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MestradoMestrado em Estudos Internacionais

Médecins sans frontières and the limitations of humanitarian aid: (filling a gap)

Autor
Costa, João Miguel Gomes de Almeida Gama
Data de publicação
20 Jan 2022
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
Asylum seekers
Requerente de asilo
Humanitarian aid
Médecins Sans Frontières (MSF)
European "refugee crisis"
Lesvos
Témoignage
Ajuda humanitária -- Humanitarian help
Médicos sem Fronteiras (MSF)
“Crise dos Refugiados” na Europa
Lesbos
Resumo
PT
Em 2015, o número crescente de pessoas a procurar abrigo na Europa foi retratado como uma “crise de refugiados”. A resposta dos estados-membros União Europeia (UE) tardou e por isso centenas de organizações humanitárias foram chamadas a prestar ajuda de emergência a milhões de refugiados. Esta dissertação explora esta crise através do olhar de uma organização humanitária na ilha grega de Lesbos, para compreender o seu papel e limitações na tentativa de “preencher um vazio” criado por governos eleitos. Os Médicos Sem Fronteiras (MSF) foram escolhidos não apenas pela sua longa história de trabalho humanitário, mas também pela posição crítica da resposta europeia à “crise de refugiados”. Ao dar voz a atores humanitários e refugiados, esta dissertação aborda os anos mais desafiantes em Lesbos – 2019 a 2021, um período marcado pela destruição do maior campo de refugiados da Europa, Moria. Ao explorar a ação dos MSF durante este período, a dissertação argumenta que a organização humanitária escolheu o lado dos requerentes de asilo, os seus membros escolheram ser “testemunhas ativas” em vez de “meros espectadores” (Terry, 2000, p.4). Os MSF escolheram uma ação “não- neutra” para responder às limitações enfrentadas pela ajuda humanitária, durante a “crise de refugiados” europeias. Com constantes apelos por responsabilidade política, os MSF recusam um papel limitado, a exonerar os estados das suas responsabilidades. Em vez de se limitar a “preencher um vazio”, a organização está aberta a desafiar a UE sobre a resposta ao acolhimento de refugiados que tinha à sua porta.
EN
In 2015 the increasing number of people looking for shelter in Europe was portrayed as a “refugee crisis”. Due to a lack of response from European Union (EU) state-members, hundreds of humanitarian organizations were called to provide emergency aid to millions of refugees. This dissertation explores this crisis through the lens of one humanitarian organization in the Greek island of Lesvos, to understand their role and limitations in the attempt to “fill a gap” created by elected governments. Médecins Sans Frontières (MSF) was chosen not only because of its long history of humanitarian work, but also because of its critical position in the European response to the “refugee crisis”. By giving a voice to frontline health workers and asylum seekers, this dissertation addresses the most challenging years in Lesvos – 2019 to 2021, a period marked by the destruction of the largest refugee camp in Europe, Moria. Exploring MSF action during this period of the European “refugee crisis”, it is argued that the humanitarian organization has taken a side, the side of asylum seekers arriving, humanitarian actors have chosen the role of “active witnesses” instead of “merely spectators” (Terry, 2000, p.4) in a “non- neutral” way to answer to the limitations of humanitarian aid. With a constant call for political responsibility MSF refuses to be confined to a role and to exonerate states from their responsibilities. Instead of just “filling a gap”, the organization is open to challenge the role of the European Union (EU) in receiving refugees at its doorstep.

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