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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Gabriele de Angelis
Departamento de Economia Política
Objectivos
Esta disciplina visa facultar uma formação básica de economia e políticas europeias. Visa também identificar os respetivos impactes e articulações com as políticas nacionais. Visa ainda facultar instrumentos de análise da situação atual da UE e suas relações com a situação de Portugal.
Programa
1. A Agenda europeia: da fundação à atualidade 2. Teoria da integração 3. União Económica e Monetária e governação 4. Políticas de C&T e de inovação 5. Coesão Regional, PAC e orçamento comunitário 6. Políticas sociais 7. As encruzilhadas da construção europeia
Processo de Avaliação
A avaliação do desempenho inclui os seguintes elementos: Um teste intercalar (50%) e um teste final (50%). Nota mínima de 8,0 em cada. Ou um exame final com 2 épocas. A participação nos debates nas aulas. Assiduidade mínima exigida para obter aprovação na disciplina: 80% das aulas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Artis, M. e Nixson, F. (orgs.) (2007), The Economics of the European Union - Policy and Analysis, 4ª edição, Oxford, Oxford University Press. Marques, A. (2006), A Economia da União Europeia, Coimbra, Almedina. Marlier, E. e Natali, D. (orgs.) com Van Dam, R. (2010), Europe 2020 - Towards a More Social EU?, Bruxelas, P.I.E. Peter Lang S.A. Porto, M.C.L. (2017), Teoria da Integração e Políticas da União Europeia - Face aos desafios da globalização, 5ª edição, Coimbra, Almedina. Rodrigues, M. J. (2009) (org.), Europe, Globalization and the Lisbon Agenda, Cheltenham, Edward Elgar. Wallace, H., Pollack, M.A., Young, A.R. (orgs.) (2014), Policy Making in the European Union, 7ª edição, Oxford, Oxford University Press.
Bibliografia Opcional
El-Agraa, A.M. (org.) (2011), The European Union - Economics and Policies, Cambridge, Cambridge University Press, 9ª edição. Baldwin, R. e Wyplosz, C. (2015), The Economics of European Integration, 5ª edição, Berkshire, UK, McGraw-Hill. Morel, N., Palier, B. e Palme, J. (orgs.) (2012), Towards a Social Investment Welfare State?, Bristol, The Policy Press. Nello, S.S. (2011), The European Union - Economics, Policies & History, Berkshire, UK, McGraw-Hill, 3ª edição. Rodrigues, M. J. (org.) (2002), The New Knowledge Economy in Europe - A Strategy for International Competitiveness and Social Cohesion, com a colaboração de R. Boyer, M. Castells, G. Esping-Andersen, R. Lindley, B.Å. Lundvall, L. Soete, M. Telò e M. Tomlinson, Cheltenham, Edward Elgar (edição portuguesa: Para uma Europa da Inovação e do Conhecimento, Celta Editora, 2000). Rocha, I. (2013), Tratados da União Europeia - Versão consolidada, 2ª edição, Porto, Porto Editora. Rodrigues, M.J. (2012), Mapping Future Scenarios for the Eurozone, Lisboa, Fundação Friedrich Ebert. Telò, M. (2009), The European Union and Global Governance, Londres, Routledge. Wiener, A. e Diez, T. (eds.) (2009), European Integration Theory, 2ª edição, Oxford University Press, Oxford.
DOCUMENTOS OFICIAIS DA UE Council of the European Union (2010a), Brussels European Council - Presidency Conclusions, Bruxelas, 25-26 de Março. Council of the European Union (2010b), Brussels European Council - Presidency Conclusions, Bruxelas, 17 de Junho. EC (2010), EUROPE 2020 - A European strategy for smart, sustainable and inclusive growth, Communication from the Commission, COM(2010) 2020, Bruxelas, 3 de Março. EC (2010), EUROPE 2020 - Integrated guidelines for the economic and employment policies of the Member States, Recommendation from the Commission, COM(2010) 488 final, Bruxelas, 27 de Abril. EC (2010), EUROPE 2020 - Europe 2020 Flagship Initiative - Innovation Union, Communication from the Commission, COM(2010) 546 final, Bruxelas, 6 de Outubro. EC (2010), An Integrated Industrial Policy for the Globalisation Era - Putting Competitiveness and Sustainability at the Centre Stage, Communication from the Commission, COM(2010) 614 final, Bruxelas, 28 de Outubro. EC (2010), An Agenda for new skills and jobs: A European contribution towards full employment, Communication from the Commission, COM(2010) 682 final/2, Estrasburgo, 26 de Novembro. EC (2010), Youth on the Move - An initiative to unleash the potential of young people to achieve smart, sustainable and inclusive growth in the European Union, Communication from the Commission, COM(2010) 477 final, Bruxelas, 15 de Setembro. EC (2010), A Digital Agenda for Europe, Communication from the Commission, COM(2010) 245, Bruxelas, 19 de Maio. EC (2010), Energy 2020 - A strategy for competitive, sustainable and secure energy, Communication from the Commission, COM(2010) 639 final, Bruxelas, 10 de Novembro. EC (2010), The European Platform against Poverty and Social Exclusion: A European framework for social and territorial cohesion, Communication from the Commission, COM(2010) 758 final, Bruxelas, 16 de Dezembro.
LINKS European Commission: http://ec.europa.eu/ Europa 2020: http://ec.europa.eu/eu2020/
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Docentes
Raul Lopes
Departamento de Economia Política
Objectivos
O programa de EDT pretende habilitar os alunos a interpretar os processos económicos contemporâneos a partir da consideração da variável espaço na análise económica. Assim, são objectivos gerais da UC: a. Familiarizar os alunos com o património cognitivo da Economia do Território; b. Habilitar os alunos a reflectir sobre a natureza e as implicações do processo de Globalização para as Políticas de Competitividade, em especial da competitividade territorial c. Sensibilizar os alunos para a relevância do Território na eficácia das políticas de competitividade.
Programa
1. Economia e Território: síntese de uma relação teórica fértil 2.Teoria da localização e organização espacial da economia. 3. Teorias do crescimento regional desequilibrado. 4. Globalização e dinâmicas territoriais actuais. 5. A problemática da competitividade regional no contexto actual: da vantagem comparativa baseada no custo à vantagem absoluta alicerçada na inovação.
Processo de Avaliação
Na UC a avaliação contínua materializa-se num conjunto de Fichas-Teste de resposta breve a realizar presencialmente, tendo por base a bibliografia indicada e os tópicos abordados na aula. A avaliação final concretiza-se num exame de 1ª ou 2ª época. Na 1ª época para os alunos que não tenham participado na AC. Na 2ª época para todos os alunos que não tenham obtido aprovação na UC, bem como para melhoria de nota. Notas superiores a 17 ficam sujeitas a confirmação através de exame oral.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Armstrong, Harley & Taylor, Jim (2007) Regional Economics and Policy, 3th edition, Blackwell Publishing Baptista, Mendes(2001), "Cidades, urbanização e economia em contexto de globalização". Barca, Fabrizio (2012) "The case for Regional Development intervention Place-Based versus Place-Neutral approaches". Benko, Georges (1999), A Ciência Regional. Celta. Budd, L.& Hirmis, A.(2004): "Conceptual Framework for Regional Competitiveness". Camagni, R. & R.Capello (2010) "Macroeconomic and territorial policies for regional competitiveness". Camagni, R. & R. Capello (2013)"Regional Competitiveness and Territorial Capital" Lopes, A. Simões (1995): Desenvolvimento Regional. Lopes, Raul (2001), Competitividade, Inovação e Território. Mancha-Navarro, T. & R. Yserte (2008) "Regional Policy in the E.U." OCDE (2006): Competitive Cities in the Global Economy. OCDE (2011): Territorial Outlook--building resilient regions. Rutten, R.& Boekema, F.(2007) "Regional Social Capital".
Bibliografia Opcional
Baptista, A.J.Mendes (1999) Políticas para o Desenvolvimento do Interior. CCDR-Centro, Coimbra. Böhme, Kai et all. (2011) How to strengthen the territorial dimension of 'Europe 2020' and the EU Cohesion Policy: Report based on the Territorial Agenda 2020. Polish Presidency of the Council of the European Union, Warsaw. (http://ec.europa.eu/regional_policy/sources/docgener/studies/pdf/challenges2020/2011_territorial_dimension_eu2020.pdf Capello, Roberta (2009) "Spatial Spillovers and Regional Growth: a cognitive approach". European Planning Studies, vol. 17, Nº 5, pp.639-658. Ferrão, João (2011) O Ordenamento do Território como Política Pública, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa. Ferrão, João e Raul Lopes (2004), "Understanding Peripheral Rural Areas as Contexts for Economic Development", in Lois Labrianidis (ed) The future of Europe's Rural Peripheries, pp.31-61, Ashgate Healey, Patsy (2009) "City Regions and Place Development". Regional Studies, vol. 43, Nº6, pp. 831-843. MAOTDR (2007) PNPOT-Programa nacional da Política de Ordenamento do Território. MAOTDR Mateus, Augusto, ed. (2013) 25 anos de Portugal Europeu. Fundação Francisco Manuel dos Santos, Lisboa. Observatório do QREN (2012) Relatório Anual do QREN. (www.qren.pt) TuroK, Ivan (2004) "Cities, Regions and Competitiveness". Regional Studies, vol. 38, Nº9, pp. 1069-1083. Vázquez-Barquero, Antonio (2006) "Urban Development in Peripheral Regions of the New Europe: The Case of Vigo in Galicia." European Planning Studies Vol. 14, No. 6, pp.753-772.
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Docentes
Ana Cristina Costa
Departamento de Economia Política
Objectivos
Pretende-se que os alunos, no final da unidade curricular, sejam capazes de conhecer as principais controvérsias acerca da natureza e das funções de intervenção do Estado na economia e de derivar implicações ao nível da formulação de políticas públicas.
Programa
1. Concepções de Estado na teoria económica e social 1.1. O Estado na perspectiva da economia política clássica (Smith, Mill) 1.2. Debates recentes: neoliberalismo vs institucionalismo 2. Fundamentos para a intervenção do Estado numa "economia mista" 2.1. Fundamentos microeconómicos: A Economia do Bem Estar 2.2. Fundamentos macroeconómicos: o keynesianismo 2.3. Das "falhas de mercado" às "falhas de governo" 3. Motivações, incentivos e políticas públicas 3.1. A teoria da escolha racional e o papel dos incentivos 3.2. Comportamento e políticas públicas
Processo de Avaliação
O aluno pode optar por uma das duas seguintes formas de avaliação: 1. Avaliação contínua: - Trabalho escrito individual (50%) - Teste individual escrito (50%), a avaliação terá de ser igual ou superior a 8 valores. Os alunos terão de ter uma assiduidade mínima de 80%. 2. Exame Final (1ª época): - Exame final escrito (100%)
Ao exame final de 2ª Época podem aceder os alunos que não obtiveram aprovação na avaliação contínua ou na 1ª época.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Backhouse, Roger (2002). The Penguin History of Economics, Penguin Books: London, Caps. 6 e 7. Bromley, Daniel W. (2006). Sufficient Reason. Volitional Pragmatism and the Meaning of Economic Institutions, Princeton University Press: Princeton e Oxford, Caps. 3, 4 e 5. Chang, Ha Joon (2002), Breaking the mould: an institutionalist political economy alternative to the neo liberal theory of the market and the state, Cambridge Journal of Economics, 26: 539-559. Frohlich, Norman e Oppenheimer, Joe (2003), Optimal Policies and Socially Oriented Behavior: Some Problematic Effects of an Incentive Compatible Device, Public Choice, vol. 117, nº. 3-4: 273-293. Gneezy e Rustichini (2000), Pay Enough or Don?t Pay at All, The Quarterly Journal of Economics, August: 791-810. Hardin, Garret (1968), The Tragedy of the Commons, Science, 162:1243-1248. Wolff, Jonathan (1996). Introdução à Filosofia Política, Gradiva: Lisboa, Cap. 4.
Bibliografia Opcional
Akerlof, George A. (1970), The market for lemons: quality uncertainty and the market mechanism, Quarterly Journal of Economics 84: 488-500. Arrow, Kenneth J. (1963), Uncertainty and the welfare economics of medical care, The American Economic Review vol. 53, nº. 5: 941-973. Arrow, Kenneth J. (1963). Social Choice and Individual Values, Wiley: New York. Arrow, Kenneth J. (1974). The Limits of Organization, Norton: New York. Bromley, Daniel W. (2006). Sufficient Reason. Volitional Pragmatism and the Meaning of Economic Institutions, Princeton University Press: Princeton e Oxford. Dewey, John 1991 (1927). The Public and its Problems, Ohio University Press. Frey, B. S. (1997). Not Just for the Money. An Economic Theory of Personal Motivation, Edward Elgar: Cheltenham. Hayek, F. A. (1960), The Constitution of Liberty, Routledge: London, Caps. 1-6 e 9. Hirschman, Albert O. (1970). Exit, Voice and Loyalty. Responses to Decline in Firms, Organizations and States, Harvard University Press: Cambridge e London. Keynes, J. Maynard (1967). The General Theory of Employment, Interest and Money, MacMillan: London. Mill, John Stuart 1991 (1871). On liberty and Other Essays, Oxford University Press: Oxford. Nussbaum, Martha (2000), The Cost of Tragedy: Some Moral Limits of Cost Benefit Analysis, Journal of Legal Studies 29: 1005-1036. Nussbaum, Martha C. (1997), Flawed Foundations: The Philosophical Critique of (A Particular Type of) Economics, The University of Chicago Law Review vol. 64, nº. 4: 1197-1214. O'Neill, John (1998). The Market: Ethics, Knowledge and Politics, Routledge: London. Sunstein, Cass R. (1997). Free Markets and Social Justice, Oxford University Press: New York. Wolff, Jonathan (1996). Introdução à Filosofia Política, Gradiva: Lisboa.
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Docentes
Ricardo Paes Mamede
Departamento de Economia Política
Objectivos
Esta disciplina visa desenvolver as competências teóricas e conceptuais fundamentais para a análise dos objetivos, dos instrumentos e dos resultados das políticas de qualificação do tecido produtivo e de promoção da competitividade das economias, com especial enfoque no caso português.
Programa
1. Os conceitos de política industrial e de competitividade 2. A evolução da política industrial na história do capitalismo 3. Os desafios da política industrial e de promoção da competitividade na atualidade 4. Principais domínios de política industrial e de promoção da competitividade 5. Experiências recentes de política industrial e de competitividade em Portugal 6. A avaliação das políticas de qualificação do tecido produtivo e de promoção da competitividade
Processo de Avaliação
Ensaio individual: 30% Prova escrita individual: 70%
Exame final: 100%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Mamede, R.P. (2017). ?O Papel do Estado no Desenvolvimento das Capacidades Produtivas?. In VVAA, Economia com Todos. Lisboa: Relógio d?Agua Mariana Mazzucato, The Entrepreneurial State. Debunking Public Vs. Private Sector Myths, Anthem Press, Londres, 2013. Rodrik, Dani (2007). One Economics, Many Recipes: Globalization, Institutions, and Economic Growth. Princeton: Princeton University Press.
Bibliografia Opcional
Bianchi, P. (2008). International handbook on industrial policy. Edward Elgar Publishing. Ben Fine, ?Beyond the Developmental State: An Introduction?, in B. Fine, J. Saraswati,D. Tavasci (Orgs.), Beyond the developmental state: Industrial policy into the twenty-first century. Pluto, Londres, 2013. Bondonio, D.; Fernandes, T.F.; Mamede, R. (2016). "Does EU Public Support to Firm Investments Boost High Quality Jobs? Evidence from Linked Employer-Employee Microdata and Natural-Experiment Conditions", Working Paper do Dinâmia'CET 2016/01. Chandra, V. (2010). Technology, adaptation, and exports. How some developing countries got it right. Washington: The World Bank. Cimoli, M., Dosi, G., Nelson, R. R., & Stiglitz, J. (2006). Institutions and policies shaping industrial development: an introductory note (No. 2006/02). Lem Working paper series. Falck, O., Gollier, C., & Woessmann, L. (Eds.). (2011). Industrial policy for national champions. MIT Press. Grabas, C., & Nützenadel, A. (Eds.). (2014). Industrial policy in Europe after 1945: wealth, power and economic development in the cold war. Springer. Hausmann, R.; Klinger, B.; Wagner, R. (2008). "Doing Growth Diagnostics in Practice: A 'Mindbook'". CID Working Paper No. 17. Harvard University. Lin, J., & Chang, H. J. (2009). Should Industrial Policy in developing countries conform to comparative advantage or defy it? A debate between Justin Lin and Ha?Joon Chang. Development policy review, 27(5), 483-502. Lundvall, B. Å. (2007). National innovation systems?analytical concept and development tool. Industry and innovation, 14(1), 95-119. Mamede, R. (2009). "Os desafios do desenvolvimento económico e as políticas públicas". In R.M. Carmo e J. Rodrigues (coord.), Onde Pára o Estado? Políticas Públicas em Tempos de Crise. Lisboa: Nelson de Matos. Pp. 173-198. Mamede, R. e Feio, P.A. (2012). "Condições de eficácia e legitimidade da intervenção do Estado - o caso da política industrial em Portugal". In R. Carmo e L. Veloso (orgs.), A Constituição Social da Economia. Mamede, R.P. (2015). O Que Fazer Com Este País. Lisboa: Marcador. Mamede, R.P.; Godinho, M.M.; Simões, V.C. (2014). ?Assessment and challenges of industrial policies in Portugal: is there a way out of the ?stuck in the middle? trap??. In A. Teixeira, E. Silva e R. Mamede (Orgs.), Structural Change, Competitiveness and Industrial Policy: Painful Lessons from the European Periphery. London: Routledge. Peneder, M. (2017). ?Competitiveness and industrial policy: from rationalities of failure towards the ability to evolve?.. Cambridge Journal of Economics, 41(3), 829-858. Ramos, P. (2013). Torturem os Números que Eles Confessam - Sobre o mau uso e abuso das Estatísticas em Portugal, e não só. Lisboa: Leya. (Cap.3) Wade, R. (1990). Governing the market: Economic theory and the role of government in East Asian industrialization. Princeton University Press.
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Paulo Marques
Departamento de Economia Política
Objectivos
A UC "Debates em Economia e Políticas Públicas" foi concebida para reforçar a ligação entre a teoria e a prática das políticas públicas. O objetivo fundamental é o de transmitir aos alunos o testemunho de policy-makers e especialistas em áreas diferenciadas das políticas públicas, enriquecendo assim articulação teórico-prática do Curso e, paralelamente, permitir aos alunos identificar problemas de investigação socialmente pertinentes.
Programa
1. Política económica europeia 2. Política de coesão europeia 3. Política industrial 4. Política de ciência e tecnologia 5. Política territorial 6. Política de emprego 7. Política social 8. Política para a sustentabilidade ambiental
Processo de Avaliação
- Cada aluno deve redigir 6 relatórios (max. 1.500 palavras, cada). Cada relatório deverá: identificar as temáticas abordadas pelo conferencista convidado; proceder a uma síntese crítica; e enunciar 1 questão de investigação e relacioná-la com bibliografia académica. - Os alunos devem formular questões aos conferencistas. - Na nota final, a formulação de questões terá um peso de 25% e os memorandos serão ponderados em 12,5% cada um. - Não está prevista a avaliação por exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Considerando a natureza da unidade curricular que se baseia em seminários com conferencistas convidados, a lista de referencias bibliográficas não é rígida. Anualmente, com base nas políticas públicas concretas abordadas nos seminários, será fornecida bibliografia aos alunos. Em baixo refere-se alguma bibliografia que serve de exemplo.
Daly, M. (2012) 'Paradigms in EU Social Policy: A Critical Account of Europe 2020', Transfer, 18(3): 273-284.
Kaufmann, A. and Wagner, P. (2005) 'EU regional policy and the stimulation of innovation', European Planning Studies, 13(4): 581-599
Kluve, J. (2010) 'The effectiveness of European active labor market programs', Labor Economics, 17(6): 904-918
Zeitlin, J. and Vanhercke, B. (2018) 'Socializing the European Semester: EU social and economic policy co-ordination in crisis and beyond', Journal of European Public Policy, 25(2): 149-174.
Bibliografia Opcional
Bacaria, J., Borràs, S. and Fernandez-Ribas. A. (2002) 'Public action and innovation-support institutions in New Technological Agglomerations', European Urban and Regional Studies, 9(4): 283-296
Eichhorst, W. and Rinne, U. (2018) 'Promoting youth employment in Europe: Evidence-based policy lessons. In: Malo, M. and Mínguez, A. (eds) European Youth Labour Markets: Problems and Policies, Springer, pp. 189-204
Ferrão, J. (2011) O Ordenamento do Território como Política Pública, FCG, Lisboa.
Vandenbroucke, F. and Vleminckx (2011) 'Disappointing poverty trends: is the social investment state to blame?', Journal of European Social Policy, 21(5): 450-471.
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Docentes
Fátima Suleman
Departamento de Economia Política
Objectivos
Esta UC é de natureza metodológica e visa uma introdução do aluno ao processo de investigação científica através da sensibilização sobre temas relevantes da atualidade relacionados com a economia e as políticas públicas e das fontes de informação disponíveis para realização de pesquisas científicas.
Programa
1.Composição de um artigo científico 2.Pesquisa e exploração de artigos científicos no domínio a economia e as políticas públicas 3.Pesquisa e exploração de outras fontes bibliográficas relacionadas com a economia e as políticas públicas 4.Exploração de bases de dados nacionais e europeias 5.Metodologias de investigação científica: quantitativa e qualitativa 6.Desenho de pesquisa e construção de projeto de investigação
Processo de Avaliação
Avaliação ao longo do semestre: 1 teste (50%), trabalho (40%) e trabalho autónomo (10%). Para efeitos de aprovação neste regime de avaliação exige-se uma nota mínima de 8 valores em qualquer um dos momentos de avaliação referidos. Aprovação pressupõe a nota igual ou superior 9.5 valores. Exame Final (1ª época):100%.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Day, R.A. and Gastel, B. (2006) How to Write and Publish a Scientific Paper, Cambridge, Cambridge University Press, 6th Edition. - Mukhopadhyay, S.& Gupta, R.K. (2014)Survey of qualitative research methodology in strategy research and implication for Indian researchers, Vision 18(2):109-123. - Onwuegbuzie, A.J. & Leech, N.L.(2005) On becoming a pragmatic researcher: The importance of combining quantitative and qualitative research methodologies, International Journal of Social Research Methodology, 8(5,)375-387. - Punch, K.F. (2006) Developing Effective Research Proposals, London, Sage, 2nd Edition. - Quivy, R.; e Campenhoudt, L. V. (2005) Manual de Investigação nas Ciências Sociais, Lisboa, Gradiva. - White, L.(2005) Writes of Passage: Writing an Empirical Journal Article, Journal of Marriage and Family, Vol. 67, No. 4 (Nov., 2005), pp. 791-798.
Bibliografia Opcional
Informação sobre algumas fontes de informação relacionadas com a economia e as políticas públicas. Quadros de Pessoal: http://www.gep.msss.gov.pt/estatistica/gerais/qpnotacao2007.pdf Inquérito ao emprego: http://www.ine.pt EUROSTAT: http://epp.eurostat.ec.europa.eu/portal/page/portal/statistics/search_database Desemprego de diplomados: http://www.gpeari.mctes.pt/index.php?idc=21&idi=577393 Competências: http://www.hegesco.org/; http://www.decowe.org Políticas públicas: http://www.gee.min-economia.pt/
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2 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
O objectivo desta UC é o de permitir aos alunos uma primeira experiência acompanhada de investigação, durante a qual mobilizem os conhecimentos teóricos e metodológicos adquiridos na parte lectiva do curso, aplicando-os criticamente a uma problemática decorrente do conteúdo programático do MEPP. Por conseguinte, no final o aluno deverá demonstrar possuir: 1. Capacidade de compreensão e de aplicação de conhecimentos a problemas complexos em situações novas. 2. Capacidade para formular uma questão de pesquisa pertinente e conceber a metodologia de construção da respectiva resposta. 3. Capacidades de pesquisa e análise crítica da bibliografia e/ou de outras fontes de suporte ao trabalho académico. 4. Capacidade de reflexão crítica e de argumentação lógico-científica em torno de questões complexas. 5. Capacidade de comunicação escrita e oral, transmitindo os seus conhecimentos e conclusões sem ambiguidades, com rigor conceptual e respeitando as exigências da escrita académica.
Programa
O ponto de partida desta UC é um tópico suscitado pelo interesse do aluno, tópico que será abordado de acordo com um programa personalizado de trabalho a definir com o Orientador. Tal deverá materializar-se numa dissertação que contenha: 1. A formulação de uma questão, ou de um problema, teoricamente pertinente susceptível de ter uma resposta mediante a mobilização dos recursos metodológicos da investigação científica. 2. Um balanço teórico da problemática subjacente à questão anterior, obtido através da pesquisa, análise e interpretação crítica da mais recente bibliografia científica internacionalmente consagrada. 3. De forma articulada com o balanço teórico anterior, a Dissertação deve conter um exercício (teórico e/ou empírico) que complemente de forma inovadora a abordagem do tópico em investigação. 4. Finalmente, a Dissertação deve conter uma síntese conclusiva estruturada pela questão de partida norteadora da investigação, assim como sugestões de investigação futura.
Processo de Avaliação
A avaliação da UC processar-se-á através da discussão pública da Dissertação apresentada pelo aluno, realizada por um Júri nomeado nos termos legais aplicáveis. O Júri atribuirá a classificação final da UC, numa escala de 0 a 20, , tendo em conta a qualidade académica do trabalho escrito apresentado (especialmente a relevância, originalidade e consistência teórico-metodológica evidenciada), bem como o desempenho do aluno durante a apresentação e discussão do texto em escrutínio.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
A bibliografia adoptada na UC decorre da pesquisa realizada pelos próprios alunos, tendo em conta a Pergunta de Partida que norteia o trabalho de cada aluno. Especial atenção deve ser dada às indicações bibliográficas fornecidas pelo Orientador. Em termos de enquadramento metodológico, recomendam-se: The bibliography adopted results from the survey conducted by the students themselves, taking into account the "Question of Departure" that guides the work of each student. Special attention should be given to bibliographical information provided by the Advisor. In terms of methodological guidelines the next references are recommended: - Bell, Judith (2004) Como realizar um projecto de investigação, Gradiva, Lisboa. - Quivy, R. & L. Campenhoudt (1992) Manual de Investigação em Ciências Sociais, Gradiva, Lisboa. - Reis, Felipa Lopes dos (2010) Como elaborar uma Dissertação de Mestrado segundo Bolonha, Pactor, Lisboa de Mestrado segundo Bolonha, Pactor, Lisboa
Bibliografia Opcional
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Objectivos
O objectivo desta UC é o de permitir aos alunos uma experiência acompanhada de investigação, durante a qual mobilizem os conhecimentos adquiridos na parte lectiva do curso, aplicando-os criticamente a um problema emergente do conteúdo programático do MEPP. Por conseguinte, no final da UC o aluno deverá demonstrar: 1.Possuir capacidade de compreensão e de aplicação de conhecimentos a problemas complexos em situações novas. 2.Possuir capacidade para formular um problema de análise pertinente e conceber a metodologia de construção da respectiva resposta. 3.Possuir capacidades de pesquisa e análise crítica da bibliografia pertinente e/ou de outras fontes de suporte ao trabalho académico. 4.Possuir capacidade de reflexão crítica e de argumentação lógico-científica em torno de questões complexas. 5.Possuir capacidade de comunicação escrita e oral, transmitindo os seus conhecimentos e conclusões sem ambiguidades, com rigor conceptual e respeitando as exigências da escrita académica.
Programa
O Projecto deve materializar-se num Relatório original de aplicação de conhecimentos que emanam do conteúdo programático do MEPP a um problema concreto, ou um estudo de caso, tendo em vista sugerir soluções para a sua resolução. O Relatório de Projecto deve conter: 1. A explicitação e contextualização do problema e dos objectivos a atingir, de forma a permitir aferir-se da sua pertinência e relevância teórica. 2. Uma síntese crítica da bibliografia internacional e documental que sirva de enquadramento teórico e metodológico ao trabalho. 3. Uma exposição detalhada do diagnóstico do problema e das opções técnico-metodológicas propostas para a sua resolução. Neste ponto serão valorizados os conhecimentos técnicos revelados, na área temática do MEPP, assim como a capacidade para conceber projectos de intervenção estratégica devidamente programados. 4. Uma síntese conclusiva que sistematize e avalie criticamente as soluções/recomendações propostas.
Processo de Avaliação
A avaliação da UC processar-se-á através da discussão pública do Relatório apresentado pelo aluno, realizada por um Júri nomeado nos termos legais aplicáveis. A classificação final da UC será atribuída, tendo em conta a qualidade académica do trabalho escrito apresentado (especialmente a relevância, originalidade e consistência teórico-metodológica evidenciada), bem como o desempenho do aluno durante a apresentação e discussão do texto em escrutínio.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
A bibliografia adoptada na UC decorre da pesquisa realizada pelos próprios alunos, tendo em conta a Pergunta de Partida que norteia o trabalho de cada aluno. Especial atenção deve ser dada às indicações bibliográficas fornecidas pelo Orientador. Em termos de enquadramento metodológico, recomendam-se: The bibliography adopted results from the survey conducted by the students themselves, taking into account the "Question of Departure" that guides the work of each student. Special attention should be given to bibliographical information provided by the Advisor. In terms of methodological guidelines the next references are recommended: - Bell, Judith (2004) Como realizar um projecto de investigação, Gradiva, Lisboa. - Quivy, R. & L. Campenhoudt (1992) Manual de Investigação em Ciências Sociais, Gradiva, Lisboa. - Reis, Felipa Lopes dos (2010) Como elaborar uma Dissertação de Mestrado segundo Bolonha, Pactor, Lisboa
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Maria Eduarda Gonçalves
Departamento de Economia Política
Objectivos
O direito é ao mesmo tempo enquadramento e instrumento de política pública. O curso tem em vista expôr os mestrandos aos princípios e normas fundamentais do direito constitucional e administrativo que enquadram o desenho e a aplicação de políticas públicas pelo Estado, tendo em conta o enquadramento das políticas e instituições europeias. O curso pretende ao mesmo tempo instruir os estudantes nas técnicas e procedimentos que o direito oferece para pôr em prática objectivos de política pública. Pretende-se ainda aprofundar o conhecimento e a análise crítica pelos mestrandos do quadro normativo de políticas públicas específicas, confrontando-o com desafios concretos da sua aplicação (e.g.política da concorrência; política de ambiente; política de ciência & tecnologia).
Programa
1. Direito e políticas públicas. Direito, Estado e mercado. Direito, integração económica e globalização. 2. A constituição económica e as políticas públicas na esfera económica e social. A europeização da constituição económica. União Europeia, políticas europeias e a autonomia das políticas dos Estados Membros. 3. Regulação e administração. 4. Direito e políticas públicas sectoriais (concorrência; ambiente; ciência & tecnologia).
Processo de Avaliação
A avaliação sera efectuada com base num trabalho escrito (ensaio) elaborado individualmente, assim como na sua contribuição para as discussões na aula.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Santos, A. C., M E Gonçalves, M M Leitão Marques (2011), Direito Económico, Coimbra, Almedina (5ª edição). Textos diversos disponibilizados na plataforma de e-learning.
Bibliografia Opcional
FMMS (2011), A Constituição Revista, http://www.ffms.pt/ebook/5?titulo=a-constituicao-revista. Garcia, M. Glória (2009), Direito das Políticas Públicas, Coimbra, Almedina.
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Docentes
Isabel Salavisa
Departamento de Economia Política
Objectivos
Esta disciplina visa facultar uma formação básica de economia da inovação. Visa ainda demonstrar a importância da inovação e do conhecimento para a competitividade, crescimento e sustentabilidade das economias. Finalmente, apresenta as políticas de Inovação e C&T da UE e de Portugal.
Programa
P1. Introdução 1.1 Apresentação 1.2 O papel atual da inovação e do conhecimento 1.3 Evolução histórica
P2. Conceitos e Indicadores 2.1 Conhecimento, tecnologia e inovação 2.2 Direitos de Propriedade Intelectual 2.3 Indicadores e fontes 2.4 O desempenho da UE e de Portugal
P3. Inovação e de Difusão 3.1 O processo e os modelos de inovação 3.2 O processo de difusão 3.3 O processo de catching-up
P4. Políticas de C&T e de Inovação 4.1 Fundamentos da intervenção: as falhas de mercado e de sistema 4.2 As políticas de C&T, de inovação e de difusão 4.3 Os casos da UE e de Portugal
P5. Inovação e Sustentabilidade 5.1 Inovação tecnológica e sustentabilidade ambiental 5.2 Políticas para a sustentabilidade: a UE e Portugal
Processo de Avaliação
A avaliação inclui os seguintes elementos:
Avaliação Periódica: Frequência mínima de 2/3 das aulas. Um teste intermédio (50%) e um trabalho de grupo (50%). Nota mínima de 8,0 valores em cada. Ou: Exame final (2 épocas + Época Especial): 100%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1.Fagerberg, J., Mowery, D. C. e Nelson, R. R. (orgs.) (2005), The Oxford Handbook of Innovation, Oxford, Oxford University Press. 2.Freeman, C. e Soete, L. (1997), The Economics of Industrial Innovation, Londres, Pinter Publishers, 3ª edição. 3.Salavisa Lança, I. (2001), Mudança Tecnológica e Economia - Crescimento, competitividade e indústria em Portugal, Oeiras, Celta.
Bibliografia Opcional
1.Abramovitz, M. and David, P.A. (1996), "Convergence and deferred catch-up: Productivity leadership and the waning of American exceptionalism", in Landau, R., Taylor, T. and Wright, G. (eds.) (1996), The Mosaic of Economic Growth, Stanford, Stanford University Press, pp.21-62. 2.Amable, B., Barré, R., Boyer, R. (1997), Les systèmes d'innovation à l'ère de la globalisation, Paris, Economica. 3.Archibugi, D. and Lundvall, B.A. (eds.) (2001), The Globalizing Learning Economy, Oxford University Press. 4.Arrow, K. (1962), "Economic welfare and the allocation of resources for invention", in Nelson, R.R. (ed.), The Rate and Direction of Inventive Activity: Economic and Social Factors, pp.609-626, Cambridge, Massachusetts, NBER. 5.Artis, M. and Nixson, F. (eds.), The Economics of the European Union, 4th edition, Oxford, Oxford University Press. 6.Borrás, S. and Edquist, C. (2013), "The choice of innovation policy instruments", Technological Forecasting & Social Change, 80: 1513-1522. 7.Caraça, J. (2001), Ciência, 2ª edição, s. l., Quimera. 8.Colombo, M.G., Grilli,L., Piscitello, L. and Rossi-Lamastra, C. (eds.) (2011), Science and Innovation Policy for the New Knowledge Economy, Cheltenham, Edward Elgar. 9.Dolfsma, W. and Seo, D. (2013), "Government policy and technological innovation - a suggested typology", Technovation, 33(6-7), 173-179. 10.Edquist, C. (ed.), Systems of Innovation - Technologies, Institutions and Organizations, Pinter. 11.Etzkowitz, H. and Leydesdorff, L. (2000), "The dynamics of innovation: from National Systems and 'Mode 2' to a Triple Helix of university-industry-government relations", Research Policy, Vol.29, No.2, pp.109-123. 12.Freeman, C. and Louçã, F. (2001), As Time Goes by - From the Industrial Revolution to the Information Revolution, Oxford, Oxford University Press (edição portuguesa: Ciclos e Crises no Capitalismo Global - Das Revoluções Industriais à Revolução da Informação, Porto, Edições Afrontamento, 2004). 13.Freeman, C. and Soete, L. (1997), The Economics of Industrial Innovation, London, Pinter Publishers, 3rd edition. 14.Geels, F. W. (2004), "From sectoral systems of innovation to socio-technical systems", Research Policy, Vol. 33, No. 6-7, pp. 897-920. 15.Geels, F.W. and Kemp, R. (2007), "Dynamics in socio-technical systems: Typology of change processes and contrasting case studies", Technology in Society, 29(4), 441-455. 16.Godinho, M.M. (2013), Inovação em Portugal, Lisboa, Fundação Francisco Manuel dos Santos. 17.Huizingh, E.K.R.E. (2011), "Open Innovation: State of art and future perspectives", Technovation, Vol.31, No. 1, pp.2-9. 18.Klein Woolthuis, R., Lankhuizen, M. and Gilsing, V. (2005), "A system failure framework for innovation policy design", Technovation, Vol.25, No.6, pp.609-619. 19.Kline, S.J. and Rosenberg, N. (1986), "An Overview of Innovation", in Landau, R. and Rosenberg, N. (eds.), The Positive Sum Strategy, Washington, DC, National Academy of Sciences, pp.275-305. 20.Laranja, M.D. (2007), Uma nova política da inovação em Portugal? A justificação, o modelo e os instrumentos, Coimbra, Edições Almedina. 21.Lundvall, B.A. (ed.) (1992), National Systems of Innovation, London, Pinter Publishers. 22.Lundvall, B.A., Joseph, K.J., Chaminade, C. and Vang, J. (eds.) Handbook of Innovation Systems and Developing Countries, Cheltenham, and Northampton, MA, Edward Elgar. 23.Mazzucato, M. (2014), The Entrepreneurial State - Debunking Public vs. Private Sector Myths, London, Revised edition, London, Anthem Press. 24.Mazzucato, M. (2018), The value of everything - Making and taking in the Global Economy, London, Allen Lane. 25.Nelson, R.R. (1959), "The Simple Economics of Basic Scientific Research", Journal of Political Economy, Vol. 67, pp. 351-64. 26.Nelson, R. (ed.) (1993), National Innovation Systems, Oxford, Oxford University Press. 27.OCDE (2015), Frascati Manual 2015: Guidelines for Collecting and Reporting Data on Research, Paris, OECD. 28.OECD (2018), Oslo Manual 2018: Guidelines for Collecting, Reporting and Using Data on Innovation, 4th Edition, Paris, OECD. 29.OCDE (vários anos), Main Science and Technology Indicators. 30.Pavitt, K. (1984), "Sectoral patterns of technical change: Towards a taxonomy and a theory", Research Policy, 13(6): 343-373. 31.Rogers, E.M. (2003), Diffusion of innovations, 5th edition, New York, Free Press. 32.Salavisa, I. and Fontes, M. (eds.) (2012), Social networks, Innovation and the Knowledge Economy, Abingdon, Oxon, UK and New York, Routledge. 33.Salavisa Lança, I., Rodrigues, W. e Mendonça, S. (orgs.) (2007), Inovação e Globalização - Estratégias para o desenvolvimento económico e territorial, Porto, Campo das Letras. 34.Schumpeter, J.A. (1939), Business Cycles - A Theoretical, Historical and Statistical Analysis of the Capitalist Process, versão abreviada, reimpressão de 1989, Filadélfia, Porcupine Press. 35.Schumpeter, J.A. (1951; 1934), The Theory of Economic Development - An Inquiry into Profits, Capital, Credit, Interest and the Business Cycle, reimpressão da edição em língua inglesa, de 1934, 2ª edição da obra de 1912, Cambridge, Massachusetts, Harvard University Press. (edição portuguesa: Teoria do Desenvolvimento Económico - Um estudo sobre lucro empresarial, capital, crédito, juro e ciclo de conjuntura, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 2012). 36.Shavinina, L.V. (ed.), The International Handbook of Innovation, Amsterdam, Pergamon-Elsevier. 37.Smith, A., Stirling, A. and Berkhout, F. (2005), "The governance of sustainable socio-technical transitions", Research Policy, 34(10), 1491-1510. 38.Tidd, J. and Bessant, J. (2009), Managing Innovation: Integrating Technological, Market and Organizational Change, 4th ed., Chichester, Wiley. 39.Unruh, G.C. (2002), "Understanding carbon lock-in", Energy Policy, Vol.28, No.12, pp. 817-830. 40.WIPO (2009), What is Intellectual Property?, Geneva, WIPO.
Links http://www.ec.europa.eu http://www.oecd.org
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Docentes
Raul Lopes
Departamento de Economia Política
Objectivos
O objectivo geral do módulo de Inovação e Território é o de acompanhar o actual debate académico sobre a temática emergente das relações entre inovação e território. Este debate tem evidentes repercussões sobre o entendimento das dinâmicas regionais de competitividade e sobre os desafios que se colocam às entidades responsáveis pelas políticas de desenvolvimento territorial, o que lhe confere uma especial pertinência no actual momento da realidade portuguesa.
Programa
1. A problemática da Inovação e Território no contexto das políticas públicas
2. O conceito de economias externas e a sua relevância para apreender as dinâmicas territoriais contemporâneas
3. Regiões ganhadoras e dinâmicas territoriais de inovação: o distrito industrial
4. A natureza do processo de inovação e a relevância do Território.
5. Proximidade, Interacção e Inovação: tipologias de proximidade e relevância da interacção a diferentes escalas espaciais
6. Regiões ganhadoras e dinâmicas territoriais de inovação: meio inovador-learning region e distritos tecnológicos
7. SRI-Sistemas Regionais de Inovação e SEI-Sistemas Espaciais de Inovação: apreensão empírica da dimensão territorial das redes de inovação.
8. Inovação, competitividade e Política Regional: que papel para as instituições responsáveis pela governança territorial da inovação?
9. Tópicos para uma agenda de investigação sobre a relevância do território no processo de inovação.
Processo de Avaliação
A avaliação contínua materializa-se: A. Na participação nas aulas, apresentações e discussões de textos (35%) B. Num conjunto de fichas-teste de escolha múltipla/perguntas abertas de resposta breve (65%)
O exame de 1ª época é só para os alunos que não tenham sido avaliados em nenhum instrumento de Avaliação Contínua. Notas superiores a 17 requerem confirmação. Será usado instrumentalmente o SmartPhone.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1. Asheim, B. et al.(2011)"Regional Innovation Systems" RS, V.45-7:875-891 2. Boschma, R. (2005) Proximity and Innovation, RS, V.39-1:61-74 3. Cooke, P. (2001) Regional Innovation Systems, CJRS, XXIV-1:21-40 4. ESPON (2012) KIT-Knowledge, Innovation, Territory, European Union. 5. Huggins, R. et al. (2012) "Network Capital and Knowledge Flow" I&I, V.19-3:203-232 6.Lopes, Raul (2001). Competitividade, Inovação e Territórios. 7. McCann, P. & R. Argilés (2013) "Modern regional innovation policy" CJRES 6:187-216 8. Mika Kautonen et al (2017) Regional innovation policies DOI: 10.1080/09654313.2017.1281228 9. Nunes, Sérgio & Raul Lopes (2015) Firm Performance, Innovation Modes and Territorial Embeddedness, EPS, 23:9, 1796-1826 10. Olsen, L. (2012) "Territorial Knowledge Dynamics" EPS, V.20-11 11. Roberta Capello & H. K.(2016): From theory to practice in smart specialization strategy: DOI: 12. Rutten, R. & F. Boekema (2013) "Beyond the Learning Region" EPS, V.21- 5:722-734
Bibliografia Opcional
Legenda das Revistas indicadas abreviadamente na secção anterior: EPS-European Planning Studies I&I- Industry and Innovation RS- Regional Studies E&RD- Entrepreneurship & Regional Development CJRS-Canadian Journal of Regional Science CJRES-Cambridge Journal of Regions, Economy and Society TF&SC -Technological Forecasting & Social Change
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Consultar a informação bibliográfica no Guia da UC fornecido aos alunos
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Docentes
Raul Lopes
Departamento de Economia Política
Objectivos
1. Compreender os processos de desenvolvimento territorial e a necessidade de políticas territoriais.
2.Identificar a evolução histórica das políticas territoriais.
3. Analisar os novos desafios e os novos paradigmas das políticas regionais.
Programa
1.NATUREZA E RAZÃO DE SER DA POLÍTICA REGIONAL - Pertinência e natureza da Política Regional - Assimetrias regionais e Desenvolvimento - Os problemas da competitividade regional e da empregabilidade
2. RETROSPECTIVA DA POLÍTICA REGIONAL E URBANA - Principais paradigmas da Política Regional - A política regional e urbana em Portugal: breve retrospectiva 3. AS POLÍTICAS TERRITORIAIS ACTUAIS - A política regional actual em Portugal: PORTUGAL 2020 - A política de desenvolvimento rural
4. TENDÊNCIAS ESPACIAIS E DESAFIOS ÀS POLÍTICAS TERRITORIAIS: o caso português
Processo de Avaliação
A Avaliação Contínua pressupõe a presença em 80% das aulas, e materializa-se num conjunto de Fichas-Teste de respostas breves a realizar nas aulas, tendo por base o conteúdo das aulas e a bibliografia indicada. Será utilizado instrumentalmente o SmartPhone. A avaliação por exame na 1ª época será apenas para os alunos que não tenham sido avaliados na AC. Na 2ª época para os alunos que não tenham obtido aprovação na UC, bem como para melhoria de nota. Notas superiores a 17 requerem confirmação.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1. Armstrong, H.&Taylor, J. (2000) Regional Economics and Policy, 2. Barca, F. (2011) "Alternative Approaches to Development Policy". 3. Barquero, A., V. (2010). The new forces of development 4. CE (2011), Cidades de Amanhã 5. DAHLSTROM, M. et all. (2012) Regional Policies for Knowledge Anchoring, European Planning Studies Vol. 20, No. 11. 6. Gagliardi, L. & M. P. (2016): The impact of European Cohesion Policy, Regional Studies 7. Halkier, Henrik (2012) Knowledge Dynamics and Policies for Regional Development, European Planning Studies, 20:11, 1767-1784. 8. McCann, P. et all (2011) "Why and When Development Policy Should Be Place-Based" 9. O' Sullivan, Arthur (2003) Urban Economics, , McGraw-Hill/Irwin 10. OCDE (2008) OECD Territorial Reviews: Portugal 2008. 11. OCDE (2010) Regional Development Policies in OECD Countries 12. OCDE (2016) OECD Regional Outlook 2016 13. Pike, A. et all (2016) Local and Regional Development 14. Portugal 2020
Bibliografia Opcional
Vd Guia da UC
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Docentes
Carlos Manuel Coimbra
Departamento de Economia
Objectivos
Pretende-se que os alunos, no final desta Unidade Curricular, desenvolvam competências que lhes permitam compreender os aspectos cruciais do funcionamento de uma economia mista (mercado e instituições de política económica) em termos macroeconómicos, as suas flutuações no curto prazo Em especial, analisa-se a forma como as políticas macroeconómicas podem determinar estas flutuações, bem como as limitações destas políticas.
Programa
1. Elementos introdutórios de Macroeconomia 1.1. Variáveis fundamentais para a análise 1.2. A Economia no Tempo: Restrições inter-temporais, crescimento e ciclos económicos.
2. Políticas de gestão da Procura Agregada 2.1. A estabilização macroeconómica 2.2. Política orçamental; 2.3. Política monetária; 2.4. A combinação das políticas de estabilização e problemas atuais no contexto da União Europeia
3. Episódios marcantes das políticas macroeconómicas em Portugal
Processo de Avaliação
A avaliação decorre ao longo do semestre de trabalho e compõe-se pelo seguinte elemento: - Um teste final, com uma ponderação de 100% - A aprovação é obtida com uma classificação superior ou igual a 9,5 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Burda & Wyplosz (2013), Macroeconomics: A European text, 6th ed. Oxford University Press.
Mishkin, F.S. (2012): The Economics of Money, Banking and Financial Markets: The Business School Edition (3rd Edition), Pearson Series in Economics.
Pereira, P.; Afonso, A.; Arcanjo, M. e Santos J. (2012): Economia e Finanças Públicas, 4ª ed. Escolar Editora.
Sorensen P. and H. Whitta-Jacobsen (2012), Introducing Advanced Macroeconomics: Growth and Business Cycles, 2nd Edition, McGraw-Hill, New York.
Bibliografia Opcional
Artigos e publicações do Banco de Portugal, BCE, Comissão Europeia e FMI.
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Docentes
Paulo Marques
Departamento de Economia Política
Objectivos
-Analisar a forma como o mercado de trabalho é configurado e regulado pelas instituições; -Compreender o impacto das instituições do mercado do trabalho sobre o emprego e salários; -Compreender o debate da relação entre instituições e performance do mercado do trabalho; -Compreender o debate da relação entre instituições e a gestão dos recursos humanos; -Analisar medidas e indicadores chave associadas às instituições do mercado do trabalho.
Programa
1. Modelo competitivo de mercado de trabalho: breve abordagem 2. Introdução à abordagem institucional do mercado de trabalho 3. Regulação do mercado de trabalho: 3.1. O debate em torno do salário mínimo 3.2. Legislação de proteção do emprego e indicadores de proteção do emprego 3.3. Sindicatos e negociação coletiva 4. Mercados internos de trabalho e segmentação do mercado de trabalho. 5. Abordagens alternativas do trabalho e da empresa.
Processo de Avaliação
Avaliação contínua: Para participar na avaliação contínua, os estudantes devem ter uma assiduidade de 80% e realizar as seguintes avaliações: - Trabalho de grupo (45%); nota mínima 8; - Relatório do seminário (5%) - Teste individual (50%); nota mínima 8.
Avaliação por exame final Exame final equivale a 100% da nota. As notas da avaliação contínua não são consideradas para a avaliação por exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Silva, M.Carvalho, Hespanha, P., Caldas, J.C. (eds.) (2017) Trabalho e políticas de emprego, Lisboa, OCA Kaufman, B.E. (2010) "Institutional Economics and the Minimum Wage: Broadening the theoretical and policy debate", Industrial Relations and Labour Relations Review, 63(3): 427-453. OECD Employment Outlook 2013. Kampelmann, S.,Garnero, A. and Rycx, F. (2013) Minimum wages in Europe: does the diversity of systems lead to a diversity of outcomes? ETUI, Report 128. Reich, M. (2008) Segmented Labor Markets and Labor Mobility, Edward Elgar (2 volumes.
Bibliografia Opcional
Caderno de textos selecionados.
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Pretende-se que os alunos, no final da unidade curricular, sejam capazes de aplicar os métodos econométricos mais apropriados na análise de dados seccionais e de painel de natureza microeconómica.
Programa
P1. Introdução P2. O Modelo de Regressão Linear com Dados Seccionais P3. Modelos com Variáveis Explicativas Endógenas P4. O Modelo de Regressão Linear em Painel P5. Modelos com Variável Dependente Limitada P6. Outros Tópicos: P6.1. Modelos de Fronteira Estocástica P6.2. Modelos de Regressão Hedónicos P6.3. Avaliação de Programas
Processo de Avaliação
A avaliação é composta por: i) dois trabalhos individuais (25% cada); ii) prova escrita no final do semestre (50%). Para ser aprovado, o aluno tem de cumprir os seguintes critérios: i) média ponderada superior a 9,5/20; ii) nota no exame final superior a 7,5/20. Alternativamente, a avaliação pode consistir apenas num exame individual (100%) em época normal ou de recurso.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Verbeek, M. (2017), A Guide to Modern Econometrics, Wiley (5th Edition).
Bibliografia Opcional
Coelli, T.J., D.S.P. Rao, C.J. O?Donnell, G.E. Battese (2005), An Introduction to Efficiency and Productivity Analysis, 2nd Ed., Springer Intriligator, M., Bodkin, R. and Hsiao, C. (1995), Econometric Models, Techniques and Applications, 2nd Ed, Prentice Hall. Wooldridge, J.M. (2015), "Introductory Econometrics: A Modern Approach", 6th Ed., South Western Publishers.
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Docentes
Sérgio Caramelo
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
O objeto geral da Unidade Curricular "Planeamento, Programação e Avaliação de Políticas" situa-se no espaço analítico que medeia as teorias gerais do estado e do processo do seu desenvolvimento histórico, por um lado, e as metodologias de planeamento, gestão e avaliação de políticas públicas, por outro lado. Esse é o espaço da transformação de orientações políticas de fundo em ação prática, em que se movem as estruturas que planeiam e concebem os contornos operacionais das políticas, gerem a respetiva execução e procedem à sua avaliação. Visa-se, portanto, com esta Unidade Curricular, proporcionar uma abordagem compreensiva ao modo como as políticas públicas são processadas, desde a ideia inicial até à lógica a que obedece a respetiva operacionalização, bem como a avaliação dos resultados e dos impactos que produzem.
Programa
1. PLANEAMENTO E POLÍTICAS PÚBLICAS 1.1. O processo político: dos problemas e agendamento à avaliação 1.2. A teoria da programação e os modelos lógicos 2. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PLANEAMENTO 2.1. Nível estratégico 2.2. Nível tático 2.3. Modelo operacional 3. FUNDAMENTOS PARA O DESENHO E PROGRAMAÇÃO DA AVALIAÇÃO 3.1. O(s) conceito(s) de avaliação de políticas públicas 3.2. Definição do objeto, dos objetivos e dos recursos 3.3. Tipos genéricos de avaliação 3.4. Conceitos relevantes 3.5. Ética e serviço público na prática da avaliação 4. OPÇÕES METODOLÓGICAS EM AVALIAÇÃO 4.1. Formulação e utilização de questões de avaliação 4.2. Exemplos de abordagens metodológicas em avaliação 4.3. Ferramentas genéricas de suporte à avaliação 4.4. A importância das estratégias de comunicação de resultados
Processo de Avaliação
A nota final será obtida com recurso à seguinte ponderação: - Trabalho (em grupo) - 60% da nota final; - Exame individual - 40% da nota final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
ANDERSON, James E. (2015), Public policymaking: an introduction, 8.ª ed., Stamford/Cengage Learning, London. CHEN, H. T. (2015), Practical program evaluation: theory-driven evaluation and the integrated evaluation perspective, Second Edition, Sage, Thousand Oaks. FUNNELL, S. e ROGERS, P. (2011), Purposeful program theory: effective use of theories of change and logic models, Jossey-Bass, San Francisco. KETTNER, Peter M., MORONEY, Robert M. e MARTIN, Lawrence L. (2012), Designing and managing programs: an effectiveness-based approach, Sage, Thousand Oaks. PRESKILL, H. e RUSS-EFT, D. (2015), Building evaluation capacity: activities for teaching and training, Sage, Thousand Oaks.
Bibliografia Opcional
ALTSCHULD, James e KUMAR, David (2010), Needs assessment: an overview, Sage, Thousand Oaks. BAMBERGER, ALTSCHULD, James e WITKIN, Belle (1999), From needs assessment to action: transforming needs into solutions strategies, Sage, Londres. BAMBERGER, Michael (eds.) (2000), Integrating quantitative and qualitative research in development projects, The World Bank, Washington. BAMBERGER, M. J., RUGH, J. e MABRY, L. (2006), RealWorld evaluation. Working under budget, time, data and political constrains, Sage, London. BARDACH, Eugene (2009), A practical guide for policy analysis, CQPress, Washington DC. BOULMETIS, John e DUTWIN, Phyllis (2011), The ABCs of evaluation: timeless techniques for program and project managers, 3.ª ed., Jossey-Bass, San Francisco. CAD (2002), Pratiques efficaces pour mener une évaluation conjointe associant plusieurs donneurs, OCDE. CALLEY, Nancy G. (2011), Program development in the 21st Century: an evidence-based approach to design, implementation and evaluation, Sage, Thousand Oaks. CHAPLOWE, S. e COUSINS, J. (2016), Monitoring and evaluation training: a systematic approach, Sage, Thousand Oaks. CHEN, Huey T. (2004), Practical program evaluation. Assessing and improving planning, implementation and effitiveness, Sage, Londres. COMISSÃO EUROPEIA (1999), Evaluating socio economic development, Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias, Luxemburgo. COMISSÃO EUROPEIA (2013), EVALSED: The resource for the evaluation of Socio-Economic Development, Setembro, SL. DALE, Reidar (2004), Evaluating development programmes and projects, Sage, London. DYE, Thomas R. (2010), Understanding Public Policy, Longman, Boston. ESTRELA, M. (2000), Learning from change. Issues and experiences in participatory monitoring and evaluation, Intermediate technology publications, International Development Research Centre. GUERRA, Isabel (2007), Fundamentos e processos de uma sociologia de acção: o planeamento em ciências sociais, 2.ª Ed., Princípia, Cascais. HILL, Michael (2009), The public policy process, 5.ª ed., Pearson/Longman, London. HOLDEN, D. e ZIMMERMAN, M. (2009), A practical guide to program evaluation planning, Sage, Thousand Oaks. KAPP, S. A. E ANDERSON, G. R. (2010), Agency-based program evaluation: lessons from practice, Sage, Thousands Oaks. . KING, Jean E. e STEVAHN, Laurie (2013), Interactive évaluation practice: mastering the interpersonal dynamics of program evaluation, Sage, Thousands Oaks. MINZTBERG, Henry (2004), Grandeur et décadence de la planification stratégique, Dunod, Paris. PATTON, Michael Q. (2012), Essentials of utilization-focused evaluation, Sage, Thousands Oaks. SERN, Elliot (2005), Evaluation research methods, 4 Vol., Sage, London. SHAW, I. F., GREENE, J. C. e MARK, M. M. (2006), The SAGE handbook of evaluation, Sage, London. SORIANO, Fernando I. (2013), conducting needs assessments: a multidisciplinary approach, second edition, Sage, Thousand Oaks. STUFFLEBEAM, D. e SHINFIELD, A. (2007), Evaluation theory, models and applications, Wiley and Sons, London. WHOLEY, J., HARTY, H. e NEWCOMER, K. (eds.) (2004), Handbook of practical program evaluation, Jossey-Bass, Washington.
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Docentes
José Manuel Henriques
Departamento de Economia Política
Objectivos
A complexidade dos problemas sociais contemporâneos (wicked problems) coloca desafios crescentes à acção pública na promoção da coesão. A acentuação recente do processo de globalização não é alheia à complexidade com que novas formas de risco social se vão manifestando. A Unidade Curricular procura contribuir para o aprofundamento desta reflexao através da análise dos processos e situações que envolvem a necessidade de inovação nas políticas públicas e sobre o modo de conceber possíveis 'espaços de acção' na intervenção estatal para a promoção da coesão a diferentes níveis territoriais.
Programa
CP1. Problemas sociais complexos, natureza contemporânea do 'risco social' e Welfare State CP2. Cidadania, Welfare State e domínios centrais de política pública CP3. União Europeia, inovação nas políticas públicas e inovação social CP4. Capacitação para a acção CP5. Modelos de Welfare State CP7. Modelo Social Europeu e futuro do Welfare State
Processo de Avaliação
A avaliação poderá basear-se num ensaio a elaborar individualmente ou em exame final (1ª ou 2ª época). O tema e a metodologia a adoptar deverão contemplar a aprovação prévia por parte do docente. O tema será definido tendo em atenção o programa de trabalhos apresentado para a disciplina e os projectos de investigação (dissertação, etc.), ou de profissionalização, dos participantes. O projecto será desenvolvido após acordo do docente relativamente ao tema escolhido e à metodologia a adoptar.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Esping-Andersen, G. (ed.), Gallie, D., Hemerijk, A., Myles, J. 2002, Why We Need a New Welfare State, Oxford University Press, Oxford Henriques, J. M. 2013, On Becoming Healthier Communities: Poverty, Territorial Development and Planning, in Revista Portuguesa de Saúde Pública, 31(1):58-73 Henriques, J. M. 2010, Changing Poor People's Lives: Conceptualising Action, Periploi, Lisboa Loureiro, I., Miranda, N. 2016, Promover a Saúde: Dos Fundamentos à Acção, Almedina, Coimbra Moulaert , F., MacCallum, D. , Mehmood, A. , Hamdouch, A. (ed) 2013, The International Handbook On Social Innovation: Collective Action, Social Learning and Transdisciplinary Research, Edward Elgar, Camberley OECD 2010, Breaking Out of Policy Silos: Doing More With Less, OECD Publishing, Paris Stiglitz, J., Greenwald, B. 2014, Creating a Learning Society, Columbia University Press, New York
Bibliografia Opcional
Bourdieu, P. (ed.) 1993 La Misère du Monde, Seuil, Paris Bruto Da Costa, A. 1998, Exclusões Sociais, Gradiva, Lisboa Carmo, R., Barata, A. (ed) 2014, Estado Social de Todos para Todos, Tinta da China, Lisboa Castel, R. 1995, Les Métamorphoses de la Question Sociale : une Chronique du Salariat, Gallimard, Paris CEC 2013, Employment and Social Analysis, http://ec.europa.eu/social/main.jsp?catId=501&langId=en (acedido em 23 Setembro 2013) Estivill, J. 2003, Panorama da Luta Contra a Exclusão Social, Bureau Internacional do Trabalho, Genève Ferrera, M. Rhodes, M. Hemerijck, A. 2000, The Future of Social Europe: Recasting Work and Wwelfare in the New Economy, Celta Editora, Oeiras Fitoussi, J.P., Rosanvallon, P. 1996, Le Nouvel Âge des Inegalités, Seuil, Paris (S.143 FIT*Nou 2 ex) Friedmann, J. 1987, Planning in the Public Domain, Princeton University Press, Princeton (E.120 FRI*Pla - 27768) Friedmann, J. 1992, Empowerment: The Politics of Alternative Development, Blackwell, Cambridge (S.172 FRI*Emp - 24872) Fitoussi, J.P. 1997, O Debate-Tabu: Moeda, Europa, Pobreza, Terramar, Lisboa (E.152 FIT*Deb trd. por 28582) Harvey, D. 1989, The Condition of Postmodernity, Basil Blackwell, Oxford (AU.173 HAR*Con - 22376) Henriques, J. M. 2011, 'Crise, Economia Social e Solidária e 'Integração Económica' na Acção Contra a Pobreza', in Revista de Economa Solidária, nº 2 Henriques, J. M. 2006a, Global Restructuring and Local Anti-Poverty Action: Learning with European Experimental Programmes, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, Tese de Doutoramento http://repositorio-iul.iscte.pt/handle/10071/273 (acedido em 25 de Fevereiro 2016) Henriques, J.M. 2006b, Local Anti-Poverty Action and Planning Theory : a Framework for Choosing Methods and Tools, in Ensaios de Homenagem a António Simões Lopes, Instituto Superior de Economia e Gestão, UTL, Lisboa Henriques, J. M. 2009, Inovação Social e Animação Territorial: Contributos da Iniciativa Comunitária Equal em Portugal?, in Revista Sociedade e Trabalho, nº 12 Henriques, J. M. 2004, Avaliação em Programas Experimentais: Perspectivas da Avaliação Realista, in Cadernos de Estudos Africanos, nº 4 (Março) Henriques, J. M. 2005, Processo de Globalização, 'Desintegração Local' e Desafios à Governância: Discursos e Possibilidades, in Salavisa, I., Rodrigues, W., Mendonça, S. (eds), Inovação Tecnológica e Globalização: Implicações para os Países de Desenvolvimento Intermédio Henriques, J.M. 1989, A Saúde e o Homo Economicus, in Revista Portuguesa de Saude Publica, Vol.7, no.2, Escola Nacional de Saúde Publica, Lisboa Henriques, J.M. 1990, Theories and Policies of Local Development, in Konsolas, N. (ed.), Local Development, Regional Development Institute and Hellenic Agency for Local Development and Local Government, Athens Henriques, J.M. 1992, Evaluation of Poverty 3 at National Level in Portugal, in European Commission, Evaluation, Vol.II, Poverty 3 Programme, CEC, Lille Henriques, J.M. 2000, Empowerment: Avaliação de Projectos Locais, Volume I e II, Gabinete de Gestão das Iniciativas Comunitárias Emprego and Adapt, Lisboa Henriques, J. M. 2004, Avaliação em Programas Experimentais: Perspectivas da Avaliação Realista, in Cadernos de Estudos Africanos, nº 4 (Março) Hespanha, P., Carapinheiro, G. (eds.) 2001, Risco Social e Incerteza: Pode o Estado Social Recuar Mais ?, Afrontamento, Porto Kraemer, S., Roberts, J. 1996, The Politics of Attachment: Towards a Secure Society, Free Association Books, London Lesourne, J. 1995, Vérités et Mensonges sur le Chômage, Odile Jacob, Paris Mingione, E. (ed.) 1996, Urban Poverty and the Underclass: A Reader, Blackwell, Oxford Sachs, J. 2005, The End of Poverty: How we can Make it Happen in our Lifetime, Penguin Books, London Santos, B. S. (ed.) 1993, Portugal: Um Retrato Singular, Afrontamento, Porto Sen, A. 1981, Poverty and Famines: An Essay on Entitlement and Deprivation, Clarendon, Oxford Stiglitz, J. 2010, Freefall: Free Markets and the Sinking of the Global Economy, Penguin Books, London Stiglitz, J. 2002, Globalization and Its Discontents, The Penguin Press, London Stöhr, W. 1984, Changing External Conditions and a Paradigm Shift in Regional Development Strategies, in Estudos de Economia, Vol IV, nº 4 World Economic Forum 2012, Global Risks 2012, World Economic Forum, Geneva Stöhr, W. 1981, Development from Below: the Bottom-up and Periphery-inward Development Paradigm, in Stöhr, W., Taylor, D.R. (eds.) 1981, Development from Above or Below ?, John Willey and Sons, Chichester Storper, M. (1997) The Regional World: Territorial Development in a Global Economy, The Guilford Press, New York (S.171 STO*Reg - 33841) Stuckler, D., Basu, S. 2013, The Body Economic: Why Austerity Kills, Basic Books, New York Taleb, N. 2012, Antifragile: Things That Gain from Disorder, Penguin Books, London Varela, R. (ed.) 2013) A Segurança Social é Sustentável, Bertrand, Lisboa
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Docentes
Pedro Adão e Silva
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
O objectivo primordial desta unidade curricular é discutir os principais modelos de análise da transformação das políticas públicas. Procura-se, assim, proporcionar aos alunos: (i) aquisição de conhecimentos sobre as principais teorias de análise das políticas públicas; (ii) desenvolvimento de competências que permitam analisar cientificamente a mudança das políticas públicas, designadamente identificando as variáveis que explicam quer as reformas, quer a inércia; (iii) identificar as variáveis institucionais e os actores sociais mais relevantes para compreender a mudança nas políticas;
Programa
1.1. O estudo das políticas públicas 1.2. Periodização das políticas públicas 1.3. Periodização da análise das políticas públicas 2. Análise macro das políticas públicas: 2.1.1. Funcionalismo e a modernização 2.1.2. Pluralismo, elitismo e corporativismo 2.1.3. As classes e a mobilização política 2.1.4. Escolha pública 2.1.5. Institucionalismos:velhos e novos 2.1.5.1.Institucionalismo da escolha racional:pontos de veto e constrangimentos institucionais 2.1.5.2. O institucionalismo histórico: timing e sequências 2.1.5.3. O institucionalismo sociológico: ideias e discursos apropriados 3. A análise meso das políticas públicas 3.1.1. John Kingdon e os ?policy streams?. 3.1.2. Sabatier e os mecanismos de ?policy learning? 3.1.3. D. Marsh e R. A. Rhodes e as ?policy networks? 3.1.4. J. March, M. Cohen e J. Olsen e o modelo da ?garbage can? 3.1.5. F. Baumgartner e o ?punctuated equilibrium? 3.2. Impacto das políticas e níveis de mudança
Processo de Avaliação
A avaliação da disciplina consistirá na realização de trabalho escrito individual sobre um tema do programa, em forma de paper (num máximo de 20 páginas). O trabalho deverá basear-se na análise de uma política especifíca (que pode ser sugerida pelos alunos), através da mobilização de diversos modelos de análise, identificando algumas hipóteses e as principais variáveis analíticas.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Hay, Colin, Michael Lister e David Marsh (2006), The State ? theories and issues. Hampshire: Palgrave Hill, Michael (2009), The Public Policy Process. London: Peason Longman (5th edition) Moran, Michael, Martin Rein e Robert E. Goodin (2006) (ed), The Oxford Handbook of Public Policy. Oxford: OUP.
Bibliografia Opcional
Birkland, Thomas A. (2005), An Introduction to the Policy Process ? theories, concepts, and models of public policy making. New York: M.E. Sharpe (second edition) Howlett, Michael, M. Ramesh e Anthony Perl (2009), Studying Public Policy: Policy Cycles and Policy Subsystems. Oxford: OUP (3rd edition) Kingdon, John W. (1995), Agendas, Alternatives, and Public Policies. New York: Longman. Parson, Wayne (1995), Public Policy ? An introduction to the theory and practice of policy analysis. Cheltenham: Edward Elgar Pierson, Paul (2004), Politics in Time ? history, institutions, and social analysis. Princeton: Princeton University Press. Sabatier, Paul A. (2007) (ed.), Theories of the Policy Process. Colorado: Westview.
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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2 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Calcular e selecionar amostras aleatórias, utilizando os principais métodos de amostragem. Dar a conhecer aos alunos as técnicas mais relevantes da estatística inferencial univariada e bivariada. A apresentação dos diversos conteúdos estatísticos será acompanhada de exemplos práticos, que permitam aos alunos fazer o tratamento estatístico de dados na perspectiva da realização de um relatório de análise de dados utilizando um programa estatístico especialmente adequado às ciências sociais (SPSS).
Programa
CP1.Introdução. Conceitos Básicos da Estatística CP2.Distribuição Normal CP3.Amostragem CP4.Ensaios de Hipóteses 4.1.Introdução 4.2.Testes paramétricos 4.2.1.Teste t para uma amostra 4.2.2.Teste t para duas amostras independentes 4.2.3.Teste t para duas mostras emparelhadas 4.3.Testes não paramétricos 4.3.1.Testes de ajustamento: Teste de Kolmogorov-Smirnov, Shapiro-Wilk e do Qui-Quadrado 4.3.2.Teste de independência do Qui-Quadrado 4.3.3.Teste de Mann-Whitney 4.3.4.Teste de Wilcoxon 4.3.5.Teste de Kruskall-Wallis
Processo de Avaliação
Exercício individual com nota mínima de 10 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Field, A. (2009) Discovering Statistics Using SPSS, 3th ed., London, SAGE. Laureano, R. (2013) Testes de Hipóteses com o SPSS - O Meu Manual de Consulta Rápida, 2ª ed.,Edições Sílabo. Maroco, J (2010) Análise Estatística com o PASW Statistics (ex-SPSS), Pero Pinheiro, ReportNumber. Maroco, J. e Bispo, R. (2003) Estatística Aplicada às Ciências Sociais e Humanas, Lisboa, Climepsi Editores. Vicente, P. (2012) Estudos de Mercado e Opinião. Princípios e Aplicações de Amostragem. Edições Sílabo.
Bibliografia Opcional
Cochran, W. (1997) Sampling Techniques, USA, John Wiley & Sons, 3ª ed. Laureano, R. e Botelho, M. C. (2017) SPSS - O Meu Manual de Consulta Rápida, 3ª ed.,Edições Sílabo. Maroco, J. e Bispo, R. (2003) Estatística Aplicada às Ciências Sociais e Humanas, Lisboa, Climepsi Editores. Murteira, B.J. (1993) Análise Exploratória de Dados? Estatística Descritiva, Lisboa, McGraw-Hill. Reis, E. (1998) Estatística Descritiva, Lisboa, Lisboa, Edições Sílabo. Reis, E., Melo, P., Andrade, R. e Calapez, T. (1997) Estatística Aplicada, Volumes 1 e 2, Lisboa, Edições Sílabo.
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Objectivos
Nesta disciplina é dado particular enfoque à apresentação e desenvolvimento de um conjunto de métodos de análise de dados, de uso recorrente na investigação empírica em Ciências Sociais. São métodos que permitem descrever e interpretar relações de depen-dência entre as variáveis, a saber a Análise de Variância e a Regressão Linear. A apresentação conceptual desses métodos será sempre acompanhada do desenvolvi-mento de diferentes aplicações. Para o efeito recorrer-se-á a um programa de estatística (IBM SPSS Statistics). Pretende-se que os estudantes aprendam: a) a analisar e a testar modelos, que estabele-cem relações de dependência entre diferentes tipos de variáveis, no contexto da análise de dados multivariada; b) a usar uma ferramenta que lhe permite realizar as análises estatísticas necessárias à abordagem desses modelos; c) e a interpretar, a apresentar e a sistematizar os resultados obtidos, tendo em vista a realização, por exemplo, de um relatório de análise de dados.
Programa
1.Análise de Variância a um fator fixo (revisões) e introdução ao General Linear Model (GLM) 2.Análise de Variância a mais de um fator fixo (n-way ANOVA) 2.1.Apresentação do modelo e especificação dos pressupostos 2.2.Testes F 2.3.Comparações a posteriori 2.3.1.Efeito de interacção não significativo (testes Post-Hoc) 2.3.2.Efeito de interacção significativo (testes via sintaxe) 3.Regressão Linear 3.1.Definição e hipóteses do modelo 3.2.Estimação dos parâmetros 3.3.Avaliação da qualidade do modelo: coeficiente de correlação múltiplo e coeficiente de determinação múltiplo 3.4.Inferência sobre o modelo: teste F e testes t 3.5.Coeficientes de correlação parciais e semi-parciais 3.6.Previsões
Processo de Avaliação
Exercício individual com nota mínima de 10 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Field, Andy, 2013, Discovering Statistics Using IBM SPSS Statistics, London, Sage Publications, 4th Edition. Hair, Joseph, Ralph Anderson, Ronald Tatham e William Black, 2006, Multivariate Data Analysis, Upper Saddle River: Pearson 6ª ed. Maroco, João, 2010, Análise Estatística com o PASW Statistics (ex-SPSS), Pero Pinheiro, ReportNumber.
Bibliografia Opcional
Barbara, Linda Fidell, 2000, Computer-assisted research design and analysis, Boston: Ally and Bacon Cohen, Jacob, Patrícia Cohen, 2003 Applied multiple regression-correlation analysis for the behavioral sciences, Mahawh: Laurence Erlbaum, 3ª ed. Tacq, Jacques, 1997, Multivariate Analyses Techniques in Social Science Research from problems to analysis, London, Sage.
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Objectivos
Proporcionar uma formação avançada em análise de conteúdo assistida por computador, através do desenvolvimento de competências necessárias à utilização em contexto académico e profissional, de um software específico - MAXqda® - em articulação com o Excel® e o SPSS®. A formação incidirá tanto nas componentes teórica e conceptual, que sustentam uma adequada compreensão dos métodos, como nas componentes instrumentais, fazendo uso de exemplos concretos de aplicação desta metodologia.
Programa
1. Análise de Conteúdo: fundamentos, objectivos e domínios de aplicação; 2. Breve introdução ao MAXqda®; 3. Transcrição de entrevistas teoricamente orientada; 4. Construção de uma base de dados em MAXqda®; 5. Codificação em MAXqda®; 6. Codificação automática com MAXdictio® 7. MAXmaps®: modelação visual da categorização analítica; 8. Outputs: - Fragmentos de texto codificados; - Quadros síntese de respostas; - Cruzamentos de indicadores; - Tabelas de frequências. 9. Articulação entre o MAXqda®, o Excel® e o SPSS® para Análise de Relevância Temática e Análise de Correspondências Múltiplas, dos resultados da Análise de Conteúdo.
Processo de Avaliação
Exercício individual em MAXqda®.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Flick, U. (2005), Métodos Qualitativos na Investigação Científica, Lisboa, Monitor. Gigglione, R e B. Matalon (1992), O Inquérito-Teoria e prática, Oeiras, Celta. Guerra, I. C. (2006), Pesquisa Qualitativa e Análise de Conteúdo, Estoril, Principia. Ketele, J-M. e X. Roegiers (s/d), Metodologia de Recolha de Dados - Fundamentos dos Métodos de Observações, de Questionários, de Entrevistas e de Estudo de Documentos, Lisboa, Instituto Piaget. Lessard-Hébert, M; G. Goyette; G. Boutin (2005), Investigação Qualitativa ? Fundamentos e Práticas, Lisboa, Piaget, 2ª edição.
Vala; J. ?A Análise de Conteúdo? em Silva, A. S. e J. M. Pinto (orgs.) (1986), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Edições Afrontamento (cap. IV): 101-128
Bibliografia Opcional
The Content Analysis Guide Book on Online: http://academic.csuohio.edu/kneuendorf/content/ Forum Qualitative Social Research: http://qualitative-research.net/fqs/ Recherches Qualitatives: http://www.recherche-qualitative.qc.ca/cahiers.html Qualitative Sociology Research: http://www.qualitativesociologyreview.org/ENG/archive_eng.php
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Objectivos
Proporcionar aos alunos as seguintes aprendizagens: a) Conhecimento aprofundado das potencialidades do SPSS para a análise de dados em ciências sociais b) Desenvolvimento de competências de construção e gestão de bases de dados c) Desenvolvimento de competências avançadas de transformação e construção de variáveis d) Desenvolvimento de competências básicas de análise descritiva de dados (univariada e bivariada)
Programa
1. O SPSS como ferramenta de trabalho na análise de dados quantitativos 1.1. Breve apresentação do programa 1.2. Gestão de bases de dados no SPSS 1.2.1 Construção de uma base de dados em SPSS Das perguntas às variáveis: codificação das respostas e definição do dicionário de variáveis; Definição da estrutura do ficheiro de dados; Simulação da imputação de dados
1.2.2 Validação de uma base de dados: operações básicas para detecção e correcção de erros 1.2.3 Operações sobre ficheiros de dados: Acrescentar casos, acrescentar variáveis Ordenar casos, localizar casos Junção de ficheiros de dados Construção de sub-ficheiros de dados: seleccionar casos e extracção de amostras Selecção temporária de um conjunto de casos para análise Partição temporária de um ficheiro de dados Construção de ponderadores; activação / desactivação
1.3 Transformação de variáveis 1.3.1 Recodificação de variáveis: Recodificação automática Recodificação orientada 1.3.1 Construção de novas variáveis: Transformação de variáveis alfanuméricas em variáveis numéricas Transformação numérica de variáveis existentes Contagem de ocorrências
2. Instrumentos básicos de análise de dados 2.1 Análise univariada: Frequências Medidas de síntese 2.2 Análise bivariada: Tabelas de contingência Tabelas de medidas síntese
3. Apresentação de resultados: elaboração de um relatório preliminar de análise de dados 3.1 Construção de quadros de resultados 3.2 Tradução gráfica de resultados 3.3 Exportação de tabelas e gráficos do SPSS para outros programas
Processo de Avaliação
Exercício individual em SPSS com nota mínima de 10 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, Alan. e Duncan. Cramer (2003), Análise de dados em Ciências Sociais. Introdução às Técnicas Utilizando o SPSS para Windows, Oeiras, Celta Editora, 3ª ed. Green, Samuel B. e Neil J. Salkind (2007), Using SPSS for Windows and Macintosh: Analyzing and Understanding Data, Pearson Education (5ª ed.). Laureano, Raul, Maria do Carmo Botelho (2010), SPSS, O Meu Manual de Consulta Rápida, Lisboa, Sílabo. Maroco, J. (2007), Análise Estatística com utilização do SPSS, Lisboa, Edições Sílabo, 3ª ed.
Bibliografia Opcional
Maroco, J. e R. Bispo (2003), Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores. Reis, E. (2008), Estatística Descritiva, Lisboa, Sílabo, 7ª ed. Reis, E., P. Melo, R. Andrade e T. Calapez (1997), Estatística Aplicada, vols. 1 e 2, Lisboa, Sílabo, 3ª ed.
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Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo desenvolver métodos de dependência contemplando duas situações de investigação de grande aplicação na área das Ciências Sociais e Humanas. São analisados designs complexos nos quais são testados modelos com efeitos de moderação e efeitos de mediação. São realizadas aplicações através de Regressão Linear Múltipla e Regressão Logística. A apresentação dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo situações de análise com apoio de um software de Estatística (SPSS) e da macro PROCESS (Hayes, 2018).
Programa
1. Modelação: moderação e mediação 1.1 Moderação: efeito de interação 1.2 Mediação: cadeia de efeitos 1.3 Análise de artigos com moderação e mediação 2. Modelação de moderação via Regressão Linear (OLS) 2.1 OLS com efeitos principais e efeitos de interação 2.2 Moderadora quantitativa 2.3 Moderadora categorizada 2.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 2.5 Reportar resultados em tese/artigo 3. Modelação de mediação via OLS 3.1 Mediadora quantitativa 3.2 Estimar e testar efeito indireto via bootstrapping 3.3 Mediação parcial e total 3.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 3.5 Reportar resultados em tese/artigo 4. Modelação via Regressão Logística 4.1 Apresentação do modelo 4.2 Condições de aplicabilidade 4.3 Parâmetros do modelo 4.4 Aplicação com software 4.5 Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: 1. Exercício individual (65%) 2. Trabalho de grupo (35%).
Condições: 1. Nota mínima no exercício individual: 8,0 valores 2. Nota mínima no trabalho: 10 valores
A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação eriódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baron, R e Kenny D. (1986). The Moderator-Mediator Variable Distinction in Social Psychological research: Conceptual, Strategic and Statistical Considerations, Journal of Personality and Social Psychology, 51, 1173-1182. Frazier, P. A., Tix, A. P. e Barron, K. E. (2004). Testing moderator and mediator effects in counselling psychology research. Journal of Counselling Psychology, 51(1), 115-134. Hayes, A. F. (2012). PROCESS: a versatile computational tool for observed variable mediation, moderation, and conditional process modeling. MacKinnon, D. P., Fairchild, A. J. e Fritz, M. S. (2007). Mediation analysis. Annual Review of Psychology, 58, 593-614. Maroco, J. (2010). Análise Estatística com o PASW Statistics (ex-SPSS), Pero Pinheiro. Pampel, F. (2000). Logistic Regression, Sage Publications. Passos, A. e Caetano, A. (2005). Exploring the effects of intragroup conflict and past performance feedback on team effectiveness, Journal of Managerial Psychology 20, 3/4, 231-244.
Bibliografia Opcional
Aiken, L., Stephen G. (1991). Multiple Regression: Testing and interpreting interactions, Newbury Park, Sage publications.
Calheiros, M. M. (2006). A construção social do mau trato e negligência: do senso-comum ao conhecimento científico. ed. 1, ISBN: ISBN 972-31-1132, Coimbra: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e Tecnologia. Imprensa de Coimbra Lda.
Cohen, J., Cohen P., West S. e Aiken L. (2003). Applied Multiple Regression/Correlation. Analysis for the Behavioral Sciences, Mahawh: Laurence Erlbaum, 3ª ed.
Hair, J., Black, W. Babin, B. e Anderson, R. (2009). Multivariate Data Analysis, 7ª ed., Prentice-Hall International, Inc.
Preacher, K. J. e Hayes, A. F (2008). Asymptotic and resampling strategies for assessing and comparing indirect effects in multiple mediator models, Behavior Research Methods, 40 (3), 879-891, http://quantpsy.org/pubs/preacher_hayes_2008b.pdf.
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª.
Important links:
Kenny, D. A. (2011). Moderation http://davidakenny.net/cm/moderation.htm Kenny, D. A. (2012). Mediation, http://davidakenny.net/cm/mediate.htm
Jose, P.E. (2013). ModGraph-I: A programme to compute cell means for the graphical display of moderational analyses: The internet version, Version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/modgraph/
Jose, P. E. (2013) MedGraph-I: A programme to graphically depict mediation among three variables: The internet version, version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/medgraph/
On-line data bases:
The European Social Survey (ESS): http://www.europeansocialsurvey.org/.
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Objectivos
Pretende-se que os alunos, no final da unidade curricular, sejam capazes de aplicar os métodos econométricos mais apropriados na análise de dados seccionais e de painel de natureza microeconómica.
Programa
P1. Introdução P2. O Modelo de Regressão Linear com Dados Seccionais P3. Modelos com Variáveis Explicativas Endógenas P4. O Modelo de Regressão Linear em Painel P5. Modelos com Variável Dependente Limitada P6. Outros Tópicos: P6.1. Modelos de Fronteira Estocástica P6.2. Modelos de Regressão Hedónicos P6.3. Avaliação de Programas
Processo de Avaliação
A avaliação é composta por: i) dois trabalhos individuais (25% cada); ii) prova escrita no final do semestre (50%). Para ser aprovado, o aluno tem de cumprir os seguintes critérios: i) média ponderada superior a 9,5/20; ii) nota no exame final superior a 7,5/20. Alternativamente, a avaliação pode consistir apenas num exame individual (100%) em época normal ou de recurso.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Verbeek, M. (2017), A Guide to Modern Econometrics, Wiley (5th Edition).
Bibliografia Opcional
Coelli, T.J., D.S.P. Rao, C.J. O?Donnell, G.E. Battese (2005), An Introduction to Efficiency and Productivity Analysis, 2nd Ed., Springer Intriligator, M., Bodkin, R. and Hsiao, C. (1995), Econometric Models, Techniques and Applications, 2nd Ed, Prentice Hall. Wooldridge, J.M. (2015), "Introductory Econometrics: A Modern Approach", 6th Ed., South Western Publishers.
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Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo apresentar métodos de análise de dados que permitam descrever e testar relações entre duas ou mais variáveis, privilegiadamente relações de dependência. Dada a inserção da UC em cursos de mestrado pretende-se assim desenvolver conhecimentos e competências nos alunos com vista à operacionalização de modelos de análise similares aos que podem ter de trabalhar, designadamente, na sua dissertação de mestrado. O desenvolvimento dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo-se, para o efeito, exemplos de pesquisa com apoio de um software de estatística (SPSS).
Programa
1.Sistematização de um glossário de estatística 2.Modelação para comparação de grupos 2.1.Comparação entre dois grupos 2.2.Comparação entre k grupos 2.3.Operacionalização com software de estatística 2.4.Apresentação de resultados em tese/artigo 3.Validação da relação entre pares de variáveis 3.1.Variáveis categorizadas 3.2.Variáveis ordinais e quantitativas 3.3.Variáveis quantitativas 3.4.Operacionalização com software de estatística 3.5.Apresentação de resultados em tese/artigo 4.Modelação de relações de tipo linear 4.1.Modelo de regressão linear simples 4.2.Modelo de regressão linear múltipla 4.3.Operacionalização com software de estatística 4.4.Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
A avaliação periódica inclui: 1. Exercício individual - 65% 2. Trabalho de grupo(com utilização do software de estatística)- 35%;
Com: - Nota mínima no exercício: 8,0 valores - Nota mínima no trabalho de grupo: 10,0 valores A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. e Cramer, D. (2003), Análise de dados em Ciências Sociais, Introdução às Técnicas Utilizando o SPSS para Windows, Oeiras, Celta Editora, 3ª ed. Maroco, J. (2014). Análise Estatística com o SPSS Statistics, Pero Pinheiro, ReportNumber., 6ed. Maroco, J. e Bispo, R. (2003). Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores.
Bibliografia Opcional
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª ed.
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Objectivos
Proporcionar aos alunos as seguintes aprendizagens: a) Compreensão dos métodos de análise de dados em ciências sociais no contexto alargado da investigação em ciências sociais, em particular no quadro das principais etapas da pesquisa extensiva b) Sensibilização para a existência de múltiplas fontes de dados quantitativos disponíveis (principalmente online) e desenvolvimento de competências básicas para a sua localização e uso no contexto da investigação em ciências sociais c) Desenvolvimento de competências de base ao nível da construção de inquéritos por questionário d) Compreensão da diversidade e tipo de resultados da análise quantitativa de dados
Programa
a) A pesquisa extensiva: etapas e principais características b) Fontes de informação de dados quantitativos: fontes oficiais, acesso a bases de dados, recolha de dados primários c) O inquérito por questionário: principais etapas d) O inquérito por questionário: objectivos e tipos de perguntas e) Factores a ter em conta na escolha dos métodos de análise de dados: nível de medida das variáveis, número e tipo de variáveis a relacionar; âmbito da análise (descritivo / indutivo) f) Tipo de resultados
Processo de Avaliação
Exercício individual com nota mínima de 10 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, Alan (2008). Social Research Methods, Oxford, Oxford University Press. Ghiglione R. e B. Matalon, (1996), O Inquérito-teoria e prática, Oeiras, Celta Editora. Quivy, Raymond e Luc Campenhout (1992), Manual de Investigação em Ciências Sociais, Lisboa, Gradiva.
Bibliografia Opcional
Bryman, Alan. e Duncan. Cramer (2003), Análise de dados em Ciências Sociais. Introdução às Técnicas Utilizando o SPSS para Windows, Oeiras, Celta Editora, 3ª ed. Foddy, W. (1996), Como perguntar-teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários, Oeiras, Celta Editora.
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