componentes técnica, a forma do trabalho escrito e a apresentação e defesa pública, respeitando as normas estabelecidas pelo ISCTE-IUL. O Projecto deve ser apresentado de acordo com os requisitos formais e nos prazos estabelecidos pelo ISCTE-IUL.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Normas orientadoras para a dissertação ou trabalho de projecto de mestrado (ISCTE, 2008) American Psychological Association (2009). Publication Manual of the American Psychological Association. Washington: APA. Bem, D.J. (1995). Writing a review article for Psychological Bulletin. Psychological Bulletin, 118, 172-177. Hall, C. (1998). Doing a literature review: releasing the social science research. London: Sage. Punch, K.F. (2006). Developing effective research proposals (2nd Ed.) Londres: SAGE. Ridley, D. (2008). The literature review: a step-by-step guide for students. London: Sage. Santos, N. R. (2005). Projectos de investigação em Psicologia: Guia para a sua elaboração e execução. Évora: NEPUE. Walliman, N. (2005). Your research project (2nd Ed.). London. SAGE.
Bibliografia Opcional
Bell, J. (2008). Doing your research project: A guide for first-time researchers in education, health and social science (4th ed.). Berkshire: Open University press. Fisher, C. (2007). Researching and writing a dissertation: A guidebook for business students (2ª ed., cap. 1). Essex: Prentice Hall. Judd, C., Smith, E., & Kidder, L.H (1991). Research methods in social relations (6th Ed). Fort Worth: Harcourt Brace Jovanovich College Publishers
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