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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Tiago Lapa
Departamento de Sociologia
Objectivos
A Internet tem sido associada a mudanças sociais na governação, nos negócios, na investigação e em muitas outras áreas da vida quotidiana. A investigação sobre as implicações sociais da Internet ainda está numa fase inicial mas algumas ideias-chave foram forjadas. Este curso proporcionará uma visão geral actualizada dos principais desenvolvimentos no seio de várias disciplinas das ciências sociais, incluindo os estudos da comunicação, sociologia e ciência política. Um dos objectivo do curso passa por identificar as sobreposições e divergências entre diferentes abordagens de investigação. Outro é dar uma base comum para a investigação sobre a Internet, a sua formação social e impacto a alunos com formações de origem em diversas disciplinas.
Programa
O curso irá identificar os pontos fortes e fracos das diferentes abordagens das ciências sociais. Irá cobrir grandes debates teóricos e as evidências empíricas necessários para a sua avaliação. O curso é transversal a alguns temas-chave ? incluindo o papel das tecnologias de informação e comunicação na vida quotidiana, a fractura digital entre sociedades desenvolvidas e em vias de desenvolvimento, e a relação entre a Internet e outras tecnologias, como telefones móveis ? de forma a ilustrar a amplitude e a variedade da áreas de estudos da Internet. Os tópicos abordarão ?A Internet na Vida Quotidiana: Domesticação e Globalização?; ?Investigação da Experiência do Utilizador: Uma Perspectiva da Indústria?; ?A Psicologia Social das Relações Mediadas por Computador?; ?Telefones Móveis, Internet e Contactibilidade Permanente?; ?Jovens e Novos Media?;? Pesquisa e Acesso à Informação e Conhecimento?; ?A política e a Internet?; e ?Internet e Sociedade: Visões e Realidades?.
Processo de Avaliação
Participação activa em todas as sessões. Escrita de um primeiro draft de um artigo de investigação. O tempo total de trabalho necessário para a redacção deste trabalho é contabilizada em cerca de 20 horas de pesquisa em biblioteca, cálculos e/ou trabalho de campo. A versão final do artigo representará 70% da nota. A originalidade e a inovação no trabalho de investigação para a redacção do artigo contribuirá para a avaliação com 20%. E a participação/assiduidade no seminário será avaliada em 10%.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Haddon, L. (2004) Information and Communication Technologies in Everyday Life: A Concise Introduction and Research Guide, Berg; Ling, R. (2004) The Mobile Connection: The Cell Phone's Impact on Society, Morgan Kaufmann; Wellman, B. & Haythornthwaite, C. (Eds) (2002) The Internet in Everyday Life, Oxford University Press; Bakardjieva, M. (2005) Internet Society, Sage; Berker, T, Hartmann, M., Punie, Y and Ward, K. (Eds) (2005) Domestication of Media and Technologies, Open University Press; Ito, M., Matsuda, M. & Okabe, D. (Eds) (2005) Personal, Portable, Pedestrian, Mobile Phones in Japanese Life, MIT Press; Buckingham D. and R. Willett, Digital Generations (Eds) (2006) Digital Generations, Erlbaum; Ito, M. (2010) Hanging Out, Messing Around and Geeking Out: Kids Living and Learning with New Media, MIT Press, Cambridge, MA; Van Dijk, J. (2005) The Deepening Divide: Inequality in the Information Society, Sage, London; Castells, M. (2001), Internet Galaxy, OUP, Oxford.
Bibliografia Opcional
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Docentes
Emanuel Cameira
Departamento de Sociologia
Pedro Pereira Neto
Departamento de Sociologia
Susana Santos
Departamento de Sociologia
Objectivos
Compreender a importância do papel dos media nos discursos no espaço público.
Compreender a importância do papel de outros dispositivos de participação / comunicação na estruturação do espaço público e nos processos de formação de sentido.
Compreender em que medida a comunicação artística se processa através de diferentes práticas discursivas.
Programa
I - O conceito de acontecimento 1. Multidimensionalidade do conceito 2. Facto e acontecimento 3. A construção televisiva do acontecimento 4. Media events e telecerimónia II - Análise das práticas discursivas à luz da teoria da prática 1. Proposta de Bourdieu 2. Leituras discursivas: território de luta social 3. Efeitos de neutralização 4. Efeitos de universalização 5. Habitus linguístico 6. Retrato biográfico 7. Argumentação polifónica e argumentação de autoridade III. O discurso 1. a Teoria Social do Discurso: texto, contexto e ideologia 2. Semiótica e significação: estratégias discursivas textuais 3. Semiótica e significação: análise crítica de imagem e de som IV - O declínio da Sociedade de Comunicação de Massas? 1. Novas tecnologias e novos actores na produção de informação 2. Hiper segmentação dos conteúdos 3. Esferas de formação de sentido V - Práticas discursivas no mundo artístico 1. Discurso literário 2. Discurso crítico 3. Discurso curatorial
Processo de Avaliação
Trabalho escrito final individual (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Deacon, D., Pickering, M., Golding, P., Murdock, G. (2007), Researching Communications: A Practical Guide to Methods in Media and Cultural Analysis, Bloomsbury Publishing. Duarte, Isabel Margarida, Pinto, Alexandra Guedes, (2013), Troika, Austeridade, Crise: modalização linguística em artigos de opinião e cartoons na imprensa escrita portuguesa. Redis: revista de estudos do discurso, nº 2, ano 2013, pp. 33-52. Lombard, M., Synder-Duch, J., Bracken, C. C. (2003), ?Content analysis in mass communication: assessment and reporting of intercoder reliability?, Human Communication Research, 29, 469-472. Macedo, Ana Gabriela e Vítor Moura (orgs), (2011), XII COLÓQUIO DE OUTONO VOZES, DISCURSOS E IDENTIDADES EM CONFLITO. Edição do Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho (C) EDIÇÕES HÚMUS. REBELO, José (2006), ?Prolegómenos à narrativa mediática do acontecimento?, in Trajectos, Nºs 8/9, Lisboa, ISCTE/Fim de Século.
Bibliografia Opcional
ARQUEMBOURG-MOREAU, Jocelyne (2003), Le temps des événements médiatiques, Bruxelas, De Boeck /INA. AUSTIN, John Langshaw (1970), Quand dire c?est faire, Paris, Seuil. BABO-LANÇA, Isabel (2006), A Configuração dos Acontecimentos Públicos, Coimbra, MinervaCoimbra BAKHTINE, Mikhaïl (1977), Le marxisme et la philosophie du langage ? essai d?application de la méthode sociologique en linguistique, Paris, Minuit. Berger, A. (1991), Media research techniques, Sage Berger, A. (2010), Media and Communication Research Methods: an Introduction to Qualitative and Quantitative Approaches, Sage.BOURDIEU, Pierre (1982), Ce que parler veut dire ? l?économie des échanges linguistiques, Paris, Fayard, Paris. BRETON, Philippe (2000), La parole manipulée, Paris, La Découverte. CALVET, Louis-Jean (1976), La production révolutionnaire, slogans, affiches, chansons, Paris, Payot. CHARAUDEAU, Patrick (1997), Le discours d?information médiatique, Paris, Nathan/INA. 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L?événement en perspective, Paris, École des Hautes Études en Sciences Sociales. ROMANO, Claude (1998), L?événement et le monde, Paris, PUF. ROSNAY, Joël de (2006), La Revolte du Pronetariat, Paris, Fayard. STIEGLER, Bernard (1996), La technique et le Temps 2. La désorientation, Paris, Galilée. STIEGLER, Bernard (2004), De la misère symbolique 1. L?époque hyperindustrielle, Paris, Galilée. STIEGLER, Bernard (2006), Réenchanter le monde, la valeur esprit contre le populisme industriel, Paris, Flammarion. TENGARRINHA, José (2006), Imprensa e Opinião Pública em Portugal, Coimbra, MinervaCoimbra. Thomas, Catherine (ed.) (2002), The edge of everything. Reflections on curatorial practice, Alberta, The Banff Centre Hansen, A., Cottle, S., Negrine, R., Newboldm, C. (1998), Mass Communication Research Methods, MacMillan.Riffe, D., Lacy, S., Fico, F. (1998), Analysing media messages: Using quantitative content analysis in research, Erlbaum. Selby, K., Cowdery, R. (1995), How to study television, Macmillan.
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Docentes
Jorge Vieira
Departamento de Sociologia
Objectivos
Esta unidade curricular visa a sistematização de paradigmas teóricos e conceitos centrais na análise da comunicação e da mediação via media como fenómenos sociais, culturais, económicos e políticos; reportados a problemáticas e debates contemporâneos no quadro da abordagem interdisciplinar das ciências sociais sobre as realidades contemporâneas da comunicação e dos media.
Programa
1 - Introdução ao estudo da Comunicação e Media - Definições e enquadramentos para uma abordagem científica da comunicação.
2 - Teorias clássicas de media e Comunicação - Teoria hipodérmica - Teoria ligada à abordagem empírico-experimental: persuasão - Teoria que deriva da pesquisa empírica de campo: efeitos limitados - Teoria de base estrutural-funcionalista das comunicações de massa - Teoria crítica dos mass media e indústrias culturais - Teoria culturológica - Cultural Studies - Teorias comunicativas
3 - Media e construção da realidade - Agenda-setting - Newsmaking - Gatekeeping - Framing
4 - Novos media e novos desenvolvimentos teóricos - As teorias da Domesticação das TIC - Digital Divide - Cultura Participativa
Processo de Avaliação
A avaliação de conhecimentos baseia-se num trabalho/teste a entregar no fim do semestre (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
CARDOSO, Gustavo e Rita Espanha, Eds. (2006), Comunicação e Jornalismo na Era da Informação, Campo das Letras, Porto CARDOSO, Gustavo, Rita Espanha e Vera Araújo, eds. (2009), Da Comunicação de Massa à Comunicação em Rede, Porto Editora, Porto GIDDENS (1998), "A Mediação da Experiência", in Modernidade e Identidade Pessoal, Oeiras, Celta J.B.THOMPSON (1995), The Media and Modernity, Cambridge, Polity Press MATTELART (1997), História das Teorias da Comunicação, Lisboa, Campo das Letras McQUAIL, Denis (2003), Teorias da Comunicação de Massa, Lisboa, Fundação Gulbenkian SILVERSTONE, Roger (1999), Why Study The Media?, London, Sage WEBSTER, Frank (Ed.) (2005), The Information Society Reader, London, Routledge WOLF, Mauro (1987), Teorias da Comunicação, Lisboa, Presença
Bibliografia Opcional
BRIGGS, Asa; BURKE, P., A Social History of the Media. From Gutenberg to the Internet. Cambridge, Oxford, Polity Press, 2002 CASTELLS, Manuel, A Sociedade em Rede, Lisboa, Fundação Gulbenkian, 2002 DEACON, David. (et al.), Researching Communication, London, Arnold, 1999 GORMAN, L., MCLEAN, C., Media and Society in the Twentieth Century, Blackwell, 2002 LIEVROUW, L.; LIVINGSTONE, S., (Eds.), Handbook of the New Media, London, Sage, 2002 LIEVROUW, L.; LIVINGSTONE, S., (Eds.), New Media, London, Sage, 2009 MACKAY, H., O'SULLIVAN, T., The Media Reader: Continuity and Transformation, London, Sage, 1999 MATTELART, A., e M., História das Teorias da Comunicação, Lisboa, Campo das Letras, 1997 McHALE, John P., Communicating for change : strategies of social and political advocates, Lanham : Rowman & Littlefield Publishers, 2004 McQUAIL, Denis, Teorias da Comunicação de Massa, Lisboa, Fundação Gulbenkian, 2003 PROULX, S., BRETON, P., A Explosão da Comunicação, Lisboa, Bisâncio, 1997 SILVERSTONE, Roger, Why Study The Media?, London, Sage, 1999 THOMPSON, J., The Media and Modernity. A Social Theory of The Media, Cambridge, Polity Press, 1995. (Los Medios e la Modernidad, Barcelona, Paidós, 1998) WEBSTER, Frank (Ed.), The Information Society Reader , London, Routledge, 2005 WOLF, Mauro, Teorias da Comunicação, Lisboa, Presença, 1995 (1985). WOLTON, D., E Depois da Internet?, Lisboa, Difel, 2000 CALABRESE & SPARKS (Eds.) (2004), Toward a Political Economy of Culture, Rowman and Littlefield; COWHEY & ARONSON (2009), Transforming Global Information and Communication Markets, The MIT Press; CROTEAU & HOYNES (2005), The Business of Media, Pine Forge; CURRAN & GUREVITCH (eds) (2005) Mass Media and Society, Arnold; DOLFSMA & SOETE (eds.) (2006), Understanding the dynamics of a knowledge economy, Edward Elgar; FISHER, Eran (2010), Media and New Capitalism in the Digital Age, Palgrave Macmillan; JENSEN, K. B. (2010), Media Convergence, Routledge; LIEVROUW &. LIVINGSTONE, (Eds.) (2009), New Media, Sage; LASH & LURRY (2007), Global Cultures industry, Polity Press; MANSELL, R.[et al.] (Eds.) (2007), The Oxford Handbook of ICT, Oxford U Press; MATTELART, A., e M. (1997), História das Teorias da Comunicação, Lisboa, Campo das Letras; O'SULLIVAN, T. (et al. Eds.) (PIETERSE, J. (2009), Globalization and culture: global mélange, Rowman & Littlefield;
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Idalina Conde
Departamento de Sociologia
Jorge Vieira
Departamento de Sociologia
Tiago Lapa
Departamento de Sociologia
Objectivos
A unidade curricular Desenho da Pesquisa tem como objetivo principal fornecer aos estudantes de nível de mestrado os instrumentos conceptuais e operativos fundamentais para o desenho de um projeto de pesquisa e/ou intervenção em ciências sociais. Tratando-se de uma unidade curricular comum a vários mestrados ela está desenhada para o cumprimento de um objetivo final: apetrechar os estudantes para a elaboração de um projeto próprio.
Programa
1.A pesquisa como produtora de conhecimento: condições, procedimentos. a.A pesquisa empírica teoricamente orientada. b.A pesquisa social como 'problem solving': diagnósticos, avaliações. c.A ética da investigação nos diferentes tipos de pesquisa. 2.Estratégias metodológicas. a.Estratégias metodológicas e objectivos da pesquisa. b.Pesquisa extensiva: grandes inquéritos e bases de dados estatísticos. Exemplos. c.Pesquisa intensiva: estudos de caso, pesquisa de terreno, observação participante, abordagem etnográfica. Exemplos. d.A investigação acção e a intervenção social. Exemplos. e.Pesquisa comparativa: objectivos e problemas da comparação. Exemplos. f.Os 'métodos combinados'. Exemplos. 3.Como desenhar um projecto de pesquisa e/ou intervenção. a.Formulação do problema e definição de objetivos. b.Conceptualização. c.Operacionalização e observação. d.Redação do projeto.
Processo de Avaliação
A avaliação implica por parte dos estudantes as seguintes modalidades de trabalho pessoal: - Participação nas aulas e leitura cuidadosa da bibliografia de trabalho (15%); - Apresentação sintética em aula do seu projeto (20%); - Elaboração de um projeto de pesquisa e/ou intervenção - trabalho escrito final (individual) (65%).
A avaliação desta UC não contempla a realização de exame escrito final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Babbie,Earl,(1989),The Practice of Social Research, Belmont, California Wadsworth Publishing Comp.;Blaikie,N.(2007),Approaches to social enquiry:advancing knowledge,Cambridge,Polity Press;Bryman,Alan(2012)Social Research Methods,Oxford,OUP; Capucha,Luís(2008,Planeamento e Avaliação de Projectos,Guião Prático,Lisboa, DGIDC/ME;Creswell,John W.(2003,Research design: qualitative, quantitative,and mixed methods approaches,Thousand Oaks,Sage;Oyen,Else(1990,Comparative Methodology.Theory and practice in international social research, London, Sage; Della Porta, Donatella e M. Keating(eds.)(2008)Approaches and Methodologies in the Social Sciences.A Pluralist Perspective,Cambridge,Cambridge University Press;Ragin, Charles (1994), Constructing Social Research.The Unity and Diversity of Method, Thousand Oaks,Pine Forge; Silverman, David (ed.)(2011)Qualitative Research, London, Sage; King,G.,Keohane, R,Verba, S.(1994),Designing Social Inquiry, Princeton,Princeton University Press;
Bibliografia Opcional
Aguilar, Maria José e & Ander-Egg, Ezequiel, (1995) Avaliação de serviço e programas sociais. 2ª ed. Petrópolis, Vozes. Beckett, Chris (2010), Assessment and intervention in social work, Sage Publications, London. Blanchet, A. et. al., (1985), L'entretien dans les Sciences Sociales, Paris, Dunod. Booth, Wayne C., Gregory G. Colomb e Joseph M. Williams (2003), The Craft of Research, Chicago, The University of Chicago Press. Bourdieu, Pierre. (1997), "Compreender" in Bourdieu, Pierre (Org.). A miséria do mundo. Petrópolis: Vozes, p. 693-713. Brady, Henry E. and David Collier (2004), Rethinking Social Inquiry: Diverse Tools Shared Standards, Lanham, Rowman & Littlefield Publishers. Brannen, Julia (2005), Mixed methods research: a discussion paper, Economic & Social Research Council, National Centre for Research Methods. URL: http://eprints.ncrm.ac.uk/89/1/MethodsReviewPaperNCRM-005.pdf Bryman Alan (2007), "Barriers to integrating quantitative and qualitative research" Journal of Mixed Methods Research, 1, pp.8-22. Burgess, Robert, (2001) A pesquisa de terreno, Oeiras, Celta Editora Capucha, Luís e Paulo Pedroso (1996) (orgs.), Sociologia Problemas e Práticas, nº 22 (Número especial sobre metodologias de avaliação). Carvalho, Helena (2004), Análise Multivariada de Dados Qualitativos, Lisboa, Sílabo. Comissão Europeia (1993), Gestão do ciclo de projecto: abordagem integrada e quadro lógico, Métodos e instrumentos para a gestão do ciclo de projecto, n.º 1, Luxemburgo. Costa, António Firmino da (1986), "Pesquisa de terreno em sociologia" in, J.Madureira Pinto e A. S. Silva (orgs.), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Edições Afrontamento. Dogan, Mattei, e Dominique Pelassy (1990, 1984), How to Compare Nations. Strategies in Comparative Politics, New Jersey, Chatham House Publishers. European Institute of Public Administration (2004), Improving an organization through self-assessment? common assessment framework, Maastricht, European Institute of Public Administration Evera, Stephen van (1997), Guide to Methods of Students of Political Science, Ithaca, Cornell University Press. Field, Andy (2005), Discovering Statistics Using SPSS, London Sage Publications. Gauthier, Benoît (2003), Investigação Social: da problemática à colheita de dados, Loures, Ed Lusociência. Ghiglione, Rodolphe e Benjamin Matalon (1992) O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora.; Giddens, Anthony (2004),"Métodos de Investigação em Sociologia", em Sociologia (4ª edição, revista e actualizada), Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, pp. 2-19; pp. 641-663. Jensen, Klaus B. (Org.) (2012) A Handbook of Media and Communication Research. Londres e Nova Iorque: Routledge, 2ª Edição. Kaufmann, Jean-Claude, (1996), L'entretien compréhensif, Paris, Nathan. Landman, Todd (2003), Issues and Methods in Comparative Politics. An Introduction, Londres, Routledge. Maxwell,Joseph A. (2008) Qualitative Research Design: an Interactive Approach, Thousand Oaks, Sage; McLaughlin, Hugh (2007), Understanding social work research, London, Sage. Pais, José Machado (2003 [2001]) Ganchos, Tachos e Biscates. Jovens,Trabalho e Futuro, Porto, Âmbar Peters, Guy B. (1998), Comparative Politics. Theory and Methods, New York, New York University Press. Quivy, R.,L. Champenhoud,(2003), Manual de Investigação em Ciências Sociais, Lisboa, Gradiva. Ragin, Charles C. (1987) The Comparative Method: Moving Beyond Qualitative and Quantitative Strategies, Berkeley/Los Angeles/London, University of California Press. Sartori, G. e Leonardo Morlino (1991) La Comparación en las Ciencias Sociales, Madrid, Alianza Editorial Schiefer, Ulrich, et al. (2007), Método aplicado de planeamento e Avaliação. Manual de Planeamento e Avaliação de Projectos. Estoril. Editora Principia. Scott, J. (1990) A Matter of Record: Documentary Sources in Social Research, Cambridge, Polity Press. Shaw, Ian; Gould Nick (2001) Qualitative Research in Social Work, 2nd edition London, Sage Publications. Silva, Augusto Santos e J. Madureira Pinto, (1986) (Org), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Edições Afrontamento; Thompson, Neil (2009) Understanding social work, 3rd ed. Basingstoke, Palgrave Macmillan. Turner, Francis J. (2005). Social Work Diagnosis in Contemporary Practice. New York , Oxford. University Press. Turner, Jonathan (2005) "A new approach for theoretically integrating micro and macro analysis", in Craig Calhoun, C. Rojek,B. Turner (Ed.) , The Sage Handbook of Sociology, London, Sage Publications Whyte, William Foote (ed.) (1991), Participatory Action Research, Sage. Wilson, Kate e al.). (2008), Social Work. An introduction to contemporary practice. Harlow, Pearson Longman, (p. 235-295).
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Docentes
Gustavo Leitão Cardoso
Departamento de Sociologia
Objectivos
Os participantes do seminário debaterão, pesquisarão e promoverão conhecimentos nas seguintes dimensões: - Estudos e Pesquisa de Internet Mundial. - redes sociais online e redes de culturas de pertença. -O debate sobre novos media e media tradicionais: a transformação das paisagens mediáticas -Media, culturas e gerações: cultura móvel; novas práticas sociais; Novas práticas de comunicação; Linguagem e interação; Comunidade e identidade; Espaço e lugares. -Media e dispositivos móveis: Internet móvel; Televisão móvel; Música móvel; Jogos para celular; Papel eletrônico móvel; redes sociais. -Televisão e cultura na era digital -Impactos da Internet no consumo e produção cultural; -Internet, Religião e Comunidades Espirituais- Internet Transnacionalismo e Mobilidades
Programa
Ao focar teorias, abordagens e conceitos multidisciplinares sobre a Internet e dinâmicas sociais, e monitorando os diversos objetivos mencionados na seção anterior, o conteúdo da unidade expressa os objetivos do curso.
Processo de Avaliação
A avaliação terá dois momentos essenciais, através da realização de uma apresentação de um texto em aula (artigo de revista científica ou um livro ou capítulo de um autor de referência - 40% da nota final) e um trabalho final apresentação de um ensaio crítico e argumentado de um ponto do programa (60% da nota final).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Berker, T, Hartmann, M., Punie, Y and Ward, K. (Eds) (2005) Domestication of Media and Technologies, Open University Press; Buckingham D. and R. Willett, Digital Generations (Eds) (2006) Digital Generations, Erlbaum; Castells, M. (2001), Internet Galaxy, OUP, Oxford. Haddon, L. (2004) Information and Communication Technologies in Everyday Life: A Concise Introduction and Research Guide, Berg; Ito, M. (2010) Hanging Out, Messing Around and Geeking Out: Kids Living and Learning with New Media, MIT Press, Cambridge, MA; Ito, M., Matsuda, M. & Okabe, D. (Eds) (2005) Personal, Portable, Pedestrian, Mobile Phones in Japanese Life, MIT Press; Ling, R. (2004) The Mobile Connection: The Cell Phone's Impact on Society, Morgan Kaufmann;
Bibliografia Opcional
Van Dijk, J. (2005) The Deepening Divide: Inequality in the Information Society, Sage, London; Wellman, B. & Haythornthwaite, C. (Eds) (2002) The Internet in Everyday Life, Oxford University Press; Bakardjieva, M. (2005) Internet Society, Sage;
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Pedro Pereira Neto
Departamento de Sociologia
Objectivos
Considerando o lugar da opinião pública na vida política e na democracia contemporâneas, visa-se a elucidação do papel dos media e de diferentes modalidades de comunicação pública via media (mass mediada e em rede) em diversas vertentes da vida pública; das respectivas repercussões em termos de participação, deliberação, legitimidade e eficácia da acção cívica e política. Combinam-se vertentes de problematização, análise e aplicação: estudo de teorias sobre opinião, pública, comunicação política e media; análise de estudos e pesquisas ?exemplares?; discussão de aspectos específicos aplicados, nomeadamente, sobre as sondagens de opinião.
Programa
O programa desta disciplina combina planos de informação e debate teórico, análise de pesquisas ilustrativas de abordagens e problemáticas concretas, o aprofundamento de temáticas específicas, como seguidamente se detalha. 1 ? Informação e debate de abordagens teóricas de referência sobre opinião pública, comunicação política e media. 2 ? Apresentação e debate em aula de textos e estudos aplicados em áreas específicas de diferentes domínios relacionados com comunicação, opinião pública e media, nomeadamente: comunicação política e campanhas eleitorais; justiça e crime; ambiente e clima; economia e crise; saúde e doença; ciência e tecnologia; migrações e etnicidades; segurança rodoviária; e respectivo tratamento pelos media. 3 ? Aprofundamento da temática sondagens de opinião, seu lugar, questões específicas que colocam, articulação com os media, o sentido que assumem como vector de comunicação pública e acção cívica e política.
Processo de Avaliação
A avaliação de conhecimentos baseia-se na apreciação da intervenção nas diferentes sessões e do trabalho a entregar no fim do semestre.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BOYCE & LEWIS (2009), Climate Change and the Media, Peter Lang; COTTLE, S. (2008), Global Crisis Reporting , Open U Press; FLYNN, J. et al (2001), Risk, Media and Stigma: Understanding Public Challenges to Modern Science and Technology, Earthscan; GREGORY & MILLER (2000), Science in Public, Basic Books; HAMILTON, J. (2004) JAMES T., How the Market Transforms Information into News, Princeton U Press; HANSEN, A. (2010), Environment, Media and Communication, Routledge; HOUGH & ROBERTS (2005), Understanding Public Attitudes to Criminal Justice, Open U Press; LEWIS, J. LOUW, E. (2005), The Media and Political Process, Sage; MOELLER, S. (1999), Compassion fatigue: How the media sell disease, famine, war and death, Routledge; NORRIS, P. (2003), Electoral Engineering, Cambridge U Press; SEALE, C. (2003) Media and Health, Sage; TRENT & FRIEDENBERG (2003), Political Campaign Communication, Rowman & Littlefield; WOOD & GANNON (2008), Public Opinion and Criminal Justice, Willan.
Bibliografia Opcional
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Docentes
Susana de Carvalho Spínola
Departamento de Sociologia
Objectivos
É finalidade desta u.c. contribuir para um aprofundamento de competências no que concerne ao conhecimento e reflexão das noções de espaço público, político e de media numa dimensão europeia e nacional, quer através de uma apresentação do espaço do continente europeu como espaço de intervenção dos media, abordando num primeiro momento a Europa nas suas várias dimensões, para de seguida contextualizar esta intervenção em termos de políticas europeias e nacionais para os media. Finalmente, aprofundar a regulação dos media e seus quadros jurídicos.
Programa
1. O espaço do continente europeu nas suas várias dimensões políticas: a EU, o Conselho da Europa, o Espaço Schengen, o Espaço Económico Europeu. 2. A política europeia para os media 3. A política e regulação dos media em Portugal
Processo de Avaliação
a) Avaliação contínua A nota final será o resultado ponderado da avaliação do docente (50%), da auto-avaliação (25%) e da avaliação pelos pares (25%).
b) Avaliação em Época Especial Na época espacial os estudantes serão avaliados mediante a entrega de um artigo científico / ensaio. O âmbito do ensaio deverá respeitar o âmbito da u.c. e as regras determinadas para a apresentação escrita.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Center for Media Pluralism and Media Freedom (2013) European Union Competencies in Respect of Media Pluralism and Media Freedom. RSCAS Policy Papers. Disponível em: Dahan, N.M. (2009) "The four Ps of corporate political activity: a framework for environmental analysis and political action", in Journal of Public Affairs, 9 (2 ), pp. 111-123 Dondels, Karen, Pauwels, Caroline, Loisen, Jan (ed.) (2014) The Palgrave Hanbook of Europena Media Policy. de Bussy N.M., Kelly, L. (2009) Stakeholders, Politics and Power. Towards and understanding of stakeholder identification and salience in government. Journal of Communication Management. Harrisson, Jackie, Wessels, Bridgette (ed.) (2009) Mediating Europe: New Media, Mass Communications, and the European Public Sphere. Oxford: Berghahn Books. Jensen, Inger (2001) "Public relations and emerging functions of the public sphere: An analytical framework", Journal of Communication Management, Vol. 6 Iss: 2, pp.133 - 147
Bibliografia Opcional
L'Etang, J. (2009) Public Affairs and the Public Sphere in Public Relations - Concepts, Practice and Critique.Sage. p.96 Sousa, Helena, Trützschler, Wolfgang, Fidalgo, Joaquim e Lameiras, Mariana (2013) Media Regulators in Europe: A Cross-Country Comparative Analysis, CECS - Communication and Society Research Centre, Universidade do Minho Barzanti, Fabrizio (2012) Governing the European audiovisual space: what modes of governance can facilitate a european approach to media pluralism? Robert Schuman Center for Advanced Studies. The Center for Media Pluralism and Media Freedom. Disponível em: http://cadmus.eui.eu/bitstream/handle/1814/23914/RSCAS_2012_49.pdf?sequence=1&isAllowed=y União Europeia, DIRECTIVA 2010/13/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 10 de Março de 2010, relativa à coordenação de certas disposições legislativas, regulamentares e administrativas dos Estados-Membros respeitantes à oferta de serviços de comunicação social audiovisual (Directiva «Serviços de Comunicação Social Audiovisual»)
Some links Mediamonitor: http://www.mediamonitor.pt/ ERC: http://www.erc.pt/ European Audiovisual Observatory: http://www.obs.coe.int/ Center for Media Pluralism and Media Freedom: http://cmpf.eui.eu/Home.aspx
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Susana Santos
Departamento de Sociologia
Objectivos
O objectivo desta disciplina é o de promover o estudo da relação entre os processos de informação e comunicação e a vida cívica e política. Pretende-se analisar diferentes vertentes da comunicação e mediação via media na sua articulação com a política, a democracia e a cidadania. Procede-se a uma revisão crítica de aspectos relevantes da teoria e pesquisa, numa abordagem orientada para reforçar conhecimento teórico, elucidar questões contemporâneas, desenvolver competências de análise e reflexão próprias; que capacitem para realização de trabalho científico, promovam aptidão cidadã, habilitem oportunidades de intervenção social, cívica e política informada.
Programa
O conteúdo desta disciplina combina planos de informação teórica, elucidação e sistematização conceptual e problematização de tendências contemporâneas dos domínios a que reporta, em torno dos seguintes planos. 1 ? Delineamento conceptual e prospecção das questões que resultam da articulação entre modalidades da comunicação e da informação e entendimentos da política e da democracia. 2 ? Aprofundamento de temáticas específicas dos pólos comunicação e política e da respectiva relação, de que se exemplificam, entre outras: épocas e tendências contemporâneas da comunicação política; comunicação, poder e política; media e conhecimento público; media, democracia e cidadania; política, emoção e razão; comunicação política, imagem e substância; informação, espectáculo e entretenimento; jornalismo e spin doctoring; comunicação em rede e deliberação política; internet, comunicações móveis e cidadania;
Processo de Avaliação
A avaliação de conhecimentos baseia-se na apreciação da intervenção nas diferentes sessões e do trabalho a entregar no fim do semestre.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BARREIROS, J.J. (2010) Públicos, Media e Vida Pública, Lisboa, ISCTE-IUL, tese de doutoramento BENNETT & ENTMAN (Eds)(2001) Mediated Politics, Cambridge U Press BLUMLER & KAVANAGH (1999)?The Third Age of Political Communication? Political Communication, 16:209?230 CASTELLS,M. (2009) Communication Power, Oxford U Press Cardoso, G., Santos, S. & Telo, D. (2016). Jornalismo em tempos de crise. Lisboa. Mundos Sociais. COLEMAN & BLUMLER (2009) The Internet and Democratic Citizenship, Cambridge U Press DAHLGREN,P. (2009) Media and political engagement, Cambridge U Press
LILLEKER,G. (2006) Key Concepts in Political Communication, Sage MARCUS,G. (2002) Emotion in democratic politics, Pennsylvania U Press STOCKWELL,S. (2005) Political Campaign Strategy, Australian Scholarly Publishing; CAMPBELL & KWAK (2010) ?Mobile Communication and Civic Life?, Journal of Communic., Vol 60:3
Bibliografia Opcional
Calhoun, Craig (1992), Habermas and the public sphere, Cambridge, The MIT Press. Correia, João Carlos (2004), Comunicação e cidadania - Os media e a fragmentação do espaço público nas sociedades pluralistas, Lisboa, Livros Horizonte. Esteves, João Pissarra (2005), O Espaço Público e os Media. Sobre a Comunicação entre Normatividade e Facticidade, Lisboa, Edições Colibri, FCSH-UNL. Garcia, José Luís (2002), "O fogo e a cultura pan-mediática contemporânea", Media & Jornalismo, 1, pp.129-139 Gingras, Anne-Marie e Jean Pierre Carrier (1996), "Public Opinion: Construction and Persuasion", Canadian Journal of Communication, 21 (4). Habermas, Jürgen (1989 [1962]), The Structural Transformation of the Public Sphere. An Inquiry into a Category of Bourgeois Society, Cambridge, Polity Press. Habermas, Jürgen (2006), "Political Communication in Media Society - Does Democracy still enjoy an epistemic dimension? The impact of normative theory on empirical research", Communication Theory, 16(4), pp. 411-426. HRDINOVÁ,Jana et al (2010) ?Designing social media policy for government? Center for Technology in Government, State University of New York McQuail, Denis (1998), "Commercialization and beyond", em Denis McQuail and Karen Siune (eds), Media Policy. Convergence, concentration and commerce. Euromedia research group. London, Thousand Oaks, New Delhi, Sage Publications. McQuail, Denis (2000), Mass Communication theory, 4th edition, London, Thousand Oaks, New Delhi, Sage Publications. NEGRINE & STANYER (Eds.) (2007)The Political Communication Reader, Rout Santos, S. & Bicho, C. (2016). Eleições autárquicas 2.0: análise das estratégias de comunicação online de candidatos, partidos e movimentos independentes. Sociologia, Problemas e Práticas. 81, 189-210.
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Docentes
José Pedro Dionísio
Departamento de Marketing, Operações e Gestão Geral
Objectivos
O objectivo central da unidade curricular Comunicação Pública e Marketing Político centra-se na compreensão do papel da comunicação política em geral e do marketing político, em especial, no processo de preparação, implementação e avaliação de decisões políticas e no processo de competição dos agentes políticos pelo poder. A unidade curricular visa a aquisição de competências no domínio de: (i) ferramentas teóricas necessárias à compreensão dos mecanismos de competição política com recurso a técnicas de marketing e de comunicação; (ii) instrumentos metodológicos com vista à aplicação de ambas as ferramentas a situações em que se concretiza a acção política corrente dos agentes políticos.
Programa
1. PAPEL E IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO POLÍTICA - Persuasão, propaganda política e marketing político - A perspectiva sistémica da persuasão política - A persuasão, os subsistemas e as entradas do sistema político - A persuasão, o funcionamento e a selecção das entradas no sistema político - A persuasão e as saídas do sistema político - Sondagens, comunicação política e democracia
2. MÉTODOS DE MARKETING POLÍTICO - Definição de objectivos - Segmentação - Posicionamento - Evolução do marketing político - Análise do mercado político
3. O MARKETING E A COMUNICAÇÃO ELEITORAL - Comunicação e política: a mediapolítica e a agenda pública - Institucionalização do marketing político na acção política corrente - Elementos de comunicação eleitoral - O poder dos cidadãos: a decisão de voto - O poder dos media: a decisão da noticiabilidade da temática eleitoral
Processo de Avaliação
A avaliação tem em conta os seguintes parâmetros e respectivo peso na classificação final: (i) assiduidade e participação de qualidade nas aulas - envolvimento na disciplina, capacidade de trabalho, de crítica e de auto-crítica e o cumprimento atempado das tarefas (25%); (ii) apresentação em aula de um trabalho de grupo a partir de um relatório empírico com dados sobre temas estudados na disciplina (35%); (iii) elaboração de uma recensão crítica de obras seleccionadas pelo aluno e previamente aprovadas pelo docente (40%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BENNETT,L e ENTMAN, R.M. (2001) Mediated Politics: Communication in the Future of Democracy. Cambridge: Cambridge University Press. ESPÍRITO SANTO, P.(2006) Sociologia Política e Eleitoral. Lisboa: Universidade Técnica de Lisboa. ESSER, F.e PFETSCH, B.(Eds.) (2004) Comparing Political Communication.Theories, Cases and Challenges.Cambridge: Cambridge University Press. FARELO LOPES, F. e FREIRE, A.(2002) Partidos Políticos e Sistemas Eleitorais. Oeiras Celta Editora. HOWARD, P.N.(2006) New Media Campaigns and the Managed Citizen. Cambridge University Press. LOUW, E. (2005) The Media and Political Process. London: Sage Publications. NORRIS, P. (2000) A Virtuous Circle: Political Communications in Postindustrial Societies. Cambridge: Cambridge University Press. PATTERSON, T. (2001) The American Democracy. NY: McGraw-Hill. SERRANO, E. (2006) Jornalismo Político em Portugal (1976-2001). Lisboa : Edições Colibri. STANYER, J. (2007) Modern Political Communication. Oxford: Polity Press.
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
António Alexandre Melo
Departamento de Sociologia
Emanuel Cameira
Departamento de Sociologia
Objectivos
A unidade curricular de Globalização, Arte e Cultura tem como objectivo principal introduzir os estudantes de 2º ciclo às discussões centrais sobre a modernidade e as suas dimensões culturais, numa perspectiva integrada com outras dimensões institucionais, centrando a análise nas práticas culturais e artísticas. Neste sentido, dá-se particular relevo ao impacto dos processos da globalização na cultura e na arte, numa perspectiva crítica transnacional. Identificam-se, assim, os poderes e contra-poderes, bem como as formas institucionais e práticas sociais que se exprimem no espaço cultural e artístico, aferindo-se o papel das tecnologias de informação e comunicação na renovação dos processos de produção, circulação e recepção de objectos de arte e de cultura.
Programa
1. Modernidades e Globalização: dinâmicas culturais 1.1. Modernidade, complexificação e individualização 1.2. Os paradoxos da globalização cultural 1.3. Dos processos globais à singularização das estratégias culturais 2. O Espaço da Arte: a complexificação sistémica 2.1. Arte e artistas: autonomização, configurações e processos de regulação 2.2. Práticas artísticas e processos de mediação e recepção: multipolaridades, redes e interdependências 2.3. Novas centralidades e novas margens: hibridez, fragmentação, instabilidade e singularidade
Processo de Avaliação
A classificação final resulta da avaliação do ensaio escrito individual e da assiduidade e participação dos alunos. Em caso de insucesso ou de não cumprimento dos requisitos de trabalho pessoal referidos os alunos podem recorrer ao exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
APPADURAI, Arjun (2004), Dimensões Culturais da Globalização: A modernidade sem peias, Lisboa: Teorema. LIPOVETSKI, Gilles & Hervé JUVIN (2011), O Ocidente Mundializado: controvérsia sobre a cultura planetária, Lisboa: Edições 70. MELO, Alexandre (2001), Arte, Lisboa: Quimera. MELO, Alexandre (2002), Globalização Cultural, Lisboa: Quimera.
Bibliografia Opcional
BIBLIOGRAFIA DE TRABALHO Appadurai, Arjun (2004), Dimensões culturais da globalização: A modernidade sem peias, Lisboa, Teorema.
APPADURAI, Arjun (ed.) ( 2001 ) ; "Globalization" ; Durham e Londres, Duke.
Barrento, João (2001), "Que significa "moderno"?", in A espiral vertiginosa - ensaios sobre a cultura contemporânea, Lisboa, Cotovia, pp. 11-45.
Bauman, Zygmunt (2000), Liquid Modernity, Cambridge, Polity Press
BELTING, Hans ; Buddenensieg, Andrea ; Weibel, Peter (ed.) ( 2013 ) , "The Global Contemporary and the Rise of New Art Worlds" ; Karlsruhe , ZKM / Cambridge e Londres, MIT.
Calinescu, Matei (1999), As 5 faces da Modernidade, Lisboa, Vega.
Castells, Manuel (2002), A Era da Informação - Vol. I: A sociedade em rede, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.
Featherstone, Mike (1991), Consumer Culture and Postmodernism, London, Sage.
Giddens, Anthony (1994), Modernidade e Identidade Pessoal, Oeiras, Celta Editora.
Giddens, Anthony (2000), O Mundo na Era da Globalização, Lisboa, Editorial Presença.
Hall, Stuart (2004), A identidade cultural na pós-modernidade, Rio de Janeiro, DP & A Editora.
HARRIS, Jonathan (ed.) ( 2011 ) , Globalization and Contemporary Art ; Wiley-Blackwell.
Lipovetsky, Gilles (1988), A Era do Vazio: ensaio sobre o individualismo contemporâneo, Lisboa, Relógio D'Água.
Lipovetsky, Gilles e Serroy, Jean (2010), A Cultura-Mundo : resposta a uma sociedade desorientada, Lisboa, Edições 70.
Lyotard, Jean-François (1989), A condição pós-moderna, Lisboa, Gradiva.
Melo, Alexandre (2002), Globalização Cultural, Lisboa, Quimera Editores.
MELO; Alexandre (2012), "Sistema da Arte Contemporânea" ; Lisboa, Documenta. MELO, Alexandre (2016); "Arte e Poder na Era Global" (2016) ; Lisboa, Documenta.
MENEGUZZO, Marco (2012) ; "Breve Storia della Globalizzazione in arte (e delle sue conseguenze)" ; Johan & Levi.
PIETERSE, Jan Nederveen (2009) ; "Globalization and Culture", Rowman & Littlefield.
ROBERTSON, Roland ( 1992 ) ; "Globalization : Social Theory and Global Culture"; Londres, Thousand Oaks e Nova Deli, Sage. SMITH, Terry ; Enwezor, Okwui ; Condee, Nancy ( 2008 ) ; "Antinomies of Art : Modernity, Postmodernity, Contemporaneity " ; Durham e Londres, Duke.
TOMLINSON, John (1999) ; "Globalization and Culture" ; Polity Press.
Wallerstein, Immanuel (1990-1994), O sistema mundial moderno, Porto, Edições Afrontamento. Waters, Malcolm (1999), Globalização, Oeiras, Celta Editora.
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Docentes
António Alexandre Melo
Departamento de Sociologia
Objectivos
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Programa
1. Organizações: Formatos, equipas e culturas organizacionais Logística, programações e projetos Estratégias, poder e liderança 2. Recursos: Políticas e financiamentos (públicos e privados) Fundraising, patrocínio e mecenato Mercados: de assistidos a empresariais 3. Profissionais: Perfis, carreiras e culturas profissionais Recrutamento, remuneração, formação e mobilidade Emprego e mercados de trabalho no espaço cultural
Processo de Avaliação
A avaliação é constituída por um trabalho individual até 10 páginas a entregar no final do semestre sobre um dos temas indicados pelo docente.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
AA.VV. (2006) The economy of culture in Europe, relatório KEA European Affaires, Comissão Europeia. Disponível em: http://ec.europa.eu/culture/eac/sources_info/studies/economy_en.html AA.VV.(2006) Contribuição para a formulação de políticas públicas no Horizonte 2013 relativas ao tema Cultura, Identidades e Património, Relatório Final, Observatório das Atividades Culturais/Instituto de Ciências Sociais (documento PDF em www.oac.pt) CONDE, Idalina (2008) “Contrasting narratives: art and culture in the public sphere” (http://www.cies.iscte.pt/destaques/documents/CIES-WP56_Conde_003.pdf) CONDE, Idalina (2010) “Arte, Cultura e Criatividade: diferentes narrativas”, in Maria de Lourdes Lima dos Santos and José Machado Pais (org) Novos trilhos culturais: políticas e práticas, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais/ICS. CONDE, Idalina (2008), «Criatividade: sentidos possíveis» , Workshops de Investigação CIES , Lisboa, ISCTE-IUL David Hesmondhalgh (2002), The cultural industries, Londres, Sage
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Jorge Barreto Xavier
Departamento de Sociologia
Objectivos
Este módulo é uma introdução aos fundamentos das práticas de gestão aplicadas às indústrias culturais e criativas. O módulo integra uma abordagem multidisciplinar para compreender questões empresariais e os alunos deverão incluir essas disciplinas na resolução de problemas empresariais. Especificamente, os objectivos do módulo são: 1. Equipar os estudantes com as habilidades e conhecimentos necessários para ser um gestor ou empresário eficaz; 2. Aplicar teorias relevantes e princípios de gestão para a prática empresarial; 3. Analisar práticas de gestão dentro de um contexto económico e político mais amplo; 4. Desenvolver uma abordagem multidisciplinar e integrada para a resolução de problemas; 5. Explorar a prática empresarial em diferentes contextos culturais e ambientes de trabalho; 6. Desenvolver a capacidade de definir e avaliar questões de gestão estratégica no sector cultural e criativo.
Programa
Este módulo introduz os fundamentos das práticas de gestão aplicadas às indústrias culturais e criativas (cultural and creative industries - C & CI). O módulo integra uma abordagem multidisciplinar para compreender questões empresariais e os alunos deverão incluir essas disciplinas na resolução de problemas empresariais. Os seguintes temas serão abordados em dez sessões: • Contexto político empresarial • O papel do gestor nas C & CI • O planeamento estratégico em C & CI • Entender o mercado • O planeamento financeiro • Patrocínio / angariação de fundos / subsídios • Princípios de marketing e RP • Direito Empresarial / direitos de propriedade intelectual • As TIC e os métodos quantitativos na C & CI • Planeamento Empresarial • Medição de qualidade e desempenho • Gestão de projetos e avaliação de riscos.
Processo de Avaliação
Para avaliação os alunos deverão preparar um plano empresarial de uma organização, actividade, ou novo empreendimento no sector cultural / criativo. Os alunos farão uma apresentação oral do seu plano que será depois concretizado sob a forma de relatório.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Burns, P. (2001) Entrepreneurship and Small Business. Basingstoke. Palgrave. Byrnes, W. J. (2003) Management and the Arts. USA. Elsevier Science. Carter, S. & Jones-Evans (2000) Enterprise and Small Business. Harlow. FT Prentice Hall. Chong, D. (2002) Arts Management. London. Routledge. Crane, D., Kawashima, N. & Kawasaki, K. (eds) (2002) Global Culture: Media, Arts Policy and Globalisation. London. Routledge. Finley, P.N. (2000) Strategic Management: an introduction to business and corporate strategy. Harlow. Financial Times/Prentice Hall Fitzgibbon, M. & Kelly, A. (eds) (1997) From Maestro to Manager. Critical Issues in Arts and Culture Management. Dublin. Oak Tree Press. Hill, L., O'Sullivan, C. & O'Sullivan, T. (2003) Creative Arts Marketing. London. Butterworth Heinemann.
Bibliografia Opcional
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Docentes
José Soares Neves
Departamento de Sociologia
Objectivos
Dotar os alunos de ferramentas teóricas, concetuais e metodológicas apropriados ao estudo da recepção e dos públicos no sistema cultural e artístico.
Programa
1. Da tirania do autor à «obra aberta». 2. Uma perspetiva de síntese (Umberto Eco): a tríade dialética da circulação de sentido: autor, obra e recetor . 3. O horizonte de expectativa: «arte culinária» e «desvio estético» (H. R. Jauss). 4. Os desencontros entre obras e públicos e o iconoclasmo contemporâneo. 5. Públicos e contra-públicos. 6. Modos de relação com a cultura.
Processo de Avaliação
A avaliação constará de uma apresentação oral (30%) e de um trabalho final individual (70%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-AAVV (2004), Públicos da Cultura, Lisboa, OAC. -CRANE, Diana (1992), The Production of Culture. Media and the urban Arts, Newbury Park, Sage -DONNAT, Olivier (1994), Les Français face à la Culture. De l?exclusion à l?éclectisme, Paris, la Découverte -ECO, Umberto (1989), Obra Aberta, Lisboa, Difel -FEATHERSTONE, Mike (1996), Consumer Culture &Postmodernism, London, Sage -FORTUNA, Carlos e SILVA, Augusto S. (orgs.), (2002) Projeto e Circunstância. Culturas urbanas em Portugal, Porto, Afrontamento -JAUSS, H.R. (1990), Pour une Esthétique de la Réception, Paris, Gallimard -LOPES, João Teixeira (2000), A Cidade e a Cultura, Porto, Afrontamento -MANTECÓN, Ana Rosas (2009), "O que é o público?", Poiésis, 14, pp. 175-215. -SANTOS, Maria de Lourdes Lima dos (2012), Sociologia da Cultura. Perfil de Uma Carreira, Lisboa, ICS. -WARNER, Michael (2002), "Publics and Counterpublics", Public Culture, 14(1), pp. 49-90.
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Jorge Vieira
Departamento de Sociologia
Objectivos
Esta UC está estruturada em torno da investigação académica sobre os fãs de cultura popular, sobretudo de forma mediada.
Pretende-se tomar o fandom enquanto fenómeno contemporâneo especialmente pertinente para olhar, não só para práticas de consumos culturais, mas também para práticas de produção assentes numa cultura participativa.
Se por um lado são apresentados os contributos dos estudos de fãs para as teorias da cultura e dos media e comunicação, por outro, alarga-se o olhar para além dos estudos de fãs incorporando ensinamentos da sociologia e estudos da cultura, à sociologia dos media e comunicação em particular.
Programa
Esta UC aborda os estudos de fãs desdobrando o percurso pedagógico sobre várias dimensões constitutivas.
P1: Propostas de definição da categoria "fã"
P2: Os fãs no senso comum e nos media e os processos de construção social
P3: As influências e génese dos estudos de fãs. Um estado da arte dos estudos de fãs P4: O gosto e a distinção social
P5: Do consumo performativo à participação e produção dos fãs
P6: Limites epistemológicos às visões triunfalistas da cultura participativa. O perigo do determinismo tecnológico. As desigualdades sociais e digitais.
Processo de Avaliação
Participação/assiduidade com peso de 10% na nota final.
Trabalho individual escrito com peso de 90%. O tempo total necessário para o trabalho é estimado em cerca de 20 horas.
Os alunos devem escrever um trabalho de 10 páginas, de acordo com enunciado facultado pelo docente.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bennett, Lucy & Paul Booth (2016) Seeing Fans: Representations of Fandom in Media and Popular Culture, Londres, Bloomsbury Bourdieu, Pierre (2010) A Distinção. Uma Crítica Social da Faculdade do Juízo, Lisboa: Edições 70 Duffett, Mark (2013) Understanding Fandom. Londres: Bloomsbury Academic Gray, Jonathan A; Cornel, Sandvoss & Harrington, C. Lee (eds.) (2007) Fandom: Identities and Communities in a Mediated World, Nova Iorque: New York University Press Hills, Matt (2002) Fan Cultures. Nova Iorque: Routledge Jenkins, Henry (1992) Textual Poachers: television fans and participatory culture. Nova Iorque: Routledge Larsen, Katherine & Zubernis, Lynn (2013) Fan Culture. Theory/Practice. Cambridge: Cambridge Lewis, Lisa A. (org) (1992) Adoring audience: fan culture and popular media. Nova Iorque: Routledge Sandvoss, Cornel (2005) Fans: the mirror of consumption. Cambridge: Polity Press
Bibliografia Opcional
Abercrombie, N. & Longhurst, Brian (1998) Audiences: A sociological theory of performance and imagination. Londres: Sage.
Amesley, Cassandra (1989) "How to Watch Star Trek." Cultural Studies 3.3: 323-339.
Aranda, Daniel; Jordi Sánchez-Navarro & Antoni Roig Fanáticos (eds.) (2013) Fanáticos. La cultura fan. Barcelona, UOC Press
Bickerdike, Jennifer Otter (2015) The Secular Religion of Fandom. Pop Culture Pilgrim, Londres, Sage
Busse, Kristina & Gray, Jonathan "Fan Cultures and Fan Communities" in Nightingale, Virginia (ed.) (2011) The Handbook of Media Audiences, Malden, Wiley-Blackwell, pp. 425-443
Devereux, Eoin, Dillane, Aileen & Power, Martin J. (Editores) (2011) Morrissey: Fandom, Representations and Identities, Bristol: Intellect Books
Dijck, J. (2009) Users Like You: Theorizing Agency in User-Generated Content, Media, Culture and Society, 31 (1), pp.41-58.
Gray, Jonathan A. & S Murray (2016) 'Hidden: Studying media dislike and its meaning', International Journal of Cultural Studies 19(4), 357-372.
Hargittai, e. & Walejko, G. (2008) The Participation Divide: Content creation and sharing in the digital age. Information, Communication & Society, 11 (2), pp.239 - 256.
Harris, Cheryl & Alexander, Alison (Editores) (1998) Theorizing Fandom: fans, subcultures and identity. Nova Jersey: Hampton Press
Hennion, Antoine (2007), "Those things that hold us together: Taste and Sociology", in Cultural Sociology, 1, pp. 97-114
Hutchins, Amber & Natalie T. J. Tindall (eds) (2016) Public relations and participatory culture: fandom, social media and community engagement, New York, Routledge
Jancovich, Mar (2002) "Cult Fictions: Cult Movies, Subcultural Capital and the Production of Cultural Distinctions." Cultural Studies 16.2 : 306-322.
Jenkins, Henry (2006) Fans, bloggers and gamers: exploring participatory culture. Nova Iorque: New York University Press.
Lincoln Geraghty (2014) Cult Collections: Nostalgia, Fandom and Collecting Popular Culture, New York: Routledge
Lincoln Geraghty (ed.) (2015) Popular Media Cultures: Fans, Audiences and Paratexts, Hampshire, Palgrave Macmillan
Linden, Henrik e Sara Linden (2017) Fans and fan cultures. Tourism, consumerism and social media, Londres, Palgrave Macmillan
Williams, Rebecca (2015) Post-Object Fandom: Television, Identity and Self-narrative, Londres, Bloomsbury
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Docentes
Ana Pinto Martinho
Departamento de Sociologia
Joana Azevedo
Departamento de Sociologia
Miguel Crespo
Departamento de Sociologia
Objectivos
Abordando em simultâneo uma variedade de media sociais on-line, e valendo-se da literatura teórica da sociologia e media studies, este curso analisa o discurso sobre a comunidade e as redes sociais nas diferentes disciplinas. Partindo da literatura sobre a comunidade, a sociedade, as redes sociais e o capital social, vamos centrar a nossa análise empírica em Threaded Conversations e grupos coesos, Redes de Blogs, Comunidades e Social Network Sites (SNS). Estes seminários teóricos vão capacitar os alunos para compreenderem a análise das questões sobre a comunidade realizada em diferentes disciplinas, para aplicarem metodologias de diferentes disciplinas no estudo das questões contemporâneas sobre os media, tecnologia e sociedade em configurações diversas, e para estabelecer os fundamentos teóricos e experimentais para sustentar a tomada de decisões e julgamentos críticos sobre a relação entre comunicação mediada e comunidade.
Programa
Com o advento das comunidades virtuais,smart mobs,e redes sociais online,as questões sobre o significado do comportamento social assumiram uma significância renovada.Apesar de este curso ser teoricamente fundamentado,é igualmente enraizado na prática.E-mail,newsgroups e fóruns de Internet podem parecer muito diferentes.No entanto,estão todos ligadas pela noção de Threaded Conversations,onde pessoas respondem a comentários uns dos outros. Relativamente a blogs devemos perceber que nem todo blog é focado em política.OS padrões de vinculação política são um excelente laboratório natural para explorar o comportamento partidário,comunidades emergentes e amostragem em rede.Finalmente,quanto ao SNS,temos por muito tempo ponderou sobre a diferença entre as redes de comportamento,e as redes que temos em nossa cabeça.Os media sociais são um lugar excelente para explorar esta questão, estas redes são feitas para serem pessoalmente significativas e representam conexões de pessoa para pessoa.
Processo de Avaliação
Os alunos serão avaliados através de um ensaio final. O ensaio deve consolidar uma revisão da literatura actual, uma questão de pesquisa, teoricamente informada sobre as redes sociais online e metodologia de rede orientada. O tópico da redacção deverá ser acordado entre o aluno e o instrutor do curso (s) antes da apresentação. A participação é necessária. A avaliação baseia-se na qualidade e regularidade de liderança e participação em sala de aula, blogs on-line e envio.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Boyd, D. and Ellison, N. B. (2007). Social Network Sites: Definition, History, and Scholarship. Journal of Computer-Mediated Communication, 13(1). Turner, F. (2006). From Counterculture to Cyberculture: Stewart Brand, the Whole Earth Network, and the Rise of Digital Utopianism. Chicago, Illinois: University Of Chicago Press. Castells, Manuel. (2009). Communication Power, Oxford: Oxford University Press. Ellison, N. B., (2007). The benefits of Facebook ‘friends’: Social capital and college students. Journal of Computer-Mediated Communication, (12). Weiwu, Zhang, Johnson, Thomas J., Seltzer, Trent, & Bichard, Shannon. (2010). The Revolution Will be Networked: The Influence of Social Networking Sites on Political Attitudes and Behavior. Social Science Computer Review, 28. Wellman, B., Boase, J., & Chen W., (2002). The networked nature of community: Online and Offline. The Journal of IT and Society, 1(1).
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Tiago Lapa
Departamento de Sociologia
Objectivos
Este curso destina-se a ser um ponto de encontro entre estudantes interessados na investigação em comunicação e estudos culturais, produção de media e investigação em educação. Entre os objectivos para esta unidade está a procura de resposta às seguintes perguntas: O que significa ser "alfabetizado" e como isso mudou como consequência da introdução de novas tecnologias de comunicação? Quais as habilidades sociais e competências culturais que os jovens precisam de adquirir para serem capazes de participar plenamente no futuro digital? Quais são as escolhas éticas que os jovens enfrentam como participantes em comunidades online e como produtores de media? O que podem a Wikipedia e o Facebook nos ensinar sobre o futuro da cidadania democrática? Qual é a eficácia Youtube na promoção da diversidade cultural? Que relação existe entre a cultura participativa e democracia participativa?
Programa
O curso está estruturado em duas partes: Parte I, Aprendizagem numa Cultura Participativa, visa proporcionar uma visão geral do nosso momento actual de mudança nos media, dos tipos de aprendizagem informal que ocorrem no contexto da cultura participativa, de como as escolas respondem aos desafios colocados pelas novas tecnologias e de debates de fundo entre os que valorizam e os que criticam a literacia dos novos media. Parte II, Habilidades e Competências Centrais, aprofunda aquilo que os jovens precisam de saber para se tornarem participantes plenos da cultura de media emergente, adoptando o enquadramento das competências sociais e culturais, ilustrando-as através de fenómenos culturais como os equipas de jogadores nos videojogos online, a produção de vídeo no YouTube, a Wikipedia, a ficção gerada pelos fãs, o Second Life e outros mundos virtuais, o remix de músicas e os sites de redes sociais.
Processo de Avaliação
Participação activa em todas as sessões. Escrita de um primeiro draft de um artigo de investigação. O tempo total de trabalho necessário para a redacção deste trabalho é contabilizada em cerca de 20 horas de pesquisa em biblioteca, cálculos e/ou trabalho de campo. A versão final do artigo representará 70% da nota. A originalidade e a inovação no trabalho de investigação para a redacção do artigo contribuirá para a avaliação com 20%. E a participação/assiduidade no seminário será avaliada em 10%.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cory Doctorow, Little Brother (New York: Tor, 2008). Henry Jenkins, Convergence Culture: Where Old and New Media Collide (New York: New York University Press, 2006). Peter Lyman, Mizuko Ito, Barrie Thorne, and Michael Carter, Hanging Out, Messing Around, And Geeking Out: Kids Living and Learning With New Media (Cambridge: MIT Press/MacArthur Foundation, 2009). John Palfrey and Urs Gasser, Born Digital: Understanding the First Generation of Digital Natives (New York: Perseus, 2008). Colin Lankshear and Michele Knobel, New Literacies: Everyday Practices and Classroom Learning (Maidenshead: Open University Press, 2006). S. Craig Watkins, The Young and the Digital (Boston: Beacon Press, 2009).
Bibliografia Opcional
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Docentes
Susana Santos
Departamento de Sociologia
Objectivos
Na era digital, instituições políticas, atividades e relacionamentos são cada vez mais mediados e moldados pelas tecnologias de informação e comunicação. O uso quotidiano das tecnologias da informação e comunicação tem sido um pilar importante na transformação da relação do cidadão com a comunidade em que está inserido e com as demandas junto do estado pela concretização de novos direitos e pela vigilância crítica e atenta de problemas sociais diversos e globais. Novas relações implicam novas formas de governamentalidade e reequacionam as estruturas de poder suscitando novas fontes de equilíbrio. O curso proporciona aos alunos um kit de conceitos e métodos para a análise das transformações sociais e políticas ancoradas nas novas formas de participação política e social dos cidadãos.
Programa
I - Ecossistema comunicacional na era digital 1. Esfera pública digital 2. Comunicação em rede 3. Relevância, credibilidade e escândalo
II - Participação social e participação política 1. Modalidades de participação 2. Novas formas de participação 3. Impactos das TIC nas formas de participação 4. Envolvimento cívico: novas causas e empoderamento
III. Poder na Era Digital 1. Conceptualizando o Poder 2. Governamentalidade 3. Novas formas de difusão do poder 4. Cidadania
Processo de Avaliação
A avaliação divide-se em dois momentos. Uma pequena pesquisa apresentada em aula sobre um dos tópicos do curso (20%) e um ensaio final (80%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Benkler, Y. (2007) The Wealth of Networks: How Social Production Transforms Markets and Freedom. New Haven: Yale University Press. Carpentier, N. (2011).Media and participation: A site of ideological-democratic struggle. Bristol; Chicago: Intellect. Castells, M. (2012).Networks of outrage and hope: Social movements in the Internet age. Chichester, UK: Wiley. Dahlgren, P. (2013).The political web: Media, participation and alternative democracy . Basingstoke, New York: Palgrave Macmillan. Foucault, M.(2008), The Birth of Biopolitics, Lectures at the Collège de France 1978-1979, Nova Iorque, Palgrave Macmillan. Thompson, J. (2000). Political scandal: power and visibility in the media age, Cambridge: Polity Press.
Bibliografia Opcional
Campos, Ricardo, Pereira Inês e José Alberto Simões (2016), "Ativismo digital em Portugal - um estudo exploratório", Sociologia , Problemas e Práticas 82, 27-47. Cardoso, G., Santos, S. & Telo, D. (2016). Jornalismo em tempos de crise. Lisboa. Mundos Sociais. Dubois, Jean-Pierre (2003), "Cidadania social e mundialização dos direitos", em José Rebelo (org.) Novas Formas de Mobilização Popular, Porto, Campo das Letras. Esarey, Ashley and Xiao Qiang (2011), "Digital Communication and Political Change in China", International Journal of Communication 5, 298- 319. Fenton, Natalie & Veronica Barassi (2011), "Alternative media and social networking sites: the politics of individuation and political participation", The Communication review 14, 179-196. Fernandes, António Teixeira (2007), "Estado, democracia e legitimidade", em José Madureira Pinto e Vírgilio Borges Pereira (Orgs.), Pierre Bourdieu. A teoria da Prática e a construção da Sociologia em Portugal, Porto, Edições Afrontamento. Geniets, Anne (2010), "Lost in translation: why civic online efforts in Britain have failed to engage young women from low socioeconomic backgrounds", European Journal of Communication 25 (4):398 - 420. Harfoush,R. (2009) Yes We Did: How Social Networks Built the Obama Brand, New Riders Press. Harlow, Summer and Thomas J. Johnson (2011), "Overthrowing the Protest Paradigm? How the New York Times, Global Voices and Twitter Covered the Egyptian Revolution", International Journal of Communication 5, 1359-1374. Kreiss, Daniel and Philip N. Howard (2010), "New challenges to political privacy", International Journal of Communication 4, 1032-1050. Lee, Kyung (2015) When Big Brother Uses Twitter, Too: Productive Forms of Policing and the Roleof Media in the Seoul G20 Protests in South Korea, Communication, Culture & Critique 8, 376-394. PARADISO, Maria (2013) The Role of Information and Communications Technologies in Migrants from Tunisia's Jasmine Revolution, Growth and Change Vol. 44 No. 1, pp. 168-182. Santos, S. (2016). Como melhorar a confiança no Estado de Direito?. In Instituto da Defesa Nacional (Ed.), Políticas Públicas e o papel do Estado no século XXI - Ciclo de mesas redondas "Ter Estado". (pp. 263-269). Lisboa. Stohr, Rachel (2015) Transnational Feminism, Global Governance, and the Reimagination of the Organization-Society Relationship: A Case Study of the Women's Environment and Development Organization, Communication Theory 25 208-229. Viegas, J.M. Leite, Faria, S. & Santos, S. (2010). Envolvimento associativo e mobilização cívica. In José Manuel Leite Viegas, Susana Santos e Sérgio Faria (Ed.), A qualidade da democracia em debate: deliberação, representação e participação políticas em Portugal e Espanha. (pp. 157-180). Lisboa: Mundos Sociais.
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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Ana Pinto Martinho
Departamento de Sociologia
Miguel Crespo
Departamento de Sociologia
Objectivos
Os médios noticiosos são fundamentais não apenas na divulgação de informação, mas também na formação de opiniões, sensibilidades e disposições dos seus públicos. Este curso baseia-se em teoria de vanguarda e exemplos empíricos, com vista a capacitar os alunos para a compreensão do processo pelo qual os meios de comunicação funcionam como importantes agentes ético-políticos nas nossas sociedades, bem como para a análise critica das profundas transformações que o jornalismo está sujeito hoje, sob as pressões da globalização e da digitalização dos media.
Programa
No final deste curso, o aluno deve ser capaz de: compreender o papel do jornalismo global na sociedade de hoje; discutir criticamente diferentes concepções teóricas do jornalismo como este é praticado em uma grande variedade de contextos sociais e políticos; comparar e contrastar o papel do jornalismo em contextos que variam desde o mainstream aos meios de comunicação alternativos; avaliar as conexões normativas e empíricas entre o jornalismo de media, a produção de notícias e considerações éticas; avaliar criticamente as discussões contemporâneas sobre a natureza mutável do jornalismo e as suas implicações para a compreensão cultural e democracia.
Processo de Avaliação
Participação activa em todas as sessões. Escrita de um primeiro draft de um artigo de investigação. O tempo total de trabalho necessário para a redacção deste trabalho é contabilizada em cerca de 20 horas de pesquisa em biblioteca, cálculos e/ou trabalho de campo. A versão final do artigo representará 70% da nota. A originalidade e a inovação no trabalho de investigação para a redacção do artigo contribuirá para a avaliação com 20%. E a participação/assiduidade no seminário será avaliada em 10%.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
S. Allan, The Routledge Companion to News and Journalism London: Routledge 2009; C. Beckett, Supermedia London: Blackwell, 2008; S.Cottle, Global Crisis Reporting Milton Keynes: Open University Press, 2009 L. Chouliaraki, Spectatorship of Suffering, London: Sage 2006;; P.Frosh and A.Pinchevski (2009) Media Witnessing London: Palgrave De Burgh Making Journalists London: Sage 2005;
Bibliografia Opcional
K. Hafez, The myth of media globalization. Cambridge: Polity 2007; G. Muhlmann, A Political History of Journalism Cambridge: Polity 2008; C. Paterson, and A. Sreberny (eds) International News in the 21st Century. Eastleigh: John Libbey Publishers for University of Luton Press, 2004; R. Silverstone, Media and Morality: On the rise of the Mediapolis, Cambridge: Polity, 2006
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Docentes
Tânia Morais Soares
Departamento de Sociologia
Objectivos
Programa
1. Fontes de Informação Europeias 2. Políticas de Comunicação da União Europeia: do Conselho de Helsínquia (1999) à Parceria para a Comunicação sobre a Europa (2009) 3. O funcionamento institucional 4. Análise da opinião pública: Eurobarómetro 5. Política para os media e audiovisual 6. Tratados - Contexto institucional e processos de decisão -Políticas comuns; políticas de interesse comum 7. Anos Europeus -Ano Europeu para a Criatividade e a Inovação (2009) -Ano Europeu para a Biodiversidade e Ano Europeu de Combate à Pobreza (2010) 8. Estratégia de Lisboa para o Crescimento e o Emprego 9. Televisão sem fronteiras
Processo de Avaliação
A avaliação constará de um trabalho final proposto pelo docente. Nos casos em que a avaliação do trabalho final suscite dúvidas, entrevistar-se-á o mestrando em causa.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
CAMISÃO, Isabel e LOBO-FERNANDES, Luís (2005) Construir a Europa: o processo de integração entre a teoria e a história, Lisboa, Principia. CLARISSEl, Yves et QUATREMER, Jean (2005), Les maîtres de l’Europe, Paris, Grasset et Fasquelle. DELORS, Jacques (2003), Mémoires, Paris, Plon. DELORS, Jacques (2006), L’Europe tragique et magnifique. Les grands enjeux européens, Paris, Saint-Simon. MACHADO, Gisela (2005), O Primeiro dia europeu de Portugal. Cenas da União seladas pela televisão, Porto, Campo das Letras. MAGNETE, Paul (org), (2000), La Constituion de l’Europe, Bruxelas, Editions de l’Université de Bruxelles. SEIXAS da COSTA (2002), Diplomacia Europeia. Instituições, alargamento e o futuro da União, Lisboa, D. Quixote. TELO, Mário et VOGEL, Jean (2005), L’Etat de l’Europe. Histoire des Idées Politiques et des institutions européennes. http://ec.europa.eu/communication_white_paper/index_fr.htm http://ec.europa.eu/dgs/communication/index_fr.htm http://ec.europa.eu/portugal/index.htm
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Inês Marques Ribeiro
Departamento de História
Objectivos
Contextualizar o papel e o estatuto dos Média numa perspetiva geopolítica.
Programa
1- Evolução da comunicação social de massas 2- O conceito de geopolítica 3- Propósito e estratégias das agências noticiosas 4- Contra-informação / fake news 5- As fugas de informação (leaks) e os Média 6- A Al Jazeera e a "Primavera Árabe" 7- Donald Trump e os Média 8- A tensão entre a Rússia e a Ucrânia nos Média 9- Liberdade de expressão e terrorismo 10- A censura dos Média na China
Processo de Avaliação
A avaliação basear-se-á em dois momentos: intervenção oral, no espaço da aula, sobre um dos temas do programa previamente acordado com o docente; redacção de um trabalho final, de dez páginas, sobre um tema proposto pelo docente ou sobre um tema que, fazendo parte do programa da unidade curricular, se inscreva no projecto de dissertação quando este se encontra em fase adiantada de execução.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Koch-Baumgarten, S & Voltmer, K (Eds.) (2010), Public Policy and Mass Media: The interplay of mass communication and political decision making. New York, Routledge Oates, S (2008), Introduction to Media and Politics. London, SAGE Lee, D (2017), "Cyberfactories: how news agencies produce news," collide: The case of WikiLeaks," New Media & Society 16(4), 541-558. Martin, E (2016), "Framing international media in the face of social movements: CNN and Al-Jazeera English in the fall of Morsi," Communication & Society 29(3), 119-130 Allcott, H & Gentzkow, M (2017), "Social Media and Fake News in the 2016 Election," Journal of Economic Perspectives 31(2), 211-236 Khaldarova, I & Pantti, M. (2016), "Fake News: The narrative battle over the Ukrainian conflict," Journalism Practice 10(7), 891-901 Tai, Q (2014), "China's Media Censorship: A Dynamic and Diversified Regime," Journal of East Asian Studies 14, 185-209
Bibliografia Opcional
Artero, J P & Moraes, R (2008), "Opciones estratetégicas de las agencias de noticias europeas: Reuters, France Presse y EFE," Comunicacion y Sociedad 21(1), 53-79 Christian Christensen (2016), "The links that bind: WikiLeaks, Twitter, and the Julian Assange case," Popular Communication, 14(4), 224-237 Dimitrov, M K (2017), "The Political Logic of Media Control in China," Problems of Post-Communism, 64(3-4), 121-127 Iqbal, M Z (2015), "The media-terrorism symbiosis: a case study of Mumbai attacks, 2008," Asian Journal of Communication 25(2), 197-212 Palmer, M (2016), "European News-Agency Beginnings: The Role of S. Engländer," Media History, 22(1), 27-39 Tworek, H (2013), "The Creation of European News," Journalism Studies, 14(5), 730-742 Wolover, D J (2016), "An issue of attribution: The Tunisian revolution, media interaction, and agency new media & society" 18(2), 185-200 Zayani, M. (2013), "Al Jazeera's Palestine Papers: Middle East media politics in the post-WikiLeaks era," Media, War & Conflict 6(1), 21-35 International Journal of Cultural Policy 23(1), 122-126 Hindman, E B & Thomas, R J (2014), "When old and new media
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Docentes
Martim Figueiredo
Departamento de Sociologia
Objectivos
1. Fornecer indicações sobre a gestão de empresas tão peculiares como as de comunicação social que se inserem numa área particularmente sensível: a formação da opinião, a estruturação do espaço público. 2. Distinguir entre empresas públicas e empresas privadas de comunicação social: o que as aproxima e o que as separa. 3. Sublinhar a dimensão internacional que, cada vez mais, caracteriza as empresas de comunicação social assim como a cada vez maior diversidade de produtos que oferece: dos media tradicionais aos novos media. 4. Enunciar as consequências, no plano da gestão, que a televisão digital terrestre necessariamente trará.
Programa
1. O Sector dos Media em Portugal 2. A evolução dos modelos empresariais no Sector dos Media 3. As chaves na gestão dos Media. Os Gestores. 4. A TDT e o dividendo digital 5. Os Media e o Sector Público: O papel do Estado 6. Realidade Global e Espaço Local 7. Os Grandes Operadores internacionais 8. O negócio dos 3T: Talento -Tecnologia -Trabalho 9. A Banda Larga e a irrupção das Redes Sociais 10.A Regulação e o enquadramento legal 11. O valor acrescentado da língua portuguesa.
Processo de Avaliação
Avaliação realizada a partir de um trabalho final sobre um tema proposto pelo docente.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Relatorio e Contas 2008/2009 /2010 , Media Capital ,Impresa, RTP, Cofina, ZON, PT Media Update, Millenium bcp Investimento, fev 2009, European Advertising Market, Credit Suisse, 26 fev 2009 Global Entertainment and Media Outlook: 2008-2012, PriceWaterhouseCoopers The 21 st-century organization, Mckinsey Quarterly, 2005, Number 3 The new metric of corporatre performance: profit per employee, Mackinsey Quarterly, 2007, Number 1 Global Brands, Financial Times Special Report, abril 2007 A World of Connections, The Economist, Special Report on Telecoms, abril 2007 The Return of Depression Economics and the Crisis of 2008, Paul Krugman, W. W. Norton & Co Ltd Por qué funciona a Globalização, Martin Wol, Dom Quixote The Dream Team: The Rise and Fall os DreamWorks, Daniel M Kimmel The Fourth Network: How Fox broke the Rules and Reinvented Television, Daniel M. Kimmel Fortune´s Fool: Edgar Bronfman, Jr.Warner Music, and an Industry in Crisis, Fred Goodman
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Inês Marques Ribeiro
Departamento de História
Objectivos
Contextualizar o papel e o estatuto dos Média numa perspetiva geopolítica.
Programa
1- Evolução da comunicação social de massas 2- O conceito de geopolítica 3- Propósito e estratégias das agências noticiosas 4- Contra-informação / fake news 5- As fugas de informação (leaks) e os Média 6- A Al Jazeera e a "Primavera Árabe" 7- Donald Trump e os Média 8- A tensão entre a Rússia e a Ucrânia nos Média 9- Liberdade de expressão e terrorismo 10- A censura dos Média na China
Processo de Avaliação
A avaliação basear-se-á em dois momentos: intervenção oral, no espaço da aula, sobre um dos temas do programa previamente acordado com o docente; redacção de um trabalho final, de dez páginas, sobre um tema proposto pelo docente ou sobre um tema que, fazendo parte do programa da unidade curricular, se inscreva no projecto de dissertação quando este se encontra em fase adiantada de execução.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Koch-Baumgarten, S & Voltmer, K (Eds.) (2010), Public Policy and Mass Media: The interplay of mass communication and political decision making. New York, Routledge Oates, S (2008), Introduction to Media and Politics. London, SAGE Lee, D (2017), "Cyberfactories: how news agencies produce news," collide: The case of WikiLeaks," New Media & Society 16(4), 541-558. Martin, E (2016), "Framing international media in the face of social movements: CNN and Al-Jazeera English in the fall of Morsi," Communication & Society 29(3), 119-130 Allcott, H & Gentzkow, M (2017), "Social Media and Fake News in the 2016 Election," Journal of Economic Perspectives 31(2), 211-236 Khaldarova, I & Pantti, M. (2016), "Fake News: The narrative battle over the Ukrainian conflict," Journalism Practice 10(7), 891-901 Tai, Q (2014), "China's Media Censorship: A Dynamic and Diversified Regime," Journal of East Asian Studies 14, 185-209
Bibliografia Opcional
Artero, J P & Moraes, R (2008), "Opciones estratetégicas de las agencias de noticias europeas: Reuters, France Presse y EFE," Comunicacion y Sociedad 21(1), 53-79 Christian Christensen (2016), "The links that bind: WikiLeaks, Twitter, and the Julian Assange case," Popular Communication, 14(4), 224-237 Dimitrov, M K (2017), "The Political Logic of Media Control in China," Problems of Post-Communism, 64(3-4), 121-127 Iqbal, M Z (2015), "The media-terrorism symbiosis: a case study of Mumbai attacks, 2008," Asian Journal of Communication 25(2), 197-212 Palmer, M (2016), "European News-Agency Beginnings: The Role of S. Engländer," Media History, 22(1), 27-39 Tworek, H (2013), "The Creation of European News," Journalism Studies, 14(5), 730-742 Wolover, D J (2016), "An issue of attribution: The Tunisian revolution, media interaction, and agency new media & society" 18(2), 185-200 Zayani, M. (2013), "Al Jazeera's Palestine Papers: Middle East media politics in the post-WikiLeaks era," Media, War & Conflict 6(1), 21-35 International Journal of Cultural Policy 23(1), 122-126 Hindman, E B & Thomas, R J (2014), "When old and new media
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Docentes
Jorge Barreto Xavier
Departamento de Sociologia
Objectivos
Este módulo é uma introdução aos fundamentos das práticas de gestão aplicadas às indústrias culturais e criativas. O módulo integra uma abordagem multidisciplinar para compreender questões empresariais e os alunos deverão incluir essas disciplinas na resolução de problemas empresariais. Especificamente, os objectivos do módulo são: 1. Equipar os estudantes com as habilidades e conhecimentos necessários para ser um gestor ou empresário eficaz; 2. Aplicar teorias relevantes e princípios de gestão para a prática empresarial; 3. Analisar práticas de gestão dentro de um contexto económico e político mais amplo; 4. Desenvolver uma abordagem multidisciplinar e integrada para a resolução de problemas; 5. Explorar a prática empresarial em diferentes contextos culturais e ambientes de trabalho; 6. Desenvolver a capacidade de definir e avaliar questões de gestão estratégica no sector cultural e criativo.
Programa
Este módulo introduz os fundamentos das práticas de gestão aplicadas às indústrias culturais e criativas (cultural and creative industries - C & CI). O módulo integra uma abordagem multidisciplinar para compreender questões empresariais e os alunos deverão incluir essas disciplinas na resolução de problemas empresariais. Os seguintes temas serão abordados em dez sessões: • Contexto político empresarial • O papel do gestor nas C & CI • O planeamento estratégico em C & CI • Entender o mercado • O planeamento financeiro • Patrocínio / angariação de fundos / subsídios • Princípios de marketing e RP • Direito Empresarial / direitos de propriedade intelectual • As TIC e os métodos quantitativos na C & CI • Planeamento Empresarial • Medição de qualidade e desempenho • Gestão de projetos e avaliação de riscos.
Processo de Avaliação
Para avaliação os alunos deverão preparar um plano empresarial de uma organização, actividade, ou novo empreendimento no sector cultural / criativo. Os alunos farão uma apresentação oral do seu plano que será depois concretizado sob a forma de relatório.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Burns, P. (2001) Entrepreneurship and Small Business. Basingstoke. Palgrave. Byrnes, W. J. (2003) Management and the Arts. USA. Elsevier Science. Carter, S. & Jones-Evans (2000) Enterprise and Small Business. Harlow. FT Prentice Hall. Chong, D. (2002) Arts Management. London. Routledge. Crane, D., Kawashima, N. & Kawasaki, K. (eds) (2002) Global Culture: Media, Arts Policy and Globalisation. London. Routledge. Finley, P.N. (2000) Strategic Management: an introduction to business and corporate strategy. Harlow. Financial Times/Prentice Hall Fitzgibbon, M. & Kelly, A. (eds) (1997) From Maestro to Manager. Critical Issues in Arts and Culture Management. Dublin. Oak Tree Press. Hill, L., O'Sullivan, C. & O'Sullivan, T. (2003) Creative Arts Marketing. London. Butterworth Heinemann.
Bibliografia Opcional
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Docentes
Martim Figueiredo
Departamento de Sociologia
Objectivos
1. Fornecer indicações sobre a gestão de empresas tão peculiares como as de comunicação social que se inserem numa área particularmente sensível: a formação da opinião, a estruturação do espaço público. 2. Distinguir entre empresas públicas e empresas privadas de comunicação social: o que as aproxima e o que as separa. 3. Sublinhar a dimensão internacional que, cada vez mais, caracteriza as empresas de comunicação social assim como a cada vez maior diversidade de produtos que oferece: dos media tradicionais aos novos media. 4. Enunciar as consequências, no plano da gestão, que a televisão digital terrestre necessariamente trará.
Programa
1. O Sector dos Media em Portugal 2. A evolução dos modelos empresariais no Sector dos Media 3. As chaves na gestão dos Media. Os Gestores. 4. A TDT e o dividendo digital 5. Os Media e o Sector Público: O papel do Estado 6. Realidade Global e Espaço Local 7. Os Grandes Operadores internacionais 8. O negócio dos 3T: Talento -Tecnologia -Trabalho 9. A Banda Larga e a irrupção das Redes Sociais 10.A Regulação e o enquadramento legal 11. O valor acrescentado da língua portuguesa.
Processo de Avaliação
Avaliação realizada a partir de um trabalho final sobre um tema proposto pelo docente.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Relatorio e Contas 2008/2009 /2010 , Media Capital ,Impresa, RTP, Cofina, ZON, PT Media Update, Millenium bcp Investimento, fev 2009, European Advertising Market, Credit Suisse, 26 fev 2009 Global Entertainment and Media Outlook: 2008-2012, PriceWaterhouseCoopers The 21 st-century organization, Mckinsey Quarterly, 2005, Number 3 The new metric of corporatre performance: profit per employee, Mackinsey Quarterly, 2007, Number 1 Global Brands, Financial Times Special Report, abril 2007 A World of Connections, The Economist, Special Report on Telecoms, abril 2007 The Return of Depression Economics and the Crisis of 2008, Paul Krugman, W. W. Norton & Co Ltd Por qué funciona a Globalização, Martin Wol, Dom Quixote The Dream Team: The Rise and Fall os DreamWorks, Daniel M Kimmel The Fourth Network: How Fox broke the Rules and Reinvented Television, Daniel M. Kimmel Fortune´s Fool: Edgar Bronfman, Jr.Warner Music, and an Industry in Crisis, Fred Goodman
Bibliografia Opcional
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Docentes
Tiago Lapa
Departamento de Sociologia
Objectivos
Este curso destina-se a ser um ponto de encontro entre estudantes interessados na investigação em comunicação e estudos culturais, produção de media e investigação em educação. Entre os objectivos para esta unidade está a procura de resposta às seguintes perguntas: O que significa ser "alfabetizado" e como isso mudou como consequência da introdução de novas tecnologias de comunicação? Quais as habilidades sociais e competências culturais que os jovens precisam de adquirir para serem capazes de participar plenamente no futuro digital? Quais são as escolhas éticas que os jovens enfrentam como participantes em comunidades online e como produtores de media? O que podem a Wikipedia e o Facebook nos ensinar sobre o futuro da cidadania democrática? Qual é a eficácia Youtube na promoção da diversidade cultural? Que relação existe entre a cultura participativa e democracia participativa?
Programa
O curso está estruturado em duas partes: Parte I, Aprendizagem numa Cultura Participativa, visa proporcionar uma visão geral do nosso momento actual de mudança nos media, dos tipos de aprendizagem informal que ocorrem no contexto da cultura participativa, de como as escolas respondem aos desafios colocados pelas novas tecnologias e de debates de fundo entre os que valorizam e os que criticam a literacia dos novos media. Parte II, Habilidades e Competências Centrais, aprofunda aquilo que os jovens precisam de saber para se tornarem participantes plenos da cultura de media emergente, adoptando o enquadramento das competências sociais e culturais, ilustrando-as através de fenómenos culturais como os equipas de jogadores nos videojogos online, a produção de vídeo no YouTube, a Wikipedia, a ficção gerada pelos fãs, o Second Life e outros mundos virtuais, o remix de músicas e os sites de redes sociais.
Processo de Avaliação
Participação activa em todas as sessões. Escrita de um primeiro draft de um artigo de investigação. O tempo total de trabalho necessário para a redacção deste trabalho é contabilizada em cerca de 20 horas de pesquisa em biblioteca, cálculos e/ou trabalho de campo. A versão final do artigo representará 70% da nota. A originalidade e a inovação no trabalho de investigação para a redacção do artigo contribuirá para a avaliação com 20%. E a participação/assiduidade no seminário será avaliada em 10%.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cory Doctorow, Little Brother (New York: Tor, 2008). Henry Jenkins, Convergence Culture: Where Old and New Media Collide (New York: New York University Press, 2006). Peter Lyman, Mizuko Ito, Barrie Thorne, and Michael Carter, Hanging Out, Messing Around, And Geeking Out: Kids Living and Learning With New Media (Cambridge: MIT Press/MacArthur Foundation, 2009). John Palfrey and Urs Gasser, Born Digital: Understanding the First Generation of Digital Natives (New York: Perseus, 2008). Colin Lankshear and Michele Knobel, New Literacies: Everyday Practices and Classroom Learning (Maidenshead: Open University Press, 2006). S. Craig Watkins, The Young and the Digital (Boston: Beacon Press, 2009).
Bibliografia Opcional
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Docentes
José Pedro Dionísio
Departamento de Marketing, Operações e Gestão Geral
Objectivos
O objectivo central da unidade curricular Comunicação Pública e Marketing Político centra-se na compreensão do papel da comunicação política em geral e do marketing político, em especial, no processo de preparação, implementação e avaliação de decisões políticas e no processo de competição dos agentes políticos pelo poder. A unidade curricular visa a aquisição de competências no domínio de: (i) ferramentas teóricas necessárias à compreensão dos mecanismos de competição política com recurso a técnicas de marketing e de comunicação; (ii) instrumentos metodológicos com vista à aplicação de ambas as ferramentas a situações em que se concretiza a acção política corrente dos agentes políticos.
Programa
1. PAPEL E IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO POLÍTICA - Persuasão, propaganda política e marketing político - A perspectiva sistémica da persuasão política - A persuasão, os subsistemas e as entradas do sistema político - A persuasão, o funcionamento e a selecção das entradas no sistema político - A persuasão e as saídas do sistema político - Sondagens, comunicação política e democracia
2. MÉTODOS DE MARKETING POLÍTICO - Definição de objectivos - Segmentação - Posicionamento - Evolução do marketing político - Análise do mercado político
3. O MARKETING E A COMUNICAÇÃO ELEITORAL - Comunicação e política: a mediapolítica e a agenda pública - Institucionalização do marketing político na acção política corrente - Elementos de comunicação eleitoral - O poder dos cidadãos: a decisão de voto - O poder dos media: a decisão da noticiabilidade da temática eleitoral
Processo de Avaliação
A avaliação tem em conta os seguintes parâmetros e respectivo peso na classificação final: (i) assiduidade e participação de qualidade nas aulas - envolvimento na disciplina, capacidade de trabalho, de crítica e de auto-crítica e o cumprimento atempado das tarefas (25%); (ii) apresentação em aula de um trabalho de grupo a partir de um relatório empírico com dados sobre temas estudados na disciplina (35%); (iii) elaboração de uma recensão crítica de obras seleccionadas pelo aluno e previamente aprovadas pelo docente (40%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BENNETT,L e ENTMAN, R.M. (2001) Mediated Politics: Communication in the Future of Democracy. Cambridge: Cambridge University Press. ESPÍRITO SANTO, P.(2006) Sociologia Política e Eleitoral. Lisboa: Universidade Técnica de Lisboa. ESSER, F.e PFETSCH, B.(Eds.) (2004) Comparing Political Communication.Theories, Cases and Challenges.Cambridge: Cambridge University Press. FARELO LOPES, F. e FREIRE, A.(2002) Partidos Políticos e Sistemas Eleitorais. Oeiras Celta Editora. HOWARD, P.N.(2006) New Media Campaigns and the Managed Citizen. Cambridge University Press. LOUW, E. (2005) The Media and Political Process. London: Sage Publications. NORRIS, P. (2000) A Virtuous Circle: Political Communications in Postindustrial Societies. Cambridge: Cambridge University Press. PATTERSON, T. (2001) The American Democracy. NY: McGraw-Hill. SERRANO, E. (2006) Jornalismo Político em Portugal (1976-2001). Lisboa : Edições Colibri. STANYER, J. (2007) Modern Political Communication. Oxford: Polity Press.
Bibliografia Opcional
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Docentes
Pedro Pereira Neto
Departamento de Sociologia
Objectivos
Considerando o lugar da opinião pública na vida política e na democracia contemporâneas, visa-se a elucidação do papel dos media e de diferentes modalidades de comunicação pública via media (mass mediada e em rede) em diversas vertentes da vida pública; das respectivas repercussões em termos de participação, deliberação, legitimidade e eficácia da acção cívica e política. Combinam-se vertentes de problematização, análise e aplicação: estudo de teorias sobre opinião, pública, comunicação política e media; análise de estudos e pesquisas ?exemplares?; discussão de aspectos específicos aplicados, nomeadamente, sobre as sondagens de opinião.
Programa
O programa desta disciplina combina planos de informação e debate teórico, análise de pesquisas ilustrativas de abordagens e problemáticas concretas, o aprofundamento de temáticas específicas, como seguidamente se detalha. 1 ? Informação e debate de abordagens teóricas de referência sobre opinião pública, comunicação política e media. 2 ? Apresentação e debate em aula de textos e estudos aplicados em áreas específicas de diferentes domínios relacionados com comunicação, opinião pública e media, nomeadamente: comunicação política e campanhas eleitorais; justiça e crime; ambiente e clima; economia e crise; saúde e doença; ciência e tecnologia; migrações e etnicidades; segurança rodoviária; e respectivo tratamento pelos media. 3 ? Aprofundamento da temática sondagens de opinião, seu lugar, questões específicas que colocam, articulação com os media, o sentido que assumem como vector de comunicação pública e acção cívica e política.
Processo de Avaliação
A avaliação de conhecimentos baseia-se na apreciação da intervenção nas diferentes sessões e do trabalho a entregar no fim do semestre.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BOYCE & LEWIS (2009), Climate Change and the Media, Peter Lang; COTTLE, S. (2008), Global Crisis Reporting , Open U Press; FLYNN, J. et al (2001), Risk, Media and Stigma: Understanding Public Challenges to Modern Science and Technology, Earthscan; GREGORY & MILLER (2000), Science in Public, Basic Books; HAMILTON, J. (2004) JAMES T., How the Market Transforms Information into News, Princeton U Press; HANSEN, A. (2010), Environment, Media and Communication, Routledge; HOUGH & ROBERTS (2005), Understanding Public Attitudes to Criminal Justice, Open U Press; LEWIS, J. LOUW, E. (2005), The Media and Political Process, Sage; MOELLER, S. (1999), Compassion fatigue: How the media sell disease, famine, war and death, Routledge; NORRIS, P. (2003), Electoral Engineering, Cambridge U Press; SEALE, C. (2003) Media and Health, Sage; TRENT & FRIEDENBERG (2003), Political Campaign Communication, Rowman & Littlefield; WOOD & GANNON (2008), Public Opinion and Criminal Justice, Willan.
Bibliografia Opcional
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Docentes
Susana Santos
Departamento de Sociologia
Objectivos
Na era digital, instituições políticas, atividades e relacionamentos são cada vez mais mediados e moldados pelas tecnologias de informação e comunicação. O uso quotidiano das tecnologias da informação e comunicação tem sido um pilar importante na transformação da relação do cidadão com a comunidade em que está inserido e com as demandas junto do estado pela concretização de novos direitos e pela vigilância crítica e atenta de problemas sociais diversos e globais. Novas relações implicam novas formas de governamentalidade e reequacionam as estruturas de poder suscitando novas fontes de equilíbrio. O curso proporciona aos alunos um kit de conceitos e métodos para a análise das transformações sociais e políticas ancoradas nas novas formas de participação política e social dos cidadãos.
Programa
I - Ecossistema comunicacional na era digital 1. Esfera pública digital 2. Comunicação em rede 3. Relevância, credibilidade e escândalo
II - Participação social e participação política 1. Modalidades de participação 2. Novas formas de participação 3. Impactos das TIC nas formas de participação 4. Envolvimento cívico: novas causas e empoderamento
III. Poder na Era Digital 1. Conceptualizando o Poder 2. Governamentalidade 3. Novas formas de difusão do poder 4. Cidadania
Processo de Avaliação
A avaliação divide-se em dois momentos. Uma pequena pesquisa apresentada em aula sobre um dos tópicos do curso (20%) e um ensaio final (80%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Benkler, Y. (2007) The Wealth of Networks: How Social Production Transforms Markets and Freedom. New Haven: Yale University Press. Carpentier, N. (2011).Media and participation: A site of ideological-democratic struggle. Bristol; Chicago: Intellect. Castells, M. (2012).Networks of outrage and hope: Social movements in the Internet age. Chichester, UK: Wiley. Dahlgren, P. (2013).The political web: Media, participation and alternative democracy . Basingstoke, New York: Palgrave Macmillan. Foucault, M.(2008), The Birth of Biopolitics, Lectures at the Collège de France 1978-1979, Nova Iorque, Palgrave Macmillan. Thompson, J. (2000). Political scandal: power and visibility in the media age, Cambridge: Polity Press.
Bibliografia Opcional
Campos, Ricardo, Pereira Inês e José Alberto Simões (2016), "Ativismo digital em Portugal - um estudo exploratório", Sociologia , Problemas e Práticas 82, 27-47. Cardoso, G., Santos, S. & Telo, D. (2016). Jornalismo em tempos de crise. Lisboa. Mundos Sociais. Dubois, Jean-Pierre (2003), "Cidadania social e mundialização dos direitos", em José Rebelo (org.) Novas Formas de Mobilização Popular, Porto, Campo das Letras. Esarey, Ashley and Xiao Qiang (2011), "Digital Communication and Political Change in China", International Journal of Communication 5, 298- 319. Fenton, Natalie & Veronica Barassi (2011), "Alternative media and social networking sites: the politics of individuation and political participation", The Communication review 14, 179-196. Fernandes, António Teixeira (2007), "Estado, democracia e legitimidade", em José Madureira Pinto e Vírgilio Borges Pereira (Orgs.), Pierre Bourdieu. A teoria da Prática e a construção da Sociologia em Portugal, Porto, Edições Afrontamento. Geniets, Anne (2010), "Lost in translation: why civic online efforts in Britain have failed to engage young women from low socioeconomic backgrounds", European Journal of Communication 25 (4):398 - 420. Harfoush,R. (2009) Yes We Did: How Social Networks Built the Obama Brand, New Riders Press. Harlow, Summer and Thomas J. Johnson (2011), "Overthrowing the Protest Paradigm? How the New York Times, Global Voices and Twitter Covered the Egyptian Revolution", International Journal of Communication 5, 1359-1374. Kreiss, Daniel and Philip N. Howard (2010), "New challenges to political privacy", International Journal of Communication 4, 1032-1050. Lee, Kyung (2015) When Big Brother Uses Twitter, Too: Productive Forms of Policing and the Roleof Media in the Seoul G20 Protests in South Korea, Communication, Culture & Critique 8, 376-394. PARADISO, Maria (2013) The Role of Information and Communications Technologies in Migrants from Tunisia's Jasmine Revolution, Growth and Change Vol. 44 No. 1, pp. 168-182. Santos, S. (2016). Como melhorar a confiança no Estado de Direito?. In Instituto da Defesa Nacional (Ed.), Políticas Públicas e o papel do Estado no século XXI - Ciclo de mesas redondas "Ter Estado". (pp. 263-269). Lisboa. Stohr, Rachel (2015) Transnational Feminism, Global Governance, and the Reimagination of the Organization-Society Relationship: A Case Study of the Women's Environment and Development Organization, Communication Theory 25 208-229. Viegas, J.M. Leite, Faria, S. & Santos, S. (2010). Envolvimento associativo e mobilização cívica. In José Manuel Leite Viegas, Susana Santos e Sérgio Faria (Ed.), A qualidade da democracia em debate: deliberação, representação e participação políticas em Portugal e Espanha. (pp. 157-180). Lisboa: Mundos Sociais.
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Docentes
Jorge Barreto Xavier
Departamento de Sociologia
Objectivos
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Programa
Para que o objetivo da cadeira seja articulável com o desenvolvimento académico e/ou a atividade profissional dos participantes, pretende-se que a apresentação dos conceitos chave – Política, Políticas Públicas da Cultura, Território, Administração Pública, Procedimento Administrativo, princípio da legalidade, Sociedade Civil – sejam enquadrados no contexto português e comparados com dois modelos – o anglo-saxónico e o francês e articulados com entidades públicas de direito internacional de referencia – a UNESCO, o Conselho da Europa e a União Europeia. A cadeira desenvolve-se em cinco eixos – Políticas públicas de Cultura em Portugal; os modelos de políticas públicas de Cultura na perspetiva anglo-saxónica e francesa; o papel de organizações internacionais de referência no desenvolvimento das políticas públicas de Cultura; a construção por cada participante de uma perspetiva .
Processo de Avaliação
a) Ensaio final, escrito, individual, sobre um ou mais temas, entre os temas que integram o programa. O ensaio deverá ter um mínimo de dez páginas e um máximo de 20 páginas, formatado a corpo 12, com interval 1,5, texto justificado, em Times New Roman (as notas de rodapé deverão ser efetuadas em corpo 10). A bibliografia não será contabilizada para efeito do limite de páginas. A data-limite para entrega dos ensaios será fixada oportunamente, devendo ocorrer após a conclusão da fase letiva do 1o semestre. Classificação: 0-20 b) Participação nas aulas (regularidade presencial, frequência e qualidade das intervenções orais face a questões colocadas pelos docentes...) Classificação: 10% da nota obtida no ensaio final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BENEDICT, S. (ed.), Public money and the muse: essays on government funding for the arts. W.W. Norton & Company, 1991 BROSSAT, C., La culture européenne:définitions et enjeux, Bruxelas,Bruylant, 1999 BLAKE, N. C. (ed), The Arts of Democracy – art, public culture and state, Woodrow Wilson Center Press e University of Pennsylvania Press, 2007 BRADFORD, G.; GLENNWALLABACH, M. G. (ed.). The politics of culture: policy perspetives for individuals, institutions and communities. CAA, New Press, 2000 DUBOIS, Vincent , La Politique Culturelle - Genése d'une catégorie d’intervention publique. Belin, 2000 SANTOS, M. L. L. (coord), As Políticas Culturais em Portugal, Lisboa, OAC, 1998 SANTOS, M. L. L dos e PAIS, J. M. (org), Novos trilhos culturais – Práticas e Políticas, Lisboa, ICS, 2010 SMITH, David A.,Money for Art – the tangled web of art and politics in American democracy, Chicago,Ivan R.Dee, 2008 URFALINO, P., L’Invention de la Politique Culturelle, Paris, Ministère de la Culture, 1996
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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Docentes
José Soares Neves
Departamento de Sociologia
Objectivos
Dotar os alunos de ferramentas teóricas, concetuais e metodológicas apropriados ao estudo da recepção e dos públicos no sistema cultural e artístico.
Programa
1. Da tirania do autor à «obra aberta». 2. Uma perspetiva de síntese (Umberto Eco): a tríade dialética da circulação de sentido: autor, obra e recetor . 3. O horizonte de expectativa: «arte culinária» e «desvio estético» (H. R. Jauss). 4. Os desencontros entre obras e públicos e o iconoclasmo contemporâneo. 5. Públicos e contra-públicos. 6. Modos de relação com a cultura.
Processo de Avaliação
A avaliação constará de uma apresentação oral (30%) e de um trabalho final individual (70%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-AAVV (2004), Públicos da Cultura, Lisboa, OAC. -CRANE, Diana (1992), The Production of Culture. Media and the urban Arts, Newbury Park, Sage -DONNAT, Olivier (1994), Les Français face à la Culture. De l?exclusion à l?éclectisme, Paris, la Découverte -ECO, Umberto (1989), Obra Aberta, Lisboa, Difel -FEATHERSTONE, Mike (1996), Consumer Culture &Postmodernism, London, Sage -FORTUNA, Carlos e SILVA, Augusto S. (orgs.), (2002) Projeto e Circunstância. Culturas urbanas em Portugal, Porto, Afrontamento -JAUSS, H.R. (1990), Pour une Esthétique de la Réception, Paris, Gallimard -LOPES, João Teixeira (2000), A Cidade e a Cultura, Porto, Afrontamento -MANTECÓN, Ana Rosas (2009), "O que é o público?", Poiésis, 14, pp. 175-215. -SANTOS, Maria de Lourdes Lima dos (2012), Sociologia da Cultura. Perfil de Uma Carreira, Lisboa, ICS. -WARNER, Michael (2002), "Publics and Counterpublics", Public Culture, 14(1), pp. 49-90.
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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2 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
• Apresentação e discussão de pesquisas e teorização sobre as transformações sociais na Era da Informação e das Redes; • Intercetar teoricamente a área da Comunicação e da Saúde, de forma a permitir analisar e discutir a problemática da comunicação da, na e em saúde, nomeadamente através da Internet e tecnologias relacionadas, articulando o enfoque nos vários intervenientes no processo interativo: cidadãos/utentes, profissionais de saúde, organizações prestadoras e sistemas de saúde; • Refletir sobre as implicações da Internet e tecnologias relacionadas na 1) promoção/adopção de uma vida saudável, 2) organização dos serviços de saúde e 3) definição de estratégias de saúde nas sociedades contemporâneas, fornecendo os fundamentos conceptuais e metodológicos necessários.
Programa
1. Comunicação em Saúde, Comunicação de saúde ou Comunicação e Saúde? 2. A importância da Comunicação no âmbito da saúde pública 3. A afirmação do uso das TIC na Saúde Pública 4. revolução Informacional: emergência das TIC e a importância da digitalização na comunicação 5. A saúde na era da Informação: cidadãos, conteúdos e redes sociais 6. As TIC na saúde: empowerment e autonomia dos cidadãos? 7. A saúde na era da Informação: os profissionais e instituições 8. A saúde em rede: estratégias organizacionais e comunicacionais
Processo de Avaliação
A avaliação proposta é composta por dois momentos essenciais: a apresentação de um texto em aula (baseado na rescensão crítica de um artigo de revista científica ou um livro ou capítulo de um autor de referência) e um trabalho final (apresentação de uma proposta de projecto de investigação, enunciação das suas diversas etapas e métodos, ou ensaio crítico e argumentado de um ponto do programa. O primeiro momento terá um peso de 40% da nota final e o segundo 60
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Abdelmaleck,AA(1999)As representações sociais da Saúde e da doença, in Ciências Humanas e Cuidados de Saúde, Lisboa: Instituto Piaget Espanha,R(2009)Saúde e comunicação numa sociedade em rede, Lisboa: Monitor Espanha,R(2010)Tecnologias de Informação e Comunicação na Saúde, in J Simões(coord.), 30 anos do Serviço Nacional de Saúde, Coimbra: Almedina Espanha,R et al.(2012)Os Portugueses, a saúde e a Internet, Lisboa: FCG Espanha,R(2013)Informação e saúde-Tecnologia e acompanhamento Eysenbach,G(2001)What is e-health?, Journal of Medical Internet Research, 3(2) Hardey,M(1999)Doctor in the house: the Internet as a source of lay health knowledge and the challenge to expertise, Sociology of Health & Illness, 21(6) Katz,J e Ronald,E(2002)Social Consequences of Internet Use: access, involvement, and interaction, Cambridge, MIT Press. Kivits,J(2004)Researching the ‘informed patient’: the case of Online Health Information Seekers, in Information, Communication & Society, UK: Routledge
Bibliografia Opcional
Ammenwerth, Elske, Iller, Carola e Mahler, Cornélia (2006), “IT-adoption and the interaction of task, technology and individuals: a fit framework and a case study”, in BMC Medical Informatics and Decision Making. Andreassen, Hege K., et al (2007), “European citizens' use of E-health services: A study of seven countries”, BioMed Central Ltd. (http://www.biomedcentral.com/1471-2458/7/53). Aston, Katie (1999), “Communication - Yes, but does it work?” in Franklin Apfel, The Pen is as mighty as the surgeon's scalpel: improving health communication impact. London: Nuffield Trust (http://www.euro.who.int/document/e68240.pdf). Baker, Laurence, Wagner, Todd, Singer, Sara e Bundorf, M. (2003), “Use of the Internet and E-mail for Health Care Information – results from a national survey”, in Journal of the American Medical Association, volume 289, nº 18. Brodie, M. et alia (2000), “Health information, the Internet, and the digital divide”, Health Affairs, Vol 19, nº 6, 255-265. Butel, J. S. (2000), Simian virus 40, poliovirus vaccines, and human cancer: research progress versus media and public interests, Bulletin of the World Health Organization: the International Journal of Public Health, 78(2): 195-198 (http://www.who.int/bulletin/pdf/2000/issue2/0245.pdf). Calnan, Michael; Williams, Simon (1991), “Style of life and the salience of health: an exploratory study of health related practices in households from differing socio-economic circumstances”, in Sociology of Health and Illness, 13(4), pp. 506 – 529. Castells, Manuel (2002) A Era da Informação: Economia, Sociedade e Cultura – A Sociedade em Rede, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian Carapinheiro, Graça (2005), Saberes e poderes no hospital, Porto, Afrontamento. Cardoso, Gustavo e Rita Espanha (coord.) (2007), Profissionais de Saúde na Era da Informação: Médicos, Enfermeiros e Farmacêuticos, Lisboa, CIES/ISCTE (relatório final e anexos). 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Garrido, Marcial Velasco, Kristensen, Finn Børlum, Nielsen, Camilla Palmhøj e Busse, Reinhard (2008), Health technology assessment and health policy-making in Europe, European Observatory on Health Systems and Policies, Observatory Studies Series No 14, World Health Organization (http://www.euro.who.int/InformationSources/Publications/Catalogue/20081113_1). Gebreel, Ashour Omar, Butt, John (1997), Making health messages interesting, World Health Forum, 18(1): 32-34 (http://whqlibdoc.who.int/whf/1997/vol18-no1/WHF_1997_18(1)_p32-34.pdf). Himanen, P., Torvalds L. & Castells M. (2001). The Hacker Ethic and the Spirit of the Information Age, London: Vintage. Hinske, S, Ray, Pradeep (2006), Towards a global e-health framework for the support of pandemic control. The International Educational and Networking Forum for eHealth, Telemedicine and Health ICT. Luxembourg, The Med-e-Tel 2006 Proceedings (http://www.medetel.lu/download/2006/parallel_sessions/presentation/0407/Hinske.pdf). 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Kwankam, S. Yunkap (2004), What e-Health can offer. Bulletin of the World Health Organization: Perspectives, Geneva, pp. 800-801, (http://www.who.int/bulletin/volumes/82/10/797.pdf). Loader, Brian D. (1997) (ed.) The Governance of Cyberspace: Politics, Technology and Global Restructuring. London: Routledge. Murray, E. et all (2003), “The Impact of Health Information on the Internet on Health Care and the Physician-Patient relationship: patient perceptions”, Journal of Medical Internet Research (http://www.jmir.org/2003/3/e17). Netlleton, Sarah (2004), “Health e-types? An analysis of everyday use of the Internet for health” in Information, Communication & Society, U.K., Routledge. Norris, Bill (1999), “Keynote presentation - Media as a determinant of health” in Franklin Apfel, The Pen is as mighty as the surgeon's scalpel: improving health communication impact. London: Nuffield Trust (http://www.euro.who.int/document/e68240.pdf).
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Objectivos
A UC Ecrãs e Leitura Digital tem como principal objectivo compreender o fenómeno leitura digital e o seu impacto no consumo e práticas de leitura, bem como no sector editorial. De modo a incentivar o desenvolvimento de pensamento crítico relativamente à leitura digital, a UC será organizada em torno de três grandes áreas: ecologia da leitura digital, novas práticas de leitura e impacto da leitura digital no sector editorial. No final desta UC espera-se que os alunos tenham desenvolvido as seguintes competências: ? Mapear o fenómeno leitura digital ? Caracterizar as diferentes plataformas de leitura digital ? Compreender as novas práticas de leitura ? Compreender e enquadrar os principais desafios jurídicos no âmbito da leitura digital ? Ser capaz de analisar o impacto da leitura digital no sector do livro ? Compreender as principais estratégias de edição digital ? Reflectir sobre a relação que se estabelece entre leitura digital e novas literacias
Programa
1. O conceito de Leitura Digital 2. A ecologia da Leitura digital 3. Plataformas de Leitura Digital 4. Práticas de leitura: Consumo e práticas 5. Locais e espaços de leitura digital 6. Políticas de incentivo e desafios jurídicos 7. A leitura digital no contexto editorial 8. Estratégias de Edição Digital 9. A transformação do sector do livro 10. Novas Literacias
Processo de Avaliação
1. Trabalho de grupo. Relatório de 5 a 7 páginas sobre uma boa prática de edição ou projectos de incentivo à leitura digital. 2. Trabalho escrito individual. Os alunos deverão escrever um ensaio de 15 a 20 páginas, resultante de trabalho de investigação empírica, sobre um dos temas discutidos nas aulas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Birkerts, S. (2006). The Gutenberg Elegies: The Fate of Reading in an Electronic Age. New York: Faber & Faber [1994]. Bolter, J. D. e R. Grusin (2000). Remediation: Understanding New Media. Cambridge (MA): MIT Press. Furtado, J. A. (2009). A Edição de Livros e a Gestão Estratégica. Lisboa: Booktailors. Gomez, J. (2008). Print Is Dead: Books in Our Digital Age. New York: Macmillan. Logan, R. (1987). The Alphabet Effect: The Impact of the Phonetic Alphabet on the Development of Western Civilization. Toronto: St. Martin Press. McLuhan, M. (2011 ) The Gutenberg Galaxy. Toronto: University of Toronto Press. Nunberg, G. (1996). The Future of the Book. Berkeley e Los Angeles: University of California Press. Thompson, J.B. (2005). Books in the Digital Age: The Transformation of Academic and Higher Education Publishing in Britain and the United States. Londres: Polity Thompson, J.B. (2010). Merchants of Culture. Londres: Polity
Bibliografia Opcional
Bolter, J.D. (2001). Writing space: Computers, hypertext, and the remediation of print. Mahwah (NJ) e Londres: Lawrence Erlbaum Associates (2ª Ed.). Cull, B. W. (2011). ?Reading revolutions: Online digital text and implications for reading in academe?. First Monday, 16 (6). Disponível em: http://firstmonday.org/htbin/cgiwrap/bin/ojs/index.php/fm/article/viewArticle/3340/2985. Darnton, R. (2010). The Case for Books: Past, Present, and Future. Nova Iorque: PublicAffairs. Furtado, J. A. (1999). ?As bibliotecas públicas, as suas missões e os novos recursos de informação?. Liberpolis, 2. Furtado, J. A. (2004). ?Metamorfoses da Edição na Era Digital?. Artigo apresentado no I Seminário Brasileiro sobre Livro e História Editorial, Rio de Janeiro. Furtado, J. A. (2006). ?Livro e leitura no novo ambiente digital?. In Pombo et al. Enciclopédia e Hipertexto. Lisboa: Editora Duarte Reis. Furtado, J. A. (2007). ?Fractura digital e literacia: Reequacionar as questões do acesso?. Comunicação & Cultura, 3, pp. 97-111. Furtado, J. A. (2010). ?Hipertexto revisited?. Letras de Hoje, 45 (2), pp. 31-55. Howard, N. (2009). The Book: The Life Story of a Technology. Westport (Co.) e Londres: Greenwood Press. Jenkins, H. (2006). Convergence Culture. Nova Iorque e Londres: New York University Press. Lessig, L. (2004). Free Culture: The Nature and Future of Creativity. Nova Iorque: Penguin Books. Lessig, L. (2006). Code ? Version 2.0. Nova Iorque: Basic Books. Liu, Z. (2005). ?Reading behavior in the digital environment: Changes in reading behavior over the past ten years?. Journal of Documentation, 61(6), 700?712. Liu, Z. (2006). ?Print vs. Electronic Resources: A Study of User Perceptions, Preferences, and Use?. Information Lynch, C. (2001). ?The Battle to Define the Future of the Book in the Digital World?. First Monday, 6 (6). Disponível em: http://firstmonday.org/htbin/cgiwrap/bin/ojs/index.php/fm/rt/printerFriendly/864/773. Mangen, A. (2008). ?Hypertext Fiction Reading: Haptics and Immersion?. Journal of Research in Reading, 31 (4), pp. 404-419. Mangen, A. and J.-L. Velay (2010). ?Digitizing Literacy: Reflections on the Haptics of Writing?. In Mehrdad Hosseini Zadeh (Ed.). Advances in Haptics. InTech, Disponível em: http://www.intechopen.com/articles/show/title/digitizing-literacy-reflections-on-the-haptics-of-writing Manguel, A. (1999). Uma História da Leitura. Lisboa: Editorial Presença. Martins, J. M. (1999). Marketing do Livro: Materiais para uma Sociologia do Editor Português. Oeiras: Celta. Martins, J. M. (2005). As Profissões do Livro. Lisboa: Verbo. Processing and Management, 42(2), 583?592. Reinking, D. et al. (Eds.) (1998). Handbook of Literacy and Technology: Transformations in a Post-typographic World. Mahwah (NJ) and London: Lawrence Erlbaum Associates. Rodríguez, J. (2007). Edición 2.0 ? Los Futuros del Libro. Barcelona: Melusina. Striphas, T. (2011). The Late Age of Print: Everyday Book Culture from Consumerism to Control. Nova Iorque: Columbia University Press. Walsh, M., J. Asha and N. Sprainger (2007). ?Reading Digital Texts?. Australian Journal of Language and Literacy, 30 (1), pp. 40-53.
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Docentes
Joana Azevedo
Departamento de Sociologia
Objectivos
A UC tem como objetivo principal proporcionar uma experiência de atuação profissional e de aplicação prática dos conhecimentos e competências adquiridos, em particular do estudo das transformações em curso nos media, na comunicação e na sociedade em diversos áreas do sector e indústrias da informação, comunicação e cultura. Deste modo, a UC visa preparar, acompanhar e avaliar os alunos no contacto direto com práticas profissionais relacionadas com as competências em Comunicação e Cultura desenvolvidas ao longo do Mestrado. São objetivos da UC transmitir e consolidar um conjunto de conhecimentos e competências relacionadas com a prática profissional ou a investigação nas áreas científicas do mestrado, bem como desenvolver competências teórico-práticas, no domínio da utilização de instrumentos técnicos e metodológicos adequados às áreas de Comunicação, Cultura e Tecnologias de Informação.
Programa
1. Organização do processo de colocação dos alunos em estágio; 2. Informar e esclarecer os alunos sobre as áreas de estágio e instituições de acolhimento disponíveis; 3. Definição do local de estágio e do seu período de realização; 4. Preparação para integrar o local de estágio: seminário e sessões de orientação; 5. Formalização do estágio: elaboração do protocolo, identificação do orientador externo responsável, elaboração em conjunto com a instituição do plano de trabalho, definição dos objetivos gerais do estágio; 6. Integração nas atividades regulares da organização/instituição, no âmbito das áreas da Comunicação, Cultura e Tecnologias de Informação; 7. Exposição na aula das atividades desenvolvidas no âmbito do estágio e balanço crítico; 8. Orientação e elaboração do relatório final de estágio;
Processo de Avaliação
A avaliação é efetuada pelo Professor responsável pela UC e pelo Orientador de Estágio da respetiva organização/instituição, segundo os seguintes critérios: i) Relatório individual de estágio: ponderação de 55%; ii) Apresentação individual na aula: ponderação de 15%; iii) Avaliação pelo orientador externo: ponderação de 30%.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
NEVES José G., GARRIDO Margarida, SIMÕES Eduardo. 2008. Manual de Competências Pessoais, Interpessoais e Instrumentais. Teoria e Prática. Lisboa. Editora SÍLABO. PIMENTEL Duarte. 2011. Sociologia da Empresa e das Organizações. Uma breve introdução a problemas e perspectivas. Lisboa. Escolar Editora. Neves, José G., Garrido, Margarida, Simões, Eduardo. 2008. Manual de Competências Pessoais, Interpessoais e Instrumentais. Teoria e Prática. Lisboa. Editora SÍLABO. Pimentel, Duarte. 2011. Sociologia da Empresa e das Organizações. Uma breve introdução a problemas e perspectivas. Lisboa. Escolar Editora. Porta, Donatella Della, Keating Michael (eds.). 2008. Approaches and Methodologies in the Social Sciences. A Pluralist Perspective. Cambridge. Cambridge University Press. Sweitzer, H. Frederick e King, Mary A. (2014) The Successful Internship: Personal, Professional, and Civic Development in Experiential Learning. Belmont, CA: Brooks/Cole, Cengage Learning.
Bibliografia Opcional
Bryman, Alan (2016), Social Research Methods, 5th edition, Oxford, Oxford University Press.
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Objectivos
Definição das estratégias de investigação e articulação com procedimentos operatórios de recolha e de tratamento da informação. Aborda as metodologias quantitativas e qualitativas accionadas no contexto da pesquisa: A recolha da informação (procedimentos técnicos):fiabilidade e validade das técnicas accionadas e dos seus resultados. Análise e interpretação de « dados quantitativos » e de « dados qualitativos"
Programa
CP1. Projecto de investigação sociológica
1. Objectivos, níveis de análise e estratégia de investigação 2. Ruptura e construção do objecto teórico 3. Problemática teórica e o modelo de análise 4. Delimitação do campo empírico, estratégia e plano de observação 5. Construção de amostras, selecção de casos, constituição de corpus de análise empírica
CP2. Inquérito por questionário 1. Objectivos, hipóteses de trabalho e construção do questionário 2. Limitações e enviesamentos, regras de redacção e estruturação do questionário e formas de aplicação
CP3. Análise de dados estatísticos e interpretação sociológica
CP4. Entrevistas e Histórias de Vida
1. Tipos de entrevistas - articulação com o objecto 2. Condução da entrevista
CP5. Observação e trabalho de campo
CP6. Análise de Conteúdo
1. Documentos produzidos pelo investigador (entrevistas e histórias de vida) 2. Documentos produzidos noutros contextos sociais (ex: imprensa e discurso político)
Processo de Avaliação
Processo de avaliação periódico: a)ficha de leitura de texto indicado pela docente e participação em workshop temático a realizar consoante número e interesses dos estudantes. (50% da nota final) b)realização de exercício de operacionalização e construção de instrumentos de recolha de informação com base na ficha de leitura (50% da nota final)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BARDIN, L. Análise de conteúdo, Lisboa, Edições 70, 2000 BEAUD, S., Weber, F.: Guia para a pesquisa de campo, Petropolis, Vozes Lda., 2007 BRAVO, R.S., Técnicas de investigación social. Teoria y Ejercicios, Madrid, Paraninfo BURGESS, R.G., A pesquisa de terreno : uma introdução, Oeiras, Celta, 1997 Campos, L.Introdução às teorias sociológica: de Marx a Bourdieu, Lisboa,Sílabas & Desafios, 2015 FODDY, William, Como perguntar. Teoria e Prática da construção de perguntas para entrevistas e questionários, Oeiras, Celta Editora, 1996 GHIGLIONE, R., MATALON, B., O inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta, 1996 Guerra, I., Pesquisa Qualitativa e Análise de Conteúdo. Sentidos e formas de uso, São João do Estoril, Principia, 2006 PERETZ, H., Métodos em Sociologia, Lisboa, Temas e Debates, 1998 POIRIER,J., CHAPIER-VALADON, S., Histórias de Vida- Teoria e Prática, Oeiras, Celta, 1995 SANTOS SILVA e MADUREIRA PINTO (orgs.) Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Afrontamento, 1987
Bibliografia Opcional
BERTAUX D., Delcroix, C.,?Case histories of Families and social processes. Enriching sociology? in PRUE CHAMBERLAYNE et al.(eds), The Turn to Biographical Methods in Social Science. Comparative issues and examples. London, Routledge, 2000
BLAIKIE, N., Designing Social Research, Cambridge, Polity Press, 2000
BLANCHET, A., Gotman,A., L?enquête et ses méthodes : l?entretien, Paris, Nathan, 1992
BRYMAN, ?Quantitativisme et qualitativisme: un faux débat ?? in BERTHELOT, Sociologie. Epistemologie d?une discipline. Textes fondamentaux, Bruxelles, De Boeck Université, 2001, pp.209-220 (orig. em inglês BJS, XXXV, 1, 1984)
BRYMAN, A., CRAMER, D., Análise de dados em ciências sociais ? introdução às técnicas utilizando o SPSS, Oeiras, Celta, 1992, pp. 79-96
BURTON, D., Research training for social scientists, Londres, Sage, 2000
CRESSWELL, J., Reserch Design, Sage, 2003, cap.1
DROESBEKE, J., THOVERON, G., Au royaume des sondages, Bruxelles, Editions de l?Université de Bruxelles, 1990, pp. 23-70
DUPOIRIER,E., PARODI, J.-L., Les indicateurs socio-politiques aujourd?hui, Paris, L?Harmattan, 1997
DUCHESNE, S., Haegel, F., L?entretien collectif, Paris, A.Colin, 2005
FESTINGER, L., KATZ, D. (comps.), Los métodos de investigacion en las ciências sociales, Barcelona, Paidós, 1992, pp. 171-234
FLICK, U., An Introduction to Qualitative Research, Londres, Sage, 1998
FODDY, W., Como perguntar, Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários, Oeiras, Celta, 1996
FRANKFORT-NACHMIAS, C., NACHMIAS, D., Research Methods in The Social Sciences, Londres, St.Martin?s Press, 1992
GILBERT, N (org.) Researching social life, Londres, Sage, 2001
GRAWITZ,M., Méthodes des sciences sociales (4a ed.), Paris, Dalloz, 1979, Livre II - ch.2 - sections 1 e 2, Livre III - Titre II - ch.1 - section 3.
KRIPPENDORf, K., Metodología de análisis de contenido. Teoría y práctica, Barcelona, Ediciones Paidós Ibérica, 1997
LATIESA, M., (ed.), El pluralismo metodologico en la investigación social: ensayos típicos, Universidad de Granada, 1991
MATALON, B., Décrire, expliquer, prévoir. Démarches expérimentales et terrain, Paris, A. Colin, 1988 MENDRAS, H., Oberti, M., Le sociologue et son terrain: trente recherches exemplaires, Paris, A.Colin, 2000
OSUNA, J.R., Métodos de muestreo, Madrid, CIS, 1991
OSUNA, J.R., Métodos de muestreo. Casos prácticos, Madrid, CIS, 1993
PENEFF, J., La méthode biographique, Paris, A.Colin, 1990
PONS, I., Programación de la investigación social, Madrid, CIS, 1993
RONGERE, P., Méthodes des sciences sociales, Paris, Dalloz, 1979, pp.21-5, 85-93
SCOTT, J., A matter of record - Documentary sources in social research, Cambridge,Polity Press, 1990, [caps. 1,2,3]
SILVERMAN, D., ?Qualitative/Quantitative? in Jenks, C., (ed.) Core Sociological Dichotomies, Londres, Sage, 1998
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Docentes
Susana de Carvalho Spínola
Departamento de Sociologia
Objectivos
É finalidade desta u.c. contribuir para um aprofundamento de competências no que concerne ao conhecimento e reflexão das noções de espaço público, político e de media numa dimensão europeia e nacional, quer através de uma apresentação do espaço do continente europeu como espaço de intervenção dos media, abordando num primeiro momento a Europa nas suas várias dimensões, para de seguida contextualizar esta intervenção em termos de políticas europeias e nacionais para os media. Finalmente, aprofundar a regulação dos media e seus quadros jurídicos.
Programa
1. O espaço do continente europeu nas suas várias dimensões políticas: a EU, o Conselho da Europa, o Espaço Schengen, o Espaço Económico Europeu. 2. A política europeia para os media 3. A política e regulação dos media em Portugal
Processo de Avaliação
a) Avaliação contínua A nota final será o resultado ponderado da avaliação do docente (50%), da auto-avaliação (25%) e da avaliação pelos pares (25%).
b) Avaliação em Época Especial Na época espacial os estudantes serão avaliados mediante a entrega de um artigo científico / ensaio. O âmbito do ensaio deverá respeitar o âmbito da u.c. e as regras determinadas para a apresentação escrita.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Center for Media Pluralism and Media Freedom (2013) European Union Competencies in Respect of Media Pluralism and Media Freedom. RSCAS Policy Papers. Disponível em: Dahan, N.M. (2009) "The four Ps of corporate political activity: a framework for environmental analysis and political action", in Journal of Public Affairs, 9 (2 ), pp. 111-123 Dondels, Karen, Pauwels, Caroline, Loisen, Jan (ed.) (2014) The Palgrave Hanbook of Europena Media Policy. de Bussy N.M., Kelly, L. (2009) Stakeholders, Politics and Power. Towards and understanding of stakeholder identification and salience in government. Journal of Communication Management. Harrisson, Jackie, Wessels, Bridgette (ed.) (2009) Mediating Europe: New Media, Mass Communications, and the European Public Sphere. Oxford: Berghahn Books. Jensen, Inger (2001) "Public relations and emerging functions of the public sphere: An analytical framework", Journal of Communication Management, Vol. 6 Iss: 2, pp.133 - 147
Bibliografia Opcional
L'Etang, J. (2009) Public Affairs and the Public Sphere in Public Relations - Concepts, Practice and Critique.Sage. p.96 Sousa, Helena, Trützschler, Wolfgang, Fidalgo, Joaquim e Lameiras, Mariana (2013) Media Regulators in Europe: A Cross-Country Comparative Analysis, CECS - Communication and Society Research Centre, Universidade do Minho Barzanti, Fabrizio (2012) Governing the European audiovisual space: what modes of governance can facilitate a european approach to media pluralism? Robert Schuman Center for Advanced Studies. The Center for Media Pluralism and Media Freedom. Disponível em: http://cadmus.eui.eu/bitstream/handle/1814/23914/RSCAS_2012_49.pdf?sequence=1&isAllowed=y União Europeia, DIRECTIVA 2010/13/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 10 de Março de 2010, relativa à coordenação de certas disposições legislativas, regulamentares e administrativas dos Estados-Membros respeitantes à oferta de serviços de comunicação social audiovisual (Directiva «Serviços de Comunicação Social Audiovisual»)
Some links Mediamonitor: http://www.mediamonitor.pt/ ERC: http://www.erc.pt/ European Audiovisual Observatory: http://www.obs.coe.int/ Center for Media Pluralism and Media Freedom: http://cmpf.eui.eu/Home.aspx
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Docentes
António Alexandre Melo
Departamento de Sociologia
Objectivos
A nossa perspectiva está centrada na análise do sistema da arte contemporânea - um sistema social multidimensional - nas suas dimensões económica, institucional e mais especificamente cultural. a situação atual da sociologia da arte, enquanto forma de investigação e conhecimento, e o panorama das artes, suas dinâmicas e transformações. A nossa perspetiva está centrada na análise do sistema da arte contemporânea - um sistema social multidimensional - nas suas dimensões económica, institucional e mais especificamente cultural. Neste sentido, começamos por abordar as questões conceptuais e epistemológicas associadas à definição de arte e às práticas da sociologia da arte. Em seguida, articularemos uma visão geral do funcionamento do sistema da arte à escala global com a análise concreta da especificidade do meio artístico português na atualidade.
Programa
1. Sociologia da Arte, Arte e Arte Contemporânea
1.1 Questões epistemológicas : princípios, recursos e métodos de investigação 1.2 Arte e Arte Contemporânea : perspetivas e definições estéticas, históricas e sociológicas
2. Sistema da Arte Contemporânea : um sistema social multidimensional
2.1 Dimensão Económica : mercado, valores e cotações 2.2 Dimensão Institucional : políticas e poderes públicos e privados 2.3 Dimensão Cultural : discursos , públicos e audiências
3. Agentes, Eventos e Lugares
3.1 Atores Económicos 3.2 Criação, Mediação e Legitimação 3.3 Fatores Institucionais
4. Análise concreta da situação atual
4.1 Escalas local, nacional e global 4.2 Situação Portuguesa 4.3 Perspetivas, Contradições e Controvérsias
Processo de Avaliação
A classificação final resulta da avaliação do ensaio escrito individual e da assiduidade e participação dos alunos. Em caso de insucesso ou de não cumprimento dos requisitos de trabalho pessoal referidos os alunos podem recorrer ao exame final
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BECKER, Howard, Art worlds, Berkeley, University of California Press, 1982 BOURDIEU, Pierre, Les régles de l'art: génèse et structure du champ littéraire, Paris, Seuil, 1992.CHATEAU, Dominique, La question de la question de l'art, Presses Universitaires de Vincennes, 1994. CONDE, Idalina, Duplo écran na condição artística, in Narrativas da modernidade : a construção do outro, Lisboa, Edições Colibri/Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2001. FREELAND, Cynthia, But Is It Art?, An introduction to art theory, Nova Iorque, Oxford University Press, 2001.HEINICH, Nathalie, La Sociologie de l'art, Paris, La Découverte, 2001.MELO, Alexandre (2012), Sistema da Arte Contemporânea, DocumentaMELO, Alexandre (2016), Arte e Poder na Era Global, DocumentaROBERTSON, Iain, Understanding Art markets - Inside the World of Art and Business, Routledge, 2016
Bibliografia Opcional
BAUDRILLARD, Jean, Pour une critique de l'économie politique du signe, Paris, Gallimard,1972.
BAUMANN, Margret, ROHR-BONGARD, Linde, SCHMIED, Wieland, Kunst=Kapital, Der Capital Kunstkompass von 1970 bis heute, Colónia, Salon Verlag, 2001. BOURDIEU, Pierre, La Distinction: critique sociale du jugement, Paris, Minuit, 1979. BOURDIEU, Pierre, e HAACKE, Hans, Libre-échange, Paris, Seuil, 1994.
BOWNESS, Alan, The Conditions of Sucess, How the Modern Artist Rise to Fame, Londres, Thames and Hudson, Wisbech, Balding and Mansell Ltd, 1989. CHATEAU, Dominique, L'art comme fait social total, L'Harmattan, 1998. CHATEAU, Dominique, Qu'est-ce que l'art ? , L'Harmattan, 2000.
CONDE, Idalina, Artistas, profissão e dom, in Vértice, Maio/Jun. 1994. CONDE, Idalina, Obra e valor: a questão da relevância, in Arte e dinheiro (Melo,1994) CONDE, Idalina (2014), Reconhecimento em Arte : Passagens de um Percurso (Tese de Doutoramento, ISCTE-IUL)
DANTO, Arthur, The transfiguration of the commonplace, Cambridge, Harvard University Press, 1981.
DANTO, Arthur, Beyond the brillo box: the visual arts in post-historical perspective, New York, Farrar, Straus and Giroux, 1992.
DANTO, Arthur, After the end of art: contemporary art and the pale of history, Princeton University Press, New Jersey, 1997.
DANTO, Arthur, What Art Is, Yale University Press, 2013
DICKIE, George, Art and Value, Massachusetts e Oxford, Blackwell, 2001.
DUPUIS, Xavier, ROUET, François, (ed.), Économie et culture, vol.I : Les Outils de L'économiste á l'epreuve, Paris, La Documentation Française, 1987. DUVE, Thierry de, Résonances du ready-made : Duchamp entre avant-garde et tradition, Nîmes, Éditions Jacqueline Chambon, 1989.
DUVE, Thierry de, Faire école, Paris, Les Presses du Réel, 1992.
FREY, Bruno, POMMEREHNE, Werner, Muses and Markets : Explorations in the Economics of Arts, Oxford, Basil Blackwell, 1989. GOODMAN, Nelson, Ways of worldmaking, Indianapolis, Hackett Publishing Company, 1988.
GRAMPP, William, Pricing the priceless: art, artists, and economics, New York, Basic Books, 1989.
GRAW, Isabelle, High Price, Art Between the Market and Celebrity Culture, Berlim, Sternberg Press, 2010. GUILBAUT, Serge, How New York stole the idea of modern art: abstract expressionism, freedom and the cold war, University of Chicago Press, 1983. HEINICH, Nathalie, La gloire de Van Gogh: pour une anthropologie de l'admiration, Paris, Minuit, 1991.
HEINICH, Nathalie, Du peintre à l'artiste: artisans et académiciens à l'âge classique, Paris, Minuit, 1993.
HEINICH, Nathalie, Ce que l'art fait à la sociologie, Paris, Minuit, 1998.
HEINICH, Nathalie, Le triple jeu de l'art contemporain: sociologie des arts plastiques, Paris, Minuit, 1998.
HEINICH, Nathalie, L'élite artiste, Excellence et singularité em régime démocratique, Gallimard, 2005.
HEINICH, Nathalie, La Sociologie à l'épreuve de l'art (premiere partie), Entretiens, La Courneuve, Aux lieux d'être, 2006.
HEINICH, Nathalie, Le Paradigme de l'Art Contemporain - Structures d'une Révolution Artistique, Gallimard, 2014
KRIS, Ernest, KURZ, Otto, Legend, myth and magic in the image of the artist, New Haven, Yale University Press, 1979. MARGOLIS, Joseph, What, after all, is a work of art?, The Pennsylvania State University Press, 1999. McEVILLEY, Thomas, Art and discontent: theory at the millenium, Nova Iorque, McPherson and Company, 1991.
McEVILLEY, Thomas, Art and otherness: crisis in cultural identity, Nova Iorque, McPherson and Company, 1992.
MELO, Alexandre, Arte e mercado em Portugal - Inquérito às galerias e uma carreira de artista, Lisboa, Observatório das Actividades Culturais, 1999.
MELO, Alexandre, Galerias de Arte em Lisboa (com Maria de Lourdes Lima dos Santos e Teresa Duarte Martinho), Lisboa, Observatório das Actividades Culturais, 2001.
MELO, Alexandre, Globalização Cultural, Quimera, 2002.
MELO, Alexandre, Aventuras no Mundo da Arte, Lisboa, Assírio & Alvim, 2003.
MELO, Alexandre, Arte e Artistas em Portugal (português/inglês), Lisboa, Instituto Camões/ Bertrand/ Círculo de Leitores, 2007 ( on-line site Instituto Camões )
MICHAUD, Yves, La crise de l'art contemporain, Paris, PUF, 1997. MOULIN, Raymonde, Le marché de la peinture en France, Paris, Minuit, 1967.
MOULIN, Raymonde, L'artiste, l'institution et le marché, Paris, Flammarion, 1992.
MOULIN, Raymonde, De la valeur de l'art, Paris, Flammarion,1995.
MOULIN, Raymonde, Le Marché de l'Art, Mondialisation et Nouvelles Technologies, Paris, Flammarion, 2003.
MUREAU, Nathalie, SAGOT-DUVAUROUX, Dominique, Le marché de l'art contemporain, Paris, La Découverte, 2006. POMIAN, Krzysztof, Collectionneurs, amateurs et curieux: Paris-Venise, XVI - XVIII siécles, Paris, Gallimard, 1987.
QUEMIN, Alain, L'art contemporain international: entre les institutions et le marché (Le rapport disparu), Nîmes, Éditions Jacqueline Chambon/Artprice, 2002.
REITLINGER, Gerald, The Economics of Taste, vol.I, The Rise and Fall of Picture Prices 1760-1960, Londres, Barrie and Rockliff, 1961; vol II, The Rise and Fall of Objects d'art Prices since 1950, Londres, Barrie and Jenkins, 1963; vol III, The Art Market in the 1960's, Londres, Barrie and Jenkins,1970. ROUGET, Bernard et al., Le marché de l'art contemporain en France : prix et stratégies, Paris, La Documentation Française, 1991. SANTOS, Maria de Lourdes Lima dos, Sociologia da Cultura - perfil de uma Carreira, ICS, 2012 WOLFF, Janet, The Social Production of Art, London, Mac Millan,1981.
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Docentes
Eduardo Torres
Departamento de Sociologia
Objectivos
• Analisar e reflectir sobre a televisão como meio de conhecimento e de estudo da sociedade, nas suas três dimensões essenciais: institucionalidade, texto e audiências. Atingir a compreensão da interacção entre o media e a sociedade. • Analisar as formas da televisão como representações textuais de realidades sociais. • Estudo e uso de metodologias apropriadas para realizar a análise da televisão como objecto sociológico. • Reflectir sobre o media na “era das redes”, da fragmentação das audiências, da individualização do indivíduo, na “era digital” e da expansão da linguagem e dos conteúdos de TV para outros media e formas de comunicação.
Programa
1. Introdução: mundo social, mundo simbólico. 2. A televisão como reflexo da sociedade e como reflexo na sociedade. A televisão como produtora de sociedade. 3. A televisão como acesso ao conhecimento da sociedade. Metodologias de estudo da televisão como reflexo da e na sociedade. 4. A televisão como instituição. Produção. Elites. Televisão e serviço público. 5. A televisão como texto. Representações. 6. A televisão como audiências. Massas e indivíduos. Consumo e cidadania. A televisão na sociedade do século XXI. Desafios teóricos e de investigação.
Processo de Avaliação
Realização de um trabalho final, seja a apresentação de uma proposta de projecto de investigação, enunciação das suas diversas etapas e métodos, seja um ensaio crítico e argumentado a partir de uma análise empírica de uma realidade abordada no programa, à escolha do aluno e aprovada pelo professor. O projecto de cada trabalho será discutido em várias sessões a partir da terceira.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Maria João Vaz
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta unidade curricular é dotar os estudantes de conhecimentos teóricos e práticos sobre a definição e acesso a fontes de informação e a documentação, nomeadamente a documentação de arquivo. A reflexão sobre o conceito de documento bem como os procedimentos a que deve ser submetida a informação e documentação utilizada na elaboração de estudos científicos são também aspectos contemplados.
Programa
CP1 - Teoria e história da informação e da documentação. O processo informativo-documental. A mensagem documental CP2- Conceito de documento CP3- Hermenêutica e crítica do documento e da informação CP4- Organização e representação da informação CP5- O arquivo e o documento de arquivo. Arquivos históricos; Arquivos intermédios; Arquivos correntes CP6- A pesquisa e o acesso à informação nos arquivos CP7 - Arquivos especiais: sonoros, fotográficos, cinema, digitais CP8- Outras fontes documentais: fontes orais, fontes literárias, imprensa cinema, memórias, objectos.
Processo de Avaliação
Preparação e participação nas aulas (10%).Elaboração de um trabalho individual e sintético, com apresentação oral na sala de aula (30%) e entrega do trabalho por escrito no final das aulas (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Chaumier, Jacques (1993), Les Techniques Documentaires, Paris, Puf. Coeuré, Sophie; Duclert, Vincent (2001), Les archives, Paris, La Découverte. Farge, Arlette (1989), Le gout de l?archive, Paris, Seuil. Le Goff, Jacques (1984), «Documento/Monumento», in: Enciclopédia Einaudi, vol. I, Lisboa, Imprensa Nacional, pp. 95-104 López Yepes, J. (1995), La documentación como disciplina. Teoria e historia, Pamplona, Eunsa, 1995 Pinto Molina, M. (1991), Análisis documental: fundamentos y procedimientos, Madrid, Eudema. Ribeiro, Fernanda (2003), O acesso à informação nos arquivos, 2 volumes, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian / Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Rousseau, Jean-Yves, et al. (1998), Os fundamentos da disciplina arquivística, Lisboa, Dom Quixote Silva, Armando Malheiro da (2006), A Informação. Da compreensão do fenómeno e construção do objecto científico, Porto, Ed. Afrontamento.
Bibliografia Opcional
AA.VV. (2004), Olhares cruzados entre arquivistas e historiadores, Lisboa, IAN/TT. AA.VV (1985),Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas - A Informação em Tempo de Mudança - Actas, 2 vols., Porto, BAD. Alves, Ivone, et al. (1993), Dicionário de terminologia arquivística, Lisboa, Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro. Barthes, Roland (2012), A Câmara Clara, Lisboa, Ed. 70 (reedição). Carrión Gúties, Manuel (2002), Manual de Bibliotecas, Madrid, Fundación Germán Sánchez Ruipérez. Eco, Umberto (2002), A Biblioteca, Lisboa, Difel (5.ª edição). Eco, Umberto (1980), Como se faz uma tese em ciências humanas, Lisboa, Presença. Guinchat, Claire e Menou, Michel (1985), Introduction générale aux sciences et techniques de l'information et de la documentation, Paris, Presses de l'UNESCO. Hildesheimer, Françoise (1984), Les archives? Pourquoi ? Comment ?, Paris Éditions de l´Érudit. Leal, Maria José da Silva e Pereira, Miriam Halpern, coord. (1988), Arquivo e Historiografia. Colóquio sobre as fontes da História Contemporânea portuguesa, Lisboa, INCM. Lodolini, E. (1986), Archivistica. Principi e problemi, Milão, Franco Angeli (3.ª ed). Mattoso, José (1988), A Escrita da História. Teoria e métodos, Lisboa, Editorial Estampa Mban, Albert (2007), Les problèmes des archives en Afrique : à quand la solution?, Paris,L'Harmattan. McGarry, Kelvin J. (1984), Da documentação à informação: um contexto em evolução, Lisboa, Ed.Presença Pavão, Luís (1997), Conservação de Colecções de Fotografia, Lisboa, Dinalivros. Poulain, Marine, dir. (1992), Les bibliothèques publiques en Europe, Paris, Edition du Cercle de la Librairie. Serrão, Joel, coord. (1984-1985), Roteiro de Fontes da História Portuguesa Contemporânea, 3 Volumes, Lisboa, Instituto Nacional de Investigação Científica. Silva, Armando Malheiro da; Ribeiro, Fernanda; Ramos, Júlio e Real, Manuel Luís, (1999), Arquivística. Teoria e prática de uma ciência da informação, Porto, Afrontamento. Sontag, Susan (1986), Ensaios sobre fotografia, Lisboa, D. Quixote. Traniello, Paolo (1997), La Biblioteca Pubblica. Storia di un istituto nell?Europa contemporanea, Bolonha, il Mulino.
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Docentes
Nuno de Almeida Alves
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade visa fornecer aos alunos(as) competências práticas de aplicação da análise de conteúdo recorrendo a um programa informático especializado: MAXQDA.
Programa
1.A análise de conteúdo 1.1 Introdução. Estratégias de análise de conteúdo. Comparação da análise de conteúdo clássica com a grounded theory. 1.2 A questão da amostragem na seleção dos documentos a tratar. As etapas na realização da análise de conteúdo. As vantagens e desvantagens da análise de conteúdo. Aplicações da análise de conteúdo. Fiabilidade e validade na análise de conteúdo. 2. A utilização do software MAXQDA na análise de diversos tipos de dados qualitativos. 2.1 Etapas, processos e tarefas na utilização do MAXQDA: estrutura de codificação; labels; contagens; 3. Apresentação de resultados e publicação de estudos com análise de conteúdo 3.1 Produção de um codebook de apresentação dos resultados: excertos, contagens, proporções, nuvens de palavras, 3.2 Publicação dos resultados em diferentes tipos de publicações
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de ficha de leitura (30%); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. (2012). Social Research Methods. Oxford: Oxford University Press
Denzin, N.K., & Lincoln, Y.S. (2000). Handbook of Qualitative Research. London: Sage.
MAXQDA 12 Reference Manual, Verbi Software, Berlin
Bibliografia Opcional
Duarte, Vera (2015), "Delinquência Juvenil feminina a várias vozes. Contributos para a contrução de uma tipologia de percursos transgressivos", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 49-66.
Gomes, Rui Telmo (2014), "O pessoal está interessado numa tour". Ritos de procrastinação das cenas musicais underground", Sociologia, Problemas e Práticas 76, pp.51-68.
Lemos, Valter e Anabela Serrão (2015), "O impacto político do PISA em Portugal através dos media", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 87-104.
Nunes, Ana Rita e Sara Falcão Casaca (2015), "As mulheres perante o desafio de uma carreira internacional", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 77-94.
Silveira, Liane (2015), "Eu sou os olhos dela. As babás nas imagens, na praça ou na etnografia do olhar", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 95-111.
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Docentes
Nuno de Almeida Alves
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
A UC de Análise de Indicadores Estatísticos tem como objetivos proporcionar aos estudantes, através da realização de atividades práticas, o desenvolvimento de competências de avaliação e utilização de fontes estatísticas, tomando como referência o trabalho de investigação científica e de redação dos respetivos produtos. Pretende-se dotar os alunos das competências que lhes permitam ler, interpretar e usar de forma informada as estatísticas disponíveis em diversas das suas áreas fundamentais.
Programa
CP1. O sistema estatístico nacional e internacional (Instituto Nacional de Estatística e órgãos de competências delegadas; Organismos das Nações Unidas, Eurostat, OCDE); Métodos e amplitude da recolha de informação. CP2. Recenseamento da população e estatísticas demográficas; CP3. Educação: Sistema de ensino, recenseamentos escolares e qualificações da população; CP4. PIB, rendimentos, proteção social e desigualdades sociais; CP5. Trabalho, emprego e grupos profissionais; CP5. Ciência, tecnologia e sociedade do conhecimento; CP6. Indicadores compósitos: índice de desenvolvimento humano; CP7. Dos indicadores estatísticos à investigação sociológica. Articulação das estatísticas oficiais com a utilização de bases de dados internacionais Eurobarometer, EVS, IPPS, ESS.
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de apresentação oral individual em sala de aula (30%) (caso a turma seja grande será proposta uma alternativa); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bacelar, Sérgio, Para uma Sociologia da Produção Estatística: virtualidades duma leitura sintomática da informação estatística, Lisboa, INE. Carrilho, Maria José, População Activa: conceito e extensão através dos censos, Lisboa, INE. Ferreira, Maria João e Isabel Tavares, Notas sobre a História da Estatística, Dossiers Didácticos, VI, Lisboa, INE. Freire, João (1999), Problemas técnico-metodológicos em inquéritos sociológicos: a propósito de questões de valores e orientações dos sujeitos em matéria sócio-económica, Revista Crítica de Ciências Sociais, 55, pp. 37-51. Ramos, Pedro M.G. N. (2013), Torturem os Números que Eles Confessam, Coimbra: Almedina. Silva, Ana Alexandrino (2006), Gráficos e Mapas - representação de informação estatística, Lisboa, Lidel. Sousa, Fernando (1995), História da Estatística em Portugal, Lisboa, INE.
Bibliografia Opcional
Páginas Web e bases de dados
Bases de Dados de Informação Estatística: http://www.ine.pt http://www.oecd.org http://epp.eurostat.ec.europa.eu/portal/page/portal/eurostat/home/ http://www.unesco.org http://www.ilo.org http://www.eurofound.europa.eu/ http://www.apis.ics.ul.pt/ http://zacat.gesis.org/webview/
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Docentes
Inês Pereira
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
A presente disciplina visa discutir e potenciar a utilização sociológica do conceito de rede, visto como uma poderosa ferramenta teórica e metodológica. Neste sentido, combina uma reflexão teórico-analítica sobre o conceito de rede com a apresentação de estratégicas metodológicas de análise de redes sociais. Serão apresentados algumas aplicações informáticas específicas para a análise de redes, bem como algumas medidas estatísticas de análise de redes sociais, algo que será complementado com indicações bibliográficas e referências a pesquisas realizadas neste âmbito.
Programa
1. Rede Social: conceito e noções básicas 2. Aproximações teóricas com recurso à metáfora da rede - um guia 3. Apropriações metodológicas da análise de redes 4. Análise estatística de redes sociais? uma introdução 5. Representações gráficas: grafos e matrizes 6. Medidas analíticas básicas: coesão, envolvimento e subgrupos
Processo de Avaliação
Um trabalho individual que utilize teórica e metodologicamente o conceito de rede. O trabalho deve ter uma componente empírica, e nas aulas haverá oportunidade para desenvolver algumas das tarefas requeridas. Haverá também uma sessão individual com a docente de preparação do trabalho. O trabalho, na sua versão escrita, deve ter 10 a 20 páginas, excluindo anexos.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Wellman, Barry (1998), ?From Little Boxes to Loosely-Bounded Networks: The Privatization and Domestication of Community?, (Abril 2001)
Hanneman, Robert (2001), Introduction to social network methods, dept. of Sociology, University of California, Riverside (online guide)
Granovetter, Mark (1973) ? The strength of weak ties?, American Journal of Sociology, 78 (6)
Castells, Manuel (2000), The Information Age: Economy, Society and Culture, Volume I - The Rise of the Network Society, Oxford, Blackwell (2nd edition - 1997)1)
Bibliografia Opcional
Agier, Michel (1999), ?Réseaux et engagements: les uns avec les autres?, L?invention de la ville, Banlieus, townships, invasions, et favelas, Éditions des archives contemporaines, Paris (pp. 101-130) Fisher, Claude (1982), To Dwell Among Friends: Personal Networks in Town and City, Chicago e Londres, The University of Chicago Press. Hannerz, Ulf, (1980) Exploring the city, inquiries toward and urban anthropology, New York : Columbia University Press
Miranda, David, (2003) ?Em rede?: Algumas questões epistemológicas, em José Rebelo (coord.) Novas Formas de mobilização popular, Porto, Campo das Letras
Pereira, Inês, ?Movimentos em rede, Uma história do Software Livre?, em Cardoso, Gustavo, Rita Espanha (orgs.) (2006), Comunicação e Jornalismo na Era da Informação, Campo dos Media.
Santos, Felix Requena, (1989) ?Los lazos sociales? in Amigos y redes sociales, elementos para una sociologia de la amistad, CIS, Madrid Simmel, Georg (1955) ?The Web of Group Affiliation?, em The Conflict- The Web of Group Affiliation, New York, The Free press Ugarte, David, (2004) 11 M, Redes para ganar una guerra, Icaria, Barcelona Wasserman, Stanley e Katherine Faust, ?Affiliations and Overlapping Subgroups?, in Wasserman, Stanley e Katherine Faust (1994) Social network analysis, methods and applications, Cambridge, University Press Wittek, Rafael, (2003) ?Social capital in organizations, Forms, sources and effects?, summer course: Introduction to Social Network Analysis for Organisation StudiEs?, ISEG
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Docentes
Isabel Oliveira
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Compreender as dinâmicas demográficas que afetam o volume e estrutura da população e as tendências atuais dos fenómenos demográficos. Saber calcular e interpretar os principais indicadores demográficos e projetar a evolução da população em função de cenários prospectivos.
Programa
1. População: volume, estrutura e movimento (natural e migratório). 2. Análise dos fenómenos demográficos: o diagrama de Lexis. 3. Análise da mortalidade: taxas específicas e esperança de vida. 4. Análise da fecundidade: taxas específicas e índice sintético de fecundidade. 5. Análise das migrações: taxas e métodos indiretos. 6. Trajetórias demográficas recentes: hipóteses de evolução da componente natural e migratória. 7. Projeções demográficas: o método das componentes por coortes. 8. Projeção da população sem migrações 9. Projeção da população com migrações.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: teste (60%) e trabalho (40%) Avaliação Final: teste (60%) e trabalho (40%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Preston, S., Patrick H. e M. Guillot, 2001 - Demography: Measuring and Modeling Population Processes, Blackwell, Oxford.
Bibliografia Opcional
Avdeev, A. et al, 2011, "Populations and Demographic Trends of European Countries, 1980-2010", Population 66-1, p9-129.
Bandeira, M.L., 2004 - Demografia. Objecto Teoria e Métodos, Escolar Ed., Lisboa.
INE, 2017 - Projeções de população residente 2015-2018
Lanzieri, J.P., 2011 - Fewer, older and multicultural? Projections of the EU populations by foreign/national background
Nazareth, J.M., 2004 - Demografia. A Ciência da População, Ed. Presença, Lisboa.
Pintassilgo, S.C. e M.B. Bandeira, 2018 - Introdução à Demografia. Trabalhos Práticos, Escolar Ed., Lisboa.
Siegel, J.S. e D.A. Swanson, 2004 - The Methods and Materials of Demography, Elsevier, San Diego.
United Nations, 2017 - World Population Prospects
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Docentes
Maria Luísa Tiago de Oliveira
Departamento de História
Objectivos
A UC visa apresentar os fundamentos básicos (teóricos e práticos) da História Oral e conseguir que os alunos aprendam a fazê-la.
Programa
1. A História Oral como saber reconhecido: 1.1. A emergência e a afirmação da História Oral. 1.2. Tradições orais. 1.3. Tipologias e problemáticas da memória colectiva. 1.4. História Oral e fontes orais em arquivos e museus. 1.5. A situação da História Oral em Portugal. 2. A prática da História Oral: 2.1. Especificidades das fontes orais. 2.2. A inter-relação entre o entrevistador e o entrevistado. 2.3. Técnicas de entrevista. 2.4. Tipos de entrevistas. 2.5. A construção de perguntas. 2.6. Perfis de entrevistados. 2.7. Tipos de transcrição ou fichagem. 2.8. Utilização e crítica das fontes orais. 2.9. Problemas de confidencialidade: direito à informação ou direito à privacidade?
Processo de Avaliação
A avaliação periódica consite num dossier sobre um tema com: problemática; grelha de entrevista; 3 perfis; transcrição/fichagem de 5 mn de uma entrevista; comentário dessa entrevista; reflexão final com análise da contribuição da história oral para o estudo do problema.
Em alternativa, haverá exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BURGUESS, Robert G. (1997) A pesquisa de terreno. Uma introdução, Oeiras, Celta Editora DESCAMPS, Florence (2001) L'historien, l'archiviste et le magnétophone. De la constitution de la source orale à son exploitation, Paris, Ministère de l'Économie, des Finances et de l'Industrie. GHIGLIONE, Rodolphe e MATALON, Benjamin (1992) O inquérito. Teoria e prática, Lisboa, Celta Editora OLIVEIRA, Luísa Tiago de (2010) "A História Oral em Portugal", Sociologia. Problemas e Práticas, 63, pp. 139-56. Acessível em http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/spp/n63/n63a08.pdf POIRIER, Jean, CLAPIER-VALLADON, Simone e RAYBAUT, Paul (1995) Histórias de vida. Teoria e prática, Oeiras, Celta Editora RITCHIE, Donald A. (2011) The Oxford Handbook of Oral History. Oxford University Press TRAVERSO, Enzo (2012) O Passado, modos de usar. História, Memória e Política, Lisboa, Edições Unipop
Bibliografia Opcional
AROSTEGUI, Julio (2004) La historia vivida. Sobre la Historia del Presente, Madrid, Alianza Editorial, 1ª parte BAWM, Willa K. (1991) Transcribing and editing Oral History, Walnut Creek, Altamira Press BEBIANO, Rui (2003) "Temas e problemas da história do presente", in A História Tal Qual se Faz, org. de José d' Encarnação, Lisboa, Edições Colibri / Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, pp. 225-236 BERTAUX, Daniel (1997) Les récits de vie: perspective ethnosociologique, Paris, Nathan BERTAUX, Daniel (org.) (1981) Biography and society. The Life History approach in the Social Science, London, Sage BOURDIEU, Pierre (1994) "A ilusão biográfica" in Razões práticas: sobre a teoria da acção, Oeiras, Celta Editora, pp 53-59 CATROGA, Fernando (2001) História, memoria e historiografia, Coimbra, Quarteto CHAVEAU, Agnés e Philippe Tétard, orgs., (1992) Questions à l?histoire des temps présents, Bruxelles, Éditions Complexe COIMBRA, Maria Natércia (1993) "O arquivo de história oral no Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra. Entrevistas: conceito, natureza e direitos de uso e divulgação envolvidos" Cadernos BAD (1), pp. 21-30 CONNERTON, Paul (1993) Como as sociedades recordam, Oeiras, Celta Editora DEXTER, Lewis Anthony (2006) Elite and specialized interviewing, University of Essex (Colchester) - ECPR Press. FENTRESS, James e WICKAM, Chris (1994) Memória social. Novas perspectivas sobre o passado, Lisboa, Teorema FERRAROTTI, Franco (1981) Storia e storia di vita, Roma, Laterza FODDY, William (1996) Como perguntar. Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários, Oeiras, Celta Editora HALBWACHS, Maurice (1968) La mémoire collective, Paris, Presses Universitaires de France (edição original - 1950) HALBWACHS, Maurice (1994) Les cadres sociaux de la mémoire, Paris, Albin Michel (edição original - 1925) HOBSBAWM, Eric e RANGER, Terence (organizadores) (1983) The invention of tradition, Cambridge, Cambridge University Press JENIN, E. (2002) Los trabajos de la memoria, Madrid, Siglo XX JOUTARD, Philippe (1983) Ces voix qui nous viennent du passé, Paris, Hachette LOWENTHAL, David (1985) The past is a foreign country, Cambridge, Cambridge University Press MACKAY, Nancy (2007) Curating Oral Histories. From Interview to Archive, California, Left Coast Press, Inc NAMER, Gerald (1987) Memoire et societé, Paris, Méridiens Klincksiech NORA, Pierre, org., (1986-1992) Les lieux de mémoire, 7 vol, Paris, Gallimard PASSERINI, Luisa (1988) Storia e soggettività. Le fonti orali e la memoria, Florença, La nuova Italia PENEFF, Jean (1990) La méthode biographique: de l´École de Chicago à l'histoire orale, Paris, Armand Collin PORTELLi, Alessando (2013) A morte de Luigi Trastulli e outros ensaios, Lisboa, Edições Unipop REVEL, Jacques (1996) Jeux d'échelles. La micro-analyse à l'expérience, Paris, Gallimard / Le Seuil RICOEUR, Paul (2000) Mémoire, l'histoire, l'oubli, Paris, Seuil RITCHIE, Donald A. (2003) Doing Oral History. A Pratical Guide, 2º edição, Oxford University Press SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1990) The myths we live by, London / New York, Rowtledge SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1994) Theatres of memory, London, Verso THOMPSON, Paul (1978) The voice of the past. Oral History, Oxford / London / New York, Oxford University Press VALCUENDE DEL RIO, José María e Susana Narotsky Molledo (orgs.) (2005) Las políticas de la memoria en los sistemas democráticos: poder, cultura y mercado, Sevilha, Federación de Asociaciones de Antropología del Estado Español / Fundación El Monte / Asociación Andaluza de Antropología VANSINA, Ian (1965) Oral tradition as History, Madison / Wisconsin, University of Wisconsin Press VIDIGAL, Luís (1996) Os testemunhos orais na escola: história oral e projectos pedagógicos, Porto, Asa. YOW, Valerie Raleigh (1994) Recording Oral History. A Pratical Guide for Social Scientists, London, Sage Publications
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Docentes
Paulo Miguel Martins
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta disciplina é perspectivar a importância da utilização de imagens como fonte histórica e criar os instrumentos para o seu uso.O Contacto crítico com bibliografia é também relevante. Ao mesmo tempo que se elencam os temas e fontes passíveis de estudo, ou já estudados por diversos historiadores, também se abrem portas para uma aprendizagem concreta do seu uso.Os Sistemas de representação e de presentação, o enquadramento e análise crítica do documento, a constituição de corpus documentais visam uma apropriação dos saberes que começa na tomada de consciência das dificuldades do uso da fonte visual. O objectivo é capacitar o estudante a ter uma autonomia na escolha dos problemas, das fontes e dos média que estudará.
Programa
1. História da relação entre história e imagem. 2. Ver: Materialidade, imaterialidade da imagem Módulo. 3. O problema da representação. 3.1. Linguagens, contextos. 3.2. Símbolos, Mitologias. 4. A imagem como fonte. 4.1. O comentário do Documento iconográfico. 4.2. Difusão da imagem e sua Importância como fonte histórica. 4.3. A constituição de Corpus. 5. Estudos de caso 5.1. A Iconografia do Poder. 5.2. Simbólica da Nação. 5.3. Denegrir e Marginalizar. 5.4. Imagem: encontros e desencontros culturais. 5.5. Simbólica do Movimento Operário. 5.6. Representações do Espaço habitado ou explorado.(Paisagens, vistas, perspectivas, planos e mapas. 5.7. Propaganda e publicidade. 5.8. Imagem e identidade. 6. A imagem de conteúdo Histórico. 6.1. Cinema Histórico. 6.2. Banda Desenhada e História. 7. Balanço da Aprendizagem.
Processo de Avaliação
Avaliação correspondendo aos principais objectivos do curso.1 centrada na capacidade de compreensão e crítica da historiografia existente.2 momento duas fases. Escolha de tema e apresentação na aula. Realização do trabalho escolhido escrito. O objectivo é obter a autonomia da organização do trabalho, a comunicação oral e escrita dos resultados e a sua discussão com o professor e o grupo. A integração dos resultados da discussão. A escolha é feita com o professor em entrevista no gabinete.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. França, José Augusto, "História e Imagem", comunicação feita em Assembleia Geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Annais da Academia Portuguesa de História. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. Guigueno, Vincent, Delage, Christian, L'ouvrage, l'historien et le film, Gallimard, Paris, 2004 Duprat, Annie, Images et histoire: outils et méthods des Documents iconographiques,Paris, 2006. Barros, José d'Assunção," Cinema e história- as funções do cinema como agente, fonte e representação da História" em Ler História nº 52, 2007.
Bibliografia Opcional
AA.VV. Image et Histoire, Actas do colóquio de Paris/Censier, Publications de la Sorbonne, 1987. Agulhon Maurice, « Les Symboles figurés dans la propagande du mouvement ouvrier français de 1880 à 1914 », em La cultura operaria nella società industrializzata », Mezzosecolo, n.º 5, 1985. Agulhon, Maurice, La Marianne au Combat, l?imagerie et la Symbolique Républicaine , Flamarion , Paris 1979. Barthes, Roland, A Câmara clara, ed. 70 Barthes, Roland, L?Empire des Signes, Skira- Les Sentiers de La Création, Flammarion, Paris, 1980. Berger, John, Modos de ver, Arte e Comunicação, ed. 70, Lisboa, 1980. Bianco, Bela Feldman,Leite L. Miriam,(org.) Desafios da Imagem, São Paulo, 1998/2005. Bonnell, Victoria, Iconography of Power: Soviet Political Poster under Lenin and Stalin, Califórnia UP, 1997. Caetano, Carlos, A Ribeira de Lisboa Na Época da Expansão Portuguesa (Séculos XV a XVIII). Pandora, Lisboa, 2004. Campbell, Hughs, ? Photographing Urban America 1969-1979: From Garry Winogrand?s Glance to Stephen Shore?s Gaze. Sessão 38 , Visionary Urbanism: Photographic, Filmic and Digital Representation, Congresso de Associação Europeia de História Urbana, Estocolmo , 2006. http://www.historia.su.urbanhistory/eauh/specialistabstract2.htm Carvalho, José Murilho, A Formação das Almas, 1990. Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, Turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. Clark, Keneth, Hall?s Dictionary of subjects & Symboles in Art, 1974. Cloqué, Louis, traité de Perspective pittoresque, avant 1930. Dias, Helena, Alegria, Maria Fernanda, ?Lisboa na Produção Cartográfica Portuguesa e Holandesa dos séculos XVI e XVII?, Revista Penélope, n.º 13, 1994. pp. 55/69. França, José Augusto, ? História e Imagem?, comunicação feita em Assembleia-geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Anais da Academia Portuguesa de História. Freund, Gisèle, Photographie et Société, Paris, 1974.Edição espanhola, La Fotografia como documento social, Gil y Gil Madrid 1976. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. George Duby et Jacques Le Goff, « Document Artistique e Histoire » Table Ronde em Francastel et Après Giesey-, Ralph, « Modèles de Pouvoir dans les Rites Royaux en France », em Annales, Economie, Société et Culture ,n.º 3, pp. 579-599. Guillerme, J. L?atelier du temps, Essay sur l?alteration des peintures, Humaine, Paris, 1954 Guinzburg, Carlo, Mitos, Emblemas, Sinais, Morfologia e Históra, Companhia das letras, São Paulo, 1990. Isaacs, Anne Catherine, Histoire, Images, Imaginaire, Clio´s workshops. Pisa, 2002. Lynch, Kevin, A imagem da Cidade, Lisboa, Ed. 70, 1976. Panovsky, Dora and Erwin, Pandora?s Box, The Changing Aspects of a Mythical Symbol, Princeton UP, 1978. Panovsky, Erwin, ? Contribution au problème de la description des oeuvres appartenant aux Arts plastiques et à celui de l'interprétation de leur contenu » em La perspective comme forme Symbolique, Paris, Editions Minuit, 1975. Panovsky, Erwin, Estudos de Iconologia : Temas Humanísticos na Arte do Renascimento, Lisboa, Estampa, 1982. Philibert Myriam, Dictionnaire illustré des Mythologies, ed. Lodi, Paris,2001. Pinheiro, Magda, O Liberalismo nos espaços Públicos, A memória das Revoluções Liberais através dos Monumentos que a Celébram, Celta, Oeiras, 2000. Pinheiro, Nuno, Classes populares e Fotografia, tese de Mestrado, ISCTE. Pinheiro, Nuno, em Eunice Relvas, Maria João Vaz e Nuno Pinheiro, org. Exclusão na História, Oeiras, 2001. Pinheiro, Nuno, O Teatro da Sociedade, Tese de Doutoramento, cehcp, 2006 Schwarcz, Lilia Moritz, As Barbas do Imperador, São Paulo, 1999. Reynero, Carlos, La escultura Comemorativa en Espanha, La Edad de oro del Monumento Público, 1820-1914, Madrid, 1999. Senos, Nuno, O Paço da Ribeira, 1501-1581, ed. Notícias, Lisboa , 2002
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Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo desenvolver métodos de dependência contemplando duas situações de investigação de grande aplicação na área das Ciências Sociais e Humanas. São analisados designs complexos nos quais são testados modelos com efeitos de moderação e efeitos de mediação. São realizadas aplicações através de Regressão Linear Múltipla e Regressão Logística. A apresentação dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo situações de análise com apoio de um software de Estatística (SPSS) e da macro PROCESS (Hayes, 2018).
Programa
1. Modelação: moderação e mediação 1.1 Moderação: efeito de interação 1.2 Mediação: cadeia de efeitos 1.3 Análise de artigos com moderação e mediação 2. Modelação de moderação via Regressão Linear (OLS) 2.1 OLS com efeitos principais e efeitos de interação 2.2 Moderadora quantitativa 2.3 Moderadora categorizada 2.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 2.5 Reportar resultados em tese/artigo 3. Modelação de mediação via OLS 3.1 Mediadora quantitativa 3.2 Estimar e testar efeito indireto via bootstrapping 3.3 Mediação parcial e total 3.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 3.5 Reportar resultados em tese/artigo 4. Modelação via Regressão Logística 4.1 Apresentação do modelo 4.2 Condições de aplicabilidade 4.3 Parâmetros do modelo 4.4 Aplicação com software 4.5 Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: 1. Exercício individual (65%) 2. Trabalho de grupo (35%).
Condições: 1. Nota mínima no exercício individual: 8,0 valores 2. Nota mínima no trabalho: 10 valores
A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação eriódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baron, R e Kenny D. (1986). The Moderator-Mediator Variable Distinction in Social Psychological research: Conceptual, Strategic and Statistical Considerations, Journal of Personality and Social Psychology, 51, 1173-1182. Frazier, P. A., Tix, A. P. e Barron, K. E. (2004). Testing moderator and mediator effects in counselling psychology research. Journal of Counselling Psychology, 51(1), 115-134. Hayes, A. F. (2012). PROCESS: a versatile computational tool for observed variable mediation, moderation, and conditional process modeling. MacKinnon, D. P., Fairchild, A. J. e Fritz, M. S. (2007). Mediation analysis. Annual Review of Psychology, 58, 593-614. Maroco, J. (2010). Análise Estatística com o PASW Statistics (ex-SPSS), Pero Pinheiro. Pampel, F. (2000). Logistic Regression, Sage Publications. Passos, A. e Caetano, A. (2005). Exploring the effects of intragroup conflict and past performance feedback on team effectiveness, Journal of Managerial Psychology 20, 3/4, 231-244.
Bibliografia Opcional
Aiken, L., Stephen G. (1991). Multiple Regression: Testing and interpreting interactions, Newbury Park, Sage publications.
Calheiros, M. M. (2006). A construção social do mau trato e negligência: do senso-comum ao conhecimento científico. ed. 1, ISBN: ISBN 972-31-1132, Coimbra: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e Tecnologia. Imprensa de Coimbra Lda.
Cohen, J., Cohen P., West S. e Aiken L. (2003). Applied Multiple Regression/Correlation. Analysis for the Behavioral Sciences, Mahawh: Laurence Erlbaum, 3ª ed.
Hair, J., Black, W. Babin, B. e Anderson, R. (2009). Multivariate Data Analysis, 7ª ed., Prentice-Hall International, Inc.
Preacher, K. J. e Hayes, A. F (2008). Asymptotic and resampling strategies for assessing and comparing indirect effects in multiple mediator models, Behavior Research Methods, 40 (3), 879-891, http://quantpsy.org/pubs/preacher_hayes_2008b.pdf.
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª.
Important links:
Kenny, D. A. (2011). Moderation http://davidakenny.net/cm/moderation.htm Kenny, D. A. (2012). Mediation, http://davidakenny.net/cm/mediate.htm
Jose, P.E. (2013). ModGraph-I: A programme to compute cell means for the graphical display of moderational analyses: The internet version, Version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/modgraph/
Jose, P. E. (2013) MedGraph-I: A programme to graphically depict mediation among three variables: The internet version, version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/medgraph/
On-line data bases:
The European Social Survey (ESS): http://www.europeansocialsurvey.org/.
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Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo apresentar métodos de análise de dados que permitam descrever e testar relações entre duas ou mais variáveis, privilegiadamente relações de dependência. Dada a inserção da UC em cursos de mestrado pretende-se assim desenvolver conhecimentos e competências nos alunos com vista à operacionalização de modelos de análise similares aos que podem ter de trabalhar, designadamente, na sua dissertação de mestrado. O desenvolvimento dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo-se, para o efeito, exemplos de pesquisa com apoio de um software de estatística (SPSS).
Programa
1.Sistematização de um glossário de estatística 2.Modelação para comparação de grupos 2.1.Comparação entre dois grupos 2.2.Comparação entre k grupos 2.3.Operacionalização com software de estatística 2.4.Apresentação de resultados em tese/artigo 3.Validação da relação entre pares de variáveis 3.1.Variáveis categorizadas 3.2.Variáveis ordinais e quantitativas 3.3.Variáveis quantitativas 3.4.Operacionalização com software de estatística 3.5.Apresentação de resultados em tese/artigo 4.Modelação de relações de tipo linear 4.1.Modelo de regressão linear simples 4.2.Modelo de regressão linear múltipla 4.3.Operacionalização com software de estatística 4.4.Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
A avaliação periódica inclui: 1. Exercício individual - 65% 2. Trabalho de grupo(com utilização do software de estatística)- 35%;
Com: - Nota mínima no exercício: 8,0 valores - Nota mínima no trabalho de grupo: 10,0 valores A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. e Cramer, D. (2003), Análise de dados em Ciências Sociais, Introdução às Técnicas Utilizando o SPSS para Windows, Oeiras, Celta Editora, 3ª ed. Maroco, J. (2014). Análise Estatística com o SPSS Statistics, Pero Pinheiro, ReportNumber., 6ed. Maroco, J. e Bispo, R. (2003). Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores.
Bibliografia Opcional
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª ed.
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Docentes
Pedro Pereira Neto
Departamento de Sociologia
Objectivos
Problematizar a panóplia de oferta de métodos, indicando as suas respectivas vantagens e desvantagens, forças e fraquezas, profundidades e propósitos.
Programa
1 A análise de conteúdo aplicada aos media na sociedade em rede: contexto, desafios, problemas e soluções 2 Limitações da dicotomia análise quantitativa/qualitativa: holismo e contextualização 3 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de imprensa 4 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de rádio 5 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de televisão 6 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de fotografia 7 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de cinema 8 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de som 9 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de media nativos digitais 10 Seminário de apresentação/discussão do trabalho desenvolvido pelos alunos
Processo de Avaliação
Um trabalho final, entregue no fim do semestre, de uma das seguintes modalidades: a) ensaio ou trabalho de aprofundamento temático; b) projecto de pesquisa/análise, ou de estudo de caso.
A nota final terá como base o seguinte cálculo: a) trabalho individual: 80% b) participação em aula: 20%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Berger, A. (2010), Media and Communication Research Methods: an Introduction to Qualitative and Quantitative Approaches, Sage. Deacon, D., Pickering, M., Golding, P., Murdock, G. (2007), Researching Communications: A Practical Guide to Methods in Media and Cultural Analysis, Bloomsbury Publishing. Hansen, A., Cottle, S., Negrine, R., Newboldm, C. (1998), Mass Communication Research Methods, MacMillan. Lorio, S. (2003), Qualitative Research into Journalism: Taking it to the Streets, Lawrence Erlbaum Associates Inc. Lombard, M., Synder-Duch, J., Bracken, C. C. (2003), “Content analysis in mass communication: assessment and reporting of intercoder reliability”, Human Communication Research, 29, 469-472. O'Sullivan, T., Dutton, B., Rayner, P. (1994), Studying the media : an introduction, Edward Arnold. Riffe, D., Lacy, S., Fico, F. (1998), Analysing media messages: Using quantitative content analysis in research, Erlbaum. Selby, K., Cowdery, R. (1995), How to study television, Macmillan.
Bibliografia Opcional
Belo, A., Cardoso, G., Silveira, J. (2011), Telejornais no Início do Século XXI, Colibri. Berger, A. (1991), Media research techniques, Sage. Brandão, N. (2005), Prime Time, Casa das Letras. Brandão, N. (2010), As notícias nos Telejornais, Guerra & Paz. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), As noticias da RTP1, SIC, TVI e o on-line,OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr6.pdf. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), Ficção, Notícias e Entretenimento: As idades da TV em Portugal, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr4.pdf. Cardoso, G., Gomes. M., Neto, P., Santos, S., Calado, V., Amaral, S. (2006), O Jornalismo hoje: uma análise de 14 redacções de TV, Rádio e Jornais, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=29&fileName=rr1.pdf. Cheta, R., Aboim, S., Cardoso,. G., Espanha, R. (2007), Era uma vez...fábulas, romances, quotidianos: Imagens da vida privada nas telenovelas portuguesas, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr_12.pdf. Cordeiro, P. (2010), A rádio e as indústrias culturais: estratégias de programação na transição para o digital, Livros Horizonte.
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Docentes
Tiago Lapa
Departamento de Sociologia
Objectivos
O objetivo da Unidade Curricular é dotar os discentes de competências que permitam o uso reflexivo de diferentes estratégias metodológicas na pesquisa online e as suas potencialidades e limitações. A UC debruça-se sobre os debates atuais em torno da inquirição online e as várias ferramentas disponíveis, desde o acesso a dados estatísticos, ao desenho da pesquisa online, às técnicas etnográficas ou à construção e aplicação de um inquérito online. As questões éticas são um outro tópico relevante.
Programa
Temas abordados: CP1. Abordagem multi-disciplinar à pesquisa social online. Formas de conhecimento e a pesquisa na Web. CP2. O desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais. CP3. Nova realidade, novos métodos? Novas metodologias e técnicas com recurso às TIC. CP4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede. CP5. Articulação dos métodos de investigação online com outros recursos: Estatísticas e Bases de Dados CP6. Análise quantitativa online: possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados. Introdução às ferramentas de análise de dados. CP7. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?. CP8. Utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização de dados secundários recolhidos online. As redes globais de investigação. CP9. Análise de redes, Webmetrics e a geografia da Internet. CP10. Princípios éticos na pesquisa online.
Processo de Avaliação
1) Realização das leituras seleccionadas para cada aula; 2) Realização de dois trabalhos: - um individual baseado na leitura de artigo - um trabalho de grupo ou individual de perfil mais aprofundado numa das seguintes modalidades: a) Ensaio; b) Trabalho de aprofundamento temático; c) Projecto de pesquisa; d) Análise de documento, caso, situação ou problema; A nota final terá como base o seguinte cálculo: Trabalho Individual: 45% Trabalho de Grupo: 45% Participação: 10%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Almeida, João Ferreira de, Pinto, José Madureira (1982), A investigação nas ciências sociais, Lisboa, Presença Baym, N. K. (2005). Introduction: Internet research as it isn?t, is, could be, and should be. The Information Society, 21, 229-239. Cardoso, Gustavo (1998) Para uma Sociologia do Ciberespaço: comunidades virtuais em português, Oeiras, Celta Editora. Cardoso, Gustavo, Cheong, Angus, Cole, Jeffrey (eds.) (2009), World Wide Internet: Changing Societies, Economies and Cultures. University of Macau Press, SAR Macau. Disponível Online: http://www.lini-research.org/np4/?newsId=11&fileName=WWI_WIPBook.pdf Ghiglione, Rodolphe, e Benjamin Matalon (1992), O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora Johns., M. D., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.) (2003), Online social research. New York: Peter Lang. Markham, A. N. e N. K. Baym (Eds.) (2009), Internet inquiry: Conversations about method. Thousand Oaks, CA: Sage.
Bibliografia Opcional
1. Formas de conhecimento em Ciências Sociais e a pesquisa nas redes e na Internet.
Almeida, João Ferreira de (2007), Velhos e Novos Aspectos da Epistemologia Das Ciências Sociais, Sociologia, Problemas e Práticas, nº 55, pp.11-24
Black, T. R. (1993). Evaluating social science research: an introduction. London, Sage.
Dretske, Fred. Knowledge and the Flow of Information. Cambridge: MIT Press, 1981.
Hine, C. (2006). Virtual methods: Issues in social research on the Internet. Oxford: Berg.
Moses, Jonathan e Knutsen, T. (2007), Ways of Knowing: Competing Methodologies in Social and Political Research, Palgrave Macmillan
2. Desenvolvimento das questões de pesquisa sobre a relação entre a Internet e a Sociedade. Formulação e avaliação crítica dos desafios do desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais.
Jones, S. (1999). Doing Internet research: Critical issues and methods for examining the Net. Thousand Oaks, CA, Sage.
Miller, D. e Neil J. Salkind (2002) Handbook of Research Design and Social Measurement, Sage
Ragin, C. C. (1994). Constructing social research : the unity and diversity of method. Thousand Oaks, Calif. ; London, Pine Forge Press.
3. Nova realidade, novos métodos?
Hesse-Biber, S. N. & P. Leavy (Orgs.) (2008), Handbook of emergent methods, Nova Iorque: Guilford Press.
Murthy, D. (2008). An examination of the use of new technologies for social research. Sociology, 42, 837-855.
Travers, M. (2009). New methods, old problems: A skeptical view of innovation in qualitative research. Qualitative Research, 9, 161-179.
4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede.
Baym, N. K. (2009). Question six: What constitutes quality in qualitative Internet research? In, A. N. Markham, N. K. Baym (Eds.), Internet inquiry: Conversations about method (pp. 173-189). Thousand Oaks, CA: Sage.
Garcia, A. C., Standlee, A. I., Bechkoff, J., & Cui, Y. (2009). Ethnographic approaches to the Internet and computer-mediated communication. Journal of Contemporary Ethnography, 38, 52-84.
Kazmer, M. M., & Xie, B. (2008). Qualitative interviewing in Internet studies: Playing with the media, playing with the method. Information, Communication & Society, 11, 257-278.
Mann, C., & Stewart, F. (2000). Internet communication and qualitative research: A handbook for researching online. Thousand Oaks, Ca: Sage.
Murray, C. D., & Sixsmith, J. (1998). E-mail: A qualitative research medium for interviewing? International Journal of Social Research Methodology: Theory & Practice, 1(2), 103-121.
Robson, K., Williams, M. (2003). Reengineering focus group methodology for the online environment, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online Social Research (pp. 25-46). New Work: Peter Lang.
Stewart, K., & Williams, M. (2005). Researching online populations: The use of online focus groups for social research. Qualitative Research, 5, 395-416.
Ward, K. J. (1999). Cyber-ethnography and the emergence of the virtually new community. Journal of Information Technology, 14, 95-105.
5. Análise quantitativa online, possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados.
Coomber, R. (1997) 'Using the Internet for Survey Research' Sociological Research Online, vol. 2, no. 2. Disponível Online: http://www.socresonline.org.uk/2/2/2.html
Sills, Stephen e Song, Chunyan (2002). Innovations in Survey Research: An Application of Web-Based Surveys, Social Science Computer Review, vol. 20 no. 1, pp. 22-30.
Reynolds, R. A., Woods, R., & Baker, J. D. (Orgs.) (2007), Handbook of research on electronic surveys and measurements (pp. 264-268). Hershey, PA: Idea Group.
Schmidt, William C. (1997) World-Wide Web survey research: Benefits, potential problems, and solutions, Behavior Research Methods, Instruments, & Computers, 29 (2), 274-279. Disponível Online: http://www.springerlink.com/content/f5l606k0t4058k47/fulltext.pdf
6. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?.
Best, S. J., & Kruger, B. (2002). New approaches to assessing opinion: The prospects for electronic mail surveys. International Journal of Public Opinion Research, 14, 73-92.
Couper, M. P., Kapteyn, A., Schonlau, M., & Winter, J. (2007). Noncoverage and nonresponse in an Internet survey. Social Science Research, 36, 131-148.
Dillman, D. A., Phelps, G., Tortora, R., Swift, K., Kohrell, J., Berck, J., & Messer, B. L. (2009). Response rate and measurement differences in mixed-mode surveys using mail, telephone, interactive voice response (IVR) and the Internet. Social Science Research, 38, 1-18.
Truell, A. D., Bartlett, J. E., II, & Alexander, M. W. (2002). Response rate, speed, and completeness: A comparison of Internet-based and mail surveys. Behavior Research Methods, Instruments & Computers, 34, 46-49.
7. O desenho da pesquisa e a utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização secundária de dados recolhidos na Internet. As redes globais de investigação e a comparação internacional de dados.
Hakim, C. (1982). Secondary analysis in social research : a guide to data sources and with examples. London, Allen & Unwin.
Hewson, C. (2007). Gathering data on the Internet: Qualitative approaches and possibilities for mixed methods and research. In A. Joinson, K. McKenna, T. Postmes & U. Reips (Eds.), The Oxford handbook of Internet psychology (pp. 405-428). Oxford, UK: Oxford University Press.
Hewson, C. (2008). Internet-mediated research as an emergent method and its potential role in facilitating mixed methods research. In S. N. Hesse-Biber, & P. Leavy (Eds.), Handbook of emergent methods (pp. 543-570). New York: Guilford Press.
Kelder, Jo-Anne (2005): Secondary Analysis of Qualitative Data, Vol 6, No 1. Disponível Online: http://www.qualitative-research.net/index.php/fqs/article/view/501
Livingstone, Sonia (2003). On the Challenges of Cross-National Comparative Media Research, European Journal of Communication, 18: 477-500.
8. Análise de redes, Webometrics e mapeando a geografia da Internet.
Cheswick, Bill e Burch, Hal (2000), Mapping and Visualizing the internet, In Proceedings of the 2000 USENIX Annual Technical Conference. Disponível Online: http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.20.8595&rep=rep1&type=pdf
Scott, John. (2000). Social Network Analysis: A Handbook. 2nd Ed. Newberry Park, CA: Sage.
Thelwall, Mike (2009). Introduction to Webometrics: Quantitative Web Research for the Social Sciences. Morgan & Claypool.
Wellman, Barry e Berkowitz, Stephen D. (1988). Social Structures: A Network Approach. Cambridge: Cambridge University Press.
9. Princípios éticos na pesquisa social em torno das TICs.
Bruckman, A. S. (2003). Introduction: Opportunities and challenges in methodology and ethics, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online social research (pp. 101-104). New Work: Peter Lang.
Buchanan, E. A. (2000). Ethics, qualitative research and ethnography in virtual space. Journal of Information Ethics, 9, 82-87.
Capurro, R., & Pingel, C. (2002). Ethical issues of online communication research. Ethics and Information Technology, 4, 189-194.
DeLorme, D. E., Zinkhan, G. M., & French, W. (2001). Ethics and the Internet: Issues associated with qualitative research. Journal of Business Ethics, 33, 271-286.
Elgesem, D. (2002). What is special about the ethical issues in online research? Ethics and Information Technology, 4, 195-203.
Ess, C. (2007). Internet research ethics. In A. Joinson, K. McKenna, T. Postmes & U. Reips (Eds.), The Oxford handbook of Internet psychology (pp. 487-502). Oxford, UK: Oxford University Press.
Eynon, R., Schroeder, R., & Fry, J. (2009). New techniques in online research: Challenges for research ethics. Twenty-First Century Society, 4, 187-199.
Hoser, B., & Nitschke, T. (2010). Questions on ethics for research in the virtually connected world. Social Networks, 32, 180-186.
Johnson, D. G. Computer Ethics. Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1994.
Jones, S. (2003). Introduction: Ethics and Internet studies, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online Social Research (pp. 179-186). New Work: Peter Lang.
Markham, A. N. (2008). The methods, politics, and ethics of representation in online ethnography. In N. K. Denzin & Y. S. Lincoln (Eds.), Collecting and interpreting qualitative materials (3rd ed., pp. 247-284). Thousand Oaks, CA: Sage.
McMahon, J. M., & Cohen, R. (2009). Lost in cyberspace: Ethical decision making in the online environment. Ethics and Information Technology, 11, 1-17.
Varnhagen, C. K., Gushta, M., Daniels, J., Peters, T. C., Parmar, N., Law, D., Hirsch, R., Takach, B. S., & Johnson, T. (2005). How informed is online informed consent? Ethics & Behavior, 15, 37-48.
Walther, J. B. (2002). Research ethics in Internet-enabled research: Human subjects issues and methodological myopia. Ethics and Information Technology, 4, 205-216.
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Docentes
Graça Índias Cordeiro
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Apresentar os procedimentos teóricos e metodológicos que sustentam o processo de pesquisa etnográfica, promover uma reflexão crítica sobre os mesmos e incentivar a sua prática no âmbito das investigações em curso.
Programa
CP1 Etnografia e trabalho de campo na história das ciências sociais. CP2 Terrenos para a pesquisa CP3 Observar e registar CP4 Conversar e entrevistar CP5 Descrever, analisar, interpretar CP6 Investigar eticamente CP7 Apresentação e discussão de casos.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica consta de 3 momentos de avaliação:
1. Participação nas discussões em aula (20%); 2. Ensaio final (60%); 3. Discussão do trabalho final (20%)
Alternativamente, exame escrito sobre a totalidade do programa (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007(1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes -Becker, Howard S. 2008(1998) Segredos e truques de pesquisa, Rio de Janeiro: Zahar -Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS -Burgess, Robert G. 1997(1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta -Costa, António F.1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento -Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press -Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company -Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor
Bibliografia Opcional
Agar, Michael H. 1986 Speaking of Ethnography, Beverly Hills: SAGE Atkinson, Paul et alii, 2001 Handbook of Ethnography, London: SAGE Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007 (1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes Becker, Howard S. 1998 Tricks of the Trade: How to Think about Your Research While You're Doing It Chicago: University of Chicago Press Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS Burgess, Robert G. 1997 (1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta Caria, Telmo, 2003 (org.) Experiência etnográfica em ciências sociais, Porto: Afrontamento Céfaï, Daniel (org.) 2003 L?enquête de terrain, Paris: La Decouverte Costa, António F. 1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company Malinowski, Bronislaw, 1992 (1922) Argonauts of the Western Pacific, London: Routledge Sanjek, Roger (ed), 1990 Fieldnotes. The Makings of Anthropology, Ithaca and London: Cornell University Press Sardan, Jean-Pierre 2008 La rigueur du qualitatif. Les contraintes empiriques de l?interprétation socio-anthropologique, Louvain-la-Neuve : Bruylant-Academia Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Weber, Florence 2009 Manuel de l?ethnographe, Paris: PUF Weiss, Robert S. 1994 Learning from Strangers. The art and Method of Qualitative Interview Studies, New York: Free Press
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Joana Azevedo
Departamento de Sociologia
Objectivos
O objectivo desta UC é habilitar os alunos para o desenvolvimento de investigação empírica que teste hipóteses científicas no âmbito das Ciências da Comunicação e da Comunicação assim como das Novas Tecnologias da Informação e Comunicação. A elaboração da dissertação permitirá integrá-los, como participantes activos, na comunidade científica e reforçará a sua capacidade crítica relativamente à investigação teórica e empírica. O aluno que complete com sucesso esta UC deverá ser capaz de: - Formular hipóteses de investigação - Reunir a literatura adequada - Desenvolver métodos e materiais para o teste empírico das hipóteses - Analisar resultados e rejeitar/confirmar hipóteses - Redigir um artigo científico e um poster.
Programa
Em estreita ligação com o orientador da investigação, os alunos deverão: - Formular a questão de partida - Identificar literatura relevante e elaborar uma revisão teórica e empírica - Formular o problema de investigação e as hipóteses - Desenhar um estudo que teste as hipóteses - Criar um procedimento e os materiais - Conduzir o estudo - Analisar e interpretar resultados - Elaborar o plano da dissertação - Escrever a dissertação.
Processo de Avaliação
A dissertação será avaliada por um júri, em provas públicas, após a confirmação por parte do orientador de que esta está concluída e se encontra em condições de ser apresentada e discutida publicamente. A avaliação basear-se-á no mérito científico do estudo e na sua adequação teórica e metodológica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
APPADURAI, Arjun (2004), Dimensões culturais da globalização, Lisboa: Teorema; CASTELLS, Manuel (2009), Communication Power, Oxford: Oxford University Press; CHOMSKY, Noam e HERMAN, Edward (2008, ed. orig. 1994), La fabrication du consentement: de la propagande médiatique en démocratie, Marselha: Agone; DAVIS, A. (2007), The mediation of power: a critical introduction, New York: Routledge; FLICK, U. (2005), Métodos Qualitativos na Investigação Científica, Lisboa: Monitor.
Bibliografia Opcional
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Objectivos
O objectivo desta UC consiste em preparar os alunos para o desenvolvimento de um projecto aplicado. Os alunos deverão traduzir na prática os conhecimentos teóricos e metodológicos que adquiriram durante o mestrado. A preparação, condução e escrita de um projecto permitir-lhes-á avaliarem criticamente um contexto real e concreto do universo das Ciências da Comunicação e da Cultura assim como das Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação. O aluno deverá ser capaz de: - Identificar, em termos de investigação, um problema detectado no universo da comunicação, da cultura e das tecnologias de informação e comunicação ; - Reunir literatura e utilizar teorias e evidência empírica para formular hipóteses; - Escolher as metodologias de análise mais apropriadas; - Analisar resultados da intervenção; - Redigir um relatório que sistematize os resultados e que seja facilmente interpretado e utilizado pelos agentes associados às áreas em questão.
Programa
No início desta unidade curricular, os alunos escolherão um tópico de interesse pessoal e passível de ser alvo de uma intervenção, bem como um orientador com a ajuda do qual deverão: - Enquadrar cientificamente o problema escolhido - Reunir literatura relevante e elaborar uma revisão teórica/empírica - Formular hipóteses - Desenhar uma intervenção - Preparar materiais - Conduzir o programa - Analisar e interpretar resultados - Avaliar a eficácia do programa - Escrever um relatório
Processo de Avaliação
O relatório do projecto será avaliado por um júri em provas públicas, após a confirmação, por parte do orientador, de que este está concluído e se encontra em condições de ser apresentado e discutido publicamente. A avaliação basear-se-á no mérito científico do estudo e na sua adequação teórica/metodológica à intervenção nos domínios da comunicação, da cultura ou das novas tecnologias de informação e comunicação.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
«Utilizadores e Distribuidores. Cinema Europeu em Rede», FCT (CIES/ISCTE-IUL, em parceria com OBERCOM), 2010-2012; «Investigar, Publicar e Divulgar Ciência na Sociedade em Rede», Gulbenkian (CIES/ISCTE-IUL em parceria com MRC), 2008-2010; «As Novas Gerações de Jornalistas em Portugal», FCT (CIES/ISCTE-IUL em parceria com ICS-UL), 2009-2012; MOROCO, J (2007), Análise Estatística com utilização de SPSS, Lisboa: Edições Sílabo; GUERRA, I. C. (2006), Pesquisa Qualitativa e Análise de Conteúdo, Estoril: Principia.
Bibliografia Opcional
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