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MestradoMestrado em Finanças

Corporate governance – demutualization of stock exchanges: an analysis of its benefits

Autor
Sá, Jaime Contreras de Passos Homem de
Data de publicação
07 May 2010
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
Valor
Performance
Desempenho
Concorrência
Competition
Demutualization
Value-enhancement
Desmutualização
Resumo
PT
A realidade bolsista a que hoje assistimos é distinta daquela presenciada noutros tempos. Hoje, resultantes de inúmeros factores, dos quais enalteço o crescimento da concorrência, as bolsas de valores já não são estruturadas como entidades cooperativas. Presentemente, as bolsas são empresas que procuram e lucro e cujo capital é detido por accionistas. Esta nova estrutura veio como consequência do processo de desmutualização. Este processo mais não é que a introdução de um agente que maximiza valor. Há a introdução de um órgão governativo dentro da bolsa, assim como uma separação dos direitos de membros e accionistas. Desde a última década do século passado, o mundo económico tem presenciado um forte crescimento do processo de desmutualização, pelo que, intrigado, tentei analisar o cerne da questão e os seus benefícios. Para examinar, escolhi analisar quatro bolsas de realidades distintas: duas entidades Europeias, uma bolsa Norte Americana e outra Asiática. Após a análise, concluí que esta mudança de estrutura é promotora de valor, uma vez que, após a desmutualização, as receitas crescem, os custos tornam-se eficientes e, na generalidade, há um melhor desempenho geral de cada bolsa. Concluí também, que o efeito concorrência é negativo para o número de empresas listadas em cada bolsa. Contudo, após a desmutualização, esta tendência inverte-se. Outra das minhas conclusões prende-se com o facto de haver uma relação positiva entre melhores desempenhos da bolsa e maior volume the accionistas. Por último, concluí que o processo de desmutualização está também ligado a associações e aquisições entre bolsas.
EN
The stock exchange reality of today is very different to that one our ancestors experienced. Today, due to a variety of reasons, such as competitive pressures, stock exchanges are no longer structured as cooperative venues. Instead, today, trading venues are for-profit enterprises, whose capital is detained by external ownership. This new structure is a result of demutualization. Demutualization consists of the introduction of a residual claimant into the exchange – which maximizes the venues’ value. Furthermore, demutualization is aligned with a structure change, which brings into the exchange a governing board and a separation of ownership and membership rights. Due to an exponential growth of this structure change in the mid 1990s, I was intrigued and, consequently, analysed the benefits of demutualization. Through an analysis of four distinct exchanges: two from Europe, one from North America and one from Asia, I objectively analyse a set of financial and volume indicators, and the evolution of ownership. Through this analysis, I conclude that demutualization is valueenhancing, in the sense that revenues increase, costs become efficient, and the overall performances of the sample exchanges seemingly improve. Moreover, I conclude that competitive pressures tend to reduce the volumes of listed companies in the exchange and, given demutualization, the trend is reversed. Through the analyses of the structure of ownership, I positively correlate the growth of the shareholder base to improved performances. Lastly, I link demutualization with mergers and acquisitions.

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