|
|
|
|
|
1 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Cláudia Álvares
Departamento de Sociologia
Gustavo Leitão Cardoso
Departamento de Sociologia
Objectivos
A Internet tem sido associada a mudanças sociais na governação, nos negócios, na investigação e em muitas outras áreas da vida quotidiana. A investigação sobre as implicações sociais da Internet ainda está numa fase inicial mas algumas ideias-chave foram forjadas. Este curso proporcionará uma visão geral actualizada dos principais desenvolvimentos no seio de várias disciplinas das ciências sociais, incluindo os estudos da comunicação, sociologia e ciência política. Um dos objectivo do curso passa por identificar as sobreposições e divergências entre diferentes abordagens de investigação. Outro é dar uma base comum para a investigação sobre a Internet, a sua formação social e impacto a alunos com formações de origem em diversas disciplinas.
Programa
O curso irá identificar os pontos fortes e fracos das diferentes abordagens das ciências sociais. Irá cobrir grandes debates teóricos e as evidências empíricas necessários para a sua avaliação. O curso é transversal a alguns temas-chave ? incluindo o papel das tecnologias de informação e comunicação na vida quotidiana, a fractura digital entre sociedades desenvolvidas e em vias de desenvolvimento, e a relação entre a Internet e outras tecnologias, como telefones móveis ? de forma a ilustrar a amplitude e a variedade da áreas de estudos da Internet. Os tópicos abordarão ?A Internet na Vida Quotidiana: Domesticação e Globalização?; ?Investigação da Experiência do Utilizador: Uma Perspectiva da Indústria?; ?A Psicologia Social das Relações Mediadas por Computador?; ?Telefones Móveis, Internet e Contactibilidade Permanente?; ?Jovens e Novos Media?;? Pesquisa e Acesso à Informação e Conhecimento?; ?A política e a Internet?; e ?Internet e Sociedade: Visões e Realidades?.
Processo de Avaliação
Participação activa em todas as sessões. Escrita de um primeiro draft de um artigo de investigação. O tempo total de trabalho necessário para a redacção deste trabalho é contabilizada em cerca de 20 horas de pesquisa em biblioteca, cálculos e/ou trabalho de campo. A versão final do artigo representará 70% da nota. A originalidade e a inovação no trabalho de investigação para a redacção do artigo contribuirá para a avaliação com 20%. E a participação/assiduidade no seminário será avaliada em 10%.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Haddon, L. (2004) Information and Communication Technologies in Everyday Life: A Concise Introduction and Research Guide, Berg; Ling, R. (2004) The Mobile Connection: The Cell Phone's Impact on Society, Morgan Kaufmann; Wellman, B. & Haythornthwaite, C. (Eds) (2002) The Internet in Everyday Life, Oxford University Press; Bakardjieva, M. (2005) Internet Society, Sage; Berker, T, Hartmann, M., Punie, Y and Ward, K. (Eds) (2005) Domestication of Media and Technologies, Open University Press; Ito, M., Matsuda, M. & Okabe, D. (Eds) (2005) Personal, Portable, Pedestrian, Mobile Phones in Japanese Life, MIT Press; Buckingham D. and R. Willett, Digital Generations (Eds) (2006) Digital Generations, Erlbaum; Ito, M. (2010) Hanging Out, Messing Around and Geeking Out: Kids Living and Learning with New Media, MIT Press, Cambridge, MA; Van Dijk, J. (2005) The Deepening Divide: Inequality in the Information Society, Sage, London; Castells, M. (2001), Internet Galaxy, OUP, Oxford.
Bibliografia Opcional
----------------------
|
|
|
|
|
Docentes
Caterina Foa
Departamento de Sociologia
Miguel Crespo
Departamento de Sociologia
Objectivos
Programa
1.? O novo ecossistema dos media na Era Pós-Industrial 2.? A rutura dos modelos de media da Era Industrial 3.? O jornalista empreendedor: reinventar o jornalismo 4.? A cultura das startup tecnológicas e sua importância para o jornalismo 5.? Da ideia inicial à startup: o desenvolvimento de um projeto 6.? Elevator pitch: como apresentar um projeto 7.? Sete passos para o jornalismo empreendedor segundo Jeremy Caplan 8.? Princípios do Design Thinking: inspiração, ideation e implementação 9.? Business Model Generation: a elaboração de canvas para modelos de negócio.
Processo de Avaliação
Avaliação:1)ao longo do período letivo e 2) avaliação final 1)Assiduidade igual ou superior a 80% e participação ativa (10%); trabalho escrito individual(30%) 2)Trabalho escrito individual:projeto de uma startup de jornalismo e informação.Tempo total de trabalho necessário para a redação é contabilizado em cerca de 20 h. Ficam aprovados os alunos que tenham notas superiores a 9,5 valores nas 2 avaliações (admitidas 2 faltas) Os alunos podem submeter-se a exame final escrito,valor de 100% da nota
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Anderson, C.W; Bell, Emily; and Sharky, Clay. Post-Industrial Journalism: Adapting to the Present. Columbia Journalism School, Tow Center, 2012. disponível online Briggs, Mark. Entrepreneurial Journalism: How to Build What?s Next for News. CQ Press, Thousand Oaks, CA, 2012. Christensen, Clayton M.; Skok, David; Allworth, James. Be the Disruptor, in Nieman Reports, Fall 2012, Vol. 66, No. 3, The Nieman Foundation for Journalism at Harvard University. disponível online. Osterwalder, Alexander and Pigneur, Yves. Business Model Generation. John Wiley and Sons Inc., Hoboken, NJ 2010. Ries, Eric. The Lean Startup. Crown Business, New York, NY. 2011.
Bibliografia Opcional
-
|
|
|
|
|
Docentes
Filipa Martins
Departamento de Sociologia
Hélia Gonçalves Pereira
Departamento de Marketing, Operações e Gestão Geral
Ricardo Tomé
Departamento de Sociologia
Objectivos
A Unidade Curricular pretende preparar profissionais para compreenderem e contribuírem para o processo de gestão estratégica de organizações que atuam no mercado dos media. Nesse sentido, serão exploradas as diferentes características de plataformas convencionais e digitais e as suas implicações na gestão da mudança organizacional e no desenvolvimento de estratégias para cada uma das plataformas ou multi-plataforma.
Programa
CP1. A estratégia empresarial num mundo imprevisível CP2.Novos modelos competitivos para novas plataformas de conteúdos CP3.Mudança e desenvolvimento organizacional para responder a desafios estratégicos CP4.Desenvolver estratégias para um mercado multi-plataforma.
Processo de Avaliação
A avaliação é realizada em 2 momentos: 1) ao longo do período letivo e 2) avaliação final. 1- Frequência: 40% 2- Relatório: 50% 3- Participação: 10% Em alternativa os alunos podem submeter-se a exame final escrito, com valor de 100% da nota.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- TAPSCOTT, Dan, WILLIAMS, Anthony D. (2010) MacroWikinomics: New Solutions for a Connected Planet, Penguin Books - ANDERSON, Chris (2006) The Long Tail: Why the Future of Business is Selling Less of More, Hyperion - FONSECA, José (2002) Complexity and Innovation in Organizations, Routledge - BATTELLE, John (2005) The Search: How Google and Its Rivals Rewrote the Rules of Business and Transformed Our Culture, Penguin
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
Docentes
Jorge Vieira
Departamento de Sociologia
Luís da Silva Soares
Departamento de Sociologia
Objectivos
Esta UC está estruturada em torno da investigação académica sobre o uso articulado de vários media para o desdobramento de uma narrativa.
Tem como objetivo geral uma introdução, quer ao pensamento teórico, quer às melhores práticas de produção em multiplataforma no campo das indústrias de entretenimento.
Pretende ainda o enquadramento destas narrativas transmedia no actual panorama mediático, fomentando uma compreensão profunda dos principais conceitos e debates relativos às novas tecnologias de informação e comunicação.
Programa
Esta UC aborda o estudo de narrativas transmedia desdobrando o percurso pedagógico sobre várias dimensões temáticas articuladas entre si.
P1: Olhar panorâmico sobre o movimento contemporâneo favorável ao advento de narrativas transmedia e entretenimento multiplataforma
P2: Propostas de definição da categoria "transmedia" e termos similares
P3: Genealogia deste tipo de narrativas
P4: Características chave de uma narrativa transmedia P5: Estratégias de construção de uma narrativa em várias plataformas de media
P6: Métodos de análise de um projeto transmedia
Processo de Avaliação
Participação ativa e assiduidade com peso de 10% na nota final.
Apresentação oral com peso de 20%.
Trabalho individual escrito com peso de 70%, com uma componente teórica/conceptual, complementada com um caso de estudo prático ou projecto. O tempo total necessário para o trabalho é estimado em cerca de 20 horas e este deverá ocupar 15 páginas
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Evans, Elizabeth (2011) 'Transmedia Television: Audiences, New Media, and Daily Life', London, Sage
Gambarato, Renira Rampazzo (2013) 'Transmedia Project Design: Theoretical and Analytical Considerations', Baltic Screen Media Review 1, 81-100.
Gambarato, Renira Rampazzo & Lorena Peret Teixeira Tárcia (2016) 'Transmedia Strategies in Journalism', Journalism Studies, 1-19.
Jenkins, Henry (2006), Convergence Culture. Where Old and New Media Collide, New York and London, New York University Press.
Jenkins, Henry (2010), "Transmedia Storytelling and Entertainment: An annotated syllabus", Continuum: Journal of Media & Cultural Studies, XXIV, (6), pp.943-958
Pratten, Robert (2011), Getting Started in Transmedia Storytelling. A Practical Guide for Beginners, Marston Gate, self-published.
Scolari, Carlos (2013) Narrativas Transmedia: Cuando Todos Los Medios Cuentan, Bilbao, Deusto
Bibliografia Opcional
Bernardo, Nuno (2011) The Producer's Guide to Transmedia. How to Develop, Fund, Produce and Distribute Compelling Stories Across Multiple Platforms, Lisbon, beActive books.
Bernardo, Nuno (2013) Transmedia 2.0, How to create an entertainment brand using a transmedial approach to storytelling, Lisbon, beActive books.
Dena, Christy (2009) Transmedia Practice: Theorising the practice of expressing a fictional world across distinct media and environments. PhD Thesis, School of Letters, Art and Media, Sydney
Edmond, Maura (2015) 'All platforms considered: Contemporary radio and transmedia engagement', New Media & Society 17(9), 1566-1582
Evans, Elizabeth (2015) 'Layering Engagement: The Temporal Dynamics of Transmedia Television', Storyworlds: A Journal of Narrative Studies 7(2), 111-19.
Evans, Elizabeth (2008) 'Character, audience agency and transmedia drama', Media, Culture & Society 30(2), 197-213, Sage
Graves, Michael (2011) 'Lost in a Transmedia Storytelling Franchise: Rethinking Transmedia Engagement'. PhD Thesis, Film and Media Studies and the Graduate Faculty of the University of Kansas, Kansas
Jenkins, Henry (2003), "Transmedia Storytelling. Moving characters from books to films to video games can make them stronger and more compelling", MIT Technology Review, (Online). Available at: http://www.technologyreview.com/news/401760/transmedia- storytelling/.
Jenkins, Henry (2007), "Transmedia Storytelling 101", Confessions of an Aca-Fan. The Official Weblog of Henry Jenkins, (Online). Available at: http://henryjenkins.org/2007/03/ transmedia_storytelling_101.html.
Jenkins, Henry (2009a), "The Revenge of the Origami Unicorn: Seven Principles of Transmedia Storytelling (Well, Two Actually. Five More on Friday)", Confessions of an Aca- Fan. The Official Weblog of Henry Jenkins, (Online). Available at: http://henryjenkins.org/ 2009/12/the_revenge_of_the_origami_uni.html.
Jenkins, Henry (2009b), "Revenge of the Origami Unicorn: The Remaining Four Principles of Transmedia Storytelling", Confessions of an Aca-Fan. The Official Weblog of Henry Jenkins, (Online). Available at: http://henryjenkins.org/2009/12/ revenge_of_the_origami_unicorn.html.
Jenkins, Henry (2010), "Transmedia Storytelling and Entertainment: An annotated syllabus", Continuum: Journal of Media & Cultural Studies, XXIV, (6), pp.943-958.
Jenkins, Henry, Sam Ford and Joshua Green (2013), Spreadable Media. Creating Value and Meaning in a Networked Culture, New York and London, New York University Press.
Long, Geoffrey A. (2007), Transmedia Storytelling. Business, Aesthetics and Production at the Jim Henson Company, Master Thesis in Comparative Media Studies, Massachusetts Institute of Technology, Cambridge
Mittell, Jason (2013), "Forensic Fandom and the Drillable Text", Spreadable Media: Enhanced Version, (Online). Available at: http://spreadablemedia.org/essays/mittell/#.VHqBXmSsWtu. Moloney, Kevin T. (2011), Porting Transmedia Storytelling to Journalism, Master Thesis in Social Sciences, Denver, University of Denver.
Pearson, Roberta & Anthony N. Smith (eds.) (2015) Storytelling in the media convergence age. Exploring screen narratives, Hampshire, Palgrave Macmillan
Perryman, Neil (2008), "Doctor Who and the Convergence of Media: A Case Study in 'Transmedia Storytelling'", Convergence: The International Journal of Research into New Media Technologies, XIV, (1), pp.21-39.
Rodríguez-Ferrándiz, Raúl et al. (2014) 'Transmedia contents created around Spanish television series in 2013: typology, analysis, overview and trends', Communication & Society 27(4), 73-94. Roos, Cecilia (2012) 'Producing Transmedia Stories. A Study of Producers, Interactivity and Prosumption', Malmö, Malmö University.
Scolari, Carlos Alberto (2009) 'Transmedia Storytelling: Implicit Consumers, Narrative Worlds, and Branding in Contemporary Media Production', International Journal of Communication, 1-21.
Scolari, Carlos, Paolo Bertetti & Matther Freeman (2014) Transmedia Archaeology. Storytelling in the Borderlines of Science Fiction, Comics and Pulp Magazines, Basingstoke, Palgrave
Smith, Aaron Michael (2009) 'Transmedia Storytelling In Television 2.0', Thesis, Middlebury College.
Smith, Aaron Michael (2011) 'Lost in a Transmedia Universe', Geminis, 1-31.
Ugartemendía, José Ig Galán (2012) 'La transmedialidad, una nueva gramática para el sujeto complejo', Portal Comunicación, http://portalcomunicacion.com/lecciones_det.asp?id=71
Various Authors (2014) International Journal of Communication, Special Issue "Transmedia Critical: Empirical Investigations into Multiplatform and Collaborative Storytelling"
|
|
1 Ano | 2 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
Docentes
Joana Azevedo
Departamento de Sociologia
Objectivos
A unidade curricular Desenho da Pesquisa tem como objetivo principal fornecer aos estudantes de nível de mestrado os instrumentos conceptuais e operativos fundamentais para o desenho de um projeto de pesquisa e/ou intervenção em ciências sociais. Tratando-se de uma unidade curricular comum a vários mestrados ela está desenhada para o cumprimento de um objetivo final: apetrechar os estudantes para a elaboração de um projeto próprio.
Programa
1.A pesquisa como produtora de conhecimento: condições, procedimentos. a.A pesquisa empírica teoricamente orientada. b.A pesquisa social como 'problem solving': diagnósticos, avaliações. c.A ética da investigação nos diferentes tipos de pesquisa. 2.Estratégias metodológicas. a.Estratégias metodológicas e objectivos da pesquisa. b.Pesquisa extensiva: grandes inquéritos e bases de dados estatísticos. Exemplos. c.Pesquisa intensiva: estudos de caso, pesquisa de terreno, observação participante, abordagem etnográfica. Exemplos. d.A investigação acção e a intervenção social. Exemplos. e.Pesquisa comparativa: objectivos e problemas da comparação. Exemplos. f.Os 'métodos combinados'. Exemplos. 3.Como desenhar um projecto de pesquisa e/ou intervenção. a.Formulação do problema e definição de objetivos. b.Conceptualização. c.Operacionalização e observação. d.Redação do projeto.
Processo de Avaliação
A avaliação implica por parte dos estudantes as seguintes modalidades de trabalho pessoal: - Participação nas aulas e leitura cuidadosa da bibliografia de trabalho (15%); - Apresentação sintética em aula do seu projeto (20%); - Elaboração de um projeto de pesquisa e/ou intervenção - trabalho escrito final (individual) (65%).
A avaliação desta UC não contempla a realização de exame escrito final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Babbie,Earl,(1989),The Practice of Social Research, Belmont, California Wadsworth Publishing Comp.;Blaikie,N.(2007),Approaches to social enquiry:advancing knowledge,Cambridge,Polity Press;Bryman,Alan(2012)Social Research Methods,Oxford,OUP; Capucha,Luís(2008,Planeamento e Avaliação de Projectos,Guião Prático,Lisboa, DGIDC/ME;Creswell,John W.(2003,Research design: qualitative, quantitative,and mixed methods approaches,Thousand Oaks,Sage;Oyen,Else(1990,Comparative Methodology.Theory and practice in international social research, London, Sage; Della Porta, Donatella e M. Keating(eds.)(2008)Approaches and Methodologies in the Social Sciences.A Pluralist Perspective,Cambridge,Cambridge University Press;Ragin, Charles (1994), Constructing Social Research.The Unity and Diversity of Method, Thousand Oaks,Pine Forge; Silverman, David (ed.)(2011)Qualitative Research, London, Sage; King,G.,Keohane, R,Verba, S.(1994),Designing Social Inquiry, Princeton,Princeton University Press;
Bibliografia Opcional
Aguilar, Maria José e & Ander-Egg, Ezequiel, (1995) Avaliação de serviço e programas sociais. 2ª ed. Petrópolis, Vozes. Beckett, Chris (2010), Assessment and intervention in social work, Sage Publications, London. Blanchet, A. et. al., (1985), L'entretien dans les Sciences Sociales, Paris, Dunod. Booth, Wayne C., Gregory G. Colomb e Joseph M. Williams (2003), The Craft of Research, Chicago, The University of Chicago Press. Bourdieu, Pierre. (1997), "Compreender" in Bourdieu, Pierre (Org.). A miséria do mundo. Petrópolis: Vozes, p. 693-713. Brady, Henry E. and David Collier (2004), Rethinking Social Inquiry: Diverse Tools Shared Standards, Lanham, Rowman & Littlefield Publishers. Brannen, Julia (2005), Mixed methods research: a discussion paper, Economic & Social Research Council, National Centre for Research Methods. URL: http://eprints.ncrm.ac.uk/89/1/MethodsReviewPaperNCRM-005.pdf Bryman Alan (2007), "Barriers to integrating quantitative and qualitative research" Journal of Mixed Methods Research, 1, pp.8-22. Burgess, Robert, (2001) A pesquisa de terreno, Oeiras, Celta Editora Capucha, Luís e Paulo Pedroso (1996) (orgs.), Sociologia Problemas e Práticas, nº 22 (Número especial sobre metodologias de avaliação). Carvalho, Helena (2004), Análise Multivariada de Dados Qualitativos, Lisboa, Sílabo. Comissão Europeia (1993), Gestão do ciclo de projecto: abordagem integrada e quadro lógico, Métodos e instrumentos para a gestão do ciclo de projecto, n.º 1, Luxemburgo. Costa, António Firmino da (1986), "Pesquisa de terreno em sociologia" in, J.Madureira Pinto e A. S. Silva (orgs.), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Edições Afrontamento. Dogan, Mattei, e Dominique Pelassy (1990, 1984), How to Compare Nations. Strategies in Comparative Politics, New Jersey, Chatham House Publishers. European Institute of Public Administration (2004), Improving an organization through self-assessment? common assessment framework, Maastricht, European Institute of Public Administration Evera, Stephen van (1997), Guide to Methods of Students of Political Science, Ithaca, Cornell University Press. Field, Andy (2005), Discovering Statistics Using SPSS, London Sage Publications. Gauthier, Benoît (2003), Investigação Social: da problemática à colheita de dados, Loures, Ed Lusociência. Ghiglione, Rodolphe e Benjamin Matalon (1992) O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora.; Giddens, Anthony (2004),"Métodos de Investigação em Sociologia", em Sociologia (4ª edição, revista e actualizada), Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, pp. 2-19; pp. 641-663. Jensen, Klaus B. (Org.) (2012) A Handbook of Media and Communication Research. Londres e Nova Iorque: Routledge, 2ª Edição. Kaufmann, Jean-Claude, (1996), L'entretien compréhensif, Paris, Nathan. Landman, Todd (2003), Issues and Methods in Comparative Politics. An Introduction, Londres, Routledge. Maxwell,Joseph A. (2008) Qualitative Research Design: an Interactive Approach, Thousand Oaks, Sage; McLaughlin, Hugh (2007), Understanding social work research, London, Sage. Pais, José Machado (2003 [2001]) Ganchos, Tachos e Biscates. Jovens,Trabalho e Futuro, Porto, Âmbar Peters, Guy B. (1998), Comparative Politics. Theory and Methods, New York, New York University Press. Quivy, R.,L. Champenhoud,(2003), Manual de Investigação em Ciências Sociais, Lisboa, Gradiva. Ragin, Charles C. (1987) The Comparative Method: Moving Beyond Qualitative and Quantitative Strategies, Berkeley/Los Angeles/London, University of California Press. Sartori, G. e Leonardo Morlino (1991) La Comparación en las Ciencias Sociales, Madrid, Alianza Editorial Schiefer, Ulrich, et al. (2007), Método aplicado de planeamento e Avaliação. Manual de Planeamento e Avaliação de Projectos. Estoril. Editora Principia. Scott, J. (1990) A Matter of Record: Documentary Sources in Social Research, Cambridge, Polity Press. Shaw, Ian; Gould Nick (2001) Qualitative Research in Social Work, 2nd edition London, Sage Publications. Silva, Augusto Santos e J. Madureira Pinto, (1986) (Org), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Edições Afrontamento; Thompson, Neil (2009) Understanding social work, 3rd ed. Basingstoke, Palgrave Macmillan. Turner, Francis J. (2005). Social Work Diagnosis in Contemporary Practice. New York , Oxford. University Press. Turner, Jonathan (2005) "A new approach for theoretically integrating micro and macro analysis", in Craig Calhoun, C. Rojek,B. Turner (Ed.) , The Sage Handbook of Sociology, London, Sage Publications Whyte, William Foote (ed.) (1991), Participatory Action Research, Sage. Wilson, Kate e al.). (2008), Social Work. An introduction to contemporary practice. Harlow, Pearson Longman, (p. 235-295).
|
|
|
|
|
Docentes
Caterina Foa
Departamento de Sociologia
Miguel Crespo
Departamento de Sociologia
Objectivos
O objetivo geral é que os alunos absorvam e dominem os principais temas e as técnicas-chave ligados à teoria da empresa e dos sectores. O trabalho envolve o estudo das organizações económicas em contextos competitivos mas, também, regulados. Serão abordados conceitos, métricas e predições relacionados com evolventes sectoriais, estrutura de mercado, fronteiras da empresa, interação estratégia, deliberação empresarial. O estudo da teoria e a experimentação empírica são aplicados ao sector da comunicação, com especial ênfase na esfera digital.
Programa
P1. Teorias da empresa: a) teoria convencional e o problema da produção b) teoria da agência e o problema da governança c) teoria neo-institucionalista e o problema da terceirização d) teoria evolucionista e o problema da inovação
P2. Análise ambiental distante e próxima: a) Macro-contexto estrutural b) Meso-contexto estratégico c) Micro-contexto organizacional
P3. Desenho de estratégias no mercado a) Estratégias preço e não-preço b) Diversificação e diferenciação c) Desenvolvimento de produtos e processos d) Negócios informacionais e em rede
P4. Fontes da liderança industrial a) Empreendorismo e emergência de sectores b) Dinâmica industrial e evolução sectorial c) Posicionamento e vantagem competitiva d) Sustentar o desempenho no longo prazo
Processo de Avaliação
A avaliação é realizada em 2 momentos: 1) ao longo do período letivo e 2) avaliação final. 1- Frequência: 40% 2- Relatório: 50% 3- Participação: 10% A avaliação pressupõe a revelação das competências de escrita e orais, qualidade da pesquisa bibliográfica realizada, conhecimentos adquiridos e a capacidade de análise e síntese.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Besanko, D. (2013), Economics of Strategy, 6th edition Wiley. - Albarran, A., S.M. Chan-Olmsted e M.O. Wirth (eds) (2006), Handbook of Media Management and Economics, London: Lawrence Erlbaum Associates, Publishers.
Bibliografia Opcional
- Shapiro, C. e H. Varian (1998), Information Rules: A Strategic Guide to the Network Economy. - Geroski, P. (2003), The Evolution of New Markets, Oxford: Oxford University Press. - Cunha, M.P., J.V. Cunha e S. Mendonça (2010), Empresa, Progresso e Contestação: O Primeiro Século de Estudos Organizacionais, Lisboa: Sílabo. - Cardoso, G. (ed. (2013), A Sociedade dos Ecrãs, Lisboa: Tinta da China. - Albarran, A. (2010), The Media Economy, London: Routledge. - Picard, Robert G. (2002), Media Firms: Structures, Operations, and Performance, London: Routledge. - Alexander, A. et al. (eds) (2004), Media Economics: Theory and Practice, London: LEA, Publishers. - Albarran, A., S.M. Chan-Olmsted, M.O. Wirth (eds) (2006), Handbook of Media Management and Economics, London: LEA, Publishers. - Recursos como o ?Jounal of Media Economics? e fontes como http://bit.ly/1ywSXO9 e http://bit.ly/1uRVUas
|
|
|
|
|
Docentes
Nelson Campos Ramalho
Departamento de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional
Objectivos
Após a conclusão bem-sucedida desta UC os estudantes deverão explicar as relações entre a gestão de recursos humanos (GRH) e o desempenho organizacional, tendo por base a evidência disponível mais recente sobre este tópico e conceber capazes de estimular o desempenho em condições competitivas diferenciadas. OA1. Descrever as condições nas quais a competitividade organizacional está associada às práticas e sistemas de GRH OA2. Conceber estratégias de RH capazes de originar diferentes vantagens competitivas sustentáveis OA3. Avaliar a adequação entre sistemas de GRH e eventos estratégicos específicos
Programa
CP1. GRH e organizações: das práticas de GRH à performance CP2. Diferentes tipos de alinhamento: horizontal, vertical e temporal CP3. O modelo AMO CP4. GRH e capacidades organizacionais: clima de serviço, coordenação relacional e fiabilidade CP5. GRH e capacidades dinâmicas: ambidextria, aprendizagem organizacional, resiliência organizacional CP6. GRH no contexto de grandes movimentos estratégicos
Processo de Avaliação
A avaliação periódica implica: um exame escrito (70%); um trabalho de grupo (30%) Os alunos que não realizem alguma destas componentes da avaliação, que obtenham nota inferior a 10 na componente individual ou que tenha uma taxa de presença nas aulas inferior a 2/3 das leccionadas deverão submeter-se a avaliação final (exame que conta 100% da nota final).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bhamra et al. (2011). Resilience: The concept, a literature review and future directions. International Journal of Production Research, 49, 18, 5375-5393. Birkinshaw, J. & Gibson, C. (2004). Building ambidexterity into an organization. Sloan Management Review, Summer, 47-55. Christianson, M. K. et al. (2011). Becoming a high reliability organization. Critical Care, 15, 314. Easterby-Smith, M., et al. (2009). Dynamic capabilities: Current debates and future directions. British Journal of Management, 20, S1-S8. Gittell, J. (2011). New direction for relational coordination theory. In Cameron & Spreitzer (Eds), The Oxford handbook of positive organizational scholarship. Oxford University Press. Schneider, B. et al. (2006). The climate of service: A review of the construct with implications for achieving CLV goals. Journal of Relationship Marketing, 5, 2/3, 1111-132.
Bibliografia Opcional
-
|
|
|
|
|
|
Objectivos
O principal foco da UC será o conhecimento dos estudos de audiência, metodologias e técnicas para a recolha de informação e indicadores disponibilizados para o planeamento de investimentos publicitários.
Programa
1.- O papel dos estudos de audiência na decisão de investimentos publicitários 2.- Metodologias de estudos de audiência utilizadas em Portugal e no mundo 2.1.Internet 2.2.Televisão 2.3.Rádio 2.4.Imprensa 2.5.Outdoor 3.- Características dos media do ponto de vista da comunicação publicitária 4.- O planeamento de investimentos publicitários - fundamentos teóricos 5.- Os conceitos, as variáveis para análise e os indicadores 6.- A web 2.0 7.- As 4 fases de entrada nas redes sociais 8.- Os 3 objetivos principais a conseguir nas redes sociais 9.- Tipos de comunidades online 10.-Como gerir páginas de facebook: as 7 regras-chave 11.- Modelo Social Media War 12.- Facebook, Twitter, Instagram, Youtube, Linkedin, Snapchates utilizados no planeamento de meios
Processo de Avaliação
2 momentos:1) ao longo do período letivo e 2) avaliação final 1)Assiduidade igual ou superior a 80% e participação ativa:10%;trabalho escrito individual:30% 2)Trabalho escrito individual:projeto de uma startup de jornalismo e informação.O total de trabalho necessário para a redação é contabilizado em cerca de 20 horas Ficam aprovados os alunos com notas superiores a 9,5 val nas 2 avaliações (admitidas 2 faltas) Em alternativa, podem submeter-se a exame final escrito,com valor de 100% da nota
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Sissors, Jack Z. e Baron, Roger B. (2010), Advertising Media Planning, McGraw-Hill (7ª edição). Lobo, Mª Ángeles González e López, Enrique Carrero (2008), Manual de Planificación de Medios, Madrid, ESIC - Business Marketing School (5ª edição). STERNE, JIM, "Social Media Metrics - How to measure and optimize your marketing investment" KABANI, Shama; BROGAN, CHRIS "The Zen of Social Media Marketing: An Easier Way to Build Credibility, Generate Buzz, and Increase Revenue", QUALMAN, ERIK, "Socialnomics: How Social Media Transforms the Way We Live and Do Business" BERGER, JONAH, "Contágio"
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
Docentes
Pedro António Ferreira
Departamento de Contabilidade
Objectivos
1. Compreender o impacto económico e financeiro das decisões. 2. Compreender a utilidade da informação financeira para a tomada de decisões, direcionada para a indústria de media.
Programa
1 - Dinâmica do Negócio e Decisões 1.1. Negócio, atividades e decisões 1.2. Decisões de negócio e demonstrações financeiras 1.3. O sistema de informação financeira 1.4. A empresa em movimento 1.5. Decisões económicas e financeiras em empresas de media 2 - Decisões de Financiamento e de Investimento 2.1. Conceitos e fundamentos 2.2. Efeito das decisões de financiamento e investimento na posição financeira 2.3. Preparação do balanço 3 - Decisões Operacionais 3.1. Conceitos e fundamentos 3.2. Efeito das decisões operacionais na posição económica 3.3. Preparação da demonstração dos resultados 3.4. Decisões de negócio, balanço e demonstração dos resultados: integração 4 - Outcomes das Decisões e Modelização 4.1. Valor, performance e resultados 4.2. Drivers do valor económico do negócio 4.3. Modelização e modelos práticos 4.4. Análise dos efeitos das decisões
Processo de Avaliação
Duas modalidades: 1. Avaliação periódica - Resolução de casos e trabalho de grupo, com eventual discussão oral(40%) - Exame final (60%) Requisitos: - Assiduidade mínima de 2/3 das aulas - Execução dos trabalhos/casos de avaliação - Média mínima de 10 valores nas casos e trabalhos - Nota mínima de 8 (7,5) valores no exame 2. Avaliação por exame: - Exame final (100%) Defesa de nota: para classificação superior a 16 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1. Short, Libby and Libby (2014), Financial Accounting - Global Edition, McGraw Hill. 2. Lourenço, I., et al., (2018), Fundamentos de Contabilidade Financeira - Teoria e Casos (2ª Ed.), Lisboa: Sílabo. 3. Jordan, H., Carvalho das Neves, J. & Rodrigues, J. (2015), O Controlo de Gestão, 10ª. Edição, Áreas Editora. 4. Textos de apoio e casos práticos elaborados pelos docentes e distribuídos ao longo da unidade curricular (exercises and lecture notes).
Bibliografia Opcional
1. Fraser, L. M. and Ormiston, A. (2015), Understanding Financial Statements - Global Edition, 11th Edition, Harlow, Essex: Pearson. 2. Merchant, K. A. and Van der Stede, W. A. (2017), Management Control Systems, 4th Edition, Financial Times/Prentice Hall. 3. Lourenço, I. C., Ferreira, P. A., Simões, A. M. e Pais, C. A. (2013). IFRS Demonstrações Financeiras - Casos para Executivos, Coimbra: Almedina. (Casos práticos) 4. Mota, A. G., Barroso, C., Soares, H. e Laureano, L. (2014). Introduction to Corporate Finance (1st Ed.), Lisboa: Edições Sílabo (eBook) (English Edition). 5. Mota, A. G., Barroso, C., Soares, H. e Laureano, L. (2013), Introdução às Finanças - Fundamentos de Finanças com Casos Práticos Resolvidos e Propostos, 1ª edição, Lisboa: Edições Sílabo (Edição portuguesa). 6. Outra a indicar ao longo da unidade curricular.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
|
|
1 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Introduzir os estudantes na emergência conjugada dos novos média e do empoderamento das audiências, tendo como pano de fundo uma crise financeira e económica de proporções inesperadas, que estilhaçou a agenda comunicacional e informativa unilateral e centralizada prevalecente na paisagem mediática até finais do século XX e comprometeu o modelo industrial em que assentou a prosperidade do sistema de imprensa nos países desenvolvidos. Apresentar a problematização das mudanças em curso como ponto de partida incentivador de uma reflexão crítica coletiva e da produção de um pensamento próprio, assentes no acompanhamento da produção teórica e dos debates em torno das respetivas potencialidades e limites e dos consequentes desafios técnicos e éticos quer para o jornalismo profissional quer para a cidadania em geral.
Programa
CP1-Do fim do império do programador a.Da arrogância dos jornalistas à ditadura das audiências b.Overload!, vazio e mediação jornalística c.Poder da imagem e da palavra. O olhar do repórter CP2-Mercado, média e democracia a.Razão editorial vs razão empresarial b.Jornalismo sem informação; informação sem jornalistas. c.Do Daily Show ao fim do NYT CP3-Redes sociais e Mr. Gates II a.Actos de jornalismo e the part-time people b.De guardião a guia - moratória a Mr. Gates c.Revolução, refundação, reinvenção? CP4-Autonomia do campo e novos imperativos éticos a.A história inacabada de uma autonomia sempre sob ameaça b.Credibilidade, responsabilidade social e individual c.Jornalismo enquanto serviço público CP5-O próximo jornalismo a.Jornalismo tradicional e FON (future of news) consensus b.Para uma carta de princípios éticos e profissionais
Processo de Avaliação
A avaliação é realizada em 2 momentos: 1) ao longo do período letivo e 2) avaliação final. 1) Ao longo do período letivo, serão utilizados os seguintes instrumentos de avaliação: assiduidade (e pontualidade) igual ou superior a 80%, participação oral ativa nas sessões e exercícios de grupo) (avaliada em 10%); 2) Teste escrito individual, que consiste na escrita de um primeiro draft de um artigo de investigação. O tempo total de trabalho necessário para a redação deste trabalho é contabilizada em cerca de 20 horas de pesquisa em biblioteca, e/ou trabalho de campo. A versão final do artigo representará 70% da nota. A originalidade e a inovação no trabalho de investigação para a redação do artigo contribuirá para a avaliação com 20%. Esta avaliação pressupõe a revelação das competências de escrita e orais, qualidade da pesquisa bibliográfica realizada, conhecimentos adquiridos e a capacidade de análise e síntese.
Ficam aprovados os alunos que tenham notas superiores a 9,5 valores nas duas avaliações (só são admitidas 2 faltas).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BBC College of Journalism (2009) -The Future of Journalism‖, CoJo Publications:1 disponível em htpp://www.bbc.co.uk/blogs/theeditors/future_of_journalism.pdf. Cardoso, Gustavo, Rita Espanha e Vera Araújo (2009) (orgs.) Da Comunicação de Massa à Comunicação em Rede, Porto, Porto Editora. Castells, Manuel, João Caraça & Gustavo Cardoso (ed.), 2012, Aftermath. The Cultures of the Economics Crisis, Oxford, Oxford University Press Castells, Manuel (2009) Communication Power, New York: Oxford University Press, Inc. Garcia, José Luís (2009) (org.) Estudos sobre os Jornalistas Portugueses. Metamorfoses e Encruzilhadas no Limiar do Século XXI, Lisboa, ICS. Gomes, Adelino (2012) Nos bastidores dos telejornais. RTP, SIC e TVI, Lisboa, Tinta da China
Natalie Fenton (edited), 2010, New Media, Old News. Journalism & Democracy in the Digital Age, London, Sage, 102-118. Kovach, Bill & Tom Rosenstiel (2007), The elements of journalism, New York, Three Rivers Press Pinto, Manuel (coordenador) et al. (2011) , Educação para os Media em Portugal: experiências, actores e contextos, Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho, disponibilizado pela ERC em http://www.erc.pt/download/YToyOntzOjg6ImZpY2hlaXJvIjtzOjM4OiJtZWRpYS9lc3R1ZG9zL29iamVjdG9fb2ZmbGluZS80Mi4xLnBkZiI7czo2OiJ0aXR1bG8iO3M6NTA6ImVzdHVkby1lZHVjYWNhby1wYXJhLW9zLW1lZGlhLWVtLXBvcnR1Z2FsLXZlcnNhby1wIjt9/estudo-educacao-para-os-media-em-portugal-versao-p Rosen, Jay (2010), "The Journalists Formely Known as the Media: My Advise to the Next Generation". Lição inaugural do curso de jornalismo de Science Po, Paris, em 2 de Setembro de 2010, resumo disponível em htpp://jayrosen.posterous.com/the-journalists-formely-known-as-the-media-m Silverstone, Roger (2007), Media and Morality- On the rise of the mediapolis, Cambridge: Polity Press.
Projecto Jornalismo e Sociedade (2012), "Para uma carta de princípios do jornalismo na era da Internet", disponível em http://estadodasnoticias.info/principios/ Relatório "Post-Industrial journalism: Adapting to the Present", C.W. Anderson, Emily Bell e Clay Shirky, Tow Center for Digital Journalism, Columbia Journalism School, 2012, disponível em http://www.niemanlab.org/2012/11/post-industrial-journalism-a-new-columbia-report-examines-the-disrupted-news-universe/?utm_source=Daily+Lab+email+list&utm_medium=email&utm_campaign=4757806f57-DAILY_EMAIL
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
Objectivos
São objetivo da unidade curricular proporcionar uma visão geral do que é o Jornalismo de Dados, das políticas de abertura de dados que são cruciais para este tipo de jornalismo, do papel que as tecnologias de informação e comunicação têm nesta área e dos desafios que traz aos jornalistas enquanto profissionais e também ao sector dos media.
Programa
1.Caracterização do jornalismo de dados 1.1Definições 1.2Diferenciação dos outros «tipos» de jornalismo 1.3O que traz de novo o jornalismo de dados 1.4A evolução do jornalismo de dados 2.Políticas de abertura de dados e novas tecnologias 2.1Principais eixos das políticas de abertura de dados 2.2Políticas europeias e nacionais de abertura de dados 2.3O contributo das tecnologias de informação e comunicação 3.Desafios do jornalismo de dados na sociedade actual 3.1Novos perfis e competências para o jornalista 3.2Que modelos de sustentabilidade para o jornalismo de dados 4.Jornalismo de dados é antes de mais jornalismo 4.1Deontologia 4.2 Reflexão sobre o papel do jornalismo no mundo do «Big Data» 5.Extrair dados 5.1Encontrar as fontes certas 5.2Ferramentas de extração de dados 6.Analisar dados 6.1Técnicas de análise de dados 6.2Ferramentas para análise dados 7.Visualizar dados 7.1Técnicas de visualização 7.2Ferramentas para visualização de dados
Processo de Avaliação
2 momentos: 1)No período letivo:assiduidade e pontualidade igual ou superior a 80% e participação oral-10% 2)Trabalho escrito individual.O tempo para o trabalho é contabilizado em cerca de 20h de pesquisa em biblioteca ou trabalho de campo.A versão final representa 70%.A originalidade e a inovação da investigação na redação do artigo contribuirá com 20% Aprovados os alunos com notas superiores a 9,5 val nas 2 avaliações (admitidas 2 faltas) Alternativa: submeter-se a exame final escrito-100%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Vários - «The data journalism handbook»; Thereaux, Olivier «How open data is redefining the roles of the journalist, audience and publisher»; Aitamurto, Tanja; Sirkkunen, Esa; Lehtonen, Pauliina - «Trends In Data Journalism»; Yiu, Chris - «The big data opportunity»; Dai, Ming; Herzog, David; Fleming, Ken - «U.S. Newspaper Reporters? Perceptions and Use of Government Data»; Coleman, Stephen; Blumler, Jay G. - «The Internet and Democratic Citizenship: Theory, Practice and Policy»; McChesney, Robert W., «Rich Media Poor Democracy».
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
Docentes
Ricardo André Rodrigues
Departamento de Sociologia
Rúben Neves
Departamento de Sociologia
Objectivos
A UC pretende introduzir os alunos às novas linguagens do jornalismo, desenvolvidas e potenciadas pela emergência dos meios digitais interativos. Pretende-se promover a aplicação prática de conceitos de comunicação jornalística, utilizando novas técnicas, tecnologias e ferramentas. Os alunos deverão explorar os novos campos e processos de trabalho na área dos novos média. Os alunos vão contactar com formas de contar histórias jornalísticas utilizando novos formatos, recursos e plataformas. É também objetivo desenvolver nos alunos a capacidade de trabalho em equipa e a visão multidisciplinar da produção de conteúdos.
Programa
1. - Novas linguagens do jornalismo 1.Notícia 2.Crónica 3.Opinião 4.Entrevista 2. - Novas técnicas, tecnologias e ferramentas 1.Ao minuto 2.Hyperlinks 3.Notícias relacionadas 3. - Novos processos de trabalho nos novos média 4. - Contar histórias utilizando novos formatos, recursos e plataformas 1.A imagem e o texto 2.SEO: o jornalista como difusor (ao contrário do que sucede nos outros meios, onde há alguém para fazer esse trabalho) 3.Escrever para ser lido, para ser descoberto 4.A importância e dependência da informação de agencia 5. - Trabalhar em equipa 6. - A visão multidisciplinar da produção de conteúdos 1.Técnicas de webcopywriting 2.escrita para o papel e para a web 7. - Produção, edição e publicação de som para rádio, web e TV 8. - Produção, edição e publicação de vídeo para web e TV 9. - Produção, edição e publicação de fotografia em papel e na web
Processo de Avaliação
1) Ao longo do período letivo: assiduidade (e pontualidade) igual ou superior a 80%, participação e exercícios de grupo (avaliada em 20%); produção de conteúdos: um escrito, áudio, imagem e vídeo, (20% da nota). 2) Avaliação dos conteúdos produzidos no âmbito da UC. O tempo total de trabalho necessário para a produção deste trabalho é contabilizada em 20h de pesquisa e/ou de campo. Ficam aprovados com nota superior a 9,5 nas duas avaliações (só são admitidas 2 faltas).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Quinn, Stephen e Vicent f. Filak (2005) Convergent journalism: writing and producing across media, Focal Press, Burlington, Eua; Salaverría, Ramón (2005) Redacción periodística en internet, Eunsa, Pamplona; Franco, Guillermo (2009) Como escrever para a web, Knight Center, Austin, Texas, EUA; Briggs, Mark (2010) Journalism next, Sage, Washington, EUA; Felder, Lynda (2012) Writing for the web: creating compelling web content using words, pictures and sound, New Ryder, Berkeley, Califormia; Heinrich, Ansgard (2011) Network journalism: journalistic pratice in interactive spheres, Routledge, Nova Iorque, Eua; Palácios, Marcos (organização) (2011) Ferramentas para análise de qualidade no ciberjornalismo, volume 1: Modelos, Labcom, Covilhã; Briggs, Mark (2008) "Jornalismo 2.0", Knight Center, Austin, Texas, EUA; Crucianelli, Sandra (2010) "Ferramentas digitais para jornalistas", Knight Center, Austin, Texas, EUA;
Bibliografia Opcional
Camus, Juan Carlos (2010) "Tienes cinco segundos", e-book, edição do autor, Santiago do Chile
Ito, M. (2010) Hanging Out, Messing Around and Geeking Out: Kids Living and Learning with New Media, MIT Press, Cambridge, MA;
Castells, M. (2001), Internet Galaxy, OUP, Oxford.
Canavilhas, João (2007) Webnoticia: propuesta de modelo periodístico para la www, Labcom, Covilhã
"EyeTrack 2007", Poynter Institute;
|
|
|
|
|
Docentes
Ana Carvalho
Departamento de Sociologia
Catarina Gonçalves
Departamento de Sociologia
Objectivos
O objetivo geral da unidade curricular é apresentar, contextualizar e explicar aos alunos as melhores práticas sobre os formatos longos de jornalismo, como a reportagem e a entrevista, e as técnicas de investigação. A importância do jornalismo de investigação na sociedade contemporânea será um ponto de partida para se poder entrar na exploração do jornalismo profundo e abrangente. Nesta UC ir-se-á introduzir também a História da reportagem enquanto género jornalístico: dos gazeteiros aos obreiros do imaginário coletivo. Serão discutidos vários dogmas, como a representação da realidade ou interpretação dos acontecimentos e a objetividade vs. subjetividade, e os novos conceito do jornalismo: A Comunicação Pública (Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade). É igualmente objetivo desta UC identificar e contextualizar o género entrevista, seja pelo seu papel de revelador humano, seja pela sua especificidade enquanto género.
Programa
1. - O jornalismo de investigação 1.Definições - Jornalismo convencional vs Jornalismo de investigação 2.História - Tradição e grandes repórteres 3.Evolução - A afirmação e a crise do jornalismo de investigação 4.A importância do jornalismo de investigação na sociedade contemporânea 5.Os profissionais - who's who, organização, funções e objectivos
2. - A reportagem de investigação 1.Introdução - mitos e realidades 2.A hipótese 3.A estratégia - métodos 4.A documentação 5.Fontes abertas (incluindo electrónicas: web, sinais - comunicações, radares, imagem, etc.) 6.Fontes humanas oficiais e privadas ON THE RECORD e OFF THE RECORD - incluindo motivações (teoria MISE) 7.A verificação dos factos (fact-checking) 8.A definição da estrutura narrativa 9.A divulgação da reportagem 10.O seguimento (follow-up)
3. - A reportagem 1.A História da reportagem enquanto género jornalístico: dos gazeteiros aos obreiros do imaginário colectivo. 2.Dogmas : representação da realidade ou interpretação dos 3.acontecimentos? Objectividade vs Subjectividade. 4.Novo Conceito do Jornalismo: A Comunicação Pública (Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade). 5.Televisão - A idade da maturidade? 6.Imprensa - O Futuro é ontem? 7.Rádio e Web - conceitos.
4. - As técnicas de reportagem 1.Opções e mutações do jornalismo contemporâneo: hiperconcorrência e lógica financeira, económica e política para tutelar as práticas e o discurso dos actores sociais. 2.O Directo ou a vitória do repórter (tv/rádio/web). 3.Tipos e técnicas do Directo (tv/rádio/web). 4.A evolução do Directo (tv/rádio/web). 5.Vox Populi - mitos, princípios éticos e facilitismo. 6.Regras e métodos - conhecimento do tema, local, pessoa ou situação económica, política ou social, capacidade de observação, curiosidade. 7.O tratamento da informação - fontes, pesquisa, competências analíticas, rapidez da reflexão e material. 8.A interpretação dos factos e a apresentação do acontecimento (ângulo). 9.A contextualização e a análise (na perspectiva da procura de um acréscimo de significado). 10.A narrativa: vocabulário, estilo, impressões (e sentido critíco), atmosfera, "côr", tom e concisão. 11.Associação texto/imagem/som (tv/rádio/web). 12.Conclusões: O monopólio da mediação (ou deliberação) no espaço público.
5. - Entrevista 1.A entrevista jornalística em televisão . Conceitos gerais. 2.A entrevista política 3.A entrevista de personalidade 4.A arte da pergunta 5.Tipologia de perguntas. Elaboração do questionário. Alinhamento do questionário 6.As regras da entrevista 7.A entrevista e o debate : Semelhanças e diferenças. O papel do moderador
Processo de Avaliação
A avaliação é realizada em 2 momentos: 1) ao longo do período letivo e 2) avaliação final.
1) Ao longo do período letivo, serão utilizados os seguintes instrumentos de avaliação: assiduidade (e pontualidade) igual ou superior a 80%, participação oral ativa nas sessões e exercícios de grupo (avaliada em 20%); produção de conteúdos jornalísticos integrando as temáticas e assuntos apresentados na UC, que serão reunidos num portefólio final. 2) Avaliação do portefólio final composto pelos conteúdos jornalísticos produzidos no âmbito da UC ao longo do período letivo. O tempo total de trabalho necessário para a redação deste trabalho é contabilizada em cerca de 20 horas de pesquisa em biblioteca, e/ou trabalho de campo. A versão final do portefólio representará 80% da nota. A originalidade e a inovação no trabalho contribuirá para a avaliação. Esta avaliação pressupõe a revelação das competências de escrita e orais, qualidade da pesquisa bibliográfica realizada, conhecimentos adquiridos e a capacidade de análise e síntese. Ficam aprovados os alunos que tenham notas superiores a 9,5 valores nas duas avaliações (só são admitidas 2 faltas).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Charon, Yvan (1995) "A entrevista na televisão" Editorial Inquérito; Cotteret, Jean-Marie (1991) "Gouverner c'est parâitre" Presses Universitaires de France, 1991 ; Grijelmo, Alex (2001) "El estilo del periodista" 7 edicion, Taurus, Madrid; Halperín, Jorge (1998) "La entrevista periodística: intimidades de la conversacíon pública" Paidós, Buenos Aires; Lage, Nilson (2001) "A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística" Record, Rio de Janeiro; "Grandes repórteres portugueses da I República", Foto-Jornal, Colecção Grande Reportagem, Lisboa 1986; "Repórteres e Reportagens de Primeira Página", I Volume,1901-1910, Conselho de Imprensa, Lisboa; "Repórteres e Reportagens de Primeira Página", II Volume, 1910-1926, Conselho de Imprensa, Lisboa; Pinto, Mário (2006) "Como evitar o atamancado do 'Jornalês'", Papiro Editora, Lisboa,; Brady, John (1977) "The craft of interviewing", Vintage Books, Nova Iorque, "Stalking the feature story" (1979) William Ruehlmann, Vintage Books, Nova Iorque,; Chancellor, John e Mears ,Walter R. (1983) "The news business", Harper & Row Publishers, Nova Iorque Moeller, Susan (1999) "Compassion Fatigue - How the media sell disease, famine, war and death", Routledge, Nova Iorque Gall, Sandy (1983) "Don't worry about the money now", New English Library, Sevenoaks (Kent, GB) Quinn, Stephen e Vicent f. Filak (2005) Convergent journalism: writing and producing across media, Focal Press, Burlington, Eua; Briggs, Mark (2010) Journalism next, Sage, Washington, EUA; Heinrich, Ansgard (2011) Network journalism: journalistic pratice in interactive spheres, Routledge, Nova Iorque, Eua;
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
2 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Introduzir os estudantes na emergência conjugada dos novos média e do empoderamento das audiências, tendo como pano de fundo uma crise financeira e económica de proporções inesperadas, que estilhaçou a agenda comunicacional e informativa unilateral e centralizada prevalecente na paisagem mediática até finais do século XX e comprometeu o modelo industrial em que assentou a prosperidade do sistema de imprensa nos países desenvolvidos. Apresentar a problematização das mudanças em curso como ponto de partida incentivador de uma reflexão crítica coletiva e da produção de um pensamento próprio, assentes no acompanhamento da produção teórica e dos debates em torno das respetivas potencialidades e limites e dos consequentes desafios técnicos e éticos quer para o jornalismo profissional quer para a cidadania em geral.
Programa
CP1-Do fim do império do programador a.Da arrogância dos jornalistas à ditadura das audiências b.Overload!, vazio e mediação jornalística c.Poder da imagem e da palavra. O olhar do repórter CP2-Mercado, média e democracia a.Razão editorial vs razão empresarial b.Jornalismo sem informação; informação sem jornalistas. c.Do Daily Show ao fim do NYT CP3-Redes sociais e Mr. Gates II a.Actos de jornalismo e the part-time people b.De guardião a guia - moratória a Mr. Gates c.Revolução, refundação, reinvenção? CP4-Autonomia do campo e novos imperativos éticos a.A história inacabada de uma autonomia sempre sob ameaça b.Credibilidade, responsabilidade social e individual c.Jornalismo enquanto serviço público CP5-O próximo jornalismo a.Jornalismo tradicional e FON (future of news) consensus b.Para uma carta de princípios éticos e profissionais
Processo de Avaliação
A avaliação é realizada em 2 momentos: 1) ao longo do período letivo e 2) avaliação final. 1) Ao longo do período letivo, serão utilizados os seguintes instrumentos de avaliação: assiduidade (e pontualidade) igual ou superior a 80%, participação oral ativa nas sessões e exercícios de grupo) (avaliada em 10%); 2) Teste escrito individual, que consiste na escrita de um primeiro draft de um artigo de investigação. O tempo total de trabalho necessário para a redação deste trabalho é contabilizada em cerca de 20 horas de pesquisa em biblioteca, e/ou trabalho de campo. A versão final do artigo representará 70% da nota. A originalidade e a inovação no trabalho de investigação para a redação do artigo contribuirá para a avaliação com 20%. Esta avaliação pressupõe a revelação das competências de escrita e orais, qualidade da pesquisa bibliográfica realizada, conhecimentos adquiridos e a capacidade de análise e síntese.
Ficam aprovados os alunos que tenham notas superiores a 9,5 valores nas duas avaliações (só são admitidas 2 faltas).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BBC College of Journalism (2009) -The Future of Journalism‖, CoJo Publications:1 disponível em htpp://www.bbc.co.uk/blogs/theeditors/future_of_journalism.pdf. Cardoso, Gustavo, Rita Espanha e Vera Araújo (2009) (orgs.) Da Comunicação de Massa à Comunicação em Rede, Porto, Porto Editora. Castells, Manuel, João Caraça & Gustavo Cardoso (ed.), 2012, Aftermath. The Cultures of the Economics Crisis, Oxford, Oxford University Press Castells, Manuel (2009) Communication Power, New York: Oxford University Press, Inc. Garcia, José Luís (2009) (org.) Estudos sobre os Jornalistas Portugueses. Metamorfoses e Encruzilhadas no Limiar do Século XXI, Lisboa, ICS. Gomes, Adelino (2012) Nos bastidores dos telejornais. RTP, SIC e TVI, Lisboa, Tinta da China
Natalie Fenton (edited), 2010, New Media, Old News. Journalism & Democracy in the Digital Age, London, Sage, 102-118. Kovach, Bill & Tom Rosenstiel (2007), The elements of journalism, New York, Three Rivers Press Pinto, Manuel (coordenador) et al. (2011) , Educação para os Media em Portugal: experiências, actores e contextos, Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho, disponibilizado pela ERC em http://www.erc.pt/download/YToyOntzOjg6ImZpY2hlaXJvIjtzOjM4OiJtZWRpYS9lc3R1ZG9zL29iamVjdG9fb2ZmbGluZS80Mi4xLnBkZiI7czo2OiJ0aXR1bG8iO3M6NTA6ImVzdHVkby1lZHVjYWNhby1wYXJhLW9zLW1lZGlhLWVtLXBvcnR1Z2FsLXZlcnNhby1wIjt9/estudo-educacao-para-os-media-em-portugal-versao-p Rosen, Jay (2010), "The Journalists Formely Known as the Media: My Advise to the Next Generation". Lição inaugural do curso de jornalismo de Science Po, Paris, em 2 de Setembro de 2010, resumo disponível em htpp://jayrosen.posterous.com/the-journalists-formely-known-as-the-media-m Silverstone, Roger (2007), Media and Morality- On the rise of the mediapolis, Cambridge: Polity Press.
Projecto Jornalismo e Sociedade (2012), "Para uma carta de princípios do jornalismo na era da Internet", disponível em http://estadodasnoticias.info/principios/ Relatório "Post-Industrial journalism: Adapting to the Present", C.W. Anderson, Emily Bell e Clay Shirky, Tow Center for Digital Journalism, Columbia Journalism School, 2012, disponível em http://www.niemanlab.org/2012/11/post-industrial-journalism-a-new-columbia-report-examines-the-disrupted-news-universe/?utm_source=Daily+Lab+email+list&utm_medium=email&utm_campaign=4757806f57-DAILY_EMAIL
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Os médios noticiosos são fundamentais não apenas na divulgação de informação, mas também na formação de opiniões, sensibilidades e disposições dos seus públicos. Este curso baseia-se em teoria de vanguarda e exemplos empíricos, com vista a capacitar os alunos para a compreensão do processo pelo qual os meios de comunicação funcionam como importantes agentes ético-políticos nas nossas sociedades, bem como para a análise critica das profundas transformações que o jornalismo está sujeito hoje, sob as pressões da globalização e da digitalização dos media.
Programa
No final deste curso, o aluno deve ser capaz de: compreender o papel do jornalismo global na sociedade de hoje; discutir criticamente diferentes concepções teóricas do jornalismo como este é praticado em uma grande variedade de contextos sociais e políticos; comparar e contrastar o papel do jornalismo em contextos que variam desde o mainstream aos meios de comunicação alternativos; avaliar as conexões normativas e empíricas entre o jornalismo de media, a produção de notícias e considerações éticas; avaliar criticamente as discussões contemporâneas sobre a natureza mutável do jornalismo e as suas implicações para a compreensão cultural e democracia.
Processo de Avaliação
Participação activa em todas as sessões. Escrita de um primeiro draft de um artigo de investigação. O tempo total de trabalho necessário para a redacção deste trabalho é contabilizada em cerca de 20 horas de pesquisa em biblioteca, cálculos e/ou trabalho de campo. A versão final do artigo representará 70% da nota. A originalidade e a inovação no trabalho de investigação para a redacção do artigo contribuirá para a avaliação com 20%. E a participação/assiduidade no seminário será avaliada em 10%.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
S. Allan, The Routledge Companion to News and Journalism London: Routledge 2009; C. Beckett, Supermedia London: Blackwell, 2008; S.Cottle, Global Crisis Reporting Milton Keynes: Open University Press, 2009 L. Chouliaraki, Spectatorship of Suffering, London: Sage 2006;; P.Frosh and A.Pinchevski (2009) Media Witnessing London: Palgrave De Burgh Making Journalists London: Sage 2005;
Bibliografia Opcional
K. Hafez, The myth of media globalization. Cambridge: Polity 2007; G. Muhlmann, A Political History of Journalism Cambridge: Polity 2008; C. Paterson, and A. Sreberny (eds) International News in the 21st Century. Eastleigh: John Libbey Publishers for University of Luton Press, 2004; R. Silverstone, Media and Morality: On the rise of the Mediapolis, Cambridge: Polity, 2006
|
|
|
|
|
|
Objectivos
A UC tem como objetivo principal proporcionar uma experiência de atuação profissional e de aplicação prática dos conhecimentos e competências adquiridos, em particular do estudo das transformações em curso nos media, na comunicação e na sociedade em diversos áreas do sector e indústrias da informação, comunicação e cultura. Deste modo, a UC visa preparar, acompanhar e avaliar os alunos no contacto direto com práticas profissionais relacionadas com as competências em Comunicação e Cultura desenvolvidas ao longo do Mestrado. São objetivos da UC transmitir e consolidar um conjunto de conhecimentos e competências relacionadas com a prática profissional ou a investigação nas áreas científicas do mestrado, bem como desenvolver competências teórico-práticas, no domínio da utilização de instrumentos técnicos e metodológicos adequados às áreas de Comunicação, Cultura e Tecnologias de Informação.
Programa
1. Organização do processo de colocação dos alunos em estágio; 2. Informar e esclarecer os alunos sobre as áreas de estágio e instituições de acolhimento disponíveis; 3. Definição do local de estágio e do seu período de realização; 4. Preparação para integrar o local de estágio: seminário e sessões de orientação; 5. Formalização do estágio: elaboração do protocolo, identificação do orientador externo responsável, elaboração em conjunto com a instituição do plano de trabalho, definição dos objetivos gerais do estágio; 6. Integração nas atividades regulares da organização/instituição, no âmbito das áreas da Comunicação, Cultura e Tecnologias de Informação; 7. Exposição na aula das atividades desenvolvidas no âmbito do estágio e balanço crítico; 8. Orientação e elaboração do relatório final de estágio;
Processo de Avaliação
A avaliação é efetuada pelo Professor responsável pela UC e pelo Orientador de Estágio da respetiva organização/instituição, segundo os seguintes critérios: i) Relatório individual de estágio: ponderação de 55%; ii) Apresentação individual na aula: ponderação de 15%; iii) Avaliação pelo orientador externo: ponderação de 30%.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
NEVES José G., GARRIDO Margarida, SIMÕES Eduardo. 2008. Manual de Competências Pessoais, Interpessoais e Instrumentais. Teoria e Prática. Lisboa. Editora SÍLABO. PIMENTEL Duarte. 2011. Sociologia da Empresa e das Organizações. Uma breve introdução a problemas e perspectivas. Lisboa. Escolar Editora. Neves, José G., Garrido, Margarida, Simões, Eduardo. 2008. Manual de Competências Pessoais, Interpessoais e Instrumentais. Teoria e Prática. Lisboa. Editora SÍLABO. Pimentel, Duarte. 2011. Sociologia da Empresa e das Organizações. Uma breve introdução a problemas e perspectivas. Lisboa. Escolar Editora. Porta, Donatella Della, Keating Michael (eds.). 2008. Approaches and Methodologies in the Social Sciences. A Pluralist Perspective. Cambridge. Cambridge University Press. Sweitzer, H. Frederick e King, Mary A. (2014) The Successful Internship: Personal, Professional, and Civic Development in Experiential Learning. Belmont, CA: Brooks/Cole, Cengage Learning.
Bibliografia Opcional
Bryman, Alan (2016), Social Research Methods, 5th edition, Oxford, Oxford University Press.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
A UC tem como objetivo principal proporcionar uma experiência de atuação profissional e de aplicação prática dos conhecimentos e competências adquiridos, em particular do estudo das transformações em curso nos media, na comunicação e na sociedade em diversos áreas do sector e indústrias da informação, comunicação e cultura. Deste modo, a UC visa preparar, acompanhar e avaliar os alunos no contacto direto com práticas profissionais relacionadas com as competências em jornalismo desenvolvidas ao longo da pós-graduação. São objetivos da UC transmitir e consolidar um conjunto de conhecimentos e competências relacionadas com a prática profissional ou a investigação nas áreas científicas da pós-graduação, bem como desenvolver competências teórico-práticas, no domínio da utilização de instrumentos técnicos e metodológicos adequados à área de jornalismo. -Os candidatos identificarão as suas opções de estágio e serão, sempre que possível, distribuídos pelas suas preferências;
Programa
1. Organização do processo de colocação dos alunos em estágio; 2. Informar e esclarecer os alunos sobre as áreas de estágio e instituições de acolhimento disponíveis; 3. Definição do local de estágio e do seu período de realização; 4. Preparação para integrar o local de estágio; 5. Formalização do estágio: elaboração do protocolo, identificação do orientador externo responsável, elaboração, em conjunto com a Media Capital, do plano de trabalho, definição dos objetivos gerais do estágio; 6. Integração nas atividades regulares da organização/instituição, no âmbito das respetivas valências do jornalismo; 7. Pré-relatório de estágio com a caraterização da área da organização onde decorre o estágio; 8. Exposição na aula das atividades desenvolvidas no âmbito do estágio e balanço crítico; 9. Orientação do relatório de estágio; 10. Elaboração do relatório final de estágio.
Processo de Avaliação
A avaliação é feita pelo Professor responsável pela UC e pelo Orientador de Estágio, segundo os seguintes critérios:
i)Pré-relatório de estágio: ponderação de 10%; ii)Relatório individual de estágio: ponderação de 50%; iii)Exposição na aula: ponderação de 10%; iv)Avaliação do orientador de acolhimento: ponderação de 30%.
Ficam aprovados os alunos que tenham notas superiores a 9,5 valores nas avaliações.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
NEVES José G., GARRIDO Margarida, SIMÕES Eduardo. 2008. Manual de Competências Pessoais, Interpessoais e Instrumentais. Teoria e Prática. Lisboa. Editora SÍLABO. PIMENTEL Duarte. 2011. Sociologia da Empresa e das Organizações. Uma breve introdução a problemas e perspectivas. Lisboa. Escolar Editora. PORTA, Donatella Della, KEATING Michael (eds.). 2008. Approaches and Methodologies in the Social Sciences. A Pluralist Perspective. Cambridge. Cambridge University Press. QUIVY, R., L. CHAMPENHOUD. 2003. Manual de Investigação em Ciências Sociais. Lisboa. Gradiva.
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
Objectivos
São objetivo da unidade curricular proporcionar uma visão geral do que é o Jornalismo de Dados, das políticas de abertura de dados que são cruciais para este tipo de jornalismo, do papel que as tecnologias de informação e comunicação têm nesta área e dos desafios que traz aos jornalistas enquanto profissionais e também ao sector dos media.
Programa
1.Caracterização do jornalismo de dados 1.1Definições 1.2Diferenciação dos outros «tipos» de jornalismo 1.3O que traz de novo o jornalismo de dados 1.4A evolução do jornalismo de dados 2.Políticas de abertura de dados e novas tecnologias 2.1Principais eixos das políticas de abertura de dados 2.2Políticas europeias e nacionais de abertura de dados 2.3O contributo das tecnologias de informação e comunicação 3.Desafios do jornalismo de dados na sociedade actual 3.1Novos perfis e competências para o jornalista 3.2Que modelos de sustentabilidade para o jornalismo de dados 4.Jornalismo de dados é antes de mais jornalismo 4.1Deontologia 4.2 Reflexão sobre o papel do jornalismo no mundo do «Big Data» 5.Extrair dados 5.1Encontrar as fontes certas 5.2Ferramentas de extração de dados 6.Analisar dados 6.1Técnicas de análise de dados 6.2Ferramentas para análise dados 7.Visualizar dados 7.1Técnicas de visualização 7.2Ferramentas para visualização de dados
Processo de Avaliação
2 momentos: 1)No período letivo:assiduidade e pontualidade igual ou superior a 80% e participação oral-10% 2)Trabalho escrito individual.O tempo para o trabalho é contabilizado em cerca de 20h de pesquisa em biblioteca ou trabalho de campo.A versão final representa 70%.A originalidade e a inovação da investigação na redação do artigo contribuirá com 20% Aprovados os alunos com notas superiores a 9,5 val nas 2 avaliações (admitidas 2 faltas) Alternativa: submeter-se a exame final escrito-100%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Vários - «The data journalism handbook»; Thereaux, Olivier «How open data is redefining the roles of the journalist, audience and publisher»; Aitamurto, Tanja; Sirkkunen, Esa; Lehtonen, Pauliina - «Trends In Data Journalism»; Yiu, Chris - «The big data opportunity»; Dai, Ming; Herzog, David; Fleming, Ken - «U.S. Newspaper Reporters? Perceptions and Use of Government Data»; Coleman, Stephen; Blumler, Jay G. - «The Internet and Democratic Citizenship: Theory, Practice and Policy»; McChesney, Robert W., «Rich Media Poor Democracy».
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
Docentes
Ricardo André Rodrigues
Departamento de Sociologia
Rúben Neves
Departamento de Sociologia
Objectivos
A UC pretende introduzir os alunos às novas linguagens do jornalismo, desenvolvidas e potenciadas pela emergência dos meios digitais interativos. Pretende-se promover a aplicação prática de conceitos de comunicação jornalística, utilizando novas técnicas, tecnologias e ferramentas. Os alunos deverão explorar os novos campos e processos de trabalho na área dos novos média. Os alunos vão contactar com formas de contar histórias jornalísticas utilizando novos formatos, recursos e plataformas. É também objetivo desenvolver nos alunos a capacidade de trabalho em equipa e a visão multidisciplinar da produção de conteúdos.
Programa
1. - Novas linguagens do jornalismo 1.Notícia 2.Crónica 3.Opinião 4.Entrevista 2. - Novas técnicas, tecnologias e ferramentas 1.Ao minuto 2.Hyperlinks 3.Notícias relacionadas 3. - Novos processos de trabalho nos novos média 4. - Contar histórias utilizando novos formatos, recursos e plataformas 1.A imagem e o texto 2.SEO: o jornalista como difusor (ao contrário do que sucede nos outros meios, onde há alguém para fazer esse trabalho) 3.Escrever para ser lido, para ser descoberto 4.A importância e dependência da informação de agencia 5. - Trabalhar em equipa 6. - A visão multidisciplinar da produção de conteúdos 1.Técnicas de webcopywriting 2.escrita para o papel e para a web 7. - Produção, edição e publicação de som para rádio, web e TV 8. - Produção, edição e publicação de vídeo para web e TV 9. - Produção, edição e publicação de fotografia em papel e na web
Processo de Avaliação
1) Ao longo do período letivo: assiduidade (e pontualidade) igual ou superior a 80%, participação e exercícios de grupo (avaliada em 20%); produção de conteúdos: um escrito, áudio, imagem e vídeo, (20% da nota). 2) Avaliação dos conteúdos produzidos no âmbito da UC. O tempo total de trabalho necessário para a produção deste trabalho é contabilizada em 20h de pesquisa e/ou de campo. Ficam aprovados com nota superior a 9,5 nas duas avaliações (só são admitidas 2 faltas).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Quinn, Stephen e Vicent f. Filak (2005) Convergent journalism: writing and producing across media, Focal Press, Burlington, Eua; Salaverría, Ramón (2005) Redacción periodística en internet, Eunsa, Pamplona; Franco, Guillermo (2009) Como escrever para a web, Knight Center, Austin, Texas, EUA; Briggs, Mark (2010) Journalism next, Sage, Washington, EUA; Felder, Lynda (2012) Writing for the web: creating compelling web content using words, pictures and sound, New Ryder, Berkeley, Califormia; Heinrich, Ansgard (2011) Network journalism: journalistic pratice in interactive spheres, Routledge, Nova Iorque, Eua; Palácios, Marcos (organização) (2011) Ferramentas para análise de qualidade no ciberjornalismo, volume 1: Modelos, Labcom, Covilhã; Briggs, Mark (2008) "Jornalismo 2.0", Knight Center, Austin, Texas, EUA; Crucianelli, Sandra (2010) "Ferramentas digitais para jornalistas", Knight Center, Austin, Texas, EUA;
Bibliografia Opcional
Camus, Juan Carlos (2010) "Tienes cinco segundos", e-book, edição do autor, Santiago do Chile
Ito, M. (2010) Hanging Out, Messing Around and Geeking Out: Kids Living and Learning with New Media, MIT Press, Cambridge, MA;
Castells, M. (2001), Internet Galaxy, OUP, Oxford.
Canavilhas, João (2007) Webnoticia: propuesta de modelo periodístico para la www, Labcom, Covilhã
"EyeTrack 2007", Poynter Institute;
|
|
|
|
|
|
Objectivos
O objetivo geral é que os alunos absorvam e dominem os principais temas e as técnicas-chave ligados à teoria da empresa e dos sectores. O trabalho envolve o estudo das organizações económicas em contextos competitivos mas, também, regulados. Serão abordados conceitos, métricas e predições relacionados com evolventes sectoriais, estrutura de mercado, fronteiras da empresa, interação estratégia, deliberação empresarial. O estudo da teoria e a experimentação empírica são aplicados ao sector da comunicação, com especial ênfase na esfera digital.
Programa
P1. Teorias da empresa: a) teoria convencional e o problema da produção b) teoria da agência e o problema da governança c) teoria neo-institucionalista e o problema da terceirização d) teoria evolucionista e o problema da inovação
P2. Análise ambiental distante e próxima: a) Macro-contexto estrutural b) Meso-contexto estratégico c) Micro-contexto organizacional
P3. Desenho de estratégias no mercado a) Estratégias preço e não-preço b) Diversificação e diferenciação c) Desenvolvimento de produtos e processos d) Negócios informacionais e em rede
P4. Fontes da liderança industrial a) Empreendorismo e emergência de sectores b) Dinâmica industrial e evolução sectorial c) Posicionamento e vantagem competitiva d) Sustentar o desempenho no longo prazo
Processo de Avaliação
A avaliação é realizada em 2 momentos: 1) ao longo do período letivo e 2) avaliação final. 1- Frequência: 40% 2- Relatório: 50% 3- Participação: 10% A avaliação pressupõe a revelação das competências de escrita e orais, qualidade da pesquisa bibliográfica realizada, conhecimentos adquiridos e a capacidade de análise e síntese.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Besanko, D. (2013), Economics of Strategy, 6th edition Wiley. - Albarran, A., S.M. Chan-Olmsted e M.O. Wirth (eds) (2006), Handbook of Media Management and Economics, London: Lawrence Erlbaum Associates, Publishers.
Bibliografia Opcional
- Shapiro, C. e H. Varian (1998), Information Rules: A Strategic Guide to the Network Economy. - Geroski, P. (2003), The Evolution of New Markets, Oxford: Oxford University Press. - Cunha, M.P., J.V. Cunha e S. Mendonça (2010), Empresa, Progresso e Contestação: O Primeiro Século de Estudos Organizacionais, Lisboa: Sílabo. - Cardoso, G. (ed. (2013), A Sociedade dos Ecrãs, Lisboa: Tinta da China. - Albarran, A. (2010), The Media Economy, London: Routledge. - Picard, Robert G. (2002), Media Firms: Structures, Operations, and Performance, London: Routledge. - Alexander, A. et al. (eds) (2004), Media Economics: Theory and Practice, London: LEA, Publishers. - Albarran, A., S.M. Chan-Olmsted, M.O. Wirth (eds) (2006), Handbook of Media Management and Economics, London: LEA, Publishers. - Recursos como o "Jounal of Media Economics" e fontes como http://bit.ly/1ywSXO9 e http://bit.ly/1uRVUas
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
1. Fontes de Informação Europeias 2. Políticas de Comunicação da União Europeia: do Conselho de Helsínquia (1999) à Parceria para a Comunicação sobre a Europa (2009) 3. O funcionamento institucional 4. Análise da opinião pública: Eurobarómetro 5. Política para os media e audiovisual 6. Tratados - Contexto institucional e processos de decisão -Políticas comuns; políticas de interesse comum 7. Anos Europeus -Ano Europeu para a Criatividade e a Inovação (2009) -Ano Europeu para a Biodiversidade e Ano Europeu de Combate à Pobreza (2010) 8. Estratégia de Lisboa para o Crescimento e o Emprego 9. Televisão sem fronteiras
Processo de Avaliação
A avaliação constará de um trabalho final proposto pelo docente. Nos casos em que a avaliação do trabalho final suscite dúvidas, entrevistar-se-á o mestrando em causa.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
CAMISÃO, Isabel e LOBO-FERNANDES, Luís (2005) Construir a Europa: o processo de integração entre a teoria e a história, Lisboa, Principia. CLARISSEl, Yves et QUATREMER, Jean (2005), Les maîtres de l’Europe, Paris, Grasset et Fasquelle. DELORS, Jacques (2003), Mémoires, Paris, Plon. DELORS, Jacques (2006), L’Europe tragique et magnifique. Les grands enjeux européens, Paris, Saint-Simon. MACHADO, Gisela (2005), O Primeiro dia europeu de Portugal. Cenas da União seladas pela televisão, Porto, Campo das Letras. MAGNETE, Paul (org), (2000), La Constituion de l’Europe, Bruxelas, Editions de l’Université de Bruxelles. SEIXAS da COSTA (2002), Diplomacia Europeia. Instituições, alargamento e o futuro da União, Lisboa, D. Quixote. TELO, Mário et VOGEL, Jean (2005), L’Etat de l’Europe. Histoire des Idées Politiques et des institutions européennes. http://ec.europa.eu/communication_white_paper/index_fr.htm http://ec.europa.eu/dgs/communication/index_fr.htm http://ec.europa.eu/portugal/index.htm
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
Docentes
Ana Carvalho
Departamento de Sociologia
Catarina Gonçalves
Departamento de Sociologia
Objectivos
O objetivo geral da unidade curricular é apresentar, contextualizar e explicar aos alunos as melhores práticas sobre os formatos longos de jornalismo, como a reportagem e a entrevista, e as técnicas de investigação. A importância do jornalismo de investigação na sociedade contemporânea será um ponto de partida para se poder entrar na exploração do jornalismo profundo e abrangente. Nesta UC ir-se-á introduzir também a História da reportagem enquanto género jornalístico: dos gazeteiros aos obreiros do imaginário coletivo. Serão discutidos vários dogmas, como a representação da realidade ou interpretação dos acontecimentos e a objetividade vs. subjetividade, e os novos conceito do jornalismo: A Comunicação Pública (Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade). É igualmente objetivo desta UC identificar e contextualizar o género entrevista, seja pelo seu papel de revelador humano, seja pela sua especificidade enquanto género.
Programa
1. - O jornalismo de investigação 1.Definições - Jornalismo convencional vs Jornalismo de investigação 2.História - Tradição e grandes repórteres 3.Evolução - A afirmação e a crise do jornalismo de investigação 4.A importância do jornalismo de investigação na sociedade contemporânea 5.Os profissionais - who's who, organização, funções e objectivos
2. - A reportagem de investigação 1.Introdução - mitos e realidades 2.A hipótese 3.A estratégia - métodos 4.A documentação 5.Fontes abertas (incluindo electrónicas: web, sinais - comunicações, radares, imagem, etc.) 6.Fontes humanas oficiais e privadas ON THE RECORD e OFF THE RECORD - incluindo motivações (teoria MISE) 7.A verificação dos factos (fact-checking) 8.A definição da estrutura narrativa 9.A divulgação da reportagem 10.O seguimento (follow-up)
3. - A reportagem 1.A História da reportagem enquanto género jornalístico: dos gazeteiros aos obreiros do imaginário colectivo. 2.Dogmas : representação da realidade ou interpretação dos 3.acontecimentos? Objectividade vs Subjectividade. 4.Novo Conceito do Jornalismo: A Comunicação Pública (Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade). 5.Televisão - A idade da maturidade? 6.Imprensa - O Futuro é ontem? 7.Rádio e Web - conceitos.
4. - As técnicas de reportagem 1.Opções e mutações do jornalismo contemporâneo: hiperconcorrência e lógica financeira, económica e política para tutelar as práticas e o discurso dos actores sociais. 2.O Directo ou a vitória do repórter (tv/rádio/web). 3.Tipos e técnicas do Directo (tv/rádio/web). 4.A evolução do Directo (tv/rádio/web). 5.Vox Populi - mitos, princípios éticos e facilitismo. 6.Regras e métodos - conhecimento do tema, local, pessoa ou situação económica, política ou social, capacidade de observação, curiosidade. 7.O tratamento da informação - fontes, pesquisa, competências analíticas, rapidez da reflexão e material. 8.A interpretação dos factos e a apresentação do acontecimento (ângulo). 9.A contextualização e a análise (na perspectiva da procura de um acréscimo de significado). 10.A narrativa: vocabulário, estilo, impressões (e sentido critíco), atmosfera, "côr", tom e concisão. 11.Associação texto/imagem/som (tv/rádio/web). 12.Conclusões: O monopólio da mediação (ou deliberação) no espaço público.
5. - Entrevista 1.A entrevista jornalística em televisão . Conceitos gerais. 2.A entrevista política 3.A entrevista de personalidade 4.A arte da pergunta 5.Tipologia de perguntas. Elaboração do questionário. Alinhamento do questionário 6.As regras da entrevista 7.A entrevista e o debate : Semelhanças e diferenças. O papel do moderador
Processo de Avaliação
A avaliação é realizada em 2 momentos: 1) ao longo do período letivo e 2) avaliação final.
1) Ao longo do período letivo, serão utilizados os seguintes instrumentos de avaliação: assiduidade (e pontualidade) igual ou superior a 80%, participação oral ativa nas sessões e exercícios de grupo (avaliada em 20%); produção de conteúdos jornalísticos integrando as temáticas e assuntos apresentados na UC, que serão reunidos num portefólio final. 2) Avaliação do portefólio final composto pelos conteúdos jornalísticos produzidos no âmbito da UC ao longo do período letivo. O tempo total de trabalho necessário para a redação deste trabalho é contabilizada em cerca de 20 horas de pesquisa em biblioteca, e/ou trabalho de campo. A versão final do portefólio representará 80% da nota. A originalidade e a inovação no trabalho contribuirá para a avaliação. Esta avaliação pressupõe a revelação das competências de escrita e orais, qualidade da pesquisa bibliográfica realizada, conhecimentos adquiridos e a capacidade de análise e síntese. Ficam aprovados os alunos que tenham notas superiores a 9,5 valores nas duas avaliações (só são admitidas 2 faltas).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Charon, Yvan (1995) "A entrevista na televisão" Editorial Inquérito; Cotteret, Jean-Marie (1991) "Gouverner c'est parâitre" Presses Universitaires de France, 1991 ; Grijelmo, Alex (2001) "El estilo del periodista" 7 edicion, Taurus, Madrid; Halperín, Jorge (1998) "La entrevista periodística: intimidades de la conversacíon pública" Paidós, Buenos Aires; Lage, Nilson (2001) "A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística" Record, Rio de Janeiro; "Grandes repórteres portugueses da I República", Foto-Jornal, Colecção Grande Reportagem, Lisboa 1986; "Repórteres e Reportagens de Primeira Página", I Volume,1901-1910, Conselho de Imprensa, Lisboa; "Repórteres e Reportagens de Primeira Página", II Volume, 1910-1926, Conselho de Imprensa, Lisboa; Pinto, Mário (2006) "Como evitar o atamancado do 'Jornalês'", Papiro Editora, Lisboa,; Brady, John (1977) "The craft of interviewing", Vintage Books, Nova Iorque, "Stalking the feature story" (1979) William Ruehlmann, Vintage Books, Nova Iorque,; Chancellor, John e Mears ,Walter R. (1983) "The news business", Harper & Row Publishers, Nova Iorque Moeller, Susan (1999) "Compassion Fatigue - How the media sell disease, famine, war and death", Routledge, Nova Iorque Gall, Sandy (1983) "Don't worry about the money now", New English Library, Sevenoaks (Kent, GB) Quinn, Stephen e Vicent f. Filak (2005) Convergent journalism: writing and producing across media, Focal Press, Burlington, Eua; Briggs, Mark (2010) Journalism next, Sage, Washington, EUA; Heinrich, Ansgard (2011) Network journalism: journalistic pratice in interactive spheres, Routledge, Nova Iorque, Eua;
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
Objectivos
• Analisar e reflectir sobre a televisão como meio de conhecimento e de estudo da sociedade, nas suas três dimensões essenciais: institucionalidade, texto e audiências. Atingir a compreensão da interacção entre o media e a sociedade. • Analisar as formas da televisão como representações textuais de realidades sociais. • Estudo e uso de metodologias apropriadas para realizar a análise da televisão como objecto sociológico. • Reflectir sobre o media na “era das redes”, da fragmentação das audiências, da individualização do indivíduo, na “era digital” e da expansão da linguagem e dos conteúdos de TV para outros media e formas de comunicação.
Programa
1. Introdução: mundo social, mundo simbólico. 2. A televisão como reflexo da sociedade e como reflexo na sociedade. A televisão como produtora de sociedade. 3. A televisão como acesso ao conhecimento da sociedade. Metodologias de estudo da televisão como reflexo da e na sociedade. 4. A televisão como instituição. Produção. Elites. Televisão e serviço público. 5. A televisão como texto. Representações. 6. A televisão como audiências. Massas e indivíduos. Consumo e cidadania. A televisão na sociedade do século XXI. Desafios teóricos e de investigação.
Processo de Avaliação
Realização de um trabalho final, seja a apresentação de uma proposta de projecto de investigação, enunciação das suas diversas etapas e métodos, seja um ensaio crítico e argumentado a partir de uma análise empírica de uma realidade abordada no programa, à escolha do aluno e aprovada pelo professor. O projecto de cada trabalho será discutido em várias sessões a partir da terceira.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Compreender as dinâmicas demográficas que afetam o volume e estrutura da população e as tendências atuais dos fenómenos demográficos. Saber calcular e interpretar os principais indicadores demográficos e projetar a evolução da população em função de cenários prospectivos.
Programa
1. População: volume, estrutura e movimento (natural e migratório). 2. Análise dos fenómenos demográficos: o diagrama de Lexis. 3. Análise da mortalidade: taxas específicas e esperança de vida. 4. Análise da fecundidade: taxas específicas e índice sintético de fecundidade. 5. Análise das migrações: taxas e métodos indiretos. 6. Trajetórias demográficas recentes: hipóteses de evolução da componente natural e migratória. 7. Projeções demográficas: o método das componentes por coortes. 8. Projeção da população sem migrações 9. Projeção da população com migrações.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: teste (60%) e trabalho (40%) Avaliação Final: teste (60%) e trabalho (40%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Preston, S., Patrick H. e M. Guillot, 2001 - Demography: Measuring and Modeling Population Processes, Blackwell, Oxford.
Bibliografia Opcional
Avdeev, A. et al, 2011, "Populations and Demographic Trends of European Countries, 1980-2010", Population 66-1, p9-129.
Bandeira, M.L., 2004 - Demografia. Objecto Teoria e Métodos, Escolar Ed., Lisboa.
INE, 2017 - Projeções de população residente 2015-2018
Lanzieri, J.P., 2011 - Fewer, older and multicultural? Projections of the EU populations by foreign/national background
Nazareth, J.M., 2004 - Demografia. A Ciência da População, Ed. Presença, Lisboa.
Pintassilgo, S.C. e M.B. Bandeira, 2018 - Introdução à Demografia. Trabalhos Práticos, Escolar Ed., Lisboa.
Siegel, J.S. e D.A. Swanson, 2004 - The Methods and Materials of Demography, Elsevier, San Diego.
United Nations, 2017 - World Population Prospects
|
|
2 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
O objectivo desta unidade curricular é dotar os estudantes de conhecimentos teóricos e práticos sobre a definição e acesso a fontes de informação e a documentação, nomeadamente a documentação de arquivo. A reflexão sobre o conceito de documento bem como os procedimentos a que deve ser submetida a informação e documentação utilizada na elaboração de estudos científicos são também aspectos contemplados.
Programa
CP1 - Teoria e história da informação e da documentação. O processo informativo-documental. A mensagem documental CP2- Conceito de documento CP3- Hermenêutica e crítica do documento e da informação CP4- Organização e representação da informação CP5- O arquivo e o documento de arquivo. Arquivos históricos; Arquivos intermédios; Arquivos correntes CP6- A pesquisa e o acesso à informação nos arquivos CP7 - Arquivos especiais: sonoros, fotográficos, cinema, digitais CP8- Outras fontes documentais: fontes orais, fontes literárias, imprensa cinema, memórias, objectos.
Processo de Avaliação
Preparação e participação nas aulas (10%).Elaboração de um trabalho individual e sintético, com apresentação oral na sala de aula (30%) e entrega do trabalho por escrito no final das aulas (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Chaumier, Jacques (1993), Les Techniques Documentaires, Paris, Puf. Coeuré, Sophie; Duclert, Vincent (2001), Les archives, Paris, La Découverte. Farge, Arlette (1989), Le gout de l?archive, Paris, Seuil. Le Goff, Jacques (1984), «Documento/Monumento», in: Enciclopédia Einaudi, vol. I, Lisboa, Imprensa Nacional, pp. 95-104 López Yepes, J. (1995), La documentación como disciplina. Teoria e historia, Pamplona, Eunsa, 1995 Pinto Molina, M. (1991), Análisis documental: fundamentos y procedimientos, Madrid, Eudema. Ribeiro, Fernanda (2003), O acesso à informação nos arquivos, 2 volumes, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian / Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Rousseau, Jean-Yves, et al. (1998), Os fundamentos da disciplina arquivística, Lisboa, Dom Quixote Silva, Armando Malheiro da (2006), A Informação. Da compreensão do fenómeno e construção do objecto científico, Porto, Ed. Afrontamento.
Bibliografia Opcional
AA.VV. (2004), Olhares cruzados entre arquivistas e historiadores, Lisboa, IAN/TT. AA.VV (1985),Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas - A Informação em Tempo de Mudança - Actas, 2 vols., Porto, BAD. Alves, Ivone, et al. (1993), Dicionário de terminologia arquivística, Lisboa, Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro. Barthes, Roland (2012), A Câmara Clara, Lisboa, Ed. 70 (reedição). Carrión Gúties, Manuel (2002), Manual de Bibliotecas, Madrid, Fundación Germán Sánchez Ruipérez. Eco, Umberto (2002), A Biblioteca, Lisboa, Difel (5.ª edição). Eco, Umberto (1980), Como se faz uma tese em ciências humanas, Lisboa, Presença. Guinchat, Claire e Menou, Michel (1985), Introduction générale aux sciences et techniques de l'information et de la documentation, Paris, Presses de l'UNESCO. Hildesheimer, Françoise (1984), Les archives? Pourquoi ? Comment ?, Paris Éditions de l´Érudit. Leal, Maria José da Silva e Pereira, Miriam Halpern, coord. (1988), Arquivo e Historiografia. Colóquio sobre as fontes da História Contemporânea portuguesa, Lisboa, INCM. Lodolini, E. (1986), Archivistica. Principi e problemi, Milão, Franco Angeli (3.ª ed). Mattoso, José (1988), A Escrita da História. Teoria e métodos, Lisboa, Editorial Estampa Mban, Albert (2007), Les problèmes des archives en Afrique : à quand la solution?, Paris,L'Harmattan. McGarry, Kelvin J. (1984), Da documentação à informação: um contexto em evolução, Lisboa, Ed.Presença Pavão, Luís (1997), Conservação de Colecções de Fotografia, Lisboa, Dinalivros. Poulain, Marine, dir. (1992), Les bibliothèques publiques en Europe, Paris, Edition du Cercle de la Librairie. Serrão, Joel, coord. (1984-1985), Roteiro de Fontes da História Portuguesa Contemporânea, 3 Volumes, Lisboa, Instituto Nacional de Investigação Científica. Silva, Armando Malheiro da; Ribeiro, Fernanda; Ramos, Júlio e Real, Manuel Luís, (1999), Arquivística. Teoria e prática de uma ciência da informação, Porto, Afrontamento. Sontag, Susan (1986), Ensaios sobre fotografia, Lisboa, D. Quixote. Traniello, Paolo (1997), La Biblioteca Pubblica. Storia di un istituto nell?Europa contemporanea, Bolonha, il Mulino.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Esta unidade visa fornecer aos alunos(as) competências práticas de aplicação da análise de conteúdo recorrendo a um programa informático especializado: MAXQDA.
Programa
1.A análise de conteúdo 1.1 Introdução. Estratégias de análise de conteúdo. Comparação da análise de conteúdo clássica com a grounded theory. 1.2 A questão da amostragem na seleção dos documentos a tratar. As etapas na realização da análise de conteúdo. As vantagens e desvantagens da análise de conteúdo. Aplicações da análise de conteúdo. Fiabilidade e validade na análise de conteúdo. 2. A utilização do software MAXQDA na análise de diversos tipos de dados qualitativos. 2.1 Etapas, processos e tarefas na utilização do MAXQDA: estrutura de codificação; labels; contagens; 3. Apresentação de resultados e publicação de estudos com análise de conteúdo 3.1 Produção de um codebook de apresentação dos resultados: excertos, contagens, proporções, nuvens de palavras, 3.2 Publicação dos resultados em diferentes tipos de publicações
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de ficha de leitura (30%); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. (2012). Social Research Methods. Oxford: Oxford University Press
Denzin, N.K., & Lincoln, Y.S. (2000). Handbook of Qualitative Research. London: Sage.
MAXQDA 12 Reference Manual, Verbi Software, Berlin
Bibliografia Opcional
Duarte, Vera (2015), "Delinquência Juvenil feminina a várias vozes. Contributos para a contrução de uma tipologia de percursos transgressivos", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 49-66.
Gomes, Rui Telmo (2014), "O pessoal está interessado numa tour". Ritos de procrastinação das cenas musicais underground", Sociologia, Problemas e Práticas 76, pp.51-68.
Lemos, Valter e Anabela Serrão (2015), "O impacto político do PISA em Portugal através dos media", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 87-104.
Nunes, Ana Rita e Sara Falcão Casaca (2015), "As mulheres perante o desafio de uma carreira internacional", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 77-94.
Silveira, Liane (2015), "Eu sou os olhos dela. As babás nas imagens, na praça ou na etnografia do olhar", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 95-111.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
A UC de Análise de Indicadores Estatísticos tem como objetivos proporcionar aos estudantes, através da realização de atividades práticas, o desenvolvimento de competências de avaliação e utilização de fontes estatísticas, tomando como referência o trabalho de investigação científica e de redação dos respetivos produtos. Pretende-se dotar os alunos das competências que lhes permitam ler, interpretar e usar de forma informada as estatísticas disponíveis em diversas das suas áreas fundamentais.
Programa
CP1. O sistema estatístico nacional e internacional (Instituto Nacional de Estatística e órgãos de competências delegadas; Organismos das Nações Unidas, Eurostat, OCDE); Métodos e amplitude da recolha de informação. CP2. Recenseamento da população e estatísticas demográficas; CP3. Educação: Sistema de ensino, recenseamentos escolares e qualificações da população; CP4. PIB, rendimentos, proteção social e desigualdades sociais; CP5. Trabalho, emprego e grupos profissionais; CP5. Ciência, tecnologia e sociedade do conhecimento; CP6. Indicadores compósitos: índice de desenvolvimento humano; CP7. Dos indicadores estatísticos à investigação sociológica. Articulação das estatísticas oficiais com a utilização de bases de dados internacionais Eurobarometer, EVS, IPPS, ESS.
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de apresentação oral individual em sala de aula (30%) (caso a turma seja grande será proposta uma alternativa); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bacelar, Sérgio, Para uma Sociologia da Produção Estatística: virtualidades duma leitura sintomática da informação estatística, Lisboa, INE. Carrilho, Maria José, População Activa: conceito e extensão através dos censos, Lisboa, INE. Ferreira, Maria João e Isabel Tavares, Notas sobre a História da Estatística, Dossiers Didácticos, VI, Lisboa, INE. Freire, João (1999), Problemas técnico-metodológicos em inquéritos sociológicos: a propósito de questões de valores e orientações dos sujeitos em matéria sócio-económica, Revista Crítica de Ciências Sociais, 55, pp. 37-51. Ramos, Pedro M.G. N. (2013), Torturem os Números que Eles Confessam, Coimbra: Almedina. Silva, Ana Alexandrino (2006), Gráficos e Mapas - representação de informação estatística, Lisboa, Lidel. Sousa, Fernando (1995), História da Estatística em Portugal, Lisboa, INE.
Bibliografia Opcional
Páginas Web e bases de dados
Bases de Dados de Informação Estatística: http://www.ine.pt http://www.oecd.org http://epp.eurostat.ec.europa.eu/portal/page/portal/eurostat/home/ http://www.unesco.org http://www.ilo.org http://www.eurofound.europa.eu/ http://www.apis.ics.ul.pt/ http://zacat.gesis.org/webview/
|
|
|
|
|
|
Objectivos
A presente disciplina visa discutir e potenciar a utilização sociológica do conceito de rede, visto como uma poderosa ferramenta teórica e metodológica. Neste sentido, combina uma reflexão teórico-analítica sobre o conceito de rede com a apresentação de estratégicas metodológicas de análise de redes sociais. Serão apresentados algumas aplicações informáticas específicas para a análise de redes, bem como algumas medidas estatísticas de análise de redes sociais, algo que será complementado com indicações bibliográficas e referências a pesquisas realizadas neste âmbito.
Programa
1. Rede Social: conceito e noções básicas 2. Aproximações teóricas com recurso à metáfora da rede - um guia 3. Apropriações metodológicas da análise de redes 4. Análise estatística de redes sociais? uma introdução 5. Representações gráficas: grafos e matrizes 6. Medidas analíticas básicas: coesão, envolvimento e subgrupos
Processo de Avaliação
Um trabalho individual que utilize teórica e metodologicamente o conceito de rede. O trabalho deve ter uma componente empírica, e nas aulas haverá oportunidade para desenvolver algumas das tarefas requeridas. Haverá também uma sessão individual com a docente de preparação do trabalho. O trabalho, na sua versão escrita, deve ter 10 a 20 páginas, excluindo anexos.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Wellman, Barry (1998), ?From Little Boxes to Loosely-Bounded Networks: The Privatization and Domestication of Community?, (Abril 2001)
Hanneman, Robert (2001), Introduction to social network methods, dept. of Sociology, University of California, Riverside (online guide)
Granovetter, Mark (1973) ? The strength of weak ties?, American Journal of Sociology, 78 (6)
Castells, Manuel (2000), The Information Age: Economy, Society and Culture, Volume I - The Rise of the Network Society, Oxford, Blackwell (2nd edition - 1997)1)
Bibliografia Opcional
Agier, Michel (1999), ?Réseaux et engagements: les uns avec les autres?, L?invention de la ville, Banlieus, townships, invasions, et favelas, Éditions des archives contemporaines, Paris (pp. 101-130) Fisher, Claude (1982), To Dwell Among Friends: Personal Networks in Town and City, Chicago e Londres, The University of Chicago Press. Hannerz, Ulf, (1980) Exploring the city, inquiries toward and urban anthropology, New York : Columbia University Press
Miranda, David, (2003) ?Em rede?: Algumas questões epistemológicas, em José Rebelo (coord.) Novas Formas de mobilização popular, Porto, Campo das Letras
Pereira, Inês, ?Movimentos em rede, Uma história do Software Livre?, em Cardoso, Gustavo, Rita Espanha (orgs.) (2006), Comunicação e Jornalismo na Era da Informação, Campo dos Media.
Santos, Felix Requena, (1989) ?Los lazos sociales? in Amigos y redes sociales, elementos para una sociologia de la amistad, CIS, Madrid Simmel, Georg (1955) ?The Web of Group Affiliation?, em The Conflict- The Web of Group Affiliation, New York, The Free press Ugarte, David, (2004) 11 M, Redes para ganar una guerra, Icaria, Barcelona Wasserman, Stanley e Katherine Faust, ?Affiliations and Overlapping Subgroups?, in Wasserman, Stanley e Katherine Faust (1994) Social network analysis, methods and applications, Cambridge, University Press Wittek, Rafael, (2003) ?Social capital in organizations, Forms, sources and effects?, summer course: Introduction to Social Network Analysis for Organisation StudiEs?, ISEG
|
|
|
|
|
|
Objectivos
A UC visa apresentar os fundamentos básicos (teóricos e práticos) da História Oral e conseguir que os alunos aprendam a fazê-la.
Programa
1. A História Oral como saber reconhecido: 1.1. A emergência e a afirmação da História Oral. 1.2. Tradições orais. 1.3. Tipologias e problemáticas da memória colectiva. 1.4. História Oral e fontes orais em arquivos e museus. 1.5. A situação da História Oral em Portugal. 2. A prática da História Oral: 2.1. Especificidades das fontes orais. 2.2. A inter-relação entre o entrevistador e o entrevistado. 2.3. Técnicas de entrevista. 2.4. Tipos de entrevistas. 2.5. A construção de perguntas. 2.6. Perfis de entrevistados. 2.7. Tipos de transcrição ou fichagem. 2.8. Utilização e crítica das fontes orais. 2.9. Problemas de confidencialidade: direito à informação ou direito à privacidade?
Processo de Avaliação
A avaliação periódica consite num dossier sobre um tema com: problemática; grelha de entrevista; 3 perfis; transcrição/fichagem de 5 mn de uma entrevista; comentário dessa entrevista; reflexão final com análise da contribuição da história oral para o estudo do problema.
Em alternativa, haverá exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BURGUESS, Robert G. (1997) A pesquisa de terreno. Uma introdução, Oeiras, Celta Editora DESCAMPS, Florence (2001) L'historien, l'archiviste et le magnétophone. De la constitution de la source orale à son exploitation, Paris, Ministère de l'Économie, des Finances et de l'Industrie. GHIGLIONE, Rodolphe e MATALON, Benjamin (1992) O inquérito. Teoria e prática, Lisboa, Celta Editora OLIVEIRA, Luísa Tiago de (2010) "A História Oral em Portugal", Sociologia. Problemas e Práticas, 63, pp. 139-56. Acessível em http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/spp/n63/n63a08.pdf POIRIER, Jean, CLAPIER-VALLADON, Simone e RAYBAUT, Paul (1995) Histórias de vida. Teoria e prática, Oeiras, Celta Editora RITCHIE, Donald A. (2011) The Oxford Handbook of Oral History. Oxford University Press TRAVERSO, Enzo (2012) O Passado, modos de usar. História, Memória e Política, Lisboa, Edições Unipop
Bibliografia Opcional
AROSTEGUI, Julio (2004) La historia vivida. Sobre la Historia del Presente, Madrid, Alianza Editorial, 1ª parte BAWM, Willa K. (1991) Transcribing and editing Oral History, Walnut Creek, Altamira Press BEBIANO, Rui (2003) "Temas e problemas da história do presente", in A História Tal Qual se Faz, org. de José d' Encarnação, Lisboa, Edições Colibri / Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, pp. 225-236 BERTAUX, Daniel (1997) Les récits de vie: perspective ethnosociologique, Paris, Nathan BERTAUX, Daniel (org.) (1981) Biography and society. The Life History approach in the Social Science, London, Sage BOURDIEU, Pierre (1994) "A ilusão biográfica" in Razões práticas: sobre a teoria da acção, Oeiras, Celta Editora, pp 53-59 CATROGA, Fernando (2001) História, memoria e historiografia, Coimbra, Quarteto CHAVEAU, Agnés e Philippe Tétard, orgs., (1992) Questions à l?histoire des temps présents, Bruxelles, Éditions Complexe COIMBRA, Maria Natércia (1993) "O arquivo de história oral no Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra. Entrevistas: conceito, natureza e direitos de uso e divulgação envolvidos" Cadernos BAD (1), pp. 21-30 CONNERTON, Paul (1993) Como as sociedades recordam, Oeiras, Celta Editora DEXTER, Lewis Anthony (2006) Elite and specialized interviewing, University of Essex (Colchester) - ECPR Press. FENTRESS, James e WICKAM, Chris (1994) Memória social. Novas perspectivas sobre o passado, Lisboa, Teorema FERRAROTTI, Franco (1981) Storia e storia di vita, Roma, Laterza FODDY, William (1996) Como perguntar. Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários, Oeiras, Celta Editora HALBWACHS, Maurice (1968) La mémoire collective, Paris, Presses Universitaires de France (edição original - 1950) HALBWACHS, Maurice (1994) Les cadres sociaux de la mémoire, Paris, Albin Michel (edição original - 1925) HOBSBAWM, Eric e RANGER, Terence (organizadores) (1983) The invention of tradition, Cambridge, Cambridge University Press JENIN, E. (2002) Los trabajos de la memoria, Madrid, Siglo XX JOUTARD, Philippe (1983) Ces voix qui nous viennent du passé, Paris, Hachette LOWENTHAL, David (1985) The past is a foreign country, Cambridge, Cambridge University Press MACKAY, Nancy (2007) Curating Oral Histories. From Interview to Archive, California, Left Coast Press, Inc NAMER, Gerald (1987) Memoire et societé, Paris, Méridiens Klincksiech NORA, Pierre, org., (1986-1992) Les lieux de mémoire, 7 vol, Paris, Gallimard PASSERINI, Luisa (1988) Storia e soggettività. Le fonti orali e la memoria, Florença, La nuova Italia PENEFF, Jean (1990) La méthode biographique: de l´École de Chicago à l'histoire orale, Paris, Armand Collin PORTELLi, Alessando (2013) A morte de Luigi Trastulli e outros ensaios, Lisboa, Edições Unipop REVEL, Jacques (1996) Jeux d'échelles. La micro-analyse à l'expérience, Paris, Gallimard / Le Seuil RICOEUR, Paul (2000) Mémoire, l'histoire, l'oubli, Paris, Seuil RITCHIE, Donald A. (2003) Doing Oral History. A Pratical Guide, 2º edição, Oxford University Press SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1990) The myths we live by, London / New York, Rowtledge SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1994) Theatres of memory, London, Verso THOMPSON, Paul (1978) The voice of the past. Oral History, Oxford / London / New York, Oxford University Press VALCUENDE DEL RIO, José María e Susana Narotsky Molledo (orgs.) (2005) Las políticas de la memoria en los sistemas democráticos: poder, cultura y mercado, Sevilha, Federación de Asociaciones de Antropología del Estado Español / Fundación El Monte / Asociación Andaluza de Antropología VANSINA, Ian (1965) Oral tradition as History, Madison / Wisconsin, University of Wisconsin Press VIDIGAL, Luís (1996) Os testemunhos orais na escola: história oral e projectos pedagógicos, Porto, Asa. YOW, Valerie Raleigh (1994) Recording Oral History. A Pratical Guide for Social Scientists, London, Sage Publications
|
|
|
|
|
|
Objectivos
O objectivo desta disciplina é perspectivar a importância da utilização de imagens como fonte histórica e criar os instrumentos para o seu uso.O Contacto crítico com bibliografia é também relevante. Ao mesmo tempo que se elencam os temas e fontes passíveis de estudo, ou já estudados por diversos historiadores, também se abrem portas para uma aprendizagem concreta do seu uso.Os Sistemas de representação e de presentação, o enquadramento e análise crítica do documento, a constituição de corpus documentais visam uma apropriação dos saberes que começa na tomada de consciência das dificuldades do uso da fonte visual. O objectivo é capacitar o estudante a ter uma autonomia na escolha dos problemas, das fontes e dos média que estudará.
Programa
1. História da relação entre história e imagem. 2. Ver: Materialidade, imaterialidade da imagem Módulo. 3. O problema da representação. 3.1. Linguagens, contextos. 3.2. Símbolos, Mitologias. 4. A imagem como fonte. 4.1. O comentário do Documento iconográfico. 4.2. Difusão da imagem e sua Importância como fonte histórica. 4.3. A constituição de Corpus. 5. Estudos de caso 5.1. A Iconografia do Poder. 5.2. Simbólica da Nação. 5.3. Denegrir e Marginalizar. 5.4. Imagem: encontros e desencontros culturais. 5.5. Simbólica do Movimento Operário. 5.6. Representações do Espaço habitado ou explorado.(Paisagens, vistas, perspectivas, planos e mapas. 5.7. Propaganda e publicidade. 5.8. Imagem e identidade. 6. A imagem de conteúdo Histórico. 6.1. Cinema Histórico. 6.2. Banda Desenhada e História. 7. Balanço da Aprendizagem.
Processo de Avaliação
Avaliação correspondendo aos principais objectivos do curso.1 centrada na capacidade de compreensão e crítica da historiografia existente.2 momento duas fases. Escolha de tema e apresentação na aula. Realização do trabalho escolhido escrito. O objectivo é obter a autonomia da organização do trabalho, a comunicação oral e escrita dos resultados e a sua discussão com o professor e o grupo. A integração dos resultados da discussão. A escolha é feita com o professor em entrevista no gabinete.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. França, José Augusto, "História e Imagem", comunicação feita em Assembleia Geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Annais da Academia Portuguesa de História. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. Guigueno, Vincent, Delage, Christian, L'ouvrage, l'historien et le film, Gallimard, Paris, 2004 Duprat, Annie, Images et histoire: outils et méthods des Documents iconographiques,Paris, 2006. Barros, José d'Assunção," Cinema e história- as funções do cinema como agente, fonte e representação da História" em Ler História nº 52, 2007.
Bibliografia Opcional
AA.VV. Image et Histoire, Actas do colóquio de Paris/Censier, Publications de la Sorbonne, 1987. Agulhon Maurice, « Les Symboles figurés dans la propagande du mouvement ouvrier français de 1880 à 1914 », em La cultura operaria nella società industrializzata », Mezzosecolo, n.º 5, 1985. Agulhon, Maurice, La Marianne au Combat, l?imagerie et la Symbolique Républicaine , Flamarion , Paris 1979. Barthes, Roland, A Câmara clara, ed. 70 Barthes, Roland, L?Empire des Signes, Skira- Les Sentiers de La Création, Flammarion, Paris, 1980. Berger, John, Modos de ver, Arte e Comunicação, ed. 70, Lisboa, 1980. Bianco, Bela Feldman,Leite L. Miriam,(org.) Desafios da Imagem, São Paulo, 1998/2005. Bonnell, Victoria, Iconography of Power: Soviet Political Poster under Lenin and Stalin, Califórnia UP, 1997. Caetano, Carlos, A Ribeira de Lisboa Na Época da Expansão Portuguesa (Séculos XV a XVIII). Pandora, Lisboa, 2004. Campbell, Hughs, ? Photographing Urban America 1969-1979: From Garry Winogrand?s Glance to Stephen Shore?s Gaze. Sessão 38 , Visionary Urbanism: Photographic, Filmic and Digital Representation, Congresso de Associação Europeia de História Urbana, Estocolmo , 2006. http://www.historia.su.urbanhistory/eauh/specialistabstract2.htm Carvalho, José Murilho, A Formação das Almas, 1990. Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, Turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. Clark, Keneth, Hall?s Dictionary of subjects & Symboles in Art, 1974. Cloqué, Louis, traité de Perspective pittoresque, avant 1930. Dias, Helena, Alegria, Maria Fernanda, ?Lisboa na Produção Cartográfica Portuguesa e Holandesa dos séculos XVI e XVII?, Revista Penélope, n.º 13, 1994. pp. 55/69. França, José Augusto, ? História e Imagem?, comunicação feita em Assembleia-geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Anais da Academia Portuguesa de História. Freund, Gisèle, Photographie et Société, Paris, 1974.Edição espanhola, La Fotografia como documento social, Gil y Gil Madrid 1976. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. George Duby et Jacques Le Goff, « Document Artistique e Histoire » Table Ronde em Francastel et Après Giesey-, Ralph, « Modèles de Pouvoir dans les Rites Royaux en France », em Annales, Economie, Société et Culture ,n.º 3, pp. 579-599. Guillerme, J. L?atelier du temps, Essay sur l?alteration des peintures, Humaine, Paris, 1954 Guinzburg, Carlo, Mitos, Emblemas, Sinais, Morfologia e Históra, Companhia das letras, São Paulo, 1990. Isaacs, Anne Catherine, Histoire, Images, Imaginaire, Clio´s workshops. Pisa, 2002. Lynch, Kevin, A imagem da Cidade, Lisboa, Ed. 70, 1976. Panovsky, Dora and Erwin, Pandora?s Box, The Changing Aspects of a Mythical Symbol, Princeton UP, 1978. Panovsky, Erwin, ? Contribution au problème de la description des oeuvres appartenant aux Arts plastiques et à celui de l'interprétation de leur contenu » em La perspective comme forme Symbolique, Paris, Editions Minuit, 1975. Panovsky, Erwin, Estudos de Iconologia : Temas Humanísticos na Arte do Renascimento, Lisboa, Estampa, 1982. Philibert Myriam, Dictionnaire illustré des Mythologies, ed. Lodi, Paris,2001. Pinheiro, Magda, O Liberalismo nos espaços Públicos, A memória das Revoluções Liberais através dos Monumentos que a Celébram, Celta, Oeiras, 2000. Pinheiro, Nuno, Classes populares e Fotografia, tese de Mestrado, ISCTE. Pinheiro, Nuno, em Eunice Relvas, Maria João Vaz e Nuno Pinheiro, org. Exclusão na História, Oeiras, 2001. Pinheiro, Nuno, O Teatro da Sociedade, Tese de Doutoramento, cehcp, 2006 Schwarcz, Lilia Moritz, As Barbas do Imperador, São Paulo, 1999. Reynero, Carlos, La escultura Comemorativa en Espanha, La Edad de oro del Monumento Público, 1820-1914, Madrid, 1999. Senos, Nuno, O Paço da Ribeira, 1501-1581, ed. Notícias, Lisboa , 2002
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo desenvolver métodos de dependência contemplando duas situações de investigação de grande aplicação na área das Ciências Sociais e Humanas. São analisados designs complexos nos quais são testados modelos com efeitos de moderação e efeitos de mediação. São realizadas aplicações através de Regressão Linear Múltipla e Regressão Logística. A apresentação dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo situações de análise com apoio de um software de Estatística (SPSS) e da macro PROCESS (Hayes, 2018).
Programa
1. Modelação: moderação e mediação 1.1 Moderação: efeito de interação 1.2 Mediação: cadeia de efeitos 1.3 Análise de artigos com moderação e mediação 2. Modelação de moderação via Regressão Linear (OLS) 2.1 OLS com efeitos principais e efeitos de interação 2.2 Moderadora quantitativa 2.3 Moderadora categorizada 2.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 2.5 Reportar resultados em tese/artigo 3. Modelação de mediação via OLS 3.1 Mediadora quantitativa 3.2 Estimar e testar efeito indireto via bootstrapping 3.3 Mediação parcial e total 3.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 3.5 Reportar resultados em tese/artigo 4. Modelação via Regressão Logística 4.1 Apresentação do modelo 4.2 Condições de aplicabilidade 4.3 Parâmetros do modelo 4.4 Aplicação com software 4.5 Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: 1. Exercício individual (65%) 2. Trabalho de grupo (35%).
Condições: 1. Nota mínima no exercício individual: 8,0 valores 2. Nota mínima no trabalho: 10 valores
A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação eriódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baron, R e Kenny D. (1986). The Moderator-Mediator Variable Distinction in Social Psychological research: Conceptual, Strategic and Statistical Considerations, Journal of Personality and Social Psychology, 51, 1173-1182. Frazier, P. A., Tix, A. P. e Barron, K. E. (2004). Testing moderator and mediator effects in counselling psychology research. Journal of Counselling Psychology, 51(1), 115-134. Hayes, A. F. (2012). PROCESS: a versatile computational tool for observed variable mediation, moderation, and conditional process modeling. MacKinnon, D. P., Fairchild, A. J. e Fritz, M. S. (2007). Mediation analysis. Annual Review of Psychology, 58, 593-614. Maroco, J. (2010). Análise Estatística com o PASW Statistics (ex-SPSS), Pero Pinheiro. Pampel, F. (2000). Logistic Regression, Sage Publications. Passos, A. e Caetano, A. (2005). Exploring the effects of intragroup conflict and past performance feedback on team effectiveness, Journal of Managerial Psychology 20, 3/4, 231-244.
Bibliografia Opcional
Aiken, L., Stephen G. (1991). Multiple Regression: Testing and interpreting interactions, Newbury Park, Sage publications.
Calheiros, M. M. (2006). A construção social do mau trato e negligência: do senso-comum ao conhecimento científico. ed. 1, ISBN: ISBN 972-31-1132, Coimbra: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e Tecnologia. Imprensa de Coimbra Lda.
Cohen, J., Cohen P., West S. e Aiken L. (2003). Applied Multiple Regression/Correlation. Analysis for the Behavioral Sciences, Mahawh: Laurence Erlbaum, 3ª ed.
Hair, J., Black, W. Babin, B. e Anderson, R. (2009). Multivariate Data Analysis, 7ª ed., Prentice-Hall International, Inc.
Preacher, K. J. e Hayes, A. F (2008). Asymptotic and resampling strategies for assessing and comparing indirect effects in multiple mediator models, Behavior Research Methods, 40 (3), 879-891, http://quantpsy.org/pubs/preacher_hayes_2008b.pdf.
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª.
Important links:
Kenny, D. A. (2011). Moderation http://davidakenny.net/cm/moderation.htm Kenny, D. A. (2012). Mediation, http://davidakenny.net/cm/mediate.htm
Jose, P.E. (2013). ModGraph-I: A programme to compute cell means for the graphical display of moderational analyses: The internet version, Version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/modgraph/
Jose, P. E. (2013) MedGraph-I: A programme to graphically depict mediation among three variables: The internet version, version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/medgraph/
On-line data bases:
The European Social Survey (ESS): http://www.europeansocialsurvey.org/.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo apresentar métodos de análise de dados que permitam descrever e testar relações entre duas ou mais variáveis, privilegiadamente relações de dependência. Dada a inserção da UC em cursos de mestrado pretende-se assim desenvolver conhecimentos e competências nos alunos com vista à operacionalização de modelos de análise similares aos que podem ter de trabalhar, designadamente, na sua dissertação de mestrado. O desenvolvimento dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo-se, para o efeito, exemplos de pesquisa com apoio de um software de estatística (SPSS).
Programa
1.Sistematização de um glossário de estatística 2.Modelação para comparação de grupos 2.1.Comparação entre dois grupos 2.2.Comparação entre k grupos 2.3.Operacionalização com software de estatística 2.4.Apresentação de resultados em tese/artigo 3.Validação da relação entre pares de variáveis 3.1.Variáveis categorizadas 3.2.Variáveis ordinais e quantitativas 3.3.Variáveis quantitativas 3.4.Operacionalização com software de estatística 3.5.Apresentação de resultados em tese/artigo 4.Modelação de relações de tipo linear 4.1.Modelo de regressão linear simples 4.2.Modelo de regressão linear múltipla 4.3.Operacionalização com software de estatística 4.4.Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
A avaliação periódica inclui: 1. Exercício individual - 65% 2. Trabalho de grupo(com utilização do software de estatística)- 35%;
Com: - Nota mínima no exercício: 8,0 valores - Nota mínima no trabalho de grupo: 10,0 valores A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. e Cramer, D. (2003), Análise de dados em Ciências Sociais, Introdução às Técnicas Utilizando o SPSS para Windows, Oeiras, Celta Editora, 3ª ed. Maroco, J. (2014). Análise Estatística com o SPSS Statistics, Pero Pinheiro, ReportNumber., 6ed. Maroco, J. e Bispo, R. (2003). Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores.
Bibliografia Opcional
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª ed.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Problematizar a panóplia de oferta de métodos, indicando as suas respectivas vantagens e desvantagens, forças e fraquezas, profundidades e propósitos.
Programa
1 A análise de conteúdo aplicada aos media na sociedade em rede: contexto, desafios, problemas e soluções 2 Limitações da dicotomia análise quantitativa/qualitativa: holismo e contextualização 3 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de imprensa 4 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de rádio 5 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de televisão 6 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de fotografia 7 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de cinema 8 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de som 9 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de media nativos digitais 10 Seminário de apresentação/discussão do trabalho desenvolvido pelos alunos
Processo de Avaliação
Um trabalho final, entregue no fim do semestre, de uma das seguintes modalidades: a) ensaio ou trabalho de aprofundamento temático; b) projecto de pesquisa/análise, ou de estudo de caso.
A nota final terá como base o seguinte cálculo: a) trabalho individual: 80% b) participação em aula: 20%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Berger, A. (2010), Media and Communication Research Methods: an Introduction to Qualitative and Quantitative Approaches, Sage. Deacon, D., Pickering, M., Golding, P., Murdock, G. (2007), Researching Communications: A Practical Guide to Methods in Media and Cultural Analysis, Bloomsbury Publishing. Hansen, A., Cottle, S., Negrine, R., Newboldm, C. (1998), Mass Communication Research Methods, MacMillan. Lorio, S. (2003), Qualitative Research into Journalism: Taking it to the Streets, Lawrence Erlbaum Associates Inc. Lombard, M., Synder-Duch, J., Bracken, C. C. (2003), “Content analysis in mass communication: assessment and reporting of intercoder reliability”, Human Communication Research, 29, 469-472. O'Sullivan, T., Dutton, B., Rayner, P. (1994), Studying the media : an introduction, Edward Arnold. Riffe, D., Lacy, S., Fico, F. (1998), Analysing media messages: Using quantitative content analysis in research, Erlbaum. Selby, K., Cowdery, R. (1995), How to study television, Macmillan.
Bibliografia Opcional
Belo, A., Cardoso, G., Silveira, J. (2011), Telejornais no Início do Século XXI, Colibri. Berger, A. (1991), Media research techniques, Sage. Brandão, N. (2005), Prime Time, Casa das Letras. Brandão, N. (2010), As notícias nos Telejornais, Guerra & Paz. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), As noticias da RTP1, SIC, TVI e o on-line,OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr6.pdf. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), Ficção, Notícias e Entretenimento: As idades da TV em Portugal, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr4.pdf. Cardoso, G., Gomes. M., Neto, P., Santos, S., Calado, V., Amaral, S. (2006), O Jornalismo hoje: uma análise de 14 redacções de TV, Rádio e Jornais, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=29&fileName=rr1.pdf. Cheta, R., Aboim, S., Cardoso,. G., Espanha, R. (2007), Era uma vez...fábulas, romances, quotidianos: Imagens da vida privada nas telenovelas portuguesas, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr_12.pdf. Cordeiro, P. (2010), A rádio e as indústrias culturais: estratégias de programação na transição para o digital, Livros Horizonte.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
O objetivo da Unidade Curricular é dotar os discentes de competências que permitam o uso reflexivo de diferentes estratégias metodológicas na pesquisa online e as suas potencialidades e limitações. A UC debruça-se sobre os debates atuais em torno da inquirição online e as várias ferramentas disponíveis, desde o acesso a dados estatísticos, ao desenho da pesquisa online, às técnicas etnográficas ou à construção e aplicação de um inquérito online. As questões éticas são um outro tópico relevante.
Programa
Temas abordados: CP1. Abordagem multi-disciplinar à pesquisa social online. Formas de conhecimento e a pesquisa na Web. CP2. O desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais. CP3. Nova realidade, novos métodos? Novas metodologias e técnicas com recurso às TIC. CP4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede. CP5. Articulação dos métodos de investigação online com outros recursos: Estatísticas e Bases de Dados CP6. Análise quantitativa online: possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados. Introdução às ferramentas de análise de dados. CP7. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?. CP8. Utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização de dados secundários recolhidos online. As redes globais de investigação. CP9. Análise de redes, Webmetrics e a geografia da Internet. CP10. Princípios éticos na pesquisa online.
Processo de Avaliação
1) Realização das leituras seleccionadas para cada aula; 2) Realização de dois trabalhos: - um individual baseado na leitura de artigo - um trabalho de grupo ou individual de perfil mais aprofundado numa das seguintes modalidades: a) Ensaio; b) Trabalho de aprofundamento temático; c) Projecto de pesquisa; d) Análise de documento, caso, situação ou problema; A nota final terá como base o seguinte cálculo: Trabalho Individual: 45% Trabalho de Grupo: 45% Participação: 10%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Almeida, João Ferreira de, Pinto, José Madureira (1982), A investigação nas ciências sociais, Lisboa, Presença Baym, N. K. (2005). Introduction: Internet research as it isn?t, is, could be, and should be. The Information Society, 21, 229-239. Cardoso, Gustavo (1998) Para uma Sociologia do Ciberespaço: comunidades virtuais em português, Oeiras, Celta Editora. Cardoso, Gustavo, Cheong, Angus, Cole, Jeffrey (eds.) (2009), World Wide Internet: Changing Societies, Economies and Cultures. University of Macau Press, SAR Macau. Disponível Online: http://www.lini-research.org/np4/?newsId=11&fileName=WWI_WIPBook.pdf Ghiglione, Rodolphe, e Benjamin Matalon (1992), O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora Johns., M. D., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.) (2003), Online social research. New York: Peter Lang. Markham, A. N. e N. K. Baym (Eds.) (2009), Internet inquiry: Conversations about method. Thousand Oaks, CA: Sage.
Bibliografia Opcional
1. Formas de conhecimento em Ciências Sociais e a pesquisa nas redes e na Internet.
Almeida, João Ferreira de (2007), Velhos e Novos Aspectos da Epistemologia Das Ciências Sociais, Sociologia, Problemas e Práticas, nº 55, pp.11-24
Black, T. R. (1993). Evaluating social science research: an introduction. London, Sage.
Dretske, Fred. Knowledge and the Flow of Information. Cambridge: MIT Press, 1981.
Hine, C. (2006). Virtual methods: Issues in social research on the Internet. Oxford: Berg.
Moses, Jonathan e Knutsen, T. (2007), Ways of Knowing: Competing Methodologies in Social and Political Research, Palgrave Macmillan
2. Desenvolvimento das questões de pesquisa sobre a relação entre a Internet e a Sociedade. Formulação e avaliação crítica dos desafios do desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais.
Jones, S. (1999). Doing Internet research: Critical issues and methods for examining the Net. Thousand Oaks, CA, Sage.
Miller, D. e Neil J. Salkind (2002) Handbook of Research Design and Social Measurement, Sage
Ragin, C. C. (1994). Constructing social research : the unity and diversity of method. Thousand Oaks, Calif. ; London, Pine Forge Press.
3. Nova realidade, novos métodos?
Hesse-Biber, S. N. & P. Leavy (Orgs.) (2008), Handbook of emergent methods, Nova Iorque: Guilford Press.
Murthy, D. (2008). An examination of the use of new technologies for social research. Sociology, 42, 837-855.
Travers, M. (2009). New methods, old problems: A skeptical view of innovation in qualitative research. Qualitative Research, 9, 161-179.
4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede.
Baym, N. K. (2009). Question six: What constitutes quality in qualitative Internet research? In, A. N. Markham, N. K. Baym (Eds.), Internet inquiry: Conversations about method (pp. 173-189). Thousand Oaks, CA: Sage.
Garcia, A. C., Standlee, A. I., Bechkoff, J., & Cui, Y. (2009). Ethnographic approaches to the Internet and computer-mediated communication. Journal of Contemporary Ethnography, 38, 52-84.
Kazmer, M. M., & Xie, B. (2008). Qualitative interviewing in Internet studies: Playing with the media, playing with the method. Information, Communication & Society, 11, 257-278.
Mann, C., & Stewart, F. (2000). Internet communication and qualitative research: A handbook for researching online. Thousand Oaks, Ca: Sage.
Murray, C. D., & Sixsmith, J. (1998). E-mail: A qualitative research medium for interviewing? International Journal of Social Research Methodology: Theory & Practice, 1(2), 103-121.
Robson, K., Williams, M. (2003). Reengineering focus group methodology for the online environment, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online Social Research (pp. 25-46). New Work: Peter Lang.
Stewart, K., & Williams, M. (2005). Researching online populations: The use of online focus groups for social research. Qualitative Research, 5, 395-416.
Ward, K. J. (1999). Cyber-ethnography and the emergence of the virtually new community. Journal of Information Technology, 14, 95-105.
5. Análise quantitativa online, possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados.
Coomber, R. (1997) 'Using the Internet for Survey Research' Sociological Research Online, vol. 2, no. 2. Disponível Online: http://www.socresonline.org.uk/2/2/2.html
Sills, Stephen e Song, Chunyan (2002). Innovations in Survey Research: An Application of Web-Based Surveys, Social Science Computer Review, vol. 20 no. 1, pp. 22-30.
Reynolds, R. A., Woods, R., & Baker, J. D. (Orgs.) (2007), Handbook of research on electronic surveys and measurements (pp. 264-268). Hershey, PA: Idea Group.
Schmidt, William C. (1997) World-Wide Web survey research: Benefits, potential problems, and solutions, Behavior Research Methods, Instruments, & Computers, 29 (2), 274-279. Disponível Online: http://www.springerlink.com/content/f5l606k0t4058k47/fulltext.pdf
6. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?.
Best, S. J., & Kruger, B. (2002). New approaches to assessing opinion: The prospects for electronic mail surveys. International Journal of Public Opinion Research, 14, 73-92.
Couper, M. P., Kapteyn, A., Schonlau, M., & Winter, J. (2007). Noncoverage and nonresponse in an Internet survey. Social Science Research, 36, 131-148.
Dillman, D. A., Phelps, G., Tortora, R., Swift, K., Kohrell, J., Berck, J., & Messer, B. L. (2009). Response rate and measurement differences in mixed-mode surveys using mail, telephone, interactive voice response (IVR) and the Internet. Social Science Research, 38, 1-18.
Truell, A. D., Bartlett, J. E., II, & Alexander, M. W. (2002). Response rate, speed, and completeness: A comparison of Internet-based and mail surveys. Behavior Research Methods, Instruments & Computers, 34, 46-49.
7. O desenho da pesquisa e a utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização secundária de dados recolhidos na Internet. As redes globais de investigação e a comparação internacional de dados.
Hakim, C. (1982). Secondary analysis in social research : a guide to data sources and with examples. London, Allen & Unwin.
Hewson, C. (2007). Gathering data on the Internet: Qualitative approaches and possibilities for mixed methods and research. In A. Joinson, K. McKenna, T. Postmes & U. Reips (Eds.), The Oxford handbook of Internet psychology (pp. 405-428). Oxford, UK: Oxford University Press.
Hewson, C. (2008). Internet-mediated research as an emergent method and its potential role in facilitating mixed methods research. In S. N. Hesse-Biber, & P. Leavy (Eds.), Handbook of emergent methods (pp. 543-570). New York: Guilford Press.
Kelder, Jo-Anne (2005): Secondary Analysis of Qualitative Data, Vol 6, No 1. Disponível Online: http://www.qualitative-research.net/index.php/fqs/article/view/501
Livingstone, Sonia (2003). On the Challenges of Cross-National Comparative Media Research, European Journal of Communication, 18: 477-500.
8. Análise de redes, Webometrics e mapeando a geografia da Internet.
Cheswick, Bill e Burch, Hal (2000), Mapping and Visualizing the internet, In Proceedings of the 2000 USENIX Annual Technical Conference. Disponível Online: http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.20.8595&rep=rep1&type=pdf
Scott, John. (2000). Social Network Analysis: A Handbook. 2nd Ed. Newberry Park, CA: Sage.
Thelwall, Mike (2009). Introduction to Webometrics: Quantitative Web Research for the Social Sciences. Morgan & Claypool.
Wellman, Barry e Berkowitz, Stephen D. (1988). Social Structures: A Network Approach. Cambridge: Cambridge University Press.
9. Princípios éticos na pesquisa social em torno das TICs.
Bruckman, A. S. (2003). Introduction: Opportunities and challenges in methodology and ethics, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online social research (pp. 101-104). New Work: Peter Lang.
Buchanan, E. A. (2000). Ethics, qualitative research and ethnography in virtual space. Journal of Information Ethics, 9, 82-87.
Capurro, R., & Pingel, C. (2002). Ethical issues of online communication research. Ethics and Information Technology, 4, 189-194.
DeLorme, D. E., Zinkhan, G. M., & French, W. (2001). Ethics and the Internet: Issues associated with qualitative research. Journal of Business Ethics, 33, 271-286.
Elgesem, D. (2002). What is special about the ethical issues in online research? Ethics and Information Technology, 4, 195-203.
Ess, C. (2007). Internet research ethics. In A. Joinson, K. McKenna, T. Postmes & U. Reips (Eds.), The Oxford handbook of Internet psychology (pp. 487-502). Oxford, UK: Oxford University Press.
Eynon, R., Schroeder, R., & Fry, J. (2009). New techniques in online research: Challenges for research ethics. Twenty-First Century Society, 4, 187-199.
Hoser, B., & Nitschke, T. (2010). Questions on ethics for research in the virtually connected world. Social Networks, 32, 180-186.
Johnson, D. G. Computer Ethics. Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1994.
Jones, S. (2003). Introduction: Ethics and Internet studies, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online Social Research (pp. 179-186). New Work: Peter Lang.
Markham, A. N. (2008). The methods, politics, and ethics of representation in online ethnography. In N. K. Denzin & Y. S. Lincoln (Eds.), Collecting and interpreting qualitative materials (3rd ed., pp. 247-284). Thousand Oaks, CA: Sage.
McMahon, J. M., & Cohen, R. (2009). Lost in cyberspace: Ethical decision making in the online environment. Ethics and Information Technology, 11, 1-17.
Varnhagen, C. K., Gushta, M., Daniels, J., Peters, T. C., Parmar, N., Law, D., Hirsch, R., Takach, B. S., & Johnson, T. (2005). How informed is online informed consent? Ethics & Behavior, 15, 37-48.
Walther, J. B. (2002). Research ethics in Internet-enabled research: Human subjects issues and methodological myopia. Ethics and Information Technology, 4, 205-216.
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Apresentar os procedimentos teóricos e metodológicos que sustentam o processo de pesquisa etnográfica, promover uma reflexão crítica sobre os mesmos e incentivar a sua prática no âmbito das investigações em curso.
Programa
CP1 Etnografia e trabalho de campo na história das ciências sociais. CP2 Terrenos para a pesquisa CP3 Observar e registar CP4 Conversar e entrevistar CP5 Descrever, analisar, interpretar CP6 Investigar eticamente CP7 Apresentação e discussão de casos.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica consta de 3 momentos de avaliação:
1. Participação nas discussões em aula (20%); 2. Ensaio final (60%); 3. Discussão do trabalho final (20%)
Alternativamente, exame escrito sobre a totalidade do programa (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007(1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes -Becker, Howard S. 2008(1998) Segredos e truques de pesquisa, Rio de Janeiro: Zahar -Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS -Burgess, Robert G. 1997(1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta -Costa, António F.1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento -Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press -Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company -Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor
Bibliografia Opcional
Agar, Michael H. 1986 Speaking of Ethnography, Beverly Hills: SAGE Atkinson, Paul et alii, 2001 Handbook of Ethnography, London: SAGE Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007 (1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes Becker, Howard S. 1998 Tricks of the Trade: How to Think about Your Research While You're Doing It Chicago: University of Chicago Press Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS Burgess, Robert G. 1997 (1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta Caria, Telmo, 2003 (org.) Experiência etnográfica em ciências sociais, Porto: Afrontamento Céfaï, Daniel (org.) 2003 L?enquête de terrain, Paris: La Decouverte Costa, António F. 1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company Malinowski, Bronislaw, 1992 (1922) Argonauts of the Western Pacific, London: Routledge Sanjek, Roger (ed), 1990 Fieldnotes. The Makings of Anthropology, Ithaca and London: Cornell University Press Sardan, Jean-Pierre 2008 La rigueur du qualitatif. Les contraintes empiriques de l?interprétation socio-anthropologique, Louvain-la-Neuve : Bruylant-Academia Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Weber, Florence 2009 Manuel de l?ethnographe, Paris: PUF Weiss, Robert S. 1994 Learning from Strangers. The art and Method of Qualitative Interview Studies, New York: Free Press
|
|
|
|
|
|
2 Ano | 1 Semestre
|
|
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
Em estreita ligação com o orientador da investigação, os alunos deverão: - Formular a questão de partida - Identificar literatura relevante e elaborar uma revisão teórica e empírica - Formular o problema de investigação e as hipóteses - Desenhar um estudo que teste as hipóteses - Criar um procedimento e os materiais - Conduzir o estudo - Analisar e interpretar resultados - Elaborar o plano da dissertação - Escrever a dissertação.
Processo de Avaliação
A dissertação será avaliada por um júri, em provas públicas, após a confirmação por parte do orientador de que esta está concluída e se encontra em condições de ser apresentada e discutida publicamente. A avaliação basear-se-á no mérito científico do estudo e na sua adequação teórica e metodológica. A avaliação desta UC não contempla a realização de exame escrito final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Anderson, C.W; Bell, Emily; and Sharky, Clay (2012) Post-Industrial Journalism: Adapting to the Present. Columbia Journalism School, Tow Center Anderson, Chris (2006) The Long Tail: Why the Future of Business is Selling Less of More, Hyperion Babbie, E. (1989) The Practice of Social Research, Belmont, California Wadsworth Publishing Comp. Blaikie,N. (2007) Approaches to social enquiry:advancing knowledge,Cambridge,Polity Press Bryman,Alan (2012)Social Research Methods, Oxford,OUP Capucha,Luís (2008) Planeamento e Avaliação de Projectos,Guião Prático,Lisboa, DGIDC/ME Castells, M. (2001), Internet Galaxy, OUP, Oxford Creswell,John W.(2003) Research design: qualitative, quantitative,and mixed methods approaches,Thousand Oaks,Sage Picard, Robert G. (2002) Media Firms: Structures, Operations, and Performance, London: Routledge Silverman, David (ed.) (2011) Qualitative Research, London, Sage Van Dijk, J. (2005) The Deepening Divide: Inequality in the Information Society, Sage, London
Bibliografia Opcional
-
|
|
|
|
|
|
Objectivos
Programa
No início desta unidade curricular, os alunos escolherão um tópico de interesse pessoal e passível de ser alvo de uma intervenção, bem como um orientador com a ajuda do qual deverão: - Enquadrar cientificamente o problema escolhido - Reunir literatura relevante e elaborar uma revisão teórica/empírica - Formular hipóteses - Desenhar uma intervenção - Preparar materiais - Conduzir o programa - Analisar e interpretar resultados - Avaliar a eficácia do programa - Escrever um relatório
Processo de Avaliação
O trabalho de projeto será avaliada por um júri, em provas públicas, após a confirmação por parte do orientador de que está concluído e se encontra em condições de ser apresentado e discutida publicamente. A avaliação basear-se-á no mérito científico do estudo e na sua adequação teórica e metodológica. A avaliação desta UC não contempla a realização de exame escrito final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Anderson, C.W; Bell, Emily; and Sharky, Clay (2012) Post-Industrial Journalism: Adapting to the Present. Columbia Journalism School, Tow Center Anderson, Chris (2006) The Long Tail: Why the Future of Business is Selling Less of More, Hyperion Babbie, E. (1989) The Practice of Social Research, Belmont, California Wadsworth Publishing Comp. Blaikie,N. (2007) Approaches to social enquiry:advancing knowledge,Cambridge,Polity Press Bryman,Alan (2012)Social Research Methods, Oxford,OUP Capucha,Luís (2008) Planeamento e Avaliação de Projectos,Guião Prático,Lisboa, DGIDC/ME Castells, M. (2001), Internet Galaxy, OUP, Oxford Creswell,John W.(2003) Research design: qualitative, quantitative,and mixed methods approaches,Thousand Oaks,Sage Picard, Robert G. (2002) Media Firms: Structures, Operations, and Performance, London: Routledge Silverman, David (ed.) (2011) Qualitative Research, London, Sage Van Dijk, J. (2005) The Deepening Divide: Inequality in the Information Society, Sage, London
Bibliografia Opcional
-
|