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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Mauro Bianchi
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Ricardo Borges Rodrigues
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Sven Waldzus
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta UC visa dotar os alunos de conhecimentos avançados sobre a natureza e origem dos estereótipos, preconceitos e discriminação, com um foco particular nas expressões contemporâneas de formas não normativas de preconceito. A UC pretende ainda dar aos alunos conhecimentos e competências de análise sobre modelos sócio-psicológicos baseados em evidências que visam reduzir o conflito e promover a cooperação intergrupal.
Programa
O curso será dividido em três partes:
CP1. Em primeiro lugar, será apresentada uma visão geral das principais pesquisas sobre estereótipos, preconceito e discriminação. Veremos como a pertença das pessoas a um grupo e o contexto social afetam as atitudes, crenças e os comportamentos em relação às pessoas percebidas como diferentes.
CP2. A segunda parte terá em conta a perspectiva dos alvos de preconceito - as consequências de ser membro de um grupo desfavorecido. Etnia, género e idade, serão exemplos para mostrar como os estereótipos e preconceitos têm consequências para o desempenho escolar, a interação social, o bem-estar, as aspirações profissionais, etc.
CP3. A terceira parte centrar-se-á sobre as possíveis intervenções que podem reduzir a influência dos estereótipos e do preconceito. Serão apresentadas várias técnicas para reduzir o preconceito.
Processo de Avaliação
Os estudantes dispõem de duas modalidades de avaliação: Avaliação periódica: -Teste padronizado (50%); -Texto escrito (1000 palavras) que requer a aplicação dos conceitos aprendidos a um caso da vida real envolvendo relações interculturais (40%); -Apresentação de grupo de artigos científicos (10%). -Frequência mínima de 80% das aulas.
OU
Avaliação final: Os/as alunos/as realizam um exame final (100%) que exige a aplicação dos principais conceitos aprendidos na UC.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Stangor, C. (2000) (Ed.). Stereotypes and prejudice: Essential readings. Philadelphia: Psychology Press.
Nelson, T. D. (2006) (Ed.). The psychology of prejudice. Boston: Pearson.
Swim, J. K. & Stangor, C. (1998) (Eds.). Prejudice: The target's perspective. San Diego: Academic P
Dovidio, J. F. , Hewstone, M., Glick, P., & Esses, V. M., (2010) (Eds.), The Sage Handbook of prejudice, stereotyping, and discrimination. London: Sage
Fiske, S. T., Gilbert, D. T., & Lindzey, G. (Eds) (2010). Handbook of social psychology (5th ed.). New York, NY: Wiley.
Bibliografia Opcional
Aboud, F., Tredoux,C., Tropp, L., Brown, C., Niens, U, & Noor, N. (2012). Interventions to reduce prejudice and enhance inclusion and respect for ethnic differences in early childhood: A systematic review. Developmental Review, 32, 307-336.
Abrams, D. (2010). Processes of prejudice: Theory, evidence and intervention. Manchester: Equality and Human Rights Commission 2
Blair, I. V. (2002). The malleability of automatic stereotypes and prejudice. Personality And Social Psychology Review, 6, 242-261.
Cameron, L & Turner, R. (2010). The application of diversity-based interventions to policy and practice. In R. Crisp 8Ed.), The psychology of social and cultural diversity (pp. 322-352). Sussex: Wiley-Blackwell.
Correll, J., Park, B., Judd, C. M., & Wittenbrink, B. (2007). The influence of stereotypes on decisions to shoot. European Journal Of Social Psychology, 37, 1102-1117.
Devine, P. G. (1989). Stereotypes and prejudice: Their automatic and controlled components. Journal of Personality and Social Psychology, 56, 5-18.
Duckitt, J. (2010). Historical overview. In J. F. Dovidio, M. Hewstone, P. Glick, & V. M. Esses (Eds.), The Sage Handbook of prejudice, stereotyping, and discrimination (pp. 29-44). London: Sage.
Hamilton, D; Gifford, R (1976). Illusory correlation in interpersonal perception: A cognitive basis of stereotypic judgments. Journal of Experimental Social Psychology, 12, 392-407.
Inzlicht, M., & Kang, S. K. (2010). Stereotype threat spillover: how coping with threats to social identity affects aggression, eating, decision making, and attention. Journal of personality and social psychology, 99, 467-481.
Inzlicht, M., McKay, L., & Aronson, J. (2006). Stigma as ego depletion: How being the target of prejudice affects self-control. Psychological Science, 17, 262-269.
Killen, M. & Rutland. A. (2011). Group identity and prejudice. In Children and social exclusion. (pp. 59-84). Malden, MA: Wiley-Blackwell.
Lai, C. K., Marini, M., Lehr, S. A., Cerruti, C., Shin, J. E. L., Joy-Gaba, J. A., ... & Nosek, B. A. (2014). Reducing Implicit Racial Preferences: I. A Comparative Investigation of 17 Interventions.
Maass, A., Salvi, D., Acuri, L., & Semin, G. R. (1989). Language use in intergroup contexts: The linguistic intergroup bias. Journal of Personality and Social Psychology, 57, 981-993.
Monteiro, M. B., França, D. X., & Rodrigues, R. (2009). The development of intergroup bias in childhood: How social norms can shape children's racial behaviours. International Journal of Psychology, 44, 29-39.
Nesdale, D. (2008). Peer group rejection and children's intergroup prejudice. In S. R. Levy & M. Killen (Eds.), Intergroup attitudes and relations in childhood through adulthood. (pp. 32-46). Oxford: Oxford University Press.
Raabe, T., & Beelmann, A. (2011). Development of ethnic, racial, and national prejudice in childhood and adolescence: A multinational meta-analysis of age differences. Child development, 82(6), 1715-1737.
Tausch, N., & Hewstone, M. (2010). Intergroup contact. In J. Dovidio, M. Hewstone, P. Glick, & V. Esses (Eds.), The SAGE handbook of prejudice, stereotyping and discrimination. (pp. 544-561). London: Sage
Wheeler, S. C., & Petty, R. E. (2001). The effects of stereotype activation on behavior: a review of possible mechanisms. Psychological bulletin, 127, 797-826.
Wigboldus, D. H. J., Semin, G. R., & Spears, R. (2000). How do we communicate stereotypes? Linguistic bases and inferential consequences. Journal of Personality and Social Psychology, 78, 5-18.
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Docentes
Christin-Melanie Vauclair
Kinga Bierwiaczonek
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta UC tem como objetivo geral aprofundar os conhecimentos de Psicologia Cultural, dotando os alunos de conhecimentos avançados sobre os principais conceitos, teorias e pesquisa nesta área e de competências para a aplicação destes conhecimentos e dos métodos de estudo da cultura na análise de fenómenos e experiências interculturais.
Programa
CP1. Cultura e a Mente Humana: Conceitos & Implicações CP2. Cultura & Identidade CP3. Teorias e Dimensões Transculturais CP4. Investigação Transcultural CP5. Mindsets Culturais e Frameswitching CP6. Cultura & Moralidade CP7. Cultura & Personalidade CP8. Cultural & Cognição: Linguagem CP9. Cultural & Cognição: Inteligência CP10. Emoção & Motivação numa Perspetiva Cultural CP11. Competência Cultural CP12. Implicações Reais de Cultura & Moralidade C13. Superar Diferenças Culturais & Reflexões Críticas
Processo de Avaliação
1) Entrada de blog (30% da nota): trabalho individual; os estudantes aplicarão as teorias discutidas durante as aulas a eventos reais e escreverão as suas interpretações em formato de um blog 2) Projeto de investigação (30%): trabalho de grupo; os estudantes analisarão uma base de dados transcultural e escreverão um relatório em formato APA 3) Teste estandardizado (40% da nota): no final do semestre, os alunos farão um teste de escolha múltipla, com perguntas abertas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Heine, S. J. (2010). Cultural psychology (2nd ed.). New York: W. W. Norton & Company. Keith, K. D. (2011). Cross-cultural Psychology: Contemporary Themes and Perspectives. Malden, MA: Wiley-Blackwell. Smith, P.B., Fischer, R., Vignoles, V. & Bond, M.H. (2013). Understanding Social Psychology across Cultures: Engaging with others in a changing world. London: SAGE. Matsumoto, D., & Van de Vijver, F. (Eds.). (2010). Cross-Cultural Research Methods in Psychology (Culture and Psychology). Cambridge: Cambridge University Press. doi:10.1017/CBO9780511779381
Bibliografia Opcional
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Docentes
Colleen Ward
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Joep Hofhuis
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Rita Guerra
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta UC visa fornecer conhecimentos necessários à compreensão dos fatores que podem dificultar ou facilitar os encontros entre pessoas de diferentes culturas (ao nível doméstico ou global).
Programa
CP1) As dinâmicas da aculturação: - Mutualidade na aculturação: teorias da aculturação e relações intergrupais - Dinâmicas intergrupais que afectam a aculturação - Stress e Coping, Aprendizagem Cultural, Orientações Culturais e Desenvolvimento como abordagens à aculturação CP2) A psicologia social do multiculturalismo: - Multiculturalismo e relações intergrupais CP3) Diferenças culturais na comunicação - Artefactos culturais/valores/pressupostos da comunicação - Dimensões culturais e comunicação - Comunicação verbal e não-verbal através das culturas CP4) Comunicação no contexto de trabalho multicultural - Comunicar perspectivas de diversidade - Conflito/negociação intercultural CP5) Tecnologias da comunicação / Competências interculturais - Influência dos novos media no contacto intercultural - Competências interculturais em equipas (virtuais)
Processo de Avaliação
Avaliação periódica:O sucesso nesta UC depende da assistência a 80% das aulas. A avaliação é feita com base num trabalho de grupo (40%) e num teste de escolha múltipla (60%). Os estudantes ficam aprovados se obtiverem uma classificação média igual ou superior a 9.5 (nota mínima de 9.5 no teste e no trabalho de grupo). Avaliação em Exame Final: Teste padronizado de verificação dos conhecimentos fundamentais (100%).O teste terá lugar na 1.ª e na 2.ª Épocas de Avaliações.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Ting-Toomey, S. & Chung, L.C. (2012). Understanding Intercultural Communication. Oxford: Oxford University Press. Schwartz,S.J., Vignoles, V.L., Brown, R., & Zagefka, H. (2014). The identity dynamics of acculturation and multiculturalism: Situating acculturation in context. In V. Benet-Martínez & Y-y Hong (Eds), Oxford handbook of multicultural identity, Oxford University Press. Jansen, W. S., Vos, M. W., Otten, S., Podsiadlowski, A., & van der Zee, K. I. (2016). Colorblind or colorful? How diversity approaches affect cultural majority and minority employees. Journal of Applied Social Psychology, 46(2), 81-93. Ward, C., & Szabo, A. (forthcoming). Affect, Behavior, Cognition and Development: Adding to the Alphabet of Acculturation. In D. Matsumoto & S. Hwang (Eds.), Handbook oc Culture and Psychology (2nd ed.) Berry, J., & Ward, C. (2016). Multiculturalism. In D. Sam & J. W. Berry (Eds), The Cambridge Handbook of Acculturation Psychology (pp. 441-463). Cambridge University Press.
Bibliografia Opcional
- Manusov, V. & M. L. Patterson. M. L. (Eds) (2006). The Sage book of nonverbal communication. Thousand Oaks, CA: Sage Publications. - Ting-Toomey, S. & Chung, L. C. (2012). Understanding Intercultural Communication. Oxford: Oxford University Press. - Berry, J., & Sam, D (2014). Multicultural societies. In V. Benet-Martínez & Y-y Hong (Eds), Oxford handbook of multicultural identity, Oxford University Press. - Deaux, K., & Verkuyten, M. (2014). The social psychology of multiculturalism: Identity and intergroup relations. In V. Benet-Martínez & Y-y Hong (Eds), Oxford handbook of multicultural identity, Oxford University Press. - Schwartz, S. J., Vignoles, V. L., Brown, R., & Zagefka, H. (2014). The identity dynamics of acculturation and multiculturalism: Situating acculturation in context. In V. Benet-Martínez & Y-y Hong (Eds), Oxford handbook of multicultural identity, Oxford University Press. - Wilson, J., Ward, C., & Fischer, R. (2013). Beyond Culture Learning Theory: What Can Personality Tell Us About Cultural Competence? Journal of Cross-Cultural Psychology, 44, 900-927. - Nguyen, A. M. D., & Benet-Martínez, V. (2013). Biculturalism and adjustment: A meta-analysis. Journal of Cross-Cultural Psychology, 44(1), 122-159. - Ward, C., & Geeraert, N. (2016). Advancing acculturation theory and research: the acculturation process in its ecological context. Current Opinion in Psychology, 8, 98-104. - Gudykunst, W. B. (1997). Cultural variability in communication: An introduction. Communication research, 24(4), 327-348. - Jansen, W. S., Vos, M. W., Otten, S., Podsiadlowski, A., & van der Zee, K. I. (2016). Colorblind or colorful? How diversity approaches affect cultural majority and minority employees. Journal of Applied Social Psychology, 46(2), 81-93. - Shachaf, P. (2008). Cultural diversity and information and communication technology impacts on global virtual teams: An exploratory study. Information & Management, 45(2), 131-142. - Ward, C., & Szabo, A. (forthcoming). Affect, Behavior, Cognition and Development: Adding to the Alphabet of Acculturation. In D. Matsumoto & S. Hwang (Eds.), Handbook oc Culture and Psychology (2nd ed.) - Berry, J., & Ward, C. (2016). Multiculturalism. In D. Sam & J. W. Berry (Eds), The Cambridge Handbook of Acculturation Psychology (pp. 441-463). Cambridge University Press.
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Cristina Camilo
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Kinga Bierwiaczonek
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta UC tem como objectivo geral desenvolver competências necessárias à elaboração de projectos de investigação adequados a uma dissertação de mestrado. Especificamente esta UC organiza-se em 3 módulos:
1.O que é um projecto de investigação? 2.Os passos iniciais da construção do projecto: revisão de literatura e construção do argumento; 3.A concretização das ideias de investigação: estratégia metodológica e finalização do processo.
Programa
CP1: Etapas e processos na elaboração de um projecto de investigação: - Estrutura e objectivos de um projecto de investigação; - Fases de desenvolvimento de um projecto de investigação; - Orientações normativas para a elaboração de um projecto de investigação.
CP2: Elaboração da revisão de literatura: - Características e objectivos da revisão de literatura; - Revisão de literatura e desenvolvimento da argumentação; - Planeamento e execução da revisão da literatura; - Organização e redacção da revisão da literatura.
CP3: Delineamento da estratégia metodológica: - Em que consiste uma estratégia metodológica: a articulação entre conceptualização e operacionalização; - Principais opções metodológicas: métodos quantitativos e qualitativos; - Delineamento do plano de estudo; - Planeamento do processo de análise de dados. - Questões éticas na investigação em Psicologia.
Processo de Avaliação
A avaliação é exclusivamente periódica e consiste na realização de um projecto de investigação de tese de mestrado: - Forma e escrita: regras da APA - Dimensão: máx 10 páginas (com referências) - Estrutura: de acordo com as orientações dadas em aula O método de avaliação é semelhante em qualquer das épocas de avaliação. A aprovação requer uma classificação igual ou superior a 9.5 valores. Não existindo Exame Final, não está prevista a possibilidade de melhoria de nota (REACC ESCH).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bell, J. (2008). Doing Your Research Project: A Guide for First-time Researchers in Education, Health and Social Science (4ª ed.). Berkshire: Open University press. Breakwell, G., Hammond, S. & Fife-Schaw, C. (2000). Research Methods in Psychology. London: SAGE. Friedland, A., J., & Folt, C. L. (2009). Writing Successful Science Proposals (2ª ed.). Yale: Yale University Press Ridley, D. (2008). The Literature Review: A step-by-step Guide for Students. London: Sage. Reis, H.T., & Judd, C. (2000, eds.). Handbook of Research Methods in Social and Personality Psychology. Cambridge: Cambridge University press. Sternberg, R.J., & Sternberg, K. (2010). The Psychologist's Companion: a Guide to Writing Scientific Papers for Students and Researchers. NY: Cambridge University Press Walliman, N. (2005). Your research project: a step-by-step guide for the first time researcher (2nd Ed.). London. SAGE.
Bibliografia Opcional
American Psychological Association (2010). Publication Manual of the American Psychological Association (6ª Ed.). Washington: APA. Bem, D.J. (1995). Writing a review article for psychological bulletin. Psychological Bulletin, 118, 172-177. Fisher, C. (2007). Researching and Writing a Dissertation: A Guidebook for Business Students (2ª ed.). Essex: Prentice Hall. Hall, C. (1998). Doing a Literature Review: Releasing the Social Science Research. London: Sage. Howard, K., & Sharp, J. (1989). The Management of a Student Research Project. Aldershot: Gower Judd, C., Smith, E., & Kidder, L.H (1991). Research Methods in Social Relations (6ª Ed.). Fort Worth: Harcourt Brace Jovanovich College Publishers. Ordem dos Psicólogos Portugueses (2011). Código Deontológico da Ordem dos Psicólogos Portugueses. Diário da República, 2.ª série, 78, 20 de Abril de 2011, 17931- 17936. Rosnow, R., L., & Rosnow, M. (2006). Writing Papers in Psychology: a Student Guide to Research Reports, Literature Reviews, Proposals, Posters and Handouts (7ª ed.). Belmont: Thompson. Ruane, J. M. (2005). Essentials of Research Methods: a Guide to Social Science Research. Maiden: Blackwell Publishing. Swetnam, D. (2000). Writing your Dissertation: How to Plan, Prepare and Present Successful Work. Oxford: How to books. Weisner, T. S. (2005, ed.). Discovering Successful Pathways in Children's Development: Mixed Methods in the Study of Childhood and Family Life. Chicago: The University of Chicago Press
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Docentes
Ricardo Borges Rodrigues
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Sven Waldzus
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Com a frequência deste Curso, os estudantes devem adquirir as seguintes competências: - Identificar conflitos de nível inter-individual, grupal e intergrupal em diferentes contextos sociais - Utilizar adequadamente os interesses simbólicos e instrumentais das partes na negociação /mediação de conflitos - Desenhar um programa de formação em resolução de conflitos - Conduzir formação de negociadores nos modelos distributivo e integrativo - Utilizar tácticas negociais adequadas em mediação e negociação de conflitos - Utilizar semelhanças/diferenças interculturais como estratégias negociais simbólicas ou instrumentais
Programa
O curso trata de conflitos emergentes em múltiplos contextos multiculturais e dos modos de os abordar. Serão apresentados modelos socio-psicológicos da génese, processos, dinâmicas e consequências de conflitos grupais para os comportamentos e as percepções dos grupos e para a sua eficácia na superação dos conflitos. Neste curso serão abordados os processos e treinadas as técnicas de negociação e de mediação, enquanto modos privilegiados de resolução de conflitos interculturais, usando os interesses de ambas as partes e maximizando a possibilidade de uma solução satisfatória do conflito. A dinâmica dos processos de negociação /mediação intercultural será analisada a partir das características específicas da negociação distributiva e integrativa, bem como dos enviesamentos cognitivos dos negociadores. Será ainda feita a aplicação destes princípios gerais às relações interculturais em contextos diferenciados ? saúde, educação, trabalho, justiça, ou politico.
Processo de Avaliação
A avaliação incide sobre duas formas de trabalho: o trabalho individual (ex: uma recensão crítica sobre um artigo empírico e um teste de conhecimentos) e o trabalho de grupo (ex: participação em estudos de caso e em sessões de treino de negociação de conflitos. Com o apoio de leitura de textos seleccionados, espera-se favorecer a compreensão dos conceitos, princípios e práticas aprendidas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bazerman, M.H. & Neale, M.A. (1992). Negotiating rationally. New York: Free Press. Dreyfuss, E. (1990). Learning ethics is school-based mediation programs. Chicago: National Law-related Resource Center. Johnson, D. & Johnson, R. (1995). Teaching students to be peacemakers. Minnesota: Interaction books. Levy, J. (1989). Conflict resolution in elementary and secondary schools. Mediation Quarterly, 7, 1, 73-87. Monteiro, M. B. (2010). Conflito e negociação entre grupos. In J. Vala & M. B. Monteiro (Eds. 8ª ed.), Psicologia social (pp. 411-450). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Simões, E. (2008). Negociação nas organizações: contextos sociais e processos psicológicos. Lisboa: RH Editora.
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Miguel Vale de Almeida
Departamento de Antropologia
Objectivos
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Programa
CP1. Introdução à U.C. A Declaração Universal dos Direitos Humanos. CP2. Antropologia e Direitos Humanos CP3. O debate universalismo/relativismo. CP4. O conceito de cultura na base do debate universalismo/relativismo CP5. Dois exemplos críticos: African Charter on Human and Peoples? Rights e U.N. Declaration on the Rights of Indigenous Peoples CP6. Perspetivas recentes na antropologia. CP7. Promoção Internacional dos Direitos da Mulher. CP8. Orientação sexual e identidade de género: os princípios de Yogjakarta CP9. Perspetivas do pensamento crítico sobre os direitos humanos: Direitos humanos e lógica do neoliberalismo? CP10. Perspetivas do pensamento crítico sobre os direitos humanos: a questão do diálogo intercultural e da tradução cultural.
Processo de Avaliação
Regime de avaliação contínua ou final. Contínua: com 2 instrumentos de avaliação - discussão dos textos nas aulas (40%) e ensaio final de 10 pp máx (60%). Pressupõe, para o 1º instrumento, assiduidade igual ou superior a 80%, intervenção em aula, bem como a sua qualidade. 2º instrumento são relevantes a competência escritas, a qualidade da pesquisa bibliográfica, os conhecimentos adquiridos e a capacidade de análise e de síntese. Avaliação final: exame na 1ª época ou na época especial.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Messer, E., 1993, Anthropology and human rights, Annual Review of Anthropology, 22: 221-249 Zechenter, E., 1997, In the name of culture: cultural relativism and the abuse of the individual, Jrnl Anthro. Research, 53: 319-347 Hatch, E., 1997, The good side of relativism, Jrnl Anthrop. Research, 53: 371-381 Turner, T., 1997, Human rights, human difference: Anthropology's contribution to an emancipatory cultural politics, Jrnl Anthro. Research, 53: 273-279. Eriksen, Th., 2001, Between universalism and relativism: a critique of the UNESCO concepts of culture, in J. Cowan, M.-B. Dembour e R. Wilson, orgs., Culture and Rights: Anthropological Perspectives, pp 127-48, CUP. Cowan, J., 2006, Culture and rights after Culture and Rights, Am. Anth., 108(1): 9-24 Zizek, S., 2005, Against Human Rights, New Left Review, 34: 115-131. Sousa Santos, B., s.d., Por uma concepção multicultural dos direitos humanos, online no site www.dhnet.org.br United Nations, 2006, The Yogkakarta Principles
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Leonor Pereira da Costa
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta Unidade Curricular (UC) tem por objetivo preparar e acompanhar os alunos no contato directo com práticas profissionais e formas de intervenção ligadas às competências desenvolvidas ao longo do curso. Deste modo, nesta UC pretende-se transmitir e consolidar um conjunto de conhecimentos e competências relacionadas com a prática profissional ou com a investigação nas áreas científicas do mestrado.
Programa
O seminário de estágio implica a participação ativa dos/as alunos/as, concretamente a apresentação e discussão do trabalho desenvolvido em contexto de estágio. Estão previstas 4 apresentações individuais (1.ª - instituição e plano de estágio; 2.ª e 3.ª tarefas realizadas e conhecimentos e competências mobilizados; 4.ª balanço crítico do estágio com recurso à análise SWOT). A metodologia de seminário da UC não permite definir um programa no sentido clássico, com matérias concretas. Não obstante, e no contexto das apresentações realizadas pelos/as alunos/as, serão introduzidos e discutidos conteúdos nos seguintes domínios: CP1 | Áreas de aplicação da Psicologia Social e Intercultural; CP2 | Comunicação e relações interpessoais em contexto organizacional/institucional; CP3 | Trabalho em equipa; CP4 | Gestão de conflitos e negociação em ambiente de trabalho; CP5 | Comportamento ético e ética profissional; CP6 | Participação em projetos e elaboração de relatórios.
Processo de Avaliação
A verificação do cumprimento dos objetivos de aprendizagem é realizada, exclusivamente, na modalidade de avaliação periódica: - participação em pelo menos 80% dos seminários e realização das apresentações individuais previstas; - Relatório de Estágio a avaliar pelo orientador académico (70%); - Assessment of the internship by the internship institution external supervisor using a standardized assessment form (30%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
American Psychological Association. (2002). Ethical principles of psychologists and code of conduct. American psychologist, 57, 1060-1073.
American Psychological Association (2003). Guidelines of multicultural education, training, research, practice, and organizational change for psychologists. American Psychologist, 58(5), 377-402.
American Psychological Association (2010). Publication manual of the American Psychological Association, 6th ed. Washington, DC: American Psychology Association.
Berry, J. W. (2002). Cross-cultural psychology: Research and applications. Cambridge University Press.
Fiske, S. T., Gilbert, D. T., & Lindzey, G. (2010). Handbook of social psychology (Vol. 2). John Wiley & Sons.
Robson C. (1993). Real world research: A resource for social scientists and practitioners-researchers. Oxford: Blackwell.
Sweitzer, H., & King, M. (2013). The successful internship. Belmont: Cengage Learning.
Bibliografia Opcional
a ser indicada nos seminários
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Objectivos
Esta UC visa desenvolver, nos alunos, competências específicas de análise de dados qualitativos. Pretende-se, igualmente, que os alunos compreendam e utilizem software específico de apoio a este tipo de análise. A UC visa, ainda, proporcionar conhecimento sobre a avaliação da qualidade da pesquisa qualitativa, bem como competências específicas relativas à escrita de textos científicos decorrentes de estudos qualitativos.
Programa
CP1. A análise de conteúdo 1.1. Introdução à pesquisa qualitativa 1.2. Definição e etapas da análise de conteúdo 1.3. Potencialidades e limitações 1.4. Exercícios práticos CP2. Software de apoio à codificação e análise de dados 2.1. Introdução, potencialidades e aplicações 2.2. Exercícios com recurso ao software NVivo CP3. Critérios de qualidade na pesquisa qualitativa. CP4. Escrita e apresentação de resultados nas pesquisas qualitativas.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: os alunos devem participar nas aulas (são aceites 3 faltas) e realizar (1) um trabalho individual (60%) correspondente às secções do método e resultados de um artigo; e (2) um trabalho de grupo (40%) relativo a exercícios práticos com o NVivo. São aprovados os alunos com nota igual ou superior a 9,5 valores. Nota mínima de 9,5 valores em cada componente da avaliação contínua. Avaliação final: Exame (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bardin, L. (2009). Análise de conteúdo (2ª ed.). Lisboa: Edições 70. Berg, B. L., & Lune, H. (2012). Qualitative research methods for the social sciences (8th ed.). Boston: Pearson. Denzin, N.K., & Lincoln, Y.S. (1994/2000). Handbook of qualitative research. London: Sage. Grbich, C. (2007). Qualitative analysis: An introduction. London: Sage. Krippendorff, K. (2004). Content analysis: An introduction to its methodology. London: Sage. Lyons, E., & Coyle, A. (2007). Analysing qualitative data in psychology. London: Sage. Flick, U. (2014). An Introduction to Qualitative Research (5th ed). London: Sage. Vala, J. (1986). Análise de conteúdo. In A. A. Silva & J. M. Pinto (Eds.), Metodologia das Ciências Sociais (pp. 101-128). Porto: Afrontamento.
Bibliografia Opcional
Serão fornecidas outras referências (específicas) em cada uma das aulas.
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Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo desenvolver métodos de dependência contemplando duas situações de investigação de grande aplicação na área das Ciências Sociais e Humanas. São analisados designs complexos nos quais são testados modelos com efeitos de moderação e efeitos de mediação. São realizadas aplicações através de Regressão Linear Múltipla e Regressão Logística. A apresentação dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo situações de análise com apoio de um software de Estatística (SPSS) e da macro PROCESS (Hayes, 2018).
Programa
1. Modelação: moderação e mediação 1.1 Moderação: efeito de interação 1.2 Mediação: cadeia de efeitos 1.3 Análise de artigos com moderação e mediação 2. Modelação de moderação via Regressão Linear (OLS) 2.1 OLS com efeitos principais e efeitos de interação 2.2 Moderadora quantitativa 2.3 Moderadora categorizada 2.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 2.5 Reportar resultados em tese/artigo 3. Modelação de mediação via OLS 3.1 Mediadora quantitativa 3.2 Estimar e testar efeito indireto via bootstrapping 3.3 Mediação parcial e total 3.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 3.5 Reportar resultados em tese/artigo 4. Modelação via Regressão Logística 4.1 Apresentação do modelo 4.2 Condições de aplicabilidade 4.3 Parâmetros do modelo 4.4 Aplicação com software 4.5 Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: 1. Exercício individual (65%) 2. Trabalho de grupo (35%).
Condições: 1. Nota mínima no exercício individual: 8,0 valores 2. Nota mínima no trabalho: 10 valores
A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação eriódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baron, R e Kenny D. (1986). The Moderator-Mediator Variable Distinction in Social Psychological research: Conceptual, Strategic and Statistical Considerations, Journal of Personality and Social Psychology, 51, 1173-1182. Frazier, P. A., Tix, A. P. e Barron, K. E. (2004). Testing moderator and mediator effects in counselling psychology research. Journal of Counselling Psychology, 51(1), 115-134. Hayes, A. F. (2012). PROCESS: a versatile computational tool for observed variable mediation, moderation, and conditional process modeling. MacKinnon, D. P., Fairchild, A. J. e Fritz, M. S. (2007). Mediation analysis. Annual Review of Psychology, 58, 593-614. Maroco, J. (2010). Análise Estatística com o PASW Statistics (ex-SPSS), Pero Pinheiro. Pampel, F. (2000). Logistic Regression, Sage Publications. Passos, A. e Caetano, A. (2005). Exploring the effects of intragroup conflict and past performance feedback on team effectiveness, Journal of Managerial Psychology 20, 3/4, 231-244.
Bibliografia Opcional
Aiken, L., Stephen G. (1991). Multiple Regression: Testing and interpreting interactions, Newbury Park, Sage publications.
Calheiros, M. M. (2006). A construção social do mau trato e negligência: do senso-comum ao conhecimento científico. ed. 1, ISBN: ISBN 972-31-1132, Coimbra: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e Tecnologia. Imprensa de Coimbra Lda.
Cohen, J., Cohen P., West S. e Aiken L. (2003). Applied Multiple Regression/Correlation. Analysis for the Behavioral Sciences, Mahawh: Laurence Erlbaum, 3ª ed.
Hair, J., Black, W. Babin, B. e Anderson, R. (2009). Multivariate Data Analysis, 7ª ed., Prentice-Hall International, Inc.
Preacher, K. J. e Hayes, A. F (2008). Asymptotic and resampling strategies for assessing and comparing indirect effects in multiple mediator models, Behavior Research Methods, 40 (3), 879-891, http://quantpsy.org/pubs/preacher_hayes_2008b.pdf.
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª.
Important links:
Kenny, D. A. (2011). Moderation http://davidakenny.net/cm/moderation.htm Kenny, D. A. (2012). Mediation, http://davidakenny.net/cm/mediate.htm
Jose, P.E. (2013). ModGraph-I: A programme to compute cell means for the graphical display of moderational analyses: The internet version, Version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/modgraph/
Jose, P. E. (2013) MedGraph-I: A programme to graphically depict mediation among three variables: The internet version, version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/medgraph/
On-line data bases:
The European Social Survey (ESS): http://www.europeansocialsurvey.org/.
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Sven Waldzus
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta unidade curricular visa fornecer conhecimentos aprofundados acerca de diferentes métodos e técnicas da investigação em Psicologia Social e Organizacional. Em particular, serão examinadas questões relativas à utilização de medidas específicas neste domínio e será promovido o domínio dos recursos necessários à sua aplicação. Uma ênfase particular será colocada na aprendizagem e realização de investigação científica em Psicologia e na promoção de conhecimentos relativos à elaboração de projectos de investigação e ao processo de publicação em revistas científicas.
Programa
CP1. Desenvolvimento de ideias de pesquisa e fundamentos do processo de investigação. CP2. Vantagens e problemas metodológicos associados à adopção de diferentes tipos de estudos. CP3. Estratégias de análise de dados e apresentação de resultados de uma investigação. CP4. Como preparar um projecto de investigação / criação de um pedido de financiamento para uma investigação. CP5. O processo de publicação: preparação, submissão e revisão de um artigo. A estrutura de diferentes tipos de artigos científicos.
Processo de Avaliação
Avaliação contínua: trabalho de grupo sobre uma pesquisa realizada durante o semestre apresentado em formato de poster (50%); trabalho individual sobre a pesquisa realizada durante o semestre, apresentado em formato de pequeno artigo científico (45%); participação em estudos no LAPSO (1hora e 30 minutos no sistema SPI) (5%). Avaliação por exame final: formato idêntico ao da avaliação contínua, mas sendo ambas as formas de avaliação individuais.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. & Cramer, D. (2003). Análise de dados em ciências sociais. Introdução às técnicas utilizando o SPSS para windows (3ª Ed.). Oeiras: Celta. Evans, J. (2007). Your psychology research project: The essential guide. Los Angeles: Sage. Gilbert, D. T., Fiske, S. T. & Lindzey, G. (Eds.) (2010). The handbook of social psychology (5th ed., Vol. I, pp. 51-142). Oxford: Oxford University Press. Reis, H., & Judd, C. (2000). Handbook of research methods in social and personality psychology. Cambridge: Cambridge University Press. Sternberg, R. J. (Ed.) (2000). Guide to publishing in psychology journals. Cambridge: Cambridge University Press.
Bibliografia Opcional
Bibliografia específica depende do tema da investigação realizada e será recomendada nas aulas teórico-práticas a decorrer durante o semestre.
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Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo apresentar métodos de análise de dados que permitam descrever e testar relações entre duas ou mais variáveis, privilegiadamente relações de dependência. Dada a inserção da UC em cursos de mestrado pretende-se assim desenvolver conhecimentos e competências nos alunos com vista à operacionalização de modelos de análise similares aos que podem ter de trabalhar, designadamente, na sua dissertação de mestrado. O desenvolvimento dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo-se, para o efeito, exemplos de pesquisa com apoio de um software de estatística (SPSS).
Programa
1.Sistematização de um glossário de estatística 2.Modelação para comparação de grupos 2.1.Comparação entre dois grupos 2.2.Comparação entre k grupos 2.3.Operacionalização com software de estatística 2.4.Apresentação de resultados em tese/artigo 3.Validação da relação entre pares de variáveis 3.1.Variáveis categorizadas 3.2.Variáveis ordinais e quantitativas 3.3.Variáveis quantitativas 3.4.Operacionalização com software de estatística 3.5.Apresentação de resultados em tese/artigo 4.Modelação de relações de tipo linear 4.1.Modelo de regressão linear simples 4.2.Modelo de regressão linear múltipla 4.3.Operacionalização com software de estatística 4.4.Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
A avaliação periódica inclui: 1. Exercício individual - 65% 2. Trabalho de grupo(com utilização do software de estatística)- 35%;
Com: - Nota mínima no exercício: 8,0 valores - Nota mínima no trabalho de grupo: 10,0 valores A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. e Cramer, D. (2003), Análise de dados em Ciências Sociais, Introdução às Técnicas Utilizando o SPSS para Windows, Oeiras, Celta Editora, 3ª ed. Maroco, J. (2014). Análise Estatística com o SPSS Statistics, Pero Pinheiro, ReportNumber., 6ed. Maroco, J. e Bispo, R. (2003). Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores.
Bibliografia Opcional
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª ed.
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Leonor Pereira da Costa
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Ricardo Borges Rodrigues
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta UC destina-se a dotar os/as estudantes das competências necessárias ao diagnóstico de necessidades de intervenção em contexto escolar e à concepção de programas de intervenção social para a promoção de relações intergrupais inclusivas em contextos sociais culturalmente diversos.
Programa
CP1: Introdução à diversidade social e relações interculturais na escola 1.1 Diversidade social: principais conceitos, definições e avaliação 1.2 Preditores do sucesso escolar e bem-estar: o papel da diversidade e das relações interculturais
CP2: Desenvolvimento da inclusão social e exclusão na infância e adolescência. 2.1 Evidências sobre inclusão / exclusão para diferentes dimensões da diversidade social 2.2 Teorias e hipóteses clássicas e contemporâneas
CP3: Intervenções escolares para promover a inclusão da diversidade social 3.1 Conceitos básicos e metodologias no desenvolvimento de intervenções escolares 3.2 Modelos sócio-psicológicos para promover a inclusão da diversidade social na infância e adolescência 3.3 Intervenções existentes para promover a inclusão da diversidade social na escola
Processo de Avaliação
Regimes de avaliação:
1) O regime de avaliação periódica inclui: 1.1) apresentação de grupo de um artigo de investigação; 1.2) O desenvolvimento de uma proposta de intervenção em meio escolar: 1.3.1) apresentação de grupo da proposta de intervenção na escola (20%) 1.3.2) relatório escrito da proposta de intervenção na escola (30% relatório de grupo; 50% reflexão crítica individual).
OU
2) Exame Final: exame escrito (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Aboud, F. E., & Fenwick, V. (1999). Exploring and Evaluating School-Based Interventions to Reduce Prejudice. Journal of Social Issues, 55(4), 767-785.
Aboud, F. E., & Levy, S. R. (2000). Interventions to reduce prejudice and discrimination in children and adolescents. In S. Oskamp (Ed.), Reducing Prejudice and Discrimination (pp. 269-293). Mahwah, NJ, US: Lawrence Erlbaum Associates Publishers (PS.131 Red).
Hattie, J. (2008). Visible learning: A synthesis of over 800 meta-analyses relating to achievement. NY, USA: Routledge.
Quintana, S. M., & McKown, C. (Eds.). (2008). Handbook of race, racism, and the developing child. John Wiley & Sons.
Stephan, W. G., & Vogt, W. (Eds.). (2004). Education programs for improving intergroup relations: Theory, research and practice. NY, USA: Teachers College Press (PS.132 Edu).
Bibliografia Opcional
Amir, Y., Sharan, S., & Ben-Ari, R. (Eds.). (1984). School desegregation. NJ, USA: Lawrence Erlbaum Associates. (PS.124 Sch,1)
Bodine, R. J., & Crawford, D. K. (1998). The Handbook of Conflict Resolution Education. A Guide to Building Quality Programs in Schools. San Francisco, USA: Jossey-Bass Publishers (elearning platform).
EACEA (2009). Integrating Immigrant Children into Schools in Europe. Brussels: Education, Audiovisual and Culture Executive Agency. (online here)
Killen, M., & Rutland, A. (2011). Children and social exclusion. Morality, prejudice, and group identity. Sussex, UK: Wiley-Blackwell (S.207 KIL*Chi).
Knowles, G., & Lander, V. (2011). Diversity, equality and achievement in education. LA, USA: Sage Publications (S.135, Kno*Div).
Marques, S., Vauclair, C.-M., Rodrigues, R. B., Mendonça, J., Gerardo, F., & Cunha, F. (2016). imAGES: Intervention Program to Prevent Ageism in Children and Adolescents. In Baker, H., Kruger, T. M., & Karasik, R. J. (Eds.). Hands on Aging: Experiential Activities for the Classroom and Beyond! Newcastle: Springer. (available in elearning platform)
OECD (2010). Educating Teachers for Diversity: Meeting the Challenge. Paris, France: Centre for Educational Research and Innovation (available in elearning platform)
OECD (2017). Empowering and Enabling Teachers to Improve Equity and Outcomes for All. Paris, France: Centre for Educational Research and Innovation (S.183 OCDE*Emp)
Rodrigues, R. B., Rutland, A., & Collins, E. (2016). The Multi-Norm Structural Social-Developmental Model of Children's Intergroup Attitudes: Integrating Intergroup-Loyalty and Outgroup Fairness Norms. In Vala, J., Calheiros, M. & Waldzus, S. (Eds.). The Social Developmental Construction of Violence and Intergroup Conflict. Newcastle: Springer. (elearning platform)
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Docentes
Sven Waldzus
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
A diversificação da força laboral têm sido um objectivo político, mas também um facto histórico--e sê-lo-á no futuro. Abordagens recentes a este tópico têm em conta processos subjacentes e moderadores contextuais dos efeitos da diversidade e apontam para o importante papel das atitudes, liderança e clima organizacional. A UC introduz o estado da arte da pesquisa acerca do papel da diversidade no trabalho.
Programa
CP1. Contexto histórico da diversificação da força laboral CP2. Dimensões e tipologias da diversidade nas organizações CP2.1. Diversidade demográfica (género, idade, etnicidade, ?raça?, religião) CP2.2. Diversidade relacionada com o emprego (conhecimento da tarefa, background educativo e funcional) CP2.3. Diversidade cultural (conhecimento cultural, valores) CP2.4. Diversidade na personalidade (abertura, socialização) CP2.5. Diversidade relacional (troca entre líder e seguidor, poder e estatuto) CP3. Principais abordagens aos processos envolvidos nos efeitos da diversidade na performance dos grupos de trabalho CP3.1. A abordagem da categorização social CP3.2. A abordagem da informação/tomada de decisão CP3.3. Mediação e moderação dos efeitos da diversidade CP4. Gerir a diversidade CP4.1. Intervenções estruturais: Quebrar barreiras CP4.2. Diversidade e liderança CP4.3. Diversidade e clima organizacional
Processo de Avaliação
A avaliação contínua: 1)apresentações oral individual de texto em sala de aula e apresentação da respectiva ficha de leitura (40% da nota final); 2)trabalho de grupo teórico-empírico (max 3 elementos) a entregar no final da UC (60% da nota final).Em qualquer deste casos é exigida nota mínima de 10 valores para garantir aproveitamento à UC. Exame final: pondera a 100% para a nota final, aprovação com nota superior a 10 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Brief, A. P. (ed.) (2008): Diversity at Work. Cambridge: Cambridge University Press. Jackson, S.E. & Ruderman, M. N. (1996). Diversity in Work Teams. Washington: American Psychological Association Stockdale, M. S. & Crosby, F. J. (2004). The Psychology and Management of Workplace Diversity. Malden: Blackwell Van Knippenberg, D. & Schippers, M. C. (2007). Work group diversity. Annual Review of Psychology, 58, 515-541
Bibliografia Opcional
nao aplicável/not applicable
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Nuno Emanuel Pinto
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Nuno Ramos
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Sandra Gaspar Roberto
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta UC procura promover a consciência e a sensibilidade a questões da diversidade individual e cultural, como elas se aplicam nas diferentes áreas de trabalho (escola, contexto clínico, organizações, etc...). O objectivo é desenvolver competências pessoais e profissionais, focando-se especificamente na sua aplicação a diferentes contextos na psicologia.
Programa
1. Desenvolvimento Profissional e Diversidades - Valores pessoais e desenvolvimento profissional - Género e sexismo - Idade e idadismo - Raça/Etnia e racismo - Pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgénero e homofobia - Outras populações (pessoas com incapacidades, minorias religiosas, refugiados...) 2. Competências para a Diversidade Individual e Cultural: uma introdução histórica - Modelos de Competências Multiculturais - Moledos de Competência "Cor-de-rosa" ("Pink Competence") - Competências para a Diversidade Individual e Cultural e os códigos de ética em Psicologia - Para além das competências individuais: Competência Organizacional/de Serviços 3. Avaliação e Formação - Principais instrumentos de avaliação de competências para a diversidade individual e cultural - Investigação sobre o desenvolvimento e formação de competências para a diversidade individual e cultural
Processo de Avaliação
Os alunos podem optar por realizar a UC em avaliação contínua, ou por exame final. Em avaliação contínua os alunos deverão comparecer a 75% das aulas TP, e estarão sujeitos a: 1) Um ensaio individual (30%); 2) Um trabalho de grupo (70%). Ficam aprovados os alunos que obtenham uma nota final igual ou superior a 9.5 valores em cada elemento de avaliação. Os alunos poderão propor-se a um exame final (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cornish, J. et al (2010). Handbook of Multicultural Counseling Competencies. New Jersey: Wiley. Deardorff, D.K (2009). The_SAGE_Handbook_of_Intercultural_Competence. Thounsand Oaks: Sage. Lee, W. Et al (2007). Introduction to multicultural counseling for helping professionals (2nd). NY: Routledge Martines, D. (2008). Multicultural school psychology Competencies : a practical guide. London: Sage. Organization for Economic Co-Operation and Development (2010). Educating Teachers for Diversity: Meeting the Challenge. OECD Publishing. Ponterotto, J. et al (2010). Handbook of multicultural counseling (3nd edition). Thousand Oaks: Sage Pope-Davis, D. et al (2003). Handbook of Multicultural Competencies in Counseling & Psychology (Eds.). California: Sage. Sue, D.W. (2010). Microaggressions in Everyday Life: Race, Gender, and Sexual Orientation. Wiley. Thomas, A. (2018). Culture and Ethnic Diversity: How European Psychologists Can Meet the Challenges (Ed.). Boston: Hogrefe
Bibliografia Opcional
To be handed in at the beginning of each class.
American Psychological Association (2011). Guidelines for Psychological Practice with Lesbian, Gay, and Bisexual Clients. American Psychologist, 67(1), 10-42. American Psychological Association (2003). Guidelines of multicultural education, training, research, practice, and organizational change for psychologists. American Psychologist, 58(5), 377-402. Daniel, J.H., Roysircar, G., Abeles, N. & Boyd, C. (2004). Individual and Cultural-Diversity Competency: Focus on the Therapist. Journal of Clinical Psychology, 60(7), 755-770.
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Docentes
Mauro Bianchi
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Os seres humanos de todas as culturas, idades e posições sociais são motivados a envolverem-se em relações sociais gratificantes. Aqueles que o conseguem são mais felizes e mais saudáveis do que os que não o conseguem. Nesta unidade curricular será examinada a forma como a cultura molda as relações interpessoais em determinados ambientes. Dessa forma, poderemos compreender como diferentes tipos de diversidade influenciam as competências, expectativas e comportamentos relativos a um mesmo tipo de relação, como a amizade ou relacionamentos íntimos. Serão examinados os conflitos decorrentes de tais diferenças e serão treinadas competências de intervenção.
Programa
CP1: Na UC examinaremos como a cultura e a natureza humana influenciam a formação, manutenção e reparação das relações interpessoais. Examinaremos as características universais, os papéis específicos de cada cultura, e os modelos culturais dessas relações. CP2: A análise das diversidades ao nível da etnia, orientação sexual e papéis relativos ao género serão usadas como exemplo para as questões, as abordagens e os métodos nesta área. CP3: Serão aplicadas teorias psicológicas e antropológicas como a teoria da aculturação ou o modelo de conteúdo estereotípico para analisar como a diversidade afecta as relações interpessoais. CP4: Analisaremos como a diversidade molda as expectativas, emoções e comportamentos dos parceiros de relação na família, sala de aulas e local de trabalho. Para cada cenário, iremos descrever quando e como a diversidade leva ao conflito. Iremos comparar e avaliar diversas estratégias de intervenção, focando-nos nos princípios básicos da concepção da intervenção.
Processo de Avaliação
É obrigatória a frequência a 80% das aulas. Acabado o período das aulas, os alunos irão receber um tema sobre o qual deverão redigir uma dissertação de 1000-1500 palavras num período de uma semana. Esta dissertação é uma oportunidade para os alunos aplicarem o conhecimento e as competências adquiridas num problema prático. Findo esse período, os estudantes deverão submeter a sua dissertação para avaliação e feedback.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Berry, J. W. (2001). A psychology of immigration. Journal of Social Issues, 57, 615-631.
Bolin, A., & Whelehan, P. (2009). Sexual orientation, behaviors, lifestyles. In Human sexuality: biological, psychological, and cultural perspectives (pp.412-432). New York: Taylor & Francis.
Gardiner, H. W., & Kosmitzki, C. (2011). Lives across cultures: Cross-cultural human development. Boston: Allyn & Bacon/Pearson.
Goodwin, R. (1999). Personal relationships across cultures. New York, NY:Routledge.
Hebl, M. R., Law, C. L., & King, E. (2010). Heterosexism. In J. F. Dovidio, M. Hewstone, P. Glick, & V. M. Esses (Eds.), The Sage Handbook of prejudice, stereotyping, and discrimination (pp. 345-360). London: Sage.
Hendrick, C., & Hendrick, S. (2004) (Eds.) Close Relationships: A Sourcebook. Thousand Oaks: Sage.
Roberson, L., & Kulik, C. T. (2007). Stereotype threat at work. The Academy of Management Perspectives, 21, 24-40.
Bibliografia Opcional
Aboud, F. E., Mendelson, M. J., & Purdy, K. T. (2003). Cross-race peer relations and friendship quality. International Journal of Behavioral Development, 27, 165-173.
Bailey, J. M., Vasey, P. L., Diamond, L. M., Breedlove, S. M., Vilain, E., & Epprecht, M. (2016). Sexual orientation, controversy, and science. Psychological Science in the Public Interest, 17(2), 45-101.
Bartos, S. E., Berger, I., & Hegarty, P. (2014). Interventions to reduce sexual prejudice: A study-space analysis and meta-analytic review. Journal of Sex Research, 51(4), 363- 382.
Baumeister, R. F., Catanese, K. R., & Vohs, K. D. (2001). Is there a gender difference in strength of sex drive? Theoretical views, conceptual distinctions, and a review of relevant evidence. Personality and social psychology review, 5(3), 242-273.
Berjot, S., & Gillet, N. (2011). Stress and coping with discrimination and stigmatization. Frontiers in psychology, 2, 1-13.
Bhugra, D. (2004). Migration, distress and cultural identity, British Medical Bulletin, 69, 129-41
Buss, D. M., & Schmitt, D. P. (1993). Sexual strategies theory: an evolutionary perspective on human mating. Psychological review, 100(2), 204-232. Bussey, K. (2011). Gender identity development. In Handbook of identity theory and research (pp. 603-628). Springer, New York, NY.
Carnaghi, A., & Bianchi, M. (2017). Group Labeling. In H. Giles & J. Harwood (Eds.) Encyclopedia of Intergroup Communication. New York: Oxford University Press.
Cass, V. C. (1979). Homosexuality identity formation: A theoretical model. Journal of homosexuality, 4(3), 219-235.
Cass, V. C. (1984). Homosexual identity formation: Testing a theoretical model. Journal of sex research, 20(2), 143-167.
Conley, T. D., Moors, A. C., Matsick, J. L., Ziegler, A., & Valentine, B. A. (2011). Women, men, and the bedroom: Methodological and conceptual insights that narrow, reframe, and eliminate gender differences in sexuality. Current Directions in Psychological Science, 20, 296-300.
Fassinger, R. E., & Miller, B. A. (1997). Validation of an Inclusive Modelof Sexual Minority Identity Formation on a Sample of Gay Men. Journal of Homosexuality, 32(2), 53-78.
Herek, G.M. (2004). Beyond "homophobia": Thinking about sexual stigma and prejudice in the twenty-first century, Sexuality Research and Social Policy, 1, 6-24.
Hebl, M. R., & Dovidio, J. F. (2005). Promoting the "social" in the examination of social stigma. Personality and Social Psychology Review, 9(2), 156-182.
Hyde, J. S. (2014). Gender similarities and differences. Annual review of psychology, 65, 373-398.
Kalokerinos, E. K., von Hippel, C., & Zacher, H. (2014). Is stereotype threat a useful construct for organizational psychology research and practice?. Industrial and Organizational Psychology, 7(3), 381-402.
Konan, P. N., Chatard, A., Selimbegović, L., & Mugny, G. (2010). Cultural diversity in the classroom and its effects on academic performance: A cross-national perspective. Social psychology, 41(4), 230.
Martin, K. A. (2009). Normalizing heterosexuality: Mothers' assumptions, talk, and strategies with young children. American Sociological Review, 74(2), 190-207.
Martin, C. L., & Ruble, D. (2004). Children's search for gender cues: Cognitive perspectives on gender development. Current directions in psychological science, 13(2), 67-70. McCarn, S. R., & Fassinger, R. E. (1996). Revisioning sexual minority identity formation: A new model of lesbian identity and its implications for counseling and research. The Counseling Psychologist, 24(3), 508-534.
Petersen, J. L., & Hyde, J. S. (2011). Gender differences in sexual attitudes and behaviors: A review of meta-analytic results and large datasets. Journal of Sex Research, 48, 149-165.
Phinney JS, Ong A, Madden T. (2000). Cultural values and intergenerational value discrepancies in immigrant and nonimmigrant families. Child Development, 71, 528-539.
Ragins, B. R. (2008). Disclosure disconnects: Antecedents and consequences of disclosing invisible stigmas across life domains. Academy of Management Review, 33(1), 194-215.
Rudman, L. A., & Phelan, J. E. (2008). Backlash effects for disconfirming gender stereotypes in organizations. Research in organizational behavior, 28, 61-79.
Savin-Williams, R. C. (2016). Sexual orientation: Categories or continuum? Commentary on Bailey et al.(2016). Psychological Science in the Public Interest, 17(2), 37-44.
Sullivan, J., Moss-Racusin, C., Lopez, M., & Williams, K. (2018). Backlash against gender stereotype-violating preschool children. PloS one, 13(4), http://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0195503.
Vedder P.H. (2005). Language, ethnic identity, and the adaptation of immigrant youth in the Netherlands, Journal of Adolescent Research 20, 396-416.
Williams, J. E., Satterwhite, R. C., & Best, D. L. (1999). Pancultural gender stereotypes revisited: The five factor model. Sex roles, 40(7-8), 513-525.
Zosuls, K. M., Miller, C. F., Ruble, D. N., Martin, C. L., & Fabes, R. A. (2011). Gender development research in sex roles: Historical trends and future directions. Sex roles, 64(11-12), 826-842.
https://www.nature.com/news/sex-redefined-1.16943
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Docentes
Cristina Camilo
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Rita Guerra
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Introduzir a importância da cultura e do contexto social como pano de fundo de enquadramento da experiência emocional e das suas manifestações, distinguindo o que se considera universal e decorrente de uma predisposição biológica humana do que é culturalmente moldado na experiência e na expressão das emoções.
Programa
T1. Emoções sociais. T2. Bases Biológicas da Socialidade: uma introdução à Neurociência Afectiva e Social; Determinantes biológicos do comportamento social; A neurobiologia de vários comportamentos sociais (afiliação, cooperação, amizade, altruísmo, paroquialismo) e a dicotomia "nature vs nurture" na génese da socialidade. T3. Percepções de (in)justiça e emoções: consequências emocionais e comportamentais de critérios de justiça e perceções de injustiça; "Crença no Mundo Justo" como motivação e mecanismo paliativo: emoções sociais e justificação do sistema. T4. Emoções intergrupais; Podem as emoções ser grupais? O BIAS (Behaviors from Intergroup Affect and Stereotypes) mapa: estereótipos, emoções e comportamentos; The"joy of pain": Schadenfreude colectiva e hostilidade/agressão intergrupal.
Processo de Avaliação
Avaliação contínua ou exame final. Avaliação contínua: trabalho de grupo (40%) + teste escrito (60%). O trabalho é subordinado a um tópico do programa, envolvendo a análise de material (e.g., filme documental/reportagem/artigo), que permita salientar diferenças culturais na experiência emocional. Inclui uma apresentação oral, que deverá promover um debate junto da turma e um relatório escrito. Exame final: 100%. Têm aprovação nesta UC, alunos com classificação final ≥ 9,5.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Caprariello et al. (2009). Social structure shapes cultural stereotypes and emotions: A causal test of the stereotype content model. Group Processes & Intergroup Relations, 12, 147-155. Correia, I. (2010). Psicologia Social da Justiça: Fundamentos e desenvolvimentos teóricos e empíricos. Análise Psicológica, XXVII, 7-28. Cuddy, A. J., Fiske, S. T., & Glick, P. (2007). The BIAS map: behaviors from intergroup affect and stereotypes. Journal of Personality and Social Psychology, 92, 631-648. Otten, S., Sassenberg, K., & Kessler, T. (2009). Intergroup relations: the role of motivation and emotion. Hove: Psychology Press. Parkison, B., Fischer, A. H., Manstead, A. S. R. (2004). Emotion in social relations: cultural, group, and interpersonal processes. New York: Psychology Press. Smith, E.R., Seger. C.R., & Mackie, D.M. (2007). Can emotions be truly group level? Evidence regarding four conceptual criteria. Journal of Personality and Social Psychology, 93, 431-446.
Bibliografia Opcional
Alves. H. (2012). Sobre a descoberta da normatividade injuntiva da expressão da crença no mundo justo - uma aventura em psicologia social. In C. Pereira & R. Costa-Lopes (Orgs.), Normas, atitudes e comportamento social (pp. 73 - 107). Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais.
Brent, L. J., Chang, S. W., Gariépy, J. F., & Platt, M. L. (2014). The neuroethology of friendship. Annals of the New York Academy of Sciences, 1316, 1-17.
Cikara, M. (2015). Intergroup schadenfreude: Motivating participation in collective violence. Current Opinion in Behavioral Sciences, 3, 12-17.
Cikara, M., Bruneau, E., Van Bavel, J. J., & Saxe, R. (2014). Their pain gives us pleasure: How intergroup dynamics shape empathic failures and counter-empathic responses. Journal of Experimental Social Psychology, 55, 110-125.
Cuddy, A. J., Fiske, S. T., & Glick, P. (2008). Warmth and competence as universal dimensions of social perception: The stereotype content model and the BIAS map. Advances in Experimental Social Psychology, 40, 61-149.
Dawes, C. T., Loewen, P. J., Schreiber, D., Simmons, A. N., Flagan, T., McElreath, R., ..., & Paulus, M. P. (2012). Neural basis of egalitarian behavior. Proceedings of the National Academy of Sciences, 109, 6479-6483.
Du, E., & Chang, S. W. (2014). Neural components of altruistic punishment. Frontiers in Neuroscience, 9, 26, 1-8.
Feldman, R. (2016). The neurobiology of mammalian parenting and the biosocial context of human caregiving. Hormones and Behavior, 77, 3-17.
Golec, A., Peker, M., Guerra, R., & Baran, T. (in press). Collective narcissism predicts vindictive collective schadenfreude . European Journal of Personality.
Jost, J.T., & Kay, A.C. (2010). Social justice: History, theory, and research. In S.T. Fiske, D. Gilbert, & G. Lindzey (Eds.). In Handbook of Social Psychology (5th edition, Vol. 2, pp. 1122-1165). Hoboken, NJ: Wiley.
Smith, R. H. (2013). The joy of pain: Schadenfreude and the dark side of human nature. Oxford: University Press.
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Cristina Camilo
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Com esta Unidade Curricular (UC) pretende-se desenvolver competências de planeamento, realização e redacção de investigação. A UC tem também como objectivo geral o treino da avaliação crítica da qualidade da investigação.
Programa
O programa está organizado nos seguintes conteúdos programáticos (CPs): CP1: Planeamento de um projecto de investigação -O processo de investigação -O problema de investigação e sua importância -Grandes opções metodológicas: investigação qualitativa, quantitativa e mista -Operacionalização, medição e manipulação de conceitos -Desenhos de pesquisa -Análise da qualidade da investigação CP2: Redacção de relatório de investigação -Normas de escrita de investigação da APA -Secções formais de um relatório de investigação CP3: Análise de resultados quantitativos -Aceder ao SPSS -Criar um ficheiro de dados -Introdução de dados -Operações sobre a base de dados CP4: Análise de resultados quantitativos -Estatística descritiva -Medidas de tendência central -Medidas de dispersão CP5: Análise de resultados quantitativos -Avaliação da fiabilidade das medidas -Comparações entre grupos (Teste t; ANOVA)
Processo de Avaliação
Regime de avaliação: contínua ou final (1ª e 2ª épocas). Avaliação contínua: presenças nas aulas (admitidas 3 faltas); trabalho de grupo que inclui a recolha (20%), análise e interpretação de dados, e redacção de relatório de investigação (80%). Avaliação final: trabalho individual que inclui a análise de uma base de dados fornecida pela docente e a interpretação e redacção do respectivo relatório (100%). A aprovação requer uma classificação igual ou superior a 9.5 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
American Psychological Association (2010). Publication manual of the American Psychological Association (6th ed.). Washington, DC: Author.
Howitt, D., & Cramer, D. (2011). Introduction to research methods in psychology (3rd ed.). Harlow: Prentice Hall.
Lima, M.L., & Bernardes, S. (2013). Métodos de investigação em psicologia social. In Vala, J., & Monteiro (Eds). Psicologia social (9ª Ed, pp. 1-41). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
Marôco, J. (2012). Análise estatística com o SPSS statistics (5ª ed.). Lisboa: Report Number.
Prada, M., & Garrido, M.V. (2013). Conhecer as regras do jogo: Uma introdução às normas para escrita científica da American Psychological Association. Psicologia, 27 (2), 107-143.
Bibliografia Opcional
Bryman, A. (2012). Social research methods (4th ed.). Oxford: Oxford University Press.
Bryman, A., & Cramer, D. (2011). Quantitative Data Analysis with IBM SPSS, 17, 18 & 19: A guide for social scientists. London: Routledge.
Bryman, A., & Cramer, D. (2003). Análise de dados em ciências sociais. Introdução às técnicas utilizando o SPSS para Windows. Oeiras: Celta.
Breakwell, G.M., Hammond, S., Fife-Schaw, C., & Smith, J.A. (Eds.) (2006). Research methods in Psychology (3rd ed.). London: Sage.
Reis, R. T., & Judd, C. M. (Eds.). (2000). Handbook of research methods in social and personality psychology. Cambridge: Cambridge University Press.
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2 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Esta Unidade Curricular tem por objetivo preparar e acompanhar os alunos no contacto direto com práticas profissionais e formas de intervenção ligadas às competências desenvolvidas ao longo do curso. Deste modo, nesta UC pretende-se transmitir e consolidar um conjunto de conhecimentos e competências relacionadas com a prática profissional e/ou a investigação nas áreas científicas do mestrado.
Programa
A natureza da UC não permite definir um programa com matérias concretas. Com efeito, mais importante do que a transmissão de novos conhecimentos, é procurar aplicar as competências já adquiridas de modo a alcançar o objetivo final de conclusão do estágio. Desta forma, a disciplina assenta no trabalho desenvolvido a nível individual e apresentado ao longo das sessões de orientação previstas nesta UC, quer individualmente quer em grupo. Não obstante a ausência de um programa no sentido tradicional do termo, deve referir-se que algumas das matérias constantes da disciplina compreendem, mas não esgotam, as seguintes: CP1. Trabalho em equipa; CP2. Comportamento ético e ética profissional; CP3. Participação em projetos e elaboração de relatórios.
Processo de Avaliação
A avaliação é contínua. Não existe Exame Final ou possibilidade de melhoria de nota. 1.Avaliação pelo orientador externo: ponderação de 20% e baseia-se numa grelha fornecida pelo DPSO. 2. Avaliação pelo orientador interno: ponderação de 80% e será feita com base nos critérios definidos pelo orientador interno.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- A.P.A. (2010). Publication Manual of the American Psychological Association (6th Ed.).Washington, C.C.: A.P.A. Buunk, A., & Van Vugt, M. (2008). Applying Social Psychology: From Problems to Solutions. London: SAGE Publications Ltd. - Robson C. (2011). Real world research: A resource for users of social research methods in applied settings. Chichester: John-Wiley. - Reis, H. T., & Judd, C. M. (Eds.) (2000). Handbook of research methods in social and personality psychology. New York: Cambridge University Press. - Sweitzer, H. F., & King, M. (2014). The Successful Internship: Personal, Professional, and Civic Development in Experiential Learning, (4th Edition). Belmont, CA: Brooks/Cole, Cengage Learning.
- Regulamento de Estágio disponível na plataforma de elearning - Regulamento Geral de Avaliação de Conhecimentos e Competências do ISCTE-IUL. Despacho n.º59/2009 do Presidente do ISCTE-IUL - Código de Conduta Académica Homologado ISCTE-IUL.
Bibliografia Opcional
Mais bibliografia específica será recomendada por cada orientador consoante a área específica do estágio (more specific references will be recommended by each supervisor depending on the specific area of the internship).
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Objectivos
Esta UC visa desenvolver, nos alunos, competências específicas de análise de dados qualitativos. Pretende-se, igualmente, que os alunos compreendam e utilizem software específico de apoio a este tipo de análise. A UC visa, ainda, proporcionar conhecimento sobre a avaliação da qualidade da pesquisa qualitativa, bem como competências específicas relativas à escrita de textos científicos decorrentes de estudos qualitativos.
Programa
CP1. A análise de conteúdo 1.1. Introdução à pesquisa qualitativa 1.2. Definição e etapas da análise de conteúdo 1.3. Potencialidades e limitações 1.4. Exercícios práticos CP2. Software de apoio à codificação e análise de dados 2.1. Introdução, potencialidades e aplicações 2.2. Exercícios com recurso ao software NVivo CP3. Critérios de qualidade na pesquisa qualitativa. CP4. Escrita e apresentação de resultados nas pesquisas qualitativas.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: os alunos devem participar nas aulas (são aceites 3 faltas) e realizar (1) um trabalho individual (60%) correspondente às secções do método e resultados de um artigo; e (2) um trabalho de grupo (40%) relativo a exercícios práticos com o NVivo. São aprovados os alunos com nota igual ou superior a 9,5 valores. Nota mínima de 9,5 valores em cada componente da avaliação contínua. Avaliação final: Exame (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bardin, L. (2009). Análise de conteúdo (2ª ed.). Lisboa: Edições 70. Berg, B. L., & Lune, H. (2012). Qualitative research methods for the social sciences (8th ed.). Boston: Pearson. Denzin, N.K., & Lincoln, Y.S. (1994/2000). Handbook of qualitative research. London: Sage. Grbich, C. (2007). Qualitative analysis: An introduction. London: Sage. Krippendorff, K. (2004). Content analysis: An introduction to its methodology. London: Sage. Lyons, E., & Coyle, A. (2007). Analysing qualitative data in psychology. London: Sage. Flick, U. (2014). An Introduction to Qualitative Research (5th ed). London: Sage. Vala, J. (1986). Análise de conteúdo. In A. A. Silva & J. M. Pinto (Eds.), Metodologia das Ciências Sociais (pp. 101-128). Porto: Afrontamento.
Bibliografia Opcional
Serão fornecidas outras referências (específicas) em cada uma das aulas.
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Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo desenvolver métodos de dependência contemplando duas situações de investigação de grande aplicação na área das Ciências Sociais e Humanas. São analisados designs complexos nos quais são testados modelos com efeitos de moderação e efeitos de mediação. São realizadas aplicações através de Regressão Linear Múltipla e Regressão Logística. A apresentação dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo situações de análise com apoio de um software de Estatística (SPSS) e da macro PROCESS (Hayes, 2018).
Programa
1. Modelação: moderação e mediação 1.1 Moderação: efeito de interação 1.2 Mediação: cadeia de efeitos 1.3 Análise de artigos com moderação e mediação 2. Modelação de moderação via Regressão Linear (OLS) 2.1 OLS com efeitos principais e efeitos de interação 2.2 Moderadora quantitativa 2.3 Moderadora categorizada 2.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 2.5 Reportar resultados em tese/artigo 3. Modelação de mediação via OLS 3.1 Mediadora quantitativa 3.2 Estimar e testar efeito indireto via bootstrapping 3.3 Mediação parcial e total 3.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 3.5 Reportar resultados em tese/artigo 4. Modelação via Regressão Logística 4.1 Apresentação do modelo 4.2 Condições de aplicabilidade 4.3 Parâmetros do modelo 4.4 Aplicação com software 4.5 Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: 1. Exercício individual (65%) 2. Trabalho de grupo (35%).
Condições: 1. Nota mínima no exercício individual: 8,0 valores 2. Nota mínima no trabalho: 10 valores
A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação eriódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baron, R e Kenny D. (1986). The Moderator-Mediator Variable Distinction in Social Psychological research: Conceptual, Strategic and Statistical Considerations, Journal of Personality and Social Psychology, 51, 1173-1182. Frazier, P. A., Tix, A. P. e Barron, K. E. (2004). Testing moderator and mediator effects in counselling psychology research. Journal of Counselling Psychology, 51(1), 115-134. Hayes, A. F. (2012). PROCESS: a versatile computational tool for observed variable mediation, moderation, and conditional process modeling. MacKinnon, D. P., Fairchild, A. J. e Fritz, M. S. (2007). Mediation analysis. Annual Review of Psychology, 58, 593-614. Maroco, J. (2010). Análise Estatística com o PASW Statistics (ex-SPSS), Pero Pinheiro. Pampel, F. (2000). Logistic Regression, Sage Publications. Passos, A. e Caetano, A. (2005). Exploring the effects of intragroup conflict and past performance feedback on team effectiveness, Journal of Managerial Psychology 20, 3/4, 231-244.
Bibliografia Opcional
Aiken, L., Stephen G. (1991). Multiple Regression: Testing and interpreting interactions, Newbury Park, Sage publications.
Calheiros, M. M. (2006). A construção social do mau trato e negligência: do senso-comum ao conhecimento científico. ed. 1, ISBN: ISBN 972-31-1132, Coimbra: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e Tecnologia. Imprensa de Coimbra Lda.
Cohen, J., Cohen P., West S. e Aiken L. (2003). Applied Multiple Regression/Correlation. Analysis for the Behavioral Sciences, Mahawh: Laurence Erlbaum, 3ª ed.
Hair, J., Black, W. Babin, B. e Anderson, R. (2009). Multivariate Data Analysis, 7ª ed., Prentice-Hall International, Inc.
Preacher, K. J. e Hayes, A. F (2008). Asymptotic and resampling strategies for assessing and comparing indirect effects in multiple mediator models, Behavior Research Methods, 40 (3), 879-891, http://quantpsy.org/pubs/preacher_hayes_2008b.pdf.
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª.
Important links:
Kenny, D. A. (2011). Moderation http://davidakenny.net/cm/moderation.htm Kenny, D. A. (2012). Mediation, http://davidakenny.net/cm/mediate.htm
Jose, P.E. (2013). ModGraph-I: A programme to compute cell means for the graphical display of moderational analyses: The internet version, Version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/modgraph/
Jose, P. E. (2013) MedGraph-I: A programme to graphically depict mediation among three variables: The internet version, version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/medgraph/
On-line data bases:
The European Social Survey (ESS): http://www.europeansocialsurvey.org/.
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Sven Waldzus
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta unidade curricular visa fornecer conhecimentos aprofundados acerca de diferentes métodos e técnicas da investigação em Psicologia Social e Organizacional. Em particular, serão examinadas questões relativas à utilização de medidas específicas neste domínio e será promovido o domínio dos recursos necessários à sua aplicação. Uma ênfase particular será colocada na aprendizagem e realização de investigação científica em Psicologia e na promoção de conhecimentos relativos à elaboração de projectos de investigação e ao processo de publicação em revistas científicas.
Programa
CP1. Desenvolvimento de ideias de pesquisa e fundamentos do processo de investigação. CP2. Vantagens e problemas metodológicos associados à adopção de diferentes tipos de estudos. CP3. Estratégias de análise de dados e apresentação de resultados de uma investigação. CP4. Como preparar um projecto de investigação / criação de um pedido de financiamento para uma investigação. CP5. O processo de publicação: preparação, submissão e revisão de um artigo. A estrutura de diferentes tipos de artigos científicos.
Processo de Avaliação
Avaliação contínua: trabalho de grupo sobre uma pesquisa realizada durante o semestre apresentado em formato de poster (50%); trabalho individual sobre a pesquisa realizada durante o semestre, apresentado em formato de pequeno artigo científico (45%); participação em estudos no LAPSO (1hora e 30 minutos no sistema SPI) (5%). Avaliação por exame final: formato idêntico ao da avaliação contínua, mas sendo ambas as formas de avaliação individuais.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. & Cramer, D. (2003). Análise de dados em ciências sociais. Introdução às técnicas utilizando o SPSS para windows (3ª Ed.). Oeiras: Celta. Evans, J. (2007). Your psychology research project: The essential guide. Los Angeles: Sage. Gilbert, D. T., Fiske, S. T. & Lindzey, G. (Eds.) (2010). The handbook of social psychology (5th ed., Vol. I, pp. 51-142). Oxford: Oxford University Press. Reis, H., & Judd, C. (2000). Handbook of research methods in social and personality psychology. Cambridge: Cambridge University Press. Sternberg, R. J. (Ed.) (2000). Guide to publishing in psychology journals. Cambridge: Cambridge University Press.
Bibliografia Opcional
Bibliografia específica depende do tema da investigação realizada e será recomendada nas aulas teórico-práticas a decorrer durante o semestre.
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Leonor Pereira da Costa
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Ricardo Borges Rodrigues
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta UC destina-se a dotar os/as estudantes das competências necessárias ao diagnóstico de necessidades de intervenção em contexto escolar e à concepção de programas de intervenção social para a promoção de relações intergrupais inclusivas em contextos sociais culturalmente diversos.
Programa
CP1: Introdução à diversidade social e relações interculturais na escola 1.1 Diversidade social: principais conceitos, definições e avaliação 1.2 Preditores do sucesso escolar e bem-estar: o papel da diversidade e das relações interculturais
CP2: Desenvolvimento da inclusão social e exclusão na infância e adolescência. 2.1 Evidências sobre inclusão / exclusão para diferentes dimensões da diversidade social 2.2 Teorias e hipóteses clássicas e contemporâneas
CP3: Intervenções escolares para promover a inclusão da diversidade social 3.1 Conceitos básicos e metodologias no desenvolvimento de intervenções escolares 3.2 Modelos sócio-psicológicos para promover a inclusão da diversidade social na infância e adolescência 3.3 Intervenções existentes para promover a inclusão da diversidade social na escola
Processo de Avaliação
Regimes de avaliação:
1) O regime de avaliação periódica inclui: 1.1) apresentação de grupo de um artigo de investigação; 1.2) O desenvolvimento de uma proposta de intervenção em meio escolar: 1.3.1) apresentação de grupo da proposta de intervenção na escola (20%) 1.3.2) relatório escrito da proposta de intervenção na escola (30% relatório de grupo; 50% reflexão crítica individual).
OU
2) Exame Final: exame escrito (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Aboud, F. E., & Fenwick, V. (1999). Exploring and Evaluating School-Based Interventions to Reduce Prejudice. Journal of Social Issues, 55(4), 767-785.
Aboud, F. E., & Levy, S. R. (2000). Interventions to reduce prejudice and discrimination in children and adolescents. In S. Oskamp (Ed.), Reducing Prejudice and Discrimination (pp. 269-293). Mahwah, NJ, US: Lawrence Erlbaum Associates Publishers (PS.131 Red).
Hattie, J. (2008). Visible learning: A synthesis of over 800 meta-analyses relating to achievement. NY, USA: Routledge.
Quintana, S. M., & McKown, C. (Eds.). (2008). Handbook of race, racism, and the developing child. John Wiley & Sons.
Stephan, W. G., & Vogt, W. (Eds.). (2004). Education programs for improving intergroup relations: Theory, research and practice. NY, USA: Teachers College Press (PS.132 Edu).
Bibliografia Opcional
Amir, Y., Sharan, S., & Ben-Ari, R. (Eds.). (1984). School desegregation. NJ, USA: Lawrence Erlbaum Associates. (PS.124 Sch,1)
Bodine, R. J., & Crawford, D. K. (1998). The Handbook of Conflict Resolution Education. A Guide to Building Quality Programs in Schools. San Francisco, USA: Jossey-Bass Publishers (elearning platform).
EACEA (2009). Integrating Immigrant Children into Schools in Europe. Brussels: Education, Audiovisual and Culture Executive Agency. (online here)
Killen, M., & Rutland, A. (2011). Children and social exclusion. Morality, prejudice, and group identity. Sussex, UK: Wiley-Blackwell (S.207 KIL*Chi).
Knowles, G., & Lander, V. (2011). Diversity, equality and achievement in education. LA, USA: Sage Publications (S.135, Kno*Div).
Marques, S., Vauclair, C.-M., Rodrigues, R. B., Mendonça, J., Gerardo, F., & Cunha, F. (2016). imAGES: Intervention Program to Prevent Ageism in Children and Adolescents. In Baker, H., Kruger, T. M., & Karasik, R. J. (Eds.). Hands on Aging: Experiential Activities for the Classroom and Beyond! Newcastle: Springer. (available in elearning platform)
OECD (2010). Educating Teachers for Diversity: Meeting the Challenge. Paris, France: Centre for Educational Research and Innovation (available in elearning platform)
OECD (2017). Empowering and Enabling Teachers to Improve Equity and Outcomes for All. Paris, France: Centre for Educational Research and Innovation (S.183 OCDE*Emp)
Rodrigues, R. B., Rutland, A., & Collins, E. (2016). The Multi-Norm Structural Social-Developmental Model of Children's Intergroup Attitudes: Integrating Intergroup-Loyalty and Outgroup Fairness Norms. In Vala, J., Calheiros, M. & Waldzus, S. (Eds.). The Social Developmental Construction of Violence and Intergroup Conflict. Newcastle: Springer. (elearning platform)
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Docentes
Sven Waldzus
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
A diversificação da força laboral têm sido um objectivo político, mas também um facto histórico--e sê-lo-á no futuro. Abordagens recentes a este tópico têm em conta processos subjacentes e moderadores contextuais dos efeitos da diversidade e apontam para o importante papel das atitudes, liderança e clima organizacional. A UC introduz o estado da arte da pesquisa acerca do papel da diversidade no trabalho.
Programa
CP1. Contexto histórico da diversificação da força laboral CP2. Dimensões e tipologias da diversidade nas organizações CP2.1. Diversidade demográfica (género, idade, etnicidade, ?raça?, religião) CP2.2. Diversidade relacionada com o emprego (conhecimento da tarefa, background educativo e funcional) CP2.3. Diversidade cultural (conhecimento cultural, valores) CP2.4. Diversidade na personalidade (abertura, socialização) CP2.5. Diversidade relacional (troca entre líder e seguidor, poder e estatuto) CP3. Principais abordagens aos processos envolvidos nos efeitos da diversidade na performance dos grupos de trabalho CP3.1. A abordagem da categorização social CP3.2. A abordagem da informação/tomada de decisão CP3.3. Mediação e moderação dos efeitos da diversidade CP4. Gerir a diversidade CP4.1. Intervenções estruturais: Quebrar barreiras CP4.2. Diversidade e liderança CP4.3. Diversidade e clima organizacional
Processo de Avaliação
A avaliação contínua: 1)apresentações oral individual de texto em sala de aula e apresentação da respectiva ficha de leitura (40% da nota final); 2)trabalho de grupo teórico-empírico (max 3 elementos) a entregar no final da UC (60% da nota final).Em qualquer deste casos é exigida nota mínima de 10 valores para garantir aproveitamento à UC. Exame final: pondera a 100% para a nota final, aprovação com nota superior a 10 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Brief, A. P. (ed.) (2008): Diversity at Work. Cambridge: Cambridge University Press. Jackson, S.E. & Ruderman, M. N. (1996). Diversity in Work Teams. Washington: American Psychological Association Stockdale, M. S. & Crosby, F. J. (2004). The Psychology and Management of Workplace Diversity. Malden: Blackwell Van Knippenberg, D. & Schippers, M. C. (2007). Work group diversity. Annual Review of Psychology, 58, 515-541
Bibliografia Opcional
nao aplicável/not applicable
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Nuno Emanuel Pinto
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Nuno Ramos
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Sandra Gaspar Roberto
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta UC procura promover a consciência e a sensibilidade a questões da diversidade individual e cultural, como elas se aplicam nas diferentes áreas de trabalho (escola, contexto clínico, organizações, etc...). O objectivo é desenvolver competências pessoais e profissionais, focando-se especificamente na sua aplicação a diferentes contextos na psicologia.
Programa
1. Desenvolvimento Profissional e Diversidades - Valores pessoais e desenvolvimento profissional - Género e sexismo - Idade e idadismo - Raça/Etnia e racismo - Pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgénero e homofobia - Outras populações (pessoas com incapacidades, minorias religiosas, refugiados...) 2. Competências para a Diversidade Individual e Cultural: uma introdução histórica - Modelos de Competências Multiculturais - Moledos de Competência "Cor-de-rosa" ("Pink Competence") - Competências para a Diversidade Individual e Cultural e os códigos de ética em Psicologia - Para além das competências individuais: Competência Organizacional/de Serviços 3. Avaliação e Formação - Principais instrumentos de avaliação de competências para a diversidade individual e cultural - Investigação sobre o desenvolvimento e formação de competências para a diversidade individual e cultural
Processo de Avaliação
Os alunos podem optar por realizar a UC em avaliação contínua, ou por exame final. Em avaliação contínua os alunos deverão comparecer a 75% das aulas TP, e estarão sujeitos a: 1) Um ensaio individual (30%); 2) Um trabalho de grupo (70%). Ficam aprovados os alunos que obtenham uma nota final igual ou superior a 9.5 valores em cada elemento de avaliação. Os alunos poderão propor-se a um exame final (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cornish, J. et al (2010). Handbook of Multicultural Counseling Competencies. New Jersey: Wiley. Deardorff, D.K (2009). The_SAGE_Handbook_of_Intercultural_Competence. Thounsand Oaks: Sage. Lee, W. Et al (2007). Introduction to multicultural counseling for helping professionals (2nd). NY: Routledge Martines, D. (2008). Multicultural school psychology Competencies : a practical guide. London: Sage. Organization for Economic Co-Operation and Development (2010). Educating Teachers for Diversity: Meeting the Challenge. OECD Publishing. Ponterotto, J. et al (2010). Handbook of multicultural counseling (3nd edition). Thousand Oaks: Sage Pope-Davis, D. et al (2003). Handbook of Multicultural Competencies in Counseling & Psychology (Eds.). California: Sage. Sue, D.W. (2010). Microaggressions in Everyday Life: Race, Gender, and Sexual Orientation. Wiley. Thomas, A. (2018). Culture and Ethnic Diversity: How European Psychologists Can Meet the Challenges (Ed.). Boston: Hogrefe
Bibliografia Opcional
To be handed in at the beginning of each class.
American Psychological Association (2011). Guidelines for Psychological Practice with Lesbian, Gay, and Bisexual Clients. American Psychologist, 67(1), 10-42. American Psychological Association (2003). Guidelines of multicultural education, training, research, practice, and organizational change for psychologists. American Psychologist, 58(5), 377-402. Daniel, J.H., Roysircar, G., Abeles, N. & Boyd, C. (2004). Individual and Cultural-Diversity Competency: Focus on the Therapist. Journal of Clinical Psychology, 60(7), 755-770.
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Docentes
Mauro Bianchi
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Os seres humanos de todas as culturas, idades e posições sociais são motivados a envolverem-se em relações sociais gratificantes. Aqueles que o conseguem são mais felizes e mais saudáveis do que os que não o conseguem. Nesta unidade curricular será examinada a forma como a cultura molda as relações interpessoais em determinados ambientes. Dessa forma, poderemos compreender como diferentes tipos de diversidade influenciam as competências, expectativas e comportamentos relativos a um mesmo tipo de relação, como a amizade ou relacionamentos íntimos. Serão examinados os conflitos decorrentes de tais diferenças e serão treinadas competências de intervenção.
Programa
CP1: Na UC examinaremos como a cultura e a natureza humana influenciam a formação, manutenção e reparação das relações interpessoais. Examinaremos as características universais, os papéis específicos de cada cultura, e os modelos culturais dessas relações. CP2: A análise das diversidades ao nível da etnia, orientação sexual e papéis relativos ao género serão usadas como exemplo para as questões, as abordagens e os métodos nesta área. CP3: Serão aplicadas teorias psicológicas e antropológicas como a teoria da aculturação ou o modelo de conteúdo estereotípico para analisar como a diversidade afecta as relações interpessoais. CP4: Analisaremos como a diversidade molda as expectativas, emoções e comportamentos dos parceiros de relação na família, sala de aulas e local de trabalho. Para cada cenário, iremos descrever quando e como a diversidade leva ao conflito. Iremos comparar e avaliar diversas estratégias de intervenção, focando-nos nos princípios básicos da concepção da intervenção.
Processo de Avaliação
É obrigatória a frequência a 80% das aulas. Acabado o período das aulas, os alunos irão receber um tema sobre o qual deverão redigir uma dissertação de 1000-1500 palavras num período de uma semana. Esta dissertação é uma oportunidade para os alunos aplicarem o conhecimento e as competências adquiridas num problema prático. Findo esse período, os estudantes deverão submeter a sua dissertação para avaliação e feedback.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Berry, J. W. (2001). A psychology of immigration. Journal of Social Issues, 57, 615-631.
Bolin, A., & Whelehan, P. (2009). Sexual orientation, behaviors, lifestyles. In Human sexuality: biological, psychological, and cultural perspectives (pp.412-432). New York: Taylor & Francis.
Gardiner, H. W., & Kosmitzki, C. (2011). Lives across cultures: Cross-cultural human development. Boston: Allyn & Bacon/Pearson.
Goodwin, R. (1999). Personal relationships across cultures. New York, NY:Routledge.
Hebl, M. R., Law, C. L., & King, E. (2010). Heterosexism. In J. F. Dovidio, M. Hewstone, P. Glick, & V. M. Esses (Eds.), The Sage Handbook of prejudice, stereotyping, and discrimination (pp. 345-360). London: Sage.
Hendrick, C., & Hendrick, S. (2004) (Eds.) Close Relationships: A Sourcebook. Thousand Oaks: Sage.
Roberson, L., & Kulik, C. T. (2007). Stereotype threat at work. The Academy of Management Perspectives, 21, 24-40.
Bibliografia Opcional
Aboud, F. E., Mendelson, M. J., & Purdy, K. T. (2003). Cross-race peer relations and friendship quality. International Journal of Behavioral Development, 27, 165-173.
Bailey, J. M., Vasey, P. L., Diamond, L. M., Breedlove, S. M., Vilain, E., & Epprecht, M. (2016). Sexual orientation, controversy, and science. Psychological Science in the Public Interest, 17(2), 45-101.
Bartos, S. E., Berger, I., & Hegarty, P. (2014). Interventions to reduce sexual prejudice: A study-space analysis and meta-analytic review. Journal of Sex Research, 51(4), 363- 382.
Baumeister, R. F., Catanese, K. R., & Vohs, K. D. (2001). Is there a gender difference in strength of sex drive? Theoretical views, conceptual distinctions, and a review of relevant evidence. Personality and social psychology review, 5(3), 242-273.
Berjot, S., & Gillet, N. (2011). Stress and coping with discrimination and stigmatization. Frontiers in psychology, 2, 1-13.
Bhugra, D. (2004). Migration, distress and cultural identity, British Medical Bulletin, 69, 129-41
Buss, D. M., & Schmitt, D. P. (1993). Sexual strategies theory: an evolutionary perspective on human mating. Psychological review, 100(2), 204-232. Bussey, K. (2011). Gender identity development. In Handbook of identity theory and research (pp. 603-628). Springer, New York, NY.
Carnaghi, A., & Bianchi, M. (2017). Group Labeling. In H. Giles & J. Harwood (Eds.) Encyclopedia of Intergroup Communication. New York: Oxford University Press.
Cass, V. C. (1979). Homosexuality identity formation: A theoretical model. Journal of homosexuality, 4(3), 219-235.
Cass, V. C. (1984). Homosexual identity formation: Testing a theoretical model. Journal of sex research, 20(2), 143-167.
Conley, T. D., Moors, A. C., Matsick, J. L., Ziegler, A., & Valentine, B. A. (2011). Women, men, and the bedroom: Methodological and conceptual insights that narrow, reframe, and eliminate gender differences in sexuality. Current Directions in Psychological Science, 20, 296-300.
Fassinger, R. E., & Miller, B. A. (1997). Validation of an Inclusive Modelof Sexual Minority Identity Formation on a Sample of Gay Men. Journal of Homosexuality, 32(2), 53-78.
Herek, G.M. (2004). Beyond "homophobia": Thinking about sexual stigma and prejudice in the twenty-first century, Sexuality Research and Social Policy, 1, 6-24.
Hebl, M. R., & Dovidio, J. F. (2005). Promoting the "social" in the examination of social stigma. Personality and Social Psychology Review, 9(2), 156-182.
Hyde, J. S. (2014). Gender similarities and differences. Annual review of psychology, 65, 373-398.
Kalokerinos, E. K., von Hippel, C., & Zacher, H. (2014). Is stereotype threat a useful construct for organizational psychology research and practice?. Industrial and Organizational Psychology, 7(3), 381-402.
Konan, P. N., Chatard, A., Selimbegović, L., & Mugny, G. (2010). Cultural diversity in the classroom and its effects on academic performance: A cross-national perspective. Social psychology, 41(4), 230.
Martin, K. A. (2009). Normalizing heterosexuality: Mothers' assumptions, talk, and strategies with young children. American Sociological Review, 74(2), 190-207.
Martin, C. L., & Ruble, D. (2004). Children's search for gender cues: Cognitive perspectives on gender development. Current directions in psychological science, 13(2), 67-70. McCarn, S. R., & Fassinger, R. E. (1996). Revisioning sexual minority identity formation: A new model of lesbian identity and its implications for counseling and research. The Counseling Psychologist, 24(3), 508-534.
Petersen, J. L., & Hyde, J. S. (2011). Gender differences in sexual attitudes and behaviors: A review of meta-analytic results and large datasets. Journal of Sex Research, 48, 149-165.
Phinney JS, Ong A, Madden T. (2000). Cultural values and intergenerational value discrepancies in immigrant and nonimmigrant families. Child Development, 71, 528-539.
Ragins, B. R. (2008). Disclosure disconnects: Antecedents and consequences of disclosing invisible stigmas across life domains. Academy of Management Review, 33(1), 194-215.
Rudman, L. A., & Phelan, J. E. (2008). Backlash effects for disconfirming gender stereotypes in organizations. Research in organizational behavior, 28, 61-79.
Savin-Williams, R. C. (2016). Sexual orientation: Categories or continuum? Commentary on Bailey et al.(2016). Psychological Science in the Public Interest, 17(2), 37-44.
Sullivan, J., Moss-Racusin, C., Lopez, M., & Williams, K. (2018). Backlash against gender stereotype-violating preschool children. PloS one, 13(4), http://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0195503.
Vedder P.H. (2005). Language, ethnic identity, and the adaptation of immigrant youth in the Netherlands, Journal of Adolescent Research 20, 396-416.
Williams, J. E., Satterwhite, R. C., & Best, D. L. (1999). Pancultural gender stereotypes revisited: The five factor model. Sex roles, 40(7-8), 513-525.
Zosuls, K. M., Miller, C. F., Ruble, D. N., Martin, C. L., & Fabes, R. A. (2011). Gender development research in sex roles: Historical trends and future directions. Sex roles, 64(11-12), 826-842.
https://www.nature.com/news/sex-redefined-1.16943
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo desenvolver métodos de dependência contemplando duas situações de investigação de grande aplicação na área das Ciências Sociais e Humanas. São analisados designs complexos nos quais são testados modelos com efeitos de moderação e efeitos de mediação. São realizadas aplicações através de Regressão Linear Múltipla e Regressão Logística. A apresentação dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo situações de análise com apoio de um software de Estatística (SPSS) e da macro PROCESS (Hayes, 2018).
Programa
1. Modelação: moderação e mediação 1.1 Moderação: efeito de interação 1.2 Mediação: cadeia de efeitos 1.3 Análise de artigos com moderação e mediação 2. Modelação de moderação via Regressão Linear (OLS) 2.1 OLS com efeitos principais e efeitos de interação 2.2 Moderadora quantitativa 2.3 Moderadora categorizada 2.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 2.5 Reportar resultados em tese/artigo 3. Modelação de mediação via OLS 3.1 Mediadora quantitativa 3.2 Estimar e testar efeito indireto via bootstrapping 3.3 Mediação parcial e total 3.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 3.5 Reportar resultados em tese/artigo 4. Modelação via Regressão Logística 4.1 Apresentação do modelo 4.2 Condições de aplicabilidade 4.3 Parâmetros do modelo 4.4 Aplicação com software 4.5 Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: 1. Exercício individual (65%) 2. Trabalho de grupo (35%).
Condições: 1. Nota mínima no exercício individual: 8,0 valores 2. Nota mínima no trabalho: 10 valores
A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação eriódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baron, R e Kenny D. (1986). The Moderator-Mediator Variable Distinction in Social Psychological research: Conceptual, Strategic and Statistical Considerations, Journal of Personality and Social Psychology, 51, 1173-1182. Frazier, P. A., Tix, A. P. e Barron, K. E. (2004). Testing moderator and mediator effects in counselling psychology research. Journal of Counselling Psychology, 51(1), 115-134. Hayes, A. F. (2012). PROCESS: a versatile computational tool for observed variable mediation, moderation, and conditional process modeling. MacKinnon, D. P., Fairchild, A. J. e Fritz, M. S. (2007). Mediation analysis. Annual Review of Psychology, 58, 593-614. Maroco, J. (2010). Análise Estatística com o PASW Statistics (ex-SPSS), Pero Pinheiro. Pampel, F. (2000). Logistic Regression, Sage Publications. Passos, A. e Caetano, A. (2005). Exploring the effects of intragroup conflict and past performance feedback on team effectiveness, Journal of Managerial Psychology 20, 3/4, 231-244.
Bibliografia Opcional
Aiken, L., Stephen G. (1991). Multiple Regression: Testing and interpreting interactions, Newbury Park, Sage publications.
Calheiros, M. M. (2006). A construção social do mau trato e negligência: do senso-comum ao conhecimento científico. ed. 1, ISBN: ISBN 972-31-1132, Coimbra: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e Tecnologia. Imprensa de Coimbra Lda.
Cohen, J., Cohen P., West S. e Aiken L. (2003). Applied Multiple Regression/Correlation. Analysis for the Behavioral Sciences, Mahawh: Laurence Erlbaum, 3ª ed.
Hair, J., Black, W. Babin, B. e Anderson, R. (2009). Multivariate Data Analysis, 7ª ed., Prentice-Hall International, Inc.
Preacher, K. J. e Hayes, A. F (2008). Asymptotic and resampling strategies for assessing and comparing indirect effects in multiple mediator models, Behavior Research Methods, 40 (3), 879-891, http://quantpsy.org/pubs/preacher_hayes_2008b.pdf.
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª.
Important links:
Kenny, D. A. (2011). Moderation http://davidakenny.net/cm/moderation.htm Kenny, D. A. (2012). Mediation, http://davidakenny.net/cm/mediate.htm
Jose, P.E. (2013). ModGraph-I: A programme to compute cell means for the graphical display of moderational analyses: The internet version, Version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/modgraph/
Jose, P. E. (2013) MedGraph-I: A programme to graphically depict mediation among three variables: The internet version, version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/medgraph/
On-line data bases:
The European Social Survey (ESS): http://www.europeansocialsurvey.org/.
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2 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Nuno Emanuel Pinto
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Nuno Ramos
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Sandra Gaspar Roberto
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta UC procura promover a consciência e a sensibilidade a questões da diversidade individual e cultural, como elas se aplicam nas diferentes áreas de trabalho (escola, contexto clínico, organizações, etc...). O objectivo é desenvolver competências pessoais e profissionais, focando-se especificamente na sua aplicação a diferentes contextos na psicologia.
Programa
1. Desenvolvimento Profissional e Diversidades - Valores pessoais e desenvolvimento profissional - Género e sexismo - Idade e idadismo - Raça/Etnia e racismo - Pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgénero e homofobia - Outras populações (pessoas com incapacidades, minorias religiosas, refugiados...) 2. Competências para a Diversidade Individual e Cultural: uma introdução histórica - Modelos de Competências Multiculturais - Moledos de Competência "Cor-de-rosa" ("Pink Competence") - Competências para a Diversidade Individual e Cultural e os códigos de ética em Psicologia - Para além das competências individuais: Competência Organizacional/de Serviços 3. Avaliação e Formação - Principais instrumentos de avaliação de competências para a diversidade individual e cultural - Investigação sobre o desenvolvimento e formação de competências para a diversidade individual e cultural
Processo de Avaliação
Os alunos podem optar por realizar a UC em avaliação contínua, ou por exame final. Em avaliação contínua os alunos deverão comparecer a 75% das aulas TP, e estarão sujeitos a: 1) Um ensaio individual (30%); 2) Um trabalho de grupo (70%). Ficam aprovados os alunos que obtenham uma nota final igual ou superior a 9.5 valores em cada elemento de avaliação. Os alunos poderão propor-se a um exame final (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cornish, J. et al (2010). Handbook of Multicultural Counseling Competencies. New Jersey: Wiley. Deardorff, D.K (2009). The_SAGE_Handbook_of_Intercultural_Competence. Thounsand Oaks: Sage. Lee, W. Et al (2007). Introduction to multicultural counseling for helping professionals (2nd). NY: Routledge Martines, D. (2008). Multicultural school psychology Competencies : a practical guide. London: Sage. Organization for Economic Co-Operation and Development (2010). Educating Teachers for Diversity: Meeting the Challenge. OECD Publishing. Ponterotto, J. et al (2010). Handbook of multicultural counseling (3nd edition). Thousand Oaks: Sage Pope-Davis, D. et al (2003). Handbook of Multicultural Competencies in Counseling & Psychology (Eds.). California: Sage. Sue, D.W. (2010). Microaggressions in Everyday Life: Race, Gender, and Sexual Orientation. Wiley. Thomas, A. (2018). Culture and Ethnic Diversity: How European Psychologists Can Meet the Challenges (Ed.). Boston: Hogrefe
Bibliografia Opcional
To be handed in at the beginning of each class.
American Psychological Association (2011). Guidelines for Psychological Practice with Lesbian, Gay, and Bisexual Clients. American Psychologist, 67(1), 10-42. American Psychological Association (2003). Guidelines of multicultural education, training, research, practice, and organizational change for psychologists. American Psychologist, 58(5), 377-402. Daniel, J.H., Roysircar, G., Abeles, N. & Boyd, C. (2004). Individual and Cultural-Diversity Competency: Focus on the Therapist. Journal of Clinical Psychology, 60(7), 755-770.
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Docentes
Mauro Bianchi
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Os seres humanos de todas as culturas, idades e posições sociais são motivados a envolverem-se em relações sociais gratificantes. Aqueles que o conseguem são mais felizes e mais saudáveis do que os que não o conseguem. Nesta unidade curricular será examinada a forma como a cultura molda as relações interpessoais em determinados ambientes. Dessa forma, poderemos compreender como diferentes tipos de diversidade influenciam as competências, expectativas e comportamentos relativos a um mesmo tipo de relação, como a amizade ou relacionamentos íntimos. Serão examinados os conflitos decorrentes de tais diferenças e serão treinadas competências de intervenção.
Programa
CP1: Na UC examinaremos como a cultura e a natureza humana influenciam a formação, manutenção e reparação das relações interpessoais. Examinaremos as características universais, os papéis específicos de cada cultura, e os modelos culturais dessas relações. CP2: A análise das diversidades ao nível da etnia, orientação sexual e papéis relativos ao género serão usadas como exemplo para as questões, as abordagens e os métodos nesta área. CP3: Serão aplicadas teorias psicológicas e antropológicas como a teoria da aculturação ou o modelo de conteúdo estereotípico para analisar como a diversidade afecta as relações interpessoais. CP4: Analisaremos como a diversidade molda as expectativas, emoções e comportamentos dos parceiros de relação na família, sala de aulas e local de trabalho. Para cada cenário, iremos descrever quando e como a diversidade leva ao conflito. Iremos comparar e avaliar diversas estratégias de intervenção, focando-nos nos princípios básicos da concepção da intervenção.
Processo de Avaliação
É obrigatória a frequência a 80% das aulas. Acabado o período das aulas, os alunos irão receber um tema sobre o qual deverão redigir uma dissertação de 1000-1500 palavras num período de uma semana. Esta dissertação é uma oportunidade para os alunos aplicarem o conhecimento e as competências adquiridas num problema prático. Findo esse período, os estudantes deverão submeter a sua dissertação para avaliação e feedback.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Berry, J. W. (2001). A psychology of immigration. Journal of Social Issues, 57, 615-631.
Bolin, A., & Whelehan, P. (2009). Sexual orientation, behaviors, lifestyles. In Human sexuality: biological, psychological, and cultural perspectives (pp.412-432). New York: Taylor & Francis.
Gardiner, H. W., & Kosmitzki, C. (2011). Lives across cultures: Cross-cultural human development. Boston: Allyn & Bacon/Pearson.
Goodwin, R. (1999). Personal relationships across cultures. New York, NY:Routledge.
Hebl, M. R., Law, C. L., & King, E. (2010). Heterosexism. In J. F. Dovidio, M. Hewstone, P. Glick, & V. M. Esses (Eds.), The Sage Handbook of prejudice, stereotyping, and discrimination (pp. 345-360). London: Sage.
Hendrick, C., & Hendrick, S. (2004) (Eds.) Close Relationships: A Sourcebook. Thousand Oaks: Sage.
Roberson, L., & Kulik, C. T. (2007). Stereotype threat at work. The Academy of Management Perspectives, 21, 24-40.
Bibliografia Opcional
Aboud, F. E., Mendelson, M. J., & Purdy, K. T. (2003). Cross-race peer relations and friendship quality. International Journal of Behavioral Development, 27, 165-173.
Bailey, J. M., Vasey, P. L., Diamond, L. M., Breedlove, S. M., Vilain, E., & Epprecht, M. (2016). Sexual orientation, controversy, and science. Psychological Science in the Public Interest, 17(2), 45-101.
Bartos, S. E., Berger, I., & Hegarty, P. (2014). Interventions to reduce sexual prejudice: A study-space analysis and meta-analytic review. Journal of Sex Research, 51(4), 363- 382.
Baumeister, R. F., Catanese, K. R., & Vohs, K. D. (2001). Is there a gender difference in strength of sex drive? Theoretical views, conceptual distinctions, and a review of relevant evidence. Personality and social psychology review, 5(3), 242-273.
Berjot, S., & Gillet, N. (2011). Stress and coping with discrimination and stigmatization. Frontiers in psychology, 2, 1-13.
Bhugra, D. (2004). Migration, distress and cultural identity, British Medical Bulletin, 69, 129-41
Buss, D. M., & Schmitt, D. P. (1993). Sexual strategies theory: an evolutionary perspective on human mating. Psychological review, 100(2), 204-232. Bussey, K. (2011). Gender identity development. In Handbook of identity theory and research (pp. 603-628). Springer, New York, NY.
Carnaghi, A., & Bianchi, M. (2017). Group Labeling. In H. Giles & J. Harwood (Eds.) Encyclopedia of Intergroup Communication. New York: Oxford University Press.
Cass, V. C. (1979). Homosexuality identity formation: A theoretical model. Journal of homosexuality, 4(3), 219-235.
Cass, V. C. (1984). Homosexual identity formation: Testing a theoretical model. Journal of sex research, 20(2), 143-167.
Conley, T. D., Moors, A. C., Matsick, J. L., Ziegler, A., & Valentine, B. A. (2011). Women, men, and the bedroom: Methodological and conceptual insights that narrow, reframe, and eliminate gender differences in sexuality. Current Directions in Psychological Science, 20, 296-300.
Fassinger, R. E., & Miller, B. A. (1997). Validation of an Inclusive Modelof Sexual Minority Identity Formation on a Sample of Gay Men. Journal of Homosexuality, 32(2), 53-78.
Herek, G.M. (2004). Beyond "homophobia": Thinking about sexual stigma and prejudice in the twenty-first century, Sexuality Research and Social Policy, 1, 6-24.
Hebl, M. R., & Dovidio, J. F. (2005). Promoting the "social" in the examination of social stigma. Personality and Social Psychology Review, 9(2), 156-182.
Hyde, J. S. (2014). Gender similarities and differences. Annual review of psychology, 65, 373-398.
Kalokerinos, E. K., von Hippel, C., & Zacher, H. (2014). Is stereotype threat a useful construct for organizational psychology research and practice?. Industrial and Organizational Psychology, 7(3), 381-402.
Konan, P. N., Chatard, A., Selimbegović, L., & Mugny, G. (2010). Cultural diversity in the classroom and its effects on academic performance: A cross-national perspective. Social psychology, 41(4), 230.
Martin, K. A. (2009). Normalizing heterosexuality: Mothers' assumptions, talk, and strategies with young children. American Sociological Review, 74(2), 190-207.
Martin, C. L., & Ruble, D. (2004). Children's search for gender cues: Cognitive perspectives on gender development. Current directions in psychological science, 13(2), 67-70. McCarn, S. R., & Fassinger, R. E. (1996). Revisioning sexual minority identity formation: A new model of lesbian identity and its implications for counseling and research. The Counseling Psychologist, 24(3), 508-534.
Petersen, J. L., & Hyde, J. S. (2011). Gender differences in sexual attitudes and behaviors: A review of meta-analytic results and large datasets. Journal of Sex Research, 48, 149-165.
Phinney JS, Ong A, Madden T. (2000). Cultural values and intergenerational value discrepancies in immigrant and nonimmigrant families. Child Development, 71, 528-539.
Ragins, B. R. (2008). Disclosure disconnects: Antecedents and consequences of disclosing invisible stigmas across life domains. Academy of Management Review, 33(1), 194-215.
Rudman, L. A., & Phelan, J. E. (2008). Backlash effects for disconfirming gender stereotypes in organizations. Research in organizational behavior, 28, 61-79.
Savin-Williams, R. C. (2016). Sexual orientation: Categories or continuum? Commentary on Bailey et al.(2016). Psychological Science in the Public Interest, 17(2), 37-44.
Sullivan, J., Moss-Racusin, C., Lopez, M., & Williams, K. (2018). Backlash against gender stereotype-violating preschool children. PloS one, 13(4), http://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0195503.
Vedder P.H. (2005). Language, ethnic identity, and the adaptation of immigrant youth in the Netherlands, Journal of Adolescent Research 20, 396-416.
Williams, J. E., Satterwhite, R. C., & Best, D. L. (1999). Pancultural gender stereotypes revisited: The five factor model. Sex roles, 40(7-8), 513-525.
Zosuls, K. M., Miller, C. F., Ruble, D. N., Martin, C. L., & Fabes, R. A. (2011). Gender development research in sex roles: Historical trends and future directions. Sex roles, 64(11-12), 826-842.
https://www.nature.com/news/sex-redefined-1.16943
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Docentes
Cristina Camilo
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Rita Guerra
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Introduzir a importância da cultura e do contexto social como pano de fundo de enquadramento da experiência emocional e das suas manifestações, distinguindo o que se considera universal e decorrente de uma predisposição biológica humana do que é culturalmente moldado na experiência e na expressão das emoções.
Programa
T1. Emoções sociais. T2. Bases Biológicas da Socialidade: uma introdução à Neurociência Afectiva e Social; Determinantes biológicos do comportamento social; A neurobiologia de vários comportamentos sociais (afiliação, cooperação, amizade, altruísmo, paroquialismo) e a dicotomia "nature vs nurture" na génese da socialidade. T3. Percepções de (in)justiça e emoções: consequências emocionais e comportamentais de critérios de justiça e perceções de injustiça; "Crença no Mundo Justo" como motivação e mecanismo paliativo: emoções sociais e justificação do sistema. T4. Emoções intergrupais; Podem as emoções ser grupais? O BIAS (Behaviors from Intergroup Affect and Stereotypes) mapa: estereótipos, emoções e comportamentos; The"joy of pain": Schadenfreude colectiva e hostilidade/agressão intergrupal.
Processo de Avaliação
Avaliação contínua ou exame final. Avaliação contínua: trabalho de grupo (40%) + teste escrito (60%). O trabalho é subordinado a um tópico do programa, envolvendo a análise de material (e.g., filme documental/reportagem/artigo), que permita salientar diferenças culturais na experiência emocional. Inclui uma apresentação oral, que deverá promover um debate junto da turma e um relatório escrito. Exame final: 100%. Têm aprovação nesta UC, alunos com classificação final ≥ 9,5.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Caprariello et al. (2009). Social structure shapes cultural stereotypes and emotions: A causal test of the stereotype content model. Group Processes & Intergroup Relations, 12, 147-155. Correia, I. (2010). Psicologia Social da Justiça: Fundamentos e desenvolvimentos teóricos e empíricos. Análise Psicológica, XXVII, 7-28. Cuddy, A. J., Fiske, S. T., & Glick, P. (2007). The BIAS map: behaviors from intergroup affect and stereotypes. Journal of Personality and Social Psychology, 92, 631-648. Otten, S., Sassenberg, K., & Kessler, T. (2009). Intergroup relations: the role of motivation and emotion. Hove: Psychology Press. Parkison, B., Fischer, A. H., Manstead, A. S. R. (2004). Emotion in social relations: cultural, group, and interpersonal processes. New York: Psychology Press. Smith, E.R., Seger. C.R., & Mackie, D.M. (2007). Can emotions be truly group level? Evidence regarding four conceptual criteria. Journal of Personality and Social Psychology, 93, 431-446.
Bibliografia Opcional
Alves. H. (2012). Sobre a descoberta da normatividade injuntiva da expressão da crença no mundo justo - uma aventura em psicologia social. In C. Pereira & R. Costa-Lopes (Orgs.), Normas, atitudes e comportamento social (pp. 73 - 107). Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais.
Brent, L. J., Chang, S. W., Gariépy, J. F., & Platt, M. L. (2014). The neuroethology of friendship. Annals of the New York Academy of Sciences, 1316, 1-17.
Cikara, M. (2015). Intergroup schadenfreude: Motivating participation in collective violence. Current Opinion in Behavioral Sciences, 3, 12-17.
Cikara, M., Bruneau, E., Van Bavel, J. J., & Saxe, R. (2014). Their pain gives us pleasure: How intergroup dynamics shape empathic failures and counter-empathic responses. Journal of Experimental Social Psychology, 55, 110-125.
Cuddy, A. J., Fiske, S. T., & Glick, P. (2008). Warmth and competence as universal dimensions of social perception: The stereotype content model and the BIAS map. Advances in Experimental Social Psychology, 40, 61-149.
Dawes, C. T., Loewen, P. J., Schreiber, D., Simmons, A. N., Flagan, T., McElreath, R., ..., & Paulus, M. P. (2012). Neural basis of egalitarian behavior. Proceedings of the National Academy of Sciences, 109, 6479-6483.
Du, E., & Chang, S. W. (2014). Neural components of altruistic punishment. Frontiers in Neuroscience, 9, 26, 1-8.
Feldman, R. (2016). The neurobiology of mammalian parenting and the biosocial context of human caregiving. Hormones and Behavior, 77, 3-17.
Golec, A., Peker, M., Guerra, R., & Baran, T. (in press). Collective narcissism predicts vindictive collective schadenfreude . European Journal of Personality.
Jost, J.T., & Kay, A.C. (2010). Social justice: History, theory, and research. In S.T. Fiske, D. Gilbert, & G. Lindzey (Eds.). In Handbook of Social Psychology (5th edition, Vol. 2, pp. 1122-1165). Hoboken, NJ: Wiley.
Smith, R. H. (2013). The joy of pain: Schadenfreude and the dark side of human nature. Oxford: University Press.
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Ricardo Borges Rodrigues
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Sven Waldzus
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
O objectivo desta UC é permitir aos alunos o desenvolvimento de investigação empírica que teste hipóteses científicas. A condução de investigação empírica é crucial tanto para o desenvolvimento do conhecimento científico como para a análise de problemas contextuais mais específicos, como os resultados de uma intervenção. A elaboração e escrita de uma dissertação permitirá aos alunos serem participantes activos na comunidade científica. Por fim, esta UC, permitirá aos alunos o desenvolvimento de uma capacidade crítica relativamente à investigação teórica e empírica. O aluno que complete com sucesso esta UC deverá ser capaz de: - Formular um problema de investigação - Elaborar uma revisão de literatura, e utilizar teorias e evidência empírica para formular hipóteses testáveis - Desenvolver métodos e materiais para o teste empírico das hipóteses - Analisar resultados e rejeitar/confirmar hipóteses - Redigir um artigo científico e um poster descrevendo estes passos
Programa
No início desta unidade curricular, os alunos poderão escolher um tópico de interesse pessoal e relevante para o actual estado da arte, bem como um orientador. Com o orientador, os alunos deverão:
- Formular a questão de partida - Identificar literatura relevante, e elaborar uma revisão teórica e empírica - Formular o problema de investigação e as hipóteses - Desenhar um estudo que teste as hipóteses - Criar um procedimento e os materiais - Conduzir o estudo - Analisar e interpretar resultados - Elaborar o plano da dissertação - Escrever a dissertação
Processo de Avaliação
A dissertação será avaliada pelo orientador. A avaliação não será baseada na confirmação ou rejeição das hipótesea originais do estudo. A avaliação será baseada sim no mérito científico do estudo, e na sua adequação teórica e metodológica. Na avaliação, o orientador terá ainda em conta a autonomia, e grau de ajuda e orientação envolvidos no processo.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
American Psychological Association (2010). Publication manual of the American Psychological Association, 6th ed. Washington, DC: American Psychology Association.
Reis, H. T., & Judd, C. M. (Eds.) (2000). Handbook of research methods in social and personality psychology. New York: Cambridge University Press.
Sternberg, R. J. (2000). Guide to publishing in psychology journals. Cambridge: Cambridge University Press.
ISCTE (2008). Normas orientadoras para a dissertação ou trabalho de Projecto de Mestrado
Bibliografia Opcional
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Objectivos
O objectivo desta UC é preparar para o desenvolvimento de um projecto aplicado,como um programa de intervenção. Os alunos deverão traduzir na prática os conhecimentos teóricos e metodológicos que adquiriram durante o mestrado. A preparação, condução e escrita de um projecto permitirá aos alunos avaliarem criticamente o ambiente social que os rodeia,identificando problemas sociais relevantes que possam beneficiar de um programa de intervenção desenvolvido com base em investigação empírica. O aluno que complete com sucesso esta UC deverá ser capaz de: 1)Traduzir um problema social num problema de investigação; 2)Elaborar uma revisão de literatura e utilizar teorias e evidência empírica para formular hipósteses; 3)Escolher as metodologias de investigação apropriados ao problema; 4)Analisar resultados da intervenção; 5)Avaliar a eficácia da intervenção; 6)Redigir um relatório descrevendo estes passos e que seja facilmente interpretado e utilizado pelos alvos do programa de intervenção.
Programa
No início desta unidade curricular, os alunos poderão escolher um tópico de interesse pessoal e passível de ser alvo de uma intervenção, bem como um orientador. Com o orientador, os alunos deverão: - Identificar/escolher um problema social a ser intervencionado - Formular o problema de investigação com base no problema social escolhido - Identificar literatura relevante, e elaborar uma revisão teórica e empírica - Formular hipóteses - Desenhar uma intervenção - Preparar materiais - Conduzir o programa - Analisar e interpreter resultados - Avaliar a eficácia do programa - Escrever um relatório Durante este processo os alunos receberão orientações relevantes para o conteúdo do projecto, como por exemplo literatura relevante para o tópico, indicações acerca do design a utilizar, e apresentação do relatório final.
Processo de Avaliação
O relatório de projecto será avaliado pelo orientador. A avaliação será baseada na tradução eficaz/ineficaz de conceitos teóricos em programas aplicados, e na adequação teórica e metodológica do projecto à intervenção em contextos interculturais. Na avaliação, o orientador terá ainda em conta a autonomia, e grau de ajuda e orientação envolvidos no processo.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
American Psychological Association (2010). Publication manual of the American Psychological Association, 6th ed. Washington, DC: American Psychology Association. Reis, H. T., & Judd, C. M. (Eds.) (2000). Handbook of research methods in social and personality psychology. New York: Cambridge University Press. Robson C. (1993). Real world research: a resource for social scientists and practitioners-researchers. Oxford: Blackwell. ISCTE (2008). Normas orientadoras para a dissertação ou trabalho de Projecto de Mestrado
Bibliografia Opcional
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