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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
António Firmino da Costa
Departamento de Sociologia
Objectivos
Aquisição de conhecimentos atualizados sobre desigualdades sociais contemporâneas, numa perspetiva multidimensional e global, e aquisição de competências teóricas e metodológicas para realizar e interpretar estudos sobre desigualdades sociais.
Programa
CP1. Problemática das desigualdades: perspetivas de análise e debates atuais
CP2. Teoria: desigualdades sociais em contexto de globalização
CP3. Metodologia: indicadores, medidas e categorias de desigualdades
CP4. Desigualdades de recursos e oportunidades
CP5. Desigualdades vitais e existenciais
CP6. Interseções de desigualdades e mobilidade social
CP7. Desigualdades, justiça social e políticas públicas
CP8. Desigualdades na Europa: integração ou divergência?
CP9. Desigualdades no mundo: casos, tendências e comparações
CP10. Desenvolvimento humano e desigualdades globais
Processo de Avaliação
A avaliação das aprendizagens (conhecimentos e competências) inclui: a) assiduidade às aulas (20%); b) debate nas aulas de tópicos da bibliografia e de informação empírica ilustrativa (20%); c) trabalho escrito final, com componentes teórica e empírica: ensaio individual, com 12 mil a 16 mil carateres de texto (6 a 8 páginas) e anexos (quadros, gráficos, figuras) (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Alvaredo, F et al (2018), World Inequality Report 2018, WID.WORLD Atkinson, AB (2015), Inequality, Cambridge (Mass.), Harvard UP Carmo, RM et al (orgs) (2018), Desigualdades Sociais: Portugal e a Europa, Lisboa, Mundos Sociais Costa, AF (2012), Desigualdades Sociais Contemporâneas, Lisboa, Mundos Sociais Dorling, D (2017), The Equality Effect, Oxford, New Internationalist Mauritti, R et al (2016), "The social structure of European inequality", Sociologia, Problemas e Práticas, 81 Milanovic, B (2016), Global Inequality, Cambridge (Mass.), Belknap OECD (2018), A Broken Social Elevator? Piketty, T (2014), Capital in the Twenty-First Century, Cambridge (Mass.), Harvard UP Savage, M et al (2015), Social Class in the 21th Century, London, Pelican Stiglitz, JE (2015), The Great Divide, New York, W. W. Norton Therborn, G (2013), The Killing Fields of Inequality, Cambridge, Polity Press Wilkinson, R & Pickett, K (2018), The Inner Level, London, Allen Lane
Bibliografia Opcional
Almeida, João Ferreira (2013), Desigualdades e Perspetivas dos Cidadãos. Portugal e a Europa. Lisboa, Mundos Sociais. Alvaredo, Facundo; Chancel, Lucas; Piketty, Thomas; Saez, Emmanuel; Zucman, Gabriel (2018), World Inequality Report 2018, WID.WORLD. Atkinson, Anthony B. (2015), Inequality: What Can be Done?, Cambridge (Mass), Harvard University Press [(2016), Desigualdade: O Que Fazer?, Lisboa, Bertrand]. Ávila, Patrícia (2007), "Literacia e desigualdades sociais na sociedade do conhecimento", in Costa, AF, Machado, FL e Ávila, P (orgs.) (2007), Sociedade e Conhecimento (Portugal no Contexto Europeu, vol. II), Lisboa, Celta: 21-44. Bihr, Alain & Roland Pfefferkorn (2008), Le Système des Inégalités, Paris, La Découverte. Bourguignon, François (2015), The Globalization orf Inequality, Princeton, Princeton University Press. Boushey, Heather, J. 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Yeates, Nicola (ed.), (2008), Understanding Global Social Policy, Bristol, The Policy Press. *** Sítios eletrónicos e bases de dados em linha com indicadores de desigualdades: Gobal Education Monitoring Report: http://en.unesco.org/gem-report/ European Social Survey: www.europeansocialsurvey.org Eurostat: http://epp.eurostat.ec.europa.eu Gapminder, a fact-based world view: http://www.gapminder.org Inequality.org: https://inequality.org Inequality Around the World: http://web.worldbank.org Inequality Watch: http://inequalitywatch.eu/ Instituto Nacional de Estatística: http://www.ine.pt International Labour Organization: http://www.ilo.org Observatório das Desigualdades: http://observatorio-das-desigualdades.com OECD - Organisation for Economic Co-operation and Development: http://www.oecd.org Pordata: http://www.pordata.pt/ UNDP - United Nations Development Programme / Human Development Reports: http://www.undp.org WID - World Inequality Database: https://wid.world/
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Docentes
Patrícia Ávila
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem como principal objectivo proporcionar um conjunto articulado de aprendizagens sobre a problemática da educação ao longo da vida nas sociedades contemporâneas, com particular ênfase na sociedade portuguesa. Para o efeito serão mobilizados recursos teóricos e evidências empíricas que permitam compreender a centralidade da aprendizagem ao longo da vida nas sociedades atuais, assim como a sua presença em orientações políticas, quer nacionais, quer europeias. Atendendo à especificidade da sociedade portuguesa, em particular no que concerne ao perfil de qualificações da população adulta, serão abordadas de forma aprofundada as modalidades de educação e formação de adultos dirigidas à população menos escolarizada, assim como os seus impactos em diferentes dimensões da vida.
Programa
1. Conhecimento, educação e aprendizagem nas sociedades contemporâneas;1.1 ELV e mudança social;1.2 Modalidades e contextos de aprendizagem nas sociedades actuais;1.3 ELV e desigualdades sociais;1.4 Competências-chave:literacia e outras competências para a vida;1.5 A ALV na agenda política; representações e pressupostos 2. Conceitos, indicadores e comparações internacionais;2.1 Estudos internacionais de avaliação de competências;2.2 Conceitos e indicadores de práticas de aprendizagem ao longo da vida:o inquérito europeu à educação e formação de adultos 3. A intervenção formal e os actores; 3.1 Educação e formação de adultos em Portugal;3.2 Modalidades de educação e formação dirigidas aos adultos pouco escolarizados;3.2.1 Os referenciais de competências como instrumento formativo;3.2.2 Histórias de vida, balanço de competências e reconhecimento de competências;3.2.3 Modalidades, entidades promotoras e população abrangida;3.3 Impactos dos processos formais de aprendizagem
Processo de Avaliação
A avaliação decorre dos seguintes elementos:Participação nas aulas (10%);Apresentação oral, em grupo, de um texto (30%); Trabalho individual escrito (60%). A participação nas aulas pressupõe a leitura prévia de textos, indicados com antecedência. O trabalho individual será subordinado a um tema relacionado com o programa e deverá apoiar-se em referências bibliográficas trabalhadas ao longo da unidade curricular. A dimensão do trabalho não deverá ultrapassar 12 páginas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Ávila, P(2008), A Literacia dos Adultos, Lisboa, Celta. Araújo, L(2015),"Educação de Adultos: Soluções Transitórias para um Problema Persistente" in, Rodrigues, M. L(2015), 40 Anos de Políticas de Educação em Portugal, Coimbra, Almedina. Canário, R. (2000), Educação de Adultos: Um Campo e uma Problemática, Lisboa, EDUCA. Costa, A. F (2003), "Competências para a sociedade educativa: questões teóricas e resultados de investigação", em AA.VV., Cruzamentos de Saberes. Aprendizagens Sustentáveis, Lisboa, FCG. Eurydice(2011), Educação Formal de Adultos: Políticas e Práticas na Europa, GEPE. Field, J (2006), Lifelong Learning and the New Educational Order, Trentham Books. Jarvis, P(2007), Globalization, Lifelong Learning and the Learning Society: Sociological Perspectives: v. 2, Londres, Routledge. Gomes, M. C(2012), "Qualificar adultos em Portugal: políticas públicas e dinâmicas sociais", ISCTE-IUL. OECD (2016), Skills Matter: Further Results from the Survey of Adult Skills, OECD, Paris
Bibliografia Opcional
AA.VV. (2007), Aprendizagem ao Longo da Vida (Cadernos Sociedade e Trabalho X), Lisboa, MTSS/GEP. Abrantes, Pedro (2013), A escola da vida : socialização e biografia(s) da classe trabalhadora, Lisboa, Mundos Sociais Afonso, Almerindo Janela (2005), "Percursos e debates da Sociologia da Educação", em António Teodoro e Carlos Alberto Torres (orgs.), Educação Crítica e Utopia. Perspectivas para o Século XXI, Porto, Edições Afrontamento. Alonso, Luísa, Luís Imaginário, Justino Magalhães, Guilhermina Barros, José Manuel Castro, António Osório, e Fátima Sequeira (2001, 2002), Referencial de Competências-Chave. Educação e Formação de Adultos, Lisboa, ANEFA. Alves, Mariana Gaio (2010), Aprendizagem ao Longo da Vida e Políticas Educativas Europeias, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Aníbal, Alexandra (2014), Aprender com a vida: aquisição de competências de literacia em contextos informais, Lisboa, ISCTE-IUL (tese de doutoramento) Benavente, Ana, Alexandre Rosa, António Firmino da Costa, e Patrícia Ávila (1996), A Literacia em Portugal. Resultados de uma Pesquisa Extensiva e Monográfica, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian / Conselho Nacional de Educação. Capucha, Luís (2013), "Em defesa da Iniciativa Novas Oportunidades: a Qualificação de Adultos é uma prioridade" em Aprender, Revista da Escola Superior de Educação de Portalegre; nº34, pp. 29-65. Capucha, Luís (2015) "Iniciativa Novas Oportunidades, o Tempo da Igualdade" em Rodrigues, Mª de Lurdes (2015) - 40 Anos de Políticas de Educação em Portugal - Volume I: A Construção do Sistema Democrático de Ensino, Coimbra, Almedina, pp. 392-410. Carneiro, Roberto (2011), Accreditation of Prior Learning as Lever for Lifelong Learning: Lessons Learnt from the New Opportunities Initiative, Portugal, Unesco e CEPCEP.
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Docentes
Pedro António Abrantes
Departamento de Sociologia
Objectivos
Esta unidade pretende constituir um espaço de desenvolvimento de capacidades reflexivas, conceptuais e operatórias acerca dos modelos de planeamento e de avaliação que se têm vindo a desenvolver no plano educativo e formativo.
Programa
Introdução: o que é (e para que serve) planear e avaliar (Aula 1)
Parte 1. Teorias e conceitos (Aulas 2-5) - Elementos e etapas do planeamento - Correntes do planeamento: normativo, estratégico e participativo - Modelos de avaliação
Parte 2. Técnicas e discussão de casos práticos (Aulas 6-9) - Diagnóstico e Análise Prospetiva - Desenho de projetos - Cronogramas e orçamentos - Execução, monitorização e avaliação
Conclusões (Aula 10)
Processo de Avaliação
Avaliação contínua (implica frequência de, pelo menos, 7 aulas): a) Participação nas aulas (6 v.) b) Qualidade das tarefas individuais (6 v.) c) Qualidade do ensaio final, realizado em grupo (8 v.) Os mestrandos podem optar pela avaliação final (exame), avisando o docente por e-mail com, pelo menos, 48 horas de antecedência face à data da prova da 1ª época. Tanto na avaliação contínua como final os estudantes podem apresentar os seus trabalhos em Português, Espanhol ou Inglês.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Alexander, W. & Serfass, R. (1999), Futuring Tools for Strategic Quality Planning in Education, Milwalkee: ASQ. Capucha, L. (2011). Planeamento e Avaliação de Projetos: Guião Prático. Lisboa: DGIDC-ME. Chaplowe, S.G. & Cousins, J.B. (2017). Monitoring and Evaluation Training: A Systematic Approach. Thousand Oaks: Sage. Chelimsky, E. & Shadish, W. (1997), Evaluation for the 21st Century: a Handbook. Thousand Oaks: Sage. Formosinho, J. & Pascal, C. (2016). Assessment and Evaluation for Transformation in Early Childhood. Londres: Routledge. Guerra, I.C. (2000). Fundamentos e Processos de uma Sociologia de Acção: o Planeamento em Ciências Sociais. Cascais: Principia. Sánchez Martínez, E. (2009). Planeamiento Estratégico de la Educación: Elementos Conceptuales y Metodológico. Córdoba: Brujas. UNESCO (2010a). Strategic Planning: Concept and Note. Education Sector Planning. Working Paper 1. Paris: UNESCO-IIPE.
Bibliografia Opcional
Abrantes, P. (2010). Políticas de avaliação e avaliação de políticas: o caso português no contexto ibero-americano. Revista Iberoamericana de Educación, 53, pp. 25-44. Abrantes, P.; Roldão, C.; Amaral, P.; & Mauritti, R. (2013). Born to fail? Some lessons from a national programme to improve education in poor districts. International Studies in Sociology of Education, 23 (1), pp. 17-38. Afonso, A. J. (1999), "Estado, mercado, comunidade e avaliação: esboço para uma rearticulação crítica". Educ. Soc. [online], vol.20, n.69, pp. 139-164. Arroteia, J. C. (1998). Demografia Escolar: Teoria e Métodos. Aveiro: Universidade de Aveiro. S.151 ARR*Dem (ISCTE) Banco Mundial (1978), Staff Appraisal Report: Education Report - Republic of Portugal, Relatório Interno. Barroso, J. & Viseu, S. (2007), "A emergência de um mercado educativo no planeamento da rede escolar: de uma regulação pela oferta a uma regulação pela procura", Educação & Sociedade, 24 (84), pp. 897-921. Beach, R. & Lindahl, R. 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Docentes
Teresa Seabra
Departamento de Sociologia
Objectivos
Constitui objectivo central desta unidade curricular promover o conhecimento sociológico da diversidade de trajectórias escolares e potenciar a capacidade analítica e reflexiva deste fenómeno social, recorrendo ao património científico da sociologia da educação.
Programa
1. Introdução: A Escola enquanto projeto da modernidade 2. A dimensão social do desempenho escolar 3. Teorias explicativas da seletividade social do sucesso escolar 4. Género e etnicidade na diferenciação dos trajetos escolares 5. Influência das condições e dos processos socioinstitucionais no desempenho escolar 6.Relação entre resultados escolares e ação das famílias e dos alunos 7. Condições e processos favoráveis ao sucesso escolar (síntese)
Processo de Avaliação
A avaliação consiste na prestação de provas em dois momentos diferenciados (avaliação periódica): - Apresentação oral de materiais relacionados com as temáticas da UC (a acordar com a docente) ou Ficha de Leitura de texto da bibliografia básica (30%) - Realização de um ensaio (exercício escrito e individual) (70%) Deve corresponder ao desenvolvimento de um tema (com a concordância da docente), com inclusão de informação empírica relacionada. Dimensão máxima: 8 páginas (excluindo anexos).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Barrère, A. E N. Sembel (2006, 2002), Sociologia da Escola, S. Paulo, Ed. Loyola, pp. 15-37Bernstein, B. (1980), "Entrevista com Basil Bernstein" (dada a Elisabete Oliveira), O Professor, nº 25 (nova série), pp. 19-23 Bourdieu, P. e P. Champagne (1992), « Les exclus de l´interieur », Actes de la Recherche en Sciences Sociales, nº 91/92, pp. 71-75 Grácio, Sérgio (1997), Dinâmicas da Escolarização e das Oportunidades Individuais, Lisboa, Educa, pp. 49-66. Gomes, Carlos A. (1987), "A interacção selectiva na escola de massas", Sociologia- Problemas e Práticas, nº 3, pp. 35-49 Seabra, Teresa (2010), Adaptação e Adversidade: o desempenho escolar dos alunos de origem indiana e cabo-verdiana no ensino básico, Lisboa, ICS-UL
Bibliografia Opcional
Alves, N. e R. Canário (2004), ?Escola e exclusão social: das promessas às incertezas?, Análise Social, vol. XXXVIII (169), pp. 981-1010. Barrère, A. E N. Sembel (2006, 2002), Sociologia da Escola, S. Paulo, Ed. Loyola. Benavente, Ana; Jean Campiche; Teresa Seabra e João Sebastião (1994), Renunciar à escola - o abandono escolar no ensino básico, Lisboa, Fim de Século. Bourdieu, P. (1979), « Les trois états du capital culturel », Actes de la Recherche en Sciences Sociales, nº 30, pp. 3-6. Bourdieu, P. e J.C. Passeron (s/d; 1970), A reprodução - elementos para uma teoria do sistema de ensino, Lisboa, Vega. Cabral, M. V. (2002), ?Espaços e temporalidades sociais da educação em Portugal? em AA.VV., Espaços de educação, Tempos de formação, Lisboa, FCG, pp.47-67. Canário, Rui, N. Alves e C. Rolo (2001), Escola e exclusão social, Lisboa, IIE/Educa. Charlot, B., É. Bautier e J.Y. Rochex, (1993), École et savoirs en banlieue et ailleurs, Paris, A. Colin. 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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Teresa Seabra
Departamento de Sociologia
Objectivos
A unidade curricular Desenho da Pesquisa tem como objetivo principal fornecer aos estudantes de nível de mestrado os instrumentos conceptuais e operativos fundamentais para o desenho de um projeto de pesquisa e/ou intervenção em ciências sociais. Tratando-se de uma unidade curricular comum a vários mestrados ela está desenhada para o cumprimento de um objetivo final: apetrechar os estudantes para a elaboração de um projeto próprio.
Programa
1.A pesquisa como produtora de conhecimento: condições, procedimentos. a.A pesquisa empírica teoricamente orientada. b.A pesquisa social como 'problem solving': diagnósticos, avaliações. c.A ética da investigação nos diferentes tipos de pesquisa. 2.Estratégias metodológicas. a.Estratégias metodológicas e objectivos da pesquisa. b.Pesquisa extensiva: grandes inquéritos e bases de dados estatísticos. Exemplos. c.Pesquisa intensiva: estudos de caso, pesquisa de terreno, observação participante, abordagem etnográfica. Exemplos. d.A investigação acção e a intervenção social. Exemplos. e.Pesquisa comparativa: objectivos e problemas da comparação. Exemplos. f.Os 'métodos combinados'. Exemplos. 3.Como desenhar um projecto de pesquisa e/ou intervenção. a.Formulação do problema e definição de objetivos. b.Conceptualização. c.Operacionalização e observação. d.Redação do projeto.
Processo de Avaliação
A avaliação implica por parte dos estudantes as seguintes modalidades de trabalho pessoal: - Participação nas aulas e leitura cuidadosa da bibliografia de trabalho (15%); - Apresentação sintética em aula do seu projeto (20%); - Elaboração de um projeto de pesquisa e/ou intervenção - trabalho escrito final (individual) (65%).
A avaliação desta UC não contempla a realização de exame escrito final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Babbie,Earl,(1989),The Practice of Social Research, Belmont, California Wadsworth Publishing Comp.;Blaikie,N.(2007),Approaches to social enquiry:advancing knowledge,Cambridge,Polity Press;Bryman,Alan(2012)Social Research Methods,Oxford,OUP; Capucha,Luís(2008,Planeamento e Avaliação de Projectos,Guião Prático,Lisboa, DGIDC/ME;Creswell,John W.(2003,Research design: qualitative, quantitative,and mixed methods approaches,Thousand Oaks,Sage;Oyen,Else(1990,Comparative Methodology.Theory and practice in international social research, London, Sage; Della Porta, Donatella e M. Keating(eds.)(2008)Approaches and Methodologies in the Social Sciences.A Pluralist Perspective,Cambridge,Cambridge University Press;Ragin, Charles (1994), Constructing Social Research.The Unity and Diversity of Method, Thousand Oaks,Pine Forge; Silverman, David (ed.)(2011)Qualitative Research, London, Sage; King,G.,Keohane, R,Verba, S.(1994),Designing Social Inquiry, Princeton,Princeton University Press;
Bibliografia Opcional
Aguilar, Maria José e & Ander-Egg, Ezequiel, (1995) Avaliação de serviço e programas sociais. 2ª ed. Petrópolis, Vozes. Beckett, Chris (2010), Assessment and intervention in social work, Sage Publications, London. Blanchet, A. et. al., (1985), L'entretien dans les Sciences Sociales, Paris, Dunod. Booth, Wayne C., Gregory G. Colomb e Joseph M. Williams (2003), The Craft of Research, Chicago, The University of Chicago Press. Bourdieu, Pierre. (1997), "Compreender" in Bourdieu, Pierre (Org.). A miséria do mundo. Petrópolis: Vozes, p. 693-713. Brady, Henry E. and David Collier (2004), Rethinking Social Inquiry: Diverse Tools Shared Standards, Lanham, Rowman & Littlefield Publishers. Brannen, Julia (2005), Mixed methods research: a discussion paper, Economic & Social Research Council, National Centre for Research Methods. URL: http://eprints.ncrm.ac.uk/89/1/MethodsReviewPaperNCRM-005.pdf Bryman Alan (2007), "Barriers to integrating quantitative and qualitative research" Journal of Mixed Methods Research, 1, pp.8-22. Burgess, Robert, (2001) A pesquisa de terreno, Oeiras, Celta Editora Capucha, Luís e Paulo Pedroso (1996) (orgs.), Sociologia Problemas e Práticas, nº 22 (Número especial sobre metodologias de avaliação). Carvalho, Helena (2004), Análise Multivariada de Dados Qualitativos, Lisboa, Sílabo. Comissão Europeia (1993), Gestão do ciclo de projecto: abordagem integrada e quadro lógico, Métodos e instrumentos para a gestão do ciclo de projecto, n.º 1, Luxemburgo. Costa, António Firmino da (1986), "Pesquisa de terreno em sociologia" in, J.Madureira Pinto e A. S. Silva (orgs.), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Edições Afrontamento. Dogan, Mattei, e Dominique Pelassy (1990, 1984), How to Compare Nations. Strategies in Comparative Politics, New Jersey, Chatham House Publishers. European Institute of Public Administration (2004), Improving an organization through self-assessment? common assessment framework, Maastricht, European Institute of Public Administration Evera, Stephen van (1997), Guide to Methods of Students of Political Science, Ithaca, Cornell University Press. Field, Andy (2005), Discovering Statistics Using SPSS, London Sage Publications. Gauthier, Benoît (2003), Investigação Social: da problemática à colheita de dados, Loures, Ed Lusociência. Ghiglione, Rodolphe e Benjamin Matalon (1992) O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora.; Giddens, Anthony (2004),"Métodos de Investigação em Sociologia", em Sociologia (4ª edição, revista e actualizada), Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, pp. 2-19; pp. 641-663. Jensen, Klaus B. (Org.) (2012) A Handbook of Media and Communication Research. Londres e Nova Iorque: Routledge, 2ª Edição. Kaufmann, Jean-Claude, (1996), L'entretien compréhensif, Paris, Nathan. Landman, Todd (2003), Issues and Methods in Comparative Politics. An Introduction, Londres, Routledge. Maxwell,Joseph A. (2008) Qualitative Research Design: an Interactive Approach, Thousand Oaks, Sage; McLaughlin, Hugh (2007), Understanding social work research, London, Sage. Pais, José Machado (2003 [2001]) Ganchos, Tachos e Biscates. Jovens,Trabalho e Futuro, Porto, Âmbar Peters, Guy B. (1998), Comparative Politics. Theory and Methods, New York, New York University Press. Quivy, R.,L. Champenhoud,(2003), Manual de Investigação em Ciências Sociais, Lisboa, Gradiva. Ragin, Charles C. (1987) The Comparative Method: Moving Beyond Qualitative and Quantitative Strategies, Berkeley/Los Angeles/London, University of California Press. Sartori, G. e Leonardo Morlino (1991) La Comparación en las Ciencias Sociales, Madrid, Alianza Editorial Schiefer, Ulrich, et al. (2007), Método aplicado de planeamento e Avaliação. Manual de Planeamento e Avaliação de Projectos. Estoril. Editora Principia. Scott, J. (1990) A Matter of Record: Documentary Sources in Social Research, Cambridge, Polity Press. Shaw, Ian; Gould Nick (2001) Qualitative Research in Social Work, 2nd edition London, Sage Publications. Silva, Augusto Santos e J. Madureira Pinto, (1986) (Org), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Edições Afrontamento; Thompson, Neil (2009) Understanding social work, 3rd ed. Basingstoke, Palgrave Macmillan. Turner, Francis J. (2005). Social Work Diagnosis in Contemporary Practice. New York , Oxford. University Press. Turner, Jonathan (2005) "A new approach for theoretically integrating micro and macro analysis", in Craig Calhoun, C. Rojek,B. Turner (Ed.) , The Sage Handbook of Sociology, London, Sage Publications Whyte, William Foote (ed.) (1991), Participatory Action Research, Sage. Wilson, Kate e al.). (2008), Social Work. An introduction to contemporary practice. Harlow, Pearson Longman, (p. 235-295).
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Docentes
Filipe Marcelo Reis
Departamento de Antropologia
Vítor Pena Ferreira
Departamento de Sociologia
Objectivos
Os estudos sobre a infância e a juventude constituem presentemente um campo relativamente consolidado e de natureza transdisciplinar. Tanto a Antropologia como a Sociologia têm contribuído para mostrar que a idade constitui um princípio universal de organização social e, ao mesmo tempo, têm chamado a atenção para o facto de que ser criança e ser jovem não significa a mesma coisa em todo o lado. Embora as crianças e os jovens tenham começado a chamar a atenção de sociólogos/as e antropólogos/as desde cedo na história destas disciplinas, a sua conceptualização enquanto agentes sociais de pleno direito emergiu mais recentemente. Partindo da problematização das categorias de infância e juventude ? vistas como construções sociais intimamente ligadas à noção de pessoa ? a UC visa apresentar este campo de estudos transdisciplinar e estimular os estudantes a ler e a debater sobre as questões de natureza teórica e metodológica implicadas na pesquisa sobre infância e juventude.
Programa
1. Fundamentos 1.1. A idade como principio básico de organização social em diferentes contextos sociais e culturais 1.2. A infância e a juventude como construção social 1.3. Métodos e fontes na pesquisa sobre crianças e jovens
2. Temáticas 2.1. Crianças e jovens na família 2.2 Crianças e jovens na escola 2.3. Crianças e jovens: media e NTIC 2.4. Aprendizagens na relação com os pares 2.5. Ritos de passagem nas sociedades contemporâneas 2.6. Ser criança e jovem num mundo globalizado 2.7. Projetos de intervenção para crianças e jovens (sessão com convidados)
Processo de Avaliação
A avaliação da UC assenta na prestação de trabalhos em dois momentos diferenciados, mas relacionados:
Comentário crítico a um texto (2-3 páginas) - corresponde 30% do total da classificação final;
Texto escrito sob a forma de ensaio, tendo por base o tema tratado na apresentação oral e que integre os contributos recebidos no momento da apresentação (realizado individualmente) (até 10 páginas- corresponde a 70% do total da classificação final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Amit-Talai, V.; Wulf, H. (Eds) 1995 Youth Culture. A Cross-Cultural Perspective London and New York: Routledge Corsaro, W. A. (1997), The Sociology of Childhood Thousand Oaks:Pine Forge Press Dayrell, J. et alli (org.) (2012). Família, escola e juventude: olhares cruzados Brasil-Portugal Minas Gerais: Ed.UFMG Nunes, A. (1999), A Sociedade das Crianças A?Uvê-Xavante. Por uma Antropologia da Criança Lisboa: Instituto de Inovação Educacional Pais, J. M. (2003) Culturas Juvenis Lisboa: Imprensa Nacional da Casa da Moeda Pinto, M; Sarmento, M.J. (coord.)(1999) Saberes sobre as Crianças: para uma bibliografia da Infância e as crianças em Portugal (1974-1998) Braga: Uni. Minho. Reis, F. (1991) Educação, Ensino e Crescimento. O jogo Infantil e a aprendizagem do cálculo económico Lisboa:Escher Seabra, T, (2006) ?A escola do ponto de vista das crianças ? avaliação, sentimentos e representações em alunos da escolaridade obrigatória? Cidades, Comunidades, Territórios, nº 11-12,105-119
Bibliografia Opcional
Ferreira, M. Manuela (2000). Salvar os Corpos, Forjar a Razão: contributo para uma análise crítica da criança e da infância como construção social em Portugal (1880-1940). Lisboa: Instituto de Inovação Educacional.
Ferreira, Vitor Sérgio (2008). Marcas que Demarcam. Tatuagem, Body Piercing e Culturas Juvenis, Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais.
Ferreira, Vítor Sérgio (Coordenador), Ana Matos Fernandes, Jorge Vieira, Pedro Puga, Susana Barrisco (2006), A Condição Juvenil Portuguesa na Viragem do Milénio, Colecção Estudos Sobre Juventude, n.º 10. Lisboa: IPJ.
Grassi, Marzia (2009). Capital Social e Jovens Originários dos PALOP em Portugal,Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais.
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Vieira, Maria Manuel (org.) (2007). Escola, Jovens e Media, Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais.
Fontes de informação especializadas: Observatório Permanente da Juventude (ICS/UL) Núcleo de Estudos de Infância e Juventude (Cria/ISCTE-IUL)
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Docentes
Susana da Cruz Martins
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
O objetivo principal desta unidade curricular (UC) prende-se com a promoção de capacidades conceptuais, operatórias e críticas respeitantes a exercícios de comparação internacional dos sistemas educativos. Os alunos deverão ainda ser capazes de identificar os principais usos, funções e objetivos da análise comparativa baseada em grandes operações de recolha de informação (ou estudos) na área da educação.
Programa
1. Educação e sistemas educativos: difusão do modelo escolar 1.1 Origens e difusão mundial do modelo escolar 1.2 Organização e perfis dominantes (diversidade institucional, formativa e curricular) 1.3 Modelos de governança: centralização/descentralização e autonomia; público/privado; estado/mercado 1.4 Transnacionalização das políticas e políticas europeias de educação
2. Massificação dos sistemas educativos e escolarização das populações 2.1 Sistemas educativos: acesso, participação e desempenhos escolares 2.2 Padrões de escolaridade na Europa: certificação e metas 2.3 Comparações internacionais e inter-regionais de qualificações das populações
3. Educação e a perspectiva comparada 3.1 Funções e usos da análise comparativa: balanço sobre as potencialidades e limites 3.2 Procedimentos de pesquisa comparada: planeamento, organização e desenvolvimento 3.3 Fontes e agências internacionais: pesquisa e acesso à informação; compatibilidade e comparabilidade da informação
Processo de Avaliação
A classificação final será constituída pelos seguintes pontos-chave: 80%: exercício individual de comparação de uma ou várias dimensões de análise entre sistemas educativos (dimensão de 15 páginas, fonte Arial 11, 1,5 entre linhas). 10%: apresentação oral de um texto (que pode ser um livro, um documento institucional/relatório, um artigo, etc.) selecionado pelos alunos num conjunto de possibilidades elencadas pelo docente. 10%: presença e participação na dinâmica das sessões presenciais.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Archer, M. (1979), Social Origins of Educational Systems, London, Sage. Azevedo, J. (2007), Sistema Educativo Mundial. Ensaio sobre a regulação transnacional da educação, Fundação Manuel Leão, VN de Gaia. Dupriez, V., e X. Dumay (2006), "Inequalities in school systems: effect of school structure or of society structure?" Comparative Education, 42(2), pp. 243-260. Gauthier, R.F. (2006), The Content of Secondary Education Around the World. Present Position and Strategic Choices, Paris, UNESCO. Hofman, R. H., W. H. A. Hofman, J. M. Gray, e P. Daly (orgs.) (2004), Institutional Context of Education Systems in Europe: A Cross-Country Comparison on Quality and Equity,Dordrecht, Kluwer Academic Publishers. Martins, S. C. (2012), Escolas e Estudantes da Europa: Estruturas, Recursos e Políticas de Educação, Lisboa, Editora Mundos Sociais. Meyer, J., F. Ramirez, e Y. N. Soysal (1992), "World expansion of mass education, 1870-1970", Sociology of Education, 65, pp. 128-149.
Bibliografia Opcional
Benavot, A. (2006), "The Diversification of Secondary Education: School Curricula in Comparative Perspective", em, IBE Working Papers on Curriculum Issues, UNESCO ed., Vol. 6, UNESCO, pp. 1-24. Bourdieu, P., e J.-C. Passeron (1964), Les Héritiers: Les Étudiants et la Culture, Paris, Les Éditions de Minuit. Bray, M., B. Adamson, e M. Mason (eds.) (2007), Comparative Education Research, Approaches and Methods, Hong Kong, Springer. Dale, R. (2004), "Globalização e educação: demonstrando a existência de uma «cultura educacional mundial comum» ou localizando uma «agenda globalmente estruturada para a educação»?" Educação e Sociedade, 25(87), pp. 423-460. Duru-Bellat, M., e B. Suchaut (2005), "Organisation and context, efficiency and equity of educational systems: what PISA tells us", European Educational Research Journal, 4(3), pp. 181-194. Eurydice (2015), Assuring Quality in Education: Policies and Approaches to School Evaluation in Europe, Bruxelas, Comissão Europeia. Ferreira, A. G. (2008), "O sentido da Educação Comparada: Uma compreensão sobre a construção de uma identidade", Educação, 31(2), pp. 124-138. Gorard, Stephen, e Emma Smith (2004), "An international comparison of equity in education systems", Comparative Education, 40(1), pp. 15-28. Green, Andy (1999), "Êxito educativo em sistemas centralizados e descentralizados", em Manuel Jacinto Sarmento (org.), Autonomia da Escola: Políticas e Práticas, Porto, Edições ASA, pp. 67-94. Howie, S., e T. Plomp (2005), "International comparative studies of education and large-scale change", em N. Bascia, A. Cumming, A. Datnow, K. Leithwood, International Handbook of Educational Policy, Dordrecht, Springer, pp. 75-100. Nóvoa, A.; J. Schriewer (eds.) (2000), A Difusão Mundial da Escola, Lisboa, Educa. OCDE (2008, 2013), Education at a Glance, Paris. OCDE (2013), What Students Know and Can Do: Student Performance in Mathematics, Reading and Science (Volume I), Paris. OCDE (2013), PISA 2012 Results: What Makes Schools Successful? Resources, Policies and Practices (Volume IV), Paris. OCDE (2015), Education Policy Outlook 2015: Making Reforms Happen, Paris (http://www.keepeek.com/Digital-Asset-Management/oecd/education/education-policy-outlook-2015_9789264225442-em page1). Osborn, M., P. Broadfoot, E. McNess, C. Planel, B. Ravn, e P. Triggs (2003), A World of Difference? Comparing Learners Across Europe, Glasgow, Open University Press. Saha, Lawrence (2001), "The Sociology of comparative education", em Jack Demaine (ed.), Sociology of Education Today, Londres, Palgrave.
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Docentes
Sandra Mateus
Departamento de Sociologia
Objectivos
- Problematizar e analisar a presença transversal e multifacetada das dimensões educativas, em sentido amplo, na constituição e nas dinâmicas das sociedades actuais. - Debater os processos de transformação das sociedades contemporâneas e a crescente centralidade dos processos educativos. - Aprofundar o conhecimento sobre as sociedades do conhecimento.
Programa
As sessões serão organizadas segundo os seguintes temas:
1. Apresentação. Planeamento de actividades. Sociedade educativa: problematização inicial 2. Sociedades contemporâneas, mudança social e educação 3. Competências em contexto de globalização e inovação 4. Sociedade em rede, mundo digital e media 5. Cultura científica nas sociedades do conhecimento 6. Arte, cultura e formação de públicos 7. Globalização, migrações e diversidade cultural 8. Ambiente, risco e reflexividade 9.Género, cidadania e poder 10.Orientação dos trabalhos finais, balanço e avaliação
Processo de Avaliação
A avaliação dos alunos terá como base: .Apresentação oral (em grupo ou individual) (30%) . Trabalho escrito individual (70%)
O trabalho escrito deverá ter por base as referências bibliográficas básicas (pelo menos 3) e complementares da UC (pelo menos 3). A dimensão do ensaio não deverá ultrapassar as 10 páginas (fonte Arial, 12, espaço e meio, margens de 3 cm).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Ávila, P. (2008), A Literacia dos Adultos. Competências-Chave na Sociedade do Conhecimento, Lisboa, Celta. Beck, U. (1999), World Risk Society, Cambridge, Polity Press. Bourdieu, P. (1997), Razões Práticas, Oeiras, Celta. Castells, M. (2002), A era da informação: economia, sociedade e cultura - A sociedade em rede (vol.1), Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian. Costa, A. F. da (2003), "Competências para a sociedade educativa: questões teóricas e resultados de investigação", em AAVV, Cruzamento de Saberes, Aprendizagens Sustentáveis, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian. Costa, A. F. da, F. L. Machado e P. Ávila (orgs.) (2007), Sociedade e Conhecimento (Portugal no Contexto Europeu, vol. II), Lisboa, CIES-ISCTE e Celta Editora. Costa, A. F. da, P. Ávila e S. Mateus (2002), Públicos da Ciência em Portugal, Lisboa, Gradiva. Enguita, M. F. (2007), Educação e Transformação Social, Mangualde, Edições Pedago. Giddens, A. (2000), Consequências da Modernidade, Oeiras, Celta.
Bibliografia Opcional
Sociedades contemporâneas, mudança social e educação
Texto de referência: Enguita, M. F. (2007), Educação e Transformação Social, Mangualde, Edições Pedago (ed. orig. 2001).
Bauman, Z. (2000), Liquid Modernity, Cambridge, Polity Press. Beck, U. (1992), The Risk Society. Towards a New Modernity, London, Sage. Beck, U. e E. Beck-Gernsheim (2003), Individualization. Institutionalized Individualism and its Social and Political Consequences, Londres, Thousand Oaks e Nova Deli, Sage Publications. Beck, U., A. Giddens e S. Lash (2000), Modernização Reflexiva. Política, Tradição e Estética no Mundo Moderno, Oeiras, Celta Editora. Bourdieu, P. (1997), Razões Práticas. Sobre a Teoria da Acção, Oeiras, Celta Editora. Castells, M. (2003b), A era da informação: economia, sociedade e cultura: O fim do milénio (vol.3), Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian. Costa, A. F., R. Mauritti, S. da C. Martins, F. L. Machado e J. F. de Almeida (2000), "Classes Sociais na Europa", Sociologia, Problemas e Práticas, 34, pp.9-43. Giddens, A. (2000), As Consequências da Modernidade, Oeiras, Celta Editora. Grácio, S. (1997), Dinâmicas da Escolarização e das Oportunidades Individuais, Lisboa, Educa. Lahire, B. (2003), O Homem Plural. As Molas da Acção, Lisboa, Instituto Piaget. Lindley, R. M. (2000), "Economias Baseadas no Conhecimento - o Debate Europeu sobre Emprego num Novo Contexto", in Boyer, Robert, Manuel Castells, G. E.-N., R. Lindley, L. Soete e M. J. Rodrigues, Para uma Europa da Inovação e do Conhecimento. Emprego, Reformas Económicas e Coesão Social, Oeiras, Celta Editora, pp.33-78.
Competências em contexto de globalização e inovação
Texto de referência: Costa, A. F. da (2003), "Competências para a sociedade educativa: questões teóricas e resultados de investigação", em AAVV, Cruzamento de Saberes, Aprendizagens Sustentáveis, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.
Ávila, P. (2008), A Literacia dos Adultos. Competências-Chave na Sociedade do Conhecimento, Lisboa, Celta Editora. Benavente, A., A. Rosa, A. F. da Costa e P. Ávila (1996), A Literacia em Portugal. Resultados de uma Pesquisa Extensiva e Monográfica, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian. Comissão Europeia (2007), Competências-chave para a Aprendizagem ao Longo da Vida: Quadro de Referência Europeu, Luxemburgo: Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias. Costa, A. F. da, F. L. Machado e P. Ávila (orgs.) (2007), Sociedade e Conhecimento (Portugal no Contexto Europeu, vol. II), Lisboa, CIES-ISCTE e Celta Editora. Gomes, M. do C., P. Ávila, J. Sebastião e A. F. da Costa, (2002), "Novas Análises dos Níveis de Literacia: Comparações Diacrónicas e Internacionais" em Actas do IV Congresso Português de Sociologia, Coimbra, Associação Portuguesa de Sociologia. IFTF (2011), Future Work Skills 2020 Report, Institute for the Future for the University of Phoenix Research Institute. Medel-Añonuevo, C., T. Ohsako and W. Mauch (2013), Revisiting Lifelong Learning for the 21st Century, UNESCO Institute for Education. Meyer, J. (2000), "Globalização e Currículo: problemas para a teoria em sociologia da educação", in Nóvoa, António e Jurgen Schriewer (Eds.), A Difusão Mundial da Escola, Lisboa, Educa, pp.15-32. Nóvoa, A. (2009), "Educação 2021: para uma história do futuro", Revista Ibero-Americana de Educação / Revista Ibero-Americana de Educación, 49, pp.181-199. UNESCO (2005), Towards Knowledge Societies, disponível em [http://www.unesco.org/new/en/com munication-and-information/resources/publications-and-communication-materials/publications/full-list/towards-knowledge-societies-unesco-world-report/] Young, M. (2010), "Alternative Educational Futures for a Knowledge Society", European Educational Research Journal, 9(1), pp. 1-12.
Sociedade em rede, mundo digital e media
Texto de referência: Castells, M.l, G. Cardoso (org.) (2006), A Sociedade em Rede. Do Conhecimento à Acção Política, Lisboa, INCM. Disponível em: [http://eco.imooc.uab.pt/elgg/file/download/51670] (pp.9-61)
Almeida, A. N. e outros (2013), "Crianças e a internet: a ordem geracional revisitada", Análise Social, nº 207, pp. 340-365. Almeida, A. N., Alves, N. A. e Delicado, A. (2011), "As crianças e a internet em Portugal: perfis de uso", Sociologia, Problemas e Práticas, 65, pp. 11-37. Cardoso, G. (2006), Os Media na Sociedade em Rede, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian. Cardoso, G., A. F. da Costa, C. P. Conceição, M. do C. Gomes (orgs.), (2005), A sociedade em Rede em Portugal, Porto, Campo das Letras. Cardoso, G., e outros (2009), Do Quarto de Dormir para o Mundo, Lisboa, Âncora Editora. Cardoso, G., Espanha, R. e Lapa, T. (2007), E-Generation: O Uso de Media por Crianças e Jovens em Portugal, Lisboa, CIES-ISCTE. Castells, M. (2002), A era da informação: economia, sociedade e cultura - A sociedade em rede (vol.1), Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian. Castells, M. (2004), A Galáxia Internet, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian. Pinto, M. (2003), "Correntes da educação para os media em Portugal: retrospectiva e horizontes em tempo de mudança", Revista Iberoamericana de Educación, nº 32, pp. 119-143. Ponte, C.; A. M. Jorge; J.A. Simões; D. Cardoso (eds.) (2012), Crianças e internet em Portugal , Coimbra, Minerva Coimbra. Prensky, M. (2001), "Digital natives, digital immigrants", On the Horizon, 9 (5), pp. 1-6.
Cultura científica nas sociedades do conhecimento
Texto de referência: Costa, A. F. da, P. Ávila e S. Mateus (2002), Públicos da Ciência em Portugal, Lisboa, Gradiva.
Beck, U. (1999), World Risk Society, Cambridge, Polity Press. Conceição, C. P. (2011), Promoção de Cultura Científica. Análise Teórica e Estudo de Caso do Programa Ciência Viva, Departamento de Sociologia do ISCTE-IUL, Lisboa (tese de doutoramento). Costa, A. F. da (1996), "Ciência e reflexividade social", em M. E. Gonçalves (coord.), Ciência e Democracia, Venda Nova, Bertrand Editora. Costa, A. F. da, C. P. Conceição, e P. Ávila (2007), "Cultura científica e modos de relação com a ciência", em A. F. da Costa, F. L. Machado e P. Ávila (orgs.), Sociedade e Conhecimento (Portugal no Contexto Europeu, vol. II), Lisboa, Celta Editora. Costa, A. F. da, C. P. Conceição, I. Pereira, P. Abrantes e M. do C. Gomes (2005), Cultura Científica e Movimento Social, Oeiras, Celta Editora. Coutinho, A. G.; S. J. Araújo & Bettencourt-Dias, M. (2004), 'Comunicar Ciência em Portugal: uma Avaliação das Perspectivas Para o Estabelecimento de Formas de Diálogo entre Cientistas e o Público', Comunicação e Sociedade, 6: 113-134. Delicado, A. (2006), "Os museus e a promoção da cultura científica em Portugal", Sociologia, Problemas e Práticas, (51), 53-72. Gonçalves, M. E. (ed.) (2000), Cultura científica e participação pública, Oeiras, Celta Editora. Granado, A. e J.V. Malheiros (2015), Cultura científica em Portugal: ferramentas para perceber o mundo e aprender a mudá-lo, Lisboa, Fundação Francisco Manuel dos Santos, disponível em [https://www.ffms.pt/FileDownload/54fca75d-9ddf-448c-b153-7c9c46753e58/cultura-cientifica-em-portugal] Knorr-Cetina, K. D. (1999), Epistemic Cultures: How the Sciences Make Knowledge, Cambridge, Cambridge MA, Harvard University Press. Oliveira, L., & A. Carvalho (2013), Envolvimento e Participação dos Cidadãos na Ciência em Portugal e em Espanha: Evolução e Estado atual, CECS-Publicações/eBooks.
Arte, cultura e formação de públicos
Texto de referência: Costa, A. F. da (2004), "Dos públicos da cultura aos modos de relação com a cultura: algumas questões teóricas e metodológicas para uma agenda de investigação", em AAVV, Públicos da Cultura, Lisboa, Observatório das Actividades Culturais, pp. 121-140.
AA.VV. (2004), Públicos da Cultura, Actas do encontro organizado pelo Observatório das Actividades Culturais no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, 24 e 25 de Novembro de 2003, Lisboa, Observatório das Actividades Culturais. Costa, A. F. da (1997), "Políticas culturais: conceitos e perspectivas", Obs, 2, pp. 10-14. Garcia, J.L. (coord.) (2014), Mapear os Recursos, Levantamento da Legislação, Caraterização dos Atores, Comparação Internacional, Lisboa, Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliações Culturais, Secretaria de Estado da Cultura. Lopes, J. T. (2000), A Cidade e a Cultura. Um estudo sobre práticas culturais urbanas, Porto, Edições Afrontamento. Lopes, J. T. (2009), "Da democratização da Cultura a um conceito e prática alternativos de Democracia Cultural", Saber & Educar, 14, disponível em [http://revista.esepf.pt/index.php/sabereducar /article/view/121/90] Pinto, J. M. (1994), "Uma reflexão sobre políticas culturais", in AA. VV., Dinâmicas culturais, cidadania e desenvolvimento local. Actas do Encontro de Vila do Conde, 1-3 de Abril de 1993, Lisboa, Associação Portuguesa de Sociologia, pp. 767-792. Santos, H. (2003), "A propósito dos públicos culturais: uma reflexão ilustrada para um caso português", Revista Crítica de Ciências Sociais, 67, pp. 75-97. Silva, A. S. (1997), "Cultura: das obrigações do Estado à participação da sociedade civil", Sociologia, Problemas e Práticas, 23, pp. 37-48. Silva, A. S. (2000), Cultura e Desenvolvimento, Oeiras, Celta Editora. Silva, A. S. (2007), Como abordar as políticas culturais autárquicas? Uma hipótese de roteiro. Sociologia, problemas e práticas, (54), 11-33. Gomes, R. T., V. Lourenço, T. D. Martinho, & N. F. Gomes (2006), Entidades culturais e artísticas em Portugal. Lisboa: Observatório das Actividades Culturais, disponível em [http://www.ics.ul.pt/rdonweb-docs/OAC_DOCS_8_EntidadesCulturais.pdf]
Globalização, migrações e diversidade cultural
Texto de referência: Touraine, A. (1998), Iguais e Diferentes: Poderemos Viver Juntos?, Lisboa, Instituto Piaget.
Agier, M. (2001), "Distúrbios Identitários em Tempos de Globalização", Mana 7 (2), pp. 7-33. Banks, J. (1994), An Introduction to Multicultural Education, Allyn and Bacon, Massachussets Bordes, V., Hugon, M. A., & Pezeu, G. (2010), Eduquer par la diversité en Europe: expérimentations croisées dans huit pays d'Europe, l'Harmattan. Castells, M. (2002), O Poder da Identidade, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa Eurostat e European Commission (2011), Demography report 2010: older, more numerous and diverse Europeans, Luxembourg. Hall, S. (1997), A Identidade Cultural na Pós-Modernidade, DP&A Editora, Rio de Janeiro Mateus, S. (2013), "'As classificações classificam os classificadores?' Notas sobre os processos de categorização na construção de conhecimento sobre os descendentes de imigrantes", CIES e-Working Paper, Nº 144/2013, Lisboa, CIES-IUL. MPG (2011), Migrant Integration Policy Index III, Migration Policy Group, Brussels. OECD/European Union (2015), Indicators of Immigrant Integration 2015 - Settling In, Paris, OECD Publishing. Ouellet, F. (1991), L'Éducation Interculturelle: Éssai sur le Contenu de la Formation des Maitres, Éditions Harmattan, Paris Wieviorka, M. (2002), A Diferença, Lisboa, Fenda.
Ambiente, risco e reflexividade
Texto de referência: Gonçalves, M.E., Delicado, A. (2007), "Os Portugueses e os novos riscos: Resultados de um inquérito", Análise Social, XLII, 3º trimestre, pp.687-718.
Almeida, J. F. de (org.) (2004), Os Portugueses e o Ambiente. II Inquérito Nacional às Representações e Práticas dos Portugueses sobre o Ambiente, Oeiras, Celta Editora. Beck, U. (1992), From Industrial Society to the Risk Society. Questions of Survival, Social Structure and Ecological Enlightment?, Theory, Culture and Society, vol. 9, pp. 97-123. Beck, U. (1999), World Risk Society, Cambridge, Polity Press. Delicado, A. (Coord.), Truninger, M., Figueiredo, E., Silva, L., Junqueira, L., Horta, A., Fonseca, S., Soares, F. (2015), Terras de Sol e de vento: dinâmicas sociotécnicas e aceitação social das energias renováveis em Portugal, Lisboa: ICS. Imprensa de Ciências Sociais. Dunlap, R. E. & R. J. Brulle (Ed.) (2015), Climate change and society: sociological perspectives, New York, Oxford University Press. Ferrão, J. & A. Horta (Eds.), Ambiente, Território e Sociedade. Novas Agendas de Investigação, Lisboa, ICS. Imprensa de Ciências Sociais. Freitas, M. (2006), "Educação Ambiental e/ou Educação para o Desenvolvimento Sustentável? Uma análise centrada na realidade portuguesa", Revista Iberoamericana de Educación, 41, 133-147. Nave, J. G. e S. Fonseca (2000), As Organizações Não-Governamentais de Ambiente? Elementos de Fenomenologia, Lisboa, OBSERVA. Schmidt, L. (2003), Ambiente no Ecrã? Emissões e demissões no serviço público televisivo, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais. Schmidt, L., J. G. Nave e J. Guerra (2005), Autarquias e Desenvolvimento Sustentável? Agenda 21 Local e Novas Estratégias Ambientais, Porto, Fronteira do Caos Editoras. Schmidt, L., Nave, J. Gil, Guerra, J. (2010), A Educação Ambiental: Balanço e Perspectivas para uma Agenda mais Sustentável, Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais
Género, cidadania e poder
Texto de referência: Bourdieu, P. (1999), A Dominação Masculina, Oeiras, Celta Editora.
Almeida, M. V. de (2000), Senhores de Si: Uma Interpretação Antropológica da Masculinidade, Lisboa, Fim de Século. Amâncio, L. e J. M. Oliveira (2014), "Ambivalências e desenvolvimentos dos estudos de género em Portugal", Faces de Eva, 32: 23 - 42. Amâncio, L. (1994), Masculino e Feminino. A construção Social da Diferença, Porto, Afrontamento. Butler, J. (1999), Gender Trouble: Feminism and the Subversion of Identity, London & New York, Routledge. Connell, R. (2009), Gender: In World Perspective, Cambridge, Polity. Pereira, M. do M. (2012), Fazendo género no recreio: a negociação do género em espaço escolar, Imprensa de Ciências Sociais. European Commission (2016), Strategic Engagement for Gender Equality, Luxembourg: Publications Office of the European Union. Ferreira, V. e S. Saleiro (coord.), R. Monteiro, M. Lopes e C. Múrias (2016), Guia para a Integração a Nível Local da Perspetiva de Género na Educação, CES - Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, disponível em [http://lge.ces.uc.pt/files/LGE_educacao_digital.pdf] Pereira, M. do M. (2010) 'Discursos de Género: Mudança e Continuidade nas Narrativas sobre Diferenças, Semelhanças e (Des)Igualdade Entre Mulheres e Homens', em K. Wall, S. Aboim, V. Cunha (eds), A Vida Familiar No Masculino, Lisboa, CITE, pp.225-261. Torres, A., H. Sant'ana e D. Maciel (org.)(2015), Estudos de Género Numa Perspetiva Interdisciplinar, Lisboa, Mundos Sociais. Vieira, C. C. (2006), É menino ou menina? Género e educação em contexto familiar, Coimbra, Almedina.
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Teresa Seabra
Departamento de Sociologia
Objectivos
- Proporcionar a troca de saberes e experiências relacionadas com a elaboração da dissertação de mestrado. - Acompanhar as várias fases de elaboração de uma dissertação, prestando o apoio adequado.
Programa
1. Análise crítica dos projectos elaborados em Desenho da Pesquisa (1º ano). 2. Construção do modelo de análise a adoptar na investigação, tendo como suporte a revisão de literatura realizada. 3. Elaboração dos instrumentos de recolha de informação. 4. Análise da informação recolhida.
Processo de Avaliação
Não está prevista uma classificação final. O trabalho desenvolvido será considerado no momento da defesa da dissertação.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Não se aplica
Bibliografia Opcional
-Not applicable.
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Objectivos
-Proporcionar a troca de saberes e experiências relacionadas com a elaboração do trabalho de projeto. - Acompanhar as várias fases de elaboração de um trabalho de projeto, prestando o apoio adequado.
Programa
1. Análise crítica dos projectos elaborados em Desenho da Pesquisa (1º ano). 2. Levantamento da informação necessária à conceção do projeto de intervenção. 3. Comunicação dos resultados e análise crítica dos mesmos.
Processo de Avaliação
Não está prevista uma classificação final. O trabalho desenvolvido será considerado no momento da defesa do trabalho de projeto.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Não se aplica.
Bibliografia Opcional
Not applicable.
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Sandra Mateus
Departamento de Sociologia
Objectivos
Nesta unidade curricular pretende-se cruzar duas áreas clássicas da sociologia - as migrações e a educação. A Unidade centra-se nos modos de integração das crianças e jovens descendentes de imigrantes na sociedade portuguesa, nomeadamente nos processos educativos, sendo dada atenção particular à educação escolar.
Programa
1.Introdução à unidade curricular 2.Migrações e dinâmicas identitárias 3.Descendentes de imigrantes na escola portuguesa: trajetos, contrastes e racismos 4.Aspirações, transições e mobilidade social 5.Respostas à diversidade sociocultural: políticas de educação multi/intercultural 6.Famílias imigrantes e educação 7.Modos de integração nas sociedades de acolhimento 8.Estilos de vida, produção cultural e formas de sociabilidade 9.Invertendo a perspetiva: luso-descendentes e educação 10.Balanço e orientações para trabalho final
Processo de Avaliação
A avaliação assenta na prestação de 2 trabalhos: a) leitura e apresentação oral de um livro/artigo relativo a um tema de uma sessão, realizada em grupo; correspondendo a 30% do total da classificação final. b) construção de um guião, realização e transcrição de uma entrevista a um jovem com origem imigrante, tendo por base as problemáticas e temas tratados na UC; entregue num documento com 5 a 7 páginas; corresponde a 70% do total da classificação final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Castro, N. F. (2017), "Do multiculturalismo ao interculturalismo. um novo modo de incorporação da diversidade cultural?", Revista Ambivalências, 5.9, pp. 10-35. Machado, F. L. (1994), "Luso-africanos em Portugal - nas margens da etnicidade", Sociologia, Problemas e Práticas, 16, pp. 111-134. Portes, A., W. Haller e P. Fernández-Kelly (2008), "Filhos de imigrantes nos Estados Unidos", Tempo Social, 20 (1), pp.13-50. Raposo, O. (2010), "'Tu és rapper, representa Arrentela, és red eyes gang': sociabilidades e estilos de vida de jovens do subúrbio de Lisboa", Sociologia, Problemas e Práticas, 64, pp. 127-147 Seabra, T. (2010), Adaptação e Adversidade: o desempenho escolar dos alunos de origem indiana e cabo-verdiana no ensino básico, Lisboa, ICS-UL. Seabra, T., Roldão, C., Mateus, S., & Albuquerque, A. (2016), Caminhos escolares de jovens africanos (PALOP) que acedem ao ensino superior, Lisboa, ACM.
Bibliografia Opcional
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Docentes
Maria das Dores Guerreiro
Departamento de Sociologia
Raquel Matias
Departamento de Sociologia
Teresa Seabra
Departamento de Sociologia
Objectivos
Nesta unidade curricular pretende-se cruzar, sob a forma de grandes debates actuais, duas áreas clássicas da sociologia - família e educação. No domínio da família, privilegiam-se as repercussões das transformações da sociedade portuguesa nas últimas décadas nos modos de se viver a família, a conjugalidade e a parentalidade. No que se refere à educação familiar centra-se na diversidade social dos modelos educativos presentes nas famílias das sociedades contemporâneas.
Programa
1. Famílias na sociedade contemporânea 1.1 Da sociedade tradicional à modernidade: a família através dos tempos 1.2 Famílias na sociedade portuguesa: mudanças cruzadas 1.3 Famílias na Europa: problemas de comparação 1.4 Família, género e classe social: diversidades e semelhanças 1.5 Dinâmicas familiares, conjugalidades, parentalidades e homoparentalidades
2. Educação em contextos familiares 2.1 O estudo da educação familiar: diversidade de contributos e perspectivas. 2.2 As estratégias educativas das famílias: objectivos, métodos e relação com outras instâncias educativas (escola, televisão e grupo de pares). 2.3 Relação das famílias com a escola 2.4 Representações da educação familiar em crianças e professores.
Processo de Avaliação
A avaliação da unidade curricular assenta na prestação de trabalhos em dois momentos diferenciados: - apresentação oral (realizada individualmente ou em grupo). Corresponde 30% do total da classificação final; - teste (individual) realizado em tempo do trabalho autónomo. Corresponde a 70% do total da classificação final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Almeida, Ana N. e M. M. Vieira (2006), A Escola em Portugal, Almeida, J. F e outros(2009), "Valores e classes sociais".Benavente, .A e outros(1987), Do outro lado da escola.Coleman, M. e outros(2004), Handbook of contemporary Families, Guerreiro e outros(2007), "Famílias em mudança: configurações, valores e processos de recomposição".Kellerhals, J. e C. Montandon (1991), Les stratégies éducatives des familles - milieu social, dynamique familial et éducation des pré-adolescents. Lahire, B(1995), Tableaux de familles. Lobo, C. (2009), Recomposições Familiares: Dinâmicas de um Processo de Transição.Montandon, C. (1997), L´éducation du point de vue des enfants. Edwards,T. e outros(2003), Education and the Middle-Class,.Seabra, T. (1999) Educação nas famílias sociais.Shorter, E.(1995), A Formação da Família Moderna.Vieira, M.M. (2003), "Famílias e escola: processos da democratização escolar".Wall, K.(org.)(2005), Famílias em Portugal: Percursos, interacções, redes sociais.
Bibliografia Opcional
Aboim, Sofia (2006), Conjugalidades em Mudança: Percursos e Dinâmicas da vida a Dois, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais.
Almeida, Ana Nunes de (2003), "Família, conjugalidade e procriação: valores e papéis", em Jorge Vala, Manuel Villaverde Cabral e Alice Ramos (orgs), Valores sociais: mudanças e contrastes em Portugal e na Europa, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, pp. 47-93.
Benavente, Ana; Jean Campiche; Teresa Seabra e João Sebastião (1994), Renunciar à escola - o abandono escolar no ensino básico, Lisboa, Fim de Século.
Cadoret, Anne et all (2006), Homoparentalités: Approches, Scientifiques et Politiques, Paris, PUF.
Diogo, Ana Matias (1998), Famílias e Escolaridade - representações parentais da escolarização, classe social e dinâmica familiar, Lisboa, Ed. Colibri.
Durning, Paul (1995), Éducation familiale - acteurs, processus et enjeux, Paris, Puf.
Education et Societé, nº14, 2004/05 (Les classes moyennes, l´école et la ville: la reproduction renouvelée).
Lobo, Cristina (2009), Parentalidade social, fratrias recompostas e relações inter-geracionais nas recomposições familiares, Sociologia, problemas e práticas, 49, (no prelo).
Montandon, C. (1994), "L´articulation entre les familles et l´école: sens commun et regard sociologique" in Guy Vincent (dir.), L´éducation prisonnière de la forme scolaire? - scolarisations et socialisations dans les sociétes industrielles, Lyon, PUL.
Pereira, Sara (1999), A Televisão na Família - processos de mediação com crianças em idade pré-escolar, Universidade do Minho, Centro de Estudos da Criança.
Seltzer, Judith A. (2004), "Cohabitation and family change", in Marilyn Coleman e Lawrence H. Ganong, Handbook of contemporary Families: considering the past, contemplating the future, Thousand Oaks, Sage Publications, pp. 97-115.
Silva, Pedro (2003), Escola-Família, uma Relação Armadilhada - interculturalidade e relações de poder, Porto, Ed. Afrontamento.
Singly, F. (1997), "La mobilisation familiale pour le capital scolaire" em F. Dubet (dir.), École, familles - le malentendu, Paris, Textuel Ed., pp. 45-58.
Torres, Anália, Rita Mendes e Tiago Lapa (2006), "Famílias na Europa", em Jorge Vala e Anália Torres (orgs.), Contextos e Atitudes Sociais na Europa, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, pp. 97-144.
Vieira, M.M. (2003), Educar herdeiros. Práticas educativas da classe dominante lisboeta, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.
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Docentes
Susana da Cruz Martins
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Esta unidade curricular tem como objetivo geral a aquisição de capacidades de interpretação conceptual, análise, leitura crítica e de competências operatórias no campo da investigação científica na área das políticas públicas e, em particular, das políticas de educação. Prevê-se ainda que os alunos possam interpretar e analisar tais políticas de forma contextualizada, reconhecendo ciclos e processos de mudança política, ao nível local, nacional e global.
Programa
O programa tem como objecto a evolução das políticas educativas a nível do ensino básico e secundário, a compreensão dos contextos políticos e de transnacionalização dessas políticas, assim como a sua regulação a diferentes níveis de decisão, com particular destaque para o caso português. O Programa está organizado de acordo com as seguintes alíneas:
1. Conceção, produção e regulação das políticas educativas: espaços, dinâmicas e atores 2. Globalização e impacto nas políticas educativas 3. Europeização das políticas educativas 4. Reforma do Estado e impacto nas políticas educativas 5. Portugal: dinâmicas e ciclos de produção política 6. A escola pública no centro do debate: problemas e políticas 7. Descentralização e territorialização das políticas educativas 8. Políticas educativas e organização escolar.
Processo de Avaliação
A avaliação da UC tem os seguintes elementos: 1) assiduidade (10%) e participação nas aulas (10%). Esta participação inclui a apresentação de um texto de pesquisa e análise sobre políticas de educação (15-20 min). 2) Trabalho escrito individual de reflexão crítica, teoricamente sustentada sobre um tipo de programa ou política. O trabalho não poderá exceder as 10 páginas (arial 11) (80%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Azevedo, J. (2007), Sistema educativo mundial. Ensaio sobre a regulação transnacional da educação, VNG, FML. Ball, S. (1994), Education Reform: a Critical and Post-structural Reform, Londres, Routledge. Barroso, J.(2005), Políticas Educativas e Organização Escolar, Lx, Un. Aberta. Carneiro, R.(2003), Fundamentos da Educação e da Aprendizagem: 21 Ensaios para o Século 21, VNG, FML. Formosinho,J., A. S. Fernandes; J. Machado e F. Ferreira (2005), A Administração da Educação. Lógicas burocráticas e lógicas de mediação, Porto, Asa. Martins, S. C. (2012), Escolas e Estudantes da Europa: Estruturas, Recursos e Políticas de Educação, Lisboa, Editora Mundos Sociais. Rodrigues, M.L. (2014) (org.), 40 Anos de Políticas de Educação em Portugal (Vol1 e 2), Lx, Almedina. Teodoro, A.(2001), A Construção Política da Educação: Estado, mudança social e políticas educativas no Portugal Contemporâneo, Porto, Afrontamento. Zanten, A. van (2004), Les Politiques d'Éducation, Paris, Puf.
Bibliografia Opcional
AAVV (2006), A Autonomia das Escolas, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian. Abrantes, P., S. C. Martins, e T. Caixeirinho (2013), "Sucesso, gestão e avaliação. Um novo capítulo nas políticas educativas em Portugal", em L. Veloso (Coord.) (2013), Escolas e Avaliação Externa. Um Enfoque nas Estruturas Organizacionais, Lisboa, Editora Mundos Sociais. Almeida, A. N., e M. M. Vieira (2006), A Escola em Portugal, Lisboa, ed. ICS, pp.51-85. Antunes, F. (2005a), "Globalização, União Europeia e Políticas Educativas nacionais", em Sociologia, Problemas e Práticas, nº 47,pp. 125-143. Antunes, F. (2005b), "Reconfigurações do Estado e da Educação: novas instituições e processos educativos", Revista Lusófona de Educação, 5, , pp.37-62. Arendt, H. (1972), La crise de l'éducation, Paris, Gallimard. Ball, S (2010), The Education Debate: Policy and Politics in the Twenty-First Century, Bristol, The Policy Press. Ball, S., e J. Mainardes (orgs.) (2011), Políticas Educacionais: Questões e Dilemas, São Paulo, Cortez Editora. Barroso, J.(org) (2003), A Escola Pública. Regulação, desregulação, privatização, Porto, Asa. Barroso, J.(org.), (2006), A Regulação das políticas públicas de Educação. Espaços, dinâmicas e actores, Lisboa, Educa-Unidade de I&D de Ciências da Educação, U. de Lisboa. Dale, R. (2000), "Globalization and education: demonstrating a 'common world educational culture' or locating a 'globally structured educational agenda?", em Educational Theory, 50 (4), 427-448. Dubet, F. (2002), Le Déclin de l'institution, Paris, Du Seuil, pp.87-166. Esping-Andersen, G. (1990), The Three Worlds of Welfare Capitalism. Cambridge, Polity Press. Eurydice (2007), Autonomia das Escolas na Europa: Políticas e Medidas, Bruxelas, Comissão Europeia. Fialho, I., J. Verdasca, M. Cid, e M. Favinha (org.)(2014), Políticas Educativas, Eficácia e Melhoria das Escolas, Évora, CIEP-UE. Formosinho, J., A. S. Fernandes, J. Machado, H. Ferreira (2010), Autonomia da Escola Pública em Portugal, V. N. Gaia, Fundação Manuel Leitão, pp. 43-55. Gomes, R. Machado (2005), O Governo da Educação em Portugal: Legitimação e Contingência na Escola Secundária, 1974-1991, Coimbra, Imprensa da Universidade. Honig, M. (ed.) (2006), New Directions in Education Policy Implementation: confronting complexity, New York, State University of New York Press. Lawn, M; Nóvoa, A. (2005), L'Europe Réinventée, regards critiques sur l'espace européen de l'éducation, Paris, L'Harmattan. Lima,L., e A. Almerindo (2002), Reformas da Educação Pública: Democracia, Modernização, Neoliberalismo, Porto, Afrontamento. Martins, S. C. (2014), Políticas Educativas Europeias: Divergir e Convergir num Espaço Comum, em M. L. Rodrigues (org.), 40 Anos de Políticas Educativas de Educação em Portugal, (Vol II: Conhecimento, Atores e Recursos), Lisboa, Almedina, pp. 685-707. Mathews, P. e outros (2009), Política Educativa para o Primeiro Ciclo do Ensino Básico, Lisboa, Gepe, Ministério da Educação. Mitchell, D. E., R. L. Crowson, D. Shipps (2011), Shaping Education Policy: Power and Process, Routledge, N. Iorque. OCDE (2005), Education Policy analysis, Paris. OCDE (2013), Education at a glance 2012: OECD Indicators, Paris. OCDE (2017), Education at a glance 2016: OECD Indicators, Paris. Pacheco, J.A. (org.) (2000), Políticas Educativas. O neoliberalismo em educação, Porto, Porto editora. Rodrigues, M.L. (2010), A Escola Pública Pode Fazer a Diferença, Lx, Almedina. Rodrigues, M.L., J.Sebastião, J.Mata, L. Capucha, L. Araújo, M.V. da Silva, SC Martins, e V. Lemos (2016), Educação. 30 anos de Lei de Bases, Lisboa, Editora Mundos Sociais. Rodrigues, M.L., e M. Heitor, com T. Patrício, SC Martins, e CP Conceição (orgs.) (2017), 40 Anos de Políticas de Ciência e de Ensino Superior, Lisboa, Almedina. Teodoro, A. (1994), Política Educativa em Portugal: Educação, Desenvolvimento e Participação Política dos Professores, Porto, Afrontamento. UE (2009), Education & Training 2010. Main policy initiatives and outputs in education and training since the year 2000, Brussels, Directorate-general for Education and Culture. Zanten, A. Van ( Dir.) (2000), L'ecole, l'état des savoirs, Paris, La découverte, pp.85-147. Vienne, P.(2005), "Socialização e ressocialização: as políticas da educação para as classes populares", Análise Social, Vol. XI (176), 633-649.
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Raquel Matias
Departamento de Sociologia
Objectivos
Constitui objectivo central desta unidade curricular cruzar três áreas da sociologia, migrações, linguagem e educação, de forma a promover o conhecimento sobre o impacto da diversidade linguística nas sociedades contemporâneas. Pretende-se potenciar o entendimento aprofundado de contextos plurilingues em Portugal e nos países da UE, a partir de experiências individuais e colectivas e das políticas e práticas educativas concretas, associadas a estratégias de mobilidade social e de cidadania.
Programa
1. Cidadania e Língua: a perspectiva fenomenológica 2. A paisagem linguística dos países europeus: a perspectiva demográfica 3. Igualdade e Plurilinguismo: a perspectiva dos direitos linguístico 4. Abordar os fenómenos linguísticos enquanto processos de mudança social: a perspectiva sociolinguística 5. Políticas e Práticas educativas: a perspectiva comparativa 6. Políticas e práticas educativas em Portugal: entre a teoria e a prática.
Processo de Avaliação
Assenta na prestação de provas em 2 momentos diferenciados,mas relacionados: -Apresentação oral realizada em grupo de materiais relacionados com as temáticas da UC ou ficha de leitura de texto da bibliografia básica(30%) -Trabalho escrito individual na forma de ensaio(70%).Deve corresponder ao desenvolvimento de um tema,com inclusão de informação empírica relacionada com os contributos recebidos no momento da apresentação oral. Máximo:8 pág(Arial 12,1,5 esp,margens de 3 cm,excluindo anexos)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Brizic,K(2008),?Educational Profit through Language Loss? A sociolinguistic-explorative answer to open questions in migration and education research?,in International Journal of Anthropology,V23,3-4,185-196 Extra,G,& Yagmur,K(2002)Language diversity in multicultural Europe: Comparative perspectives on immigrant minority languages at home and at school,in MOST No.63,Paris:Unesco,60 pp Mateus,M.H.;Pereira,D.;Fischer,G.(2008),Diversidade Linguística na Escola Portuguesa,ILTEC/FCG,Lisboa,261-347 Pinto,P.F.(2010),O Essencial sobre Política de Língua.Lisboa:Imprensa Nacional?Casa da Moeda,98 pp. Matias,A.R.(no prelo,2017),?O lugar das línguas imigrantes não-europeias na sociologia das migrações internacionais?,in Padilla,B.,J,Azevedo & T.França(orgs.),Políticas Migratórias,Lisboa,Mundos Sociais,183-211 Silva,M.C.V & Gonçalves,C.(2011),Diversidade linguística no sistema educativo português:necessidades e práticas pedagógicas nos ensinos básico e secundário,Estudos OI,46,Lisboa,pp.19-92
Bibliografia Opcional
AAVV. (2014). Estudo de Avaliação Intercalar do Programa PPT- Português para Todos (2009? 2012). Sumário Executivo, Nuno Dias e Assunção Gato (coord.) Dinâmia-CET, Lisbon, ACM, IP.
Alves, José Matias (2001). Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas ? Aprendizagem, ensino, avaliação. Porto: Ed. ASA (versão portuguesa do original do Conselho da Europa).
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Yagmur, K., & Extra, G. (2011). Urban multilingualism in Europe: Educational responses to increasing diversity. Journal of Pragmatics, 43(5), 1185-1194.
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Objectivos
Esta UC visa apresentar as especificidades do campo da educação não formal e contextualizá-lo no quadro das suas articulações com outros campos educativos e com diferentes projetos ético-políticos. Pretende também analisar os principais pressupostos éticos e abordagens metodológicas presentes na educação não formal e dar a conhecer estratégias e métodos para o seu desenho e desenvolvimento em diferentes contextos.
Programa
1.A educação não formal: 1.1Génese e evolução do conceito e das práticas de educação não formal ( EnF) 1.2Especificidades da EnF face à educação formal e à educação informal 1.3A educação escolar e a EnF: distinções,continuidades e complementaridades 1.4Educação não formal, direitos humanos e cidadania 2.Pressupostos da EnF: 2.1A intencionalidade na educação não formal: uma educação transformadora 2.2A aprendizagem pela experiência 2.3O desenvolvimento integrado de competências 2.4A participação e a inclusão 2.5A aprendizagem cooperativa 3.O desenho e desenvolvimento de práticas de EnF: 3.1A planificação de percursos educativos em educação não formal 3.2Métodos e técnicas pedagógicas: a facilitação, a dinamização de grupos, a mentoria 3.3A avaliação das práticas e o reconhecimento das aprendizagens em educação não formal 3.4O papel e o perfil do/a educador/a na educação não formal 3.5Experiências de educação não formal em diferentes contextos e com diferentes grupos
Processo de Avaliação
Trabalho individual: a) análise crítica fundamentada de um projeto ou prática de educação não formal existente,ou b) na planificação fundamentada e justificada de uma prática de educação não formal a desenvolver em contexto real. Apresentado oralmente em aula (30% da class final) e posteriormente entregue por escrito (70% da class final) A UC não contempla exame final. Se o/a estudante não realizar avaliação contínua, a classificação final corresponde à classificação obtida no trabalho escrito
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Canário, Rui (2006). Aprender sem ser ensinado. A importância estratégica da educação não formal. In L. Lima, A. Pacheco, M. Esteves & R. Canário, A educação em Portugal (1986-2006). Alguns contributos de investigação. Lisboa: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação. European Union (2015). Youth work and non-formal learning in Europe?s education landscape. Luxembourg: Publications Office of the European Union. Gohn, Maria da Glória (2014). Educação Não Formal, Aprendizagens e Saberes em Processos Participativos. Investigar em Educação 11ª série, nº1: 35-50. Morand-Aymon, Bernadette (2007). Olhares cruzados sobre a educação não formal ? análise de práticas e recomendações. Lisboa: Direcção Geral de Formação Vocacional. Trilla-Bernet, Jaume (2003). La educación fuera de la escuela ? ámbitos no formales y educación social. Barcelona: Ariel Educación.
Bibliografia Opcional
Afonso, A. J. (2001). Emancipação ou emancipações? A educação entre a crise das metanarrativas e a hipervalorização dos projectos individuais. In A. Teodoro. (org), Educar, promover, emancipar: os contributos de Paulo Freire e Rui Grácio para uma pedagogia emancipatória. Lisboa: Edições Universitárias Lusófonas. Afonso, A. J. & Ramos, E. (2007). Estado-nação, educação e cidadanias em transição. Revista Portuguesa de Educação, 20 (1), 77-98. Baptista, Isabel, 2005. Dar rosto ao futuro: a educação como compromisso ético. Porto: Profedições. Comunidad de Madrid (2004): Calidad de la formación en educación no formal ? criterios e indicadores de acciones formativas, Seminario de calidad de la Formación, Escuela Pública de Animación y Educación Juvenil de la Comunidad de Madrid, Consejeria de Educación, Madrid. Council of Europe & European Union (2011). Pathways 2.0 towards recognition of non-formal learning/education and of youth work in Europe. Strasbourg and Brussels, January 2011. Dewey, John, 1971. Experiência e educação. São Paulo: Nacional. Gadotti, Moacir. 2005. A Questão Da Educação Formal/Nao-Formal. In https://pt.scribd.com/document/53944682/GADOTTI, acedido a 4/02/2018. Freire, P. (1979). Conscientização: teoria e prática da libertação. São Paulo: Cortez Freire, P. (1997). Pedagogia da autonomia ? saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Illich, I. (1970). Sociedade sem escolas. Petrópolis: Vozes. Kolb, D.A. (1984). Experiential learning: experience as the source of learning and development. Englewood Cliffs, NJ: Prentice Hall. Lima, Licínio C., Org. (2006). Educação Não Escolar de Adultos. Iniciativas de Educação e Formação em Contextos Associativos, Braga: Unidade de Educação de Adultos/Universidade do Minho. Melo, Alberto (2004). A acção local dos cidadãos como meio de resistência à nova vaga de colonização global: o caso da associação In Loco no sul de Portugal. In: B. S. Santos (Org.) (2004). Produzir Para Wver. Os caminhos da produção não capitalista. Porto: Afrontamento, pp. 371-402. Mezirow, Jack and Associates (1990). Fostering critical reflection in adulthood: a guide to transformative and emancipatory learning. San Francisco: Jossey-Bass Publishers. Nogueira, Inácio (2007): Contextos educativos não formais: reconhecimento, valorização e capacidade motivacional ? relatório nacional, Lisboa, Direcção-Geral de Formação Vocacional Pinto. Luís (2007). Educação não-formal: um contributo para a compreensão do conceito e das práticas em Portugal. (Dissertação de Mestrado não publicada). Lisboa: ISCTE. Rogers, Alan (2004). Non-Formal Education ? flexible schooling or participatory education? Comparative Education Research Centre. Hong Kong: Kluwer Academic Publishers. Sarramona, Jaume, Vázquez, Gonzalo & Colom, Antoni J. (1998). Educación no formal. Barcelona: Editorial Ariel, SA. Titley, Gavan (Ed.). (2001). Mochila Pedagógica T-Kit nº 6. O essencial da formação. Estrasburgo: Edições do Conselho da Europa. Torres, Carlos Alberto (1992). A política da educação não-formal na América Latina. São Paulo: Paz e Terra. Xavier, Sérgio (2014). A problemática do auto-reconhecimento da educação/aprendizagem não formal ? um contributo pratico. Interações, 29: 171-184.
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Sandra Mateus
Departamento de Sociologia
Objectivos
Nesta unidade curricular pretende-se cruzar duas áreas clássicas da sociologia - as migrações e a educação. A Unidade centra-se nos modos de integração das crianças e jovens descendentes de imigrantes na sociedade portuguesa, nomeadamente nos processos educativos, sendo dada atenção particular à educação escolar.
Programa
1.Introdução à unidade curricular 2.Migrações e dinâmicas identitárias 3.Descendentes de imigrantes na escola portuguesa: trajetos, contrastes e racismos 4.Aspirações, transições e mobilidade social 5.Respostas à diversidade sociocultural: políticas de educação multi/intercultural 6.Famílias imigrantes e educação 7.Modos de integração nas sociedades de acolhimento 8.Estilos de vida, produção cultural e formas de sociabilidade 9.Invertendo a perspetiva: luso-descendentes e educação 10.Balanço e orientações para trabalho final
Processo de Avaliação
A avaliação assenta na prestação de 2 trabalhos: a) leitura e apresentação oral de um livro/artigo relativo a um tema de uma sessão, realizada em grupo; correspondendo a 30% do total da classificação final. b) construção de um guião, realização e transcrição de uma entrevista a um jovem com origem imigrante, tendo por base as problemáticas e temas tratados na UC; entregue num documento com 5 a 7 páginas; corresponde a 70% do total da classificação final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Castro, N. F. (2017), "Do multiculturalismo ao interculturalismo. um novo modo de incorporação da diversidade cultural?", Revista Ambivalências, 5.9, pp. 10-35. Machado, F. L. (1994), "Luso-africanos em Portugal - nas margens da etnicidade", Sociologia, Problemas e Práticas, 16, pp. 111-134. Portes, A., W. Haller e P. Fernández-Kelly (2008), "Filhos de imigrantes nos Estados Unidos", Tempo Social, 20 (1), pp.13-50. Raposo, O. (2010), "'Tu és rapper, representa Arrentela, és red eyes gang': sociabilidades e estilos de vida de jovens do subúrbio de Lisboa", Sociologia, Problemas e Práticas, 64, pp. 127-147 Seabra, T. (2010), Adaptação e Adversidade: o desempenho escolar dos alunos de origem indiana e cabo-verdiana no ensino básico, Lisboa, ICS-UL. Seabra, T., Roldão, C., Mateus, S., & Albuquerque, A. (2016), Caminhos escolares de jovens africanos (PALOP) que acedem ao ensino superior, Lisboa, ACM.
Bibliografia Opcional
Casa-Nova, Maria José (2005), "(I)Migrantes, diversidades e desigualdades no sistema educativo português: balanço e perspectivas", Revista Ensaio, 13(47), 181-216. Casimiro, Elsa (2008), Percursos Escolares de Descendentes de Imigrantes de Origem Cabo-Verdiana em Lisboa e Roterdão, Lisboa, ACIDI. Cidra, Rui (2002), "'Ser Real': o rap na construção de identidades na Área Metropolitana de Lisboa", Ethnologia, 12-14, pp.189-222. Contador, António Concorda (2001), "A música e o processo de identificação dos jovens negros portugueses", Sociologia Problemas e Práticas, 36, pp.109-120. Cortesão, Luiza e Natércia Pacheco (1991), "O conceito de educação intercultural. Interculturalismo e realidade portuguesa", Inovação, 1, pp. 33-44. Crul, M. and J. Schneider (2009), The Second Generation in Europe: Education and the Transition to the Labour Market, London, OSI. Crul, M. and J. Schneider (2010), "Comparative integration context theory: participation and belonging in new diverse European cities", Ethnic and Racial Studies, 33(7), pp.1249-1268. Gans, H. (1992), "Second-Generation Decline: Scenarios for the Economic and Ethnic Futures of the Post-1965 American Immigrants," Ethnic and Racial Studies, 15(2), pp.173-192. Garreta, Jordi B. (2009), "Escuela Y familias inmigradas: relaciones complejas", Revista Complutense de Educación, vo. 20, nº2, pp. 275-291. Hortas, Maria João (2014), Educação e imigração: a integração dos alunos imigrantes nas escolas do ensino básico do centro histórico de Lisboa, Lisboa, ACIDI. Kasinitz, P., J. H. Mollenkopf, M. C. Waters, and J. Holdaway (2008), Inheriting the City: The Children of Immigrants Come of Age, Russell Sage Foundation and Harvard University Press. Machado, Fernando Luís e Ana Raquel Matias (2006), "Descendentes de Imigrantes nas Sociedades de Acolhimento: Linhas de Identificação Sociológica", CIES e-Working Paper (13/2006). Machado, Fernando Luís, Ana Raquel Matias e Sofia Fontes Leal (2005), "Desigualdades sociais e diferenças culturais: os resultados escolares dos filhos de imigrantes africanos", Análise Social (176), pp. 695-714. Marcon, Frank (2013), "O kuduro como expressão da juventude em Portugal: estilos de vida e processos de identificação", Sociedade e Estado, 28. Marques, Margarida M., Joana Lopes Martins, José Gabriel Pereira Bastos e Isabel Barreiros (2005), Jovens, Migrantes e a Sociedade da Informação e do Conhecimento. A Escola perante a Diversidade, Lisboa, ACIME. Mateus, Sandra (2013), 'As classificações classificam os classificadores?' Notas sobre os processos de categorização na construção de conhecimento sobre os descendentes de imigrantes, CIES e-Working Paper (144/2013). 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Docentes
Teresa Seabra
Departamento de Sociologia
Objectivos
O Estágio tem como principais objectivos: 1. Propiciar o contacto direto com práticas profissionais ligadas às competências desenvolvidas ao longo do mestrado; 2. Fortalecer a relação a formação e o mercado de trabalho e uma inserção profissional ajustada aos contextos e exigências actuais; 3. Desenvolver competências socio-profissionais na resolução de problemas concretos; 4. Promover a aplicação de referentes teórico-operativos na utilização de instrumentos técnicos e metodológicos adequados às situações reais.
Programa
A natureza da UC exige uma adaptação aos contextos e áreas de atuação do estágio. 1. Preparação do estágio 1.1 Seleção do domínio e sede do estágio 1.2 Formalização do estágio com a instituição de acolhimento (protocolo de estágio, normas de enquadramento, identificação do orientador externo e do supervisor interno) 1.3. Elaboração da proposta de estágio 2. Exercício de estágio 2.1 Definição da orientação profissional 2.2 Execução do trabalho 2.3 Monitorização da execução 2.4 Avaliação intercalar de processo 3. Reflexão sobre resultados e aprendizagens 3.1 Balanço da entidade de acolhimento 3.2 Elaboração do relatório final de estágio
Processo de Avaliação
O processo de avaliação tem as seguintes componentes e respetivas ponderações: a) a prestação em contexto de trabalho (30%); b) o trabalho em sala de aula (10%); c) o relatório de estágio (60%). A primeira componente é fundamentalmente da atribuição do tutor da instituição onde se realiza o estágio e as outras duas cabem ao docente do ISCTE-IUL que supervisiona o estágio. Não há exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
APS (1992) Código Deontológico. Lisboa: APS. Afonso, Cátia, Silva, Andreia, Vale, Sónia e Xavier, Paulo (2004) Sociólogos na escola: a dinamização de uma rede educativa, Actas dos ateliers do Vº Congresso Português de Sociologia, Sociedades Contemporâneas: Reflexividade e Acção. Lisboa: APS. Araújo, Emília Rodrigues (2005) O papel do sociólogo na escola: contributos, Comunicação à CPCJ. http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/3912 /1/O%20papel%20do%20sociologo%20na%20escola.pdf Bransford, John (2010) How People Learn. Washington DC: National Academy Press. Sánchez Martínez, Eduardo (2005) Planeamiento Estratégico de la Educación: Elementos Conceptuales y Metodológico. Córdoba: Editorial Brujas. Santos Guerra, Miguel Ángel (2003) Tornar Visível o Quotidiano: Teoria e Prática de Avaliação Qualitativa das Escolas. Porto: Asa. Pacheco, José Augusto, org. (2014) Avaliação externa de escolas: quadro teórico/conceptual. Porto: Porto Editora.
Bibliografia Opcional
Afonso, Cátia, Silva, Andreia, Vale, Sónia e Xavier, Paulo (2004) Sociólogos na escola: a dinamização de uma rede educativa, Actas dos ateliers do Vº Congresso Português de Sociologia, Sociedades Contemporâneas: Reflexividade e Acção. Lisboa: APS. Araújo, Emília Rodrigues (2005) O papel do sociólogo na escola: contributos, Comunicação à CPCJ. http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/3912 /1/O%20papel%20do%20sociologo%20na%20escola.pdf Bransford, John (2010) How People Learn. Washington DC: National Academy Press. Sánchez Martínez, Eduardo (2005) Planeamiento Estratégico de la Educación: Elementos Conceptuales y Metodológico. Córdoba: Editorial Brujas. Santos Guerra, Miguel Ángel (2003) Tornar Visível o Quotidiano: Teoria e Prática de Avaliação Qualitativa das Escolas. Porto: Asa. Pacheco, José Augusto, org. (2014) Avaliação externa de escolas: quadro teórico/conceptual. Porto: Porto Editora.
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Docentes
Maria das Dores Guerreiro
Departamento de Sociologia
Raquel Matias
Departamento de Sociologia
Teresa Seabra
Departamento de Sociologia
Objectivos
Nesta unidade curricular pretende-se cruzar, sob a forma de grandes debates actuais, duas áreas clássicas da sociologia - família e educação. No domínio da família, privilegiam-se as repercussões das transformações da sociedade portuguesa nas últimas décadas nos modos de se viver a família, a conjugalidade e a parentalidade. No que se refere à educação familiar centra-se na diversidade social dos modelos educativos presentes nas famílias das sociedades contemporâneas.
Programa
1. Famílias na sociedade contemporânea 1.1 Da sociedade tradicional à modernidade: a família através dos tempos 1.2 Famílias na sociedade portuguesa: mudanças cruzadas 1.3 Famílias na Europa: problemas de comparação 1.4 Família, género e classe social: diversidades e semelhanças 1.5 Dinâmicas familiares, conjugalidades, parentalidades e homoparentalidades
2. Educação em contextos familiares 2.1 O estudo da educação familiar: diversidade de contributos e perspectivas. 2.2 As estratégias educativas das famílias: objectivos, métodos e relação com outras instâncias educativas (escola, televisão e grupo de pares). 2.3 Relação das famílias com a escola 2.4 Representações da educação familiar em crianças e professores.
Processo de Avaliação
A avaliação da unidade curricular assenta na prestação de trabalhos em dois momentos diferenciados: - apresentação oral (realizada individualmente ou em grupo). Corresponde 30% do total da classificação final; - teste (individual) realizado em tempo do trabalho autónomo. Corresponde a 70% do total da classificação final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Almeida, Ana N. e M. M. Vieira (2006), A Escola em Portugal, Almeida, J. F e outros(2009), "Valores e classes sociais".Benavente, .A e outros(1987), Do outro lado da escola.Coleman, M. e outros(2004), Handbook of contemporary Families, Guerreiro e outros(2007), "Famílias em mudança: configurações, valores e processos de recomposição".Kellerhals, J. e C. Montandon (1991), Les stratégies éducatives des familles - milieu social, dynamique familial et éducation des pré-adolescents. Lahire, B(1995), Tableaux de familles. Lobo, C. (2009), Recomposições Familiares: Dinâmicas de um Processo de Transição.Montandon, C. (1997), L´éducation du point de vue des enfants. Edwards,T. e outros(2003), Education and the Middle-Class,.Seabra, T. (1999) Educação nas famílias sociais.Shorter, E.(1995), A Formação da Família Moderna.Vieira, M.M. (2003), "Famílias e escola: processos da democratização escolar".Wall, K.(org.)(2005), Famílias em Portugal: Percursos, interacções, redes sociais.
Bibliografia Opcional
Aboim, Sofia (2006), Conjugalidades em Mudança: Percursos e Dinâmicas da vida a Dois, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais.
Almeida, Ana Nunes de (2003), "Família, conjugalidade e procriação: valores e papéis", em Jorge Vala, Manuel Villaverde Cabral e Alice Ramos (orgs), Valores sociais: mudanças e contrastes em Portugal e na Europa, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, pp. 47-93.
Benavente, Ana; Jean Campiche; Teresa Seabra e João Sebastião (1994), Renunciar à escola - o abandono escolar no ensino básico, Lisboa, Fim de Século.
Cadoret, Anne et all (2006), Homoparentalités: Approches, Scientifiques et Politiques, Paris, PUF.
Diogo, Ana Matias (1998), Famílias e Escolaridade - representações parentais da escolarização, classe social e dinâmica familiar, Lisboa, Ed. Colibri.
Durning, Paul (1995), Éducation familiale - acteurs, processus et enjeux, Paris, Puf.
Education et Societé, nº14, 2004/05 (Les classes moyennes, l´école et la ville: la reproduction renouvelée).
Lobo, Cristina (2009), Parentalidade social, fratrias recompostas e relações inter-geracionais nas recomposições familiares, Sociologia, problemas e práticas, 49, (no prelo).
Montandon, C. (1994), "L´articulation entre les familles et l´école: sens commun et regard sociologique" in Guy Vincent (dir.), L´éducation prisonnière de la forme scolaire? - scolarisations et socialisations dans les sociétes industrielles, Lyon, PUL.
Pereira, Sara (1999), A Televisão na Família - processos de mediação com crianças em idade pré-escolar, Universidade do Minho, Centro de Estudos da Criança.
Seltzer, Judith A. (2004), "Cohabitation and family change", in Marilyn Coleman e Lawrence H. Ganong, Handbook of contemporary Families: considering the past, contemplating the future, Thousand Oaks, Sage Publications, pp. 97-115.
Silva, Pedro (2003), Escola-Família, uma Relação Armadilhada - interculturalidade e relações de poder, Porto, Ed. Afrontamento.
Singly, F. (1997), "La mobilisation familiale pour le capital scolaire" em F. Dubet (dir.), École, familles - le malentendu, Paris, Textuel Ed., pp. 45-58.
Torres, Anália, Rita Mendes e Tiago Lapa (2006), "Famílias na Europa", em Jorge Vala e Anália Torres (orgs.), Contextos e Atitudes Sociais na Europa, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, pp. 97-144.
Vieira, M.M. (2003), Educar herdeiros. Práticas educativas da classe dominante lisboeta, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.
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Docentes
Susana da Cruz Martins
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Esta unidade curricular tem como objetivo geral a aquisição de capacidades de interpretação conceptual, análise, leitura crítica e de competências operatórias no campo da investigação científica na área das políticas públicas e, em particular, das políticas de educação. Prevê-se ainda que os alunos possam interpretar e analisar tais políticas de forma contextualizada, reconhecendo ciclos e processos de mudança política, ao nível local, nacional e global.
Programa
O programa tem como objecto a evolução das políticas educativas a nível do ensino básico e secundário, a compreensão dos contextos políticos e de transnacionalização dessas políticas, assim como a sua regulação a diferentes níveis de decisão, com particular destaque para o caso português. O Programa está organizado de acordo com as seguintes alíneas:
1. Conceção, produção e regulação das políticas educativas: espaços, dinâmicas e atores 2. Globalização e impacto nas políticas educativas 3. Europeização das políticas educativas 4. Reforma do Estado e impacto nas políticas educativas 5. Portugal: dinâmicas e ciclos de produção política 6. A escola pública no centro do debate: problemas e políticas 7. Descentralização e territorialização das políticas educativas 8. Políticas educativas e organização escolar.
Processo de Avaliação
A avaliação da UC tem os seguintes elementos: 1) assiduidade (10%) e participação nas aulas (10%). Esta participação inclui a apresentação de um texto de pesquisa e análise sobre políticas de educação (15-20 min). 2) Trabalho escrito individual de reflexão crítica, teoricamente sustentada sobre um tipo de programa ou política. O trabalho não poderá exceder as 10 páginas (arial 11) (80%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Azevedo, J. (2007), Sistema educativo mundial. Ensaio sobre a regulação transnacional da educação, VNG, FML. Ball, S. (1994), Education Reform: a Critical and Post-structural Reform, Londres, Routledge. Barroso, J.(2005), Políticas Educativas e Organização Escolar, Lx, Un. Aberta. Carneiro, R.(2003), Fundamentos da Educação e da Aprendizagem: 21 Ensaios para o Século 21, VNG, FML. Formosinho,J., A. S. Fernandes; J. Machado e F. Ferreira (2005), A Administração da Educação. Lógicas burocráticas e lógicas de mediação, Porto, Asa. Martins, S. C. (2012), Escolas e Estudantes da Europa: Estruturas, Recursos e Políticas de Educação, Lisboa, Editora Mundos Sociais. Rodrigues, M.L. (2014) (org.), 40 Anos de Políticas de Educação em Portugal (Vol1 e 2), Lx, Almedina. Teodoro, A.(2001), A Construção Política da Educação: Estado, mudança social e políticas educativas no Portugal Contemporâneo, Porto, Afrontamento. Zanten, A. van (2004), Les Politiques d'Éducation, Paris, Puf.
Bibliografia Opcional
AAVV (2006), A Autonomia das Escolas, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian. Abrantes, P., S. C. Martins, e T. Caixeirinho (2013), "Sucesso, gestão e avaliação. Um novo capítulo nas políticas educativas em Portugal", em L. Veloso (Coord.) (2013), Escolas e Avaliação Externa. Um Enfoque nas Estruturas Organizacionais, Lisboa, Editora Mundos Sociais. Almeida, A. N., e M. M. Vieira (2006), A Escola em Portugal, Lisboa, ed. ICS, pp.51-85. Antunes, F. (2005a), "Globalização, União Europeia e Políticas Educativas nacionais", em Sociologia, Problemas e Práticas, nº 47,pp. 125-143. Antunes, F. (2005b), "Reconfigurações do Estado e da Educação: novas instituições e processos educativos", Revista Lusófona de Educação, 5, , pp.37-62. Arendt, H. (1972), La crise de l'éducation, Paris, Gallimard. Ball, S (2010), The Education Debate: Policy and Politics in the Twenty-First Century, Bristol, The Policy Press. Ball, S., e J. Mainardes (orgs.) (2011), Políticas Educacionais: Questões e Dilemas, São Paulo, Cortez Editora. Barroso, J.(org) (2003), A Escola Pública. Regulação, desregulação, privatização, Porto, Asa. Barroso, J.(org.), (2006), A Regulação das políticas públicas de Educação. Espaços, dinâmicas e actores, Lisboa, Educa-Unidade de I&D de Ciências da Educação, U. de Lisboa. Dale, R. (2000), "Globalization and education: demonstrating a 'common world educational culture' or locating a 'globally structured educational agenda?", em Educational Theory, 50 (4), 427-448. Dubet, F. (2002), Le Déclin de l'institution, Paris, Du Seuil, pp.87-166. Esping-Andersen, G. (1990), The Three Worlds of Welfare Capitalism. Cambridge, Polity Press. Eurydice (2007), Autonomia das Escolas na Europa: Políticas e Medidas, Bruxelas, Comissão Europeia. Fialho, I., J. Verdasca, M. Cid, e M. Favinha (org.)(2014), Políticas Educativas, Eficácia e Melhoria das Escolas, Évora, CIEP-UE. Formosinho, J., A. S. Fernandes, J. Machado, H. Ferreira (2010), Autonomia da Escola Pública em Portugal, V. N. Gaia, Fundação Manuel Leitão, pp. 43-55. Gomes, R. Machado (2005), O Governo da Educação em Portugal: Legitimação e Contingência na Escola Secundária, 1974-1991, Coimbra, Imprensa da Universidade. Honig, M. (ed.) (2006), New Directions in Education Policy Implementation: confronting complexity, New York, State University of New York Press. Lawn, M; Nóvoa, A. (2005), L'Europe Réinventée, regards critiques sur l'espace européen de l'éducation, Paris, L'Harmattan. Lima,L., e A. Almerindo (2002), Reformas da Educação Pública: Democracia, Modernização, Neoliberalismo, Porto, Afrontamento. Martins, S. C. (2014), Políticas Educativas Europeias: Divergir e Convergir num Espaço Comum, em M. L. Rodrigues (org.), 40 Anos de Políticas Educativas de Educação em Portugal, (Vol II: Conhecimento, Atores e Recursos), Lisboa, Almedina, pp. 685-707. Mathews, P. e outros (2009), Política Educativa para o Primeiro Ciclo do Ensino Básico, Lisboa, Gepe, Ministério da Educação. Mitchell, D. E., R. L. Crowson, D. Shipps (2011), Shaping Education Policy: Power and Process, Routledge, N. Iorque. OCDE (2005), Education Policy analysis, Paris. OCDE (2013), Education at a glance 2012: OECD Indicators, Paris. OCDE (2017), Education at a glance 2016: OECD Indicators, Paris. Pacheco, J.A. (org.) (2000), Políticas Educativas. O neoliberalismo em educação, Porto, Porto editora. Rodrigues, M.L. (2010), A Escola Pública Pode Fazer a Diferença, Lx, Almedina. Rodrigues, M.L., J.Sebastião, J.Mata, L. Capucha, L. Araújo, M.V. da Silva, SC Martins, e V. Lemos (2016), Educação. 30 anos de Lei de Bases, Lisboa, Editora Mundos Sociais. Rodrigues, M.L., e M. Heitor, com T. Patrício, SC Martins, e CP Conceição (orgs.) (2017), 40 Anos de Políticas de Ciência e de Ensino Superior, Lisboa, Almedina. Teodoro, A. (1994), Política Educativa em Portugal: Educação, Desenvolvimento e Participação Política dos Professores, Porto, Afrontamento. UE (2009), Education & Training 2010. Main policy initiatives and outputs in education and training since the year 2000, Brussels, Directorate-general for Education and Culture. Zanten, A. Van ( Dir.) (2000), L'ecole, l'état des savoirs, Paris, La découverte, pp.85-147. Vienne, P.(2005), "Socialização e ressocialização: as políticas da educação para as classes populares", Análise Social, Vol. XI (176), 633-649.
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Maria João Vaz
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta unidade curricular é dotar os estudantes de conhecimentos teóricos e práticos sobre a definição e acesso a fontes de informação e a documentação, nomeadamente a documentação de arquivo. A reflexão sobre o conceito de documento bem como os procedimentos a que deve ser submetida a informação e documentação utilizada na elaboração de estudos científicos são também aspectos contemplados.
Programa
CP1 - Teoria e história da informação e da documentação. O processo informativo-documental. A mensagem documental CP2- Conceito de documento CP3- Hermenêutica e crítica do documento e da informação CP4- Organização e representação da informação CP5- O arquivo e o documento de arquivo. Arquivos históricos; Arquivos intermédios; Arquivos correntes CP6- A pesquisa e o acesso à informação nos arquivos CP7 - Arquivos especiais: sonoros, fotográficos, cinema, digitais CP8- Outras fontes documentais: fontes orais, fontes literárias, imprensa cinema, memórias, objectos.
Processo de Avaliação
Preparação e participação nas aulas (10%).Elaboração de um trabalho individual e sintético, com apresentação oral na sala de aula (30%) e entrega do trabalho por escrito no final das aulas (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Chaumier, Jacques (1993), Les Techniques Documentaires, Paris, Puf. Coeuré, Sophie; Duclert, Vincent (2001), Les archives, Paris, La Découverte. Farge, Arlette (1989), Le gout de l?archive, Paris, Seuil. Le Goff, Jacques (1984), «Documento/Monumento», in: Enciclopédia Einaudi, vol. I, Lisboa, Imprensa Nacional, pp. 95-104 López Yepes, J. (1995), La documentación como disciplina. Teoria e historia, Pamplona, Eunsa, 1995 Pinto Molina, M. (1991), Análisis documental: fundamentos y procedimientos, Madrid, Eudema. Ribeiro, Fernanda (2003), O acesso à informação nos arquivos, 2 volumes, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian / Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Rousseau, Jean-Yves, et al. (1998), Os fundamentos da disciplina arquivística, Lisboa, Dom Quixote Silva, Armando Malheiro da (2006), A Informação. Da compreensão do fenómeno e construção do objecto científico, Porto, Ed. Afrontamento.
Bibliografia Opcional
AA.VV. (2004), Olhares cruzados entre arquivistas e historiadores, Lisboa, IAN/TT. AA.VV (1985),Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas - A Informação em Tempo de Mudança - Actas, 2 vols., Porto, BAD. Alves, Ivone, et al. (1993), Dicionário de terminologia arquivística, Lisboa, Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro. Barthes, Roland (2012), A Câmara Clara, Lisboa, Ed. 70 (reedição). Carrión Gúties, Manuel (2002), Manual de Bibliotecas, Madrid, Fundación Germán Sánchez Ruipérez. Eco, Umberto (2002), A Biblioteca, Lisboa, Difel (5.ª edição). Eco, Umberto (1980), Como se faz uma tese em ciências humanas, Lisboa, Presença. Guinchat, Claire e Menou, Michel (1985), Introduction générale aux sciences et techniques de l'information et de la documentation, Paris, Presses de l'UNESCO. Hildesheimer, Françoise (1984), Les archives? Pourquoi ? Comment ?, Paris Éditions de l´Érudit. Leal, Maria José da Silva e Pereira, Miriam Halpern, coord. (1988), Arquivo e Historiografia. Colóquio sobre as fontes da História Contemporânea portuguesa, Lisboa, INCM. Lodolini, E. (1986), Archivistica. Principi e problemi, Milão, Franco Angeli (3.ª ed). Mattoso, José (1988), A Escrita da História. Teoria e métodos, Lisboa, Editorial Estampa Mban, Albert (2007), Les problèmes des archives en Afrique : à quand la solution?, Paris,L'Harmattan. McGarry, Kelvin J. (1984), Da documentação à informação: um contexto em evolução, Lisboa, Ed.Presença Pavão, Luís (1997), Conservação de Colecções de Fotografia, Lisboa, Dinalivros. Poulain, Marine, dir. (1992), Les bibliothèques publiques en Europe, Paris, Edition du Cercle de la Librairie. Serrão, Joel, coord. (1984-1985), Roteiro de Fontes da História Portuguesa Contemporânea, 3 Volumes, Lisboa, Instituto Nacional de Investigação Científica. Silva, Armando Malheiro da; Ribeiro, Fernanda; Ramos, Júlio e Real, Manuel Luís, (1999), Arquivística. Teoria e prática de uma ciência da informação, Porto, Afrontamento. Sontag, Susan (1986), Ensaios sobre fotografia, Lisboa, D. Quixote. Traniello, Paolo (1997), La Biblioteca Pubblica. Storia di un istituto nell?Europa contemporanea, Bolonha, il Mulino.
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Docentes
Nuno de Almeida Alves
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade visa fornecer aos alunos(as) competências práticas de aplicação da análise de conteúdo recorrendo a um programa informático especializado: MAXQDA.
Programa
1.A análise de conteúdo 1.1 Introdução. Estratégias de análise de conteúdo. Comparação da análise de conteúdo clássica com a grounded theory. 1.2 A questão da amostragem na seleção dos documentos a tratar. As etapas na realização da análise de conteúdo. As vantagens e desvantagens da análise de conteúdo. Aplicações da análise de conteúdo. Fiabilidade e validade na análise de conteúdo. 2. A utilização do software MAXQDA na análise de diversos tipos de dados qualitativos. 2.1 Etapas, processos e tarefas na utilização do MAXQDA: estrutura de codificação; labels; contagens; 3. Apresentação de resultados e publicação de estudos com análise de conteúdo 3.1 Produção de um codebook de apresentação dos resultados: excertos, contagens, proporções, nuvens de palavras, 3.2 Publicação dos resultados em diferentes tipos de publicações
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de ficha de leitura (30%); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. (2012). Social Research Methods. Oxford: Oxford University Press
Denzin, N.K., & Lincoln, Y.S. (2000). Handbook of Qualitative Research. London: Sage.
MAXQDA 12 Reference Manual, Verbi Software, Berlin
Bibliografia Opcional
Duarte, Vera (2015), "Delinquência Juvenil feminina a várias vozes. Contributos para a contrução de uma tipologia de percursos transgressivos", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 49-66.
Gomes, Rui Telmo (2014), "O pessoal está interessado numa tour". Ritos de procrastinação das cenas musicais underground", Sociologia, Problemas e Práticas 76, pp.51-68.
Lemos, Valter e Anabela Serrão (2015), "O impacto político do PISA em Portugal através dos media", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 87-104.
Nunes, Ana Rita e Sara Falcão Casaca (2015), "As mulheres perante o desafio de uma carreira internacional", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 77-94.
Silveira, Liane (2015), "Eu sou os olhos dela. As babás nas imagens, na praça ou na etnografia do olhar", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 95-111.
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Docentes
Nuno de Almeida Alves
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
A UC de Análise de Indicadores Estatísticos tem como objetivos proporcionar aos estudantes, através da realização de atividades práticas, o desenvolvimento de competências de avaliação e utilização de fontes estatísticas, tomando como referência o trabalho de investigação científica e de redação dos respetivos produtos. Pretende-se dotar os alunos das competências que lhes permitam ler, interpretar e usar de forma informada as estatísticas disponíveis em diversas das suas áreas fundamentais.
Programa
CP1. O sistema estatístico nacional e internacional (Instituto Nacional de Estatística e órgãos de competências delegadas; Organismos das Nações Unidas, Eurostat, OCDE); Métodos e amplitude da recolha de informação. CP2. Recenseamento da população e estatísticas demográficas; CP3. Educação: Sistema de ensino, recenseamentos escolares e qualificações da população; CP4. PIB, rendimentos, proteção social e desigualdades sociais; CP5. Trabalho, emprego e grupos profissionais; CP5. Ciência, tecnologia e sociedade do conhecimento; CP6. Indicadores compósitos: índice de desenvolvimento humano; CP7. Dos indicadores estatísticos à investigação sociológica. Articulação das estatísticas oficiais com a utilização de bases de dados internacionais Eurobarometer, EVS, IPPS, ESS.
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de apresentação oral individual em sala de aula (30%) (caso a turma seja grande será proposta uma alternativa); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bacelar, Sérgio, Para uma Sociologia da Produção Estatística: virtualidades duma leitura sintomática da informação estatística, Lisboa, INE. Carrilho, Maria José, População Activa: conceito e extensão através dos censos, Lisboa, INE. Ferreira, Maria João e Isabel Tavares, Notas sobre a História da Estatística, Dossiers Didácticos, VI, Lisboa, INE. Freire, João (1999), Problemas técnico-metodológicos em inquéritos sociológicos: a propósito de questões de valores e orientações dos sujeitos em matéria sócio-económica, Revista Crítica de Ciências Sociais, 55, pp. 37-51. Ramos, Pedro M.G. N. (2013), Torturem os Números que Eles Confessam, Coimbra: Almedina. Silva, Ana Alexandrino (2006), Gráficos e Mapas - representação de informação estatística, Lisboa, Lidel. Sousa, Fernando (1995), História da Estatística em Portugal, Lisboa, INE.
Bibliografia Opcional
Páginas Web e bases de dados
Bases de Dados de Informação Estatística: http://www.ine.pt http://www.oecd.org http://epp.eurostat.ec.europa.eu/portal/page/portal/eurostat/home/ http://www.unesco.org http://www.ilo.org http://www.eurofound.europa.eu/ http://www.apis.ics.ul.pt/ http://zacat.gesis.org/webview/
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Docentes
Inês Pereira
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
A presente disciplina visa discutir e potenciar a utilização sociológica do conceito de rede, visto como uma poderosa ferramenta teórica e metodológica. Neste sentido, combina uma reflexão teórico-analítica sobre o conceito de rede com a apresentação de estratégicas metodológicas de análise de redes sociais. Serão apresentados algumas aplicações informáticas específicas para a análise de redes, bem como algumas medidas estatísticas de análise de redes sociais, algo que será complementado com indicações bibliográficas e referências a pesquisas realizadas neste âmbito.
Programa
1. Rede Social: conceito e noções básicas 2. Aproximações teóricas com recurso à metáfora da rede - um guia 3. Apropriações metodológicas da análise de redes 4. Análise estatística de redes sociais? uma introdução 5. Representações gráficas: grafos e matrizes 6. Medidas analíticas básicas: coesão, envolvimento e subgrupos
Processo de Avaliação
Um trabalho individual que utilize teórica e metodologicamente o conceito de rede. O trabalho deve ter uma componente empírica, e nas aulas haverá oportunidade para desenvolver algumas das tarefas requeridas. Haverá também uma sessão individual com a docente de preparação do trabalho. O trabalho, na sua versão escrita, deve ter 10 a 20 páginas, excluindo anexos.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Wellman, Barry (1998), ?From Little Boxes to Loosely-Bounded Networks: The Privatization and Domestication of Community?, (Abril 2001)
Hanneman, Robert (2001), Introduction to social network methods, dept. of Sociology, University of California, Riverside (online guide)
Granovetter, Mark (1973) ? The strength of weak ties?, American Journal of Sociology, 78 (6)
Castells, Manuel (2000), The Information Age: Economy, Society and Culture, Volume I - The Rise of the Network Society, Oxford, Blackwell (2nd edition - 1997)1)
Bibliografia Opcional
Agier, Michel (1999), ?Réseaux et engagements: les uns avec les autres?, L?invention de la ville, Banlieus, townships, invasions, et favelas, Éditions des archives contemporaines, Paris (pp. 101-130) Fisher, Claude (1982), To Dwell Among Friends: Personal Networks in Town and City, Chicago e Londres, The University of Chicago Press. Hannerz, Ulf, (1980) Exploring the city, inquiries toward and urban anthropology, New York : Columbia University Press
Miranda, David, (2003) ?Em rede?: Algumas questões epistemológicas, em José Rebelo (coord.) Novas Formas de mobilização popular, Porto, Campo das Letras
Pereira, Inês, ?Movimentos em rede, Uma história do Software Livre?, em Cardoso, Gustavo, Rita Espanha (orgs.) (2006), Comunicação e Jornalismo na Era da Informação, Campo dos Media.
Santos, Felix Requena, (1989) ?Los lazos sociales? in Amigos y redes sociales, elementos para una sociologia de la amistad, CIS, Madrid Simmel, Georg (1955) ?The Web of Group Affiliation?, em The Conflict- The Web of Group Affiliation, New York, The Free press Ugarte, David, (2004) 11 M, Redes para ganar una guerra, Icaria, Barcelona Wasserman, Stanley e Katherine Faust, ?Affiliations and Overlapping Subgroups?, in Wasserman, Stanley e Katherine Faust (1994) Social network analysis, methods and applications, Cambridge, University Press Wittek, Rafael, (2003) ?Social capital in organizations, Forms, sources and effects?, summer course: Introduction to Social Network Analysis for Organisation StudiEs?, ISEG
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Docentes
Isabel Oliveira
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Compreender as dinâmicas demográficas que afetam o volume e estrutura da população e as tendências atuais dos fenómenos demográficos. Saber calcular e interpretar os principais indicadores demográficos e projetar a evolução da população em função de cenários prospectivos.
Programa
1. População: volume, estrutura e movimento (natural e migratório). 2. Análise dos fenómenos demográficos: o diagrama de Lexis. 3. Análise da mortalidade: taxas específicas e esperança de vida. 4. Análise da fecundidade: taxas específicas e índice sintético de fecundidade. 5. Análise das migrações: taxas e métodos indiretos. 6. Trajetórias demográficas recentes: hipóteses de evolução da componente natural e migratória. 7. Projeções demográficas: o método das componentes por coortes. 8. Projeção da população sem migrações 9. Projeção da população com migrações.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: teste (60%) e trabalho (40%) Avaliação Final: teste (60%) e trabalho (40%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Preston, S., Patrick H. e M. Guillot, 2001 - Demography: Measuring and Modeling Population Processes, Blackwell, Oxford.
Bibliografia Opcional
Avdeev, A. et al, 2011, "Populations and Demographic Trends of European Countries, 1980-2010", Population 66-1, p9-129.
Bandeira, M.L., 2004 - Demografia. Objecto Teoria e Métodos, Escolar Ed., Lisboa.
INE, 2017 - Projeções de população residente 2015-2018
Lanzieri, J.P., 2011 - Fewer, older and multicultural? Projections of the EU populations by foreign/national background
Nazareth, J.M., 2004 - Demografia. A Ciência da População, Ed. Presença, Lisboa.
Pintassilgo, S.C. e M.B. Bandeira, 2018 - Introdução à Demografia. Trabalhos Práticos, Escolar Ed., Lisboa.
Siegel, J.S. e D.A. Swanson, 2004 - The Methods and Materials of Demography, Elsevier, San Diego.
United Nations, 2017 - World Population Prospects
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Docentes
Maria Luísa Tiago de Oliveira
Departamento de História
Objectivos
A UC visa apresentar os fundamentos básicos (teóricos e práticos) da História Oral e conseguir que os alunos aprendam a fazê-la.
Programa
1. A História Oral como saber reconhecido: 1.1. A emergência e a afirmação da História Oral. 1.2. Tradições orais. 1.3. Tipologias e problemáticas da memória colectiva. 1.4. História Oral e fontes orais em arquivos e museus. 1.5. A situação da História Oral em Portugal. 2. A prática da História Oral: 2.1. Especificidades das fontes orais. 2.2. A inter-relação entre o entrevistador e o entrevistado. 2.3. Técnicas de entrevista. 2.4. Tipos de entrevistas. 2.5. A construção de perguntas. 2.6. Perfis de entrevistados. 2.7. Tipos de transcrição ou fichagem. 2.8. Utilização e crítica das fontes orais. 2.9. Problemas de confidencialidade: direito à informação ou direito à privacidade?
Processo de Avaliação
A avaliação periódica consite num dossier sobre um tema com: problemática; grelha de entrevista; 3 perfis; transcrição/fichagem de 5 mn de uma entrevista; comentário dessa entrevista; reflexão final com análise da contribuição da história oral para o estudo do problema.
Em alternativa, haverá exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BURGUESS, Robert G. (1997) A pesquisa de terreno. Uma introdução, Oeiras, Celta Editora DESCAMPS, Florence (2001) L'historien, l'archiviste et le magnétophone. De la constitution de la source orale à son exploitation, Paris, Ministère de l'Économie, des Finances et de l'Industrie. GHIGLIONE, Rodolphe e MATALON, Benjamin (1992) O inquérito. Teoria e prática, Lisboa, Celta Editora OLIVEIRA, Luísa Tiago de (2010) "A História Oral em Portugal", Sociologia. Problemas e Práticas, 63, pp. 139-56. Acessível em http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/spp/n63/n63a08.pdf POIRIER, Jean, CLAPIER-VALLADON, Simone e RAYBAUT, Paul (1995) Histórias de vida. Teoria e prática, Oeiras, Celta Editora RITCHIE, Donald A. (2011) The Oxford Handbook of Oral History. Oxford University Press TRAVERSO, Enzo (2012) O Passado, modos de usar. História, Memória e Política, Lisboa, Edições Unipop
Bibliografia Opcional
AROSTEGUI, Julio (2004) La historia vivida. Sobre la Historia del Presente, Madrid, Alianza Editorial, 1ª parte BAWM, Willa K. (1991) Transcribing and editing Oral History, Walnut Creek, Altamira Press BEBIANO, Rui (2003) "Temas e problemas da história do presente", in A História Tal Qual se Faz, org. de José d' Encarnação, Lisboa, Edições Colibri / Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, pp. 225-236 BERTAUX, Daniel (1997) Les récits de vie: perspective ethnosociologique, Paris, Nathan BERTAUX, Daniel (org.) (1981) Biography and society. The Life History approach in the Social Science, London, Sage BOURDIEU, Pierre (1994) "A ilusão biográfica" in Razões práticas: sobre a teoria da acção, Oeiras, Celta Editora, pp 53-59 CATROGA, Fernando (2001) História, memoria e historiografia, Coimbra, Quarteto CHAVEAU, Agnés e Philippe Tétard, orgs., (1992) Questions à l?histoire des temps présents, Bruxelles, Éditions Complexe COIMBRA, Maria Natércia (1993) "O arquivo de história oral no Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra. Entrevistas: conceito, natureza e direitos de uso e divulgação envolvidos" Cadernos BAD (1), pp. 21-30 CONNERTON, Paul (1993) Como as sociedades recordam, Oeiras, Celta Editora DEXTER, Lewis Anthony (2006) Elite and specialized interviewing, University of Essex (Colchester) - ECPR Press. FENTRESS, James e WICKAM, Chris (1994) Memória social. Novas perspectivas sobre o passado, Lisboa, Teorema FERRAROTTI, Franco (1981) Storia e storia di vita, Roma, Laterza FODDY, William (1996) Como perguntar. Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários, Oeiras, Celta Editora HALBWACHS, Maurice (1968) La mémoire collective, Paris, Presses Universitaires de France (edição original - 1950) HALBWACHS, Maurice (1994) Les cadres sociaux de la mémoire, Paris, Albin Michel (edição original - 1925) HOBSBAWM, Eric e RANGER, Terence (organizadores) (1983) The invention of tradition, Cambridge, Cambridge University Press JENIN, E. (2002) Los trabajos de la memoria, Madrid, Siglo XX JOUTARD, Philippe (1983) Ces voix qui nous viennent du passé, Paris, Hachette LOWENTHAL, David (1985) The past is a foreign country, Cambridge, Cambridge University Press MACKAY, Nancy (2007) Curating Oral Histories. From Interview to Archive, California, Left Coast Press, Inc NAMER, Gerald (1987) Memoire et societé, Paris, Méridiens Klincksiech NORA, Pierre, org., (1986-1992) Les lieux de mémoire, 7 vol, Paris, Gallimard PASSERINI, Luisa (1988) Storia e soggettività. Le fonti orali e la memoria, Florença, La nuova Italia PENEFF, Jean (1990) La méthode biographique: de l´École de Chicago à l'histoire orale, Paris, Armand Collin PORTELLi, Alessando (2013) A morte de Luigi Trastulli e outros ensaios, Lisboa, Edições Unipop REVEL, Jacques (1996) Jeux d'échelles. La micro-analyse à l'expérience, Paris, Gallimard / Le Seuil RICOEUR, Paul (2000) Mémoire, l'histoire, l'oubli, Paris, Seuil RITCHIE, Donald A. (2003) Doing Oral History. A Pratical Guide, 2º edição, Oxford University Press SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1990) The myths we live by, London / New York, Rowtledge SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1994) Theatres of memory, London, Verso THOMPSON, Paul (1978) The voice of the past. Oral History, Oxford / London / New York, Oxford University Press VALCUENDE DEL RIO, José María e Susana Narotsky Molledo (orgs.) (2005) Las políticas de la memoria en los sistemas democráticos: poder, cultura y mercado, Sevilha, Federación de Asociaciones de Antropología del Estado Español / Fundación El Monte / Asociación Andaluza de Antropología VANSINA, Ian (1965) Oral tradition as History, Madison / Wisconsin, University of Wisconsin Press VIDIGAL, Luís (1996) Os testemunhos orais na escola: história oral e projectos pedagógicos, Porto, Asa. YOW, Valerie Raleigh (1994) Recording Oral History. A Pratical Guide for Social Scientists, London, Sage Publications
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Docentes
Paulo Miguel Martins
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta disciplina é perspectivar a importância da utilização de imagens como fonte histórica e criar os instrumentos para o seu uso.O Contacto crítico com bibliografia é também relevante. Ao mesmo tempo que se elencam os temas e fontes passíveis de estudo, ou já estudados por diversos historiadores, também se abrem portas para uma aprendizagem concreta do seu uso.Os Sistemas de representação e de presentação, o enquadramento e análise crítica do documento, a constituição de corpus documentais visam uma apropriação dos saberes que começa na tomada de consciência das dificuldades do uso da fonte visual. O objectivo é capacitar o estudante a ter uma autonomia na escolha dos problemas, das fontes e dos média que estudará.
Programa
1. História da relação entre história e imagem. 2. Ver: Materialidade, imaterialidade da imagem Módulo. 3. O problema da representação. 3.1. Linguagens, contextos. 3.2. Símbolos, Mitologias. 4. A imagem como fonte. 4.1. O comentário do Documento iconográfico. 4.2. Difusão da imagem e sua Importância como fonte histórica. 4.3. A constituição de Corpus. 5. Estudos de caso 5.1. A Iconografia do Poder. 5.2. Simbólica da Nação. 5.3. Denegrir e Marginalizar. 5.4. Imagem: encontros e desencontros culturais. 5.5. Simbólica do Movimento Operário. 5.6. Representações do Espaço habitado ou explorado.(Paisagens, vistas, perspectivas, planos e mapas. 5.7. Propaganda e publicidade. 5.8. Imagem e identidade. 6. A imagem de conteúdo Histórico. 6.1. Cinema Histórico. 6.2. Banda Desenhada e História. 7. Balanço da Aprendizagem.
Processo de Avaliação
Avaliação correspondendo aos principais objectivos do curso.1 centrada na capacidade de compreensão e crítica da historiografia existente.2 momento duas fases. Escolha de tema e apresentação na aula. Realização do trabalho escolhido escrito. O objectivo é obter a autonomia da organização do trabalho, a comunicação oral e escrita dos resultados e a sua discussão com o professor e o grupo. A integração dos resultados da discussão. A escolha é feita com o professor em entrevista no gabinete.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. França, José Augusto, "História e Imagem", comunicação feita em Assembleia Geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Annais da Academia Portuguesa de História. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. Guigueno, Vincent, Delage, Christian, L'ouvrage, l'historien et le film, Gallimard, Paris, 2004 Duprat, Annie, Images et histoire: outils et méthods des Documents iconographiques,Paris, 2006. Barros, José d'Assunção," Cinema e história- as funções do cinema como agente, fonte e representação da História" em Ler História nº 52, 2007.
Bibliografia Opcional
AA.VV. Image et Histoire, Actas do colóquio de Paris/Censier, Publications de la Sorbonne, 1987. Agulhon Maurice, « Les Symboles figurés dans la propagande du mouvement ouvrier français de 1880 à 1914 », em La cultura operaria nella società industrializzata », Mezzosecolo, n.º 5, 1985. Agulhon, Maurice, La Marianne au Combat, l?imagerie et la Symbolique Républicaine , Flamarion , Paris 1979. Barthes, Roland, A Câmara clara, ed. 70 Barthes, Roland, L?Empire des Signes, Skira- Les Sentiers de La Création, Flammarion, Paris, 1980. Berger, John, Modos de ver, Arte e Comunicação, ed. 70, Lisboa, 1980. Bianco, Bela Feldman,Leite L. Miriam,(org.) Desafios da Imagem, São Paulo, 1998/2005. Bonnell, Victoria, Iconography of Power: Soviet Political Poster under Lenin and Stalin, Califórnia UP, 1997. Caetano, Carlos, A Ribeira de Lisboa Na Época da Expansão Portuguesa (Séculos XV a XVIII). Pandora, Lisboa, 2004. Campbell, Hughs, ? Photographing Urban America 1969-1979: From Garry Winogrand?s Glance to Stephen Shore?s Gaze. Sessão 38 , Visionary Urbanism: Photographic, Filmic and Digital Representation, Congresso de Associação Europeia de História Urbana, Estocolmo , 2006. http://www.historia.su.urbanhistory/eauh/specialistabstract2.htm Carvalho, José Murilho, A Formação das Almas, 1990. Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, Turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. Clark, Keneth, Hall?s Dictionary of subjects & Symboles in Art, 1974. Cloqué, Louis, traité de Perspective pittoresque, avant 1930. Dias, Helena, Alegria, Maria Fernanda, ?Lisboa na Produção Cartográfica Portuguesa e Holandesa dos séculos XVI e XVII?, Revista Penélope, n.º 13, 1994. pp. 55/69. França, José Augusto, ? História e Imagem?, comunicação feita em Assembleia-geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Anais da Academia Portuguesa de História. Freund, Gisèle, Photographie et Société, Paris, 1974.Edição espanhola, La Fotografia como documento social, Gil y Gil Madrid 1976. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. George Duby et Jacques Le Goff, « Document Artistique e Histoire » Table Ronde em Francastel et Après Giesey-, Ralph, « Modèles de Pouvoir dans les Rites Royaux en France », em Annales, Economie, Société et Culture ,n.º 3, pp. 579-599. Guillerme, J. L?atelier du temps, Essay sur l?alteration des peintures, Humaine, Paris, 1954 Guinzburg, Carlo, Mitos, Emblemas, Sinais, Morfologia e Históra, Companhia das letras, São Paulo, 1990. Isaacs, Anne Catherine, Histoire, Images, Imaginaire, Clio´s workshops. Pisa, 2002. Lynch, Kevin, A imagem da Cidade, Lisboa, Ed. 70, 1976. Panovsky, Dora and Erwin, Pandora?s Box, The Changing Aspects of a Mythical Symbol, Princeton UP, 1978. Panovsky, Erwin, ? Contribution au problème de la description des oeuvres appartenant aux Arts plastiques et à celui de l'interprétation de leur contenu » em La perspective comme forme Symbolique, Paris, Editions Minuit, 1975. Panovsky, Erwin, Estudos de Iconologia : Temas Humanísticos na Arte do Renascimento, Lisboa, Estampa, 1982. Philibert Myriam, Dictionnaire illustré des Mythologies, ed. Lodi, Paris,2001. Pinheiro, Magda, O Liberalismo nos espaços Públicos, A memória das Revoluções Liberais através dos Monumentos que a Celébram, Celta, Oeiras, 2000. Pinheiro, Nuno, Classes populares e Fotografia, tese de Mestrado, ISCTE. Pinheiro, Nuno, em Eunice Relvas, Maria João Vaz e Nuno Pinheiro, org. Exclusão na História, Oeiras, 2001. Pinheiro, Nuno, O Teatro da Sociedade, Tese de Doutoramento, cehcp, 2006 Schwarcz, Lilia Moritz, As Barbas do Imperador, São Paulo, 1999. Reynero, Carlos, La escultura Comemorativa en Espanha, La Edad de oro del Monumento Público, 1820-1914, Madrid, 1999. Senos, Nuno, O Paço da Ribeira, 1501-1581, ed. Notícias, Lisboa , 2002
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Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo desenvolver métodos de dependência contemplando duas situações de investigação de grande aplicação na área das Ciências Sociais e Humanas. São analisados designs complexos nos quais são testados modelos com efeitos de moderação e efeitos de mediação. São realizadas aplicações através de Regressão Linear Múltipla e Regressão Logística. A apresentação dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo situações de análise com apoio de um software de Estatística (SPSS) e da macro PROCESS (Hayes, 2018).
Programa
1. Modelação: moderação e mediação 1.1 Moderação: efeito de interação 1.2 Mediação: cadeia de efeitos 1.3 Análise de artigos com moderação e mediação 2. Modelação de moderação via Regressão Linear (OLS) 2.1 OLS com efeitos principais e efeitos de interação 2.2 Moderadora quantitativa 2.3 Moderadora categorizada 2.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 2.5 Reportar resultados em tese/artigo 3. Modelação de mediação via OLS 3.1 Mediadora quantitativa 3.2 Estimar e testar efeito indireto via bootstrapping 3.3 Mediação parcial e total 3.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 3.5 Reportar resultados em tese/artigo 4. Modelação via Regressão Logística 4.1 Apresentação do modelo 4.2 Condições de aplicabilidade 4.3 Parâmetros do modelo 4.4 Aplicação com software 4.5 Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: 1. Exercício individual (65%) 2. Trabalho de grupo (35%).
Condições: 1. Nota mínima no exercício individual: 8,0 valores 2. Nota mínima no trabalho: 10 valores
A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação eriódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baron, R e Kenny D. (1986). The Moderator-Mediator Variable Distinction in Social Psychological research: Conceptual, Strategic and Statistical Considerations, Journal of Personality and Social Psychology, 51, 1173-1182. Frazier, P. A., Tix, A. P. e Barron, K. E. (2004). Testing moderator and mediator effects in counselling psychology research. Journal of Counselling Psychology, 51(1), 115-134. Hayes, A. F. (2012). PROCESS: a versatile computational tool for observed variable mediation, moderation, and conditional process modeling. MacKinnon, D. P., Fairchild, A. J. e Fritz, M. S. (2007). Mediation analysis. Annual Review of Psychology, 58, 593-614. Maroco, J. (2010). Análise Estatística com o PASW Statistics (ex-SPSS), Pero Pinheiro. Pampel, F. (2000). Logistic Regression, Sage Publications. Passos, A. e Caetano, A. (2005). Exploring the effects of intragroup conflict and past performance feedback on team effectiveness, Journal of Managerial Psychology 20, 3/4, 231-244.
Bibliografia Opcional
Aiken, L., Stephen G. (1991). Multiple Regression: Testing and interpreting interactions, Newbury Park, Sage publications.
Calheiros, M. M. (2006). A construção social do mau trato e negligência: do senso-comum ao conhecimento científico. ed. 1, ISBN: ISBN 972-31-1132, Coimbra: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e Tecnologia. Imprensa de Coimbra Lda.
Cohen, J., Cohen P., West S. e Aiken L. (2003). Applied Multiple Regression/Correlation. Analysis for the Behavioral Sciences, Mahawh: Laurence Erlbaum, 3ª ed.
Hair, J., Black, W. Babin, B. e Anderson, R. (2009). Multivariate Data Analysis, 7ª ed., Prentice-Hall International, Inc.
Preacher, K. J. e Hayes, A. F (2008). Asymptotic and resampling strategies for assessing and comparing indirect effects in multiple mediator models, Behavior Research Methods, 40 (3), 879-891, http://quantpsy.org/pubs/preacher_hayes_2008b.pdf.
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª.
Important links:
Kenny, D. A. (2011). Moderation http://davidakenny.net/cm/moderation.htm Kenny, D. A. (2012). Mediation, http://davidakenny.net/cm/mediate.htm
Jose, P.E. (2013). ModGraph-I: A programme to compute cell means for the graphical display of moderational analyses: The internet version, Version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/modgraph/
Jose, P. E. (2013) MedGraph-I: A programme to graphically depict mediation among three variables: The internet version, version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/medgraph/
On-line data bases:
The European Social Survey (ESS): http://www.europeansocialsurvey.org/.
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Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo apresentar métodos de análise de dados que permitam descrever e testar relações entre duas ou mais variáveis, privilegiadamente relações de dependência. Dada a inserção da UC em cursos de mestrado pretende-se assim desenvolver conhecimentos e competências nos alunos com vista à operacionalização de modelos de análise similares aos que podem ter de trabalhar, designadamente, na sua dissertação de mestrado. O desenvolvimento dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo-se, para o efeito, exemplos de pesquisa com apoio de um software de estatística (SPSS).
Programa
1.Sistematização de um glossário de estatística 2.Modelação para comparação de grupos 2.1.Comparação entre dois grupos 2.2.Comparação entre k grupos 2.3.Operacionalização com software de estatística 2.4.Apresentação de resultados em tese/artigo 3.Validação da relação entre pares de variáveis 3.1.Variáveis categorizadas 3.2.Variáveis ordinais e quantitativas 3.3.Variáveis quantitativas 3.4.Operacionalização com software de estatística 3.5.Apresentação de resultados em tese/artigo 4.Modelação de relações de tipo linear 4.1.Modelo de regressão linear simples 4.2.Modelo de regressão linear múltipla 4.3.Operacionalização com software de estatística 4.4.Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
A avaliação periódica inclui: 1. Exercício individual - 65% 2. Trabalho de grupo(com utilização do software de estatística)- 35%;
Com: - Nota mínima no exercício: 8,0 valores - Nota mínima no trabalho de grupo: 10,0 valores A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. e Cramer, D. (2003), Análise de dados em Ciências Sociais, Introdução às Técnicas Utilizando o SPSS para Windows, Oeiras, Celta Editora, 3ª ed. Maroco, J. (2014). Análise Estatística com o SPSS Statistics, Pero Pinheiro, ReportNumber., 6ed. Maroco, J. e Bispo, R. (2003). Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores.
Bibliografia Opcional
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª ed.
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Docentes
Pedro Pereira Neto
Departamento de Sociologia
Objectivos
Problematizar a panóplia de oferta de métodos, indicando as suas respectivas vantagens e desvantagens, forças e fraquezas, profundidades e propósitos.
Programa
1 A análise de conteúdo aplicada aos media na sociedade em rede: contexto, desafios, problemas e soluções 2 Limitações da dicotomia análise quantitativa/qualitativa: holismo e contextualização 3 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de imprensa 4 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de rádio 5 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de televisão 6 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de fotografia 7 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de cinema 8 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de som 9 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de media nativos digitais 10 Seminário de apresentação/discussão do trabalho desenvolvido pelos alunos
Processo de Avaliação
Um trabalho final, entregue no fim do semestre, de uma das seguintes modalidades: a) ensaio ou trabalho de aprofundamento temático; b) projecto de pesquisa/análise, ou de estudo de caso.
A nota final terá como base o seguinte cálculo: a) trabalho individual: 80% b) participação em aula: 20%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Berger, A. (2010), Media and Communication Research Methods: an Introduction to Qualitative and Quantitative Approaches, Sage. Deacon, D., Pickering, M., Golding, P., Murdock, G. (2007), Researching Communications: A Practical Guide to Methods in Media and Cultural Analysis, Bloomsbury Publishing. Hansen, A., Cottle, S., Negrine, R., Newboldm, C. (1998), Mass Communication Research Methods, MacMillan. Lorio, S. (2003), Qualitative Research into Journalism: Taking it to the Streets, Lawrence Erlbaum Associates Inc. Lombard, M., Synder-Duch, J., Bracken, C. C. (2003), “Content analysis in mass communication: assessment and reporting of intercoder reliability”, Human Communication Research, 29, 469-472. O'Sullivan, T., Dutton, B., Rayner, P. (1994), Studying the media : an introduction, Edward Arnold. Riffe, D., Lacy, S., Fico, F. (1998), Analysing media messages: Using quantitative content analysis in research, Erlbaum. Selby, K., Cowdery, R. (1995), How to study television, Macmillan.
Bibliografia Opcional
Belo, A., Cardoso, G., Silveira, J. (2011), Telejornais no Início do Século XXI, Colibri. Berger, A. (1991), Media research techniques, Sage. Brandão, N. (2005), Prime Time, Casa das Letras. Brandão, N. (2010), As notícias nos Telejornais, Guerra & Paz. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), As noticias da RTP1, SIC, TVI e o on-line,OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr6.pdf. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), Ficção, Notícias e Entretenimento: As idades da TV em Portugal, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr4.pdf. Cardoso, G., Gomes. M., Neto, P., Santos, S., Calado, V., Amaral, S. (2006), O Jornalismo hoje: uma análise de 14 redacções de TV, Rádio e Jornais, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=29&fileName=rr1.pdf. Cheta, R., Aboim, S., Cardoso,. G., Espanha, R. (2007), Era uma vez...fábulas, romances, quotidianos: Imagens da vida privada nas telenovelas portuguesas, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr_12.pdf. Cordeiro, P. (2010), A rádio e as indústrias culturais: estratégias de programação na transição para o digital, Livros Horizonte.
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Objectivos
O objetivo da Unidade Curricular é dotar os discentes de competências que permitam o uso reflexivo de diferentes estratégias metodológicas na pesquisa online e as suas potencialidades e limitações. A UC debruça-se sobre os debates atuais em torno da inquirição online e as várias ferramentas disponíveis, desde o acesso a dados estatísticos, ao desenho da pesquisa online, às técnicas etnográficas ou à construção e aplicação de um inquérito online. As questões éticas são um outro tópico relevante.
Programa
Temas abordados: CP1. Abordagem multi-disciplinar à pesquisa social online. Formas de conhecimento e a pesquisa na Web. CP2. O desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais. CP3. Nova realidade, novos métodos? Novas metodologias e técnicas com recurso às TIC. CP4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede. CP5. Articulação dos métodos de investigação online com outros recursos: Estatísticas e Bases de Dados CP6. Análise quantitativa online: possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados. Introdução às ferramentas de análise de dados. CP7. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?. CP8. Utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização de dados secundários recolhidos online. As redes globais de investigação. CP9. Análise de redes, Webmetrics e a geografia da Internet. CP10. Princípios éticos na pesquisa online.
Processo de Avaliação
1) Realização das leituras seleccionadas para cada aula; 2) Realização de dois trabalhos: - um individual baseado na leitura de artigo - um trabalho de grupo ou individual de perfil mais aprofundado numa das seguintes modalidades: a) Ensaio; b) Trabalho de aprofundamento temático; c) Projecto de pesquisa; d) Análise de documento, caso, situação ou problema; A nota final terá como base o seguinte cálculo: Trabalho Individual: 45% Trabalho de Grupo: 45% Participação: 10%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Almeida, João Ferreira de, Pinto, José Madureira (1982), A investigação nas ciências sociais, Lisboa, Presença Baym, N. K. (2005). Introduction: Internet research as it isn?t, is, could be, and should be. The Information Society, 21, 229-239. Cardoso, Gustavo (1998) Para uma Sociologia do Ciberespaço: comunidades virtuais em português, Oeiras, Celta Editora. Cardoso, Gustavo, Cheong, Angus, Cole, Jeffrey (eds.) (2009), World Wide Internet: Changing Societies, Economies and Cultures. University of Macau Press, SAR Macau. Disponível Online: http://www.lini-research.org/np4/?newsId=11&fileName=WWI_WIPBook.pdf Ghiglione, Rodolphe, e Benjamin Matalon (1992), O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora Johns., M. D., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.) (2003), Online social research. New York: Peter Lang. Markham, A. N. e N. K. Baym (Eds.) (2009), Internet inquiry: Conversations about method. Thousand Oaks, CA: Sage.
Bibliografia Opcional
1. Formas de conhecimento em Ciências Sociais e a pesquisa nas redes e na Internet.
Almeida, João Ferreira de (2007), Velhos e Novos Aspectos da Epistemologia Das Ciências Sociais, Sociologia, Problemas e Práticas, nº 55, pp.11-24
Black, T. R. (1993). Evaluating social science research: an introduction. London, Sage.
Dretske, Fred. Knowledge and the Flow of Information. Cambridge: MIT Press, 1981.
Hine, C. (2006). Virtual methods: Issues in social research on the Internet. Oxford: Berg.
Moses, Jonathan e Knutsen, T. (2007), Ways of Knowing: Competing Methodologies in Social and Political Research, Palgrave Macmillan
2. Desenvolvimento das questões de pesquisa sobre a relação entre a Internet e a Sociedade. Formulação e avaliação crítica dos desafios do desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais.
Jones, S. (1999). Doing Internet research: Critical issues and methods for examining the Net. Thousand Oaks, CA, Sage.
Miller, D. e Neil J. Salkind (2002) Handbook of Research Design and Social Measurement, Sage
Ragin, C. C. (1994). Constructing social research : the unity and diversity of method. Thousand Oaks, Calif. ; London, Pine Forge Press.
3. Nova realidade, novos métodos?
Hesse-Biber, S. N. & P. Leavy (Orgs.) (2008), Handbook of emergent methods, Nova Iorque: Guilford Press.
Murthy, D. (2008). An examination of the use of new technologies for social research. Sociology, 42, 837-855.
Travers, M. (2009). New methods, old problems: A skeptical view of innovation in qualitative research. Qualitative Research, 9, 161-179.
4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede.
Baym, N. K. (2009). Question six: What constitutes quality in qualitative Internet research? In, A. N. Markham, N. K. Baym (Eds.), Internet inquiry: Conversations about method (pp. 173-189). Thousand Oaks, CA: Sage.
Garcia, A. C., Standlee, A. I., Bechkoff, J., & Cui, Y. (2009). Ethnographic approaches to the Internet and computer-mediated communication. Journal of Contemporary Ethnography, 38, 52-84.
Kazmer, M. M., & Xie, B. (2008). Qualitative interviewing in Internet studies: Playing with the media, playing with the method. Information, Communication & Society, 11, 257-278.
Mann, C., & Stewart, F. (2000). Internet communication and qualitative research: A handbook for researching online. Thousand Oaks, Ca: Sage.
Murray, C. D., & Sixsmith, J. (1998). E-mail: A qualitative research medium for interviewing? International Journal of Social Research Methodology: Theory & Practice, 1(2), 103-121.
Robson, K., Williams, M. (2003). Reengineering focus group methodology for the online environment, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online Social Research (pp. 25-46). New Work: Peter Lang.
Stewart, K., & Williams, M. (2005). Researching online populations: The use of online focus groups for social research. Qualitative Research, 5, 395-416.
Ward, K. J. (1999). Cyber-ethnography and the emergence of the virtually new community. Journal of Information Technology, 14, 95-105.
5. Análise quantitativa online, possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados.
Coomber, R. (1997) 'Using the Internet for Survey Research' Sociological Research Online, vol. 2, no. 2. Disponível Online: http://www.socresonline.org.uk/2/2/2.html
Sills, Stephen e Song, Chunyan (2002). Innovations in Survey Research: An Application of Web-Based Surveys, Social Science Computer Review, vol. 20 no. 1, pp. 22-30.
Reynolds, R. A., Woods, R., & Baker, J. D. (Orgs.) (2007), Handbook of research on electronic surveys and measurements (pp. 264-268). Hershey, PA: Idea Group.
Schmidt, William C. (1997) World-Wide Web survey research: Benefits, potential problems, and solutions, Behavior Research Methods, Instruments, & Computers, 29 (2), 274-279. Disponível Online: http://www.springerlink.com/content/f5l606k0t4058k47/fulltext.pdf
6. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?.
Best, S. J., & Kruger, B. (2002). New approaches to assessing opinion: The prospects for electronic mail surveys. International Journal of Public Opinion Research, 14, 73-92.
Couper, M. P., Kapteyn, A., Schonlau, M., & Winter, J. (2007). Noncoverage and nonresponse in an Internet survey. Social Science Research, 36, 131-148.
Dillman, D. A., Phelps, G., Tortora, R., Swift, K., Kohrell, J., Berck, J., & Messer, B. L. (2009). Response rate and measurement differences in mixed-mode surveys using mail, telephone, interactive voice response (IVR) and the Internet. Social Science Research, 38, 1-18.
Truell, A. D., Bartlett, J. E., II, & Alexander, M. W. (2002). Response rate, speed, and completeness: A comparison of Internet-based and mail surveys. Behavior Research Methods, Instruments & Computers, 34, 46-49.
7. O desenho da pesquisa e a utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização secundária de dados recolhidos na Internet. As redes globais de investigação e a comparação internacional de dados.
Hakim, C. (1982). Secondary analysis in social research : a guide to data sources and with examples. London, Allen & Unwin.
Hewson, C. (2007). Gathering data on the Internet: Qualitative approaches and possibilities for mixed methods and research. In A. Joinson, K. McKenna, T. Postmes & U. Reips (Eds.), The Oxford handbook of Internet psychology (pp. 405-428). Oxford, UK: Oxford University Press.
Hewson, C. (2008). Internet-mediated research as an emergent method and its potential role in facilitating mixed methods research. In S. N. Hesse-Biber, & P. Leavy (Eds.), Handbook of emergent methods (pp. 543-570). New York: Guilford Press.
Kelder, Jo-Anne (2005): Secondary Analysis of Qualitative Data, Vol 6, No 1. Disponível Online: http://www.qualitative-research.net/index.php/fqs/article/view/501
Livingstone, Sonia (2003). On the Challenges of Cross-National Comparative Media Research, European Journal of Communication, 18: 477-500.
8. Análise de redes, Webometrics e mapeando a geografia da Internet.
Cheswick, Bill e Burch, Hal (2000), Mapping and Visualizing the internet, In Proceedings of the 2000 USENIX Annual Technical Conference. Disponível Online: http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.20.8595&rep=rep1&type=pdf
Scott, John. (2000). Social Network Analysis: A Handbook. 2nd Ed. Newberry Park, CA: Sage.
Thelwall, Mike (2009). Introduction to Webometrics: Quantitative Web Research for the Social Sciences. Morgan & Claypool.
Wellman, Barry e Berkowitz, Stephen D. (1988). Social Structures: A Network Approach. Cambridge: Cambridge University Press.
9. Princípios éticos na pesquisa social em torno das TICs.
Bruckman, A. S. (2003). Introduction: Opportunities and challenges in methodology and ethics, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online social research (pp. 101-104). New Work: Peter Lang.
Buchanan, E. A. (2000). Ethics, qualitative research and ethnography in virtual space. Journal of Information Ethics, 9, 82-87.
Capurro, R., & Pingel, C. (2002). Ethical issues of online communication research. Ethics and Information Technology, 4, 189-194.
DeLorme, D. E., Zinkhan, G. M., & French, W. (2001). Ethics and the Internet: Issues associated with qualitative research. Journal of Business Ethics, 33, 271-286.
Elgesem, D. (2002). What is special about the ethical issues in online research? Ethics and Information Technology, 4, 195-203.
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Docentes
Graça Índias Cordeiro
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Apresentar os procedimentos teóricos e metodológicos que sustentam o processo de pesquisa etnográfica, promover uma reflexão crítica sobre os mesmos e incentivar a sua prática no âmbito das investigações em curso.
Programa
CP1 Etnografia e trabalho de campo na história das ciências sociais. CP2 Terrenos para a pesquisa CP3 Observar e registar CP4 Conversar e entrevistar CP5 Descrever, analisar, interpretar CP6 Investigar eticamente CP7 Apresentação e discussão de casos.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica consta de 3 momentos de avaliação:
1. Participação nas discussões em aula (20%); 2. Ensaio final (60%); 3. Discussão do trabalho final (20%)
Alternativamente, exame escrito sobre a totalidade do programa (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007(1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes -Becker, Howard S. 2008(1998) Segredos e truques de pesquisa, Rio de Janeiro: Zahar -Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS -Burgess, Robert G. 1997(1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta -Costa, António F.1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento -Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press -Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company -Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor
Bibliografia Opcional
Agar, Michael H. 1986 Speaking of Ethnography, Beverly Hills: SAGE Atkinson, Paul et alii, 2001 Handbook of Ethnography, London: SAGE Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007 (1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes Becker, Howard S. 1998 Tricks of the Trade: How to Think about Your Research While You're Doing It Chicago: University of Chicago Press Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS Burgess, Robert G. 1997 (1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta Caria, Telmo, 2003 (org.) Experiência etnográfica em ciências sociais, Porto: Afrontamento Céfaï, Daniel (org.) 2003 L?enquête de terrain, Paris: La Decouverte Costa, António F. 1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company Malinowski, Bronislaw, 1992 (1922) Argonauts of the Western Pacific, London: Routledge Sanjek, Roger (ed), 1990 Fieldnotes. The Makings of Anthropology, Ithaca and London: Cornell University Press Sardan, Jean-Pierre 2008 La rigueur du qualitatif. Les contraintes empiriques de l?interprétation socio-anthropologique, Louvain-la-Neuve : Bruylant-Academia Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Weber, Florence 2009 Manuel de l?ethnographe, Paris: PUF Weiss, Robert S. 1994 Learning from Strangers. The art and Method of Qualitative Interview Studies, New York: Free Press
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