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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
João Trocado da Mata
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
O objectivo geral desta unidade curricular é dotar os alunos de conhecimento e informação necessários ao desenvolvimento de competências de análise de políticas públicas concretas. Nesse sentido, ao longo das sessões apresentam-se os principais conceitos, modelos e instrumentos de análise de políticas públicas e, simultaneamente, são realizados, pelos alunos, exercícios de aplicação à análise de casos reais, previamente seleccionados.
Programa
1 - Porquê estudar as políticas públicas? 2 - Teorias do Poder e do Processo Político. 3 - Conceitos da Análise de Políticas Públicas: Actores, Recursos, Regras e Instituições. 4 - Análise do processo político: Tipos de políticas e fases do processo; Problemas e agendamento; Alternativas e grupos de interesse; Formulação: desenho e instrumentos; Decisão e concretização; Comunicação; Avaliação, impactos e mudança. 5 - Influência internacional: difusão, transferência e convergência em políticas públicas. 6 - Investigação em Políticas Públicas 7 - Políticas Públicas em Portugal
Processo de Avaliação
Exercício escrito (máximo 20 páginas) de análise de uma política pública sectorial (50%); Apresentação e discussão pública de um poster, síntese do exercício de análise de uma política pública (40%); Participação ativa nas aulas (10%). A participação activa nas aulas inclui a presença nas aulas, mas também a capacidade de colocar questões, argumentar, defender pontos de vista e participar nos debates sobre os temas em discussão.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bardach, Eugene (2009), A Practical Guide for Policy Analysis, Washington DC, CQPress. Dye, Thomas R. (2010), Understanding Public Policy, Boston, Longman. Hill, Michael (2009), The Public Policy Process, London, Pearson/Longman. Kingdon, John W. (2003), Agendas, Alternatives, and Public Policies, New York, Longman. Kraft, Michael E., e Scott R. Furlong (2010), Public Policy. Politics, Analysis, and Alternatives, Washington DC, CQPress, Moran, M, Martin Rein, e Robert Goodin (2008), The Oxford Handbook of Public Policy, Oxford, Oxford University Press. Rodrigues, M. L. (org.) (2013), Exercícios de Análise de Políticas Públicas, Lisboa, INCM. (no prelo); Rodrigues, M. L. e Silva, P. A. (org.) (2012), Politicas Públicas em Portugal, Lisboa, INCM. Rodrigues, M. L. e Silva, P. A. (org.) (2013), Políticas públicas para a Reforma do Estado, Coimbra, Almedina. (no prelo); Smith, Catherine (2010), Writing Public Policy, New York, Oxford University Press.
Bibliografia Opcional
Bardach, Eugene (2009), A Practical Guide for Policy Analysis, Washington DC, CQPress. Dye, Thomas R. (2010), Understanding Public Policy, Boston, Longman. Hill, Michael (2009), The Public Policy Process, London, Pearson/Longman. Kingdon, John W. (2003), Agendas, Alternatives, and Public Policies, New York, Longman. Kraft, Michael E., e Scott R. Furlong (2010), Public Policy. Politics, Analysis, and Alternatives, Washington DC, CQPress, Moran, M, Martin Rein, e Robert Goodin (2008), The Oxford Handbook of Public Policy, Oxford, Oxford University Press. Rodrigues, M. L. (org.) (2013), Exercícios de Análise de Políticas Públicas, Lisboa, INCM. (no prelo); Rodrigues, M. L. e Silva, P. A. (org.) (2012), Politicas Públicas em Portugal, Lisboa, INCM. Rodrigues, M. L. e Silva, P. A. (org.) (2013), Políticas públicas para a Reforma do Estado, Coimbra, Almedina. (no prelo); Smith, Catherine (2010), Writing Public Policy, New York, Oxford University Press.
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Docentes
Helge Jorgens
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
A unidade curricular visa consolidar o conhecimento empírico e a compreensão teórica do funcionamento das instituições europeias, dos processos políticos multinível de tomada de decisão na União Europeia, bem como a nível global/internacional. Trabalhos académicos recentes nesta área servirão de base às discussões em aula.
Programa
1. Introdução: o estudo das políticas públicas Europeias e internacionais 1.1 A globalização e o estado-nação 1.2 Policy-making no sistema multi-nível europeu e global 1.3 Teorizando a produção de políticas na União Europeia e a nível internacional 2. Políticas públicas Europeias 2.1 A Europeização de políticas públicas 2.2 Novos modos de policy-making: governança experimental na UE 2.3 A União Europeia como actor na política internacional 3. Políticas Internacionais 3.1 O poder de Policy-Making das Organizações Internacionais 3.2 Actores transnacionais na política internacional 3.3 A difusão internacional de políticas públicas: uma nova forma de governança global? 4. Conclusão: "Governança sem governo" ou "governança com muitos governos"?
Processo de Avaliação
Participação ativa nas aulas (25%), apresentação e discussão de textos (25%) e trabalho final individual escrito (50%). A participação ativa nas aulas inclui a assiduidade e a capacidade de responder a perguntas sobre as leituras obrigatórias. O trabalho final escrito pode ser um exercício de investigação, incluindo a análise de uma questão de pesquisa (até 20 pgs.) ou duas recensões analíticas sobre um conjunto de textos incluídos na bibliografia da unidade curricular (cada uma até 10pgs.).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Börzel, T.A. and Risse, T. (2003) 'Conceptualizing the Domestic Impact of Europe', in Featherstone/Radaelli (eds), The Politics of Europeanization, Oxford, 57-80. Carlsnaes, W., Risse, T. and Simmons, B.A. (eds) (2012) Handbook of International Relations, 2nd Edition, London (cap. 13 e 17). Enderlein, H., Zürn, M. and Wälti, S. (eds) (2010) Handbook on Multi-level Governance, Cheltenham (cap. 1 e 5). McGrew, A. (2014) 'Globalization and Global Politics', in Baylis, Smith and Owens (eds), The Globalization of World Politics: An Introduction to International Relations, Oxford, 15-31. Phinnemore, D. and Warleigh-Lack, A. (eds) (2009) Reflections on European Integration: 50 Years of the Treaty of Rome, Basingstoke (cap. 4 e 7). Vogler, J. (2011) 'The European Union as a Global Environmental Policy Actor', in J. Connelly and R.K.W. Wurzel (eds), The European Union as a Leader in International Climate Change Politics, London, 21-37.
Bibliografia Opcional
Alter, K.J. (2008) 'The European Court and Legal Integration: An Exceptional Story or Harbinger of the Future?', in K.E. Whittington, R.D. Kelemen and G.A. Caldeira (eds), The Oxford Handbook of Law and Politics, Oxford: Oxford University Press, pp. 209-28. Andresen, S. (2013) 'International Regime Effectiveness', in R. Falkner (ed.), The Handbook of Global Climate and Environment Policy, Malden: John Wiley & Sons, pp. 304-19. Barnett, M. and Finnemore, M. (2004) Rules for the World: International Organizations in Global Politics, Ithaca, NY: Cornell University Press. Baylis, J., Smith, S. and Owens, P. (eds) (2014) The Globalization of World Politics: An Introduction to International Relations, Oxford: Oxford University Press. Biermann, F. and Siebenhüner, B. (eds) (2009) Managers of Global Change: The Influence of International Environmental Bureaucracies, Cambridge, Mass: MIT Press. Börzel, T.A. (2003) Environmental Leaders and Laggards in Europe: Why there is (not) a Southern Problem, Aldershot: Ashgate. Bulmer, S. (2009) 'Institutional and Policy Analysis in the European Union: From the Treaty of Rome to the Present', in D. Phinnemore and A. Warleigh-Lack (eds), Reflections on European Integration: 50 Years of the Treaty of Rome, Basingstoke: Palgrave Macmillan, pp. 109-24. Busch, P.-O. and Jörgens, H. (2012) 'Governance by Diffusion: Exploring a New Mechanism of International Policy Coordination', in J. Meadowcroft, O. Langhelle and A. Ruud (eds), Governance, Democracy and Sustainable Development: Moving Beyond the Impasse?, Cheltenham: Edward Elgar, pp. 221-48. Colomer, J.M. (2016) How Global Institutions Rule the World, Basingstoke: Palgrave. Cowles, M.G., Caporaso, J.A. and Risse, T. (eds) (2001) Transforming Europe. Europeanization and Domestic Change, Ithaca, NY: Cornell University Press.Della Porta, D. and Caiani, M. (2009) Social Movements and Europeanization, Oxford: Oxford University Press. Delreux, T. (2011) The EU as International Environmental Negotiator, Farnham: Ashgate. Dingwerth, K. and Jörgens, H. (2015) 'Environmental Risks and the Changing Interface of Domestic and International Governance', in S. Leibfried et al. (eds), The Oxford Handbook of Transformations of the State, Oxford: Oxford University Press, pp. 338-54. Dingwerth, K. and Pattberg, P. (2009) 'Actors, Arenas, and Issues in Global Governance', in J. Whitman (ed.), Palgrave Advances in Global Governance, Basingstoke: Palgrave Macmillan, pp. 41-66. Falkner, G., Treib, O., Hartlapp, M. and Leiber, S. (2005) Complying with Europe: EU Harmonisation and Soft Law in the Member States, Cambridge: Cambridge University Press. Finnemore, M. (1996) National Interests in International Society, Ithaca, NY: Cornell University Press. Héritier, A., Knill, C. and Mingers, S. (1996) Ringing the Changes in Europe: Regulatory Competition and the Transformation of the State, Berlin: de Gruyter. Herz, M. and Ribeiro Hoffmann, A. (2004) Organizações Internacionais: História e Práticas, Rio de Janeiro: Campus. Holzinger, K., Knill, C. and Arts, B. (eds) (2008) Environmental Policy Convergence in Europe. The Impact of International Institutions and Trade, Cambridge: Cambridge University Press. Hooghe, L. (2001) The European Commission and the Integration of Europe. Images of Governance, Cambridge: Cambridge University Press. Hooghe, L. and Marks, G. (2010) 'Types of Multi-level Governance', in H. Enderlein, M. Zürn and S. Wälti (eds), Handbook on Multi-level Governance, Cheltenham: Edward Elgar, pp. 17-31. Jörgens, H., Lenschow, A. and Liefferink, D. (eds) (2014) Understanding Environmental Policy Convergence: The Power of Words, Rules and Money, Cambridge: Cambridge University Press. Kelemen, R.D. (2011) Eurolegalism: The Transformation of Law and Regulation in the European Union, Cambridge, Mass: Harvard University Press. Keohane, R.O. and Nye, J.S. (2012) Power and Interdependence, Boston: Longman. Marks, G., Scharpf, F.W., Schmitter, P.C. and Streeck, W. (eds) (1996) Governance in the European Union, London: Sage. Martin, L.L. and Simmons, B.A. (2012) 'International Organizations and Institutions', in W. Carlsnaes, T. Risse and B.A. Simmons (eds), Handbook of International Relations, London: Sage, pp. 326-51. Matthijs, M. and Blyth, M. (eds) (2015) The Future of the Euro, Oxford: Oxford University Press. Moravcsik, A.M. (1998) The Choice for Europe: Social Purpose and State Power From Messina to Maastricht, Ithaca, NY: Cornell University Press. Pollack, M.A. and Ruhlman, M.A. (2009) 'The Heroic Age of European Integration is Over: Institutional and Policy Developments, 1957-2007', in D. Phinnemore and A. Warleigh-Lack (eds), Reflections on European Integration: 50 Years of the Treaty of Rome, Basingstoke: Palgrave Macmillan, pp. 43-73. Princen, S. (2009) Agenda-Setting in the European Union, Basingstoke: Palgrave Macmillan. Risse, T. (2012) 'Transnational Actors and World Politics', in W. Carlsnaes, T. Risse and B.A. Simmons (eds), Handbook of International Relations, London: Sage, pp. 426-52. Sabel, C.F. and Zeitlin, J. (eds) (2010) Experimentalist Governance in the European Union: Towards a New Architecture, Oxford: Oxford University Press. Sabel, C.F. and Zeitlin, J. (2010) 'Learning From Difference: The New Architecture of Experimentalist Governance in the EU', in C.F. Sabel and J. Zeitlin (eds), Experimentalist Governance in the European Union: Towards a New Architecture, Oxford: Oxford University Press, pp. 1-28. Sandholtz, W. and Stone Sweet, A. (eds) (1998) European Integration and Supranational Governance, Oxford: Oxford University Press. Scharpf, F.W. (2010) 'Multi-level Europe - The Case for Multiple Concepts', in H. Enderlein, M. Zürn and S. Wälti (eds), Handbook on Multi-level Governance, Cheltenham: Edward Elgar, pp. 66-79. Schmidt, V.A. (2006) Democracy in Europe: The EU and National Polities, Oxford: Oxford University Press. Warleigh-Lack, A. and Drachenberg, R. (2010) 'Policy Making in the European Union', in M. Cini and N. Pérez-Solórzano Borragán (eds), European Union Politics, Oxford: Oxford University Press, pp. 209-24. Zürn, M. (2010) 'Global Governance as Multi-level Governance', in H. Enderlein, M. Zürn and S. Wälti (eds), Handbook on Multi-level Governance, Cheltenham: Edward Elgar, pp. 80-99.
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Helge Jorgens
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
A unidade curricular Desenho da Pesquisa tem como objetivo principal fornecer aos estudantes de nível de mestrado os instrumentos conceptuais e operativos fundamentais para o desenho de um projeto de pesquisa e/ou intervenção em ciências sociais. Tratando-se de uma unidade curricular comum a vários mestrados ela está desenhada para o cumprimento de um objetivo final: apetrechar os estudantes para a elaboração de um projeto próprio.
Programa
1.A pesquisa como produtora de conhecimento: condições, procedimentos. a.A pesquisa empírica teoricamente orientada. b.A pesquisa social como 'problem solving': diagnósticos, avaliações. c.A ética da investigação nos diferentes tipos de pesquisa. 2.Estratégias metodológicas. a.Estratégias metodológicas e objectivos da pesquisa. b.Pesquisa extensiva: grandes inquéritos e bases de dados estatísticos. Exemplos. c.Pesquisa intensiva: estudos de caso, pesquisa de terreno, observação participante, abordagem etnográfica. Exemplos. d.A investigação acção e a intervenção social. Exemplos. e.Pesquisa comparativa: objectivos e problemas da comparação. Exemplos. f.Os 'métodos combinados'. Exemplos. 3.Como desenhar um projecto de pesquisa e/ou intervenção. a.Formulação do problema e definição de objetivos. b.Conceptualização. c.Operacionalização e observação. d.Redação do projeto.
Processo de Avaliação
A avaliação implica por parte dos estudantes as seguintes modalidades de trabalho pessoal: - Participação nas aulas e leitura cuidadosa da bibliografia de trabalho (15%); - Apresentação sintética em aula do seu projeto (20%); - Elaboração de um projeto de pesquisa e/ou intervenção - trabalho escrito final (individual) (65%).
A avaliação desta UC não contempla a realização de exame escrito final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Babbie,Earl,(1989),The Practice of Social Research, Belmont, California Wadsworth Publishing Comp.;Blaikie,N.(2007),Approaches to social enquiry:advancing knowledge,Cambridge,Polity Press;Bryman,Alan(2012)Social Research Methods,Oxford,OUP; Capucha,Luís(2008,Planeamento e Avaliação de Projectos,Guião Prático,Lisboa, DGIDC/ME;Creswell,John W.(2003,Research design: qualitative, quantitative,and mixed methods approaches,Thousand Oaks,Sage;Oyen,Else(1990,Comparative Methodology.Theory and practice in international social research, London, Sage; Della Porta, Donatella e M. Keating(eds.)(2008)Approaches and Methodologies in the Social Sciences.A Pluralist Perspective,Cambridge,Cambridge University Press;Ragin, Charles (1994), Constructing Social Research.The Unity and Diversity of Method, Thousand Oaks,Pine Forge; Silverman, David (ed.)(2011)Qualitative Research, London, Sage; King,G.,Keohane, R,Verba, S.(1994),Designing Social Inquiry, Princeton,Princeton University Press;
Bibliografia Opcional
Aguilar, Maria José e & Ander-Egg, Ezequiel, (1995) Avaliação de serviço e programas sociais. 2ª ed. Petrópolis, Vozes. Beckett, Chris (2010), Assessment and intervention in social work, Sage Publications, London. Blanchet, A. et. al., (1985), L'entretien dans les Sciences Sociales, Paris, Dunod. Booth, Wayne C., Gregory G. Colomb e Joseph M. Williams (2003), The Craft of Research, Chicago, The University of Chicago Press. Bourdieu, Pierre. (1997), "Compreender" in Bourdieu, Pierre (Org.). A miséria do mundo. Petrópolis: Vozes, p. 693-713. Brady, Henry E. and David Collier (2004), Rethinking Social Inquiry: Diverse Tools Shared Standards, Lanham, Rowman & Littlefield Publishers. Brannen, Julia (2005), Mixed methods research: a discussion paper, Economic & Social Research Council, National Centre for Research Methods. URL: http://eprints.ncrm.ac.uk/89/1/MethodsReviewPaperNCRM-005.pdf Bryman Alan (2007), "Barriers to integrating quantitative and qualitative research" Journal of Mixed Methods Research, 1, pp.8-22. Burgess, Robert, (2001) A pesquisa de terreno, Oeiras, Celta Editora Capucha, Luís e Paulo Pedroso (1996) (orgs.), Sociologia Problemas e Práticas, nº 22 (Número especial sobre metodologias de avaliação). Carvalho, Helena (2004), Análise Multivariada de Dados Qualitativos, Lisboa, Sílabo. Comissão Europeia (1993), Gestão do ciclo de projecto: abordagem integrada e quadro lógico, Métodos e instrumentos para a gestão do ciclo de projecto, n.º 1, Luxemburgo. Costa, António Firmino da (1986), "Pesquisa de terreno em sociologia" in, J.Madureira Pinto e A. S. Silva (orgs.), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Edições Afrontamento. Dogan, Mattei, e Dominique Pelassy (1990, 1984), How to Compare Nations. Strategies in Comparative Politics, New Jersey, Chatham House Publishers. European Institute of Public Administration (2004), Improving an organization through self-assessment? common assessment framework, Maastricht, European Institute of Public Administration Evera, Stephen van (1997), Guide to Methods of Students of Political Science, Ithaca, Cornell University Press. Field, Andy (2005), Discovering Statistics Using SPSS, London Sage Publications. Gauthier, Benoît (2003), Investigação Social: da problemática à colheita de dados, Loures, Ed Lusociência. Ghiglione, Rodolphe e Benjamin Matalon (1992) O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora.; Giddens, Anthony (2004),"Métodos de Investigação em Sociologia", em Sociologia (4ª edição, revista e actualizada), Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, pp. 2-19; pp. 641-663. Jensen, Klaus B. (Org.) (2012) A Handbook of Media and Communication Research. Londres e Nova Iorque: Routledge, 2ª Edição. Kaufmann, Jean-Claude, (1996), L'entretien compréhensif, Paris, Nathan. Landman, Todd (2003), Issues and Methods in Comparative Politics. An Introduction, Londres, Routledge. Maxwell,Joseph A. (2008) Qualitative Research Design: an Interactive Approach, Thousand Oaks, Sage; McLaughlin, Hugh (2007), Understanding social work research, London, Sage. Pais, José Machado (2003 [2001]) Ganchos, Tachos e Biscates. Jovens,Trabalho e Futuro, Porto, Âmbar Peters, Guy B. (1998), Comparative Politics. Theory and Methods, New York, New York University Press. Quivy, R.,L. Champenhoud,(2003), Manual de Investigação em Ciências Sociais, Lisboa, Gradiva. Ragin, Charles C. (1987) The Comparative Method: Moving Beyond Qualitative and Quantitative Strategies, Berkeley/Los Angeles/London, University of California Press. Sartori, G. e Leonardo Morlino (1991) La Comparación en las Ciencias Sociales, Madrid, Alianza Editorial Schiefer, Ulrich, et al. (2007), Método aplicado de planeamento e Avaliação. Manual de Planeamento e Avaliação de Projectos. Estoril. Editora Principia. Scott, J. (1990) A Matter of Record: Documentary Sources in Social Research, Cambridge, Polity Press. Shaw, Ian; Gould Nick (2001) Qualitative Research in Social Work, 2nd edition London, Sage Publications. Silva, Augusto Santos e J. Madureira Pinto, (1986) (Org), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Edições Afrontamento; Thompson, Neil (2009) Understanding social work, 3rd ed. Basingstoke, Palgrave Macmillan. Turner, Francis J. (2005). Social Work Diagnosis in Contemporary Practice. New York , Oxford. University Press. Turner, Jonathan (2005) "A new approach for theoretically integrating micro and macro analysis", in Craig Calhoun, C. Rojek,B. Turner (Ed.) , The Sage Handbook of Sociology, London, Sage Publications Whyte, William Foote (ed.) (1991), Participatory Action Research, Sage. Wilson, Kate e al.). (2008), Social Work. An introduction to contemporary practice. Harlow, Pearson Longman, (p. 235-295).
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Docentes
Maria Eduarda Gonçalves
Departamento de Economia Política
Objectivos
Aquisição de conhecimentos e competências de operacionalização analítica sobre o quadro jurídico aplicável às políticas públicas.
Programa
1. Enquadramento de direito das políticas públicas 2. Direito Constitucional: fonte do direito das políticas públicas 3. Direito Administrativo: princípios enquadradores do direito das políticas públicas 4. Administração central e administração local: a aplicação do direito das políticas públicas 5. Noções fundamentais de direito das políticas públicas nas áreas sociais 6. Noções fundamentais de direito das políticas públicas nas áreas de soberania 7. Aplicação prática de conhecimentos adquiridos
Processo de Avaliação
Avaliação: Participação em aulas e capacidade de questionar temas em discussão (25%) Apresentação individual/grupo e discussão em aula de textos/casos seleccionados (25%) Ensaio final (50%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Amaral, Diogo Freitas do (2009 e 2008), Curso de Direito Administrativo, Vol. I, 2009 e Vol. II, 2008, Coimbra, Almedina Andrade, José Carlos Vieira de (2007), A Justiça Administrativa (Lições), Coimbra, Almedina Canotilho, Joaquim Gomes, Direito Constitucional e Teoria da Constituição, 7ª ed., Livraria Almedina, Coimbra, 2003 Caupers, João (2005), Introdução ao Direito Administrativo, Âncora Editora Garcia, Maria da Glória Dias (2009), Direito das políticas públicas, Coimbra, Almedina Miranda, Jorge (2000), Manual de Direito Constitucional, II volume Coimbra Editora. Constituições anotadas: Gomes Canotilho /Vital Moreira (2007), Coimbra Editora; Jorge Miranda/Rui Medeiros (2010), Almedina Editora.
Bibliografia Opcional
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Docentes
Luís Francisco de Carvalho
Departamento de Economia Política
Objectivos
1. Conhecer os principais debates teóricos no pensamento económico sobre a intervenção do Estado na economia
2. Compreender as principais questões e tendências das políticas públicas
Programa
1. Introdução: o Estado e a economia
2. Perspectivas clássicas 2.1 Autores contratualistas 2.2 Economia política clássica: de Smith a Marx
3. Perspectivas modernas 3.1 Escolas neoclássica e austríaca 3.2 Keynes e keynesianismo 3.3 Institucionalismos: velho e novo 3.4 Economia do bem-estar 3.5 Teoria da escolha pública
4. Debates contemporâneos 4.1 O Estado e o desenvolvimento económico 4.2 Motivações, incentivos e políticas públicas 4.3 Políticas públicas em contexto de crise
Processo de Avaliação
O processo de avaliação consiste na elaboração de uma recensão crítica realizada individualmente (50%) e de um teste escrito (50%; nota mínima: 8 valores).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Pereira, P.; Afonso, A.; Arcanjo, M. e Santos, J. (2005). Economia e Finanças Públicas, Escolar Editora: Lisboa [Caps. 1, 2 e 3]
Wolff, Jonathan (1996). Introdução à Filosofia Política, Gradiva: Lisboa, Cap.1 (Texto 1)
Backhouse, Roger (2002). The Penguin History of Economics, Penguin Books: London, Caps. 6 e 7 (Texto 2)
Wolff, Jonathan (1996). Introdução à Filosofia Política, Gradiva: Lisboa, Cap.4 (Texto 3)
Bibliografia Opcional
Bromley, Daniel W. (2006). Sufficient Reason. Volitional Pragmatism and the Meaning of Economic Institutions, Princeton University Press: Princeton e Oxford, Caps. 3, 4 e 5 (Texto 4)
Hayek, F. A. (1960). The Constitution of Liberty, Routledge: London, Caps.1-6 e 9 (Texto 5)
Chang, Ha-Joon (2002). "Breaking the mould: an institutionalist political economy alternative to the neoliberal theory of the market and the state", Cambridge Journal of Economics, 26: 539-559 (Texto 6)
Kapp. K. William (1968). "In Defense of Institutional Economics", Swedish Journal of Economics: 1-18 (Texto 7)
Anderson, Elizabeth (1990). "The Ethical Limitations of the Market", Economics and Philosophy, 6: 179-205 (Texto 8)
Hardin, Garret (1968). "The Tragedy of the Commons", Science, 162:1243-1248 (Texto 9)
Arrow, Kenneth J. (1963). "Uncertainty and the welfare economics of medical care", The American Economic Review 53(5): 941-973 (Texto 10)
Keynes, J. Maynard (1967). The General Theory of Employment, Interest and Money, MacMillan: London, Caps. 12, 13 e 24 (Texto 11)
Konzelmann, Suzanne (2014). "The political economics of austerity", Cambridge Journal of Economics, 38: 701-741 (Texto 12)
Dow, Sheila (2012). "Different Approaches to the Financial Crisis", Economic Thought, 1: 80-93 (Texto 13)
Olson, Mancur 1998 (1965). A Lógica da Acção Colectiva. Bens Públicos e Teoria dos Grupos, Celta Editora: Oeiras Caps. 1 e 2 (Texto 14)
Buchanan, J. M. (2004). "Public choice: the origins and development of a research program", In: Richard M. Ebeling, dir., "Economic Theories and Controversies", Hillsdale: Hillsdale College Press, Champions of freedom Vol 31: 13-32 (Texto 15)
Coase, R. H. (2013). "The problem of social cost", The Journal of Law and Economics, 56(4): 837-877. (Texto 16)
Orchard, L., e Stretton, H. (1997). "Public choice", Cambridge Journal of Economics, 21(3): 409-430. (Texto 17)
Fehr, Ernst e Falk, Armin (2002), "Psychological Foundations of Incentives", mimeo, May (Texto 18)
Frohlich, Norman e Oppenheimer, Joe (2003), "Optimal Policies and Socially Oriented Behavior: Some Problematic Effects of an Incentive Compatible Device", Public Choice, 117(3-4): 273-293 (Texto 19)
Gneezy e Rustichini (2000), "A Fine is a Price", Journal of Legal Studies, 29(1): 1-18 (Texto 20)
Kahan, D. M. (2003). "The logic of reciprocity: Trust, collective action, and law". Michigan Law Review, 102(1): 71-103. (Texto 21)
Gneezy, U., & Rustichini, A. (2000). "Pay enough or don't pay at all". The Quarterly Journal of Economics, 115(3): 791-810. (Texto 22)
Rodrigues, J. (2009). "Onde pára o mercado? Movimentos e contramovimentos nas políticas públicas", In: Carmo, R. e Rodrigues, J., coord., Onde Pára o Estado? Políticas Públicas em Tempos de Crise, Lisboa: Edições Nelson de Matos (Texto 23)
Stiglitz, J. (2016) The Euro and its Threat to the Future of Europe, London: Allen Lane [Capítulos 7 e 8] (Texto 24)
Lapavistas, C. et al (2012) Crisis in the Eurozone, London: Verso Books [Parte I] (Texto 25) Fine, B. (2001) "Neither the Washington nor the post-Washington consensus: an introduction", In: Fine, B. et al, eds., Development policy in the 21st century: beyond the post-Washington consensus. London: Routledge. (Texto 26)
Gore, Charles (2000) "The Rise and Fall of the Washington Consensus", World Development, 28(5):789-804. (Texto 27)
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Susana da Cruz Martins
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
O Estágio em Políticas Públicas tem como objectivo: - Proporcionar aos alunos um contacto directo com práticas profissionais e formas de intervenção ligadas às competências desenvolvidas ao longo do curso; - Desenvolver capacidades de utilização de instrumentos teóricos e metodológicos adequados às práticas profissionais ligadas às políticas públicas; - Desenvolver competências socioprofissionais; - Reforçar o relacionamento da Escola de Sociologia e Políticas Públicas com as Instituições que acolhem os estudantes.
Programa
1. Organização do processo de colocação dos alunos em estágio a. Informar e esclarecer sobre os domínios de intervenção profissional b. Contactar instituições que podem conceder estágios c. Elaboração de cartas de apoio e suporte ao estágio d. Identificação do local de acolhimento do período prático de aprendizagem 2. Formalização do estágio a. Elaboração de protocolo de estágio com a entidade externa b. Identificação do orientador profissional c. Definição do plano de estudos e correspondente aplicação profissional d. Definição dos objectivos e perspectivas laborais 3. Conhecimento actual e aprofundado do contexto para uma maior adequação do sistema educativo à actividade socioprofissional a. Acompanhamento regular do estagiário b. Orientação do relatório de estágio c. Reflexão e aperfeiçoamento da experiência 4. Plano e elaboração do relatório de estágio.
Processo de Avaliação
No final a entidade profissional deverá fornecer uma ficha de avaliação em que avalia as práticas profissionais e a aprendizagem do estagiário. O aluno deverá elaborar um relatório de estágio que poderá privilegiar a vertente institucional ou poderá consistir num trabalho desenvolvido no âmbito de um projecto de investigação.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bardach, Eugene, 2009, The Practical Guide for Policy Analysis. Washington DC: CQ Press. Bransford, John, 2010, How People Learn. Washington DC: National Academy Press. Dror, Yehezkel, 2006, Training for Policy Makers, in The Oxford Handbook of Public Policy. Ed by Michael Moran, Martin Rein, Robert Goodin, Oxford University Press. Moran, Michael, Martin Rein and Robert Goodin, ed., 2006, The Oxford Handbook of Public Policy. Oxfrod University Press. Schon, Donald, 1995, The Reflective Practioner: How professionals think in action. Basic Books
Bibliografia Opcional
Não se aplica.
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
António Firmino da Costa
Departamento de Sociologia
Objectivos
Aquisição de conhecimentos atualizados sobre desigualdades sociais contemporâneas, numa perspetiva multidimensional e global, e aquisição de competências teóricas e metodológicas para realizar e interpretar estudos sobre desigualdades sociais.
Programa
CP1. Problemática das desigualdades: perspetivas de análise e debates atuais
CP2. Teoria: desigualdades sociais em contexto de globalização
CP3. Metodologia: indicadores, medidas e categorias de desigualdades
CP4. Desigualdades de recursos e oportunidades
CP5. Desigualdades vitais e existenciais
CP6. Interseções de desigualdades e mobilidade social
CP7. Desigualdades, justiça social e políticas públicas
CP8. Desigualdades na Europa: integração ou divergência?
CP9. Desigualdades no mundo: casos, tendências e comparações
CP10. Desenvolvimento humano e desigualdades globais
Processo de Avaliação
A avaliação das aprendizagens (conhecimentos e competências) inclui: a) assiduidade às aulas (20%); b) debate nas aulas de tópicos da bibliografia e de informação empírica ilustrativa (20%); c) trabalho escrito final, com componentes teórica e empírica: ensaio individual, com 12 mil a 16 mil carateres de texto (6 a 8 páginas) e anexos (quadros, gráficos, figuras) (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Alvaredo, F et al (2018), World Inequality Report 2018, WID.WORLD Atkinson, AB (2015), Inequality, Cambridge (Mass.), Harvard UP Carmo, RM et al (orgs) (2018), Desigualdades Sociais: Portugal e a Europa, Lisboa, Mundos Sociais Costa, AF (2012), Desigualdades Sociais Contemporâneas, Lisboa, Mundos Sociais Dorling, D (2017), The Equality Effect, Oxford, New Internationalist Mauritti, R et al (2016), "The social structure of European inequality", Sociologia, Problemas e Práticas, 81 Milanovic, B (2016), Global Inequality, Cambridge (Mass.), Belknap OECD (2018), A Broken Social Elevator? Piketty, T (2014), Capital in the Twenty-First Century, Cambridge (Mass.), Harvard UP Savage, M et al (2015), Social Class in the 21th Century, London, Pelican Stiglitz, JE (2015), The Great Divide, New York, W. W. Norton Therborn, G (2013), The Killing Fields of Inequality, Cambridge, Polity Press Wilkinson, R & Pickett, K (2018), The Inner Level, London, Allen Lane
Bibliografia Opcional
Almeida, João Ferreira (2013), Desigualdades e Perspetivas dos Cidadãos. Portugal e a Europa. Lisboa, Mundos Sociais. Alvaredo, Facundo; Chancel, Lucas; Piketty, Thomas; Saez, Emmanuel; Zucman, Gabriel (2018), World Inequality Report 2018, WID.WORLD. Atkinson, Anthony B. (2015), Inequality: What Can be Done?, Cambridge (Mass), Harvard University Press [(2016), Desigualdade: O Que Fazer?, Lisboa, Bertrand]. Ávila, Patrícia (2007), "Literacia e desigualdades sociais na sociedade do conhecimento", in Costa, AF, Machado, FL e Ávila, P (orgs.) (2007), Sociedade e Conhecimento (Portugal no Contexto Europeu, vol. II), Lisboa, Celta: 21-44. Bihr, Alain & Roland Pfefferkorn (2008), Le Système des Inégalités, Paris, La Découverte. Bourguignon, François (2015), The Globalization orf Inequality, Princeton, Princeton University Press. Boushey, Heather, J. 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Costa, António Firmino; Mauritti, Rosário; Martins, Susana da Cruz; Nunes, Nuno; Romão, Ana Lúcia (2015), "A constituição de um espaço europeu de desigualdades", Observatório das Desigualdades e-Working Papers, N.º 1/2015: 1-21; CIES-IUL, doi: 10.15847/CIESODWP012015. Costa, António Firmino, João Teixeira Lopes, e Ana Caetano (orgs.) (2014), Percursos de Estudantes no Ensino Superior: Fatores e Processos de Sucesso e Insucesso, Lisboa, Mundos Sociais. Costa, António Firmino, Fernando Luís Machado, e Patrícia Ávila (orgs.) (2007), Sociedade e Conhecimento (Portugal no Contexto Europeu, vol. II), Lisboa, Celta. Costa, António Firmino, Rosário Mauritti, Susana da Cruz Martins, Fernando Luís Machado, e João Ferreira de Almeida (2000), "Classes sociais na Europa", Sociologia, Problemas e Práticas, 34: 9-46. Deaton, Angus (2013), The Great Escape: Health, Wealth, and The Origins of Inequality, Princeton, Princeton University Press [(2016), A Grande Evasão: Saúde, Riqueza e as Origens da Desigualdade, Lisboa, Presença]. Crompton, Rosemary (2008), Class and Stratification (3rd edition), Cambridge, Polity. Dorling, Danny (2017), The Equality Effect, Oxford, New Internationalist Publications. Dorling, Daniel (2010), Injustice: Why Social Inequality Persists, Bristol, The Policy Press. Dubet, François (2010), Les Places et les Chances. Repenser la Justice Sociale, Paris, La République des Idées. Estanque, Elísio (2017), "Onde pára a classe média?", Sociologia, Problemas e Práticas, 83: 37-54. Estanque, Elísio (2012), A Classe Média: Ascensão e Declínio, Lisboa, FFMS. Eurofound (2017), Social mobility in Europe. Eurofound (2017), The gender employment gap. Frazer, Nancy (2008), Scales of Justice, Cambridge, Polity Press. Galbraith, James K. (2015), Inequality and Instability, Oxford, Oxford University Press. Grusky, David B., and Szonja Szelényi (ed.) (2006), Inequality. Classic Readings in Race, Class, and Gender, Boulder, Westview Press. ILO (2016), World Employment and Social Outlook 2016: Trends for Youth. ILO (2016), Non-Standard Employment around the World. Lopes, João Teixeira, Francisco Louçã e Lígia Ferro (2017), As Classes Populares, Lisboa, Bertrand. Louçã, Francisco, João Teixeira Lopes e Jorge Costa (2014), Os Burgueses, Lisboa, Bertrand. Maurin, Éric (2009), La Peur du Déclassement. Une Sociologie des Récessions, Paris, La République des Idées. Mauritti, Rosário; Martins, Susana da Cruz; Nunes, Nuno; Romão, Ana Lúcia; Costa, António Firmino (2016), "The social structure of European inequality", Sociologia, Problemas e Práticas, 81: 75-93. Milanovic, Branko (2016), Global Inequality, Cambridge (Mass.), Belknap [(2017), A Desigualdade no Mundo, Lisboa, Actual]. 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(2015), Saving Capitalism, For the Many, Not the Few, New York, A. A. Knopf. Rodrigues, Carlos Farinha (coord.) (2016), Desigualdade de Rendimento e Pobreza em Portugal, Lisboa, FFMS. Rodrigues, Carlos Farinha (coord.) (2012), Desigualdade Económica em Portugal, Lisboa, FFMS. Sen, Amartya (2009), The Idea of Justice, Cambridge (Mass.), Harvard University Press [(2010), A Ideia de Justiça, Coimbra, Almedina]. Savage, Mike et al (2013), "A new model of social class?", Sociology, 47(2): 219-250. Standing, Guy (2011), The Precariat, London, Bloomsbury [(2014), O Precariado, Lisboa, Presença]. Stiglitz, Joseph E. (2015), The Great Divide, New York, W. W. Norton [(2018), O Fim da Desigualdade, Lisboa, Bertrand]. Stiglitz, Joseph E. (2012), The Price of Inequality, New York, W. W. Norton [(2013), O Preço da Desigualdade, Lisboa, Bertrand]. Torres, Anália (coord.) (2018), Igualdade de Género ao Longo da Vida. Portugal no contexto europeu, Lisboa, FFMS. UNDP (2013), Humanity Divided. 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Yeates, Nicola (ed.), (2008), Understanding Global Social Policy, Bristol, The Policy Press. *** Sítios eletrónicos e bases de dados em linha com indicadores de desigualdades: Gobal Education Monitoring Report: http://en.unesco.org/gem-report/ European Social Survey: www.europeansocialsurvey.org Eurostat: http://epp.eurostat.ec.europa.eu Gapminder, a fact-based world view: http://www.gapminder.org Inequality.org: https://inequality.org Inequality Around the World: http://web.worldbank.org Inequality Watch: http://inequalitywatch.eu/ Instituto Nacional de Estatística: http://www.ine.pt International Labour Organization: http://www.ilo.org Observatório das Desigualdades: http://observatorio-das-desigualdades.com OECD - Organisation for Economic Co-operation and Development: http://www.oecd.org Pordata: http://www.pordata.pt/ UNDP - United Nations Development Programme / Human Development Reports: http://www.undp.org WID - World Inequality Database: https://wid.world/
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Docentes
Luís Capucha
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Os objetivos da Unidade de Crédito “fundamentos das Políticas Sociais” consistem na aquisição de conhecimentos avançados relativos aos princípios, estruturas, configurações institucionais e processos históricos de construção dos estados-providência e das políticas sociais que os caracterizam, numa perspetiva internacional e em Portugal. Serão nomeadamente abordados temas como os seguintes: 1. os modelos analíticos que explicam o surgimento e desenvolvimento dos Estado Providência; 2. a diversidade de regimes de Estado Providência, bem como as afinidades electivas que se estabelecem entre subáreas da produção do bem-estar; 3. as especificidades e etapas do desenvolvimento da política social europeia; 4. as especificidades históricas e institucionais do caso português 5. as explicações para a resiliência das políticas sociais
Programa
1. As políticas sociais em perspetiva histórica O que é o Estado Providência Raízes históricas Características distintivas
2. Teorias explicativas do surgimento do Estado Providência a. As abordagens funcionalistas b. A mobilização política c. Legitimação política do capitalismo d. O institucionalismo
3. A pluralidade de regimes de Estado Providência
a. Diversidade política e institucional i. A política contra os mercados: a desmercadorização e a desfamiliarização ii. As variedades do capitalismo iii. Limites das análises tipológicas
b. A integração europeia e as políticas sociais i. O Modelo Social Europeu ii. Europeização e método aberto de coordenação europeia iii. A especificidade do caso português
4. A resiliência institucional e política do Estado Providência a. Por que razão não mudam ou mudam pouco os Estados Providência? b. Fatores de tensão, fontes de mudança e propostas de reforma
Processo de Avaliação
A avaliação visa (i) aferir em que medida o estudante atingiu os resultados de aprendizagem (conhecimentos e competências) previstos nos objectivos (ii) e constará de um ensaio individual com o máximo de 10 páginas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Capucha, Luís (2005), Desafios da Pobreza, Oeiras, Celta Editora. Castles, Frank G., Stephan Leibfried, Jane Lewis, Herbert Obinger e Cristopher Pierson (eds.) (2010) The Oxford Handbook of the Welfare State. Oxford: OUP. Esping-Andersen, Gøsta (1990), The Three Worlds of Welfare Capitalism, Cambridge: Polity Press. Goodin, Robert E.; Bruce, Headey, Ruud Muffels and Henk-Jan Dirven (1999), The Real Worlds of Welfare Capitalism. Cambridge: Cambridge University Press. Part I (3). Hantrais, Linda (2000), Social Policy in the European Union. London: Macmillan Press. Hemerijck, Anton (2011), Hemerijck, Anton, Changing Welfare States. Oxford: OUP. chapter 7. Silva, Pedro Adão e (2011), ‘The Europeanisation of social policies in Portugal’ in The Portuguese Journal of Social Science; Vol 10, No 1. pp.3-22. Wallace, Helen and William Wallace, Policy-Making in the European Union. Oxford: OUP.
Bibliografia Opcional
Baldwin, Peter (1990), The Politics of Social Solidarity: Class Bases of the European Welfare State. Cambridge, Cambridge University Press. Esping-Andersen, Gøsta (1999), Social Foundations of Postindustrial Economies. Oxford: Oxford University Press. Ferrera, Maurizio; Anton Hemerijck e Marin Rhodes (2000), O Futuro da Europa Social. Oeiras: Celta Editora. Hall, Peter A. and David Soskice (eds) (2001), Varieties of Capitalism: The Institutional Foundations of Comparative Advantage. Oxford: OUP. Hall, Peter and Rosemary Taylor (1996), ‘Political science and the three new institutionalisms’ in Political Studies. XLIV, 936-957. Hancké, Bob; Martin Rhodes and Mark Thatcher (eds), Beyond Varieties of Capitalism: Conflict, Contradictions, and Complementarities in the European Economy. Oxford: OUP. Kleinnman, Mark (2002), A European Welfare State? – European Union Social Policy in Context. Hampshire: Palgrave. Mozzicafreddo, Juan (1997), Estado Providência e Cidadania em Portugal, Oeiras, Celta Editora. Pierson, Christopher (1998), Beyond the Welfare State – the new political economy of welfare. Polity Press (2nd edition). Pierson, Paul (2001) (ed.), The New Politics of the Welfare State. Oxford: Oxford University Press. Pierson, Paul (2000), ‘Three worlds of welfare research’ in Comparative Political Studies, 6-7. pp.791-821. Silva, Pedro Adão e (2002), ‘O modelo de welfare da Europa do Sul: reflexões sobre a utilidade do conceito’ in Sociologia – Problemas e Práticas, nº38. Oeiras: Celta Editora. Silva, Pedro Adão e (2010), ‘O futuro da política social europeia: entre eficácia e normatividade’ in Sociedade e Trabalho, nº40. pp.65-78.
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Docentes
José Pedro Dionísio
Departamento de Marketing, Operações e Gestão Geral
Objectivos
O objectivo central da unidade curricular Comunicação Pública e Marketing Político centra-se na compreensão do papel da comunicação política em geral e do marketing político, em especial, no processo de preparação, implementação e avaliação de decisões políticas e no processo de competição dos agentes políticos pelo poder. A unidade curricular visa a aquisição de competências no domínio de: (i) ferramentas teóricas necessárias à compreensão dos mecanismos de competição política com recurso a técnicas de marketing e de comunicação; (ii) instrumentos metodológicos com vista à aplicação de ambas as ferramentas a situações em que se concretiza a acção política corrente dos agentes políticos.
Programa
1. PAPEL E IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO POLÍTICA - Persuasão, propaganda política e marketing político - A perspectiva sistémica da persuasão política - A persuasão, os subsistemas e as entradas do sistema político - A persuasão, o funcionamento e a selecção das entradas no sistema político - A persuasão e as saídas do sistema político - Sondagens, comunicação política e democracia
2. MÉTODOS DE MARKETING POLÍTICO - Definição de objectivos - Segmentação - Posicionamento - Evolução do marketing político - Análise do mercado político
3. O MARKETING E A COMUNICAÇÃO ELEITORAL - Comunicação e política: a mediapolítica e a agenda pública - Institucionalização do marketing político na acção política corrente - Elementos de comunicação eleitoral - O poder dos cidadãos: a decisão de voto - O poder dos media: a decisão da noticiabilidade da temática eleitoral
Processo de Avaliação
A avaliação tem em conta os seguintes parâmetros e respectivo peso na classificação final: (i) assiduidade e participação de qualidade nas aulas - envolvimento na disciplina, capacidade de trabalho, de crítica e de auto-crítica e o cumprimento atempado das tarefas (25%); (ii) apresentação em aula de um trabalho de grupo a partir de um relatório empírico com dados sobre temas estudados na disciplina (35%); (iii) elaboração de uma recensão crítica de obras seleccionadas pelo aluno e previamente aprovadas pelo docente (40%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BENNETT,L e ENTMAN, R.M. (2001) Mediated Politics: Communication in the Future of Democracy. Cambridge: Cambridge University Press. ESPÍRITO SANTO, P.(2006) Sociologia Política e Eleitoral. Lisboa: Universidade Técnica de Lisboa. ESSER, F.e PFETSCH, B.(Eds.) (2004) Comparing Political Communication.Theories, Cases and Challenges.Cambridge: Cambridge University Press. FARELO LOPES, F. e FREIRE, A.(2002) Partidos Políticos e Sistemas Eleitorais. Oeiras Celta Editora. HOWARD, P.N.(2006) New Media Campaigns and the Managed Citizen. Cambridge University Press. LOUW, E. (2005) The Media and Political Process. London: Sage Publications. NORRIS, P. (2000) A Virtuous Circle: Political Communications in Postindustrial Societies. Cambridge: Cambridge University Press. PATTERSON, T. (2001) The American Democracy. NY: McGraw-Hill. SERRANO, E. (2006) Jornalismo Político em Portugal (1976-2001). Lisboa : Edições Colibri. STANYER, J. (2007) Modern Political Communication. Oxford: Polity Press.
Bibliografia Opcional
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Docentes
Sérgio Caramelo
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
A disciplina Planeamento de Políticas Públicas visa introduzir o aluno nas metodologias e práticas de planeamento estratégico e prospectivo em diversos contextos da intervenção pública.
Programa
CP 1. PLANEAMENTO E POLÍTICAS PÚBLICAS 1.1. Conceitos de planeamento 1.2. Planeamento como intervenção para a mudança 1.3. O processo de planeamento e o ciclo de programação de políticas públicas 1.4. As escalas de decisão e articulação em planeamento
CP 2. AS TEORIAS DA PROGRAMAÇÃO E OS MODELOS LÓGICOS 2.1. Conceitos básicos na teoria da programação 2.2. A origem das teorias da programação 2.3. Os modelos lógicos como instrumentos de apoio ao planeamento
CP 3. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PLANEAMENTO 3.1. Nível estratégico 3.1.1. O diagnóstico no processo de planeamento 3.1.2. O pré-diagnóstico 3.1.3. A Elaboração do Diagnóstico 3.1.4. Análise SWOT 3.1.5. A Definição de Prioridades 3.1.6. Os Objectivos 3.1.7. Identificação e captação de recursos 3.2. Nível táctico 3.2.1. O Plano de Acção 3.2.2. Conteúdo programático das medidas/acções 3.3. Nível operacional
Processo de Avaliação
A avaliação desta unidade curricular Planeamento de Políticas Públicas é realizada ao longo do período lectivo, através de um trabalhos em grupo realizado em duas fases. A nota final será obtida com recurso à seguinte ponderação: - Fase 1 - 40% da nota final; - Fase 2 - 60% da nota final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
ALTSCHULD, James e KUMAR, David (2010), Needs assessment: an overview, Sage, Thousand Oaks. CALLEY, Nancy G. (2011), Program development in the 21st Century: an evidence-based approach to design, implementation and evaluation, Sage, Thousand Oaks. FRENCHTLING, J. (2007), Logic modeling methods in program evaluation, Jossey-Bass, San Francisco. FUNNELL, S. e ROGERS, P. (2011), Purposeful program theory: effective use of theories of change and logic models, Jossey-Bass, San Francisco. KETTNER, Peter M. , MORONEY, Robert M. e MARTIN, Lawrence L. (2012), Designing and managing programs: an effectiveness-based approach, Sage, Thousand Oaks. KNOWLTON, L. e PHILLIPS, C. (2009), The logic model guidebook, Sage, Thousand Oaks. MINZTBERG, Henry (2004), Grandeur et décadence de la planification stratégique, Dunod, Paris. SORIANO, Fernando I. (2013), Conducting needs assessments: a multidisciplinary approach, second edition, Sage, Thousand Oaks.
Bibliografia Opcional
BAMBERGER, M. J., RUGH, J. e MABRY, L. (2006), RealWorld evaluation. Working under budget, time, data and political constrains, Sage, London. BAMBERGER, Michael (eds.) (2000), Integrating quantitative and qualitative research in development projects, The World Bank, Washington. BARBIER, René (1996), La recherche action, Anthropos, Paris. BARBIER, Jean-Marie (1996), Elaboração de projectos de acção e de planificação, Porto Editora, Porto. CALDAS, José Maria e PERESTRELO, Margarida (1998), Instrumentos de análise para o método dos cenários: I - Análise estrutural, Documento de Trabalho de DINÂMIA ? WP98/09, Novembro de 1998. CASTRO CALDAS, José Maria (2001), Escolha e instituições: análise económica e simulação multiagentes, Celta Editora, Oeiras. COMISSÃO EUROPEIA (1999), Evaluating socio economic development, Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias, Luxemburgo. COMISSÃO EUROPEIA (2003), Means collection: evaluating socio economic programmes ? the guide, sl. DE COURSON, Jacques (1999), La prospective des territoires, concepts, méthodes, résultats, Éditions CERTU, Paris. DGOTDU (1996), Guia para a Elaboração de Planos Estratégicos de Cidades Médias, DGOTDU, Lisboa. ECKERT, Denis (1996), Évaluation et prospective des territoires, GIP RECLUS ? La Documentation Française, Paris. FISCHER, Franc e FORESTER, John (eds.) (1993), The argumentative turn in policy analysis and planning, UCL Press, Londres. FORESTER, John (1993), Critical theory, public policy and planning practice, State University of New York Press, Albany. FRIEDMAN, John (1987), Planning in public domain: from knowledge to action, Princeton University Press, New Jersey. GABINA, Juanjo; (1998), Prospectiva y Ordenación del Território, Marcombo Boixareu Editores, Barcelona GODET, M (1991), Prospectiva e Planificación Estratégica, S. G. Editores, Barcelona GODET, Michel (1993), Manual de prospectiva estratégica, da antecipação à acção, Publicações D. Quixote, Lisboa. GODET, Michele DURANCE, Philippe (2008), La prospective stratégique : pour les entreprises et les territoires, Dunod, Paris. GOUX-BAUDIMENT, Fabienne (2000), Donner du futur aux territoires, Éditions CERTU, Paris. GUERRA, Isabel (2007), Fundamentos e processos de uma sociologia de acção: o planeamento em ciências sociais, 2.ª Ed., Princípia, Cascais. GUERRA, Isabel (2006), Participação e Acção Colectiva - Interesses, conflitos e consensos, Princípia, Cascais. HATEM, Fabrice (1996), Introdution à la prospective, Economia, Paris. HILL, Manuela e HILL, Andrew (1998), A construção de um questionário, Documento de Trabalho de DINÂMIA ? WP98/11, Outubro de 1998. IMPERATORI, Emílio e GIRALDES, Mª Rosário (1993), Metodologia do Planeamento da Saúde, Escola Nacional de Saúde Pública, 3.ª Ed., Lisboa JOUVENEL, Hughes (1999), La démarche prospective. Un bref guide méthodologique, Futuribles, n.º 247, pp. 47-67. LEMAIGNAN, C. e DOMERGE, J. (1991), Développer une réflexion prospective en région, Aditech, Paris. MAYER, Robert (et. al.)(2000), Méthodes de recherche en intervention sociale, Gaëtan Morin Éditeur, Boucherville. NEVES, António (1996), Planeamento Estratégico e Ciclo de Vida das Grandes Cidades, Celta, Oeiras. NORAD (1999), The logical framework approach: handbook for objectives-oriented planning, 4.ª Ed., NORAD, Oslo. PERESTRELO, Margarida (2002), Planeamento Estratégico e Avaliação: Metodologias de Análise Prospectiva, Cidades ? Comunidades e Territórios, nº 4, CET/ISCTE, pp. 33-43. PERESTRELO, Margarida e CALDAS, José (1996), Estratégia de actores: prospectiva e avaliação, Sociologia ? Problemas e Práticas, n.º 22, pp. 81-94. PERESTRELO, Margarida e CALDAS, José Maria (2000), Instrumentos de análise para o método dos cenários: II ? Estratégia de actores, Documento de Trabalho de DINÂMIA ? WP2000/17, Março de 2000. RIETBERGEN-MCCRACKEN, Jennifer e NARAYAN, Deepa (eds.)(1998), Participation and social assessment: tools and techniques, The World Bank, Washington. RODRIGUES, Walter (2005), Planeamento e Governança Territorial: uma Reflexão Sociológica a Partir do Terreno, Cidades ? Comunidades e Territórios, nº 10, CET/ISCTE, pp. 25-34. SCHIEFER, Ulrich (et. al.) (2006), MAPA ? Manual de planeamento e avaliação de projectos, Princípia, Cascais. WANDERSMAN, Abraham (et. al.) (1990), Getting to outcomes: methods and tools for planning, self-evaluation and accountability, CSAP, Rochville. WITKIN, Belle e ALTSHULD, James (1996), Planning and conducting needs assessments: a practical guide, Sage, Londres
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Docentes
Pedro Adão e Silva
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
O objectivo primordial desta unidade curricular é discutir os principais modelos de análise da transformação das políticas públicas. Procura-se, assim, proporcionar aos alunos: (i) aquisição de conhecimentos sobre as principais teorias de análise das políticas públicas; (ii) desenvolvimento de competências que permitam analisar cientificamente a mudança das políticas públicas, designadamente identificando as variáveis que explicam quer as reformas, quer a inércia; (iii) identificar as variáveis institucionais e os actores sociais mais relevantes para compreender a mudança nas políticas;
Programa
1.1. O estudo das políticas públicas 1.2. Periodização das políticas públicas 1.3. Periodização da análise das políticas públicas 2. Análise macro das políticas públicas: 2.1.1. Funcionalismo e a modernização 2.1.2. Pluralismo, elitismo e corporativismo 2.1.3. As classes e a mobilização política 2.1.4. Escolha pública 2.1.5. Institucionalismos:velhos e novos 2.1.5.1.Institucionalismo da escolha racional:pontos de veto e constrangimentos institucionais 2.1.5.2. O institucionalismo histórico: timing e sequências 2.1.5.3. O institucionalismo sociológico: ideias e discursos apropriados 3. A análise meso das políticas públicas 3.1.1. John Kingdon e os ?policy streams?. 3.1.2. Sabatier e os mecanismos de ?policy learning? 3.1.3. D. Marsh e R. A. Rhodes e as ?policy networks? 3.1.4. J. March, M. Cohen e J. Olsen e o modelo da ?garbage can? 3.1.5. F. Baumgartner e o ?punctuated equilibrium? 3.2. Impacto das políticas e níveis de mudança
Processo de Avaliação
A avaliação da disciplina consistirá na realização de trabalho escrito individual sobre um tema do programa, em forma de paper (num máximo de 20 páginas). O trabalho deverá basear-se na análise de uma política especifíca (que pode ser sugerida pelos alunos), através da mobilização de diversos modelos de análise, identificando algumas hipóteses e as principais variáveis analíticas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Hay, Colin, Michael Lister e David Marsh (2006), The State ? theories and issues. Hampshire: Palgrave Hill, Michael (2009), The Public Policy Process. London: Peason Longman (5th edition) Moran, Michael, Martin Rein e Robert E. Goodin (2006) (ed), The Oxford Handbook of Public Policy. Oxford: OUP.
Bibliografia Opcional
Birkland, Thomas A. (2005), An Introduction to the Policy Process ? theories, concepts, and models of public policy making. New York: M.E. Sharpe (second edition) Howlett, Michael, M. Ramesh e Anthony Perl (2009), Studying Public Policy: Policy Cycles and Policy Subsystems. Oxford: OUP (3rd edition) Kingdon, John W. (1995), Agendas, Alternatives, and Public Policies. New York: Longman. Parson, Wayne (1995), Public Policy ? An introduction to the theory and practice of policy analysis. Cheltenham: Edward Elgar Pierson, Paul (2004), Politics in Time ? history, institutions, and social analysis. Princeton: Princeton University Press. Sabatier, Paul A. (2007) (ed.), Theories of the Policy Process. Colorado: Westview.
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1 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
Identificar os problemas básicos da Filosofia Política contemporânea; conhecer as principais teorias e os seus autores mais relevantes; ser capaz de se posicionar criticamente diante dessas teorias; aplicar essas mesmas teorias a áreas específicas no âmbito das políticas públicas.
Programa
TEORIAS 1. O utilitarismo ? da versão clássica à contemporânea; 2. A ?justiça como equidade? e a sua tendência igualitária (John Rawls); 3. O libertarismo baseado na ?propriedade de si mesmo? (Robert Nozick); 4. O comunitarismo pluralista (Michael Walzer) e outras versões. APLICAÇÕES 1. Migrações internacionais e políticas de abertura ou fechamento das fronteiras; 2. Multiculturalidade e políticas multiculturalistas; 3. O acesso a cuidados de saúde; 4. A justiça, a educação e a família.
Processo de Avaliação
A avaliação será feita mediante a presença activa nas aulas (25%), uma curta apresentação oral (25%) e um trabalho escrito com 3.000 palavras (50%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Nozick, Robert, Anarquia, Estado e Utopia, Coimbra, Edições 70, 2009 [1.ª ed. em inglês: 1974] Rawls, John, Uma Teoria da Justiça, Lisboa, Presença, 1993 [1.ª ed. em inglês: 1971] Rosas, João Cardoso (org.), Manual de Filosofia Política, Coimbra, Almedina, 2008 Singer, Peter, Ética Prática, Lisboa, Gradiva, 2000 [1.ª ed. em inglês: 1993] Walzer, Michael, As Esferas da Justiça, Lx, Presença, 1999 [1.ª ed. em inglês: 1983].
Bibliografia Opcional
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Docentes
Objectivos
A unidade curricular Gestão de Instituições Públicas tem por objectivos: - A aquisição de conhecimentos sobre a génese da gestão pública e o seu percurso evolutivo em vários contextos, com especial destaque para o caso português; - Aquisição de conhecimentos teóricos sobre os diferentes contextos administrativos e respectivos modelos de organização; - Aquisição de conhecimentos metodológicos e técnico-operativos sobre as organizações públicas e a forma de as gerir; - Aquisição de conhecimentos e desenvolvimento de análise critica sobre os novos desafios à gestão de organizações públicas.
Programa
1. A GÉNESE DA GESTÃO PÚBLICA 1.1. Estudo e ensino da Ciência da Administração Pública; Origem e evolução da Ciência da Administração 1.2. O Ensino da Administração Pública na Europa e nos Estados Unidos 1.3. O Estudo e ensino da Administração Pública em Portugal 1.4. Fundamentos da Gestão Pública: As diferenças com a Gestão Privada 1.5. O ambiente administrativo: O papel da Acção Política na Gestão Pública
2. OS DIFERENTES CONTEXTOS ADMINISTRATIVOS 2.1. Os Grandes Sistemas Administrativos: Sistema Clássico; 2.2. Modelos da “civic culture” 2.3. Modelo confucionista 2.4. Modelo prismático
3. GESTÃO DE ORGANIZAÇÕES PÚBLICAS 3.1. Gestão estratégica 3.2. Orientação por resultados 3.3. Tensões e mecanismos de equilíbrio
4. NOVOS DESAFIOS À GESTÃO PÚBLICA 4.1. Novos desafios à Gestão Pública 4.2. Novas tendências de reforma administrativa 4.3. Os diferentes níveis de “inter” e “intra” governo.
Processo de Avaliação
A avaliação da disciplina consistirá na realização de trabalho escrito individual sobre um tema do programa, em forma de paper (num máximo de 20/25 páginas). O trabalho deverá basear-se na análise de uma pesquisa exemplar (que pode ser sugerida pelos alunos), com o objectivo de identificar o modelo de análise, principais variáveis e conclusões da mesma.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Dye, Thomas R. (2010), Understanding Public Policy, Boston, Longman. Kingdon, John W. (2003), Agendas, Alternatives, and Public Policies, New York, Longman. Kraft, Michael E., e Scott R. Furlong (2010), Public Policy. Politics, Analysis, and Alternatives, Washington DC, CQPress, Moran, M, Martin Rein, e Robert Goodin (2008), The Oxford Handbook of Public Policy, Oxford, Oxford University Press. Pierson, Paul (2004), Politics in Time – history, institutions, and social analysis. Princeton: Princeton University Press. Skocpol, Theda (1992), Protecting Soldiers and Mothers: The Political Origins of Social Policy in United States. Cambridge: Harvard University Press. Theodoulou, Stella Z., e Matthew A. Cahn (1995), Public Policy: The Essential Readings, New Jersey, Prentice Hall.
Bibliografia Opcional
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Docentes
Nuno de Almeida Alves
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
A unidade curricular ?Indicadores e Estatísticas em Políticas Públicas? tem como objectivos proporcionar aos estudantes, através da análise documental e da realização de actividades práticas, o desenvolvimento de competências de avaliação e utilização de fontes estatísticas de suporte à definição e avaliação de políticas públicas em diversos sectores: Educação e Formação, Saúde, Emprego, Protecção Social, Ciência e Tecnologia, Ambiente e Cultura, entre outros. Este trabalho será efectuado tendo como referência o plano nacional e internacional, bem, como as respectivas inter-relações. Para tal recorrer-se-á tanto ao fundo documental programático nacional (GOPs e documentação específica de Ministérios e Agências Nacionais) como internacional, especialmente da União Europeia, OCDE e agências das Nações Unidas, e respectivos indicadores estatísticos de avaliação e benchmarking. Estabelcer-se-ão ainda pontes específicas com a produção científica nacional e internacional neste domínio.
Programa
1. As estatísticas na definição e avaliação de políticas públicas; 2. Procedimentos de benchmaring internacional; 3. Sistema Estatístico Nacional: Instituto Nacional de Estatística e órgãos de competências delegadas; 4. Medidas de políticas públicas e avaliação: articulação nacional e internacional (UE, Eurostat, OCDE, agências das Nações Unidas); Áreas específicas de formulação de políticas públicas e respectivo suporte estatístico de decisão e avaliação: Educação e Formação, Saúde, Emprego, Protecção Social, Ciência, Tecnologia e Inovação, Ambiente, Cultura; 5. Políticas públicas e investigação em ciências sociais: inputs, outputs e avaliação crítica.
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de apresentação oral individual em sala de aula (30%) (caso a turma seja grande será proposta uma alternativa); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Dye, T. R. (1992), Understanding Public Policy, Englewood Cliffs: Prentice Hall; Dunlap, T. R. (1982), Scientists, Citizens and Public Policy, Princeton, Princeton University Press.; ALBÆK, E. (1995), Between Knowledge and Power: Utilization of Social Science in Public Policy Making, Policy Sciences 28: 79-100.; Ministério da Saúde (2004), Plano Nacional de Saúde 2004-2010: uma saude para todos, Lisboa, Direção-Geral da Saúde, http://www.dgsaude.min-saude.pt/pns/capa.html; Mathews, P. et al (2008), Política Educativa para o Primeiro Ciclo do Ensino Básico 2005-2008 - Avaliação Internacional, Lisboa: GEPE, http://www.gepe.min-edu.pt/np4/?newsId=364&fileName=politica_educativa_basico.pdf; Ministério da Educação (2007) Educação e Formação em Portugal, Liboa: Ministério da Educação, http://www.gepe.min-edu.pt/np4/?newsId=364&fileName=educacao_formacao_portugal.pdf. (entre outros documentos de políticas públicas e avaliação).
Bibliografia Opcional
Bases de Dados de Informação Estatística: http://www.ine.pt http://www.oecd.org http://epp.eurostat.ec.europa.eu/portal/page/portal/eurostat/home/
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Docentes
Ulrich Schiefer
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
A unidade curricular Métodos de Avaliação tem como grande objectivo expor quais os principais procedimentos que devem anteceder a realização de um exercício de avaliação e as opções instrumentais que poderão ser tomadas para a plena concretização dos objectivos da avaliação.
Programa
CP1. FUNDAMENTOS PARA O DESENHO E PROGRAMAÇÃO DA AVALIAÇÃO 1.1. O(s) conceito(s) de avaliação de políticas públicas 1.2. Definição do objecto, dos objectivos e dos recursos 1.3. Tipos genéricos de avaliação 1.4. Conceitos relevantes 1.5. Ética e serviço público na prática da avaliação
CP2. OPÇÕES METODOLÓGICAS EM AVALIAÇÃO 2.1. Formulação e utilização de questões de avaliação 2.2. Abordagens metodológicas em avaliação 2.3. Ferramentas de suporte à avaliação 2.4. Avaliar a avaliação 2.5. Métodos de suporte às estratégias de comunicação de resultados
CP3. ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS PARA A ANÁLISE DE COMPONENTES DE AVALIAÇÃO 3.1. Relevância/pertinência 3.2. Coerência 3.3. Eficácia 3.4. Eficiência 3.5. Resultados e impacto
Processo de Avaliação
A avaliação da unidade curricular Métodos de Avaliação é realizada ao longo do período lectivo através de um trabalho de grupo realizado por fases e com recurso ao acompanhamento em aula.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BAMBERGER, M. J., RUGH, J. e MABRY, L. (2006), RealWorld evaluation. Working under budget, time, data and political constrains, Sage, London. CHEN, Huey T. (2004), Practical program evaluation. Assessing and improving planning, implementation and effitiveness, Sage, Londres. FUNNELL, S. e ROGERS, P. (2011), Purposeful program theory: effective use of theories of change and logic models, Jossey-Bass, San Francisco. HOLDEN, D. e ZIMMERMAN, M. (2009), A practical guide to program evaluation planning, Sage, Thousand Oaks. SHAW, I. F., GREENE, J. C. e MARK, M. M. (2006), The SAGE handbook of evaluation, Sage, London. STUFFLEBEAM, D. e SHINFIELD, A. (2007), Evaluation Theory, Models and Applications, Wiley and Sons, London. WHOLEY, J., HARTY, H. e NEWCOMER, K. (eds.) (2004), Handbook of practical program evaluation, Jossey-Bass, Washington. KNOWLTON, L. e PHILLIPS, C. (2009), The logic model guidebook, Sage, Thousand Oaks.
Bibliografia Opcional
BAMBERGER, ALTSCHULD, James e WITKIN, Belle (1999), From needs assessment to action: transforming needs into solutions strategies, Sage, Londres. BIHNGHAM, R. e FERBINGER, C. (1989), Evaluation in practice, a methodological approach, Longman, New York. BOULMETIS, John e DUTWIN, Phyllis (2011), The ABCs of Evaluation: Timeless Techniques for Program and Project Managers, terceira edição, Jossey-Bass, San Francisco. BOYLE, R. e LEMAIRE, D. (1999), Building effective evaluation capacity lessons from practice, Transaction Publishers, London. BUSSMAN, W. (1995), Accompagner et mettre à profit avec succès les évaluations des mesures étatiques: guide de réflexion, Éditions Georg, Genève. CAD (2002), Pratiques efficaces pour mener une évaluation conjointe associant plusieurs donneurs, OCDE. CHELIMSKY, E. e SHADISH, W. (1997), Evaluation for the 21st century: a handbook, Sage, London. COMISSÃO EUROPEIA (2003), Means collection: evaluating socio economic programmes - the guide, sl. CONAN, Michel (1998), L'évaluation constructive. Théorie, principes et éléments de méthode, Editions de l'aube, Paris. DALE, Reidar (2004), Evaluating development programmes and projects, Sage, London. ESTRELA, M. (2000), Learning from change. Issues and experiences in participatory monitoring and evaluation, Intermediate technology publications, International Development Research Centre. FULBRIGFT-ANDERSON, K. (et. al.) (1998), New approaches to evaluating Community Initiatives: theory, measurement and analysis, The Aspen Institute, Washington. GREFFE, X. (1997), L'évaluation des projets publics, Economica, Paris. KAPP, S. A. E ANDERSON, G. R. (2010), Agency-based program evaluation: lessons from practice, Sage, Thousands Oaks. . KESSLER, M., LASCOUMES, P., SETBON, M. e THOENIG, J. (1998), Évaluation des politiques publiques, L'Harmattan, Paris. KING, Jean E. e STEVAHN, Laurie (2013), Interactive évaluation practice: mastering the interpersonal dynamics of program evaluation, Sage, Thousands Oaks. MAXWELL, Joseph A. (2004), Qualitative Research Design. An Interactive Approach, Sage, London. PATTON, Michael Q. (2012), Essentials of utilization-focused evaluation, Sage, Thousands Oaks. . RIETBERGEN-MCCRACKEN, Jennifer e NARAYAN, Deepa (eds.)(1998), Participation and social assessment: tools and techniques, The World Bank, Washington. SHAW, Ian (1999), Qualitative evaluation, Sage, London. STERN, Elliot (2005), Evaluation research methods, 4 Vol., Sage, London. WANDERSMAN, Abraham (et. al.) (1990), Getting to outcomes: methods and tools for planning, self-evaluation and accountability, CSAP, Rochville. WITKIN, Belle e ALTSHULD, James (1996), Planning and conducting needs assessments: a practical guide, Sage, London.
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Objectivos
1. As pressões e os constrangimentos que enfrentam as políticas sociais; 2. O modo como diferentes sub-áreas de política social respondem a essas pressões e o tipo de estratégias de ajustamento seguidas 3. A forma como diferentes países e/ou modelos reformam os seus Estados Providência.
Programa
1. A evolução do Estado Providência: da estabilização do pós-guerra à flexibilização neoliberal e à estratégia de investimento social. 2. As pressões sobre os Estados Providência: 2.1. Fatores externos e fatores internos de mudança; 2.2. A performance dos diferentes Estados Providência e as trajetórias de reforma; 2.3. Trajetórias possíveis de ajustamento dos diferentes modelos; 2.4. A recalibragem do Estado Providência como ?aprendizagem social?. 3. O Estado Providência português no contexto da Europa do Sul. 3.1. Elementos Distintivos. 3.2. Ajustamentos do Estado Providência português: 3.2.1. Os constrangimentos externos: a Europeização das políticas sociais portuguesas; 3.2.2. Transformações recentes das políticas sociais em Portugal 4. As reformas das políticas sociais em perspetiva comparada: 4.1. O caso da regulação dos mercados de trabalho; 4.2. O caso da proteção social no desemprego; 4.3. O caso das prestações sociais contra a pobreza; 4.4. O caso das pensões. 5. A coordenação da política social europeia e o investimento social
Processo de Avaliação
A avaliação visa (i) aferir em que medida o estudante atingiu os resultados de aprendizagem (conhecimentos e competências) previstos nos objetivos e (ii) constará de um ensaio individual com o máximo de 10 páginas cujo tema será previamente decidido com o docente
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Arts, W. e J. Gelissen (2010). Models of the Welfare State. The Oxford Handbook of the Welfare State. F. G. Castles, S. Leibfried, J. Lewis, H. Obinger and C. Pierson. Oxford, Oxford University Press: 569-583.
Dornelas, A. (2009), "Perante a Crise: Problemas e Perspectivas do Emprego, do Trabalho e da Equidade em Portugal", Finisterra. Revista de Reflexão e Crítica (65-66), pp. 101-133.
Ferrera, M. (2008). "The European Welfare State: Golden Achievements, Silver Prospects." West European Politics 31(1): 82-107.
Glennerster, H. (2010). The Sustainability of the Western Welfare States. The Oxford Handbook of the Welfare States. F. G. Castles, S. Leibfried, J. Lewis, H. Obinger and C. Pierson. Oxford, Oxford University Press: 689-702.
Guillén, A.; Álvarez, S. e P. Adão e Silva (2005), ?O redesenhar dos Estados-providência espanhol e português: o impacto da adesão à União Europeia? in Portugal, Espanha e a Integração Europeia ? um balanço. Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais. Capítulo 9. pp.293-345.
Hemerijck, A. (2002), ?The self-transformation of the European social model(s)? in Esping-Andersen, Gosta et al. (eds), Why We Need a New Welfare State. Oxford: OUP. Pp.173-213
Hinrichs, K. and J. F. Lynch (2010). Old-Age Pensions. The Oxford Handbook of the Welfare State. F. G. Castles, S. Leibfried, J. Lewis, H. Obinger and C. Pierson. Oxford, Oxford University Press: 353-366.
Leibfried, S. (2010). Social Policy: Left to the Judges and to the Markets? Policy-Making in the European Union. H. Wallace, M. A. Pollack and A. R. Young. Oxford, Oxford University Press: 253-281.
Martell, L. (2010): ?Introduction: Concepts of Globalization?, The Sociology of Globalization. Cambridge, Polity Press: 1-17.
Rhodes, M. (2010). Employment Policy: Between Efficacy and Experimentation. Policy-Making in the European Union. H. Wallace, M. A. Pollack and A. R. Young. Oxford, Oxford University Press: 283-306.
Traxler, F. (2010). Coroporatism(s) and pacts: changing functions and structures under rising economic liberalism and declining liberal democracy. After the euro and enlargement: social pacts in the EU. P. Pochet, M. Keune and D. Natali. Brussels, OSE and ETUI: 45-82.
Bibliografia Opcional
Bahle, T., M. Pfeifer, et al. (2010). Social Assistance. The Oxford Handbook of the Welfare State. F. G. Castles, S. Leibfried, J. Lewis, H. Obinger and C. Pierson. Oxford, Oxford University Press: 448-461. Capucha, Luís, Elsa Pegado e Sandra Palma Saleiro (2007), "Políticas de desenvolvimento social: emprego e segurança social", em José Manuel Leite Viegas, Helena Carreiras e Andrés Malamud (orgs.), Instituições e Política, Vol. 1, Lisboa, CIES-ISCTE, Celta.
Constâncio, V. (2008), "The Portuguese Economy: Achievement and Challenges", em Francesco Franco (org.), Challenges ahead for the Portuguese Economy, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais.
Crouch, C. (2005): ?Typologies of Capitalism?, Capitalist Diversity and Change. Recombinant Governance and Institutional Entrepeneurs, Oxford University Press: 25-45
Crouch, C. (2011): The strange non-death of neoliberalism, Cambridge, Polity Press
Dornelas, A. (2011). Quão reguladora é a regulamentação do mercado de trabalho? Desigualdades em Portugal. Problemas e propostas. Renato M. do Carmo. Lisboa, Edições 70: 71-80.
Dornelas, A. (Org) (2006). Livro Verde sobre as Relações Laborais. Lisboa, MTSS.
Eichhorst, W. and A. Hemerijck (2010). Welfare and Employment: A European Dilemma? United in Diversity? Comparing Social Models in Europe and America? J. Alber and N. Gilbert. Oxford, OUP: 201-236.
Esping-Andersen, G. et al. (2002): Why we need a New Welfare State, Oxford, University Press
Falkner, G. (2010). European Union. The Oxford Handbook of the Welfare State. F. G. Castles, S. Leibfried, J. Lewis, H. Obinger and C. Pierson. Oxford, Oxford University Press: 291-305.
Ferrera, M., A. Hemerijck, et al. (2000). O Futuro da Europa Social. Repensar o Trabalho e a Protecção Social na Nova Economia. Oeiras, Celta.
Gallie, D. (2007). Production Regimes, Employment Regimes, and the Quality of Work. Employment regimes and the quality of work. D. Gallie. Oxford, Oxford University Press: 1-34.
Gough, I. e G. Therborn (2010). The Global Future of the Welfare States. The Oxford Handbook of the Welfare State. F. G. Castles, S. Leibfried, J. Lewis, H. Obinger and C. Pierson. Oxford, Oxford University Press: 701-720.
Guibentif, P. (1997). La sécurité sociale au Portugal. La pratique du droit international et communautaire de la sécurité sociale. Étude de sociologie du droit de la coordination, à l'exemple du Portugal. Genebra, Helbing & Lichtenhahn: 15-79.
Hay, C., M. Lister e D. Marsh (2006), The State: theories and issues, Basingstoke: Palgrave: 21-78; 79-155
Iversen, T. (2010). Democracy and Capitalism. The Oxford Handbook of the Welfare State. F. G. Castles, S. Leibfried, J. Lewis, H. Obinger and C. Pierson. Oxford, Oxford University Press: 183-195.
Iversen, T., e A. Wren (1998), "Equality, Employment, and Budgetary Restraint. The Trilemma of the Service Economy", World Politics, 50: 507-546.
Kautto, M. (2010). The Nordic Countries. The Oxford Handbook of the Welfare State. F. G. Castles, S. Leibfried, J. Lewis, H. Obinger and
C. Pierson. Oxford, Oxford University Press: 586-600. Kenworthy, L. (2010). Labour Market Activation. The Oxford Handbook of the Welfare State. F. G. Castles, S. Leibfried, J. Lewis, H. Obinger and C. Pierson. Oxford, Oxford University Press: 435-447.
Kuhnle, S. e A. Sander (2010). The Emmergence of the Western Welfare State. The Oxford Hanbook of Welfare State. F. G. Castles, S. Leibfried, J. Lewis, H. Obinger and C. Pierson. Oxford, Oxford University Press: 61-80.
Mendes, F. R. (2005), Conspiração grisalha. Segurança social, competitividade e gerações, Oeiras, Celta.
Mozzicafreddo, J. (2000):"Estado-providência em transição", in Estado-providência e cidadania em Portugal, Oeiras,: Celta, pp. 1-28.
Mozzicafreddo, J. (2001) "Políticas públicas de concertação social: cidadania e mercado." Sociedade e Trabalho (12-13): 130-139;
Palier, B. (2010). Continental Western Europe. The Oxford Handbook of the Welfare State. F. G. Castles, S. Leibfried, J. Lewis, H. Obinger and C. Pierson. Oxford, Oxford University Press: 601-615.
Pedroso, P. (2010). O modelo de activação dos desempregados: os desafios estruturais e as condicionantes conjunturais. Lisboa, GEP-MTSS.
Pierson, C., e F. G. Castles (orgs.) (2006), The Welfare-State Reader (2nd. ed.), Cambridge, Polity Press. Pierson, P. (1996), "The New Politics of the Welfare State", em Christopher Pierson, e Francis G. Castles (orgs.), The Welfare State Reader, Cambridge, Polity.
Pires, R. Pena, e F. Pinho (2007), "Políticas de imigração em Portugal", em José Manuel Leite Viegas, Helena Carreiras e Andrés Malamud (orgs.), Instituições e Política, Vol. 1, Lisboa, CIES-ISCTE, Celta.
Pochet, P. (2005). The Open Method of Co-ordination and the Construction of Social Europe. A historical perspective. The Open Method of Co-ordination in Action. The European Employment and Social Inclusion Strategies. J. Zeitlin, P. Pochet and L. Magnusson. Bruxelas, P.I.E. - Peter Lang: 37-82.
Radaelli, C. (2003), ?The Europeanization of public policy? in Featherstone, Kevin e Claudio Radaelli (eds.), The Politics of Europeanization. Oxford: OUP. Chapter 2. pp.27-56.
Saraceno, C. (2010). Concepts and Practices of Social Citizenship in Europa: The Case of Poverty and Income Support for the Poor. United in Diversity? Comparing Social Models in Europe and America. J. Alber and N. Gilbert. Oxford, OUP: 151-175.
Silva, P. Adão e (2002), ?O modelo de welfare da Europa do Sul: reflexões sobre a utilidade do conceito? in Sociologia ? Problemas e Práticas, nº38. Oeiras: Celta Editora.
Sjoberg, O., J. Palme, et al. (2010). Unemployment Insurance. The Oxford handbook of the Welfare State. F. G. Castles, S. Leibfried, J. Lewis, H. Obinger and C. Pierson. Oxford, Oxford University Press: 420-434.
Vandenbroucke, F., A. Hemerijck, et al. (2011) "The EU needs a Social Investment Pact." Opinion Paper, 25.
Waters, M. (1994), ?Power and the State?, Modern sociological theory, Londres: Sage, pp. 217-249.
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Pretende-se que os alunos, no final da unidade curricular, sejam capazes de conhecer as principais controvérsias acerca da natureza e das funções de intervenção do Estado na economia e de derivar implicações ao nível da formulação de políticas públicas.
Programa
1. Concepções de Estado na teoria económica e social 1.1. O Estado na perspectiva da economia política clássica (Smith, Mill) 1.2. Debates recentes: neoliberalismo vs institucionalismo 2. Fundamentos para a intervenção do Estado numa "economia mista" 2.1. Fundamentos microeconómicos: A Economia do Bem Estar 2.2. Fundamentos macroeconómicos: o keynesianismo 2.3. Das "falhas de mercado" às "falhas de governo" 3. Motivações, incentivos e políticas públicas 3.1. A teoria da escolha racional e o papel dos incentivos 3.2. Comportamento e políticas públicas
Processo de Avaliação
O aluno pode optar por uma das duas seguintes formas de avaliação: 1. Avaliação contínua: - Trabalho escrito individual (50%) - Teste individual escrito (50%), a avaliação terá de ser igual ou superior a 8 valores. Os alunos terão de ter uma assiduidade mínima de 80%. 2. Exame Final (1ª época): - Exame final escrito (100%)
Ao exame final de 2ª Época podem aceder os alunos que não obtiveram aprovação na avaliação contínua ou na 1ª época.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Backhouse, Roger (2002). The Penguin History of Economics, Penguin Books: London, Caps. 6 e 7. Bromley, Daniel W. (2006). Sufficient Reason. Volitional Pragmatism and the Meaning of Economic Institutions, Princeton University Press: Princeton e Oxford, Caps. 3, 4 e 5. Chang, Ha Joon (2002), Breaking the mould: an institutionalist political economy alternative to the neo liberal theory of the market and the state, Cambridge Journal of Economics, 26: 539-559. Frohlich, Norman e Oppenheimer, Joe (2003), Optimal Policies and Socially Oriented Behavior: Some Problematic Effects of an Incentive Compatible Device, Public Choice, vol. 117, nº. 3-4: 273-293. Gneezy e Rustichini (2000), Pay Enough or Don?t Pay at All, The Quarterly Journal of Economics, August: 791-810. Hardin, Garret (1968), The Tragedy of the Commons, Science, 162:1243-1248. Wolff, Jonathan (1996). Introdução à Filosofia Política, Gradiva: Lisboa, Cap. 4.
Bibliografia Opcional
Akerlof, George A. (1970), The market for lemons: quality uncertainty and the market mechanism, Quarterly Journal of Economics 84: 488-500. Arrow, Kenneth J. (1963), Uncertainty and the welfare economics of medical care, The American Economic Review vol. 53, nº. 5: 941-973. Arrow, Kenneth J. (1963). Social Choice and Individual Values, Wiley: New York. Arrow, Kenneth J. (1974). The Limits of Organization, Norton: New York. Bromley, Daniel W. (2006). Sufficient Reason. Volitional Pragmatism and the Meaning of Economic Institutions, Princeton University Press: Princeton e Oxford. Dewey, John 1991 (1927). The Public and its Problems, Ohio University Press. Frey, B. S. (1997). Not Just for the Money. An Economic Theory of Personal Motivation, Edward Elgar: Cheltenham. Hayek, F. A. (1960), The Constitution of Liberty, Routledge: London, Caps. 1-6 e 9. Hirschman, Albert O. (1970). Exit, Voice and Loyalty. Responses to Decline in Firms, Organizations and States, Harvard University Press: Cambridge e London. Keynes, J. Maynard (1967). The General Theory of Employment, Interest and Money, MacMillan: London. Mill, John Stuart 1991 (1871). On liberty and Other Essays, Oxford University Press: Oxford. Nussbaum, Martha (2000), The Cost of Tragedy: Some Moral Limits of Cost Benefit Analysis, Journal of Legal Studies 29: 1005-1036. Nussbaum, Martha C. (1997), Flawed Foundations: The Philosophical Critique of (A Particular Type of) Economics, The University of Chicago Law Review vol. 64, nº. 4: 1197-1214. O'Neill, John (1998). The Market: Ethics, Knowledge and Politics, Routledge: London. Sunstein, Cass R. (1997). Free Markets and Social Justice, Oxford University Press: New York. Wolff, Jonathan (1996). Introdução à Filosofia Política, Gradiva: Lisboa.
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Docentes
Susana da Cruz Martins
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Esta unidade curricular tem como objetivo geral a aquisição de capacidades de interpretação conceptual, análise, leitura crítica e de competências operatórias no campo da investigação científica na área das políticas públicas e, em particular, das políticas de educação. Prevê-se ainda que os alunos possam interpretar e analisar tais políticas de forma contextualizada, reconhecendo ciclos e processos de mudança política, ao nível local, nacional e global.
Programa
O programa tem como objecto a evolução das políticas educativas a nível do ensino básico e secundário, a compreensão dos contextos políticos e de transnacionalização dessas políticas, assim como a sua regulação a diferentes níveis de decisão, com particular destaque para o caso português. O Programa está organizado de acordo com as seguintes alíneas:
1. Conceção, produção e regulação das políticas educativas: espaços, dinâmicas e atores 2. Globalização e impacto nas políticas educativas 3. Europeização das políticas educativas 4. Reforma do Estado e impacto nas políticas educativas 5. Portugal: dinâmicas e ciclos de produção política 6. A escola pública no centro do debate: problemas e políticas 7. Descentralização e territorialização das políticas educativas 8. Políticas educativas e organização escolar.
Processo de Avaliação
A avaliação da UC tem os seguintes elementos: 1) assiduidade (10%) e participação nas aulas (10%). Esta participação inclui a apresentação de um texto de pesquisa e análise sobre políticas de educação (15-20 min). 2) Trabalho escrito individual de reflexão crítica, teoricamente sustentada sobre um tipo de programa ou política. O trabalho não poderá exceder as 10 páginas (arial 11) (80%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Azevedo, J. (2007), Sistema educativo mundial. Ensaio sobre a regulação transnacional da educação, VNG, FML. Ball, S. (1994), Education Reform: a Critical and Post-structural Reform, Londres, Routledge. Barroso, J.(2005), Políticas Educativas e Organização Escolar, Lx, Un. Aberta. Carneiro, R.(2003), Fundamentos da Educação e da Aprendizagem: 21 Ensaios para o Século 21, VNG, FML. Formosinho,J., A. S. Fernandes; J. Machado e F. Ferreira (2005), A Administração da Educação. Lógicas burocráticas e lógicas de mediação, Porto, Asa. Martins, S. C. (2012), Escolas e Estudantes da Europa: Estruturas, Recursos e Políticas de Educação, Lisboa, Editora Mundos Sociais. Rodrigues, M.L. (2014) (org.), 40 Anos de Políticas de Educação em Portugal (Vol1 e 2), Lx, Almedina. Teodoro, A.(2001), A Construção Política da Educação: Estado, mudança social e políticas educativas no Portugal Contemporâneo, Porto, Afrontamento. Zanten, A. van (2004), Les Politiques d'Éducation, Paris, Puf.
Bibliografia Opcional
AAVV (2006), A Autonomia das Escolas, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian. Abrantes, P., S. C. Martins, e T. Caixeirinho (2013), "Sucesso, gestão e avaliação. Um novo capítulo nas políticas educativas em Portugal", em L. Veloso (Coord.) (2013), Escolas e Avaliação Externa. Um Enfoque nas Estruturas Organizacionais, Lisboa, Editora Mundos Sociais. Almeida, A. N., e M. M. Vieira (2006), A Escola em Portugal, Lisboa, ed. ICS, pp.51-85. Antunes, F. (2005a), "Globalização, União Europeia e Políticas Educativas nacionais", em Sociologia, Problemas e Práticas, nº 47,pp. 125-143. Antunes, F. (2005b), "Reconfigurações do Estado e da Educação: novas instituições e processos educativos", Revista Lusófona de Educação, 5, , pp.37-62. Arendt, H. (1972), La crise de l'éducation, Paris, Gallimard. Ball, S (2010), The Education Debate: Policy and Politics in the Twenty-First Century, Bristol, The Policy Press. Ball, S., e J. Mainardes (orgs.) (2011), Políticas Educacionais: Questões e Dilemas, São Paulo, Cortez Editora. Barroso, J.(org) (2003), A Escola Pública. Regulação, desregulação, privatização, Porto, Asa. Barroso, J.(org.), (2006), A Regulação das políticas públicas de Educação. Espaços, dinâmicas e actores, Lisboa, Educa-Unidade de I&D de Ciências da Educação, U. de Lisboa. Dale, R. (2000), "Globalization and education: demonstrating a 'common world educational culture' or locating a 'globally structured educational agenda?", em Educational Theory, 50 (4), 427-448. Dubet, F. (2002), Le Déclin de l'institution, Paris, Du Seuil, pp.87-166. Esping-Andersen, G. (1990), The Three Worlds of Welfare Capitalism. Cambridge, Polity Press. Eurydice (2007), Autonomia das Escolas na Europa: Políticas e Medidas, Bruxelas, Comissão Europeia. Fialho, I., J. Verdasca, M. Cid, e M. Favinha (org.)(2014), Políticas Educativas, Eficácia e Melhoria das Escolas, Évora, CIEP-UE. Formosinho, J., A. S. Fernandes, J. Machado, H. Ferreira (2010), Autonomia da Escola Pública em Portugal, V. N. Gaia, Fundação Manuel Leitão, pp. 43-55. Gomes, R. Machado (2005), O Governo da Educação em Portugal: Legitimação e Contingência na Escola Secundária, 1974-1991, Coimbra, Imprensa da Universidade. Honig, M. (ed.) (2006), New Directions in Education Policy Implementation: confronting complexity, New York, State University of New York Press. Lawn, M; Nóvoa, A. (2005), L'Europe Réinventée, regards critiques sur l'espace européen de l'éducation, Paris, L'Harmattan. Lima,L., e A. Almerindo (2002), Reformas da Educação Pública: Democracia, Modernização, Neoliberalismo, Porto, Afrontamento. Martins, S. C. (2014), Políticas Educativas Europeias: Divergir e Convergir num Espaço Comum, em M. L. Rodrigues (org.), 40 Anos de Políticas Educativas de Educação em Portugal, (Vol II: Conhecimento, Atores e Recursos), Lisboa, Almedina, pp. 685-707. Mathews, P. e outros (2009), Política Educativa para o Primeiro Ciclo do Ensino Básico, Lisboa, Gepe, Ministério da Educação. Mitchell, D. E., R. L. Crowson, D. Shipps (2011), Shaping Education Policy: Power and Process, Routledge, N. Iorque. OCDE (2005), Education Policy analysis, Paris. OCDE (2013), Education at a glance 2012: OECD Indicators, Paris. OCDE (2017), Education at a glance 2016: OECD Indicators, Paris. Pacheco, J.A. (org.) (2000), Políticas Educativas. O neoliberalismo em educação, Porto, Porto editora. Rodrigues, M.L. (2010), A Escola Pública Pode Fazer a Diferença, Lx, Almedina. Rodrigues, M.L., J.Sebastião, J.Mata, L. Capucha, L. Araújo, M.V. da Silva, SC Martins, e V. Lemos (2016), Educação. 30 anos de Lei de Bases, Lisboa, Editora Mundos Sociais. Rodrigues, M.L., e M. Heitor, com T. Patrício, SC Martins, e CP Conceição (orgs.) (2017), 40 Anos de Políticas de Ciência e de Ensino Superior, Lisboa, Almedina. Teodoro, A. (1994), Política Educativa em Portugal: Educação, Desenvolvimento e Participação Política dos Professores, Porto, Afrontamento. UE (2009), Education & Training 2010. Main policy initiatives and outputs in education and training since the year 2000, Brussels, Directorate-general for Education and Culture. Zanten, A. Van ( Dir.) (2000), L'ecole, l'état des savoirs, Paris, La découverte, pp.85-147. Vienne, P.(2005), "Socialização e ressocialização: as políticas da educação para as classes populares", Análise Social, Vol. XI (176), 633-649.
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Objectivos
O objectivo desta UC consiste em aprofundar uma visão ampla e integradora sobre a emergência, consolidação e disseminação das políticas de saúde enquanto parte dos mais fundamentais direitos sociais nas sociedades. Fundamentalmente importa perceber o resultado das políticas de saúde como resultado de tensões e intersecções entre a acção dos Estados, dos mercados, dos profissionais e dos utentes.
Programa
CP1. Emergência e consolidação das políticas de saúde 1.1. Delimitação do campo das políticas de saúde 1.2. Da governamentabilidade dos corpos à medicalização da sociedade 1.3. A construção da saúde enquanto direito social
CP2. Sistemas de saúde comparados 2.1. Modelos de governança na saúde 2.2. Sistemas de financiamento e prestação de cuidados 2.3. As relações público-privadas na saúde 2.4. A Nova Gestão Pública e os sistemas de saúde
CP3. Estado, organizações e profissões e utentes 3.1. A auto e hetero regulação das profissões de saúde 3.2. As organizações de saúde entre a regulação estatal e profissional 3.3. Efectividade das políticas de saúde e racionalidade leiga
CP4. Políticas de saúde, democracia e cidadania 4.1. Actores, mecanismos e dinâmicas de participação em saúde 4.2. Movimentos sociais e terceiro sector 4.3. Políticas de saúde e Migrações
CP5. Aspectos metodológicos na análise comparada das políticas de saúde
Processo de Avaliação
Da avaliação consta: a) Participação nos seminários supondo leitura cuidadosa da bibliografia de trabalho (10%) ; b) Exposição de grupo em aula (30%) de uma das referências a indicar, de acordo com calendário previamente definido; c) Elaboração de um ensaio individual não superior a 20000 caracteres (60%) obrigatoriamente sobre um dos quatro pontos programáticos.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Béland,F.et al(2008),Le Privé dans la Santé:Les discours et les faits,Montréal:Les Presses de l'Université de Montréal Bourgeault,I.;Dingwall,R.& De Vries,R.(Eds.)(2010),The Sage handbook of qualitative methods on health research.Los Angeles:Sage Carapinheiro,G;Serra,H;Correia,T(2013),"Estado,Medicina e Políticas em Portugal:fluxos e refluxos de poder",In F.Alves,L.F.Silva,B.Fontes e M.Luz(ors.),Saúde e Sociedade,Lisboa:Lidel Correia,T.(2012),Medicina:O agir numa saúde em Mudança,Lisboa:Mundos Sociais Foucault,M(1979),'La politique de santé au XVIIIe siècle'.In M.Foucault,et al,(orgs.),Les Machines à Guérir.Aux origines de l'hôpital moderne,Bruxelles:Mardaga,pp.13 - 27 Kuhlmann,E.and Saks,M.(eds.),Rethinking professional governance,Bristol:The Policy Press Moran,M.Rein,M.and Goodin,R.E.(eds.),The Oxford Handbook of Public Policy.Oxford:Oxford University Press Newman,J.(2001),Modernising Governance:New Labour,Policy and Society,London:SAGE
Bibliografia Opcional
Barros, PP (2010), "As parcerias público-privadas na saúde em Portugal", em J. Simões (coord.), 30 Anos do Serviço Nacional de Saúde. Um Percurso Comentado, Coimbra, Almedina, pp. 519 560. Borowitz, M; et al (2010), 'OECD Health Policy Studies - Value for Money in Health Spending', in OECD Health Ministerial Meeting, Paris: OECD, 7-8 October. Brown,T.M.,Cueto,M.,& Fee,E.(2005),"The World Health Organization and the transition from 'international' to 'global' public health." American Journal of Public Health;96(1),62-72 Burau, V. (2012). Transforming health policy and services: Challenges for comparative research. Current Sociology, 60(4), 569-578. Burke, M; Stevenson, H. Michael (1998), 'Fiscal Crisis and Restructuring in Medicare: the politics of health in Canada', in David Coburn, Carl D'Arcy and George Torrance (eds.), Health and Canadian Society: sociological perspectives, Toronto: University of Toronto Press, pp. 597 - 618. Campos, AC (2008), Reformas da Saúde. 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Objectivos
O objetivo geral desta unidade curricular é dotar os alunos de conhecimento e informação necessários ao desenvolvimento de competências de análise sociológica das profissões e do profissionalismo. Nesse sentido, ao longo das sessões apresentam-se os principais conceitos, modelos e instrumentos de análise e, simultaneamente, são realizados, pelos alunos, exercícios de aplicação à análise de casos reais, previamente selecionados.
Programa
1. Análise sociológica das profissões: principais perspetivas teóricas 1.1. As profissões na sociologia clássica 1.2. As correntes funcionalista e interaccionista 1.3. A abordagem crítica 1.4. A corrente neoweberiana 1.5. A análise sistémica e as abordagens comparativas 2. Profissionalização, desprofissionalização e profissionalismo 3. Associativismo e regulação profissional 4. Enfoques de análise das profissões 5. Análise sociológica das profissões em Portugal
Processo de Avaliação
A avaliação terá como base a realização de um estudo de caso que será apresentado em sala de aula e por escrito. Para tal é necessário elaborar e apresentar um dossier com toda a informação factual e documentos relevantes compilados ao longo do semestre sobre um caso de manifestação do fenómeno associado às profissões e ao profissionalismo (legislação, estatísticas, discursos - entrevistas, recortes de jornal, etc. - informação histórica, e de comparação internacional, etc.).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Burrage, M e Torstendahl, R (orgs.) 1990. Professions in Theory and History. Rethinking the Study of the Professions. Londres: Sage. Freidson, E 1994. Professionalism Reborn. Theory, Prophecy and Policy. Cambridge: Polity Press. Freidson, E 2001. Professionalism, the Third Logic. Cambridge: Polity Press. Freire, J et al. 2004 Associações Profissionais em Portugal. Oeiras: Celta. Gonçalves, C M 2007 "Análise sociológica das profissões: principais eixos de desenvolvimento", Sociologia: Revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 17/18: 177-224. Rodrigues, M L 2012 Profissões, ensaios e lições. Coimbra: Almedina. Rodrigues, M L 2001 Sociologia das Profissões. Oeiras: Celta, 2.ª edição.
Bibliografia Opcional
Abbott, A 1991 "The order of professionalization: an empirical analysis", Work and Occupations, 18 (4): 355-384. Abbott, A 1988 The System of Professions. An Essay on the Division of Expert Labor. Chicago: University of Chicago Press. Bertilsson, M (1990 "The welfare-state, the professions and citizens". In R Torstendahl e M Burrage (orgs), The Formation of Professions. Londres: Sage, pp. 237-249. Bucher, R e Strauss, Anselm L 1961 "Professions in process", American Journal of Sociology, 66: 325-334. Burrage, Michel, e Rolf Torstendahl (orgs.), Professions in Theory and History. Rethinking the Study of the Professions, Londres, Sage, 1990. Delicado, A, Borges, V e Dix, S (orgs.) 2010 Profissão e vocação: ensaios sobre grupos profissionais. Lisboa: ICS.. Derber, C 1982 "The proletarianization of the professional: a review essay". In. Derber, C (org.), Professionals as Workers. Mental Labor in Advanced Capitalism. Boston: G.K. Hall. Dubar, C e Tripier, P 1998 Sociologie des Professions. Paris: Armand Colin. Durkheim, É. 1984 [1902] A Divisão do Trabalho Social. Lisboa: Editorial Presença. Etzioni, A (org.) 1969 The Semi-Professions and Their Organization. Teachers, Nurses, Social Workers. Nova Iorque: The Free Press. Fielding, A G e Portwood, D 1980 "Professions and the state: towards a typology of bureaucratic professions". Sociological Review, 28(1): 23-53. Freidson, E 2006 "Para uma análise comparada das profissões: a institucionalização do discurso e do conhecimento formais", Revista Brasileira de Ciências Sociais 11 (31): 141-145. Freidson, E 2001 Professionalism, the Third Logic. Cambridge: Polity Press. Goode, W 1957 "Community within a community: the profession", American Sociological Review 25 (6): 194-200. Gouldner, A 1957 "Cosmopolitans and locals: toward an analysis of latent social roles", Adminstrative Science Quaterly 2(3): 281-306. Gyaramati, G 1975 "The doctrine of the profession: basis of a power structure", International Social Science Journal, 27(4): 629-654. Haug, Marie R 1975, "The deprofessionalization of everyone?", Sociological Focus 8 (3): 197-213. Hughes, Everett C., The Sociological Eye. Selected Papers, Chicago e Nova Iorque, Aldine, Atherton, 1971. Johnson, T 1972 Professions and Power. Londres: Macmillan. Larson, M S 1977 The Rise of Professionalism. A Sociological Analysis. Berkeley: University of California Press. Lucas, Y e Dubar, C (orgs.) 1994, Genèse et Dynamique des Groupes Professionnels. Lille: Press Universitaire de Lille. MacDonald, Keith M 1995 The Sociology of the Professions. Londres: Sage. McCormick, K 1985 "Professionalism and work organization: some loose ends and open questions", Sociology 19(2): 285-294. Merton, Robert K 1982 Social Research and the Practicing Professions. Nova Iorque: University Press of America. Mineiro, J 2012 Será possível profissionalizar uma ciência? Cientificidade, profissionalização e questões deontológicas na sociologia, CIES e-Working Paper, 135/2012, URL: http://www.cies.iscte.pt/np4/?newsId=453&fileName=CIES_WP135_Mineiro.pdf Noordgraaf, M 2007 "From 'pure' to 'hybrid' professionalism. Present-day professionalism in ambiguous public domains", Administration & Society 39(6): 761-785. Oppenheimer, M 1973 "The proletarianization of the professional". The Sociological Review Monograph (Professionalisation and Social Change) 20(1): 213-227. Parsons, T 1939 "The professions and social structure". Social Forces 17(4): 457-467. Parsons, T 1968 "The professions". In. International Encyclopedia of Social Science, vol. 12. Nova Iorque: The Free Press and Macmillan. Rego, R (ed.) 2013 The trend towards the European deregulation of professions and its impact on Portugal under crisis, Palgrave Macmillan. Svensson, Lennart G. e Evetts, J (orgs.) 2010 Sociology of Professions: Continental and Anglo-Saxon Traditions. Göteborg: Daidalos. Torstendahl, R, e Burrage, M (orgs.) 1990 The Formation of Profession: Knowledge, State and Strategy. Londres: Sage. Weber, M 1984 [1922], Economia y Sociedad. México: Fondo de Cultura Económica. Veloso, L et al. 2012 "Questões deontológicas de metodologia de investigação em sociologia: o caso do interesse público e das profissões". Sociologia, Problemas e Práticas 69: 87-98. Vollmer Howard M. e Mills Donald L. (orgs.) 1966 Professionalization. Nova Jérsia: Prentice-Hall. Wilensky, H 1964 "The professionalization of everyone?". American Journal of Sociology 70: 137-158.
Outras referências disponíveis em suporte eletrónico: INE (2011), Classificação Portuguesa das Profissões 2010, URL: http://www.ine.pt/xportal/ xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes&PUBLICACOESpub_boui=107961853&PUBLICACOESmodo=2&xlang=pt Lei n.º 2/2013 de 10 de janeiro, "Estabelece o regime jurídico de criação, organização e funcionamento das associações públicas profissionais" Lei n.º 6/2008 de 13 de Fevereiro, "Regime das Associações Públicas Profissionais" Páginas eletrónicas de revistas na área de Sociologia das profissões: Current Sociology - URL: http://csi.sagepub.com/ European Societies - URL: http://www.tandfonline.com/toc/reus20/current Professions and Professionalism - URL: http://journals.hioa.no/index.php/pp] Work and Occupations - URL: http://wox.sagepub.com/ Work, Employment and Society - URL: http://wes.sagepub.com
A bibliografia relativa ao estudo de profissões em particular deve ser pesquisada pelos alunos e, se necessário, solicitar o apoio à docente.
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1 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Definição das estratégias de investigação e articulação com procedimentos operatórios de recolha e de tratamento da informação. Aborda as metodologias quantitativas e qualitativas accionadas no contexto da pesquisa: A recolha da informação (procedimentos técnicos):fiabilidade e validade das técnicas accionadas e dos seus resultados. Análise e interpretação de « dados quantitativos » e de « dados qualitativos"
Programa
CP1. Projecto de investigação sociológica
1. Objectivos, níveis de análise e estratégia de investigação 2. Ruptura e construção do objecto teórico 3. Problemática teórica e o modelo de análise 4. Delimitação do campo empírico, estratégia e plano de observação 5. Construção de amostras, selecção de casos, constituição de corpus de análise empírica
CP2. Inquérito por questionário 1. Objectivos, hipóteses de trabalho e construção do questionário 2. Limitações e enviesamentos, regras de redacção e estruturação do questionário e formas de aplicação
CP3. Análise de dados estatísticos e interpretação sociológica
CP4. Entrevistas e Histórias de Vida
1. Tipos de entrevistas - articulação com o objecto 2. Condução da entrevista
CP5. Observação e trabalho de campo
CP6. Análise de Conteúdo
1. Documentos produzidos pelo investigador (entrevistas e histórias de vida) 2. Documentos produzidos noutros contextos sociais (ex: imprensa e discurso político)
Processo de Avaliação
Processo de avaliação periódico: a)ficha de leitura de texto indicado pela docente e participação em workshop temático a realizar consoante número e interesses dos estudantes. (50% da nota final) b)realização de exercício de operacionalização e construção de instrumentos de recolha de informação com base na ficha de leitura (50% da nota final)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BARDIN, L. Análise de conteúdo, Lisboa, Edições 70, 2000 BEAUD, S., Weber, F.: Guia para a pesquisa de campo, Petropolis, Vozes Lda., 2007 BRAVO, R.S., Técnicas de investigación social. Teoria y Ejercicios, Madrid, Paraninfo BURGESS, R.G., A pesquisa de terreno : uma introdução, Oeiras, Celta, 1997 Campos, L.Introdução às teorias sociológica: de Marx a Bourdieu, Lisboa,Sílabas & Desafios, 2015 FODDY, William, Como perguntar. Teoria e Prática da construção de perguntas para entrevistas e questionários, Oeiras, Celta Editora, 1996 GHIGLIONE, R., MATALON, B., O inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta, 1996 Guerra, I., Pesquisa Qualitativa e Análise de Conteúdo. Sentidos e formas de uso, São João do Estoril, Principia, 2006 PERETZ, H., Métodos em Sociologia, Lisboa, Temas e Debates, 1998 POIRIER,J., CHAPIER-VALADON, S., Histórias de Vida- Teoria e Prática, Oeiras, Celta, 1995 SANTOS SILVA e MADUREIRA PINTO (orgs.) Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Afrontamento, 1987
Bibliografia Opcional
BERTAUX D., Delcroix, C.,?Case histories of Families and social processes. Enriching sociology? in PRUE CHAMBERLAYNE et al.(eds), The Turn to Biographical Methods in Social Science. Comparative issues and examples. London, Routledge, 2000
BLAIKIE, N., Designing Social Research, Cambridge, Polity Press, 2000
BLANCHET, A., Gotman,A., L?enquête et ses méthodes : l?entretien, Paris, Nathan, 1992
BRYMAN, ?Quantitativisme et qualitativisme: un faux débat ?? in BERTHELOT, Sociologie. Epistemologie d?une discipline. Textes fondamentaux, Bruxelles, De Boeck Université, 2001, pp.209-220 (orig. em inglês BJS, XXXV, 1, 1984)
BRYMAN, A., CRAMER, D., Análise de dados em ciências sociais ? introdução às técnicas utilizando o SPSS, Oeiras, Celta, 1992, pp. 79-96
BURTON, D., Research training for social scientists, Londres, Sage, 2000
CRESSWELL, J., Reserch Design, Sage, 2003, cap.1
DROESBEKE, J., THOVERON, G., Au royaume des sondages, Bruxelles, Editions de l?Université de Bruxelles, 1990, pp. 23-70
DUPOIRIER,E., PARODI, J.-L., Les indicateurs socio-politiques aujourd?hui, Paris, L?Harmattan, 1997
DUCHESNE, S., Haegel, F., L?entretien collectif, Paris, A.Colin, 2005
FESTINGER, L., KATZ, D. (comps.), Los métodos de investigacion en las ciências sociales, Barcelona, Paidós, 1992, pp. 171-234
FLICK, U., An Introduction to Qualitative Research, Londres, Sage, 1998
FODDY, W., Como perguntar, Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários, Oeiras, Celta, 1996
FRANKFORT-NACHMIAS, C., NACHMIAS, D., Research Methods in The Social Sciences, Londres, St.Martin?s Press, 1992
GILBERT, N (org.) Researching social life, Londres, Sage, 2001
GRAWITZ,M., Méthodes des sciences sociales (4a ed.), Paris, Dalloz, 1979, Livre II - ch.2 - sections 1 e 2, Livre III - Titre II - ch.1 - section 3.
KRIPPENDORf, K., Metodología de análisis de contenido. Teoría y práctica, Barcelona, Ediciones Paidós Ibérica, 1997
LATIESA, M., (ed.), El pluralismo metodologico en la investigación social: ensayos típicos, Universidad de Granada, 1991
MATALON, B., Décrire, expliquer, prévoir. Démarches expérimentales et terrain, Paris, A. Colin, 1988 MENDRAS, H., Oberti, M., Le sociologue et son terrain: trente recherches exemplaires, Paris, A.Colin, 2000
OSUNA, J.R., Métodos de muestreo, Madrid, CIS, 1991
OSUNA, J.R., Métodos de muestreo. Casos prácticos, Madrid, CIS, 1993
PENEFF, J., La méthode biographique, Paris, A.Colin, 1990
PONS, I., Programación de la investigación social, Madrid, CIS, 1993
RONGERE, P., Méthodes des sciences sociales, Paris, Dalloz, 1979, pp.21-5, 85-93
SCOTT, J., A matter of record - Documentary sources in social research, Cambridge,Polity Press, 1990, [caps. 1,2,3]
SILVERMAN, D., ?Qualitative/Quantitative? in Jenks, C., (ed.) Core Sociological Dichotomies, Londres, Sage, 1998
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Maria João Vaz
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta unidade curricular é dotar os estudantes de conhecimentos teóricos e práticos sobre a definição e acesso a fontes de informação e a documentação, nomeadamente a documentação de arquivo. A reflexão sobre o conceito de documento bem como os procedimentos a que deve ser submetida a informação e documentação utilizada na elaboração de estudos científicos são também aspectos contemplados.
Programa
CP1 - Teoria e história da informação e da documentação. O processo informativo-documental. A mensagem documental CP2- Conceito de documento CP3- Hermenêutica e crítica do documento e da informação CP4- Organização e representação da informação CP5- O arquivo e o documento de arquivo. Arquivos históricos; Arquivos intermédios; Arquivos correntes CP6- A pesquisa e o acesso à informação nos arquivos CP7 - Arquivos especiais: sonoros, fotográficos, cinema, digitais CP8- Outras fontes documentais: fontes orais, fontes literárias, imprensa cinema, memórias, objectos.
Processo de Avaliação
Preparação e participação nas aulas (10%).Elaboração de um trabalho individual e sintético, com apresentação oral na sala de aula (30%) e entrega do trabalho por escrito no final das aulas (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Chaumier, Jacques (1993), Les Techniques Documentaires, Paris, Puf. Coeuré, Sophie; Duclert, Vincent (2001), Les archives, Paris, La Découverte. Farge, Arlette (1989), Le gout de l?archive, Paris, Seuil. Le Goff, Jacques (1984), «Documento/Monumento», in: Enciclopédia Einaudi, vol. I, Lisboa, Imprensa Nacional, pp. 95-104 López Yepes, J. (1995), La documentación como disciplina. Teoria e historia, Pamplona, Eunsa, 1995 Pinto Molina, M. (1991), Análisis documental: fundamentos y procedimientos, Madrid, Eudema. Ribeiro, Fernanda (2003), O acesso à informação nos arquivos, 2 volumes, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian / Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Rousseau, Jean-Yves, et al. (1998), Os fundamentos da disciplina arquivística, Lisboa, Dom Quixote Silva, Armando Malheiro da (2006), A Informação. Da compreensão do fenómeno e construção do objecto científico, Porto, Ed. Afrontamento.
Bibliografia Opcional
AA.VV. (2004), Olhares cruzados entre arquivistas e historiadores, Lisboa, IAN/TT. AA.VV (1985),Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas - A Informação em Tempo de Mudança - Actas, 2 vols., Porto, BAD. Alves, Ivone, et al. (1993), Dicionário de terminologia arquivística, Lisboa, Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro. Barthes, Roland (2012), A Câmara Clara, Lisboa, Ed. 70 (reedição). Carrión Gúties, Manuel (2002), Manual de Bibliotecas, Madrid, Fundación Germán Sánchez Ruipérez. Eco, Umberto (2002), A Biblioteca, Lisboa, Difel (5.ª edição). Eco, Umberto (1980), Como se faz uma tese em ciências humanas, Lisboa, Presença. Guinchat, Claire e Menou, Michel (1985), Introduction générale aux sciences et techniques de l'information et de la documentation, Paris, Presses de l'UNESCO. Hildesheimer, Françoise (1984), Les archives? Pourquoi ? Comment ?, Paris Éditions de l´Érudit. Leal, Maria José da Silva e Pereira, Miriam Halpern, coord. (1988), Arquivo e Historiografia. Colóquio sobre as fontes da História Contemporânea portuguesa, Lisboa, INCM. Lodolini, E. (1986), Archivistica. Principi e problemi, Milão, Franco Angeli (3.ª ed). Mattoso, José (1988), A Escrita da História. Teoria e métodos, Lisboa, Editorial Estampa Mban, Albert (2007), Les problèmes des archives en Afrique : à quand la solution?, Paris,L'Harmattan. McGarry, Kelvin J. (1984), Da documentação à informação: um contexto em evolução, Lisboa, Ed.Presença Pavão, Luís (1997), Conservação de Colecções de Fotografia, Lisboa, Dinalivros. Poulain, Marine, dir. (1992), Les bibliothèques publiques en Europe, Paris, Edition du Cercle de la Librairie. Serrão, Joel, coord. (1984-1985), Roteiro de Fontes da História Portuguesa Contemporânea, 3 Volumes, Lisboa, Instituto Nacional de Investigação Científica. Silva, Armando Malheiro da; Ribeiro, Fernanda; Ramos, Júlio e Real, Manuel Luís, (1999), Arquivística. Teoria e prática de uma ciência da informação, Porto, Afrontamento. Sontag, Susan (1986), Ensaios sobre fotografia, Lisboa, D. Quixote. Traniello, Paolo (1997), La Biblioteca Pubblica. Storia di un istituto nell?Europa contemporanea, Bolonha, il Mulino.
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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Docentes
Nuno de Almeida Alves
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
A UC de Análise de Indicadores Estatísticos tem como objetivos proporcionar aos estudantes, através da realização de atividades práticas, o desenvolvimento de competências de avaliação e utilização de fontes estatísticas, tomando como referência o trabalho de investigação científica e de redação dos respetivos produtos. Pretende-se dotar os alunos das competências que lhes permitam ler, interpretar e usar de forma informada as estatísticas disponíveis em diversas das suas áreas fundamentais.
Programa
CP1. O sistema estatístico nacional e internacional (Instituto Nacional de Estatística e órgãos de competências delegadas; Organismos das Nações Unidas, Eurostat, OCDE); Métodos e amplitude da recolha de informação. CP2. Recenseamento da população e estatísticas demográficas; CP3. Educação: Sistema de ensino, recenseamentos escolares e qualificações da população; CP4. PIB, rendimentos, proteção social e desigualdades sociais; CP5. Trabalho, emprego e grupos profissionais; CP5. Ciência, tecnologia e sociedade do conhecimento; CP6. Indicadores compósitos: índice de desenvolvimento humano; CP7. Dos indicadores estatísticos à investigação sociológica. Articulação das estatísticas oficiais com a utilização de bases de dados internacionais Eurobarometer, EVS, IPPS, ESS.
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de apresentação oral individual em sala de aula (30%) (caso a turma seja grande será proposta uma alternativa); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bacelar, Sérgio, Para uma Sociologia da Produção Estatística: virtualidades duma leitura sintomática da informação estatística, Lisboa, INE. Carrilho, Maria José, População Activa: conceito e extensão através dos censos, Lisboa, INE. Ferreira, Maria João e Isabel Tavares, Notas sobre a História da Estatística, Dossiers Didácticos, VI, Lisboa, INE. Freire, João (1999), Problemas técnico-metodológicos em inquéritos sociológicos: a propósito de questões de valores e orientações dos sujeitos em matéria sócio-económica, Revista Crítica de Ciências Sociais, 55, pp. 37-51. Ramos, Pedro M.G. N. (2013), Torturem os Números que Eles Confessam, Coimbra: Almedina. Silva, Ana Alexandrino (2006), Gráficos e Mapas - representação de informação estatística, Lisboa, Lidel. Sousa, Fernando (1995), História da Estatística em Portugal, Lisboa, INE.
Bibliografia Opcional
Páginas Web e bases de dados
Bases de Dados de Informação Estatística: http://www.ine.pt http://www.oecd.org http://epp.eurostat.ec.europa.eu/portal/page/portal/eurostat/home/ http://www.unesco.org http://www.ilo.org http://www.eurofound.europa.eu/ http://www.apis.ics.ul.pt/ http://zacat.gesis.org/webview/
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Docentes
Inês Pereira
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
A presente disciplina visa discutir e potenciar a utilização sociológica do conceito de rede, visto como uma poderosa ferramenta teórica e metodológica. Neste sentido, combina uma reflexão teórico-analítica sobre o conceito de rede com a apresentação de estratégicas metodológicas de análise de redes sociais. Serão apresentados algumas aplicações informáticas específicas para a análise de redes, bem como algumas medidas estatísticas de análise de redes sociais, algo que será complementado com indicações bibliográficas e referências a pesquisas realizadas neste âmbito.
Programa
1. Rede Social: conceito e noções básicas 2. Aproximações teóricas com recurso à metáfora da rede - um guia 3. Apropriações metodológicas da análise de redes 4. Análise estatística de redes sociais? uma introdução 5. Representações gráficas: grafos e matrizes 6. Medidas analíticas básicas: coesão, envolvimento e subgrupos
Processo de Avaliação
Um trabalho individual que utilize teórica e metodologicamente o conceito de rede. O trabalho deve ter uma componente empírica, e nas aulas haverá oportunidade para desenvolver algumas das tarefas requeridas. Haverá também uma sessão individual com a docente de preparação do trabalho. O trabalho, na sua versão escrita, deve ter 10 a 20 páginas, excluindo anexos.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Wellman, Barry (1998), ?From Little Boxes to Loosely-Bounded Networks: The Privatization and Domestication of Community?, (Abril 2001)
Hanneman, Robert (2001), Introduction to social network methods, dept. of Sociology, University of California, Riverside (online guide)
Granovetter, Mark (1973) ? The strength of weak ties?, American Journal of Sociology, 78 (6)
Castells, Manuel (2000), The Information Age: Economy, Society and Culture, Volume I - The Rise of the Network Society, Oxford, Blackwell (2nd edition - 1997)1)
Bibliografia Opcional
Agier, Michel (1999), ?Réseaux et engagements: les uns avec les autres?, L?invention de la ville, Banlieus, townships, invasions, et favelas, Éditions des archives contemporaines, Paris (pp. 101-130) Fisher, Claude (1982), To Dwell Among Friends: Personal Networks in Town and City, Chicago e Londres, The University of Chicago Press. Hannerz, Ulf, (1980) Exploring the city, inquiries toward and urban anthropology, New York : Columbia University Press
Miranda, David, (2003) ?Em rede?: Algumas questões epistemológicas, em José Rebelo (coord.) Novas Formas de mobilização popular, Porto, Campo das Letras
Pereira, Inês, ?Movimentos em rede, Uma história do Software Livre?, em Cardoso, Gustavo, Rita Espanha (orgs.) (2006), Comunicação e Jornalismo na Era da Informação, Campo dos Media.
Santos, Felix Requena, (1989) ?Los lazos sociales? in Amigos y redes sociales, elementos para una sociologia de la amistad, CIS, Madrid Simmel, Georg (1955) ?The Web of Group Affiliation?, em The Conflict- The Web of Group Affiliation, New York, The Free press Ugarte, David, (2004) 11 M, Redes para ganar una guerra, Icaria, Barcelona Wasserman, Stanley e Katherine Faust, ?Affiliations and Overlapping Subgroups?, in Wasserman, Stanley e Katherine Faust (1994) Social network analysis, methods and applications, Cambridge, University Press Wittek, Rafael, (2003) ?Social capital in organizations, Forms, sources and effects?, summer course: Introduction to Social Network Analysis for Organisation StudiEs?, ISEG
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Docentes
Isabel Oliveira
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Compreender as dinâmicas demográficas que afetam o volume e estrutura da população e as tendências atuais dos fenómenos demográficos. Saber calcular e interpretar os principais indicadores demográficos e projetar a evolução da população em função de cenários prospectivos.
Programa
1. População: volume, estrutura e movimento (natural e migratório). 2. Análise dos fenómenos demográficos: o diagrama de Lexis. 3. Análise da mortalidade: taxas específicas e esperança de vida. 4. Análise da fecundidade: taxas específicas e índice sintético de fecundidade. 5. Análise das migrações: taxas e métodos indiretos. 6. Trajetórias demográficas recentes: hipóteses de evolução da componente natural e migratória. 7. Projeções demográficas: o método das componentes por coortes. 8. Projeção da população sem migrações 9. Projeção da população com migrações.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: teste (60%) e trabalho (40%) Avaliação Final: teste (60%) e trabalho (40%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Preston, S., Patrick H. e M. Guillot, 2001 - Demography: Measuring and Modeling Population Processes, Blackwell, Oxford.
Bibliografia Opcional
Avdeev, A. et al, 2011, "Populations and Demographic Trends of European Countries, 1980-2010", Population 66-1, p9-129.
Bandeira, M.L., 2004 - Demografia. Objecto Teoria e Métodos, Escolar Ed., Lisboa.
INE, 2017 - Projeções de população residente 2015-2018
Lanzieri, J.P., 2011 - Fewer, older and multicultural? Projections of the EU populations by foreign/national background
Nazareth, J.M., 2004 - Demografia. A Ciência da População, Ed. Presença, Lisboa.
Pintassilgo, S.C. e M.B. Bandeira, 2018 - Introdução à Demografia. Trabalhos Práticos, Escolar Ed., Lisboa.
Siegel, J.S. e D.A. Swanson, 2004 - The Methods and Materials of Demography, Elsevier, San Diego.
United Nations, 2017 - World Population Prospects
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Docentes
Maria Luísa Tiago de Oliveira
Departamento de História
Objectivos
A UC visa apresentar os fundamentos básicos (teóricos e práticos) da História Oral e conseguir que os alunos aprendam a fazê-la.
Programa
1. A História Oral como saber reconhecido: 1.1. A emergência e a afirmação da História Oral. 1.2. Tradições orais. 1.3. Tipologias e problemáticas da memória colectiva. 1.4. História Oral e fontes orais em arquivos e museus. 1.5. A situação da História Oral em Portugal. 2. A prática da História Oral: 2.1. Especificidades das fontes orais. 2.2. A inter-relação entre o entrevistador e o entrevistado. 2.3. Técnicas de entrevista. 2.4. Tipos de entrevistas. 2.5. A construção de perguntas. 2.6. Perfis de entrevistados. 2.7. Tipos de transcrição ou fichagem. 2.8. Utilização e crítica das fontes orais. 2.9. Problemas de confidencialidade: direito à informação ou direito à privacidade?
Processo de Avaliação
A avaliação periódica consite num dossier sobre um tema com: problemática; grelha de entrevista; 3 perfis; transcrição/fichagem de 5 mn de uma entrevista; comentário dessa entrevista; reflexão final com análise da contribuição da história oral para o estudo do problema.
Em alternativa, haverá exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BURGUESS, Robert G. (1997) A pesquisa de terreno. Uma introdução, Oeiras, Celta Editora DESCAMPS, Florence (2001) L'historien, l'archiviste et le magnétophone. De la constitution de la source orale à son exploitation, Paris, Ministère de l'Économie, des Finances et de l'Industrie. GHIGLIONE, Rodolphe e MATALON, Benjamin (1992) O inquérito. Teoria e prática, Lisboa, Celta Editora OLIVEIRA, Luísa Tiago de (2010) "A História Oral em Portugal", Sociologia. Problemas e Práticas, 63, pp. 139-56. Acessível em http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/spp/n63/n63a08.pdf POIRIER, Jean, CLAPIER-VALLADON, Simone e RAYBAUT, Paul (1995) Histórias de vida. Teoria e prática, Oeiras, Celta Editora RITCHIE, Donald A. (2011) The Oxford Handbook of Oral History. Oxford University Press TRAVERSO, Enzo (2012) O Passado, modos de usar. História, Memória e Política, Lisboa, Edições Unipop
Bibliografia Opcional
AROSTEGUI, Julio (2004) La historia vivida. Sobre la Historia del Presente, Madrid, Alianza Editorial, 1ª parte BAWM, Willa K. (1991) Transcribing and editing Oral History, Walnut Creek, Altamira Press BEBIANO, Rui (2003) "Temas e problemas da história do presente", in A História Tal Qual se Faz, org. de José d' Encarnação, Lisboa, Edições Colibri / Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, pp. 225-236 BERTAUX, Daniel (1997) Les récits de vie: perspective ethnosociologique, Paris, Nathan BERTAUX, Daniel (org.) (1981) Biography and society. The Life History approach in the Social Science, London, Sage BOURDIEU, Pierre (1994) "A ilusão biográfica" in Razões práticas: sobre a teoria da acção, Oeiras, Celta Editora, pp 53-59 CATROGA, Fernando (2001) História, memoria e historiografia, Coimbra, Quarteto CHAVEAU, Agnés e Philippe Tétard, orgs., (1992) Questions à l?histoire des temps présents, Bruxelles, Éditions Complexe COIMBRA, Maria Natércia (1993) "O arquivo de história oral no Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra. Entrevistas: conceito, natureza e direitos de uso e divulgação envolvidos" Cadernos BAD (1), pp. 21-30 CONNERTON, Paul (1993) Como as sociedades recordam, Oeiras, Celta Editora DEXTER, Lewis Anthony (2006) Elite and specialized interviewing, University of Essex (Colchester) - ECPR Press. FENTRESS, James e WICKAM, Chris (1994) Memória social. Novas perspectivas sobre o passado, Lisboa, Teorema FERRAROTTI, Franco (1981) Storia e storia di vita, Roma, Laterza FODDY, William (1996) Como perguntar. Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários, Oeiras, Celta Editora HALBWACHS, Maurice (1968) La mémoire collective, Paris, Presses Universitaires de France (edição original - 1950) HALBWACHS, Maurice (1994) Les cadres sociaux de la mémoire, Paris, Albin Michel (edição original - 1925) HOBSBAWM, Eric e RANGER, Terence (organizadores) (1983) The invention of tradition, Cambridge, Cambridge University Press JENIN, E. (2002) Los trabajos de la memoria, Madrid, Siglo XX JOUTARD, Philippe (1983) Ces voix qui nous viennent du passé, Paris, Hachette LOWENTHAL, David (1985) The past is a foreign country, Cambridge, Cambridge University Press MACKAY, Nancy (2007) Curating Oral Histories. From Interview to Archive, California, Left Coast Press, Inc NAMER, Gerald (1987) Memoire et societé, Paris, Méridiens Klincksiech NORA, Pierre, org., (1986-1992) Les lieux de mémoire, 7 vol, Paris, Gallimard PASSERINI, Luisa (1988) Storia e soggettività. Le fonti orali e la memoria, Florença, La nuova Italia PENEFF, Jean (1990) La méthode biographique: de l´École de Chicago à l'histoire orale, Paris, Armand Collin PORTELLi, Alessando (2013) A morte de Luigi Trastulli e outros ensaios, Lisboa, Edições Unipop REVEL, Jacques (1996) Jeux d'échelles. La micro-analyse à l'expérience, Paris, Gallimard / Le Seuil RICOEUR, Paul (2000) Mémoire, l'histoire, l'oubli, Paris, Seuil RITCHIE, Donald A. (2003) Doing Oral History. A Pratical Guide, 2º edição, Oxford University Press SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1990) The myths we live by, London / New York, Rowtledge SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1994) Theatres of memory, London, Verso THOMPSON, Paul (1978) The voice of the past. Oral History, Oxford / London / New York, Oxford University Press VALCUENDE DEL RIO, José María e Susana Narotsky Molledo (orgs.) (2005) Las políticas de la memoria en los sistemas democráticos: poder, cultura y mercado, Sevilha, Federación de Asociaciones de Antropología del Estado Español / Fundación El Monte / Asociación Andaluza de Antropología VANSINA, Ian (1965) Oral tradition as History, Madison / Wisconsin, University of Wisconsin Press VIDIGAL, Luís (1996) Os testemunhos orais na escola: história oral e projectos pedagógicos, Porto, Asa. YOW, Valerie Raleigh (1994) Recording Oral History. A Pratical Guide for Social Scientists, London, Sage Publications
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Docentes
Paulo Miguel Martins
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta disciplina é perspectivar a importância da utilização de imagens como fonte histórica e criar os instrumentos para o seu uso.O Contacto crítico com bibliografia é também relevante. Ao mesmo tempo que se elencam os temas e fontes passíveis de estudo, ou já estudados por diversos historiadores, também se abrem portas para uma aprendizagem concreta do seu uso.Os Sistemas de representação e de presentação, o enquadramento e análise crítica do documento, a constituição de corpus documentais visam uma apropriação dos saberes que começa na tomada de consciência das dificuldades do uso da fonte visual. O objectivo é capacitar o estudante a ter uma autonomia na escolha dos problemas, das fontes e dos média que estudará.
Programa
1. História da relação entre história e imagem. 2. Ver: Materialidade, imaterialidade da imagem Módulo. 3. O problema da representação. 3.1. Linguagens, contextos. 3.2. Símbolos, Mitologias. 4. A imagem como fonte. 4.1. O comentário do Documento iconográfico. 4.2. Difusão da imagem e sua Importância como fonte histórica. 4.3. A constituição de Corpus. 5. Estudos de caso 5.1. A Iconografia do Poder. 5.2. Simbólica da Nação. 5.3. Denegrir e Marginalizar. 5.4. Imagem: encontros e desencontros culturais. 5.5. Simbólica do Movimento Operário. 5.6. Representações do Espaço habitado ou explorado.(Paisagens, vistas, perspectivas, planos e mapas. 5.7. Propaganda e publicidade. 5.8. Imagem e identidade. 6. A imagem de conteúdo Histórico. 6.1. Cinema Histórico. 6.2. Banda Desenhada e História. 7. Balanço da Aprendizagem.
Processo de Avaliação
Avaliação correspondendo aos principais objectivos do curso.1 centrada na capacidade de compreensão e crítica da historiografia existente.2 momento duas fases. Escolha de tema e apresentação na aula. Realização do trabalho escolhido escrito. O objectivo é obter a autonomia da organização do trabalho, a comunicação oral e escrita dos resultados e a sua discussão com o professor e o grupo. A integração dos resultados da discussão. A escolha é feita com o professor em entrevista no gabinete.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. França, José Augusto, "História e Imagem", comunicação feita em Assembleia Geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Annais da Academia Portuguesa de História. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. Guigueno, Vincent, Delage, Christian, L'ouvrage, l'historien et le film, Gallimard, Paris, 2004 Duprat, Annie, Images et histoire: outils et méthods des Documents iconographiques,Paris, 2006. Barros, José d'Assunção," Cinema e história- as funções do cinema como agente, fonte e representação da História" em Ler História nº 52, 2007.
Bibliografia Opcional
AA.VV. Image et Histoire, Actas do colóquio de Paris/Censier, Publications de la Sorbonne, 1987. Agulhon Maurice, « Les Symboles figurés dans la propagande du mouvement ouvrier français de 1880 à 1914 », em La cultura operaria nella società industrializzata », Mezzosecolo, n.º 5, 1985. Agulhon, Maurice, La Marianne au Combat, l?imagerie et la Symbolique Républicaine , Flamarion , Paris 1979. Barthes, Roland, A Câmara clara, ed. 70 Barthes, Roland, L?Empire des Signes, Skira- Les Sentiers de La Création, Flammarion, Paris, 1980. Berger, John, Modos de ver, Arte e Comunicação, ed. 70, Lisboa, 1980. Bianco, Bela Feldman,Leite L. Miriam,(org.) Desafios da Imagem, São Paulo, 1998/2005. Bonnell, Victoria, Iconography of Power: Soviet Political Poster under Lenin and Stalin, Califórnia UP, 1997. Caetano, Carlos, A Ribeira de Lisboa Na Época da Expansão Portuguesa (Séculos XV a XVIII). Pandora, Lisboa, 2004. Campbell, Hughs, ? Photographing Urban America 1969-1979: From Garry Winogrand?s Glance to Stephen Shore?s Gaze. Sessão 38 , Visionary Urbanism: Photographic, Filmic and Digital Representation, Congresso de Associação Europeia de História Urbana, Estocolmo , 2006. http://www.historia.su.urbanhistory/eauh/specialistabstract2.htm Carvalho, José Murilho, A Formação das Almas, 1990. Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, Turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. Clark, Keneth, Hall?s Dictionary of subjects & Symboles in Art, 1974. Cloqué, Louis, traité de Perspective pittoresque, avant 1930. Dias, Helena, Alegria, Maria Fernanda, ?Lisboa na Produção Cartográfica Portuguesa e Holandesa dos séculos XVI e XVII?, Revista Penélope, n.º 13, 1994. pp. 55/69. França, José Augusto, ? História e Imagem?, comunicação feita em Assembleia-geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Anais da Academia Portuguesa de História. Freund, Gisèle, Photographie et Société, Paris, 1974.Edição espanhola, La Fotografia como documento social, Gil y Gil Madrid 1976. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. George Duby et Jacques Le Goff, « Document Artistique e Histoire » Table Ronde em Francastel et Après Giesey-, Ralph, « Modèles de Pouvoir dans les Rites Royaux en France », em Annales, Economie, Société et Culture ,n.º 3, pp. 579-599. Guillerme, J. L?atelier du temps, Essay sur l?alteration des peintures, Humaine, Paris, 1954 Guinzburg, Carlo, Mitos, Emblemas, Sinais, Morfologia e Históra, Companhia das letras, São Paulo, 1990. Isaacs, Anne Catherine, Histoire, Images, Imaginaire, Clio´s workshops. Pisa, 2002. Lynch, Kevin, A imagem da Cidade, Lisboa, Ed. 70, 1976. Panovsky, Dora and Erwin, Pandora?s Box, The Changing Aspects of a Mythical Symbol, Princeton UP, 1978. Panovsky, Erwin, ? Contribution au problème de la description des oeuvres appartenant aux Arts plastiques et à celui de l'interprétation de leur contenu » em La perspective comme forme Symbolique, Paris, Editions Minuit, 1975. Panovsky, Erwin, Estudos de Iconologia : Temas Humanísticos na Arte do Renascimento, Lisboa, Estampa, 1982. Philibert Myriam, Dictionnaire illustré des Mythologies, ed. Lodi, Paris,2001. Pinheiro, Magda, O Liberalismo nos espaços Públicos, A memória das Revoluções Liberais através dos Monumentos que a Celébram, Celta, Oeiras, 2000. Pinheiro, Nuno, Classes populares e Fotografia, tese de Mestrado, ISCTE. Pinheiro, Nuno, em Eunice Relvas, Maria João Vaz e Nuno Pinheiro, org. Exclusão na História, Oeiras, 2001. Pinheiro, Nuno, O Teatro da Sociedade, Tese de Doutoramento, cehcp, 2006 Schwarcz, Lilia Moritz, As Barbas do Imperador, São Paulo, 1999. Reynero, Carlos, La escultura Comemorativa en Espanha, La Edad de oro del Monumento Público, 1820-1914, Madrid, 1999. Senos, Nuno, O Paço da Ribeira, 1501-1581, ed. Notícias, Lisboa , 2002
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Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo desenvolver métodos de dependência contemplando duas situações de investigação de grande aplicação na área das Ciências Sociais e Humanas. São analisados designs complexos nos quais são testados modelos com efeitos de moderação e efeitos de mediação. São realizadas aplicações através de Regressão Linear Múltipla e Regressão Logística. A apresentação dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo situações de análise com apoio de um software de Estatística (SPSS) e da macro PROCESS (Hayes, 2018).
Programa
1. Modelação: moderação e mediação 1.1 Moderação: efeito de interação 1.2 Mediação: cadeia de efeitos 1.3 Análise de artigos com moderação e mediação 2. Modelação de moderação via Regressão Linear (OLS) 2.1 OLS com efeitos principais e efeitos de interação 2.2 Moderadora quantitativa 2.3 Moderadora categorizada 2.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 2.5 Reportar resultados em tese/artigo 3. Modelação de mediação via OLS 3.1 Mediadora quantitativa 3.2 Estimar e testar efeito indireto via bootstrapping 3.3 Mediação parcial e total 3.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 3.5 Reportar resultados em tese/artigo 4. Modelação via Regressão Logística 4.1 Apresentação do modelo 4.2 Condições de aplicabilidade 4.3 Parâmetros do modelo 4.4 Aplicação com software 4.5 Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: 1. Exercício individual (65%) 2. Trabalho de grupo (35%).
Condições: 1. Nota mínima no exercício individual: 8,0 valores 2. Nota mínima no trabalho: 10 valores
A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação eriódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baron, R e Kenny D. (1986). The Moderator-Mediator Variable Distinction in Social Psychological research: Conceptual, Strategic and Statistical Considerations, Journal of Personality and Social Psychology, 51, 1173-1182. Frazier, P. A., Tix, A. P. e Barron, K. E. (2004). Testing moderator and mediator effects in counselling psychology research. Journal of Counselling Psychology, 51(1), 115-134. Hayes, A. F. (2012). PROCESS: a versatile computational tool for observed variable mediation, moderation, and conditional process modeling. MacKinnon, D. P., Fairchild, A. J. e Fritz, M. S. (2007). Mediation analysis. Annual Review of Psychology, 58, 593-614. Maroco, J. (2010). Análise Estatística com o PASW Statistics (ex-SPSS), Pero Pinheiro. Pampel, F. (2000). Logistic Regression, Sage Publications. Passos, A. e Caetano, A. (2005). Exploring the effects of intragroup conflict and past performance feedback on team effectiveness, Journal of Managerial Psychology 20, 3/4, 231-244.
Bibliografia Opcional
Aiken, L., Stephen G. (1991). Multiple Regression: Testing and interpreting interactions, Newbury Park, Sage publications.
Calheiros, M. M. (2006). A construção social do mau trato e negligência: do senso-comum ao conhecimento científico. ed. 1, ISBN: ISBN 972-31-1132, Coimbra: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e Tecnologia. Imprensa de Coimbra Lda.
Cohen, J., Cohen P., West S. e Aiken L. (2003). Applied Multiple Regression/Correlation. Analysis for the Behavioral Sciences, Mahawh: Laurence Erlbaum, 3ª ed.
Hair, J., Black, W. Babin, B. e Anderson, R. (2009). Multivariate Data Analysis, 7ª ed., Prentice-Hall International, Inc.
Preacher, K. J. e Hayes, A. F (2008). Asymptotic and resampling strategies for assessing and comparing indirect effects in multiple mediator models, Behavior Research Methods, 40 (3), 879-891, http://quantpsy.org/pubs/preacher_hayes_2008b.pdf.
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª.
Important links:
Kenny, D. A. (2011). Moderation http://davidakenny.net/cm/moderation.htm Kenny, D. A. (2012). Mediation, http://davidakenny.net/cm/mediate.htm
Jose, P.E. (2013). ModGraph-I: A programme to compute cell means for the graphical display of moderational analyses: The internet version, Version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/modgraph/
Jose, P. E. (2013) MedGraph-I: A programme to graphically depict mediation among three variables: The internet version, version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/medgraph/
On-line data bases:
The European Social Survey (ESS): http://www.europeansocialsurvey.org/.
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Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo apresentar métodos de análise de dados que permitam descrever e testar relações entre duas ou mais variáveis, privilegiadamente relações de dependência. Dada a inserção da UC em cursos de mestrado pretende-se assim desenvolver conhecimentos e competências nos alunos com vista à operacionalização de modelos de análise similares aos que podem ter de trabalhar, designadamente, na sua dissertação de mestrado. O desenvolvimento dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo-se, para o efeito, exemplos de pesquisa com apoio de um software de estatística (SPSS).
Programa
1.Sistematização de um glossário de estatística 2.Modelação para comparação de grupos 2.1.Comparação entre dois grupos 2.2.Comparação entre k grupos 2.3.Operacionalização com software de estatística 2.4.Apresentação de resultados em tese/artigo 3.Validação da relação entre pares de variáveis 3.1.Variáveis categorizadas 3.2.Variáveis ordinais e quantitativas 3.3.Variáveis quantitativas 3.4.Operacionalização com software de estatística 3.5.Apresentação de resultados em tese/artigo 4.Modelação de relações de tipo linear 4.1.Modelo de regressão linear simples 4.2.Modelo de regressão linear múltipla 4.3.Operacionalização com software de estatística 4.4.Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
A avaliação periódica inclui: 1. Exercício individual - 65% 2. Trabalho de grupo(com utilização do software de estatística)- 35%;
Com: - Nota mínima no exercício: 8,0 valores - Nota mínima no trabalho de grupo: 10,0 valores A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. e Cramer, D. (2003), Análise de dados em Ciências Sociais, Introdução às Técnicas Utilizando o SPSS para Windows, Oeiras, Celta Editora, 3ª ed. Maroco, J. (2014). Análise Estatística com o SPSS Statistics, Pero Pinheiro, ReportNumber., 6ed. Maroco, J. e Bispo, R. (2003). Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores.
Bibliografia Opcional
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª ed.
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Docentes
Pedro Pereira Neto
Departamento de Sociologia
Objectivos
Problematizar a panóplia de oferta de métodos, indicando as suas respectivas vantagens e desvantagens, forças e fraquezas, profundidades e propósitos.
Programa
1 A análise de conteúdo aplicada aos media na sociedade em rede: contexto, desafios, problemas e soluções 2 Limitações da dicotomia análise quantitativa/qualitativa: holismo e contextualização 3 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de imprensa 4 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de rádio 5 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de televisão 6 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de fotografia 7 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de cinema 8 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de som 9 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de media nativos digitais 10 Seminário de apresentação/discussão do trabalho desenvolvido pelos alunos
Processo de Avaliação
Um trabalho final, entregue no fim do semestre, de uma das seguintes modalidades: a) ensaio ou trabalho de aprofundamento temático; b) projecto de pesquisa/análise, ou de estudo de caso.
A nota final terá como base o seguinte cálculo: a) trabalho individual: 80% b) participação em aula: 20%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Berger, A. (2010), Media and Communication Research Methods: an Introduction to Qualitative and Quantitative Approaches, Sage. Deacon, D., Pickering, M., Golding, P., Murdock, G. (2007), Researching Communications: A Practical Guide to Methods in Media and Cultural Analysis, Bloomsbury Publishing. Hansen, A., Cottle, S., Negrine, R., Newboldm, C. (1998), Mass Communication Research Methods, MacMillan. Lorio, S. (2003), Qualitative Research into Journalism: Taking it to the Streets, Lawrence Erlbaum Associates Inc. Lombard, M., Synder-Duch, J., Bracken, C. C. (2003), “Content analysis in mass communication: assessment and reporting of intercoder reliability”, Human Communication Research, 29, 469-472. O'Sullivan, T., Dutton, B., Rayner, P. (1994), Studying the media : an introduction, Edward Arnold. Riffe, D., Lacy, S., Fico, F. (1998), Analysing media messages: Using quantitative content analysis in research, Erlbaum. Selby, K., Cowdery, R. (1995), How to study television, Macmillan.
Bibliografia Opcional
Belo, A., Cardoso, G., Silveira, J. (2011), Telejornais no Início do Século XXI, Colibri. Berger, A. (1991), Media research techniques, Sage. Brandão, N. (2005), Prime Time, Casa das Letras. Brandão, N. (2010), As notícias nos Telejornais, Guerra & Paz. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), As noticias da RTP1, SIC, TVI e o on-line,OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr6.pdf. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), Ficção, Notícias e Entretenimento: As idades da TV em Portugal, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr4.pdf. Cardoso, G., Gomes. M., Neto, P., Santos, S., Calado, V., Amaral, S. (2006), O Jornalismo hoje: uma análise de 14 redacções de TV, Rádio e Jornais, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=29&fileName=rr1.pdf. Cheta, R., Aboim, S., Cardoso,. G., Espanha, R. (2007), Era uma vez...fábulas, romances, quotidianos: Imagens da vida privada nas telenovelas portuguesas, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr_12.pdf. Cordeiro, P. (2010), A rádio e as indústrias culturais: estratégias de programação na transição para o digital, Livros Horizonte.
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Docentes
Tiago Lapa
Departamento de Sociologia
Objectivos
O objetivo da Unidade Curricular é dotar os discentes de competências que permitam o uso reflexivo de diferentes estratégias metodológicas na pesquisa online e as suas potencialidades e limitações. A UC debruça-se sobre os debates atuais em torno da inquirição online e as várias ferramentas disponíveis, desde o acesso a dados estatísticos, ao desenho da pesquisa online, às técnicas etnográficas ou à construção e aplicação de um inquérito online. As questões éticas são um outro tópico relevante.
Programa
Temas abordados: CP1. Abordagem multi-disciplinar à pesquisa social online. Formas de conhecimento e a pesquisa na Web. CP2. O desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais. CP3. Nova realidade, novos métodos? Novas metodologias e técnicas com recurso às TIC. CP4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede. CP5. Articulação dos métodos de investigação online com outros recursos: Estatísticas e Bases de Dados CP6. Análise quantitativa online: possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados. Introdução às ferramentas de análise de dados. CP7. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?. CP8. Utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização de dados secundários recolhidos online. As redes globais de investigação. CP9. Análise de redes, Webmetrics e a geografia da Internet. CP10. Princípios éticos na pesquisa online.
Processo de Avaliação
1) Realização das leituras seleccionadas para cada aula; 2) Realização de dois trabalhos: - um individual baseado na leitura de artigo - um trabalho de grupo ou individual de perfil mais aprofundado numa das seguintes modalidades: a) Ensaio; b) Trabalho de aprofundamento temático; c) Projecto de pesquisa; d) Análise de documento, caso, situação ou problema; A nota final terá como base o seguinte cálculo: Trabalho Individual: 45% Trabalho de Grupo: 45% Participação: 10%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Almeida, João Ferreira de, Pinto, José Madureira (1982), A investigação nas ciências sociais, Lisboa, Presença Baym, N. K. (2005). Introduction: Internet research as it isn?t, is, could be, and should be. The Information Society, 21, 229-239. Cardoso, Gustavo (1998) Para uma Sociologia do Ciberespaço: comunidades virtuais em português, Oeiras, Celta Editora. Cardoso, Gustavo, Cheong, Angus, Cole, Jeffrey (eds.) (2009), World Wide Internet: Changing Societies, Economies and Cultures. University of Macau Press, SAR Macau. Disponível Online: http://www.lini-research.org/np4/?newsId=11&fileName=WWI_WIPBook.pdf Ghiglione, Rodolphe, e Benjamin Matalon (1992), O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora Johns., M. D., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.) (2003), Online social research. New York: Peter Lang. Markham, A. N. e N. K. Baym (Eds.) (2009), Internet inquiry: Conversations about method. Thousand Oaks, CA: Sage.
Bibliografia Opcional
1. Formas de conhecimento em Ciências Sociais e a pesquisa nas redes e na Internet.
Almeida, João Ferreira de (2007), Velhos e Novos Aspectos da Epistemologia Das Ciências Sociais, Sociologia, Problemas e Práticas, nº 55, pp.11-24
Black, T. R. (1993). Evaluating social science research: an introduction. London, Sage.
Dretske, Fred. Knowledge and the Flow of Information. Cambridge: MIT Press, 1981.
Hine, C. (2006). Virtual methods: Issues in social research on the Internet. Oxford: Berg.
Moses, Jonathan e Knutsen, T. (2007), Ways of Knowing: Competing Methodologies in Social and Political Research, Palgrave Macmillan
2. Desenvolvimento das questões de pesquisa sobre a relação entre a Internet e a Sociedade. Formulação e avaliação crítica dos desafios do desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais.
Jones, S. (1999). Doing Internet research: Critical issues and methods for examining the Net. Thousand Oaks, CA, Sage.
Miller, D. e Neil J. Salkind (2002) Handbook of Research Design and Social Measurement, Sage
Ragin, C. C. (1994). Constructing social research : the unity and diversity of method. Thousand Oaks, Calif. ; London, Pine Forge Press.
3. Nova realidade, novos métodos?
Hesse-Biber, S. N. & P. Leavy (Orgs.) (2008), Handbook of emergent methods, Nova Iorque: Guilford Press.
Murthy, D. (2008). An examination of the use of new technologies for social research. Sociology, 42, 837-855.
Travers, M. (2009). New methods, old problems: A skeptical view of innovation in qualitative research. Qualitative Research, 9, 161-179.
4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede.
Baym, N. K. (2009). Question six: What constitutes quality in qualitative Internet research? In, A. N. Markham, N. K. Baym (Eds.), Internet inquiry: Conversations about method (pp. 173-189). Thousand Oaks, CA: Sage.
Garcia, A. C., Standlee, A. I., Bechkoff, J., & Cui, Y. (2009). Ethnographic approaches to the Internet and computer-mediated communication. Journal of Contemporary Ethnography, 38, 52-84.
Kazmer, M. M., & Xie, B. (2008). Qualitative interviewing in Internet studies: Playing with the media, playing with the method. Information, Communication & Society, 11, 257-278.
Mann, C., & Stewart, F. (2000). Internet communication and qualitative research: A handbook for researching online. Thousand Oaks, Ca: Sage.
Murray, C. D., & Sixsmith, J. (1998). E-mail: A qualitative research medium for interviewing? International Journal of Social Research Methodology: Theory & Practice, 1(2), 103-121.
Robson, K., Williams, M. (2003). Reengineering focus group methodology for the online environment, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online Social Research (pp. 25-46). New Work: Peter Lang.
Stewart, K., & Williams, M. (2005). Researching online populations: The use of online focus groups for social research. Qualitative Research, 5, 395-416.
Ward, K. J. (1999). Cyber-ethnography and the emergence of the virtually new community. Journal of Information Technology, 14, 95-105.
5. Análise quantitativa online, possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados.
Coomber, R. (1997) 'Using the Internet for Survey Research' Sociological Research Online, vol. 2, no. 2. Disponível Online: http://www.socresonline.org.uk/2/2/2.html
Sills, Stephen e Song, Chunyan (2002). Innovations in Survey Research: An Application of Web-Based Surveys, Social Science Computer Review, vol. 20 no. 1, pp. 22-30.
Reynolds, R. A., Woods, R., & Baker, J. D. (Orgs.) (2007), Handbook of research on electronic surveys and measurements (pp. 264-268). Hershey, PA: Idea Group.
Schmidt, William C. (1997) World-Wide Web survey research: Benefits, potential problems, and solutions, Behavior Research Methods, Instruments, & Computers, 29 (2), 274-279. Disponível Online: http://www.springerlink.com/content/f5l606k0t4058k47/fulltext.pdf
6. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?.
Best, S. J., & Kruger, B. (2002). New approaches to assessing opinion: The prospects for electronic mail surveys. International Journal of Public Opinion Research, 14, 73-92.
Couper, M. P., Kapteyn, A., Schonlau, M., & Winter, J. (2007). Noncoverage and nonresponse in an Internet survey. Social Science Research, 36, 131-148.
Dillman, D. A., Phelps, G., Tortora, R., Swift, K., Kohrell, J., Berck, J., & Messer, B. L. (2009). Response rate and measurement differences in mixed-mode surveys using mail, telephone, interactive voice response (IVR) and the Internet. Social Science Research, 38, 1-18.
Truell, A. D., Bartlett, J. E., II, & Alexander, M. W. (2002). Response rate, speed, and completeness: A comparison of Internet-based and mail surveys. Behavior Research Methods, Instruments & Computers, 34, 46-49.
7. O desenho da pesquisa e a utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização secundária de dados recolhidos na Internet. As redes globais de investigação e a comparação internacional de dados.
Hakim, C. (1982). Secondary analysis in social research : a guide to data sources and with examples. London, Allen & Unwin.
Hewson, C. (2007). Gathering data on the Internet: Qualitative approaches and possibilities for mixed methods and research. In A. Joinson, K. McKenna, T. Postmes & U. Reips (Eds.), The Oxford handbook of Internet psychology (pp. 405-428). Oxford, UK: Oxford University Press.
Hewson, C. (2008). Internet-mediated research as an emergent method and its potential role in facilitating mixed methods research. In S. N. Hesse-Biber, & P. Leavy (Eds.), Handbook of emergent methods (pp. 543-570). New York: Guilford Press.
Kelder, Jo-Anne (2005): Secondary Analysis of Qualitative Data, Vol 6, No 1. Disponível Online: http://www.qualitative-research.net/index.php/fqs/article/view/501
Livingstone, Sonia (2003). On the Challenges of Cross-National Comparative Media Research, European Journal of Communication, 18: 477-500.
8. Análise de redes, Webometrics e mapeando a geografia da Internet.
Cheswick, Bill e Burch, Hal (2000), Mapping and Visualizing the internet, In Proceedings of the 2000 USENIX Annual Technical Conference. Disponível Online: http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.20.8595&rep=rep1&type=pdf
Scott, John. (2000). Social Network Analysis: A Handbook. 2nd Ed. Newberry Park, CA: Sage.
Thelwall, Mike (2009). Introduction to Webometrics: Quantitative Web Research for the Social Sciences. Morgan & Claypool.
Wellman, Barry e Berkowitz, Stephen D. (1988). Social Structures: A Network Approach. Cambridge: Cambridge University Press.
9. Princípios éticos na pesquisa social em torno das TICs.
Bruckman, A. S. (2003). Introduction: Opportunities and challenges in methodology and ethics, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online social research (pp. 101-104). New Work: Peter Lang.
Buchanan, E. A. (2000). Ethics, qualitative research and ethnography in virtual space. Journal of Information Ethics, 9, 82-87.
Capurro, R., & Pingel, C. (2002). Ethical issues of online communication research. Ethics and Information Technology, 4, 189-194.
DeLorme, D. E., Zinkhan, G. M., & French, W. (2001). Ethics and the Internet: Issues associated with qualitative research. Journal of Business Ethics, 33, 271-286.
Elgesem, D. (2002). What is special about the ethical issues in online research? Ethics and Information Technology, 4, 195-203.
Ess, C. (2007). Internet research ethics. In A. Joinson, K. McKenna, T. Postmes & U. Reips (Eds.), The Oxford handbook of Internet psychology (pp. 487-502). Oxford, UK: Oxford University Press.
Eynon, R., Schroeder, R., & Fry, J. (2009). New techniques in online research: Challenges for research ethics. Twenty-First Century Society, 4, 187-199.
Hoser, B., & Nitschke, T. (2010). Questions on ethics for research in the virtually connected world. Social Networks, 32, 180-186.
Johnson, D. G. Computer Ethics. Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1994.
Jones, S. (2003). Introduction: Ethics and Internet studies, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online Social Research (pp. 179-186). New Work: Peter Lang.
Markham, A. N. (2008). The methods, politics, and ethics of representation in online ethnography. In N. K. Denzin & Y. S. Lincoln (Eds.), Collecting and interpreting qualitative materials (3rd ed., pp. 247-284). Thousand Oaks, CA: Sage.
McMahon, J. M., & Cohen, R. (2009). Lost in cyberspace: Ethical decision making in the online environment. Ethics and Information Technology, 11, 1-17.
Varnhagen, C. K., Gushta, M., Daniels, J., Peters, T. C., Parmar, N., Law, D., Hirsch, R., Takach, B. S., & Johnson, T. (2005). How informed is online informed consent? Ethics & Behavior, 15, 37-48.
Walther, J. B. (2002). Research ethics in Internet-enabled research: Human subjects issues and methodological myopia. Ethics and Information Technology, 4, 205-216.
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Docentes
Graça Índias Cordeiro
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Apresentar os procedimentos teóricos e metodológicos que sustentam o processo de pesquisa etnográfica, promover uma reflexão crítica sobre os mesmos e incentivar a sua prática no âmbito das investigações em curso.
Programa
CP1 Etnografia e trabalho de campo na história das ciências sociais. CP2 Terrenos para a pesquisa CP3 Observar e registar CP4 Conversar e entrevistar CP5 Descrever, analisar, interpretar CP6 Investigar eticamente CP7 Apresentação e discussão de casos.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica consta de 3 momentos de avaliação:
1. Participação nas discussões em aula (20%); 2. Ensaio final (60%); 3. Discussão do trabalho final (20%)
Alternativamente, exame escrito sobre a totalidade do programa (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007(1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes -Becker, Howard S. 2008(1998) Segredos e truques de pesquisa, Rio de Janeiro: Zahar -Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS -Burgess, Robert G. 1997(1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta -Costa, António F.1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento -Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press -Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company -Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor
Bibliografia Opcional
Agar, Michael H. 1986 Speaking of Ethnography, Beverly Hills: SAGE Atkinson, Paul et alii, 2001 Handbook of Ethnography, London: SAGE Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007 (1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes Becker, Howard S. 1998 Tricks of the Trade: How to Think about Your Research While You're Doing It Chicago: University of Chicago Press Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS Burgess, Robert G. 1997 (1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta Caria, Telmo, 2003 (org.) Experiência etnográfica em ciências sociais, Porto: Afrontamento Céfaï, Daniel (org.) 2003 L?enquête de terrain, Paris: La Decouverte Costa, António F. 1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company Malinowski, Bronislaw, 1992 (1922) Argonauts of the Western Pacific, London: Routledge Sanjek, Roger (ed), 1990 Fieldnotes. The Makings of Anthropology, Ithaca and London: Cornell University Press Sardan, Jean-Pierre 2008 La rigueur du qualitatif. Les contraintes empiriques de l?interprétation socio-anthropologique, Louvain-la-Neuve : Bruylant-Academia Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Weber, Florence 2009 Manuel de l?ethnographe, Paris: PUF Weiss, Robert S. 1994 Learning from Strangers. The art and Method of Qualitative Interview Studies, New York: Free Press
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Helge Jorgens
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
O objectivo desta UC é permitir aos alunos o desenvolvimento de investigação empírica que teste hipóteses científicas no âmbito das políticas públicas. A condução de investigação empírica é crucial tanto para o desenvolvimento do conhecimento científico como para a análise de problemas contextuais mais específicos, como os resultados de uma intervenção. A elaboração e escrita de uma dissertação permitirá aos alunos serem participantes activos na comunidade científica. Por fim, esta UC, permitirá aos alunos o desenvolvimento de uma capacidade crítica relativamente à investigação teórica e empírica. O aluno que complete com sucesso esta UC deverá ser capaz de: - Formular um problema de investigação - Elaborar uma revisão de literatura, e utilizar teorias e evidência empírica para formular hipóteses testáveis - Desenvolver métodos e materiais para o teste empírico das hipóteses - Analisar resultados e rejeitar/confirmar hipóteses - Redigir um artigo científico e um poster.
Programa
No início desta unidade curricular, os alunos poderão escolher um tópico de interesse pessoal e relevante para o actual estado da arte, bem como um orientador. Com o orientador, os alunos deverão: - Formular a questão de partida - Identificar literatura relevante, e elaborar uma revisão teórica e empírica - Formular o problema de investigação e as hipóteses - Desenhar um estudo que teste as hipóteses - Criar um procedimento e os materiais - Conduzir o estudo - Analisar e interpretar resultados - Elaborar o plano da dissertação - Escrever a dissertação
Durante este processo os alunos receberão orientações relevantes para o tema da dissertação e para a condução do processo de investigação em si mesmo, como por exemplo literatura relevante para o tópico e indicações acerca do design a utilizar.
Processo de Avaliação
A dissertação será avaliada por um júri em provas públicas, após a confirmação por parte do orientador de que esta está concluída e se encontra em condições de ser apresentada em provas públicas. A avaliação será baseada no mérito científico do estudo e na sua adequação teórica e metodológica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bardach, Eugene (2009), A Practical Guide for Policy Analysis, Washington DC, CQPress. Bransford, John (2010), How People Learn. Washington DC: National Academy Press. Dror, Yehezkel (2006), ?Training for Policy Makers? in The Oxford Handbook of Public Policy. Ed by Michael Moran, Martin Rein, Robert Goodin, Oxford University Press. Dye, Thomas R. (2010), Understanding Public Policy, Boston, Longman. ISCTE (2008), Normas orientadoras para a dissertação ou trabalho de Projecto de Mestrado. Kingdon, John W. (2003), Agendas, Alternatives, and Public Policies, New York, Longman. Kraft, Michael E., e Scott R. Furlong (2010), Public Policy. Politics, Analysis, and Alternatives, Washington DC, CQPress, Moran, M, Martin Rein, e Robert Goodin (2008), The Oxford Handbook of Public Policy, Oxford, Oxford University Press. Smith, Catherine (2010), Writing Public Policy, New York, Oxford University Press.
Bibliografia Opcional
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Objectivos
O objectivo principal desta UC é preparar os alunos para o desenvolvimento de um projecto aplicado. Os alunos deverão traduzir na prática os conhecimentos teóricos e metodológicos que adquiriram durante o mestrado. A preparação, condução e escrita de um projecto permitirá aos alunos avaliarem criticamente um contexto real e concreto do universo das políticas públicas, identificando temáticas ou problemas relevantes. O aluno que complete com sucesso esta UC deverá ser capaz de: - Traduzir um problema no universo das políticas públicas num problema de investigação; - Elaborar uma revisão de literatura, e utilizar teorias e evidência empírica para formular hipóteses; - Escolher as metodologias de análise apropriados ao problema; - Analisar resultados da intervenção; - Redigir um relatório que sistematize os resultados e que seja facilmente interpretado e utilizado pelos agentes associados às políticas públicas em questão.
Programa
No início desta unidade curricular, os alunos poderão escolher um tópico de interesse pessoal e passível de ser alvo de uma intervenção, bem como um orientador. Com o orientador, os alunos deverão: - Identificar/escolher um problema do universo das políticas públicas a ser intervencionado - Formular o problema de investigação com base no problema escolhido - Identificar literatura relevante e elaborar uma revisão teórica/empírica - Formular hipóteses - Desenhar uma intervenção - Preparar materiais - Conduzir o programa - Analisar e interpretar resultados - Avaliar a eficácia do programa - Escrever um relatório Durante este processo os alunos receberão orientações relevantes para o conteúdo do projecto, como por exemplo literatura relevante para o tópico, indicações acerca do design a utilizar e apresentação do relatório final.
Processo de Avaliação
O relatório do projecto será avaliado por um júri em provas públicas, após a confirmação por parte do orientador de que este está concluído e se encontra em condições de ser apresentado em provas públicas. A avaliação será baseada no mérito científico do estudo e na sua adequação teórica e metodológica. A avaliação será baseada na tradução eficaz/ineficaz de conceitos teóricos e na adequação teórica/metodológica do projecto à intervenção em políticas públicas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bardach, Eugene (2009), A Practical Guide for Policy Analysis, Washington DC, CQPress. Bransford, John (2010), How People Learn. Washington DC: National Academy Press. Dror, Yehezkel (2006), ?Training for Policy Makers? in The Oxford Handbook of Public Policy. Ed by Michael Moran, Martin Rein, Robert Goodin, Oxford University Press. Dye, Thomas R. (2010), Understanding Public Policy, Boston, Longman. ISCTE (2008), Normas orientadoras para a dissertação ou trabalho de Projecto de Mestrado. Kingdon, John W. (2003), Agendas, Alternatives, and Public Policies, New York, Longman. Kraft, Michael E., e Scott R. Furlong (2010), Public Policy. Politics, Analysis, and Alternatives, Washington DC, CQPress, Moran, M, Martin Rein, e Robert Goodin (2008), The Oxford Handbook of Public Policy, Oxford, Oxford University Press. Smith, Catherine (2010), Writing Public Policy, New York, Oxford University Press.
Bibliografia Opcional
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