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1 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Esta UC tem como objectivo fundamental traçar o panorama actual do direito da educação em Portugal e simultaneamente equacionar um conjunto de problemas chave que hoje se colocam a quem trabalha na área. Pretende-se que os alunos desenvolvam competências sobre: - as características fundamentais do sistema jurídico no quadro do Estado de direito; - a base constitucional do direito da educação; - os dispositivos legais que definem as estruturas e formas de exercício da gestão escolar; - as garantias administrativas e jurisdicionais em causa, identificando os diferentes instrumentos que as concretizam.
Programa
O programa encontra-se organizado em torno dos seguintes módulos: 1. Direito e Estado. 1.1. O que é o direito? Conceitos fundamentais. As fontes de direito. 1.2. Noção de Estado. O Estado como expressão da modernidade. 1.3. Estado de direito: génese e evolução. 2. Constituição e direito da educação. 2.1. Poder constituinte e Constituição. Princípios fundamentais da Constituição de 1976. 2.2. Conceito e âmbito do direito da educação. Quadro constitucional de referência. 3. Direito da organização e gestão escolar. 3.1. Organização escolar e administração educativa. 3.2. Fundamentos jurídicos da gestão escolar. Princípios e regras procedimentais. 3.3. Garantias administrativas e jurisdicionais. 4. Estudos de caso.
Processo de Avaliação
A avaliação da disciplina comporta a realização de um trabalho escrito individual sobre um tema do programa, em forma de paper (máximo de 20/25 pág). O trabalho deve ser basicamente analítico, demonstrando conhecimento das problemáticas teóricas em causa, procedendo a uma estruturação lógica do tema escolhido e evidenciando um tratamento adequado da bibliografia de referência e demais materiais de apoio da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Amaral, Diogo Freitas do (2009),Curso de Direito Administrativo,Vol. I, Coimbra, Almedina Amaral, Diogo Freitas do (2008),Curso de Direito Administrativo,Vol. II, Coimbra, Almedina Canotilho, Gomes e Vital Moreira (2010),Constituição da República Portuguesa anotada, Vol. II, Coimbra Editora Canotilho, Gomes e Vital Moreira (2007),Constituição da República Portuguesa anotada, Vol. I, Coimbra, Coimbra Editora Canotilho, J. J. Gomes (2010),Direito Constitucional e Teoria da Constituição, Coimbra, Almedina Caupers, João et alii(2007),Código do Procedimento Administrativo Anotado, Coimbra, Almedina Costa, Jorge Adelino (org.)(2002),Organização Escolar: Legislação Base,Aveiro, Universidade de Aveiro Fonseca, Guilherme et alii (2008),Legislação Administrativa Básica, Coimbra, Coimbra Editora Homem, António Pedro Barbas (coord.)(2006),Temas de Direito da Educação, Coimbra, Almedina Sousa, Marcelo Rebelo de e André Salgado de Matos(2008), Direito Administrativo Geral, Tomo I, Lisboa, D.Quixote
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Dotar os participantes dos conceitos e ferramentas essenciais acerca da gestão das organizações, em ordem a possibilitar a respectiva aplicação à especificidade do contexto das organizações escolares.
Programa
1. A gestão das organizações e a especificidade da organização escolar. 1.1. O modelo da organização escolar no contexto dos modelos organizacionais. 2. Eficácia e eficiência na administração escolar. 3. O papel da gestão na articulação da organização escolar com a sua envolvente. 4. Factores condicionantes dos procedimentos em gestão. 5 Papéis do gestor no contexto da administração escolar. 6. A tomada de decisão em administração escolar.
Processo de Avaliação
A avaliação incidirá sobre um trabalho individual (50%) e sobre um trabalho de grupo(50%), ambos com temas previamente discutidos com o docente.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Barroso, J. & Pinhal, J. (Orgs.) (1996). A administração da educação: os caminhos da descentralização. Lisboa: Edições Colibri.
Hoy, W. & Miskel, C. (2013) Educational Administration. McGraw-Hill.
Bibliografia Opcional
Barroso, J. (1995) Para uma abordagem teórica da reforma da administração escolar: a distinção entre "direcção" e "gestão". Revista Portuguesa de Educação, Braga, 8 (1), 33-56.
Barroso, J. (2005). O Estado, a educação e a regulação das políticas públicas. Educ. Soc., 26 ( 92), 725-751.
Clegg, S. (1998), As Organizações Modernas, Oeiras, Ed. Celta;
Ferreira B. & Torres, L. (2012),Perfil de liderança do diretor de escola em Portugal: modos de atuação e estratégias de regulação da cultura organizacional. RBPAE, 28 (1), 86-111
Gomes, A., Caetano, A., Keating, J. e Cunha, M. (2000). Organizações em Transição, Ed. Universidade de Coimbra.
Lima, L. (1999), Construindo modelos de gestão escolar. Cadernos de Organização e Gestão Curricular
Litz, D. (2011), Globalization and the Changing Face of Educational Leadership: Current Trends and Emerging Dilemmas. -International Education Studies, 4 (3), p. 47-61.
Mintzberg, H. (2010). Estrutura e Dinâmica das Organizações, Lisboa, Ed. D. Quixote;
Morgan, G. (1997), Imagens da Organização, S. Paulo, Ed. Atlas;
Somech, A. (2005). Directive Versus Participative Leadership: Two Complementary Approaches to Managing School Effectiveness. Educational Administration Quarterly 41 (5), 777-800
Veloso, L., Craveiro, D. & Rufino, I. (2012), Participação da comunidade educativa na gestão escolar. Educ. Pesqui., 38 (04), 815-832.
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Objectivos
Esta unidade curricular tem como objetivo geral a aquisição de capacidades de interpretação conceptual, análise, leitura crítica e de competências operatórias no campo da investigação científica na área das políticas públicas e, em particular, das políticas de educação. Prevê-se ainda que os alunos possam interpretar e analisar tais políticas de forma contextualizada, reconhecendo ciclos e processos de mudança política, ao nível local, nacional e global.
Programa
O programa tem como objecto a evolução das políticas educativas a nível do ensino básico e secundário, a compreensão dos contextos políticos e de transnacionalização dessas políticas, assim como a sua regulação a diferentes níveis de decisão, com particular destaque para o caso português. O Programa está organizado de acordo com as seguintes alíneas:
1. Conceção, produção e regulação das políticas educativas: espaços, dinâmicas e atores 2. Globalização e impacto nas políticas educativas 3. Europeização das políticas educativas 4. Reforma do Estado e impacto nas políticas educativas 5. Portugal: dinâmicas e ciclos de produção política 6. A escola pública no centro do debate: problemas e políticas 7. Descentralização e territorialização das políticas educativas 8. Políticas educativas e organização escolar.
Processo de Avaliação
A avaliação da UC tem os seguintes elementos: 1) assiduidade (10%) e participação nas aulas (10%). Esta participação inclui a apresentação de um texto de pesquisa e análise sobre políticas de educação (15-20 min). 2) Trabalho escrito individual de reflexão crítica, teoricamente sustentada sobre um tipo de programa ou política. O trabalho não poderá exceder as 10 páginas (arial 11) (80%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Azevedo, J. (2007), Sistema educativo mundial. Ensaio sobre a regulação transnacional da educação, VNG, FML. Ball, S. (1994), Education Reform: a Critical and Post-structural Reform, Londres, Routledge. Barroso, J.(2005), Políticas Educativas e Organização Escolar, Lx, Un. Aberta. Carneiro, R.(2003), Fundamentos da Educação e da Aprendizagem: 21 Ensaios para o Século 21, VNG, FML. Formosinho,J., A. S. Fernandes; J. Machado e F. Ferreira (2005), A Administração da Educação. Lógicas burocráticas e lógicas de mediação, Porto, Asa. Martins, S. C. (2012), Escolas e Estudantes da Europa: Estruturas, Recursos e Políticas de Educação, Lisboa, Editora Mundos Sociais. Rodrigues, M.L. (2014) (org.), 40 Anos de Políticas de Educação em Portugal (Vol1 e 2), Lx, Almedina. Teodoro, A.(2001), A Construção Política da Educação: Estado, mudança social e políticas educativas no Portugal Contemporâneo, Porto, Afrontamento. Zanten, A. van (2004), Les Politiques d'Éducation, Paris, Puf.
Bibliografia Opcional
AAVV (2006), A Autonomia das Escolas, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian. Abrantes, P., S. C. Martins, e T. Caixeirinho (2013), "Sucesso, gestão e avaliação. Um novo capítulo nas políticas educativas em Portugal", em L. Veloso (Coord.) (2013), Escolas e Avaliação Externa. Um Enfoque nas Estruturas Organizacionais, Lisboa, Editora Mundos Sociais. Almeida, A. N., e M. M. Vieira (2006), A Escola em Portugal, Lisboa, ed. ICS, pp.51-85. Antunes, F. (2005a), "Globalização, União Europeia e Políticas Educativas nacionais", em Sociologia, Problemas e Práticas, nº 47,pp. 125-143. Antunes, F. (2005b), "Reconfigurações do Estado e da Educação: novas instituições e processos educativos", Revista Lusófona de Educação, 5, , pp.37-62. Arendt, H. (1972), La crise de l'éducation, Paris, Gallimard. Ball, S (2010), The Education Debate: Policy and Politics in the Twenty-First Century, Bristol, The Policy Press. Ball, S., e J. Mainardes (orgs.) (2011), Políticas Educacionais: Questões e Dilemas, São Paulo, Cortez Editora. Barroso, J.(org) (2003), A Escola Pública. Regulação, desregulação, privatização, Porto, Asa. Barroso, J.(org.), (2006), A Regulação das políticas públicas de Educação. Espaços, dinâmicas e actores, Lisboa, Educa-Unidade de I&D de Ciências da Educação, U. de Lisboa. Dale, R. (2000), "Globalization and education: demonstrating a 'common world educational culture' or locating a 'globally structured educational agenda?", em Educational Theory, 50 (4), 427-448. Dubet, F. (2002), Le Déclin de l'institution, Paris, Du Seuil, pp.87-166. Esping-Andersen, G. (1990), The Three Worlds of Welfare Capitalism. Cambridge, Polity Press. Eurydice (2007), Autonomia das Escolas na Europa: Políticas e Medidas, Bruxelas, Comissão Europeia. Fialho, I., J. Verdasca, M. Cid, e M. Favinha (org.)(2014), Políticas Educativas, Eficácia e Melhoria das Escolas, Évora, CIEP-UE. Formosinho, J., A. S. Fernandes, J. Machado, H. Ferreira (2010), Autonomia da Escola Pública em Portugal, V. N. Gaia, Fundação Manuel Leitão, pp. 43-55. Gomes, R. Machado (2005), O Governo da Educação em Portugal: Legitimação e Contingência na Escola Secundária, 1974-1991, Coimbra, Imprensa da Universidade. Honig, M. (ed.) (2006), New Directions in Education Policy Implementation: confronting complexity, New York, State University of New York Press. Lawn, M; Nóvoa, A. (2005), L'Europe Réinventée, regards critiques sur l'espace européen de l'éducation, Paris, L'Harmattan. Lima,L., e A. Almerindo (2002), Reformas da Educação Pública: Democracia, Modernização, Neoliberalismo, Porto, Afrontamento. Martins, S. C. (2014), Políticas Educativas Europeias: Divergir e Convergir num Espaço Comum, em M. L. Rodrigues (org.), 40 Anos de Políticas Educativas de Educação em Portugal, (Vol II: Conhecimento, Atores e Recursos), Lisboa, Almedina, pp. 685-707. Mathews, P. e outros (2009), Política Educativa para o Primeiro Ciclo do Ensino Básico, Lisboa, Gepe, Ministério da Educação. Mitchell, D. E., R. L. Crowson, D. Shipps (2011), Shaping Education Policy: Power and Process, Routledge, N. Iorque. OCDE (2005), Education Policy analysis, Paris. OCDE (2013), Education at a glance 2012: OECD Indicators, Paris. OCDE (2017), Education at a glance 2016: OECD Indicators, Paris. Pacheco, J.A. (org.) (2000), Políticas Educativas. O neoliberalismo em educação, Porto, Porto editora. Rodrigues, M.L. (2010), A Escola Pública Pode Fazer a Diferença, Lx, Almedina. Rodrigues, M.L., J.Sebastião, J.Mata, L. Capucha, L. Araújo, M.V. da Silva, SC Martins, e V. Lemos (2016), Educação. 30 anos de Lei de Bases, Lisboa, Editora Mundos Sociais. Rodrigues, M.L., e M. Heitor, com T. Patrício, SC Martins, e CP Conceição (orgs.) (2017), 40 Anos de Políticas de Ciência e de Ensino Superior, Lisboa, Almedina. Teodoro, A. (1994), Política Educativa em Portugal: Educação, Desenvolvimento e Participação Política dos Professores, Porto, Afrontamento. UE (2009), Education & Training 2010. Main policy initiatives and outputs in education and training since the year 2000, Brussels, Directorate-general for Education and Culture. Zanten, A. Van ( Dir.) (2000), L'ecole, l'état des savoirs, Paris, La découverte, pp.85-147. Vienne, P.(2005), "Socialização e ressocialização: as políticas da educação para as classes populares", Análise Social, Vol. XI (176), 633-649.
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1 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
A unidade curricular Desenho da Pesquisa tem como objetivo principal fornecer aos estudantes de nível de mestrado os instrumentos conceptuais e operativos fundamentais para o desenho de um projeto de pesquisa e/ou intervenção em ciências sociais. Tratando-se de uma unidade curricular comum a vários mestrados ela está desenhada para o cumprimento de um objetivo final: apetrechar os estudantes para a elaboração de um projeto próprio.
Programa
1.A pesquisa como produtora de conhecimento: condições, procedimentos. a.A pesquisa empírica teoricamente orientada. b.A pesquisa social como 'problem solving': diagnósticos, avaliações. c.A ética da investigação nos diferentes tipos de pesquisa. 2.Estratégias metodológicas. a.Estratégias metodológicas e objectivos da pesquisa. b.Pesquisa extensiva: grandes inquéritos e bases de dados estatísticos. Exemplos. c.Pesquisa intensiva: estudos de caso, pesquisa de terreno, observação participante, abordagem etnográfica. Exemplos. d.A investigação acção e a intervenção social. Exemplos. e.Pesquisa comparativa: objectivos e problemas da comparação. Exemplos. f.Os 'métodos combinados'. Exemplos. 3.Como desenhar um projecto de pesquisa e/ou intervenção. a.Formulação do problema e definição de objetivos. b.Conceptualização. c.Operacionalização e observação. d.Redação do projeto.
Processo de Avaliação
A avaliação implica por parte dos estudantes as seguintes modalidades de trabalho pessoal: - Participação nas aulas e leitura cuidadosa da bibliografia de trabalho (15%); - Apresentação sintética em aula do seu projeto (20%); - Elaboração de um projeto de pesquisa e/ou intervenção - trabalho escrito final (individual) (65%).
A avaliação desta UC não contempla a realização de exame escrito final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Babbie,Earl,(1989),The Practice of Social Research, Belmont, California Wadsworth Publishing Comp.;Blaikie,N.(2007),Approaches to social enquiry:advancing knowledge,Cambridge,Polity Press;Bryman,Alan(2012)Social Research Methods,Oxford,OUP; Capucha,Luís(2008,Planeamento e Avaliação de Projectos,Guião Prático,Lisboa, DGIDC/ME;Creswell,John W.(2003,Research design: qualitative, quantitative,and mixed methods approaches,Thousand Oaks,Sage;Oyen,Else(1990,Comparative Methodology.Theory and practice in international social research, London, Sage; Della Porta, Donatella e M. Keating(eds.)(2008)Approaches and Methodologies in the Social Sciences.A Pluralist Perspective,Cambridge,Cambridge University Press;Ragin, Charles (1994), Constructing Social Research.The Unity and Diversity of Method, Thousand Oaks,Pine Forge; Silverman, David (ed.)(2011)Qualitative Research, London, Sage; King,G.,Keohane, R,Verba, S.(1994),Designing Social Inquiry, Princeton,Princeton University Press;
Bibliografia Opcional
Aguilar, Maria José e & Ander-Egg, Ezequiel, (1995) Avaliação de serviço e programas sociais. 2ª ed. Petrópolis, Vozes. Beckett, Chris (2010), Assessment and intervention in social work, Sage Publications, London. Blanchet, A. et. al., (1985), L'entretien dans les Sciences Sociales, Paris, Dunod. Booth, Wayne C., Gregory G. Colomb e Joseph M. Williams (2003), The Craft of Research, Chicago, The University of Chicago Press. Bourdieu, Pierre. (1997), "Compreender" in Bourdieu, Pierre (Org.). A miséria do mundo. Petrópolis: Vozes, p. 693-713. Brady, Henry E. and David Collier (2004), Rethinking Social Inquiry: Diverse Tools Shared Standards, Lanham, Rowman & Littlefield Publishers. Brannen, Julia (2005), Mixed methods research: a discussion paper, Economic & Social Research Council, National Centre for Research Methods. URL: http://eprints.ncrm.ac.uk/89/1/MethodsReviewPaperNCRM-005.pdf Bryman Alan (2007), "Barriers to integrating quantitative and qualitative research" Journal of Mixed Methods Research, 1, pp.8-22. Burgess, Robert, (2001) A pesquisa de terreno, Oeiras, Celta Editora Capucha, Luís e Paulo Pedroso (1996) (orgs.), Sociologia Problemas e Práticas, nº 22 (Número especial sobre metodologias de avaliação). Carvalho, Helena (2004), Análise Multivariada de Dados Qualitativos, Lisboa, Sílabo. Comissão Europeia (1993), Gestão do ciclo de projecto: abordagem integrada e quadro lógico, Métodos e instrumentos para a gestão do ciclo de projecto, n.º 1, Luxemburgo. Costa, António Firmino da (1986), "Pesquisa de terreno em sociologia" in, J.Madureira Pinto e A. S. Silva (orgs.), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Edições Afrontamento. Dogan, Mattei, e Dominique Pelassy (1990, 1984), How to Compare Nations. Strategies in Comparative Politics, New Jersey, Chatham House Publishers. European Institute of Public Administration (2004), Improving an organization through self-assessment? common assessment framework, Maastricht, European Institute of Public Administration Evera, Stephen van (1997), Guide to Methods of Students of Political Science, Ithaca, Cornell University Press. Field, Andy (2005), Discovering Statistics Using SPSS, London Sage Publications. Gauthier, Benoît (2003), Investigação Social: da problemática à colheita de dados, Loures, Ed Lusociência. Ghiglione, Rodolphe e Benjamin Matalon (1992) O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora.; Giddens, Anthony (2004),"Métodos de Investigação em Sociologia", em Sociologia (4ª edição, revista e actualizada), Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, pp. 2-19; pp. 641-663. Jensen, Klaus B. (Org.) (2012) A Handbook of Media and Communication Research. Londres e Nova Iorque: Routledge, 2ª Edição. Kaufmann, Jean-Claude, (1996), L'entretien compréhensif, Paris, Nathan. Landman, Todd (2003), Issues and Methods in Comparative Politics. An Introduction, Londres, Routledge. Maxwell,Joseph A. (2008) Qualitative Research Design: an Interactive Approach, Thousand Oaks, Sage; McLaughlin, Hugh (2007), Understanding social work research, London, Sage. Pais, José Machado (2003 [2001]) Ganchos, Tachos e Biscates. Jovens,Trabalho e Futuro, Porto, Âmbar Peters, Guy B. (1998), Comparative Politics. Theory and Methods, New York, New York University Press. Quivy, R.,L. Champenhoud,(2003), Manual de Investigação em Ciências Sociais, Lisboa, Gradiva. Ragin, Charles C. (1987) The Comparative Method: Moving Beyond Qualitative and Quantitative Strategies, Berkeley/Los Angeles/London, University of California Press. Sartori, G. e Leonardo Morlino (1991) La Comparación en las Ciencias Sociales, Madrid, Alianza Editorial Schiefer, Ulrich, et al. (2007), Método aplicado de planeamento e Avaliação. Manual de Planeamento e Avaliação de Projectos. Estoril. Editora Principia. Scott, J. (1990) A Matter of Record: Documentary Sources in Social Research, Cambridge, Polity Press. Shaw, Ian; Gould Nick (2001) Qualitative Research in Social Work, 2nd edition London, Sage Publications. Silva, Augusto Santos e J. Madureira Pinto, (1986) (Org), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Edições Afrontamento; Thompson, Neil (2009) Understanding social work, 3rd ed. Basingstoke, Palgrave Macmillan. Turner, Francis J. (2005). Social Work Diagnosis in Contemporary Practice. New York , Oxford. University Press. Turner, Jonathan (2005) "A new approach for theoretically integrating micro and macro analysis", in Craig Calhoun, C. Rojek,B. Turner (Ed.) , The Sage Handbook of Sociology, London, Sage Publications Whyte, William Foote (ed.) (1991), Participatory Action Research, Sage. Wilson, Kate e al.). (2008), Social Work. An introduction to contemporary practice. Harlow, Pearson Longman, (p. 235-295).
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Objectivos
Adquirir e integrar conhecimentos teóricos sobre as dimensões psicossociais da gestão de recursos humanos, bem como desenvolver as competências de natureza metodológica e técnica que lhe estão associadas.
Programa
1. GRH: da teoria à prática; particularidades da GRH em ambiente educativo 2. Estrutura, evolução e planeamento de efectivos 3. Recrutamento e selecção 4. Indução 5. Recompensas e remunerações 6. Avaliação de desempenho 7. Desenvolvimento e formação
Processo de Avaliação
O aluno poderá optar por uma das seguintes modalidades: - Avaliação periódica, exigindo a presença assídua nas aulas (80%) e comportando a realização de: 1. Trabalho de Grupo: Apresentação e discussão na aula: 40% da classificação 2. Trabalho individual: 60% da classificação. - Exame final, abrangendo toda a matéria do programa.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Caetano, A & Vala, J. (2008) (3ªed.). Gestão de recursos humanos: contextos, processos e técnicas, Lisboa: RH Editora.
Webb, L. D. , & Norton, M. S. (2008). Human resources administration: personnel issues and needs in education, 6th ed . Upper Saddle River : Pearson
Rebore, R. W. (2011). Human resources administration in education: a management approach, 9th edition. Boston : Pearson.
Smith, R. E. (2004). Human resources administration: A school-based perspective. New York: Eye on Education.
Webb, L. D. & Norton, M. S. (2008). Human resources administration: Personnel issues and needs in education (5th edition). London: Prentice Hall.
Bibliografia Opcional
Caetano, A. (Coord.) (2007). Avaliação da formação profissional: Estudos em organizações Portuguesas. Lisboa: Livros Horizonte.
Ferreira, A.I., & Martinez, L.F. (2012). Presenteeism and burnout among teachers in public and private Portuguese elementary schools. The International Journal of Human Resource Management, 23(20), 4380-4390.
Gómez-Mejía, L. R., Balkin, D. B., & Cardy, R. L. (2004). Managing human resources (4th ed.) Upper Saddle River: Pearson Prentice Hall.
Lawler, E. E. (2003). Reward practices and performance management system effectiveness. Organizational Dynamics, 32(4), 396-404.
Tran, H. (2015). Personnel vs. Strategic Human Resource Management in Public Education. Management in Education, 29(3), 112-118.
Tyson, S. & York, A. (2005). Essentials of HRM. Burlington: Elsevier
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Objectivos
Com a frequência desta unidade curricular os estudantes deverão ser capazes de: - Conhecer e problematizar as diferenças conceptuais entre diferença e desigualdade; - Integrar o debate sobre diferença e desigualdade no quadro das transformações dos sistemas educativos contemporâneos; - Analisar o impacto da massificação e multiculturalidade sobre as várias dimensões de funcionamento da organização escolar; - Debater a diferença e desigualdade no contexto da gestão pedagógica e organizacional das escolas, tendo como cenário as políticas educativas e o debate sobre a qualidade, eficácia e equidade.
Programa
1. Diferenças e desigualdades nas trajectórias escolares 1.1 Os resultados escolares segundo o género, as classes sociais e a etnicidade. 1.2 Sistemas de ensino, escolas e professores na produção do (in)sucesso escolar.
2 - Modelos organizacionais e os dilemas da diversidade 2.1 - Níveis de decisão curricular e autonomia da escola 2.2 - Práticas organizacionais e igualdade de oportunidades 2. 3- Ensinar como o centro da acção docente: o desafio da diferenciação
3 - A profissionalidade docente e diversidade: 3.1 - Socialização profissional dos professores e tendências de transformação na composição socioprofissional do grupo profissional 3.2 - Cultura de escola e cultura profissional
Processo de Avaliação
A avaliação dos alunos terá como base: a participação nas aulas; b) o debate sobre a bibliografia de trabalho; c) um trabalho escrito individual. No fim do semestre, cada aluno deverá entregar um trabalho escrito sobre um tema relativo ao programa da cadeira, com a forma de um ensaio sintético de natureza principalmente teórica, sem que tal exclua a possibilidade de se tomar como referência a reflexão sobre um problema ou caso concreto, ou a de se incluírem informações empíricas pertinentes.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Abrantes, Pedro (2008) Os muros da escola: As distâncias e as transições entre ciclos de ensino, Lisboa, Tese de Doutoramento ISCTE. Boggino, Norberto (2009) "A avaliação como estratégia de ensino. Avaliar processos e resultados", Sísifo, 9. Barr, Rebecca, Dreenen, R. (2008) "How schools work" in Ballantine, J. e Spade, J. (org), Schools and society, London, Pine Forge Press TORRES, Leonor L. (2008) "A escola como entreposto cultural: o cultural e o simbólico no desenvolvimento democrático da escola" Revista Portuguesa de Educação, 21: 1. Roldão, M Céu (2009) Estratégias de Ensino, V.N. Gaia, Fundação Manuel Leão Seabra, Teresa e Sandra Mateus (2008), “Imigração e Escolaridade: trajectórias, quotidiano e aspirações”, em Guerreiro, M. das Dores, A. Torres e L. Capucha (org.), Portugal e a Europa: Sociedade, Estado, Quotidiano, Lisboa, CIES/Celta. Sebastião, João (2009) Democratização do ensino, desigualdades sociais e trajectórias escolares, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Conhecer os fundamentos teóricos da Comunicação Organizacional aplicada ao contexto escolar em geral e à Administração Escolar em particular. Conhecer e aplicar uma abordagem multinível, multifatorial e multimétodo na análise dos fenómenos comunicacionais em contexto escolar. Adquirir conhecimentos e desenvolver competências ao nível da avaliação da comunicação organizacional em contexto escolar. Desenvolver competências ao nível da pesquisa autónoma da literatura sobre comunicação em educação e análise crítica do estado-da-arte.
Programa
CP.1.: Introdução à Comunicação Organizacional 1.1 A comunicação humana: conceito e processos básicos; 1.2 A comunicação organizacional: conceito e especificidades; 1.3 Perspetivas teóricas sobre a comunicação organizacional.
CP.2.: Métodos e técnicas de avaliação da Comunicação Organizacional 2.1 Fases do processo de avaliação; 2.2 Questionário: ICA Survey; 2.3 Diagnóstico de redes de comunicação.
CP.3.: Comunicação organizacional: Cultura, valores e liderança 3.1. Cultura e valores organizacionais; 3.2. Liderança e gestão da comunicação.
CP.4.: Comunicação organizacional: Grupos e conflitos 4.1. A organização-equipa e a eficácia dos grupos; 4.2. Conflito: definição e processos grupais; 4.3. Gestão construtiva do conflito.
CP.5.: Comunicação organizacional: Mudança e participação organizacional 5.1. Barreiras à mudança organizacional; 5.2. Liderança e mudança organizacional.
Processo de Avaliação
O/A aluno/a pode frequentar a UC em regime de avaliação periódica ou apresentar-se a Exame Final. Avaliação periódica: mínimo 80% assiduidade; recensão artigo científico (50%); trabalho escrito de grupo (40%); reflexão crítica individual sobre trabalho de grupo (10%). OU Exame Final: 100% A avaliação expressa-se numa escala de 0 a 20 valores, e para obter aprovação na UC o/a aluno/a terá que obter uma classificação final igual ou superior a 9,5 valores em todos os elementos de avaliação.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Shockley-Zalabak, P. (2012). Fundamentals of organizational communication: Knowledge, sensitivity, skills and values (8th ed.). Boston: Allyn & Bacon. (Cota: G.176 SHO*Fun).
Kowalski, T. J., Petersen, G. J., & Fusarelli, L. D. (2007). Effective communication for school administrators: a necessity in an information age: Rowman & Littlefield Education. (brevemente disponível na biblioteca).
Downs, C. W., & Adrian, A. D. (2004). Assessing organizational communication: Strategic communication audits NY: The Guilford Press. (Cota: G.176 DOW*Ass).
Bibliografia Opcional
Harris, T. E., & Nelson, M. D. (2008). Applied organizational communication: Theory and practice in a global environment. NY: Lawrence Erlbaum Associates. (Cota: PS.141 HAR*App)
Jablin, F. M., & Putnam, L. L. (Eds.). (2000). The new handbook of organizational communication: Advances in theory, research, and methods. NY: Sage. (Cota: PS.142 New)
Miller, K. (2008). Organizational Communication: Approaches and Processes (5th ed.): Wadsworth Publishing. (Cota: PS.142 Mil.Org)
Nunes, A. (2007). Informação e comunicação em ambiente escolar. ISCTE, Lisboa. (Cota: 103 NUN*Inf).
Rego, A. (1999). Comunicação nas organizações: Teoria e prática. Lisboa: Sílabo. (Cota: G.176 REG*Com,1)
*Artigos Científicos A disponibilizar pelo docente da UC e base de pesquisa bibliográfica da biblioteca do ISCTE-IUL.
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Objectivos
Esta unidade curricular tem como principal objectivo proporcionar um conjunto articulado de aprendizagens sobre a problemática da educação ao longo da vida nas sociedades contemporâneas, com particular ênfase na sociedade portuguesa. Para o efeito serão mobilizados recursos teóricos e evidências empíricas que permitam compreender a centralidade da aprendizagem ao longo da vida nas sociedades atuais, assim como a sua presença em orientações políticas, quer nacionais, quer europeias. Atendendo à especificidade da sociedade portuguesa, em particular no que concerne ao perfil de qualificações da população adulta, serão abordadas de forma aprofundada as modalidades de educação e formação de adultos dirigidas à população menos escolarizada, assim como os seus impactos em diferentes dimensões da vida.
Programa
1. Conhecimento, educação e aprendizagem nas sociedades contemporâneas;1.1 ELV e mudança social;1.2 Modalidades e contextos de aprendizagem nas sociedades actuais;1.3 ELV e desigualdades sociais;1.4 Competências-chave:literacia e outras competências para a vida;1.5 A ALV na agenda política; representações e pressupostos 2. Conceitos, indicadores e comparações internacionais;2.1 Estudos internacionais de avaliação de competências;2.2 Conceitos e indicadores de práticas de aprendizagem ao longo da vida:o inquérito europeu à educação e formação de adultos 3. A intervenção formal e os actores; 3.1 Educação e formação de adultos em Portugal;3.2 Modalidades de educação e formação dirigidas aos adultos pouco escolarizados;3.2.1 Os referenciais de competências como instrumento formativo;3.2.2 Histórias de vida, balanço de competências e reconhecimento de competências;3.2.3 Modalidades, entidades promotoras e população abrangida;3.3 Impactos dos processos formais de aprendizagem
Processo de Avaliação
A avaliação decorre dos seguintes elementos:Participação nas aulas (10%);Apresentação oral, em grupo, de um texto (30%); Trabalho individual escrito (60%). A participação nas aulas pressupõe a leitura prévia de textos, indicados com antecedência. O trabalho individual será subordinado a um tema relacionado com o programa e deverá apoiar-se em referências bibliográficas trabalhadas ao longo da unidade curricular. A dimensão do trabalho não deverá ultrapassar 12 páginas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Ávila, P(2008), A Literacia dos Adultos, Lisboa, Celta. Araújo, L(2015),"Educação de Adultos: Soluções Transitórias para um Problema Persistente" in, Rodrigues, M. L(2015), 40 Anos de Políticas de Educação em Portugal, Coimbra, Almedina. Canário, R. (2000), Educação de Adultos: Um Campo e uma Problemática, Lisboa, EDUCA. Costa, A. F (2003), "Competências para a sociedade educativa: questões teóricas e resultados de investigação", em AA.VV., Cruzamentos de Saberes. Aprendizagens Sustentáveis, Lisboa, FCG. Eurydice(2011), Educação Formal de Adultos: Políticas e Práticas na Europa, GEPE. Field, J (2006), Lifelong Learning and the New Educational Order, Trentham Books. Jarvis, P(2007), Globalization, Lifelong Learning and the Learning Society: Sociological Perspectives: v. 2, Londres, Routledge. Gomes, M. C(2012), "Qualificar adultos em Portugal: políticas públicas e dinâmicas sociais", ISCTE-IUL. OECD (2016), Skills Matter: Further Results from the Survey of Adult Skills, OECD, Paris
Bibliografia Opcional
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Salgado, Lucília (2010) (org.), A Educação de Adultos: Uma Dupla Oportunidade na Família, Lisboa, ANQ. Schuller, Tom, John Preston, Cathie Hammond, Angela Brassete-Grundy, e John Bynner (2004), The Benefits of Learning. The Impact of Learning on Health, Family Life and Social Capital, Londres, Routledge-Falmer. Silva, Augusto Santos (1990, 2001), Educação de Adultos. Educação para o Desenvolvimento, Lisboa, Edições ASA.
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Objectivos
Identificar e sistematizar as fases do processo de gestão da qualidade em educação, com especial ênfase para o desenvolvimento da melhoria contínua; Identificar princípios e modelos de gestão da qualidade; Conhecer as fases e processos da formalização e implementação do sistema de gestão da qualidade; Identificar modelos de análise empírica de avaliação da qualidade em educação.
Pretende-se desenvolver as seguintes competências: • Descrever as principais teorias sobre o conceito em estudo • Elaborar projecto de avaliação empírica da qualidade em educação • Diferenciar princípios e modelos de gestão da qualidade • Preparar projecto de gestão da qualidade em educação ancorado nos processos de formalização e implementação de um sistema de gestão da qualidade
Programa
• Aspectos conceptuais e metodológicos do estudo da qualidade • Normas ISO e modelos de Qualidade Total • Modelos de análise e de avaliação da qualidade em serviços educativos • Processos de formalização e de implementação de um sistema de gestão da qualidade
Processo de Avaliação
Trabalho de Grupo: A avaliação consiste na construção e apresentação de um projecto de avaliação da qualidade.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Quality Management (2ª ed.), Upper Saddle River: Prentice-Hall.Colling, C. & Harvey, L. (1995). Quality control, assurance and assessment – the link to continuous improvement, Quality Assurance in Education, 3 (4), pp.30 – 34. Dahlgaard, S. (1999). The evolution patterns of quality management: Some reflections on the quality movement, Total Quality Management, 10 (4-5), p. 473-480. Freeman, R. (1994). Quality Assurance in Secondary Education, Quality Assurance in Education, 2 (1), pp.21 – 25. Oger, B. & Platt, D. (2000). Value measurement and value creation models in Europe and the US: A comparison of the EFQM Excellence Model and the Baldrige Award Criteria. Paris, IAE. Vinagre, M. H. & Neves, J. G. (2004). Medição da qualidade de serviços em autarquias locais, in Colibri (ed.), Percursos da investigação em Psicologia Social e Organizacional, Lisboa, vol. 1, p. 271-290.
Bibliografia Opcional
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Objectivos
A Unidade Curricular de Indicadores e Estatísticas em Educação tem como objetivos proporcionar aos estudantes, através da análise documental e da realização de atividades práticas, o desenvolvimento de competências de avaliação e utilização de fontes estatísticas em Educação. Este trabalho será efetuado tendo como referência os planos nacional e internacional, bem como as respetivas inter-relações. Para tal recorrer-se-á à informação estatística nacional (organismos do Ministério da Educação) e internacional (Eurostat, OCDE, UNESCO). Dado o público específico deste Mestrado, dar-se-á ainda uma especial atenção à formulação de indicadores, de natureza diversa, de avaliação das atividades educativas desenvolvidas nos agrupamentos e respetivas escolas, bem como pelas populações docente e discente. Procurar-se-á ainda estabelecer pontes específicas com a produção científica nacional e internacional em ciências sociais neste domínio.
Programa
1. Instituições nacionais e internacionais e processos de produção estatística em Educação; 2. Estatísticas da educação, estabelecimentos, população docente e discente (idade normal e educação de adultos); 3. Taxas de qualificação e abandono escolar precoce; 4. Sistemas de avaliação de competências: PISA e PIAAC; 5. Tecnologias da informação e da comunicação na escola 6. Indicadores estatísticos em Educação e investigação em ciências sociais.
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de apresentação oral individual em sala de aula (30%) (caso a turma seja grande será proposta uma alternativa); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Field, S. et al (2007), No more failures: Ten steps to equity in education, Paris: OECD; Guerreiro, M. D. et al (2009) Trajectórias escolares e profissionais de jovens com baixas qualificações, Lisboa: GEPE; Ávila, P. (2008) A literacia dos adultos: competências-chave na sociedade do conhecimento, Oeiras: Celta; Duru-Bellat, M. (2002) Les inégalités sociales à l'école: genèse et mythes, Paris: PUF; GEPE (2010), Educação em Números 2010, Lisboa, GEPE.; GEPE & INE (2009), 50 anos de Estatísticas da Educação em Portugal, Lisboa: GEPE.; Marks, G N (2005), "Cross-national differences and accounting for social class inequalities in education", International Sociology, 20 (4), 483-505.; Seabra, T. (2009) "Desigualdades escolares e desigualdades sociais", Sociologia Problemas e Práticas, 59, 75-106 Ramos, Pedro M.G. N. (2013), Torturem os Números que Eles Confessam, Coimbra: Almedina.
Bibliografia Opcional
Bases de Dados de Informação Estatística: http://www.ine.pt http://www.gepe.min-edu.pt/ http://www.oecd.org http://epp.eurostat.ec.europa.eu/portal/page/portal/eurostat/home/ http://www.unesco.org
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1 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
Facultar conhecimento sistemático sobre as organizações enquanto sistema social constituído por grupos interdependentes bem como os mecanismos associados aos processos de liderança e de poder. Aprofundamento teórico e metodológico na abordagem dos temas de poder e de liderança. Focaliza-se no aprofundamento e nos desenvolvimentos atuais da investigação empírica nestas áreas, com relevância para as questões em aberto, com resultados contraditórios ou ambíguos enquanto expressão da própria produção de conhecimento científico.
Programa
CP1. Do poder da razão à razão do poder (1. Natureza, delimitação conceptual e terminologia / 2. Consolidação da abordagem política na Teoria Organizacional) CP2. O poder nas organizações (1. Dependência, elasticidade e os jogos de poder / 2. Configurações de poder / 3. O poder na rede / 4. Avaliar o risco político nas organizações / 5. Instrumentos de limitação e regulação do poder) CP3. Liderança e Poder (1. Teorias da liderança e liderança política / 2. Pilares da legitimidade da liderança / 3. Poder: a base da gestão estratégica nas organizações) CP4. Competências políticas dos líderes (1. O que é a competência política / 2. Maquiavelismo, realpolitik e ética)
Processo de Avaliação
A avaliação periódica é realizada por via de um ensaio e um teste com peso na nota final de 50% cada. A avaliação final realizar-se-á por meio de exame (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Buchanan, D. & Badham, R. (1999). Power, politics, and organizational change: Winning the turf game. Thousand Oaks: Sage.
Buchanan, D. & Huczynski, A. (2004). Organizational behavior: An introductory text (5 ed.). Harlow: Prentice-Hall.
Cottam, M., Dietz-Uhler, B., Mastors, E. & Preston, T. (2004). Introduction to Political Psychology. Mahwah: Lawrence Erlbaum Associates
Whetten, D. & Cameron, K. (2007). Developing management skills. Upper Saddle River: Prentice-Hall
Bibliografia Opcional
Hall, A., Hochwater, W., Ferris, G. & Bowen, M. (2004). The dark side of politics in organizations (237-261). In Ricky Griffin & Anne O'Leary-Kelly (eds.). The dark side of organizational behavior. S. Francisco: Jossey-Bass.
Magee, J., Gruenfeld, D., Keltner, D. & Galinsky, A. (2005). Leadership and the psychology of power. In D. Messick & Roderick Kramer (eds.). The psychology of leadership: New perspectives and research (275-294). Mahwah: Lawrence Erlbaum Associates
Messick, D. & Kramer, R. (2005). The psychology of leadership: New perspectives and research. Mahwah: Lawrence Erlbaum Associates.
Pfeffer, J. (1981). Power in organizations. S. Francisco: Harper Business.
Vigoda-Gadot, E. & Drory, A. (2006). Handbook of organizational politics. Cheltenham: EE.
Yukl, G. (2006). Leadership in organizations (6 ed.). Englewood Cliffs: Prentice-Hall.
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Objectivos
Esta unidade curricular tem os seguintes objectivos: 1. Problematizar as especificidades das escolas como organizações. 2. Problematizar os modelos organizacionais prevalecentes nas escolas. 3. Discutir a heterogeneidade dos contextos escolares e das várias componentes que os estruturam. 4. Problematizar o papel desempenhado pelos vários atores sociais (líderes das escolas, professores, funcionários, alunos) na avaliação das organizações escolares. 5. Debater e refletir sobre a avaliação como processo social. 6. Refletir sobre a análise das organizações escolares no quadro da avaliação externa e da auto-avaliação.
Programa
1. As escolas como organizações. 2. Avaliação das organizações escolares: modelos organizacionais, dimensões de análise e atores sociais. 3. A avaliação das escolas como processo social. 4. Avaliação externa e auto-avaliação.
Processo de Avaliação
Avaliação contínua com: exposição de uma reflexão a partir de um texto; comentário crítico de uma exposição de um colega ou grupo de colegas; exercício de avaliação de uma organização escolar e desenvolvimento de uma proposta de intervenção. Os alunos que não tenham a possibilidade de assistir às aulas realizarão, na data do exame final, um teste escrito em substituição da apresentação do texto e do comentário crítico e entregarão à docente o exercício de avaliação.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Alaíz, V, Góis, E.&Gonçalves, C(2003).Auto-avaliação de escolas. Porto:Edições ASA.Azevedo, J, org(2002).Avaliação das escolas. Porto:ASA.Barroso, J(2005).Políticas educativas e organização escolar. Lisboa: Universidade Aberta.Lima, L(1992).A escola como organização e a participação na organização escolar. Braga:IE/UM.McBeath, J(2010).School self-evaluation models, tools and examples of practice. National College for School Leadership.Mintzberg, H(1995).Estrutura e dinâmica das organizações. Lisboa:Dom Quixote.Nóvoa, A(1995).As organizações escolares em análise. Lisboa: Dom Quixote.Pacheco, JA, org(2014).Avaliação externa de escolas: quadro teórico/conceptual. Porto:Porto Editora.Veloso, L, org(2013).Escolas e avaliação externa: um enfoque nas estruturas organizacionais. Lisboa: Mundos Sociais.Verger, A& Curran, M(2014).New public management as a global education policy: its adoption and re-contextualization in a Southern European setting. Critical Studies in Education, 55,3:253-71.
Bibliografia Opcional
Abrantes, P. & Sebastião, J. (2010). Portões que se abrem e que se fecham. Processos de inclusão e de segregação nas escolas públicas portuguesas", in Dornelas, A, Oliveira, L., Veloso, L & Guerreiro, M. D. (orgs.), Portugal Invisível, Lisboa, Editora Mundos Sociais, pp. 75-93. Bourdieu, P. (1978). Classement, déclassement, reclassement. Actes de la Recherche en Sciences Sociales, 24, 1, 2-22. Capucha, L., et al. (1996). Metodologias de avaliação: o estado da arte em Portugal. Sociologia, Problemas e Práticas, 22: 9-27. Coelho, I., Sarrico, C. & Rosa, Maria J. (2008). Avaliação de escolas em Portugal: que futuro? Revista Portuguesa e Brasileira de Gestão, 7(2): 56-67. Conselho Nacional de Educação (2010). Parecer sobre Avaliação Externa das Escolas (2007 - 2009). Lisboa: Conselho Nacional de Educação (CNE). Ferreira, I. & Teixeira, Ana R. (2010). Territórios Educativos de Intervenção Prioritária. Sociologia: Revista do Departamento de Sociologia da FLUP, Vol. XX: 331-350. Lima, Licínio C. (2011). Administração Escolar: Estudos. Porto: Porto Editora. Marques, R. & Ferraz, D., orgs. (2015). Governação integrada e administração pública. Lisboa: INA Editora. Maroy, C.; Voisin, A. (2013). As transformações recentes das políticas de accountability na educação: desafios e incidências das ferramentas de ação pública. Educação e Sociedade, 34(124). http://dx.doi.org/10.1590/S0101-73302013000300012 Torres, L. L. (2011). A construção da autonomia num contexto de dependências: limitações e possibilidades nos processos de (in)decisão na escola pública. Educação, Sociedade & Culturas, 32(1): 91-109. Torres, L. L. (1997). Cultura organizacional escolar. Representações dos professores numa escola portuguesa. Oeiras: Celta. Torres, L. L. (2011). Liderança singular na escola democrática: ameaças e contradições. Elo, 18(1): 27-36. Veloso, L., Abrantes, P. e Craveiro, D. (2011). A avaliação externa das escolas como processo social. Educação, Sociedade e Cultura, 33: 69-88. Veloso, L., Craveiro, D. & Rufino, I. (2012a). Regulação e procedimentos na escola pública: entre o centralismo formal e a apropriação informal. Sociologia, Problemas e Práticas, 66: 127-146. Veloso, L., Abrantes, P. & Craveiro, D. (2012b). The Portuguese schools' evaluation programme: a sociological approach to the participation of social actors. Evaluation. The International Journal of Theory, Research and Practice, 19(2): 110-125. de São Paulo, 38(4): 815-832. Veloso, L. & Abrantes, P. (orgs.) (2013). Sucesso escolar: da compreensão do fenómeno às estratégias para o alcançar. Lisboa: Mundos Sociais. Verger, A. (2014). Why do policy-makers adopt global education policies? Toward a research framework on the varying role of ideas in education reform. Current Issues in Comparative Education 16(2), 14-29.
Algumas revistas portuguesas - Educação e Administração Escolar
Revista Portuguesa de Educação http://revistas.rcaap.pt/rpe/index Revista Educação, Sociedades e Culturas http://www.fpce.up.pt/ciie/?q=publication/editions/292 Sisyphus - Journal of Education Instituto de Educação Universidade de Lisboa https://revistas.rcaap.pt/sisyphus Revista Lusófona de Educação http://revistas.ulusofona.pt/index.php/rleducacao Revista de Administração e Emprego Público https://www.dgaep.gov.pt/index.cfm?OBJID=28988751-1A7F-48DA-8C94-8665E3A51473
Algumas revistas - Estudos Organizacionais Organization Studies http://journals.sagepub.com/home/ossa
Organization http://journals.sagepub.com/home/org
Nova Gestão Pública - algumas referências
Verger, A. (2014). Why do policy-makers adopt global education policies? Toward a research framework on the varying role of ideas in education reform. Current Issues in Comparative Education 16(2): 14-29. Verger, A. and M. Curran. (2014). New public management as a global education policy: its adoption and re-contextualization in a Southern European setting." Critical Studies in Education, 55(3): 253-271. Bandur, A. (2012). School-based management developments: challenges and impacts. Journal of Educational Administration, 50(6): 845-873. Bromley, P. (2015). Policy and Administration as Culture: Organizational Sociology and cross-National Education Trends. In K. Mundy, A. Green, B. Lingard and A. Verger. Global Education Policy Handbook. London: Wiley-Blackwell. De Grauwe, A. (2005). Improving the quality of education through school-based management: learning from international experiences. International review of education, 51(4): 269-287. Court, M., O'Neill, J. (2011). 'Tomorrow's schools' in New Zealand: From social democracy to market managerialism. Journal of Educational Administration and History, 43(2): 119-140. Maroy, C.; Voisin, A. (2013) As transformações recentes das políticas de accountability na educação: desafios e incidências das ferramentas de ação pública. Educucação e Sociedade, 34(124): 881-901. Mattei, P. (2012) Market accountability in schools: Policy reforms in England, Germany, France and Italy. Oxford Review of Education, 38(3): 247-266. Møller, J., and G. Skedsmo. (2013) Modernising education: New Public Management reform in the Norwegian education system. Journal of Educational Administration and History, 45(4): 336-353. Resnik, J. (2011). The construction of a managerial education discourse and the involvement of philanthropic entrepreneurs: The case of Israel. Critical Studies in Education, 52 (3): 251-266.
Sítios de interesse Conselho Nacional de Educação http://www.cnedu.pt/pt/
Inspeção Geral da Educação e Ciência http://www.ige.min-edu.pt/
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2 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
O objectivo desta unidade curricular é dotar os estudantes de conhecimentos teóricos e práticos sobre a definição e acesso a fontes de informação e a documentação, nomeadamente a documentação de arquivo. A reflexão sobre o conceito de documento bem como os procedimentos a que deve ser submetida a informação e documentação utilizada na elaboração de estudos científicos são também aspectos contemplados.
Programa
CP1 - Teoria e história da informação e da documentação. O processo informativo-documental. A mensagem documental CP2- Conceito de documento CP3- Hermenêutica e crítica do documento e da informação CP4- Organização e representação da informação CP5- O arquivo e o documento de arquivo. Arquivos históricos; Arquivos intermédios; Arquivos correntes CP6- A pesquisa e o acesso à informação nos arquivos CP7 - Arquivos especiais: sonoros, fotográficos, cinema, digitais CP8- Outras fontes documentais: fontes orais, fontes literárias, imprensa cinema, memórias, objectos.
Processo de Avaliação
Preparação e participação nas aulas (10%).Elaboração de um trabalho individual e sintético, com apresentação oral na sala de aula (30%) e entrega do trabalho por escrito no final das aulas (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Chaumier, Jacques (1993), Les Techniques Documentaires, Paris, Puf. Coeuré, Sophie; Duclert, Vincent (2001), Les archives, Paris, La Découverte. Farge, Arlette (1989), Le gout de l?archive, Paris, Seuil. Le Goff, Jacques (1984), «Documento/Monumento», in: Enciclopédia Einaudi, vol. I, Lisboa, Imprensa Nacional, pp. 95-104 López Yepes, J. (1995), La documentación como disciplina. Teoria e historia, Pamplona, Eunsa, 1995 Pinto Molina, M. (1991), Análisis documental: fundamentos y procedimientos, Madrid, Eudema. Ribeiro, Fernanda (2003), O acesso à informação nos arquivos, 2 volumes, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian / Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Rousseau, Jean-Yves, et al. (1998), Os fundamentos da disciplina arquivística, Lisboa, Dom Quixote Silva, Armando Malheiro da (2006), A Informação. Da compreensão do fenómeno e construção do objecto científico, Porto, Ed. Afrontamento.
Bibliografia Opcional
AA.VV. (2004), Olhares cruzados entre arquivistas e historiadores, Lisboa, IAN/TT. AA.VV (1985),Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas - A Informação em Tempo de Mudança - Actas, 2 vols., Porto, BAD. Alves, Ivone, et al. (1993), Dicionário de terminologia arquivística, Lisboa, Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro. Barthes, Roland (2012), A Câmara Clara, Lisboa, Ed. 70 (reedição). Carrión Gúties, Manuel (2002), Manual de Bibliotecas, Madrid, Fundación Germán Sánchez Ruipérez. Eco, Umberto (2002), A Biblioteca, Lisboa, Difel (5.ª edição). Eco, Umberto (1980), Como se faz uma tese em ciências humanas, Lisboa, Presença. Guinchat, Claire e Menou, Michel (1985), Introduction générale aux sciences et techniques de l'information et de la documentation, Paris, Presses de l'UNESCO. Hildesheimer, Françoise (1984), Les archives? Pourquoi ? Comment ?, Paris Éditions de l´Érudit. Leal, Maria José da Silva e Pereira, Miriam Halpern, coord. (1988), Arquivo e Historiografia. Colóquio sobre as fontes da História Contemporânea portuguesa, Lisboa, INCM. Lodolini, E. (1986), Archivistica. Principi e problemi, Milão, Franco Angeli (3.ª ed). Mattoso, José (1988), A Escrita da História. Teoria e métodos, Lisboa, Editorial Estampa Mban, Albert (2007), Les problèmes des archives en Afrique : à quand la solution?, Paris,L'Harmattan. McGarry, Kelvin J. (1984), Da documentação à informação: um contexto em evolução, Lisboa, Ed.Presença Pavão, Luís (1997), Conservação de Colecções de Fotografia, Lisboa, Dinalivros. Poulain, Marine, dir. (1992), Les bibliothèques publiques en Europe, Paris, Edition du Cercle de la Librairie. Serrão, Joel, coord. (1984-1985), Roteiro de Fontes da História Portuguesa Contemporânea, 3 Volumes, Lisboa, Instituto Nacional de Investigação Científica. Silva, Armando Malheiro da; Ribeiro, Fernanda; Ramos, Júlio e Real, Manuel Luís, (1999), Arquivística. Teoria e prática de uma ciência da informação, Porto, Afrontamento. Sontag, Susan (1986), Ensaios sobre fotografia, Lisboa, D. Quixote. Traniello, Paolo (1997), La Biblioteca Pubblica. Storia di un istituto nell?Europa contemporanea, Bolonha, il Mulino.
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Objectivos
Esta unidade visa fornecer aos alunos(as) competências práticas de aplicação da análise de conteúdo recorrendo a um programa informático especializado: MAXQDA.
Programa
1.A análise de conteúdo 1.1 Introdução. Estratégias de análise de conteúdo. Comparação da análise de conteúdo clássica com a grounded theory. 1.2 A questão da amostragem na seleção dos documentos a tratar. As etapas na realização da análise de conteúdo. As vantagens e desvantagens da análise de conteúdo. Aplicações da análise de conteúdo. Fiabilidade e validade na análise de conteúdo. 2. A utilização do software MAXQDA na análise de diversos tipos de dados qualitativos. 2.1 Etapas, processos e tarefas na utilização do MAXQDA: estrutura de codificação; labels; contagens; 3. Apresentação de resultados e publicação de estudos com análise de conteúdo 3.1 Produção de um codebook de apresentação dos resultados: excertos, contagens, proporções, nuvens de palavras, 3.2 Publicação dos resultados em diferentes tipos de publicações
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de ficha de leitura (30%); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. (2012). Social Research Methods. Oxford: Oxford University Press
Denzin, N.K., & Lincoln, Y.S. (2000). Handbook of Qualitative Research. London: Sage.
MAXQDA 12 Reference Manual, Verbi Software, Berlin
Bibliografia Opcional
Duarte, Vera (2015), "Delinquência Juvenil feminina a várias vozes. Contributos para a contrução de uma tipologia de percursos transgressivos", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 49-66.
Gomes, Rui Telmo (2014), "O pessoal está interessado numa tour". Ritos de procrastinação das cenas musicais underground", Sociologia, Problemas e Práticas 76, pp.51-68.
Lemos, Valter e Anabela Serrão (2015), "O impacto político do PISA em Portugal através dos media", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 87-104.
Nunes, Ana Rita e Sara Falcão Casaca (2015), "As mulheres perante o desafio de uma carreira internacional", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 77-94.
Silveira, Liane (2015), "Eu sou os olhos dela. As babás nas imagens, na praça ou na etnografia do olhar", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 95-111.
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Objectivos
A UC de Análise de Indicadores Estatísticos tem como objetivos proporcionar aos estudantes, através da realização de atividades práticas, o desenvolvimento de competências de avaliação e utilização de fontes estatísticas, tomando como referência o trabalho de investigação científica e de redação dos respetivos produtos. Pretende-se dotar os alunos das competências que lhes permitam ler, interpretar e usar de forma informada as estatísticas disponíveis em diversas das suas áreas fundamentais.
Programa
CP1. O sistema estatístico nacional e internacional (Instituto Nacional de Estatística e órgãos de competências delegadas; Organismos das Nações Unidas, Eurostat, OCDE); Métodos e amplitude da recolha de informação. CP2. Recenseamento da população e estatísticas demográficas; CP3. Educação: Sistema de ensino, recenseamentos escolares e qualificações da população; CP4. PIB, rendimentos, proteção social e desigualdades sociais; CP5. Trabalho, emprego e grupos profissionais; CP5. Ciência, tecnologia e sociedade do conhecimento; CP6. Indicadores compósitos: índice de desenvolvimento humano; CP7. Dos indicadores estatísticos à investigação sociológica. Articulação das estatísticas oficiais com a utilização de bases de dados internacionais Eurobarometer, EVS, IPPS, ESS.
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de apresentação oral individual em sala de aula (30%) (caso a turma seja grande será proposta uma alternativa); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bacelar, Sérgio, Para uma Sociologia da Produção Estatística: virtualidades duma leitura sintomática da informação estatística, Lisboa, INE. Carrilho, Maria José, População Activa: conceito e extensão através dos censos, Lisboa, INE. Ferreira, Maria João e Isabel Tavares, Notas sobre a História da Estatística, Dossiers Didácticos, VI, Lisboa, INE. Freire, João (1999), Problemas técnico-metodológicos em inquéritos sociológicos: a propósito de questões de valores e orientações dos sujeitos em matéria sócio-económica, Revista Crítica de Ciências Sociais, 55, pp. 37-51. Ramos, Pedro M.G. N. (2013), Torturem os Números que Eles Confessam, Coimbra: Almedina. Silva, Ana Alexandrino (2006), Gráficos e Mapas - representação de informação estatística, Lisboa, Lidel. Sousa, Fernando (1995), História da Estatística em Portugal, Lisboa, INE.
Bibliografia Opcional
Páginas Web e bases de dados
Bases de Dados de Informação Estatística: http://www.ine.pt http://www.oecd.org http://epp.eurostat.ec.europa.eu/portal/page/portal/eurostat/home/ http://www.unesco.org http://www.ilo.org http://www.eurofound.europa.eu/ http://www.apis.ics.ul.pt/ http://zacat.gesis.org/webview/
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Objectivos
A presente disciplina visa discutir e potenciar a utilização sociológica do conceito de rede, visto como uma poderosa ferramenta teórica e metodológica. Neste sentido, combina uma reflexão teórico-analítica sobre o conceito de rede com a apresentação de estratégicas metodológicas de análise de redes sociais. Serão apresentados algumas aplicações informáticas específicas para a análise de redes, bem como algumas medidas estatísticas de análise de redes sociais, algo que será complementado com indicações bibliográficas e referências a pesquisas realizadas neste âmbito.
Programa
1. Rede Social: conceito e noções básicas 2. Aproximações teóricas com recurso à metáfora da rede - um guia 3. Apropriações metodológicas da análise de redes 4. Análise estatística de redes sociais? uma introdução 5. Representações gráficas: grafos e matrizes 6. Medidas analíticas básicas: coesão, envolvimento e subgrupos
Processo de Avaliação
Um trabalho individual que utilize teórica e metodologicamente o conceito de rede. O trabalho deve ter uma componente empírica, e nas aulas haverá oportunidade para desenvolver algumas das tarefas requeridas. Haverá também uma sessão individual com a docente de preparação do trabalho. O trabalho, na sua versão escrita, deve ter 10 a 20 páginas, excluindo anexos.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Wellman, Barry (1998), ?From Little Boxes to Loosely-Bounded Networks: The Privatization and Domestication of Community?, (Abril 2001)
Hanneman, Robert (2001), Introduction to social network methods, dept. of Sociology, University of California, Riverside (online guide)
Granovetter, Mark (1973) ? The strength of weak ties?, American Journal of Sociology, 78 (6)
Castells, Manuel (2000), The Information Age: Economy, Society and Culture, Volume I - The Rise of the Network Society, Oxford, Blackwell (2nd edition - 1997)1)
Bibliografia Opcional
Agier, Michel (1999), ?Réseaux et engagements: les uns avec les autres?, L?invention de la ville, Banlieus, townships, invasions, et favelas, Éditions des archives contemporaines, Paris (pp. 101-130) Fisher, Claude (1982), To Dwell Among Friends: Personal Networks in Town and City, Chicago e Londres, The University of Chicago Press. Hannerz, Ulf, (1980) Exploring the city, inquiries toward and urban anthropology, New York : Columbia University Press
Miranda, David, (2003) ?Em rede?: Algumas questões epistemológicas, em José Rebelo (coord.) Novas Formas de mobilização popular, Porto, Campo das Letras
Pereira, Inês, ?Movimentos em rede, Uma história do Software Livre?, em Cardoso, Gustavo, Rita Espanha (orgs.) (2006), Comunicação e Jornalismo na Era da Informação, Campo dos Media.
Santos, Felix Requena, (1989) ?Los lazos sociales? in Amigos y redes sociales, elementos para una sociologia de la amistad, CIS, Madrid Simmel, Georg (1955) ?The Web of Group Affiliation?, em The Conflict- The Web of Group Affiliation, New York, The Free press Ugarte, David, (2004) 11 M, Redes para ganar una guerra, Icaria, Barcelona Wasserman, Stanley e Katherine Faust, ?Affiliations and Overlapping Subgroups?, in Wasserman, Stanley e Katherine Faust (1994) Social network analysis, methods and applications, Cambridge, University Press Wittek, Rafael, (2003) ?Social capital in organizations, Forms, sources and effects?, summer course: Introduction to Social Network Analysis for Organisation StudiEs?, ISEG
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Objectivos
A UC visa apresentar os fundamentos básicos (teóricos e práticos) da História Oral e conseguir que os alunos aprendam a fazê-la.
Programa
1. A História Oral como saber reconhecido: 1.1. A emergência e a afirmação da História Oral. 1.2. Tradições orais. 1.3. Tipologias e problemáticas da memória colectiva. 1.4. História Oral e fontes orais em arquivos e museus. 1.5. A situação da História Oral em Portugal. 2. A prática da História Oral: 2.1. Especificidades das fontes orais. 2.2. A inter-relação entre o entrevistador e o entrevistado. 2.3. Técnicas de entrevista. 2.4. Tipos de entrevistas. 2.5. A construção de perguntas. 2.6. Perfis de entrevistados. 2.7. Tipos de transcrição ou fichagem. 2.8. Utilização e crítica das fontes orais. 2.9. Problemas de confidencialidade: direito à informação ou direito à privacidade?
Processo de Avaliação
A avaliação periódica consite num dossier sobre um tema com: problemática; grelha de entrevista; 3 perfis; transcrição/fichagem de 5 mn de uma entrevista; comentário dessa entrevista; reflexão final com análise da contribuição da história oral para o estudo do problema.
Em alternativa, haverá exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BURGUESS, Robert G. (1997) A pesquisa de terreno. Uma introdução, Oeiras, Celta Editora DESCAMPS, Florence (2001) L'historien, l'archiviste et le magnétophone. De la constitution de la source orale à son exploitation, Paris, Ministère de l'Économie, des Finances et de l'Industrie. GHIGLIONE, Rodolphe e MATALON, Benjamin (1992) O inquérito. Teoria e prática, Lisboa, Celta Editora OLIVEIRA, Luísa Tiago de (2010) "A História Oral em Portugal", Sociologia. Problemas e Práticas, 63, pp. 139-56. Acessível em http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/spp/n63/n63a08.pdf POIRIER, Jean, CLAPIER-VALLADON, Simone e RAYBAUT, Paul (1995) Histórias de vida. Teoria e prática, Oeiras, Celta Editora RITCHIE, Donald A. (2011) The Oxford Handbook of Oral History. Oxford University Press TRAVERSO, Enzo (2012) O Passado, modos de usar. História, Memória e Política, Lisboa, Edições Unipop
Bibliografia Opcional
AROSTEGUI, Julio (2004) La historia vivida. Sobre la Historia del Presente, Madrid, Alianza Editorial, 1ª parte BAWM, Willa K. (1991) Transcribing and editing Oral History, Walnut Creek, Altamira Press BEBIANO, Rui (2003) "Temas e problemas da história do presente", in A História Tal Qual se Faz, org. de José d' Encarnação, Lisboa, Edições Colibri / Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, pp. 225-236 BERTAUX, Daniel (1997) Les récits de vie: perspective ethnosociologique, Paris, Nathan BERTAUX, Daniel (org.) (1981) Biography and society. The Life History approach in the Social Science, London, Sage BOURDIEU, Pierre (1994) "A ilusão biográfica" in Razões práticas: sobre a teoria da acção, Oeiras, Celta Editora, pp 53-59 CATROGA, Fernando (2001) História, memoria e historiografia, Coimbra, Quarteto CHAVEAU, Agnés e Philippe Tétard, orgs., (1992) Questions à l?histoire des temps présents, Bruxelles, Éditions Complexe COIMBRA, Maria Natércia (1993) "O arquivo de história oral no Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra. Entrevistas: conceito, natureza e direitos de uso e divulgação envolvidos" Cadernos BAD (1), pp. 21-30 CONNERTON, Paul (1993) Como as sociedades recordam, Oeiras, Celta Editora DEXTER, Lewis Anthony (2006) Elite and specialized interviewing, University of Essex (Colchester) - ECPR Press. FENTRESS, James e WICKAM, Chris (1994) Memória social. Novas perspectivas sobre o passado, Lisboa, Teorema FERRAROTTI, Franco (1981) Storia e storia di vita, Roma, Laterza FODDY, William (1996) Como perguntar. Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários, Oeiras, Celta Editora HALBWACHS, Maurice (1968) La mémoire collective, Paris, Presses Universitaires de France (edição original - 1950) HALBWACHS, Maurice (1994) Les cadres sociaux de la mémoire, Paris, Albin Michel (edição original - 1925) HOBSBAWM, Eric e RANGER, Terence (organizadores) (1983) The invention of tradition, Cambridge, Cambridge University Press JENIN, E. (2002) Los trabajos de la memoria, Madrid, Siglo XX JOUTARD, Philippe (1983) Ces voix qui nous viennent du passé, Paris, Hachette LOWENTHAL, David (1985) The past is a foreign country, Cambridge, Cambridge University Press MACKAY, Nancy (2007) Curating Oral Histories. From Interview to Archive, California, Left Coast Press, Inc NAMER, Gerald (1987) Memoire et societé, Paris, Méridiens Klincksiech NORA, Pierre, org., (1986-1992) Les lieux de mémoire, 7 vol, Paris, Gallimard PASSERINI, Luisa (1988) Storia e soggettività. Le fonti orali e la memoria, Florença, La nuova Italia PENEFF, Jean (1990) La méthode biographique: de l´École de Chicago à l'histoire orale, Paris, Armand Collin PORTELLi, Alessando (2013) A morte de Luigi Trastulli e outros ensaios, Lisboa, Edições Unipop REVEL, Jacques (1996) Jeux d'échelles. La micro-analyse à l'expérience, Paris, Gallimard / Le Seuil RICOEUR, Paul (2000) Mémoire, l'histoire, l'oubli, Paris, Seuil RITCHIE, Donald A. (2003) Doing Oral History. A Pratical Guide, 2º edição, Oxford University Press SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1990) The myths we live by, London / New York, Rowtledge SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1994) Theatres of memory, London, Verso THOMPSON, Paul (1978) The voice of the past. Oral History, Oxford / London / New York, Oxford University Press VALCUENDE DEL RIO, José María e Susana Narotsky Molledo (orgs.) (2005) Las políticas de la memoria en los sistemas democráticos: poder, cultura y mercado, Sevilha, Federación de Asociaciones de Antropología del Estado Español / Fundación El Monte / Asociación Andaluza de Antropología VANSINA, Ian (1965) Oral tradition as History, Madison / Wisconsin, University of Wisconsin Press VIDIGAL, Luís (1996) Os testemunhos orais na escola: história oral e projectos pedagógicos, Porto, Asa. YOW, Valerie Raleigh (1994) Recording Oral History. A Pratical Guide for Social Scientists, London, Sage Publications
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Objectivos
O objectivo desta disciplina é perspectivar a importância da utilização de imagens como fonte histórica e criar os instrumentos para o seu uso.O Contacto crítico com bibliografia é também relevante. Ao mesmo tempo que se elencam os temas e fontes passíveis de estudo, ou já estudados por diversos historiadores, também se abrem portas para uma aprendizagem concreta do seu uso.Os Sistemas de representação e de presentação, o enquadramento e análise crítica do documento, a constituição de corpus documentais visam uma apropriação dos saberes que começa na tomada de consciência das dificuldades do uso da fonte visual. O objectivo é capacitar o estudante a ter uma autonomia na escolha dos problemas, das fontes e dos média que estudará.
Programa
1. História da relação entre história e imagem. 2. Ver: Materialidade, imaterialidade da imagem Módulo. 3. O problema da representação. 3.1. Linguagens, contextos. 3.2. Símbolos, Mitologias. 4. A imagem como fonte. 4.1. O comentário do Documento iconográfico. 4.2. Difusão da imagem e sua Importância como fonte histórica. 4.3. A constituição de Corpus. 5. Estudos de caso 5.1. A Iconografia do Poder. 5.2. Simbólica da Nação. 5.3. Denegrir e Marginalizar. 5.4. Imagem: encontros e desencontros culturais. 5.5. Simbólica do Movimento Operário. 5.6. Representações do Espaço habitado ou explorado.(Paisagens, vistas, perspectivas, planos e mapas. 5.7. Propaganda e publicidade. 5.8. Imagem e identidade. 6. A imagem de conteúdo Histórico. 6.1. Cinema Histórico. 6.2. Banda Desenhada e História. 7. Balanço da Aprendizagem.
Processo de Avaliação
Avaliação correspondendo aos principais objectivos do curso.1 centrada na capacidade de compreensão e crítica da historiografia existente.2 momento duas fases. Escolha de tema e apresentação na aula. Realização do trabalho escolhido escrito. O objectivo é obter a autonomia da organização do trabalho, a comunicação oral e escrita dos resultados e a sua discussão com o professor e o grupo. A integração dos resultados da discussão. A escolha é feita com o professor em entrevista no gabinete.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. França, José Augusto, "História e Imagem", comunicação feita em Assembleia Geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Annais da Academia Portuguesa de História. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. Guigueno, Vincent, Delage, Christian, L'ouvrage, l'historien et le film, Gallimard, Paris, 2004 Duprat, Annie, Images et histoire: outils et méthods des Documents iconographiques,Paris, 2006. Barros, José d'Assunção," Cinema e história- as funções do cinema como agente, fonte e representação da História" em Ler História nº 52, 2007.
Bibliografia Opcional
AA.VV. Image et Histoire, Actas do colóquio de Paris/Censier, Publications de la Sorbonne, 1987. Agulhon Maurice, « Les Symboles figurés dans la propagande du mouvement ouvrier français de 1880 à 1914 », em La cultura operaria nella società industrializzata », Mezzosecolo, n.º 5, 1985. Agulhon, Maurice, La Marianne au Combat, l?imagerie et la Symbolique Républicaine , Flamarion , Paris 1979. Barthes, Roland, A Câmara clara, ed. 70 Barthes, Roland, L?Empire des Signes, Skira- Les Sentiers de La Création, Flammarion, Paris, 1980. Berger, John, Modos de ver, Arte e Comunicação, ed. 70, Lisboa, 1980. Bianco, Bela Feldman,Leite L. Miriam,(org.) Desafios da Imagem, São Paulo, 1998/2005. Bonnell, Victoria, Iconography of Power: Soviet Political Poster under Lenin and Stalin, Califórnia UP, 1997. Caetano, Carlos, A Ribeira de Lisboa Na Época da Expansão Portuguesa (Séculos XV a XVIII). Pandora, Lisboa, 2004. Campbell, Hughs, ? Photographing Urban America 1969-1979: From Garry Winogrand?s Glance to Stephen Shore?s Gaze. Sessão 38 , Visionary Urbanism: Photographic, Filmic and Digital Representation, Congresso de Associação Europeia de História Urbana, Estocolmo , 2006. http://www.historia.su.urbanhistory/eauh/specialistabstract2.htm Carvalho, José Murilho, A Formação das Almas, 1990. Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, Turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. Clark, Keneth, Hall?s Dictionary of subjects & Symboles in Art, 1974. Cloqué, Louis, traité de Perspective pittoresque, avant 1930. Dias, Helena, Alegria, Maria Fernanda, ?Lisboa na Produção Cartográfica Portuguesa e Holandesa dos séculos XVI e XVII?, Revista Penélope, n.º 13, 1994. pp. 55/69. França, José Augusto, ? História e Imagem?, comunicação feita em Assembleia-geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Anais da Academia Portuguesa de História. Freund, Gisèle, Photographie et Société, Paris, 1974.Edição espanhola, La Fotografia como documento social, Gil y Gil Madrid 1976. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. George Duby et Jacques Le Goff, « Document Artistique e Histoire » Table Ronde em Francastel et Après Giesey-, Ralph, « Modèles de Pouvoir dans les Rites Royaux en France », em Annales, Economie, Société et Culture ,n.º 3, pp. 579-599. Guillerme, J. L?atelier du temps, Essay sur l?alteration des peintures, Humaine, Paris, 1954 Guinzburg, Carlo, Mitos, Emblemas, Sinais, Morfologia e Históra, Companhia das letras, São Paulo, 1990. Isaacs, Anne Catherine, Histoire, Images, Imaginaire, Clio´s workshops. Pisa, 2002. Lynch, Kevin, A imagem da Cidade, Lisboa, Ed. 70, 1976. Panovsky, Dora and Erwin, Pandora?s Box, The Changing Aspects of a Mythical Symbol, Princeton UP, 1978. Panovsky, Erwin, ? Contribution au problème de la description des oeuvres appartenant aux Arts plastiques et à celui de l'interprétation de leur contenu » em La perspective comme forme Symbolique, Paris, Editions Minuit, 1975. Panovsky, Erwin, Estudos de Iconologia : Temas Humanísticos na Arte do Renascimento, Lisboa, Estampa, 1982. Philibert Myriam, Dictionnaire illustré des Mythologies, ed. Lodi, Paris,2001. Pinheiro, Magda, O Liberalismo nos espaços Públicos, A memória das Revoluções Liberais através dos Monumentos que a Celébram, Celta, Oeiras, 2000. Pinheiro, Nuno, Classes populares e Fotografia, tese de Mestrado, ISCTE. Pinheiro, Nuno, em Eunice Relvas, Maria João Vaz e Nuno Pinheiro, org. Exclusão na História, Oeiras, 2001. Pinheiro, Nuno, O Teatro da Sociedade, Tese de Doutoramento, cehcp, 2006 Schwarcz, Lilia Moritz, As Barbas do Imperador, São Paulo, 1999. Reynero, Carlos, La escultura Comemorativa en Espanha, La Edad de oro del Monumento Público, 1820-1914, Madrid, 1999. Senos, Nuno, O Paço da Ribeira, 1501-1581, ed. Notícias, Lisboa , 2002
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Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo desenvolver métodos de dependência contemplando duas situações de investigação de grande aplicação na área das Ciências Sociais e Humanas. São analisados designs complexos nos quais são testados modelos com efeitos de moderação e efeitos de mediação. São realizadas aplicações através de Regressão Linear Múltipla e Regressão Logística. A apresentação dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo situações de análise com apoio de um software de Estatística (SPSS) e da macro PROCESS (Hayes, 2018).
Programa
1. Modelação: moderação e mediação 1.1 Moderação: efeito de interação 1.2 Mediação: cadeia de efeitos 1.3 Análise de artigos com moderação e mediação 2. Modelação de moderação via Regressão Linear (OLS) 2.1 OLS com efeitos principais e efeitos de interação 2.2 Moderadora quantitativa 2.3 Moderadora categorizada 2.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 2.5 Reportar resultados em tese/artigo 3. Modelação de mediação via OLS 3.1 Mediadora quantitativa 3.2 Estimar e testar efeito indireto via bootstrapping 3.3 Mediação parcial e total 3.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 3.5 Reportar resultados em tese/artigo 4. Modelação via Regressão Logística 4.1 Apresentação do modelo 4.2 Condições de aplicabilidade 4.3 Parâmetros do modelo 4.4 Aplicação com software 4.5 Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: 1. Exercício individual (65%) 2. Trabalho de grupo (35%).
Condições: 1. Nota mínima no exercício individual: 8,0 valores 2. Nota mínima no trabalho: 10 valores
A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação eriódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baron, R e Kenny D. (1986). The Moderator-Mediator Variable Distinction in Social Psychological research: Conceptual, Strategic and Statistical Considerations, Journal of Personality and Social Psychology, 51, 1173-1182. Frazier, P. A., Tix, A. P. e Barron, K. E. (2004). Testing moderator and mediator effects in counselling psychology research. Journal of Counselling Psychology, 51(1), 115-134. Hayes, A. F. (2012). PROCESS: a versatile computational tool for observed variable mediation, moderation, and conditional process modeling. MacKinnon, D. P., Fairchild, A. J. e Fritz, M. S. (2007). Mediation analysis. Annual Review of Psychology, 58, 593-614. Maroco, J. (2010). Análise Estatística com o PASW Statistics (ex-SPSS), Pero Pinheiro. Pampel, F. (2000). Logistic Regression, Sage Publications. Passos, A. e Caetano, A. (2005). Exploring the effects of intragroup conflict and past performance feedback on team effectiveness, Journal of Managerial Psychology 20, 3/4, 231-244.
Bibliografia Opcional
Aiken, L., Stephen G. (1991). Multiple Regression: Testing and interpreting interactions, Newbury Park, Sage publications.
Calheiros, M. M. (2006). A construção social do mau trato e negligência: do senso-comum ao conhecimento científico. ed. 1, ISBN: ISBN 972-31-1132, Coimbra: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e Tecnologia. Imprensa de Coimbra Lda.
Cohen, J., Cohen P., West S. e Aiken L. (2003). Applied Multiple Regression/Correlation. Analysis for the Behavioral Sciences, Mahawh: Laurence Erlbaum, 3ª ed.
Hair, J., Black, W. Babin, B. e Anderson, R. (2009). Multivariate Data Analysis, 7ª ed., Prentice-Hall International, Inc.
Preacher, K. J. e Hayes, A. F (2008). Asymptotic and resampling strategies for assessing and comparing indirect effects in multiple mediator models, Behavior Research Methods, 40 (3), 879-891, http://quantpsy.org/pubs/preacher_hayes_2008b.pdf.
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª.
Important links:
Kenny, D. A. (2011). Moderation http://davidakenny.net/cm/moderation.htm Kenny, D. A. (2012). Mediation, http://davidakenny.net/cm/mediate.htm
Jose, P.E. (2013). ModGraph-I: A programme to compute cell means for the graphical display of moderational analyses: The internet version, Version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/modgraph/
Jose, P. E. (2013) MedGraph-I: A programme to graphically depict mediation among three variables: The internet version, version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/medgraph/
On-line data bases:
The European Social Survey (ESS): http://www.europeansocialsurvey.org/.
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Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo apresentar métodos de análise de dados que permitam descrever e testar relações entre duas ou mais variáveis, privilegiadamente relações de dependência. Dada a inserção da UC em cursos de mestrado pretende-se assim desenvolver conhecimentos e competências nos alunos com vista à operacionalização de modelos de análise similares aos que podem ter de trabalhar, designadamente, na sua dissertação de mestrado. O desenvolvimento dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo-se, para o efeito, exemplos de pesquisa com apoio de um software de estatística (SPSS).
Programa
1.Sistematização de um glossário de estatística 2.Modelação para comparação de grupos 2.1.Comparação entre dois grupos 2.2.Comparação entre k grupos 2.3.Operacionalização com software de estatística 2.4.Apresentação de resultados em tese/artigo 3.Validação da relação entre pares de variáveis 3.1.Variáveis categorizadas 3.2.Variáveis ordinais e quantitativas 3.3.Variáveis quantitativas 3.4.Operacionalização com software de estatística 3.5.Apresentação de resultados em tese/artigo 4.Modelação de relações de tipo linear 4.1.Modelo de regressão linear simples 4.2.Modelo de regressão linear múltipla 4.3.Operacionalização com software de estatística 4.4.Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
A avaliação periódica inclui: 1. Exercício individual - 65% 2. Trabalho de grupo(com utilização do software de estatística)- 35%;
Com: - Nota mínima no exercício: 8,0 valores - Nota mínima no trabalho de grupo: 10,0 valores A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. e Cramer, D. (2003), Análise de dados em Ciências Sociais, Introdução às Técnicas Utilizando o SPSS para Windows, Oeiras, Celta Editora, 3ª ed. Maroco, J. (2014). Análise Estatística com o SPSS Statistics, Pero Pinheiro, ReportNumber., 6ed. Maroco, J. e Bispo, R. (2003). Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores.
Bibliografia Opcional
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª ed.
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Objectivos
Problematizar a panóplia de oferta de métodos, indicando as suas respectivas vantagens e desvantagens, forças e fraquezas, profundidades e propósitos.
Programa
1 A análise de conteúdo aplicada aos media na sociedade em rede: contexto, desafios, problemas e soluções 2 Limitações da dicotomia análise quantitativa/qualitativa: holismo e contextualização 3 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de imprensa 4 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de rádio 5 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de televisão 6 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de fotografia 7 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de cinema 8 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de som 9 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de media nativos digitais 10 Seminário de apresentação/discussão do trabalho desenvolvido pelos alunos
Processo de Avaliação
Um trabalho final, entregue no fim do semestre, de uma das seguintes modalidades: a) ensaio ou trabalho de aprofundamento temático; b) projecto de pesquisa/análise, ou de estudo de caso.
A nota final terá como base o seguinte cálculo: a) trabalho individual: 80% b) participação em aula: 20%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Berger, A. (2010), Media and Communication Research Methods: an Introduction to Qualitative and Quantitative Approaches, Sage. Deacon, D., Pickering, M., Golding, P., Murdock, G. (2007), Researching Communications: A Practical Guide to Methods in Media and Cultural Analysis, Bloomsbury Publishing. Hansen, A., Cottle, S., Negrine, R., Newboldm, C. (1998), Mass Communication Research Methods, MacMillan. Lorio, S. (2003), Qualitative Research into Journalism: Taking it to the Streets, Lawrence Erlbaum Associates Inc. Lombard, M., Synder-Duch, J., Bracken, C. C. (2003), “Content analysis in mass communication: assessment and reporting of intercoder reliability”, Human Communication Research, 29, 469-472. O'Sullivan, T., Dutton, B., Rayner, P. (1994), Studying the media : an introduction, Edward Arnold. Riffe, D., Lacy, S., Fico, F. (1998), Analysing media messages: Using quantitative content analysis in research, Erlbaum. Selby, K., Cowdery, R. (1995), How to study television, Macmillan.
Bibliografia Opcional
Belo, A., Cardoso, G., Silveira, J. (2011), Telejornais no Início do Século XXI, Colibri. Berger, A. (1991), Media research techniques, Sage. Brandão, N. (2005), Prime Time, Casa das Letras. Brandão, N. (2010), As notícias nos Telejornais, Guerra & Paz. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), As noticias da RTP1, SIC, TVI e o on-line,OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr6.pdf. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), Ficção, Notícias e Entretenimento: As idades da TV em Portugal, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr4.pdf. Cardoso, G., Gomes. M., Neto, P., Santos, S., Calado, V., Amaral, S. (2006), O Jornalismo hoje: uma análise de 14 redacções de TV, Rádio e Jornais, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=29&fileName=rr1.pdf. Cheta, R., Aboim, S., Cardoso,. G., Espanha, R. (2007), Era uma vez...fábulas, romances, quotidianos: Imagens da vida privada nas telenovelas portuguesas, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr_12.pdf. Cordeiro, P. (2010), A rádio e as indústrias culturais: estratégias de programação na transição para o digital, Livros Horizonte.
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Objectivos
O objetivo da Unidade Curricular é dotar os discentes de competências que permitam o uso reflexivo de diferentes estratégias metodológicas na pesquisa online e as suas potencialidades e limitações. A UC debruça-se sobre os debates atuais em torno da inquirição online e as várias ferramentas disponíveis, desde o acesso a dados estatísticos, ao desenho da pesquisa online, às técnicas etnográficas ou à construção e aplicação de um inquérito online. As questões éticas são um outro tópico relevante.
Programa
Temas abordados: CP1. Abordagem multi-disciplinar à pesquisa social online. Formas de conhecimento e a pesquisa na Web. CP2. O desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais. CP3. Nova realidade, novos métodos? Novas metodologias e técnicas com recurso às TIC. CP4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede. CP5. Articulação dos métodos de investigação online com outros recursos: Estatísticas e Bases de Dados CP6. Análise quantitativa online: possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados. Introdução às ferramentas de análise de dados. CP7. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?. CP8. Utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização de dados secundários recolhidos online. As redes globais de investigação. CP9. Análise de redes, Webmetrics e a geografia da Internet. CP10. Princípios éticos na pesquisa online.
Processo de Avaliação
1) Realização das leituras seleccionadas para cada aula; 2) Realização de dois trabalhos: - um individual baseado na leitura de artigo - um trabalho de grupo ou individual de perfil mais aprofundado numa das seguintes modalidades: a) Ensaio; b) Trabalho de aprofundamento temático; c) Projecto de pesquisa; d) Análise de documento, caso, situação ou problema; A nota final terá como base o seguinte cálculo: Trabalho Individual: 45% Trabalho de Grupo: 45% Participação: 10%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Almeida, João Ferreira de, Pinto, José Madureira (1982), A investigação nas ciências sociais, Lisboa, Presença Baym, N. K. (2005). Introduction: Internet research as it isn?t, is, could be, and should be. The Information Society, 21, 229-239. Cardoso, Gustavo (1998) Para uma Sociologia do Ciberespaço: comunidades virtuais em português, Oeiras, Celta Editora. Cardoso, Gustavo, Cheong, Angus, Cole, Jeffrey (eds.) (2009), World Wide Internet: Changing Societies, Economies and Cultures. University of Macau Press, SAR Macau. Disponível Online: http://www.lini-research.org/np4/?newsId=11&fileName=WWI_WIPBook.pdf Ghiglione, Rodolphe, e Benjamin Matalon (1992), O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora Johns., M. D., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.) (2003), Online social research. New York: Peter Lang. Markham, A. N. e N. K. Baym (Eds.) (2009), Internet inquiry: Conversations about method. Thousand Oaks, CA: Sage.
Bibliografia Opcional
1. Formas de conhecimento em Ciências Sociais e a pesquisa nas redes e na Internet.
Almeida, João Ferreira de (2007), Velhos e Novos Aspectos da Epistemologia Das Ciências Sociais, Sociologia, Problemas e Práticas, nº 55, pp.11-24
Black, T. R. (1993). Evaluating social science research: an introduction. London, Sage.
Dretske, Fred. Knowledge and the Flow of Information. Cambridge: MIT Press, 1981.
Hine, C. (2006). Virtual methods: Issues in social research on the Internet. Oxford: Berg.
Moses, Jonathan e Knutsen, T. (2007), Ways of Knowing: Competing Methodologies in Social and Political Research, Palgrave Macmillan
2. Desenvolvimento das questões de pesquisa sobre a relação entre a Internet e a Sociedade. Formulação e avaliação crítica dos desafios do desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais.
Jones, S. (1999). Doing Internet research: Critical issues and methods for examining the Net. Thousand Oaks, CA, Sage.
Miller, D. e Neil J. Salkind (2002) Handbook of Research Design and Social Measurement, Sage
Ragin, C. C. (1994). Constructing social research : the unity and diversity of method. Thousand Oaks, Calif. ; London, Pine Forge Press.
3. Nova realidade, novos métodos?
Hesse-Biber, S. N. & P. Leavy (Orgs.) (2008), Handbook of emergent methods, Nova Iorque: Guilford Press.
Murthy, D. (2008). An examination of the use of new technologies for social research. Sociology, 42, 837-855.
Travers, M. (2009). New methods, old problems: A skeptical view of innovation in qualitative research. Qualitative Research, 9, 161-179.
4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede.
Baym, N. K. (2009). Question six: What constitutes quality in qualitative Internet research? In, A. N. Markham, N. K. Baym (Eds.), Internet inquiry: Conversations about method (pp. 173-189). Thousand Oaks, CA: Sage.
Garcia, A. C., Standlee, A. I., Bechkoff, J., & Cui, Y. (2009). Ethnographic approaches to the Internet and computer-mediated communication. Journal of Contemporary Ethnography, 38, 52-84.
Kazmer, M. M., & Xie, B. (2008). Qualitative interviewing in Internet studies: Playing with the media, playing with the method. Information, Communication & Society, 11, 257-278.
Mann, C., & Stewart, F. (2000). Internet communication and qualitative research: A handbook for researching online. Thousand Oaks, Ca: Sage.
Murray, C. D., & Sixsmith, J. (1998). E-mail: A qualitative research medium for interviewing? International Journal of Social Research Methodology: Theory & Practice, 1(2), 103-121.
Robson, K., Williams, M. (2003). Reengineering focus group methodology for the online environment, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online Social Research (pp. 25-46). New Work: Peter Lang.
Stewart, K., & Williams, M. (2005). Researching online populations: The use of online focus groups for social research. Qualitative Research, 5, 395-416.
Ward, K. J. (1999). Cyber-ethnography and the emergence of the virtually new community. Journal of Information Technology, 14, 95-105.
5. Análise quantitativa online, possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados.
Coomber, R. (1997) 'Using the Internet for Survey Research' Sociological Research Online, vol. 2, no. 2. Disponível Online: http://www.socresonline.org.uk/2/2/2.html
Sills, Stephen e Song, Chunyan (2002). Innovations in Survey Research: An Application of Web-Based Surveys, Social Science Computer Review, vol. 20 no. 1, pp. 22-30.
Reynolds, R. A., Woods, R., & Baker, J. D. (Orgs.) (2007), Handbook of research on electronic surveys and measurements (pp. 264-268). Hershey, PA: Idea Group.
Schmidt, William C. (1997) World-Wide Web survey research: Benefits, potential problems, and solutions, Behavior Research Methods, Instruments, & Computers, 29 (2), 274-279. Disponível Online: http://www.springerlink.com/content/f5l606k0t4058k47/fulltext.pdf
6. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?.
Best, S. J., & Kruger, B. (2002). New approaches to assessing opinion: The prospects for electronic mail surveys. International Journal of Public Opinion Research, 14, 73-92.
Couper, M. P., Kapteyn, A., Schonlau, M., & Winter, J. (2007). Noncoverage and nonresponse in an Internet survey. Social Science Research, 36, 131-148.
Dillman, D. A., Phelps, G., Tortora, R., Swift, K., Kohrell, J., Berck, J., & Messer, B. L. (2009). Response rate and measurement differences in mixed-mode surveys using mail, telephone, interactive voice response (IVR) and the Internet. Social Science Research, 38, 1-18.
Truell, A. D., Bartlett, J. E., II, & Alexander, M. W. (2002). Response rate, speed, and completeness: A comparison of Internet-based and mail surveys. Behavior Research Methods, Instruments & Computers, 34, 46-49.
7. O desenho da pesquisa e a utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização secundária de dados recolhidos na Internet. As redes globais de investigação e a comparação internacional de dados.
Hakim, C. (1982). Secondary analysis in social research : a guide to data sources and with examples. London, Allen & Unwin.
Hewson, C. (2007). Gathering data on the Internet: Qualitative approaches and possibilities for mixed methods and research. In A. Joinson, K. McKenna, T. Postmes & U. Reips (Eds.), The Oxford handbook of Internet psychology (pp. 405-428). Oxford, UK: Oxford University Press.
Hewson, C. (2008). Internet-mediated research as an emergent method and its potential role in facilitating mixed methods research. In S. N. Hesse-Biber, & P. Leavy (Eds.), Handbook of emergent methods (pp. 543-570). New York: Guilford Press.
Kelder, Jo-Anne (2005): Secondary Analysis of Qualitative Data, Vol 6, No 1. Disponível Online: http://www.qualitative-research.net/index.php/fqs/article/view/501
Livingstone, Sonia (2003). On the Challenges of Cross-National Comparative Media Research, European Journal of Communication, 18: 477-500.
8. Análise de redes, Webometrics e mapeando a geografia da Internet.
Cheswick, Bill e Burch, Hal (2000), Mapping and Visualizing the internet, In Proceedings of the 2000 USENIX Annual Technical Conference. Disponível Online: http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.20.8595&rep=rep1&type=pdf
Scott, John. (2000). Social Network Analysis: A Handbook. 2nd Ed. Newberry Park, CA: Sage.
Thelwall, Mike (2009). Introduction to Webometrics: Quantitative Web Research for the Social Sciences. Morgan & Claypool.
Wellman, Barry e Berkowitz, Stephen D. (1988). Social Structures: A Network Approach. Cambridge: Cambridge University Press.
9. Princípios éticos na pesquisa social em torno das TICs.
Bruckman, A. S. (2003). Introduction: Opportunities and challenges in methodology and ethics, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online social research (pp. 101-104). New Work: Peter Lang.
Buchanan, E. A. (2000). Ethics, qualitative research and ethnography in virtual space. Journal of Information Ethics, 9, 82-87.
Capurro, R., & Pingel, C. (2002). Ethical issues of online communication research. Ethics and Information Technology, 4, 189-194.
DeLorme, D. E., Zinkhan, G. M., & French, W. (2001). Ethics and the Internet: Issues associated with qualitative research. Journal of Business Ethics, 33, 271-286.
Elgesem, D. (2002). What is special about the ethical issues in online research? Ethics and Information Technology, 4, 195-203.
Ess, C. (2007). Internet research ethics. In A. Joinson, K. McKenna, T. Postmes & U. Reips (Eds.), The Oxford handbook of Internet psychology (pp. 487-502). Oxford, UK: Oxford University Press.
Eynon, R., Schroeder, R., & Fry, J. (2009). New techniques in online research: Challenges for research ethics. Twenty-First Century Society, 4, 187-199.
Hoser, B., & Nitschke, T. (2010). Questions on ethics for research in the virtually connected world. Social Networks, 32, 180-186.
Johnson, D. G. Computer Ethics. Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1994.
Jones, S. (2003). Introduction: Ethics and Internet studies, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online Social Research (pp. 179-186). New Work: Peter Lang.
Markham, A. N. (2008). The methods, politics, and ethics of representation in online ethnography. In N. K. Denzin & Y. S. Lincoln (Eds.), Collecting and interpreting qualitative materials (3rd ed., pp. 247-284). Thousand Oaks, CA: Sage.
McMahon, J. M., & Cohen, R. (2009). Lost in cyberspace: Ethical decision making in the online environment. Ethics and Information Technology, 11, 1-17.
Varnhagen, C. K., Gushta, M., Daniels, J., Peters, T. C., Parmar, N., Law, D., Hirsch, R., Takach, B. S., & Johnson, T. (2005). How informed is online informed consent? Ethics & Behavior, 15, 37-48.
Walther, J. B. (2002). Research ethics in Internet-enabled research: Human subjects issues and methodological myopia. Ethics and Information Technology, 4, 205-216.
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Objectivos
Apresentar os procedimentos teóricos e metodológicos que sustentam o processo de pesquisa etnográfica, promover uma reflexão crítica sobre os mesmos e incentivar a sua prática no âmbito das investigações em curso.
Programa
CP1 Etnografia e trabalho de campo na história das ciências sociais. CP2 Terrenos para a pesquisa CP3 Observar e registar CP4 Conversar e entrevistar CP5 Descrever, analisar, interpretar CP6 Investigar eticamente CP7 Apresentação e discussão de casos.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica consta de 3 momentos de avaliação:
1. Participação nas discussões em aula (20%); 2. Ensaio final (60%); 3. Discussão do trabalho final (20%)
Alternativamente, exame escrito sobre a totalidade do programa (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007(1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes -Becker, Howard S. 2008(1998) Segredos e truques de pesquisa, Rio de Janeiro: Zahar -Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS -Burgess, Robert G. 1997(1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta -Costa, António F.1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento -Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press -Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company -Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor
Bibliografia Opcional
Agar, Michael H. 1986 Speaking of Ethnography, Beverly Hills: SAGE Atkinson, Paul et alii, 2001 Handbook of Ethnography, London: SAGE Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007 (1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes Becker, Howard S. 1998 Tricks of the Trade: How to Think about Your Research While You're Doing It Chicago: University of Chicago Press Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS Burgess, Robert G. 1997 (1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta Caria, Telmo, 2003 (org.) Experiência etnográfica em ciências sociais, Porto: Afrontamento Céfaï, Daniel (org.) 2003 L?enquête de terrain, Paris: La Decouverte Costa, António F. 1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company Malinowski, Bronislaw, 1992 (1922) Argonauts of the Western Pacific, London: Routledge Sanjek, Roger (ed), 1990 Fieldnotes. The Makings of Anthropology, Ithaca and London: Cornell University Press Sardan, Jean-Pierre 2008 La rigueur du qualitatif. Les contraintes empiriques de l?interprétation socio-anthropologique, Louvain-la-Neuve : Bruylant-Academia Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Weber, Florence 2009 Manuel de l?ethnographe, Paris: PUF Weiss, Robert S. 1994 Learning from Strangers. The art and Method of Qualitative Interview Studies, New York: Free Press
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2 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
O objectivo desta UC é permitir aos alunos o desenvolvimento de investigação empírica que teste hipóteses científicas no âmbito da Administração Escolar. A condução de investigação empírica é crucial tanto para o desenvolvimento do conhecimento científico como para a análise de problemas contextuais mais específicos, como os resultados de uma intervenção. A elaboração e escrita de uma dissertação permitirá aos alunos o desenvolvimento da capacidade crítica e analítica relativamente à realização de uma investigação teórica e empírica. O aluno que complete com sucesso esta UC deverá ser capaz de: - Formular um problema de investigação - Elaborar uma revisão de literatura, e utilizar teorias e evidência empírica para formular hipóteses testáveis - Desenvolver métodos e materiais para o teste empírico das hipóteses - Analisar resultados e rejeitar/confirmar hipóteses - Redigir um artigo científico e um poster.
Programa
No início desta unidade curricular, os alunos poderão escolher um tópico de interesse pessoal e relevante para o actual estado da arte, bem como um orientador. Com o orientador, os alunos deverão: - Formular a questão de partida - Identificar literatura relevante, e elaborar uma revisão teórica e empírica - Formular o problema de investigação e as hipóteses - Desenhar um estudo que teste as hipóteses - Criar um procedimento e os materiais - Conduzir o estudo - Analisar e interpretar resultados - Elaborar o plano da dissertação - Escrever a dissertação
Durante este processo os alunos receberão orientações relevantes para o tema da dissertação e para a condução do processo de investigação em si mesmo, como por exemplo literatura relevante para o tópico e indicações acerca do design a utilizar.
Processo de Avaliação
A dissertação será avaliada por um júri em provas públicas, após a confirmação por parte do orientador de que esta está concluída e se encontra em condições de ser apresentada em provas públicas. A avaliação será baseada no mérito científico do estudo e na sua adequação teórica e metodológica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Abrantes, Pedro (2008) Os muros da escola: As distâncias e as transições entre ciclos de ensino, Lisboa, Tese de Doutoramento ISCTE. Barroso, J.(2005), Políticas Educativas e Organização Escolar, Lisboa, Universidade Aberta Capucha, Luís (2008), Planeamento e avaliação de projectos: guião prático, Lisboa, Ministério da Educação NÓVOA, António; Estrela, Albano (2003) Avaliações em Educação: Novas Perspectivas, Porto, Porto Editora. Caetano, A & Vala, J. (2008)(3ªed.). Gestão de recursos humanos: contextos, processos e técnicas, RH Editora, Lisboa Rodrigues, Maria de Lurdes (2010), A Escola Pública pode fazer a diferença, Lisboa, Almedina Roldão, Vitor (2005), Gestão de projecto. Abordagem instrumental ao planeamento, organização e controlo, Lisboa, Monitor Sebastião, João (2009) Democratização do ensino, desigualdades sociais e trajectórias escolares, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, Whetten, D. & Cameron, K. (2007). Developing management skills. Upper Saddle River: Prentice-Hall.
Bibliografia Opcional
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Objectivos
O objectivo desta UC é permitir aos alunos o desenvolvimento de um projecto de intervenção no âmbito da Administração Escolar. A elaboração e condução de um projecto é crucial tanto para o desenvolvimento do conhecimento científico como para a análise de problemas contextuais mais específicos, como para os resultados de uma intervenção. A elaboração e escrita de um relatório final de projecto permitirá aos alunos o desenvolvimento da capacidade crítica e analítica relativamente à realização de um projecto de intervenção no âmbito da Administração Escolar. O aluno que complete com sucesso esta UC deverá ser capaz de: - Formular um problema de investigação/intervenção - Elaborar uma revisão de literatura, e utilizar teorias e evidência empírica para formular um projecto implementável; - Desenvolver métodos e materiais para a implementação de um projecto; - Redigir um artigo científico e um poster.
Programa
No início desta unidade curricular, os alunos poderão escolher um tópico de interesse pessoal e relevante para o actual estado da arte, bem como um orientador. Com o orientador, os alunos deverão: - Formular a questão de partida - Identificar literatura relevante, e elaborar uma revisão teórica e empírica - Formular o problema de investigação/intervenção - Desenhar um estudo que teste as hipóteses de intervenção - Criar um procedimento e os materiais necessários à intervenção - Elaborar o plano do relatório - Escrever o relatório Durante este processo os alunos receberão orientações relevantes para o tema do projecto e para a condução do processo de investigação em si mesmo, como por exemplo literatura relevante para o tópico e indicações acerca do design a utilizar.
Processo de Avaliação
O relatório será avaliado por um júri em provas públicas, após a confirmação por parte do orientador de que este está concluído e se encontra em condições de ser apresentado em provas públicas. A avaliação será baseada no mérito científico do estudo e na sua adequação teórica e metodológica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Abrantes, Pedro (2008) Os muros da escola: As distâncias e as transições entre ciclos de ensino, Lisboa, Tese de Doutoramento ISCTE. Barroso, J.(2005), Políticas Educativas e Organização Escolar, Lisboa, Universidade Aberta Capucha, Luís (2008), Planeamento e avaliação de projectos: guião prático, Lisboa, Ministério da Educação NÓVOA, António; Estrela, Albano (2003) Avaliações em Educação: Novas Perspectivas, Porto, Porto Editora. Caetano, A & Vala, J. (2008) (3ªed.). Gestão de recursos humanos: contextos, processos e técnicas, RH Editora, Lisboa Rodrigues, Maria de Lurdes (2010), A Escola Pública pode fazer a diferença, Lisboa, Almedina Roldão, Vitor (2005), Gestão de projecto. Abordagem instrumental ao planeamento, organização e controlo, Lisboa, Monitor Sebastião, João (2009) Democratização do ensino, desigualdades sociais e trajectórias escolares, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, Whetten, D. & Cameron, K. (2007). Developing management skills. Upper Saddle River: Prentice-Hall.
Bibliografia Opcional
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2 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
O objectivo desta UC é permitir aos alunos o desenvolvimento de investigação empírica que teste hipóteses científicas no âmbito da Administração Escolar. A condução de investigação empírica é crucial tanto para o desenvolvimento do conhecimento científico como para a análise de problemas contextuais mais específicos, como os resultados de uma intervenção. A elaboração e escrita de uma dissertação permitirá aos alunos o desenvolvimento da capacidade crítica e analítica relativamente à realização de uma investigação teórica e empírica. O aluno que complete com sucesso esta UC deverá ser capaz de: - Formular um problema de investigação - Elaborar uma revisão de literatura, e utilizar teorias e evidência empírica para formular hipóteses testáveis - Desenvolver métodos e materiais para o teste empírico das hipóteses - Analisar resultados e rejeitar/confirmar hipóteses - Redigir um artigo científico e um poster.
Programa
No início desta unidade curricular, os alunos poderão escolher um tópico de interesse pessoal e relevante para o actual estado da arte, bem como um orientador. Com o orientador, os alunos deverão: - Formular a questão de partida - Identificar literatura relevante, e elaborar uma revisão teórica e empírica - Formular o problema de investigação e as hipóteses - Desenhar um estudo que teste as hipóteses - Criar um procedimento e os materiais - Conduzir o estudo - Analisar e interpretar resultados - Elaborar o plano da dissertação - Escrever a dissertação
Durante este processo os alunos receberão orientações relevantes para o tema da dissertação e para a condução do processo de investigação em si mesmo, como por exemplo literatura relevante para o tópico e indicações acerca do design a utilizar.
Processo de Avaliação
A dissertação será avaliada por um júri em provas públicas, após a confirmação por parte do orientador de que esta está concluída e se encontra em condições de ser apresentada em provas públicas. A avaliação será baseada no mérito científico do estudo e na sua adequação teórica e metodológica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Abrantes, Pedro (2008) Os muros da escola: As distâncias e as transições entre ciclos de ensino, Lisboa, Tese de Doutoramento ISCTE. Barroso, J.(2005), Políticas Educativas e Organização Escolar, Lisboa, Universidade Aberta Capucha, Luís (2008), Planeamento e avaliação de projectos: guião prático, Lisboa, Ministério da Educação NÓVOA, António; Estrela, Albano (2003) Avaliações em Educação: Novas Perspectivas, Porto, Porto Editora. Caetano, A & Vala, J. (2008)(3ªed.). Gestão de recursos humanos: contextos, processos e técnicas, RH Editora, Lisboa Rodrigues, Maria de Lurdes (2010), A Escola Pública pode fazer a diferença, Lisboa, Almedina Roldão, Vitor (2005), Gestão de projecto. Abordagem instrumental ao planeamento, organização e controlo, Lisboa, Monitor Sebastião, João (2009) Democratização do ensino, desigualdades sociais e trajectórias escolares, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, Whetten, D. & Cameron, K. (2007). Developing management skills. Upper Saddle River: Prentice-Hall.
Bibliografia Opcional
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Objectivos
O objectivo desta UC é permitir aos alunos o desenvolvimento de um projecto de intervenção no âmbito da Administração Escolar. A elaboração e condução de um projecto é crucial tanto para o desenvolvimento do conhecimento científico como para a análise de problemas contextuais mais específicos, como para os resultados de uma intervenção. A elaboração e escrita de um relatório final de projecto permitirá aos alunos o desenvolvimento da capacidade crítica e analítica relativamente à realização de um projecto de intervenção no âmbito da Administração Escolar. O aluno que complete com sucesso esta UC deverá ser capaz de: - Formular um problema de investigação/intervenção - Elaborar uma revisão de literatura, e utilizar teorias e evidência empírica para formular um projecto implementável; - Desenvolver métodos e materiais para a implementação de um projecto; - Redigir um artigo científico e um poster.
Programa
No início desta unidade curricular, os alunos poderão escolher um tópico de interesse pessoal e relevante para o actual estado da arte, bem como um orientador. Com o orientador, os alunos deverão: - Formular a questão de partida - Identificar literatura relevante, e elaborar uma revisão teórica e empírica - Formular o problema de investigação/intervenção - Desenhar um estudo que teste as hipóteses de intervenção - Criar um procedimento e os materiais necessários à intervenção - Elaborar o plano do relatório - Escrever o relatório Durante este processo os alunos receberão orientações relevantes para o tema do projecto e para a condução do processo de investigação em si mesmo, como por exemplo literatura relevante para o tópico e indicações acerca do design a utilizar.
Processo de Avaliação
O relatório será avaliado por um júri em provas públicas, após a confirmação por parte do orientador de que este está concluído e se encontra em condições de ser apresentado em provas públicas. A avaliação será baseada no mérito científico do estudo e na sua adequação teórica e metodológica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Abrantes, Pedro (2008) Os muros da escola: As distâncias e as transições entre ciclos de ensino, Lisboa, Tese de Doutoramento ISCTE. Barroso, J.(2005), Políticas Educativas e Organização Escolar, Lisboa, Universidade Aberta Capucha, Luís (2008), Planeamento e avaliação de projectos: guião prático, Lisboa, Ministério da Educação NÓVOA, António; Estrela, Albano (2003) Avaliações em Educação: Novas Perspectivas, Porto, Porto Editora. Caetano, A & Vala, J. (2008) (3ªed.). Gestão de recursos humanos: contextos, processos e técnicas, RH Editora, Lisboa Rodrigues, Maria de Lurdes (2010), A Escola Pública pode fazer a diferença, Lisboa, Almedina Roldão, Vitor (2005), Gestão de projecto. Abordagem instrumental ao planeamento, organização e controlo, Lisboa, Monitor Sebastião, João (2009) Democratização do ensino, desigualdades sociais e trajectórias escolares, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, Whetten, D. & Cameron, K. (2007). Developing management skills. Upper Saddle River: Prentice-Hall.
Bibliografia Opcional
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