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1 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
No final desta Unidade Curricular, os alunos devem compreender os conceitos relacionados com a análise de dados na investigação em Ciências Sociais. Dá-se um particular destaque à apresentação e ao desenvolvimento de um conjunto de procedimentos, no domínio da Estatística Descritiva dos métodos e técnicas que permitem análise de um conjunto diversificado de dados estatísticos. Um outro objectivo é que os alunos saibam usar um programa estatístico, que lhes permita utilizar os métodos e técnicas de análise estatística de forma adequada.
Programa
1. Conceitos básicos de estatística 2. Introdução ao SPSS 3. Análise de variáveis qualitativas - indicadores estatísticos - gráficos - indicadores e gráficos no SPSS 4. Análise de variáveis quantitativas - medidas de localização, tendência central, dispersão e assimetria - gráficos - medidas e gráficos no SPSS 5. Medidas de associação e correlação
Processo de Avaliação
PERIÓDICA 1) Prova individual de SPSS (40%); 2) Prova individual escrita (60%). Em qualquer das provas a nota não pode ser < 7 valores. Nota final é a média entre 1 e 2 e tem de ser >=10. EXAME 1) Prova individual de SPSS (40%); 2) Prova individual escrita (60%). Em qualquer das provas a nota não pode ser < 7 valores. Nota final é a média entre 1 e 2 e tem de ser >=10.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Material didáctico preparado pela equipa e disponível no elearning Laureano, Raul e Maria do Carmo Botelho (2012) - SPSS. O meu Manual de Consulta Rápida, Lisboa, Edições Sílabo Maroco, João (2014) - Análise Estatística com o SPSS Statistics, Edição ReportNumber (6ª ed)
Bibliografia Opcional
Barroso, Mário, Eleutério Sampaio e Madalena Ramos (2003) - Exercícios de Estatística Descritiva para as Ciências Sociais, Sílabo Reis, Elizabeth (2008) - Estatística Descritiva, Edições Sílabo. 7ª ed INE: http://www.ine.pt/ ALEA/INE: http://alea-estp.ine.pt/ Pordata: http://www.pordata.pt/ EUROSTAT: http://epp.eurostat.ec.europa.eu/ European Social Survey: http://www.europeansocialsurvey.org/
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Objectivos
Esta unidade curricular tem como objectivo fundamental proporcionar aos estudantes um conjunto de conhecimentos de base sobre os processos de institucionalização e as principais instituições políticas nas sociedades contemporâneas. Visa, concretamente, promover (a) a aquisição de conhecimentos sobre os principais conceitos e teorias relacionados com as instituições políticas; (b) a capacidade para discutir a analisar criticamente diferentes perspectivas sobre as suas características e funções;(c) a capacidade para aplicar os conhecimentos adquiridos à análise das consequências das instituições, tanto no plano internacional como em termos da sociedade portuguesa.
Programa
I. Definições Básicas para o Estudo das Instituições Políticas II. Dahl e a Poliarquia; Lijphart e a Democracia Consensual III. Instituições e Regimes Democráticos, Não Democráticos e Híbridos IV. A transição e a consolidação democráticas V. Os regimes: Presidencialismo, Parlamentarismo e Semi-Presidencialismo VI. Instituições e Supranacionalização da política VII. Instituições e Qualidade da Democracia VIII. Consequências das Instituições (I): A Democracia e o Desenvolvimento Económico IX. Consequências das Instituições (II): Presidencialismo, Semi-presidencialismo e a instabilidade política X. Consequências das Instituições (III): Que impacto da UE nas instituições nacionais?
Processo de Avaliação
a) Participação nas aulas, supondo leitura cuidadosa da bibliografia (15%); b) Apresentação de trabalhos de grupo: as apresentações devem ser feitas em PowerPoint com ideias curtas e concisas por pontos (bullet points), não excedendo os dez pontos. As apresentações devem ser feitas em grupos de 2 estudantes (35%); c) Frequência (50%). Nota: Estudantes em avaliação contínua têm que assistir a pelo menos 70% das aulas. OU Exame
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Dahl, R. (1989), Poliarquia, Madrid: Tecnos. Dahl, R, Shapiro, Cheibub (2003), The Democracy Sourcebook, MIT Press. Lijphart, A. (2012(1999)),Patterns of Democracy. Government Forms and Performance in Thirty-Six Countries, New Haven and London: Yale University Press. Lobo, M.C., (2017), (org.)A Constituição Portuguesa em Fluxo, uma perspectiva comparada 1976-2016, Lisboa, 2017, Edições da Assembleia da Republica Pasquino, G. (2010),Curso de Ciência Política, Estoril, Principia. Przeworski, A. (2010),Democracy and The limits of self-government, Yale: Yale University Press.
Bibliografia Opcional
Coelho, M.B., (1989), Portugal: O sistema político e constitucional, Lisboa: ICS. Constitucional. Lisboa: Alfa. Costa Pinto, A., (2004), Portugal Contemporâneo, Lisboa: D. Quixote. Costa Pinto, A., e Severiano Teixeira, N., (2017), A Europeização da Democracia Portuguesa, Lisboa: ICS. Costa Pinto, A., Rapaz, C., (2017), Presidentes e Semi-Presidencialismo, Lisboa:ICS. Cruz, M.B., O sistema político português, Lisboa:FFMS. Elgie, R. (1999). Semi-Presidentialism in Europe. Oxford: OUP. Lobo, M.C., (2005), Governar em Democracia, Lisboa: ICS. Della Porta, D. (2003),Introdução à Ciência Política, Lisboa: Editorial Estampa. Maxwell, Kenneth, Carlos Leone, and Saúl Barata. (1999) A construção da democracia em Portugal. Morlino, L., e Raniolo, F. (2017) The impact of the economic crisis on South European democracies. Springer. Pasquino, G. (2005), Sistemas Políticos Comparados, Cascais, Principia. Rose, R. and Trechsel, A. (2014), Portugal nas Decisões Europeias, Lisboa: FFMS. Schmitter, P. (1999), Portugal: do Autoritarismo à Democracia, Lisboa: ICS. Shugart, M. S., and J. M. Carey (1992).Presidents and Assemblies. NY: Cambridge University Press.
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Objectivos
Aquisição de conhecimentos e de capacidade de compreensão sobre a Ciência Política enquanto disciplina genérica e, de forma introdutória, sobre os diferentes objectos políticos concretos em que ela se desdobra, com base em manuais avançados e actualizados desta unidade de conhecimento.
Programa
1. Objetos da Ciência Política 2. Métodos da Ciência Política (comparativo, experimental, estudo de caso e estudo estatístico) 3. Behaviouralismo 4. Análise de sistemas 5. Novos institucionalismos 6. Escolha Racional 7. Estado Nação 8. Relação entre estado e cidadãos (autoridade e tipos legitimidade) 9. Representação política e igualdade 10. Sistemas Eleitorais 11. Partidos e Sistemas de partidos 12. Participação política: convencional e não convencional 13. Movimentos sociais
Processo de Avaliação
I - Opção avaliação contínua a) participação nas aulas e exposição oral de grupo (40%) c) ensaio de grupo sobre tema relacionado com a matéria (20%) d) teste final data do exame de 1ª época (40%). Nota: Estudantes em avaliação contínua têm que assistir a pelo menos 70% das aulas. OU II - Opção exame O exame final (2ª época) é uma alternativa para os que tenham insucesso na avaliação contínua. Os estudantes que optam por avaliação não contínua podem fazer o exame na 1ª época.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Heywood, Andrew (2013, 4ª ed.), Politics, Hampshire/New York, Palgrave Macmillan. Lowndes, Vivien, e outros (2018), Theory and methods in political science, London, Palgrave. Pasquino, Gianfranco (2010, 2ª ed.), Curso de Ciência Política, Cascais, Principia. Shively, W. Phillips (2013 14ª ed.), Power and Choice: An Introduction to Political Science, New York, McGraw Hill.
Bibliografia Opcional
Della Porta, Donatella (2003), Introdução à Ciência Política, Lisboa, Estampa. Fernandes, António José (2010, 3º ed.), Introdução à Ciência Política: teorias, métodos e temáticas, Porto, Porto Editora. Freire, André (2015), O Futuro da Representação Política Democrática, Lisboa, Nova Vega. Heywood, Andrew (2000), Key Concepts in Politics, Houndmills, Palgrave. Hoffman, John, e Paul Graham (2006), Introduction to Political Concepts, Harlow, Pearson. Jalali, Carlos (2017), Partidos e Sistemas Partidários, Lisboa, FFMS. Lapierre, Jean-W. (sd), a Análise dos Sistemas Políticos, Lisboa, Rolim. Lopes, Fernando Farelo, e André Freire (2002), Partidos políticos e sistemas eleitorais: uma introdução, Lisboa, Celta. Tansey, Stephen (2005), Politics. The Basics, London, Routledge. Teixeira, Conceição Pequito (2018), A Qualidade da Democracia em Portugal, Lisboa, FFMS. Teixeira, Conceição Pequito (coord.) (2018), O Sistema Político Português. Uma Perspectiva Comparada, Cascais, Princípia.
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Objectivos
A Unidade Curricular Teoria Política: Clássicos e Modernos tem os seguintes objectivos: 1. Aquisição, pelos alunos, de um quadro teórico básico sobre as origens do pensamento político moderno. Interessa perceber como essas teorias prenunciam um discurso científico sobre o real, pelas dimensões de racionalidade e de procura de explicações nos campos político e social. 2) Compreensão, pelos alunos, da especificidade dos fenómenos políticos, bem como da diversidade de perspectivas teóricas que estiveram na origem da sua análise. 3) Compreensão, pelos alunos, da relação entre a teoria política e as transformações da sociedade:primeiro, na evolução do pensamento liberal clássico que acompanhou o desenvolvimento da sociedade mercantil e a formação do estado moderno e, posteriormente, no surgimento das teorias críticas do liberalismo que acompamharam o desenvolvimento da sociedade industrial.
Programa
Introdução: definição e distinção dos conceitos de filosofia, de ciência e de teoria. Relações entre a teoria e a realidade política e social.
1. Antecedentes clássicos da teoria política moderna: Platão e Aristóteles
2. Nicolo Maquiavel: realismo político e exercício do poder
3. Thomas Hobbes: a lógica do medo e o poder soberano
4. John Locke: o estado natural e os direitos do indivíduo
5. Montesquieu: moderação política e separação de poderes
6. Jean-Jacques Rousseau: cidadania e poder do povo
7. Benjamin Constant: liberdade dos antigos e liberdade dos modernos
8. Edmond Burke: conservadorismo liberal e tradição
9. Alexis de Tocqueville: igualdade e liberdade nas democracias modernas
10. Karl Marx e Friedricht Engels: dominação de classe e ordem política
11. John Stuart Mill: governo representativo e participação política
12. Max Weber: distribuição de poder e formas de dominação.
Processo de Avaliação
I - Avaliação contínua: 1) teste sobre os pontos 1 a 6 do programa (40% da nota final) 2) teste sobre os pontos 7 a 12 do programa (40% da nota final) 3) apresentação oral (trabalho de grupo) e participação - 20% da nota final. Para obter aprovação é preciso: assistir a mais de 70% das aulas, fazer todos os momentos de avaliação, ter uma média ponderada igual ou superior a 9,5 valores, ter pelo menos 7,5 valores em cada momento de avaliação.
II - Avaliação por exame final (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1 Amaral, Diogo Freitas do (2006), História das Ideias Políticas, vol II, Coimbra, Almedina. 2 Chevalier; Jean-Jacques e Yves Guchet ((2004), As Grandes Obras Políticas. De Maquiavel à Actualidade, Mem Martins: Europa-América. 3. Nay, Olivier (2007; original de 2004), História das Ideias Políticas, Petrópolis, Editorial Vozes. 4. Prélot, Marcel e Georges Lescuyer (2000;original de 1997), História das Ideias Políticas, vol I, Lisboa, Editorial Presença. 5. Prélot, Marcel e Georges Lescuyer (2001; original de 1997), História das Ideias Políticas, vol II, Lisboa, Editorial Presença. 6. Touchard, Jean (1991; original 1959), História das Ideias Políticas. , vol I, Mem Martins, Publicações Europa-américa. 7. Touchard, Jean (2003; o. 1959), História das Ideias Políticas. vol II, Mem Martins, Publicações Europa-américa. 8. Touchard, Jean (1991; o. de 1959), História das Ideias Políticas. vol IV, Mem Martins: Europa-américa.
Bibliografia Opcional
Obras complemantares de consulta geral Antologias de textos (comentadas) 1. Cahan, Steven M. (ed)(1997), Classics of Modern Political Theory ? Machiavelli to Mills, Oxford, Oxford University Press. 2. Losco, Joseph and Leonard Willians (eds) (2003; first publication in 1992 by St. Martin?Press), Classic and Contemporary Readings - Vol II Machiqvelli to Rawls, Los Angeles, Roxbury Publishing Campany. Manuais ou obras genéricas sobre os autores
1. Dryzeck, John et al. (eds), The Oxford Handbook of Political Theory, Oxford, Oxford University Press. 2. Lavroff, Dmitri Georges (2006; 1ª edição francesa de 2001, editora Dalloz), História das Ideias Políticas, Lisboa, Edições 70. 3. Portis, Edward Bryan (1994), Reconstructing the Classics, Chatham, New Jersey, Chatham House Publishers Inc. 4. Goodin, Robert and Hans-Dieter Klingemann ( ), A New Handbook of Political Science, Oxford, Oxford University Press. 5. Gray, John (1988), O liberalismo, Lisboa, Estampa. 6. Nisbet, Robert (1987), O Conservadorismo, Lisboa, Estampa. De e sobre Platão 7. Hare, R. M. (1997), O Pensamento de Platão, Lisboa, Editorial Presença, pp 72-83 8. Baudart, Anne (2003), ?Platon: la passion du juste?, in Éric Zernik (org), La pensée politique, Paris, Ellipses Edition Marketing, pp 11-32. De e sobre Aristóteles 9.Amaral, Diogo Freitas do (2006), História das Ideias Políticas, vol I, Coimbra, Almedina, pp 111-133. 10.Aristóteles (1998), A política, Lisboa, Veja. 11. Lawroff, Dmitri Georges (2006), ?Aristóteles?, in História das Ideis Políticas, Lisboa, Edições 70, pp 44-54. 12. Windecker, Pierre (2003), ?Aristoteles: l?enjeu de la cité?, in Éric Zernik (org), La pensée politique, Paris, Ellipses Edition Marketing, pp 33-62. De e sobre Maquiavel 13. Maquiavel, Nicolo (1996; 1ª edição de 1513), O Príncipe, Lisboa, Guimarães Editores. 14. Nay, Olivier (2007; edição original em francês de 2004), História das Ideias Políticas, Petrópolis, Editorial Vozes, pp 145-151. 15.Portis, Edward Bryan (1998), ?Aristóteles and the Politics of Honor?, in Reconstructing the classics, New Jersey, Catham House Publishers, pp 31-48. 16. Prélot, Marcel e Georges Lescuyer (2000; edição original em francês de 1997), ?O Principe Maquiavel?, in História das Ideias Políticas, vol I, da Cidade Antiga ao Absolutismo de Estado, Lisboa, Editorial Presença, pp 185-198. De e sobre Thomas Hobbes 17. Chevalier; Jean-Jacques e Yves Guchet ((2004), « O Leviatã de Thomas Hobbes, 1651 », in As Grandes Obras Políticas. De Maquiavel à Actualidade, Mem Martins, Publicações Europa-América, pp 61-76. 18. Chevalier; Jean-Jacques e Yves Guchet ((2004), As Grandes Obras Políticas. De Maquiavel à Actualidade, Mem Martins, Publicações Europa-América. 19. Portis, Edward Bryan (1998), ?Hobbes and the Politics of Fear?, in Reconstructing the classics, New Jersey, Catham House Publishers, pp 101-116. De e sobre John Lock 20. Chevalier; Jean-Jacques e Yves Guchet ((2004), « O ensaio sobre o Governo civil de Jonh Locke 1690?, in As Grandes Obras Políticas. De Maquiavel à Actualidade, Mem Martins, Publicações Europa-América, pp 93-106. 21. Letwin, Shirley Robin (1988), ?John Locke: Liberalism and Natural Law?, in Knud Haakonssen (ed), Traditions of Liberalism, Australia, The Center for Independent Studies, pp 3-29. 22. Lawroff, Dmitri Georges (2006), ?John Lock?, in História das Ideias Políticas, Lisboa, Edições 70, pp 179-186. 23. Prélot, Marcel e Georges Lescuyer (2001; edição original em francês de 1997), ?O nascimento do liberalismo: Locke?, in História das Ideias Políticas, vol2, Do liberalismo á actualidade, Lisboa, Editorial Presença, pp 35-43. De e sobre Montesquieu 24. Chevalier; Jean-Jacques e Yves Guchet ((2004), « O Espírito das Leis de Montesquieu, 1748?, in As Grandes Obras Políticas. De Maquiavel à Actualidade, Mem Martins, Publicações Europa-América, pp 107-144. 25. Aron, Raymond (2000), ?Charles-Louis de Secondat Barão de Montesquieu?, in Raymond Aron, As Etapas do Pensamento Sociológico, Lisboa, Dom Quixote, pp 31-77. 26. Goyard-Fabre, Simone (2003), ?Montesquieu et la corruption des gouvernement: une leçon de sagesse politique?, in Zernik, Éric (ed), La pensée politique, Paris, Ellipses edition marketing, pp 151-168. De e sobre Jean-jacques Rousseau 27. Chevalier; Jean-Jacques e Yves Guchet ((2004), « O Contrato Social de J. ?J. Rousseau, 1762 », in As Grandes Obras Políticas. De Maquiavel à Actualidade, Mem Martins, Publicações Europa-América, pp 145-174. 28. Manent, Pierre (1997), ?Rousseau critique du liberalisme?, in Histoire Intellectuelle du Liberalisme, Paris, Hachette, pp 143-172. 29. Prélot, Marcel e Georges Lescuyer (2001; edição original em francês de 1997), ?O cidadão de Genebra?, in História das Ideias Políticas, vol2, Do liberalismo á actualidade, Lisboa, Editorial Presença, pp 56-68.. 30. Rousseau, Jean-Jacques (1977; 1ª edição de 1762), Contrato Social, Lisboa, Presença. Rousseau, Jean-Jacques (1976; 1ª publicação em 1750), Discurso sobre a Desigualdade entre os Homens, Mem Martins, Publicações Europa-América. De e sobre Benjamin Constant 31. Prélot, Marcel e Georges Lescuyer (2001; edição original em francês de 1997), História das Ideias Políticas, vol II, do Liberalismo á Actualidade, Lisboa, Editorial Presença, pp 92-96 32. Nay, Olivier (2007; edição original em francês de 2004), História das Ideias Políticas, Petrópolis, Editorial Vozes, pp 310-313. De e sobre Edmond Burke 33. Chevalier; Jean-Jacques e Yves Guchet ((2004), « Reflexões sobre a Revolição em França, segundo Edmund Burke, 1790? », in As Grandes Obras Políticas. De Maquiavel à Actualidade, Mem Martins, Publicações Europa-América, pp 187-2004. 34. Burke, Edmond (2008; texto original de 1756), Defesa da Sociedade Natural, Lisboa, Círculo de Leitores. 35. Nay, Olivier (2007; edição original em francês de 2004), História das Ideias Políticas, Petrópolis, Editorial Vozes, pp 323-327. De e sobre Alexis de Tocqueville 36. Aron, Raymond (2004; 7ª edição), As Etapas do Pensamento Sociológico, Lisboa, D. Quixote, pp 217-266. 37. Chevalier; Jean-Jacques e Yves Guchet ((2004), «Da Democracia na América de Alexis de Tocqueville, 1835-1840?, in As Grandes Obras Políticas. De Maquiavel à Actualidade, Mem Martins, Publicações Europa-América, pp 219-245. 38. Nay, Olivier (2007; edição original em francês de 2004), História das Ideias Políticas, Petrópolis, Editorial Vozes, pp 313-318. 39. Tocqueville, Alexis (2001; publicados os dois primeiros volumes, pela 1ª vez, em 1835), Da Democracia na América, Cascais, Princípia ? publicações universitárias e científicas. De e sobre Karl Marx e Friedricht Engels 40. Aron, Raymond (2004; 7ª edição), As Etapas do Pensamento Sociológico, Lisboa, D. Quixote, pp 139-216. 41. Marx, Karl e Friedricht Engels (1989; escrito pelos autores em 1845/46 e publicado pela primeira vez em russo em 1924), ?A Ideologia Alemã?, in Manuel Braga da Cruz (org), Teorias Sociológicas. Os Fundadores e os Clássicos, Lisboa, Fundação Gulbenkian, pp 11-60 42. Marx, Karl e Friedricht Engels (1989; escrito em 1847/48, publicado pela 1ª vez em Londres em 1848), ?Manifesto do Partido Comunista?, in Manuel Braga da Cruz (org), Teorias Sociológicas. Os Fundadores e os Clássicos, Lisboa, Fundação Gulbenkian, pp 11-60 43. Engels, Friedricht (1989; escrito em 1880, publicado pela 1ª vez em 1880), ?O socialismo científico?, in Manuel Braga da Cruz (org), Teorias Sociológicas. Os Fundadores e os Clássicos, Lisboa, Fundação Gulbenkian, pp 11-60. 44. Nay, Olivier (2007; edição original em francês de 2004), História das Ideias Políticas, Petrópolis, Editorial Vozes, pp 420-429. De e sobre John Stuart Mill 45. Mill, John Stuart (1980), Considerações sobre o Governo Representativo, Brasília, Editora Universitária de Brasília. 46. Portis, Edward Bryan (1994), ?Mill and the Political of Character?, in Reconstructing the Classics, Chatham, New Jersey, Chatham House Publishers Inc, pp 153-168. 47. Baum, Bruce (2003), ?J. S. Mill on Freedom and Power? in Losco, Joseph and Leonard Willians (eds), Classic and Contemporary Readings - Vol II Machiqvelli to Rawls, Los Angeles, Roxbury Publishing Campany, 438-458. De e sobre Max Weber 48. Weber, Max (1979), O politico e o Cientista, Lisboa, Presença. 49. Beetham, David (1974), Max Weber and the Theory of Modern Politics, London, George Allen and Unwin Ld. 50. Weber, Max (1989), ?Tipos de dominação?, ?Partidos?, ?Status e Classes?, ?Classes, Status e Partidos?, in Manuel Braga da Cruz (org), Teorias Sociológicas. Os Fundadores e os Clássicos, Lisboa, Fundação Caluste Gulbenkian, pp 663-752. Antologias de textos (comentadas) 1. Cahan, Steven M. (ed)(1997), Classics of Modern Political Theory ? Machiavelli to Mills, Oxford, Oxford University Press. 2. Losco, Joseph and Leonard Willians (eds) (2003; first publication in 1992 by St. Martin?Press), Classic and Contemporary Readings - Vol II Machiqvelli to Rawls, Los Angeles, Roxbury Publishing Campany. Manuais ou obras genéricas sobre os autores 1. Abbagnano, Nicola (2000), História da Filosofia ? vol. 5, Lisboa, Editorial Presença. 2. Abbagnano, Nicola (2000), História da Filosofia ? vol. 6, Lisboa, Editorial Presença. 6. Manent, Pierre (1997), Histoire Intelectuelle du Liberalisme, Paris, Hachette.
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1 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
Proporcionar aos alunos instrumentos de análise de dados de importância fundamental da investigação em ciências sociais, nomeadamente na inferência estatística a partir de amostras. Familiarizar os alunos na elaboração de relatórios de análise de dados (objetivo transversal às 4 UC de Análise de Dados).
Programa
1. Introdução. Conceitos básicos de estatística indutiva, probabilidade e distribuição normal. 2. Estimação 2.1. Intervalos de confiança para a média e para a proporção 2.2. Determinação da dimensão da amostra 3. Testes de Hipóteses 3.1. Teste t para uma amostra 3.2. Teste t para duas amostras independentes 3.3. Teste t para duas amostras emparelhadas 3.4. Teste de independência do Qui-quadrado 4. Criação e análise de variáveis compostas no SPSS a partir de escalas de Likert
Processo de Avaliação
PERIÓDICA 1) Prova individual de SPSS (30%); 2) Prova individual escrita (70%). Em ambas as provas a nota não pode ser < 7 valores. Nota final é a média entre 1 e 2 e tem de ser >=10. EXAME 1) Prova individual de SPSS (30%); 2) Prova individual escrita (70%). Em ambas as provas a nota não pode ser < 7 valores. Nota final é a média 1 e 2 e tem de ser >=10.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Material didáctico preparado pela equipa e disponível no elearning Laureano, Raul, (2011), Testes de hipóteses com o SPSS: o meu manual de consulta rápida, Lisboa, Edições Sílabo Maroco, João (2014) - Análise Estatística com o SPSS Statistics, Edição ReportNumber Maroco, João e Regina Bispo, (2003), Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores.
Bibliografia Opcional
INE: http://www.ine.pt/ ALEA/INE: http://alea-estp.ine.pt/ Pordata: http://www.pordata.pt/ EUROSTAT: http://epp.eurostat.ec.europa.eu/ European Social Survey: http://www.europeansocialsurvey.org/
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Objectivos
O aluno deve adquirir um conhecimento abrangente da história política europeia entre 1815 e 1945.
Programa
Introdução: A ordem europeia saída do Congresso de Viena
1. A Europa nas últimas décadas do século XIX A emergência de novos países A persistência dos velhos impérios A afirmação colonial e imperial
2. A Europa do dealbar do século XX ao fim da Primeira Guerra Mundial Prosperidade e conflitos A exacerbação nacionalista e a eclosão da guerra A grande matança. A brutalização da sociedade europeia A revolução bolchevique
3. A Europa de entre-guerras Versailles: a paz dos vencedores. A Sociedade das Nações A fragilidade da República de Weimar A disseminação dos regimes autoritários A ascensão de Hitler. O projecto nazi Estaline e o estalinismo. O fenómeno totalitário
4. A Segunda Guerra Mundial O desmoronar da ordem pré-guerra A guerra: do Blitzkrieg à invasão da URSS O suplício dos civis: deportações, execuções, massacres, genocídio A mundialização do conflito e a derrota alemã. A Europa exausta
Processo de Avaliação
A avaliação periódica é constituída pelos seguintes elementos:
a) Assiduidade e participação nas aulas (corresponde a 10%); b) Apresentação oral de tema do programa (corresponde a 20%); c) Teste intermédio (corresponde a 30%); d) Frequência (corresponde a 40%).
Para quem não obtiver aproveitamento na avaliação periódica é obrigatório o exame.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bernard Bruneteau, O Século dos Genocídios, Violências, Massacres e Processos Genocidiários, da Arménia ao Ruanda, Lisboa, Instituto Piaget, 2008 Jean Carpentier e François Lebrun, História da Europa, Lisboa, Estampa, 1993 Nial Ferguson, Civilização, o Ocidente e os Outros, Porto, Civilização Editora, 2012 Eric Hobsbawm, A Era dos Extremos, Lisboa, Editorial Presença, 1996 James Joll, A Europa desde 1870, Lisboa, Dom Quixote, 1995 David S. Landes, A Riqueza e a Pobreza das Nações, Lisboa, Gradiva, 2005 Mark Mazower, Dark Continent. Europe's Twentieth Century, New York, Vintage Books, 1998 J.M. Roberts, História do Século XX, vol. I, Lisboa, Ed. Presença, 2007 Francisco Carlos Teixeira da Silva, Enciclopédia de Guerras e Revoluções do século XX. As Grandes Transformações do Mundo Contemporâneo, Rio de Janeiro, Elsevier, 2004 Dominique Venner, O Século de 1914. Utopias, Guerras e Revoluções na Europa do Século XX, Porto, Civilização Editora, 2009
Bibliografia Opcional
Anne Applebaum, Gulag: uma História, Porto, Civilização, 2005 Hannah Arendt, As Origens do Totalitarismo, 2ª ed., Lisboa, Dom Quixote, 2006 F. Fernández-Armesto, As Américas, Rio de Mouro, Círculo de Leitores, 2004 Archie Brown, Ascensão e Queda do Comunismo, Lisboa, D. Quixote, 2010 Stéphane Courtois e outros, O Livro Negro do Comunismo. Crimes, Terror e Repressão, Lisboa, Quetzal, 1999 Norman Davies, A Europa em Guerra, 1939-1945, Lisboa, Edições 70, 2008 Dossier "50 anos depois da morte de Estaline", Público, 5.3.2003 Norbert Elias, Os Alemães. A Luta pelo Poder e a Evolução do Habitus nos séculos XIX e XX, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1997 Trond Berg Eriksen e outros, História do Anti-semitismo, Lisboa, edições 70, 2010 François Furet, O Passado de uma Ilusão. Ensaio sobre a Ideia Comunista no século XX, Lisboa, Presença, 1996 Ernest Gellner, Condições da Liberdade, Lisboa, Gradiva, 1995 Ernest Gellner, Dos Nacionalismos, Lisboa, Teorema, 1998 Stephen G. Haw, História da China, Lisboa, Tinta da China, 2008 Kenneth Henshall, História do Japão, Lisboa, Edições 70, 2008 Dennis P. Hupchick, The Balcans. From Constantinople to Communism, Palgrave Macmillan, 2004 Tony Judt, Pós-Guerra. História da Europa desde 1945, Lisboa, Edições 70, 2007 John Keegan, O Rosto da Batalha, Lisboa, Fragmentos, 1987 Ian Kershaw, Hitler, London, Penguin Books, 2008 Arno J. Mayer, The Furies. Violence and Terror in the French and Russian Revolutions, Princeton University Press, 2002 Mark Mazower, Os Balcãs. História Breve, Lisboa, Círculo de Leitores, 2003 Mark Mazower, Hitler's Empire, Nazi Rule in Occupied Europe, London, Penguin Books, 2009 Simon Sebag Montefiore, O Jovem Estaline, Lisboa, Alêtheia, 2008 Simon Sebag Montefiore, Estaline, A Corte do Czar Vermelho, Alêtheia Editores, 2003 George L. Mosse, De la Grande Guerre au Totalitarisme, Paris, Hachette, 1999 Victor Neto, "O atentado de Seravejo e as origens da Grande Guerra" Revista de História das Ideias, 2009, vol. 30, pp.473-489 Stéphane Audoin- Rouzeau e Annette Becker, "Violência e consentimento: a 'cultura de guerra' no primeiro conflito mundial" in J.-P. Rioux, J.-F. Sirinelli, Para uma História Cultural, Lisboa, Estampa,1998 pp. 237-251 Lionel Richard, A República de Weimar (1919-1933), S. Paulo, Companhia das Letras, s.d. Alain Sked, Declínio e Queda do Império Habsburgo, Lisboa, Edições 70, 2008 Timothy Snyder,Terra Sangrenta. A Europa entre Hitler e Estaline, Lisboa, Bertrand Editora, 2011 Zara Steiner, The Lights that Failed: European International History, 1919-1933, Oxford, Oxford University Press, 2005 Michael Sturmer, O Império Alemão, Rio de Mouro, Círculo de Leitores, 2003 Paul Weindling, Health, Race and German Politics Between National Unification and Nazism 1870-1945, Cambridge University Press, 1993 Paul Weindling, Epidemics and Genocide in Eastern Europe, 1890-1945, Oxford, Oxford university Press, 2000 Henri Wesseling, Les Empires Coloniaux Européens, 1815-1919, Paris, Ed. Gallimard, 2009
Outras leituras Alexandre Soljenitsine, Arquipélago de Gulag, 2 vols., Lisboa, Bertrand, 1977 Jonathan Littell, As Benevolentes, Lisboa, Dom Quixote, 2007 Eric Hobsbawm, Tempos Interessantes, Uma Vida no Século XX, Porto, Campo das Letras, 2005 Tony Judt, O Século XX Esquecido. Lugares e Memórias, Lisboa, Edições 70, 2009 Tony Judt, Um Tratado Sobre os Nossos Actuais Descontentamentos, Liboa, Edições 70, 2010 Tony Judt, O Chalet da Memória, Lisboa, Edições 70, 2011 Daniel Mendelsohn, Os Desaparecidos. À Procura de Seis em Seis Milhões, Lisboa, D. Quixote, 2009 W. G. Sebald, Austerlitz, Lisboa, Teorema, 2004 W. G. Sebald, História Natural da Destruição, Lisboa, Teorema, 2006 Elias Canetti, A Língua Posta a Salvo, Porto, Campo das Letras, 2008 Primo Levi, Se Isto É Um Homem, Lisboa, Teorema, 2001
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Objectivos
1. Conhecimento de conceitos e categorias fundamentais de análise económica 2. Introdução às teorias económicas numa perspectiva histórica 3.Desenvolver capacidades de compreensão dos principais problemas socioeconómicos contemporâneos
Programa
1. A Economia e o económico 1.1. A Economia enquanto objecto de estudo e enquanto ciência social 1.2. A Economia e as outras ciências sociais
2. Conceitos e categorias fundamentais da Economia 2.1. Produto, rendimento e despesa 2.2. Actividade, emprego, desemprego 2.3. Moeda, inflação e taxas de juro 2.4. Estado e políticas públicas 2.5. As relações externas e a Balança de Pagamentos 3. Teorias e políticas económicas em perspectiva histórica 3.1. As origens da Economia Política Clássica 3.2. A Economia Política Clássica 3.3. As críticas à Economia Política Clássica 3.4. O marginalismo e a corrente Neoclássica 3.5. Keynes e o Keynesianismo 3.6. Retorno do liberalismo; Panorama actual da teoria económica
4. O pensamento económico e os desafios contemporâneos 4.1. Crises económicas 4.2. Crise ecológica e sustentabilidade 4.3. Globalização
Processo de Avaliação
Avaliação contínua -Teste intermédio (50%) -Frequência (50%)
Avaliação final -Exame 1ª e 2ª épocas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Textos e guiões preparados pelos docentes - Backhouse, Roger, The Penguin History of Economics, Londres, Peguin Books, 2002. - Drouin, Jean-Claude (2014), Os Grandes Economistas: Uma Introdução à Economia, Lisboa, Edições Texto & Grafia. - Louçã, Francisco, e Caldas, José Castro, Economia(s), Porto, Afrontamento, 2009. - Sedas Nunes, Adérito, Questões Preliminares sobre as Ciências Sociais, Lisboa, Editorial Presença, 1977.
Bibliografia Opcional
- Amaral, J. Ferreira do et. al., Introdução à Macroeconomia,2.ª Edição, Lisboa, Escolar Editora, 2007. - Chang, Ha-Joon (2016) Economia: Guia do Utilizador, Lisboa, Clube do Autor. - Cleaver, Tony, Economics: The Basics, London, Routledge, 2004. - Neves, V. e J. C. Caldas (Orgs.), A Economia Sem Muros, Coimbra, Almedina, 2010. - Samuelson, Paul A. e William D. Nordhaus (2010), Economia, 19th edition, New York, McGraw-Hill [existe tradução portuguesa, publicada em 2005, da 18.ª edição]. - Sedas Nunes, Adérito, História dos Factos e das Doutrinas Sociais, Lisboa, Editorial Presença, 1992. - Solomon, M. Scott (2010), 'Critical Ideas in Times of Crisis': Reconsidering Smith, Marx, Keynes, and Hayek', Globalizations, 7 (1-2): 127-135.
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Objectivos
A UC de MTI Extensivos do 1º ano introduz os alunos à investigação empírica em Sociologia e Ciência Política, convocando metodologias de natureza quantitativa/extensiva.Desenvolve os conceitos de métodos e técnicas;dá conta da natureza dinâmica do processo de investigação;enfatiza,em particular, o inquérito por questionário. Desenvolve-se, por um lado, a capacidade reflexiva dos alunos para o desenho do projecto de pesquisa, a delimitação do universo e a construção da amostra, a elaboração do questionário e a sua aplicação no terreno, o tratamento da informação e interpretação sociológica e sociopolítica de resultados e, por outro lado, uma perspectiva crítica sobre os significados potenciais dos dados estatísticos.
Programa
CP1 Investigação, métodos e operacionalização das unidades conceptuais 1.A pesquisa sociológica: métodos extensivos 2.Operacionalização de conceitos CP2 Delimitação do campo empírico: Universos e Construção de Amostras 1 Representatividade estatística 2 Principais técnicas de amostragem CP3 Inquérito por questionário 1 Objectivos, hipóteses de trabalho e construção do questionário 2 Problemas relativos à construção de perguntas 3 Aplicação do questionário CP4 Construção da matriz de resultados e planeamento do tratamento de dados CP5. Leitura de tabelas de cruzamentos de variáveis
Processo de Avaliação
1.A avaliação periódica tem componente individual (50% da nota) a definir pelo docente e componente de grupo (50% da nota).2.Os alunos que se inscrevem na avaliação periódica podem, apresentar-se exame 2ª época.3.Os alunos inscritos na avaliação periódica que desistam desta avaliação podem apresentar-se a exame na 1ª e/ou na 2ª época se,a desistência for comunicada ao docente até data a definir por este.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
CEA DANCONA, M., Metodología quantitativa. Estrategias y técnicas de investigación social, Madrid, Síntesis, 1996 DILLMAN D. A. Mail and internet surveys , New Jersey, John Wiley, 2007 FERREIRA, V.,O inquérito por questionário na construção de dados sociológicos, in MADUREIRA PINTO,J., SANTOS SILVA,A Metodologia das Ciências Sociais,Porto, Ed Afrontamento,1984 FODDY, W.,Como perguntar. Oeiras, Celta Editora, 1996 GARCÍA FERRANDO, M., IBÁÑEZ, J., ALVIRA F., El análisis de la realidad social 3ª ed. Rev, Madrid, Alianza Editorial, 2005 GHIGLIONE, R., MATALON, B., O Inquérito - Teoria e prática, Oeiras, Celta, 1992 LAZARSFELD, P. "Des concepts aux indices empiriques", in BOUDON,R., LAZARSFELD,P., Vocabulaire des sciences sociales, Paris, Mouton, 1969 OSUNA, J.R., Métodos de muestreo. Casos prácticos, Madrid, CIS, 1993 SIERRA BRAVO, R., Técnicas de investigación social : teoria y ejercicios 14ª ed Madrid, Thomson, 2003
Bibliografia Opcional
BLAIKIE, N., Designing Social Research, Cambridge, Polity Press BLALOCK, H., Estadística Social, México, Fondo de Cultura Económica, 1986 BLALOCK,H., Introduction à la recherche sociale, Gembloux, Duculot, 1973, BON, F., Les sondages peuvent-ils se tromper ? Paris, Calmann Levy, 1974. BOSCH, J.L.C., Encuestas telefónicas y por correo, Madrid, CIS, 1993 BOUDON, R., Os métodos em Sociologia, Lisboa, Rolim, 1990 BOUDON,R., LAZARSFELD,P., Vocabulaire des sciences sociales, Paris, Mouton, 1969 BOURDIEU., P. Le métier de sociologue, Paris, Mouton, 1968 BRIMO,A., Les méthodes des sciences sociales, Paris, Montchrestien CRESSWELL, J., Reserch Design, Sage, 2003 DROESBEKE, J., THOVERON, G., Au royaume des sondages, Bruxelles, Editions de l?Université de Bruxelles, 1990 DUPOIRIER,E., PARODI, J.-L., Les indicateurs socio-politiques aujourd?hui, Paris, L?Harmattan, 1997 FESTINGER, L., KATZ, D. (comps.), Los métodos de investigacion en las ciências sociales, Barcelona, Paidós, 1992 FINK, Arlene, KOSECOFF, Jacqueline, How to conduct surveys. A step-by-step guide, London, Sage, 1998 FRANCFORT-NACHMIAS, C.F., NACHMIAS, D., ?Foundations of empirical research? in Research methods in the social sciences, London, Edward Arnold, 1999 (6ª ed.) GRAWITZ,M., Méthodes des sciences sociales (4a ed.), Paris, Dalloz, 1979 KERLINGER,F., Metodologia da pesquisa em ciências sociais, São Paulo, EPU e EDUSP, 1980. KISH, L., Diseño estadístico para la investigación, Madrid, CIS/Siglo XXI, 1995 LATIESA, M., (ed.), El pluralismo metodologico en la investigación social: ensayos típicos, Universidad de Granada, 1991 LAVRAKAS, P.J., Telephone survey methods: sampling, selection and supervision, Beverly Hills, Sage, 1993 LEBART, L., MORINEAU, A., PIROU, M., Statistique exploratoire multidimensionelle, Paris, Dunod, 1995 MADUREIRA PINTO,J., SANTOS SILVA,A., (org.), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Ed. Afrontamento, 1984 MEYNEAU, D., Les sondages d'opinion, Paris, La Découverte, 1985. MUCCHIELLI, R., O questionário na pesquisa psicossocial, São Paulo, Martins Fontes, 1979 PONS, I., Programación de la investigación social, Madrid, CIS, 1993 REIS, E., MOREIRA, R., Pesquisa de mercados, Lisboa, Sílabo, 1993 RONGERE, P., Méthodes des sciences sociales, Paris, Dalloz, 1979 TACQ, Jacques, Multivariate analysis techniques in social science research, London, Sage, 1997 VICENTE, P. et al, Sondagens. A amostragem como factor decisivo de qualidade, Lisboa, Sílabo, 1996 WEBER,M., "L'usage des types idéaux en sociologie", in BOURDIEU,P., Le métier de sociologue, Paris, Mouton, 1968 WEISBERG, H., KROSNICK, J., BOWEN, B., An introduction to survey research, polling, and data analysis, London, Sage, 1996
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Objectivos
Conhecimento da reflexão crítica e sistemática produzida desde finais do século XIX sobre o poder, em especial a reivindicação de posse de legitimidade e autoridade por parte dos Estados, e, genericamente, sobre o lugar da política na vida social.
Programa
I- O que é a teoria política II- O advento da sociedade de massas e as reconceptualizações da democracia (Ostrogorsky, Teoria das elites,Weber, Schumpeter) III- O marxismo ocidental (Lukács, Gramsci,Escola de Frankfurt) IV- Conservadorismo (do paternalismo social até à Nova Direita) V- Teoria política analítica (Rawls, Nozick e os críticos) VI- Novas Teorias (Feminismo, Verdes,Fundamentalismo).
Processo de Avaliação
a) "exposição oral" de grupo, com classificação individualizada, de sobre textos indicados pelo docente, b) teste para apuramento do nível de conecimento e compreensão da globalidade da matéria. O exame final destina-se aos alunos que pretendam melhoria de nota ou tenham tido insucesso na avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Ball, Terence, e Richard Bellamy (2003, 2005), Twentieth-Century Political Thought, Cambridge, Cambridge University Press. - Caillé, Alain, Christian Lazzeri, e Michel Senellart (org.) (2001,2005),História Crítica da Filosofia Moral e Política, Lisboa, Verbo. - Hoffman, John, e Paul Graham (2006), Introduction to Political Ideologies, Harlow, Pearson.
Bibliografia Opcional
- Bachrach, Peter (1967, 1972), The Theory of Democratic Elitism. A Critique, Londres, University of London Press. - Benoist, Alain de (1981), Nova Direita, Nova Cultura. Antologia Crítica das Ideias Contemporâneas, Lisboa, Afrodite. - Bidiss, Michael D. (1977, 1980), Histoire de la Pensée Européenne. L'Ère des Masses. Les Idées et la Société en Europe depuis 1870, vol. 6, Paris, Seuil. - Bobbio, Norberto (1990, 2002), Ensaios sobre Gramsci e o Conceito de Sociedade Civil, S. Paulo, Paz e Terra. - Bottomore, T. B. (1964, 1977), Elites and Society, Harmondsworth, Penguin Books - Brito, M. Nogueira de (2009), As Andanças de Cândido. Introdução ao Pensamento Político do Século XX, Lisboa, Edições 70. - Corcuff, Philippe (2000, 2003), Filosofia Política, Lisboa, europa-América. - Crespigny, Anthony de, e Kenneth R. Minogue (1975, 1982), Filosofia Política Contemporânea. Pensamento Político, Brasília, Ed. Universidade de Brasília. - Crick, Bernard (1987), O Socialismo, Lisboa, Estampa. - Espada, João C., et all (orgs.)(2007), Direita e Esquerda? Divisões Ideológicas no Século XXI, Lisboa, Universidade Católica Editora. - Espada, João C., e João C. Rosas (2002), Pensamento Político Contemporâneo. Uma Introdução, Lisboa, Bertrand. - Gray, John (!986, 1988), O Liberalismo, Lisboa, Estampa. - Gunnel, John G. (1979, 1981), Teoria Política, Brasília, Ed. Universidade de Brasília - Heywood, Andrew (1997, 2002), Politics, Hampshire, Palgrave Macmillan, cap. 3 (political ideologies). - Hoffman, John, e Paul Graham (2006), Introduction to Political Concepts, Harlow, Pearson. - Joll, James (1977, 1979), As Ideias de Gramsci, S. Paulo, Cutrix. - Macpherson, C. B. (1977), The Life and Times of Liberal Democracy, Oxford, Oxford University Press. - Mairet, Gérard (1978), Les Doctrines du Pouvoir. La Formation de la Pensée Politique, Paris, Gallimard. - Morrow, John (1998, 2005), História do Pensamento Político, Lisboa, Europa-América. - Oña, F. Vallespín (1985), Nuevas Teorias del Contrato Social: John Rawls, Robert Nozick y James Buchanan, Madrid, Alianza Editorial. - Russ, Jacqueline (1995, 1977), A Aventura do Pensamento Europeu, Lisboa, Terramar. - Sorman, Guy (1984, 1986), A Solução Liberal, Lisboa, Inquérito. - Vallespín, Fernando (org.) (1992/93), Historia de la Teoria Política, vols. 4 e 5, Madrid, Alianza Editorial.
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2 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
A unidade curricular Análise de Dados Multivariada I visa a apresentação e o desenvolvimento de um conjunto de métodos de interdependência de uso corrente na investigação na área das Ciências Sociais, designadamente na Ciência Política. Em concreto, será desenvolvido: a) um método de análise fatorial (Análise em Componentes Principais) que permite a identificação e descrição da estrutura da relação entre variáveis; b) o modelo de Análise de Variância, que possibilita a descrição e interpretação de relações de dependência entre variáveis. São aprofundadas as potencialidades de utilização do software de análise de dados IBM SPSS Statistics. Pretende-se que os estudantes aprendam: a) a analisar situações em que se estabelecem relações de dependência e de interdependência; b) a usar uma ferramenta que lhe permite realizar as análises estatísticas necessárias à abordagem desses modelos; c) a sumariar, apresentar e interpretar os resultados estatísticos obtidos.
Programa
1.Análise de Componentes Principais(ACP) 1.1.Introdução 1.2.Definição das componentes principais 1.3.Significado dos valores próprios e das comunalidades 1.4.Seleção das componentes principais:critérios de extração 1.5.Interpretação das componentes principais 1.6.Métodos de rotação das componentes:métodos ortogonais e não-ortogonais 1.7.Definição e interpretação dos scores fatoriais 1.8.Definição de índices (summated scales) e análise de consistência (via Alfa de Cronbach) 1.9. Aplicações com o SPSS 2.Análise de Variância a 1 fator fixo 2.1.Introdução 2.2.Pressupostos;Modelo e hipóteses;Teste F 2.3.Comparações a posteriori 2.4.Alternativas ao teste F 2.5.Interpretação e apresentação dos resultados 2.6.Aplicações com SPSS 3.Análise de Variância a 2 fatores fixos 3.1.Pressupostos;Modelo e hipóteses;Testes F 3.2.Comparações a posteriori:efeito de interação significativo e não significativo 3.3.Interpretação e apresentação dos resultados 3.4.Aplicações com o SPSS
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: a) dois testes escritos (30% cada); b) um exercício com aplicação de SPSS (20%); c) 5 mini-fichas (no total pesam 20%).
Avaliação em exame e melhoria de nota: teste escrito (70%) e exercício de SPSS (30%).
Não há nota mínima em nenhuma das componentes de avaliação (avaliação periódica ou exame); a média final tem de ser igual ou superior a 10.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Maroco, J., 2018. Análise Estatística com o SPSS, 7ª edição, Pero Pinheiro, Report Number. Folhas preparadas pela equipa docente e disponibilizadas via e-learning aos alunos no decorrer do semestre.
Bibliografia Opcional
Field, A., 2013. Discovering Statistics Using IBM SPSS Statistics, London, Sage Publications, 4th Edition. Hair, J., Black, W.C., Babin, B.J., and Anderson, R.E., 2014. Multivariate Data Analysis, Pearson Educational, 7th Edition. Tabachnick, B., e Fidell, L., 2013. Using Multivariate Statistics, Pearson International Edition, 6th Edition.
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Objectivos
OG1. Aquisição de uma visão crítica do passado histórico que funcione como base para a compreensão, também crítica, do presente e para o desenvolvimento de uma cidadania informada e consciente. OG2. Fornecimento de um conhecimento preciso acerca de eventos e de processos de mudança e de continuidade, numa perspectiva diacrónica. OG3. Consciência de que as questões e os problemas colocados ao passado histórico, as categorias de análise e as respostas obtidas, se alteram com o tempo e com a diversificação dos contextos sociais e políticos. OG4. Compreensão da relação existente entre os acontecimentos do presente e o passado histórico. OG5. Consciência das diferenças entre perspectivas historiográficas desenvolvidas em períodos e contextos diversificados. OG6. Consciência da natureza dinâmica e inacabada da pesquisa histórica e do debate historiográfico. OG7. Conhecimento das questões e dos temas que constituem, hoje em dia, o debate historiográfico em torno de um determinado tema.
Programa
CP1. Introdução teórica e metodológica. CP2. A difícil instauração do Liberalismo. CP3. Regeneração e o Rotativismo: a estabilização da Monarquia Constitucional. CP4. O Ultimatum e a queda da monarquia: a crise do sistema liberal. CP5. A I República. CP6. A Ditadura Militar e o ocaso do liberalismo. CP7. O Estado Novo (1933-1968). CP7.1. Evolução política e institucional CP7.2. A Política Externa Portuguesa CP7.3. Portugal e as Guerras Coloniais CP8. Evolução na Continuidade?: o Marcelismo. CP9. O Portugal Democrático (1974-2011). CP9.1. Democratização e Descolonização CP9.2. A adesão à CEE CP9.3. A evolução política do Portugal Democrático.
Processo de Avaliação
Existirão dois momentos de avaliação. O primeiro será um comentário/recensão crítica individual sobre um artigo a fornecer pelo professor da cadeira. O trabalho não deverá ultrapassar as 2500 palavras (1 página=aprox. 500 palavras) e valerá 40% da classificação final. O segundo será uma prova de frequência sobre a matéria leccionada ao longo do semestre e valerá 60% da classificação final. Os alunos que optarem pelo regime de avaliação contínua terão que assistir a dois terços das aulas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Freire, André (org), O Sistema Político Português. Séculos XIX-XXI, Coimbra, Almedina, 2012. Pinto, António C. (coord.), Portugal Contemporâneo, Lisboa, Publicações D. Quixote , 2004. [H.133 Mod trd por] Reis, António, (dir.), Portugal Contemporâneo, Vols. 1-6, Lisboa, Alfa, 1990. [H.130 Por V.1-6] Rezola, Maria I., 25 de Abril. Mitos de uma Revolução, Lisboa, Esfera dos Livros, 2007. [H.133 REZ*25] Rosas, Fernando e Pedro Oliveira (coord.), A Transição Falhada. O Marcelismo e o fim do Estado Novo (1968-1974), Lisboa, Notícias Editorial, 2004. Rosas, Fernando, História de Portugal. Volume VII. O Estado Novo (1926-1974), Lisboa, Círculo de Leitores, 1994. [H.130 His v.7] Rosas, Fernando, Rollo, Maria F. (coord.), História da Primeira República Portuguesa, Lisboa, Edições Tinta Da China, 2009. Telo, António J., História Contemporânea de Portugal. Do 25 de Abril à Actualidade, Vols. I e II, Lisboa, Editorial Presença, 2007-2008. [H.133 His,5 v.1-2]
Bibliografia Opcional
Alexandre, Valentim, Velho Brasil, Novas Áfricas. Portugal e o Império (1808-1975), Porto, Edições Afrontamento, 2000. Almeida, Pedro Tavares de, Eleições e Caciquismo no Portugal Oitocentista (1868-1890), Lisboa, Difel, 1991. Barreto, António e Mónica, Maria Filomena (coord.), Dicionário de História de Portugal, Vols. 7 a 9, Porto, Figueirinhas, 1999-2000. Bethencourt, Francisco e Chaudhuri, Kirti (dir.), História da Expansão Portuguesa. Volumes IV-V, Lisboa, Círculo de Leitores, 1998-1999. Bonifácio, Maria de Fátima, Seis Estudos sobre o Liberalismo em Portugal, Lisboa, Estampa, 1991. Bonifácio, Fátima Maria de, O Século XIX Português, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 2002. Brito, J. M. Brandão de (Coord.), Do Marcelismo ao Fim do Império, Lisboa, Editorial Notícias, 1999. Campinos, Jorge, A Ditadura Militar 1926/1933, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1975. Castro, Francisco, O pedido de Adesão de Portugal às Comunidades Europeias. Aspectos político-diplomáticos, Cascais, Principia, 2010. Catroga, Fernando, O Republicanismo Em Portugal - Da Formação Ao 5 De Outubro De 1910, 2 Vols., Coimbra, Faculdade De Letras, 1991. Cruz, Manuel Braga da, O Partido e o Estado no Salazarismo, Lisboa, Presença, 1988. Delgado, Iva Delgado et al. (ed.), Humberto Delgado. As Eleições de 58, Lisboa, Vega, 1998. Farinha, Luís, O Reviralho. Revoltas Republicanas contra a Ditadura e o Estado Novo, 1926-1940, Lisboa, Editorial Estampa, 1998. Ferreira, José Medeiros, O Comportamento Político dos Militares. Forças Armadas e Regimes Políticos em Portugal no século XX, Lisboa, Editorial Estampa, 1992. Ferreira, J. Medeiros, História de Portugal. Volume VIII. Portugal em Transe (1974-1985), Lisboa, Círculo de Leitores, 1993. Freire, André e Pinto, António C. (coord.), O Poder Presidencial em Portugal: Os Dilemas do Poder dos Presidentes na República Portuguesa, Lisboa, Dom Quixote, 2010. Freire, André, ?Eleições de segunda ordem e ciclos eleitorais no Portugal democrático, 1975-2004?, Análise Social, Volume XL (177), 2005, pp. 815-846. Freire, André (ed.), Eleições e Sistemas Eleitorais no século XX Português: Um Balanço Histórico e Comparativo, Lisboa, Colibri, 2011. Lains, Pedro e Silva, Alvaro Ferreira da, História Económica De Portugal 1700-2000, Vols. II e III, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, ICS, 2005. Lopes, Fernando Farelo, Poder Político e Caciquismo na I República Portuguesa, Lisboa, Estampa, 1994. MacQueen, Norrie, A Descolonização da África Portuguesa, Mem Martins, Editorial Inquérito, 1998. Madureira, Arnaldo, O 28 de Maio. Elementos para a sua compreensão. I ? Na génese do Estado Novo, Lisboa, Presença, 1978. Magalhães, José Calvet de, Portugal e as Nações Unidas. A Questão Colonial (1955-1974), Lisboa, IEEI, 1996. Marques, A. H. de Oliveira (coord.), Nova História de Portugal - Portugal da Monarquia para a República, vol. 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Objectivos
A União Europeia (UE) é hoje um actor incontornável no sistema de governação Europeia, que suscita em simultâneo profundo cepticismo e grandes expectativas sobre o futuro. Em paralelo, é um sistema político novo e complexo, que não encaixa facilmente nos conceitos tradicionais da Ciência Política. O programa da UC Instituições Politicas Europeias abrange, por isso, os seguintes tópicos: o desenvolvimento da UE sob a perspectiva histórica; o funcionamento institucional da UE; os seus principais actores; o processo decisório no seio da UE; e ainda as principais áreas políticas, assim como os maiores desafios que enfrenta no futuro.
Programa
1. Introdução à Disciplina, Metodologia, Conceitos e Actores 2. História da União Europeia: da CECA ao Tratado de Lisboa 3. História da União Europeia: o Tratado de Lisboa 4. Instituições Europeias Supranacionais: A Comissão Europeia 5. Instituições Europeias Supranacionais: O Parlamento Europeu 6. Instituições Europeias Intergovernamentais: O Conselho Europeu e o Conselho de Ministros 7. O Processo Decisório na União Europeia 8. O Orçamento Comunitário 9. Principais Políticas da União Europeia: a coes~~ao entre as regi~~oes 10. Principais Políticas da União Europeia: a agricultura e o espaço rural 11. Integração e Alargamento Europeu 12. Perspectivas de Futuro sobre a União Europeia: a Questão Democrática
Processo de Avaliação
Avaliação contínua: a) Teste no final do semestre - 50% da nota final b) Participação em sala e apresentação de trabalho de grupo (4 a 5 alunos) e discussão com a turma - 20% da nota final c) Recensão crítica (3 pags.) de um artigo dado pelos docentes entregue até ao fim do semestre - 30% da nota final Os estudantes devem estar presentes em pelo menos 70% das aulas.
Os estudantes podem ainda realizar a avaliação por exame, por opção, ou caso não obtenham aprovação na avaliação contínua.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bomberg, Elizabeth e Stubb, Alexander (eds) (2003). The European Union - how does it work? Oxford: Oxford University Press. Cini, Michelle (ed.) (2009), European Union Politics, 2ªed., Oxford: Oxford University Press. Dinan, Desmond (2005), Ever Closer Union, An introduction to the European Community, Lynne Rienner Press. Dinan, Desmond (2004), Europe Recast: The History of the European Union. Boulder, CO: Lynne Reinner. Hix, Simon (2005), The Political System of the European Union, 2ªed. Basingstoke: Palgrave. Nugent, Neill (2006), The Government and Politics of the European Union, Londres: Palgrave MacMillan. Peterson, John e Shackleton, Michael (2006), The Institutions of the European Union, Oxford: Oxford University Press. Richardson, Jeffery (2001), European Union: Power and Policy Making, Routledge Press.
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Sensibilização à noção de método enquanto estratégia de pesquisa, à função de comando da teoria, à articulação entre objecto, objectivos e métodos de pesquisa, à articulação entre técnicas de recolha e de análise da informação. Introdução à investigação empírica que recorre à produção, selecção e análise de informação qualitativa, nomeadamente textual. Aquisição de conhecimentos sobre métodos de investigação baseados na observação directa, na entrevista semi-directiva / narração biográfica / história de vida, e na documentação produzida em diferentes campos sociais. Aquisição de conhecimentos sobre diferentes técnicas de produção e análise de informação qualitativa, nomeadamente técnicas de análise de conteúdo. Desenvolvimento de competências de investigação empírica baseada nestes métodos e técnicas.
Programa
CP1 A investigação empírica em Ciências Sociais. As classificações dos métodos; CP2 As fontes de informação a)Documentação. b)Observação. c)Inquirição; CP3 Objecto, objectivos e desenhos de pesquisa. Estudo de casos a)Formulação de questões e desenho de pesquisa: delimitação do campo de observação e produção da informação.A pesquisa em arquivos. A observação participante As histórias de vida b)A selecção dos casos, a questão das amostras: selecção de documentos; selecção de observáveis; selecção de entrevistados. c)Produção da informação e validade da informação produzida; CP4 As técnicas de recolha, registo e análise da informação: a)Registo e análise da informação recolhida na pesquisa de terreno b)Análises de conteúdo de entrevistas e histórias de vida. c)Análises de conteúdo de documentos não produzidos pelo investigador (media, documentos oficiais...).
Processo de Avaliação
Os estudantes optam pela avaliação periódica (AP) ou final (AF) . AP inclui: avaliação individual (50%) e de grupo (50%). A primeira resulta da avaliação de trabalho individual escrito e da participação do estudante nas aulas. 3 - A segunda resulta da nota do trabalho de grupo realizado segundo plano e calendário publicados no e-learning .. A AF consiste num exame escrito em data a marcar pelo Conselho de Ano.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Albarello, L., et.al, Práticas e métodos de investigação em Ciências Sociais Bardin, L. Análise de conteúdo Beaud, S., Weber, F., Guia para a pesquisa de campo Burgess, R.G., A pesquisa de terreno: uma introdução Flick, U., Métodos Qualitativos na Investigação Científica Ghiglione, R., Matalon, B., O inquérito. Teoria e Prática Guerra, I., Pesquisa Qualitativa e Análise de Conteúdo Lee, R., M., Métodos não interferentes em pesquisa social Munoz, J., El método biográfico Peretz, H., Métodos em Sociologia Poirier,J., Chapier-Valadon, S., Histórias de Vida- Teoria e Prática Santos Silva e Madureira Pinto (orgs.) Metodologia das Ciências Sociais Stake, R.,E., A arte da Investigação com Estudos de Caso
Dada a falta de espaço as referências completas e correctas estão publicadas no e-learning
Bibliografia Opcional
Atkinson, Robert, The Life Story Interview, Qualitative Research Methods, California, Sage Publications, 1998.
Becker, H. Métodos de pesquisa em Ciências Sociais. São Paulo: Hucitec, 1997. Berg Bruce L., Lune Howard, Qualitative research methods for the social sciences, Upper Saddle River, Pearson, 2012 Bertaux, D., Le récit de vie, Paris, A.Colin, 2005. Bertaux D., Delcroix, C.,"Case histories of Families and social processes. Enriching sociology" in Prue Chamberlayne et al.(eds), The Turn to Biographical Methods in Social Science. Comparative issues and examples. London, Routledge, 2000. Blaikie, N., Designing Social Research, Cambridge, Polity Press, 2000 Blanchet, A., Gotman,A., L'enquête et ses méthodes : l'entretien, Paris, Nathan, 1992 Bloor, Michael, Wood, Fiona Keywords in qualitative methods : a vocabulary of research concepts London : Sage, 2006 Bogdan,R., Biklen,S., Investigação qualitativa em educação, Porto, Porto Editora, 1994 Bryman, "Quantitativisme et qualitativisme: un faux débat" in Berthelot, Sociologie. Epistemologie d'une discipline. Textes fondamentaux, Bruxelles, De Boeck Université, 2001, pp.209-220 (orig. em inglês BJS, XXXV, 1, 1984) Burton, D., Research training for social scientists, Londres, Sage, 2000
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Objectivos
Esta cadeira pretende iniciar os alunos ao estudo comparativo das características e performances dos sistemas políticos europeus. Porém, serão também introduzidas comparações com sistemas políticos de outros continentes. Tal estudo consistirá na análise das inter-relações dos sistemas políticos europeus com os seus ambientes internos (sociedade nacional) e externos (os outros sistemas políticos, etc.), sobretudo com os primeiros.
Programa
I Conceitos fundamentais e método comparativo II História e geografia da Europa III Fontes sociais do conflito político nos países da UE 27 IV Articulação, integração e representação de interesses na UE 27
V Instituições Políticas nos países da UE 27
VI A performance dos sistemas políticos nos países da UE 27
Processo de Avaliação
- Assiduidade e participação nas aulas (20% da média final). - Uma exposição oral de um dos textos (25%). - Um comentário de um dos textos (10%). - Organizados em grupos, os discentes terão de estruturar um pequeno ensaio de pesquisa comparando dois países da Europa (45%). Para os alunos que não obtiverem aproveitamento na avaliação contínua: exame escrito nas condições legais usuais. A avaliação contínua exige uma assiduidade mínima não inferior a 2/3 das aulas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Freire, A. (org.) (2012), O Sistema Político Português, séculos XIX-XXI: Continuidades e Ruturas, Coimbra, Almedina, pp. 5-22, 257-300. (2ª reimpressão: 2013)
Freire, A. (org.) (2011), Eleições e Sistemas Eleitorais no século XX Português: Um Balanço Histórico e Comparativo, Lx, Colibri.
Freire, A., e Pinto, A.C. (2010), O Poder Presidencial em Portugal - Os dilemas do poder dos presidentes na República Portuguesa, Lx, D. Quixote.
Grossman, E., e Sauger, N. (2007), Introduction aux Systèmes Politiques Nationaux de l'UE, Bruxelles, Editions De Boeck U.
Lijphart, A. (2012), Patterns of Democracy: Government Forms and Performance in Thirty-Six Countries, Yale, Yale U. Press.
Bibliografia Opcional
Mandatory readings:
Bose, Sumantra (2007), «Bosnia», Contested Lands. Israel-Palestine, Kashmir, Bosnia, Cyprus, and Sri Lanka, Harvard, Harvard University Press, pp. 105-153.
Bruneau, Thomas C., et al (2001), "Democracy, southern European style", in P. Nikiforos Diamandouros e Richard Gunther (orgs.), Parties, Politics, and Democracy in New Southern Europe, Baltimore, The John Hopkin University Press, pp. 16-45.
Fernandes, José Pedro Teixeira (2008), «Entre a soberania limitada e a divisão da ilha», «As tentativas de reunificação e a integração europeia de Chipre», em A questão de Chipre. Implicações para a União Europeia e a Adesão da Turquia, pp. 119-154 e 155-193.
Finer, S.E. (2004, 1997), "A Revolução Americana: 6.2 Seis grandes invenções da arte de governar" e "A herança da Revolução Francesa: 5, 6, 7 e 8: A Herança (...)", História do Governo. Volume III: Impérios, Monarquias e o Estado Moderno, Mem Martins, Publicações Europa América, pp. 1428-1441 e 1462-1487.
Freire, André (2012), "Introdução: objetivos, teoria e metodologia" e "Continuidades e ruturas nos regimes políticos do oitocento e novecento portugueses", in Freire, André (organizador), O Sistema Político Português, séculos XIX-XXI: Continuidades e Ruturas, Coimbra, Almedina, pp. 5-22, 257-300.
Freire, A., e Pinto, A.C. (2010), "O sistema de governo semipresidencial", "maiorias presidenciais e parlamentares", O Poder Presidencial em Portugal - Os dilemas do poder dos presidentes na República Portuguesa, Lisboa, D. Quixote, pp. 53-81 e 102-117.
Lijphart, Arend (2012), "Westminster Model of Democracy", in Patterns of Democracy: Government Forms and Performance in Thirty-Six Countries, Yale, Yale U. Press, pp. 9-29.
Lijphart, Arend (2012), "Consensus Model of Democracy", in Patterns of Democracy: Government Forms and Performance in Thirty-Six Countries, Yale, Yale U. Press, pp. 30-45.
Lijphart, Arend (2012), "Party Systems: Two-Party and Multiparty Patterns", in Patterns of Democracy: Government Forms and Performance in Thirty-Six Countries, Yale, Yale U. Press, pp. 60-78.
Lijphart, Arend (2012), "Electoral Systems: Majority and Plurality Methods Versus Proportional Representation", in Patterns of Democracy: Government Forms and Performance in Thirty-Six Countries, Yale, Yale U. Press, pp. 130-157.
Lijphart, Arend (2012), "Cabinets: concentration versus Sharing of Powerr" e "Executive-Legislative Relations: Patterns of Dominance and Balance of Power", in Patterns of Democracy: Government Forms and Performance in Thirty-Six Countries, Yale, Yale U. Press, pp. 78-104 e 105-120.
Lijphart, Arend (2012), "Division of Power: The Federal-Unitary and Centralized Contrasts" e "Parliaments and Congresses: Concentration Versus Division of Legislative Power", in Patterns of Democracy: Government Forms and Performance in Thirty-Six Countries, Yale, Yale U. Press, pp. 174-186 e 187-203.
Lijphart, Arend (2012), "Effective government and policy-making: Does Consensus Democracy Make a Difference?" e "The Quality of Democracy and a "Kinder, Gentler" Democracy: Consensus Democracy makes a Difference", in Patterns of Democracy: Government Forms and Performance in Thirty-Six Countries, Yale, Yale U. Press, Ariel, pp. 255-273 e 274-294.
Pasquino, G. (2002), "Eleições e sistemas eleitorais", in Curso de Ciência Política, Cascais, Principia, pp. 117-152.
Pasquino, G. (2005), "A análise dos sistemas políticos", Sistemas Políticos Comparados, Cascais, Principia, pp. 11-48.
Pasquino, G. (2005), "Formação e dissolução dos executivos", "Problemas de funcionamento", Sistemas Políticos Comparados, Cascais, Principia, pp. 87-126 e 127-166.
Complementary readings:
Alcock, A. (2005), História concisa da Europa. Dos Gregos e Romanos à actualidade, Mem Martins, Europa-América.
Almond, G., Dalton, R., Powell, G.B., e Strom, K. (organizadores) (2006), Comparative Politics Today, New York, Pearson / Longman.
Arter, David (2006), Democracy in Scandinavia: Consensual, Majoritarian or Mixed?, Manchester, Manchester University Press.
Chaliand, G., e Rageau, J.-P. (1993), Atlas dos Impérios, Lisboa, Editorial Teorema.
Ceausescu, G. (2004), Nascimento e formação da Europa, Lisboa, Fim de Século.
Colomer, Josep (editor) (1996), Political Institutions in Europe, Londres, Routledge.
Crepaz, Markus, et al (editors) (2000), Democracy and Institutions: The Life Work of Arend Lijphart, Michigan, Michigan University Press.
Diamandouros, Nikiforos, e Gunther, Richard (orgs.), Parties, Politics, and Democracy in New Southern Europe, Baltimore, The John Hopkin University Press.
Easton, D. (1992, 1965), "Categorías para el análisis sistémico de la política", in AA.VV. (compilação e organização de Albert Batlle), Diez Textos Básicos de Ciencia Política, Barcelona, Ariel, pp. 221-230.
Ebbinghaus, Bernhard, e Visser, Jelle (eds.) (2000), The Societies of Europe - Trade Unions in Western Europe, Londres, Macmillan.
Finer, S.E. (2004, 1997), "A Revolução Americana: 6.2 Seis grandes invenções da arte de governar" e "A herança da Revolução Francesa: 5, 6, 7 e 8: A Herança (...)", História do Governo. Volume III: Impérios, Monarquias e o Estado Moderno, Mem Martins, Publicações Europa América, pp. 1428-1441 e 1462-1487.
Freire, A. (2006), Esquerda e Direita na Política Europeia. Portugal, Espanha e Grécia em Perspectiva Comparada, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais.
Freire, André (2007), "Minority Representation in Portuguese Democracy", Portuguese Journal of Social Science, Volume 6 (3), pp. 193-211.
Gökay, B. (2001), A Europa de Leste. Do início da Queda à Actualidade, Sintra, Editorial Inquérito.
Hague, R., e Harrop, M. (2007), Comparative Government and Politics. An Introduction, London, Palgrave.
Judt, Tony (2006), Pós-guerra. História da Europa desde 1945, Lisboa, Edições 70.
Lane, J.E., e Ersson, S. (1999), Politics and Society in Western Europe, London, Sage.
Landman, T. (2003), "Why, How, and Problems of Comparison", Issues and Methods in Comparative Politics. An Introduction, Londres, Routledge, pp. 1-61.
Lijphart, A. (1999, 2000), Modelos de democracia. Formas de gobierno y resultados em trinta y seis países, Barcelona, Ariel. Lijphart, A. (2008), Thinking about Democracy - Power Sharing and Majority Rule in Theory and Practice, New York, Routledge. Lijphart, A., e Waisman, C.H. (1996), Institutional Design in New Democracies, Colorado, Westview Press.
March, Luke, e Freire, André (2012), A Esquerda Radical em Portugal e na Europa. Marxismo, Mainstream ou Marginalidade?, Porto, Quid Novi.
McEvedy, C. (2002), The New Penguin Atlas of Recent History. Europe since 1815, London, Penguin Books.
McEvedy, C. (s.d.), The Penguin Atlas of Modern History (to 1815), London, Penguin Books.
Newton, K., e Deth, Jan W. (2007), Foundations of Comparative Politics, Cambridge, Cambridge University Press.
Noel, Sid (2005), From Power Sharing to Democracy: Post-Conflict Institutions in Ethnically Divided Societies, Montreal, McGill-Queen's University Press.
Norris, Pippa (2008), Driving democracy. Do Power Sharing Institutions Work?, Cambridge, Cambridge University Press.
O'Flynn, Ian, and Russell, David (2005), Power Sharing. New Challenges for Divided Societies, London, Pluto Press.
Pasquino, G. (2002), "Eleições e sistemas eleitorais", in Curso de Ciência Política, Cascais, Principia, pp. 117-152
Rhodes, M., Heywood, P., e Wright, V. (organizadores), Developments in West European Politics, London, St. Martin's Press.
Rose, R., e Munro, N. (2003), Elections and Parties in New European Democracies, Washington DC, CQ Press.
Swenden, Wilfried (2006), Federalism and Regionalism in Western Europe A Comparative and Thematic Analysis, London, Palgrave Macmillan.
Teixeira, Conceição Pequito (organizadora) (2018), O Sistema Político Português. Uma Perspectiva Comparada, Cascais, Principia.
Tiersky, R., e Jones, E. (editors) (2007), Europe Today. A Twenty-First Century Introduction, Lanham, Rowman & Littlefield.
Tsebelis, George (1995), "Decision Making in Political Systems: Veto Players in Presidentialism, Parliamentarism, Multicameralism and Multipartyism", British Journal of Political Science, Vol. 25, No. 3, pp. 289-325.
White, S., Batt, J., e Lewis, P.G. (organizadores), Developments in Central and East European Politics, London, Palgrave/Macmillan.
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2 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
Pretende-se com esta unidade curricular proporcionar aos alunos o desenvolvimento de competências na utilização de métodos, de utilização generalizada na Ciência Política, que permitem a análise da relação entre variáveis com recurso a modelos de regressão (linear e logística). A apresentação dos métodos será sempre acompanhada de aplicações temáticas na área da Ciência Política, sustentadas pelo software de estatística IBM SPSS Statistics. Pretende-se que os estudantes aprendam: a) a analisar situações em que se estabelecem relações de dependência entre diferentes tipos de variáveis, no contexto da análise de dados multivariada; b) a usar uma ferramenta que lhe permite realizar as análises estatísticas necessárias à abordagem desses modelos; c) sumariar, apresentar e interpretar os resultados estatísticos obtidos.
Programa
1.Modelo de Regressão Linear 1.1.Definição e hipóteses do modelo 1.2.Estimação dos parâmetros; Coeficientes de correlação e de determinação múltiplos; Inferência 1.3.Coeficientes de correlação parciais e semi-parciais 1.4.Interpretação e apresentação dos resultados 1.5.Aplicações com o SPSS 2.Regressão categorial: Logística Binária 2.1.Regressão Logística versus Regressão Linear: comparação de modelos 2.2.Transformação Logit 2.3. Qualidade e precisão do modelo 2.4. Teste ao Modelo: Teste do Qui-quadrado 2.5. Coeficientes do Modelo de Regressão Logística: odds e odds ratio 2.6. Teste aos parâmetros: Wald test 2.7. Outliers e casos influentes: Análise dos resíduos 2.8.Aplicações com o SPSS
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: a) dois testes escritos (30% cada); b) um exercício com aplicação de SPSS (20%); c) 5 mini-fichas (no total pesam 20%). Avaliação por exame e exame para melhoria de nota: teste escrito (70%) e exercício de SPSS (30%). Não há nota mínima em nenhuma das componentes de avaliações (avaliação periódica ou exame); a média final tem de ser igual ou superior a 10.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Field, A., 2013. Discovering Statistics Using IBM SPSS Statistics, London, Sage Publications, 4th Edition. Maroco, J., 2018. Análise Estatística com o SPSS, 7ª edição, Pero Pinheiro, Report Number. Folhas preparadas pela docente e disponibilizadas aos alunos no decorrer do semestre
Bibliografia Opcional
Hair, J., Black, W.C., Babin, B.J., and Anderson, R.E., 2014. Multivariate Data Analysis, Pearson Educational, 7th Edition. Hosmer Jr. D.W, Lemeshow, S., and Sturdivant, R.X., 2013. Applied Logistic Regression 3rd Edition, New Jersey, John Wiley & Sons Inc. Menard, S. 2002. Applied Logistic Regression Analysis (Quantitative Applications in the Social Sciences) 2nd Edition, A Sage University Paper, London, SAGE publications. Menard, S. 2010. Logistic Regression: From Introductory to Advanced Concepts and Applications, London, SAGE publications. Pampel, F. C., 2000. Logistic Regression. A Primer (Quantitative Applications in the Social Sciences) A Sage University Paper, London, SAGE publications. Tabachnick, B., e Fidell, L., 2013. Using Multivariate Statistics, Pearson International Edition, 6th Edition.
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Objectivos
Aquisição de conhecimentos e competências de operacionalização analítica sobre aspectos fundamentais do Direito Constitucional e Administrativo.
Programa
Introdução Conceito de direito. Fontes de direito. O sistema jurídico. 1.Direito e Estado 1.1.Noção de Estado 1.2.Elementos do Estado 1.3.Funções e fins do Estado 1.4.Formas de Estado 1.5.Estado de direito:génese e evolução 1.6.Governança europeia,direito e Estado 2.Constituição e constitucionalismo 2.1.Poder constituinte e constituição 2.2.O constitucionalismo português 2.3.Princípios fundamentais da Constituição de 1976 2.4.Direitos e deveres fundamentais 2.5.Estrutura e funções dos órgãos de soberania 2.6.Fontes de direito e procedimento legislativo 2.7.Garantia e controlo da constitucionalidade 2.8.Revisão constitucional 3.Fundamentos jurídicos da administração pública 3.1. Noção de administração pública 3.2. A administração pública portuguesa 3.3. Princípios jurídicos da organização e actividade administrativa 3.4. Pessoas colectivas públicas 3.5. Procedimento administrativo 3.6. Garantias dos administrados
Processo de Avaliação
A UC pode ser frequentada em regime de avaliação contínua ou de exame final. A avaliação contínua da disciplina comporta: (a) uma prova escrita (frequência), a realizar no final do semestre (50% na ponderação da nota); (b) um trabalho individual ou de grupo, a realizar ao longo do semestre, que se traduzirá (i) numa exposição oral na aula (10 minutos), seguida de debate (20% na ponderação) e (ii) na elaboração dum texto escrito (c. 3000 palavras) sintetizando a exposição (30% na ponderação).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Amaral, Maria Lúcia (2005), A Forma da República - Uma Introdução ao Estudo do Direito Constitucional, Coimbra, Coimbra Editora
Batalhão, José Carlos (2017), Novo Código do Procedimento Administrativo - Notas práticas e jurisprudência, Porto Editora
Canotilho, J. J. Gomes e Vital Moreira (2014), Constituição da República Portuguesa anotada, Coimbra, Coimbra Editora
Canotilho, J. J. Gomes (1999), Estado de direito, Lisboa, Gradiva
Caupers, João e Vera Eiró(2016), Introdução ao Direito Administrativo, Lisboa, Âncora Editora
Sousa, Marcelo Rebelo de, e Sofia Galvão (2000), Introdução ao Estudo do Direito, Lisboa, Publicações Europa-América
Bibliografia Opcional
Amaral, Diogo Freitas do (2018), Curso de Direito Administrativo, Volumes I e II, Coimbra, Almedina
Batalhão, Carlos José (2017) Direito - Noções Fundamentais, Porto Editora
Canotilho, J. J. Gomes (2017), Direito Constitucional e Teoria da Constituição, Coimbra, Almedina
Gomes, João Salis (2010), Interesse público, controle democrático do Estado e cidadania?, em Augusto de Athayde et al., Em Homenagem ao Professor Doutor Diogo Freitas do Amaral, Coimbra, Almedina
Ziller, Jacques (2008), "Europeização do direito - do alargamento dos domínios do direito na União Europeia à transformação dos direitos dos Estados membros", em Gonçalves, Maria Eduarda, e Pierre Guibentif, Novos Territórios do Direito - Europeização, Globalização e Transformação da Regulação Jurídica, Lisboa, Princípia
Legislação e Jurisprudência
A Constituição da República Portuguesa, o Código do Procedimento Administrativo e demais diplomas relativos quer à organização administrativa quer ao contencioso administrativo, bem como as decisões e declarações do Tribunal Constitucional e a colecção oficial de acórdãos do Supremo Tribunal Administrativo, podem ser consultados na edição electrónica do Diário da República, disponível em http://dre.pt/
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Objectivos
A política comparada é um campo central na Ciência Política. Para o desenvolvimento de análises científicas em política comparada, o método comparativo é uma ferramenta central: fornece um conjunto de regras e padrões de actuação que pretendem assegurar que o desenho da pesquisa é rigorosamente delineado de molde a que a produção dos dados e as inferências baseadas na evidência empírica sejam feitas segundo elevados padrões que assegurem a sua validade e reprodutibilidade. Pretende-se com esta cadeira, primeiro, fornecer os conhecimentos básicos fundamentais sobre o que é e como se implementa o método comparativo em Ciência Política. Segundo, fornecer uma panorâmica geral sobre os principais debates e controvérsias que existem na disciplina em torno do método comparativo.
Programa
I. I - O processo de investigação em política comparada II. II - As teorias, os métodos e o desenho da pesquisa III. III - Teorias, hipóteses, operacionalização e medição IV. IV - Fontes e dados em política comparada V. V - A selecção dos casos e os possíveis enviesamentos VI. VI - Testes de hipóteses, inferências causais e os VII. problemas associados ao pequeno N VII - Tempo e investigação comparativa
Processo de Avaliação
1. Assiduidade e participação nas aulas (20% da média final). 2. Duas exposições orais (25%: 12,5% cada) de textos (um teórico e um exemplo de pesquisa). 3. Elaboração das tarefas relacionadas com a elaboração do trabalho de pesquisa: 2 relatórios de progresso (10%). 4. organizados em grupos, os discentes terão de estruturar uma pesquisa empírica comparativa baseada em dados secundários (45%). 5. Exame para os que não cumprem requisitos da avaliação contínua.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Dogan, Mattei, e Dominique Pelassy (1990, 1984), How to Compare Nations. Strategies in Comparative Politics, New Jersey, Chatham House Publishers. Evera, Stephen van (1997), Guide to Methods of Students of Political Science, Ithaca, Cornell University Press. Porta, Donatella della, e Keating (editors) (2008), Approaches and Methodologies in the Social Sciences. A Pluralist Perspective, Cambridge University Press Geddes, Barbara (2007), Paradigms and Sand Castles. Theory Building and Research Design in Comparative Politics, Ann Arbor, Michigan University Press. Landman, Todd (2003), Issues and Methods in Comparative Politics. An Introduction, Londres, Routledge. Peters, Guy B. (1998), Comparative Politics. Theory and Methods, Nova Iorque, New York University Press.
Bibliografia Opcional
1. Leituras obrigatórias / Mandatory readings
Laboratório de Política Comparada - Textos de Leitura obrigatória: Teórico- metodológicos (T) e Textos de Análise empírica (TD).
Textos teórico-metodológicos (T):
T-1 - Porta, Donatella della (2008), «Comparative analysis: case-oriented variable-oriented research», in Porta, Donatella della, e Keating (editors), Approaches and Methodologies in the Social Sciences. A Pluralist Perspective, Cambridge University Press, pp. 198-222. T-2 - Lijphart, Arend (1975), "The comparable cases strategy in comparative research", Comparative Political Studies, 8 (2), pp. 158-177. T- 3 - Schmitter, Philippe (2008), «The design of social and political research», in Porta, Donatella della, e Keating (editors), Approaches and Methodologies in the Social Sciences. A Pluralist Perspective, Cambridge University Press, pp. 263-295. T- 4 - Geddes, Barbara (2007), "How the cases you choose affect the answers you get: selection bias and related issues", Paradigms and Sand Castles. Theory Building and Research Design in Comparative Politics, Ann Arbor, Michigan Univ. Press, pp. 89-130. T- 5 - Perea, Eva Anduiza, e Crespo, Ismael, e Lago, Mónica Méndez (1999), "La contrastación de hipótesis", Metodolgía de la Ciencia Política, Madrid, CIS, CM 28, pp. 105-124.
Textos exemplificativos de pesquisas empíricas (TD) / Examples of comparative research (TD): TD-1 - Estudo de caso / Case study Michael Baum & Ana Espírito-Santo (2012), «Portugal's Quota-Parity Law: An Analysis of its Adoption», West European Politics, Vol. 35, Nº 2, pp. 319-342. TD - 2 - Estudo de caso comparados com enquadramento comparativo / Case Study with comparative framing Freire, André, & Meirinho, Manuel (2012), "Institutional reform in Portugal: From the perspective of deputies and voters perspectives", Pôle Sud - Revue de Science Politique, Nº 36, 2012/1, pp. 107-125. TD - 3 - Estudo comparativo descritivo - explicativo / Descriptive & explanatory comparative study March, Luke, e Freire, André (2012), «O potencial de coligação da esquerda radical portuguesa em perspetiva comparada», A Esquerda Radical em Portugal e na Europa: Marxismo, Mainstream ou Marginalidade?, Porto, Quid Novi, pp. 201-233. TD - 4 - Estudo comparativo com dados agregados / comparative study with macro data Matt Golder (2003), «Explaining variation of the success of extreme right parties in Western Europe», Comparative Political Studies, Vol. 36, Nº 4, pp. 432-466. TD - 5 - Estudo comparativo longitudinal com dados individuais (II) / comparative longitudinal study with micro data (II) Joost Van Spanje & Wouter Van Der Brug (2007), «The Party as Pariah: The Exclusion of Anti-Immigration Parties and its Effect on their Ideological Positions», West European Politics, Vol. 30, Nº 5, pp. 1022-1040. TD- 6 - Estudo comparativo com análise multinível 7 Comparative Multi-level study Freire, André (2015), "Left-Right Ideology as a Dimension of Identification and as a Dimension of Competition", Journal of Political Ideologies, January, Volume 20, Nº1, pp. 1-26, http://dx.doi.org/10.1080/13569317.2015.991493 TD- 7 - Estudo comparativo longitudinal com dados ao nível macro / comparative longitudinal study with macro data Mikko Matilla e Tapio Raunio (2002), «Government formation in the Nordic countries: the Electoral connection», Scandinavian Political Studies, Vol. 25, Nº 3, pp. 259-280.
2. Leituras complementares / Complementary readings
Alexander, Gerard (2001), "Institutions, path dependance, and democratic consolidation", Journal of Theoretical Politics, 13 (3), pp. 249-269. Alonso, Sonia, Volkens, Andrea, Gómez, Braulio (2012), Análisis de conteniido de textos políticos. Un enfoque quantitativo, Madrid, CIS, Cuadernos Metodolóigicos, nº 47. Boix, Carles, e Stokes, Susan (editors) (2007), The Oxford Handbook of Comparative Politics, Oxford, Oxford University Press. Caïs, Jordi (1997), Metodología del análisis comparativo, Cuadernos Metodológicos, 21, Madrid, CIS. Collier, David, e Mahon Jr., James E. (1993), "Conceptual stretching revisited: Adapting categories in comparative analysis", American Political Science Review, 1987, pp. 845-855. Caul, Miki (1999), «Women's representation in Parliament», Party Politics, 5 (1), pp. 79-98. D'Ancona, M. (1996), Metodología quantitativa. Estrategias y técnicas de investigación social, Madrid, Síntesis, pp. 81-122. Evera, Stephen van (1997), Guide to Methods of Students of Political Science, Ithaca, Cornell University Press, pp. 7-40 Fernandes, Tiago (2007), "Authoritarian Regimes and Pro-Democracy Semi- Oppositions: The End of the Portuguese Dictatorship (1968-1974) in Comparative Perspective", Democratization, 14 (4), pp. 686 - 705. Freire, André (2006), "Left-Right Ideological Identities in New Democracies: Greece, Portugal and Spain in the Western European Context", Pôle Sud - Revue de Science Politique de l'Europe Méridionale, nº 25, II 2006, pp. 153-173. Freire, André (2007), "Trazendo as identidades sociais de volta ao debate. As Âncoras sociais da divisão esquerda-direita na Europa Ocidental", in Freire, André, M. C. Lobo e P. Magalhães (editores), Eleições e Cultura Política: Portugal no Contexto Europeu, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, ICS. (ENGLISH VERSION: Freire, André (2006), "Bringing Social Identities Back In: The Social Anchors of Left-Right Orientation in Western Europe", International Political Science Review, 27 (4), 359-378.) Freire, André (editor) (2011), Eleições e Sistemas Eleitorais no século XX Português: Um Balanço Histórico e Comparativo, Lisboa, Colibri. Freire, André (editor) (2012), O Sistema Político Português, séculos XIX-XXI: Continuidades e Ruturas, Coimbra, Almedina. Gerring, John (2007), "The case study: what it is and what it does", in Boix, Carles, e Stokes, Susan (editors), The Oxford Handbook of Comparative Politics, Oxford, Oxford University Press, pp. 90-122. King, G., et al (2000, 1994), El Diseño de la Investigación Social. La Inferencia Científica en los Estudios Cualitativos, Madrid, Alianza Editorial. Lieberson, Stanley (1991), "Small N's and big conclusions. An examination of the reasoning in comparative case studies based on a small number of cases", Social Forces, 70 (2), pp. 307-320. Lieberman, Evan S. (2001), "Causal inferences in historical institutional analysis. A specification of periodization strategies", Comparative Political Studies, 34 (9), pp. 1011-1035. Lijphart, Arend (1971), "Comparative politics and the comparative method", American Political Science Review, LXV, pp. 682-693. Manheim, J., Rich, R. (1988), Análisis político empírico. Métodos de investigación en ciencia política, Madrid, Alianza, 1988, pp. 281-306 Pennings, P., Keman, H., e Kleinnijenhuis, J. (1999), Doing Research in Political Science. An Introduction to Comparative Methods and Statistics, London, Sage. Pestana, Maria H., e João N. Gageiro (1998), Análise de Dados para as Ciências Sociais. A Complementaridade do SPSS, Lisboa, Edições Sílado. Perea, Eva Anduiza, e Crespo, Ismael, e Lago, Mónica Méndez (1999), Metodología de la Ciencia Política, Madrid, CIS, CM 28. Przeworski, Adam, e Henry Teune (1970), The Logic of Comparative Social Inquiry, Nova Iorque, Wiley-Interscience. Ragin, Charles C. (1989, 1987), The Comparative Method. Moving Beyond Qualitative and Quantitative Strategies, Berkley, University of California Press. Schriewer, Jürgen, e Kaelbe, Hartmut (2010), La comparación en las ciencias socials e históricas - un debate interdisciplinar, Barcelona, Octaedro / ICE-UB. Shanto Iyengar, Mark D. Peters, Donald R. Kinder (1982), «Experimental Demonstrations of the "Not- So-Minimal" Consequences of Television News Programs», The American Political Science Review, Vol. 76, No. 4, pp. 848-858 Skocpol, Theda (1985, 1979), "Introdução" e "Conclusão", Estados e Revoluções Sociais. Análise Comparativa da França, Rússia e China, Lisboa, Presença, pp. 15-27 e 45-55 e 297-306.. Skocpol, Theda, e Somers, Margaret (1980), "The uses of comparative history in macrosocial inquiry", Comparative Studies in Society and History, 22, pp. 174-197. Valles, Miguel S. (2000), "Diseños y estrategias metodológicas en los estúdios caulitativos", Técnicas Caulitativas de Investigación Social, Madrid, Sintesis, pp. 69-108.
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Objectivos
Capacidade de actuação, cientificamente informada, nos diversos cenários de intervenção pessoal, a nível profissional (ensino, investigação, administração pública, organizações da sociedade civil etc.) e a nível cívico/político, atendendo a que os partidos e os grupos de pressão são actores fundamentais da política nos sistemas democráticos.
Programa
1. Introdução ao estudo dos partidos políticos 1.1 Definição e funções dos partidos 1.2 Origem dos partidos 2. As famílias partidárias 2.1 A noção de família partidária 2.2 As principais famílias 3. Tipologia de partidos 3.1 Partidos de quadros e partidos de massas (Duverger) 3.2 Partido catch-all (Kirchheimer) e partido profissional-eleitoral (Panebianco) 3.3 Partido cartel (Katz e Mair) 3.4 Tipologia de Gunther e Diamond 4. Características dos partidos políticos 4.1 Comunicação política e campanhas eleitorais 4.2. Selecção dos candidatos e líderes partidários 5. Sistemas de partidos 5.1. As tipologias de sistemas partidários: Duverger, Sartori e Mair 5.2. A evolução dos sistemas de partidos 6. Grupos de pressão 6.1. Definições e funções dos grupos de interesse 6.2. Corporativismo e neo-corporativismo
Processo de Avaliação
Avaliação contínua a) exposição oral de texto e participação nas aulas (vale 30% da nota final) b) apresentação oral (5%) e realização de um poster/ensaio (25%) c) teste final na mesma data do exame de 1ª época (40%). Todos os momentos de avaliação são obrigatórios e a nota mínima admitida em cada é 8 valores. Nota: Estudantes em avaliação contínua têm que assistir a pelo menos 70% das aulas. OU Exame
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baumgartner, Frank R. e Beth L. Leech (1998), Basic interests: the importance of groups in politics and social science, Princeton, Princeton University Press.
Katz, Richard e Peter Mair (1995), "Changing models of party organization and party democracy: the emergence of the cartel party". Party Politics, 1 (1), pp. 5-28.
Lisi, Marco (2011), Os Partidos em Portugal: continuidade e transformação, Lisboa, Almedina.
Lopes, F. Farelo (2004), Os Partidos Políticos. Modelos e Realidades na Europa Ocidental e em Portugal, Oeiras, Celta.
Mair, Peter (2004), Party System Change: approaches and interpretations, Oxford, Oxford University Press.
Mair, Peter (2013), Ruling the Void. The Hollowing of Western Democracy, Londres, Verso Editions.
Scarrow, Susan (2015), Beyond Party Members: Changing Approaches to Partisan Mobilization, Oxford, Oxford University Press.
Ware, Alan (1997), Political Parties and Party Systems, Oxford, Oxford University Press.
Bibliografia Opcional
Dalton, Russell J., e Martin P. Wattenberg (orgs.) (2000), Parties Without Partisans. Political Change in Advanced Industrial Democracies, Oxford, Oxford University Press.
Diamond, Larry e Richard Gunther (orgs, 2001), Political Parties and Democracy, Baltimore (MA), The Johns Hopkins University Press.
Jalali, Carlos (2007), Partidos e Democracia em Portugal 1974-2005, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais.
Katz, Richard S. e William Crotty (orgs, 2006) Handbook of political parties. Londres, Sage.
Mair, Peter (org, 1990), The West European Party System, Oxford, Oxford University Press.
Siaroff, A. (1999) "Corporatism in 24 Democracies: Meaning and Measurement". European Journal of Political Research 36: 175-205.
Webb, P., D. Farrell e I. Holliday (orgs, 2002) Political Parties in Advanced Industrial Democracies. Oxford, Oxford University Press.
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Objectivos
As eleições têm um lugar central nos regimes democráticos: é sobretudo através delas que se processam as funções de representação e de responsabilização. Em regimes não democráticos cumprem outras funções. Daí que estas temáticas tenham tanto relevo na Ciência Política. Primeiro, pretende-se fornecer os conhecimentos fundamentais sobre o que são e como funcionam os sistemas eleitorais. Segundo, fornecer os conhecimentos fundamentais sobre como se articulam os diversos sistemas eleitorais com os diferentes tipos de sociedade e quais os seus efeitos não só sobre outros elementos do sistema político mas também sobre os comportamentos dos eleitores. Terceiro, apresentar os vários modelos explicativos dos comportamentos dos eleitores, compaginando cada um deles com as grandes tendências dos comportamentos eleitorais nas democracias modernas.
Programa
1 - Eleições e Democracia 1.1 - As funções das eleições nos diferentes regimes 1.2 - Eleições e democratização à escala mundial 1.3 ? Eleições e regimes políticos em Portugal 2 ? Sistemas eleitorais 2.1 - Principais elementos dos sistemas eleitorais 2.2 ? Consequências políticas dos diferentes tipos de sistemas eleitorais 2.3 - O sistema eleitoral português numa perspectiva comparada 2.4 - Tendências actuais de reforma dos sistemas eleitorais: o caso português em perspectiva comparada 2.5 - Sistemas sociais, sistemas eleitorais, sistemas de partidos e modelos de democracia 3 ? Comportamentos eleitorais 3.1 ? Modelo sociológico 3.2 ? Modelo sociopsicológico 3.3 ? Modelo económico 3.4 ? Modelos das novas clivagens: novas clivagens, nova esquerda e nova direita 3.5 ? Efeitos contextuais no comportamento dos eleitores 3.6 ? O modelo das eleições de segunda ordem (e afins) 3.7 - Tendências recentes dos comportamentos e atitudes dos eleitores nas democracias modernas
Processo de Avaliação
I - Avaliação contínua: Requisito - presença em 2/3 das aulas. Participação (10%). Exposição oral (25%) e 2 comentários (15%) de textos. Trabalho de grupo: em articulação com Laboratório de Política Comparada, desenho de uma pesquisa empírica comparativa sobre as temáticas lecionadas na cadeira (50%).
II - Avaliação por exame, para os alunos que o desejem fazer, não cumpram os requisitos de assiduidade ou não obtenham aproveitamento na avaliação contínua. 100% da nota final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cruz, Manuel Braga da (org.), (1998). Sistemas Eleitorais: o Debate Científico, Lisboa, ICS.
Dalton, Russell J., e Klingemann, Hans-Dieter (eds.) (2007), The Oxford Handbook of Political Behavior, Oxford, Oxford University Press.
Freire, André (2001), Modelos do Comportamento Eleitoral: Uma Breve Introdução Crítica, Oeiras, Celta.
Freire, André (organizador) (2012), O Sistema Político Português, séculos XIX-XXI: Continuidades e Ruturas, Coimbra, Almedina, pp. 5-22, 257-300.
Freire, André (editor) (2011), Eleições e Sistemas Eleitorais no século XX Português: Um Balanço Histórico e Comparativo, Lisboa, Colibri.
LeDuc, Lawrence, e Niemi, Richard G., e Norris, Pippa (eds.) (orgs.), Comparing Democracies 2. New Challenges in the Study of Elections and Voting, Londres, Sage, pp. 148-168 e 189-209.
Lopes, Fernando F., e Freire, André (2002), Partidos Políticos e Sistemas Eleitorais: Uma Introdução, Oeiras, Celta: II Parte.
Bibliografia Opcional
Mandatory readings / Leituras obrigatórias:
Texto 1: Klingemann, H., e Wessels, B. (2000). "The political consequences of Germany's mixed member system: personalization at the grass roots?", in Shugart, M.S., e Wattenberg, M. P., orgs., Mixed-Member Electoral Systems: The Best of Both Worlds, Oxford, Oxford University Press, pp. 279-296.
Texto 2: Curtice, J., e Shively, P. (2003). "Quem nos representa melhor? Um deputado ou vários?", in Análise Social, n.º 167, pp. 361-386.
Texto 3: Freire, André (2011), "Eleições, Sistemas Eleitorais e Democratização: o caso português em perspectiva histórica e comparativa", in Freire, André (organizador), Eleições e Sistemas Eleitorais no Século XX Português - Um Perspectiva Histórica e Comparativa, Lisboa, Colibri, Capítulo 2, pp. 25-81. (Até ao período democrático, exclusive: 25-57)
Texto 4: Freire, André (2010), "Eleições, Sistemas Eleitorais e Democratização: o caso português em perspectiva histórica e comparativa", in Freire, André (organizador), Eleições e Sistemas Eleitorais no Século XX Português - Um Perspectiva Histórica e Comparativa, Lisboa, Colibri, Capítulo 2, pp. 25-81. (Só o período democrático: pp. 57-81)
Texto 5: André, José Gomes (2008), "Sistema político e eleitoral norte-americano. Um roteiro", in Soromenho-Marques, Viriato, O Regresso da América. Que Futuro depois do Império, Lisboa, Esfera do Caos, pp. 155-169 e 173-180 e 195-236.
Texto 6: Durverger, Maurice (1998), "A influência dos sistemas eleitorais na vida política", in Cruz, M.B. (org.), Sistemas Eleitorais: o Debate Científico, Lisboa, ICS, pp. 115-154.
Texto 7: Sartori, Giovanni (1998), "A influência dos sistemas eleitorais: leis defeituosas ou defeitos metodológicos?", in Cruz, M.B. (org.), Sistemas Eleitorais: o Debate Científico, Lisboa, ICS, pp. 223-248. & Lijphart, Arend (1998), "A engenharia eleitoral: limites e possibilidades", in Cruz, M.B. (org.), Sistemas Eleitorais: o Debate Científico, Lisboa, ICS, pp. 289-300.
Texto 8: Freire, André (2010), "Reformas eleitorais: objectivos, soluções, efeitos prováveis e trade-offs necessários", in número especial com o título «Sistema eleitoral e qualidade da democracia - Debate sobre o estudo: Para uma melhoria da representação política - A reforma do sistema eleitoral», Eleições, 12, DGAI-MAI (ex-STAPE), pp. 25-60.
Texto 9: Freire, André e Magalhães, Pedro (2002), "Indicadores da abstenção eleitoral: vantagens e desvantagens relativas para a análise comparativa" e "A evolução da abstenção nas eleições legislativas, presidenciais e europeias nas democracias industrializadas", in A Abstenção eleitoral em Portugal, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, pp. 21-40 e 41-70.
Texto 10: Franklin, Mark (2002), "The dynamics of electoral participation", in LeDuc, Lawrence, e Niemi, Richard G., e Norris, Pippa (orgs.), Comparing Democracies 2. New Challenges in the Study of Elections and Voting, Londres, Sage, pp. 148-168.
Texto 11: Franklin, Mark et al (1992), "Introduction", in Franklin, Mark N. et al (eds.), Electoral change - responses to evolving social and attitudinal structures in western countries, Cambridge, Cambridge University Press, pp. 3-32. & Franklin, Mark (1992), "The decline of cleavage politics", in Franklin, Mark N. et al (eds.), Electoral change - responses to evolving social and attitudinal structures in western countries, Cambridge, Cambridge University Press, pp. 383-405.
Texto 12: Inglehart, Ronald (2007), "Postmaterialist values and the shift from survival to self-expression values" in Dalton, Russell J., e Klingemann, Hans-Dieter (eds.), The Oxford Handbook of Political Behavior, Oxford, Oxford University Press, pp. 223-239.
Texto 13: Gunther, Richard (2004), "As eleições portuguesas em perspectiva comparada: partidos e comportamento eleitoral na Europa do Sul", Freire, André, M.C. Lobo, P.C. Magalhães (editors) (2004), Portugal a Votos. As Eleições Legislativas de 2002, Lisboa, ICS/Imprensa de Ciências Sociais, pp. 35-86.
Texto 14: Freire, André, e Marina C. Lobo (2005), "Economics, Ideology and Vote: Southern Europe, 1985-2000", European Journal of Political Research, Volume 44 (4), pp. 493-518.
Texto 15: Dalton, Russel J. (2002), "Political cleavages, issues and electoral change", in LeDuc, Lawrence, e Niemi, Richard G., e Norris, Pippa (orgs.), Comparing Democracies 2. New Challenges in the Study of Elections and Voting, Londres, Sage, pp. 189-209.
Texto 16: Freire, André, and Teperoglou, Eftichia (2007), "Eleições Europeias e Política Nacional: Lições das «Novas» Democracias do Sul da Europa", Perspectivas, 02, pp. 29-54.
Complementary readings / Leituras complementares:
AA.VV. (1998a). Pareceres sobre o Anteprojecto de Reforma da Lei Eleitoral para a Assembleia da República, Coimbra, PCM/MCT/FDUC. Bacalhau, M. (1994), Atitudes, Opiniões e Comportamentos Políticos dos Portugueses: 1973-1993, Lisboa, Ed. do Autor Bartle, John, and Belluci, Paolo (2009), ?Introduction: Partisanship, social identity and individual identity?, in Bartle, John, and Belluci, Paolo (eds.), Political Parties and Partisanship. Social Identity and Political Attitudes, London, Routledge, pp. 1-25. Bartolini, S., e P. Mair (1990), Identity, Competition and Electoral Availability: The Stabilization of European Electorates, 1885-1985, Cambridge, Cambridge University Press. Boix, Carles, e Stokes, Susan (editors) (2007), The Oxford Handbook of Comparative Politics, Oxford, Oxford University Press. Campbell, Angus et al (1980 1960), The American Voter, Chicago, Chicago University Press Clark, Terry, e Lipset, Seymour M. (orgs.) (2002), The Breakdown of Class Politics. A Debate on Post-Industrial Stratification, Baltimore, The John Hopkins University Press, pp. 39-54. Cruz, Manuel Braga da (organização e introdução de) (1998a), Sistema eleitoral português: debate político parlamentar, Lisboa, INCM Dalton, R. J. (1988), Citizen politics in western democracies - Public opinion and political parties in the United States, Great Britain, Germany and France, New Jersey, Chatham House Publishers Dalton, Russell J., e Klingemann, Hans-Dieter (eds.) (2007), The Oxford Handbook of Political Behavior, Oxford, Oxford University Press. Dalton, R., Flanagan, S.C., e Beck, P. A. (1984), Electoral Change in Advanced Industrial Democracies: Realignment or Dealignment?, New Jersey, Princeton University Press. Dalton, R., e M. P. Wattenberg (orgs.) (2000), Parties Without Partisans: Political Change in Advanced Industrial Democracies, Oxford, Oxford University Press. Diamandouros, N., e R. Ghunter, R. (eds.) 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Inglehart, Ronald (1977), The Silent Revolution. Changing Values and Political Styles among Western Publics, Princenton, Princeton University Press. Inglehart, Ronald (1997), Modernization and Postmodernization, Princeton, Princeton University Press. Klingemann, H.-D. (2009), The Comparative Study of Electoral Systems, Oxford, Oxford University Press. Klingemann, H.-D. & D. Fuchs (eds.) (1998 1995), Citizens and the State, Oxford, Oxford University Press. Lazarsfeld, P.F., Berelson, B.R., and Gaudet, H. (1948), The People? Choice. How the Voter Makes Up his Mind in a Presidential Campaign, 2nd. Edition, New York, Columbia University Press. Lewis-Beck, M. (1988), Economics and Elections: the Major European Democracies, Ann Arbor, University of Michigan Press Lijphart, Arend (1995), Sistemas electorales y sistemas de partidos, Madrid, Centro de Estudios Constitucionales. 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3 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Partindo dos conhecimentos adquiridos pelos alunos no âmbito de outras disciplinas, pretende-se que no Laboratório de Elaboração de Projetos em CP os alunos consolidem competências de aplicação e integração de conhecimentos e que desenvolvam aptidões avançadas na construção de um projeto de investigação. Atribui-se especial relevância à consistência entre teoria, metodologia, fontes e proposta de análise de dados.
Programa
1ª. Semana Apresentação da disciplina
2ª. Semana O que é um bom tópico de investigação? Relevância científica e social.
3ª. Semana Como conduzir a pesquisa bibliográfica? Pesquisa e discussão de estudos de referência.
4ª. Semana Apresentação prática e discussão I
5ª. Semana Redação dos objetivos e das hipóteses de trabalho.
6ª. Semana Conceptualização e operacionalização dos conceitos.
7ª. Semana Escolha da metodologia, das técnicas de investigação e do tipo de dados.
8ª. Semana Apresentação prática e discussão II
9ª. Semana Elaboração dos instrumentos de recolha de informação / seleção das fontes de dados.
10ª. Semana Elaboração dos instrumentos de recolha de informação / seleção das fontes de dados.
11ª. Semana Apresentação prática e discussão III
12ª. Semana Redação do projeto de investigação.
Processo de Avaliação
Esta UC integra aulas laboratoriais, aulas de seminário, orientação tutorial e trabalho autónomo dos alunos. Estes elementos de avaliação têm a seguinte ponderação na avaliação final:
- Assiduidade e participação nas aulas: 20%;
- Apresentação do desenvolvimento do projeto e discussão em grupo (3 apresentações - 10% + 10% + 20%cada): 40%;
- Trabalho escrito (projeto de investigação, com cerca de 20 páginas, sujeito a discussão posterior obrigatória com o docente): 40%.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Box-Steffensmeier, Janet M. (ed.) (2010), The Oxford Handbook of Political Methodology, Oxford, OUP. Della Porta, Donatella e Michael Keating (eds.) (2008), Approaches and Methodologies in the Social Sciences, Cambridge, Cambridge University Press. Johnson, Janet Buttolp e H. T. Reynolds (2015), Political Science Research Methods, 7ª ed., Los Angeles, Sage. Jones, Laurence e Olson, Eduard (1995), Political Science Research, Nova Iorque: Longman. King, Gary, Robert Keohane e Sidney Verba (1994), Designing Social Inquiry, Princeton, Princeton University Press. Landman, Todd (2003), Issues and Methods in Comparative Politics, Londres, Routledge. Pennings, P., Keman, H., e Kleinnijenhuis, J. (1999), Doing Research in Political Science, London, Sage. Pollock, Philip H. (2005), The Essentials of Political Analysis, Washington, CQ.
Bibliografia Opcional
Albarello, Luc et al. (1997), Práticas e Métodos de Investigação em Ciências Sociais, Lisboa, Gradiva. Babbie, Earl (1989), The practice of Social Research, Belmont, California Wadsworth Publishing Company. Bardin, Laurence (1977), Análise de Conteúdo, Lisboa, Edições 70. Bell, Judith (1997), Como Realizar um Projecto de Investigação, Lisboa, Gradiva. Blaikie, Norman (2007), Approaches to social enquiry: advancing knowledge, Cambridge, Polity Press. Blanchet, Alain (1987), "Interviewer", in Alain Blanchet et al. Les Techniques d'Enquête en Sciences Sociales, Paris, Dunod. Black, Thomas R. (1993), Evaluating Social Science Research: An Introduction, Londres, Sage. Boix, Charles, e Stokes, Susan (editors) (2007), The Oxford Handbook of Comparative Politics, Oxford, OUP. Booth, Wayne C., Gregory G. Colomb e Joseph M. Williams (2003), The Craft of Research, Chicago, The University of Chicago Press. Bradburn, Norman; Sudman, Seymour; e Wansink, Brian (2004), Asking Questions. The definitive guide to questionnaire design, San Francisco: Jossey-Bass. Brady, Henry E. and David Collier (2004), Rethinking Social Inquiry: Diverse Tools Shared Standards, Lanham, Rowman & Littlefield Publishers. Bryman,Alan (2012), Social Research Methods, Oxford, Oxford University Press. Bryman, Alan (1989), Research Methods and Organization Studies, London, Routledge. Bryman, Alan e Duncan Cramer (1992) Análise de Dados em Ciências Sociais. Introdução às Técnicas utilizando o SPSS, Oeiras. Carvalho, Helena (2004), Análise Multivariada de Dados Qualitativos, Lisboa, Sílabo. Charles Ragin,(1987), The Comparative Method. Moving Beyond Qualitative and Quantitative Strategies, Berkley, University of California Press. Charmaz, Kathy (2006), Constructing grounded theory: a practical guide through qualitative analysis, Londres, Sage. Creswell, John W. (1994), Research Design. Qualitative & Quantitative Approaches, Thousand Oaks, Sage. Converse, Jean M. e Presser, Stanley (1986), Survey Questions. Handcrafting the standardized Questionnaire, Thousand Oaks: Sage. Dalton, Russell J., e Klingemann, Hans-Dieter (eds.) (2008), The Oxford Handbook of Political Behavior, Oxford, OUP. Denzin, Norma K., e Yvonna S. Lincoln (2005), The Sage handbook of qualitative research, Thousand Oaks, SAGE. Evera, Stephen van (1997), Guide to Methods of Students of Political Science, Ithaca, Cornell University Press. Field, Andy (2009), Discovering statistics using SPSS, Londres: Sage. Flick, U. (2005), Métodos Qualitativos na Investigação Científica, Lisboa, Monitor. Foddy, William (1996), Como Perguntar. Teoria e Prática da Construção de Perguntas para Entrevistas e Questionários, Oeiras, Celta Editora. Guerra, Isabel Carvalho (2006), Pesquisa Qualitativa e Análise de Conteúdo: sentidos e formas de uso, Estoril, Princípia. Ghiglione, Rodolphe e Benjamin Matalon (1992), O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora. Hantrais, Linda, e Steen Mangen (1996), Cross-national research methods in the social sciences, Londres, Pinter. Johnson, Janet Buttolph, e H. T. Reynolds (2011), Political Science Research Methods, Washington, CQ Press. Ketele, J-M. e X. Roegiers (s/d), Metodologia de Recolha de Dados - Fundamentos dos Métodos de Observações, de Questionários, de Entrevistas e de Estudo de Documentos, Lisboa, Instituto Piaget. Manheim, Jarol B. , Richard C. Rich, e Lars Willnat (2002), Empirical Political Analysis, Nova Iorque, Longman. Moreira, Carlos Diogo (2007), Teorias e práticas de investigação, Lisboa, Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. Le Roy, Michael K. (2012), Research Methods in Political Science. An Introduction using Microcase, Boston, Wadsworth. Lessard-Hébert, M; G. Goyette; G. Boutin (2005), Investigação Qualitativa. Fundamentos e Práticas, 2ªed., Lisboa, Piaget. Punch, Keith F. (1998), Introduction to Social Research: Quantitative & Qualitative Approaches, Londres, Sage. O'Dochartaigh, Nial (2002), The Internet Research Handbook: a Pratical Guide for Students and Researchers in the Social Sciences, Londres, Sage Publications. Oyen, Else, (1990), Comparative Methodology. Theory and practise in international social research, London, Sage Publications, Sage Studies in International Sociology. Peters, Guy B. (1998), Comparative Politics. Theory and Methods, New York, New York University Press. Quivy, R. e L. Champenhoud (2003), Manual de Investigação em Ciências Sociais, Lisboa, Gradiva. Ragin, Charles e Lisa Amoroso (2011) Constructing Social Research, Sage: Thousand Oaks, Pine Forge. Ragin, Charles (1987), The Comparative Method. Moving Beyond Qualitative and Quantitative Strategies, Berkley, University of California Press. Rhodes, R. A. W. (ed.) (2006), The Oxford Handbook of Political Institutions, Oxford, OUP. Ridley, Diana (2008), The Literature Review: a Step-by-Step Guide for Students, Londres, Sage. Sartori, G. e L. Morlino eds. (1994), La Comparación en Ciencias Sociales, Madrid, Alianza. Scott, John (1990), A Matter of Record. Documentary Sources in Social Research, Cambridge, Polity Press. Silverman, David (ed.)(2011) Qualitative Research (3rd ed), London, Sage. Silverman, D. (1993), Interpreting Qualitative Data: Methods for Analysing Talk, Text and Interaction. London: Sage.
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3 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
Os objetivos gerais da UC são: 1) Desenvolvimento de competências na aplicação de conhecimentos teóricos e metodológicos, através da concretização de um projeto de pesquisa, atribuindo-se particular relevância à consistência entre teoria, metodologia, hipóteses e análise de dados; 2) Pretende-se, ainda, que os estudantes adquiram hábitos de trabalho em grupo e de debate científico nas diferentes etapas da pesquisa empírica.
Programa
- Consolidação dos projectos de pesquisa dos alunos, do ponto de vista da exequibilidade e dos seus conteúdos. - Consolidação do quadro teórico e conceptual de análise: objectivos, teoria, quadro de análise e hipóteses. - Plano de análise de dados e instrumentos de recolha da informação. Pesquisa de dados primários e secundários. - Análise de dados (teste de hipóteses). - Redacção do relatório de projecto.
Processo de Avaliação
1. Avaliação contínua - Assiduidade, participação nas aulas e desenvolvimento da investigação ao longo do semestre (30%) - Apresentação oral do trabalho de grupo final (20%) - Trabalho de grupo final (50%) Nota: Estudantes em avaliação contínua têm que assistir a pelo menos 70% das aulas. OU 2. Avaliação por exame
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Albarello, Luc et al. (1997), Práticas e Métodos de Investigação em Ciências Sociais, Lisboa, Gradiva. Box-Steffensmeier, Janet M. (ed.) (2010), The Oxford Handbook of Political Methodology, Oxford, OUP. Della Porta, Donatella e Michael Keating (eds.) (2008), Approaches and Methodologies in the Social Sciences, Cambridge, Cambridge University Press. Foddy, William (1996), Como Perguntar. Teoria e Prática da Construção de Perguntas em Entrevistas e Questionários, Oeiras, Celta. Gschwend, Thomas, e Frank Schimmelfennig (2011). Research Design in Political Science. How to Practice What They Preach? Houndmills, Basingstoke: Palgrave. Johnson, Janet Buttolp e H. T. Reynolds (2015, 7ª ed), Political Science Research Methods, Los Angeles, Sage. Lowndes, Vivien et al. (2018), Theory and methods in political science, London, Palgrave.
Bibliografia Opcional
Almeida, João Ferreira de, e José Madureira Pinto (1982), A Investigação nas Ciências Sociais, Lisboa, Editorial Presença.
Babbie, Earl (1989), The practice of Social Research, Belmont, California Wadsworth Publishing Company.
Bardin, Laurence (1977), Análise de Conteúdo, Lisboa, Edições 70.
Blaikie, Norman (2007), Approaches to social enquiry: advancing knowledge, Cambridge, Polity Press.
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3 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Os objectivos principais da disciplina são: 1 - apresentação das teorias que abordam os conceitos de cidadania e de cultura política; 2 - apresentação e discussão das problemáticas contemporâneas sobre a participação e a cultura política; 3 - apresentação e discussão de estudos empíricos sobre as problemáticas em causa. Interessa compreender a cidadania, primeiramente, numa perspectiva histórica, funcional e cultural, num segundo momento, analisar o alargamento da cidadania em termos diacrónicos, e, finalmente,discutir os problemas atuais da cidadania e as diferentes propostas teóricas que abordam esta questão.
Programa
1 Origens e transformações da cidadania e da participação política 1.1 As concepções democráticas e liberais sobre o Estado e o cidadão 1.2 Origens e alargamento da cidadania e da participação política 1.3 Movimentos sociais e partidos políticos - transformações nas concepções e instituições de participação política 1.4 As democracias liberais no pós II Guerra Mundial: Estado-Providência e participação política 2 Cultura política, valores e participação 2.1 Sobre o conceito de cultura política 2.2 Cultura cívica e democracia: a proposta de Almond e Verba 2.3 A mudança de valores políticos nas sociedades democráticas desenvolvidas: as concepções de Inglehart. 2.4 Os problemas actuais da participação democrática. Novas formas e espaços de cidadania 3. Novas formas e espaços de cidadania 3.1 O alargamento das temáticas de cidadania 3.2 A teoria da cidadania pós-nacional, acesso à cidadania de cidadãos estrangeiros, 3.3 Novos espaços de cidadania: infra e supra-nacionais.
Processo de Avaliação
I - Opção por avaliação periódica: 1. Assistência às aulas (assiduidade igual ou superior a 70% das aulas) 2. Apresentação de textos em aula, seguida de discussão na turma (40% da nota final). 3) Trabalho individual, max 2000 palavras, incl. biblio e índice (60% da nota final). Nota mínima no trabalho: 9 valores II - Opção exame final
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Almond, G. e S. Verba (1963), The Civic Culture: Political Attitudes and Democracy in Five Nations, Princeton University Press. Barbalet, J M (1989)A Cidadania. Lisboa: Estampa Bellamy, R. e McFoy, R. (2014) Citizenship. Critical Concepts in Political Science. Oxon: Routledge, Vol. I Inglehart, R (1977), The Silent Revolution: Changing Values and Political Styles Among western Publics. Princeton University Press. Isin, E. e Turner, B. (eds.) (2003) Handbook of citizenship studies. Sage Publications. Marshall, T. H. (1967), "Cidadania e classe social", em Cidadania, Classe Social e Status, cap. IV, Rio de Janeiro: Zahar Editores, pp 57-114 Shachar, A. Bauboeck, R., Bloemraad, I. e Vink M. (2018) The Oxford Handbook of Citizenship. Oxford: Oxford University Press
Bibliografia Opcional
1. Cidadania Andrews, G. (1991) (ed), Citizenship, Londres : Lawrencw & Wishart Limited. Bellamy, R. e Castiglione, D. (2004) Lineages of European Citizenship. Rights, belonging and Participation in Eleven Nation-states. Palgrave Macmillan Carreira da Silva, F. (2013) O Futuro do Estado Social. Lisboa: Fundação Manuel dos Santos Connell, Andrew. 2012. "Civil Rights and Social Welfare: Some Thoughts on the Contemporary Relevance of T. H. Marshall." Political Quarterly 83(3):551-59. Heather, D. (2004) A brief history of citizenship. Edinburgh : Edinburgh University Press, Kivisto, P. e Faist, T. (2007) Citizenship: Discourse, Theory, and Transnational, Prospects. Oxford: Blackwell Publishing. Magnette, P. (2001), La Citoyenneté, Bruxelas: Bruyant. Mitchell, T. (2015) Democracy's beginning. The Athenian story. Yale: Yale University Press Pateman, C. (1988) The Patriarchal Welfare State: Women and Democracy. em Gutman, A. (1988) Democracy and the Welfare State. Princeton: Princeton University Press. Percy, B. e Weale, A- (1997) Citizenship, Democracy and Justice in the new Europe. Londres e Nova-Yorque: Routledge. Pierson, P. (ed.) (2001) The new politics of the welfare state. Oxford: Oxford University Press Ramos, R. (2004) Para uma história política da cidadania em Portugal. Análise Social, vol. XXXIX, (172), 2004, pp. 547-569 Streeck, W. (2011) The crises of democratic capitalism. New Left Review, 71, Set-Out, Van Steenbergen, B. (ed) (1994), The Condition of Citizenship. Londres: SAGE. 2. Cultura política, participação política e social Baum, M, e Espirito Santo, A. (2009)"As causas para a adoção da lei da paridade em Portugal", in André Freire e José Manuel Leite Viegas (orgs), Representação Política. O Caso Português em Perspectiva Comparada. Lisboa: Sextante. Dalton, R. e Welzel R. (eds.) (2014) The civic culture transformed. From allegiant to assertive citizens. Cambridge: Cambridge University Press Dalton, R., McAllister, I. e Wattenberg, M. (2003) Democracia e identificação partidária nas sociedades industriais avançadas. Análise Social, vol. XXXVIII, (167), pp. 295-320 Espirito Santo, A., Freire, A. e Silva, S. (2018) Citizens' attitudes towards descriptive representation: The case of women in Portugal. Party politics, published online on 28 January, disponível em: http://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1177/1350506814568036 Freire, A. e Magalhães, P. (2002), A abstenção eleitoral em Portugal, Lisboa, ICS, pp 41-69. Freire, A. (2003) Pós-materialismo e comportamentos políticos: o caso português em perspectiva comparativa?, in Jorge Vala et al. (orgs), Valores Sociais: mudanças e contrastes em Portugal e na Europa, Lisboa, ICS/EVS, pp 295-351. Held, D. (1991) "Between State and Civil Society: Citizenship", in Georg Andrews (ed) Citizenship, Londres, Lawrence and Wishart Limited, pp 19-25. Inglehart, R. 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Objectivos
1. Conhecer conceitos e categorias fundamentais de política económica e de integração económica internacional 2. Compreender as principais abordagens teóricas à economia política internacional 3. Analisar criticamente as origens e evolução da ordem comercial, produtiva e financeira globais e os seus impactos económicos, sociais e políticos
Programa
I. Economia Política e Globalização I.1. Etapas da globalização na história do capitalismo I.2. Arquitectura institucional do sistema económico internacional I.3. Políticas públicas, welfare state e integração económica internacional I.4. Principais desafios do desenvolvimento económico global
II. Integração europeia e economia portuguesa II.1. Crise da zona euro e dilemas da integração europeia II.2. Economia portuguesa, integração europeia e globalização
Processo de Avaliação
Avaliação contínua:
Ensaio individual (100%) Presença obrigatória: 16 aulas
Avaliação final: Exame de 1ª e 2ª épocas
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Frieden, Jeffry (2006). Global Capitalism: Its fall and rise in the twentieth century. Nova Iorque: Norton. [H.123(0) FRI*Glo]
Mamede, Ricardo Paes. A Economia Como Desporto de Combate. Lisboa: Relógio D'Água. 2016 (Cap.1)
Mamede, Ricardo Paes. O Que Fazer Com Este País. Lisboa: Marcador. 2015 (Caps. 2 e 6)
Bibliografia Opcional
Chang, Ha-Joon (2006). Bad samaritans: rich nations, poor policies, and the threat to the developing world. Londres: RH Business Books. [E.151 CHA*Bad]
Chang, Ha-Joon (2014). Economics: the user's guide. Bloomsbury Publishing USA.[E.111.2 CHA*Eco]
De Grauwe, Paul (2014). Economics of Monetary Union. Oxford: Oxford University Press. (10ª edição). [E.122(4) GRA*Eco 9ªed ]
Harvey, David (1989) The Condition of Postmodernity. Oxford: Basil Blackwell
Henriques, J. M. 2006, Global Restructuring and Local Anti-Poverty Action: Learning with European Experimental Programmes, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, Tese de Doutoramento http://repositorio-iul.iscte.pt/handle/10071/273 (acedido em 10 Setembro 2018)
Levitt, Kari (2013). From the Great Transformation to the Great Financialization. London: Zed Books
Maddison, Angus (2006). The world economy. Paris: Development Centre Studies, OCDE. [online]
Piketty, Thomas (2014). Capital in the Twenty-First Century. Cambridge: Belknap Press. [E.113 PIK*Cap]
Polanyi, Karl (1944). The great transformation: the political and economic origins of our time. Boston: Beacon Press (A. 123 POL*Gre ex. 2)
Ravenhill, John (org.). Global Political Economy, Oxford: Oxford University Press. 2014.
Rodrik, Dani (2011). The Globalization Paradox: Why markets, states and democracy can't coexist. Oxford: Oxford University Press. [E.111 ROD*Glo]
Stiglitz, Joseph (2002). Globalization and its Discontents. Norton: New York. [E.151 STI*Glo]
Stiglitz, Joseph (2006). Making Globalization Work. London: Allen Lane. [E.151 STI*Mak]
Wolf, Martin (2004). Why globalization works. Yale University Press. [E.151 WOL*Why]
Wolf, Martin (2014). The Shifts and the Shocks: What We've Learned - and Have Still to Learn - From the Financial Crisis. Penguin. [E.152 WOL*Shi]
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Objectivos
Permitir a aquisição de conhecimentos sobre: OG1- A história e evolução do Estado, bem como sobre os debates teóricos sobre a questão OG2-A forma institucional do estado-providência, principais modelos e características OG3-Fatores de condicionamento, dimensão europeia e fases de desenvolvimento das políticas públicas
Programa
CP1. O QUE É O ESTADO? CP 1.1. Origens e evolução histórica CP 1.2. O conceito de poder CP 1.3. Os debates teóricos sobre o Estado. CP 2. DO ESTADO MODERNO AO ESTADO-PROVIDÊNCIA CP 2.1. Do Estado moderno ao Estado-Providência: características e efeitos dos modelos CP 2.2. Estado e economia: da intervenção à regulação CP 3. POLÍTICAS PÚBLICAS CP 3.1. Estudo, avaliação e conceção das políticas públicas CP 3.2. Estado e Políticas públicas CP 3.3. Políticas públicas em Portugal
Processo de Avaliação
O aluno pode optar pela avaliação contínua, caso em que terá de realizar um teste escrito (40%), um trabalho de grupo apresentado e discutido em sala de aula sobre um dos domínios das políticas públicas (50%)e a participação ativa nas aulas (10%), devendo a assiduidade ser igual ou superior a 2/3 das aulas lecionadas. O sistema de avaliação em exame final respeita os critérios e o número de oportunidades em vigor na Escola.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bourdieu, P (2014) Sobre o Estado. Lisboa: Edições 70. Dyson, K (1980). The State Tradition in Western Europe: a study of an idea and institution. Colchester: ECPR. Ferrera, M (2008)."The European Welfare State: Golden Achievements, Silver Prospects". West European Politics, 31 (1-2): 82-107. Hay, C, Lister, M e Marsh, D, eds. (2006). The State: theories and issues. Hampshire: Palgrave. Kersbergen, K e Vis, B (2014). Comparative Welfare State Politics - Development, Opportunities and Reform. Cambridge: Cambridge University Press. Mozzicafreddo, J (2000). Estado-Providência e cidadania em Portugal. Oeiras: Celta. Pierson, C (2011).The modern State. Devon: Routledge, 3rd ed.Rocha, J A Oliveira (2010). Gestão do processo político e políticas públicas. Forte da Casa: Escolar Editora. Sorensen, G (2010). La transformación del Estado - Más allá del mito del repliege. Valencia: Tirant lo Blanch. Strayer, J R (1969). As origens medievais do Estado moderno. LIsboa: Gradiva.
Bibliografia Opcional
Chevallier, J (1999). L'Etat. Paris: Dalloz. Esping-Anderson, G (1996). Welfare State in transition. Londres: Sage. Esping-Anderson, G (1999). Um Estado providencia para o Século XXI? In Robert Boyer et al. (2000), Para uma Europa da Inovação e do Conhecimento. Oeiras: Celta. Flora, P e Heidenheimer, A, eds. (1990). The Development of Welfare State in Europe and America. New Jersey: Transaction Publishers Leibfried, S e Zürn, M (2005). Transformation of the State? Cambridge: Cambridge University Press. Lukes, S (2005). Power. A Radical View. Nova Iorque: Palgrave Macmillan. Majone, G (1994). The rise of the regulatory State in Europe?, West European Politics, 17(3): 77-101. Majone, G (1997). From the positive to the regulatory State: Causes and consequences of changes in the mode of governance?, Journal of Public Policy, 17(2): 139-167. Mamede, R P (2017). O papel do Estado no desenvolvimento das capacidades produtivas. In Rodrigues, J et al. Economia com todos. Lisboa: Relógio de Água, p. 71-88. Moran, M, Rein, M e Goodin, R (2008). The Oxford Handbook of Public Policy. Oxford: Oxford University Press. Mozzicafreddo, J (1998). Estado, Modernidade e Cidadania? In Viegas, J M L e Costa, A F da, orgs., Portugal, que Modernidade? Oeiras: Celta Editora. Muller, P (1990). Les Politiques Publiques. Paris: PUF. Offe, C (1984). Problemas Estruturais do Estado Capitalista. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. Offe, C (1996). "Social-scientific aspects of the regulation-deregulation debate". In Modernity and the State - East, West, Cambridge: Polity Press, p. 72-89. Peters, B G (1996). The Future of Governing: Four Emerging Models, Kansas: University Press of Kansas. Waters, M (1999). Globalização. Oeiras: Celta. Wallace, H, Pollack, M A e Young, A R, eds. (2010). Policy-making in the European Union. Oxford: Oxford University Press.
Políticas Públicas em Portugal Rodrigues, M de L e Silva, P A e, orgs. (2015). Governar com a Troika. Políticas públicas em tempo de austeridade. Coimbra: Almedina. Rodrigues, M de L e Silva, P A e, orgs. (2013). Políticas Públicas para reforma do Estado. Coimbra: Almedina. Rodrigues, M de L e Silva, P A e, orgs. (2012). Políticas públicas em Portugal. Lisboa: INCM. Carmo, R M do e Rodrigues, J, coord. (2009). Onde Pára o Estado? Políticas Públicas em tempo de crise, Lisboa: Edições Nelson de Matos.
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3 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
A unidade curricular Esfera Política e Opinião Pública estrutura-se em quatro questões fundamentais:
1.O que é e como se mede a opinião pública? (o caso particular da sondagem de opinião); 2.Que fatores influenciam e moldam a opinião pública: media, líderes de opinião, e outras forças sociais? 3.Como é que o público forma opiniões: o que as pessoas sabem sobre política, como organizam as suas crenças, e porque é que isso é importante? 4.As consequências da opinião pública: a importância política dos cidadãos, e impacto no sistema de representação democrática em geral.
Programa
PARTE I. O QUE É E COMO SE MEDE A OPINIÃO PÚBLICA? Semana 1. APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA. CONCEITO E HISTÓRIA DA OPINIÃO PÚBLICA Semana 2. COMO SE MEDE A OPINIÃO PÚBLICA?A SONDAGEM Semana 3. SONDAGENS: FONTES DE ERRO Semana 4. SONDAGENS: ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS
PARTE II. COMO SE FORMA A OPINIÃO PÚBLICA NO PLANO POLÍTICO? Semana 5.CONDICIONAMENTO, INFLUÊNCIA SOCIAL, CONFORMIDADE COM A MAIORIA e PROPAGANDA Semana 6. MEDIA, LÍDERES DE OPINIÃO E ESTEREÓTIPOS Semana 7. O PROBLEMA DA FALTA DE INFORMAÇÃO E RESPECTIVAS CONSEQUÊNCIAS Semana 8. A RACIONALIDADE DA OPINIÃO PÚBLICA
PARTE III. CONSEQUÊNCIAS POLÍTICAS DA OPINIÃO PÚBLICA Semana 9. IMPACTO DA OPINIÃO PÚBLICA NA REPRESENTAÇÃO DEMOCRÁTICA Semana 10. OPINIÃO PÚBLICA E REPRESENTAÇÃO DEMOCRÁTICA: O NÍVEL MACRO Semana 11. A IMPORTÂNCIA POLÍTICA DA DELIBERAÇÃO PÚBLICA: EXPERIÊNCIAS RECENTES Semana 12. MEDIA, DEMOCRACIA E OPINIÃO PÚBLICA. CONCLUSÃO DA DISCIPLINA.
Processo de Avaliação
Componentes: 1ª. A realização de uma frequência (70%). 2ª. A apresentação oral do trabalho prático (15%) nas aulas práticas. 3ª. A assiduidade, o envolvimento nos debates e participação em geral nas aulas (15%). Os alunos em avaliação contínua têm que assistir a pelo menos 70% das aulas. Os que não cumpram este requisito saem automaticamente do sistema de avaliação contínua e deverão realizar a UC por exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
ALTHAUS, S.(2003),Collective Preferences in Democratic Politics, Cambridge,CUP ASHER, H.(2012),Polling and the Public, Washington:CQ BARTELS, L.(2008),Unequal Democracy, Princeton: PUP BERINSKY, A.(2012),New Directions in Public Opinion, Nova Iorque: Routledge DALTON, R.(2013),Citizen Politics, Washington, CQ GLYNN, C. et al.(2016),Public Opinion, 3 ed., Oxford: Westview Press JACOBS, L. et al.(2009),Talking Together, Chicago: UCP JOWELL, G. e O'DONNELL, V.(2015),Propaganda and Persuasion, Thousand Oaks: Sage MOON, N.(1999),Opinion Polls, Manchester: Manchester University Press MUTZ, D.(1998),Impersonal Influence, Cambridge: CUP NOELLE-NEUMANN, E.(1993),The Spiral of Silence, Chicago: UCP NORRANDER, B. e WILCOX, C.(2010),Understanding Public Opinion, Washington: CQ Press PAGE, B. e SHAPIRO, R.(1992),The Rational Public, Chicago: UCP POPKIN, S.(1994),The Reasoning Voter, Londres e Chicago: UCP ZALLER, J.(1992),The Nature and Origins of Mass Opinion, Cambridge: CUP
Bibliografia Opcional
ALTHAUS, Scott L. (2006), "False starts, dead ends, and new opportunities in public opinion research", Critical Review, 18 (1-3), pp.75-104. AUERBACH, Jonathan, e CASTRONOVO, Russ (eds.) (2013), The Oxford Handbook of Propaganda Studies, Oxford e Nova Iorque: Oxford University Press. BARBER, Benjamim (1984), Strong Democracy. Participation Politics for a New Age, Barkeley e Londres: University of California Press. BARTELS, Larry M. (2003), "Democracy with attitudes", in M. B. MacKuen e G. Rabinowitz (eds.), Electoral democracy, Ann Arbor: University of Michigan Press. BARTELS, Larry M. (1993), "Messages Received: The Political Impact of Media Exposure", American Political Science Review, 87(2), pp.267-285. BISHOP, George F. (2008), "Rational public opinion or its manufacture? Reply to Page", Critical Review, 20(1), pp.141-157. BUDGE, Ian (1996), The New Challenge of Direct Democracy, Cambridge: Polity Press. CAMPBELL, Angus; CONVERSE, Philip E.; MILLER, Warren E.; e STOKES, Donald E. 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Objectivos
Contribuir para o desenvolvimento de competências e capacidades que possibilitem integrar conhecimentos teóricos, empíricos e metodológicos, bem como articular perspectivas com origem noutras ciências sociais, por forma a lidar com as questões sociais e políticas desta disciplina. Contribuir para o desenvolvimento de outras competências de carácter geral, tais como: capacidades de pesquisa pessoal e interpretação de textos e dados; relacionamento da teoria com informação empírica; uso de teorias e métodos das ciências sociais na aplicação a questões políticas e sociais concretas.
Programa
1. As teorias clássicas do comportamento colectivo e da «privação relativa». 2. Acção colectiva e movimentos sociais na alvorada da industrialização. 3. A acção de classe e o movimento operário - a teoria marxista. 4. A teoria dos novos movimentos sociais: historicidade (Touraine), comunicação pública (Habermas) e a emergência de um novo paradigma político (Offe). 5. A teoria da escolha racional e a lógica da acção colectiva. 6. Movimentos sociais e a teoria da mobilização de recursos. 7. Movimentos sociais e sistema político: a estrutura de oportunidades políticas. 8. Mobilização, recursos, organização e identidade: a acção colectiva em contexto. 9. Movimentos sociais e modernidade reflexiva. 10. Sindicalismo e movimento operário nos sistemas políticos modernos. 11. Movimentos sociais, espaço público e sociedade civil. 12. Os movimentos sociais contemporâneos, a globalização e a austeridade. 13. Estudos de caso: movimentos sociais e acção colectiva na sociedade em rede.
Processo de Avaliação
A avaliação periódica exige a regular participação nas aulas e versa sobre a elaboração individual e apresentação oral e escrita de 2 ensaios (40% + 60%), com cerca de 12.000 e 24.000 caracteres cada. O primeiro consta da análise crítica de um texto da bibliografia; o segundo é um estudo preliminar de caso (movimento social) feito em grupo (2 a 3 membros), cada estudante tratando de uma dimensão particular do fenómeno seleccionado. Em alternativa, há recurso a exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Della Porta, D. & Diani, M. (1998), Social Movements: An introduction. Oxford: Blackwell Publishers. Della Porta, D. & Tarrow, S. (2004), Transnational protest and global activism. Lanham, MD: Rowman and Littlefield. Gusfield, J. R.; E. Laraña & H. Johnston (eds.) (1994), New social movements: from ideology to identity. Philadelphia : Temple University Press. McAdam, D. and Snow, D. A. (1997), Social movements: readings on their emergence, mobilization, and dynamics. Los Angeles : Roxbury Publishing. McAdam, D. ; J. D. McCarthy & M. N. Zald (eds.) (1996), Comparative perspectives on social movements: political opportunities, mobilizing structures, and cultural framings. Cambridge: Cambridge University Press. Offe, Claus (1996), Partidos politicos y nuevos movimientos sociales. Madrid : Editorial Sistema. Snow, D. A.; S. A. Soule & H. Kriesi (eds.) (2004), The Blackwell Companion To Social Movements. Malden/Oxford/Victoria: Blackwell Publishing.
Bibliografia Opcional
Baumgarten, Britta; Daphi, Priska, & Ullrich, Peter (eds.) (2014), Conceptualizing Culture in Social Movement Research. Hampshire/New York: Palgrave Macmillan. Beck, Ulrich (2007-2015), Sociedade de Risco Mundial - em busca da segurança perdida. Lisboa:Edições 70. Beck, Ulrich; Giddens, Anthony and Lash, Scott (2000), Modernização reflexiva: política, tradição e estética no mundo moderno. Oeiras: Celta Editora. Burns, Tom R. (2004), «O futuro da democracia no contexto da globalização e da nova política: Desafios e dilemas». In José Manuel Leite Viegas, António Costa Pinto e Sérgio Faria (org.). Democracia, Novos Desafios e Novos Horizontes. Oeiras: Celta Editora. Castells, Manuel (1997-2007), A Era da Informação: Economia, Sociedade e Cultura (volume II) ? O Poder da Identidade, Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Castells, Manuel (2012), Networks of Outrage and Hope. Social Movements in the Internet Age, Cambridge Ploty Press. 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Objectivos
Pretende-se que os alunos se familiarizem com a disciplina, a diversidade de Teorias de Relações Internacionais e o carácter interdiscisplinar de RI. Pretende-se que consolidem os seus conhecimentosas face às diversas abordagens ao estudo das relações internacionais e à trajectória história da disciplina científica de Relações Internacionais e com a trajectória da disciplina em Portugal. Espera-se que consolidem conhecimentos acerca da pluralidade de abordagens teóricas e da sua aplicabilidade para analisar acontecimentos e questões centrais na agenda internacional contemporânea.
Programa
CP. 1. 1: Introdução à disciplina de Relações Internacionais e Unidade Curricular. CP. 1 .2: Teorizar as relações internacionais. CP. 1.3 A trajectória da disciplina de RI. CP.2.1 Teorias de Relações Internacionais: teorias clássicas Idealismo, Realismo e neo-realismo, Neo-liberalismo. C.P. 2.2 Teorias de Relações Internacionais: Escola Inglesa e a Sociedade Internacional. CP. 2.3 Teorias de Relações Internacionais: Teorias marxistas & Teoria Crítica de Relações Internacionais & sub-área de Economia Política Internacional. CP.2. 4 Teorias de Relações Internacionais: Construtivismo, abordagens alternativas e pós-positivistas.CP.2.5 Teorias de Relações Internacionais e Sub-área de Estudos de Segurança Internacional. CP. 2.6 Teorias de Relações Internacionais e Sub-área de Estudos de Política Externa.CP 3 Simulação do Conselho de Segurança das Nações Unidas: Intervenção Humanitária. CP. 4 CONCLUSÃO :Revisões e Esclarecimento de Dúvidas (temas de maior dificuldade)
Processo de Avaliação
a) Assiduidade e Participação contínua nas sessões (10%) ; b) apresentação oral e defesa ou discussão de tema integrado num Grupo de trabalho (10%); c) trabalho escrito ( 20%); d) simulação de Reunião Extraordinária do CSNU (10%) & e) Frequência (50%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baylis, J., et al. (Eds.). (2011). The globalization of world politics: an introduction to international relations (5th ed.).: Oxford University Press. Brown, C., and Ainley, K. (2009). Understanding international relations (4th ed.). London: Palgrave Macmillan. Burchill, S. et al. (Ed.) (2009). Theories of International Relations. (4th ed.). New York: Palgrave. Cravinho, J. G. (2008). Visões do Mundo: as Relações Internacionais e o Mundo Contemporâneo (3rd ed.). Lisboa: ICS. Dougherty, J. E. et al. (2003). Relações internacionais: as teorias em confronto: um estudo detalhado. Lisboa: Gradiva. Dunne, T., et al. (2007). International Relations Theories: Discipline and Diversity: Oxford University Press. Jackson, R., and Sorensen, G. (2010). Introduction to international relations: theories and approaches (4th ed): Oxford University Press. Wilkinson, P. (2007). International Relations: A Very Short Introduction: Oxford University Press.
Bibliografia Opcional
Uma lista de bibliografia detalhada (especificada em relação a cada aula) será entregue pelo docente na aula inicial
Savigny, H., and Marsden, L. (2011). Doing Political Science and International Relations: Theories in Action. Houndmills, Basingstoke, Hampshire: Palgrave Macmillan.
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3 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Permitir a aquisição de conhecimentos sobre: OG1- A história e evolução do Estado, bem como sobre os debates teóricos sobre a questão OG2-A forma institucional do estado-providência, principais modelos e características OG3-Fatores de condicionamento, dimensão europeia e fases de desenvolvimento das políticas públicas
Programa
CP1. O QUE É O ESTADO? CP 1.1. Origens e evolução histórica CP 1.2. O conceito de poder CP 1.3. Os debates teóricos sobre o Estado. CP 2. DO ESTADO MODERNO AO ESTADO-PROVIDÊNCIA CP 2.1. Do Estado moderno ao Estado-Providência: características e efeitos dos modelos CP 2.2. Estado e economia: da intervenção à regulação CP 3. POLÍTICAS PÚBLICAS CP 3.1. Estudo, avaliação e conceção das políticas públicas CP 3.2. Estado e Políticas públicas CP 3.3. Políticas públicas em Portugal
Processo de Avaliação
O aluno pode optar pela avaliação contínua, caso em que terá de realizar um teste escrito (40%), um trabalho de grupo apresentado e discutido em sala de aula sobre um dos domínios das políticas públicas (50%)e a participação ativa nas aulas (10%), devendo a assiduidade ser igual ou superior a 2/3 das aulas lecionadas. O sistema de avaliação em exame final respeita os critérios e o número de oportunidades em vigor na Escola.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bourdieu, P (2014) Sobre o Estado. Lisboa: Edições 70. Dyson, K (1980). The State Tradition in Western Europe: a study of an idea and institution. Colchester: ECPR. Ferrera, M (2008)."The European Welfare State: Golden Achievements, Silver Prospects". West European Politics, 31 (1-2): 82-107. Hay, C, Lister, M e Marsh, D, eds. (2006). The State: theories and issues. Hampshire: Palgrave. Kersbergen, K e Vis, B (2014). Comparative Welfare State Politics - Development, Opportunities and Reform. Cambridge: Cambridge University Press. Mozzicafreddo, J (2000). Estado-Providência e cidadania em Portugal. Oeiras: Celta. Pierson, C (2011).The modern State. Devon: Routledge, 3rd ed.Rocha, J A Oliveira (2010). Gestão do processo político e políticas públicas. Forte da Casa: Escolar Editora. Sorensen, G (2010). La transformación del Estado - Más allá del mito del repliege. Valencia: Tirant lo Blanch. Strayer, J R (1969). As origens medievais do Estado moderno. LIsboa: Gradiva.
Bibliografia Opcional
Chevallier, J (1999). L'Etat. Paris: Dalloz. Esping-Anderson, G (1996). Welfare State in transition. Londres: Sage. Esping-Anderson, G (1999). Um Estado providencia para o Século XXI? In Robert Boyer et al. (2000), Para uma Europa da Inovação e do Conhecimento. Oeiras: Celta. Flora, P e Heidenheimer, A, eds. (1990). The Development of Welfare State in Europe and America. New Jersey: Transaction Publishers Leibfried, S e Zürn, M (2005). Transformation of the State? Cambridge: Cambridge University Press. Lukes, S (2005). Power. A Radical View. Nova Iorque: Palgrave Macmillan. Majone, G (1994). The rise of the regulatory State in Europe?, West European Politics, 17(3): 77-101. Majone, G (1997). From the positive to the regulatory State: Causes and consequences of changes in the mode of governance?, Journal of Public Policy, 17(2): 139-167. Mamede, R P (2017). O papel do Estado no desenvolvimento das capacidades produtivas. In Rodrigues, J et al. Economia com todos. Lisboa: Relógio de Água, p. 71-88. Moran, M, Rein, M e Goodin, R (2008). The Oxford Handbook of Public Policy. Oxford: Oxford University Press. Mozzicafreddo, J (1998). Estado, Modernidade e Cidadania? In Viegas, J M L e Costa, A F da, orgs., Portugal, que Modernidade? Oeiras: Celta Editora. Muller, P (1990). Les Politiques Publiques. Paris: PUF. Offe, C (1984). Problemas Estruturais do Estado Capitalista. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. Offe, C (1996). "Social-scientific aspects of the regulation-deregulation debate". In Modernity and the State - East, West, Cambridge: Polity Press, p. 72-89. Peters, B G (1996). The Future of Governing: Four Emerging Models, Kansas: University Press of Kansas. Waters, M (1999). Globalização. Oeiras: Celta. Wallace, H, Pollack, M A e Young, A R, eds. (2010). Policy-making in the European Union. Oxford: Oxford University Press.
Políticas Públicas em Portugal Rodrigues, M de L e Silva, P A e, orgs. (2015). Governar com a Troika. Políticas públicas em tempo de austeridade. Coimbra: Almedina. Rodrigues, M de L e Silva, P A e, orgs. (2013). Políticas Públicas para reforma do Estado. Coimbra: Almedina. Rodrigues, M de L e Silva, P A e, orgs. (2012). Políticas públicas em Portugal. Lisboa: INCM. Carmo, R M do e Rodrigues, J, coord. (2009). Onde Pára o Estado? Políticas Públicas em tempo de crise, Lisboa: Edições Nelson de Matos.
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Objectivos
A unidade curricular Metodologias de Planeamento visa introduzir o aluno nas metodologias e práticas de planeamento estratégico aplicado às políticas Públicas.
Programa
1. PLANEAMENTO E POLÍTICAS PÚBLICAS 1.1. Conceitos de planeamento 1.2. Planeamento como intervenção para a mudança 1.3. O processo de planeamento no ciclo de programação de políticas públicas 1.4. As escalas de decisão e articulação em planeamento
2. METODOLOGIAS BÁSICAS DE PLANEAMENTO 2.1. Perspectiva evolutiva das abordagens metodológicas de planeamento 2.2. Metodologias de planeamento estratégico 2.3. Metodologias de planeamento prospectivo 3. PRINCIPAIS FASES DE UMA METODOLOGIA DE PLANEAMENTO SOCIO-ECONÓMICO 3.1. Diagnóstico 3.2. Estratégia 3.3. Plano de acção 3.4. Gestão, acompanhamento e avaliação
Processo de Avaliação
Em termos de avaliação a disciplina Metodologias de Planeamento recorre à elaboração e apresentação de um trabalho escrito, de grupo e repartido por três fases, que consiste numa aproximação às metodologias de planeamento aplicada a um caso concreto da realidade portuguesa.
A nota final será obtida com recurso à seguinte ponderação: - Fase 1 - 25% da nota final; - Fase 2 - 25% da nota final; - Fase 3 - 50% da nota final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
ALTSCHULD, James e WITKIN, Belle (1999), From needs assessment to action: transforming needs into solutions strategies, Sage, Londres. ALTSCHULD, James e KUMAR, David (2010), Needs assessment: an overview, Sage, Thousand Oaks. CHEN, H. T. (2015), Practical program evaluation: theory-driven evaluation and the integrated evaluation perspective, 2.ª ed., Sage, Thousand Oaks. GODET, Michel (2007), Manuel de prospective stratégique. Tome 2: L?art et la méthode, 3.ª Ed. Dunod, Paris. FUNNELL, S. e ROGERS, P. (2011), Purposeful program theory: effective use of theories of change and logic models, Jossey-Bass, San Francisco. GUERRA, Isabel (2007), Fundamentos e processos de uma sociologia de acção: o planeamento em ciências sociais, 2.ª Ed., Princípia, Cascais. MINZTBERG, Henry (2004), Grandeur et décadence de la planification stratégique, Dunod, Paris. REEVES, Dory (2005), Planning for diversity. Policy and planning in a world of difference, Routledge, Abingdon.
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Sensibilizar ao facto de, na modernidade, as colectividades humanas se percepcionarem (1) como entidades em transformação, devido em larga medida a processos que lhes são internos; (2) e como entidades que procuram dominar ? nomeadamente através da ciência ? estes processos e os seus efeitos, pela identificação de ?problemas sociais? na perspectiva da construção de mecanismos de resposta.
Consolidar um conjunto de noções históricas cuja assimilação é necessária ao entendimento deste facto.
Introduzir um conjunto de autores que deram contributos relevantes para a sua análise.
Desenvolver a capacidade de analisar debates actuais sobre "problemas sociais", para poder intervir de maneira mais pertinentes nestes debates, e estar em condição de estabelecer ligações entre estes debates e a sua própria prática nos terrenos da intervenção ou da investigação.
Programa
Parte I Introdução geral (1 semanas)
Parte II Apresentação pelo docente de um conjunto de autores estrangeiros e nacionais que contribuíram para os debates sobre a modernidade - Kant - T. H. Marshall - Habermas - Foucault - Beck - Bauman - Della Porta - B.S.Santos (7 semanas)
Parte III Aplicação das noções adquiridas à análise de contribuições para o debate da situação social actual (4 semanas)
Processo de Avaliação
3 trab. de avaliação períodica: 1º trab: Teste sobre os textos da II parte do prog. (40%; individuall) 2º trab: Apresentação na aula da análise de um texto de opinião sobre a situação social actual, recentemente publicado (40%; indiv. ou de grupo) (40% da nota final) 3º trab: Breve balanço do conjunto das apresentações feitas (20%; indiv.) Alternativa: exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Ref. internac.: BAUMAN, Z., Confiança e Medo na Cidade, 2006 BECK et al., Modernização reflexiva, 1994/2000 DELLA PORTA, "Progressive and regressive politics in late neoliberalism" in: The Great Regression, 2017. FOUCAULT, M., « Que es la ilustración ? » 1983/1994 HABERMAS, J., "A modernidade. Um projecto inacabado?" 1981/1987 KANT, I., « Resposta à pergunta: O que é o Iluminismo?", 1784 MARSHALL, T.H., "Citizenship and Social Class", 1950 Ref. port.: SANTOS, B. S., "O social e o político na transição pós-moderna", 1988 (referências completas e edições em outras línguas: ver bibl. complementar)
Bibliografia Opcional
(*** Referências da bibliografia básica, com indicações complementares)
Appadurai, Arjun, "Democracy Fatigue" in: The Great Regression (org. por Heinrich Geiselberger), Chichester, Wiley, 2017, pp. 1-12 (sobre esta publicação, ver http://www.thegreatregression.eu/the-project/ ). Français: "Une fatigue de la démocratie ", in L'âge de la régression, Paris, Premier Parallèle, 2107, pp. 17-34. Tradução portuguesa em preparação. ARENDT, Anna (1958/2001), A condição humana, Lisboa, Relógio d'Água, 2001 (publ. orig. em inglês: 1958). BANDEIRA, Mário Leston (1996), Demografia e modernidade : família e transição demográfica em Portugal, Lisboa, IN/CM [ISCTE S.151 BAN*DEM] BAUDRILLARD (1992), Jean, L'illusion de la fin : ou la grève des événements, Paris : Galilée [S.111 BAU*Ill] BAUMAN, Zygmunt (1989), Modernity and the Holocaust, Cambridge, Polity Press. [ISCTE S.111 BAU*Mod] BAUMAN, Zygmunt (2000), Liquid Modernity, Cambridge, Polity Press. [ISCTE S.143 BAU*Mod] (Primeiro capítulo, ver plataforma e-learning do ISCTE-IUL) *** BAUMAN, Zygmunt (2006), Confiança e Medo na Cidade, Lisboa, Relógio d'Água (De Zygmunt Bauman, ver também o texto breve "Sobre a vocação da sociologia na modernidade líquida", publicado pelo boletim da ISA Global Dialogue 2015, núm. 2, pp. 26-32, também disponível em português). - English: BAUMAN, Zygmunt (2005), Seeking shelter in Pandora's box", City - Analysis of Urban Trends,culture, theory, Policy, Action, 9 (2), pp. 161-168 (available on line). 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3 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
Aquisição de conhecimentos e competências de operacionalização analítica sobre aspectos fundamentais da Ciência da Administração.
Programa
1.Administração pública e sociedade 1.1.Construção da identidade administrativa 1.2.Instituições administrativas, meio social e regulação 2.Poder administrativo 2.1.Estado, poder político e poder administrativo 2.2.Subordinação jurídica e política da administração pública 2.3.Elite administrativa e escolhas políticas 3.Aparelho administrativo 3.1.Evolução histórica da organização administrativa 3.2.Modelo de organização burocrática de Weber 3.3.?Managerialismo?, participação e governança 4.Acção administrativa 4.1.Processo de tomada de decisão 4.2.Sistema de responsabilização e mecanismos clássicos de controle 4.4.Avaliação dos resultados e dos impactos 5.Cultura administrativa 5.1.Elementos constitutivos da cultura administrativa 5.2.Cultura administrativa e ética de serviço público 6.Administração pública portuguesa 6.1.Estrutura da administração pública: tipologia e organização interna 6.2.Movimentos de reforma e modernização da administração pública
Processo de Avaliação
A UC pode ser frequentada em regime de avaliação contínua ou de exame final. A avaliação contínua da disciplina comporta: (a) uma prova escrita (frequência), a realizar no final do semestre (50% na ponderação da nota); (b) um trabalho individual ou de grupo, a realizar ao longo do semestre, que se traduzirá (i) numa exposição oral na aula (10 minutos), seguida de debate (20% na ponderação) e (ii) na elaboração dum texto escrito (c. 3000 palavras) sintetizando a exposição (30% na ponderação).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Caupers, João (2002), Introdução à Ciência da Administração Pública, Lisboa, Ãncora
Chevallier, Jacques (2007), Science administrative, Paris, PUF
Mozzicafreddo, Juan e J. Salis Gomes (orgs.) (2011), Projectos de inovação na gestão pública, Lisboa, Mundos Sociais
Mozzicafreddo, Juan, J.Salis Gomes e J. S. Baptista (orgs.) (2007), Interesse Público, Estado e Administração, Oeiras, Celta
Mozzicafreddo, Juan, J. Salis Gomes e J. S. Baptista (orgs.) (2003), Ética e Administração: como modernizar os serviços públicos, Oeiras, Celta
Mozzicafreddo, Juan e J. Salis Gomes (orgs.) (2001), Administração e Política. Perspectivas de reforma da administração pública na Europa e nos Estados Unidos, Oeiras, Celta
Peters, B. Guy e Jon Pierre (2008), The Handbook of Public Administration, Londres, Sage
Rosenbloom, David H., R. S. Kravchuk e R. M. Clerkin (2009), Public Administration: Understanding Management, Politics and Law in the Public Sector, Nova Iorque, McGraw Hill
Bibliografia Opcional
Alcázar, Mariano Baena del (2001), Curso de Ciencia de la Administración, Madrid, Editorial Tecnos
Bevir, Mark (2009), Key Concepts in Governance, Londres, Sage
Bossaert, Danielle (2005), The flexibilisation of the employment status of civil servants: From life tenures to more flexible employment relations, Maastricht, EIPA
Bresser-Pereira, Luiz Carlos e Nuria Cunill Grau (coords.) (2006), Responsabilização na Administração Pública, São Paulo, CLAD/Fundap
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Canotilho, José Joaquim Gomes (1999), Estado de direito, Lisboa, Edição Gradiva Català, Joan Prats I (2005), De la burocracia al management, del management a la gobernanza, Madrid, Instituto Nacional de Administración Pública
Demmke, Christoph (2005), Are civil servants different because they are civil servants? European Civil Services between Tradition and Reform, EIPA, Maastricht
Denhardt, Robert B. et alii (2008), Public Administration: An Action Orientation, Wadsworth Publishing
Fonseca, Fátima e Carlos Carapeto (2009), Governação, inovação e tecnologias - O Estado rede e a administração pública do futuro, Lisboa, Edições Sílabo
Fonseca, Fátima e Carlos Carapeto (2005), Administração Pública - Modernização, Qualidade e Inovação, Lisboa, Edições Sílabo
Gomes, João Salis (2000), "Qualidade da regulação jurídica e redefinição estratégica da gestão pública", separata da Revista de Administração Local, nº 179, pp. 635-648
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Heady, Ferrel (2001), Public Administration: A Comparative Perspective, Nova Iorque, Marcel Decker
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Moreira, José Manuel (2002), Ética, Democracia e Estado, Cascais, Principia
OECD (2001), Citizens as Partners - Information, consultation and public participation in policy making, Paris
Rocha, J. A. Oliveira (2001), Gestão Pública e Modernização Administrativa, Oeiras, INA
Shafritz, Jay M. et alii (2009), Introducing Public Administration, Longman
Shafritz, Jay M e Albert C. Hyde, Classics of Public Administration, Wadsworth Publishing
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Objectivos
A unidade curricular Metodologias de Avaliação tem como grande objectivo estabelecer um primeiro contacto dos alunos com o universo da avaliação de políticas públicas, permitindo assim apreender os principais conceitos e ferramentas utilizadas.
Programa
1. INTRODUÇÃO À AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS 1.1. Ciências sociais e avaliação 1.2. Objecto e objectivo da avaliação 1.3. Tipos genéricos de avaliação 1.4. Conceitos relevantes 1.5. A avaliação no ciclo de programação de políticas públicas
2. MÉTODOS DE SUPORTE AO DESENHO E PLANEAMENTO EM AVALIAÇÃO 2.1. As questões de avaliação 2.2. As principais dimensões de avaliação 2.3. Instrumentos e técnicas em avaliação 2.4. Exemplos de abordagens metodológicas
3. DESAFIOS À PRÁTICA DA AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS 3.1. Elementos de valorização da avaliação 3.2. Bloqueios e dificuldades da avaliação 3.3. A interferência política no processo de avaliação 3.4. Comunicação e discussão de resultados
Processo de Avaliação
Em termos de avaliação a disciplina Metodologias de Avaliação recorre à elaboração de dois trabalhos práticos. A nota final será obtida com recurso à seguinte ponderação: - Primeiro Trabalho (individual) - 50% da nota final; - Segundo Trabalho (em grupo) - 50% da nota final.
Para aprovação é necessário ter um mínimo de 75% de assiduidade às aulas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BAMBERGER, M. J., RUGH, J. e MABRY, L. (2006), RealWorld evaluation. Working under budget, time, data and political constrains, Sage, London. CHAPLOWE, S. e COUSINS, J. (2016), Monitoring and evaluation training: a systematic approach, Sage, Thousand Oaks. CHEN, H. T. (2015), Practical program evaluation: theory-driven evaluation and the integrated evaluation perspective, Second Edition, Sage, Thousand Oaks. HOLDEN, D. e ZIMMERMAN, M. (2009), A practical guide to program evaluation planning, Sage, Thousand Oaks. KAPP, S. e ANDERSON, G. (2010), Agency-based program evaluation: lessons from practice, Sage, London. MARKIEWICZ, A. e PATRICK, I. (2015), Developing monitoring and evaluation frameworks, Sage, Thousand Oaks. PATTON, M. (2012), Essentials of utilization-focused evaluation, Sage, London. PRESKILL, H. e RUSS-EFT, D. (2015), Building evaluation capacity: activities for teaching and training, Sage, Thousand Oaks.
Bibliografia Opcional
ALTSCHULD, James e WITKIN, Belle (1999), From needs assessment to action: transforming needs into solutions strategies, Sage, Londres. BARON, G. (2001), Évaluation, participation, apprentissage dans l'action publique: Etude de l'évaluation d'un programme européen, L'Harmattan, Paris. BIHNGHAM, R. e FERBINGER, C. (1989), Evaluation in practice, a methodological approach, Longman, New York. BOYLE, R. e LEMAIRE, D. (1999), Building effective evaluation capacity lessons from practice, Transaction Publishers, London. BOULMETIS, J. e DUTWIN, P. (2005), The ABCs of evaluation, Jossey-Bass, San Francisco. BUSSMAN, W. (1995), Accompagner et mettre à profit avec succès les évaluations des mesures étatiques: guide de réflexion, Éditions Georg, Genève. CAD (1997), Étude synthétique des évaluations ONG: méthodologie et impact des actions, Ministère des Affaires Étrangères de Finlande. CAD (2002), Pratiques efficaces pour mener une évaluation conjointe associant plusieurs donneurs, OCDE. CHELIMSKY, E. e SHADISH, W. (1997), Evaluation for the 21st century: a handbook, Sage, London. CHEN, Huey T. (2004), Practical program evaluation. Assessing and improving planning, implementation and effitiveness, Sage, Londres. COMISSÃO EUROPEIA (1999), Evaluating socio economic development, Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias, Luxemburgo. COMISSÃO EUROPEIA (2003), Means collection: evaluating socio economic programmes - the guide, sl. CONAN, Michel (1998), L'évaluation constructive. Théorie, principes et éléments de méthode, Editions de l'aube, Paris. DALE, Reidar (2004), Evaluating development programmes and projects, Sage, London. ESTRELA, M. (2000), Learning from change. Issues and experiences in participatory monitoring and evaluation, Intermediate technology publications, International Development Research Centre. FETTERMAN, D., KAFTARIAN, S. e WANDERSMAN, A. (eds.) (1996), Empowerment evaluation: knowledge and tools for self-assessment and accountability, Sage, London. KESSLER, M., LASCOUMES, P., SETBON, M. e THOENIG, J. (1998), Évaluation des politiques publiques, L'Harmattan, Paris. MAXWELL, Joseph A. (2004), Qualitative Research Design. An Interactive Approach, Sage, London MCDAVID, James C. (2005), Program evaluation and performance measurement. An introduction to practice, Sage, London MOUTERDE, F. e TROSA, S. (2010), Les nouvelles frontières de l´evaluation, L'Harmattan, Paris. PERRET, Bernard (2001), L'évaluation des politiques publiques, La Decouverte, Paris. PRESKILL, Hallie e RUSS-EFT, Darlene (2005), Building evaluation capacity, Sage, London. RIETBERGEN-MCCRACKEN, Jennifer e NARAYAN, Deepa (eds.)(1998), Participation and social assessment: tools and techniques, The World Bank, Washington. ROSSI, P. H. e LIPSEY, M. W. (2004), Evaluation: a systematic approach, Sage, London. SCHIEFER, Ulrich (et. al.) (2006), MAPA - Manual de planeamento e avaliação de projectos, Princípia, Cascais. SHADISH, W., COOK, T. e LEVITON, L. (1991), Foundations of program evaluation theories of practice, Sage, London. SHAW, Ian (1999), Qualitative evaluation, Sage, London. SHAW, I. F., GREENE, J. C. e MARK, M. M. (2006), The SAGE handbook of evaluation, Sage, London. STUFFLEBEAM, d. e SHINKFIELD, A. (2007), Evaluation theory, models and applications, Jossey-Bass, San Francisco. STERN, Elliot (2005), Evaluation research methods, 4 Vol., Sage, London. WANDERSMAN, Abraham (et. al.) (1990), Getting to outcomes: methods and tools for planning, self-evaluation and accountability, CSAP, Rochville. WHOLEY, J. S., HARTY, H. P. e NEWCOMER, K. E. (eds.) (2004), Handbook of practical program evaluation, Jossey-Bass, Washington. WITKIN, Belle e ALTSHULD, James (1996), Planning and conducting needs assessments: a practical guide, Sage, Londres.
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Objectivos
É objectivo geral da Unidade de Crédito Sociedade e Políticas Sociais abordar a relação entre o estado e a sociedade no domínio das políticas sociais. A delimitação dos conceitos e da problemática objeto da UC será complementada por uma dupla perspetiva estrutural e processual, de modo a familiarizar os estudantes com as diferentes dimensões estruturais envolvidas na análise dos estados e das políticas sociais nas sociedades desenvolvidas, por um lado, e com as respetivas dinâmicas de evolução, por outro lado. Pretende-se ainda desenvolver a capacidade de análise crítica e o domínio específico das políticas sociais em Portugal, não deixando de se explorar o contexto europeu em que as mesmas se desenvolvem. Tendo em conta a diversidade de cursos em que a UC é disciplina obrigatória ou optativa, a UC permite abordagens que, sem deixar qualquer das perspetivas de lado, coloquem maior ênfase ou nas dimensões conceptuais ou nas dimensões substantivas das políticas sociais.
Programa
1. Políticas Sociais: fronteiras e definições. Definição e âmbito nas políticas públicas. Origens e desenvolvimento histórico. 2. Estado-Providência e Políticas Sociais: modelos, transformações e debates. Tipologias, modelos e aspectos distintivos dos Estados-Providência. Estados-Providência, factores de mudança e trajectórias de ajustamento. As especificidades da Europa do Sul. Modelo(s) social(is) europeu(s). 3. Políticas Sociais em Portugal: traços, percursos e desafios. Sociedade portuguesa e protecção social. Educação, formação e qualificação. Protecção Social. Políticas de Saúde.
Processo de Avaliação
A avaliação da UC inclui:
- Componente em grupo: aula prática (25%),
- Componente individual: frequência (75%)
O sistema de avaliação comporta ainda um exame final para os alunos que optem pela modalidade de avaliação final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Castles, F. G. ; Leibfried, S. ; Lewis, J.; Obinger, H.; Pierson, C. (eds.) (2010). The Oxford Handbook of the Welfare State. Oxford: Oxford University Press. - Ferrera, M. ; Hemerijck, A. ; Rhodes, M. (2000). O Futuro da Europa Social - Repensar o Trabalho e a Protecção Social na Nova Economia. Oeiras: Celta Editora. - Hemerijck, A. (2012). Changing Welfare States. Oxford : Oxford University Press. - Mozzicafreddo, J. P. (1998). Estado Providência e Cidadania em Portugal. Oeiras: Celta Editora. - Pierson, C. (1998). Beyond the Welfare State. The New Political Economy of Welfare. Cambridge: Polity Press. - Pierson, P. (2001). The New Politics of the Welfare State. Oxford: Oxford University Press. - Rodrigues, M. L.; Silva, P. A. (org.) (2013), Políticas Públicas para a reforma do Estado, Coimbra, Almedina. - Rodrigues, M. L. ; Silva, P. A. (org.) (2012), Políticas Públicas em Portugal, Lisboa : INCS/ISCTE-IUL.
Bibliografia Opcional
- AA.VV (2002), Portugal 1995-2000, Perspectivas de evolução social, Oeiras, DEPP-MTS/Celta Editora. - Adnett, Nick e Stephen Hardy (2005), ?The future of the European Social Model: modernisation or evolution?, in The European Social Model, Londres: Edward Elgar, pp. 198-212. - Arcanjo, Manuela (2006), ?Ideal (and real) types of welfare state?, Working Paper 06/2006, Lisboa: ISEG-UTL. - Auer, Peter (2005), "Protected mobility for employment and decent work: Labour market security in a globalised world", Employment Strategy Papers, Genéve: OIT. http://www-ilo-mirror.cornell.edu/public/english/employment/strat/download/esp2005-1.pdf - Auer, Peter (2007), "From job security to labour market security: flexi-curity for reducing labour market segmentation", comunicação à Conferência "Os desafios centrais da flexigurança", Presidência Portuguesa da União Europeia, Setembro 2007, Lisboa: MTSS. http://www.mtss.gov.pt/eu2007pt/preview_documentos.asp?r=382%20&m=PDF - Auer, Peter (2006), ?Mobilidade protegida para o emprego e o trabalho digno: segurança no mercado de trabalho num mundo globalizado?, in Sociedade e Trabalho, nº 27, Lisboa: MTSS, pp. - Beck, Wolfgang, Van der MAESEN, Laurent e WALKER. Alan (orgs) (1997), The Social Quality of Europe, Londres, Kluwer Law International. - Bernardo, Joaquim (2004), ?Da educação e formação à educação-formação ? dois mundos complementares ou concorrentes??, Cadernos Sociedade e Trabalho, nº 4, Lisboa: MTS, pp.57-75 - Briggs, Asa (2000), ?The Welfare State in historical perspective?, in Christopher Pierson e Stephen - Cabral, Nazaré da Costa (2001), O financiamento da segurança social e suas implicações redistributivas. Enquadramento e regime jurídico, Lisboa: Associação Portuguesa da Segurança Social, pp47-126. - Carolo, http://www.xrepp.cat/typo/fileadmin/Image_Archive/seminaries/DC_Barcelona_2008-1.pdf - Capucha, Luís (2005), Desafios da Pobreza, Lisboa: Celta. - Carneiro, Roberto (coord.) 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The New Political Economy of Welfare, Cambridge: Polity Press, pp. 99-133. - Planas, Jordi (2004), ?Formação ao longo da vida: a formação inicial como condição prévia e a sua articulação com a formação contínua?, Cadernos Sociedade e Trabalho, nº 4, Lisboa: MTS, pp.77-88. - Romero, Ricardo Montoro (1997), ?Fundamentos teóricos de la política social?, in Carmen Alemán Bracho e Jorge Garcés Ferrer (coords.), Política Social, Madrid: McGraw Hill, pp. 33-51. - Schmid, Gunther and Klaus Schomann (2004), "Managing social risks through transitional labour markets: towards a european social model", Tlm.net Working Papers, 1-2004. http://www.siswo.uva.nl/tlm/root_files/seminalpaper.PDF - SILVA, Pedro Adão e (1999), ?A crítica ao serviço dos surfistas?, Revista Crítica de Ciências Sociais, nº54, Junho, pp. 91-99. - Silva, Pedro Adão e (2002), ?O modelo de welfare da Europa do Sul: reflexões sobre a utilidade do conceito?, Sociologia Problemas e Práticas, nº 38, pp. 25-59. https://repositorio.iscte.pt/bitstream/10071/382/1/38.03.pdf - Silva, Pedro Adão e Silva (2002), ?Sul da Europa: reflexões sobre a utilidade de um conceito?, Sociologia Problemas e Práticas, - Torres, Anália Cardoso et al. (2000), ?Trabalho e vida familiar: problemas, soluções e perplexidades?, Cadernos de política social, nº2-3, Lisboa: Associação Portuguesa de Segurança Social, pp29-49. - Van Parijs, Phillipe (2000), ?Basic Income: a simple and powerful idea for the XXI Century?, Basic Income European Network, VIII International Congress, Berlim, 6-7 Outubro 2000. http://www.etes.ucl.ac.be/bien/Files/Papers/2000VanParijs.pdf - Viegas, José Manuel e António Firmino da Costa (org.) (1998), Portugal, que Modernidade?, Oeiras, Celta Editora. - Wilthagen, Ton and Frank TROS (2003), "The concept of flexicurity: a new approach to regulating employment and labour markets", Flexicurity Research Papers, 4-2003, Tilburg: Tilburg University. http://www.tilburguniversity.nl/faculties/law/research/flexicurity/publications/papers/fxp2003_4.pdf - Wilthagen, Ton (2004), ?Balancing flexibility and security in European labour markets?, Paper presented at the Conference on Recent Developments in European industria lrelations, organised by the Dutch Socio-Economic Council (SER) within the framework of the Dutch EU presidency (The Hague, 7-8 October 2004) http://www.tilburguniversity.nl/faculties/law/research/reflect/publications/papers/fxp2004-10-wilthagenser.pdf
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1 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Esta unidade curricular visa fornecer aos alunos métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica bem como de análise da informação. Será privilegiada a sua aplicação a áreas de pesquisa com relevância para os alunos. A UC terá uma forte componente prática, na qual os alunos terão oportunidade de treinar competências de pesquisa bibliográfica e de análise da informação. Assim, esta disciplina tem como objectivos: - Introduzir, de forma breve, os principais conceitos no âmbito da pesquisa bibliográfica e análise da informação. - Apresentar e explorar as potencialidades dos meios de pesquisa bibliográfica disponíveis. - Apresentar e explorar métodos e técnicas e análise da informação. - Treinar as competências de pesquisa bibliográfica e análise da informação. - Regras e tipos de citação e de organização das referências bibliográficas.
Programa
1. Conceitos básicos em pesquisa bibliográfica e análise de informação: O que é a pesquisa bibliográfica? Para que serve a pesquisa bibliográfica? Fontes bibliográficas: primárias, secundárias e terciárias. Relevância das fontes bibliográficas. 2 A Biblioteca e as bases de dados. Prática da pesquisa bibliográfica e de recolha de fontes documentais. Pesquisas em bases de dados. 3. Métodos e técnicas de pesquisa, registo e tratamento de informação. Conhecer a estrutura de um artigo científico. Técnicas de organização da informação: notas, resumos, fichas de leitura. 4. Detetar a informação relevante no material escrito. Leitura rápida. Analisar relatórios técnicos e artigos científicos: da extracção de informação à precisão. 5. Desenvolver a capacidade de leitura activa. técnicas de leitura activa; memória e representação da informação.
Processo de Avaliação
Dada a natureza da UC, o processo de avaliação centrar-se-á na realização de trabalhos práticos individuais e de grupo.
1. Ao longo das aulas, serão objecto de avaliação:
a. Pontualidade e participação nas aulas (10%).
2. Trabalho individual: a. Trabalho de recolha e análise de materiais bibliográficos (90%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1. Fink, A. (2010) Conducting Research Literature Reviews: From Internet to Papper. (3ª Ed.) London: SAGE PS. 112 Fin Con, 1 2. Ridley, D. (2008) The Literature Review: A Step- by- Step Guide for Students. California: SAGE S. 113 Rid Lit 3. Hart, C. (1998) Doing a Literature Review: Releasing the Social Science Research Imagination. London: SAGE PS. 112 Har Doi 4. Carrilho, F. (2004) Métodos e Técnicas de Estudo. Lisboa: Editorial Presença 5.AZEVEDO, M. (2006), Teses, Relatórios e Trabalhos Escolares. Sugestões para Estruturação da Escrita, 5ª Edição, Lisboa: Universidade Católica Portuguesa. 6. BELL, J. (1997), Como Realizar um Projecto de Investigação, Lisboa: Gradiva. 7. ECO, U. (2008), Como se Faz Uma Tese Em Ciências Humanas, 14ª Edição Portuguesa, Lisboa: Editorial Presença.
* Poderão ser recomendadas outras fontes bibliográficas, que se julguem pertinentes para os objetivos da unidade curricular.
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Esta unidade curricular tem por objectivo proporcionar aos alunos a aprendizagem de metodologias e procedimentos para a escrita de textos técnicos e científicos.
Programa
1. Informação; a redacção; a revisão; a redacção final; 2. Estrutura de um texto técnico e científico; 2.1 Elementos pré-textuais; 2.2 Elementos textuais; 2.3 Elementos pós-textuais; 3. Utilização de elementos ilustrativos da argumentação técnica e científica ou de demonstração empírica; 3.1 Inserção de gráficos, quadros e outros elementos ilustrativos e a normalização dos respectivos títulos, fontes de informação e formas gráficas; 4. Normas de referenciação bibliográfica, citação e anotação; 4.1 Normas nacionais e internacionais. As normas adoptadas para a realização de trabalhos, dissertações e teses no ISCTE-IUL; 4.2 Utilização de software específico para a organização e gestão de bibliografias e produção de textos técnicos e científicos (Biblioscape, biblioexpress e End Note).
Processo de Avaliação
1) Avaliação contínua: a) Presença e participação nas aulas - 5% da nota final b) Realização com sucesso do curso online da UC c) Exercícios autónomos - 20% d) Elaboração de um trabalho final - 75% da nota final
2) Avaliação periódica: Realização de provas de avaliação final - 100%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Brandão, M. L. (2009). Manual para Publicação Científica: Elaborando manuscritos, teses e dissertações. Rio de Janeiro: Elsevier Cargill, M. & O'Connor, P. (2013). Writing Scientific Research Articles (2nd Edition). UK: Wiley-Blackwell Gastel, B. & Day, R. A. (2016). How to Write and Publish a Scientific Paper (8th Edition). Santa Barbara, California: Greenwood Lindemann, K. (2018). Composing Research, Communicating Results: Writing the Communication Research Paper. USA: John Wiley & Sons, Inc Madeira, A. C. & Abreu, M. M. (2004). Comunicar em Ciência? Como redigir e apresentar trabalhos científicos. Lisboa: Escolar Editora Nascimento, Z. & Pinto, J.M. (2001). A Dinâmica da Escrita: Como escrever com êxito. Lisboa: Plátano Editora Pereira, M. G. (2012). Artigos Científicos. Como Redigir, Publicar e Avaliar. Brasil: Guanabara Koogan Soares, M. A. (2001). Como Fazer um Resumo. Queluz de Baixo, Barcarena: Editorial Presença
Bibliografia Opcional
Bowden, J. (2011). Writing a Report - How to Prepare, Write and Present Really Effective Reports. United Kingdom: Little, Brown Book Group Estrela, E., Soares, M. A. & Leitão, M. J. (2003). Saber escrever saber falar: um guia completo para usar correctamente a língua portuguesa. Lisboa: Publicações Dom Quixote Forsyth, P. (2016). How to Write Reports and Proposals. United Kingdom: Kogan Page, Ltd Goins, J. (2012). You Are a Writer (so start ACTIHering, L. & Hering, H. (2010). How to Write Technical Reports: Understandable Structure, Good Design, Convincing Presentation. London, New York: SpringerNG like one). United States of America: Tribe Press Hofmann, A. (2016). Scientific Writing and Communication. Papers, Proposals, and Presentations (3rd Edition). Oxford: University Press Júnior, J. M. (2008). Como Escrever Trabalhos de Conclusão de Curso? Instruções para planejar e montar, desenvolver, concluir, redigir e apresentar trabalhos monográficos e artigos. Petrópolis: Editora Vozes Lipson, C. (2011). Cite Right: A Quick Guide to Citation Styles - MLA, APA, Chicago, the Sciences, Professions and More (2nd Edition). Chicago: University of Chicago Press Munter, M. (2006). Guide to managerial communication: effective business writing and speaking (7th Edition). New Jersey: Prentice Hall Pereira, A. & Poupa, C. (2008). Como Escrever uma Tese, Monografia ou Livro Científico usando o Word. Lisboa: Edições Sílabo Wolton, D. (2006). É preciso salvar a comunicação. Casal de Cambra: Caleidoscópio
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Objectivos
Transmitir os conhecimentos para a utilização das folhas de cálculo de forma eficiente, dominando as principais técnicas é métodos associados às folhas de cálculo.
Programa
1. Conceitos básicos de folha de cálculo. Inserção e edição de dados. 2. Formatação de células e folhas; gerir a folha; Impressão 3. Processo de cálculo: dados, funções e referências absolutas e relativas 4. Somas simples e condicionadas 5. Médias simples ponderadas e condicionadas 6. Contagens, ordem e arredondamentos 7. Analisar e organizar dados: Noção de tabela; filtragem, ordenação e subtotal 8. Analise gráfica
Processo de Avaliação
Continua: - Teste individual (90%) - Presença e participação nas aulas (10%) Exame: Para os alunos que não tenham tido aproveitamento ou tenham optado por este processo de avaliação, será realizado um exame (final do semestre)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-> Harvey, Greg, Excel 2010 for dummies, E-Books, ISBN 0470489537 -> Walkenbach, John (2010), Excel 2010 Formulas, Wiley Publishing, inc
Bibliografia Opcional
-> Martins, António (2003). Excel Aplicado à Gestão, 2ª Edição, Edições. Sílabo, Lisboa. -> Brady, Joseph A (2006), Problem-Solving Cases in Microsoft Access And Excel. Course Technology Ptr (Sd), EUA. -> Barlow John F. (2005) Excel Models for Business and Operations Management. John Wiley and Sons Ltd, EUA.
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