|
|
|
|
|
1 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
António Firmino da Costa
Departamento de Sociologia
Objectivos
Aquisição de conhecimentos atualizados sobre desigualdades sociais contemporâneas, numa perspetiva multidimensional e global, e aquisição de competências teóricas e metodológicas para realizar e interpretar estudos sobre desigualdades sociais.
Programa
CP1. Problemática das desigualdades: perspetivas de análise e debates atuais
CP2. Teoria: desigualdades sociais em contexto de globalização
CP3. Metodologia: indicadores, medidas e categorias de desigualdades
CP4. Desigualdades de recursos e oportunidades
CP5. Desigualdades vitais e existenciais
CP6. Interseções de desigualdades e mobilidade social
CP7. Desigualdades, justiça social e políticas públicas
CP8. Desigualdades na Europa: integração ou divergência?
CP9. Desigualdades no mundo: casos, tendências e comparações
CP10. Desenvolvimento humano e desigualdades globais
Processo de Avaliação
A avaliação das aprendizagens (conhecimentos e competências) inclui: a) assiduidade às aulas (20%); b) debate nas aulas de tópicos da bibliografia e de informação empírica ilustrativa (20%); c) trabalho escrito final, com componentes teórica e empírica: ensaio individual, com 12 mil a 16 mil carateres de texto (6 a 8 páginas) e anexos (quadros, gráficos, figuras) (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Alvaredo, F et al (2018), World Inequality Report 2018, WID.WORLD Atkinson, AB (2015), Inequality, Cambridge (Mass.), Harvard UP Carmo, RM et al (orgs) (2018), Desigualdades Sociais: Portugal e a Europa, Lisboa, Mundos Sociais Costa, AF (2012), Desigualdades Sociais Contemporâneas, Lisboa, Mundos Sociais Dorling, D (2017), The Equality Effect, Oxford, New Internationalist Mauritti, R et al (2016), "The social structure of European inequality", Sociologia, Problemas e Práticas, 81 Milanovic, B (2016), Global Inequality, Cambridge (Mass.), Belknap OECD (2018), A Broken Social Elevator? Piketty, T (2014), Capital in the Twenty-First Century, Cambridge (Mass.), Harvard UP Savage, M et al (2015), Social Class in the 21th Century, London, Pelican Stiglitz, JE (2015), The Great Divide, New York, W. W. Norton Therborn, G (2013), The Killing Fields of Inequality, Cambridge, Polity Press Wilkinson, R & Pickett, K (2018), The Inner Level, London, Allen Lane
Bibliografia Opcional
Almeida, João Ferreira (2013), Desigualdades e Perspetivas dos Cidadãos. Portugal e a Europa. Lisboa, Mundos Sociais. Alvaredo, Facundo; Chancel, Lucas; Piketty, Thomas; Saez, Emmanuel; Zucman, Gabriel (2018), World Inequality Report 2018, WID.WORLD. Atkinson, Anthony B. (2015), Inequality: What Can be Done?, Cambridge (Mass), Harvard University Press [(2016), Desigualdade: O Que Fazer?, Lisboa, Bertrand]. Ávila, Patrícia (2007), "Literacia e desigualdades sociais na sociedade do conhecimento", in Costa, AF, Machado, FL e Ávila, P (orgs.) (2007), Sociedade e Conhecimento (Portugal no Contexto Europeu, vol. II), Lisboa, Celta: 21-44. Bihr, Alain & Roland Pfefferkorn (2008), Le Système des Inégalités, Paris, La Découverte. Bourguignon, François (2015), The Globalization orf Inequality, Princeton, Princeton University Press. Boushey, Heather, J. Bradford DeLong and Marshall Steinbaum (2017), After Piketty: The Agenda for Economics and Inequality, Cambridge (Mass.), Harvard University Press. Capucha, Luís (2007), "Pobreza e exclusão social", em MD Guerreiro, AC Torres e L Capucha (orgs.), Quotidiano e Qualidade de Vida (Portugal no Contexto Europeu, vol. III), Lisboa, Celta: 175-194. Carmo, Renato Miguel (org.) (2010), Desigualdades Sociais 2010. Estudos e Indicadores, Lisboa, Mundos Sociais. Carmo, Renato Miguel, João Sebastião, Joana Azevedo, Susana da Cruz Martins, António Firmino da Costa (orgs) (2018), Desigualdades Sociais: Portugal e a Europa, Lisboa, Mundos Sociais. Carmo, Renato Miguel; Rio, Cédric; Medgyesi, Márton (eds.) (2018), Reducing Inequalities: A Challenge for the European Union?, Basingstoke (UK), Palgrave Macmillan. Carmo, Renato Miguel e Costa, António Firmino (2015) (orgs.), Desigualdades em Questão, Lisboa, Mundos Sociais. Cantante, Frederico (2018), O Mercado de Trabalho em Portugal e nos Países Europeus: Estatísticas de 2018, Observatório das Desigualdades. Costa, Alfredo Bruto (coord.) (2008), Um Olhar Sobre a Pobreza. Vulnerabilidade e Exclusão Social no Portugal Contemporâneo, Lisboa, Gradiva. Costa, António Firmino (2012), "Desigualdades globais", Sociologia, Problemas e Práticas, 68: 9-32. Costa, António Firmino e Mauritti, Rosário (2018), "Classes sociais e interseções de desigualdades: Portugal e a Europa", em Carmo, RM et al (orgs) (2018), Desigualdades Sociais: Portugal e a Europa, Lisboa, Mundos Sociais: 109-129. Costa, António Firmino; Mauritti, Rosário; Martins, Susana Cruz; Nunes, Nuno; Romão, Ana Lúcia (2018), "Distibutional and Categorical Inequalites in Europe: Structural Configurations", in Carmo, RM; Rio, C; Medgyesi, M (eds.), Reducing Inequalities: A Challenge for the European Union?, Basingstoke (UK), Palgrave Macmillan. Costa, António Firmino; Mauritti, Rosário; Martins, Susana da Cruz; Nunes, Nuno; Romão, Ana Lúcia (2015), "A constituição de um espaço europeu de desigualdades", Observatório das Desigualdades e-Working Papers, N.º 1/2015: 1-21; CIES-IUL, doi: 10.15847/CIESODWP012015. Costa, António Firmino, João Teixeira Lopes, e Ana Caetano (orgs.) (2014), Percursos de Estudantes no Ensino Superior: Fatores e Processos de Sucesso e Insucesso, Lisboa, Mundos Sociais. Costa, António Firmino, Fernando Luís Machado, e Patrícia Ávila (orgs.) (2007), Sociedade e Conhecimento (Portugal no Contexto Europeu, vol. II), Lisboa, Celta. Costa, António Firmino, Rosário Mauritti, Susana da Cruz Martins, Fernando Luís Machado, e João Ferreira de Almeida (2000), "Classes sociais na Europa", Sociologia, Problemas e Práticas, 34: 9-46. Deaton, Angus (2013), The Great Escape: Health, Wealth, and The Origins of Inequality, Princeton, Princeton University Press [(2016), A Grande Evasão: Saúde, Riqueza e as Origens da Desigualdade, Lisboa, Presença]. Crompton, Rosemary (2008), Class and Stratification (3rd edition), Cambridge, Polity. Dorling, Danny (2017), The Equality Effect, Oxford, New Internationalist Publications. Dorling, Daniel (2010), Injustice: Why Social Inequality Persists, Bristol, The Policy Press. Dubet, François (2010), Les Places et les Chances. Repenser la Justice Sociale, Paris, La République des Idées. Estanque, Elísio (2017), "Onde pára a classe média?", Sociologia, Problemas e Práticas, 83: 37-54. Estanque, Elísio (2012), A Classe Média: Ascensão e Declínio, Lisboa, FFMS. Eurofound (2017), Social mobility in Europe. Eurofound (2017), The gender employment gap. Frazer, Nancy (2008), Scales of Justice, Cambridge, Polity Press. Galbraith, James K. (2015), Inequality and Instability, Oxford, Oxford University Press. Grusky, David B., and Szonja Szelényi (ed.) (2006), Inequality. Classic Readings in Race, Class, and Gender, Boulder, Westview Press. ILO (2016), World Employment and Social Outlook 2016: Trends for Youth. ILO (2016), Non-Standard Employment around the World. Lopes, João Teixeira, Francisco Louçã e Lígia Ferro (2017), As Classes Populares, Lisboa, Bertrand. Louçã, Francisco, João Teixeira Lopes e Jorge Costa (2014), Os Burgueses, Lisboa, Bertrand. Maurin, Éric (2009), La Peur du Déclassement. Une Sociologie des Récessions, Paris, La République des Idées. Mauritti, Rosário; Martins, Susana da Cruz; Nunes, Nuno; Romão, Ana Lúcia; Costa, António Firmino (2016), "The social structure of European inequality", Sociologia, Problemas e Práticas, 81: 75-93. Milanovic, Branko (2016), Global Inequality, Cambridge (Mass.), Belknap [(2017), A Desigualdade no Mundo, Lisboa, Actual]. Milanovic, Branko (2011), The Haves and the Have-Nots. A Brief and Idiosyncratic History of Global Inequality, New York, Basic Books [(2012), Ter ou Não Ter. Uma Breve História da Desigualdade, Lisboa, Bertrand]. Neri, Marcelo (2012), A Nova Classe Média, São Paulo, Saraiva. Nunes, Nuno (2013), Desigualdades Sociais e Práticas de Ação Coletiva na Europa, Lisboa, Mundos Sociais. OECD (2018), The Framework for Policy Action on Inclusive Growth. OECD (2018), A Broken Social Elevator? How to Promote Social Mobility. OECD (2017), Education at a Glance 2017. OECD (2015), In It Togheter: Why Less Inequality Benefits All. Piketty, Thomas (2014 [2013]), Capital in the Twenty-First Century, Cambridge (Mass.), Harvard University Press [2014, O Capital no Século XXI, Lisboa, Temas e Debates & Círculo de Leitores] Pinto, José Madureira e Virgílio Borges Pereira (orgs.) (2008), Desigualdades, Desregulação e Riscos nas Sociedades Contemporâneas, Porto, Afrontamento. Reich, Robert B. (2015), Saving Capitalism, For the Many, Not the Few, New York, A. A. Knopf. Rodrigues, Carlos Farinha (coord.) (2016), Desigualdade de Rendimento e Pobreza em Portugal, Lisboa, FFMS. Rodrigues, Carlos Farinha (coord.) (2012), Desigualdade Económica em Portugal, Lisboa, FFMS. Sen, Amartya (2009), The Idea of Justice, Cambridge (Mass.), Harvard University Press [(2010), A Ideia de Justiça, Coimbra, Almedina]. Savage, Mike et al (2013), "A new model of social class?", Sociology, 47(2): 219-250. Standing, Guy (2011), The Precariat, London, Bloomsbury [(2014), O Precariado, Lisboa, Presença]. Stiglitz, Joseph E. (2015), The Great Divide, New York, W. W. Norton [(2018), O Fim da Desigualdade, Lisboa, Bertrand]. Stiglitz, Joseph E. (2012), The Price of Inequality, New York, W. W. Norton [(2013), O Preço da Desigualdade, Lisboa, Bertrand]. Torres, Anália (coord.) (2018), Igualdade de Género ao Longo da Vida. Portugal no contexto europeu, Lisboa, FFMS. UNDP (2013), Humanity Divided. UNDP (2016), Human Development Report 2016. Wacquant, Loïc (2008), Urban Outcasts. A Comparative Sociology of Advanced Marginality, Cambridge, Polity. Wagner, Anne-Catherine (2007), Les Classes Sociales dans la Mondialisation, Paris, La Découverte. Wilkinson, Richard & Pickett, Kate (2018), The Inner Level. How More Equal Societies Reduce Stress, Restore Sanity and Improve Everyone's Well-being, London, Allen Lane. Wilkinson, Richard & Pickett, Kate (2009), The Spirit Level. Why More Equal Societies Almost Always Do Better, London, Allen Lane [(2010) O Espírito da Igualdade. Por Que Razão Sociedades Igualitárias Funcionam Quase Sempre Melhor, Lisboa, Presença]. Yeates, Nicola (ed.), (2008), Understanding Global Social Policy, Bristol, The Policy Press. *** Sítios eletrónicos e bases de dados em linha com indicadores de desigualdades: Gobal Education Monitoring Report: http://en.unesco.org/gem-report/ European Social Survey: www.europeansocialsurvey.org Eurostat: http://epp.eurostat.ec.europa.eu Gapminder, a fact-based world view: http://www.gapminder.org Inequality.org: https://inequality.org Inequality Around the World: http://web.worldbank.org Inequality Watch: http://inequalitywatch.eu/ Instituto Nacional de Estatística: http://www.ine.pt International Labour Organization: http://www.ilo.org Observatório das Desigualdades: http://observatorio-das-desigualdades.com OECD - Organisation for Economic Co-operation and Development: http://www.oecd.org Pordata: http://www.pordata.pt/ UNDP - United Nations Development Programme / Human Development Reports: http://www.undp.org WID - World Inequality Database: https://wid.world/
|
|
|
|
|
Docentes
Renato Miguel do Carmo
Departamento de Sociologia
Objectivos
Com esta UC pretende-se aprofundar conhecimentos e competências sobre instituições nas sociedades contemporâneas. Trata-se de apresentar e analisar conceitos, teorias e debates relevantes neste âmbito, bem como avaliar tendências e aspectos actuais relativos ao tema das instituições. Dá-se especial atenção ao estado, ao mercado e à sociedade civil enquanto instituições paradigmáticas.
Programa
Introdução - Conceitos, teorias, debates i. Instituição, institucionalização, acção social ii. Instituições nas sociedades contemporâneas iii. O neoinstitucionalismo nas ciências sociais
I. Estado 1.1. Constituição e mudanças no Estado-providência 1.2. Justiça social: equidade e capacitação 1.3. Os desafios do sistema democrático 1.4. Instituições políticas e a (des)ordem mundial
II. Mercado 2.1. Globalização económica e financeira 2.2. Riscos e variantes do capitalismo 2.3. Mercado, consumo e (des)integração social 2.4. Relações entre Estado e mercado
III. Sociedade civil 3.1. Comunidade, família, terceiro setor 3.2. Capital social, associativismo, confiança 3.3. Movimentos sociais e acção colectiva 3.4. O papel dos media e das redes sociais
Processo de Avaliação
A avaliação dos mestrandos terá em conta: a) Apresentação de trabalho de grupo nas aulas sobre tópicos teóricos e empíricos no âmbito do programa da unidade curricular (30%); b) Realização de um trabalho individual escrito final sobre conteúdos do programa com a dimensão máxima de 20 mil caracteres (com espaços) (70%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Berger, P., e Luckmann, T. (2004), A Construção Social da Realidade, Lisboa, Dinalivro; Carmo, R. M., Sebastião, J., Azevedo, J., Martins,S. C.,Costa, A. F. (2018), Desigualdades Sociais: Portugal e a Europa, Lisboa, Mundos Sociais; Crouch, C. (2013), Making Capitalism Fit for Society, Cambridge, Polity. Della Porta, D. (2015), Social Movements in Times of Austerity, Cambridge, Polity; March, J. C. et al (2006), "Elaborating the 'new institucionalism'", em R. A. W. Rhodes et al (org.), The Oxford Handbook of Political Institutions, Oxford, Oxford Univ. Press; Polanyi, K. (2012), A Grande Transformação, Lisboa, Edições 70; Sen, A. (2011), A Ideia de Justiça, Coimbra, Almedina; Silva, F. C. (org.) (2013), Os Portugueses e o Estado-Providência, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais; Stiglitz, J. E. (2004), Globalização: a Grande Desilusão, Lisboa, Terramar; Veloso, L., e Carmo, R. M. (orgs.) (2012), A Constituição Social da Economia, Lisboa, Mundos Sociais.
Bibliografia Opcional
Abreu, Alexandre, et al (2013), A Crise a Troika e as Alternativas Urgentes, Lisboa, Tinta-da China. Bell, Colin, e Howard Newby (1971), Community Studies: an Introduction to the Sociology of Local Community, Londres, George Allen & Unwin. Botelho, Maria do Carmo, Rosário Mauritti, Nuno Nunes e Daniela Craveiro (2014), "A mão esquerda e a mão direita do Estado português: que atuais tendências?", Observatório das Desigualdades, ISCTE-IUL, CIES-IUL, http://wp.me/p4h6tu-ki . Bourdieu, Pierre (2006), As Estruturas Sociais da Economia, Porto, Campo das Letras. Bauman, Zygmunt (2000), Liquid Modernity, Cambridge, Polity Press. Beck, Ulrich (1999), World Risk Society, Cambridge, Polity Press. Becker, Uwe (2012), Measuring change of capitalist varieties: reflection on Method, ilustrations from BRICs. Cabral, Manuel Villaverde (1997), Cidadania e Equidade Social em Portugal, Oeiras, Celta. Cardoso, Gustavo (2006), Os Media na Sociedade em Rede, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian. Cardoso, Gustavo, António Firmino da Costa, Cristina Palma Conceição, e Maria do Carmo Gomes (2005), A Sociedade em Rede em Portugal, Porto, Campo das Letras. Carmo, Renato Miguel do, e André BARATA (Orgs.) (2014), Estado Social: de Todos para Todos, Lisboa, Tinta-da-China. Carmo, Renato Miguel do (org.) (2011), Entre as Cidades e a Serra: Mobilidades, Capital Social e Associativismo no Interior Algarvio, Lisboa, Editora Mundos Sociais. Carmo, Renato Miguel do, e João Rodrigues (org.) (2009), Onde Pára o Estado? Políticas Públicas em Tempo de Crise, Lisboa, Edições Nelson de Matos. Carmo, Renato Miguel do, Melo, Daniel, Blanes, Ruy Llera (coord.) (2008), A Globalização no Divã, lisboa, tinta-da-china. Castells, Manuel (2013), Redes de Indignação e Esperança: Movimentos Sociais na Era da Internet, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian. Castells, Manuel (2003), A Sociedade em Rede, Vol. I, Lisboa, FCG. Castells, Manuel (2003), O Poder da Identidade, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian. Crouch, Colin (2005), Capitalist Diversity and Change, Oxford, Oxford University Press. Edwards, B., M. W. Foley e M. Diani eds., Beyond Tocqueville: Civil Society and the Social Capital Debate in Comparative Perspective ,New England, Tufts University. Esping-Anderson, Gosta (1990), The Three Worlds of the Welfare Capitalism, Cambridge, Polity Press. Ferrera, Maurizio, Anton Hemerijck, e Martin Rhodes (2000) O Futuro da Europa Social. Repensar o Trabalho e a Protecção Social na Nova Economia, Oeiras, Celta. Field, John (2003), Social Capital, London, Routledge. Fitoussi, Jean-Paul (2005), A Democracia e o Mercado, Lisboa, Terramar. Fraser, Nancy (2008), Scales of Justice, Cambridge, Polity. Fukuyama, Francis (2006), A Construção de Estados: Governação, Ordem Mundial no Século XXI, Lisboa, Gradiva. Giddens, Anthony (1994), Modernidade e Identidade Pessoal, Oeiras, Celta. Giddens, Anthony (2005 [1972]), Capitalismo e Moderna Teoria Social, 6ª ed., Barcarena, Editorial Presença. Gilbert, Neil (2004), Transformation of the Welfare State, Oxford, Oxford University Press. Hall, Peter A. e David Soskie (2001), Varieties of Capitalism: the Foundations of Comparative Advantage, Oxford University Press, Oxford. Harvey, David (2011), O Enigma do Capital e as Crises do Capitalismo, Lisboa, Bizâncio. Hodgson, Geoffrey (1994), Economia e Instituições. Manifesto por uma Economia Institucionalista Moderna, Oeiras, Celta. Koelble, Thomas (1995), "The new institutionalism in political science and sociology", Comparative Politics, 27 (2), pp. 231-243. Krippner, Greta R., Alvarez, Anthony S. (2007), "Embeddedness and the intellectual projects of economic sociology", The Annual Review of Sociology, 33, pp. 219-240. Krugman, Paul (2012), Acabem Com Esta Crise, Já!, Lisboa, Editorial Presença. Lobo, Marina Costa (org.) (2013), Portugal e a Europa: Novas Cidadanias, Lisboa, FFMS. Louçã, Francisco et al. (2016), Segurança Social: Defender a Democracia, Lisboa, Bertrand. Mason, Paul (2016), Pós-Capitalismo: Guia para o nosso Futuro, Lisboa, Objectiva. Mozzicafreddo, Juan (1997), Estado-Providência e Cidadania em Portugal, Oeiras, Celta. Nolan, Brian (2013), "What use is 'social investment'?, Journal of European Social Policy, 23(5), pp. 459-468. Peixoto, João e Rafael Marques (2003) (orgs.), A Nova Sociologia Económica, Oeiras, Celta. Piketty, Thomas (2014), O Capital no Século XXI, Lisboa, Temas e Debates. Pinto, José Madureira, e Virgílio Borges Pereira (orgs.), (2008), Desigualdades, Desregulação e Riscos nas Sociedades Contemporâneas, Porto, Afrontamento. Portes, Alejandro (2000), "Capital social: origens e aplicações na sociologia contemporânea ", Sociologia Problemas e Práticas, nº 33, pp. 133-158. Putman, Robert (2000), Bowling Alone: The Collapse and Revival of American Community, New York, Simon & Schuster. Rawls, John (2001 [1971]), Uma Teoria da Justiça, 2ª ed., Lisboa, Editorial Presença. Reis, José (2007), Ensaios de Economia Impura, Coimbra, Almedina. Rodrigues, Eduardo Vítor (2010), Escassos Caminhos, Porto, Edições Afrontamento. Rothstein, Bo (2005), Social Traps and the Problem of Trust, Cambridge, Cambridge University Press. Sassen, Saskia (2007), A Sociology of Globalization, Nova Iorque e Londres, W.W. Norton & Company. Schneiberg, Marc and Michael Lounsbury (2008), "Social Movements and Institutional Analysis", em Greenwood, Royston, Christine Oliver, Kerstin Sahline Roy Suddaby (eds.), The Sage Handbook of Organizational Institutionalism, London, Sage Publications, pp.650-670. Silva, Filipe Carreira da (2013), O Futuro do Estado Social, Lisboa, FFMS. Silva, Pedro Adão e, e Mariana Trigo Pereira (2015), Cuidar do Futuro: os Mitos do Estado Social Português, Lisboa, Clube do Autor. Silva, Pedro Adão e (2002), "O modelo de Welfare da Europa do Sul: reflexões sobre a utilidade do conceito", Sociologia Problemas e Práticas, nº 38, pp. 25-59. Stiglitz, Joseph E. (2012), The Price of Inequality, W. W. Norton &Company, Nova Iorque. Taylor-Goody, Peter (2008), Reframing Social Citizenship, Oxford, Oxford University Press. Tocqueville, Alexis de (2008 [1835-1840]), Da Democracia na América, col. Antropos, Lisboa, Relógio D'Água Viegas, José Manuel Leite, Helena Carreiras, e Andrés Malamud (orgs.) (2007), Instituições e Política (Portugal no Contexto Europeu, vol. I), Lisboa, Celta. Viegas, José Manuel Leite, Susana Santos e Sérgio Faria (orgs.) (2010), A Qualidade da Democracia em Debate: Deliberação, Representação e Participação Política em Portugal e Espanha, Lisboa Editora Mundos Sociais. Wall, Karin (2005), Famílias em Portugal, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais. Woolcock, M. (2008) "Civil society and the formation of social capital" em M. V. Cabral (org.), Sucesso e incesso: escola, economia e sociedade, Lisboa, FCG, pp. 269-297. Wolf, Martin (2008), Por que Funciona a Globalização, Lisboa, Dom Quixote.
|
|
1 Ano | 2 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Patrícia Ávila
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
A unidade curricular Desenho da Pesquisa tem como objetivo principal fornecer aos estudantes de nível de mestrado os instrumentos conceptuais e operativos fundamentais para o desenho de um projeto de pesquisa e/ou intervenção em ciências sociais. Tratando-se de uma unidade curricular comum a vários mestrados ela está desenhada para o cumprimento de um objetivo final: apetrechar os estudantes para a elaboração de um projeto próprio.
Programa
1.A pesquisa como produtora de conhecimento: condições, procedimentos. a.A pesquisa empírica teoricamente orientada. b.A pesquisa social como 'problem solving': diagnósticos, avaliações. c.A ética da investigação nos diferentes tipos de pesquisa. 2.Estratégias metodológicas. a.Estratégias metodológicas e objectivos da pesquisa. b.Pesquisa extensiva: grandes inquéritos e bases de dados estatísticos. Exemplos. c.Pesquisa intensiva: estudos de caso, pesquisa de terreno, observação participante, abordagem etnográfica. Exemplos. d.A investigação acção e a intervenção social. Exemplos. e.Pesquisa comparativa: objectivos e problemas da comparação. Exemplos. f.Os 'métodos combinados'. Exemplos. 3.Como desenhar um projecto de pesquisa e/ou intervenção. a.Formulação do problema e definição de objetivos. b.Conceptualização. c.Operacionalização e observação. d.Redação do projeto.
Processo de Avaliação
A avaliação implica por parte dos estudantes as seguintes modalidades de trabalho pessoal: - Participação nas aulas e leitura cuidadosa da bibliografia de trabalho (15%); - Apresentação sintética em aula do seu projeto (20%); - Elaboração de um projeto de pesquisa e/ou intervenção - trabalho escrito final (individual) (65%).
A avaliação desta UC não contempla a realização de exame escrito final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Babbie,Earl,(1989),The Practice of Social Research, Belmont, California Wadsworth Publishing Comp.;Blaikie,N.(2007),Approaches to social enquiry:advancing knowledge,Cambridge,Polity Press;Bryman,Alan(2012)Social Research Methods,Oxford,OUP; Capucha,Luís(2008,Planeamento e Avaliação de Projectos,Guião Prático,Lisboa, DGIDC/ME;Creswell,John W.(2003,Research design: qualitative, quantitative,and mixed methods approaches,Thousand Oaks,Sage;Oyen,Else(1990,Comparative Methodology.Theory and practice in international social research, London, Sage; Della Porta, Donatella e M. Keating(eds.)(2008)Approaches and Methodologies in the Social Sciences.A Pluralist Perspective,Cambridge,Cambridge University Press;Ragin, Charles (1994), Constructing Social Research.The Unity and Diversity of Method, Thousand Oaks,Pine Forge; Silverman, David (ed.)(2011)Qualitative Research, London, Sage; King,G.,Keohane, R,Verba, S.(1994),Designing Social Inquiry, Princeton,Princeton University Press;
Bibliografia Opcional
Aguilar, Maria José e & Ander-Egg, Ezequiel, (1995) Avaliação de serviço e programas sociais. 2ª ed. Petrópolis, Vozes. Beckett, Chris (2010), Assessment and intervention in social work, Sage Publications, London. Blanchet, A. et. al., (1985), L'entretien dans les Sciences Sociales, Paris, Dunod. Booth, Wayne C., Gregory G. Colomb e Joseph M. Williams (2003), The Craft of Research, Chicago, The University of Chicago Press. Bourdieu, Pierre. (1997), "Compreender" in Bourdieu, Pierre (Org.). A miséria do mundo. Petrópolis: Vozes, p. 693-713. Brady, Henry E. and David Collier (2004), Rethinking Social Inquiry: Diverse Tools Shared Standards, Lanham, Rowman & Littlefield Publishers. Brannen, Julia (2005), Mixed methods research: a discussion paper, Economic & Social Research Council, National Centre for Research Methods. URL: http://eprints.ncrm.ac.uk/89/1/MethodsReviewPaperNCRM-005.pdf Bryman Alan (2007), "Barriers to integrating quantitative and qualitative research" Journal of Mixed Methods Research, 1, pp.8-22. Burgess, Robert, (2001) A pesquisa de terreno, Oeiras, Celta Editora Capucha, Luís e Paulo Pedroso (1996) (orgs.), Sociologia Problemas e Práticas, nº 22 (Número especial sobre metodologias de avaliação). Carvalho, Helena (2004), Análise Multivariada de Dados Qualitativos, Lisboa, Sílabo. Comissão Europeia (1993), Gestão do ciclo de projecto: abordagem integrada e quadro lógico, Métodos e instrumentos para a gestão do ciclo de projecto, n.º 1, Luxemburgo. Costa, António Firmino da (1986), "Pesquisa de terreno em sociologia" in, J.Madureira Pinto e A. S. Silva (orgs.), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Edições Afrontamento. Dogan, Mattei, e Dominique Pelassy (1990, 1984), How to Compare Nations. Strategies in Comparative Politics, New Jersey, Chatham House Publishers. European Institute of Public Administration (2004), Improving an organization through self-assessment? common assessment framework, Maastricht, European Institute of Public Administration Evera, Stephen van (1997), Guide to Methods of Students of Political Science, Ithaca, Cornell University Press. Field, Andy (2005), Discovering Statistics Using SPSS, London Sage Publications. Gauthier, Benoît (2003), Investigação Social: da problemática à colheita de dados, Loures, Ed Lusociência. Ghiglione, Rodolphe e Benjamin Matalon (1992) O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora.; Giddens, Anthony (2004),"Métodos de Investigação em Sociologia", em Sociologia (4ª edição, revista e actualizada), Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, pp. 2-19; pp. 641-663. Jensen, Klaus B. (Org.) (2012) A Handbook of Media and Communication Research. Londres e Nova Iorque: Routledge, 2ª Edição. Kaufmann, Jean-Claude, (1996), L'entretien compréhensif, Paris, Nathan. Landman, Todd (2003), Issues and Methods in Comparative Politics. An Introduction, Londres, Routledge. Maxwell,Joseph A. (2008) Qualitative Research Design: an Interactive Approach, Thousand Oaks, Sage; McLaughlin, Hugh (2007), Understanding social work research, London, Sage. Pais, José Machado (2003 [2001]) Ganchos, Tachos e Biscates. Jovens,Trabalho e Futuro, Porto, Âmbar Peters, Guy B. (1998), Comparative Politics. Theory and Methods, New York, New York University Press. Quivy, R.,L. Champenhoud,(2003), Manual de Investigação em Ciências Sociais, Lisboa, Gradiva. Ragin, Charles C. (1987) The Comparative Method: Moving Beyond Qualitative and Quantitative Strategies, Berkeley/Los Angeles/London, University of California Press. Sartori, G. e Leonardo Morlino (1991) La Comparación en las Ciencias Sociales, Madrid, Alianza Editorial Schiefer, Ulrich, et al. (2007), Método aplicado de planeamento e Avaliação. Manual de Planeamento e Avaliação de Projectos. Estoril. Editora Principia. Scott, J. (1990) A Matter of Record: Documentary Sources in Social Research, Cambridge, Polity Press. Shaw, Ian; Gould Nick (2001) Qualitative Research in Social Work, 2nd edition London, Sage Publications. Silva, Augusto Santos e J. Madureira Pinto, (1986) (Org), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Edições Afrontamento; Thompson, Neil (2009) Understanding social work, 3rd ed. Basingstoke, Palgrave Macmillan. Turner, Francis J. (2005). Social Work Diagnosis in Contemporary Practice. New York , Oxford. University Press. Turner, Jonathan (2005) "A new approach for theoretically integrating micro and macro analysis", in Craig Calhoun, C. Rojek,B. Turner (Ed.) , The Sage Handbook of Sociology, London, Sage Publications Whyte, William Foote (ed.) (1991), Participatory Action Research, Sage. Wilson, Kate e al.). (2008), Social Work. An introduction to contemporary practice. Harlow, Pearson Longman, (p. 235-295).
|
|
|
|
|
Docentes
José Luís Casanova
Departamento de Sociologia
Objectivos
Esta unidade tem como objectivo a formação aprofundada e especializada nas problemáticas da modernidade, da mudança nas sociedades contemporâneas, e da relação entre sociologia e modernidade. Pretende-se promover a compreensão das estratégias teórico-metodológicas bem como dos debates mais importantes nestas áreas de conhecimento. São aprofundados alguns dos principais aspectos na mudança contemporânea, na sociedade europeia e em Portugal.
Programa
1. A "modernidade" na sociologia 1.1 Luta de classes, solidariedade orgânica, acção racional 1.2 Modernização, modernidade avançada, modernidades múltiplas 1.3 Estrutura, acção e mudança 2. Processos de mudança nas sociedades contemporâneas 2.1 Composição social 2.2 Acção cívica e política 2.3 Políticas públicas e sociais 2.4 Ciência, tecnologia e inovação 2.5 Valores sociais 3. A sociologia na modernidade 3.1 Modernidade e reflexividade sociológica 3.2 Sociologia, reflexividade social, mudança
Processo de Avaliação
O processo de avaliação envolve: - um trabalho final individual escrito (dimensão máxima de 10 páginas, Arial 12, espaço e meio); - a apresentação e debate nas aulas de textos teóricos ou documentos empíricos; - a participação nas aulas, e a assiduidade. Estes elementos de avaliação têm a seguinte ponderação na classificação final: assiduidade e participação nas aulas: 20%; apresentação e debate de textos em aulas teórico-práticas: 30%; trabalho individual escrito: 50%.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Abrams, P. (1982), Historical Sociology, Somerset, Open Books. Bonny, Y. (2004), Sociologie du Temps Présent: Modernité Avancée ou Postmodernité?, Paris, Armand Colin. Boudon, R. (1984), "As teorias da mudança social", em O Lugar da Desordem, Lisboa, Gradiva, pp. 15-50. Eisenstadt, S. N. (2001), "Modernidades múltiplas", Sociologia, Problemas e Práticas, nº 35, pp. 139-163. Beck, U., A. Giddens, e S. Lash, Reflexive Modernization, Cambridge, Polity Press. Martinelli, A. (2005), "From world system to world society?", Journal of World-Systems Research, vol. XI, nº 2, pp. 241-260. Mouzelis, N. (2008), Modern and Postmodern Social Theorizing - Bridging the Divide, Cambridge, Cambridge University Press. Nowotny, H., P. Scott, e M. Gibbons (2003), "Mode 2 revisited: the new production of knowledge", Minerva, 41, pp. 179-194. Skocpol, T. (1984), "Emerging agendas and recurrent strategies", em Vision and Method in Historical Sociology, Cambridge, Cambridge University Press.
Bibliografia Opcional
PORTUGAL
Almeida, J. F. (2013). Desigualdades e perspetivas dos cidadãos: Portugal e a Europa, Lisboa, Editora Mundos Sociais. Almeida, João Ferreira de (1998), "Society and values", em A. C. Pinto (org.), Modern Portugal, The Society for the Promotion of Science and Scholarship, Inc., Palo Alto. Barreto, António (1999), A Situação Social em Portugal II, Lisboa, Instituto de Ciências Sociais. Bourdieu, P. (2001), "Avant-propos", "Pourquoi les sciences sociales doivent se prendre pour object", "Conclusion", em Science de la Science et Réflexivité, Paris, Éditions Raisons D'Agir, pp. 5-8, 167-184, 221-223. Burawoy, M. (2005), "For public sociology", American Sociological Review, vol. 70, 1, pp. 4-28. Cabral, Manuel Villaverde (1997), Cidadania Política e Equidade Social em Portugal, Oeiras, Celta Editora. Capucha, Luís, E. Pegado, e S. P. Saleiro (2007), "Políticas de desenvolvimento social, emprego e segurança social", em J. M. L. Viegas, H. Carreiras e A. Malamud (orgs.), Instituições e Política - Portugal no Contexto Europeu, vol. I, Oeiras, Celta Editora, pp. 77-107. Cardoso, Gustavo, M. do C. Gomes, e C. P. Conceição (2007), "Práticas comunicacionais na sociedade em rede", em A. F. da Costa, F. L. Machado, e P. Ávila (orgs.), Sociedade e Conhecimento - Portugal no Contexto Europeu, vol. II, Oeiras, Celta Editora, pp. 45-60. Casanova, J. L. (s/d), "Crisis and cultural change: the countries with adjustment programmes in the European Union", Comparative Sociology (em revisão). Casanova, José Luís (2007), "Estrutura, orientações sociais e projectos societais", em A. F. da Costa, F. L. Machado, e P. Ávila (orgs.), Sociedade e Conhecimento - Portugal no Contexto Europeu, vol. II, Oeiras, Celta Editora, pp. 165-189. Costa, António Firmino da, F. L. Machado, e J. F. de Almeida (2007), "Classes sociais e recursos educativos: uma análise transnacional", em A. F. da Costa, F. L. Machado, e P. Ávila (orgs.), Sociedade e Conhecimento - Portugal no Contexto Europeu, vol. II, Oeiras, Celta Editora, pp. 5-20. Costa, António Firmino da, et ali (2005), "Pode a cultura científica ser objecto de um movimento social?", "O programa Ciência Viva", "Conclusão", em Cultura Científica e Movimento Social, pp. 7-14, 15-32, 113-116. Freire, André e Pedro Magalhães (2002), A Abstenção Eleitoral em Portugal, 1975-2001. Uma Introdução Comparativa, Lisboa, Instituto de Ciências Sociais. Freire, João (2007), "Transformações e resistências: técnica, economia e sociedade", em A. F. da Costa, F. L. Machado, e P. Ávila (orgs.), Sociedade e Conhecimento - Portugal no Contexto Europeu, vol. II, Oeiras, Celta Editora, pp. 123-144. Giddens, A. (1996), "In defence of sociology", em In Defence of Sociology - Essays, Interpretations and Rejoinders, Cambridge, Polity Press, pp.1-7. Godinho, Manuel Mira (2007), "Indicadores de C&T, inovação e conhecimento: Onde estamos? Para onde Vamos?", Análise Social, 182, pp. 239-274. Godinho, Manuel Mira, e João Caraça (1999), O Futuro Tecnológico. Perspectivas para a Inovação em Portugal, Oeiras, Celta Editora. Goodwin, R. E., M. Rein, e M. Moran (2006), "The public and its policies", em M. Moran, M. Rein, e R. E. Goodwin (eds.), The Oxford Handbook of Public Policy, Oxford, Oxford University Press, pp. 3-38. Mouzelis, N. (1999); "Exploring post-traditional orders: individual reflexivity, 'pure relations' and duality of structure", em M. O'Brien et al (eds.), Theorising Modernity, London, Longman. Oliveira, Luísa (2003), "A construção social dos mundos e dos actores de inovação em Portugal", em A Mão Visível da Inovação. A Construção Social das Técnicas e dos Mercados, Lisboa, ISCTE, Tese de Doutoramento, pp. 155-203. Pinto, António Costa (org.) (2000), Portugal Contemporâneo, Madrid, Ediciones Sequitur. Pinto, José Madureira (2008), "Desregulação da economia, menos Estado Social?", em J. M. Pinto, e V. B. Pereira, Desigualdades, Desregulação e Riscos nas Sociedades Contemporâneas, Porto, Edições Afrontamento, pp. 105-136. Pires, Rui Pena (1987), "Diferença e progresso: a tipologia tradicional/moderno na sociologia do desenvolvimento", Sociologia, Problemas e Práticas, nº3, pp. 149-162. Reis, António (coord.) (1994), Portugal: 20 Anos de Democracia, Lisboa, Círculo de Leitores. Reis, António (coord.) (2000), Portugal, Anos 2000: Retrato de um País em Mudança, Lisboa, Círculo de Leitores e Comissariado de Portugal para a Expo 2000 de Hannover. Santos, Boaventura Sousa (org.) (2001), A Sociedade Portuguesa Perante os Desafios da Globalização, Porto, Edições Afrontamento. Sebastião, João, e S. V. Correia (2007), "A democratização do ensino em Portugal", em J. M. L. Viegas, H. Carreiras e A. Malamud (orgs.), Instituições e Política - Portugal no Contexto Europeu, vol. I, Oeiras, Celta Editora, pp. 107-136. Viegas, José Manuel Leite, e Sérgio Faria (2007), "Participação política - o caso português numa perspectiva comparativa europeia", em J. M. L. Viegas, H. Carreiras e A. Malamud (orgs.), Instituições e Política - Portugal no Contexto Europeu, vol. I, Oeiras, Celta Editora, pp. 59-76. Viegas, José Manuel Leite, e António Firmino da Costa (orgs.) (1998), Portugal: Que Modernidade? Oeiras, Celta Editora. Wall, Karin (org.) (2005), Famílias em Portugal, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, pp. 51-81.
GERAL
Alexander, J. (2013), The Dark Side of Moderity, London, Polity Press. Amable, Bruno (2005), Les Cinq Capitalismes. Diversité des Systèmes Économiques et Sociaux dans la Mondialisation, Paris Seuil. Bauman, Zygmunt (2000), Liquid Modernity, Cambridge, Polity Press. Bhambra, Gurminder K. (2007), Rethinkig Modernity - Postcolonialism and the Sociological Imagination, Palgrave Macmillan. Beck, Ulrich (1992), Risk Society: Towards a New Modernity, London, Sage Publications. Bell, Daniel (1973), The Coming of Post-Industrial Society: A Venture in Social Forecasting, New York, Basic Books. Benner, Chris (2002), Work in the New Economy Flexible Labor Markets in Silicon Valley, Oxford, Blackwell. Castells, Manuel (1996), The Information Age: Economy, Society and Culture, Oxford, Blackwell Publishers. Clark, John (2003), Globalizing Civic Engagement, Civil Society and Transnational Action, London, Earthscan Publishers. Costa, António Firmino da (2012), "Desigualdades globais", Sociologia, Problemas e Práticas, nº 68, pp. 9-32. Eder, Klaus (1993), The New Politics of Class, London, Sage Publications. Giddens, Anthony (1995), As Consequências da Modernidade, Oeiras, Celta Editora. Graham, Stephen, e Simon Marvin (2001), Splintering Urbanism: Networked Infrastructures, Technological Mobilities and the Urban Condition, London, Routledge. Inglehart, Ronald (1990), Culture Shift in Advanced Industrial Society, Princeton, Princeton University Press. Katz, James E., e Ronald E. Price (2002), Social Consequences of Internet Use: Access, Involvement, and Interaction, Cambridge, MIT Press. Latour, Bruno (1993), We Have Never Been Modern, Harvard, Harvard University Press. Mouzelis, N. (1999), "Modernity: a non-european conceptualization", The British Journal of Sociology, pp. 141-159. Noble, Carolyn (2004), "Postmodern thinking - where is it taking social work?", Journal of Social Work, 4(3), pp. 289-304. Nye, Joseph S., e John D. Donahue (eds.) (2000), Governance in a Globalizing World, Washington, Brookings Institution Press. Osborne, Stephen P. (ed.) (2008), The Third Sector in Europe - Prospects and Challenges, Routledge. Parsons, Talcott (1971), The System of Modern Societies, Englewood Cliffs, New Jersey, Prentice-Hall. Pierson, Paul (ed.) (2001), The New Politics of Welfare State, Oxford, Oxford University Press. Polanyi, Karl (1980) A Grande Transformação: as Origens da Nossa Época, Rio de Janeiro, Edições Capus. Price, Monroe (2002), Media & Sovereignty: the Global Information Revolution and its Challenge to State Power, Cambridge, MIT Press. Reich, Robert (1996), O Trabalho das Nações: Preparando-nos para o Capitalismo do séc. XXI, Lisboa, Quetzal Editores. Rodrigues, Eduardo Vítor (2010), "O Estado e as Políticas Sociais em Portugal", Sociologia: Revista do Departamento de Sociologia da FLUP, Vol. XX, pp. 191-230. Schiller, Dan (1999), Digital Capitalism: Networking the Global Market System, Cambridge, MIT Press. Schmidt, V. H. (2006), "Multiple modernities or varieties of modernity?", Current Sociology, 54 (1), pp. 77-97. Servon, Lisa J. (2002), Bridging the Digital Divide: Technology, Community and Public Policy, Oxford, Blackwell. Therborn, G. (1996), European Modernity and Beyond - The trajectory of European Societies 1945-2000, Sage Publisinhg. Touraine, Alain (1970), A Sociedade Pós-Industrial, Lisboa, Moraes Editores. United Nations Development Programme (2003), A World of Development. Annual Report 2003 (http://www.undp.org/annualreports/2003/english/) Viegas, José Manuel Leite, Ana Maria Belchior e Filipa Seiceira (2010), "Mudanças e continuidades no modelo de participação política em Portugal. Análise comparada europeia", Perspectivas - Portuguese Journal of Political Science and International Relations, Número 5: Cidadãos, Parlamentos e Representação Política, Lisboa, NICPRI, Centro FCT, pp. 17-42 Wallerstein, Immanuel (1990), O Sistema Mundial Moderno, Porto, Edições Afrontamento. Wieviorka, Michel (2003), "Os movimentos «antimundialização»", em José Rebelo (coord.), Novas Formas de Mobilização Popular, Porto, Campo das Letras.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
1 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Tiago Lapa
Departamento de Sociologia
Objectivos
A Internet tem sido associada a mudanças sociais na governação, nos negócios, na investigação e em muitas outras áreas da vida quotidiana. A investigação sobre as implicações sociais da Internet ainda está numa fase inicial mas algumas ideias-chave foram forjadas. Este curso proporcionará uma visão geral actualizada dos principais desenvolvimentos no seio de várias disciplinas das ciências sociais, incluindo os estudos da comunicação, sociologia e ciência política. Um dos objectivo do curso passa por identificar as sobreposições e divergências entre diferentes abordagens de investigação. Outro é dar uma base comum para a investigação sobre a Internet, a sua formação social e impacto a alunos com formações de origem em diversas disciplinas.
Programa
O curso irá identificar os pontos fortes e fracos das diferentes abordagens das ciências sociais. Irá cobrir grandes debates teóricos e as evidências empíricas necessários para a sua avaliação. O curso é transversal a alguns temas-chave ? incluindo o papel das tecnologias de informação e comunicação na vida quotidiana, a fractura digital entre sociedades desenvolvidas e em vias de desenvolvimento, e a relação entre a Internet e outras tecnologias, como telefones móveis ? de forma a ilustrar a amplitude e a variedade da áreas de estudos da Internet. Os tópicos abordarão ?A Internet na Vida Quotidiana: Domesticação e Globalização?; ?Investigação da Experiência do Utilizador: Uma Perspectiva da Indústria?; ?A Psicologia Social das Relações Mediadas por Computador?; ?Telefones Móveis, Internet e Contactibilidade Permanente?; ?Jovens e Novos Media?;? Pesquisa e Acesso à Informação e Conhecimento?; ?A política e a Internet?; e ?Internet e Sociedade: Visões e Realidades?.
Processo de Avaliação
Participação activa em todas as sessões. Escrita de um primeiro draft de um artigo de investigação. O tempo total de trabalho necessário para a redacção deste trabalho é contabilizada em cerca de 20 horas de pesquisa em biblioteca, cálculos e/ou trabalho de campo. A versão final do artigo representará 70% da nota. A originalidade e a inovação no trabalho de investigação para a redacção do artigo contribuirá para a avaliação com 20%. E a participação/assiduidade no seminário será avaliada em 10%.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Haddon, L. (2004) Information and Communication Technologies in Everyday Life: A Concise Introduction and Research Guide, Berg; Ling, R. (2004) The Mobile Connection: The Cell Phone's Impact on Society, Morgan Kaufmann; Wellman, B. & Haythornthwaite, C. (Eds) (2002) The Internet in Everyday Life, Oxford University Press; Bakardjieva, M. (2005) Internet Society, Sage; Berker, T, Hartmann, M., Punie, Y and Ward, K. (Eds) (2005) Domestication of Media and Technologies, Open University Press; Ito, M., Matsuda, M. & Okabe, D. (Eds) (2005) Personal, Portable, Pedestrian, Mobile Phones in Japanese Life, MIT Press; Buckingham D. and R. Willett, Digital Generations (Eds) (2006) Digital Generations, Erlbaum; Ito, M. (2010) Hanging Out, Messing Around and Geeking Out: Kids Living and Learning with New Media, MIT Press, Cambridge, MA; Van Dijk, J. (2005) The Deepening Divide: Inequality in the Information Society, Sage, London; Castells, M. (2001), Internet Galaxy, OUP, Oxford.
Bibliografia Opcional
----------------------
|
|
|
|
|
Docentes
José Soares Neves
Departamento de Sociologia
Objectivos
Dotar os alunos de ferramentas teóricas, concetuais e metodológicas apropriados ao estudo da recepção e dos públicos no sistema cultural e artístico.
Programa
1. Da tirania do autor à «obra aberta». 2. Uma perspetiva de síntese (Umberto Eco): a tríade dialética da circulação de sentido: autor, obra e recetor . 3. O horizonte de expectativa: «arte culinária» e «desvio estético» (H. R. Jauss). 4. Os desencontros entre obras e públicos e o iconoclasmo contemporâneo. 5. Públicos e contra-públicos. 6. Modos de relação com a cultura.
Processo de Avaliação
A avaliação constará de uma apresentação oral (30%) e de um trabalho final individual (70%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-AAVV (2004), Públicos da Cultura, Lisboa, OAC. -CRANE, Diana (1992), The Production of Culture. Media and the urban Arts, Newbury Park, Sage -DONNAT, Olivier (1994), Les Français face à la Culture. De l?exclusion à l?éclectisme, Paris, la Découverte -ECO, Umberto (1989), Obra Aberta, Lisboa, Difel -FEATHERSTONE, Mike (1996), Consumer Culture &Postmodernism, London, Sage -FORTUNA, Carlos e SILVA, Augusto S. (orgs.), (2002) Projeto e Circunstância. Culturas urbanas em Portugal, Porto, Afrontamento -JAUSS, H.R. (1990), Pour une Esthétique de la Réception, Paris, Gallimard -LOPES, João Teixeira (2000), A Cidade e a Cultura, Porto, Afrontamento -MANTECÓN, Ana Rosas (2009), "O que é o público?", Poiésis, 14, pp. 175-215. -SANTOS, Maria de Lourdes Lima dos (2012), Sociologia da Cultura. Perfil de Uma Carreira, Lisboa, ICS. -WARNER, Michael (2002), "Publics and Counterpublics", Public Culture, 14(1), pp. 49-90.
Bibliografia Opcional
-
|
|
|
|
|
Docentes
António Alexandre Melo
Departamento de Sociologia
Objectivos
A nossa perspectiva está centrada na análise do sistema da arte contemporânea - um sistema social multidimensional - nas suas dimensões económica, institucional e mais especificamente cultural. a situação atual da sociologia da arte, enquanto forma de investigação e conhecimento, e o panorama das artes, suas dinâmicas e transformações. A nossa perspetiva está centrada na análise do sistema da arte contemporânea - um sistema social multidimensional - nas suas dimensões económica, institucional e mais especificamente cultural. Neste sentido, começamos por abordar as questões conceptuais e epistemológicas associadas à definição de arte e às práticas da sociologia da arte. Em seguida, articularemos uma visão geral do funcionamento do sistema da arte à escala global com a análise concreta da especificidade do meio artístico português na atualidade.
Programa
1. Sociologia da Arte, Arte e Arte Contemporânea
1.1 Questões epistemológicas : princípios, recursos e métodos de investigação 1.2 Arte e Arte Contemporânea : perspetivas e definições estéticas, históricas e sociológicas
2. Sistema da Arte Contemporânea : um sistema social multidimensional
2.1 Dimensão Económica : mercado, valores e cotações 2.2 Dimensão Institucional : políticas e poderes públicos e privados 2.3 Dimensão Cultural : discursos , públicos e audiências
3. Agentes, Eventos e Lugares
3.1 Atores Económicos 3.2 Criação, Mediação e Legitimação 3.3 Fatores Institucionais
4. Análise concreta da situação atual
4.1 Escalas local, nacional e global 4.2 Situação Portuguesa 4.3 Perspetivas, Contradições e Controvérsias
Processo de Avaliação
A classificação final resulta da avaliação do ensaio escrito individual e da assiduidade e participação dos alunos. Em caso de insucesso ou de não cumprimento dos requisitos de trabalho pessoal referidos os alunos podem recorrer ao exame final
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BECKER, Howard, Art worlds, Berkeley, University of California Press, 1982 BOURDIEU, Pierre, Les régles de l'art: génèse et structure du champ littéraire, Paris, Seuil, 1992.CHATEAU, Dominique, La question de la question de l'art, Presses Universitaires de Vincennes, 1994. CONDE, Idalina, Duplo écran na condição artística, in Narrativas da modernidade : a construção do outro, Lisboa, Edições Colibri/Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2001. FREELAND, Cynthia, But Is It Art?, An introduction to art theory, Nova Iorque, Oxford University Press, 2001.HEINICH, Nathalie, La Sociologie de l'art, Paris, La Découverte, 2001.MELO, Alexandre (2012), Sistema da Arte Contemporânea, DocumentaMELO, Alexandre (2016), Arte e Poder na Era Global, DocumentaROBERTSON, Iain, Understanding Art markets - Inside the World of Art and Business, Routledge, 2016
Bibliografia Opcional
BAUDRILLARD, Jean, Pour une critique de l'économie politique du signe, Paris, Gallimard,1972.
BAUMANN, Margret, ROHR-BONGARD, Linde, SCHMIED, Wieland, Kunst=Kapital, Der Capital Kunstkompass von 1970 bis heute, Colónia, Salon Verlag, 2001. BOURDIEU, Pierre, La Distinction: critique sociale du jugement, Paris, Minuit, 1979. BOURDIEU, Pierre, e HAACKE, Hans, Libre-échange, Paris, Seuil, 1994.
BOWNESS, Alan, The Conditions of Sucess, How the Modern Artist Rise to Fame, Londres, Thames and Hudson, Wisbech, Balding and Mansell Ltd, 1989. CHATEAU, Dominique, L'art comme fait social total, L'Harmattan, 1998. CHATEAU, Dominique, Qu'est-ce que l'art ? , L'Harmattan, 2000.
CONDE, Idalina, Artistas, profissão e dom, in Vértice, Maio/Jun. 1994. CONDE, Idalina, Obra e valor: a questão da relevância, in Arte e dinheiro (Melo,1994) CONDE, Idalina (2014), Reconhecimento em Arte : Passagens de um Percurso (Tese de Doutoramento, ISCTE-IUL)
DANTO, Arthur, The transfiguration of the commonplace, Cambridge, Harvard University Press, 1981.
DANTO, Arthur, Beyond the brillo box: the visual arts in post-historical perspective, New York, Farrar, Straus and Giroux, 1992.
DANTO, Arthur, After the end of art: contemporary art and the pale of history, Princeton University Press, New Jersey, 1997.
DANTO, Arthur, What Art Is, Yale University Press, 2013
DICKIE, George, Art and Value, Massachusetts e Oxford, Blackwell, 2001.
DUPUIS, Xavier, ROUET, François, (ed.), Économie et culture, vol.I : Les Outils de L'économiste á l'epreuve, Paris, La Documentation Française, 1987. DUVE, Thierry de, Résonances du ready-made : Duchamp entre avant-garde et tradition, Nîmes, Éditions Jacqueline Chambon, 1989.
DUVE, Thierry de, Faire école, Paris, Les Presses du Réel, 1992.
FREY, Bruno, POMMEREHNE, Werner, Muses and Markets : Explorations in the Economics of Arts, Oxford, Basil Blackwell, 1989. GOODMAN, Nelson, Ways of worldmaking, Indianapolis, Hackett Publishing Company, 1988.
GRAMPP, William, Pricing the priceless: art, artists, and economics, New York, Basic Books, 1989.
GRAW, Isabelle, High Price, Art Between the Market and Celebrity Culture, Berlim, Sternberg Press, 2010. GUILBAUT, Serge, How New York stole the idea of modern art: abstract expressionism, freedom and the cold war, University of Chicago Press, 1983. HEINICH, Nathalie, La gloire de Van Gogh: pour une anthropologie de l'admiration, Paris, Minuit, 1991.
HEINICH, Nathalie, Du peintre à l'artiste: artisans et académiciens à l'âge classique, Paris, Minuit, 1993.
HEINICH, Nathalie, Ce que l'art fait à la sociologie, Paris, Minuit, 1998.
HEINICH, Nathalie, Le triple jeu de l'art contemporain: sociologie des arts plastiques, Paris, Minuit, 1998.
HEINICH, Nathalie, L'élite artiste, Excellence et singularité em régime démocratique, Gallimard, 2005.
HEINICH, Nathalie, La Sociologie à l'épreuve de l'art (premiere partie), Entretiens, La Courneuve, Aux lieux d'être, 2006.
HEINICH, Nathalie, Le Paradigme de l'Art Contemporain - Structures d'une Révolution Artistique, Gallimard, 2014
KRIS, Ernest, KURZ, Otto, Legend, myth and magic in the image of the artist, New Haven, Yale University Press, 1979. MARGOLIS, Joseph, What, after all, is a work of art?, The Pennsylvania State University Press, 1999. McEVILLEY, Thomas, Art and discontent: theory at the millenium, Nova Iorque, McPherson and Company, 1991.
McEVILLEY, Thomas, Art and otherness: crisis in cultural identity, Nova Iorque, McPherson and Company, 1992.
MELO, Alexandre, Arte e mercado em Portugal - Inquérito às galerias e uma carreira de artista, Lisboa, Observatório das Actividades Culturais, 1999.
MELO, Alexandre, Galerias de Arte em Lisboa (com Maria de Lourdes Lima dos Santos e Teresa Duarte Martinho), Lisboa, Observatório das Actividades Culturais, 2001.
MELO, Alexandre, Globalização Cultural, Quimera, 2002.
MELO, Alexandre, Aventuras no Mundo da Arte, Lisboa, Assírio & Alvim, 2003.
MELO, Alexandre, Arte e Artistas em Portugal (português/inglês), Lisboa, Instituto Camões/ Bertrand/ Círculo de Leitores, 2007 ( on-line site Instituto Camões )
MICHAUD, Yves, La crise de l'art contemporain, Paris, PUF, 1997. MOULIN, Raymonde, Le marché de la peinture en France, Paris, Minuit, 1967.
MOULIN, Raymonde, L'artiste, l'institution et le marché, Paris, Flammarion, 1992.
MOULIN, Raymonde, De la valeur de l'art, Paris, Flammarion,1995.
MOULIN, Raymonde, Le Marché de l'Art, Mondialisation et Nouvelles Technologies, Paris, Flammarion, 2003.
MUREAU, Nathalie, SAGOT-DUVAUROUX, Dominique, Le marché de l'art contemporain, Paris, La Découverte, 2006. POMIAN, Krzysztof, Collectionneurs, amateurs et curieux: Paris-Venise, XVI - XVIII siécles, Paris, Gallimard, 1987.
QUEMIN, Alain, L'art contemporain international: entre les institutions et le marché (Le rapport disparu), Nîmes, Éditions Jacqueline Chambon/Artprice, 2002.
REITLINGER, Gerald, The Economics of Taste, vol.I, The Rise and Fall of Picture Prices 1760-1960, Londres, Barrie and Rockliff, 1961; vol II, The Rise and Fall of Objects d'art Prices since 1950, Londres, Barrie and Jenkins, 1963; vol III, The Art Market in the 1960's, Londres, Barrie and Jenkins,1970. ROUGET, Bernard et al., Le marché de l'art contemporain en France : prix et stratégies, Paris, La Documentation Française, 1991. SANTOS, Maria de Lourdes Lima dos, Sociologia da Cultura - perfil de uma Carreira, ICS, 2012 WOLFF, Janet, The Social Production of Art, London, Mac Millan,1981.
|
|
|
|
|
|
1 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
António Pedro Dores
Departamento de Sociologia
Pierre Guibentif
Departamento de Sociologia
Objectivos
Experimentar as potencialidades da globalização e as suas limitações através da descoberta de outros que fazem o mesmo na internet
Programa
1. Introdução geral à temática 1.1. Globalização e Direitos Humanos 1.2. Globalização e Justiça Social 2. Debates teóricos 2.1. John Rawls 2.2. Amartya Sen 3. Globalização e Movimentos Sociais 3.1. Estratégias e Políticas 3.2. Apresentação de casos de intervenção cidadã
Processo de Avaliação
1. Participação na interacção ? por via tecnológica - com estudantes da mesma disciplina a trabalhar noutras universidades
2. A apresentação de uma proposta de um projecto de organização de acção cívica, política ou social integrada e articulada em redes globais e adequadas localmente.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Brecher et al., (2000), Globalization from Below. Fraser, N. (2002), "A justiça social na globalização: Redistribuição, reconhecimento e participação", RCCS. Moravcsik, Andrew , 2000. "The Origins of Human Rights Regimes". Nazemroaya, M. D. (2007), "Globalization and Military Power: NATO Expansion. NATO and the broader network of US sponsored military alliances", Global Research. O'Rourke, K. et al. (2002), "When Did Globalization Begin?" European Review of Economic History. Pogge, Thomas (2000), "The International Significance of Human Rights", The Journal of Ethics. Pureza, José Manuel , O Património Comum da Humanidade: Rumo a um Direito Internacional da Solidariedade?, 1998. Shah, Anup (2013), "Global Financial Crisis", Global Issues. Wallerstein, I., Collins, R., Mann, M., Derluguian, G.,Calhoun, C., Does Capitalism Have a Future? 2013. Young, Iris Marion (1990), "Five Faces of Oppression".
(Complete references, see Bibliografia Complementar)
Bibliografia Opcional
Documentação acessível na internet: Human Rights - the Universal Declaration http://www1.umn.edu/humanrts/edumat/studyguides/indigenous.html Islamist Human Rights Commission http://www.ihrc.org/ Israeli Human Rights in Occupied Territories http://www.btselem.org/English/index.asp India: Gender and Land Rights Revisited: http://www.binaagarwal.com/downloads/apapers/gender_and_lan_rights_evisited.pdf United States Country Reports: Human Rights http://www.state.gov/g/drl/rls/hrrpt/ UN Human rights of Women http://www1.umn.edu/humanrts/instree/women/engl-wmn.html "Blood, Sweat, and Fear: Workers' Rights in U.S. Meat and Poultry Plants," Human Rights Watch Report, January 2005. https://www.hrw.org/report/2005/01/24/blood-sweat-and-fear/workers-rights-us-meat-and-poultry-plants Globalization and Military Power: NATO Expansion http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=5677
Publicações:
Amin, Ash (2004), "Regulating Economic Globalization Regulating Economic Globalization, Transactions of the Institute of British Geographers, New Series, Vol. 29, No. 2, Geography: Making a Difference in a Globalizing World (Jun., 2004), pp. 217-233. Basu, Amrita, "Globalization of the Local/Localization of the Global. Mapping Transnational Women's Movements", Meridians, Vol. 1, No. 1 (Autumn, 2000), pp. 68-84. Brecher, Jeremy, Costello (2000), Tim, Smith, Brendan, Globalization from Below, Cambridge, South End Press. [Bibl. ISCTE-IUL] Bunch, Charlotte (1990), "Women's Rights as Human Rights: Toward a Re-Vision of Human Rights", Human Rights Quarterly, Vol. 12, No. 4 (Nov., 1990), pp. 486-498 Carty, Victoria (2006), "Labor Struggles, New Social Movements, and America's Favorite Pastime: New York Workers Take on New Era Cap Company", Sociological Perspectives, Vol. 49, No. 2 (Summer, 2006), pp. 239-259. Chuang, Janie (2006), "Beyond a Snapshot: Preventing Human Trafficking in the Global Economy", Indiana Journal of Global Legal Studies Vol. 13, No. 1. Colard-Fabregoule, Catherine, Cournil, Christel (dir.) (2012), Changement environnementaux globaux et droits de l'Homme, Bruxelles, Bruylant. Cornia, Giovanni Andrea (2001), Harnessing the Globalization of Children, UNICEF Report to the UNICEF http://www.unicef-irc.org/research/ESP/globalization/ Dinopoulos, E., Zhao, Laixun (2007), "Child Labor and Globalization", Journal of Labor Economics, Dores, António Pedro Dores (2009) "Human Rights through national borders", Sociology Without Borders (4) 2009:383-397. Fraser, Nancy , "A justiça social na globalização: Redistribuição, reconhecimento e participação", RCCS 63, 2002, pp. 7-20 (para um debate muito substancial com Honneth: na biblioteca em inglês: http://catalogo.biblioteca.iscte-iul.pt/cgi-bin/koha/opac-detail.pl?biblionumber=65201 ) Ghosh, Jayati (2002), "Globalization, Export Oriented Employment for Women and Social Policy: A Case Study of India", Social Scientist, Vol. 30, No. 11/12 (Nov. - Dec., 2002), pp. 17-60) Golub, Philip S. (2004), "Imperial Politics, Imperial Will and the Crisis of US Hegemony", Review of International Political Economy, Vol. 11, No. 4, Global Regulation (Oct., 2004), pp. 763-786 Guibentif, Pierre (2011) "A perpétua vontade de justiça" em AA. VV., Fraternidade - Justiça, bem comum, economia e felicidade, Lisboa, Padrões Culturais Editora (col. "Ensaios CAIS - Tempo Social núm. 20), 2011, pp. 43-55. 14 de Outubro: Formação dos grupos completos, com colegas de St. Louis; ajustamento das escolhas de perguntas; início do trabalho de grupo. Guibentif, Pierre, "Direitos sociais", in: André-Jean Arnaud, Eliane Botelho Junqueira (orgs), Dicionário da Globalização. Direito, Ciência Política, Rio de Janeiro, Editora Lumen Juris, 2006, pp. 175-182. Guidry, John A. (2003), "The Struggle to Be Seen: Social Movements and the Public Sphere in Brazil", International Journal of Politics, Culture, and Society, Vol. 16, No. 4 (Summer, 2003), pp. 493-524 Hamilton, Sarah (2002), "Neoliberalism, Gender, and Property Rights in Rural Mexico", Latin American Research Review, Vol. 37, No. 1 (2002), pp. 119-143. Harris, Richard L. (2002, "Resistance and Alternatives to Globalization in Latin America and the Caribbean", Latin American Perspectives Vol. 29, No. 6, pp. 136-151. International Organization for Migration (2003), "Is Trafficking in Human Beings Demand Driven? A Multi-Country Pilot Study" IOM Migration Research Series, December 2003. Jensen, Bjorn (2006), "Labor Mobility and the Global Economy: Should the World Trade Organization Set Migration Policy", American Friends Service Committee, July 10, 2006. Le Billon, Philippe (2001), "The Political Economy of War: natural resources and armed conflict", Political Geography 20, pp. 561-584 Madsen, Mikael Rask (2010) 'Legal Diplomacy. Law, Politics and the Genesis of Postwar European Human Rights', em Stefan Ludwig Hoffmann (ed.), Human Rights in the Twentieth Century: A Critical History (Cambridge: Cambridge University Press). Madsen, Mikael Rask, "Legal Diplomacy. Law, Politics and the Genesis of Post-war European Human Rights", in Stefan Ludwig Hoffmann (ed.), Human Rights in the Twentieth Century: A Critical History, Cambridge: Cambridge University Press, 2010. Moravcsik, Andrew , 2000. "The Origins of Human Rights Regimes", International Organization, 54, 2: 217-252. http://www.princeton.edu/~amoravcs/library/origins.pdf Nazemroaya, Mahdi Darius (2007), "Globalization and Military Power: NATO Expansion. NATO and the broader network of US sponsored military alliances", Global Research, May 18, 2007 (available on http://www.globalresearch.ca/the-globalization-of-military-power-nato-expansion/5677 ) Novak, Michael, "Defining Social Justice", First Things 108, December 2000. O'Rourke, Kevin H., Williamson, Jeffrey G. (2002), "When Did Globalization Begin?" European Review of Economic History (2002), 6 : 23-50. Pogge, Thomas (2000), "The International Significance of Human Rights", The Journal of Ethics, Vol. 4, pp. 45-69 (Torcuato Di Tella Rights, Equality, and Liberty Universidad Law and Philosophy Lectures 1995-1997). Pureza, José Manuel , O Património Comum da Humanidade: Rumo a um Direito Internacional da Solidariedade?, Porto, Afrontamento, 1998, com capítulos esclarecedores sobre globalização e internacionalização. Está na biblioteca: http://catalogo.biblioteca.iscte-iul.pt/cgi-bin/koha/opac-detail.pl?biblionumber=49543 d Razavi, Shahra (2001), Globalization, Employment and Women's Empowerment - Background paper prepared for the Division for the Advancement of Women (DAW), Expert Group Meeting, 26-29 November 2001, New Delhi, India (disponível: http://www.un.org/womenwatch/daw/csw/empower/documents/Razavi-BP.pdf ) Sassen, Saskia (2006), A sociology of globalization, New York : W. W. Norton [Bibl. ISCTE-IUL] Scholte, Jan Aart (2008), "Defining Globalization", The World Economy, pp.1471-1502. Shah, Anup (2013), "Global Financial Crisis", Global Issues - Social, Political, Economic and Environmental Issues, 24 Março 2013 Sudbury, Julia (2005), "Celling Black Bodies: Black Women in the Global Prison Industrial Complex" Feminist Review Nº 80, pp. 162-179. Tsutsui, Kiyoteru, Ji Shin, Hwa (2008), "Global Norms, Local Activism, and Social Movement Outcomes: Global Human Rights and Resident Koreans in Japan", , Social Problems, Vol. 55, No. 3, Social Problems and Social Movements in Global Perspective (Aug., 2008), pp. 391-418 Wallerstein, Immanuel, Randall Collins, Michael Mann, Georgi Derluguian, and Craig Calhoun, Does Capitalism Have a Future?, Oxford, Oxford University Press, 2013. Young, Iris Marion (1990), "Five Faces of Oppression", Id., Justice and the Politics of Difference, Princeton, Princeton University Press, pp. 39-63.
|
|
1 Ano | 2 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
António Pedro Dores
Departamento de Sociologia
Objectivos
Introdução à exploração das virtualidade das teorias sociais para compreender fenómenos de violência social
Programa
1. Violência e Teoria Social 1.1. Congresso da Assoc. Internacional de Sociologia em Gotemburgo, 2010 1.2. Conflito e violência, história e sociedade em Michel Wieviorka 1.3. Micro-interacção e energia emocional em Randall Collins 1.4. A hiper-especialização científica em Bernard Lahire 2. A luta pela prevenção da violência 2.1. A crítica das violências do desenvolvimento em Alberto Acosta 2.2. A educação para a não-violência em David Wolfe 2.3. A política libertadora da violência em Generation Five 2.4. Os rendimentos em Wilkinson e Pickett e em Malcolm Torry 3. As limitações da Teoria Social e o tabu sobre a violência 3.1. Sociedades militares e sociedades industriais em Spencer 3.2. A paixão dos interesses e os segredos sociais na era moderna em Hirshman 3.3. A civilização à superfície e em profundida em Norbert Elias 3.4. A violência instrumental e a violência expressiva em Parsons 3.5. O reducionismo e a reificação em Mouzelis
Processo de Avaliação
1. Descrição de acção violenta 2. apresentação de 10 minutos em aula (com os seguinte elementos: a) agressores b) vítimas c) testemunhas d) palco e ambiente emocional; e) sintonizações f) momentos de transformação violenta g) oportunidades de prevenção da violência 3. O trabalho final com um capítulo teórico, um capítulo descritivo, um capítulo de crítica das teorias de referência face ao caso tratado
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
AAVV (2013) Transformative justice. S. Francisco: Generations FIVE.
Collins, Randall (2008), Violence: A Micro-sociological Theory, Princeton , Princeton University Press.
Dores, António Pedro (2010) Espírito Marginal, Lisboa, Argusnauta.
Dores, António Pedro (2013) Segredos das Prisões, Cascais, RCP. Hirschman, Albert O. (1997) As Paixões e os Interesses, Lisboa, Bizâncio.
Lahire, Bernard (2012) Monde pluriel. Penser l'unité des sciences sociales, Paris, Seuil, Couleur des idées.
Lahire, Bernard (2003) O Homem Plural - As Molas da Acção, Lisboa, Instituto Piaget.
Mouzelis, Nicos (1995) Sociological Theory: What Went Wrong? - diagnosis and remedies, London, Routledge.
Wieviorka, Michel (2005) La Violence, Paris, Hachette Littératures
Wolfe, David A., Christine Wekerle, Katreena Scott (1997) Alternatives to violence Empowering Youth to Develop Healthy Relationships, London, Sage.
Bibliografia Opcional
Aganbeguian, A. G. (1987) A Revolução na Economia Soviética, Lisboa, Europa-América. Alberoni, Francesco (1989) Génese, Lisboa, Bertrand. Barbelet, Jack (2008) Weber, Passion and Profit, Cambridge, Cambridge University Press. Bauman, Zygmunt (1997/1989) Modernidad y Holocausto, Barcelona, Sequitur. Bauman, Zygmunt (2001) Community - seeking safety in an insecure world, NY, Polity Press Berger, Peter L e Thomas Luckmann, (2004/1966) A Construção Social da Realidade ? um livro sobre a sociologia do conhecimento, Lisboa, Dinalivro. Blau, Judith and Alberto Moncada (2009) Human Rights ? a primer, Boulder&London, Paradigm Publishers Boltansky, Luc e Ève Chiapello (1999) Le Nouvel Esprit du Capitalisme, Paris, Gallimard. Boltansky, Luc (1990) L´Amour et la Justice commme compétences, Paris, Métailié. Bourdieu, Pierre, 1979, La Distinction, Paris, Ed. Minuit. Cardoso, Gustavo, António Firmino da Costa, Cristina Palma Conceição e Maria do Carmo Gomes (2005) A Sociedade em Rede em Portugal, Lisboa, Campo das Letras. Casanova, José L. S. (2004) Naturezas Sociais. Diversidade e Orientações Sociais na Sociedade Portuguesa. Oeiras: Celta Editora. Castels, Manuel (2004) A Galáxia Internet ? Reflexões sobre a Internet, Negócios e Sociedade, Lisboa, FCG. Chaves, Miguel (1999) Casal Ventoso: da gandaia ao narcotráfico, Lisboa, ICS. Christie, Nils (2000) Crime Control as Industry - Towards Gulags, Western Style (3rd edition), Routledge. Collins, Randall (2008), Violence: A Micro-sociological Theory , Princeton , Princeton University Press. Collins, Randall (2005/1998) Sociología de las filosofías - Una teoría global del cambio intelectual, Barcelona, Hacer. Damásio, António R. (1994) O erro de Descartes : emoção, razão e cérebro humano, Lisboa, Publicações Europa-América. Damásio, António (1999) O sentimento de si, Lisboa, Europa-América. Diamond, Jared (2008/2005) Colapso - ascenção e queda das sociedades humanas, Lisboa, Gradiva. Diamond, Jared, Armas, Germes e Aço - Os destinos das sociedades humanas, Lisboa, Relógio de Água, 2002. 1ªed. 1997. Diel, Paul (2004/1985) La peur et l´angoisse, Paris, Petite Bibliothèque Payot. Duerr, Hans Peter (2002/1988) Nudez e pudor, Lisboa, Editorial Notícias. Durkheim, Émile (2002/1912) As Formas Elementares da Vida Religiosa, Oeiras, Celta. Elias, Norbert (1990/1939) O Processo Civilizacional (Vol I e II), Lisboa, D. Quixote. Elias, Norbert e Erick Dunning (1995) A Busca da Excitação. Lisboa, Difel. Elias, Norbert e John L. Scotson (1994) The Established and the Outsiders, London, Sage. Flam, Helena e Debra King (2005) Emotions and Social Movements, Routledge. Foucault, Michel (1975) Surveiller et punir : naissance de la prison, Paris, Gallimard. Foucault, Michel (2004/2001) A Hermenêntica do Sujeito, São Paulo, Martins Fontes. Gemma, Zalmen (2008) En el corazón del infierno - documento escrito por un Sonderkommando de Auschwitz - 1994, Barcelona, Anthropos. Giddens, Anthony (1985) The Nation-State and Violence - Vol II A Contemporary Critique of Historical Materialism, Cambridge, Polity. Goffman, Erving (1988) Estigma - Notas sobre a Manipulação da Identidade Deteriorada, Rio de Janeiro, Editora Guanabara. Goleman, Daniel (2010/2006) Inteligência Social ? a nova ciência do relacionamento humano, Lisboa, Círculo de Leitores. Gomes da Silva, José Carlos (2003) O Discurso Contra Si Próprio, Lisboa, Assírio e Alvim. Goodwin, Jeff, James M. Jasper and Francesca Polleta (2001) Passionate Politics - emotions and social movements, The University Chicago Press. Irwin, John, 1985, The Jail - Managing Underclass in American Society, Berkeley, University of California Press. Jakobs, Günther e Manuel Cancio Meliá (2003) Derecho Penal del Enemigo, Madrid, Cuadernos Civitas. Preto, José (2010) Estado Contra Direito, Lisboa, Argusnauta. Reich, Robert B. (1991), O Trabalho das Nações, Lisboa, Quetzal. Robben, Antonius C.G.M., (2008) Pegar donde más duele ? violencia política y trauma social en Argentina, Barcelona Anthropos, (2005 edicion original en ingles). Scheff, Thomas J. (1997) Emotions, The Social Bond and Human Reality: Parte/whole Analysis, Cambridge University Press. Tomatis, Alfred (1991) Todos Nascemos Poliglotas, Lisboa, Instituto Piaget. Wieviorka, Michel (2005) La Violence, Paris, Hachette Littératures Woodiwiss, Michael (1988) Crime, Crusades and Corruption - Prohibitions in the United States, 1900-1987, London, Piter Publisher. Woodiwiss, Michael (2005) Gangster Capitalism: The United States and the Global Rise of Organized Crime, Londres, Constable. Young, Jock (1999) The Exclusive Society, London, Sage.
|
|
|
|
|
|
1 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Teresa Seabra
Departamento de Sociologia
Objectivos
Constitui objectivo central desta unidade curricular promover o conhecimento sociológico da diversidade de trajectórias escolares e potenciar a capacidade analítica e reflexiva deste fenómeno social, recorrendo ao património científico da sociologia da educação.
Programa
1. Introdução: A Escola enquanto projeto da modernidade 2. A dimensão social do desempenho escolar 3. Teorias explicativas da seletividade social do sucesso escolar 4. Género e etnicidade na diferenciação dos trajetos escolares 5. Influência das condições e dos processos socioinstitucionais no desempenho escolar 6.Relação entre resultados escolares e ação das famílias e dos alunos 7. Condições e processos favoráveis ao sucesso escolar (síntese)
Processo de Avaliação
A avaliação consiste na prestação de provas em dois momentos diferenciados (avaliação periódica): - Apresentação oral de materiais relacionados com as temáticas da UC (a acordar com a docente) ou Ficha de Leitura de texto da bibliografia básica (30%) - Realização de um ensaio (exercício escrito e individual) (70%) Deve corresponder ao desenvolvimento de um tema (com a concordância da docente), com inclusão de informação empírica relacionada. Dimensão máxima: 8 páginas (excluindo anexos).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Barrère, A. E N. Sembel (2006, 2002), Sociologia da Escola, S. Paulo, Ed. Loyola, pp. 15-37Bernstein, B. (1980), "Entrevista com Basil Bernstein" (dada a Elisabete Oliveira), O Professor, nº 25 (nova série), pp. 19-23 Bourdieu, P. e P. Champagne (1992), « Les exclus de l´interieur », Actes de la Recherche en Sciences Sociales, nº 91/92, pp. 71-75 Grácio, Sérgio (1997), Dinâmicas da Escolarização e das Oportunidades Individuais, Lisboa, Educa, pp. 49-66. Gomes, Carlos A. (1987), "A interacção selectiva na escola de massas", Sociologia- Problemas e Práticas, nº 3, pp. 35-49 Seabra, Teresa (2010), Adaptação e Adversidade: o desempenho escolar dos alunos de origem indiana e cabo-verdiana no ensino básico, Lisboa, ICS-UL
Bibliografia Opcional
Alves, N. e R. Canário (2004), ?Escola e exclusão social: das promessas às incertezas?, Análise Social, vol. XXXVIII (169), pp. 981-1010. Barrère, A. E N. Sembel (2006, 2002), Sociologia da Escola, S. Paulo, Ed. Loyola. Benavente, Ana; Jean Campiche; Teresa Seabra e João Sebastião (1994), Renunciar à escola - o abandono escolar no ensino básico, Lisboa, Fim de Século. Bourdieu, P. (1979), « Les trois états du capital culturel », Actes de la Recherche en Sciences Sociales, nº 30, pp. 3-6. Bourdieu, P. e J.C. Passeron (s/d; 1970), A reprodução - elementos para uma teoria do sistema de ensino, Lisboa, Vega. Cabral, M. V. (2002), ?Espaços e temporalidades sociais da educação em Portugal? em AA.VV., Espaços de educação, Tempos de formação, Lisboa, FCG, pp.47-67. Canário, Rui, N. Alves e C. Rolo (2001), Escola e exclusão social, Lisboa, IIE/Educa. Charlot, B., É. Bautier e J.Y. Rochex, (1993), École et savoirs en banlieue et ailleurs, Paris, A. Colin. Casa Nova, Maria José (2001), Etnicidade, Género e Escolaridade ? estudo em torno das socializações familiares de género numa comunidade cigana da cidade do Porto, Lisboa, IIE. Derouet, Jean-Louis (dir.) (2003), Le collège unique en question, Paris, Puf. Domingos, Ana M.; Helena Barradas; Helena Rainha; Isabel P. Neves (1986), A teoria de Bernstein em Sociologia da Educação, Lisboa, FCG. Duarte, José B. (org.) (2002), Igualdade e Diferença numa Escola para Todos ? Contextos, Controvérsias, Perspectivas, Lisboa: Edições Universitárias Lusófonas. Dubet, F. e Martuccelli, D. (1996), A l´école - sociologie de l´experience scolaire, Paris, Ed. Du Seuil. Duru-Bellat, Marie e A. Henriot-Van Zanten (1992), Sociologie de L´école, Paris, Armand Colin. Education et Societé, nº 5, 2000/01 (Les inégalités d´éducation: un classique revisité). Education et Societé, nº14, 2004/05 (Les classes moyennes, l´école et la ville: la reproduction renouvelée). Enguita, M., L. Mena y J. Rivière (2010) : Fracaso y el abandono escolar en España, Fundación « La Caixa », colección Estudios Sociales, http://obrasocial.lacaixa.es/estudiossociales/coleccion_es.html Enguita, Mariano F. e F. Sánchez (eds.) (1999), Sociologia de la Education, Barcelona, Editorial Ariel. Forquin, Jean-Claude (1997), Les sociologues de l´´education américains et britanniques : Présentation et choix de textes, Bruxelas, INRP/DeBoeck Université. Grácio, Sérgio (1997), Dinâmicas da Escolarização e das Oportunidades Individuais, Lisboa, Educa. Grácio, Sérgio, S. Miranda e Stephen Stoer (Org.) (1982), Sociologia da Educação I - Funções Da Escola E Reprodução Social, Lisboa, Liv.Horizonte. Grácio, Sérgio e S. Stoer (Org.) (1982), Sociologia da Educação II - A construção social das práticas educativas, Lisboa, Liv.Horizonte. Haecht, A. Van (2001), L´école des inégalités, Bruxelas, Ed. Talus d´approche. Kellerhals, J. e C. Montandon (1991), Les stratégies éducatives des familles ? milieu social, dynamique familial et éducation des pré-adolescents, Lausanne, Delachaux et Niestle. Lahire, Bernard (2008), La raison scolaire ? École et pratiques d´écriture, entre savoir et pouvoir, Rennes, PUR. Laurens, J.P.(1992), 1 sur 500, la reussite scolaire en milieu populaire, Toulose, Press Universitaire du Mirail. Lopes, João Teixeira (1996), Tristes escolas - práticas culturais estudantis no espaço escolar urbano, Porto, Afrontamento. Mateus, Sandra (2002), ?Futuros Prováveis: um olhar sociológico sobre os projectos de futuro no 9º ano?, Sociologia, Problemas e Práticas, 39, 117-149. Matos, M. e I. Duarte (2003), Identificação dos Riscos Educativos no Ensino Básico, Lisboa, CNE. Mónica, Mª Filomena (org.) (1981), Escola e classes sociais, Lisboa, GIS/Ed. Presença. Pinto, J. Madureira (1990), ?Escolarização, relação com o trabalho e práticas sociais? em S. Stoer (org.), Educação, Ciências Sociais e Sociedade Portuguesa, Porto, Afrontamento, pp. 15-32. Sarmento, Manuel Jacinto (2000), Lógicas de acção nas escolas, Lisboa, Instituto de Inovação Educacional. Seabra, Teresa, Sandra Mateus, Elisabete Rodrigues e Magda Nico (2011), Trajectos e Projectos de Jovens Descendentes de Imigrantes à Saída da Escolaridade Básica, Lisboa, Alto-Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, IP. Seabra, Teresa (2009), ?Desigualdades sociais e escolares?, Sociologia, Problemas e Práticas, nº 59, pp. 75-106. Seabra, Teresa (2008), Desempenho Escolar, Desigualdades Sociais e Etnicidade: Os descendentes de imigrantes indianos e cabo-verdianos no ensino básico em Portugal, Lisboa/ISCTE (Tese de doutoramento). Seabra, Teresa e Sandra Mateus (2008), ?Imigração e escolaridade: trajectórias, quotidiano e aspirações?, em Guerreiro, Maria das Dores, Anália Cardoso Torres e Luís Capucha (org.), Quotidiano e Qualidade de Vida, em Portugal e a Europa: Sociedade, Estado, Quotidiano, Volume III, Lisboa, CIES-ISCTE e Celta. Seabra, Teresa (2007), "Relações das famílias com a escolaridade e resultados escolares: comparando alunos de origem cabo-verdiana, de origem indiana e autóctones", em P. Silva (org.), Escolas, Famílias e Lares: Um caleidoscópio de olhares, Lisboa, Profedições Seabra, Teresa e Sandra Mateus (2007), ?Imigração e Escolaridade: trajectórias, quotidiano e aspirações?, em Guerreiro, Maria das Dores, Anália Cardoso Torres e Luís Capucha (org.), Quotidiano e Qualidade de Vida, em Portugal e a Europa: Sociedade, Estado, Quotidiano, Volume III, Lisboa, CIES-ISCTE e Celta. Silva, Cristina Gomes da (1999), Escolhas Escolares, Heranças Sociais, Oeiras, Celta. Terrail, Jean-Pierre (2002), De l´inegalité scolaire, Paris, La Dispute. Torres, Jurgo S. (1995), O curriculum oculto, Porto, Porto Editora. Vincent, G., B. Lahire e D. Thin (1994), « Sur l´histoire et la théorie de la forme scolaire » em G. Vincent (dir.), L´éducation prisonnière de la forme scolaire? ? scolarisation et socialisation dans les sociétés industrielles, Lyon, PUL, pp.11-48. Zanten, Agnès van (dir.) (2000), L´École: L´État des Savoirs, Paris, Ed. La Découverte
|
|
1 Ano | 2 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Susana da Cruz Martins
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
O objetivo principal desta unidade curricular (UC) prende-se com a promoção de capacidades conceptuais, operatórias e críticas respeitantes a exercícios de comparação internacional dos sistemas educativos. Os alunos deverão ainda ser capazes de identificar os principais usos, funções e objetivos da análise comparativa baseada em grandes operações de recolha de informação (ou estudos) na área da educação.
Programa
1. Educação e sistemas educativos: difusão do modelo escolar 1.1 Origens e difusão mundial do modelo escolar 1.2 Organização e perfis dominantes (diversidade institucional, formativa e curricular) 1.3 Modelos de governança: centralização/descentralização e autonomia; público/privado; estado/mercado 1.4 Transnacionalização das políticas e políticas europeias de educação
2. Massificação dos sistemas educativos e escolarização das populações 2.1 Sistemas educativos: acesso, participação e desempenhos escolares 2.2 Padrões de escolaridade na Europa: certificação e metas 2.3 Comparações internacionais e inter-regionais de qualificações das populações
3. Educação e a perspectiva comparada 3.1 Funções e usos da análise comparativa: balanço sobre as potencialidades e limites 3.2 Procedimentos de pesquisa comparada: planeamento, organização e desenvolvimento 3.3 Fontes e agências internacionais: pesquisa e acesso à informação; compatibilidade e comparabilidade da informação
Processo de Avaliação
A classificação final será constituída pelos seguintes pontos-chave: 80%: exercício individual de comparação de uma ou várias dimensões de análise entre sistemas educativos (dimensão de 15 páginas, fonte Arial 11, 1,5 entre linhas). 10%: apresentação oral de um texto (que pode ser um livro, um documento institucional/relatório, um artigo, etc.) selecionado pelos alunos num conjunto de possibilidades elencadas pelo docente. 10%: presença e participação na dinâmica das sessões presenciais.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Archer, M. (1979), Social Origins of Educational Systems, London, Sage. Azevedo, J. (2007), Sistema Educativo Mundial. Ensaio sobre a regulação transnacional da educação, Fundação Manuel Leão, VN de Gaia. Dupriez, V., e X. Dumay (2006), "Inequalities in school systems: effect of school structure or of society structure?" Comparative Education, 42(2), pp. 243-260. Gauthier, R.F. (2006), The Content of Secondary Education Around the World. Present Position and Strategic Choices, Paris, UNESCO. Hofman, R. H., W. H. A. Hofman, J. M. Gray, e P. Daly (orgs.) (2004), Institutional Context of Education Systems in Europe: A Cross-Country Comparison on Quality and Equity,Dordrecht, Kluwer Academic Publishers. Martins, S. C. (2012), Escolas e Estudantes da Europa: Estruturas, Recursos e Políticas de Educação, Lisboa, Editora Mundos Sociais. Meyer, J., F. Ramirez, e Y. N. Soysal (1992), "World expansion of mass education, 1870-1970", Sociology of Education, 65, pp. 128-149.
Bibliografia Opcional
Benavot, A. (2006), "The Diversification of Secondary Education: School Curricula in Comparative Perspective", em, IBE Working Papers on Curriculum Issues, UNESCO ed., Vol. 6, UNESCO, pp. 1-24. Bourdieu, P., e J.-C. Passeron (1964), Les Héritiers: Les Étudiants et la Culture, Paris, Les Éditions de Minuit. Bray, M., B. Adamson, e M. Mason (eds.) (2007), Comparative Education Research, Approaches and Methods, Hong Kong, Springer. Dale, R. (2004), "Globalização e educação: demonstrando a existência de uma «cultura educacional mundial comum» ou localizando uma «agenda globalmente estruturada para a educação»?" Educação e Sociedade, 25(87), pp. 423-460. Duru-Bellat, M., e B. Suchaut (2005), "Organisation and context, efficiency and equity of educational systems: what PISA tells us", European Educational Research Journal, 4(3), pp. 181-194. Eurydice (2015), Assuring Quality in Education: Policies and Approaches to School Evaluation in Europe, Bruxelas, Comissão Europeia. Ferreira, A. G. (2008), "O sentido da Educação Comparada: Uma compreensão sobre a construção de uma identidade", Educação, 31(2), pp. 124-138. Gorard, Stephen, e Emma Smith (2004), "An international comparison of equity in education systems", Comparative Education, 40(1), pp. 15-28. Green, Andy (1999), "Êxito educativo em sistemas centralizados e descentralizados", em Manuel Jacinto Sarmento (org.), Autonomia da Escola: Políticas e Práticas, Porto, Edições ASA, pp. 67-94. Howie, S., e T. Plomp (2005), "International comparative studies of education and large-scale change", em N. Bascia, A. Cumming, A. Datnow, K. Leithwood, International Handbook of Educational Policy, Dordrecht, Springer, pp. 75-100. Nóvoa, A.; J. Schriewer (eds.) (2000), A Difusão Mundial da Escola, Lisboa, Educa. OCDE (2008, 2013), Education at a Glance, Paris. OCDE (2013), What Students Know and Can Do: Student Performance in Mathematics, Reading and Science (Volume I), Paris. OCDE (2013), PISA 2012 Results: What Makes Schools Successful? Resources, Policies and Practices (Volume IV), Paris. OCDE (2015), Education Policy Outlook 2015: Making Reforms Happen, Paris (http://www.keepeek.com/Digital-Asset-Management/oecd/education/education-policy-outlook-2015_9789264225442-em page1). Osborn, M., P. Broadfoot, E. McNess, C. Planel, B. Ravn, e P. Triggs (2003), A World of Difference? Comparing Learners Across Europe, Glasgow, Open University Press. Saha, Lawrence (2001), "The Sociology of comparative education", em Jack Demaine (ed.), Sociology of Education Today, Londres, Palgrave.
|
|
|
|
|
|
1 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Sandra Mateus
Departamento de Sociologia
Objectivos
Nesta unidade curricular pretende-se cruzar duas áreas clássicas da sociologia - as migrações e a educação. A Unidade centra-se nos modos de integração das crianças e jovens descendentes de imigrantes na sociedade portuguesa, nomeadamente nos processos educativos, sendo dada atenção particular à educação escolar.
Programa
1.Introdução à unidade curricular 2.Migrações e dinâmicas identitárias 3.Descendentes de imigrantes na escola portuguesa: trajetos, contrastes e racismos 4.Aspirações, transições e mobilidade social 5.Respostas à diversidade sociocultural: políticas de educação multi/intercultural 6.Famílias imigrantes e educação 7.Modos de integração nas sociedades de acolhimento 8.Estilos de vida, produção cultural e formas de sociabilidade 9.Invertendo a perspetiva: luso-descendentes e educação 10.Balanço e orientações para trabalho final
Processo de Avaliação
A avaliação assenta na prestação de 2 trabalhos: a) leitura e apresentação oral de um livro/artigo relativo a um tema de uma sessão, realizada em grupo; correspondendo a 30% do total da classificação final. b) construção de um guião, realização e transcrição de uma entrevista a um jovem com origem imigrante, tendo por base as problemáticas e temas tratados na UC; entregue num documento com 5 a 7 páginas; corresponde a 70% do total da classificação final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Castro, N. F. (2017), "Do multiculturalismo ao interculturalismo. um novo modo de incorporação da diversidade cultural?", Revista Ambivalências, 5.9, pp. 10-35. Machado, F. L. (1994), "Luso-africanos em Portugal - nas margens da etnicidade", Sociologia, Problemas e Práticas, 16, pp. 111-134. Portes, A., W. Haller e P. Fernández-Kelly (2008), "Filhos de imigrantes nos Estados Unidos", Tempo Social, 20 (1), pp.13-50. Raposo, O. (2010), "'Tu és rapper, representa Arrentela, és red eyes gang': sociabilidades e estilos de vida de jovens do subúrbio de Lisboa", Sociologia, Problemas e Práticas, 64, pp. 127-147 Seabra, T. (2010), Adaptação e Adversidade: o desempenho escolar dos alunos de origem indiana e cabo-verdiana no ensino básico, Lisboa, ICS-UL. Seabra, T., Roldão, C., Mateus, S., & Albuquerque, A. (2016), Caminhos escolares de jovens africanos (PALOP) que acedem ao ensino superior, Lisboa, ACM.
Bibliografia Opcional
Casa-Nova, Maria José (2005), "(I)Migrantes, diversidades e desigualdades no sistema educativo português: balanço e perspectivas", Revista Ensaio, 13(47), 181-216. Casimiro, Elsa (2008), Percursos Escolares de Descendentes de Imigrantes de Origem Cabo-Verdiana em Lisboa e Roterdão, Lisboa, ACIDI. Cidra, Rui (2002), "'Ser Real': o rap na construção de identidades na Área Metropolitana de Lisboa", Ethnologia, 12-14, pp.189-222. Contador, António Concorda (2001), "A música e o processo de identificação dos jovens negros portugueses", Sociologia Problemas e Práticas, 36, pp.109-120. Cortesão, Luiza e Natércia Pacheco (1991), "O conceito de educação intercultural. Interculturalismo e realidade portuguesa", Inovação, 1, pp. 33-44. Crul, M. and J. Schneider (2009), The Second Generation in Europe: Education and the Transition to the Labour Market, London, OSI. Crul, M. and J. Schneider (2010), "Comparative integration context theory: participation and belonging in new diverse European cities", Ethnic and Racial Studies, 33(7), pp.1249-1268. Gans, H. (1992), "Second-Generation Decline: Scenarios for the Economic and Ethnic Futures of the Post-1965 American Immigrants," Ethnic and Racial Studies, 15(2), pp.173-192. Garreta, Jordi B. (2009), "Escuela Y familias inmigradas: relaciones complejas", Revista Complutense de Educación, vo. 20, nº2, pp. 275-291. Hortas, Maria João (2014), Educação e imigração: a integração dos alunos imigrantes nas escolas do ensino básico do centro histórico de Lisboa, Lisboa, ACIDI. Kasinitz, P., J. H. Mollenkopf, M. C. Waters, and J. Holdaway (2008), Inheriting the City: The Children of Immigrants Come of Age, Russell Sage Foundation and Harvard University Press. Machado, Fernando Luís e Ana Raquel Matias (2006), "Descendentes de Imigrantes nas Sociedades de Acolhimento: Linhas de Identificação Sociológica", CIES e-Working Paper (13/2006). Machado, Fernando Luís, Ana Raquel Matias e Sofia Fontes Leal (2005), "Desigualdades sociais e diferenças culturais: os resultados escolares dos filhos de imigrantes africanos", Análise Social (176), pp. 695-714. Marcon, Frank (2013), "O kuduro como expressão da juventude em Portugal: estilos de vida e processos de identificação", Sociedade e Estado, 28. Marques, Margarida M., Joana Lopes Martins, José Gabriel Pereira Bastos e Isabel Barreiros (2005), Jovens, Migrantes e a Sociedade da Informação e do Conhecimento. A Escola perante a Diversidade, Lisboa, ACIME. Mateus, Sandra (2013), 'As classificações classificam os classificadores?' Notas sobre os processos de categorização na construção de conhecimento sobre os descendentes de imigrantes, CIES e-Working Paper (144/2013). Mateus, Sandra (2014), Futuros convergentes? Processos, dinâmicas e perfis de construção das orientações escolares e profissionais de jovens descendentes de imigrantes em Portugal, Tese de Doutoramento, Lisboa, Instituto Universitário de Lisboa. OECD (2010), Closing the Gap for Immigrant Students: Policies, Practice and Performance, OECD Reviews of Migrant Education, Paris, OECD Publishing. OECD (2012), Untapped Skills: Realising the Potential of Immigrant Students, Paris, OECD Publishing. OECD (2015), Immigrant Students at School: Easing the Journey towards Integration, OECD Publishing, Paris. Padilla, Beatriz and Ortiz, Alejandra (2014), "Construção das identidades de jovens de origem imigrante em Europa: resultados dum projeto europeu", REMHU, Rev. Interdiscip. Mobil. Hum., vol.22, no.42, pp.133-158. Portes, Alejandro (1996), The New Second Generation, New York, Russell Sage Foundation. Portes, Alejandro e Min Zhou (1993), "The New Second Generation: Segmented Assimilation and Its Variants" Annals, 530, pp.74-96. Pratas, Maria Helena (2010), "Interculturality and intercultural education in Portugal: recente developments", Intercultural Education, 21 (4), pp. 317-327. Roldão, Cristina (2015), Fatores e Perfis de Sucesso Escolar "Inesperado": Trajetos de Contratendência de Jovens das Classes Populares e de Origem Africana, Tese de Doutoramento, Lisboa, Instituto Universitário de Lisboa. Rosales, Marta Vilar, Vanessa Cantinho de Jesus e Susana Parra (2009), Crescer Fora de Água? Expressividades, Posicionamentos e Negociações de Jovens de Origem Africana na Região Metropolitana de Lisboa, Lisboa, ACIDI. Santos, Irene (2004), Quem habita os alunos? A socialização de crianças de origem africana, Lisboa, Educa. Seabra, T. (2007), "Relações das famílias com a escolaridade e resultados escolares: comparando alunos de origem cabo-verdiana, de origem indiana e autóctones", em P. Silva (org.), Escolas, Famílias e Lares: Um caleidoscópio de olhares, Lisboa, Profedições. Seabra, Teresa (1999), Educação nas famílias: Etnicidade e Classes Sociais, Lisboa, Instituto de Inovação Educacional, Ministério da Educação. Seabra, Teresa, Sandra Mateus, Elisabete Rodrigues e Magda Nico (2011), Trajetos e Projetos de Jovens Descendentes de Imigrantes à Saída da Escolaridade Básica, Lisboa, Alto-Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, IP. Silva, M.C. Vieira e Carolina Gonçalves (2011), Diversidade linguística no sistema educativo português: necessidades e práticas pedagógicas no ensino básico e secundário, ACIDI/OI, 46. Suárez-Orozco, Carola, Marcelo Suárez-Orozco (2009), "Globalization, immigration, and schooling", em James A. Banks (org.), The Routledge International Companion to Multicultural Education, New York and London, Taylor & Francis Group, pp.62-76. Vala, Jorge (org.), Vítor Sérgio Ferreira, Marcus Eugêneo Lima e Diniz Lopes (2003), Simetrias e Identidades: Jovens Negros em Portugal, Colecção Estudos sobre a Juventude, nº 8, Oeiras, Celta/IPJ.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Estudo sociológico das migrações internacionais contemporâneas nos planos teórico, metodológico e empírico.
Programa
I Explicação e análise das migrações 01 Migrações: definições conceptuais e metodológicas 02 Constituição dos fluxos migratórios 03 Integração dos imigrantes
II Migrações internacionais contemporâneas 04 História das migrações internacionais 05 Padrões das migrações internacionais 06 Impactos das migrações internacionais
III Migrações internacionais de e para Portugal 07 Emigração de Portugal antes de 1974 08 Imigração em Portugal após 1974 09 Imigrantes em Portugal após 1974 10 Emigração de Portugal após 1974
Processo de Avaliação
A avaliação periódica consta de dois ensaios individuais e de uma apresentação em aula. O primeiro ensaio incide sobre a parte I do programa e o segundo sobre a parte II ou III do programa. A apresentação em aula incide sobre a parte do programa não tratada nos ensaios. Alternativamente, ou em caso de insucesso na avaliação periódica, o aluno realiza um exame final de três horas, correspondente ao mesmo nível de conhecimentos e competências em causa na avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
* Livros Castles, Stephen, Hein de Haas e Mark J. Miller (2013), The Age of Migration. International Population Movements in the Modern World, 5.ª ed., Nova Iorque, Palgrave-Macmillan. Goldin, Ian, Geoffrey Cameron e Meera Blarajan (2011), Exceptional People. How Migration Shaped Our World and Will Define Our Future, Princeton, Princeton University Press. Pires, Rui Pena (2003), Migrações e Integração. Teoria e Aplicações à Sociedade Portuguesa, Oeiras, Celta.
* Atlas King, Russel, e outros (2010), The Atlas of Human Migration. Global Patterns of People on the Move, Londres, Earthscan. Pires, Rui Pena, Fernando Luís Machado, João Peixoto e Maria João Vaz (2010), Portugal. Atlas das Migrações Internacionais, Lisboa, Tinta-da-china. Wenden, Catherine Wihtol de (2012), Atlas Mondial des Migrations. Un Équilibre Mondial à Inventer, Paris, Autrement.
Bibliografia Opcional
* Referências bibliográficas: aulas teóricas Alba, Richard, e Victor Nee (2003), "Assimilation theory, old and new", em Richard Alba e Victor Nee (2003), Remaking the American Mainstream. Assimilation and Contemporary Immigration, Cambridge, Mass., Harvard University Press, pp. 17-66. Castles, Stephen, e Mark J. Miller (2009), The Age of Migration. International Population Movements in the Modern World, 4.ª ed., Nova Iorque, Palgrave-Macmillan, pp. 50-180. Cornelius, Wayne A., e Takeyouki Tsuda (2004), "Controlling immigration: the limits of government intervention", em Wayne A. Cornelius e outros (orgs.) (2004), Controlling Immigration. A Global Perspective, 2.ª ed., Stanford, Cal., Stanford University Press, pp. 3-48. Fonseca, Lucinda (2007), "Inserção territorial: urbanismo, desenvolvimento regional e políticas locais de atracção", em António Vitorino (org.) (2007), Imigração. Oportunidade ou Ameaça?, Cascais, Principia / Fundação Calouste Gulbenkian, pp. 105-150. Goldin, Ian, Geoffrey Cameron e Meera Blarajan (2011), Exceptional People. How Migration Shaped Our World and Will Define Our Future, Princeton, Princeton University Press, pp. 97-120 e 162-210. Joppke, Christian (2010), "The concept of citizenship", em Christian Joppke (2010), Citizenship and Immigration, Cambridge, Polity, pp. 1-33. Kelly, Paul (2002), "Introduction: between culture and equality", em Paul Kelly (org.) (2002), Multiculturalism Reconsidered, Cambridge, Polity, pp. 1-17. King, Russel, e outros (2010), The Atlas of Human Migration. Global Patterns of People on the Move, Londres, Earthscan. Lemaitre, Georges (2005), The Comparability of International Migration Statistics. Problems and Prospects, OCDE, Statistics Brief, 9/2005 [http://www.oecd.org/dataoecd/60/44/36064929.pdf]. Machado, Fernando Luís (2007), "Jovens como os outros? Processos e cenários de integração dos filhos de imigrantes africanos em Portugal", em António Vitorino (org.) (2007), Imigração. Oportunidade ou Ameaça?, Cascais, Principia / Fundação Calouste Gulbenkian, pp. 169-198. Massey, Douglas S., e outros (1993), "Theories of international migration: a review and appraisal", Population and Development Review, 19 (3), pp. 431-466 [http://cis.uchicago.edu/outreach/summerinstitute/2011/documents/sti2011-parks-theories_of_international_migration.pdf]. Peixoto, João (2000), "A emigração", em Francisco Bethencourt e Kirti Chaudhuri (orgs.) (2000), História da Expansão Portuguesa, vol. 5: Último Império e Recentramento (1930-1998), Lisboa, Temas e Debates, pp. 152-181. Peixoto, João (2008), "Imigração e mercado de trabalho em Portugal: investigação e tendências recentes", Migrações, 2, pp. 19-46 [http://www.oi.acidi.gov.pt/modules.php?name=Content&pa=showpage&pid=83]. Pires, Rui Pena (2003), Migrações e Integração. Teoria e Aplicações à Sociedade Portuguesa, Oeiras, Celta, pp. 57-289. Pires, Rui Pena, Cláudia Pereira, Joana Azevedo e Ana Cristina Ribeiro (2014), Emigração Portuguesa. Relatório Estatístico 2014, Lisboa, Observatório da Emigração e Rede Migra, Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), CIES-IUL, e DGACCP [http://www.observatorioemigracao.pt/np4/1207]. Pires, Rui Pena, Fernando Luís Machado, João Peixoto e Maria João Vaz (2010), Portugal: Atlas das Migrações Internacionais, Lisboa, Tinta-da-china. United Nations, Department of Economic and Social Affairs (1998), Recommendations on Statistics of International Migration. Revision 1, Statistical Papers Series M, n.º 58, Rev. 1, Nova Iorque, United Nations, Department of Economic and Social Affairs, Statistics Division [http://unstats.un.org/unsd/publication/SeriesM/SeriesM_58rev1e.pdf]. Wenden, Catherine Wihtol de (2009), Atlas Mondial des Migrations, Paris, Autrement. Zolberg, Aristide R. (1983), "The formation of new states as a refugee-generating process", The Annals of the American Academy of Political and Social Science, 467 (1), pp. 24-38 [http://ann.sagepub.com/content/467/1/24].
* Documentos: aulas práticas Almeida, José Carlos Pina (2007), "Citizens of the world: migration and citizenship of the Portuguese in the UK", Portuguese Studies, 23 (2), pp. 208-229. Baldwin-Edwards, Martin (2011), Labour Immigration, Labour Markets and Demographics in the GCC Countries. National Patterns and Trends, Londres, London School of Economics and Political Science [http://www2.lse.ac.uk/government/research/resgroups/kuwait/research/papers/labourimmigration.aspx]. Barbosa, Rosana (2003), "Um panorama histórico da imigração portuguesa para o Brasil", Arquipélago. História, 2.ª série, 7, pp. 173-196 [https://repositorio.uac.pt/handle/10400.3/387]. Ghosh, Bimal (2006), Migrants' Remittances and Development. Myths, Rhetoric and Realities, Genebra, International Organization for Migration [http://publications.iom.int/bookstore/free/sampleMigrants_Remittances.pdf]. Glynn, Irial (2011), "Emigration across the Atlantic: Irish, Italians and Swedes compared, 1800-1950", em European History Online (EGO), Institute of European History (IEG), Mainz 2011-06-06 [http://www.ieg-ego.eu/glynni-2011-en URN: urn:nbn:de:0159-20110201190]. Pinho, Filipa (2014), "A emigração brasileira para Portugal", em Filipa Pinho (2014), Transformações na Emigração Brasileira para Portugal. De Profissionais a Trabalhadores, Lisboa, Alto-Comissariado para as Migrações, pp. 150-221. [http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Colec_Teses/Tese44.pdf]. Rosa, Maria João Valente, Hugo de Seabra e Tiago Santos (2003), Contributos dos "Imigrantes" na Demografia Portuguesa. O Papel das Populações de Nacionalidade Estrangeira, Lisboa, Alto-Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas (ACIME) [http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Estudos_OI/Estudos%20OI%204.pdf].
* Sítios Web: aulas práticas Alto-Comissariado para as Migrações (ACM), Observatório das Migrações [http://www.oi.acidi.gov.pt/]. Migration Policy Institute, MPI Data Hub [http://www.migrationinformation.org/datahub/index.cfm]. Observatório da Emigração [http://www.observatorioemigracao.secomunidades.pt]. Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Relatórios de Imigração [http://sefstat.sef.pt/relatorios.aspx]. The World Bank, Migration and Remittances [http://web.worldbank.org/WBSITE/EXTERNAL/TOPICS/0,,contentMDK:21924020~pagePK:5105988~piPK:360975~theSitePK:214971,00.html]. United Nations, Department of Economic and Social Affairs, Migrants by Destination and Origin, online database POP/DB/MIG/Stock/Rev.2012 [http://esa.un.org/MigOrigin/].
* Complementar: manuais, obras de introdução (livros) Blanco, Cristina (2000), Las Migraciones Contemporáneas, Madrid, Alianza. Koser, Khalid (2007), International Migration. A Very Short Introduction, Oxford, Oxford University Press. Lewis, G. (1982), Human Migration. A Geographical Perspective, Nova Iorque, St. Martin's Press. Rea, Andrea, e Maryse Tripier (2003), Sociologie de l'Immigration, Paris, La Découverte.
* Complementar: teorias e temáticas (livros) Alba, Richard, e Victor Nee (2003), Remaking the American Mainstream. Assimilation and Contemporary Immigration, Cambridge, Mass., Harvard University Press. Aleinikoff, T. Alexander, e Douglas Klusmeyer (orgs.) (2001), Citizenship Today. Global Perspectives and Practices, Washington D.C., Carnegie Endowment for International Peace. Barry, Brian (2001), Culture and Equality, Cambridge, Polity. Boswell, Christina, e Andrew Geddes (2011), Migration and Mobility in the European Union, Basingstoke, Palgrave-Macmillan. Brettell, Caroline B., e James F. Hollifield (orgs.) (2008), Migration Theory. Talking Across Disciplines, 2.ª ed., Nova Iorque, Routledge. Brubaker, Rogers (1992), Citizenship and Nationhood in France and Germany, Cambridge, Mass., Harvard University Press. Castles, Stephen (2000), Citizenship and Migration. Globalization and the Politics of Belonging, Basingstoke, Palgrave-Macmillan. Chavez, Leo R. (2001), Covering Immigration. Popular Images and the Politics of the Nation, Berkeley, University of California Press. Cornelius, Wayne A., e outros (orgs.) (2004), Controlling Immigration. A Global Perspective, 2.ª ed., Stanford, Cal., Stanford University Press. Faist, Thomas (2000), The Volume and Dynamics of International Migration and Transnational Social Spaces, Oxford, Oxford University Press. Faist, Thomas, Margit Fauser e Eveline Reisenauer (2013), Transnational Migration, Cambridge, Polity Press. Favell, Adrian (1998), Philosophies of Integration. Immigration and the Idea of Citizenship in France and Britain, Londres, Macmillan. Favell, Adrian (2008), Eurostars and Eurocities. Free Movement and Mobility in an Integrating Europe, Oxford, Blackwell. Héran, François (2007), Le Temps des Immigrés. Essai sur le Destin de la Population Française, Paris, Seuil / La République des Idées. Joppke, Christian (2010), Citizenship and Immigration, Cambridge, Polity. Kelly, Paul (org.) (2002), Multiculturalism Reconsidered, Cambridge, Polity. King, Russell, Tony Warnes e Allan Williams (2000), Sunset Lives. British Retirement Migration to the Mediterranean, Oxford, Berg. Manning, Patrick (2005), Migration and World History, Nova Iorque, Routledge. Mármora, Lelio (2002), Las Políticas de Migraciones Internacionales, Buenos Aires, Paidós. Massey, Douglas S., e outros (1998), Worlds in Motion. Understanding International Migration at the End of the Millennium, Oxford, Oxford University Press. Massey, Douglas S., Jorge Durand e Nolan J. Malone (2002), Beyond Smoke and Mirrors. Mexican Immigration in an Age of Economic Integration, Nova Iorque, Russell Sage Foundation. Morawska, Ewa (2009), A Sociology of Immigration. (Re)making Multifaceted America, Nova Iorque, Palgrave Macmillan. Piore, M. (1979), Birds of Passage. Migrant Workers and Industrial Society, Nova Iorque, Cambridge University Press. Portes, Alejandro (1999), Migrações Internacionais. Origens, Tipos e Modos de Incorporação, Oeiras, Celta. Portes, Alejandro, e Rúben G. Rumbaut (2001), Legacies. The Story of the Imigrant Second Generation, Berkeley, University of California Press. Portes, Alejandro, e Rúben G. Rumbaut (2006), Immigrant America. A Portrait, 3.ª ed., Berkeley, University of California Press. Recchi, Ettore, e Adrian Favell (orgs.) (2009), Pioneers of European Integration. Citizenship and Mobility in the EU, Cheltenham, Edward Elgar Publishing. Sassen, Saskia (2000), Guests and Aliens, Nova Iorque, New Press. Sayad, Abdelmalek (1999), La Double Absence. Des Illusions de l'Émigré aux Soufftances de l'Immigré, Paris, Seuil. Scheffer, Paul (2007, 2011), Immigrant Nations, Cambridge, Polity. Vermeulen, Hans (2001), Imigração, Integração e a Dimensão Política da Cultura, Lisboa, Colibri. Vertovec, Steven (2009), Transnationalism, Londres, Routledge. Vertovec, Steven (org.) (2009), Migration, vols. I-V, Londres, Routledge. Waldinger, Roger, e Michael I. Lichter (2003), How the Other Half Works. Immigration and the Social Organization of Labor, Berkeley, University of California Press. Wenden, Catherine Wihtol de Wenden (2010), La Question Migratoire au XXI Siècle. Migrants, Refugiés et Relations Internationales, Paris, Presses de Sciences Po.
* Complementar: a emigração de Portugal (livros) Almeida, Carlos, e António Barreto (1976), Capitalismo e Emigração em Portugal, Lisboa, Prelo Editora. Arroteia, Jorge Carvalho (1983), A Emigração Portuguesa. Suas Origens e Distribuição, Lisboa, Instituto de Cultura e Língua Portuguesa e Ministério da Educação. Baganha, Maria Ioannis (1990), Portuguese Emigration to the United States, 1820-1930, Nova Iorque, Garland Publishing Inc. Baganha, Maria Ioannis, João Ferrão e Jorge Malheiros (2002), Os Movimentos Migratórios Externos e a Sua Incidência no Mercado de Trabalho em Portugal, Lisboa, Observatório do Emprego e Formação Profissional. Castelo, Cláudia (2007), Passagens para África. O Povoamento de Angola e Moçambique com Naturais da Metrópole, Porto, Edições Afrontamento. Malamud, Andrés, e Helena Carreiras (orgs.) (2010), Do Fado ao Tango. Os Portugueses na Região Platina, Lisboa, Mundos Sociais. Marques, José Carlos Laranjo (2008), Os Portugueses na Suíça. Migrantes Europeus, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais. Miranda, Sacuntala (1999), A Emigração Portuguesa e o Atlântico, 1870-1930, Lisboa, Salamandra. Monteiro, Paulo Filipe (1985), Terra que já foi Terra. Análise Sociológica de Nove Lugares da Serra da Lousã, Lisboa, Salamandra. Monteiro, Paulo Filipe (1994), Emigração. O Eterno Mito do Retorno, Oeiras, Celta. Nizza da Silva, Maria Beatriz, Maria Ioannis Baganha, Maria José Maranhão e Míriam Halpern Pereira (orgs.), Emigração/imigração em Portugal. Actas do Colóquio Internacional sobre Emigração e Imigração em Portugal (séculos XIX e XX), Lisboa, Fragmentos Pereira, Miriam Halpern (1981), A Política Portuguesa de Imigração, 1850-1930, Lisboa, A Regra do Jogo. Serrão, Joel (1982), A Emigração Portuguesa. Sondagem Histórica, Lisboa, Livros Horizonte. Sousa, Fernando de, e Ismênia Martins (orgs.) (2007), A Emigração Portuguesa para o Brasil, Porto, Afrontamento e CEPESE. Vicente, António Luís (1998), Os Portugueses nos Estados Unidos da América. Política de Comunidades e Comunidade Política, Lisboa, Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento [http://www.flad.pt/?no=4020001].
* Complementar: a imigração em Portugal (livros) Albuquerque, Rosana, Lígia Évora Ferreira e Telma Viegas (2000), O Fenómeno Associativo em Contexto Migratório, Oeiras, Celta. Baganha, Maria Ioannis, e José Carlos Marques (2001), Imigração e Política. O Caso Português, Lisboa, Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento [http://www.flad.pt/?no=4020001]. Baganha, Maria Ioannis, João Ferrão e Jorge Malheiros (2002), Os Movimentos Migratórios Externos e a Sua Incidência no Mercado de Trabalho em Portugal, Lisboa, Observatório do Emprego e Formação Profissional. Baganha, Maria Ioannis, José Carlos Marques e Pedro Góis (orgs.) (2010), Imigração Ucraniana em Portugal e no Sul da Europa. A Emergência de Uma ou Várias Comunidades, Lisboa, ACIDI, Observatório da Imigração [http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Coleccao_Comunidades/Estudo_Comun_3.pdf]. Cádima, Rui, e Alexandra Figueiredo (2003), Representações (Imagens) dos Imigrantes e das Minorias Étnicas nos Média, Lisboa, ACIME, Observatório da Imigração [http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/pdf/Estudo%20Obercom.pdf]. Canotilho, José Joaquim Gomes (2000), Direitos Humanos, Estrangeiros, Comunidades Migrantes e Minorias, Oeiras, Celta. Esteves, Maria do Céu (coord.) e outros (1991), Portugal, País de Imigração, Lisboa, Instituto de Estudos para o Desenvolvimento. Fonseca, Graça (2010), Percursos Estrangeiros no Sistema de Justiça Penal, Lisboa, ACIDI, Observatório da Imigração [http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Estudos_OI/OI_43.pdf]. Fonseca, Maria Lucinda, e Sandra Silva (2010), Saúde e Imigração. Utentes e Serviços na área de influência do Centro de Saúde da Graça, Lisboa, ACIDI, Observatório da Imigração [http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Estudos_OI/OI_40.pdf]. Góis, Pedro (org.) (2008), Comunidade(s) Cabo-verdiana(s). As Múltiplas Faces da Imigração Cabo-Verdiana, Lisboa, ACIDI, Observatório da Imigração [http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Coleccao_Comunidades/2_comunidades_cabo_verdianas.pdf]. Machado, Fernando Luís (2002), Contrastes e Continuidades. Migração, Etnicidade e Integração dos Guineenses em Portugal, Oeiras, Celta. Machado, Fernando Luís, e Cristina Roldão (2010), Imigrantes Idosos. Uma Nova Face da Imigração em Portugal, Lisboa, ACIDI, Observatório da Imigração [http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Estudos_OI/OI_39_actualizado.pdf]. Malheiros, Jorge (1996), Imigrantes na Região de Lisboa. Os Anos da Mudança. Imigração e Processo de Integração das Comunidades de Origem Indiana na Área Metropolitana de Lisboa, Lisboa, Edições Colibri. Malheiros, Jorge (org.) (2007), Imigração Brasileira em Portugal, Lisboa, ACIDI, Observatório da Imigração [http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Col_Comunidades/1_ImigrBrasileira.pdf]. Marques, Maria Margarida, e Joana Lopes Martins (com José Gabriel Pereira Bastos e Isabel Barreiros) (2005), Jovens, Migrantes e a Sociedade da Informação e do Conhecimento. A Escola Perante a Diversidade, Lisboa, ACIME, Observatório da Imigração [http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Estudos%20OI/Estudo_OI_16.pdf]. Oliveira, Catarina Reis de (2004), Estratégias Empresariais de Imigrantes em Portugal, Lisboa, ACIME, Observatório da Imigração [http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Estudos%20OI/Estrategias_Empresariais.pdf]. Oliveira, Catarina Reis, e Natália Gomes (2014), Monitorizar a Integração de Imigrantes em Portugal, Lisboa, Alto-Comissariado para as Migrações [http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Col_ImigNumeros/RelatorioDecenalImigracaoNumeros2014web.pdf]. Peixoto, João (1999), A Mobilidade Internacional dos Quadros. Migrações Internacionais, Quadros e Empresas Transnacionais em Portugal, Oeiras, Celta. Peixoto, João, e Juliana Iorio (2011), Crise, Imigração e Mercado de Trabalho em Portugal. Retorno, Regulação ou Resistência?, Cascais, Principia / Fundação Calouste Gulbenkian. Pinho, Filipa (2014), Transformações na Emigração Brasileira para Portugal. De Profissionais a Trabalhadores, Lisboa, Alto-Comissariado para as Migrações [http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Colec_Teses/Tese44.pdf]. Rocha-Trindade, Maria Beatriz (org.) (2009), Migrações. Permanências e Diversidades, Porto, Afrontamento. Rosa, Maria João Valente, Hugo Seabra e Tiago Santos (2004), Contributos dos Imigrantes na Demografia Portuguesa. O Papel das Populações de Nacionalidade Estrangeira, Lisboa, ACIME, Observatório da Imigração [http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Estudos_OI/Estudos%20OI%204.pdf]. Saint-Maurice, Ana de (1997), Identidades Reconstruídas. Cabo-Verdianos em Portugal, Oeiras, Celta. Seabra, Teresa, Sandra Mateus, Elisabete Rodrigues e Magda Nico (2011), Trajetos e Projetos de Jovens Descendentes de Imigrantes à Saída da Escolaridade Básica, Lisboa, ACIDI, Observatório da Imigração [http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Estudos_OI/Estudo47_WEB.pdf]. Vilaça, Helena (2008), Imigração, Etnicidade e Religião. O Papel das Comunidades Religiosas na Integração dos Imigrantes da Europa de Leste, Lisboa, ACIDI, Observatório da Imigração [http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Estudos_OI/OI_30.pdf]. Vitorino, António (org.) (2007), Imigração. Oportunidade ou Ameaça? Cascais, Principia / Fundação Calouste Gulbenkian.
* Complementar: documentos Candeias, Pedro, Pedro Góis, José Carlos Marques e João Peixoto (2014), Emigração Portuguesa. Bibliografia Comentada (1980-2013), Lisboa, Socius, Socius Working Papers, 01/2014 [http://pascal.iseg.ulisboa.pt/~socius/publicacoes/wp/WP01.2014.pdf]. European Union Agency for Fundamental Rights e European Court of Human Rights (2014), Handbook on European Law Relating to Asylum, Borders and Immigration, 2.ª ed., Luxembourg, Publications Office of the European Union [http://fra.europa.eu/en/publication/2013/handbook-european-law-relating-asylum-borders-and-immigration]. International Organization for Migration (IOM) (2013), World Migration Report 2013. Communicating Effectively about Migration, Genebra, IOM [http://publications.iom.int/bookstore/index.php?main_page=product_info&cPath=37&products_id=1017&zenid=52ak053vlmfn1bh654mqhuavb0]. Machado, Fernando Luís, e Ana Raquel Matias (2006), Bibliografia sobre Imigração e Minorias Étnicas em Portugal (2000-2006), Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian [http://www.cies.iscte.pt/destaques/documents/BIB-FCG.pdf]. Observatório da Emigração (2014), Portuguese Emigration Factbook 2014, Lisboa, Observatório da Emigração, CIES-IUL, ISCTE-IUL [http://www.observatorioemigracao.pt/np4/4280.html] [DOI: 10.15847/CIESOEMFB2014]. Observatório das Migrações (2015), Imigração em Números. Estatísticas de Bolso, Lisboa, Alto-Comissariado para as Migrações [http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Col_ImigNumeros/Estatisticas_de_Bolso.pdf]. Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD) (2015), International Migration Outlook 2015, Paris, OECD [http://www.oecd.org/migration/international-migration-outlook-1999124x.htm]. Özden, Çaglar, e Maurice Schiff (orgs.) (2006), International Migration, Remittances, and the Brain Drain, Washington DC e Houndmills, The World Bank e Palgrave Macmillan [https://openknowledge.worldbank.org/bitstream/handle/10986/6929/339880rev.pdf?sequence=1]. Ratha, Dilip (org.) (2011), Leveraging Migration for Africa. Remittances, Skills, and Investments, Washington DC, The World Bank [http://go.worldbank.org/V6Y4QOL7A0]. Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) (2015), Relatório de Imigração, Fronteiras e Asilo 2014, Lisboa, SEF [http://sefstat.sef.pt/Docs/Rifa_2014.pdf]. United Nations, Department of Economic and Social Affairs (2004), World Economic and Social Survey 2004. International Migration, Nova Iorque, United Nations [http://www.un.org/en/development/desa/policy/wess/wess_archive/2004wess_part2_eng.pdf]. United Nations High Commissioner for Refugees (UNHCR) (2015), Global Trends 2014, Genebra, United Nations High Commissioner for Refugees [http://www.unhcr.org/556725e69.html]. United Nations High Commissioner for Refugees (UNHCR) (2014), Statistical Yearbook 2013, Genebra, United Nations High Commissioner for Refugees [http://www.unhcr.org/54cf9bd69.html]. World Bank (2006), Global Prospects 2006. Economic Implications of Remittances and Migration, Washington DC, The World Bank [http://econ.worldbank.org/external/default/main?pagePK=64165259&theSitePK=469372&piPK=64165421&menuPK=64166322&entityID=000112742_20051114174928]. World Bank (2006), Migration and Remittances Factbook 2011, 2.ª ed., Washington DC, The World Bank [http://siteresources.worldbank.org/INTLAC/Resources/Factbook2011-Ebook.pdf].
* Complementar: sítios Web Age of Migration Weblinks [http://www.age-of-migration.com/resources/weblinks.html]. Alto-Comissariado para as Migrações (ACM) [http://www.acm.gov.pt/inicio]. Comissão Económica Para a América Latina das Nações Unidas (CEPAL), Investigación de la Migración Internacional en Latinoamérica (IMILA) [http://www.cepal.org/migracion/imila/]. European Migration Network [http://emn.intrasoft-intl.com]. International Organization for Migration (IOM) [http://www.iom.int]. Migrant Integration Policy Index (MIPEX) [http://www.mipex.eu/]. Migration Policy Group (MPG) [http://www.migpolgroup.com/]. Migration Policy Institute (MPI) [http://www.migrationpolicy.org/]. Observatório da Emigração [http://www.observatorioemigracao.pt]. Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD), International Migration [http://www.oecd.org/migration/]. Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) [http://www.sef.pt]. The World Bank, Migration and Remittances [http://go.worldbank.org/0IK1E5K7U0]. United Nations High Commissioner for Refugees (UNHCR) [http://www.unhcr.org/cgi-bin/texis/vtx/home]. United Nations, Department of Economic and Social Affairs, International Migration [http://www.un.org/esa/population/migration/].
|
|
|
|
|
|
1 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Tiago Correia
Departamento de Sociologia
Objectivos
O objectivo desta UC consiste em aprofundar uma visão ampla e integradora sobre a emergência, consolidação e disseminação das políticas de saúde enquanto parte dos mais fundamentais direitos sociais nas sociedades. Fundamentalmente importa perceber o resultado das políticas de saúde como resultado de tensões e intersecções entre a acção dos Estados, dos mercados, dos profissionais e dos utentes.
Programa
CP1. Emergência e consolidação das políticas de saúde 1.1. Delimitação do campo das políticas de saúde 1.2. Da governamentabilidade dos corpos à medicalização da sociedade 1.3. A construção da saúde enquanto direito social
CP2. Sistemas de saúde comparados 2.1. Modelos de governança na saúde 2.2. Sistemas de financiamento e prestação de cuidados 2.3. As relações público-privadas na saúde 2.4. A Nova Gestão Pública e os sistemas de saúde
CP3. Estado, organizações e profissões e utentes 3.1. A auto e hetero regulação das profissões de saúde 3.2. As organizações de saúde entre a regulação estatal e profissional 3.3. Efectividade das políticas de saúde e racionalidade leiga
CP4. Políticas de saúde, democracia e cidadania 4.1. Actores, mecanismos e dinâmicas de participação em saúde 4.2. Movimentos sociais e terceiro sector 4.3. Políticas de saúde e Migrações
CP5. Aspectos metodológicos na análise comparada das políticas de saúde
Processo de Avaliação
Da avaliação consta: a) Participação nos seminários supondo leitura cuidadosa da bibliografia de trabalho (10%) ; b) Exposição de grupo em aula (30%) de uma das referências a indicar, de acordo com calendário previamente definido; c) Elaboração de um ensaio individual não superior a 20000 caracteres (60%) obrigatoriamente sobre um dos quatro pontos programáticos.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Béland,F.et al(2008),Le Privé dans la Santé:Les discours et les faits,Montréal:Les Presses de l'Université de Montréal Bourgeault,I.;Dingwall,R.& De Vries,R.(Eds.)(2010),The Sage handbook of qualitative methods on health research.Los Angeles:Sage Carapinheiro,G;Serra,H;Correia,T(2013),"Estado,Medicina e Políticas em Portugal:fluxos e refluxos de poder",In F.Alves,L.F.Silva,B.Fontes e M.Luz(ors.),Saúde e Sociedade,Lisboa:Lidel Correia,T.(2012),Medicina:O agir numa saúde em Mudança,Lisboa:Mundos Sociais Foucault,M(1979),'La politique de santé au XVIIIe siècle'.In M.Foucault,et al,(orgs.),Les Machines à Guérir.Aux origines de l'hôpital moderne,Bruxelles:Mardaga,pp.13 - 27 Kuhlmann,E.and Saks,M.(eds.),Rethinking professional governance,Bristol:The Policy Press Moran,M.Rein,M.and Goodin,R.E.(eds.),The Oxford Handbook of Public Policy.Oxford:Oxford University Press Newman,J.(2001),Modernising Governance:New Labour,Policy and Society,London:SAGE
Bibliografia Opcional
Barros, PP (2010), "As parcerias público-privadas na saúde em Portugal", em J. Simões (coord.), 30 Anos do Serviço Nacional de Saúde. Um Percurso Comentado, Coimbra, Almedina, pp. 519 560. Borowitz, M; et al (2010), 'OECD Health Policy Studies - Value for Money in Health Spending', in OECD Health Ministerial Meeting, Paris: OECD, 7-8 October. Brown,T.M.,Cueto,M.,& Fee,E.(2005),"The World Health Organization and the transition from 'international' to 'global' public health." American Journal of Public Health;96(1),62-72 Burau, V. (2012). Transforming health policy and services: Challenges for comparative research. Current Sociology, 60(4), 569-578. Burke, M; Stevenson, H. Michael (1998), 'Fiscal Crisis and Restructuring in Medicare: the politics of health in Canada', in David Coburn, Carl D'Arcy and George Torrance (eds.), Health and Canadian Society: sociological perspectives, Toronto: University of Toronto Press, pp. 597 - 618. Campos, AC (2008), Reformas da Saúde. O Fio Condutor, Coimbra, Almedina. Carapinheiro, G and Pinto, M (1987), "Políticas de saúde num país em mudança: Portugal nos anos 70 e 80", Sociologia, Problemas e Práticas, 3, pp. 73-109. Carapinheiro, G. & Page, P. (2001), "As Determinantes globais do sistema de saúde português", P. Hespanha e G. Carapinheiro (orgs.), Risco Social e Incerteza: pode o Estado Social recuar mais?, Porto: Edições Afrontamento, pp. 81-122. Carapinheiro, G. (2006), "A saúde enquanto matéria política", em Graça Carapinheiro (org.), Sociologia da Saúde. Estudos e Perspectivas, Coimbra, Pé de Página Editores, pp. 137 164. Carvalho, MT (2005), Nova Gestão Pública e Reformas da Saúde. O Profissionalismo Numa Encruzilhada, Aveiro, Universidade de Aveiro, tese de doutoramento. Coe, R. (1984), Sociologia de la Medicina, Madrid: Alianza Universidad Collyer, F. and White, K. (2011), 'Introduction: The privatisation of Medicare and the National Health Service, and the global marketisation of healthcare systems', Health Sociology Review, 20(3): 238- 244. Colombo, F. and Tapay, N. (2004), 'Private Health Insurance in OECD Countries: The Benefits and Costs for Individuals and Health Systems', OECD Health Working Papers (15). Paris: OECD. Conrad, P. (1992), "Medicalization and Social Control", Annual Review of Sociology, 18: 209- 232. Cornwall,A.and Gaventa,J.(2001).'From users and choosers to makers and shapers:Repositioning participation in social policy',IDS Working Paper 127,Brighton/Sussex:IDS Côrtes, S; Carapinheiro, G (2013) Reformas de sistemas de saúde em contextos de reformas do Estado: os casos de Brasil e Portugal, In In F. Alves, L.F. Silva, B. Fontes e M. Luz (ors.), Saúde e Sociedade, Lisboa: Lidel. Côrtes, SV (org.) (2009), Participação e Saúde no Brasil, Rio de Janeiro: Fiocruz. Correia, T. (2012), "Debating the Comprehensive basis of western healthcare systems in the light of neoliberalism", CIES e-Working Paper, 124/2012, 15 pp. Currie, G; Dingwall, R; Kitchner, M; Waring, J (2012) 'Let's dance: Organization studies, medical sociology and health policy', Social Science & Medicine, 74, 273-280 Dent, M., Fallon, C., Wendt, C., Vuori, J., Puhor, M., de Pietro, C., Silva, S. (2011) Medicine and user involvement within European healthcare: a typology for European comparative research, The International Journal of Clinical Practice,65 (12), pp.1218-1220 Esping-Andersen, C (1990), The Three Worlds of Welfare Capitalism, Cambridge, Polity Press. Esping-Andersen, C (1996), Welfare States in Transition. National Adaptations in Global Economies, Londres, Thousand Oaks e Nova Deli, Sage Publications. Exworthy, M; Halford, S. (orgs.)(1999), Professionals and the New Managerialism in the Public Sector, Buckingham, Open University Press. Ferrera, M (2000), "A reconstrução do Estado social na Europa meridional", Análise Social, XXXIV (151 152), pp. 457 475. Frankisch, C.J., Kwan, B., Ratner, P.A., Wharf Higgins, J. and Larsen, C. (2002). 'Challenges of citizen participation in regional health authorities', Social Science & Medicine, 54: 1471-1480. Gaventa, J. (2004). 'Towards participatory governance: Assessing the transformative possibilities'. In S. Hickey and G. Mohan (eds.) From tyranny to transformation, London: Zed Books. Janoski, Y., et al (2005), The Handbook of Political Sociology: States, civil societies and globalization. Cambridge: Cambridge University Press. Jespersen, PK (2008), "Changing professional autonomy? Quality development in hospitals and the medical professions in Denmark and Norway", comunicação apresentada no 24th EGOS Colloquium, 10-12 de julho, Amesterdão, Universiteit van Amsterdam. Kirkpatrick, I, et al. (2007), "Professional strategies and the New Public Management in healthcare: comparing Denmark and the UK", comunicação apresentada na Critical Management Studies Conference, 11 13 de julho, Manchester, Manchester University. Light, D.W. (2010). Health-care professions, markets and countervailing powers. In C.E. Bird, P. Conrad, A.M. Fremont, & S. Timmermans (Eds.), Handbook of medical sociology, sixth edition (pp. 270-289). Nashville: Vanderbuilt University Press. Lister,R.(2001),"Towards a citizens' welfare state:the 3 + 2 R's of welfare reform",Theory,Culture and Society,18(2-3),pp.91-111 Lopes, N (2006), "Tecnologias da saúde e novas dinâmicas de profissionalização", em Graça Carapinheiro (org.), Sociologia da Saúde. Estudos e Perspectivas, Coimbra, Pé de Página Editores, pp. 107 134. Marmor, T. and Wendt, C. (2012) Conceptual frameworks for comparing healthcare politics and policy, Health Policy, http://dx.doi.org/10.1016/j.healthpol.2012.06.003 Martinussen, PE; Magnussen, J (2011) 'Resisting market-inspired reform in healthcare: The role of professional subcultures in medicine', Social Science & Medicine, 73 (2), 193-200. Mishra,Ramesh(1995),O Estado-Providência na Sociedade Capitalista.Estudo Comparativo das Políticas Públicas na Europa,América do Norte e Austrália,Oeiras,Celta Editora Mozzicafreddo, J. (2002), Estado-Providência e Cidadania em Portugal, Oeiras, Celta. Nye, RA. (2003), "The Evolution of the Concept of Medicalization in the Late Twentieth Century", Journal of the History of the Behavioral Sciences, 39, 115-129 Palley, H; Pomey, M-P; Forest, P-G (2011), 'Examining Private and Public Provision in Canada's Provincial Healthcare systems: comparing Ontario and Quebec', International Political Science Review, XX(X), pp. 1-16. Plochg, T., Klazinga, N., & Starfield, B. (2009). Transforming medical professionalism to fit changing health needs. BMC Medicine, 7: 64. Pollitt, C (1990), Managerialism and the Public Services, Oxford, Blackwell Publishers. Rice, T.; Matsuoka, K.Y. (2004), 'The impact of cost-sharing on appropriate utilization and health status: a review of the literature on seniors', Medical Care Research and Review, 61: 415-452. Rutter, D., Manley, C. and Crawford, M. (2001). User involvement in the planning and delivery of health care: Literature review, London: Department of Public Mental Health, Imperial College School of Medicine at St Mary's. Saltman, R. (2003), 'Melting public-private boundaries in European health systems', European Journal Public Health (13): 24-9. Saltman, R.B.; Durán, A., Dubois, HFW (Eds.) (2001), Governing public hospitals. Reform strategies and the movement towards institutional autonomy. Copenhagen, Denmark: World Health Organization on behalf of the European Observatory on Health Systems and Policies. Santos,BS(1987),'O Estado,a sociedade e as políticas sociais:o caso das políticas de saúde',Revista Crítica de Ciências Sociais,23,pp.13-74 Schmid, A. et al (2010), 'Explaining Health Care System Change: problem pressure and the Emergence of "hybrid" Health Care Systems', Journal of Health Politics, Policy and Law, 35(4): 455-486. Schmidt, VA (2005), Theorizing democracy in Europe: the impact of the EU on national and sectorial policy-making processes", European Union Studies Association Biennal Conference,9, Austin:Texas. Sefton, T. (2006), 'Distributive and redistributive policy', In M. Moran, M. Rein and R.E. Goodin (eds.) The Oxford Handbook of Public Policy. Oxford: Oxford University Press, pp. 607-623. Slater, B. (2001), Who rules? The new politics of medical regulation. Social Science and Medicine, 52(3): 871-83. Stoleroff, A, e Correia, T (2008b), "A empresarialização do sector hospitalar público português: a desregulação do mercado de trabalho médico e desafios sindicais para a sua rerregulação", CIES e-Working Paper, n.º 47/2008, Lisboa, CIES/ISCTE. Strauss, A, et al. (1982), "The work of hospitalized patients", Social Sciences and Medicine, 16, pp. 977 986. Streek, W; Thelen, K (2005) (eds.) Beyond continuity: Institutional change in advanced political economies, Oxford: Oxford University Press. Szlezák, N.A., Bloom, B.R., Jamison, D.T., et al. "The global health system: Actors, norms, and expectations in transition." PLoS Medicine 2010; 7(1). Teixeira, L (2012), A Reforma do Centro de Saúde. Lisboa: Mundos Sociais. Turner, BS. (2006), "Hospital", Theory, Culture and Society, 23 (2-3), pp. 573 579. Van der Zee,J.;Kroneman,M.(2007),"Bismarck or Beveridge:a beauty contest between dinosaurs",BMC Health Services Research 7 WHO (2011). Governance for health in the 21st century. Copenhagen: WHO Regional Office for Europe, http://bit.ly/r25XXA. William, M. (1994), "The Ethical Foundations of Health Care Reform." The Christian Century, June 1-8, pp. 572-576 Zakus, D. and Lysack, C. (1998). 'Revisiting community participation', Health Policy and Planning, 13 (1): 1-12.
|
|
1 Ano | 2 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Tiago Correia
Departamento de Sociologia
Objectivos
O objectivo fundamental desta UC consiste em aprofundar uma visão ampla e integradora de debates provenientes das ciências sociais sobre o campo da biomedicina. Pretende-se dotar os estudantes pós-graduados, independentemente da área da sua formação-base em ciências sociais ou ciências biomédicas, de capacidades críticas de análise e reflexão sobre a construção, produção e consolidação dos saberes biomédicos nas sociedades modernas.
Programa
CP1. Da natureza do conhecimento biomédico 1.1 Fundamentos do conhecimento médico 1.2 O corpo e a biomedicina 1.3 Funções sociais da medicina
CP2. A medicina enquanto profissão 2.1 Profissionalização do conhecimento médico 2.2 Dimensões da ética profissional 2.3 Regulação profissional da medicina
CP3. A prática médica nas organizações de saúde 3.1 O exercício e ensino da medicina no hospital 3.2 Intersecções entre a racionalidade profissional e a racionalidade burocrática 3.3 Culturas médicas em contexto 3.4 O comportamento médico: a agência humana CP4. Tecnologia e medicina 4.1 Centralidade tecnológica no conhecimento médico 4.2 Olhar médico, corpo e tecnologia 4.3 Tecnologização e validação do saber médico
Processo de Avaliação
Da avaliação consta: a) Participação nos seminários supondo leitura cuidadosa da bibliografia de trabalho (10%); b) Exposição de grupo em aula (30%) de uma das referências a indicar, de acordo com calendário previamente definido; c) Elaboração de um ensaio individual não superior a 20000 caracteres obrigatoriamente sobre um dos quatro pontos programáticos (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Canguilhem,G.(2005),Escritos sobre a medicina.Rio de Janeiro:Forense-Universitária Carapinheiro,G.(1993),Saberes e Poderes no Hospital.Porto:Afrontamento Colin,J.and Porter,R.(2002),Reassessing Foucault:Power,Medicine and the Body.Londres:Routledge Conrad,P.(2007),The Medicalization of Society.Baltimore:The John Hopkins University Press Correia,T.(2012),Medicina:O Agir numa Saúde em Mudança.Lisboa:Mundos Sociais Foucault,M(1977),O Nascimento da Clínica.Rio de Janeiro:Editora Forense Universitária(1.ª edição) Gadamer,HG.(1990),O Mistério da Saúde.O cuidado da saúde a Arte da Medicina.Lisboa:Edições 70 Marques,MS.(2002),A Medicina enquanto Ciência do Indivíduo.Lisboa,Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa Schraiber,LB.(2008),O Médico e suas Interações:a crise dos vínculos de confiança.São Paulo:Editora Hucitec Wright,P.and Treacher,A.(eds.)(1982),The Problem of Medical Knowledge.Examining the Social Construction of Medicine,Edimburgo,Edinburgh Academic Press
Bibliografia Opcional
Antunes, JL. (2003), ?A profissão de médico?, Análise Social, XXXVIII (166), pp. 77 99. Atkinson P. and Heath, C. (eds.) (1981), Medical Work: Realities and Routines, Aldershot, Gower Publications. Atkinson,P.(1981),The Clinical Experience.The Construction and Reconstruction of Medical Reality.Londres:Gower Publications. Atkinson P. (1995), Medical Talk and Medical Work, Londres, Sage Publications Berg, M. and Mol, A. (Eds.) (1998), Differences in Medicine. Unraveling practices, techniques, and bodies, London: Duke University Press. Bourdieu, P. and Winkin, Y. (2002), Aaron V. Cicourel. Le raisonnement medical, Paris, Seuil, Coll. Liber. Canguilhem, G. (2006), O normal e o patológico. Rio de Janeiro: Forense-Universitária. Conrad, P. (1975), The Discovery of Hyperkinesis: notes on the Medicalization of Deviant Behavior, Social Problems, 23, pp. 12-21. Conrad, P. (1992), Medicalization and Social Control. Annual Review of Sociology, 19. Pp. 209-232. Delkeskamp-Hayes,C.and Cutter,MAG.(Eds.),Science,technology,and the art of medicine.European-American Dialogues.Dordrecht:Kluwer Academic Publishers Foucault, M. (2010), A História da Loucura. Rio de Janeiro, Editora Perspectiva. Gerhardt,U.(1989),Ideas about Illness.An Intellectual and Political History of Medical Sociology.Londres:Macmillan. Herreros, G. (2007), ?L?hôpital a l?épreuve des reformes: entre institution et organisation?, Socio-Anthropologie, 21, pp. 23 36. Kleinman, A. (1980), Patients and Healers in the Context of Culture. Berkeley: California University Press. Knorr-Cetina, K. (1999), Epistemic cultures. How the scientists make knowledge, Cambridge: Harvard University Press. Illich, I. (1977), Limits to Medicine ? Medical Nemesis: the expropriation of Health. London: Marion Boyars. Kuhn, T. (1962), A estrutura das revoluções científicas, São Paulo: Editora Perspectiva. Lindemann, M. (2002), Medicina e Saúde no Início da Europa Moderna. Novas Abordagens da História Europeia, Lisboa: Editora Replicação. Lupton, D. (1994), Medicine as Culture. Illness, Disease and the Body in Western Societies. Londres: Sage Publications. Mendes, F. & Ferreira, J. (no prelo), Novas Tecnologias e Saúde. In Alves, Fátima (coord.), Saúde e Sociedade. Lisboa: Lidel., cap. 7. Miller, P. (1991) (eds.), The Foucault Effect: studies in Governmentality. Londres: Harvester/Wheatsheaf. Montgomery, K. (2006), How doctors think. Clinical Judgment and the Practice of Medicine, Oxford: Oxford University Press. Nettleton, S., Burrows, R. and Watt, I. (2008), ?Regulating medical bodies? The consequences of the «modernization» of the NHS and the disembodiment of clinical knowledge?, Sociology of Health & Illness, Vol.30, Nº3, pp. 333-348. Porter, D. (1997), Social Medicine and Medical Sociology in the Twentieth Century. Armsterdam: Rodopi Raposo, H. (2010), ?A Medicina Baseada na Prova na reconfiguração científica da medicina contemporânea: primeiras aproximações exploratórias? in Ana Delicado, Vera Borges, Steffen Dix (Orgs.), Profissão e Vocação. Ensaios sobre grupos profissionais, Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais, pp. 71-93. Ridley, A. (1998), Beginning Bioethics. New York: Belford/St. Martin?s. Rose, N. (2006), Politics of Life Itself: biomedicine, power and subjectivity in the twenty-first century. Princeton: Princeton University Press. Scambler, G. (ed.) (1989), Sociological Theory and Medical Sociology. Londres: Tavistock. Schraiber, LB. (1993), O Médico e o seu Trabalho. Limites da Liberdade. São Paulo: Editora Hucitec. Sehon, S. and Stanley, D. (2003), ?A philosophical analysis of the evidence-based medicine debate?, BMC Health Services Research, 3. Serra, H. (2008), Médicos e Poder. Transplantação Hepática e Tecnocracias. Lisboa: Editora Almedina. Sfez, L. (1997), A Saúde Perfeita ? Críticas de uma utopia. Lisboa: Instituto Piaget. Strauss,A.et al(1985),Social Organization of Medical Work.Chicago:The University of Chicago Press Timmermans, Stefan (2005), ?Medicine, scientific?, in Sal Restivo (Ed.), Science, Technology and society, Oxford: Oxford University Press, pp. 323-327. Turner, BS (1987), Medical Power and Social Knowledge. Londres: Routledge. Zola,IK.(1975),?Medicine as na institution of social control? in COX,Caroline e MEAD,Adrianne (Eds.),A Sociology of Medical Practice.Londres:Collier-Macmillan. Zussman R. (1992), Intensive Care: Medical Ethics and the Medical Profession. Chicago: The University of Chicago Press.
|
|
|
|
|
|
1 Ano | 2 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Rui Pena Pires
Departamento de Sociologia
Objectivos
Estudo das principais controvérsias contemporâneas sobre as teorizações sociológicas da ação, da estrutura e do poder.
Programa
Introdução 01. A pluralidade teórica em sociologia
I. O conceito de acção social: concepções e articulações 02. Concepções de acção social: antecedentes, conceptualizações e modos de explicação 03. Razões da acção: individualismo metodológico e escolha racional 04. Dinâmicas da interpretação: comunicação e compreensão moral
II. O conceito de estrutura social: concepções e articulações 05. Concepções de estrutura social: antecedentes, conceptualizações e modos de explicação 06. A estrutura como ordem externa: instituições e sistemas 07. A estrutura como ordem internalizada: disposições e códigos
III. O conceito de poder: exercício de reconstrução multidimensional 08. Concepções de poder social: antecedentes, conceptualizações e modos de explicação 09. A institucionalização do poder social: formas de dominação 10. A dialética do poder social: processos de influência e de protesto
Processo de Avaliação
Ensaio individual (máximo 16.000 caracteres incluindo espaços), tratando um tema a escolher por cada aluno de entre uma lista a fornecer pelo docente. O tratamento do tema deverá permitir a comparação entre conceptualizações alternativas sobre a ação e a estrutura, bem como a aplicação dos resultados dessa comparação à análise da problemática do poder. Data final de entrega: 30 de junho de 2018.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Abell, Peter (2000), "Sociological theory and rational choice theory", em Bryan S. Turner (org.) (2000), The Blackwell Companion to Social Theory, 2.ª ed., Oxford, Blackwell, pp. 223-244. Cohen, Ira J. (2000), "Theories of action and praxis", em Bryan S. Turner (org.) (2000), The Blackwell Companion to Social Theory, 2.ª ed., Oxford, Blackwell, pp. 73-111. López, José, e John Scott (2000), Social Structure, Buckingham, Open University Press. Parker, John (2000), Structuration, Buckingham, Open University Press. Pires, Rui Pena (2007), "Árvores conceptuais: uma reconstrução multidimensional dos conceitos de ação e de estrutura", Sociologia, Problemas e Práticas, 53, pp. 11-50 [http://www.scielo.oces.mctes.pt/scielo.php?pid=S0873-65292007000100002&script=sci_arttext]. Scott, John (2001), Power, Cambridge, Polity. Waters, Malcolm (1994), Modern Sociological Theory, Londres, Sage, pp. 1-172 e 217-249.
Bibliografia Opcional
[Geral] Alexander, Jeffrey C. (1987), Sociological Theory Since 1945, Londres, Hutchinson. Giddens, Anthony, e Jonathan H. Turner (orgs.) (1987), Social Theory Today, Cambridge, Polity Press. Ritzer, George, e Douglas J. Goodman (2004), Sociological Theory, 6.ª ed., Nova Iorque, McGraw-Hill. Ritzer, George (org.) (2003), The Blackwell Companion to Major Classical Social Theorists, Oxford, Blackwell. Ritzer, George (org.) (2003), The Blackwell Companion to Major Comtemporary Social Theorists, Oxford, Blackwell. Scott, John (2011), Conceptualising the Social World. Principles of Sociological Analysis, Cambridge, Cambridge University Press. Turner, Jonathan H. (org.) (2001), Handbook of Sociological Theory, Nova Iorque, Kluwer Academic. Turner, Jonathan H. (2003), The Structure of Sociological Theory, 7.ª ed., Belmont, CA, Wadsworth-Thomson (ed. original 1974). Turner, Jonathan H. (2013), Theoretical Sociology: 1830 to the Present, Newbury Park, CA, Sage.
[Razões da ação] Boudon, Raymond (2003), Raison, Bonnes Raisons, Paris, PUF. Coleman, James S. (1990), Foundations of Social Theory, Cambridge, MA, Harvard University Press. Homans, George C. (1961), Social Behavior. Its Elementary Forms, Nova Iorque, Harcourt.
[Dinâmicas da interpretação] Parsons, Talcott (1937), The Structure of Social Action, Nova Iorque, The Free Press. Goffman, Erving (1959), The Presentation of Self in Everyday Life, Nova Iorque, Anchor Books. Garfinkel, Harold (1967), Studies in Ethnomethodology, Englewood Cliffs, NJ, Prentice-Hall.
[A estrutura institucional] Alexander, Jeffrey C. (2003), The Meanings of Social Life. A Cultural Sociology, Oxford, Oxford University Press. Merton, Robert K. (1949), Social Theory and Social Structure, Nova Iorque, The Free Press (3.ª ed. revista e aumentada, 1968). Parsons, Talcott (1951), The Social System, Nova Iorque, The Free Press.
[A estrutura relacional] Blau, Peter M. (1977), Inequality and Heterogeneity. A Primitive Theory of Social Structure, Nova Iorque, The Free Press. Scott, John (2000), Social Network Analysis, Londres, Sage. Wright, Erik Olin (1997), Class Counts. Comparative Studies in Class Analysis, Cambridge University Press, 1997.
[A estrutura internalizada: disposições, códigos e a alternativa realista] Archer, Margaret S. (1995), Realist Social Theory. The Morphogenetic Approach, Cambridge, Cambridge University Press. Bourdieu, Pierre (1972), Esquisse d'Une Théorie de la Pratique, Précédé de Trois Études d'Ethnologie Kabyle, Genebra, Droz. Giddens, Anthony (1984), The Constitution of Society. Outline of the Theory of Structuration, Cambridge, Polity. Lahire, Bernard (1998), L'Homme Pluriel. Les Ressorts de l'Action, Paris, Nathan. Mouzelis, Nicos P. (1991), Back to Sociological Theory. The Construction of Social Orders, Londres, Macmillan
[O poder social] Clegg, Stewart R. (1989), Frameworks of Power, Londres, Sage. Bachrach, Peter, e Morton S. Baratz (1970), Power and Poverty, Nova Iorque, Oxford University Press. Dahl, Robert A. (1971), Polyarchy. Participation and Opposition, New Haven, Yale University Press. Foucault, Michel (1975), Surveiller et Punir. Naissance de la Prison, Gallimard, Paris. Lukes, Steven (1974), Power. A Radical View, Londres, Macmillan. Mann, Michael (1986, 1993), The Sources of Social Power, vol. 1: A History of Power from the Beginning to AD 1760, vol. 2: The Rise of Classes and Nation-States, 1760-1914, Cambridge, Cambridge University Press. Parsons, Talcott (1963), "On the concept of political power", Proceedings of the American Philosophical Society, 107 (3), pp. 232-62. Tilly, Charles (1978), From Mobilization to Revolution, Reading, Addison Wesley.
|
|
|
|
|
Docentes
António Firmino da Costa
Departamento de Sociologia
Objectivos
Os objectivos gerais desta UC são proporcionar aos estudantes o aprofundamento e a actualização dos conhecimentos sobre as principais perspectivas, temas e debates recentes em epistemologia das ciências sociais e sociologia da ciência.
Programa
1. A sociologia e as ciências 2. Epistemologia da sociologia e sociologia da ciência 3. Controvérsias sobre a ciência 4. O trabalho das ciências: especificidades cognitivas e sociais 5. Conhecimento científico e análise sociológica 6. A ciência "tal qual se faz" e o problema da objetividade 7. Ciência e sociedade: perspectivas e domínios de análise 8. Sociedade do conhecimento e conhecimento da sociedade 9. Investigações sociológicas sobre a ciência 10. Epistemologia da sociologia: balanço de questões centrais
Processo de Avaliação
A avaliação visa aferir em que grau o estudante atingiu os objetivos de aprendizagem previstos nesta unidade curricular (conhecimentos e competências). A avaliação incide sobre: a) a assiduidade às aulas e a participação efetiva nelas (20% da classificação); b) Debate nas aulas de tópicos de textos da bibliografia de trabalho (30% da classificação); c) um trabalho escrito final sobre temas selecionados do programa: ensaio individual, max. 8 pág (50% classificação).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Berthelot, JM (2000), "Os novos desafios epistemológicos da sociologia", Sociologia Problemas e Práticas, 33: 111-131 Bourdieu, P (2004 [2001]), Para uma Sociologia da Ciência, Edições 70 Brante, T (2001), "Consequências do realismo na construção de teoria sociológica", Sociologia Problemas e Práticas, 36: 9-38 Elder-Vass, D (2012), "Towards a realist social constructionism", Sociologia Problemas e Práticas, 70: 9-24 Gil, F (coord.) (1999), A Ciência Tal Qual Se Faz, Ed. JS Costa. Lahire, B (2005), L'esprit sociologique, Paris, La Découverte. Mouzelis, N (2008), Modern and Postmodern Social Theorizing, Cambridge UP Pinto, JM (2007), "Ciências e progresso: contributos para uma epistemologia reformista", in Indagação Científica, Aprendizagens Escolares, Reflexividade Social, Afrontamento: 13-68 Sismondo, S (2010 [2004]), An Introduction to Science and Technology Studies, Wiley-Blackwell Weber, M (1946 [1918]), "Science as a Vocation", in Essays in Sociology, Oxford UP
Bibliografia Opcional
Almeida, João Ferreira (2007), "Novos e velhos aspectos da epistemologia das ciências sociais", Sociologia, Problemas e Práticas, 55, pp. 11-24. Ávila, Patrícia (1997), "A distribuição do capital científico: diversidade interna e permeabilidade externa no campo científico", Sociologia, Problemas e Práticas, 25, pp. 9-49. Ávila, Patrícia (1998), "Práticas científicas: uma tipologia dos investigadores portugueses", Sociologia, Problemas e Práticas, 26, pp. 85-119. Berthelot, Jean-Michel (2000), "Épistémologie et sociologie de la connaissance scientifique", Cahiers Internationaux de Sociologie, CIX, pp. 221-234. Berthelot, Jean-Michel (2003), "Le texte scientifique: structures et métamorphoses", in Figures du texte scientifique, Paris, Puf, pp. 19-53. Bucchi, Massimiano (2002), Science in Society. A Introduction to Social Studies of Science, London, Routledge. Caraça, João et al. (2004), Science Meets Society, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian. Collin, Finn and David Budtz Pedersen (2015), "The Frankfurt School, Science and Technology Studies, and the Humanities", Social Epistemology, 29 (1): 44-72 Collins, Randall (2000), "Cross-breeding networks and rapid-discovery science", in The Sociology of Philosophies. A Global Theory of Intellectual Change, Cambridge (Mass.), Harvard University Press, pp. 523-569. Conceição, Cristina Palma, Maria do Carmo Gomes, Inês Pereira, Pedro Abrantes e António Firmino da Costa (2008), "Promoção de cultura científica: experiências da sociologia", Sociologia, Problemas e Práticas, 57: 51-81. Costa, António Firmino da (1996), "Ciência e reflexividade social", em Maria Eduarda Gonçalves, Ciência e Democracia, Venda Nova, Bertrand Editora, pp. 199-221. Costa, António Firmino da, Patrícia Ávila e Margarida Senna Martinez (2000), "Sociologie d'un laboratoire de biotechnologie", Cahiers Internationaux de Sociologie, vol. CIX : 257-282. Costa, António Firmino da, Patrícia Ávila e Sandra Mateus (2002), Públicos da Ciência em Portugal, Lisboa, Gradiva. Costa, António Firmino da, Cristina Palma Conceição, Inês Pereira, Pedro Abrantes e Maria do Carmo Gomes (2005), Cultura Científica e Movimento Social, Oeiras, Celta Editora. Costa, António Firmino da, Cristina Palma Conceição, Ana Rita Coelho e Ângela Dias (2009), Trajectórias de Jovens Cientistas, Oeiras, Celta Editora. Delicado, Ana (2006), "Os museus e a promoção da cultura científica em Portugal", Sociologia, Problemas e Práticas, 51: 53-72. Delicado, Ana (2008), "Cientistas portugueses no estrangeiro: factores de mobilidade e relações de diáspora", Sociologia, Problemas e Práticas, 58: 109-129. Delicado, Ana (2009), A Musealização da Ciência em Portugal, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Delicado, Ana, Raquel Rego, Cristina Palma Conceição, Inês Pereira, L. Junqueira (2013). Ciência, profissão e sociedade: associações científicas em Portugal, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais Eco, Umberto (1990), "O irracional, o misterioso, o enigmático", em AAVV, Balanço do Século, Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, pp. 103-117. Eco, Umberto (1992 [1990]), Os Limites da Interpretação, Lisboa, Difel. Elder-Vass, Dave (2012), "Towards a realist social constructionism", Sociologia, Problemas e Práticas, 70: 9-24. Gago, José Mariano (1990), Manifesto para a Ciência em Portugal, Lisboa, Gradiva. Gibbons, Michael, Camille Limoges, Helga Nowotny, Simon Schwartzman, Peter Scott, and Martin Trow (1994), The New Production of Knowledge. The Dynamics of Science and Research in Contemporary Societies, London, Sage. Gingras, Yves (1995), "Un air de radicalisme: sur quelques tendances récentes en sociologie de la science et de la technologie", Actes de la Recherche en Sciences Sociales, 108 : 3-17. Gingras, Yves (2000), "Pourquoi le 'programme fort' est-il incompris?", Cahiers Internationaux de Sociologie, CIX : 235-255. Gonçalves, Maria Eduarda (org.) (2002), Os Portugueses e a Ciência, Lisboa, Dom Quixote. Gonçalves, Maria Eduarda (org.) (2007), Os Portugueses e os Novos Riscos, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais. Gonçalves, Maria Eduarda e João Freire (coord.) (2009), Biologia e Biólogos em Portugal. Ensino, Emprego e Sociedade, Lisboa, Esfera do Caos. Hart, Randle J. and Andrew McKinnon (2010), "Sociological epistemology: Durkheim's paradox and Dorothy's E. Smith actuality", Sociology, 44 (6): 1038-1054 Martinez, Margarida Senna, Patrícia Ávila e António Firmino da Costa (1994), "A tensão superficial: ciência e organização num centro de investigação científica", Sociologia, Problemas e Práticas, 16, pp. 75-109. Martins, Hermínio e José Luís Garcia (coord.) (2003), Dilemas da Civilização Tecnológica, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais. Merton, Robert K. (1973), The Sociology of Science. Theoretical and Empirical Investigations, Chicago, The University of Chicago Press. Merton, Robert K. (1996), On Social Structure and Science, Chicago, The University of Chicago Press. Nowotny, Helga, Peter Scott and Michael Gibbons (2003), "'Mode 2' revisited: the new production of knowledge", Minerva, 41: 179-194. Nunes, João Arriscado e Maria Eduarda Gonçalves (orgs.) (2001), Enteados de Galileu? A Semiperiferia no Sistema Mundial da Ciência, Porto, Afrontamento. Nunes, João Arriscado e Ricardo Roque (orgs.) (2008), Objectos Impuros. Experiências em Estudos sobre a Ciência, Porto, Afrontamento. Oliveira, Luísa (2000), "Desafios à universidade. Comercialização da ciência e recomposição dos saberes académicos", Sociologia, Problemas e Práticas, 34: 93-116 Pires, Rui Pena (2015), "Modos de explicação", Sociologia, Problemas e Práticas, 78: 125-141. Santos, Boaventura de Sousa (2000), A Crítica da Razão Indolente. Contra o Desperdício da Experiência, Porto, Afrontamento. Shinn, Terry et Pascal Ragouet (2005), Controverses sur la science. Pour une sociologie transversaliste de l'activité scientifique, Paris, Raisons d'Agir. Sismondo, Sismondo (2010 [2004]), An Introduction to Science and Technology Studies, Oxford, Wiley-Blackwell S.114 SIS*An Sokal, Alan (2008), Beyond the Hoax. Science, Philosophy and Culture, New York, Oxford University Press Vinck, Dominique (2007), Sciences et Société. Sociologie du Travail Scientifique, Paris, Armand Colin. Whitley, Richard (2000), The Intellectual and Social Organization of the Sciences (2nd ed), Oxford, Oxford University Press. Ziman, John (2000), Real Science, Cambridge, Cambridge University Press.
|
|
|
|
|
|
1 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Luísa Veloso
Departamento de Sociologia
Objectivos
O objetivo geral desta unidade curricular é dotar os alunos de conhecimento e informação necessários ao desenvolvimento de competências de análise sociológica das profissões e do profissionalismo. Nesse sentido, ao longo das sessões apresentam-se os principais conceitos, modelos e instrumentos de análise e, simultaneamente, são realizados, pelos alunos, exercícios de aplicação à análise de casos reais, previamente selecionados.
Programa
1. Análise sociológica das profissões: principais perspetivas teóricas 1.1. As profissões na sociologia clássica 1.2. As correntes funcionalista e interaccionista 1.3. A abordagem crítica 1.4. A corrente neoweberiana 1.5. A análise sistémica e as abordagens comparativas 2. Profissionalização, desprofissionalização e profissionalismo 3. Associativismo e regulação profissional 4. Enfoques de análise das profissões 5. Análise sociológica das profissões em Portugal
Processo de Avaliação
A avaliação terá como base a realização de um estudo de caso que será apresentado em sala de aula e por escrito. Para tal é necessário elaborar e apresentar um dossier com toda a informação factual e documentos relevantes compilados ao longo do semestre sobre um caso de manifestação do fenómeno associado às profissões e ao profissionalismo (legislação, estatísticas, discursos - entrevistas, recortes de jornal, etc. - informação histórica, e de comparação internacional, etc.).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Burrage, M e Torstendahl, R (orgs.) 1990. Professions in Theory and History. Rethinking the Study of the Professions. Londres: Sage. Freidson, E 1994. Professionalism Reborn. Theory, Prophecy and Policy. Cambridge: Polity Press. Freidson, E 2001. Professionalism, the Third Logic. Cambridge: Polity Press. Freire, J et al. 2004 Associações Profissionais em Portugal. Oeiras: Celta. Gonçalves, C M 2007 "Análise sociológica das profissões: principais eixos de desenvolvimento", Sociologia: Revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 17/18: 177-224. Rodrigues, M L 2012 Profissões, ensaios e lições. Coimbra: Almedina. Rodrigues, M L 2001 Sociologia das Profissões. Oeiras: Celta, 2.ª edição.
Bibliografia Opcional
Abbott, A 1991 "The order of professionalization: an empirical analysis", Work and Occupations, 18 (4): 355-384. Abbott, A 1988 The System of Professions. An Essay on the Division of Expert Labor. Chicago: University of Chicago Press. Bertilsson, M (1990 "The welfare-state, the professions and citizens". In R Torstendahl e M Burrage (orgs), The Formation of Professions. Londres: Sage, pp. 237-249. Bucher, R e Strauss, Anselm L 1961 "Professions in process", American Journal of Sociology, 66: 325-334. Burrage, Michel, e Rolf Torstendahl (orgs.), Professions in Theory and History. Rethinking the Study of the Professions, Londres, Sage, 1990. Delicado, A, Borges, V e Dix, S (orgs.) 2010 Profissão e vocação: ensaios sobre grupos profissionais. Lisboa: ICS.. Derber, C 1982 "The proletarianization of the professional: a review essay". In. Derber, C (org.), Professionals as Workers. Mental Labor in Advanced Capitalism. Boston: G.K. Hall. Dubar, C e Tripier, P 1998 Sociologie des Professions. Paris: Armand Colin. Durkheim, É. 1984 [1902] A Divisão do Trabalho Social. Lisboa: Editorial Presença. Etzioni, A (org.) 1969 The Semi-Professions and Their Organization. Teachers, Nurses, Social Workers. Nova Iorque: The Free Press. Fielding, A G e Portwood, D 1980 "Professions and the state: towards a typology of bureaucratic professions". Sociological Review, 28(1): 23-53. Freidson, E 2006 "Para uma análise comparada das profissões: a institucionalização do discurso e do conhecimento formais", Revista Brasileira de Ciências Sociais 11 (31): 141-145. Freidson, E 2001 Professionalism, the Third Logic. Cambridge: Polity Press. Goode, W 1957 "Community within a community: the profession", American Sociological Review 25 (6): 194-200. Gouldner, A 1957 "Cosmopolitans and locals: toward an analysis of latent social roles", Adminstrative Science Quaterly 2(3): 281-306. Gyaramati, G 1975 "The doctrine of the profession: basis of a power structure", International Social Science Journal, 27(4): 629-654. Haug, Marie R 1975, "The deprofessionalization of everyone?", Sociological Focus 8 (3): 197-213. Hughes, Everett C., The Sociological Eye. Selected Papers, Chicago e Nova Iorque, Aldine, Atherton, 1971. Johnson, T 1972 Professions and Power. Londres: Macmillan. Larson, M S 1977 The Rise of Professionalism. A Sociological Analysis. Berkeley: University of California Press. Lucas, Y e Dubar, C (orgs.) 1994, Genèse et Dynamique des Groupes Professionnels. Lille: Press Universitaire de Lille. MacDonald, Keith M 1995 The Sociology of the Professions. Londres: Sage. McCormick, K 1985 "Professionalism and work organization: some loose ends and open questions", Sociology 19(2): 285-294. Merton, Robert K 1982 Social Research and the Practicing Professions. Nova Iorque: University Press of America. Mineiro, J 2012 Será possível profissionalizar uma ciência? Cientificidade, profissionalização e questões deontológicas na sociologia, CIES e-Working Paper, 135/2012, URL: http://www.cies.iscte.pt/np4/?newsId=453&fileName=CIES_WP135_Mineiro.pdf Noordgraaf, M 2007 "From 'pure' to 'hybrid' professionalism. Present-day professionalism in ambiguous public domains", Administration & Society 39(6): 761-785. Oppenheimer, M 1973 "The proletarianization of the professional". The Sociological Review Monograph (Professionalisation and Social Change) 20(1): 213-227. Parsons, T 1939 "The professions and social structure". Social Forces 17(4): 457-467. Parsons, T 1968 "The professions". In. International Encyclopedia of Social Science, vol. 12. Nova Iorque: The Free Press and Macmillan. Rego, R (ed.) 2013 The trend towards the European deregulation of professions and its impact on Portugal under crisis, Palgrave Macmillan. Svensson, Lennart G. e Evetts, J (orgs.) 2010 Sociology of Professions: Continental and Anglo-Saxon Traditions. Göteborg: Daidalos. Torstendahl, R, e Burrage, M (orgs.) 1990 The Formation of Profession: Knowledge, State and Strategy. Londres: Sage. Weber, M 1984 [1922], Economia y Sociedad. México: Fondo de Cultura Económica. Veloso, L et al. 2012 "Questões deontológicas de metodologia de investigação em sociologia: o caso do interesse público e das profissões". Sociologia, Problemas e Práticas 69: 87-98. Vollmer Howard M. e Mills Donald L. (orgs.) 1966 Professionalization. Nova Jérsia: Prentice-Hall. Wilensky, H 1964 "The professionalization of everyone?". American Journal of Sociology 70: 137-158.
Outras referências disponíveis em suporte eletrónico: INE (2011), Classificação Portuguesa das Profissões 2010, URL: http://www.ine.pt/xportal/ xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes&PUBLICACOESpub_boui=107961853&PUBLICACOESmodo=2&xlang=pt Lei n.º 2/2013 de 10 de janeiro, "Estabelece o regime jurídico de criação, organização e funcionamento das associações públicas profissionais" Lei n.º 6/2008 de 13 de Fevereiro, "Regime das Associações Públicas Profissionais" Páginas eletrónicas de revistas na área de Sociologia das profissões: Current Sociology - URL: http://csi.sagepub.com/ European Societies - URL: http://www.tandfonline.com/toc/reus20/current Professions and Professionalism - URL: http://journals.hioa.no/index.php/pp] Work and Occupations - URL: http://wox.sagepub.com/ Work, Employment and Society - URL: http://wes.sagepub.com
A bibliografia relativa ao estudo de profissões em particular deve ser pesquisada pelos alunos e, se necessário, solicitar o apoio à docente.
|
|
|
|
|
Docentes
Paulo Marques Alves
Departamento de Sociologia
Objectivos
Aprofundar e actualizar o conhecimento de temas presentes nas especializações em Sociologia do Trabalho e do Emprego, com destaque para os problemas da mudança dos paradigmas e dos modelos de organização do trabalho e as mutações do emprego e das relações do emprego na passagem do fordismo para a acumulação flexível.
Programa
CP1. O que é o trabalho? Problemas de definição
CP2. O taylorismo e o fordismo e a sua crise
CP3. A reestruturação produtiva e as suas consequências no processo de trabalho
CP4. O trabalho na era da acumulação flexível: trabalho virtual num mundo real
CP5. A desumanização do trabalho e a agenda pelo trabalho digno
CP6. A crise da sociedade do trabalho e o futuro do trabalho
CP7. Do mercado de trabalho ao sistema de emprego
CP8. As mutações no sistema de emprego: o desemprego
CP9. As mutações no sistema de emprego: a precarização
CP10. Da qualificação à competência
Processo de Avaliação
O regime de avaliação privilegiado é a avaliação contínua, estando igualmente prevista a avaliação final por exame. O primeiro regime pressupõe uma assiduidade igual ou superior a 70% das aulas e a participação dos alunos nos debates. Existem três momentos fortes de avaliação. Dois em grupo, consistindo na apresentação e debate de um texto (ponderação de 15%) e numa recensão crítica de uma obra (30,0%); outro individual, consistindo na elaboração de um ensaio (55,0%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Antunes, R. (2013),Os Sentidos do Trabalho,Coimbra:Almedina Beck, U.(2000),The brave new world of work,Cambridge:Polity Press Freire, J.(2001),Sociologia do Trabalho:Uma Introdução, Porto:Afrontamento Freire, J. (1997),Variações sobre o Tema Trabalho,Porto:Afrontamento Grint, K. (2008),The Sociology of Work,Cambridge:Polity Kovács, I. e J.J. Castillo (1998),Novos Modelos de Produção:Trabalho e Pessoas,Oeiras:Celta Kovács, I. (2002),As metamorfoses do emprego,Oeiras:Celta Meda, D. (1999),O Trabalho: um valor em vias de extinção,Lisboa:Fim de Século Edições Rifkin, J. (1995),The end of work: the decline of the global labor force and the dawn of the post-market era,G. P. Putnam Sennett, R. (2001),A Corrosão do Carácter:as Consequências Pessoais do Trabalho no Novo Capitalismo,Lisboa:Terramar Schnapper, D. (1998),Contra o Fim do Trabalho,Lisboa:Terramar Tripier, P. (1991),Du travail a l'emploi:paradigmes, idéologies et interactions,Bruxelles:Editions de l'Université de Bruxelles
Bibliografia Opcional
Alves, G. (2009),A condição de proletariedade-a precarização do trabalho no capitalismo global,S. Paulo:Praxis Bono, A. del (2000),"Call-centers, el trabajo del futuro?", Sociología del Trabajo,39,pp. 3-31 Boyer, P.; Durand, J.P. (1993), L'après-fordisme,Paris:Syros Erbés-Seguin, S. (1994), L'emploi:dissonances et défis,Paris:L´ Harmattan Gadrey, J.; Zarifian, P. (2002), L'emergence d'un modèle de service, Paris:É. Liaison Kovács, I. (2002), As metamorfoses do emprego:ilusões e problemas da sociedade de informação,Oeirsa:Celta Rodrigues, M.J. (1988), O sistema de emprego em Portugal,Lisboa: D.Quixote Standing, G. (2011), The precariat. The new dangerous class,NY: Bloomsbury Watson, T. (2008), Sociology, work and industry,Londres:Routledge Williams, S.; Adam-Smith, D. (2006), Contemporary employment relations,Oxford:Oxford Press
|
|
1 Ano | 2 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Introduzir conceitos teóricos adequados ao estudo comparado dos sistemas de relações industriais; Conhecer os diversos modelos de relações industriais, em particular os sistemas europeus; Analisar as transformações em curso nos sistemas de relações industriais na Europa.
Programa
1. Objecto, Conceitos e Teoria do estudo comparado dos sistemas de relações industriais e do sindicalismo 2. Modelos de relações industriais: Europa, América do Norte, Japão 3. Sistemas nacionais de relações industriais e de sindicalismo: casos europeus - Reino Unido - Alemanha - Suécia - França - Portugal - Polônia 4. Empresas multinacionais: a gestão de recursos humanos na sua relação com os sistemas nacionais de relações industriais 5. A integração europeia e a globalização: convergência/divergência nos impactos sobre as relações industriais e o sindicalismo; europeização das relações industriais 6. As relações industriais no contexto da crise europeia 7. Novos desafios à regulação das relações de emprego ao nível europeu
Processo de Avaliação
A avaliação basear-se-á: 1) na qualidade dos trabalhos de grupo (dossier e discussão) e do contributo individual dado aos trabalhos de grupo; 2) num trabalho individual final de comparação entre modelos seleccionados de relações industriais, que integra reflexão individual sobre temas relevantes da actualidade das relações industriais na Europa. As questões a tratar serão elaboradas em consulta com o docente; 3) na assiduidade e participação nas aulas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
R. Adams (ed), Comparative Industrial Relations: Contemporary Research and Theory (Harper Collins Academic, 1991).
J. Barbash and K. Barbash (eds), Theories and Concepts in Comparative Industrial Relations (University of South Carolina Press, 1989)
M. Poole, Theories of Trade Unionism: A Sociology of Industrial Relations (Routlege and Kegan Paul, 1981).
R. Bean, Comparative Industrial Relations: An introduction to cross-national perspectives, second edition (Routledge, 1994 and Thomson, 2004).
H. A. Clegg, Trade Unionism under Collective Bargaining: A Theory Based on Comparisons of Six Countries (Blackwell, 1976).
C. Crouch, Industrial Relations and European State Traditions (Clarendon, 1994).
EC, Directorate-General for Employment, Social Affairs and Inclusion Industrial Relations in Europe 2012 (Luxembourg: Publications Offce of the European Union, 2013).
Frege, C. & Kelly, J. (eds), Comparative Employment Relations in the Global Economy (Routledge, 2013).
Bibliografia Opcional
Greg J. Bamber and Russell D. Lansbury and Nick Wailes (eds), International and Comparative Industrial Relations: Globalisation and Change, 5th Edition (London: Sage, 2011).
Greg J. Bamber and Russell D. Lansbury and Nick Wailes (eds), International and Comparative Industrial Relations: Globalisation and the Developed Market Economies 4th Edition (London: Sage, 2004).
European Commission, Directorate-General for Employment, Social Affairs and Inclusion, Industrial Relations in Europe 2010 (Luxembourg: Publications Offce of the European Union, 2011).
Anthony Ferner and Richard Hyman (eds) Changing Industrial Relations in Europe 2nd ed. (Oxford: Blackwell, 1998).
Richard Hyman, Understanding European Trade Unionism: Between Market, Class & Society (London: Sage, 2001).
Richard Hyman and Anthony Ferner (eds), New Frontiers in European Industrial Relations (Oxford: Wiley-Blackwell, 1994).
Craig Phelan (ed.), Trade Union Revitalisation: Trends and Prospects in 38 Nations (Oxford: Peter Lang, 2007).
Joris Van Ruysseveldt & Jelle Visser (eds), Industrial Relations in Europe: Traditions and Transitions (London: Sage, 1996).
Jeremy Waddington and Reiner Hoffmann (eds.), Trade Unions in Europe: Facing Challenges and Searching for Solutions (Brussels: ETUI, 2000).
Jeremy Waddington (ed.), Restructuring Representation : The Merger Process And Trade Union Structural Development in Ten Countries (Peter Lang, 2004).
|
|
|
|
|
|
1 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Em regimes democráticos, as eleições são o mecanismo por excelência para comunicar as preferências dos cidadãos e responsabilizar os políticos. Além disso, a participação dos cidadãos no processo político é uma condição sine qua non. Partindo destes pontos, a UC é estruturada em duas partes. A primeira parte inclui os modelos de comportamento eleitoral, os paradoxos da taxa de participação e da informação, e ainda as atitudes básicas em perante a democracia. Na segunda parte, o foco será a competição partidária e o voto dos cidadãos. Apresentam-se o modelo de clivagem e diversas dimensões da identificação e da concorrência.
Programa
Parte I Eleições e atitudes para com a democracia 1.1 Modelos de comportamento eleitoral 1.2 O paradoxo da afluência às urnas 1.3 O paradoxo da informação 1.4 A participação e a desafeição
II Competição partidária e voto 2. 1 O modelo das clivagens sociais 2. 2 Velhas e novas clivagens 2. 3 Dimensões da competição e de identificação 2. 4 A clivagem esquerda-direita: velhos e novos significados 2.5 Outras dimensões da competição política (Europa, globalização, etc.).
Processo de Avaliação
Avaliaçção Contínua: a) Assiduidade e participação nas aulas (mínima: 70% das aulas) - ponderação de 15%; assiduidade e participação nas conferências do PhD CP - 10%. b) Apresentação oral de um texto na aula - ponderação de 25% para a média final; c) Elaboração de um ensaio escrito (em inglês ou nas línguas amigáveis propostas) onde os alunos deverão procurar estruturar um projeto de investigação - ponderação de 50% para a média final. Exame: para quem não cumpra estes requisitos.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Freire, André (2006), Esquerda e Direita na Política Europeia. Portugal, Espanha e Grécia em Perspectiva Comparada, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais.
Freire, André (organizador) (2015), O Futuro da Representação Política Democrática, Lisboa, Nova Vega.
Freire, André (2001), Modelos do Comportamento Eleitoral: Uma Breve Introdução Crítica, Oeiras, Celta.
Richard Gunther, José Ramón Montero y Hans-Jürgen Puhle, eds., Democracy, Intermediation, and Voting on Four Continents (Oxford: Oxford University Press, 2007). Mariano Torcal and José Ramón Montero, eds., Political disaffection in contemporary democracies. Social capital, institutions, and politics (London: Routledge, 2006). Jan van Deth, José Ramón Montero y Anders Westholm, eds., Citizenship and involvement in European democracies: a comparative analysis (London: Routledge, 2007).
Bibliografia Opcional
Mandatory readings:
Part I (8 titles)
William L. Miller and Richard G. Niemi, "Voting: choice, conditioning, and constraint", in Lawrence LeDuc, R. G. Niemi and Pippa Norris, eds., Comparing democracies 2. New challenges in the study of elections and voting (London: Sage, 2002), pp. 169-188.
Russell J. Dalton, "Political cleavages, issues, and electoral change", in Lawrence LeDuc, R. G. Niemi y Pippa Norris, eds., Comparing democracies 2. New challenges in the study of elections and voting (London: Sage, 2002), pp. 189-209.
André Blais, "What affects voter turnout?", Annual Review of Political Science 9, 2006, pp. 111-125.
Pedro C. Magalhães, with Paolo Segatti and Tianjian Shi, "Mobilization, informal networks, and the social contexts of turnout", forthcoming in Richard Gunther, Paul A. Beck, P. Magalhães, and Alejandro Moreno, eds., Voting in Old and New Democracies (London: Routledge, 2015), pp 64-98.
Samuel L. Popkin, The reasoning voter. Communication and persuasion in presidential campaigns (Chicago: University of Chicago Press, 1991), chapter 1 (pp. 7-21). Marta Fraile, "Political knowledge and the logic of voting. A comparative study", in José María Maravall and Ignacio Sánchez-Cuenca, eds., Controlling governments: voters, institutions and accountability (Cambridge: Cambridge University Press, 2007), pp. 131-156; in Spanish, "La influencia del conocimiento político en las decisiones de voto", Revista Espñola de Investigaciones Sociológicas, 2007, pp. 41-74. Pedro Magalhães, "Disaffected democrats: political attitudes and political action in Portugal", in West European Politics, 28(5), 2005, pp. 973-991; in Portuguese, "Democratas, desafectos e descontentes: as atitudes dos portugueses in relação ao sistema politico", in André Freire, Marina Costa Lobo e P. Magalhães, eds., Portugal a votos. As eleições legislativas de 2002 (Lisbon: Imprensa de Ciencias Sociais, 2004), pp. 333-361.
José Ramón Montero, Richard Gunther y Mariano Torcal, "Attitudes toward democracy in Spain: legitimacy, discontent, and disaffection" (Madrid: Centro de Estudios Avanzados en Ciencias Sociales, Estudio/Working Paper 100, 1997); in Spanish, "Actitudes hacia la democracia en España: legitimidad, descontento y desafección", Revista Española de Investigaciones Sociológicas, 83, 1998, pp. 9-49.
Part II (9 titles)
Benoit, K. and Laver, M. (2006), Party policy in modern democracies, London: Routledge.
Flanagan, S. C. and Lee, A.-R. (2003), 'The new politics, culture wars, and the authoritan-libertarian value change in advanced industrial democracies', Comparative Political Studies 36 (3): 235-71.
Freire, André (2006), "Left-Right Ideological Identities in New Democracies: Greece, Portugal and Spain in the Western European Context", Pôle Sud - Revue de Science Politique de l'Europe Méridionale, nº 25, II 2006, pp. 153-173.
Freire, André, and Kats Kivistik (2013), «Western and Non-Western Meaning of the left- right divide across four continents», Journal of Political Ideologies, Vol. 18, Nº 2, pp. 171-199.
Inglehart, Ronald (1987), "Value change in industrial societies", American Political Science Review, 81 (4), pp. 1289-1303 e 1318-1319.
Inglehart, Ronald., e Hans-Dieter Klingemann (1976), "Party identification, ideological preference and the left-right dimension among western mass publics", in Ian Budge, et al (orgs.) (1976), pp. 243-276.
Knutsen, Oddbjørn (1997), "The partisan and the value-based components of left-right self-placement: a comparative study", International Political Science Review,18: 191-225.
Knutsen, O. and Kumlin, S. (2005), 'Value orientations and party choice', in Thomassen, J. (ed.), The European voter: A comparative study of modern democracies, Oxford: Oxford University Press, pp 125-66.
Lipset, S. M., and Rokkan, S. (1967), 'Cleavage structures, party systems, and voter alignments: an introduction', in Lipset, S. M., and Rokkan, S. (eds), Party systems and voter alignments: Cross-national perspectives, New York, NY: Free Press, pp. 1-64. (A Portuguese version exist un: Lipset, S. M., 1987, Consenso e Conflito, Lisboa, Gradiva)
Complementary readings:
Part I (19 titles maximum)
R. Michael Alvarez, Information and elections (Ann Arbor: University of Michigan Press, 1997).
Eva Anduiza, Anduiza, ¿Individuos o sistemas? Las razones de la abstención en Europa occidental (Madrid: Centro de Investigaciones Sociológicas, 1999).
Eva Anduiza and Agustí Bosch, Comportamiento político y electoral (Barcelona: Editorial Ariel, 2004).
Larry M. Bartels, "Uninformed Votes: Information Effects in Presidential Elections", American Journal of Political Science, 40, 1996, pp. 194-230.
André Blais, To vote or not to vote: the merits and limits of rational choice (Pittsburgh: University of Pittsburgh Press, 2000).
Angus Campbell, Philip E. Converse, Warren E. Miller y Donald E. Stokes, The American voter (Chicago: University of Chicago Press, 1960).
Russell J. Dalton and Hans-Dieter Klingemann, eds., The Oxford handbook of political behavior (Oxford: Oxford University Press, 2007).
Russell J. Dalton and Martin P. Wattenberg, "The not so simple act of voting", in Ada Finifter, ed., Political Science. The state of the discipline II (Washington, D.C.: American Political Science Association, 1993), pp. 193-218.
Anthony Downs, An economic theory of democracy. 1957 (Nueva York: Harper & Row, 1957).
Cees van der Eijk and Mark N. Franklin, Elections and voters (London: Palgrave Macmillan, 2009).
Mark Franklin, Voter turnout and the dynamics of electoral competition in established democracies since 1945 (Cambridge: Cambridge University Press, 2004).
Michael Gallagher and Paul Mitchell, eds., The politics of electoral systems (Oxford: Oxford University Press, 2005). Richard Gunther, José Ramón Montero and Juan J. Linz, eds., Political parties: old concepts and new challenges (Oxford: Oxford University Press, 2002)
Richard Gunther, José Ramón Montero and Joan Botella, Democracy in modern Spain (New Haven: Yale University Press, 2004). Paul F. Lazarsfeld, Bernard Berelson and Hazel Gaudet, The people´s choice: how the voter makes up his mind in a presidential election (Nueva York: Columbia University Press, 3ª ed., 1968 [1944]). José María Maravall and Ignacio Sánchez-Cuenca, eds., Controlling governments: voters, institutions and accountability (Cambridge: Cambridge University Press, 2007)
Adam Przeworski, Susan C. Stokes, and Bertrand Manin, eds., Democracy, Accountability, and Representation (Cambridge: Cambridge University Press, 1999).
Articles on Cyprus, Greece, Malta, Portugal and Spain, plus a comparative introduction by the guest editors, Special Issue on the 2014 European Parliament Elections in Southern Europe, edited by Hermann Schmitt and Eftichia Teperoglou. Jacques Thomassen, ed., The European voter. A comparative study of modern democracies (Oxford: Oxford University Press/ECPR, 2005).
Part II (18 titles maximum)
Bobbio, Norberto (1994, 1995), Direita e Esquerda, Lisboa, Presença.
Flanagan, S. C. (1987), 'Value change in industrial societies', American Political Science Review 81 (4): 1303-19.
Freire, André (2006), "Bringing Social Identities Back In: The Social Anchors of Left-Right Orientation in Western Europe", International Political Science Review, 27 (4), 359-378.
Freire, A. (2008), 'Party polarization and citizens' left-right orientations', Party Politics 14 (2): 189-209.
Freire, André (2015), "Left-Right Ideology as a Dimension of Identification and as a Dimension of Competition", Journal of Political Ideologies, Volume 20, Nº1, pp. 43-68. DOI: http://dx.doi.org/10.1080/13569317.2015.991493
Freire, André, and Ana Belchior (2011), "What left and right means to Portuguese citizens", Comparative European Politics, Vol. 9, Nº 2, pp. 145-167.
Freire, A., Lobo, M. C. and Magalhães, P. (2009), 'The clarity of policy alternatives: left-right and the European Parliament vote in 2004', The Journal of European Integration 31 (5): 665¬-83.
Freire, André, and Kats Kivistik (2013), «Mapping and explaining the use of the left-right divide», Brazilian Political Science Review, Vol. 7, Nº 3, pp. 61-89. http://www.bpsr.org.br/index.php/bpsr/article/view/178
Freire, André, & Kivistik, Kats (2016), «Authoritarian legacies and mass left-right regime support in new democracies: The Baltic States and Southern Europe compared», Comparative European Politics, http://link.springer.com/article/10.1057/cep.2015.25
Freire, André, and Kats Kivistik (2016), «Regime transition, value conflicts and the left-right divide at the mass level: The Baltic States and Southern Europe compared», Communist and Post-Communist Studies, Vol. 49, Nº 4, December (1st online: 5-10-2016; printed version November / December 2016), pp. XX. http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0967067X1630037X
Gunther, R. and Kuan, H. (2007), 'Value cleavages and partisan conflict', in Gunther, R., Montero, J. R. and Puhle, H.-J., Democracy, intermediation, and voting on four continents, Oxford, Oxford University Press, pp. 255-320.
Gunther, R. and Montero, J.R. (2001), 'The anchors of partisanship: a comparative analysis of voting behaviour in four Southern European countries', in P.N. Diamandouros and R. Gunther (eds), Parties, Politics, and Democracy in New Southern Europe, Baltimore: Johns Hopkins University Press, pp. 83-152.
Karvonen, Lauri, and Kuhnle, Stein (eds.) (2001), Party Systems and Voter Alignments Revisited, London, Routledge.
Knutsen, O. and Scarbrough, E. (1995), 'Cleavage politics', in Van Deth, J. W. and Scarbrough, E. (eds), The impact of values, Oxford, Oxford University Press, pp. 492-524.
Kriesi, Hanspeter, et al (2008), West European Politics in the Age of Globalization, Cambridge, Cambridge Universtiy Press.
Sani, Giacomo, e José R. Montero (1986), "El espectro político: izquierda, derecha y centro", in Juan Linz e José R. Montero (orgs.), Crisis y Cambio: Electores y Partidos en la España de los Años Ochenta, Madrid, Centro de Estudios Constitucionales, pp. 155-200.
Schmitt, Hermann, and Freire, André (2012), "Ideological Polarisation: Different Worlds in East and West", in David Sanders, Pedro Magalhães, and Gábor Tóka (editors), Citizens and the European Polity: Mass Attitudes Towards the European and National Polities, Oxford, Oxford University Press, pp.65-87.
Thomassen, J. (ed.) (2005), The European voter: A comparative study of modern democracies, Oxford: Oxford University Press, pp 1-21, 254-66.
Wessels, B. and Schmitt, H. (2008), 'Meaningful choices, political supply, and institutional effectiveness', Electoral Studies 28: 19-30.
West European Politics, Volume 33, Issue 3 - Special Issue on "The Structure of Political Competition in Western Europe".
|
|
|
|
|
Docentes
Patrícia Ávila
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem como principal objectivo proporcionar um conjunto articulado de aprendizagens sobre a problemática da educação ao longo da vida nas sociedades contemporâneas, com particular ênfase na sociedade portuguesa. Para o efeito serão mobilizados recursos teóricos e evidências empíricas que permitam compreender a centralidade da aprendizagem ao longo da vida nas sociedades atuais, assim como a sua presença em orientações políticas, quer nacionais, quer europeias. Atendendo à especificidade da sociedade portuguesa, em particular no que concerne ao perfil de qualificações da população adulta, serão abordadas de forma aprofundada as modalidades de educação e formação de adultos dirigidas à população menos escolarizada, assim como os seus impactos em diferentes dimensões da vida.
Programa
1. Conhecimento, educação e aprendizagem nas sociedades contemporâneas;1.1 ELV e mudança social;1.2 Modalidades e contextos de aprendizagem nas sociedades actuais;1.3 ELV e desigualdades sociais;1.4 Competências-chave:literacia e outras competências para a vida;1.5 A ALV na agenda política; representações e pressupostos 2. Conceitos, indicadores e comparações internacionais;2.1 Estudos internacionais de avaliação de competências;2.2 Conceitos e indicadores de práticas de aprendizagem ao longo da vida:o inquérito europeu à educação e formação de adultos 3. A intervenção formal e os actores; 3.1 Educação e formação de adultos em Portugal;3.2 Modalidades de educação e formação dirigidas aos adultos pouco escolarizados;3.2.1 Os referenciais de competências como instrumento formativo;3.2.2 Histórias de vida, balanço de competências e reconhecimento de competências;3.2.3 Modalidades, entidades promotoras e população abrangida;3.3 Impactos dos processos formais de aprendizagem
Processo de Avaliação
A avaliação decorre dos seguintes elementos:Participação nas aulas (10%);Apresentação oral, em grupo, de um texto (30%); Trabalho individual escrito (60%). A participação nas aulas pressupõe a leitura prévia de textos, indicados com antecedência. O trabalho individual será subordinado a um tema relacionado com o programa e deverá apoiar-se em referências bibliográficas trabalhadas ao longo da unidade curricular. A dimensão do trabalho não deverá ultrapassar 12 páginas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Ávila, P(2008), A Literacia dos Adultos, Lisboa, Celta. Araújo, L(2015),"Educação de Adultos: Soluções Transitórias para um Problema Persistente" in, Rodrigues, M. L(2015), 40 Anos de Políticas de Educação em Portugal, Coimbra, Almedina. Canário, R. (2000), Educação de Adultos: Um Campo e uma Problemática, Lisboa, EDUCA. Costa, A. F (2003), "Competências para a sociedade educativa: questões teóricas e resultados de investigação", em AA.VV., Cruzamentos de Saberes. Aprendizagens Sustentáveis, Lisboa, FCG. Eurydice(2011), Educação Formal de Adultos: Políticas e Práticas na Europa, GEPE. Field, J (2006), Lifelong Learning and the New Educational Order, Trentham Books. Jarvis, P(2007), Globalization, Lifelong Learning and the Learning Society: Sociological Perspectives: v. 2, Londres, Routledge. Gomes, M. C(2012), "Qualificar adultos em Portugal: políticas públicas e dinâmicas sociais", ISCTE-IUL. OECD (2016), Skills Matter: Further Results from the Survey of Adult Skills, OECD, Paris
Bibliografia Opcional
AA.VV. (2007), Aprendizagem ao Longo da Vida (Cadernos Sociedade e Trabalho X), Lisboa, MTSS/GEP. Abrantes, Pedro (2013), A escola da vida : socialização e biografia(s) da classe trabalhadora, Lisboa, Mundos Sociais Afonso, Almerindo Janela (2005), "Percursos e debates da Sociologia da Educação", em António Teodoro e Carlos Alberto Torres (orgs.), Educação Crítica e Utopia. Perspectivas para o Século XXI, Porto, Edições Afrontamento. Alonso, Luísa, Luís Imaginário, Justino Magalhães, Guilhermina Barros, José Manuel Castro, António Osório, e Fátima Sequeira (2001, 2002), Referencial de Competências-Chave. Educação e Formação de Adultos, Lisboa, ANEFA. Alves, Mariana Gaio (2010), Aprendizagem ao Longo da Vida e Políticas Educativas Europeias, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Aníbal, Alexandra (2014), Aprender com a vida: aquisição de competências de literacia em contextos informais, Lisboa, ISCTE-IUL (tese de doutoramento) Benavente, Ana, Alexandre Rosa, António Firmino da Costa, e Patrícia Ávila (1996), A Literacia em Portugal. Resultados de uma Pesquisa Extensiva e Monográfica, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian / Conselho Nacional de Educação. Capucha, Luís (2013), "Em defesa da Iniciativa Novas Oportunidades: a Qualificação de Adultos é uma prioridade" em Aprender, Revista da Escola Superior de Educação de Portalegre; nº34, pp. 29-65. Capucha, Luís (2015) "Iniciativa Novas Oportunidades, o Tempo da Igualdade" em Rodrigues, Mª de Lurdes (2015) - 40 Anos de Políticas de Educação em Portugal - Volume I: A Construção do Sistema Democrático de Ensino, Coimbra, Almedina, pp. 392-410. Carneiro, Roberto (2011), Accreditation of Prior Learning as Lever for Lifelong Learning: Lessons Learnt from the New Opportunities Initiative, Portugal, Unesco e CEPCEP.
Cavaco, Cármen (2002), Aprender Fora da Escola: Percursos de Formação Experiencial, Lisboa, EDUCA. Cavaco, Cármen (2009), Adultos Poucos Escolarizados. Políticas e Práticas de Formação, Lisboa, EDUCA. CNE (2014), Estado da Educação 2013. A Qualificação dos Portugueses, Lisboa, CNE. CNE (2013), Estado da Educação 2012. A Qualificação dos Portugueses, Lisboa, CNE. Comissão Europeia (1995), Ensinar e Aprender: Rumo à Sociedade Cognitiva. Livro Branco sobre a Educação e a Formação, Bruxelas, Comissão Europeia. Comissão Europeia (2000), A Memorandum for Lifelong Learning, Bruxelas, Comissão Europeia. Council of Europe (1970), Permanent Education, Estrasburgo, Council of Europe. Costa, António Firmino da (2012), Desigualdades Sociais Contemporâneas, Lisboa, Mundos Sociais. Costa, António Firmino da, Fernando Luís Machado e Patrícia Ávila (2007) (orgs.), Sociedade e Conhecimento (Portugal no Contexto Europeu, vol.II), Lisboa, Celta. Delors, Jacques (1996), Educação, um Tesouro a Descobrir. Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, Porto, Edições ASA. Delgado, Luísa (2014) - Trajetórias, Motivações e Projetos de Adultos que "Regressam à Escola", ISCTE-IUL (Tese de doutoramento). Edwards, Richard, Stewart Ranson e Michael Strain (2002), "Reflexivity: towards a theory of lifelong learning", International Journal of Lifelong Education, 1464-519X, Volume 21, Issue 6, Pages 525 - 536 Enguita, Mariano Fernández (2001), Educar en Tiempos Inciertos, Madrid, Morata. Field, John (2005), Social Capital and Lifelong Learning, Bristol, Policy Press Freire, João (2009), "Microestudo Sociológico de um centro Novas Oportunidades", Sociologia, Problemas e Práticas, nº59. Gomes, Maria do Carmo (2003), "Literexclusão na vida quotidiana", Sociologia, Problemas e Práticas, 41, pp. 63-92. Gorard, Stephen, Gareth Rees e Ralph Fevre (1999), "Patterns of Participation in Lifelong Learning: do families make a difference?" British Educational Research Journal, 1469-3518, Volume 25, Issue 4, Pages 517 - 532. Guimarães, P. (2011). Políticas de Educação de Adultos em Portugal (1999-2006). A Emergência da educação e Formação para a Competitividade. Braga: Universidade do Minho/Cied. Guimarães, Paula. "Políticas públicas de educação de adultos em Portugal: diversos sentidos para o direito à educação." Rizoma Freireano: Educación, Ciudadanía y Democracia 3 (2009). INE (2013), Aprendizagem ao longo da vida: inquérito à educação e formação de adultos - 2011, Lisboa. Jarvis, Peter (2001), The Age of Learning: Education and the Knowledge Society, Londres, Routledge. Istance, David, Hans G. Schuetze, e Tom Schuller (2002) (orgs.), International Perspectives on Lifelong Learning. From Recurrent Education to the Knowledge Society, Buckingham, SRHE and Open University Press. Lima, Licínio (2005), "A educação de adultos em Portugal (1974-2004)", em Rui Canário, e Belmiro Cabrito (orgs.), Educação e Formação de Adultos: Mutações e Convergências, Lisboa, Educa. Malglaive, Gérard (1990, 1995), Ensinar Adultos, Porto, Porto Editora. Martins, Susana da Cruz (2010), Educar (n)a Europa. Contextos, Recursos e Percursos de Escolarização, Lisboa, ISCTE-IUL. Melo, Alberto, Licínio Lima, e Mariana Almeida (2002), Novas Políticas de Educação e Formação de Adultos. O Contexto Internacional e a Situação Portuguesa, Lisboa, ANEFA. Murray, T. Scott e outros (2009), A Dimensão Económica da Literacia em Portugal: uma Análise, Lisboa, GEPE (Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação) http://www.gepe.min-edu.pt/np4/?newsId=364&fileName=literacia.pdf Murray, T. Scott (2003b), "Training cycles and skill for new learning activities: the case for Portugal", em AA.VV., Cruzamentos de Saberes. Aprendizagens Sustentáveis, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian. OCDE (2010), Recognizing Non-Formal and Informal Learning, Paris, OCDE. OECD e Statistics Canada (2000), Literacy in the Information Age. Final Report of the Internacional Adult Literacy Survey, Paris, OECD. OECD (2005b), Promoting Adult Learning, Paris, OECD. OECD (2014), Education at a Glance 2013. OECD Indicators, Paris. Olson, David R., e Nancy Torrance (2001), "Conceptualizing literacy as a personal skill and a social practice", em David R. Olson, e Nancy Torrance (orgs.), The Making of Literate Societies, Oxford, Blackwell Publishers. Pain, Abraham (1991), L'Éducation Informelle. Les Effects Formateurs dans le Quotidien, Paris, L'Harmattan. Papen, Uta (2005), Adult Literacy as Social Practice. More than Skills, Londres, Routledge. Perrenoud, Philippe (2003), Porquê Construir Competências a Partir da Escola? Desenvolvimento da Autonomia e Luta contra as Desigualdades, Porto, Edições Asa. Pires, Ana Luísa de Oliveira (2005), Educação e Formação ao Longo da Vida: Análise Crítica dos Sistemas e Dispositivos de Reconhecimento e Validação de Aprendizagens e de Competências, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Rebelo, Bruno (2016), As Universidades Seniores. Uma Visão sobre o Envelhecimento Ativo, Lisboa, Editora Mais Leituras. Rodrigues, Maria de Lurdes (2010), A Escola Pública Pode Fazer a Diferença, Lisboa, Almedina. Rothes, Luís (2007), "Educação e formação de adultos em Portugal: Circunstâncias e desafios", em Aprendizagem ao Longo da Vida no Debate Nacional sobre a Educação, (pp. 75-83). Lisboa: Conselho Nacional de Educação. Rothes, Luís (2009), Recomposição Induzida do Campo da Educação Básica de Adultos, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian Rychen, Dominique Simone, e Laura Hersh Salganik (orgs.) (2003b), Key Competencies for a Successful Life and a Well-Functioning Society, Gottingen, Hogrefe & Huber Publishers. Salgado, Lucília (2010) (org.), A Educação de Adultos: Uma Dupla Oportunidade na Família, Lisboa, ANQ. Schuller, Tom, John Preston, Cathie Hammond, Angela Brassete-Grundy, e John Bynner (2004), The Benefits of Learning. The Impact of Learning on Health, Family Life and Social Capital, Londres, Routledge-Falmer. Silva, Augusto Santos (1990, 2001), Educação de Adultos. Educação para o Desenvolvimento, Lisboa, Edições ASA.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Promover conhecimentos teórico-metodológicos na área disciplinar da Etnografia Urbana bem como realizar uma experiência de trabalho de campo.
Programa
P1 Breve história da Etnografia Urbana P2 A Escola de Chicago e a Escola de Manchester P3 A Antropologia Urbana no Brasil e os contextos europeus contemporâneos P4 Trabalhos Clássicos de Etnografia Urbana P5 Projectos contemporâneos I - visionamento de um filme documentário e reflexão crítica P6 Projectos contemporâneos II - uma experiência recente de etnografia urbana P7 Observação Participante I - recolha e registo de dados no terreno P8 Observação Participante II - desafios éticos P9 Observação Participante III - análise e escrita etnográfica P10 Apresentação dos exercícios e reflexão final
Processo de Avaliação
Avaliação contínua: Participação nas aulas (incluindo reflexão sobre leituras): 25% Realização de uma ficha de leitura: 25% Realização prática do exercício e respectivo ensaio final: 50% Não contempla exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Burgess,R.(1984),In the field:an introduction to field research,London,George Allen Unwin Cordeiro,Graça Í.(1994),"The fado in the Bica neighbourhood.The house of Milu",Brito,Joaquim Pais de(ed),Fado:Voices and Shadows,Lisboa,Electa Emerson,Robert M.et al.(1995),Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London:The University of Chicago Press Frugoli Jr.,H. and Spaggiari,Enrico(2011),Networks and territorialities: an ethnographic approach to the so-called cracolândia["crackland"]São Paulo,Vibrant,Virtual Brazilian Anthropology,8,2 Lofland,John;Lyn H.Lofland(1995),Analysing Social Settings.A Guide to Qualitative Observation and Analysis,Belmont,California:Wadsworth Publishing Company Malinowski,Bronislaw,1992(1922),Argonauts of the Western Pacific,London,Routledge Velho,Gilberto(2011),"Urban Anthropology Interdisciplinarity and Boundaries of Knowledge",Vibrant8,2 Weber,Florence(2001),"Settings,interactions and things.A plea of multi-integrative ethnography",EthnographyVol.2(4)
Bibliografia Opcional
Agar, Michael H. (1986), Speaking of Ethnography, Beverly Hills, SAGE Atkinson, Paul et al. (2001), Handbook of Ethnography, London, SAGE Becker, Howard S. (1998), Tricks of the Trade: How to Think about Your Research While You're Doing It, Chicago, University of Chicago Press Beddows, Emma (2008), "The Methodological Issues Associated With Internet-Based Research", International Journal of Emerging Technologies and society vol. 6, nº 2: 124-139 Bernard, Russell (2011), Research Methods in Anthropology. Qualitative and Quantitative Approaches, London, Altamira Press (5th Edition) Burawoy, Michael et al. (1991), Ethnography Unbound. Power and Resistance in the Modern Metropolis, Berkeley, University of Califórnia Press Cabral, João de Pina (2011), "The two faces of mutuality: contemporary themes in anthropology", Anthropological Quaterly (paper accepted version), 1-26 Duneier, Mitchel et al (ed) (2014), Urban Ethnography. A reader, Oxford: Oxford University Press Eames, Edwin e Judith Granich Goode (1977), Anthropology of the City. An Introduction to Urban Anthropology, Prentice-Hall, Inc., Englewood Cliffs, New Jersey Gans, Herbert J., 1982 (1962), The Urban Villagers. Group and Class in the Life of Italian-Americans(Updated and Extended Version), London, Collier MacMillan Publishers Glesne, Corrine (2005), Becoming Qualitative Researchers: An Introduction, Boston, MA: Allyn & Bacon Hannerz, Ulf (1969), Soulside. Inquiries into Ghetto Culture and Community, New York, Columbia University Press Hannerz, Ulf (1983), Exploring the City. Inquires towards an Urban Anthropology, Columbia, Columbia University Press Leeds, Anthony, 1994 (1968), "The anthropology of cities: some methodological issues" in Sanjek, Roger e Anthony Leeds (org.), Cities, classes and the social order, Ithaca and London, Cornwell University Press: 233-46 Magnani, José Guilherme Cantor (2005), "From close up and within: notes for an urban ethnography", Revista Brasileira de Ciências Sociais, Vol. 1, Online Selected Edition, São Paulo, http://socialsciences.scielo.org/scielo.php?pid=S0102-69092005000100002&script=sci_arttext McCurdy, David; James Spradley, Dianna Shandy (2005), The Cultural Experience: Ethnography In Complex Society, Long Grove, IL: Waveland Press Mitchell, Clyde (1956), "Kalela Dance. Aspects of Social Relationships Among Urban Africans in Northern Rhodesia", published on behalf of the Rhodes-Livingstone Institute by the Manchester University Press, 52 p. O'Reilly, Karen (2009), Key Concepts in Ethnography, London, SAGE Perecman, Ellen & Sara R. Curran (2006), A Handbook for Social Science Field Research, Thousand Oaks, California, SAGE Pujadas, Joan J., Dolors Comas & Jordi Roca, (2010[2004]) Etnografia, Barcelona: UOC Sanjek, Roger (ed) (1990), Fieldnotes. The Makings of Anthropology, Ithaca and London, Cornell University Press Sanjek, Roger (2000), "Keeping ethnography alive in an urbanizing world", Human Organization, 59, 3: 280-288 Sardan, Jean-Pierre Olivier (2008), "La Rigueur du qualitatif. Lescontrantes empiriques de l'interpretation sócio-anthropologique", Academia Bruylant, -38 Sieber, Tim, Graça Cordeiro and Lígia Ferro (2012), "The Neighborhood Strikes Back: Community Murals by Youth in Bostons Community of Color", City and Society, 24 (3), 263-280 Wacquant, Loic, 2002, "Scrutinizing the Street: poverty, Morality, and the pitfalls of Urban Ethnography", American Journal of Sociology 107, 6, 468-532 Weiss, Robert S. (1994), Learning from Strangers. The art and Method of Qualitative Interview Studies, New York, Free Press Whyte, William Foote, 1981, Street Corner Society . The social structure of an Italian Slum, Third Edition, Revised and Expanded, Chicago and London, The University of Chicago Press Wirth, Louis (1938), "Urbanism as a Way of Life", The American Journal of Sociology, Vol. XLIV, nr.1, 1-24 Wolcott, Harry F. (1994), Transforming Qualitative Data. Description, Analysis, and Interpretation, TO, London, ND, SAGE
|
|
|
|
|
Docentes
Helena Carreiras
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta UC visa familiarizar os estudantes com uma variedade de perspetivas teóricas e processos empíricos que associam a dimensão de género às dinâmicas de segurança e conflitos armados. Tem três objectivos centrais:1) Familiarizar os estudantes com instrumentos teóricos e analíticos para compreender a) as ligações históricas e transculturais entre género, guerra e paz e b) a forma como as dinâmicas de género operam aos distintos níveis analíticos das instituições e da interação sociais; 2) Analisar comparativamente processos de integração de género nas forças armadas das democracias ocidentais, focalizando na diversidade de processos através dos quais a dimensão de género informa politicas e práticas da instituição militar;3) Identificar e discutir as implicações e desafios de um novo regime de género na segurança internacional, emergente na sequência da aprovação da resolução 1325 do CSNU em 2000.
Programa
1.GÉNERO,GUERRA E PAZ 1.1Um olhar transcultural sobre género, guerra e paz 1.2Mulheres e guerra:uma abordagem histórica 1.3O que é género? 1.4?Gendered organizations? 2.GÉNERO E FORÇAS ARMADAS 2.1As forças armadas como?gendered organization? 2.2Masculinidade(s)em contextos militares 2.3Mulheres nas forças armadas: o debate sobre integração 2.4Género,coesão e desempenho 2.5Factores que afetam os papéis militares das mulheres 2.6Padrões de integração de género nas forças armadas 2.7Mulheres na frente de combate: 2.8Assédio e agressão sexual nas forças armadas 2.9Orientação sexual e forças armadas 3-GÉNERO E SEGURANÇA INTERNACIONAL 3.1Género,segurança e relações internacionais 3.2Cultura de género em operações de apoio à paz 3.3Soldados e violência sexual em conflitos armados 3.4Mulheres militares em operações de paz 3.5Mulheres,paz e segurança:a resolução 1325 CSNU 3.6A agenda política das OI sobre género e segurança 3.7Um novo regime de segurança internacional?
Processo de Avaliação
A avaliação do curso inclui os seguintes elementos: 1) Uma recensão critica com cerca de 3 páginas, dos textos relativos a um das sessões da UC (20%) 2) Um ensaio final de 12-15 páginas, aprofundando um dos tópicos do programa (60%); 3) Uma apresentação de grupo na aula (10%) 4) Participaçāo (10%). Os estudantes devem comparecer a todas as sessões, realizar as leituras requeridas para cada sessão a participar ativamente os debates.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Carreiras, Helena (2006), Gender and the military. Women in the armed forces of western democracies, London and New York, Routledge Duncanson, Claire, (2013), Forces for Good? Military Masculinities and Peacebuilding in Afghanistan and Iraq, Basingstoke, Palgrave Funmi Olonisakin, Karen Barnes and Eka Ikpe (eds.) (2011), Women, peace and security: translating policy into practice, New York, Routledge. Goldstein, Joshua (2001), War and Gender: How Gender Shapes the War System and Vice Versa, Cambridge, Cambridge University Press. Katzenstein, Mary F. and Judith Reppy, eds. (1999) Beyond Zero Tolerance, Discrimination in Military Culture. Lanham: Rowan & Littlefield Publishers. Louise Olsson and Torunn L. Tryggestad (eds) (2001), Women and
International Peacekeeping, London, Frank Cass, pp.49?68. Whitworth, Sandra (2004), Men, Militarism & UN Peacekeeping: A Gendered Analysis, Boulder, CO, Lynne Rienner
Bibliografia Opcional
Acker, Joan (1990), "Hierarchies, Jobs, Bodies: a Theory of Gendered Organizations" Gender and Society, 4(2): pp. 139-158. Addis, Elisabetta, Lorenza Sebesta, and Valeria Russo (1994) Women Soldiers, Images and Realities. Basingstoke: Macmillan. Allred, Keith J. (2006), ?Peacekeepers and Prostitutes. How Deployed Forces Fuel the Demand for Trafficked Women and New Hope for Stopping it?, Armed Forces & Society, 33(1):5-23. Baaz, M.E., Stern M. (2009), ?Why Do Soldiers Rape? Masculinity, Violence, and Sexuality in the Armed Forces in the Congo (DRC)?, International Studies Quarterly, 53(2):495-518. Barkawi, T., Christopher Dandeker, Melissa Wells-Petry and Elisabeth Kier (1999), ?Rights and Fights: sexual orientation and military effectiveness? International Security, 24(1): 181-201. Belkin, Aaron, Morten G. Ender, Nathaniel Frank, Stacie R. Furia, George Lucas, Gary Packard, Steven M. Samuels, Tammy Schultz and David R. Segal (2013) ?Readiness and DADT Repeal: Has the New Policy of Open Service Undermined the Military??
Armed Forces & Society, 39(4): 587-601. Blanchard, Eric M. (2003), ?
Gender, International Relations, and the Development of Feminist Security Theory?, Signs, 28(4): 1289-1312. Bridges, Donna and Debbie Horsfall (2009), ?Increasing Operational Effectiveness in UN Peacekeeping: Toward a Gender-Balanced Force? Armed Forces & Society, 36:1 pp.120-130. Britton, Dana (2000), "The Epistemology of the Gendered Organization" Gender and Society 14(3):418-34. Carreiras, Helena and Gerhard Kummel (orgs.), Women in the Military and in Armed Conflict, Wiesbaden, Vs Verlag. Connell, R. (1987), Gender and Power: Society, the Person and Sexual Politics. Stanford: Stanford University Press Dharmapuri, Sahana (2011), ?Just Add Women and Stir??, Parameters, spring, U.S. Army War College. Egnell, Robert (2013), ?Gender Perspectives and Fighting?, Parameters, 43(2):33-41. Elshtain, Jean B. (1995) Women and War. Chicago: University of Chicago Press. Elshtain, Jean Bethke (2000), ?Shooting at the Wrong Target: A Response to Van Creveld,? Millennium: Journal of International Studies, 29(2):443?448. Ely, Robin, Erica Foldy and Maureen A. Scully (eds.) (2001), ?Men and Women of the Corporation, Rosabeth Moss Kanter?, in Reader in Gender, Work and Organization, Oxford, Blackwell, pp. 34-48. Firestone, Juanita M. and Richard J. Harris (1994), "Sexual Harassment in the U.S. Military: Individualized and Environmental Contexts." Armed Forces & Society 21(1):25-43. Haring, Ellen ?(2013), ?What women bring to the fight? Parameters, 43(2):27-32. Howes, Ruth H. and Michael R. Stevenson, eds. (1993), Women and the Use of Military Force. Boulder: Lynne Rienner publishers. Iskra, Darlene, Stephen Trainor, Marcia Leithauser and Mady Wechsler Segal (2002), ?Women's Participation in Armed Forces Cross-Nationally: Expanding Segal's Model?, Current Sociology, 50(5):771-797. Joachim, Jutta and Andrea Schneiker (2012), ? Of 'true professionals' and 'ethical hero warriors': A gender-discourse analysis of private military and security companies?, Security Dialogue, 43(6):495?512. Kier, Elisabeth (1999), "Discrimination and Military Cohesion: an Organizational Perspective." in Mary F. Katzenstein and Judith Reppy (eds.), Beyond Zero Tolerance. Discrimination in Military Culture, Lanham, Rowan & Littlefield, pp. 25-52. Kier, Elizabeth, (1998), ?Homosexuals in the U.S. Military: Open Integration and Combat Effectiveness? International Security, 23(2):5-39. King, Anthony (2013) ?The female soldier?, Parameters, 43(2):13-25. Lackenbauer, Helené, Langlais, Richard (2013), Review of the practical implications of UNSCR 1325 for the conduct of NATO-led operations and missions, Swedish Defence Research Agency (FOI) (online: http://www.nato.int/nato_static/assets/pdf/pdf_2013_10/20131021_131023-UNSCR1325-review-final.pdf). MacCoun, Robert J., Elizabeth Kier and Aaron Belkin (2006), ?Does Social Cohesion Determine Motivation in Combat?: An Old Question with an Old Answer?, Armed Forces and Society, 32 (4):646-654. Macdonald, Sharon, Pat Holden, and Shirley Ardener, eds. 1987. Images of Women in Peace and War. Cross-Cultural and Historical Perspectives. London: Macmillan. Miller, Laura L. (1997),
?Not Just Weapons of the Weak: Gender Harassment as a Form of Protest for Army Men?, Social Psychology Quarterly, 60(1): 32-51. Miller, Laura L. and Charles Moskos (1995), ?Humanitarians or Warriors?: Race, Gender, and Combat Status in Operation Restore Hope?
, Armed Forces & Society 1995 21:4, pp. 615-637. Moradi, Bonnie and Laura Miller (2010), ?Attitudes of Iraq and Afghanistan War Veterans toward Gay and Lesbian Service Members?
, Armed Forces & Society, 36(3):397-419. Sasson-Levy, Orna and Sarit Amram-Katz (2007), ?Gender Integration in Israeli Officer Training: Degendering and Regendering the Military?, Signs, 33(1):105-133. Segal, David R. and Meyer Kestenbaum (2002), "Professional Closure in the Military Labour Market: A Critique of Pure Cohesion," in Don Snider and Gayle Watkins (eds.) The Future of the Army Profession, New York, McGraw-Hill, pp. 41-58. Segal, Mady (1995), "Women's Military Roles Cross-Nationally - Past, Present and Future", Gender and Society, 9(6):757-75. Segal, Mady (1999), "Gender and the Military" in Janet S. Chafetz (ed.), Handbook of the Sociology of Gender, New York: Kluwer Academic/Plenum Publishers, pp. 563-81. Silva, Jennifer (2008), ?A New Generation of Women? How Female ROTC Cadets Negotiate the Tension between Masculine Military Culture and Traditional Femininity?, Social Forces, 87(2):937-960. Simić, Olivera (2010), ?Does the Presence of Women Really Matter? Towards Combating Male Sexual Violence in Peacekeeping Operations?, International Peacekeeping, 17(2):188?199. Sion, Liora (2008), ?Peacekeeping and the Gender Regime: Dutch Female Peacekeepers in Bosnia and Kosovo?, Journal of Contemporary Ethnography, 37(5):561-585. Solaro, Erin (2006), Women in the line of fire. What you should know about women in the Military, Emeryville, Seal Press, pp. 75-103. Stachowitsch, Saskia (2013), ?Military Privatization and the Remasculinization of the State: Making the Link Between the Outsourcing of Military Security and Gendered State Transformations?,
International Relations, 27(1):74?94. Tickner, J. Ann (1992), ?Engendered insecurities: feminist perspectives in IR? in Gender in International Relations: Feminist Perspectives on Achieving Global Security, New York: Columbia University Press, pp.1-26. Titunik, Regina (2008), ?The Myth of the Macho Military?, Polity, 40(2):137-163. UNSCR 1325 and other resolutions Valenius, Johanna (2007), ?A Few Kind Women: Gender Essentialism and Nordic Peacekeeping Operations?, International Peacekeeping, 14(4):510?523. Van Creveld, Martin (2000), ?The Great Illusion: Women in the Military,? Millennium: Journal of International Studies, 29(2):429?442. West, Candace and Don H. Zimmerman (1987), "Doing Gender", Gender and Society, 1(2):125-151. Yoder, Janice, (1991), ?Rethinking Tokenism: Looking beyond Numbers?, Gender and Society, 5(2):178-192.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
O objetivo central desta Unidade Curricular é o de proporcionar uma abordagem sociológica à organização social do processo do nascimento e da maternidade. A partir de uma perspetiva teórica e analítica, procura-se a análise de processos sociais e normativos, de instituições sociais e fatores entrecruzados que modelam e estruturam esse processo. Na sua conceção como objeto desta UC, o nascimento é entendido como transversal a diferentes domínios das ciências sociais, em que a articulação disciplinar enriquece a perspetiva sociológica.
Programa
1. Sociologia do nascimento: 1.1. Um objeto em construção; 1.2. Evolução dos modelos de nascimento; 1.3. Organização social do nascimento: 1.3.1. Instituições, agentes, normas; 1.3.2. Cultura médica e risco; 1.3.3. Protocolos e práticas hospitalares; 1.3.4.Representações e Construção social das escolhas no processo de nascimento; 1.3.5. Políticas sociais para o nascimento e a saúde materna e infantil. 2. Nascimento e desigualdade social na fecundidade em Portugal: 2.1. Fontes de informação sobre fecundidade e nascimento: análise crítica; 2.2. Calendário e intensidade da fecundidade: perspetiva comparada; 2.3. Características sociodemográficas da população fecunda; 2.4. Condições sociais e assistenciais da fecundidade; 2.5. Experiências sociais no nascimento 3. Nascimento, Risco e Saúde: 3.1. Mortalidade Materna e CID: fenómeno evitável; 3.2. Morbilidade materna: fenómeno sentinela; 3.3. Indicadores e resultados. 4. A ética no nascimento e na maternidade.
Processo de Avaliação
A avaliação da UC contempla: - Assiduidade e participação nas aulas, considerando a leitura da bibliografia recomendada (10%) - Apresentação e discussão oral, a partir da leitura crítica de obra(s), que aprofunde(m) um ou mais pontos do programa (40%) - Trabalho escrito final, com componente empírica, referente a um ou mais pontos do programa (50%). Em alternativa, os alunos, poderão optar por avaliação em exame final (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Charrier, Philippe e Gaëlle Clavandier (2013), Sociologie de la Naissance, Paris, Armand Colin. Davis-Floyd, Robbie (1992), Birth as an American Rite of Passage, Berkeley, University of California Press. Jacques, Béatrice (2007), Sociologie de l’accouchement, Paris, PUF. Kitzinger, Sheila (2012), “Rediscovering the Social Model of Childbirth”, Birth. Issues in Perinatal Care, 39, pp.301-304. Laget, Mireille (1982), Naissances: l’accouchement avant l’âge de la clinique, Paris, Éditions du Seuil. Loudon, Irvine (1992), Death in Childbirth. An International Study of Maternal Care and Maternal Mortality 1800-1950, Oxford, Clarendon Press. MacDonald, Margaret E. (2011), “The art of medicine. The cultural evolution of natural birth”, The Lancet, Vol. 378, July 30. Miller, Amy C. e Thomas E. Shriver (2012), “Women’s childbirth preferences and practices in the United States”, Social Science and Medicine, 75, pp.709-716. Odent, Michel (2005), A Cesariana, Miosótis, Lisboa.
Bibliografia Opcional
(Nota: estes títulos são indicativos e não esgotam a bibliografia e documentação da UC)
Alexander, Sophie, K. Wildman, W. Zhang, M. Langer, C. Vutuc e G. Lindmark (2003), “Maternal health outcomes in Europe”, European Journal of Obstetrics and Gynecology and Reproductive Biology, 111, S78-S87.
Almeida, Ana Nunes, Duarte Vilar, Isabel M. André e Piedade Lalanda (2004), Fecundidade e contracepção - percursos de saúde reprodutiva das mulheres portuguesas, Lisboa, Instituto de Ciências Sociais.
Antunes, J. Lobo (1998), “Três culturas”, Análise Social, volume XXXIII, (146-147), pp.563-582.
Arney, William Ray (1982), Power and Profession of Obstetrics, Chicago, University of Chicago Press.
Bandeira, Mário Leston (1996), Demografia e Modernidade. Família e Transição Demográfica em Portugal, Lisboa, Imprensa Nacional Casa da Moeda.
Barreto, Maria Renilda Nery (2007), “A ciência do parto nos manuais portugueses de obstetrícia”, Niterói, volume 7, (2), pp.217-234.
Bouvier-Colle, Marie-Hélène e Emmanuelle Szego (2005), “La mortalité maternelle en France depuis 1945”, em C. Bergougnian et al, La population de la France, tome II, Paris, CUPED, pp.373-384.
Campos, Diogo Ayres e João Pedro Neves (2012), “Mortalidade maternal em Portugal desde 1929”, Acta Obstet Ginecolo Port, 6 (3), pp.94-100.
Campos, Diogo Ayres, Nuno Montenegro e Teresa Rodrigues (2008), Protocolos de Medicina Materno-Fetal, Lisboa, Lidel.
Campos, Diogo Ayres, Isabel Santos Silva e Fernando Jorge Costa (2011), Emergências Obstétricas, Lousã, Lidel.
Carapinheiro, Graça (1986), “A saúde no contexto da sociologia”, Sociologia, Problemas e Práticas, 1, pp.9-22.
Carapinheiro, Graça (1991a), “Poder Médico e Poder Administrativo no Quotidiano Hospitalar”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 33, pp.83-91.
Carapinheiro, Graça (1991b), “Médicos e representações da medicina: Humanismo e tecnicismo nas práticas médicas hospitalares”, Sociologia, Problemas e Práticas, 9, pp.22-41.
Carapinheiro, Graça (2006), “A saúde enquanto matéria política”, em Graça Carapinheiro (org.), Sociologia da Saúde. Estudos e Perspectivas, Coimbra, Pé de Página Editores, pp.137-164.
Carneiro, Marinha (2008), Ajudar a nascer. Parteiras, saberes obstétricos e modelos de formação (séc. XV-1974), Porto, Série do Saber 8, Editora da Universidade do Porto.
Chazan, Lilian Krakowski (2005), “’O melhor filme da minha vida!’. O ultra-som, o corpo grávido e o corpo fetal”, VI RAM, Montevideu. Disponível em: http://www.antropologia.com.br/colu/colu30.htm
Chalmers, Beverley (2012), “Childbirth Across Cultures: Research and Practice”, Birth. Issues in Perinatal Care, 39: 276-280 Cunha, Vanessa (2005), “A Fecundidade das Famílias”, em Karin Wall (ed.), Famílias em Portugal - Percursos, Interacções, Redes Sociais, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, pp.395-464.
Davis-Floyd, Robbie (1993), “The Technocratic Model of Birth”, em Susan Tower Hollis, Linda Pershing e M. Jane Young (eds.), Feminist Theory in the Study of Folklore, University of Illinois Press.
Davis-Floyd, Robbie (2001), “The technocratic, humanistic, and holistic paradigms of childbirth”, International Journal of Gynecology & Obstetrics, 75, S5-S23
Dias de Souza, João Paulo, José Guilherme Cecatti e Mary Angela Parpinelli (2005) “Factores associados à gravidade da morbidade materna na caracterização do near miss”, Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, 27, (4), pp.197-203.
Enkin, Murray, Marc J.N.C. Keirse, James Neilson, Caroline Crowther, Lelia Duley, Ellen Hodnett e Justus Hofmeyr (2005), Guia para atenção efectiva na gravidez e no parto, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 3ª ed.
Ennis, M. e C.A. Vincent (1990), “Obstetric accidents: a review of 64 cases, BMJ, 300, pp.1365-1367.
Fortney, Judith A. (2002), “Méthodes de mesure et niveaux de la mortalité maternelle”, em Les Déterminants de la Mortalité, Démographie: analyse et synthèse, volume III, Paris, INED, pp.109-127.
Foucault, Michel (1992), O nascimento da medicina Social in: Microfísica do Poder, Rio de Janeiro, Graal.
Giddens, Anthony (1997). Modernidade e Identidade Pessoal, Lisboa, Celta Editora.
Graça, Luís (2000), Evolução do Sistema Hospitalar: Uma Perspectiva Sociológica (VII Parte). Europa: O Sistema Técnico (Depois da II Guerra Mundial), Textos sobre saúde e trabalho, (Online), 99. Disponível em: http://www.ensp.unl.pt/luis.graca/textos99.html
Hunter, B., R. Deery (eds.) (2008), Emotions in Midwifery and Reproduction, London, Palgrave
Jeffcott, Michele (2002), “Examining the Role of Risk Perception in the Use of Obstetric Technology”, comunicação apresentada na WWDU Internacional Conference, 22 a 25 de Maio, (Online), Berchtesgaden – Germany. Disponível em: http://www.dcs.gla.ac.uk/~johnson/papers/Jeffcott.pdf
Joaquim, Teresa (1983) Dar à Luz. Ensaio sobre as práticas e crenças da gravidez, parto e pós-parto em Portugal, Lisboa, Publicações D. Quixote.
Jones, Ricardo (2004), Memórias do Homem de Vidro. Reminiscências de um Obstetra Humanista, Porto Alegre, Ideias a Granel.
Laurenti, Ruy e Cássia Maria Buchalla (1997), “Indicadores da saúde materna e infantil: implicações da décima revisão da Classificação Internacional de Doenças”, Ver. Panam Salud Publica/Pan Am J Public Health, 1, (1), pp.18-22.
Leite, Lúcia (coord.) (2012), Pelo direito ao Parto Normal. Uma visão partilhada, Ordem dos Enfermeiros. Loudon, Irvine (1986), “Obstetric care, social class, and maternal mortality”, British Medical Journal, 293, pp.606-608.
Loudon, Irvine (1992a), “The transformation of maternal mortality”, BMJ, volume 305, 19-26, December, pp.1557-1560.
Matos, Raquel (2011), “’A História dos Três Macacos Sábios’, ou de como sobre os protestos do encerramento de blocos de partos em Portugal o poder político não viu, ouviu ou falou”, (online), e-cadernos CES, (11), pp.52-78. Disponível em: http://www.ces.uc.pt/e-cadernos/media/ecadernos11/II%20-%20Ana%20Raquel%20Matos.pdf
McLaren, Angus (1997), História da Contracepção. Da Antiguidade à Actualidade, Lisboa, Terramar.
Meslé, France e J. Vallin (2002), “La transition sanitaire: tendances et perspectives”, Les Déterminants de la Mortalité, Démographie: analyse et synthèse, volume III, Paris, INED, capítulo 57.
Miles, Agnes (1991), Women, Health and Medicine, Milton Keynes, Filadélfia, Open University Press.
Neves, Daniel (2011), Comunicação no Seminário “O parto não vigiado pela autoridade da ciência: entre o encerramento de maternidades e o parto domiciliar em Portugal”, e-cadernos CES, (11), pp.13-50. Disponível em: http://www.ces.uc.pt/e-cadernos/media/ecadernos11/ecadernos11.pdf
OaKley, Ann (1984), The captured Womb: a history of the Medical Care of Pregnant Women, Oxford, Basil, Blackwell.
Oliveira, Ana Flávia P. Lucas, Simone Grilo Diniz e Lilia Blima Schraiber (2002), “Violence against women in health-care institutions: an emerging problem”, The Lancet, volume 359, pp.1681-1685.
Omran, Abdel R. (2005), “The Epidemiological Transition: A Theory of the Epidemiology of Population Change”, Milbank Quarterly, volume 83, (4), pp.731-757.
Page, L. (2001), “The humanization of birth”, International Journal of Gynecology & Obstetrics, 75, S55-S58
Pattinson, Robert, João Paulo Souza, Nynke van den Broek, Cleone Rooney (2009), “WHO maternal death and near-miss classifications”, Bulletin of the World Health Organization, (Versão eletrónica), 87, 734-734. Disponível em http://www.who.int/bulletin
Peixoto, José, José Palminha e Pereira Leite (2001), Proposta de Carta Hospitalar. Criação de Redes Perinatais Regionais 1999, Comissão Nacional da Saúde da Mulher e da Criança, Rede de Referenciação materno-infantil, Divisão de Saúde Materna, Infantil e dos Adolescentes, Lisboa, Direcção-Geral da Saúde.
Petersen, Alan e Deborah Lupton (1996), The New Public Health, Health and Self in the Age of Risk, Londres.
Pintassilgo, Sónia Cardoso (2014), O Risco e as Condições Sociais e Assistenciais da Maternidade em Portugal, Tese de doutoramento em Sociologia (Orientador: Mário Leston Bandeira), Lisboa, ISCTE-IUL.
Raposo, Helder (2009), “Risco e incerteza no pensamento biomédico: notas teóricas sobre o advento da quantificação e da prova experimental na medicina moderna”, Análise Social, volume XLIV, (193), 2009, pp. 747-765.
Santos, Mário (2014), "Para uma sociologia da maternidade. Um retrato temático da investigação sociológica portuguesa", CIES e-Working Paper, Nº 194/2014, Lisboa, CIES-IUL
Santos, Mário (2012), Nascer em Casa. A desinstitucionalização reflexiva do parto no contexto português, Dissertação de Mestrado em Saúde, Medicina e Sociedade, Lisboa, ISCTE-IUL.
Silva, Luísa Ferreira e Fátima Alves (2003), A Saúde das Mulheres em Portugal, Porto, Edições Afrontamento.
Shorter, Edward (1982), A History of Women’s Bodies, Harmondsworth, Pelican.
Thébaud, Françoise (2002), “A medicalização do parto e suas consequências: o exemplo da frança no período entre as duas guerras”, Revista de Estudos Femininos, (Versão eletrónica), 10, (2), Florianópolis. Disponível em: http://www.sieclo.br/sieclo.php
Thomasson, Melissa A. e Jaret Treber (2008), “From home to hospital: The evolution of childbirth in the United States, 1928–1940”, Explorations in Economic History, 45, Elsevier, pp.76–99.
Wildman Katherine, Béatrice Blondel, Jan Nijhuiz, Paul Defoort e Chryssa Bakoula (2003), “European indicators of health care during pregnancy, delivery and the postpartum period”, European Journal of Obstetrics and Gynecology and Reproductive Biology, 111, pp.S53-S65. World Health Organization (2014), “Defining disrespect and abuse of women in childbirth: a research, policy and rights agenda”, Bulletin of the World Health Organization, 92, pp.915-917 Disponível em: http://dx.doi.org/10.2471/BLT.14.137869
|
|
1 Ano | 2 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Rita Cachado
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Promover conhecimentos teórico-metodológicos na área disciplinar da Etnografia Urbana bem como realizar uma experiência de trabalho de campo.
Programa
P1 Breve história da Etnografia Urbana P2 A Escola de Chicago e a Escola de Manchester P3 A Antropologia Urbana no Brasil e os contextos europeus contemporâneos P4 Trabalhos Clássicos de Etnografia Urbana P5 Projectos contemporâneos I - visionamento de um filme documentário e reflexão crítica P6 Projectos contemporâneos II - uma experiência recente de etnografia urbana P7 Observação Participante I - recolha e registo de dados no terreno P8 Observação Participante II - desafios éticos P9 Observação Participante III - análise e escrita etnográfica P10 Apresentação dos exercícios e reflexão final
Processo de Avaliação
Avaliação contínua: Participação nas aulas (incluindo reflexão sobre leituras): 25% Realização de uma ficha de leitura: 25% Realização prática do exercício e respectivo ensaio final: 50% Não contempla exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Burgess,R.(1984),In the field:an introduction to field research,London,George Allen Unwin Cordeiro,Graça Í.(1994),"The fado in the Bica neighbourhood.The house of Milu",Brito,Joaquim Pais de(ed),Fado:Voices and Shadows,Lisboa,Electa Emerson,Robert M.et al.(1995),Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London:The University of Chicago Press Frugoli Jr.,H. and Spaggiari,Enrico(2011),Networks and territorialities: an ethnographic approach to the so-called cracolândia["crackland"]São Paulo,Vibrant,Virtual Brazilian Anthropology,8,2 Lofland,John;Lyn H.Lofland(1995),Analysing Social Settings.A Guide to Qualitative Observation and Analysis,Belmont,California:Wadsworth Publishing Company Malinowski,Bronislaw,1992(1922),Argonauts of the Western Pacific,London,Routledge Velho,Gilberto(2011),"Urban Anthropology Interdisciplinarity and Boundaries of Knowledge",Vibrant8,2 Weber,Florence(2001),"Settings,interactions and things.A plea of multi-integrative ethnography",EthnographyVol.2(4)
Bibliografia Opcional
Agar, Michael H. (1986), Speaking of Ethnography, Beverly Hills, SAGE Atkinson, Paul et al. (2001), Handbook of Ethnography, London, SAGE Becker, Howard S. (1998), Tricks of the Trade: How to Think about Your Research While You're Doing It, Chicago, University of Chicago Press Beddows, Emma (2008), "The Methodological Issues Associated With Internet-Based Research", International Journal of Emerging Technologies and society vol. 6, nº 2: 124-139 Bernard, Russell (2011), Research Methods in Anthropology. Qualitative and Quantitative Approaches, London, Altamira Press (5th Edition) Burawoy, Michael et al. (1991), Ethnography Unbound. Power and Resistance in the Modern Metropolis, Berkeley, University of Califórnia Press Cabral, João de Pina (2011), "The two faces of mutuality: contemporary themes in anthropology", Anthropological Quaterly (paper accepted version), 1-26 Duneier, Mitchel et al (ed) (2014), Urban Ethnography. A reader, Oxford: Oxford University Press Eames, Edwin e Judith Granich Goode (1977), Anthropology of the City. An Introduction to Urban Anthropology, Prentice-Hall, Inc., Englewood Cliffs, New Jersey Gans, Herbert J., 1982 (1962), The Urban Villagers. Group and Class in the Life of Italian-Americans(Updated and Extended Version), London, Collier MacMillan Publishers Glesne, Corrine (2005), Becoming Qualitative Researchers: An Introduction, Boston, MA: Allyn & Bacon Hannerz, Ulf (1969), Soulside. Inquiries into Ghetto Culture and Community, New York, Columbia University Press Hannerz, Ulf (1983), Exploring the City. Inquires towards an Urban Anthropology, Columbia, Columbia University Press Leeds, Anthony, 1994 (1968), "The anthropology of cities: some methodological issues" in Sanjek, Roger e Anthony Leeds (org.), Cities, classes and the social order, Ithaca and London, Cornwell University Press: 233-46 Magnani, José Guilherme Cantor (2005), "From close up and within: notes for an urban ethnography", Revista Brasileira de Ciências Sociais, Vol. 1, Online Selected Edition, São Paulo, http://socialsciences.scielo.org/scielo.php?pid=S0102-69092005000100002&script=sci_arttext McCurdy, David; James Spradley, Dianna Shandy (2005), The Cultural Experience: Ethnography In Complex Society, Long Grove, IL: Waveland Press Mitchell, Clyde (1956), "Kalela Dance. Aspects of Social Relationships Among Urban Africans in Northern Rhodesia", published on behalf of the Rhodes-Livingstone Institute by the Manchester University Press, 52 p. O'Reilly, Karen (2009), Key Concepts in Ethnography, London, SAGE Perecman, Ellen & Sara R. Curran (2006), A Handbook for Social Science Field Research, Thousand Oaks, California, SAGE Pujadas, Joan J., Dolors Comas & Jordi Roca, (2010[2004]) Etnografia, Barcelona: UOC Sanjek, Roger (ed) (1990), Fieldnotes. The Makings of Anthropology, Ithaca and London, Cornell University Press Sanjek, Roger (2000), "Keeping ethnography alive in an urbanizing world", Human Organization, 59, 3: 280-288 Sardan, Jean-Pierre Olivier (2008), "La Rigueur du qualitatif. Lescontrantes empiriques de l'interpretation sócio-anthropologique", Academia Bruylant, -38 Sieber, Tim, Graça Cordeiro and Lígia Ferro (2012), "The Neighborhood Strikes Back: Community Murals by Youth in Bostons Community of Color", City and Society, 24 (3), 263-280 Wacquant, Loic, 2002, "Scrutinizing the Street: poverty, Morality, and the pitfalls of Urban Ethnography", American Journal of Sociology 107, 6, 468-532 Weiss, Robert S. (1994), Learning from Strangers. The art and Method of Qualitative Interview Studies, New York, Free Press Whyte, William Foote, 1981, Street Corner Society . The social structure of an Italian Slum, Third Edition, Revised and Expanded, Chicago and London, The University of Chicago Press Wirth, Louis (1938), "Urbanism as a Way of Life", The American Journal of Sociology, Vol. XLIV, nr.1, 1-24 Wolcott, Harry F. (1994), Transforming Qualitative Data. Description, Analysis, and Interpretation, TO, London, ND, SAGE
|
|
|
|
|
Docentes
Vítor Pena Ferreira
Departamento de Sociologia
Objectivos
Abordar o campo da punição penal numa perspectiva sociológica Introduzir as principais problemáticas e debates sociológicos sobre a punição penal na modernidade Desenvolver competências de compreensão, reflexão crítica e problematização sobre o conceito de cultura de controlo e de outras perspectivas pós-disciplinares da ordem social.
Programa
1. Punição e Modernidade 1.1. A evolução da punição. 1.2. A punição como instituição social. 1.3. Modernidade tardia, crime e ordem social. 2. O Crescimento do Estado Penal 2.1. Insegurança, media e populismo penal 2.2. Encarceramento em massa e expansão penal. 2.3. Sistema penal e gestão da exclusão social. 3. Políticas Penais: passado e presente 3.1. Da justiça providência à nova penologia 3.2. Governar através do crime ou o mito da repressão penal? 3.3. A globalização das políticas penais 4. A Cultura de Controlo na Modernidade Tardia 4.1. Punição e modelos de sociedade 4.2. Cultura do controlo e controlo pós-disciplinar
Processo de Avaliação
A avaliação combina uma componente periódica e outra contínua, que inclui: - Uma ficha de leitura sobre textos a serem fornecidos pelo docente (25%) - Leitura de um texto para debate em sala a indicar pelo docente (20%) - Um ensaio, sobre tema a propor pelo docente, com cerca de 4-5 páginas (40%) - Assiduidade e participação nas aulas (15%) Em alternativa os alunos podem optar por um exame final
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BRANDARIZ Garcia, Jose Angel (2014) El gobierno de la penalidad. La complejidad de la política criminal contemporânea Madrid, Dykinson. CAVADINO, Michael and James Dignan (2006) Penal Systems a Comparative Approach, London Sage GARLAND, David (1990) Castigo y sociedad moderna: un estudio de teoria social, Mexico, Siglo XXI, Editores. GARLAND, David (2005) La cultura del control. Crimen y orden social en la sociedad contemporánea, Barcelona, Gedisa. NELKEN, David (2011) (Ed) Comparative criminal justice and globalization, Surrey, Ashgate Publishing Limited. PRATT, John and Anna Eriksson (2014) Contrast in punishment: An explanation of Anglophone excess and Nordic exceptionalim, London, Routledge. UGELVIK, Thomas and Jane DULLUM (Eds) (2010) Penal exceptionalism? Nordic prison pratice and policy. London, Routledge. WACQUANT, (2010) Castigar a los pobres. El gobierno neoliberal da la inseguridad social, Barcelona, Gedisa.
Bibliografia Opcional
ACTES DE LA RECHERCHE EN SCENCES SOCIALES (1998) De l’État social à l’État pénal. Nº 124, Setembro. AUSTIN, James and John Irwin (2001) Is about time: American imprisonment binge, Belmont, Wadsworth Cengage Learning. BATISTA, Malaguti (ed.) (2012), Loïc Wacquant e a questão penal no capitalismo neoliberal, Rio de Janeiro, Revan. BELL, Êmma (2011) Criminal justice and neoliberalismo, Basingstore, Palgrave/MacMillan. BRANDARIZ Garcia, Jose Angel (2007) Politica criminal de la exclusión. El sistema penal en tiempo de declive del estado social y de crisis del estado-nación, Comares, Granada, 2007. BLOMBERG and Cohen (Ed) Punishment and social control, New York, Aldine de Gruyter. CLARKE, John et alts (2000) (Eds.) New managerialism, new welfare?, London Sage CLEAR, Todd R (2007) Imprisoning communities: how mass incarceration makes disadvantaged neighborhoods worse, Oxford, Oxford University Press. CHRISTIE, Nils (1993) La industria del control del delito, Buenos Aires, Editores del Puerto, SRL. COYLE, Andrew, Allison Campbell and Rodney Neufeld (2003) Eds Capitalist punishment. Prison privatization and human rights, London, Zed Books. CUNHA, Manuela Ivone (2008) (Org) Aquém e além da prisão. Cruzamentos e perspectivas, Lisboa, 90 Graus Editora, Lda. CUNNEEN, Chris and James COOK (2013) Penal culture and hyperincarceration, Oxon, Ashgate DE GIORGI, Alessandro (2006) A miséria governada através do sistema penal, Pensamento Criminológico nº12, Co-edição: Instituto Carioca de Criminologia. DAEMS, Tom (2008) Making sense of penal change, Oxford, Oxford University Press DAEMS, Tom, Dirk VAN ZYL SMIT y Sonja SNACKEN (2013)n (Editores), European Penology?, Oxford, Hart Publishing. DE GIORGI, Alessandro (2005) Tolerancia cero: estratégias y practicas de la sociedad de control, Barcelona, La Llevir, S. L. Virus DORES, António Pedro (Org) (2003) Prisões na Europa. Um debate que apenas começa, Oeiras, Celta Editora. DYER, Joel. (2000) The Perpetual Prisoner Machine: How America Profits from Crime, Boulder, Colo: Westview Press FOUCAULT, Michel (1977) Vigiar e Punir. Nascimento da Prisão, Petrópolis, Vozes GARLAND, David (1985) Punishment and welfare: A history of penal strategies, Aldershot, Gower. GARLAND, David (2001) (Ed) Mass imprisionment. Social causes and consequences, London, Sage. GUIA, Maria João (2008) Imigração e criminalidade violenta. Caleidoscópio de imigrantes reclusos, Coimbra, Almedina. GUIA, Maria João (2010) Imigração e criminalidade violenta. Mosaico da reclusão em Portugal, Lisboa, Serviços de Estrangeiros e Fronteiras. HARCOURT, Bernard, E. (2013) Política criminal y gestión de riesgos: Genealogia y crítica, Buenos Aires, Ad-Hoc. IGNATIEFF, Michael (1978); A just mesure of pain. The penitentiary system in the industrial revolution, 1750-1850, New York: Pantheon Books. IRWIN, John (1992) The jail. Managing the underclass in American society, Berkley and Los Angeles, University of California Press. IRWIN, John (2004) The warehouse prison: disposal of the new dangerous class, Roxbury, Publishing Company. JAMES, L. Adrian et Alts (1997) Privatizing prisons. Rhetoric and reality, London Sage. JOHNSON, Robert (1996) Hard time. Understanding and reforming the prison, 2sd Ed, Belmont, Wadsworth Publishing Company. JONES, Trevor and Tim Newburn (2007) Policy Transfer and criminal justice. Exploring US influence over British crime control policy, London, Open University Press, McGraw Hill LAGRANGE, Hugues (2003) Demandes de sécurité: Europe, France, Etats-Unis, Paris, Le Seuil. LOGAN, Charles H. (1990) Private prisons. Cons & Pros, Oxford, Oxford University Press. LYON, David (1992) A sociedade da informação, Oeiras, Celta Editores. LYON, David (1994) The electronic eye. The rise of surveillance society, Cambridge, Polity Press. LYON, David (2001) Surveillance society. Monitoring everyday life, Buckingham, Open University Press. MACHADO, Carla (2004) Crime e insegurança. Discursos do medo, imagens do outro, Lisboa, Editorial Notícias. MATTHEWS, Roger e John Pitts (Eds.) (2001) Crime, disorder and community safety, London, Routledge. MATTHEWS, Roger e Jock Young (2003) New politics of crime and punishment, Cullompton, Willan Publishing. MATTHEWS, Roger e John Pitts (Eds) (1989) Privatising criminal justice, London, Sage. MATTHEWS, Roger (2014) Realist Criminology, Palgrave/MacMillan, Basingstoke MATHIESEN, Thomas (2003) Juicio a la Prisión. Una evaluación crítica, Buenos Aires, Ediar. MELOSSI, Dario e Massimo Pavarini (2006) Carcere e fábrica. As origens do sistema penitenciário (séculos XVI-XIX), Instituto Carioca de Criminologia, Editora Revan MUNCIE, John e Richard SPARKS (1991) (Edited) Imprisonment. European perspectives, Hertfordshire, Harvester Wheatsheaf. O’MALLEY, Pat (2004) Riesgo, neoliberalismo y justice penal, Buenos Aires, Ad-Hoc. PRATT John, David BROWN, Mark. BROWN, Simon HALLSWORTH and Wayne MORRISON (Eds.) (2005) The New Punitiveness: Trends, Theories, Perspectives, Devon, Willan Publishing. PRATT, John (2006) Castigo y civilización. Una lectura crítica sobre las prisiones y los regímenes carcelarios, Barcelona, Gedisa. PRATT, John (2007) Penal populism, Oxon, Routledge. ROTHMAN, David J. (1971) The discovery of the asylum : social order and disorder in the new republic, Boston, Little Brown. ROTHMAN, David J. (1980) Incarceration and its alternatives in 20th Century America, Washington, NILECJ. ROTHMAN, David J. (1980) Conscience and convenience : the asylum and its alternatives in progressive america, Boston, Little Brown. RUGGIERO, Vincenzo and Rick Ryan (2013) (Eds.) Punishment in Europe : a critical anatomy of penal systems, Hampshire, Palgrave and Macmillan. RUSCHE, Georg e Otto Kirchheimer (1999) Punição e Estrutura Social, Rio de Janeiro,Freitas Bastos Editora. SÁNCHEZ, Ignacio González (editor) (2011) Teoría social, marginalidad avanzada y Estado penal. Aproximaciones al trabajo de Loïc Wacquant, Madrid, Dykinson, SICHOR, David (1995) Punishment for profit. Private prison public concerns, London, Sage. SIMON, Jonathan and Malcolm M. FEELEY (1995) True crime: the new penology and public discourse on crime in Blomberg and Cohen (Ed) Punishment and social control. Essays in honour of Sheldon Messinger, New York, Aldine de Gruyter. SIMON, Jonathan and Malcolm M. FEELEY (2003) The forms and limits of the new penology in Blomberg and Cohen (Ed) Punishment and social control, New York, Aldine de Gruyter. SPIERENBURG, Pieter (1984) The Spectacle of suffering. Executions and the evolution of repression: From preindustrial metropolis to the european experience, Cambridge, Cambridge University Press. SPIERENBURG, Pieter (sd) The prison experience. Disciplinary institutions and their inmates in early modern Europe, Amsterdam, Amsterdam University Press. STENSON, Kevin e Robert R. Sully (2000) (Eds) Crime, risk and justice. The politics of crime control in liberal democracies, s.l. Willan Publishing. WACQUANT, Loic (2000) As prisões da miséria, Oeiras, Celta Editora. WACQUANT, Loic (2007) Los condenados de la ciudad. Gueto, periferias y Estado, Madrid, Siglo Veintiuno de de España Editores. YOUNG, Jock (2002) A sociedade excludente. Exclusão social, criminalidade e diferença na modernidade recente, Rio de Janeiro, Instituto Carioca de Criminologia.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Dotar os alunos de ferramentas teóricas, concetuais e metodológicas apropriados ao estudo da recepção e dos públicos no sistema cultural e artístico.
Programa
1. Da tirania do autor à «obra aberta». 2. Uma perspetiva de síntese (Umberto Eco): a tríade dialética da circulação de sentido: autor, obra e recetor . 3. O horizonte de expectativa: «arte culinária» e «desvio estético» (H. R. Jauss). 4. Os desencontros entre obras e públicos e o iconoclasmo contemporâneo. 5. Públicos e contra-públicos. 6. Modos de relação com a cultura.
Processo de Avaliação
A avaliação constará de uma apresentação oral (30%) e de um trabalho final individual (70%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-AAVV (2004), Públicos da Cultura, Lisboa, OAC. -CRANE, Diana (1992), The Production of Culture. Media and the urban Arts, Newbury Park, Sage -DONNAT, Olivier (1994), Les Français face à la Culture. De l?exclusion à l?éclectisme, Paris, la Découverte -ECO, Umberto (1989), Obra Aberta, Lisboa, Difel -FEATHERSTONE, Mike (1996), Consumer Culture &Postmodernism, London, Sage -FORTUNA, Carlos e SILVA, Augusto S. (orgs.), (2002) Projeto e Circunstância. Culturas urbanas em Portugal, Porto, Afrontamento -JAUSS, H.R. (1990), Pour une Esthétique de la Réception, Paris, Gallimard -LOPES, João Teixeira (2000), A Cidade e a Cultura, Porto, Afrontamento -MANTECÓN, Ana Rosas (2009), "O que é o público?", Poiésis, 14, pp. 175-215. -SANTOS, Maria de Lourdes Lima dos (2012), Sociologia da Cultura. Perfil de Uma Carreira, Lisboa, ICS. -WARNER, Michael (2002), "Publics and Counterpublics", Public Culture, 14(1), pp. 49-90.
Bibliografia Opcional
-
|
|
|
|
|
|
1 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Rui Pena Pires
Departamento de Sociologia
Objectivos
Facultar as bases das teorias sociológicas a alunos sem formação prévia em sociologia.
Programa
01 Introdução: controvérsias e domínios I História da teoria sociológica 02 Teoria sociológica clássica 03 Teoria sociológica moderna 04 Teoria sociológica contemporânea II Domínios da teoria sociológica 05 A interação como troca 06 A interação simbólica 07 A estratificação 08 As instituições 09 Os grupos e as redes 10 As organizações
Processo de Avaliação
Ensaio individual sobre um tema a escolher por cada aluno de entre os tópicos definidos pelo docente. Limite: 20.000 caracteres (com espaços). Entrega: até 30 de Dezembro de 2016. Em alternativa, ou em caso de insucesso no ensaio, um exame final de duas horas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baert, Patrick, e Filipe Carreira da Silva (2010, 2014), Teoria Social Contemporânea, Lisboa, Mundos Sociais. Parker, John, Leonard Mars, Paul Ransome e Hilary Stanworth (2003), Social Theory. A Basic Tool Kit, Basingstoke, Palgrave Macmillan. Turner, Jonathan H. (2014), Theoretical Sociology. A Concise Introduction to Twelve Sociological Theories, Londres, Sage.
Bibliografia Opcional
* Bibliografia de trabalho Fulcher, James, e John Scott (2011), "Theories and theorizing", em James Fulcher e John Scott (2011), Sociology, 4.ª ed., Oxford, Oxford University Press, pp. 20-68. Pires, Rui Pena (2014), "Modelo teórico de análise sociológica", Sociologia, Problemas e Práticas, 74, pp. 31-50. Turner, Jonathan H. (2010), "The dynamics of institutional domains", em Jonathan H. Turner (2010), Theoretical Principles of Sociology, vol. 1: Macrodynamics,Nova Iorque, Springer, pp. 105-151. Turner, Jonathan H. (2010), "The dynamics of stratification systems", em Jonathan H. Turner (2010), Theoretical Principles of Sociology, vol. 1: Macrodynamics,Nova Iorque, Springer, pp. 153-214. Turner, Jonathan H. (2012), "The dynamics of groups", em Jonathan H. Turner (2012), Theoretical Principles of Sociology, vol. 3: Mesodynamics, Nova Iorque, Springer, pp. 171-212. Turner, Jonathan H. (2012), "The dynamics of organizations", em Jonathan H. Turner (2012), Theoretical Principles of Sociology, vol. 3: Mesodynamics, Nova Iorque, Springer, pp. 213-301. Turner, Jonathan H. (2014), "Dramaturgical theorizing", em Jonathan H. Turner (2014), Theoretical Sociology. A Concise Introduction to Twelve Sociological Theories, Londres, Sage, pp. 117-135. Turner, Jonathan H. (2014), "Exchange theorizing", em Jonathan H. Turner (2014), Theoretical Sociology. A Concise Introduction to Twelve Sociological Theories, Londres, Sage, pp. 73-95. Turner, Jonathan H. (2014), "Theoretical sociology today", Theoretical Sociology. A Concise Introduction to Twelve Sociological Theories, Londres, Sage, pp. 1-6.
* Bibliografia complementar Collins, Randall (1994), Four Sociological Traditions, Oxford, Oxford University Press. Pires, Rui Pena (2007), "Árvores conceptuais: uma reconstrução multidimensional dos conceitos de ação e de estrutura", Sociologia, Problemas e Práticas, 53, pp. 11-50 [http://www.scielo.gpeari.mctes.pt/pdf/spp/n53/n53a02.pdf]. Ritzer, George (2010), Sociological Theory, 8.ª ed., Nova Iorque, McGraw-Hill. Ritzer, George (org.) (2003), The Blackwell Companion to Major Classical Social Theorists, Oxford, Blackwell. Ritzer, George (org.) (2003), The Blackwell Companion to Major Contemporary Social Theorists, Oxford, Blackwell. Scott, John (2011), Conceptualising the Social World. Principles of Sociological Analysis, Cambridge, Cambridge University Press. Scott, John (2012), Sociological Theory. Contemporary Debates, 2.ª ed., Cheltenham, Edward Elgar. Turner, Jonathan H. (2013), Theoretical Sociology. 1830 to Present, Londres, Sage. Waters, Malcolm (1994), Modern Sociological Theory, Londres, Sage.
|
|
|
|
|
|
2 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Maria João Vaz
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta unidade curricular é dotar os estudantes de conhecimentos teóricos e práticos sobre a definição e acesso a fontes de informação e a documentação, nomeadamente a documentação de arquivo. A reflexão sobre o conceito de documento bem como os procedimentos a que deve ser submetida a informação e documentação utilizada na elaboração de estudos científicos são também aspectos contemplados.
Programa
CP1 - Teoria e história da informação e da documentação. O processo informativo-documental. A mensagem documental CP2- Conceito de documento CP3- Hermenêutica e crítica do documento e da informação CP4- Organização e representação da informação CP5- O arquivo e o documento de arquivo. Arquivos históricos; Arquivos intermédios; Arquivos correntes CP6- A pesquisa e o acesso à informação nos arquivos CP7 - Arquivos especiais: sonoros, fotográficos, cinema, digitais CP8- Outras fontes documentais: fontes orais, fontes literárias, imprensa cinema, memórias, objectos.
Processo de Avaliação
Preparação e participação nas aulas (10%).Elaboração de um trabalho individual e sintético, com apresentação oral na sala de aula (30%) e entrega do trabalho por escrito no final das aulas (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Chaumier, Jacques (1993), Les Techniques Documentaires, Paris, Puf. Coeuré, Sophie; Duclert, Vincent (2001), Les archives, Paris, La Découverte. Farge, Arlette (1989), Le gout de l?archive, Paris, Seuil. Le Goff, Jacques (1984), «Documento/Monumento», in: Enciclopédia Einaudi, vol. I, Lisboa, Imprensa Nacional, pp. 95-104 López Yepes, J. (1995), La documentación como disciplina. Teoria e historia, Pamplona, Eunsa, 1995 Pinto Molina, M. (1991), Análisis documental: fundamentos y procedimientos, Madrid, Eudema. Ribeiro, Fernanda (2003), O acesso à informação nos arquivos, 2 volumes, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian / Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Rousseau, Jean-Yves, et al. (1998), Os fundamentos da disciplina arquivística, Lisboa, Dom Quixote Silva, Armando Malheiro da (2006), A Informação. Da compreensão do fenómeno e construção do objecto científico, Porto, Ed. Afrontamento.
Bibliografia Opcional
AA.VV. (2004), Olhares cruzados entre arquivistas e historiadores, Lisboa, IAN/TT. AA.VV (1985),Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas - A Informação em Tempo de Mudança - Actas, 2 vols., Porto, BAD. Alves, Ivone, et al. (1993), Dicionário de terminologia arquivística, Lisboa, Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro. Barthes, Roland (2012), A Câmara Clara, Lisboa, Ed. 70 (reedição). Carrión Gúties, Manuel (2002), Manual de Bibliotecas, Madrid, Fundación Germán Sánchez Ruipérez. Eco, Umberto (2002), A Biblioteca, Lisboa, Difel (5.ª edição). Eco, Umberto (1980), Como se faz uma tese em ciências humanas, Lisboa, Presença. Guinchat, Claire e Menou, Michel (1985), Introduction générale aux sciences et techniques de l'information et de la documentation, Paris, Presses de l'UNESCO. Hildesheimer, Françoise (1984), Les archives? Pourquoi ? Comment ?, Paris Éditions de l´Érudit. Leal, Maria José da Silva e Pereira, Miriam Halpern, coord. (1988), Arquivo e Historiografia. Colóquio sobre as fontes da História Contemporânea portuguesa, Lisboa, INCM. Lodolini, E. (1986), Archivistica. Principi e problemi, Milão, Franco Angeli (3.ª ed). Mattoso, José (1988), A Escrita da História. Teoria e métodos, Lisboa, Editorial Estampa Mban, Albert (2007), Les problèmes des archives en Afrique : à quand la solution?, Paris,L'Harmattan. McGarry, Kelvin J. (1984), Da documentação à informação: um contexto em evolução, Lisboa, Ed.Presença Pavão, Luís (1997), Conservação de Colecções de Fotografia, Lisboa, Dinalivros. Poulain, Marine, dir. (1992), Les bibliothèques publiques en Europe, Paris, Edition du Cercle de la Librairie. Serrão, Joel, coord. (1984-1985), Roteiro de Fontes da História Portuguesa Contemporânea, 3 Volumes, Lisboa, Instituto Nacional de Investigação Científica. Silva, Armando Malheiro da; Ribeiro, Fernanda; Ramos, Júlio e Real, Manuel Luís, (1999), Arquivística. Teoria e prática de uma ciência da informação, Porto, Afrontamento. Sontag, Susan (1986), Ensaios sobre fotografia, Lisboa, D. Quixote. Traniello, Paolo (1997), La Biblioteca Pubblica. Storia di un istituto nell?Europa contemporanea, Bolonha, il Mulino.
|
|
|
|
|
Docentes
Nuno de Almeida Alves
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade visa fornecer aos alunos(as) competências práticas de aplicação da análise de conteúdo recorrendo a um programa informático especializado: MAXQDA.
Programa
1.A análise de conteúdo 1.1 Introdução. Estratégias de análise de conteúdo. Comparação da análise de conteúdo clássica com a grounded theory. 1.2 A questão da amostragem na seleção dos documentos a tratar. As etapas na realização da análise de conteúdo. As vantagens e desvantagens da análise de conteúdo. Aplicações da análise de conteúdo. Fiabilidade e validade na análise de conteúdo. 2. A utilização do software MAXQDA na análise de diversos tipos de dados qualitativos. 2.1 Etapas, processos e tarefas na utilização do MAXQDA: estrutura de codificação; labels; contagens; 3. Apresentação de resultados e publicação de estudos com análise de conteúdo 3.1 Produção de um codebook de apresentação dos resultados: excertos, contagens, proporções, nuvens de palavras, 3.2 Publicação dos resultados em diferentes tipos de publicações
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de ficha de leitura (30%); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. (2012). Social Research Methods. Oxford: Oxford University Press
Denzin, N.K., & Lincoln, Y.S. (2000). Handbook of Qualitative Research. London: Sage.
MAXQDA 12 Reference Manual, Verbi Software, Berlin
Bibliografia Opcional
Duarte, Vera (2015), "Delinquência Juvenil feminina a várias vozes. Contributos para a contrução de uma tipologia de percursos transgressivos", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 49-66.
Gomes, Rui Telmo (2014), "O pessoal está interessado numa tour". Ritos de procrastinação das cenas musicais underground", Sociologia, Problemas e Práticas 76, pp.51-68.
Lemos, Valter e Anabela Serrão (2015), "O impacto político do PISA em Portugal através dos media", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 87-104.
Nunes, Ana Rita e Sara Falcão Casaca (2015), "As mulheres perante o desafio de uma carreira internacional", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 77-94.
Silveira, Liane (2015), "Eu sou os olhos dela. As babás nas imagens, na praça ou na etnografia do olhar", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 95-111.
|
|
|
|
|
Docentes
Nuno de Almeida Alves
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
A UC de Análise de Indicadores Estatísticos tem como objetivos proporcionar aos estudantes, através da realização de atividades práticas, o desenvolvimento de competências de avaliação e utilização de fontes estatísticas, tomando como referência o trabalho de investigação científica e de redação dos respetivos produtos. Pretende-se dotar os alunos das competências que lhes permitam ler, interpretar e usar de forma informada as estatísticas disponíveis em diversas das suas áreas fundamentais.
Programa
CP1. O sistema estatístico nacional e internacional (Instituto Nacional de Estatística e órgãos de competências delegadas; Organismos das Nações Unidas, Eurostat, OCDE); Métodos e amplitude da recolha de informação. CP2. Recenseamento da população e estatísticas demográficas; CP3. Educação: Sistema de ensino, recenseamentos escolares e qualificações da população; CP4. PIB, rendimentos, proteção social e desigualdades sociais; CP5. Trabalho, emprego e grupos profissionais; CP5. Ciência, tecnologia e sociedade do conhecimento; CP6. Indicadores compósitos: índice de desenvolvimento humano; CP7. Dos indicadores estatísticos à investigação sociológica. Articulação das estatísticas oficiais com a utilização de bases de dados internacionais Eurobarometer, EVS, IPPS, ESS.
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de apresentação oral individual em sala de aula (30%) (caso a turma seja grande será proposta uma alternativa); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bacelar, Sérgio, Para uma Sociologia da Produção Estatística: virtualidades duma leitura sintomática da informação estatística, Lisboa, INE. Carrilho, Maria José, População Activa: conceito e extensão através dos censos, Lisboa, INE. Ferreira, Maria João e Isabel Tavares, Notas sobre a História da Estatística, Dossiers Didácticos, VI, Lisboa, INE. Freire, João (1999), Problemas técnico-metodológicos em inquéritos sociológicos: a propósito de questões de valores e orientações dos sujeitos em matéria sócio-económica, Revista Crítica de Ciências Sociais, 55, pp. 37-51. Ramos, Pedro M.G. N. (2013), Torturem os Números que Eles Confessam, Coimbra: Almedina. Silva, Ana Alexandrino (2006), Gráficos e Mapas - representação de informação estatística, Lisboa, Lidel. Sousa, Fernando (1995), História da Estatística em Portugal, Lisboa, INE.
Bibliografia Opcional
Páginas Web e bases de dados
Bases de Dados de Informação Estatística: http://www.ine.pt http://www.oecd.org http://epp.eurostat.ec.europa.eu/portal/page/portal/eurostat/home/ http://www.unesco.org http://www.ilo.org http://www.eurofound.europa.eu/ http://www.apis.ics.ul.pt/ http://zacat.gesis.org/webview/
|
|
|
|
|
Docentes
Inês Pereira
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
A presente disciplina visa discutir e potenciar a utilização sociológica do conceito de rede, visto como uma poderosa ferramenta teórica e metodológica. Neste sentido, combina uma reflexão teórico-analítica sobre o conceito de rede com a apresentação de estratégicas metodológicas de análise de redes sociais. Serão apresentados algumas aplicações informáticas específicas para a análise de redes, bem como algumas medidas estatísticas de análise de redes sociais, algo que será complementado com indicações bibliográficas e referências a pesquisas realizadas neste âmbito.
Programa
1. Rede Social: conceito e noções básicas 2. Aproximações teóricas com recurso à metáfora da rede - um guia 3. Apropriações metodológicas da análise de redes 4. Análise estatística de redes sociais? uma introdução 5. Representações gráficas: grafos e matrizes 6. Medidas analíticas básicas: coesão, envolvimento e subgrupos
Processo de Avaliação
Um trabalho individual que utilize teórica e metodologicamente o conceito de rede. O trabalho deve ter uma componente empírica, e nas aulas haverá oportunidade para desenvolver algumas das tarefas requeridas. Haverá também uma sessão individual com a docente de preparação do trabalho. O trabalho, na sua versão escrita, deve ter 10 a 20 páginas, excluindo anexos.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Wellman, Barry (1998), ?From Little Boxes to Loosely-Bounded Networks: The Privatization and Domestication of Community?, (Abril 2001)
Hanneman, Robert (2001), Introduction to social network methods, dept. of Sociology, University of California, Riverside (online guide)
Granovetter, Mark (1973) ? The strength of weak ties?, American Journal of Sociology, 78 (6)
Castells, Manuel (2000), The Information Age: Economy, Society and Culture, Volume I - The Rise of the Network Society, Oxford, Blackwell (2nd edition - 1997)1)
Bibliografia Opcional
Agier, Michel (1999), ?Réseaux et engagements: les uns avec les autres?, L?invention de la ville, Banlieus, townships, invasions, et favelas, Éditions des archives contemporaines, Paris (pp. 101-130) Fisher, Claude (1982), To Dwell Among Friends: Personal Networks in Town and City, Chicago e Londres, The University of Chicago Press. Hannerz, Ulf, (1980) Exploring the city, inquiries toward and urban anthropology, New York : Columbia University Press
Miranda, David, (2003) ?Em rede?: Algumas questões epistemológicas, em José Rebelo (coord.) Novas Formas de mobilização popular, Porto, Campo das Letras
Pereira, Inês, ?Movimentos em rede, Uma história do Software Livre?, em Cardoso, Gustavo, Rita Espanha (orgs.) (2006), Comunicação e Jornalismo na Era da Informação, Campo dos Media.
Santos, Felix Requena, (1989) ?Los lazos sociales? in Amigos y redes sociales, elementos para una sociologia de la amistad, CIS, Madrid Simmel, Georg (1955) ?The Web of Group Affiliation?, em The Conflict- The Web of Group Affiliation, New York, The Free press Ugarte, David, (2004) 11 M, Redes para ganar una guerra, Icaria, Barcelona Wasserman, Stanley e Katherine Faust, ?Affiliations and Overlapping Subgroups?, in Wasserman, Stanley e Katherine Faust (1994) Social network analysis, methods and applications, Cambridge, University Press Wittek, Rafael, (2003) ?Social capital in organizations, Forms, sources and effects?, summer course: Introduction to Social Network Analysis for Organisation StudiEs?, ISEG
|
|
|
|
|
Docentes
Isabel Oliveira
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Compreender as dinâmicas demográficas que afetam o volume e estrutura da população e as tendências atuais dos fenómenos demográficos. Saber calcular e interpretar os principais indicadores demográficos e projetar a evolução da população em função de cenários prospectivos.
Programa
1. População: volume, estrutura e movimento (natural e migratório). 2. Análise dos fenómenos demográficos: o diagrama de Lexis. 3. Análise da mortalidade: taxas específicas e esperança de vida. 4. Análise da fecundidade: taxas específicas e índice sintético de fecundidade. 5. Análise das migrações: taxas e métodos indiretos. 6. Trajetórias demográficas recentes: hipóteses de evolução da componente natural e migratória. 7. Projeções demográficas: o método das componentes por coortes. 8. Projeção da população sem migrações 9. Projeção da população com migrações.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: teste (60%) e trabalho (40%) Avaliação Final: teste (60%) e trabalho (40%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Preston, S., Patrick H. e M. Guillot, 2001 - Demography: Measuring and Modeling Population Processes, Blackwell, Oxford.
Bibliografia Opcional
Avdeev, A. et al, 2011, "Populations and Demographic Trends of European Countries, 1980-2010", Population 66-1, p9-129.
Bandeira, M.L., 2004 - Demografia. Objecto Teoria e Métodos, Escolar Ed., Lisboa.
INE, 2017 - Projeções de população residente 2015-2018
Lanzieri, J.P., 2011 - Fewer, older and multicultural? Projections of the EU populations by foreign/national background
Nazareth, J.M., 2004 - Demografia. A Ciência da População, Ed. Presença, Lisboa.
Pintassilgo, S.C. e M.B. Bandeira, 2018 - Introdução à Demografia. Trabalhos Práticos, Escolar Ed., Lisboa.
Siegel, J.S. e D.A. Swanson, 2004 - The Methods and Materials of Demography, Elsevier, San Diego.
United Nations, 2017 - World Population Prospects
|
|
|
|
|
Docentes
Maria Luísa Tiago de Oliveira
Departamento de História
Objectivos
A UC visa apresentar os fundamentos básicos (teóricos e práticos) da História Oral e conseguir que os alunos aprendam a fazê-la.
Programa
1. A História Oral como saber reconhecido: 1.1. A emergência e a afirmação da História Oral. 1.2. Tradições orais. 1.3. Tipologias e problemáticas da memória colectiva. 1.4. História Oral e fontes orais em arquivos e museus. 1.5. A situação da História Oral em Portugal. 2. A prática da História Oral: 2.1. Especificidades das fontes orais. 2.2. A inter-relação entre o entrevistador e o entrevistado. 2.3. Técnicas de entrevista. 2.4. Tipos de entrevistas. 2.5. A construção de perguntas. 2.6. Perfis de entrevistados. 2.7. Tipos de transcrição ou fichagem. 2.8. Utilização e crítica das fontes orais. 2.9. Problemas de confidencialidade: direito à informação ou direito à privacidade?
Processo de Avaliação
A avaliação periódica consite num dossier sobre um tema com: problemática; grelha de entrevista; 3 perfis; transcrição/fichagem de 5 mn de uma entrevista; comentário dessa entrevista; reflexão final com análise da contribuição da história oral para o estudo do problema.
Em alternativa, haverá exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BURGUESS, Robert G. (1997) A pesquisa de terreno. Uma introdução, Oeiras, Celta Editora DESCAMPS, Florence (2001) L'historien, l'archiviste et le magnétophone. De la constitution de la source orale à son exploitation, Paris, Ministère de l'Économie, des Finances et de l'Industrie. GHIGLIONE, Rodolphe e MATALON, Benjamin (1992) O inquérito. Teoria e prática, Lisboa, Celta Editora OLIVEIRA, Luísa Tiago de (2010) "A História Oral em Portugal", Sociologia. Problemas e Práticas, 63, pp. 139-56. Acessível em http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/spp/n63/n63a08.pdf POIRIER, Jean, CLAPIER-VALLADON, Simone e RAYBAUT, Paul (1995) Histórias de vida. Teoria e prática, Oeiras, Celta Editora RITCHIE, Donald A. (2011) The Oxford Handbook of Oral History. Oxford University Press TRAVERSO, Enzo (2012) O Passado, modos de usar. História, Memória e Política, Lisboa, Edições Unipop
Bibliografia Opcional
AROSTEGUI, Julio (2004) La historia vivida. Sobre la Historia del Presente, Madrid, Alianza Editorial, 1ª parte BAWM, Willa K. (1991) Transcribing and editing Oral History, Walnut Creek, Altamira Press BEBIANO, Rui (2003) "Temas e problemas da história do presente", in A História Tal Qual se Faz, org. de José d' Encarnação, Lisboa, Edições Colibri / Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, pp. 225-236 BERTAUX, Daniel (1997) Les récits de vie: perspective ethnosociologique, Paris, Nathan BERTAUX, Daniel (org.) (1981) Biography and society. The Life History approach in the Social Science, London, Sage BOURDIEU, Pierre (1994) "A ilusão biográfica" in Razões práticas: sobre a teoria da acção, Oeiras, Celta Editora, pp 53-59 CATROGA, Fernando (2001) História, memoria e historiografia, Coimbra, Quarteto CHAVEAU, Agnés e Philippe Tétard, orgs., (1992) Questions à l?histoire des temps présents, Bruxelles, Éditions Complexe COIMBRA, Maria Natércia (1993) "O arquivo de história oral no Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra. Entrevistas: conceito, natureza e direitos de uso e divulgação envolvidos" Cadernos BAD (1), pp. 21-30 CONNERTON, Paul (1993) Como as sociedades recordam, Oeiras, Celta Editora DEXTER, Lewis Anthony (2006) Elite and specialized interviewing, University of Essex (Colchester) - ECPR Press. FENTRESS, James e WICKAM, Chris (1994) Memória social. Novas perspectivas sobre o passado, Lisboa, Teorema FERRAROTTI, Franco (1981) Storia e storia di vita, Roma, Laterza FODDY, William (1996) Como perguntar. Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários, Oeiras, Celta Editora HALBWACHS, Maurice (1968) La mémoire collective, Paris, Presses Universitaires de France (edição original - 1950) HALBWACHS, Maurice (1994) Les cadres sociaux de la mémoire, Paris, Albin Michel (edição original - 1925) HOBSBAWM, Eric e RANGER, Terence (organizadores) (1983) The invention of tradition, Cambridge, Cambridge University Press JENIN, E. (2002) Los trabajos de la memoria, Madrid, Siglo XX JOUTARD, Philippe (1983) Ces voix qui nous viennent du passé, Paris, Hachette LOWENTHAL, David (1985) The past is a foreign country, Cambridge, Cambridge University Press MACKAY, Nancy (2007) Curating Oral Histories. From Interview to Archive, California, Left Coast Press, Inc NAMER, Gerald (1987) Memoire et societé, Paris, Méridiens Klincksiech NORA, Pierre, org., (1986-1992) Les lieux de mémoire, 7 vol, Paris, Gallimard PASSERINI, Luisa (1988) Storia e soggettività. Le fonti orali e la memoria, Florença, La nuova Italia PENEFF, Jean (1990) La méthode biographique: de l´École de Chicago à l'histoire orale, Paris, Armand Collin PORTELLi, Alessando (2013) A morte de Luigi Trastulli e outros ensaios, Lisboa, Edições Unipop REVEL, Jacques (1996) Jeux d'échelles. La micro-analyse à l'expérience, Paris, Gallimard / Le Seuil RICOEUR, Paul (2000) Mémoire, l'histoire, l'oubli, Paris, Seuil RITCHIE, Donald A. (2003) Doing Oral History. A Pratical Guide, 2º edição, Oxford University Press SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1990) The myths we live by, London / New York, Rowtledge SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1994) Theatres of memory, London, Verso THOMPSON, Paul (1978) The voice of the past. Oral History, Oxford / London / New York, Oxford University Press VALCUENDE DEL RIO, José María e Susana Narotsky Molledo (orgs.) (2005) Las políticas de la memoria en los sistemas democráticos: poder, cultura y mercado, Sevilha, Federación de Asociaciones de Antropología del Estado Español / Fundación El Monte / Asociación Andaluza de Antropología VANSINA, Ian (1965) Oral tradition as History, Madison / Wisconsin, University of Wisconsin Press VIDIGAL, Luís (1996) Os testemunhos orais na escola: história oral e projectos pedagógicos, Porto, Asa. YOW, Valerie Raleigh (1994) Recording Oral History. A Pratical Guide for Social Scientists, London, Sage Publications
|
|
|
|
|
Docentes
Paulo Miguel Martins
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta disciplina é perspectivar a importância da utilização de imagens como fonte histórica e criar os instrumentos para o seu uso.O Contacto crítico com bibliografia é também relevante. Ao mesmo tempo que se elencam os temas e fontes passíveis de estudo, ou já estudados por diversos historiadores, também se abrem portas para uma aprendizagem concreta do seu uso.Os Sistemas de representação e de presentação, o enquadramento e análise crítica do documento, a constituição de corpus documentais visam uma apropriação dos saberes que começa na tomada de consciência das dificuldades do uso da fonte visual. O objectivo é capacitar o estudante a ter uma autonomia na escolha dos problemas, das fontes e dos média que estudará.
Programa
1. História da relação entre história e imagem. 2. Ver: Materialidade, imaterialidade da imagem Módulo. 3. O problema da representação. 3.1. Linguagens, contextos. 3.2. Símbolos, Mitologias. 4. A imagem como fonte. 4.1. O comentário do Documento iconográfico. 4.2. Difusão da imagem e sua Importância como fonte histórica. 4.3. A constituição de Corpus. 5. Estudos de caso 5.1. A Iconografia do Poder. 5.2. Simbólica da Nação. 5.3. Denegrir e Marginalizar. 5.4. Imagem: encontros e desencontros culturais. 5.5. Simbólica do Movimento Operário. 5.6. Representações do Espaço habitado ou explorado.(Paisagens, vistas, perspectivas, planos e mapas. 5.7. Propaganda e publicidade. 5.8. Imagem e identidade. 6. A imagem de conteúdo Histórico. 6.1. Cinema Histórico. 6.2. Banda Desenhada e História. 7. Balanço da Aprendizagem.
Processo de Avaliação
Avaliação correspondendo aos principais objectivos do curso.1 centrada na capacidade de compreensão e crítica da historiografia existente.2 momento duas fases. Escolha de tema e apresentação na aula. Realização do trabalho escolhido escrito. O objectivo é obter a autonomia da organização do trabalho, a comunicação oral e escrita dos resultados e a sua discussão com o professor e o grupo. A integração dos resultados da discussão. A escolha é feita com o professor em entrevista no gabinete.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. França, José Augusto, "História e Imagem", comunicação feita em Assembleia Geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Annais da Academia Portuguesa de História. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. Guigueno, Vincent, Delage, Christian, L'ouvrage, l'historien et le film, Gallimard, Paris, 2004 Duprat, Annie, Images et histoire: outils et méthods des Documents iconographiques,Paris, 2006. Barros, José d'Assunção," Cinema e história- as funções do cinema como agente, fonte e representação da História" em Ler História nº 52, 2007.
Bibliografia Opcional
AA.VV. Image et Histoire, Actas do colóquio de Paris/Censier, Publications de la Sorbonne, 1987. Agulhon Maurice, « Les Symboles figurés dans la propagande du mouvement ouvrier français de 1880 à 1914 », em La cultura operaria nella società industrializzata », Mezzosecolo, n.º 5, 1985. Agulhon, Maurice, La Marianne au Combat, l?imagerie et la Symbolique Républicaine , Flamarion , Paris 1979. Barthes, Roland, A Câmara clara, ed. 70 Barthes, Roland, L?Empire des Signes, Skira- Les Sentiers de La Création, Flammarion, Paris, 1980. Berger, John, Modos de ver, Arte e Comunicação, ed. 70, Lisboa, 1980. Bianco, Bela Feldman,Leite L. Miriam,(org.) Desafios da Imagem, São Paulo, 1998/2005. Bonnell, Victoria, Iconography of Power: Soviet Political Poster under Lenin and Stalin, Califórnia UP, 1997. Caetano, Carlos, A Ribeira de Lisboa Na Época da Expansão Portuguesa (Séculos XV a XVIII). Pandora, Lisboa, 2004. Campbell, Hughs, ? Photographing Urban America 1969-1979: From Garry Winogrand?s Glance to Stephen Shore?s Gaze. Sessão 38 , Visionary Urbanism: Photographic, Filmic and Digital Representation, Congresso de Associação Europeia de História Urbana, Estocolmo , 2006. http://www.historia.su.urbanhistory/eauh/specialistabstract2.htm Carvalho, José Murilho, A Formação das Almas, 1990. Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, Turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. Clark, Keneth, Hall?s Dictionary of subjects & Symboles in Art, 1974. Cloqué, Louis, traité de Perspective pittoresque, avant 1930. Dias, Helena, Alegria, Maria Fernanda, ?Lisboa na Produção Cartográfica Portuguesa e Holandesa dos séculos XVI e XVII?, Revista Penélope, n.º 13, 1994. pp. 55/69. França, José Augusto, ? História e Imagem?, comunicação feita em Assembleia-geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Anais da Academia Portuguesa de História. Freund, Gisèle, Photographie et Société, Paris, 1974.Edição espanhola, La Fotografia como documento social, Gil y Gil Madrid 1976. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. George Duby et Jacques Le Goff, « Document Artistique e Histoire » Table Ronde em Francastel et Après Giesey-, Ralph, « Modèles de Pouvoir dans les Rites Royaux en France », em Annales, Economie, Société et Culture ,n.º 3, pp. 579-599. Guillerme, J. L?atelier du temps, Essay sur l?alteration des peintures, Humaine, Paris, 1954 Guinzburg, Carlo, Mitos, Emblemas, Sinais, Morfologia e Históra, Companhia das letras, São Paulo, 1990. Isaacs, Anne Catherine, Histoire, Images, Imaginaire, Clio´s workshops. Pisa, 2002. Lynch, Kevin, A imagem da Cidade, Lisboa, Ed. 70, 1976. Panovsky, Dora and Erwin, Pandora?s Box, The Changing Aspects of a Mythical Symbol, Princeton UP, 1978. Panovsky, Erwin, ? Contribution au problème de la description des oeuvres appartenant aux Arts plastiques et à celui de l'interprétation de leur contenu » em La perspective comme forme Symbolique, Paris, Editions Minuit, 1975. Panovsky, Erwin, Estudos de Iconologia : Temas Humanísticos na Arte do Renascimento, Lisboa, Estampa, 1982. Philibert Myriam, Dictionnaire illustré des Mythologies, ed. Lodi, Paris,2001. Pinheiro, Magda, O Liberalismo nos espaços Públicos, A memória das Revoluções Liberais através dos Monumentos que a Celébram, Celta, Oeiras, 2000. Pinheiro, Nuno, Classes populares e Fotografia, tese de Mestrado, ISCTE. Pinheiro, Nuno, em Eunice Relvas, Maria João Vaz e Nuno Pinheiro, org. Exclusão na História, Oeiras, 2001. Pinheiro, Nuno, O Teatro da Sociedade, Tese de Doutoramento, cehcp, 2006 Schwarcz, Lilia Moritz, As Barbas do Imperador, São Paulo, 1999. Reynero, Carlos, La escultura Comemorativa en Espanha, La Edad de oro del Monumento Público, 1820-1914, Madrid, 1999. Senos, Nuno, O Paço da Ribeira, 1501-1581, ed. Notícias, Lisboa , 2002
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo desenvolver métodos de dependência contemplando duas situações de investigação de grande aplicação na área das Ciências Sociais e Humanas. São analisados designs complexos nos quais são testados modelos com efeitos de moderação e efeitos de mediação. São realizadas aplicações através de Regressão Linear Múltipla e Regressão Logística. A apresentação dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo situações de análise com apoio de um software de Estatística (SPSS) e da macro PROCESS (Hayes, 2018).
Programa
1. Modelação: moderação e mediação 1.1 Moderação: efeito de interação 1.2 Mediação: cadeia de efeitos 1.3 Análise de artigos com moderação e mediação 2. Modelação de moderação via Regressão Linear (OLS) 2.1 OLS com efeitos principais e efeitos de interação 2.2 Moderadora quantitativa 2.3 Moderadora categorizada 2.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 2.5 Reportar resultados em tese/artigo 3. Modelação de mediação via OLS 3.1 Mediadora quantitativa 3.2 Estimar e testar efeito indireto via bootstrapping 3.3 Mediação parcial e total 3.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 3.5 Reportar resultados em tese/artigo 4. Modelação via Regressão Logística 4.1 Apresentação do modelo 4.2 Condições de aplicabilidade 4.3 Parâmetros do modelo 4.4 Aplicação com software 4.5 Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: 1. Exercício individual (65%) 2. Trabalho de grupo (35%).
Condições: 1. Nota mínima no exercício individual: 8,0 valores 2. Nota mínima no trabalho: 10 valores
A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação eriódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baron, R e Kenny D. (1986). The Moderator-Mediator Variable Distinction in Social Psychological research: Conceptual, Strategic and Statistical Considerations, Journal of Personality and Social Psychology, 51, 1173-1182. Frazier, P. A., Tix, A. P. e Barron, K. E. (2004). Testing moderator and mediator effects in counselling psychology research. Journal of Counselling Psychology, 51(1), 115-134. Hayes, A. F. (2012). PROCESS: a versatile computational tool for observed variable mediation, moderation, and conditional process modeling. MacKinnon, D. P., Fairchild, A. J. e Fritz, M. S. (2007). Mediation analysis. Annual Review of Psychology, 58, 593-614. Maroco, J. (2010). Análise Estatística com o PASW Statistics (ex-SPSS), Pero Pinheiro. Pampel, F. (2000). Logistic Regression, Sage Publications. Passos, A. e Caetano, A. (2005). Exploring the effects of intragroup conflict and past performance feedback on team effectiveness, Journal of Managerial Psychology 20, 3/4, 231-244.
Bibliografia Opcional
Aiken, L., Stephen G. (1991). Multiple Regression: Testing and interpreting interactions, Newbury Park, Sage publications.
Calheiros, M. M. (2006). A construção social do mau trato e negligência: do senso-comum ao conhecimento científico. ed. 1, ISBN: ISBN 972-31-1132, Coimbra: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e Tecnologia. Imprensa de Coimbra Lda.
Cohen, J., Cohen P., West S. e Aiken L. (2003). Applied Multiple Regression/Correlation. Analysis for the Behavioral Sciences, Mahawh: Laurence Erlbaum, 3ª ed.
Hair, J., Black, W. Babin, B. e Anderson, R. (2009). Multivariate Data Analysis, 7ª ed., Prentice-Hall International, Inc.
Preacher, K. J. e Hayes, A. F (2008). Asymptotic and resampling strategies for assessing and comparing indirect effects in multiple mediator models, Behavior Research Methods, 40 (3), 879-891, http://quantpsy.org/pubs/preacher_hayes_2008b.pdf.
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª.
Important links:
Kenny, D. A. (2011). Moderation http://davidakenny.net/cm/moderation.htm Kenny, D. A. (2012). Mediation, http://davidakenny.net/cm/mediate.htm
Jose, P.E. (2013). ModGraph-I: A programme to compute cell means for the graphical display of moderational analyses: The internet version, Version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/modgraph/
Jose, P. E. (2013) MedGraph-I: A programme to graphically depict mediation among three variables: The internet version, version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/medgraph/
On-line data bases:
The European Social Survey (ESS): http://www.europeansocialsurvey.org/.
|
|
|
|
|
Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo apresentar métodos de análise de dados que permitam descrever e testar relações entre duas ou mais variáveis, privilegiadamente relações de dependência. Dada a inserção da UC em cursos de mestrado pretende-se assim desenvolver conhecimentos e competências nos alunos com vista à operacionalização de modelos de análise similares aos que podem ter de trabalhar, designadamente, na sua dissertação de mestrado. O desenvolvimento dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo-se, para o efeito, exemplos de pesquisa com apoio de um software de estatística (SPSS).
Programa
1.Sistematização de um glossário de estatística 2.Modelação para comparação de grupos 2.1.Comparação entre dois grupos 2.2.Comparação entre k grupos 2.3.Operacionalização com software de estatística 2.4.Apresentação de resultados em tese/artigo 3.Validação da relação entre pares de variáveis 3.1.Variáveis categorizadas 3.2.Variáveis ordinais e quantitativas 3.3.Variáveis quantitativas 3.4.Operacionalização com software de estatística 3.5.Apresentação de resultados em tese/artigo 4.Modelação de relações de tipo linear 4.1.Modelo de regressão linear simples 4.2.Modelo de regressão linear múltipla 4.3.Operacionalização com software de estatística 4.4.Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
A avaliação periódica inclui: 1. Exercício individual - 65% 2. Trabalho de grupo(com utilização do software de estatística)- 35%;
Com: - Nota mínima no exercício: 8,0 valores - Nota mínima no trabalho de grupo: 10,0 valores A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. e Cramer, D. (2003), Análise de dados em Ciências Sociais, Introdução às Técnicas Utilizando o SPSS para Windows, Oeiras, Celta Editora, 3ª ed. Maroco, J. (2014). Análise Estatística com o SPSS Statistics, Pero Pinheiro, ReportNumber., 6ed. Maroco, J. e Bispo, R. (2003). Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores.
Bibliografia Opcional
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª ed.
|
|
|
|
|
Docentes
Pedro Pereira Neto
Departamento de Sociologia
Objectivos
Problematizar a panóplia de oferta de métodos, indicando as suas respectivas vantagens e desvantagens, forças e fraquezas, profundidades e propósitos.
Programa
1 A análise de conteúdo aplicada aos media na sociedade em rede: contexto, desafios, problemas e soluções 2 Limitações da dicotomia análise quantitativa/qualitativa: holismo e contextualização 3 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de imprensa 4 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de rádio 5 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de televisão 6 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de fotografia 7 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de cinema 8 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de som 9 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de media nativos digitais 10 Seminário de apresentação/discussão do trabalho desenvolvido pelos alunos
Processo de Avaliação
Um trabalho final, entregue no fim do semestre, de uma das seguintes modalidades: a) ensaio ou trabalho de aprofundamento temático; b) projecto de pesquisa/análise, ou de estudo de caso.
A nota final terá como base o seguinte cálculo: a) trabalho individual: 80% b) participação em aula: 20%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Berger, A. (2010), Media and Communication Research Methods: an Introduction to Qualitative and Quantitative Approaches, Sage. Deacon, D., Pickering, M., Golding, P., Murdock, G. (2007), Researching Communications: A Practical Guide to Methods in Media and Cultural Analysis, Bloomsbury Publishing. Hansen, A., Cottle, S., Negrine, R., Newboldm, C. (1998), Mass Communication Research Methods, MacMillan. Lorio, S. (2003), Qualitative Research into Journalism: Taking it to the Streets, Lawrence Erlbaum Associates Inc. Lombard, M., Synder-Duch, J., Bracken, C. C. (2003), “Content analysis in mass communication: assessment and reporting of intercoder reliability”, Human Communication Research, 29, 469-472. O'Sullivan, T., Dutton, B., Rayner, P. (1994), Studying the media : an introduction, Edward Arnold. Riffe, D., Lacy, S., Fico, F. (1998), Analysing media messages: Using quantitative content analysis in research, Erlbaum. Selby, K., Cowdery, R. (1995), How to study television, Macmillan.
Bibliografia Opcional
Belo, A., Cardoso, G., Silveira, J. (2011), Telejornais no Início do Século XXI, Colibri. Berger, A. (1991), Media research techniques, Sage. Brandão, N. (2005), Prime Time, Casa das Letras. Brandão, N. (2010), As notícias nos Telejornais, Guerra & Paz. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), As noticias da RTP1, SIC, TVI e o on-line,OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr6.pdf. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), Ficção, Notícias e Entretenimento: As idades da TV em Portugal, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr4.pdf. Cardoso, G., Gomes. M., Neto, P., Santos, S., Calado, V., Amaral, S. (2006), O Jornalismo hoje: uma análise de 14 redacções de TV, Rádio e Jornais, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=29&fileName=rr1.pdf. Cheta, R., Aboim, S., Cardoso,. G., Espanha, R. (2007), Era uma vez...fábulas, romances, quotidianos: Imagens da vida privada nas telenovelas portuguesas, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr_12.pdf. Cordeiro, P. (2010), A rádio e as indústrias culturais: estratégias de programação na transição para o digital, Livros Horizonte.
|
|
|
|
|
Docentes
Tiago Lapa
Departamento de Sociologia
Objectivos
O objetivo da Unidade Curricular é dotar os discentes de competências que permitam o uso reflexivo de diferentes estratégias metodológicas na pesquisa online e as suas potencialidades e limitações. A UC debruça-se sobre os debates atuais em torno da inquirição online e as várias ferramentas disponíveis, desde o acesso a dados estatísticos, ao desenho da pesquisa online, às técnicas etnográficas ou à construção e aplicação de um inquérito online. As questões éticas são um outro tópico relevante.
Programa
Temas abordados: CP1. Abordagem multi-disciplinar à pesquisa social online. Formas de conhecimento e a pesquisa na Web. CP2. O desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais. CP3. Nova realidade, novos métodos? Novas metodologias e técnicas com recurso às TIC. CP4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede. CP5. Articulação dos métodos de investigação online com outros recursos: Estatísticas e Bases de Dados CP6. Análise quantitativa online: possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados. Introdução às ferramentas de análise de dados. CP7. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?. CP8. Utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização de dados secundários recolhidos online. As redes globais de investigação. CP9. Análise de redes, Webmetrics e a geografia da Internet. CP10. Princípios éticos na pesquisa online.
Processo de Avaliação
1) Realização das leituras seleccionadas para cada aula; 2) Realização de dois trabalhos: - um individual baseado na leitura de artigo - um trabalho de grupo ou individual de perfil mais aprofundado numa das seguintes modalidades: a) Ensaio; b) Trabalho de aprofundamento temático; c) Projecto de pesquisa; d) Análise de documento, caso, situação ou problema; A nota final terá como base o seguinte cálculo: Trabalho Individual: 45% Trabalho de Grupo: 45% Participação: 10%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Almeida, João Ferreira de, Pinto, José Madureira (1982), A investigação nas ciências sociais, Lisboa, Presença Baym, N. K. (2005). Introduction: Internet research as it isn?t, is, could be, and should be. The Information Society, 21, 229-239. Cardoso, Gustavo (1998) Para uma Sociologia do Ciberespaço: comunidades virtuais em português, Oeiras, Celta Editora. Cardoso, Gustavo, Cheong, Angus, Cole, Jeffrey (eds.) (2009), World Wide Internet: Changing Societies, Economies and Cultures. University of Macau Press, SAR Macau. Disponível Online: http://www.lini-research.org/np4/?newsId=11&fileName=WWI_WIPBook.pdf Ghiglione, Rodolphe, e Benjamin Matalon (1992), O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora Johns., M. D., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.) (2003), Online social research. New York: Peter Lang. Markham, A. N. e N. K. Baym (Eds.) (2009), Internet inquiry: Conversations about method. Thousand Oaks, CA: Sage.
Bibliografia Opcional
1. Formas de conhecimento em Ciências Sociais e a pesquisa nas redes e na Internet.
Almeida, João Ferreira de (2007), Velhos e Novos Aspectos da Epistemologia Das Ciências Sociais, Sociologia, Problemas e Práticas, nº 55, pp.11-24
Black, T. R. (1993). Evaluating social science research: an introduction. London, Sage.
Dretske, Fred. Knowledge and the Flow of Information. Cambridge: MIT Press, 1981.
Hine, C. (2006). Virtual methods: Issues in social research on the Internet. Oxford: Berg.
Moses, Jonathan e Knutsen, T. (2007), Ways of Knowing: Competing Methodologies in Social and Political Research, Palgrave Macmillan
2. Desenvolvimento das questões de pesquisa sobre a relação entre a Internet e a Sociedade. Formulação e avaliação crítica dos desafios do desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais.
Jones, S. (1999). Doing Internet research: Critical issues and methods for examining the Net. Thousand Oaks, CA, Sage.
Miller, D. e Neil J. Salkind (2002) Handbook of Research Design and Social Measurement, Sage
Ragin, C. C. (1994). Constructing social research : the unity and diversity of method. Thousand Oaks, Calif. ; London, Pine Forge Press.
3. Nova realidade, novos métodos?
Hesse-Biber, S. N. & P. Leavy (Orgs.) (2008), Handbook of emergent methods, Nova Iorque: Guilford Press.
Murthy, D. (2008). An examination of the use of new technologies for social research. Sociology, 42, 837-855.
Travers, M. (2009). New methods, old problems: A skeptical view of innovation in qualitative research. Qualitative Research, 9, 161-179.
4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede.
Baym, N. K. (2009). Question six: What constitutes quality in qualitative Internet research? In, A. N. Markham, N. K. Baym (Eds.), Internet inquiry: Conversations about method (pp. 173-189). Thousand Oaks, CA: Sage.
Garcia, A. C., Standlee, A. I., Bechkoff, J., & Cui, Y. (2009). Ethnographic approaches to the Internet and computer-mediated communication. Journal of Contemporary Ethnography, 38, 52-84.
Kazmer, M. M., & Xie, B. (2008). Qualitative interviewing in Internet studies: Playing with the media, playing with the method. Information, Communication & Society, 11, 257-278.
Mann, C., & Stewart, F. (2000). Internet communication and qualitative research: A handbook for researching online. Thousand Oaks, Ca: Sage.
Murray, C. D., & Sixsmith, J. (1998). E-mail: A qualitative research medium for interviewing? International Journal of Social Research Methodology: Theory & Practice, 1(2), 103-121.
Robson, K., Williams, M. (2003). Reengineering focus group methodology for the online environment, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online Social Research (pp. 25-46). New Work: Peter Lang.
Stewart, K., & Williams, M. (2005). Researching online populations: The use of online focus groups for social research. Qualitative Research, 5, 395-416.
Ward, K. J. (1999). Cyber-ethnography and the emergence of the virtually new community. Journal of Information Technology, 14, 95-105.
5. Análise quantitativa online, possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados.
Coomber, R. (1997) 'Using the Internet for Survey Research' Sociological Research Online, vol. 2, no. 2. Disponível Online: http://www.socresonline.org.uk/2/2/2.html
Sills, Stephen e Song, Chunyan (2002). Innovations in Survey Research: An Application of Web-Based Surveys, Social Science Computer Review, vol. 20 no. 1, pp. 22-30.
Reynolds, R. A., Woods, R., & Baker, J. D. (Orgs.) (2007), Handbook of research on electronic surveys and measurements (pp. 264-268). Hershey, PA: Idea Group.
Schmidt, William C. (1997) World-Wide Web survey research: Benefits, potential problems, and solutions, Behavior Research Methods, Instruments, & Computers, 29 (2), 274-279. Disponível Online: http://www.springerlink.com/content/f5l606k0t4058k47/fulltext.pdf
6. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?.
Best, S. J., & Kruger, B. (2002). New approaches to assessing opinion: The prospects for electronic mail surveys. International Journal of Public Opinion Research, 14, 73-92.
Couper, M. P., Kapteyn, A., Schonlau, M., & Winter, J. (2007). Noncoverage and nonresponse in an Internet survey. Social Science Research, 36, 131-148.
Dillman, D. A., Phelps, G., Tortora, R., Swift, K., Kohrell, J., Berck, J., & Messer, B. L. (2009). Response rate and measurement differences in mixed-mode surveys using mail, telephone, interactive voice response (IVR) and the Internet. Social Science Research, 38, 1-18.
Truell, A. D., Bartlett, J. E., II, & Alexander, M. W. (2002). Response rate, speed, and completeness: A comparison of Internet-based and mail surveys. Behavior Research Methods, Instruments & Computers, 34, 46-49.
7. O desenho da pesquisa e a utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização secundária de dados recolhidos na Internet. As redes globais de investigação e a comparação internacional de dados.
Hakim, C. (1982). Secondary analysis in social research : a guide to data sources and with examples. London, Allen & Unwin.
Hewson, C. (2007). Gathering data on the Internet: Qualitative approaches and possibilities for mixed methods and research. In A. Joinson, K. McKenna, T. Postmes & U. Reips (Eds.), The Oxford handbook of Internet psychology (pp. 405-428). Oxford, UK: Oxford University Press.
Hewson, C. (2008). Internet-mediated research as an emergent method and its potential role in facilitating mixed methods research. In S. N. Hesse-Biber, & P. Leavy (Eds.), Handbook of emergent methods (pp. 543-570). New York: Guilford Press.
Kelder, Jo-Anne (2005): Secondary Analysis of Qualitative Data, Vol 6, No 1. Disponível Online: http://www.qualitative-research.net/index.php/fqs/article/view/501
Livingstone, Sonia (2003). On the Challenges of Cross-National Comparative Media Research, European Journal of Communication, 18: 477-500.
8. Análise de redes, Webometrics e mapeando a geografia da Internet.
Cheswick, Bill e Burch, Hal (2000), Mapping and Visualizing the internet, In Proceedings of the 2000 USENIX Annual Technical Conference. Disponível Online: http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.20.8595&rep=rep1&type=pdf
Scott, John. (2000). Social Network Analysis: A Handbook. 2nd Ed. Newberry Park, CA: Sage.
Thelwall, Mike (2009). Introduction to Webometrics: Quantitative Web Research for the Social Sciences. Morgan & Claypool.
Wellman, Barry e Berkowitz, Stephen D. (1988). Social Structures: A Network Approach. Cambridge: Cambridge University Press.
9. Princípios éticos na pesquisa social em torno das TICs.
Bruckman, A. S. (2003). Introduction: Opportunities and challenges in methodology and ethics, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online social research (pp. 101-104). New Work: Peter Lang.
Buchanan, E. A. (2000). Ethics, qualitative research and ethnography in virtual space. Journal of Information Ethics, 9, 82-87.
Capurro, R., & Pingel, C. (2002). Ethical issues of online communication research. Ethics and Information Technology, 4, 189-194.
DeLorme, D. E., Zinkhan, G. M., & French, W. (2001). Ethics and the Internet: Issues associated with qualitative research. Journal of Business Ethics, 33, 271-286.
Elgesem, D. (2002). What is special about the ethical issues in online research? Ethics and Information Technology, 4, 195-203.
Ess, C. (2007). Internet research ethics. In A. Joinson, K. McKenna, T. Postmes & U. Reips (Eds.), The Oxford handbook of Internet psychology (pp. 487-502). Oxford, UK: Oxford University Press.
Eynon, R., Schroeder, R., & Fry, J. (2009). New techniques in online research: Challenges for research ethics. Twenty-First Century Society, 4, 187-199.
Hoser, B., & Nitschke, T. (2010). Questions on ethics for research in the virtually connected world. Social Networks, 32, 180-186.
Johnson, D. G. Computer Ethics. Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1994.
Jones, S. (2003). Introduction: Ethics and Internet studies, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online Social Research (pp. 179-186). New Work: Peter Lang.
Markham, A. N. (2008). The methods, politics, and ethics of representation in online ethnography. In N. K. Denzin & Y. S. Lincoln (Eds.), Collecting and interpreting qualitative materials (3rd ed., pp. 247-284). Thousand Oaks, CA: Sage.
McMahon, J. M., & Cohen, R. (2009). Lost in cyberspace: Ethical decision making in the online environment. Ethics and Information Technology, 11, 1-17.
Varnhagen, C. K., Gushta, M., Daniels, J., Peters, T. C., Parmar, N., Law, D., Hirsch, R., Takach, B. S., & Johnson, T. (2005). How informed is online informed consent? Ethics & Behavior, 15, 37-48.
Walther, J. B. (2002). Research ethics in Internet-enabled research: Human subjects issues and methodological myopia. Ethics and Information Technology, 4, 205-216.
|
|
|
|
|
Docentes
Graça Índias Cordeiro
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Apresentar os procedimentos teóricos e metodológicos que sustentam o processo de pesquisa etnográfica, promover uma reflexão crítica sobre os mesmos e incentivar a sua prática no âmbito das investigações em curso.
Programa
CP1 Etnografia e trabalho de campo na história das ciências sociais. CP2 Terrenos para a pesquisa CP3 Observar e registar CP4 Conversar e entrevistar CP5 Descrever, analisar, interpretar CP6 Investigar eticamente CP7 Apresentação e discussão de casos.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica consta de 3 momentos de avaliação:
1. Participação nas discussões em aula (20%); 2. Ensaio final (60%); 3. Discussão do trabalho final (20%)
Alternativamente, exame escrito sobre a totalidade do programa (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007(1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes -Becker, Howard S. 2008(1998) Segredos e truques de pesquisa, Rio de Janeiro: Zahar -Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS -Burgess, Robert G. 1997(1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta -Costa, António F.1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento -Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press -Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company -Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor
Bibliografia Opcional
Agar, Michael H. 1986 Speaking of Ethnography, Beverly Hills: SAGE Atkinson, Paul et alii, 2001 Handbook of Ethnography, London: SAGE Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007 (1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes Becker, Howard S. 1998 Tricks of the Trade: How to Think about Your Research While You're Doing It Chicago: University of Chicago Press Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS Burgess, Robert G. 1997 (1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta Caria, Telmo, 2003 (org.) Experiência etnográfica em ciências sociais, Porto: Afrontamento Céfaï, Daniel (org.) 2003 L?enquête de terrain, Paris: La Decouverte Costa, António F. 1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company Malinowski, Bronislaw, 1992 (1922) Argonauts of the Western Pacific, London: Routledge Sanjek, Roger (ed), 1990 Fieldnotes. The Makings of Anthropology, Ithaca and London: Cornell University Press Sardan, Jean-Pierre 2008 La rigueur du qualitatif. Les contraintes empiriques de l?interprétation socio-anthropologique, Louvain-la-Neuve : Bruylant-Academia Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Weber, Florence 2009 Manuel de l?ethnographe, Paris: PUF Weiss, Robert S. 1994 Learning from Strangers. The art and Method of Qualitative Interview Studies, New York: Free Press
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
1 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Ana de Saint-Maurice
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Madalena Matos
Departamento de Sociologia
Objectivos
Definição das estratégias de investigação e articulação com procedimentos operatórios de recolha e de tratamento da informação. Aborda as metodologias quantitativas e qualitativas accionadas no contexto da pesquisa: A recolha da informação (procedimentos técnicos):fiabilidade e validade das técnicas accionadas e dos seus resultados. Análise e interpretação de « dados quantitativos » e de « dados qualitativos"
Programa
CP1. Projecto de investigação sociológica
1. Objectivos, níveis de análise e estratégia de investigação 2. Ruptura e construção do objecto teórico 3. Problemática teórica e o modelo de análise 4. Delimitação do campo empírico, estratégia e plano de observação 5. Construção de amostras, selecção de casos, constituição de corpus de análise empírica
CP2. Inquérito por questionário 1. Objectivos, hipóteses de trabalho e construção do questionário 2. Limitações e enviesamentos, regras de redacção e estruturação do questionário e formas de aplicação
CP3. Análise de dados estatísticos e interpretação sociológica
CP4. Entrevistas e Histórias de Vida
1. Tipos de entrevistas - articulação com o objecto 2. Condução da entrevista
CP5. Observação e trabalho de campo
CP6. Análise de Conteúdo
1. Documentos produzidos pelo investigador (entrevistas e histórias de vida) 2. Documentos produzidos noutros contextos sociais (ex: imprensa e discurso político)
Processo de Avaliação
Processo de avaliação periódico: a)ficha de leitura de texto indicado pela docente e participação em workshop temático a realizar consoante número e interesses dos estudantes. (50% da nota final) b)realização de exercício de operacionalização e construção de instrumentos de recolha de informação com base na ficha de leitura (50% da nota final)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BARDIN, L. Análise de conteúdo, Lisboa, Edições 70, 2000 BEAUD, S., Weber, F.: Guia para a pesquisa de campo, Petropolis, Vozes Lda., 2007 BRAVO, R.S., Técnicas de investigación social. Teoria y Ejercicios, Madrid, Paraninfo BURGESS, R.G., A pesquisa de terreno : uma introdução, Oeiras, Celta, 1997 Campos, L.Introdução às teorias sociológica: de Marx a Bourdieu, Lisboa,Sílabas & Desafios, 2015 FODDY, William, Como perguntar. Teoria e Prática da construção de perguntas para entrevistas e questionários, Oeiras, Celta Editora, 1996 GHIGLIONE, R., MATALON, B., O inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta, 1996 Guerra, I., Pesquisa Qualitativa e Análise de Conteúdo. Sentidos e formas de uso, São João do Estoril, Principia, 2006 PERETZ, H., Métodos em Sociologia, Lisboa, Temas e Debates, 1998 POIRIER,J., CHAPIER-VALADON, S., Histórias de Vida- Teoria e Prática, Oeiras, Celta, 1995 SANTOS SILVA e MADUREIRA PINTO (orgs.) Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Afrontamento, 1987
Bibliografia Opcional
BERTAUX D., Delcroix, C.,?Case histories of Families and social processes. Enriching sociology? in PRUE CHAMBERLAYNE et al.(eds), The Turn to Biographical Methods in Social Science. Comparative issues and examples. London, Routledge, 2000
BLAIKIE, N., Designing Social Research, Cambridge, Polity Press, 2000
BLANCHET, A., Gotman,A., L?enquête et ses méthodes : l?entretien, Paris, Nathan, 1992
BRYMAN, ?Quantitativisme et qualitativisme: un faux débat ?? in BERTHELOT, Sociologie. Epistemologie d?une discipline. Textes fondamentaux, Bruxelles, De Boeck Université, 2001, pp.209-220 (orig. em inglês BJS, XXXV, 1, 1984)
BRYMAN, A., CRAMER, D., Análise de dados em ciências sociais ? introdução às técnicas utilizando o SPSS, Oeiras, Celta, 1992, pp. 79-96
BURTON, D., Research training for social scientists, Londres, Sage, 2000
CRESSWELL, J., Reserch Design, Sage, 2003, cap.1
DROESBEKE, J., THOVERON, G., Au royaume des sondages, Bruxelles, Editions de l?Université de Bruxelles, 1990, pp. 23-70
DUPOIRIER,E., PARODI, J.-L., Les indicateurs socio-politiques aujourd?hui, Paris, L?Harmattan, 1997
DUCHESNE, S., Haegel, F., L?entretien collectif, Paris, A.Colin, 2005
FESTINGER, L., KATZ, D. (comps.), Los métodos de investigacion en las ciências sociales, Barcelona, Paidós, 1992, pp. 171-234
FLICK, U., An Introduction to Qualitative Research, Londres, Sage, 1998
FODDY, W., Como perguntar, Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários, Oeiras, Celta, 1996
FRANKFORT-NACHMIAS, C., NACHMIAS, D., Research Methods in The Social Sciences, Londres, St.Martin?s Press, 1992
GILBERT, N (org.) Researching social life, Londres, Sage, 2001
GRAWITZ,M., Méthodes des sciences sociales (4a ed.), Paris, Dalloz, 1979, Livre II - ch.2 - sections 1 e 2, Livre III - Titre II - ch.1 - section 3.
KRIPPENDORf, K., Metodología de análisis de contenido. Teoría y práctica, Barcelona, Ediciones Paidós Ibérica, 1997
LATIESA, M., (ed.), El pluralismo metodologico en la investigación social: ensayos típicos, Universidad de Granada, 1991
MATALON, B., Décrire, expliquer, prévoir. Démarches expérimentales et terrain, Paris, A. Colin, 1988 MENDRAS, H., Oberti, M., Le sociologue et son terrain: trente recherches exemplaires, Paris, A.Colin, 2000
OSUNA, J.R., Métodos de muestreo, Madrid, CIS, 1991
OSUNA, J.R., Métodos de muestreo. Casos prácticos, Madrid, CIS, 1993
PENEFF, J., La méthode biographique, Paris, A.Colin, 1990
PONS, I., Programación de la investigación social, Madrid, CIS, 1993
RONGERE, P., Méthodes des sciences sociales, Paris, Dalloz, 1979, pp.21-5, 85-93
SCOTT, J., A matter of record - Documentary sources in social research, Cambridge,Polity Press, 1990, [caps. 1,2,3]
SILVERMAN, D., ?Qualitative/Quantitative? in Jenks, C., (ed.) Core Sociological Dichotomies, Londres, Sage, 1998
|
|
|
|
|
Docentes
Rui Pena Pires
Departamento de Sociologia
Objectivos
Facultar as bases das teorias sociológicas a alunos sem formação prévia em sociologia.
Programa
01 Introdução: controvérsias e domínios I História da teoria sociológica 02 Teoria sociológica clássica 03 Teoria sociológica moderna 04 Teoria sociológica contemporânea II Domínios da teoria sociológica 05 A interação como troca 06 A interação simbólica 07 A estratificação 08 As instituições 09 Os grupos e as redes 10 As organizações
Processo de Avaliação
Ensaio individual sobre um tema a escolher por cada aluno de entre os tópicos definidos pelo docente. Limite: 20.000 caracteres (com espaços). Entrega: até 30 de Dezembro de 2016. Em alternativa, ou em caso de insucesso no ensaio, um exame final de duas horas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baert, Patrick, e Filipe Carreira da Silva (2010, 2014), Teoria Social Contemporânea, Lisboa, Mundos Sociais. Parker, John, Leonard Mars, Paul Ransome e Hilary Stanworth (2003), Social Theory. A Basic Tool Kit, Basingstoke, Palgrave Macmillan. Turner, Jonathan H. (2014), Theoretical Sociology. A Concise Introduction to Twelve Sociological Theories, Londres, Sage.
Bibliografia Opcional
* Bibliografia de trabalho Fulcher, James, e John Scott (2011), "Theories and theorizing", em James Fulcher e John Scott (2011), Sociology, 4.ª ed., Oxford, Oxford University Press, pp. 20-68. Pires, Rui Pena (2014), "Modelo teórico de análise sociológica", Sociologia, Problemas e Práticas, 74, pp. 31-50. Turner, Jonathan H. (2010), "The dynamics of institutional domains", em Jonathan H. Turner (2010), Theoretical Principles of Sociology, vol. 1: Macrodynamics,Nova Iorque, Springer, pp. 105-151. Turner, Jonathan H. (2010), "The dynamics of stratification systems", em Jonathan H. Turner (2010), Theoretical Principles of Sociology, vol. 1: Macrodynamics,Nova Iorque, Springer, pp. 153-214. Turner, Jonathan H. (2012), "The dynamics of groups", em Jonathan H. Turner (2012), Theoretical Principles of Sociology, vol. 3: Mesodynamics, Nova Iorque, Springer, pp. 171-212. Turner, Jonathan H. (2012), "The dynamics of organizations", em Jonathan H. Turner (2012), Theoretical Principles of Sociology, vol. 3: Mesodynamics, Nova Iorque, Springer, pp. 213-301. Turner, Jonathan H. (2014), "Dramaturgical theorizing", em Jonathan H. Turner (2014), Theoretical Sociology. A Concise Introduction to Twelve Sociological Theories, Londres, Sage, pp. 117-135. Turner, Jonathan H. (2014), "Exchange theorizing", em Jonathan H. Turner (2014), Theoretical Sociology. A Concise Introduction to Twelve Sociological Theories, Londres, Sage, pp. 73-95. Turner, Jonathan H. (2014), "Theoretical sociology today", Theoretical Sociology. A Concise Introduction to Twelve Sociological Theories, Londres, Sage, pp. 1-6.
* Bibliografia complementar Collins, Randall (1994), Four Sociological Traditions, Oxford, Oxford University Press. Pires, Rui Pena (2007), "Árvores conceptuais: uma reconstrução multidimensional dos conceitos de ação e de estrutura", Sociologia, Problemas e Práticas, 53, pp. 11-50 [http://www.scielo.gpeari.mctes.pt/pdf/spp/n53/n53a02.pdf]. Ritzer, George (2010), Sociological Theory, 8.ª ed., Nova Iorque, McGraw-Hill. Ritzer, George (org.) (2003), The Blackwell Companion to Major Classical Social Theorists, Oxford, Blackwell. Ritzer, George (org.) (2003), The Blackwell Companion to Major Contemporary Social Theorists, Oxford, Blackwell. Scott, John (2011), Conceptualising the Social World. Principles of Sociological Analysis, Cambridge, Cambridge University Press. Scott, John (2012), Sociological Theory. Contemporary Debates, 2.ª ed., Cheltenham, Edward Elgar. Turner, Jonathan H. (2013), Theoretical Sociology. 1830 to Present, Londres, Sage. Waters, Malcolm (1994), Modern Sociological Theory, Londres, Sage.
|
|
1 Ano | 2 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Patrícia Ávila
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
O objectivo desta UC é proporcionar aos alunos de mestrado uma introdução à análise quantitativa de dados em ciências sociais com o SPSS (Statistical Package dor Social Sciences). Pretende-se que os estudantes adquiram conhecimentos e competências que lhes permitam construir uma base de dados, transformar variáveis e analisar os resultados recorrendo à estatística descritiva univariada e bivariada. Serão ainda abordados, de forma introdutória, alguns dos testes de hipóteses mais utilizados em ciências sociais.
Programa
1.Introdução à análise quantitativa de dados em Ciências Sociais 2.Do inquérito por questionário à análise de dados: a)Tipos de perguntas e de variáveis b)Codificação das respostas c)As não respostas 3.O SPSS como ferramenta de trabalho na análise quantitativa. a)Apresentação do programa; b)Construção de uma base de dados em SPSS; c)Transformação de variáveis: Recodificação de variáveis e construção de novas variáveis 4.Análise univariada: a)Tabelas de frequências b)Representações gráficas c) Medidas de tendência central d)Medidas de dispersão e)Aplicações com o SPSS f)Modos de apresentação e discussão dos resultados 5.Análise bivariada: a)Tabelas de contingência b)Comparação de médias c)Medidas de associação e correlação d)Representações gráficas e)Aplicações com o SPSS f)Modos de apresentação e discussão dos resultados 6.Introdução aos testes de hipóteses: a)Teste de independência de qui-quadrado b) Aplicações com o SPSS c)Modos de apresentação e discussão de resultados
Processo de Avaliação
O processo de avaliação inclui dois exercícios individuais. O primeiro exercício individual será realizado com recurso ao SPSS (50% da classificação). O segundo exercício individual (escrito) incidirá predominantemente na interpretação de outputs (50% da classificação).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, Alan e Duncan Cramer (2003), Análise de dados em Ciências Sociais. Introdução às Técnicas Utilizando o SPSS para Windows, Oeiras, Celta Editora, 3ª ed. Bryman, Alan (2012), Social Research Methods, Oxford, Oxford University Press (4ª ed.) Laureano, Raul, Maria do Carmo Botelho (2010), SPSS, O Meu Manual de Consulta Rápida, Lisboa, Sílabo. Maroco, J. (2011), Análise Estatística com utilização do SPSS, Lisboa, Edições Sílabo, 5ª ed. Maroco, J. e R. Bispo (2003), Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores. Reis, E. (2008), Estatística Descritiva, Lisboa, Sílabo, 7ª ed.
Bibliografia Opcional
Acton, Ciaron e Robert Miller (2009), SPSS for Social Scientists, Macmillan. Green, Samuel B. e Neil J. Salkind (2007), Using SPSS for Windows and Macintosh: Analyzing and Understanding Data, Pearson Education (5ª ed.). Maroco, J. e R. Bispo (2003), Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores. Pallant, Julie (2010), SPSS, Survival Manual, Open University Press. Reis, E., P. Melo, R. Andrade e T. Calapez (1997), Estatística Aplicada, vols. 1 e 2, Lisboa, Sílabo, 3ª ed.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
|
|
2 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Luísa Veloso
Departamento de Sociologia
Objectivos
O Estágio tem como principais objectivos: 1. Propiciar o contacto direto com práticas profissionais ligadas às competências desenvolvidas ao longo do mestrado; 2. Fortalecer a relação a formação e o mercado de trabalho e uma inserção profissional ajustada aos contextos e exigências actuais; 3. Desenvolver competências socio-profissionais na resolução de problemas concretos; 4. Promover a aplicação de referentes teórico-operativos na utilização de instrumentos técnicos e metodológicos adequados às situações reais.
Programa
A natureza da UC exige uma adaptação aos contextos e áreas de atuação do estágio. 1. Preparação do estágio 1.1 Seleção do domínio e sede do estágio 1.2 Formalização do estágio com a instituição de acolhimento (protocolo de estágio, normas de enquadramento, identificação do orientador externo e do supervisor interno) 1.3. Elaboração da proposta de estágio 2. Exercício de estágio 2.1 Definição da orientação profissional 2.2 Execução do trabalho 2.3 Monitorização da execução 2.4 Avaliação intercalar de processo 3. Reflexão sobre resultados e aprendizagens 3.1 Balanço da entidade de acolhimento 3.2 Elaboração do relatório final de estágio
Processo de Avaliação
O processo de avaliação tem as seguintes componentes e respetivas ponderações: a) a prestação em contexto de trabalho (30%); b) o trabalho em sala de aula (10%); c) o relatório de estágio (60%). A primeira componente é fundamentalmente da atribuição do tutor da instituição onde se realiza o estágio e as outras duas cabem ao docente do ISCTE-IUL que supervisiona o estágio.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
APS (1992) Código Deontológico. Lisboa: APS. Barbier, J.-M. (1996) Elaboração de Projectos de Acção e de Planificação. Porto: Porto Editora. Booth, Wayne, Colomb, Gregory e Williams, Joseph (2003) The Craft of Research. Chicago: The University of, Chicago Press, 2ª ed. Donatella, Della Porta e Keating, Michael, eds. (2008) Approaches and Methodologies in the Social Sciences. A Pluralist Perspective. Cambridge: Cambridge University Press. Neves, José, Garrido, Margarida e Simões Eduardo (2008) Manual de Competências Pessoais, Interpessoais e Instrumentais. Teoria e Prática. Lisboa: Editora SÍLABO. Schon, Donald A. (1995) The Reflective Practioner: How Professionals Think in Action. Nova Iorque: Basic Books. Stehr, Nico (1992) Practical Knowledge. Applying the Social Sciences. London: Sage Publications. Sweitzer, H. Frederick e King, Mary A. (2014) The Successful Internship: Personal, Professional, and Civic Development in Experiential Learning. Belmont, CA: Brooks/Cole, Cengage Learning.
Bibliografia Opcional
Capucha, Luís (2008) Planeamento e avaliação de projetos. Guião prático. Lisboa: ME/DGIDC http://www.aps.pt/?area=102&mid=001&sid=005 Guerra, Isabel Carvalho (2000) Fundamentos e Processos de uma Sociologia de Acção: o Planeamento em Ciências Sociais. Cascais: Principia. Hofstede, Geert, Hofstede, Gert Jan e Minkov, Michael (2010) Cultures and Organizations: Software of the Mind. McGraw-Hill USA, 3ª ed.
Bibliografia específica da área de cada um dos mestrados.
Mestrado Educação e Sociedade Afonso, Cátia, Silva, Andreia, Vale, Sónia e Xavier, Paulo (2004) Sociólogos na escola: a dinamização de uma rede educativa, Actas dos ateliers do Vº Congresso Português de Sociologia, Sociedades Contemporâneas: Reflexividade e Acção. Lisboa: APS. Araújo, Emília Rodrigues (2005) O papel do sociólogo na escola: contributos, Comunicação à CPCJ. http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/3912 /1/O%20papel%20do%20sociologo%20na%20escola.pdf Bransford, John (2010) How People Learn. Washington DC: National Academy Press. Sánchez Martínez, Eduardo (2005) Planeamiento Estratégico de la Educación: Elementos Conceptuales y Metodológico. Córdoba: Editorial Brujas. Santos Guerra, Miguel Ángel (2003) Tornar Visível o Quotidiano: Teoria e Prática de Avaliação Qualitativa das Escolas. Porto: Asa. Pacheco, José Augusto, org. (2014) Avaliação externa de escolas: quadro teórico/conceptual. Porto: Porto Editora.
Mestrado Sociologia AA.VV (2014a) Saídas profissionais: O que é ser sociólogo hoje? Narrativas breves sobre experiências profissionais em construção, IS Working Papers, 2.ª Série, N.º 9. AA.VV (2014b) Saídas profissionais: O que é ser sociólogo hoje? Narrativas breves sobre experiências profissionais em construção, IS Working Papers, 2.ª Série, N.º 11. Burawoy, Michael (2005) For public sociology, American Sociological Review, 70: 4-28. Almeida, J. Ferreira de (1992) Trabalhar em sociologia, ensinar sociologia, Sociologia, Problemas e Práticas, 12: 187-199. André, Mário Rui (2011) Desafios à construção sócio-profissional do sociólogo da saúde fora da academia, Sociologia On Line, Revista da Associação Portuguesa de Sociologia, 3: 103-108. Carreiras, Helena, et al. orgs. (1999) Profissão Sociólogo. Oeiras: Celta/APS. Costa, António Firmino da (1993) Prática sociológica e deontologia profissional dos sociólogos, Estruturas Sociais e Desenvolvimento (Actas do 2º. Congresso Português de Sociologia), vol. II. Lisboa: Editorial Fragmentos. Costa, António Firmino da (2004) Será a sociologia profissionalizável?, Gonçalves, Carlos Manuel et al. orgs., Sociologia no Ensino Superior: Conteúdos, Práticas Pedagógicas e Investigação. Porto: FLUP. Ferreira, Marta (2004) A sociologia ao serviço da comunidade: experiências de actividade sociológica no âmbito das políticas sociais, Actas dos ateliers do Vº Congresso Português de Sociologia, Sociedades Contemporâneas: Reflexividade e Acção. Lisboa: APS. Lahire, Benard dir. (2002) À Quoi Sert la Sociologie? Paris: Éditions La Découverte. Piriou, Odile (2006) La Face Caché de la Sociologie. À la Découverte des Sociologues Praticiens. Paris: Éditions Belin. Silva, Augusto Santos (1987) O sociólogo como técnico e agente de desenvolvimento, Sociologia, Problemas e Práticas, 3: 67-71. Silva, Sílvia (2011) O sociólogo da saúde na autarquia local: relato de uma experiência, Sociologia On Line, Revista da Associação Portuguesa de Sociologia, 3: 109-126. Tavares, David (2011) Sociólogos e campos profissionais na saúde: perfis de actividades e desafios, Sociologia On Line, Revista da Associação Portuguesa de Sociologia, 3: 99-102. Valente, Isabel, et al., orgs. (1995) Experiências e Papéis Profissionais de Sociólogos. Lisboa: APS.
Mestrado Ciências do Trabalho e Relações Laborais Freire, João (2001) Sociologia do Trabalho: Uma Introdução. Porto: Afrontamento. Fernandes, António Monteiro (2010) Direito do Trabalho. Coimbra: Almedina. 15ª ed. Dornelas, António coord. (2006) Livro Verde sobre as Relações Laborais. Lisboa: MTSS. Garsten, Christina e Anette, Nyqvist, eds. (2013) Organisational Anthropology. Doing ethnography in and among complex organisations. Londres: Pluto Press. Ruivo, Manuel Seca (1987) O sociólogo na gestão da empresa: da estratégia à capacidade prática, Sociologia, Problemas e Práticas, 2: 91-103. Stoleroff, Alan (2007) Relações Laborais nas empresas e sistema de relações industriais em Portugal, J. M. Leite Viegas, H. Carreiras, A. Malamud org. Portugal no contexto Europeu. Vol. I: Instituições e política. Lisboa: Celta Editora. Argyris, Chris e Donald A. Schon (1974) Theory in Practice: Increasing Professional Effectiveness. San Francisco: Jossey-Bass.
Nota: para além da bibliografia indicada, se necessário, o docente fornecerá a cada aluno sugestões de bibliografia e/ou de pesquisa bibliográfica específica atendendo ao tema do estágio.
|
|
|
|
|
|
2 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
José Luís Casanova
Departamento de Sociologia
Objectivos
O principal objectivo desta UC é o de acompanhamento dos alunos na elaboração da dissertação de mestrado em Sociologia. Para este efeito a formação e informação prestadas envolvem fundamentalmente o desenvolvimento de conhecimentos, competências e capacidades na condução de uma investigação teoricamente fundada e empiricamente sustentada sobre aspectos das sociedades contemporâneas.
Programa
1. Apresentação do seminário. Regulamentação da tese de mestrado. 2. Auscultação de ideias para projectos de pesquisa. Consulta de modelos. 3. Indicações sobre orientação e apoio, e sobre a elaboração do projecto. 4. Elaboração de um projecto de pesquisa (objectivos, teoria, metodologia, empiria, bibliografia). Recursos e obras a consultar. 5. Elaboração do enquadramento teórico e definição de métodos e técnicas. 6. Elaboração do modelo analítico e operacionalização de conceitos. 7. Indicações sobre fontes de dados secundários. Delimitação das fontes de informação secundária. 8. Indicações sobre recolha de informação. Construção dos guiões dos instrumentos de recolha de informação primária. 9. Indicações sobre plano de análise. Elaboração do plano de análise de dados. 10. Indicações sobre tratamento e análise de dados. Esclarecimento de dúvidas sobre análise de dados.
Processo de Avaliação
A dissertação de mestrado em Sociologia é apresentada e defendida em provas públicas e será avaliada por um júri. A avaliação baseia-se no mérito científico da dissertação nas suas componentes teórica, metodológica e empírica, e na qualidade da sua apresentação e defesa orais, de acordo com os regulamentos do ISCTE-IUL.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Almeida, João Ferreira de, e José Madureira Pinto (1982), A Investigação nas Ciências Sociais, Lisboa, Editorial Presença. Bell, Judith (1997), Como Realizar um Projecto de Investigação, Lisboa, Gradiva. Foddy, William (1996), Como Perguntar. Teoria e Prática da Construção de Perguntas para Entrevistas e Questionários, Oeiras, Celta Editora. Hantrais, Linda, e Steen Mangen (eds.) (1996), Cross-National Research Methods in the Social Sciences, London, Pinter. ISCTE (2008), Normas Orientadoras para a Dissertação ou Trabalho de Projecto de Mestrado. Kielcolt, K. Jill, e Laura E. Nathan (1985), Secondary Analysis of Survey Data, London, Sage. O'Dochartaigh, Nial (2002), The Internet Research Handbook: a Pratical Guide for Students and Researchers in the Social Sciences, Londres, Sage Publications. Scott, John (1990), A Matter of Record. Documentary Sources in Social Research, Cambridge, Polity Press. Valdavida, Magdalena Cordero (1998), Bancos de Datos, Madrid, CIS.
Bibliografia Opcional
Bourdieu, Pierre (1993), La Misère du Monde, Paris, Éditions du Seuil. Carreiras, Helena (2004), Gender and the Military: a Comparative Study of the Participation of Women in the Armed Forces of Western Democracies, Tese de Doutoramento, Lisboa, ISCTE. Casanova, José Luís (2004), Naturezas Sociais. Diversidade e Orientações Sociais na Sociedade Portuguesa, Oeiras, Celta Editora. Conde, Idalina (1991), "Alvarez: ambiguidades na biografia de um pintor", Sociologia, Problemas e Práticas, nº 9. Freire, André (2006), Esquerda e Direita na Política Europeia. Portugal, Espanha e Grécia em Perspectiva Comparada, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais. Lahire, Bernard (2002), Portraits Sociologiques - Dispositions et Variations Individuelles, Paris, Nathan. Pais, José Machado (2002), Sociologia da Vida Quotidiana, Lisboa, ICS. Torres, Anália Cardoso (1996), Divórcio em Portugal. Ditos e Interditos, Oeiras, Celta Editora.
Sites nacionais:
INE Portugal: http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_main
Arquivo de informação social do Instituto de Ciências Sociais: http://www.apis.ics.ul.pt/
Sites europeus:
European Social Survey: http://www.europeansocialsurvey.org/
European Values Survey: http://www.europeanvaluesstudy.eu/
European Commission ? Public Opinion (Eurobarometer): http://ec.europa.eu/public_opinion/index_en.htm
Outros sites:
ICPSR (Inter-university Consortium for Political and Social Sciences): http://www.icpsr.umich.edu/icpsrweb/ICPSR/
World Values Survey http://www.worldvaluessurvey.org/
|
|
|
|
|
|
Objectivos
O objectivo fundamental desta UC é o de acompanhamento e apoio dos alunos na elaboração do trabalho de projecto em Sociologia. A formação e informação prestadas envolvem fundamentalmente o desenvolvimento de conhecimentos, competências e capacidades na condução de um estudo aplicado, teoricamente enquadrado e empiricamente sustentado sobre aspectos das sociedades contemporâneas.
Programa
1. Apresentação do seminário. Regulamentação do trabalho de projecto. 2. Auscultação de ideias para trabalhos de projecto. Consulta de modelos de projectos. 3. Indicações sobre orientação e apoio. Indicações sobre a elaboração do projecto. 4. Elaboração de um projecto de estudo (objectivos, teoria, metodologia, empiria, bibliografia). 5. Elaboração do enquadramento teórico e definição de métodos e técnicas. 6. Elaboração do modelo de análise e operacionalização de conceitos. 7. Indicações sobre fontes de dados secundários. Delimitação das fontes de informação secundária. 8. Indicações sobre recolha de informação. Construção dos guiões dos instrumentos de recolha de informação primária. 9. Indicações sobre plano de análise. Elaboração do plano de análise de dados. 10. Indicações sobre tratamento e análise de dados. Esclarecimento de dúvidas sobre análise de dados.
Processo de Avaliação
O trabalho de projecto em Sociologia é apresentado e defendido em provas públicas e será avaliado por um júri. A avaliação baseia-se no mérito científico do trabalho nas suas componentes teórica, metodológica e empírica, e na qualidade da sua apresentação e defesa orais, de acordo com os regulamentos do ISCTE-IUL.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bell, Judith (1997), Como Realizar um Projecto de Investigação, Lisboa, Gradiva. Bryman, Alan (1989), Research Methods and Organization Studies, London, Routledge. Foddy, William (1996), Como Perguntar. Teoria e Prática da Construção de Perguntas para Entrevistas e Questionários, Oeiras, Celta Editora. Hantrais, Linda, e Steen Mangen (eds.) (1996), Cross-National Research Methods in the Social Sciences, London, Pinter. ISCTE (2008), Normas Orientadoras para a Dissertação ou Trabalho de Projecto de Mestrado. Kielcolt, K. Jill, e Laura E. Nathan (1985), Secondary Analysis of Survey Data, London, Sage. O'Dochartaigh, Nial (2002), The Internet Research Handbook: a Pratical Guide for Students and Researchers in the Social Sciences, Londres, Sage Publications. Scott, John (1990), A Matter of Record. Documentary Sources in Social Research, Cambridge, Polity Press. Valdavida, Magdalena Cordero (1998), Bancos de Datos, Madrid, CIS.
Bibliografia Opcional
Bourdieu, Pierre (1993), La Misère du Monde, Paris, Éditions du Seuil. Carreiras, Helena (2004), Gender and the Military: a Comparative Study of the Participation of Women in the Armed Forces of Western Democracies, Tese de Doutoramento, Lisboa, ISCTE. Casanova, José Luís (2004), Naturezas Sociais. Diversidade e Orientações Sociais na Sociedade Portuguesa, Oeiras, Celta Editora. Conde, Idalina (1991), "Alvarez: ambiguidades na biografia de um pintor", Sociologia, Problemas e Práticas, nº 9. Freire, André (2006), Esquerda e Direita na Política Europeia. Portugal, Espanha e Grécia em Perspectiva Comparada, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais. Lahire, Bernard (2002), Portraits Sociologiques - Dispositions et Variations Individuelles, Paris, Nathan. Pais, José Machado (2002), Sociologia da Vida Quotidiana, Lisboa, ICS. Torres, Anália Cardoso (1996), Divórcio em Portugal. Ditos e Interditos, Oeiras, Celta Editora.
Sites nacionais:
INE Portugal: http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_main
Arquivo de informação social do Instituto de Ciências Sociais: http://www.apis.ics.ul.pt/
Sites europeus:
European Social Survey: http://www.europeansocialsurvey.org/
European Values Survey: http://www.europeanvaluesstudy.eu/
European Commission ? Public Opinion (Eurobarometer): http://ec.europa.eu/public_opinion/index_en.htm
Outros sites:
ICPSR (Inter-university Consortium for Political and Social Sciences): http://www.icpsr.umich.edu/icpsrweb/ICPSR/
World Values Survey http://www.worldvaluessurvey.org/
|