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1 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Pretende-se que os alunos, no final desta unidade curricular, compreendam as principais demonstrações financeiras, a sua preparação e a sua utilidade para a gestão das organizações.
Programa
Capítulo 1 - A contabilidade como linguagem dos negócios Capítulo 2 - Demonstrações financeiras Capítulo 3 - Balanço Capítulo 4 - Demonstração dos resultados Capítulo 5 - Demonstração dos fluxos de caixa Capítulo 6 - Ativos fixos tangíveis Capítulo 7 - Inventários Capítulo 8 - Operações de final de período
Processo de Avaliação
1. Avaliação periódica: Teste intercalar individual (25%). Trabalho de grupo (15%). Teste final individual (60%). Requisitos: Assiduidade mínima de 2/3 das aulas lecionadas. Nota mínima de 10 valores no T grupo. Nota mínima de 7,5 valores nem cada teste. Aprovação com uma média mínima de 10 valores. 2. Avaliação por exame: Um exame final (100%). Aprovação com classificação mínima de 10 valores.
Defesa de nota: para classificação final superior a 16 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Stolowy and Ding (2017), Financial Accounting and Reporting: a global perspective, Cengage (5ª edição).
Lourenço et. al., 2018, Fundamentos de Contabilidade Financeira: teoria e casos. Edições Sílabo (2ª edição).
Sistema de Normalização Contabilística (SNC), 2018 - Legislação.
Bibliografia Opcional
Libby, Libby and Short, 2014, Financial Accounting: Global Edition. McGraw Hill.
Lourenço and Morais, Contabilidade Financeira: resumo sistematizado dos conceitos, lançamentos e fórmulas usados em contabilidade financeira, 2018, Edições Sílabo.
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Objectivos
O programa de EEA procura familiarizar os alunos com as dinâmicas recentes da economia portuguesa num triplo registo: macro, sectorial e regional. Para tanto explora múltiplas fontes de informação, tendo como ponto de partida as aulas onde se procura transmitir uma visão integrada de conceitos, técnicas de construção de indicadores, interpretação de resultados e síntese crítica. Constituem objectivos gerais da UC, contribuir para que os alunos: a) Adquiriram cultura de rigor no trabalho académico. b) Desenvolvam a autonomia pessoal e o espírito crítico. c) Se familiarizem com a diversidade de fontes e técnicas usadas pelos economistas. d) Apreendam os aspectos essenciais das dinâmicas recentes da economia portuguesa. e) Exercitem competências de utilização instrumental de suportes didáticos online.
Programa
I-Fontes de informação e ferramentas de trabalho II- Demografia e mercado de trabalho
III- Dinâmicas macroeconómicas em Portugal IV-Análise de conjuntura, dinâmicas sectoriais e regionais
Processo de Avaliação
A avaliação contínua materializa-se: * Numa Frequência Individual (40%) * Em 4 Fichas individuais (60%) Notas superiores a 17 (exame ou av. contínua) pressupõem a realização complementar de uma oral. São excluídos da avaliação contínua os alunos com menos de 35% na Frequência.
Será usado o smarth phone como instrumento de avaliação.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Albarello, Luc et alli. (1997) Práticas e Métodos de Investigação em Ciências Sociais, Gradiva, Lisboa. - BP (...) Relatório Anual; Banco de Portugal - EU (...) Europe in Figures-Eurostat Yearbook - EU (...) Eurostat Regional Yearbook - Mamede, Ricardo Paes (2015) O que fazer com este país. Marcador, Lisboa. - Mateus, Augusto, ed. (2013) 25 anos de Portugal Europeu. Fundação Francisco Manuel dos Santos, Lisboa. - OCDE (2008) Estudos Territoriais: Portugal, OCDE/IFDR, Lisboa. - PNUD (...) Relatório do Desenvolvimento Humano
Bibliografia Opcional
- Chaves, Cristina et alli (2000) Instrumentos Estatísticos de Apoio à Economia, McGraw-Hill, Lisboa.
- Reich, Ufz-Peter (2001) National Accounts and Ec. Value.
- Reis, Filipa Lopes dos (2010) Como elaborar uma dissertação de Mestrado, Pactor, Lisboa.
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Objectivos
Contacto com as concepções da economia, as principais etapas e correntes do pensamento económico e a aprendizagem de conceitos e categorias fundamentais da análise económica.
Programa
P1 A Economia como ciência e como objecto de conhecimento P2 Economia, Moral e Política: da Grécia Antiga à construção do Estado Moderno P3 A Economia Política Clássica P4 O capitalismo e os seus críticos P5 As origens da Economia Neoclássica P6 A crítica à Economia Neoclássica: Institucionalismo e Evolucionismo P7 As crises económicas e o papel económico do Estado: Keynes P8 O novo liberalismo: a Escola Austríaca e a Escola de Chicago P9 Tendências actuais do debate na Economia
Processo de Avaliação
Avaliação contínua Assiduidade mínima de 80% Nota mínima do teste intermédio e da frequência: 8 valores Instrumentos de avaliação: Teste intermédio (35%) Teste final (35%) Trabalho de grupo envolvendo dois grupos por sessão: (grupo 1) apresentação oral (15%) e poster (10%); (grupo 2) debate (5%) Avaliação final Exame 1ª e 2ª épocas (nota final correspondente à nota do exame)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Notas Pedagógicas 1: A Economia como ciência e como objecto de conhecimento Notas Pedagógicas 2: As origens da Economia Política Clássica Notas Pedagógicas 3: A Economia Política Clássica Notas Pedagógicas 4: As Críticas à Economia Política Clássica I Notas Pedagógicas 5: As Críticas à Economia Política Clássica II Notas Pedagógicas 6: Marginalismo e fundamentos da corrente neoclássica Notas Pedagógicas 7: A ruptura de Keynes Notas Pedagógicas 8: As heterodoxias: o Institucionalismo e o Evolucionismo Notas Pedagógicas 9: Panorama Actual do Pensamento Económico Backhouse, Roger (2002), The Penguin History of Economics, London, Peguin Books. Louçã, Francisco, e José Maria Castro Caldas (2009), Economia(s), Lisboa, Edições Afrontamento
Bibliografia Opcional
Milonakis, Dimitris e Ben Fine (2009), From Political Economy to Economics, Routledge Samuels,Warren, Jeff Biddle e John Davis (2003), A Companion to the History of Economic Thought, Balckwell Publishing Galbraith, J. K. (1994), A Short History of Financial Euphoria, Penguin Books. Nunes, A. Sedas (1992), História dos Factos e das Doutrinas Sociais, da formação histórica do capitalismo ao marxismo, Lisboa Editorial Presença. Nunes, A. Sedas (1977), Questões Preliminares Sobre as Ciências Sociais, Editorial Presença/Gabinete de Investigações Sociais. Pressman, Steven (2006), Fifty Major Economists, London, Routledge. Samuelson, Paul e Nordhaus, William, Economia, 18 ed., McGrawHIll, 2005.
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Objectivos
Introduzir o estudante na análise das organizações e da sua gestão, apresentando os principais modelos e os seus contextos, analisando o meio envolvente das organizações e os principais conceitos e teorias no quadro das funções do processo de gestão.
Programa
1. Gestão nas organizações Gestão e organizações Funções do processo de gestão Gestão e o seu contexto 2. Teorias da gestão Modelo dos valores contrastantes Modelo racional 3. Modelo burocrático Modelo de relações humanas Modelo de sistemas abertos 3. O meio envolvente dos negócios e a responsabilidade social da organização O meio envolvente imediato O meio envolvente geral A análise das partes interessadas Ética e responsabilidade 4. Planeamento e tomada de decisão Tipos de planeamento e seus propósitos Tipos de decisões e processo de decisão 5. Estrutura e cultura Elementos e tipos Culturas organizacionais Estruturas mecanicistas e organicistas Factores contingenciais da estrutura 6. Liderança e motivação Fontes de poder e processo de influência Modelos de influência Teorias da motivação (de conteúdo/processo) 7. Controlo Controlo como função do processo de gestão Perspectivas sobre o controle e eficácia
Processo de Avaliação
A avaliação pode ser periódica ou por exame final A avaliação periódica constará de: Apresentações orais - 30%; Mini-fichas (nas aulas práticas) - 10%; Frequência final - 60% A nota de cada uma das componentes deve ser no mínimo de 7,50. Assuidade mínima nas aulas práticas: 80%. Os alunos podem optar por exame no final do semestre, havendo para o efeito duas épocas. Os alunos com nota superior a 17 realizam uma oral para atribuição de nota entre 17 e 20.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BODDY, David Management, an Introduction ( Prentice Hall) - última edição
Bibliografia Opcional
Bartol, Kathryn M., Martin, David C., 2nd edition, McGraw Hill Edition Casos e artigos a serem indicados
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Objectivos
Esta unidade curricular tem como objectivo geral introduzir os alunos às noções elementares de Álgebra Linear e do Cálculo em Rn. Subdividindo esse objectivo geral, no plano conceptual, serão apresentados aos alunos os principais conceitos da álgebra linear de matrizes e determinantes e dos espaços vectoriais e do cálculo diferencial em Rn. No plano das práticas, desenvolvemos competências no sentido capacitar os alunos na operacionalização dos referidos conceitos e na sua aplicação na resolução de exercícios e problemas no âmbito da gestão e da economia.
Programa
1. Matrizes e Determinantes Definições e conceitos Operações com matrizes. Dependência linear. Sistemas de Equações lineares Determinante de uma matriz quadrada. Propriedades. Teorema de Laplace Inversão de matrizes 2. Espaços Vectoriais Definições e conceitos. Bases e dimensão. Transformações lineares Vectores próprios e valores próprios Formas quadráticas Produto interno e norma. Ortogonalidade. Bases ortonormadas. 3. Cálculo diferencial em Rn Generalidades sobre funções de duas ou mais variáveis Definição de função de duas ou mais variáveis reais. Domínio de definição. Representação Gráfica Limites e continuidade Derivação parcial de 1.ª ordem Diferenciabilidade. Regra de derivação composta. Derivada dirigida Derivadas e diferenciais de ordem superior. Mudança na ordem de derivação. Teorema de Young-Schwarz Derivada da função composta para ordens de derivação superior à primeira Determinantes funcionais Funções homogéneas
Processo de Avaliação
Avaliação periódica (Época Normal): 1. Teste intermédio (30%) 2. Trabalho grupo (20%) 3. Frequência (50%) Nota mínima-Teste Intermédio/Frequência:8. A avaliação por exame consiste num exame na 1ª época. Os alunos sem aprovação na UC em Avaliação Contínua podem realizar Exame da Época de Recurso. Os alunos com classificação final superior a 16 poderão ter de realizar uma prova de defesa de nota, após a qual não ficarão, em caso algum, com nota final inferior a 16 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Ferreira, M.A.M. e I. Amaral (2006). Álgebra Linear Vol. 1 - Matrizes e Determinantes, Lisboa: Edições Sílabo. Ferreira, M.A.M. e I. Amaral (2003). Álgebra Linear Vol. 2 - Espaços Vectoriais, Lisboa: Edições Sílabo (3ª edição). Ferreira, M.A.M. e I. Amaral (1996). Cálculo Diferencial em Rn, Lisboa: Edições Sílabo, (5ª edição). Simon, Carl. P. and Lawrence Blume (2010, 6th edition). Mathematics for Economists,W.W. Norton and Company Herman, Eugene A. and Michael Pepe (2005). Visual Linear Algebra. Wiley
Bibliografia Opcional
Renshaw, G. (2012) Maths for Economics, 3rd Edition, Oxford University Press. Oxford.
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1 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
Após frequência e aprovação da unidade Curricular os alunos devem compreender a relevância da contabilidade de gestão para a gestão das organizações em ambientes competitivos, dominar os conceitos fundamentais de custeio de inventários e determinação do resultado, identificar as questões subjacentes à informação para a tomada de decisão e aplicar as inerentes metodologias.
Programa
1.Objetivos da contabilidade de gestão 2.Introdução aos conceitos e classificação de custos 3.Sistemas de custeio e efeitos nos resultados e inventários 4.Imputação de custos indirectos 5.Imputação dos custos conjuntos 6.Produção por ordens de encomenda 7.Produção por processos 8.Introdução à análise custos/volume/ resultados
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: Resolução de exercícios 5%;1ºminiteste 20%; 2º miniteste 25%. Frequência época normal 50% Requisitos cumulativos: Assiduidade mínima de 2/3 das aulas; Entregar todos os casos de avaliação; Nota mínima de 7,5 valores na média dos dois minitestes; Nota mínima de 8 valores na frequência. Avaliação por exame 1ª época e 2ª época: teste escrito 100% classificação mínima de 10 valores Existe uma prova adicional para os alunos que que obtiverem classificação superior a 16.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Datar, S.M.; Rajan, M.V. (2016), Hornegren´s Cost Accounting: A Managerial Emphasis, 16th edition, Prentice Hall. -Drury, C. (2015) Management and Cost Accounting, 9th Edition, Cengage Learning. -Weygandt, Kimmel, Kieso (2018), Financial and Managerial Accounting, 3nd edition, John Wiley and Sons.
Bibliografia Opcional
-Franco, V., Oliveira, A.V., Morais, A.I., Oliveira, B.J., Lourenço, I., Major, M.J., Jesus, M.A. e Serrasqueiro, R. (2015) Os Custos, os Resultados e a Informação para a Gestão, 4ª Edição, Livros Horizonte, Lisboa.
-Drury, C. (2016), Management Accounting for Business, 6th Edition, South-Western / Cengage Learning.
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Objectivos
Esta unidade curricular pretende desenvolver competências no domínio do Cálculo. A UC procura promover uma aprendizagem adequada das ferramentas matemáticas no domínio de optimização e o desenvolvimento de competências no sentido de as aplicar em problemas práticos da análise económica.
Programa
1. Extremos em Rn 1.1 Extremos de funções de mais de uma variável 1.1.1 Extremos livres de funções de mais de uma variável 1.1.2 Extremos condicionados de funções de mais de uma variável 1.1.3 Funções implícitas e extremos de funções implícitas 1.1.4 Método de Kuhn-Tucker 2. Séries numéricas 2.1 Séries numéricas 2.1.1 Definições e exemplos 2.1.2 Convergência de séries 2.2 Séries de funções e séries de potências 2.2.1 Desenvolvimento em série de Mac-Laurin/Taylor 3. Cálculo integral em R 3.1 Primitivas 3.2 Conceito e cálculo integral. 3.3 Cálculo de áreas. 4. Introdução às equações diferenciais ordinárias (EDO) 4.1 Definições e generalidades 4.2 EDO Variáveis Separadas ou Separáveis; Lineares 1ª Ordem; Bernoulli. 4.3 Análise Qualitativa de Equações Diferenciais Autónomas 5. Introdução às equações às diferenças (EDF) 5.1 Recursividade e Iteração 5.2 Equações Lineares com Coeficientes Constantes - Homogéneas e de Primeira Ordem
Processo de Avaliação
1. Avaliação Periódica: - Assiduidade mínima de 24 aulas. - Teste intermédio (40%): prova escrita realizada durante o período letivo; nota mínima de 8.0 valores. - Duas atividades de avaliação a pares (10% + 10%); nota mínima de 8.0 valores. - Frequência (40%): prova escrita realizada na 1ª época de avaliação; nota mínima de 8.0 valores. 2. Avaliação por exame: realização de uma prova escrita (peso de 100%) na 1ª época ou na 2ª época do período de avaliação. Atenção ver ainda: Observações
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
James Stewart, Cálculo Volume 1 -- Tradução da 8ª. Edição Norte Americana, 2017, Cengage Learning.
James Stewart, Cálculo Volume 2 -- Tradução da 8ª. Edição Norte Americana, 2017, Cengage Learning.
Hughes-Hallett, Gleason, McCallum, et. al. (2005), Calculus, Single and Multivariable, Wiley
McCallum, Hughes- Hallet, Gleason et. al. (2005), Calculus Multivariable, Wiley
Apostol, Tom M. Calculus, volume I. John Wiley & Sons, 2007
Chiang, A. C. Fundamental Methods of Mathematical Economics. ed. McGraw-Hill, Inc, 1984
Bibliografia Opcional
Pires, Cesaltina (2011), Cálculo para Economia e Gestão, Escolar Editora.
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Objectivos
Os principais objetivos desta cadeira são:
a) Disponibilizar um esquema de raciocínio próprio de um economista, permitindo que o aluno tome decisões racionais em questões económicas diversas;
b) Apresentar os "blocos" principais da análise microeconómica, nomeadamente: conceitos introdutórios e mercados, teoria do consumidor, teoria do produtor e estruturas de mercado;
b) Fornecer o instrumental necessário para permitir a compreensão de várias ações de política económica tomadas pelas entidades públicas;
c) Capacitar os alunos para, no decurso da sua licenciatura e posteriormente, acederem a conhecimento mais especializado em diferentes áreas de economia aplicada.
Programa
CP1. PARTE A: Microeconomia - Conceitos Introdutórios - Conceitos fundamentais - Procura, oferta e equilíbrio de mercado - Excedentes, eficiência e falhas de mercado - Elasticidades - Intervenção do Governo na economia (impostos e preços regulados) CP2. PARTE B: Teoria do Consumidor - Preferências e utilidade - Restrição orçamental - Escolha ótima - Procura individual e Procura de mercado
CP3. PARTE C: Teoria do Produtor - Produção - Custos
CP4. PARTE D: Estruturas de Mercado - Concorrência Perfeita - Monopólio - Outros Modelos de Concorrência Imperfeita
Processo de Avaliação
A avaliação decorre de uma das seguintes formas.
Regime A: Avaliação Periódica
- Exame Intermédio (40%) - Exame de 1ª época (60%)
Nota mínima: 7,5 valores nos exames intermédio e final
Regime B: Avaliação Final - Exame Final (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Varian, H. (2014), Intermediate Microeconomics - A Modern Approach, 9ª edição, Verlag Dashofer.
Textos de apoio a disponiblizar pela equipa docente.
Bibliografia Opcional
Frank, R. (2009), Microeconomics and Behavior, 8ª edição, McGraw-Hill.
Krugman, P. e R. Wells (2012), Microeconomics, 3ª edição, Worth Publishers.
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2 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Este curso tem em vista introduzir os alunos à ordem jurídica da economia em Portugal, no contexto europeu e global. Procura-se corresponder a exigências actuais da disciplina de Direito Económico. Para além do tratamento de temas convencionais da disciplina (constituição económica, administração económica, regulação da concorrência), é dada ênfase à dimensão europeia da ordem jurídica da economia em Portugal e a domínios hoje determinantes na sua regulação (mercados emergentes, qualidade, ambiente, informação). Será feita uma breve referência à regulação do comércio internacional e ao papel da OMC.
Programa
. Direito e sociedade. Direito e economia. Direito, Estado e mercado. . O Direito Económico como ramo de direito. Evolução histórica. A interdisciplinaridade no estudo do Direito Económico. As fontes do Direito Económico. . Direito e Economia: a constituição económica. . A Constituição económica portuguesa. A europeização da constituição económica. . Evolução das funções económicas do Estado. O sector empresarial do Estado. Nacionalizações, privatizações, participações sociais do Estado. Evolução das formas jurídicas do Estado empresário. A função accionista do Estado: as 'golden shares'. As parcerias público-privadas. . A regulação pública da economia. A regulação da concorrência na União Europeia e em Portugal. A regulação dos 'mercados emergentes'. . Novos desafios da regulação: ambiente, saúde pública, segurança alimentar. Mercado e sociedade da informação. . A regulação do comércio internacional.
Processo de Avaliação
Exame final e trabalho individual/grupo (oral e escrito). A primeira consistirá numa exposição oral em aula, do plano e traços gerais do trabalho sobre o tópico previamente escolhido pelo/s aluno/s. 2) A segunda traduzir-se-á num texto escrito. O texto não deverá ultrapassar as 20 páginas. Os vários elementos de avaliação serão ponderados da seguinte forma para o efeito da classificação final:Exame - 50%; Trabalho - 40%; Participação nas aulas - 10%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
SANTOS, António Carlos, Maria Eduarda GONÇALVES e Maria Manuel L. MARQUES (2014), Direito Económico, Coimbra: Almedina (7ª edição).
Bibliografia Opcional
M. M. Leitão Marques, A Goucha Soares, Concorrência. Estudos. Coimbra, Almedina, 2006. E. P. Ferreira, L. Morais, G. Anastácio (coord.), Regulação em Portugal. Novos Tempos, Novo Modelo?, Coimbra, Almedina, 2009. J. N. Calvão da Silva, Mercado e Estado. Serviços de Interesse Económico Geral, Coimbra, Almedina, 2008.
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Objectivos
- Apresentar as bases teóricas da economia do trabalho e do emprego e incentivar a sua avaliação crítica - Dotar os alunos dos conhecimentos básicos sobre o mercado de traalho e a diversidade dos modelos sociais europeus - Explorar as relações entre a base teórica e a vertente prática através da análise de dados e do estudo de casos
Programa
1: O desemprego: quadros teóricos de análise do mercado de trabalho e aplicações - Modelo neoclássico do mercado de trabalho: oferta, procura e (des)equilíbrio - Modelo keynesiano: crescimento e emprego - Síntese: o desemprego - causas e soluções - As particularidades do mercado de trabalho em Portugal
2: Desenvolvimentos microeconómicos - O papel da educação no mercado de trabalho: a teoria do capital humano e a educação enquanto sinal e filtro de capacidades - Novas explicações da relação de emprego e do desemprego: Modelos de salário de eficiência e Modelos insider-outsider
3 Trabalho e emprego na perspectiva institucionalista - Mercados internos e segmentação do mercado de trabalho - Trabalho e emprego na teoria da regulação
4. A diversidade dos modelos sociais na UE: configurações institucionais e políticas de emprego - Os vários tipos de modelos sociais na UE - Políticas de emprego na UE e em Portugal
Processo de Avaliação
Avaliação contínua:
Nota = [Teste intercalar]*30%[Frequência]*30% +[trabalho de grupo]*40% A soma do total dos dois testes tem de ser no mínimo de 8 valores. A nota do trabalho de grupo não pode prejudicar a nota final. O trabalho de grupo aborda um tema proposto pelo docente. (Max: 12 p.) O trabalho é apresentado na aula. Os alunos em avaliaçã contínua têm de ter pelo menos 80% de presenças nas aulas. Avaliação Final: Nota Final = [Exame de 1.ª Época]*100%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1. Caderno de textos com extractos dos seguintes manuais: - Borjas, George (2010, 5ª ed): Labor Economics, MacGraw-Hill, Boston. - Smith Stephen (2003, 2ª ed): Labour Economics, Routledge, London. 2. Lopes, Helena (2017): Apontamentos Módulo1. (Disponível no e-learning). 3. Banco de Portugal (2015): O mercado de trabalho português e a grande recessão, in Boletim Económico, Lisboa-Banco de Portugal, pp. 77-99.
Bibliografia Opcional
- Banco de Portugal (2009): A Economia Portuguesa No Contexto Da Integração Económica, Financeira e Monetária, Banco de Portugal. - Blanchard, O and Portugal, P. (2017): Boom, slump, sudden stop, recovery and policy options. Portugal and the euro, GEE Papers nº 72, Ministério da Economia. - Boyer, G and Smith, R. (2001): The development of the neoclassical tradition in labor economics, Industrial and Labor Relations Review, 45 (2), pp. 199-223. - Centeno, L. (coord.) (2006): Flexibilidade e segurança no mercado de trabalho português, Colecção Cogitum nº 25, Lisboa, DGEEP. - Centeno, M. (2013): O trabalho - Uma visão de mercado, Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos. - European Commission: (2018): Employment and social developments in Europe Report - 2018; Office for official publications of the European Communities, Luxembourg. - Hudson, K. (2007): The new labor market segmentation: labor market dualism in the new economy, Social Science Research, 36: 286-312. - Lopes, H., Calapez, T.; Lagoa, S. (2014): Work autonomy, work pressure and job satisfaction: An analysis of EU countries, Economic and Labour Relations Review, 25(2): 306-326. - Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (2016): Livro Verde sobre as Relações laborais 2016, Lisboa: MTSS. - OECD (2018): OECD Employment Outlook - 2018. https://cdn.20m.es/adj/2018/07/04/3949.pdf - Ribeiro Mendes, F. (2011): Segurança Social: O futuro hipotecado, Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos. - Santos, B. and Fernandes, S. (2015): Internal devaluation and unemployment: the case of Portugal, Policy Paper 154, Jacques Delors Institute - Vaughan-Whitehead, D. (ed.) (2014): The European Social Model in Crisis: Is Europe losing its Soul?, Geneva, ILO.
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Objectivos
Aplicar técnicas de análise estatística na resolução de problemas concretos nos domínios da Economia e Gestão.
Programa
CP 1: Teoria das probabilidades: revisões e teorema da probabilidade total e fórmula de Bayes. CP 2: Variáveis aleatórias (funções de variáveis aleatórias e seus parâmetros). CP 3: Principais distribuições teóricas de variáveis aleatórias discretas e contínuas. CP 4: Distribuições Amostrais teóricas. Distribuições das estatísticas mais importantes e aplicação da estatística univariada e bivariada a partir de uma amostra aleatória com dados primários. CP 5: Estimação de parâmetros: pontual e por intervalos (IC para média, proporção, diferença de médias e variância)
Processo de Avaliação
Avaliação períodica: 1-teste intermédio (TI)+teste final (TF) (pesos: TI- 40% e TF-60%) 2-nota mínima de 7,5 valores em cada teste (TI e TF);3-presença em, pelo menos, 2/3 das aulas leccionadas;4-uma inscrição prévia nos testes. O processo de inscrição será detalhado pelo docente, em sala de aula. Exame final: Exame escrito (peso: 100%). Os alunos abrangidos pelo "Regulamento Interno para Estudantes com Estatutos Especiais" devem contatar o docente.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Anderson , D., Sweeney, J., Williams, T., Camm, J. (2013). Statistics for Business and Economics. Mason: South Western CENGAGE learning. Reis, E., P. Melo, R. Andrade & T. Calapez (2015) Estatística Aplicada (Vol. 1), 6ª ed., Lisboa: Sílabo. -Reis, E., P. Melo, R. Andrade & T. Calapez (2016) Estatística Aplicada (Vol. 2), 5ª ed., Lisboa: Sílabo. -Reis, E., P. Melo, R. Andrade & T. Calapez (2012) Exercícios de Folhas de apoio à cadeira
Bibliografia Opcional
Pinto, J., Curto, J. (2010)Estatística para a Economia e Gestão, 2ª edição, Lisboa: Sílabo. Estatística Aplicada - Vol. 1, 2ªed, Lisboa: Sílabo. -Reis, E., P. Melo, R. Andrade & T. Calapez (2014) Exercícios de Estatística Aplicada - Vol. 2, 2ªed, Lisboa: Sílabo.
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Objectivos
Compreender os aspectos cruciais do funcionamento de uma economia mista (mercado mais instituições de política económica) em termos macroeconómicos e as suas flutuações no curto prazo, com grande ênfase em economia aberta e com imperfeições nos mercados.
Programa
1. Introdução à Macroeconomia 2. A Medição dos Principais Agregados Macroeconómicos 3. O Problema do Crescimento no Longo Prazo 4. O Mercado de Trabalho, Salários e Desemprego 5. Inflação 6. Introdução à Análise de Curto Prazo 7. A Grande Recessão Actual: Uma Primeira Perspectiva 8. A Curva IS 9. Politica Monetária e a Curva de Phillips 10. Política de Estabilização no Esquema AS/AD 11. A Grande Recessão e o Modelo de Curto Prazo 12. Taxas de Câmbio e Finanças Internacionais 13. Controvérsias Recentes na Macroeconomia
Processo de Avaliação
A avaliação decorre ao longo do semestre de trabalho e compõe-se pelos seguintes elementos: - Um teste intermédio, com uma ponderação de 50% cada - Um teste final com a ponderação de 50% A aprovação é obtida com uma classificação superior ou igual a 9,5 valores desde que a classificação no teste final seja, no mínimo, de 8 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Charles I. Jones (2013). Macroeconomics, Third Edition, W. W. Norton & Company, New York.
Bibliografia Opcional
- Stephen Williamson, Macroeconomics, Fifth Edition, Person, Boston. - Mankiw, N. Gregory (2012), Macroeconomics, 8th Edition, Worth Publishers, New York.
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Objectivos
Esta disciplina tem como objetivo desenvolver a análise microeconómica a nível intermédio iniciada em Microeconomia I, ampliando e aplicando as teorias do consumidor e produtor em diferentes estruturas de mercado a contextos intertemporais, de risco e de incerteza, de equilíbrio geral e de falhas de mercado. A disciplina contribui para o cumprimento dos seguintes subobjetivos definidos para a licenciatura em Economia: SLG41. Os estudantes serão capazes de identificar e aplicar os principais ensinamentos das teorias económicas contemporâneas SLG52. Os estudantes demonstrarão compreender as vantagens e limitações dos modelos e técnicas utilizados em Economia
Programa
1. Teoria do consumidor 1.1. Axiomas de preferências reveladas 1.2. Equação de Slutsky 1.3. Excedente do consumidor, variação compensatória e variação equivalente 1.4. Escolha do consumidor com dotação inicial 2. Escolha intertemporal 2.1. Decisão intertemporal do consumidor 2.2. Mercados de ativos 3. Decisão em contexto de incerteza 4. Teoria do equilíbrio geral 4.1. Equilíbrio geral numa economia de troca pura 4.2. Equilíbrio geral com produção 4.3. Teoria do bem-estar 5. Falhas de mercado 5.1. Externalidades 5.2. Bens Públicos 5.3. Informação Assimétrica
Processo de Avaliação
A avaliação periódica consiste em: - um teste intermédio, com um peso total de (40%) - uma prova escrita no final do semestre (60%) Para obter aprovação na disciplina, a nota de cada uma das provas escritas não pode ser inferior a 7,5 v. No regime de avaliação final, a avaliação é composta apenas por um exame individual (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Varian, Hal R. (2014), Intermediate Microeconomics: A Modern Approach, 9th edition, New York: W.W. Norton & Company. Edição alternativa em Português: Varian, Hal R. (2010), Microeconomia intermédia, 8a edição,Verlag Dashöfer.
Bibliografia Opcional
Poderá haver leituras adicionais recomendadas para partes específicas da matéria
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2 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
O objectivo principal desta unidade curricular é fornecer aos alunos conhecimentos introdutórios de algumas das principais técnicas econométricas utilizadas na análise de relações económicas lineares usando dados seccionais. Pretende-se que o aluno domine não apenas os aspectos teóricos dessas técnicas mas também que as saiba aplicar, de uma forma crítica, à análise concreta de problemas económicos usando dados reais.
Programa
P1. Introdução; P2. O Modelo de Regressão Linear Simples; P3. O Modelo de Regressão Linear Múltipla; P4. Inferência e Previsão; P5. Notas sobre Teoria Assimptótica; P6. Análise da Especificação do Modelo; P7. Modelo de Regressão Linear com Variáveis Explicativas Qualitativas; P8. Heterocedasticidade; P9. Problemas com os Dados.
Processo de Avaliação
A aprovação na disciplina realiza-se por avaliação periódica ou exame final. 1. Avaliação periódica: Elementos de avaliação: Teste #1 (35% da nota); Teste #2 (35% da nota); Trabalho de grupo #1 (15% da nota); Trabalho de grupo #2 (15% da nota). Critérios para aprovação: (i) média ponderada mínima de 10 valores; (ii) nota mínima em cada elemento de avaliação de 7,5 valores; (iii) assiduidade mínima: 2/3 das aulas 2. Exame final: Prova escrita (100% da nota).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Wooldridge, J.M. (2015), "Introductory Econometrics: a Modern Approach", 6ª Ed., South-Western Publishers.
Bibliografia Opcional
Baltagi, B.H. (2011), Econometrics, 5ª Ed., Springer. Gujarati, D.N., D.C. Porter (2009), "Basic Econometrics", 5ª Ed., McGraw-Hill. Hill, R.C., W.E. Griffiths, G.C. Lim (2011), "Principles of Econometrics", 4ª Ed., John Wiley & Sons. Johnston, J., J. Dinardo (2001), "Métodos Econométricos", 4ª Ed., McGraw-Hill. Kennedy, P. (2008), "A Guide to Econometrics", 6ª Ed., Wiley-Blackwell. Koop, G. (2013), "Analysis of Economic Data", 4ª Ed., John Wiley & Sons. Oliveira, M.M., L.D. Santos, N. Fortuna (2011), "Econometria", Escolar Editora. Stock, J.H., M.W. Watson (2010), "Introduction to Econometrics", 3ª Ed., Addison-Wesley.
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Objectivos
O aluno deverá ser capaz de compreender e saber discutir as principais dimensões da economia internacional real (comércio, IDE, política comercial, setores críticos).
Programa
1. Teorias Tradicionais do Comércio 2. Modernas Teorias do Comércio 3. Análise Empírica do Comércio 4. Geografia Económica 5. Política Comercial 6. Mobilidade de Fatores 7. Tendências Estruturais da Economia Internacional 8. Setores Críticos na Economia Internacional: Uma Introdução
Processo de Avaliação
A avaliação desta UC é realizada em dois momentos: (1) ao longo do período lectivo, ou, (2) avaliação final, em duas épocas.
Avaliação Periódica(1):
A avaliação é realizada através das seguintes componentes: i) Trabalho de grupo (50%) ii) Exame final individual (50%) - nota mínima neste teste: 7,5 val.
Avaliação Final (2): Exame Final com peso de 100%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
[1] Krugman, P., Obstfeld, M. e Melitz, M. (2012), International Economics, Addison-Wesley. [2] Anderson, W. (2012), Economic Geography, Routledge. [3] Rodrigue, J. (2013), The Geography of Transport Systems, Routledge. [4] Textos de apoio a disponibilizar pela equipa docente [5] Artigos e documentos de trabalho publicados em revistas internacionais ou em séries de working papers [6] Relatórios de Instituições Internacionais (ex: World Trade Report, World Investment Report,...)
Bibliografia Opcional
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Objectivos
O1. Estudar o processo de criação de moeda; O2. Estudar o financiamento da economia; O3. Estudar a determinação das taxas de juro e da taxa de câmbio; O4. Estudar e a forma como o banco central conduz a política monetária na zona euro.
Programa
P1. O PROCESSO DE CRIAÇÃO DE MOEDA
P2. O FINANCIAMENTO DA ECONOMIA
P3. OS INSTRUMENTOS DE POLÍTICA MONETÁRIA E A DETERMINAÇÃO DAS TAXAS DE JURO DE CURTO PRAZO
P4. A DETERMINAÇÃO DAS TAXAS DE JURO DE MÉDIO E LONGO PRAZO
P5. A LIQUIDEZ EXTERNA DA ECONOMIA
P6. OS MERCADOS CAMBIAIS E A DETERMINAÇÃO DA TAXA DE CÂMBIO
P7. O PROCESSO DE CRIAÇÃO DA ZONA EURO
P8. A POLÍTICA MONETÁRIA DO BANCO CENTRAL EUROPEU
Processo de Avaliação
O aluno pode optar por uma das seguintes formas de avaliação:
Forma A: Nota Final = [Teste Intermédio]*50% +[Segundo Teste]*50%
Obs: O Teste Intermédio tem quatro questões. O Exame Final tem oito questões. O Segundo Teste corresponde às últimas quatro questões do Exame Final.
Forma B: Nota Final = [Exame Final]*100%
Assiduidade mínima exigida para obter aprovação na disciplina: 80% das aulas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Leão, E., Leão, P. e Lagoa, S. (2011). "Política Monetária e Mercados Financeiros", 2ª Edição, Edições Sílabo.
Matthews; K., Giuliodori, M. and Mishkin, F. S. (2014). "The Economics of Money, Banking and Financial Markets - European Edition", 1st Edition, Pearson Education.
European Central Bank. (2011). "The Monetary Policy of the ECB", 3rd Edition, ECB.
Bibliografia Opcional
Adrian, T., Shin, H.S. (2009), "Money, Liquidity and Monetary Policy", American Economic Review: Papers & Proceedings, 99:2, pg. 600-605
Bofinger, Peter. (2001). "Monetary Policy: Goals, Institutions, Strategies and Instruments", Oxford University Press. Hubbard, R. and O'Brien, A. (2013). "Money, Banking and the Financial System", 2nd edition, Pearson. Issing, O., Gaspar, V., Angeloni, I., Tristani, O. (2001). "Monetary Policy in the Euro Area", Cambridge University Press. Miller, R. and Vanhoose, D. (2006). "Money, Banking and Financial Markets", 3rd edition, South Western.
Mishkin, F.S. (2011), "Monetary policy strategy: Lessons from the crisis", NBER Working Paper Nº 16755, February.
Martin, C., Milas C. (2012), "Quantitative Easing: A sceptical survey", Oxford Review of Economic Policy, 28:4, pg. 750-764. Pilbeam, K. (2010). "Finance and Financial Markets", 3rd edition, Palgrave Macmillan. Relatórios anuais do Banco de Portugal. Relatórios do Banco Central Europeu.
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Objectivos
O1. Apresentar justificações para a intervenção do Estado na economia; O2. Estudar casos específicos de intervenção do Estado na economia; O3. Estudar a evolução e os desafios recentes da intervenção do Estado em áreas concretas da economia portuguesa; O4. Estudar o financiamento dessas intervenções;
Programa
1ª Parte: Fundamentos microeconómicos para a intervenção do Estado na economia: 1. O Sector Público; 2. A eficiência do mercado;3. As falhas de mercado;4. Bens públicos; 5. Externalidades. 2ª Parte: Formas de intervenção do Estado na economia:o Estado Social; mercado de trabalho; pensões; redistribuição do rendimento; educação; saúde; cuidados de longa duração; controvérsias atuais 3ª Parte: Finanças Públicas 1. Receitas do Estado; 2. Despesas do Estado; 3. Défice público e dívida pública; 4. Evolução dinâmica do rácio (dívida pública / PIB nominal); 5. Medidas tomadas pelos governos de Portugal desde 1991 para reduzir o défice público; 6. Sustentabilidade dinâmica da dívida pública; 7. Medidas que poderiam vir a ser tomadas para reduzir o défice público; 8. O Tratado Orçamental da União Europeia; 9. A Equivalência Ricardiana; 10. O imposto inflação; 11. O princípio do utilizador pagador aplicado ás contas públicas; 12. A teoria dos ciclos político-eleitorais.
Processo de Avaliação
O aluno deve optar por uma das seguintes formas de avaliação:
Forma A: Nota Final = [Teste Intermédio]*40% +[Segundo Teste]*40%+[trabalho de grupo]*20%
Obs: O Teste Intermédio tem quatro questões. O Exame Final tem oito questões. O Segundo Teste corresponde às últimas quatro questões do Exame Final.
Forma B: Nota Final = [Exame Final]*100%
Assiduidade mínima exigida para obter aprovação na disciplina: 80% das aulas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Stiglitz, J. E. (2000). "Economics of the Public Sector", 3rd Edition, W.W. Norton & Co.: New York/London.
Trigo Pereira, Paulo; Afonso, António; Arcanjo, Manuela e Gomes dos Santos, José Carlos (2012), "Economia e Finanças Públicas", 4ª edição, Escolar Editora.
Pinto Barbosa, A. (1998). "Economia Pública", McGraw Hill.
Silva Lopes, J. (2002). "A Economia Portuguesa desde 1960", 6ª Edição, Gradiva.
Leão, E., Leão, P. e Lagoa, S., (2011). "Política Monetária e Mercados Financeiros", 2ª edição, Edições Sílabo.
Louçã, Francisco e Castro Caldas, José (2009), "Economia(s)", Edições Afrontamento.
Barr, Nicholas (2012), "Economics of the Welfare State", 5th edition, Oxford University Press.
Relatórios do Banco de Portugal, capítulos sobre Finanças Públicas
Bibliografia Opcional
Arrow, Kenneth J. (1963), Uncertainty and the welfare economics of medical care, The American Economic Review vol. 53, nº. 5: 941-973.
Coase, Ronald H. (1960), The Problem of Social Cost, Journal of Law and Economics, 1-23.
Chang, Ha Joon (2002), Breaking the mould: an institutionalist political economy alternative to the neo liberal theory of the market and the state, Cambridge Journal of Economics, 26: 539-559.
Esping-Andersen, G. (1990) The Three Worlds of Welfare Capitalism, Cambridge, Polity Press.
Hardin, Garret (1968), The Tragedy of the Commons, Science, 162:1243-1248.
Reinhart, C. M., Rogoff, K. S. (2011), "From financial crash to debt crisis", American Economic Review, 101(5): 1676-1706.
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Objectivos
Pretende-se que os alunos, no final desta Unidade Curricular, desenvolvam competências que lhes permitam compreender os aspetos económicos essenciais no estudo do desempenho de uma economia a nível agregado distinguindo o curto do longo prazo.
Programa
1. Factos do crescimento económico e instrumentos matemáticos 2. O Modelo de crescimento de Solow 3. Convergência e contabilidade do crescimento 4. Modelos de crescimento endógeno I: modelos AK e learning-by-doing 5. Modelos de crescimento endógeno II: ideias e o modelo de Romer 6. Decisões consumo-poupança 7. Equivalência Ricardiana 8. Investimento 9. A Balança Corrente 10. O défice público e a sustentabilidade da dívida pública
Processo de Avaliação
A avaliação decorre ao longo do semestre de trabalho e compõe-se pelos seguintes elementos: - Assistir a um mínimo de 80% do total de aulas lecionadas - Um teste intermédio, com uma ponderação de 50% - Um teste final com a ponderação de 50% - A aprovação é obtida com uma classificação superior ou igual a 9,5 valores desde que a classificação no teste final seja, no mínimo, de 8 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Jones, Charles I. (2013), Introduction to Economic Growth, 3rd Edition, Norton, New York. - Jones, Charles I. (2017), Macroeconomics, 4th Edition, Norton, New York.
Bibliografia Opcional
- Abel, A., Bernanke, S. e Croushore, D. (2010). Macroeconomics, 7th Edition, - Addison Wesley, New York. - Mishkin, F.S. (2014); Macroeconomics, 2nd Edition, Policy and Practice, Pearson Addison--Wesley, New York. - Williamson, S. D. (2014), Macroeconomics, 5th Edition, Pearson Addison--Wesley, New York.
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3 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Estudar as diferentes estruturas de mercado, as estratégias das empresas e a regulação dos mercados.
Programa
1. A Empresa e os Custos 2. Concorrência Perfeita 3. Concorrência Monopolística 4. Monopólio 5. Oligopólio 6. Cartéis e Conluio 7. Fusões e Aquisições 8. Dissuasão à Entrada e Comportamentos Predatórios 9. Integração Vertical e Restrições Verticais 10. Estratégias de Preços 11. Diferenciação do Produto e Segmentação do Mercado 12. Publicidade e Qualidade do Produto 13. Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento
Processo de Avaliação
Existem dois processos de avaliação:
a) Avaliação periódica: - Assiduidade mínima de 2/3 - Trabalho de grupo (relatório + apresentação): 40%, cuja nota não pode ser inferior a 7,5v. para obter aprovação. - Prova escrita: 60%, cuja nota não pode ser inferior a 7,5v. para obter aprovação.
b) Exame final: (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Carlton, D. and J. Perloff (2015). Modern Industrial Organization, 4th ed., New York: Pearson/Addison Wesley.
Pepall, L.; D. Richards and George Norman (2014), Industrial Organization: Contemporary Theory and Empirical Applications, 5th ed., Wiley-Blackwell Publishing.
Pedro Leão (2011), Economia dos Mercados e da Empresa, Escolar Editora.
Bibliografia Opcional
Tremblay, V. and Carol Tremblay (2012), New Perspectives on Industrial Organization with contributions from Behaviour Economics and Game Theory, Springer.
Jacobson, D. e B. Andréosso-Callaghan (2005), Industrial Economics and Organization - A European Perspective, 2ª ed., McGraw-Hill.
Shepherd, W.G. (2003), The Economics of Industrial Organization, 4ª ed., Prentice Hall.
Tirole, J. (2003), The Theory of Industrial Organization, The MIT Press.
Church and Ware (2000). Industrial Organization: A Strategic Approach. Disponível grátis em: http://works.bepress.com/cgi/viewcontent.cgi?article=1022&context=jeffrey_church
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Objectivos
Esta disciplina visa o desenvolvimento dos seguintes tipos de competências. 1-Conhecimento e compreensão do conceito de Desenvolvimento, nas suas diferentes acepções e propostas teóricas; 2-Conhecimento e compreensão da evolução histórica do conceito de Desenvolvimento e da sua matriz de referência, baseada na modernidade e nas sociedades industriais; 3-Conhecimento da evolução do conceito de Desenvolvimento, no contexto da História do Pensamento Económico; 4-Conhecimento e compreensão da evolução do conceito de Desenvolvimento após a 2ª Guerra Mundial, até aos anos 70; 5-Conhecimento e compreensão da evolução recente (últimos 40 anos) dos conceitos, teorias e práticas de Desenvolvimento; 6-Conhecimento e análise de algumas experiências e projectos concretos de Desenvolvimento; 7-Capacidade de relacionar os conceitos e as práticas de Desenvolvimento; 8-Capacidade de elaborar argumentos teóricos em articulação com o conhecimento prático.
Programa
1.PROBLEMATIZAÇÃO PRELIMINAR SOBRE O CONCEITO E AS QUESTÕES DE DESENVOLVIMENTO NO MUNDO ACTUAL
2.O CONTEXTO HISTÓRICO DE AFIRMAÇÃO E DE REFERÊNCIA DO CONCEITO DE DESENVOLVIMENTO
3. A EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE DESENVOLVIMENTO NOS ÚLTIMOS 40 ANOS
4. OS CONCEITOS ALTERNATIVOS RECENTES A DESENVOLVIMENTO
5. PROBLEMAS E DESAFIOS DE DESENVOLVIMENTO DO MUNDO ACTUAL (INÍCIOS DO SÉCULO XXI)
Processo de Avaliação
O sistema de avaliação assenta nos seguintes pilares: i)realização de um trabalho de grupo,segundo um guião a fornecer aos alunos, com uma ponderação total de 50%; ii)realização de uma avaliação individual (teste com consulta),com uma ponderação de 50%; iii)participação individual e colectiva nas aulas, o que permitirá aferir/corrigir a classificação obtida a partir das alíneas anteriores, com uma margem de +- um valor.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- ARNDT, H.W. (1987) ? ?Economic Development ? The History of Na Idea?, the University of Chicago Press, Chicago and London. - CYPHER, James M. e DIETZ, James L. (1997) ? ?The Process of Economic Development?, Routledge, London And New York. - HUNT, Diana (1989) - ?Economic Theories of Development ? ?An Analysis of Competing Paradigms?, Harvester Wheatsheaf, New York. - MADDISON, Angus (1991) ? ?Dynamic Forces in Capitalist Development ? a Long-run Comparative View?, Oxford University Press, New York. - MURTEIRA, Mário (1990) ? ?Lições de Economia Política do Desenvolvimento?, Editorial Presença, Lisboa. - PERKINS, Dwight H. et alt. (2001) ? ?Economic Development?, W.W. Norton & Company, New York, 5th edition. - RAY, Debraj (1998) ? ?Development Economics?, Princeton University Press, Princeton and Chichester. - TODARO, Michael P. (2000) - ?Economics of Development?, Addison Wesley Longman, London, 7th edition.
Bibliografia Opcional
2.1.Factores e condições de afirmação do conceito de desenvolvimento - ALLEN, Tim e THOMAS, Alan (2000), ?Poverty and Development into the 21st century? Oxford University Press, New York, nova edição, ponto 1.1., p.3-10. - ARNDT (1987), p. 1-87. - CYPHER e DIETZ (1997), cap.3. - HUNT (1989), p. 44-47.
2.2. As sociedades industriais de base europeia como matriz e referência histórica, científica e sócio-cultural para o conceito de desenvolvimento - AMARO, Rogério Roque (2003), ?Desenvolvimento ? um conceito ultrapassado ou em renovação? Da teoria à prática e da prática à teoria?, in ?Cadernos de Estudos Africanos?, nº 4, Janeiro/Julho, Lisboa, p.35-70. - AMARO, Rogério Roque (1990), ?Desenvolvimento e injustiça estrutural?, in ?Communio?, nº 5, Setembro/Outubro, Lisboa, p.448-459. - ARNDT (1987), p. 49-87.
2.3.Alguns elementos sobre a evolução do pensamento económico e a noção de riqueza/desenvolvimento até à Segunda Guerra Mundial - ARNDT (1987), p. 1-48. - BLAUG, Mark (1989), ?História do Pensamento Económico?, Lisboa, Publicações D.Quixote - BRUE; Stanley L. (2000), ?The Evolution of Economic Thought?, Harcourt Inc ? Dryden, 6ª edição, Orlando (Florida), caps. 1 a 20. - EKELUND, Robert B. Jr e HÉBERT, Robert F. (1997), ?A History of Economic Theory and Method?, McGraw ? Hill International Editions, Singapore. - HUNT (1989), p. 7-25.
2.4.Desenvolvimento, Crescimento Económico e Modernização (uma perspectiva estruturalista dominante no pós-guerra)
2.5.As primeiras críticas ou complementos à visão do desenvolvimento como crescimento económico e modernização e 2.6.As teorias de desenvolvimento alternativas ao paradigma da modernização (anos 60 e 70) - ARNDT (1987), cap.5 . - HUNT (1989), caps. 4 a 7. - ROSTOW, W.W. (1990), ?The Stages of Economic Growth ? a non-communist manifesto?, Cambridge University Press, 3ª edição, cap.2. - SILVA, Maria Manuela (1965), ?Fases de um processo de Desenvolvimento Comunitário em Portugal?, in Análise Social, vol.I, 4º, 538-558. - SILVA, Maria Manuela (1965), ?Oportunidade do Desenvolvimento Comunitário?, in Análise Social, 498-511. - SO, Alvin Y. (1990), ?Social Change and Development: Modernization, Dependency and World-Systems Theory?, Sage Publications. - TODARO (2000), cap. 3, p. 79-94.
3.1. As condições e o contexto dos finais dos anos 60/início dos anos 70 ? a crise do fordismo - AMARO (2003), ponto 6, p. 52-55. 3.2. A procura de novos conceitos de Desenvolvimento nos últimos 40 anos - ALLEN e THOMAS (2000), cap.2. - AMARO, Rogério Roque (2001), ?Opções, Estratégias e Actores de Desenvolvimento em Confronto no Caso de Foz Côa?, in GONÇALVES, Maria Eduarda (coord.) (2001) ? ?O Caso de Foz Côa: um laboratório de análise sócio-política?, Edições 70, Lisboa. - AMARO (2003), pontos 7 a 10, p. 55-67. - ARNDT (1987), cap.4. - FRAGOSO, António (2005-a) ?Desenvolvimento Participativo: uma sugestão de reformulação conceptual?, in Revista Portuguesa de Educação, vol.18, nº1, Universidade do Minho, Braga, p.23-51. - FRAGOSO, António (2005-b) ?Contributos para o debate teórico sobre o desenvolvimento local: um ensaio baseado em experiências investigativas?, in Revista Lusófona de Educação, nº5, p.63-83. - FRIEDMANN, John (1996), ?Empowerment. Uma Política de Desenvolvimento Alternativo?, Celta Editora, Oeiras. - HUNT (1989), cap.9. - MEADOWS, Donella e MEADOWS, Dennis (1972), ?Os Limites do Crescimento?, Publicações Dom Quixote, Lisboa. - PERKINS et alt. (2001), cap.6. - SEERS, Dudley (1979), ?Os Indicadores de Desenvolvimento: O que estamos a tentar medir??, in Análise Social, vol.XV (60), 4º, 949-968. - TODARO (2000), cap.11. - VAN Dieren, Wouter (editor) (1995), ?Taking Nature into Account. Toward a Sustainable National Income. A Report to the Club of Rome?, Copernicus, Nova Iorque.
4. PROBLEMAS E DESAFIOS DE DESENVOLVIMENTO DO MUNDO ACTUAL (INÍCIOS DO SÉCULO XXI) - CYPHER e DIETZ (1997), caps. 9, 10 e 11. - DOWBOR, Ladislau (2006) ? ?Democracia Económica ? um passeio pelas teorias?, 114 páginas, in http://dowbor.org. - Dowbor, Ladislau (2008) ? ?Democracia Económica ? Alternativas de gestão social?, Editora Vozes, S. Paulo, 216 páginas. - DOWBOR, Ladislau (2009-a) ? ?Crise financeira: riscos e oportunidades?, 8 de Junho, 26 áginas, in http://dowbor.org. - DOWBOR, Ladislau (2009-b) ? ?A crise financeira sem mistérios ? convergência dos dramas económicos, sociais e ambientais?, 1 de Julho, 30 páginas, in http://dowbor.org. - PERKINS e alt. (2001), caps. 15,16,17 e 18. - TODARO (2000), caps. 8, 10, 13, 14 e 18. - RAY Debraj, (2000), ?What?s New in Development Economics??, New York University. - STIGLITZ, Joseph (1998), ?More Instruments and Broader Goals: Moving Toward the Post Washington Consensus?, The 1998 WIDER Annual Lecture, Helsínquia. - STIGLITZ, Joseph (1998), ?Towards a New Paradigm for Development: Strategies, Policies, and Processes?, The 1998 Prebisch Lecture at UNCTAD, Geneva. - STIGLITZ, Joseph (2002), ?Globalization and its discontents?, Allen Lane, Penguin group, London. - WADE, Robert (1990), ?Governing the Market. Economic Theory and the Role of Government in East Asian Industrialization?, Princeton University Press, New Jersey.
5.ESTRATÉGIAS E ACTORES DE DESENVOLVIMENTO ? UMA BREVE PERSPECTIVA HISTÓRICA E PROBLEMATIZAÇÃO ACTUAL
- CYPHER e DIETZ (1997), caps. 9, 10 e 11. - PERKINS e alt. (2001), caps. 15,16,17 e 18. - TODARO (2000), caps. 8, 10, 13, 14 e 18. - RAY Debraj, (2000), ?What?s New in Development Economics??, New York University. - STIGLITZ, Joseph (1998), ?More Instruments and Broader Goals: Moving Toward the Post Washington Consensus?, The 1998 WIDER Annual Lecture, Helsínquia. - STIGLITZ, Joseph (1998), ?Towards a New Paradigm for Development: Strategies, Policies, and Processes?, The 1998 Prebisch Lecture at UNCTAD, Geneva. - STIGLITZ, Joseph (2002), ?Globalization and its discontents?, Allen Lane, Penguin group, London. - WADE, Robert (1990), ?Governing the Market. Economic Theory and the Role of Government in East Asian Industrialization?, Princeton University Press, New Jersey.
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3 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
A disciplina tem os seguintes objetivos gerais: 1. Proporcionar aos alunos conhecimento sobre a evolução da economia portuguesa desde 1960; 2. Proporcionar aos alunos conhecimentos sobre o processo de integração europeu; 3. Estimular e desenvolver a análise económica dos alunos tendo como referência factos e eventos ocorridos na economia portuguesa e no processo de integração europeu.
Programa
I.Evolução da Economia Portuguesa desde 60 1.Ciclos económicos 1.1.Aspectos introdutórios 1.2.Factos estilizados 1.3.Sincronização com os parceiros económicos 2.Aspectos estruturais do desenvolvimento 2.1.Contabilidade do crescimento 2.2.Demografia 2.3.Evolução da estrutura sectorial 2.4.Emprego,capital humano 2.5.Inflação,regimes cambiais 2.6.Finanças Públicas 2.7.Relações internacionais 3.Episódios de políticas de estabilização II.Processo de integração europeia 1.Teorias de integração 2.Processo histórico da UE 3.As principais instituições 4.Políticas económicas 4.1.Introdução 4.2.PAC 4.3.Políticas de coesão, desenvolvimento regional 4.4.Política de concorrência 4.5.As estratégias 5.Política monetária na zona Euro, coordenação das políticas económicas 5.1.As políticas de gestão da procura agregada 5.2.Discussão crítica das políticas de gestão da procura agregada 5.3.A reforma do PEC 5.4.A política monetária e orçamental após a recente crise financeira
Processo de Avaliação
Avaliação contínua (AC): 1. Teste intermédio (TI) - 1ª parte do programa 2. Teste final (TF) - 2ª parte do programa A nota final (NF) = 0,4*TI+0,6*TF São excluídos da AC os alunos que em qualquer dos momentos de avaliação tiverem nota <7,5. Os alunos deverão registar uma assiduidade igual ou superior a 67% para estarem considerados em AC. Os alunos que não se encontram em AC sujeitam-se a exame final, que valerá 100%.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Silva Lopes, A Economia Portuguesa desde 1960, 6ª edição, Novembro de 2002, Gradiva. Banco de Portugal, A Economia Portuguesa no Contexto da Integração Económica, Financeira e Monetária, Dezembro de 2009. De Grauwe, P (2016), Economics of Monetary Union, 11th Edition, Oxford University Press.
Bibliografia Opcional
Artigos e textos diversos publicados, nomeadamente, pelo Banco de Portugal, BCE, Comissão Europeia, FMI (several papers published by Banco de Portugal, ECB, European Commission, IMF). Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, O impacto do Euro na Economia Portuguesa, Ministério das Finanças, Abril 1998. Barreto, António (2000), A Situação Social em Portugal, 1960-1995, Lisboa, ICS. Pinto, A. M. (2007), Economia Portuguesa Melhor é Possível, Almedina, Março de 2007. Issing, O. & others (2001), Monetary Policy in the Euro Área, Cambridge University Press.
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Objectivos
Esta UC visa o desenvolvimento dos seguintes tipos de competências:
1. Conhecimento e compreensão dos principais conceitos e indicadores em matéria de competitividade e coesão;
2. Conhecimento e compreensão da situação portuguesa em matéria de competitividade e coesão;
3. Conhecimento e compreensão dos principais objectivos e instrumentos da intervenção do Estado na promoção da competitividade em Portugal;
4. Capacidade de analisar a relevância e os principais riscos das diferentes intervenções do Estado na promoção da competitividade e coesão no contexto português;
5. Conhecimento e compreensão de algumas das principais preocupações e metodologias relevantes para a avaliação de políticas de competitividade e coesão;
6. Capacidade de comunicar de uma forma clara e sem ambiguidades as suas análises e conclusões bem como os conhecimentos e os raciocínios subjacentes tanto a especialistas da área como a não especialistas;
7. Capacidade de estudo com autonomia.
Programa
1. Competitividade: motivações, conceitos e indicadores
1.1. A competitividade como objectivo de política pública 1.2. O conceito de competitividade 1.3. Indicadores de competitividade
2. O diagnóstico da competitividade da economia portuguesa
2.1. O desempenho português com base em indicadores-chave 2.2. Principais constrangimentos à melhoria da competitividade 2.3. A identificação das prioridades de política
3. O debate académico sobre o papel do Estado na promoção da competitividade
3.1. Os argumentos teóricos 3.2. As análises empíricas e as dificuldades metodológicas 3.3. O papel das políticas públicas na história do desenvolvimento económico 3.4. O papel das políticas de competividade na actualidade
4. Casos de política de competitividade em Portugal
Processo de Avaliação
Exame final: 60% Preparação e apresentação de estudo de caso: 30% Participação nas aulas : 10%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Mamede, R.P. (2015). O Que Fazer Com Este País. Lisboa: Marcador. (Cap.5)
Mamede, R.P.; Godinho, M.M.; Simões, V.C. (2014). "Assessment and challenges of industrial policies in Portugal: is there a way out of the 'stuck in the middle' trap?". In A. Teixeira, E. Silva e R. Mamede (Orgs.), Structural Change, Competitiveness and Industrial Policy: Painful Lessons from the European Periphery. London: Routledge.
Ramos, P. (2013). Torturem os Números que Eles Confessam - Sobre o mau uso e abuso das Estatísticas em Portugal, e não só. Lisboa: Leya. (Cap.3)
Bibliografia Opcional
Chandra, V. (2010). Technology, adaptation, and exports. How some developing countries got it right. Washington: The World Bank.
Hausmann, R.; Klinger, B.; Wagner, R. (2008). "Doing Growth Diagnostics in Practice: A 'Mindbook'". CID Working Paper No. 17. Harvard University.
Mamede, R. e Feio, P.A. (2012). "Condições de eficácia e legitimidade da intervenção do Estado - o caso da política industrial em Portugal". In R. Carmo e L. Veloso (orgs.), A Constituição Social da Economia (no prelo).
Mamede, R. (2009). "Os desafios do desenvolvimento económico e as políticas públicas". In R.M. Carmo e J. Rodrigues (coord.), Onde Pára o Estado? Políticas Públicas em Tempos de Crise. Lisboa: Nelson de Matos. Pp. 173-198.
Rodrik, Dani (2007). One Economics, Many Recipes: Globalization, Institutions, and Economic Growth. Princeton: Princeton University Press.
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1 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
Apresentar aos estudantes os fundamentos básicos da história económica internacional no que refere à identificação das características dos principais períodos na Europa e Estados Unidos da América.
Programa
CP1. Introdução: conceitos e escolas de pensamento. Aspectos metodológicos de análise. CP2 Crescimento económico e assimetrias de desenvolvimento. CP2.1. Ciclos económicos, políticas internacionais e crescimento do comércio no século XIX e XX CP2.2. Industrialização e a revolução tecnológica nos transportes e comunicações de finais de século XIX. As firmas multifuncionais e as economias de escala. CP2.3. Os Países Subdesenvolvidos e os Novos Países industrializados. CP2.4. Estratégias de recuperação: substituição de importações e crescimento liderado pelas exportações. CP2.5. O período do após Guerra e a prosperidade europeia. CP3. O sistema financeiro internacional CP3.1. Ascensão e queda do padrão-ouro. CP3.2. O sistema de Bretton Woods e o papel do FMI CP3.3. Os câmbios flutuantes e o papel do dólar. CP3.4. As crises petrolíferas e o seu impacto no sistema financeiro. CP4. Economia internacional : uma retrospectiva.
Processo de Avaliação
Regime de avaliação: contínua ou final. Avaliação contínua: são admitidas 3 faltas nas aulas. Os estudantes devem realizar 3 provas: Frequência individual (60%); trabalho em grupo desenvolvido nas aulas Teórico-Práticas (30%); discussão em aula do trabalho em grupo (10%). Os estudantes ficam aprovados se na avaliação contínua tiverem uma classificação superior ou igual a 9,5 valores na média das 3 provas. Avaliação final: os estudantes terão acesso a um exame final (1ª e/ou 2ª época).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Frieden, Jeffry A., Global Capitalism: Its Fall and Rise in the Twentieth Century, W. W. Norton, Nova Iorque, 2006.
Gilpin, Robert, The Political Economy of International Relations, Princeton University Press, Princeton, 1987.
Madureira, N.L. "International Economic Agreements", in James Ciment (ed.) Booms and Busts:An Encyclopedia of Economic History , (New York: Sharpe Reference, 2010),Vol.II, 401-404.
Bibliografia Opcional
Bairoch, Paul, Mitos e paradoxos da História Económica, Terramar, Lisboa, (1993) 2001.
Eichngreen, Barry, Globalizing Capital. A history of the International Monetary System, Princeton University Press, Princetn, 1996.
Frieden. Jeffry A. & Lake, David, A., International Political Economy, St. Matin?s Press, Nova Iorque, 1991.
Lelart, Michel, O sistema Monetário Internacional, Terramar, Lisboa, (1991) 1997.
Morgenthau, Hans e Thompson, Kenneth W e Clinton, David Politics Among Nations, McGraw-Hill , Londres ?Nova Iorque, 2005.
Madureira, N.L, Key Concepts in Energy: Economics, Technology and History, Springer - Energy Book Series, London, 2014
Marrison, Andrew, Free Trade and Its Reception 1815-1960: Freedom and Trade, Routledge Explorations in Economic History , No 8,1998.
Maxfield, Sylvia, Gatekeepers of Growth, , Princeton University Press, Princeton, 1997.
Milward, Alan S. The European rescue of the Nation State, Routledge and Keegan , Londres, (1992) 1995.
Millward, Robert, Private and Public enterprise in Europe, Cambridge University Press , Cambridge, 2005.
Morgenthau, Hans e Thompson, Kenneth W e Clinton, David Politics Among Nations, McGraw-Hill , Londres ?Nova Iorque, 2005
Okumura, Hiroshi, Corporate Capitalism in Japan, Palgrave Macmillan, Nova Iorque/ Londres, 2000. Richards Alan and Waterbury, John, A Political Economy of the Middle East, Westview Press,Londres, 2nd edition 1996
Rosenberg, Nathan;¸ Birdzell L.E., Jr., How the West Grew Rich: The Economic Transformation of the Industrial World, Basic Books, 1987.
Rosenberg, Nathan, Exploring the Black Box : Technology, Economics, and History, Cambridge University Press, Cambridge, 1994.
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Objectivos
Pretende-se que os alunos, no final desta Unidade Curricular, desenvolvam competências que lhes permitam, no plano conceptual, identificar e descrever os conceitos relacionados com o valor, avaliação, capitalização, investimento e com a análise e gestão financeira da empresa e que, no plano das práticas, sejam capazes de utilizar métodos e técnicas de análise que lhes permitam operacionalizar esses conceitos de forma adequada.
Programa
I - Valor Financeiro do Tempo 1. A noção de juro, consumo e poupança 2. Taxa de juro nominal e real 3. Intermediação financeira e risco 4. Juros simples e compostos 5. Conceitos de actualização e capitalização 6. Fluxos periódicos e regulares: rendas 7. Aplicações a operações de financiamento
II - Mercados, Instrumentos e Instituições Financeiras 1. Mercado cambial: a taxa de câmbio 2. Mercado monetário: a taxa de juro 3. Mercado de capitais: primário e secundário 4. As Instituições financeiras 5. A informação financeira: fontes e análise
III - A Análise Financeira da Empresa 1. Fluxos financeiros/económicos 2. Resultados e indicadores de rendibilidade 3. Leverage financeiro 4. Origens e aplicações de fundos 5. Working capital 6. Equilíbrio financeiro 7. Análise de fluxos financeiros
IV - Investimentos Reais 1. Natureza 2. Conceito de cash flow 3. Metodologia de avaliação 4. A taxa de actualização 5. Critérios de avaliação: VAL, TIR, IRP e PRI
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: - Um teste intermédio (40%) - Um teste final (60%) realizado no momento do Exame de 1ª Época - Para a realização dos dois testes da Avaliação Periódica é obrigatória inscrição prévia - Cada um dos dois testes da Avaliação Periódica possui nota mínima de 7.50 valores
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Mota, A. G., Barroso, C., Soares, H. e Laureano, L., 2014, "Introdução às Finanças - Fundamentos de Finanças com Casos Práticos Resolvidos e Propostos", Edições Sílabo, 2ª Edição, Lisboa, ISBN 978-972-618-779-0
Mota, A e C. Custódio, "Finanças da Empresa", Booknomics, 7ª edição - 2012.
Bibliografia Opcional
Brealey, Richard A. e Myers, Stewart C. 2002. Principles of Corporate Finance, 7ª Edição, McGraw Hill Higher Education
Ross, S., Westerfield R. e B. Jordan 2009. Fundamentals of Corporate Finance Standard Edition, 9ª Edição, McGraw-Hill
Breia, Arménio F., Mata, Mário N. N. S. e Pereira, M. M. Vítor (2014), "Análise Económica e Financeira - Aspetos teóricos e casos práticos", Rei dos Livros, 1ª Edição, ISBN 978-989-8305-61-9.
Santos, L. e R. Laureano, "Fundamentos e aplicações do Cálculo Financeiro, Edições Silabo, 2ª edição, 2006
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3 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Aplicar a análise de dados descritiva, inferencial e multivariada a problemas concretos dos domínios empresarial e económico.
Programa
CP1: Análise descritiva e exploratória dos dados: tabelas, gráficos, medidas descritivas - Dados univariados - Dados bivariados CP2: Análise inferencial dos dados - Intervalos de confiança - Ensaios de hipóteses: testes paramétricos e não paramétricos CP3: Análise exploratória de dados multivariados - Análise fatorial em componentes principais - Análise de clusters
Processo de Avaliação
Avaliação periódica - Dois exercícios a realizar em aula, com peso de 20% cada e com nota mínima de 7,5 val. - Teste Final (peso de 60%) e nota mínima de 7,5 val A avaliação periódica exige a presença em pelo menos 2/3 das aulas e serão aprovados os alunos que obtenham classificação final média mínima de 10 valores, desde que não obtenham nota inferior a 7,5 valores em cada momentos de avaliação. Exame: Teste individual (componente teórica (70%)+ componente prática (30%)).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1. Joseph F. Hair, William C. Black, and Barry J. Babin, Multivariate data analysis: a global perspective, Pearson education, 7th ed., 2010. 2. Elizabeth Reis, Estatística Descritiva, 7ª ed., Edições Sílabo, 2008 3. Elizabeth Reis, Estatística Multivariada Aplicada, 2ª edição, 2001 4. Raul Laureano e Maria do Carmo Botelho. SPSS - O Meu Manual de Consulta Rápida,Edições Sílabo, 3ª edição, 2017. 5. Raul Laureano (2013), Testes de Hipóteses com o SPSS - O Meu Manual de Consulta Rápida. Edições Sílabo, 2ª edição. 6. João Maroco,Análise Estatística com o SPSS 25,ReportNumber, 7ª edição, 2018.
Bibliografia Opcional
1. Elizabeth Reis, Estatística Descritiva, 7ª ed., Edições Sílabo, 2008. 2. Elizabeth Reis, Paulo Melo, Rosa Andrade e Teresa Calapez, Estatística Aplicada, Vol. 2, 5ª ed., Edições Sílabo, 2016. 3. Paula Vicente, Estudos de Mercado e de Opinião, Edições Sílabo, 2012. 4. Paul Newbold, William Carlson, and Betty Thorne, Statistics for Business and Economics, 7th ed. 2009
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Objectivos
O objectivo principal da disciplina é fornecer aos alunos conhecimentos numa série de tópicos da análise moderna da regressão linear, com especial enfoque em modelos com dados temporais. Neste sentido, é fundamental que o aluno saiba, de uma forma crítica e autónoma, aplicar esses mesmos conhecimentos ao desenvolvimento de projectos empíricos associados a modelos de natureza económica.
Programa
1. Revisão de Introdução à Econometria. 2. Introdução à regressão com séries temporais 2.1. Alguns conceitos em Time Series. 2.2. Autocorrelação nos erros e consequências para o OLS. 2.3. Testes. 2.4. Estimação robusta de V(b). 2.5. Estimação eficiente e o estimador FGLS. 2.6. Modelos com desfasamentos e modelos dinâmicos. 2.7. Testes de RU. 2.8. Cointegração e MMCE. 2.9. Previsão. 2.10. O Modelo ARCH. 3. Endogeneidade e estimação com variáveis instrumentais 3.1. Definição, consequências para o OLS. 3.2. O método das variáveis instrumentais e o estimador 2SLS. 3.3. Testes para a detecção de endogeneidade e sobre-identificação. 4. Modelos de escolha binária 4.1. Introdução. 4.2. O modelo probabilístico linear. 4.3. Os modelos Probit e Logit e sua estimação por ML. 4.4. O modelo Tobit. 5. Modelos com dados de painel. 5.1. Motivação. 5.2. Modelo e estimação de efeitos fixos. 5.3. O modelo de efeitos aleatórios. 5.4. Efeitos aleatórios versus efeitos fixos.
Processo de Avaliação
A aprovação na disciplina realiza-se por avaliação periódica ou exame final. 1. Avaliação periódica: Teste #1 (35% da nota); Teste #2 (35% da nota); Trabalho de grupo (30% da nota). Notas: A média das notas nos Testes #1 e #2 deve ser no mínimo de 7.5. É exigida uma assiduidade mínima de 2/3 das aulas. 2. Exame final: Prova escrita (100% da nota).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Wooldridge, J.M. (2012), "Introductory Econometrics: A Modern Approach", 5th Ed., South Western Publishers. Kennedy, P. (2008), "A Guide to Econometrics", 6th Ed., MIT Press.
Bibliografia Opcional
Arellano, M. (2003), "Panel Data Econometrics", Oxford University Press. Griffiths, W.E., Hill, R.C. and Judge, G.G. (1993), "Learning and Practicing Econometrics", Wiley. Gujarati, D.N. (2009), "Basic Econometrics", 5th Ed. McGraw-Hill. Portugal, P. (1997), "Econometria: Exercícios", Schaum, McGraw-Hill de Portugal. Ramanathan, R. (2001), "Introductory Econometrics with Applications", 5th Ed., South-Western College. Stock, J.H. and Watson, M.W. (2006), "Introduction to Econometrics", 2nd Ed., Addison-Wesley.
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3 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Introduzir os alunos ao estudo da economia financeira, procurando transmitir a forma como os investidores tomam decisões, os mercados financeiros funcionam, e o preço dos activos é determinado.
Programa
1. Teoria da carteira:
a. O problema da selecção de carteiras de investimento
b. A fronteira eficiente e a escolha do investidor
2. Modelos de equilíbrio dos mercados de capitais:
a. CAPM - Capital Asset Pricing Model
b. Modelo de Índice de Mercado
c. APT - Arbitrage Pricing Theory
d. Eficiência dos mercados
3. Breve descrição das instituições e dos mercados financeiros
4. Títulos de rendimento fixo:
a. Conceitos básicos e risco de crédito
b. Risco de taxa de juro
5. Valorização de acções
a. Método dos rácios
b. Método dos dividendos descontados e o PER
6. Tendências recentes nos mercados financeiros
Processo de Avaliação
A avaliação final terá os instrumentos e momentos de avaliação (1.ª e 2.ª Épocas) previstos no regulamento de avaliação do ISCTE. Optando por realizar a prova em 1.ª Época, o aluno pode escolher uma das seguintes formas de avaliação: - Avaliação contínua: Teste intermédio (35%), trabalho de grupo e participação nas aulas (20%) e teste final (45%). A participação na avaliação contínua requer uma assiduidade às aulas igual ou superior a 80% - Avaliação em exame final: Exame (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bodie, Z., Kane, A., Marcus, A. (2010), Investments, 9th Edition, Mc-GrawHill/Irwin
Bodie, Z., Merton, R., e Cleeton, D. (2008), Financial Economics, 2th Edition, Prentice-Hall.
Bibliografia Opcional
ECB (2011), Monetary Policy of the ECB, ECB
Crotty, J. (2009), "Structural causes of the global financial crisis: a critical assessment of the 'new financial architecture", Cambridge Journal of Economics, 33, 563-580.
Damodaran, A. (2012), Investment Valuation: tools and techniques for determining the value of any asset, 3th edition, John Wiley & Sons.
Elton, E., Gruber, M., Brown, S., e Goetzmann, W. (2009), Modern Portfolio Theory and Investment Analysis, 8th edition, John Wiley and Sons.
Foo, Check-Teck, (2008), "Conceptual lessons on financial strategy following the US sub-prime crisis", The Journal of Risk Finance, 9(3), pp. 292-302.
Gameiro, I. M., Ribeiro, N. G. (2007), "Custo de financiamento das empresas portuguesas", Boletim Económico do Banco de Portugal, Outono.
Haugen, R (2000), Modern Investment Theory, 5th edition, Prentice Hall International Editions.
Howells, P., e Bain, K. (2007), Financial markets and Institutions, 5th Edition, Pearson.
Koller, T., Goedhart, M., Wessels, D (2010), Valuation (Measuring and Managing the Value of Companies), 5th Edition, McKinsey&Co.
Leão, E., Leão, P., Lagoa, S. (2011), Política Monetária e Mercados Financeiros, 2ª edição, Edições Sílabo.
Reinhart, C. M., Rogoff, K. S. (2011), "From financial crash to debt crisis", American Economic Review, 101(5): 1676-1706.
Sharpe, W, e Alexander, G. (1998), Investments, Sixth Edition, Prentice-Hall International Editions.
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Objectivos
1. Conhecer conceitos e categorias fundamentais de política económica e de integração económica internacional 2. Compreender as principais abordagens teóricas à economia política internacional 3. Analisar criticamente as origens e evolução da ordem comercial, produtiva e financeira globais e os seus impactos económicos, sociais e políticos
Programa
I. Economia Política e Globalização I.1. Etapas da globalização na história do capitalismo I.2. Arquitectura institucional do sistema económico internacional I.3. Políticas públicas, welfare state e integração económica internacional I.4. Principais desafios do desenvolvimento económico global
II. Integração europeia e economia portuguesa II.1. Crise da zona euro e dilemas da integração europeia II.2. Economia portuguesa, integração europeia e globalização
Processo de Avaliação
Avaliação contínua:
Ensaio individual (100%) Presença obrigatória: 16 aulas
Avaliação final: Exame de 1ª e 2ª épocas
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Frieden, Jeffry (2006). Global Capitalism: Its fall and rise in the twentieth century. Nova Iorque: Norton. [H.123(0) FRI*Glo]
Mamede, Ricardo Paes. A Economia Como Desporto de Combate. Lisboa: Relógio D'Água. 2016 (Cap.1)
Mamede, Ricardo Paes. O Que Fazer Com Este País. Lisboa: Marcador. 2015 (Caps. 2 e 6)
Bibliografia Opcional
Chang, Ha-Joon (2006). Bad samaritans: rich nations, poor policies, and the threat to the developing world. Londres: RH Business Books. [E.151 CHA*Bad]
Chang, Ha-Joon (2014). Economics: the user's guide. Bloomsbury Publishing USA.[E.111.2 CHA*Eco]
De Grauwe, Paul (2014). Economics of Monetary Union. Oxford: Oxford University Press. (10ª edição). [E.122(4) GRA*Eco 9ªed ]
Harvey, David (1989) The Condition of Postmodernity. Oxford: Basil Blackwell
Henriques, J. M. 2006, Global Restructuring and Local Anti-Poverty Action: Learning with European Experimental Programmes, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, Tese de Doutoramento http://repositorio-iul.iscte.pt/handle/10071/273 (acedido em 10 Setembro 2018)
Levitt, Kari (2013). From the Great Transformation to the Great Financialization. London: Zed Books
Maddison, Angus (2006). The world economy. Paris: Development Centre Studies, OCDE. [online]
Piketty, Thomas (2014). Capital in the Twenty-First Century. Cambridge: Belknap Press. [E.113 PIK*Cap]
Polanyi, Karl (1944). The great transformation: the political and economic origins of our time. Boston: Beacon Press (A. 123 POL*Gre ex. 2)
Ravenhill, John (org.). Global Political Economy, Oxford: Oxford University Press. 2014.
Rodrik, Dani (2011). The Globalization Paradox: Why markets, states and democracy can't coexist. Oxford: Oxford University Press. [E.111 ROD*Glo]
Stiglitz, Joseph (2002). Globalization and its Discontents. Norton: New York. [E.151 STI*Glo]
Stiglitz, Joseph (2006). Making Globalization Work. London: Allen Lane. [E.151 STI*Mak]
Wolf, Martin (2004). Why globalization works. Yale University Press. [E.151 WOL*Why]
Wolf, Martin (2014). The Shifts and the Shocks: What We've Learned - and Have Still to Learn - From the Financial Crisis. Penguin. [E.152 WOL*Shi]
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Objectivos
Nesta UC focam-se as diversas facetas da interação entre a qualidade ambiental e os agentes económicos. Interessa estudar mecanismos corretores que permitam melhorar o bem-estar e fomentar a sustentabilidade. Pretende-se que os alunos enquadrem os problemas ambientais numa perspectiva económica, permitindo uma apreciação mais completa e rigorosa destes.
Programa
1. Introdução e Bases da Economia do Ambiente 1.1 Falhas de Mercado (externalidades) 1.2 Economia da Poluição e o nível ótimo de qualidade ambiental 1.3 Métodos de Análise Ambiental (Técnicas de Apoio à Decisão e Análise Custo-Benefício) 2. Instrumentos e Políticas Ambientais 2.1 Métodos de Valorização Monetária do Ambiente 2.2 Controlo da Poluição: Critérios e Instrumentos de Política Ambiental (informais, standards, impostos, subsídios, licenças transacionáveis) 2.3 Problemas Ambientais Internacionais 3. Economia dos Recursos Naturais 3.1 Sustentabilidade e Crescimento Verde 3.2 Exploração Ótima de Recursos Não Renováveis 3.3 Exploração Ótima de Recursos Renováveis 3.4 Energias Renováveis 3.5 Economia do Mar 3.6 Economia das Alterações Climáticas
Processo de Avaliação
Existem dois processos de avaliação: a) Avaliação contínua: - assiduidade mínima de 2/3 - trabalho de grupo (40%), cuja nota não pode ser inferior a 7,5v. para obter aprovação na disciplina. - prova escrita no final do semestre (60%), cuja nota não pode ser inferior a 7,5v. para obter aprovação na disciplina. - a participação na aula (incluindo a resolução dos cadernos de exercícios) é muito encorajada (pode conceder um bónus de 1v.) b) Exame final: (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Books: Field, B. and M. Field (2017), Environmental Economics: an Introduction, 7th Edition, New York: McGraw-Hill. Perman, R., M. Common, J. McGilvray, Y. Ma (2011), Natural Resource and Environmental Economics, 4th edition, Pearson International Edition. Papers: Kaika and Zervas (2013), The environmental Kuznets Curve (EKC) theory - Part A: Concept, causes and the CO2 emissions case, Energy Policy, Article in Press. Abdmouleh, Alammari and Gastli (2015), Review of policies encouraging renewable energy integration & best practices, Renewable and Sustainable Energy Reviews, 45, pp. 249-262. Del Rio (2012), The dynamic efficiency of feed-in tariffs: The impact of different design elements, Energy Policy, 41, pp. 139-151. OECD (2016), The Ocean Economy in 2030, OECD Publishing, Paris. Goulder and Pizer (2006), The Economics of Climate Change, Resources for the Future - Discussion Paper, June.
Bibliografia Opcional
Stavins, Robert (2012), Economics of the Environment: Selected Readings, 6th Edition, W.W: Norton & Company. Tietenberg, T. and L. Lewis (2012), Environmental and Natural Resource Economics, 9th Edition, Pearson International Edition. Endres, A. (2011) Environmental Economics: Theory and Policy, Cambridge University Press. Hackett, S. (2011), Environmental and Natural Resources Economics: Theory, Policy and the Sustainable Society, 4th Edition, M.E. Sharpe. Koldstad, C. (2010), Environmental Economics, 2nd edition, Oxford University Press. Keohane, N. and Olmstead, S. (2007), Markets and the environment, 2nd Edition, Island Press. Pierce, D. and K.R. Turner (1991), Economics of Natural Resources and the Environment, John Hopkins Press, Baltimore. Dinda (2004), Environmental Kuznets Curve Hypothesis: a Survey, Ecological Economics, 49, pp. 431-455. Menanteau, Finon and Lamy (2003) Prices versus quantities: choosing policies for promoting the development of renewable energy, Energy Policy, 31, pp. 799-812. Stern Review -The Economics of Climate Change.
There may be additional recommended readings for specific topics.
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Objectivos
O objectivo principal de Economia do Turismo é conhecer as bases da moderna teoria económica no que diz respeito ao mercado turístico, sustentabilidade da indústria do turismo e problemas ambientais. Além disso, esta UC pretende estimular o raciocínio económico dos alunos através da discussão de exemplos de casos concretos.
Programa
1.A industria turística, principais características e evolução; 2.O mercado turístico A procura turística, procura e lazer, factores e determinantes da procura; A Oferta turística, principais produtos e tendências de evolução da oferta; dimensões relevantes da concorrência - grau de concentração e economias de escala 3Turismo e inovação ?Inovação de serviços, inovação de produto, processo e mercado 4A empresa turística, características e determinantes da rendibilidade dos projectos empresariais, análise de caso;
5Sustentabilidade na Actividade Turística ?Impactes económicos e sociais? rendimento, emprego, receitas do estado, desenvolvimento regional. ?Impactes ambientais ? externalidades, os problemas ambientais da actividade turística, implicações politicas
Processo de Avaliação
A avaliação desta disciplina constará de um estudo de caso (40%), participação nas aulas (10%)* e um exame final a valer( 50%).
*A avaliação contínua implica que a assiduidade do aluno não seja inferior a 80%.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cunha, Licínio (1997), Economia e Política do Turismo, Mcgraw-Hill Matias, Álvaro (2007), Economia do Turismo, Instituto Piaget Sinclair, T. And M.Stabler (1997) The Economics of Tourism, Routledge Tisdell,C (2001), Tourism Economics, The Environment and Development:Analysis and Policy, Cheltenham, UK :Edward Elgar.
Bibliografia Opcional
Williams, A. M. and G. Shaw (eds) (1998) Tourism and Economic Development:European experiences, Wiley & son.
Ministério da Economia e Inovação (2006) Plano Estratégico Nacional do Turismo, consultar na internet
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3 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
Pretende-se que os alunos, no final da unidade curricular, sejam capazes de aplicar as teorias comportamentais na análise do comportamento dos agentes económicos, do funcionamento dos mercados e das organizações e de derivar implicações ao nível do (re)desenho de instituições e da (re)formulação de políticas.
Programa
1. Introdução: os postulados comportamentais da teoria económica convencional 1.1. Racionalidade 1.2. Interesse próprio 2. Racionalidade limitada: os limites cognitivos dos indivíduos 2.1. Consumo e investimento: as 'anomalias' comportamentais na decisão individual 2.2. Poupança: as preferências hiperbólicas 2.3. Mercados Financeiros: comportamento irracional no mercado 3. Preferências sociais e teoria económica 3.1. Falhas de mercado e dilemas sociais 3.2. Preferências e normas sociais 3.3. Contratos incompletos e o mercado de trabalho 4. O desenho de instituições e a formulação de políticas 4.1. O papel das instituições 4.2. Incentivos pecuniários vs normas sociais e regras morais 4.3. Paternalismo vs liberdade individual 5. Desenvolvimentos recentes na Economia Comportamental
Processo de Avaliação
O aluno pode optar por uma das seguintes formas de avaliação: Forma A: - Teste individual (teste final), com uma ponderação de 40% no cálculo da nota final. O teste tem uma nota mínima que terá de ser igual ou superior a 8 valores. - Um trabalho de grupo, com uma ponderação de 35% no cálculo da nota final. - Participação e leitura da bibliografia, com uma ponderação de 25% no cálculo da nota final. Forma B: - Exame final (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bowles, S. 2004. Microeconomics: Behavior, Institutions, and Evolution, New York: Russel Sage Foundation. Frank, Robert H. 2010. Micro-economics and behavior, New York: McGrawHill. Gintis, H., Bowles, S., Boyd, R. e Fehr, E. (eds.) 2004. Moral Sentiments and Material Interests, Cambridge: The MIT Press. Kahneman, Daniel 2012. Thinking, fast and slow, London: Penguin. Schwartz, Barry 2004. The Paradox of Choice: why more is less, New York: Harper Perennial. Shiller, Robert J. 2000. Irrational Exuberance, Princeton, New Jersey: Princeton University Press.
Bibliografia Opcional
Akerlof, George A. (1970), The market for "lemons": quality uncertainty and the market mechanism, Quarterly Journal of Economics 84: 488-500. Arrow, Kenneth J. (1963), Uncertainty and the welfare economics of medical care, The American Economic Review vol. 53, nº. 5: 941-973. Camerer, Colin F., Loewenstein, George e Rabin, Matthew (eds.) 2004. Advances in Behavioral Economics (Roundtable Series in Behavioral Economics Princeton, New Jersey: Princeton University Press. Costa, Ana Narciso 2013. Images of Difficulty, The IIOAB Journal - Institute of Integrative Omics and Applied Biotechnology - Special Issue on Neuroscience in Economic Decision Making, Vol. 4, nº. 3; Apr-June: 3-8. Frey, B. S. 1997. Not Just for the Money. An Economic Theory of Personal Motivation, Edward Elgar: Cheltenham. Hodgson, G. 2012. On the Limits of Rational Choice Theory, Economic Thought 1: 94-108. Kahneman, D. e Tversky, D. 2000. Choice, Values and Frames, Cambridge: Cambridge University Press. Lewis, Alan 2008. The Cambridge Handbook of Psychology and Economic Behaviour, New York: Cambridge University Press Michel-Kerjan, Erwann e Slovic, Paul 2010. The Irrational Economist: Making Decisions in a Dangerous World, New York: Public Affairs. Munro, Alistair 2009. Bounded Rationality and Public Policy. A Perspective from Behavioural Economics, London and New York: Springer. Thaler, R. 1994. The Winner's Curse: Paradoxes and Anomalies of Economic Life, Princeton: University Press. Thaler, R. e Sunstein, C. 2008. Nudge. Improving Decisions about Health, Wealth, and Happiness, New Haven and London: Yale University Press. Sítios de referência na Internet: http://nobelprize.org/nobel_prizes/economics/laureates/2002/kahneman-lecture.html (Daniel Kahneman) http://www.hss.caltech.edu/~camerer/camerer.html (Colin Camerer) http://www.decisionresearch.org/people/slovic (Paul Slovic) http://www.econ.yale.edu/~shiller/ (Robert Shiller) http://www.neweconomics.org (New Economics Foundation) http://www.econ.mpg.de/english/research/ (Instituto Max Planck de Economia)
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Objectivos
- Conhecimento e compreensão dos conceitos de Economia Social, Economia Solidária e outros congéneres; - Conhecimento e compreensão de outras lógicas de Economia de entre-ajuda, de comunidade ou de solidariedade, existentes noutros contextos históricos e culturais; - Conhecimento e compreensão da evolução recente das actividades e conceitos associados a esta outra Economia e das expressões que lhe estão associadas; - Conhecimento e contacto directo com experiências e projectos concretos de Economia Solidária; - Capacidade de relacionar os conceitos e as respostas de Economia Social e de Economia Solidária com os principais desafios da sociedade no início do séc. XXI e com os problemas da crise actual; - Capacidade de pesquisa pessoal com autonomia e motivação para aprender ao longo da vida; - Capacidade de valorizar e sistematizar o conhecimento de base indutiva (a partir da prática); - Capacidade de desenvolvimento de uma pedagogia de solidariedade e de trabalho em grupo.
Programa
1. Introdução ? pré-definições e sensibilização aos temas de Economia Social e Solidária (percepções de partida) 2. A afirmação histórica da Economia Social, na Europa 3. A Economia Social no séc. XX, após a II Guerra Mundial 4. As lógicas da Economia de Entreajuda, da Economia Comunitária e da Economia de Reciprocidade em vários continentes e contextos históricos e culturais 5. Os novos caminhos da Economia Social e Solidária nos últimos 30-40 anos 6. Os conceitos e as práticas da Economia Solidária 7. A Economia Social e Solidária e os desafios do inicio do séc. XXI e da crise actual 8. A Economia Social e Solidária em Portugal ? principais características e tendências
Processo de Avaliação
O aluno pode optar por uma das seguintes formas de avaliação: Modalidade A: Nota Final = [Trabalho de grupo (4 elementos, no máximo) sobre um projecto ou um conceito neste domínio (Economia Social e Solidária)]*80% +[Participação nas aulas]*20% Modalidade B: Nota Final = [Exame Final]*100%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- AMARO, Rogério Roque e MADELINO, Francisco (2004) - «Economia Solidária - contributos para um conceito», edição no âmbito do Projecto «CORES» (MAC/3.1./C24), da Iniciativa Comunitária INTERREG-III B, Funchal.- CATTANI, António, HESPANHA, Pedro e GAIGER, Luiz Ignacio (coord.) (2009) «Dicionário Internacional da Outra Economia », Livraria Almedina, Coimbra;- FRANÇA FILHO, Genauto e LAVILLE, Jean-Louis (2004) - «Economia Solidária - uma abordagem internacional», Editora da UFRGS, Porto Alegre.- GIDE, Charles (1905) - «Économie sociale », Ed. Sirey, Paris.- PIERCE, J. (1993) - «At the heart of community economy», Fundação Gulbenkien, London.- Revista de Economia Solidária (2009) - «Economia Solidária- apresentação do conceito», nº 1, Ed. ACEESA, Ponta Delgada.- SINGER, Paul (2002) - «Introdução à economia solidária», Editora Fundação Perseu Abramo, São Paulo.
Bibliografia Opcional
- ALCOLÉA, A.M. (2004) - «Pratiques et théories de l?économie solidaire», L?Harmattan, Paris. - ALLEMAND, S. (2005) - «Les nouveaux utopistes de l?économie. Produire, consommer, épargner? différemment», Autrement, Paris. - AMARO, Rogério Roque (2001) ? «Economia e Exclusão Social», in «Não à Pobreza ? A Inclusão pela Economia», Ministério do Trabalho e da Solidariedade, Lisboa. - AMARO, Rogério Roque/BIT (2003) - «A Luta contra a Pobreza e a Exclusão Social em Portugal ? Experiências do Programa Nacional de Luta contra a Pobreza», OIT, Lisboa. - BARROS, Carlos e SANTOS, S. (ed.) (1997) - «As Instituições Não Lucrativas e a Coesão Social em Portugal», Edições Vulgata, Lisboa. - BERTUCCI, A. e ALVES DA SILVA, R.M. (dir.) (2003) - «Cáritas Brasileira, 20 Anos de Economia Popular Solidária», Cáritas Brasileira, Brasília. - DACHEUX, E. et LAVILLE, Jean-Louis (dir.) (2003) - «Économie solidaire et démocratie», Hermès, n.º 36, CNRS Éditions, Paris. - DARMON, I. e ESTIVILL, Jordi (2001) - «L?Économie Sociale en Bélgique, en France et en Italie ? essai comparatif», GES Barcelona. - DEFOURNY, Jacques, FAVREAU, Louis et LAVILLE, Jean-Louis, (1998) - «Insertion et Nouvelle Économie Sociales: Un Bilan International», Desclée de Brouwer, Paris. - DEFOURNY, Jacques, FAVREAU, Louis et LAVILLE, Jean-Louis, (ed.)(2001) - «Takling Social Exclusion in Europe: The Contribution of Social Economy», Aldershot, Ashgate. - DOrING, R., KEGLER, H. and ZIMMERMAN, K. (1996) - «People?s Economy. Approach Towards a New Ssocial Economy in Europe», Fundação Bahons, Berlim. - ÊME, Bernard (dir.) (2004) - «Alternatives associatives», Sociologies pratiques, n.º 9, Paris. - ÊME, Bernard et LAVILLE, Jean-Louis (2000) - «Effritement du salariat et perspectives de l?économie solidaire», in SOULET, M.H. (dir.) - «Le travail, nouvelle question sociale», Éditions universitaires, Frisbourg (Suisse). - ÊME, Bernard et LAVILLE, Jean-Louis (dir). (1994) - «Cohésion sociale et emploi», Desclée de Brouwer, Paris. - ESTIVILL, J., BERNIER, A. et VALADOU, C. (1999) - - «Las empresas Sociales en Europa», Ed. Hacer, Barcelona. - FRAISSE, L., FRANÇA FILHO, Genauto e LAVILLE, Jean-Louis (2003) ? dossier «Économie Solidaire», in «L?alter-économie. Quelle autre mondialisation?», Revue du MAUSS, n.º 21, 1º
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Objectivos
Apresentar os principais modelos teóricos da Economia da saúde que permitam reflectir sobre políticas económicas da saúde.
Programa
1 Introdução 2 Procura e Oferta 3 Análise Custo - Beneficio e Análise Custo-Eficácia 4 Financiamento do sistema saúde 5 O papel do Governo e Bens Públicos 6 História, Demografia, e desenvolvimento da medicina moderna 7 Comparação internacional dos sectores da saúde
Processo de Avaliação
A avaliação desta UC é realizada do seguinte modo: - Prova escrita no final do semestre (100%).*,** *A assiduidade não pode ser inferior a 80% ** Para obter aprovação na disciplina, a nota da prova escrita não pode ser inferior a 10 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Getzen, Thomas E., Health Economics and Financing, Wiley , 5th Edition, 2012
Bibliografia Opcional
- Guinness, L and Wiseman, V, Introduction to Health Economics, Open University Press, 2011. - McPake, B., Kumaranayake, L. and Normand, C., Health Economics, An International Perspective, London: Routledge, 2005
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Objectivos
Pretende-se dotar os alunos do corpo teórico fundamental da denominada Macroeconomia Internacional, suportados por princípios macroeconómicos, para que os alunos possam entender os problemas e as características da economia aberta, e a aplicação das políticas macroeconómicas em economia aberta.
Programa
Parte I - Taxas de câmbio e macroeconomia em economia aberta 1.Taxas de câmbio e mercado cambial: a taxa de câmbio como um ativo 2.Moeda, taxas de juro e taxas de câmbio 3.Preços e taxa de câmbio no longo prazo 4.Produto e taxa de câmbio no curto prazo 5.Taxas de câmbio fixas e intervenção cambial Parte II - Política macroeconómica internacional 6.O sistema monetário internacional no pós-guerra 7.Políticas macroeconómicas nacionais e a sua coordenação em regime de câmbios flexíveis 8.Teoria das Zonas Monetárias Ótimas e a experiência Europeia
Processo de Avaliação
A avaliação contínua da UC é efetuada através de: - Teste intermédio (40%) - Exame final (60%)
- A participação no exame final é condicional à obtenção de uma nota superior ou igual a 7,5 valores no teste intermédio. - O aluno deverá registar uma assiduidade igual ou superior a 67% para estar considerado em avaliação contínua. - Avaliação Final - Um exame final a valer 100% da nota.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Krugman, Paul R.; Obstfeld, Maurice, Melitz, M. (2015) - International Economics: Theory and Policy, 10th edition, New York, Addison-Wesley. - Schmitt-Grohé, S.; Uribe, M. (2016), International Macroeconomics, April, Unpublished manuscript, to be published by Princeton University Press.
Bibliografia Opcional
- Ao longo do semestre a equipa docente poderá também distribuir pelos alunos outros textos relacionados com pontos específicos do programa e que visam estimular a discussão em aula. - During the semester the teaching staff may also distribute to students other documents related to specific points of the program, which aims to stimulate discussion in class.
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Objectivos
A UC introduz a teoria dos jogos e o raciocínio estratégico dotando os alunos de ferramentas de apoio à decisão económica e empresarial em situações de interação com outros agentes. O curso foca-se nas principais noções e modelos de jogos não cooperativos, a par com a apresentação constante de aplicações económicas.
A UC é recomendada para alunos que querem: - dotar-se de competências/ferramentas de apoio à tomada de decisões estratégicas para entrar a curto prazo no mercado de trabalho; - prosseguir para mestrado e dominar as noções básicas de raciocínio estratégico que aí serão mais formalizadas.
A UC contribui para cumprir os seguintes objetivos das licenciaturas em: - Economia: SGL41. Capacidade de identificar e aplicar os principais ensinamentos das teorias económicas contemporâneas SGL52. Compreensão das vantagens e limitações dos modelos e técnicas utilizados em Economia - Gestão: SGL51. Compreensão do papel da estratégia e da gestão estratégica das empresas.
Programa
1.Introdução e conceitos básicos da teoria dos jogos 2.Jogos estáticos de informação completa 2.1.Conceitos: dominância, melhor resposta e equilíbrio de Nash 2.2.Aplicações: organização industrial, bens comuns, comércio internacional; votações. 2.3. Equilíbrio de estratégias mistas 3.Jogos dinâmicos de informação completa 3.1.Conceitos: credibilidade, indução retroativa, racionalidade sequencial e perfeição no subjogo. 3.2.Aplicações: organização industrial, negociação, jogos repetidos, cartéis e reputação. 4.Jogos estáticos de informação incompleta 4.1.Conceitos: equilíbrio de Nash Bayesiano 4.2.Aplicações: leilões e seleção adversa 5.Jogos dinâmicos de informação incompleta 5.1.Conceitos: equilíbrio Bayesiano perfeito 5.2.Aplicações: sinalização no mercado de trabalho
Processo de Avaliação
A avaliação ocorre ao longo do semestre e inclui: - teste intermédio (40%). - prova escrita no final do semestre (60%) Para obter aprovação na disciplina, a nota da frequência não pode ser inferior a 8,0 v. e o aluno deve assistir pelo menos a 80% das aulas. No regime de avaliação final, a avaliação é composta apenas por um exame individual (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Gibbons, R. (1992), A Primer in Game Theory, Pearson Education.
Bibliografia Opcional
-Watson, J. (2013), Strategy: An introduction to game theory, 3rd edition, W.W. Norton & Company. -Dutta, P. (1999), Strategies and Games: Theory and Practice. MIT Press. -Osborne, M. (2004), An Introduction to Game Theory, Oxford University Press. -Dixit, A.; Skeath, S.; Reiley Jr., D. (2014), Games of Strategy, 4th edition, W.W. Norton & Company Poderá haver leituras adicionais recomendadas para partes específicas da matéria
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1 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
- Promover o desenvolvimento de competências de comunicação em apresentações orais. - Promover o desenvolvimento de competências de planeamento e estruturação de apresentações orais. Promover comportamentos e atitudes profissionais relativamente às apresentações orais. - Promover o desenvolvimento de competências de auto diagnóstico e de desenvolvimento pessoal
Programa
Tópicos: T1 A importância das apresentações em público T2 Planeamento e estruturação de apresentações orais T3 O Mapa mental T4 Métodos de Transmissão T5 Regras de Elaboração dos diapositivos T6 Recursos T7 Comunicação Verbal T8 Comunicação Não-verbal T9 Técnicas de Interacção T10Técnicas de Regulação do Stress T11O dia da Apresentação T12 A apresentação já está terminada! O feedback
Processo de Avaliação
1) Avaliação continua - regime presencial - Presença em 2/3 das aulas - Apresentação individual em sala (70%) - Formulário Etapas da Apresentação (20%) - Elaboração do Mapa Mental 10% 2) Av. Contínua - regime blended learning - Realização com sucesso, do curso online - obrigatório - Presença em 2/3 das aulas - Apresentação individual 70% - Formulário Etapas da Apresentação 20% - Elaboração do Mapa Mental 10% 3) Avaliação final - Provas de avaliação final 100%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Neves, J., Garrido, M. & Simões, E. (2006). Manual de competências pessoais, interpessoais e instrumentais: Teoria e prática. Lisboa: Edições Sílabo. Pina, J. (2014). Como fazer apresentações em 10 etapas. Lisboa: Pactor
Pina, J. (2014). Comunicar com humor. Insensatez ou profissionalismo? Lisboa: Pactor
Pina, J. (2011). Apresentações Que Falam Por Si. Lisboa: Lidel.
Reynolds, G. (2011). The naked presenter - Delivering Powerful Presentations With or Without Slides. Berkeley, CA: New Riders.
Bibliografia Opcional
Apperson, J. M., Laws, E. L., & Scepansky, J. A. (2006). An assessment of student preferences for PowerPoint presentation structure in undergraduate courses. Computers & Education(50), 148-153. Barsalou, L. (2008). Grounded Cognition. Annual Review of Psychology, 59, 617-645. Cyphert, D. (2007). Presentation Technology in the Age of Electronic Eloquence: From Visual Aid to Visual Rhetoric. Communication Education, 56(2), 168 - 192. Duarte, N. (2008). Slide:ology. The Art and Science of Creating Great Presentations. Sebastopol CA: O'Reilly Media.
Gallo, C. (2010). The presentation secrets of Steve Jobs: how to be insanely great in fron of any audience. McGraw Hill. James O'Rourke,. (2008). O Segredo das Apresentações de Sucesso. Lisboa: Edições Centro Atlântico Nelson Faria de Oliveira (2008). Como falar em público. Lisboa: Colecção Comunicação & Sucesso, GestãoPlus.
Rodrigues, M., & Ferrão, L. (2006). Formação Pedagógica de Formadores (9ª ed.). Lisboa: Lidel
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Objectivos
Esta unidade visa fornecer aos alunos(as)competências necessárias para compreenderem a importância de saber redigir relatórios técnicos claros, organizados e precisos; e estabelecerem parâmetros para a apresentação de análises de informação complexa de forma adequada para leitores sem formação técnica.
Programa
Tópicos: T1- Tipos de relatório: identificar os formatos básicos . T2 -Elementos da estrutura de um relatório técnico. T3 -Características de um texto técnico: objectividade, clareza. T4 -Técnicas de comunicação escrita: como tornar um texto conciso, pertinente e claro. T5 -Organização das ideias: como favorecer a compreensão da mensagem e destacar a informação essencial; como sintetizar eficazmente. T6 -Regras básicas para garantir a qualidade gramatical do relatório (ortografia e estrutura sintáctica). T7 -Erros a evitar: ambiguidade, chavões, tautologias, coloquialismos. -Respeitar as fontes de informação, como e quando citar, como parafrasear, referências. T8 -Como utilizar software de processamento de texto e de apresentações na elaboração de relatórios técnicos.
Processo de Avaliação
1-Avaliação continua (b-learning) Presença mínima a 2/3 das aulas presenciais Realização com sucesso do curso online (obrigatório) Participação e exercícios autónomos 30% Elaboração de um relatório técnico 70% 2-Avaliação continua (Presencial) Presença mínima a 2/3 das aulas Participação e exercícios autónomos 30% Elaboração de um relatório técnico 70% 3 Avaliação periódica e final Elaboração de um relatório técnico 100% Em cada semestre vigora apenas uma opção de avaliação contínua
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Blanco, E. L. (2000). Como apresentar relatórios. Lisboa: Estampa.
Bowden, J. (2008). Writing a Report: How to Prepare, Write and Present Really Effective Reports - 8th Rev. Edition. Begbroke, Oxford: How To Books.
Hood. J.H. (2013). How to Book of Writing Skills: Words at Work: Letters, email, reports, resumes, job applications, plain English. United States: Wordcraft Global Pty Limited.
Oliu, W. E., Brusaw, C. T. & Alred, G. J. (2013). Writing That Works: Communicating Effectively on the Job. Boston, New York: Bedford/St. Martin's.
Roman, K. & Raphaelson J. (2010). Writing That Works; How to Communicate Effectively In Business. New York: HarperCollins Publishers Inc.
Bibliografia Opcional
Bentley, T. (2002). Report Writing in Business. Oxford: Elsevier /CIMA Books.
Campanizzi, J. (2005). Effective writing for the quality professional: creating useful letters, reports, and procedures. Wisconsin: ASQ Quality Press.
Cox J. V. (1997). Como Redigir um Relatório. Lisboa: Cetop.
Forsyth, P. (1998). 30Minutos... para escrever um relatório. Lisboa: Replicação.
Gentle, R. (2002). Read This!: Business Writing that Works. Harlow, Essex: Pearson Education.
Gewirtz, A. R. (2007). How To Say It (R) Business Writing That Works: The Simple, 10-Step Target Outline System to Help you Reach Your Bottom Line. London: Prentice Hall Press.
Kuiper, S. (2007). Contemporary Business Report Writing. Mason: Thomson Higher Education.
Peres, P. (2009) Escrever cartas, relatórios e outros documentos com o MS Word. Lisboa: Sílabo.
Soares, M. A., Estrela, E. & Leitão, M. J. (2015). Saber Escrever uma Tese e Outros Textos. Lisboa: Don Quixote.
Sussams, J. E. (1998). Como Fazer um Relatório. Lisboa: Presença.
Young, T. M. (2005) Technical writing A-Z : a commonsense guide to engineering reports and theses New York: ASME.
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Objectivos
O desenvolvimento das competências linguísticas para entrada no mercado de trabalho.
Programa
As aulas serão orientadas em torno das seguintes temas. CP1. Estrutura de Empresas Descrever as funções de departamentos Utilizar números, datas, horários, estatísticas Descrever mudança - subir / descer/ diminuir, etc CP2 Recrutamento Escrever uma carta de candidatura CVs CP3. Os bancos e o dinheiro A linguagem dos gráficos CP 4. A linguagem de apresentações CP 5 Discutir manchetes e artigos de notícias na área dos negócios CP 6 Consolidação de gramática: verbos, preposições, artigos, etc; Inglês formal vs. informal
Processo de Avaliação
Dois regimes: contínua ou periódica A) Contínua: Apresentação de grupo e sumário escrito (individual) (50%). Exame (50%). B)Periódica Apresentação e relatório escrito sobre o tema da apresentação (50%). Exame (50%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Students should download and print the student work book in elearning and bring to lessons. For current affairs: www.bbc.co.uk www.nytimes.com
Bibliografia Opcional
Pearson Education: Market Leader: Business Grammar and Usage Cambridge University Press: Cambridge English for Job-hunting Business English dictionary e.g. English Business Dictionary - Longman
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