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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Vítor Pena Ferreira
Departamento de Sociologia
Objectivos
Proporcionar uma introdução sociológica ao significado, natureza e relações entre crime, controlo e sociedade. Promover um conhecimento geral dos principais conceitos e questões necessárias ao estudo do crime na actualidade, assim como das diferentes perspectivas criminológicas sobre crime e desvio. Desenvolver competências de compreensão, reflexão crítica e problematização sobre o contexto social e político na sua relação com as políticas de combate e controlo do crime.
Programa
1. A construção social do crime 1.1.Crime e desvio: definição e perspectivas. 1.2.Concepções sobre o crime. Uma visão histórica. 1.3.Crime e estatísticas. 1.4. Media e crime, que ligações? 2. Compreender o crime: conceitos e teorias 2.1. Teorias sociológicas do crime. 2.2. O crime sob uma perspectiva integrada. 3. O contexto social do crime 3.1.Desemprego, exclusão social e crime. 3.2.Local, espaço, crime e desordem 3.3.O delinquente, o meio e a vítima 4. As dimensões sociais do crime 4.1.Sexo e crime. 4.2.Etnicidade, racismo e criminalidade. 4.3.Jovens e crime: socialização e culturas juvenis 5. As formas de crime 5.1.Pequena criminalidade e vida quotidiana 5.2.Drogas e crime. 5.3.O crime violento 5.4.Os crimes sexuais 5.5.O crime organizado 5.6.Colarinhos brancos e crime económico 6. As reacções ao crime 6.1.Controlo e prevenção. 6.2.Modernidade tardia, governabilidade e risco. 6.3.Em direcção a uma política de lei e ordem?
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: - 2 testes 50% +50% Ou avaliação contínua: a) 2 fichas de leitura sobre textos a serem fornecidos pelo docente (25% +25%) b) 1 ensaio, sobre tema a propor pelo docente, com cerca de 3-5 páginas (35%) c) Assiduidade e participação nas aulas (15%). A assiduidade e a participação nas aulas constituem uma parte integrante deste sistema de avaliação. 70% presenças nas aulas Ou Avaliação por exame.100%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
CUSSON,Maurice(2006)Criminologia,Cruz Quebrada,Casa das Letras. DIAS. Jorge de Figueiredo e Manuel Costa Andrade(1984)Criminologia. O homem delinquente e a sociedade criminógena,Coimbra,Coimbra Editora. GARLAND,David(2005)La cultura del control. Crimen y orden social en la sociedad contemporánea,Barcelona,Gedisa. HAGAN,Frank E.(2008)Introduction to criminology,Thousand Oaks,CA,Sage Publishing. HALE,Chris et alts(2009)(Eds.),Criminology,Oxford,Oxford University Press. JONES,Stephen(2001)Criminology,London,Butterworths MAGUIRE,Mike et alts(2007)The Oxford handbook of criminology,Oxford,Clarendon Press. MUNCIE,John(1999)Youth and Crime. A critical introduction,London,Sage. NEWBURN,Tim(2007)Criminology,Cullompton,Willan Publishing. NUNES,Laura(2010)Crime e comportamentos criminosos,Porto,Edições Universidade Fernando Pessoa. ROBERT,Phillipe(2002)Cidadão,o crime e o Estado,Lisboa,Editorial Noticias. ROBERT,Philippe(2010)Sociologia do crime,Petrópolis,Editorial Vozes.
Bibliografia Opcional
AGRA, Cândido (1998) Crime e droga, Lisboa, editorial Notícias. ALMEIDA, Maria Rosa Crucho de e Ana Paula Alão (1995) Inquérito de vitimação 1994, Lisboa, Gabinete de Estudo e Planeamento do Ministério da Justiça. ALMEIDA, Maria Rosa Crucho de (2000) Vitimação e insegurança em Lisboa, Lisboa, Gabinete de Estudo e Planeamento do Ministério da Justiça. BECKER, Howard (1973) Outsiders. Studies in the sociology of deviance, New York, The Free Press. BODIN, Véronique et Jean François DORTIER (2011) (Ed) Violence(s) et société aujourd?hui, Auxerre, Sciences Humaines Éditions. BODY-GENDROT, Sophie (1995) Ville et violence. L?irruption de nouveaux acteurs, Paris, PUF. BODY-GENDROT, Sophie (1998) Les villes face à l?insécurité. Des ghettos américains aux banlieues françaises, Paris, Bayard Éditions. BOURGOIN, Stéphane AEBI, Marcelo (2006) Comment mesurer la délinquance?, Paris, Armand Colin. COHEN, A (1966) Deviance and control, New Jersey, Prentice Hall. COHEN, A (1971) Delinquent boys: the culture of the gang, New York, The Free Press. COSTA, Jose Martins Barra da (1999) Práticas delinquentes. De uma criminologia do anormal a uma atropologia da marginalidade, Lisboa, Edições Colibri. COSTA, Jose Martins Barra da (Org.) (2002) Agressão e contra agressão nas margens de Lisboa, Lisboa, Edições Colibri. COSTA, José Martins Barra da (2003) Filhos do diabo, Lisboa, Edições Colibri. COSTA, José Martins Barra (2003) Sexo, nexo e crime. Teoria e investigação da delinquência sexual, Lisboa, Edições Colibri. CLARKE, John et alts (Eds.) (2000) New managerialism, new welfare?, London Sage. ESTEVES, Alina (1999) A criminalidade na cidade de Lisboa: uma geografia da insegurança, Lisboa, Edições Colibri. FARRINGTON, David P (2005) (Ed) Integrated developmental and life-course theories, New Brunswick, Transaction Publishers. FELSON, Marcus (1994) Crime and everyday life. Insights and implication for society, Thousand Oaks, Pine Forge Press. FENECH, Georges (2001) Tolerância zero. Acabar com a criminalidade e a violência urbana, Mem Martins, Editorial Inquérito. FERNANDES, Luís (1998) O sítio das drogas ? Etnografia das drogas numa periferia urbana, Lisboa, Editorial Notícias FERREIRA, Eduardo Viegas (1998) Crime e insegurança em Portugal, Oeiras, Celta Editora. FONSECA, António Castro (Ed.) (2002) Comportamento anti-social e crime: da infância à idade adulta, Coimbra, Almedina FROIS, Catarina (2008) (org.) A sociedade vigilante. Ensaios sobre identificação, vigilância e privacidade, Lisboa, Instituto de Ciências Sociais. FUNES, Jaime (1991) La nueva delincuencia infantil y juvenil, Barcelona, Paidos. GUIA, Maria João (2008) Imigração e criminalidade violenta. Caleidoscópio de imigrantes reclusos, Coimbra, Almedina. GUIA, Maria João (2010) Imigração e criminalidade violenta. Mosaico da reclusão em Portugal, Lisboa, Serviços de Estrangeiros e Fronteiras. INNES, Brain (2004) Mentes criminosas, Lisboa, Estampa. INNES, Martin (2003) Understanding social control: deviance, crime and social order; Maidenhead, Open University Press KUHN, André e Cândido Agra (2010) Somos todos criminosos?, Alfragide, Casa das Letras LIPPENS, Ronnie (2009) A very short, fairly interesting and reasonably cheap book about studying criminology, London, Sage. MACHADO, Carla (2004) Crime e insegurança. Discursos do medo, imagens do outro, Lisboa, Editorial Notícias. MACHADO, Miguel Pedrosa (1998) Formas de crime, Cascais, Principia. MARTINS, Moisés de Lemos (Coord.) (2000) Crime e castigo. Práticas e discursos, Braga Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho. MATTHEWS, Roger e John Pitts (Eds.) (2001) Crime, disorder and community safety, London, Routledge. MATTHEWS, Roger (2002) Armed Robbery, s.l. Willan Publishing. MATTHEWS, Roger e Jock Young (2003) New politics of crime and punishment, Cullompton, Willan Publishing. MATTHEWS, Roger e John Pitts (Eds) (1989) Privatising criminal justice, London, Sage. MATZA, David (1981) El proceso de desviación, New Jersey, Madrid, Prentice-Hall. MATZA, David (1992) Delinquency and Drift, Brunswich and London, Transaction Publishers McLAUGHLIN, Eugene e John. Muncie (Eds.) (2001) Controlling crime, London, Sage Publications. McLAUGHLIN, Eugene e John. Muncie (Eds.) (2001) The problem of crime, London, Sage Publications. McLAUGHLIN, Eugene e John. Muncie (Eds.) (2001) The Sage dictionary of criminology, London, Sage. MUNCIE, John et alts (2002) Criminological perspectives : A reader, London, Sage. NEGREIROS, Jorge (2001) Delinquências juvenis. Trajectórias, intervenções, prevenção, Lisboa, Editorial Notícias MORGADO, Maria Jose e José Vegar (2003) O inimigo sem rosto. Fraude e corrupção em Portugal, Lisboa, D. Quixote. NEWBURN, Tim and Elizabeth A. Sanko (1994) Just boy doing business, London and Ney York, Routlede NEWBURN, Tim (Ed.) (2009) Key readings in criminology, Cullompton, Willan Publishing. OLIVEIRA, Francisco Carlos Pereira da Costa (1999) Homicídio a soldo em Portugal. Fenomenologia e presença jurisprudencial, Lisboa, Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa. PAIS, Elza M. H. Deus (2010) Homicídio conjugal em Portugal. Rupturas violentas da conjugalidade, 2ª edição, Lisboa, INCM. PENEDO, Cristina Carmona (2003) O crime nos media, Lisboa, Livros Horizonte. ROCHÉ, Sébastien (1996) La société incivile. Qu?est-ce que l?insécurité ?, Paris, Seuil. ROCHÉ, Sébastien (1998) Sociologie politique de l?insécurité. Violences urbaines, inégalités et globalisation, Paris, PUF. ROCHÉ, Sébastien (2001) La délinquance des jeunes. Les 13-19 ans raconte leurs délits, Paris, Seuil. ROCHÉ, Sébastien (2002) Tolérance zéro. Incivilités et insécurité?, Paris, Odile Jacob. ROCHÉ, Sébastien (2003) En quête de sécurité. Causes de la délinquance et nouvelles réponses, Paris, Armand Colin. ROCHÉ, Sébastien (2006) Le frisson de l?émeute. Violences urbaines et banlieues, Paris, Seuil. SEABRA, Hugo Martinez de (2005) Delinquência a preto e branco. Estudo de jovens em reinserção, Porto, ACIME. SEBASTIÃO, João (1998) Crianças de rua: modos de vida marginais na cidade de Lisboa, Oeiras, Celta Editora. SHAW, Clifford R. (1966) The Jack-Roller. A delinquent boy?s own story, Chicago, The University of Chicago Press. SHORT (Jr), James F (1997) Poverty, ethnicity and violent crime, Oxford, Westview Press SIEGEL, Larry J (2007) Criminology: Theories, patterns and typologies, Belmont, Thomson/Wadswort. STENSON, Kevin e Robert R. Sully (2000) (Eds) Crime, risk and justice. The politics of crime control in liberal democracies, s.l. Willan Publishing. SUTHERLAND, Edwin H. (1993) Ladrones profesionales, Madrid, Las Ediciones de la Piqueta. SZLAKMANN, Charles (1992) La violence urbaine. A contre-courant des idées reçues, Paris, Robert Laffont. TEIXEIRA, João Marques (2000) Comportamento criminal, Linda-a-Velha, Vale eVale Lda. WACQUANT, Loic (2007) Los condenados de la ciudad. Gueto, periferias y Estado, Madrid, Siglo Veintiuno de de España Editores. WACQUANT, Loic (2007) Punir les pauvres, Marseille, Agone. WALKLATE, Sandra (1998) Understanding criminology. Current theoretical debates, Buckingham, Open University Press. YOUNG, Jock (2002) A sociedade excludente. Exclusão social, criminalidade e diferença na modernidade recente, Rio de Janeiro, Instituto Carioca de Criminologia.
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Docentes
António Firmino da Costa
Departamento de Sociologia
Objectivos
Aquisição de conhecimentos atualizados sobre desigualdades sociais contemporâneas, numa perspetiva multidimensional e global, e aquisição de competências teóricas e metodológicas para realizar e interpretar estudos sobre desigualdades sociais.
Programa
CP1. Problemática das desigualdades: perspetivas de análise e debates atuais
CP2. Teoria: desigualdades sociais em contexto de globalização
CP3. Metodologia: indicadores, medidas e categorias de desigualdades
CP4. Desigualdades de recursos e oportunidades
CP5. Desigualdades vitais e existenciais
CP6. Interseções de desigualdades e mobilidade social
CP7. Desigualdades, justiça social e políticas públicas
CP8. Desigualdades na Europa: integração ou divergência?
CP9. Desigualdades no mundo: casos, tendências e comparações
CP10. Desenvolvimento humano e desigualdades globais
Processo de Avaliação
A avaliação das aprendizagens (conhecimentos e competências) inclui: a) assiduidade às aulas (20%); b) debate nas aulas de tópicos da bibliografia e de informação empírica ilustrativa (20%); c) trabalho escrito final, com componentes teórica e empírica: ensaio individual, com 12 mil a 16 mil carateres de texto (6 a 8 páginas) e anexos (quadros, gráficos, figuras) (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Alvaredo, F et al (2018), World Inequality Report 2018, WID.WORLD Atkinson, AB (2015), Inequality, Cambridge (Mass.), Harvard UP Carmo, RM et al (orgs) (2018), Desigualdades Sociais: Portugal e a Europa, Lisboa, Mundos Sociais Costa, AF (2012), Desigualdades Sociais Contemporâneas, Lisboa, Mundos Sociais Dorling, D (2017), The Equality Effect, Oxford, New Internationalist Mauritti, R et al (2016), "The social structure of European inequality", Sociologia, Problemas e Práticas, 81 Milanovic, B (2016), Global Inequality, Cambridge (Mass.), Belknap OECD (2018), A Broken Social Elevator? Piketty, T (2014), Capital in the Twenty-First Century, Cambridge (Mass.), Harvard UP Savage, M et al (2015), Social Class in the 21th Century, London, Pelican Stiglitz, JE (2015), The Great Divide, New York, W. W. Norton Therborn, G (2013), The Killing Fields of Inequality, Cambridge, Polity Press Wilkinson, R & Pickett, K (2018), The Inner Level, London, Allen Lane
Bibliografia Opcional
Almeida, João Ferreira (2013), Desigualdades e Perspetivas dos Cidadãos. Portugal e a Europa. Lisboa, Mundos Sociais. Alvaredo, Facundo; Chancel, Lucas; Piketty, Thomas; Saez, Emmanuel; Zucman, Gabriel (2018), World Inequality Report 2018, WID.WORLD. Atkinson, Anthony B. (2015), Inequality: What Can be Done?, Cambridge (Mass), Harvard University Press [(2016), Desigualdade: O Que Fazer?, Lisboa, Bertrand]. Ávila, Patrícia (2007), "Literacia e desigualdades sociais na sociedade do conhecimento", in Costa, AF, Machado, FL e Ávila, P (orgs.) (2007), Sociedade e Conhecimento (Portugal no Contexto Europeu, vol. II), Lisboa, Celta: 21-44. Bihr, Alain & Roland Pfefferkorn (2008), Le Système des Inégalités, Paris, La Découverte. Bourguignon, François (2015), The Globalization orf Inequality, Princeton, Princeton University Press. Boushey, Heather, J. Bradford DeLong and Marshall Steinbaum (2017), After Piketty: The Agenda for Economics and Inequality, Cambridge (Mass.), Harvard University Press. Capucha, Luís (2007), "Pobreza e exclusão social", em MD Guerreiro, AC Torres e L Capucha (orgs.), Quotidiano e Qualidade de Vida (Portugal no Contexto Europeu, vol. III), Lisboa, Celta: 175-194. Carmo, Renato Miguel (org.) (2010), Desigualdades Sociais 2010. Estudos e Indicadores, Lisboa, Mundos Sociais. Carmo, Renato Miguel, João Sebastião, Joana Azevedo, Susana da Cruz Martins, António Firmino da Costa (orgs) (2018), Desigualdades Sociais: Portugal e a Europa, Lisboa, Mundos Sociais. Carmo, Renato Miguel; Rio, Cédric; Medgyesi, Márton (eds.) (2018), Reducing Inequalities: A Challenge for the European Union?, Basingstoke (UK), Palgrave Macmillan. Carmo, Renato Miguel e Costa, António Firmino (2015) (orgs.), Desigualdades em Questão, Lisboa, Mundos Sociais. Cantante, Frederico (2018), O Mercado de Trabalho em Portugal e nos Países Europeus: Estatísticas de 2018, Observatório das Desigualdades. Costa, Alfredo Bruto (coord.) (2008), Um Olhar Sobre a Pobreza. Vulnerabilidade e Exclusão Social no Portugal Contemporâneo, Lisboa, Gradiva. Costa, António Firmino (2012), "Desigualdades globais", Sociologia, Problemas e Práticas, 68: 9-32. Costa, António Firmino e Mauritti, Rosário (2018), "Classes sociais e interseções de desigualdades: Portugal e a Europa", em Carmo, RM et al (orgs) (2018), Desigualdades Sociais: Portugal e a Europa, Lisboa, Mundos Sociais: 109-129. Costa, António Firmino; Mauritti, Rosário; Martins, Susana Cruz; Nunes, Nuno; Romão, Ana Lúcia (2018), "Distibutional and Categorical Inequalites in Europe: Structural Configurations", in Carmo, RM; Rio, C; Medgyesi, M (eds.), Reducing Inequalities: A Challenge for the European Union?, Basingstoke (UK), Palgrave Macmillan. Costa, António Firmino; Mauritti, Rosário; Martins, Susana da Cruz; Nunes, Nuno; Romão, Ana Lúcia (2015), "A constituição de um espaço europeu de desigualdades", Observatório das Desigualdades e-Working Papers, N.º 1/2015: 1-21; CIES-IUL, doi: 10.15847/CIESODWP012015. Costa, António Firmino, João Teixeira Lopes, e Ana Caetano (orgs.) (2014), Percursos de Estudantes no Ensino Superior: Fatores e Processos de Sucesso e Insucesso, Lisboa, Mundos Sociais. Costa, António Firmino, Fernando Luís Machado, e Patrícia Ávila (orgs.) (2007), Sociedade e Conhecimento (Portugal no Contexto Europeu, vol. II), Lisboa, Celta. Costa, António Firmino, Rosário Mauritti, Susana da Cruz Martins, Fernando Luís Machado, e João Ferreira de Almeida (2000), "Classes sociais na Europa", Sociologia, Problemas e Práticas, 34: 9-46. 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(2015), Saving Capitalism, For the Many, Not the Few, New York, A. A. Knopf. Rodrigues, Carlos Farinha (coord.) (2016), Desigualdade de Rendimento e Pobreza em Portugal, Lisboa, FFMS. Rodrigues, Carlos Farinha (coord.) (2012), Desigualdade Económica em Portugal, Lisboa, FFMS. Sen, Amartya (2009), The Idea of Justice, Cambridge (Mass.), Harvard University Press [(2010), A Ideia de Justiça, Coimbra, Almedina]. Savage, Mike et al (2013), "A new model of social class?", Sociology, 47(2): 219-250. Standing, Guy (2011), The Precariat, London, Bloomsbury [(2014), O Precariado, Lisboa, Presença]. Stiglitz, Joseph E. (2015), The Great Divide, New York, W. W. Norton [(2018), O Fim da Desigualdade, Lisboa, Bertrand]. Stiglitz, Joseph E. (2012), The Price of Inequality, New York, W. W. Norton [(2013), O Preço da Desigualdade, Lisboa, Bertrand]. Torres, Anália (coord.) (2018), Igualdade de Género ao Longo da Vida. Portugal no contexto europeu, Lisboa, FFMS. UNDP (2013), Humanity Divided. 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Yeates, Nicola (ed.), (2008), Understanding Global Social Policy, Bristol, The Policy Press. *** Sítios eletrónicos e bases de dados em linha com indicadores de desigualdades: Gobal Education Monitoring Report: http://en.unesco.org/gem-report/ European Social Survey: www.europeansocialsurvey.org Eurostat: http://epp.eurostat.ec.europa.eu Gapminder, a fact-based world view: http://www.gapminder.org Inequality.org: https://inequality.org Inequality Around the World: http://web.worldbank.org Inequality Watch: http://inequalitywatch.eu/ Instituto Nacional de Estatística: http://www.ine.pt International Labour Organization: http://www.ilo.org Observatório das Desigualdades: http://observatorio-das-desigualdades.com OECD - Organisation for Economic Co-operation and Development: http://www.oecd.org Pordata: http://www.pordata.pt/ UNDP - United Nations Development Programme / Human Development Reports: http://www.undp.org WID - World Inequality Database: https://wid.world/
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Docentes
Maria Eduarda Gonçalves
Departamento de Economia Política
Pablo Álvarez
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
- Introdução aos Direitos Humanos e ao Serviço Social: origem, evolução, o debate contemporâneo sobre os Direitos Humanos, as instituições internacionais e regionais, e as várias áreas temáticas relevantes no domínio do Serviço Social. - Aprofundar o conhecimento dos instrumentos fundamentais - universais e regionais - de aplicação/efetivação dos Direitos Humanos e questões de natureza institucional/operacional, pertinentes na aplicação efetiva dos Direitos Humanos pelo Serviço Social.
Programa
D.H. Sistema de proteção universal e regionais 1A complexidade conceptual Direitos Humanos 2DH e Sociedade Contemporânea 3Tratados de DH das Nações Unidas 3.1Carta Internacional Direitos Humanos 3.2Tratados temáticos 3.3Obrigações dos Estados, obrigações internacionais e papel dos atores 3.4Conselho de Direitos Humanos Serviço Social, D.H. e Cidadania 1Direitos Humanos, cidadania e Serviço Social 2Inclusão/Exclusão 3As questão da discriminação e da igualdade substantiva 4A esfera pública da cidadania Questões éticas da Humanidade 1Globalização Vs Novos Direitos 2Dilemas e Desafios no Século XXI 3Diversidade Cultural e Tolerância Desenvolvimento Social, Direitos Humanos e Serviço Social 1D.H. e Desenvolvimento 2Politicas Públicas nas áreas da Justiça e da Ação Social promotoras de D.H.e cidadania 3A Rede Social no contexto local Experiências e práticas de terreno 1Relato de experiências profissionais 2Globalização da formação
Processo de Avaliação
- A avaliação da Unidade Curricular consiste na realização de um trabalho escrito individual sobre um tema de direitos humanos e Serviço Social previamente discutido e acordado com o(s) professor(es) (num máximo de 8 páginas).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
CIDESC (2005) Globalização e o futuro dos Direitos Económicos, Sociais e Culturais. Lisboa. Ed. Mike Harland, Kentigern Publishing. (www.esc-rights.org). FALK, Richard, Human Rights Horizons: The Pursuit of Justice in a Globalizing World. Routledge, 2001 ISHAY, Micheline, The Human Rights Reader. Taylor and Francis, 2006. ISHAY, Micheline, The History of Human Rights: From Ancient Times to the Globalization Era. University of California Press, 2003. LAUREN; Paul Gordon, The Evolution of International Human Rights: Visions Seen. University of Pennsylvania Press, 1998. SOROMENHO MARQUES, Viriato, Direitos Humanos e Revolução. Edições Colibri, 1991. STEINER, Henry e Philip ALSTON, International Human Rights in Context. Oxford University Press, 2000. SCHOENBERG, Karl, Levi's Children: Coming to Terms with Human Rights in the Global Marketplace. Grove Press 2001. WHEELER, Nicholas, Saving Strangers: Humanitarian Intervention in International Society. Oxford University Press, 2002.
Bibliografia Opcional
Jorge Ferreira, Helena Rocha, Paula Ferreira, Pablo Álvarez-Pérez (2016) Derechos humanos y justicia social en la formación de trabajo social (pp. 287-300). In Esther Raya Diez & Enrique Pastor Seller. Trabajo Social, Derechos Humanos e Innovación Social. España: Thomson Reuters Aranzadi. ISBN: 978-84-9135-057-6
OKAFOR, Obiora Chinedu, The African Human Rights System, Activist Forces and International Institutions.
PETERS, J. S., e Andrea WOLPER, Women's Rights, Human Rights: International Feminist Perspectives. Routledge 2004.
ROBERTSON, A H., e J. G. MERRILLS, Human Rights in Europe: A Study of the European Convention on Human Rights. Manchester
ROHT-ARRIAZA, Naomi, Impunity and Human Rights in International Law and Practise. Oxford University Press, 1995
Referências bibliográficas Web: - Electronic Information System for International Law: www.eisil.com - Organização das Nações Unidas: www.un.org - Tribunal Internacional de Justiça: www.icj-cij.org - Tratados Internacionais: http://fletcher.tufts.edu/multilaterals.html - Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos: www.unhchr.org - Conselho de Direitos Humanos: www.ohchr.org/english/bodies/hrcouncil - União Europeia: www.europa.eu.int - Gabinete Documentação e Direito Comparado: www.gddc.pt - American Society of International Law: www.asil.org - Conselho da Europa: www.coe.int - Comité Internacional da Cruz Vermelha: www.icrc.org - IHL Research Initiative - Harvard Program on Humanitarian Policy and Conflict Research: www.ihlresearch.org - Project on International Courts and Tribunals: www.pict-pcti.org - Bases de Dados Bibliográficos: - http://www2.lib.uchicago.edu/~llou/humanrights.html - http://www1.umn.edu/humanrts/bibliog/biblios.htm - http://globetrotter.berkeley.edu/humanrights/bibliographies/ - http://www.gddc.pt/direitos-humanos/paginaAFichas.html/
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Docentes
Maria João Pena
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
-Aprofundar e debater os fundamentos do Serviço Social, no quadro das ciências humanas e sociais, e as dimensões teórico-metodológicas no domínio da produção do conhecimento e desenvolvimento da identidade profissional
Programa
I- Fundamentos do Serviço Social:perspectivas clássicas e contemporâneas 1. Análise reflexiva do conhecimento em Serviço Social 2. Dinâmicas e mutações sociais e a sua relação com o serviço social 3.A identidade profissional no quadro das políticas públicas actuais
II-Perspectivas contemporâneas e novas questões sociais 1. O Bem-estar e o desenvolvimento humano 2. A importância da pessoa no Agir profissional do assistente social 3. O significado da cidadania na intervenção do assistente social
III-Serviço Social e conhecimento: uma prática fundamentada 1.Conhecimento ontológico e conhecimento científico 2.Conhecimento, poder e estrutura da prática 3.A dimensão instrumental dos fundamentos do Serviço Social
Processo de Avaliação
È adotado o sistema de avaliação por exame através da realização de um trabalho individual, escrito, de sistematização e análise crítica, a incidir sobre um dos pontos do programa, no máximo de 10 páginas, a entregar de acordo com o calendário letivo
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Lishman, J. (2018) Social Work: an introduction, Sage Publ.
Parker, J. et al (2014) Social Work Practice, Sage Publ.
Parton, N. (ED). (1996) SOCIAL WORK, SOCIAL CHANGE AND SOCIAL WORK. LONDON:ROUTLEDGe
Knott, C et al (2016) Reflective Practice in Social Worl, Sage Publ.
Reamer, F. (1994) THE FOUNDATIONS OF SOCIAL WORK KNOWLEDGE. NEW YORK: COLUMBIA UNIVERSITY PRES
Rogers, Michaela et al (2016) Developing skills por social work practice, Sage Publ.
SANTOS, CLARA (2008) RETRATOS DE UMA PROFISSÃO, A IDENTIDADE DO SERVIÇO SOCIAL. COIMBRA: ED.QUARTETO
Taylor, B. (2017) Decision Making, assessment and Risk in social Work, Learning Matters
Trevithick, Pamela (2011) Social Work skills and knowledge, Open University Press
Bibliografia Opcional
Amaro, Inês (2015) Urgências e Emergências do Serviço Social, Lisboa, Ed. UCP
Deacon, L. et al (2017) Social Work Theory & Practice, Sage Publ.
Gray, M et al (eds) (2013) The New Politics of Social Work, NY, Palgrave Macmillan
Musson, Phil (2017) Making sense of theory, Cornwall, Critical Publishing
MOURO, Helena (2009) Modernização do Serviço Social. Coimbra: Ed. Almedina
SANTOS, MARIA ISABEL(2009) O DISCURSO HISTÓRICO SOBRE O SERVIÇO SOCIAL EM PORTUGAL. LISBOA: UNIVERSIDADE CATÓLICA
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Docentes
Madalena Ramos
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo apresentar métodos de análise de dados que permitam descrever e testar relações entre duas ou mais variáveis, privilegiadamente relações de dependência. Dada a inserção da UC em cursos de mestrado pretende-se assim desenvolver conhecimentos e competências nos alunos com vista à operacionalização de modelos de análise similares aos que podem ter de trabalhar, designadamente, na sua dissertação de mestrado. O desenvolvimento dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo-se, para o efeito, exemplos de pesquisa com apoio de um software de estatística (SPSS).
Programa
1.Sistematização de um glossário de estatística 2.Modelação para comparação de grupos 2.1.Comparação entre dois grupos 2.2.Comparação entre k grupos 2.3.Operacionalização com software de estatística 2.4.Apresentação de resultados em tese/artigo 3.Validação da relação entre pares de variáveis 3.1.Variáveis categorizadas 3.2.Variáveis ordinais e quantitativas 3.3.Variáveis quantitativas 3.4.Operacionalização com software de estatística 3.5.Apresentação de resultados em tese/artigo 4.Modelação de relações de tipo linear 4.1.Modelo de regressão linear simples 4.2.Modelo de regressão linear múltipla 4.3.Operacionalização com software de estatística 4.4.Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
A avaliação periódica inclui: 1. Exercício individual - 65% 2. Trabalho de grupo(com utilização do software de estatística)- 35%;
Com: - Nota mínima no exercício: 8,0 valores - Nota mínima no trabalho de grupo: 10,0 valores A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação periódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. e Cramer, D. (2003), Análise de dados em Ciências Sociais, Introdução às Técnicas Utilizando o SPSS para Windows, Oeiras, Celta Editora, 3ª ed. Maroco, J. (2014). Análise Estatística com o SPSS Statistics, Pero Pinheiro, ReportNumber., 6ed. Maroco, J. e Bispo, R. (2003). Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores.
Bibliografia Opcional
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª ed.
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Maria Inês Amaro
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Maria João Pena
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
A unidade curricular Desenho da Pesquisa tem como objetivo principal fornecer aos estudantes de nível de mestrado os instrumentos conceptuais e operativos fundamentais para o desenho de um projeto de pesquisa e/ou intervenção em ciências sociais. Tratando-se de uma unidade curricular comum a vários mestrados ela está desenhada para o cumprimento de um objetivo final: apetrechar os estudantes para a elaboração de um projeto próprio.
Programa
1.A pesquisa como produtora de conhecimento: condições, procedimentos. a.A pesquisa empírica teoricamente orientada. b.A pesquisa social como 'problem solving': diagnósticos, avaliações. c.A ética da investigação nos diferentes tipos de pesquisa. 2.Estratégias metodológicas. a.Estratégias metodológicas e objectivos da pesquisa. b.Pesquisa extensiva: grandes inquéritos e bases de dados estatísticos. Exemplos. c.Pesquisa intensiva: estudos de caso, pesquisa de terreno, observação participante, abordagem etnográfica. Exemplos. d.A investigação acção e a intervenção social. Exemplos. e.Pesquisa comparativa: objectivos e problemas da comparação. Exemplos. f.Os 'métodos combinados'. Exemplos. 3.Como desenhar um projecto de pesquisa e/ou intervenção. a.Formulação do problema e definição de objetivos. b.Conceptualização. c.Operacionalização e observação. d.Redação do projeto.
Processo de Avaliação
A avaliação implica por parte dos estudantes as seguintes modalidades de trabalho pessoal: - Participação nas aulas e leitura cuidadosa da bibliografia de trabalho (15%); - Apresentação sintética em aula do seu projeto (20%); - Elaboração de um projeto de pesquisa e/ou intervenção - trabalho escrito final (individual) (65%).
A avaliação desta UC não contempla a realização de exame escrito final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Babbie,Earl,(1989),The Practice of Social Research, Belmont, California Wadsworth Publishing Comp.;Blaikie,N.(2007),Approaches to social enquiry:advancing knowledge,Cambridge,Polity Press;Bryman,Alan(2012)Social Research Methods,Oxford,OUP; Capucha,Luís(2008,Planeamento e Avaliação de Projectos,Guião Prático,Lisboa, DGIDC/ME;Creswell,John W.(2003,Research design: qualitative, quantitative,and mixed methods approaches,Thousand Oaks,Sage;Oyen,Else(1990,Comparative Methodology.Theory and practice in international social research, London, Sage; Della Porta, Donatella e M. Keating(eds.)(2008)Approaches and Methodologies in the Social Sciences.A Pluralist Perspective,Cambridge,Cambridge University Press;Ragin, Charles (1994), Constructing Social Research.The Unity and Diversity of Method, Thousand Oaks,Pine Forge; Silverman, David (ed.)(2011)Qualitative Research, London, Sage; King,G.,Keohane, R,Verba, S.(1994),Designing Social Inquiry, Princeton,Princeton University Press;
Bibliografia Opcional
Aguilar, Maria José e & Ander-Egg, Ezequiel, (1995) Avaliação de serviço e programas sociais. 2ª ed. Petrópolis, Vozes. Beckett, Chris (2010), Assessment and intervention in social work, Sage Publications, London. Blanchet, A. et. al., (1985), L'entretien dans les Sciences Sociales, Paris, Dunod. Booth, Wayne C., Gregory G. Colomb e Joseph M. Williams (2003), The Craft of Research, Chicago, The University of Chicago Press. Bourdieu, Pierre. (1997), "Compreender" in Bourdieu, Pierre (Org.). A miséria do mundo. Petrópolis: Vozes, p. 693-713. Brady, Henry E. and David Collier (2004), Rethinking Social Inquiry: Diverse Tools Shared Standards, Lanham, Rowman & Littlefield Publishers. Brannen, Julia (2005), Mixed methods research: a discussion paper, Economic & Social Research Council, National Centre for Research Methods. URL: http://eprints.ncrm.ac.uk/89/1/MethodsReviewPaperNCRM-005.pdf Bryman Alan (2007), "Barriers to integrating quantitative and qualitative research" Journal of Mixed Methods Research, 1, pp.8-22. Burgess, Robert, (2001) A pesquisa de terreno, Oeiras, Celta Editora Capucha, Luís e Paulo Pedroso (1996) (orgs.), Sociologia Problemas e Práticas, nº 22 (Número especial sobre metodologias de avaliação). Carvalho, Helena (2004), Análise Multivariada de Dados Qualitativos, Lisboa, Sílabo. Comissão Europeia (1993), Gestão do ciclo de projecto: abordagem integrada e quadro lógico, Métodos e instrumentos para a gestão do ciclo de projecto, n.º 1, Luxemburgo. Costa, António Firmino da (1986), "Pesquisa de terreno em sociologia" in, J.Madureira Pinto e A. S. Silva (orgs.), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Edições Afrontamento. Dogan, Mattei, e Dominique Pelassy (1990, 1984), How to Compare Nations. Strategies in Comparative Politics, New Jersey, Chatham House Publishers. European Institute of Public Administration (2004), Improving an organization through self-assessment? common assessment framework, Maastricht, European Institute of Public Administration Evera, Stephen van (1997), Guide to Methods of Students of Political Science, Ithaca, Cornell University Press. Field, Andy (2005), Discovering Statistics Using SPSS, London Sage Publications. Gauthier, Benoît (2003), Investigação Social: da problemática à colheita de dados, Loures, Ed Lusociência. Ghiglione, Rodolphe e Benjamin Matalon (1992) O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora.; Giddens, Anthony (2004),"Métodos de Investigação em Sociologia", em Sociologia (4ª edição, revista e actualizada), Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, pp. 2-19; pp. 641-663. Jensen, Klaus B. (Org.) (2012) A Handbook of Media and Communication Research. Londres e Nova Iorque: Routledge, 2ª Edição. Kaufmann, Jean-Claude, (1996), L'entretien compréhensif, Paris, Nathan. Landman, Todd (2003), Issues and Methods in Comparative Politics. An Introduction, Londres, Routledge. Maxwell,Joseph A. (2008) Qualitative Research Design: an Interactive Approach, Thousand Oaks, Sage; McLaughlin, Hugh (2007), Understanding social work research, London, Sage. Pais, José Machado (2003 [2001]) Ganchos, Tachos e Biscates. Jovens,Trabalho e Futuro, Porto, Âmbar Peters, Guy B. (1998), Comparative Politics. Theory and Methods, New York, New York University Press. Quivy, R.,L. Champenhoud,(2003), Manual de Investigação em Ciências Sociais, Lisboa, Gradiva. Ragin, Charles C. (1987) The Comparative Method: Moving Beyond Qualitative and Quantitative Strategies, Berkeley/Los Angeles/London, University of California Press. Sartori, G. e Leonardo Morlino (1991) La Comparación en las Ciencias Sociales, Madrid, Alianza Editorial Schiefer, Ulrich, et al. (2007), Método aplicado de planeamento e Avaliação. Manual de Planeamento e Avaliação de Projectos. Estoril. Editora Principia. Scott, J. (1990) A Matter of Record: Documentary Sources in Social Research, Cambridge, Polity Press. Shaw, Ian; Gould Nick (2001) Qualitative Research in Social Work, 2nd edition London, Sage Publications. Silva, Augusto Santos e J. Madureira Pinto, (1986) (Org), Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Edições Afrontamento; Thompson, Neil (2009) Understanding social work, 3rd ed. Basingstoke, Palgrave Macmillan. Turner, Francis J. (2005). Social Work Diagnosis in Contemporary Practice. New York , Oxford. University Press. Turner, Jonathan (2005) "A new approach for theoretically integrating micro and macro analysis", in Craig Calhoun, C. Rojek,B. Turner (Ed.) , The Sage Handbook of Sociology, London, Sage Publications Whyte, William Foote (ed.) (1991), Participatory Action Research, Sage. Wilson, Kate e al.). (2008), Social Work. An introduction to contemporary practice. Harlow, Pearson Longman, (p. 235-295).
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Objectivos
O objecto da Unidade Curricular ?Desenho, Gestão e Avaliação de Políticas Públicas? situa-se no espaço analítico que medeia as teorias gerais do estado e do processo do seu desenvolvimento histórico, por um lado, e as metodologias de planeamento, gestão e avaliação de políticas públicas, por outro lado. Esse é o espaço da transformação de orientações políticas de fundo em ação prática, em que se movem os aparelhos que planeiam e concebem os contornos operacionais das políticas, gerem a respectiva execução e procedem à sua avaliação. Visa-se, pois, com esta Unidade Curricular, proporcionar uma abordagem compreensiva ao modo como as políticas públicas são processadas, desde a ideia inicial até à lógica a que obedece a respetiva operacionalização, bem como a avaliação dos resultados e dos impactos que produzem.
Programa
1. PLANEAMENTO E POLÍTICAS PÚBLICAS 1.1. Conceitos de planeamento 1.2. Planeamento como intervenção para a mudança 1.3. O processo de planeamento e o ciclo de programação de políticas públicas 1.4. As escalas de decisão e articulação em planeamento 2. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PLANEAMENTO 2.1. Nível estratégico 2.2. Nível táctico 2.3. Nível operacional 3. FUNDAMENTOS PARA O DESENHO E PROGRAMAÇÃO DA AVALIAÇÃO 3.1. O(s) conceito(s) de avaliação de políticas públicas 3.2. Definição do objecto, dos objectivos e dos recursos 3.3. Tipos genéricos de avaliação 3.4. Conceitos relevantes 3.5. Ética e serviço público na prática da avaliação 4. OPÇÕES METODOLÓGICAS EM AVALIAÇÃO 4.1. Formulação e utilização de questões de avaliação 4.2. Abordagens metodológicas em avaliação 4.3. Ferramentas de suporte à avaliação 4.4. Avaliar a avaliação 4.5. Métodos de suporte às estratégias de comunicação de resultados
Processo de Avaliação
Em termos de avaliação a disciplina Metodologias de Avaliação recorre à elaboração de dois trabalhos práticos. A nota final será obtida com recurso à seguinte ponderação: - Trabalho 1 (individual) - 50% da nota final; - Trabalho 2 (em grupo) - 50% da nota final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
ALTSCHULD, James e KUMAR, David (2010), Needs assessment: an overview, Sage, Thousand Oaks. CALLEY, Nancy G. (2011), Program development in the 21st Century: an evidence-based approach to design, implementation and evaluation, Sage, Thousand Oaks. CAPUCHA, Luís (2008), Planeamento e Avaliação de Projectos, Guião Prático, Lisboa, DGIDC/ME. FUNNELL, S. e ROGERS, P. (2011), Purposeful program theory: effective use of theories of change and logic models, Jossey-Bass, San Francisco. HOLDEN, D. e ZIMMERMAN, M. (2009), A practical guide to program evaluation planning, Sage, Thousand Oaks. KETTNER, Peter M. , MORONEY, Robert M. e MARTIN, Lawrence L. (2012), Designing and managing programs: an effectiveness-based approach, Sage, Thousand Oaks. SORIANO, Fernando I. (2013), Conducting needs assessments: a multidisciplinary approach, second edition, Sage, Thousand Oaks. STUFFLEBEAM, D. e SHINFIELD, A. (2007), Evaluation Theory, Models and Applications, Wiley and Sons, London.
Bibliografia Opcional
BAMBERGER, ALTSCHULD, James e WITKIN, Belle (1999), From needs assessment to action: transforming needs into solutions strategies, Sage, Londres. BAMBERGER, M. J., RUGH, J. e MABRY, L. (2006), RealWorld evaluation. Working under budget, time, data and political constrains, Sage, London. BAMBERGER, Michael (eds.) (2000), Integrating quantitative and qualitative research in development projects, The World Bank, Washington. BOULMETIS, John e DUTWIN, Phyllis (2011), The ABCs of Evaluation: Timeless Techniques for Program and Project Managers, terceira edição, Jossey-Bass, San Francisco. CAD (2002), Pratiques efficaces pour mener une évaluation conjointe associant plusieurs donneurs, OCDE. CASTRO CALDAS, José Maria (2001), Escolha e instituições: análise económica e simulação multiagentes, Celta Editora, Oeiras. COMISSÃO EUROPEIA (1999), Evaluating socio economic development, Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias, Luxemburgo. COMISSÃO EUROPEIA (2003), Means collection: evaluating socio economic programmes ? the guide, sl. COMISSÃO EUROPEIA (2003), Means collection: evaluating socio economic programmes - the guide, sl. DALE, Reidar (2004), Evaluating development programmes and projects, Sage, London. ESTRELA, M. (2000), Learning from change. Issues and experiences in participatory monitoring and evaluation, Intermediate technology publications, International Development Research Centre. GODET, Michele DURANCE, Philippe (2008), La prospective stratégique : pour les entreprises et les territoires, Dunod, Paris. GOUX-BAUDIMENT, Fabienne (2000), Donner du futur aux territoires, Éditions CERTU, Paris. GUERRA, Isabel (2006), Participação e Acção Colectiva - Interesses, conflitos e consensos, Princípia, Cascais. GUERRA, Isabel (2007), Fundamentos e processos de uma sociologia de acção: o planeamento em ciências sociais, 2.ª Ed., Princípia, Cascais. JOUVENEL, Hughes (1999), La démarche prospective. Un bref guide méthodologique, Futuribles, n.º 247, pp. 47-67. KAPP, S. A. E ANDERSON, G. R. (2010), Agency-based program evaluation: lessons from practice, Sage, Thousands Oaks. . KING, Jean E. e STEVAHN, Laurie (2013), Interactive évaluation practice: mastering the interpersonal dynamics of program evaluation, Sage, Thousands Oaks. MAXWELL, Joseph A. (2004), Qualitative Research Design. An Interactive Approach, Sage, London. MAYER, Robert (et. al.)(2000), Méthodes de recherche en intervention sociale, Gaëtan Morin Éditeur, Boucherville. PATTON, Michael Q. (2012), Essentials of utilization-focused evaluation, Sage, Thousands Oaks. PERESTRELO, Margarida (2002), Planeamento Estratégico e Avaliação: Metodologias de Análise Prospectiva, Cidades ? Comunidades e Territórios, nº 4, CET/ISCTE, pp. 33-43. RODRIGUES, Walter (2005), Planeamento e Governança Territorial: uma Reflexão Sociológica a Partir do Terreno, Cidades ? Comunidades e Territórios, nº 10, CET/ISCTE, pp. 25-34. SCHIEFER, Ulrich (et. al.) (2006), MAPA ? Manual de planeamento e avaliação de projectos, Princípia, Cascais. STERN, Elliot (2005), Evaluation research methods, 4 Vol., Sage, London.
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Docentes
Jorge Manuel Ferreira
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Aprofundar o estudo e desenvolver análises comparativas sobre os problemas sociais globais, o trabalho em rede do Serviço Social e as políticas de bem-estar social numa perspectiva internacional.
Programa
I Serviço Social Internacional 1.Problematizar o conceito no quadro da FIAS 2.Standards internacionais da diversidade étnica e cultural 3.Serviço Social e contextos sociais e político 4.Impacto da globalização económica, social e cultural no Serviço Social II Questões sociais internacionais 1.Sistema de proteção e segurança social europeu e internacional 2.Mobilidade social e livre circulação de pessoas 3.Imigração e Emigração, acolhimento, integração e intervenção social 4.Standards internacionais para a intervenção social com reclusos estrangeiros 5.Refugiados 6.Rapto, tráfico de seres humanos e turismo sexual de crianças III Planos de Ajuda Humanitária 1.Plano contra a Fome. FAO 2.Plano de prevenção e tratamento do HIV-SIDA 3.Plano de prevenção e tratamento da Tuberculose IV Desafios contemporâneos de Serviço Social Internacional 1.Pobreza, emprego e coesão social 2.Democracia, direitos e cidadania 3.Conflitos armados 4.Catástrofes naturais e ambientais
Processo de Avaliação
Periódica 3ªaula cada aluno tem de entregar uma indicação de tema a tratar conjuntamente com informação os procedimentos, metodologias e bibliografia de base a usar no tratamento do mesmo (2p)30% trabalho escrito individual sobre um tema do programa (paper10p). O trabalho será um estudo comparativo ao nível internacional ou europeu, demonstrando conhecimento da problemática teórica.70% Ou Avaliação por exame 100% O trabalho final deve ser entregue 20 dias após a finalização do semestre.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Journal, International Social Work. 60th anniversary! Volume 60, number3, may 2017.
Lyons, Karen; Hokenstad, Terry; Pawar, Manohar; Huegler, Nathalie;and Hall Nigel (2012). International Social Work. The Sage Handbook.Sage Publications, London
Varela, Raquel (Coord) (2013). A Segurança Social é Sustentável. Trabalho, Estado e Segurança Social em Portugal. Lisboa, Bertrand Editora
DESLAURIERS, Jean-Pierre et Hurtubise, Yves. (2005) Le Travail Social Internacional. Elements de Comparaison. Les Presses de LÚniversité Laval. Canada. PAYNE, M. (2001). SOCIAL WORK EDUCATIONAL STANDARDS. IN (ED.) HESSLE, S. INTERNATIONAL STANDRS SETTING HIGHER SOCIAL WORK EDUCATION. STOCKOLM UNIVERSITY; STOCKHOLM STUDIES OF SOCIAL WORK. LORENZ, W. (2001). SOCIAL WORK IN EUROPE ? PORTRAIT OF A DIVERSE PROFESSIONAL GROUP. IN (ED.). HESSLE, S. INTERNATIONAL STANDRS SETTING HIGHER SOCIAL WORK EDUCATION. STOCKOLM UNIVERSITY; STOCKHOLM STUDIES OF SOCIAL WORK.
Bibliografia Opcional
DOMINELLI, L.D. (1996). DEPROFESSIONALIZING SOCIAL WORK: ANTI-OPRESSIVE PRACTICE COMPETENCIES AND POST-MODERNISM. BRITISH JOURNAL OF SOCIAL WORK. 26:153-175.
INFORMATIONS SOCIALES . REVUE EDITEE PAR LA CAISSE NATIONALE DES ALLOCATIONS FAMILIALES 23, RUE DAVIEL.PARIS
JOURNAL OF EUROPEAN SOCIAL POLICY . VOL. 17, NUMBER 2 MAY, 2007. ED. SAGE PUBLICATIONS.
WILLIAMS, L.O. AND SEWPAUL, V. (2004). MODERNISM, POSTMODERNISM AND GLOBAL STANDARDS SETTING. SOCIAL WORK EDUCATION. RAEPENBUSCH. Preface de Melchior Wathelet (2001) ? la Sécurité Sociale des travailleurs européens. Principes directeurs et grands arrêts de la cour de justice des communautés européens. The borak Université. Bruxelas.
YOUTH JUSTICE. THE JOURNAL OF THE NATIONAL ASSOCIATION FOR YOUTH JUSTICE. SAGE PUBLICATIONS. SEGURANÇA Social. Um novo consenso. (2002), Departamento de cooperação, Ministério da Segurança Social e do Trabalho de Portugal, 1ª edição. CRITICAL Social Policy (February, 2007). A journal of theory and Practice in Social Welfare. issue 90. Vol. 27(1). Ed. Sages Publications.
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Docentes
Maria Inês Amaro
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Desenvolver e estimular a capacidade analítica sobre a Ética enquanto campo de conhecimento e de reflexão sobre os valores que orientam a conduta humana e sobre a sua influência nas políticas públicas, na organização da sociedade e no exercício profissional dos Assistentes Sociais.
Programa
1. Ética, Moral e Deontologia 2. Referenciais teóricos da Ética. Ancoragem no Serviço Social e no exercício profissional dos assistentes sociais: Aristóteles - a ética da vida boa/ da vida feliz Kant - a moral e o dever moral; a perspetiva deontológica J. Bentham e John Stwart Mill - abordagem utilitarista Rousseau e Thomas Hobbes - contrato social Carol Gilligan e Nel Noddings - ética das virtudes e ética do cuidar - Outros autores pertinentes para o estudo das áreas de investigação de interesse dos estudantes. 3. Ética da Intervenção Social - Princípios, valores e construção do "sujeito capaz" na intervenção social. - O significado social da ação profissional face aos desafios da sociedade contemporânea no domínio da ética e da intervenção social. - Exemplos práticos.
Processo de Avaliação
- A participação do aluno nas aulas: para além da presença obrigatória em 70% das aulas, apela-se à participação ativa nas discussões dos diversos temas e na troca de experiências académicas e/ou profissionais; - A avaliação da Unidade Curricular consiste na realização de um trabalho escrito individual sobre um tema do programa (num máximo de 8 páginas).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Adams, Robert et al. (2002). Critical Practice in Social Work. London. Palgrave McMillan Banks, Sarah (2006). Ethics and values in social Work. 3rd edit. UK. Palgrave McMillan Barroco, Mª Lucia S. (2001) Ética e Serviço Social: fundamentos ontológicos. São Paulo, Cortez, 2001.
____________ (2004) "A inscrição da ética e dos direitos humanos no projeto ético-politico do Serviço Social" in Revista Serviço Social e Sociedade 79 anos XXV, São Paulo. Cortez.
_____________ (2012). Código de Ética do/a Assistente Social Comentado. Sylvia Helena Terra; Conselho Federal de Serviço Social - CFESS (org.) - São Paulo. Cortez.
Kant, Imannuel. (1985)Textos Seletos. 2ª ed. Tradução de Floriano de Souza Fernandes. Petrópolis. Vozes.
Reamer, Frederic G.(1999), Social Work Values and Ethics, New York, Columbia University Press.
Bibliografia Opcional
Adams, Robert et al. (2002). Critical Practice in Social Work. London. Palgrave McMillan Banks, Sarah (2006). Ethics and values in social Work. 3rd edit. UK. Palgrave McMillan Barroco, Mª Lucia S. (2001) Ética e Serviço Social: fundamentos ontológicos. São Paulo, Cortez, 2001. ____________ (2004) "A inscrição da ética e dos direitos humanos no projeto ético-politico do Serviço Social" in Revista Serviço Social e Sociedade 79 anos XXV, São Paulo. Cortez. _____________ (2012). Código de Ética do/a Assistente Social Comentado. Sylvia Helena Terra; Conselho Federal de Serviço Social - CFESS (org.) - São Paulo. Cortez. Kant, Imannuel. (1985)Textos Seletos. 2ª ed. Tradução de Floriano de Souza Fernandes. Petrópolis. Vozes. Reamer, Frederic G.(1999), Social Work Values and Ethics, New York, Columbia University Press
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
O objectivo desta UC é proporcionar aos alunos de mestrado uma introdução à análise quantitativa de dados em ciências sociais com o SPSS (Statistical Package dor Social Sciences). Pretende-se que os estudantes adquiram conhecimentos e competências que lhes permitam construir uma base de dados, transformar variáveis e analisar os resultados recorrendo à estatística descritiva univariada e bivariada. Serão ainda abordados, de forma introdutória, alguns dos testes de hipóteses mais utilizados em ciências sociais.
Programa
1.Introdução à análise quantitativa de dados em Ciências Sociais 2.Do inquérito por questionário à análise de dados: a)Tipos de perguntas e de variáveis b)Codificação das respostas c)As não respostas 3.O SPSS como ferramenta de trabalho na análise quantitativa. a)Apresentação do programa; b)Construção de uma base de dados em SPSS; c)Transformação de variáveis: Recodificação de variáveis e construção de novas variáveis 4.Análise univariada: a)Tabelas de frequências b)Representações gráficas c) Medidas de tendência central d)Medidas de dispersão e)Aplicações com o SPSS f)Modos de apresentação e discussão dos resultados 5.Análise bivariada: a)Tabelas de contingência b)Comparação de médias c)Medidas de associação e correlação d)Representações gráficas e)Aplicações com o SPSS f)Modos de apresentação e discussão dos resultados 6.Introdução aos testes de hipóteses: a)Teste de independência de qui-quadrado b) Aplicações com o SPSS c)Modos de apresentação e discussão de resultados
Processo de Avaliação
O processo de avaliação inclui dois exercícios individuais. O primeiro exercício individual será realizado com recurso ao SPSS (50% da classificação). O segundo exercício individual (escrito) incidirá predominantemente na interpretação de outputs (50% da classificação).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, Alan e Duncan Cramer (2003), Análise de dados em Ciências Sociais. Introdução às Técnicas Utilizando o SPSS para Windows, Oeiras, Celta Editora, 3ª ed. Bryman, Alan (2012), Social Research Methods, Oxford, Oxford University Press (4ª ed.) Laureano, Raul, Maria do Carmo Botelho (2010), SPSS, O Meu Manual de Consulta Rápida, Lisboa, Sílabo. Maroco, J. (2011), Análise Estatística com utilização do SPSS, Lisboa, Edições Sílabo, 5ª ed. Maroco, J. e R. Bispo (2003), Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores. Reis, E. (2008), Estatística Descritiva, Lisboa, Sílabo, 7ª ed.
Bibliografia Opcional
Acton, Ciaron e Robert Miller (2009), SPSS for Social Scientists, Macmillan. Green, Samuel B. e Neil J. Salkind (2007), Using SPSS for Windows and Macintosh: Analyzing and Understanding Data, Pearson Education (5ª ed.). Maroco, J. e R. Bispo (2003), Estatística aplicada às ciências sociais e humanas, Lisboa, Climepsi Editores. Pallant, Julie (2010), SPSS, Survival Manual, Open University Press. Reis, E., P. Melo, R. Andrade e T. Calapez (1997), Estatística Aplicada, vols. 1 e 2, Lisboa, Sílabo, 3ª ed.
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Objectivos
La asignatura pretende el conocimiento de la mediación como sistema alternativo
Programa
PRIMER TEMA: EL CONFLICTO Y LOS MODOS DE RESOLUCIÓN DEL MISMO. 1. El conflicto: concepto, elementos y Escuelas sobre su origen. Clasificación de los conflictos y estilos de intervención ante ellos. 2. Resolución y gestión de conflictos: 2.1. Las alternativas a la resolución de disputas (ADR).
SEGUNDO TEMA: TEORÍA GENERAL DE LA MEDIACIÓN. 1. Concepto, caracteres y ámbitos de aplicación de la mediación. 2. El proceso de mediación. 3. Técnicas aplicables a la mediación.
TERCER TEMA: LA MEDIACIÓN Y LOS CONFLICTOS FAMILIARES, CON MENORES Y PENAL 1. La mediación familiar: origen y antecedentes en España. 2. Concepto y principios de mediación familiar. 3 Ámbitos de la mediación familiar. 4. El Proceso de mediación familiar: fases. 5. Los Puntos de Encuentro Familiar y los Centros de Apoyo a las Familias. 6. La mediación con menores infractores. 2. Otros ambitos de la mediación
Processo de Avaliação
1.Redacte una breve reflexion sobre la relación de la mediación y el trabajo social o su formación de origen (psicologo, abogado, educador, maestro...): aportaciones, semejanzas, diferencias. (2/3 paginas)
2.Redacte una breve reflexion sobre si la mediacion es una profesion o no es una profesion. (2/3 paginas)
3.Redacte una breve reflexion sobre si la mediacion aporta a las ciencias sociales como metodo de investigacion (2/3 paginas).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
ÁLVAREZ MORENO, M. T. (2000): "La mediación empresarial", en R.D.P., 2000, págs 959-986, pág. 960.
ARTEAGA MORALEJO, J; GARCÍA CASARES, R; GARCÍA GALLEGO, R. SÁNCHEZ CUENCA, G (2006): "La participación Ciudadana y la Mediación comunitaria en la administración Local: La experiencia de Alcobendas" en Trabajo Social Hoy, monográfico: El Trabajo Social y la Mediación, primer semestre 2006, pags. 25-45.
BANKS. S (1999) "Ética y valores en el trabajo social". Barcelona. Paidós.
BERMEJO, F.J (Coord.). (1996): "Ética y Trabajo Social". Madrid. Edisofer. - (2002) "Ética de las profesiones. Ética en el Trabajo social". Bilbao. Descleé de Brouwer.
BERMEJO, J.C Y BELDA, R.M (2006) "Bioética y acción social" Cantabria. Sal Tarrae.
Bibliografia Opcional
BLANCO CARARSCO, M. (2012 a):"Comentario al art. 2.2." en Mediación en asuntos civiles y mercantiles. Comentarios a la Ley 5/2012. Dir. García Villaluenga, L. y Rogel Vide, C. Reus. MadRid. - (2012b): "Comentario al art. 15." en Mediación en asuntos civiles y mercantiles. Comentarios a la Ley 5/2012. Dir. García Villaluenga, L. y Rogel Vide, C. Reus. Madid. - (2009): Mediación y sistemas alternativos de resolución de conflictos, una visión jurídica. Reus. Madrid. - (2005): Mediación y consumidores. Instituto Nacional de Consumo. Madrid,
BONAFE-SCHMITT, J-P. (1992) La médiation: une justice douce. Paris. Syros Alternatives
DE MIGUEL PONTS, S. (2006): "El ejercicio Democrático de la Diferencia: Los espacios de Mediación comunitaria" en Trabajo Social Hoy, monográfico: El Trabajo Social y la Mediación, primer semestre 2006, pags. 7-23.
GIL NIEVAS, R. (2008): "La Directiva 2008/52/CE del Parlamento Europeo y del Consejo, de 22 de mayo de 2008, sobre ciertos aspectos de la mediación en asuntos civiles y mercantiles", Actualidad jurídica Aranzadi (núm. 768/2008).
GIMÉNEZ ROMERO, C. (1997): "La naturaleza de la mediación intercultural", Revista Migraciones nº 2, Universidad Pontificia de Comillas. Madrid. - (2008): La mediación social intercultural en Castilla-La Mancha: manual de casos. Perfil educativo de las hijas de familias inmigradas pakistaníes en la localidad de Sonseca / [María Luisa Cabañas Marín]. Toledo: Dirección General de Acción Social y Cooperación Internacional, D.L. MUNNÉ. M. (DIR), PROKOPLJEVIC M., LLORENS T., AMORÓS M., SERRANO X., ROS M, CALS M, CANYAMERES M (2011): "Mediación ciudadana y comunitaria" en Libro Blanco de la Mediación en Cataluña, Dir. Pompeu Casanovas, Jaume Magre, Mª Elena Lauroba, Generalitat de Cataluña, Departament de Justicia, pag. 373 a 432.
NATÓ, A. M; RODRÍGUEZ QUEREJAZU, M.G.; CARVAJAL, L.M (2007): Mediación comunitaria: conflictos en el escenario social urbano. Buenos Aires: Editorial Universidad.
ROGEL VIDE, C (2009).: "Mediación y transacción en el Derecho Civil", RGL (Julio Septiembre 2009, num, 3, pag. 546 y ss). SÁNCHEZ, A (1999) "Ética de la Intervención Social". Barcelona. Paidós.
ÚRIZ, M.J, BALLESTERO, A Y URIEN, B (2007) "Dilemas éticos en la Intervención social. Una perspectiva profesional desde el Trabajo Social." Zaragoza. Mira.
VV.AA (2006): Manual de buenas prácticas en mediación comunitaria en el ámbito de las drogodependencias, Instituto de Adicciones de Madrid Salud, Unión de Asociaciones y Entidades de Atención al Drogodependiente (UNAD), y Asociación Proyecto Hogar (APH), Madrid.
VVAA (2005): Los servicios de mediación comunitaria. Propuestas de actuación. Diputación de Barcelona, enero de 2005.
ZAMANILLO, T (Dir.). (2010) "Ética, Teoría y Técnica. La responsabilidad política del Trabajo Social.". Madrid. Talasa.
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Docentes
Helena Belchior Rocha
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Jorge Manuel Ferreira
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
- Conceptualizar questões ecológicas e ambientais na intervenção social e em particular em Serviço Social; - Aprofundar uma visão da intervenção social holística, percebendo os aspetos da vida humana e comunitária como interligados dentro de um sistema; - Fomentar o ganho de competências técnico-científicas ao nível dos valores ecológicos fundamentais na profissão relativa à sustentabilidade e ao crescimento social, fundamentais para a melhoria do bem-estar; incluindo o trabalho relacionado ao meio ambiente, nas dimensões de prática pessoal, individual, coletiva, comunitária e política.
Programa
1 Modelo Eco-social: - Dimensões conceptuais; - Visão multifocal; - Desenvolvimento sustentável Vs sustentabilidade Social; 2 - Níveis de intervenção social e do Serviço Social: - Abordagem interdisciplinar; -Dimensão assistencial Vs Desenvolvimento Social e Humano; - Promoção humana; - Dimensão comunitário de desenvolvimento socio-local; - Dimensão sociopolítica. 3 - A questão ecológica: - dimensões de sustentabilidade ecológica das comunidades; - metodologia de intervenção social em sustentabilidade baseada na intervenção comunitária; - análise dos efeitos sociais da crise ecológica. 4- Serviço Social e sustentabilidade ecológica: - intervenção integrada e participativa, abordagens multidimensionais das relações indivíduo-ambiente; - transição social da sociedade; - estratégias de intervenção alternativas, de advocacia social e ?empowerment; 5 - Serviço Social eco-social sistémico. - Desafios éticos Globais
Processo de Avaliação
Avaliação Periódica: - 1 Teste 40% - 1 Trabalho de grupo (escrito ou apresentação oral)60% Ou Avaliação por exame 100%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Coates, J., Gray, M. (2012) ?The Environment and Social Work: An Overview and Introduction?, International Journal of Social Welfare 21(3): 230?8. Kemp, S. (2011) ?Recentring Environment in Social Work Practice: Necessity, Opportunity, Challenge?, British Journal of Social Work 41(6): 1198?210. Molyneux, R. (2010) ?The Practical Realities of Ecosocial Work: Review of the Literature?, Critical Social Work 11(2): 1?8 Rocha, H. (2016). Serviço Social e Ambiente ? a sustentabilidade ecológica das comunidades socialmente vulneráveis. Tese de Doutoramento em Serviço Social, Lisboa (Lisbon): ISCTE-IUL https://repositorio.iscte-iul.pt/handle/10071/11964. Rocha, H. & Ferreira J. (2016). An Ecosocial Model for the sustainability of vulnerable communities. In Aila-Leena Matthies, Kati Närhi (Eds), The Ecosocial Transition of Societies ? The contribution of Social Work and social policy. (pp.139-157) Abingdon-Oxford: Routledge, Francis & Taylor Group. ISBN 978-1472473493.
Bibliografia Opcional
Boff, Leonard, (2000), ?Ecologia social em face da pobreza e da exclusão?, Ética da vida, (numero?) Dolsak, N., Ostrom, E. (eds) (2003) The Commons in the New Millennium: Challenges and Adaptation. Cambridge, MA: MIT Press Lopes P. and Begossi A (eds) (2009) Current Trends in Human Ecology. UK: Cambridge Sch. Pub. Peeters, J. (2012a) ?Social Work and Sustainable Development: Towards a Social Ecological Practice Model?, Journal of Social Intervention: Theory and Practice 21(3): 5?26 Pires, I., Craveiro, J (2010) Human Ecology: Past, Present and Future, in Studies in Human Ecology. Hanoi: House Sci. Techn, pp.: 26-44 Pires, I (2014) Problemas Sociais Complexos: O Olhar da Ecologia Humana, in Alvim, Badiru e Marques (ed) ECOLOGIA HUMANA, UMA VISÃO GLOBAL. Feira de Santana: UEFS Steiner, D; Nauser, M (Ed) (2003) Human ecology, Fragments of anti-fragmentary views of the world. Taylor & Francis United Nations (UN) (1992) ?United Nations Conference on Environment & Development Rio de Janeiro, Brazil, 3 to 14 June 1992: Agenda 21?. Available online at: https://sustainabledevelopment.un.org/content/documents/Agenda21.pdf United Nations (UN) (2013) ?Open Working Group Proposal for Sustainable Development Goals?. Available online at: http://undocs.org/A/68/970 Zapf, M.K. (2010) ?Social Work and the Environment: Understanding People and Place?, Critical Social Work 11(3): 30?46. Germain, C. (Ed.). (1979). Social work practice: People and environments ? an ecological perspective. New York: Columbia University Press. Germain, C., & Gitterman, A. (1980). The life model of social work practice. New York: Columbia University Press. Bronfenbrenner, U. (1996), A Ecologia do Desenvolvimento Humano: Experimentos Naturais e Planejados, Porto Alegre, Artes Médicas Lee, Judith A. B. (2001), The Empowerment Approach to Social Work Practice, New York, Columbia University Press Dominelli, L. (2012) Green Social Work: From Environmental Crises to Environmental Justice. Cambridge: Polity Press Matthies, K. Nähri & D. Ward (Eds.), (2001). The eco-social approach in social work (pp. 54?83). Jyväskylä, Finland, Sophi: University of Jyväskylä.
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Objectivos
Encuadrar la intervención social con niños y niñas en los dominios de normas jurídicas y legales de la protección de infancia
Programa
TEMA 1. INTRODUCCIÓN 1. El menor ante el Derecho: Los conceptos de edad y capacidad y sus consecuencias jurídicas. 2. La legislación española respecto del menor de edad: Normativa estatal y normativa autonómica.
TEMA 2. LA PATRIA POTESTAD
TEMA 3. EL MENOR ANTE LAS CRISIS FAMILIARES. 1 Concepto y tipos de crisis familiares. 2 Las medidas en relación con los hijos. 2.1 El principio del favor filii o interés del menor. 2.2 Las relaciones paterno filiales. Principales dificultades.
TEMA 4. INSTITUCIONES CLÁSICAS DE PROTECCIÓN Y GUARDA DE MENORES. 1. La incapacitación 2. Las instituciones tutelares: 3. La tutela: 4. La curatela 5. La guarda de hecho.
TEMA 5. LAS NUEVAS FORMAS DE PROTECCIÓN DE MENORES. 1 Del concepto de abandono al de desamparo. 2 El desamparo de menores:. 3 La situación de riesgo. 4 La guarda administrativa: 5 La legislación autonómica en materia de desamparo y guarda de menores..
TEMA 6. LAS CONSECUENCIAS DE LA INTERVENCIÓN PÚBLICA EN LA PROTECCIÓN DE MENORES. 1 El acogimiento de menores. 2 La adopción 3 La adopción internacional.
Processo de Avaliação
En la evaluación del alumnado, se tendrán en cuenta las intervenciones de los estudantes en la s clases, la resolución de casos prácticos y la realización de un trabajo final sobre uno de los temas tratados en las clases.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
ALBALADEJO GARCÍA, M.: Derecho civil. Tomo IV. Derecho de Familia, Ed.Bosch, Barcelona, 2006 CASTÁN TOBEÑAS, J.; Derecho Civil Español, Común y Foral, T. V, Madrid, Edit. Reus.
LACRUZ BERDEJO, et. al. Elementos de Derecho civil. Tomo IV. Familia. Ed. Dykinson, Madrid, 2005.
SERRANO RUIZ-CALDERÓN, MANUEL (COORDINADOR) LOS MENORES EN PROTECCIÓN. Editor: Difusión Jurídica y Temas de Actualidad, S.A. Madrid, 2007. ISBN-13: 978-84-96705-10-4
TORRES PEREA, JOSÉ MANUEL DE "Interés del Menor y Derecho de Familia (Una perspectiva multidisciplinar)" Iustel, Portal Derecho, S.A., Madrid, 2009
SERRANO RUIZ-CALDERÓN, MANUEL ABANDONO Y DESAMPARO DE MENORES EN EL DERECHO CIVIL ESPAÑOL FUNDACIÓN UNIVERSITARIA ESPAÑOLA. Madrid 2004
SERRANO RUIZ-CALDERÓN, MANUEL LA ADOPCIÓN COMO MEDIDA DE PROTECCIÓN DE MENORES. INTERVENCIÓN SOCIAL EN FAMILIAS. (FRANCISCO GÓMEZ GÓMEZ coordinador). McGraw-Hill, Madrid, 2007. ISBN: 978-84-481-6746-5. págs. 27-59.
HOMENAJE AL PROFESOR MANUEL CUADRADO IGLESIAS, Ed. Thomson-Civitas, Tomo I, Madrid 2008, págs. 803-819. ISBN: 978-84-470-3064-4
Bibliografia Opcional
SERRANO RUIZ-CALDERÓN, MANUEL NOTAS URGENTES SOBRE LA ABOLICIÓN DEL "IUS CORRIGENDI"
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Docentes
Maria João Pena
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
-Desenvolver a qualificação da formação em Serviço Social e deficiência, através do aprofundamento dos domínios teórico, ético e metodológico. -Promover o aprofundamento teórico desta área de intervenção
Programa
1. Fundamentos teóricos e conceptuais na compreensão da problemática da deficiência 2. Modelos de protecção social na deficiência: perspectiva comparada na Europa 3. Valores, Princípios e Dilemas éticos na intervenção com pessoas com deficiência 4. Das necessidades aos Direitos: análise dos diferentes modelos de intervenção 5. As TIC no apoio e independência da pessoa com deficiência
Processo de Avaliação
A avaliação é periódica, tendo como elementos: -trabalho individual escrito (60%) -trabalho de grupo(40%) A avaliação por exame consistirá na entrega de um trabalho individual, escrito, de acordo com o calendário académico
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bigby, Christine (2012) Social Work and intelectual Disability, Palgrave Macmillan Fontes, F. (2016) Pessoas com deficiência em Portugal, Lisboa, FundaçãoFrancisco Manueldos Santos PINTO, Paula Campos, (2018). From Rights to Reality: Of Crisis, Coalitions, and the Challenge of Implementing Disability Rights in Portugal. Social Policy and Society, 17(1): 133-150. Simcock, P. et al (2016) Social Work and disability, Cambridge, Polity Press Oliver, Michael et al (2012) Social Work with disabled People, Palgrave Macmillan
Bibliografia Opcional
Barnes, C. et al (2011) Exploring Disability, Cambridge, Polity Press Burke, Peter (2008), Disability and Impairment: Working with children and Families,Jessica Kingsley Publishers Garcia, E. et al (2015), Disability and Human Rights: Global perspectives, Palgrave French, Sally (2011), Working with Disabled People in policy and practice, Palgrave Macmillan Pedroso, Paulo (coord), (2008), Modelos de Protecção Social na Incapacidade - Um Desafio Estrutural na Integração das Pessoas com Deficiência e Incapacidade - Relatório Final
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Docentes
Helena Belchior Rocha
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
- Estabelecer a relação entre Serviço Social e Sociedade Civil; - Desenvolver uma análise reflexiva sobre as questões sociais da sociedade contemporânea e os pressupostos do Serviço Social; - Promover uma leitura critica sobre as metamorfoses da Sociedade contemporânea no quadro dos fundamentos e matrizes teóricas do Serviço Social.
Programa
1. Dimensões concetuais de Serviço Social e Sociedade Civil no quadro da globalização; 2. Estado e sociedade civil no pensamento de Marx; 3. Sociedade civil e Gramsci: desafios teóricos e práticos do Serviço Social; 3. Serviço Social e Sociedade do Risco; 4. O desafio do neoliberalismo para o Serviço Social internacional e impactos na sociedade civil; 5.Participação e controle social; 6. Serviço Social, Estado virtual e 3º setor; 7. Comunidades e vulnerabilidades; 8. Parcerias e rede social; 9. Empowerment e uso dos Direitos Sociais; 10. Ativação: métodos e modelos. Relação entre políticas públicas/sociais e participação ativa dos cidadãos.
Processo de Avaliação
A avaliação da Unidade Curricular consiste na realização de um paper escrito individual sobre um tema do programa (num máximo de 8 páginas). O trabalho deverá ser suportado num referencial teórico e de pesquisa de campo.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Matthies, Ailla-leena and Uggerhoj, Lars (2014) .Partication, marginalization and Welfare Services. Concepts, Politics and practices acrossEuropean Countries.. Ed. Ashgate. Bobbio, Norberto. (2002). Ensaios sobre Gramsci e o conceito de sociedade civil. 2. ed. São Paulo: Paz eTerra. Brown, W. (2003) ‘Neo-liberalism and the End of Liberal Democracy Theory and Event 7,1’, availableonline at: http://muse.jhu.edu/journals/theory and_event/v007/7.1brown.html (accessed 20 February 2012). Cohen, B.J. (2011) ‘Design-based Practice: A New Perspective for Social Work’, Social Work 56(4): 337–46. Cowden, S. and G. Singh (2007) ‘The “User”: Friend, Foe or Fetish? A Critical Exploration of User Involvement in Health and Social Care’, Critical Social Policy 27(1): 5–23. Hyslop, I. (2012) ‘Social Work as a Practice of Freedom’, Journal of Social Work 12: 404–22. Lawler, J. and A. Bilson (2010) Social Work Management and Leadership: Managing Complexity and Creativity. Abingdon: Routledge.
Bibliografia Opcional
Aggio, Alberto (Org.). (1998).Gramsci: a vitalidade de um pensamento. São Paulo: Unesp. Anderson, Perry. (1997). Las antinomias de Antonio Gramsci. Cuadernos Políticos, México: Era, n. 13, jul./set.. ______. (1986). As antinomias de Gramsci. São Paulo: Joruês. Avritzer, L. (Org.). (1994). Sociedade civil e democratização. Belo Horizonte: Del Rey. Beck, Ulrich (2008) La Sociedad Del Riesgo Mundial. En busca de la seguridad perdida.Barcelona. Editora: Paidós. Bosi, Alfredo. (1975). O trabalho dos intelectuais segundo Gramsci. Debate e Crítica. São Paulo, n. 6. Bordin, L. (1987).O marxismo e a teologia da libertação. Rio de Janeiro: Dois Pontos, 1987. Beresford, P. and S. Croft (2004) ‘Service Users and Practitioners Reunited: The Key Component for Social Work Reform’, British Journal of Social Work 34(1): 53–68. Buci-glucksmann, Christine.(1979. Gramsci y el Estado (hacia una teoria meterialista de la filosofia). 4. ed. México: Siglo XXI. Connell, R., B. Fawcett and G. Meagher (2009) ‘Neoliberalism, New Public Management and the Human Service Professions: Introduction to the Special Issue’, Journal of Sociology 45(4): 331–8. Ferguson, I. and M. Lavalette (2006) ‘Globalisation and global justice: Towards a social work of resistance, International Social Work 49(3): 309–318 Hojer, D. and T. Forkby (2010) ‘Care for Sale: The Influence of New Public Management in Child Protection in Sweden’, British Journal of Social Work 41: 93–110 Iamamoto, M. V.( 1998) O Serviço Social na contemporaneidade: trabalho e formação Profissional. S. Paulo. Edit. Cortez. Mouro, Helena (2009) Modernização do Serviço Social. Da Sociedade Industrial à Sociedade do Risco. Coimbra. Edit.Almedina. Lombard, A. (2008) ‘The Impact of Social Transformation on the Non-government Welfare Sector and the Social Work Profession’, International Journal of Social Welfare 17: 124–31. Netto, J. Paulo. (1999). Capitalismo monopolista e serviço social. S. Paulo. Editora: Cortez. Singh, G., L. Hawkins and G. Whymark (2007) ‘An Integrated Model of Collaborative Knowledge Building’, Interdisciplinary Journal of Knowledge and Learning Objects 3: 85–105. Wilkinson, R. and K. Pickett (2010) The Spirit Level: Why Equality is Better for Everyone. London: Penguin
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Docentes
Pablo Álvarez
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
I- Aprofundar as dimensões conceptuais, teóricas e metodológicas da super-diversidade no contexto da sociedade contemporânea. II- Analisar e interpretar os contributos dos conhecimentos sobre a super-diversidade para uma intervenção social integrada e adequada as novas realidades sociais.
Programa
I. Dimensões conceptuais da super-diversidade na intervenção social e política i.i problematização do conceito da super-diversidade i.ii A diversidade de diversidades (etnia, religião, língua, género, idade) i.iii A diversidade cultural vs. multiculturalidade
II. Teorias e modelos com enfoque na super-diversidade ii.i Etnorelativismo cultural ii.ii abordagens Anti-discriminatórias e anti-opressivas ii.iii Teoria das Forças ii.iv O modelo de identidade nacional ii.v O assimilacionismo ii.vi O multiculturalismo ii.vii A interculturalidade
III. Debates contemporâneos sobre super-diversidade na sociedade contemporânea iii.i sensibilidade(s) étnico(s)-cultural(ais) iii.ii Apresentação e discussão de experiencias e projetos a nível internacional
Processo de Avaliação
A unidade curricular possui apenas uma modalidade de avaliação: ?Avaliação final?. A avaliação da Unidade Curricular consiste na realização de um trabalho escrito individual sobre um tema relacionado com a super-diversidade e que deverá ser discutido com o professor (num máximo de 8 páginas) que equivale a 100% da nota.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Boccagni, P. (2015). (Super)diversity and the migration?social work nexus: a new lens on the field of access and inclusion? Ethnic and Racial Studies, 38(4), 608?620. https://doi.org/10.1080/01419870.2015.980291 Dominelli, L. (1997) Anti-Racist Social Work. A Challenge for White Practitioners and Educators. New York: Palgrave Macmillan. Dominelli, L. (2002). Anti-Oppressive Social Work Theory and Practice. New York: Palgrave Macmillan. Dominelli, L. (2007). Revitalising Communities in a Globalising World. (L. Dominelli, Ed.). Hampshire: Ashgate Publishing Limited. Dominelli, L., & Moosa-Mitha, M. (2014). Reconfiguring citizenship: Social exclusion and diversity within inclusive citizenship practices. Surrey: Ashgate Publishing Limited. Geldof, D. (2016). Superdiversity and the City. In Social Work and the City (pp. 127?149). London: Palgrave Macmillan UK. https://doi.org/10.1057/978-1-137-51623-7_5
Bibliografia Opcional
Goodson, L., & Grzymala-Kazlowska, A. (2017). Researching Migration in a Superdiverse Society: Challenges, Methods, Concerns and Promises. Sociological Research Online, 22(1), 1?13. https://doi.org/10.5153/sro.4168 Meissner, F., & Vertovec, S. (2015). Comparing super-diversity. Ethnic and Racial Studies, 38(4), 541?555. https://doi.org/10.1080/01419870.2015.980295 Meissner, F., & Vertovec, S. (2016). Comparing super-diversity. New York: Routledge. Taylor & Francis. Mintchev, N., & Moore, H. L. (2018). Super-diversity and the prosperous society. European Journal of Social Theory, 21(1), 117?134. https://doi.org/10.1177/1368431016678629 Robaeys, B. Van, Van Ewijk, H., & Dierckx, D. (2018). The challenge of superdiversity for the identity of the social work profession: Experiences of social workers in ?De Sloep? in Ghent, Belgium. International Social Work, 61(2), 274?288. https://doi.org/10.1177/0020872816631600 Schrooten, M., Geldof, D., & Withaeckx, S. (2015). Transmigration and urban social work: towards a research agenda. European Journal of Social Work , 1?13. https://doi.org/10.1080/13691457.2014.1001725 Van Breugel, I., Maan, X., & Scholten, P. (n.d.). Conceptualizing Mainstreaming in Immigrant Integration Governance. Rotterdam. Vertovec, S. (2007). Super-diversity and its implications. Ethnic and Racial Studies, 30(6), 1024?1054. https://doi.org/10.1080/01419870701599465 Vertovec, S. (2010). Towards post-multiculturalism? Changing communities, conditions and contexts of diversity. International Social Science Journal, 61(199), 83?95. https://doi.org/10.1111/j.1468-2451.2010.01749.x Vertovec, S. (2017). Talking around super-diversity. Ethnic and Racial Studies. https://doi.org/10.1080/01419870.2017.1406128 Creese, A., & Blackledge, A. (2018). The Routledge Handbook of Language and Superdiversity - Google Libros. (A. Creese, Angela and Blackledge, Ed.). New York: Routledge. Taylor & Francis. García Abad, R. (2003). UN ESTADO DE LA CUESTIÓN DE LAS TEORÍAS DE LAS MIGRACIONES. Historia Contemporánea, 26, 329?351. Micolta León, A. (2005). Teorías y conceptos asociados al estudio de las migraciones internacionales. Trabajo Social ( Universidad Nacional de Colombia ), (7), 59?76. Retortillo Osuna, Á., Ovejero Bernal, A., Cruz Sousa, F., Lucas Mangas, S., & Arias Martínez, B. (2006). INMIGRACIÓN Y MODELOS DE INTEGRACIÓN: ENTRE LA ASIMILACIÓN Y EL MULTICULTURALISMO. Revista Universitaria de Ciencias Del Trabajo, 7, 123?139. Sealy, T. (2018). Multiculturalism, interculturalism, ?multiculture? and super-diversity: Of zombies, shadows and other ways of being. Ethnicities, 0(0), 1?25. https://doi.org/10.1177/1468796817751575 Vertovec, S. (2010). Towards post-multiculturalism? Changing communities, conditions and contexts of diversity. International Social Science Journal, 61(199), 83?95. https://doi.org/10.1111/j.1468-2451.2010.01749.x
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Maria Inês Amaro
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Desenvolver conteúdos sobre empreendedorismo e integração social potenciadores de construção de instrumentos de suporte ao Serviço Social e de realização de pesquisas orientadas por referenciais teóricos de Serviço Social.
Programa
Empreendedorismo: emergência do conceito e suas abordagens nas Ciências Sociais - a entrada do conceito no discurso técnico-político europeu (estratégia de Lisboa e os objetivos para 2010) - Conceções de empreendedorismo - Relação entre empreendedorismo e inovação Perfil e competências do empreendedor - O que é ser empreendedor? - Boas práticas em empreendedorismo e inovação Instrumentos de apoio ao empreendedorismo social - Como ser empreendedor? - Passos para a inovação - Etapas e tarefas para empreender O Serviço Social e o empreendedorismo social - o empreendedorismo e a matriz do Serviço Social - Empreendedorismo e empowerment - O potencial do empreendedorismo como meio de integração social Problematização e limites dos conceitos de empreendedorismo e inovação
Processo de Avaliação
A avaliação da Unidade Curricular consiste na realização de um paper escrito individual sobre um tema do programa (num máximo de 8 páginas). O trabalho deverá ser suportado num referencial teórico e de pesquisa de campo.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Berzin, Stephanie C. (2012), Where is Social Work in the Soical Entrepreneuship movement?, National Association of Social Workers, vol. 57, nº 1, pp. 185-188. Caetano, António; Susana Correia Santos, e Sílvia Fernandes Costa(2012), Psicologia do Empreendedorismo: processos, oportunidades e competências, Mundos Sociais, Lisboa. FARGION, Silvia; GEVORGIANIENE ,Violeta; LIEVENS, Pieter (2011) ?Developing Entrepreneurship in Social Work Through NANDAN, Monica; SCOTT, Patricia A. (2013) ?Social Entrepreneurship and Social Work: The Need for a Transdisciplinary Educational Model?, Administration in Social Work, vol.37, Nº3,p.257-271. Parente, Cristina (ed.) (2014), Empreendedorismo Social em Portugal?, Porto, FLUP. Santos, Filipe; João Cotter Salvado, e Isabel Lopo de Carvalho (2013), Manual para Transformar o Mundo, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa. Sarkar, Amoudip(2014), Empreendedorismo e Inovação,Editora Escolar, LIsboa.
Bibliografia Opcional
Carvalho, Luísa Cagica, e Teresa Gomes da costa (2015), Empreendedorismo: uma visão global e integradora, Edições Sílabo, Lisboa. Duarte, Carlos, e José Paulo Esperança (2014), Empreendedorismoe Planeamento Financeiro, Edições Sílabo, Lisboa. GERMAK, Andrew; SINGH Karun (2009) ?Social Entrepreneurship: Changing the Way Social Workers Do Business?, Administration in Social Work, vol.34, Nº1, p.79-95. GUERRA, Isabel (2006), Participação e Ação Coletiva, Interessas, Conflitos e Consensos, Estoril, Principia
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Docentes
Maria João Pena
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
- Proporcionar ao estudante o contacto directo com práticas profissionais e formas de intervenção em Serviço Social;
- Desenvolver competências teórico-operativas, no domínio da utilização de instrumentos técnicos e metodológicos adequados à abordagem de problemas sociais;
- Aplicação de modelos específicos de intervenção e de avaliação em Serviço Social;
-Estabelecer e aprofundar o intercâmbio, Escola ? Mercado de Trabalho.
Programa
I. Caracterização da organização onde decorre o estágio o estágio, aos níveis: estrutural e funcional, de forma a perceber o seu modelo de intervenção;
II. Integração nas actividades regulares da organização/instituição, no âmbito das respectivas valências de Serviço Social;
III. Realização de actividades técnicas em contexto específico do trabalho e da organização/ instituição;
IV. Elaboração do Diagnóstico Social, enquadramento Teórico de suporte ao Serviço Social, o Modelo(s) de intervenção e os instrumentos de avaliação utilizados, os quais devem ser claramente especificados.
V. Elaboração de relatório técnico.
Processo de Avaliação
A avaliação é feita pelo professor/supervisor e o Orientador de Estágio da respectiva organização/instituição, tendo por base o relatório de estágio elaborado pelo estagiário.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
CHAMBERS, Donald E.; WEDEL, Kenneth R.; RODWELL, Mary K. (1992) Evaluating social programs. Boston: Allyn and Bacon.
CHOPART, Jean-Noel (Org.) 2003.Os Novos desafíos do Trabalho Social. Dinâmicas de um campo profissional Porto Editora: Porto Editora
NEVES José G., GARRIDO Margarida, SIMÕES Eduardo. 2006. Manual de Competências Pessoais, Interpessoais e Instrumentais. Teoria e Prática. Lisboa. Editora SÍLABO
SCHIEFER, Ulrich, e outros.2007. Método Aplicado de Planeamento e Avaliação. Manual de Planeamento e Avaliação de Projectos. Estoril. Editora Principia.
SERRANO, Gloria Pérez. 1994. Elaboración de Proyectos Sociales - Casos Prácticos. Madrid. Editora: Narcea S. A, de Ediciones
UNIOPS. 1996. Èthiques et Pratiques de l?Accompagnement Paris. Editora Syros
VEGA, Natividad de la Rede (1997), "Política social e trabajo social", in Bracho, Carmen A e Ferrer, Jorge G (Ed), Política Social, 531-552, Madrid: McGrawHill.
Bibliografia Opcional
AGUILAR, Maria José e & ANDER-EGG, Ezequiel. (1994) Avaliação de serviço e programas sociais. 2ª Ed. Petrópolis: Vozes. (Cap. I: Precisões conceituais e terminológicas; Cap. V: A avaliação económica dos programas sociais).
AGUILAR, Maria José e & ANDER-EGG, Ezequiel. (1995) Avaliação de serviço e programas sociais. 2ª ed. Petrópolis: Vozes.
GARCIA, Tomás Fernández e PARRA, Antonio Ares (Coords). 2002. Servicios Sociales: Dirección, gestión y planificación. Ciencias Sociales. Madrid. Ed. Alianza Editor
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Docentes
Maria Inês Espírito Santo
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Desenvolver o conhecimento em Serviço Social na Saúde através da incorporação de teorias, metodologias e métodos de pesquisa que promovam ima intervenção qualificada neste domínio do conhecimento e campo de atuação profissional.
Programa
I. Intervenção do Serviço Social em Contexto Hospitalar - Pesquisa contemporânea, em Serviço Social nos diferentes contextos da prática hospitalar. II. Intervenção do Serviço Social na Saúde Mental - Serviço Social e a doença mental (perspetiva histórica, mecanismos legais da intervenção, incapacidade / processo de interdição/internamento compulsivo, entre outros). III- Intervenção do Serviço Social nos Cuidados de Saúde Primários - Serviço Social nas diversas áreas de intervenção prioritárias nos cuidados de saúde primários (saúde materno-infantil, juvenil, idosos, dependência, entre outros). - Articulação com a Rede Nacional e Cuidados Continuados Integrados. IV - Intervenção do Serviço Social nos Cuidados Continuados Prática do Serviço Social nas diferentes tipologias na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados. V - Intervenção do Serviço Social nos Cuidados Paliativos A Comunicação. counselling no luto). Morte, sofrimento, dor e Qualidade de vida.
Processo de Avaliação
A avaliação da Unidade Curricular consiste na realização de um trabalho escrito individual sobre um tema do programa (num máximo de 8 páginas). O trabalho deverá ser basicamente a Apresentação de um tema ou caso prático.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Atilio, Terry e Shirley Otis-Green (2011), Oxford Textbook of Palliative Social Work, Oxford: Oxford University Press. Colom, Dolors (2012), El Diagnóstico Social Sanitario, Barcelona, Editorial UOC. Cowles, L. (2003), Social Work in Health Field – A Care Perspective. Nova Iorque, The Haworth Social Work Practice Press. Coppock, Vicki e Bob Dunn (2010) Understanding Social Work Practice in Mental Health, SAGE. Publications Ltd. Beder, Joan (2006), Hospital Social Work – The Interface of Medicina and Caring, Routledge, Taylor and Francis Group. Pereira, S (2007), “Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados”, Revista Pretextos, XXVII, pp.3-5 Neimeyer, Robert (2000), Lessons of Loss: A Guide to Coping, Clayton, VIC, Australian Center for Grief and Bereavement. Reith, Margaret e Malcolm Payne (2009), Social Work – in End-of-Life and Palliative Care, UK, Policy Press, University of Bristol.
Bibliografia Opcional
Carvalho, Maria (orgs.), Serviço Social na Saúde, Lisboa, Lidel – Edições Técnicas, Lda. Canadian Association of Social Workers (2003), Preparing for Change: Social Work and Primary Health Care, CASW Dhooper, S. (1997) Social Work in Health Care in the 21 st Century, Thousand Oaks, Sage Publications. Neimeyer, Robert (2000), Lessons of Loss: A Guide to Coping, Clayton, VIC, Australian Center for Grief and Bereavement. Pritchard, Colin (2006), Mental Health Social Work: Evidence-Based Practice (Social Work Skills), Routledge, Taylor and Francis Group
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Docentes
Maria Júlia Cardoso
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
Aprofundar o conhecimento sobre os modos de envelhecer e as principais problemáticas inerentes ao envelhecimento das sociedades, em particular as que mais diretamente se relacionam com a intervenção do Serviço Social. Desenvolver o interesse pela investigação em Serviço Social na área do envelhecimento, na sua relação com as políticas e com os diferentes contextos e práticas.
Programa
1.Idade, envelhecimento e velhice: a construção da categoria social “pessoas idosas”. 2.Envelhecimento, desigualdades sociais e políticas sociais; direito e direitos das pessoas idosas. 3. Envelhecimento ativo e empowerment das pessoas idosas. 3. Perda de autonomia e dependência 4. Intervenção em contexto institucional e em contexto comunitário 5. Maus tratos nas pessoas idosas. 6. Questões ético-deontológicas na intervenção e na pesquisa na área do envelhecimento.
Processo de Avaliação
Trabalho escrito, individual, com exploração teórica e reflexão crítica sobre um dos temas/pontos do programa, relacionado com uma situação/experiência específica (ex: análise estatística sobre pobreza, isolamento, dependência, respostas sociais ou prática profissional em meio institucional ou comunitário)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Charpentier, M., M. Soulières (2010). Vieillir en milieu d’hébergement – Le regard des résidents. Québec, Presses universitaires du Québec McDonough Kathryn E., Davitt Joan K. (2014) It Takes a Village: Community Practice, Social Work, and Aging-in-Place, Journal of Gerontological Social Work Mercurio, A.; Nyborn, J. (2006). Cultural Definitions of Elder Maltreatment in Portugal, Journal of Elder Abuse & Neglect, vol. 18 (2), 51-65. Quaresma, M Lurdes, Pitaud, P. (2004) O sentido das idades da vida – interrogar a solidão e a dependência, Lisboa, CESDET. Salari, S. M. (2005). Infantilization as elder mistreatment: Evidence from five adult day centers. Journal of Elder Abuse & Neglect, 17, 53–91. Schindler, R. (1999), Empowering the aged - a postmodern approach, Aging and Human Development, Vol. 49(3) White, Sue, Fook, J., Gardner, F. (2006), Critical Reflection in Health and Social Care, McGraw- Hill Internacional
Bibliografia Opcional
Ballesteros, R. F. (dir.), (2004), Gerontologia Social, Madrid, Pirámide Gil, Ana Paula, (2012), (In)Visibilidades e paradoxos na violência contra as Pessoas Idosas, Congresso Português de Sociologia, Universidade do Porto, Faculdade de Letras. Ferreira, Maria Gabriela Mateus (2014) Proteção Social das Pessoas Idosas, Ministério da Segurança Social, Direção Geral da Segurança Social. O’Shea, Eamon (2002), Améliorer la Qualité de Vie des Personnes Âgées en Situations de Dépendance, Strasbourg, Editions du Conseil de l’Europe Paúl, Constança e Fonseca (coord.), Envelhecer em Portugal, Lisboa, Climepsi Vaarama, Marja, Richard Pieper & Andrew Sixsmith (2008), Care-related quality of life in old age: concepts, models and empirical findings. New York. Springer Science Victor, Christina, Bowling, A., Bond & Scambler (2003), “Loneliness, Social Isolation and Living Alone in Later Life”. Research Findings. Growing Older Programme. Disponível em: http://www.growingolder.group.shef.ac.uk/ChristinaVic_F17.pdf Walker, Alan (2004) Growing Older: quality of life in old age, UK, Open University Press WHO (2002). Missing voices: views of older persons on elder abuse. Geneva: World Health Organization.
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Maria João Vaz
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta unidade curricular é dotar os estudantes de conhecimentos teóricos e práticos sobre a definição e acesso a fontes de informação e a documentação, nomeadamente a documentação de arquivo. A reflexão sobre o conceito de documento bem como os procedimentos a que deve ser submetida a informação e documentação utilizada na elaboração de estudos científicos são também aspectos contemplados.
Programa
CP1 - Teoria e história da informação e da documentação. O processo informativo-documental. A mensagem documental CP2- Conceito de documento CP3- Hermenêutica e crítica do documento e da informação CP4- Organização e representação da informação CP5- O arquivo e o documento de arquivo. Arquivos históricos; Arquivos intermédios; Arquivos correntes CP6- A pesquisa e o acesso à informação nos arquivos CP7 - Arquivos especiais: sonoros, fotográficos, cinema, digitais CP8- Outras fontes documentais: fontes orais, fontes literárias, imprensa cinema, memórias, objectos.
Processo de Avaliação
Preparação e participação nas aulas (10%).Elaboração de um trabalho individual e sintético, com apresentação oral na sala de aula (30%) e entrega do trabalho por escrito no final das aulas (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Chaumier, Jacques (1993), Les Techniques Documentaires, Paris, Puf. Coeuré, Sophie; Duclert, Vincent (2001), Les archives, Paris, La Découverte. Farge, Arlette (1989), Le gout de l?archive, Paris, Seuil. Le Goff, Jacques (1984), «Documento/Monumento», in: Enciclopédia Einaudi, vol. I, Lisboa, Imprensa Nacional, pp. 95-104 López Yepes, J. (1995), La documentación como disciplina. Teoria e historia, Pamplona, Eunsa, 1995 Pinto Molina, M. (1991), Análisis documental: fundamentos y procedimientos, Madrid, Eudema. Ribeiro, Fernanda (2003), O acesso à informação nos arquivos, 2 volumes, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian / Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Rousseau, Jean-Yves, et al. (1998), Os fundamentos da disciplina arquivística, Lisboa, Dom Quixote Silva, Armando Malheiro da (2006), A Informação. Da compreensão do fenómeno e construção do objecto científico, Porto, Ed. Afrontamento.
Bibliografia Opcional
AA.VV. (2004), Olhares cruzados entre arquivistas e historiadores, Lisboa, IAN/TT. AA.VV (1985),Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas - A Informação em Tempo de Mudança - Actas, 2 vols., Porto, BAD. Alves, Ivone, et al. (1993), Dicionário de terminologia arquivística, Lisboa, Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro. Barthes, Roland (2012), A Câmara Clara, Lisboa, Ed. 70 (reedição). Carrión Gúties, Manuel (2002), Manual de Bibliotecas, Madrid, Fundación Germán Sánchez Ruipérez. Eco, Umberto (2002), A Biblioteca, Lisboa, Difel (5.ª edição). Eco, Umberto (1980), Como se faz uma tese em ciências humanas, Lisboa, Presença. Guinchat, Claire e Menou, Michel (1985), Introduction générale aux sciences et techniques de l'information et de la documentation, Paris, Presses de l'UNESCO. Hildesheimer, Françoise (1984), Les archives? Pourquoi ? Comment ?, Paris Éditions de l´Érudit. Leal, Maria José da Silva e Pereira, Miriam Halpern, coord. (1988), Arquivo e Historiografia. Colóquio sobre as fontes da História Contemporânea portuguesa, Lisboa, INCM. Lodolini, E. (1986), Archivistica. Principi e problemi, Milão, Franco Angeli (3.ª ed). Mattoso, José (1988), A Escrita da História. Teoria e métodos, Lisboa, Editorial Estampa Mban, Albert (2007), Les problèmes des archives en Afrique : à quand la solution?, Paris,L'Harmattan. McGarry, Kelvin J. (1984), Da documentação à informação: um contexto em evolução, Lisboa, Ed.Presença Pavão, Luís (1997), Conservação de Colecções de Fotografia, Lisboa, Dinalivros. Poulain, Marine, dir. (1992), Les bibliothèques publiques en Europe, Paris, Edition du Cercle de la Librairie. Serrão, Joel, coord. (1984-1985), Roteiro de Fontes da História Portuguesa Contemporânea, 3 Volumes, Lisboa, Instituto Nacional de Investigação Científica. Silva, Armando Malheiro da; Ribeiro, Fernanda; Ramos, Júlio e Real, Manuel Luís, (1999), Arquivística. Teoria e prática de uma ciência da informação, Porto, Afrontamento. Sontag, Susan (1986), Ensaios sobre fotografia, Lisboa, D. Quixote. Traniello, Paolo (1997), La Biblioteca Pubblica. Storia di un istituto nell?Europa contemporanea, Bolonha, il Mulino.
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Docentes
Nuno de Almeida Alves
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade visa fornecer aos alunos(as) competências práticas de aplicação da análise de conteúdo recorrendo a um programa informático especializado: MAXQDA.
Programa
1.A análise de conteúdo 1.1 Introdução. Estratégias de análise de conteúdo. Comparação da análise de conteúdo clássica com a grounded theory. 1.2 A questão da amostragem na seleção dos documentos a tratar. As etapas na realização da análise de conteúdo. As vantagens e desvantagens da análise de conteúdo. Aplicações da análise de conteúdo. Fiabilidade e validade na análise de conteúdo. 2. A utilização do software MAXQDA na análise de diversos tipos de dados qualitativos. 2.1 Etapas, processos e tarefas na utilização do MAXQDA: estrutura de codificação; labels; contagens; 3. Apresentação de resultados e publicação de estudos com análise de conteúdo 3.1 Produção de um codebook de apresentação dos resultados: excertos, contagens, proporções, nuvens de palavras, 3.2 Publicação dos resultados em diferentes tipos de publicações
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de ficha de leitura (30%); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bryman, A. (2012). Social Research Methods. Oxford: Oxford University Press
Denzin, N.K., & Lincoln, Y.S. (2000). Handbook of Qualitative Research. London: Sage.
MAXQDA 12 Reference Manual, Verbi Software, Berlin
Bibliografia Opcional
Duarte, Vera (2015), "Delinquência Juvenil feminina a várias vozes. Contributos para a contrução de uma tipologia de percursos transgressivos", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 49-66.
Gomes, Rui Telmo (2014), "O pessoal está interessado numa tour". Ritos de procrastinação das cenas musicais underground", Sociologia, Problemas e Práticas 76, pp.51-68.
Lemos, Valter e Anabela Serrão (2015), "O impacto político do PISA em Portugal através dos media", Sociologia, Problemas e Práticas 78, pp. 87-104.
Nunes, Ana Rita e Sara Falcão Casaca (2015), "As mulheres perante o desafio de uma carreira internacional", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 77-94.
Silveira, Liane (2015), "Eu sou os olhos dela. As babás nas imagens, na praça ou na etnografia do olhar", Sociologia, Problemas e Práticas 77, pp. 95-111.
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Docentes
Nuno de Almeida Alves
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
A UC de Análise de Indicadores Estatísticos tem como objetivos proporcionar aos estudantes, através da realização de atividades práticas, o desenvolvimento de competências de avaliação e utilização de fontes estatísticas, tomando como referência o trabalho de investigação científica e de redação dos respetivos produtos. Pretende-se dotar os alunos das competências que lhes permitam ler, interpretar e usar de forma informada as estatísticas disponíveis em diversas das suas áreas fundamentais.
Programa
CP1. O sistema estatístico nacional e internacional (Instituto Nacional de Estatística e órgãos de competências delegadas; Organismos das Nações Unidas, Eurostat, OCDE); Métodos e amplitude da recolha de informação. CP2. Recenseamento da população e estatísticas demográficas; CP3. Educação: Sistema de ensino, recenseamentos escolares e qualificações da população; CP4. PIB, rendimentos, proteção social e desigualdades sociais; CP5. Trabalho, emprego e grupos profissionais; CP5. Ciência, tecnologia e sociedade do conhecimento; CP6. Indicadores compósitos: índice de desenvolvimento humano; CP7. Dos indicadores estatísticos à investigação sociológica. Articulação das estatísticas oficiais com a utilização de bases de dados internacionais Eurobarometer, EVS, IPPS, ESS.
Processo de Avaliação
A avaliação é 1) periódica ou 2) final. 1) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base na execução de apresentação oral individual em sala de aula (30%) (caso a turma seja grande será proposta uma alternativa); e de um trabalho individual de análise de indicadores estatísticos (70% da nota final); 2) Avaliação por exame final de 1ª ou 2ª época (a 1ª época é restrita aos alunos que optaram pela avaliação final); o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bacelar, Sérgio, Para uma Sociologia da Produção Estatística: virtualidades duma leitura sintomática da informação estatística, Lisboa, INE. Carrilho, Maria José, População Activa: conceito e extensão através dos censos, Lisboa, INE. Ferreira, Maria João e Isabel Tavares, Notas sobre a História da Estatística, Dossiers Didácticos, VI, Lisboa, INE. Freire, João (1999), Problemas técnico-metodológicos em inquéritos sociológicos: a propósito de questões de valores e orientações dos sujeitos em matéria sócio-económica, Revista Crítica de Ciências Sociais, 55, pp. 37-51. Ramos, Pedro M.G. N. (2013), Torturem os Números que Eles Confessam, Coimbra: Almedina. Silva, Ana Alexandrino (2006), Gráficos e Mapas - representação de informação estatística, Lisboa, Lidel. Sousa, Fernando (1995), História da Estatística em Portugal, Lisboa, INE.
Bibliografia Opcional
Páginas Web e bases de dados
Bases de Dados de Informação Estatística: http://www.ine.pt http://www.oecd.org http://epp.eurostat.ec.europa.eu/portal/page/portal/eurostat/home/ http://www.unesco.org http://www.ilo.org http://www.eurofound.europa.eu/ http://www.apis.ics.ul.pt/ http://zacat.gesis.org/webview/
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Docentes
Inês Pereira
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
A presente disciplina visa discutir e potenciar a utilização sociológica do conceito de rede, visto como uma poderosa ferramenta teórica e metodológica. Neste sentido, combina uma reflexão teórico-analítica sobre o conceito de rede com a apresentação de estratégicas metodológicas de análise de redes sociais. Serão apresentados algumas aplicações informáticas específicas para a análise de redes, bem como algumas medidas estatísticas de análise de redes sociais, algo que será complementado com indicações bibliográficas e referências a pesquisas realizadas neste âmbito.
Programa
1. Rede Social: conceito e noções básicas 2. Aproximações teóricas com recurso à metáfora da rede - um guia 3. Apropriações metodológicas da análise de redes 4. Análise estatística de redes sociais? uma introdução 5. Representações gráficas: grafos e matrizes 6. Medidas analíticas básicas: coesão, envolvimento e subgrupos
Processo de Avaliação
Um trabalho individual que utilize teórica e metodologicamente o conceito de rede. O trabalho deve ter uma componente empírica, e nas aulas haverá oportunidade para desenvolver algumas das tarefas requeridas. Haverá também uma sessão individual com a docente de preparação do trabalho. O trabalho, na sua versão escrita, deve ter 10 a 20 páginas, excluindo anexos.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Wellman, Barry (1998), ?From Little Boxes to Loosely-Bounded Networks: The Privatization and Domestication of Community?, (Abril 2001)
Hanneman, Robert (2001), Introduction to social network methods, dept. of Sociology, University of California, Riverside (online guide)
Granovetter, Mark (1973) ? The strength of weak ties?, American Journal of Sociology, 78 (6)
Castells, Manuel (2000), The Information Age: Economy, Society and Culture, Volume I - The Rise of the Network Society, Oxford, Blackwell (2nd edition - 1997)1)
Bibliografia Opcional
Agier, Michel (1999), ?Réseaux et engagements: les uns avec les autres?, L?invention de la ville, Banlieus, townships, invasions, et favelas, Éditions des archives contemporaines, Paris (pp. 101-130) Fisher, Claude (1982), To Dwell Among Friends: Personal Networks in Town and City, Chicago e Londres, The University of Chicago Press. Hannerz, Ulf, (1980) Exploring the city, inquiries toward and urban anthropology, New York : Columbia University Press
Miranda, David, (2003) ?Em rede?: Algumas questões epistemológicas, em José Rebelo (coord.) Novas Formas de mobilização popular, Porto, Campo das Letras
Pereira, Inês, ?Movimentos em rede, Uma história do Software Livre?, em Cardoso, Gustavo, Rita Espanha (orgs.) (2006), Comunicação e Jornalismo na Era da Informação, Campo dos Media.
Santos, Felix Requena, (1989) ?Los lazos sociales? in Amigos y redes sociales, elementos para una sociologia de la amistad, CIS, Madrid Simmel, Georg (1955) ?The Web of Group Affiliation?, em The Conflict- The Web of Group Affiliation, New York, The Free press Ugarte, David, (2004) 11 M, Redes para ganar una guerra, Icaria, Barcelona Wasserman, Stanley e Katherine Faust, ?Affiliations and Overlapping Subgroups?, in Wasserman, Stanley e Katherine Faust (1994) Social network analysis, methods and applications, Cambridge, University Press Wittek, Rafael, (2003) ?Social capital in organizations, Forms, sources and effects?, summer course: Introduction to Social Network Analysis for Organisation StudiEs?, ISEG
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Docentes
Isabel Oliveira
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Compreender as dinâmicas demográficas que afetam o volume e estrutura da população e as tendências atuais dos fenómenos demográficos. Saber calcular e interpretar os principais indicadores demográficos e projetar a evolução da população em função de cenários prospectivos.
Programa
1. População: volume, estrutura e movimento (natural e migratório). 2. Análise dos fenómenos demográficos: o diagrama de Lexis. 3. Análise da mortalidade: taxas específicas e esperança de vida. 4. Análise da fecundidade: taxas específicas e índice sintético de fecundidade. 5. Análise das migrações: taxas e métodos indiretos. 6. Trajetórias demográficas recentes: hipóteses de evolução da componente natural e migratória. 7. Projeções demográficas: o método das componentes por coortes. 8. Projeção da população sem migrações 9. Projeção da população com migrações.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: teste (60%) e trabalho (40%) Avaliação Final: teste (60%) e trabalho (40%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Preston, S., Patrick H. e M. Guillot, 2001 - Demography: Measuring and Modeling Population Processes, Blackwell, Oxford.
Bibliografia Opcional
Avdeev, A. et al, 2011, "Populations and Demographic Trends of European Countries, 1980-2010", Population 66-1, p9-129.
Bandeira, M.L., 2004 - Demografia. Objecto Teoria e Métodos, Escolar Ed., Lisboa.
INE, 2017 - Projeções de população residente 2015-2018
Lanzieri, J.P., 2011 - Fewer, older and multicultural? Projections of the EU populations by foreign/national background
Nazareth, J.M., 2004 - Demografia. A Ciência da População, Ed. Presença, Lisboa.
Pintassilgo, S.C. e M.B. Bandeira, 2018 - Introdução à Demografia. Trabalhos Práticos, Escolar Ed., Lisboa.
Siegel, J.S. e D.A. Swanson, 2004 - The Methods and Materials of Demography, Elsevier, San Diego.
United Nations, 2017 - World Population Prospects
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Docentes
Maria Luísa Tiago de Oliveira
Departamento de História
Objectivos
A UC visa apresentar os fundamentos básicos (teóricos e práticos) da História Oral e conseguir que os alunos aprendam a fazê-la.
Programa
1. A História Oral como saber reconhecido: 1.1. A emergência e a afirmação da História Oral. 1.2. Tradições orais. 1.3. Tipologias e problemáticas da memória colectiva. 1.4. História Oral e fontes orais em arquivos e museus. 1.5. A situação da História Oral em Portugal. 2. A prática da História Oral: 2.1. Especificidades das fontes orais. 2.2. A inter-relação entre o entrevistador e o entrevistado. 2.3. Técnicas de entrevista. 2.4. Tipos de entrevistas. 2.5. A construção de perguntas. 2.6. Perfis de entrevistados. 2.7. Tipos de transcrição ou fichagem. 2.8. Utilização e crítica das fontes orais. 2.9. Problemas de confidencialidade: direito à informação ou direito à privacidade?
Processo de Avaliação
A avaliação periódica consite num dossier sobre um tema com: problemática; grelha de entrevista; 3 perfis; transcrição/fichagem de 5 mn de uma entrevista; comentário dessa entrevista; reflexão final com análise da contribuição da história oral para o estudo do problema.
Em alternativa, haverá exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BURGUESS, Robert G. (1997) A pesquisa de terreno. Uma introdução, Oeiras, Celta Editora DESCAMPS, Florence (2001) L'historien, l'archiviste et le magnétophone. De la constitution de la source orale à son exploitation, Paris, Ministère de l'Économie, des Finances et de l'Industrie. GHIGLIONE, Rodolphe e MATALON, Benjamin (1992) O inquérito. Teoria e prática, Lisboa, Celta Editora OLIVEIRA, Luísa Tiago de (2010) "A História Oral em Portugal", Sociologia. Problemas e Práticas, 63, pp. 139-56. Acessível em http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/spp/n63/n63a08.pdf POIRIER, Jean, CLAPIER-VALLADON, Simone e RAYBAUT, Paul (1995) Histórias de vida. Teoria e prática, Oeiras, Celta Editora RITCHIE, Donald A. (2011) The Oxford Handbook of Oral History. Oxford University Press TRAVERSO, Enzo (2012) O Passado, modos de usar. História, Memória e Política, Lisboa, Edições Unipop
Bibliografia Opcional
AROSTEGUI, Julio (2004) La historia vivida. Sobre la Historia del Presente, Madrid, Alianza Editorial, 1ª parte BAWM, Willa K. (1991) Transcribing and editing Oral History, Walnut Creek, Altamira Press BEBIANO, Rui (2003) "Temas e problemas da história do presente", in A História Tal Qual se Faz, org. de José d' Encarnação, Lisboa, Edições Colibri / Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, pp. 225-236 BERTAUX, Daniel (1997) Les récits de vie: perspective ethnosociologique, Paris, Nathan BERTAUX, Daniel (org.) (1981) Biography and society. The Life History approach in the Social Science, London, Sage BOURDIEU, Pierre (1994) "A ilusão biográfica" in Razões práticas: sobre a teoria da acção, Oeiras, Celta Editora, pp 53-59 CATROGA, Fernando (2001) História, memoria e historiografia, Coimbra, Quarteto CHAVEAU, Agnés e Philippe Tétard, orgs., (1992) Questions à l?histoire des temps présents, Bruxelles, Éditions Complexe COIMBRA, Maria Natércia (1993) "O arquivo de história oral no Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra. Entrevistas: conceito, natureza e direitos de uso e divulgação envolvidos" Cadernos BAD (1), pp. 21-30 CONNERTON, Paul (1993) Como as sociedades recordam, Oeiras, Celta Editora DEXTER, Lewis Anthony (2006) Elite and specialized interviewing, University of Essex (Colchester) - ECPR Press. FENTRESS, James e WICKAM, Chris (1994) Memória social. Novas perspectivas sobre o passado, Lisboa, Teorema FERRAROTTI, Franco (1981) Storia e storia di vita, Roma, Laterza FODDY, William (1996) Como perguntar. Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários, Oeiras, Celta Editora HALBWACHS, Maurice (1968) La mémoire collective, Paris, Presses Universitaires de France (edição original - 1950) HALBWACHS, Maurice (1994) Les cadres sociaux de la mémoire, Paris, Albin Michel (edição original - 1925) HOBSBAWM, Eric e RANGER, Terence (organizadores) (1983) The invention of tradition, Cambridge, Cambridge University Press JENIN, E. (2002) Los trabajos de la memoria, Madrid, Siglo XX JOUTARD, Philippe (1983) Ces voix qui nous viennent du passé, Paris, Hachette LOWENTHAL, David (1985) The past is a foreign country, Cambridge, Cambridge University Press MACKAY, Nancy (2007) Curating Oral Histories. From Interview to Archive, California, Left Coast Press, Inc NAMER, Gerald (1987) Memoire et societé, Paris, Méridiens Klincksiech NORA, Pierre, org., (1986-1992) Les lieux de mémoire, 7 vol, Paris, Gallimard PASSERINI, Luisa (1988) Storia e soggettività. Le fonti orali e la memoria, Florença, La nuova Italia PENEFF, Jean (1990) La méthode biographique: de l´École de Chicago à l'histoire orale, Paris, Armand Collin PORTELLi, Alessando (2013) A morte de Luigi Trastulli e outros ensaios, Lisboa, Edições Unipop REVEL, Jacques (1996) Jeux d'échelles. La micro-analyse à l'expérience, Paris, Gallimard / Le Seuil RICOEUR, Paul (2000) Mémoire, l'histoire, l'oubli, Paris, Seuil RITCHIE, Donald A. (2003) Doing Oral History. A Pratical Guide, 2º edição, Oxford University Press SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1990) The myths we live by, London / New York, Rowtledge SAMUEL, Raphael e Paul Thompson (org.s) (1994) Theatres of memory, London, Verso THOMPSON, Paul (1978) The voice of the past. Oral History, Oxford / London / New York, Oxford University Press VALCUENDE DEL RIO, José María e Susana Narotsky Molledo (orgs.) (2005) Las políticas de la memoria en los sistemas democráticos: poder, cultura y mercado, Sevilha, Federación de Asociaciones de Antropología del Estado Español / Fundación El Monte / Asociación Andaluza de Antropología VANSINA, Ian (1965) Oral tradition as History, Madison / Wisconsin, University of Wisconsin Press VIDIGAL, Luís (1996) Os testemunhos orais na escola: história oral e projectos pedagógicos, Porto, Asa. YOW, Valerie Raleigh (1994) Recording Oral History. A Pratical Guide for Social Scientists, London, Sage Publications
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Docentes
Paulo Miguel Martins
Departamento de História
Objectivos
O objectivo desta disciplina é perspectivar a importância da utilização de imagens como fonte histórica e criar os instrumentos para o seu uso.O Contacto crítico com bibliografia é também relevante. Ao mesmo tempo que se elencam os temas e fontes passíveis de estudo, ou já estudados por diversos historiadores, também se abrem portas para uma aprendizagem concreta do seu uso.Os Sistemas de representação e de presentação, o enquadramento e análise crítica do documento, a constituição de corpus documentais visam uma apropriação dos saberes que começa na tomada de consciência das dificuldades do uso da fonte visual. O objectivo é capacitar o estudante a ter uma autonomia na escolha dos problemas, das fontes e dos média que estudará.
Programa
1. História da relação entre história e imagem. 2. Ver: Materialidade, imaterialidade da imagem Módulo. 3. O problema da representação. 3.1. Linguagens, contextos. 3.2. Símbolos, Mitologias. 4. A imagem como fonte. 4.1. O comentário do Documento iconográfico. 4.2. Difusão da imagem e sua Importância como fonte histórica. 4.3. A constituição de Corpus. 5. Estudos de caso 5.1. A Iconografia do Poder. 5.2. Simbólica da Nação. 5.3. Denegrir e Marginalizar. 5.4. Imagem: encontros e desencontros culturais. 5.5. Simbólica do Movimento Operário. 5.6. Representações do Espaço habitado ou explorado.(Paisagens, vistas, perspectivas, planos e mapas. 5.7. Propaganda e publicidade. 5.8. Imagem e identidade. 6. A imagem de conteúdo Histórico. 6.1. Cinema Histórico. 6.2. Banda Desenhada e História. 7. Balanço da Aprendizagem.
Processo de Avaliação
Avaliação correspondendo aos principais objectivos do curso.1 centrada na capacidade de compreensão e crítica da historiografia existente.2 momento duas fases. Escolha de tema e apresentação na aula. Realização do trabalho escolhido escrito. O objectivo é obter a autonomia da organização do trabalho, a comunicação oral e escrita dos resultados e a sua discussão com o professor e o grupo. A integração dos resultados da discussão. A escolha é feita com o professor em entrevista no gabinete.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. França, José Augusto, "História e Imagem", comunicação feita em Assembleia Geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Annais da Academia Portuguesa de História. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. Guigueno, Vincent, Delage, Christian, L'ouvrage, l'historien et le film, Gallimard, Paris, 2004 Duprat, Annie, Images et histoire: outils et méthods des Documents iconographiques,Paris, 2006. Barros, José d'Assunção," Cinema e história- as funções do cinema como agente, fonte e representação da História" em Ler História nº 52, 2007.
Bibliografia Opcional
AA.VV. Image et Histoire, Actas do colóquio de Paris/Censier, Publications de la Sorbonne, 1987. Agulhon Maurice, « Les Symboles figurés dans la propagande du mouvement ouvrier français de 1880 à 1914 », em La cultura operaria nella società industrializzata », Mezzosecolo, n.º 5, 1985. Agulhon, Maurice, La Marianne au Combat, l?imagerie et la Symbolique Républicaine , Flamarion , Paris 1979. Barthes, Roland, A Câmara clara, ed. 70 Barthes, Roland, L?Empire des Signes, Skira- Les Sentiers de La Création, Flammarion, Paris, 1980. Berger, John, Modos de ver, Arte e Comunicação, ed. 70, Lisboa, 1980. Bianco, Bela Feldman,Leite L. Miriam,(org.) Desafios da Imagem, São Paulo, 1998/2005. Bonnell, Victoria, Iconography of Power: Soviet Political Poster under Lenin and Stalin, Califórnia UP, 1997. Caetano, Carlos, A Ribeira de Lisboa Na Época da Expansão Portuguesa (Séculos XV a XVIII). Pandora, Lisboa, 2004. Campbell, Hughs, ? Photographing Urban America 1969-1979: From Garry Winogrand?s Glance to Stephen Shore?s Gaze. Sessão 38 , Visionary Urbanism: Photographic, Filmic and Digital Representation, Congresso de Associação Europeia de História Urbana, Estocolmo , 2006. http://www.historia.su.urbanhistory/eauh/specialistabstract2.htm Carvalho, José Murilho, A Formação das Almas, 1990. Cassange, Sophie, Delporte, Christian, Miroux, George, Turrel, Denise, Le commentaire, de Document, iconographique en Histoire, Paris, Elipses, 1996. Clark, Keneth, Hall?s Dictionary of subjects & Symboles in Art, 1974. Cloqué, Louis, traité de Perspective pittoresque, avant 1930. Dias, Helena, Alegria, Maria Fernanda, ?Lisboa na Produção Cartográfica Portuguesa e Holandesa dos séculos XVI e XVII?, Revista Penélope, n.º 13, 1994. pp. 55/69. França, José Augusto, ? História e Imagem?, comunicação feita em Assembleia-geral ordinária de 28 de Maio de 1976, Anais da Academia Portuguesa de História. Freund, Gisèle, Photographie et Société, Paris, 1974.Edição espanhola, La Fotografia como documento social, Gil y Gil Madrid 1976. Gaskell, George e Bauer, Martin, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som: um Manual Prático. Gaskell, Ivan « História das imagens », in Peter Burke, A Escrita da História Novas Perspectivas, São Paulo, 1992. George Duby et Jacques Le Goff, « Document Artistique e Histoire » Table Ronde em Francastel et Après Giesey-, Ralph, « Modèles de Pouvoir dans les Rites Royaux en France », em Annales, Economie, Société et Culture ,n.º 3, pp. 579-599. Guillerme, J. L?atelier du temps, Essay sur l?alteration des peintures, Humaine, Paris, 1954 Guinzburg, Carlo, Mitos, Emblemas, Sinais, Morfologia e Históra, Companhia das letras, São Paulo, 1990. Isaacs, Anne Catherine, Histoire, Images, Imaginaire, Clio´s workshops. Pisa, 2002. Lynch, Kevin, A imagem da Cidade, Lisboa, Ed. 70, 1976. Panovsky, Dora and Erwin, Pandora?s Box, The Changing Aspects of a Mythical Symbol, Princeton UP, 1978. Panovsky, Erwin, ? Contribution au problème de la description des oeuvres appartenant aux Arts plastiques et à celui de l'interprétation de leur contenu » em La perspective comme forme Symbolique, Paris, Editions Minuit, 1975. Panovsky, Erwin, Estudos de Iconologia : Temas Humanísticos na Arte do Renascimento, Lisboa, Estampa, 1982. Philibert Myriam, Dictionnaire illustré des Mythologies, ed. Lodi, Paris,2001. Pinheiro, Magda, O Liberalismo nos espaços Públicos, A memória das Revoluções Liberais através dos Monumentos que a Celébram, Celta, Oeiras, 2000. Pinheiro, Nuno, Classes populares e Fotografia, tese de Mestrado, ISCTE. Pinheiro, Nuno, em Eunice Relvas, Maria João Vaz e Nuno Pinheiro, org. Exclusão na História, Oeiras, 2001. Pinheiro, Nuno, O Teatro da Sociedade, Tese de Doutoramento, cehcp, 2006 Schwarcz, Lilia Moritz, As Barbas do Imperador, São Paulo, 1999. Reynero, Carlos, La escultura Comemorativa en Espanha, La Edad de oro del Monumento Público, 1820-1914, Madrid, 1999. Senos, Nuno, O Paço da Ribeira, 1501-1581, ed. Notícias, Lisboa , 2002
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Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo desenvolver métodos de dependência contemplando duas situações de investigação de grande aplicação na área das Ciências Sociais e Humanas. São analisados designs complexos nos quais são testados modelos com efeitos de moderação e efeitos de mediação. São realizadas aplicações através de Regressão Linear Múltipla e Regressão Logística. A apresentação dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo situações de análise com apoio de um software de Estatística (SPSS) e da macro PROCESS (Hayes, 2018).
Programa
1. Modelação: moderação e mediação 1.1 Moderação: efeito de interação 1.2 Mediação: cadeia de efeitos 1.3 Análise de artigos com moderação e mediação 2. Modelação de moderação via Regressão Linear (OLS) 2.1 OLS com efeitos principais e efeitos de interação 2.2 Moderadora quantitativa 2.3 Moderadora categorizada 2.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 2.5 Reportar resultados em tese/artigo 3. Modelação de mediação via OLS 3.1 Mediadora quantitativa 3.2 Estimar e testar efeito indireto via bootstrapping 3.3 Mediação parcial e total 3.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 3.5 Reportar resultados em tese/artigo 4. Modelação via Regressão Logística 4.1 Apresentação do modelo 4.2 Condições de aplicabilidade 4.3 Parâmetros do modelo 4.4 Aplicação com software 4.5 Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: 1. Exercício individual (65%) 2. Trabalho de grupo (35%).
Condições: 1. Nota mínima no exercício individual: 8,0 valores 2. Nota mínima no trabalho: 10 valores
A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação eriódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baron, R e Kenny D. (1986). The Moderator-Mediator Variable Distinction in Social Psychological research: Conceptual, Strategic and Statistical Considerations, Journal of Personality and Social Psychology, 51, 1173-1182. Frazier, P. A., Tix, A. P. e Barron, K. E. (2004). Testing moderator and mediator effects in counselling psychology research. Journal of Counselling Psychology, 51(1), 115-134. Hayes, A. F. (2012). PROCESS: a versatile computational tool for observed variable mediation, moderation, and conditional process modeling. MacKinnon, D. P., Fairchild, A. J. e Fritz, M. S. (2007). Mediation analysis. Annual Review of Psychology, 58, 593-614. Maroco, J. (2010). Análise Estatística com o PASW Statistics (ex-SPSS), Pero Pinheiro. Pampel, F. (2000). Logistic Regression, Sage Publications. Passos, A. e Caetano, A. (2005). Exploring the effects of intragroup conflict and past performance feedback on team effectiveness, Journal of Managerial Psychology 20, 3/4, 231-244.
Bibliografia Opcional
Aiken, L., Stephen G. (1991). Multiple Regression: Testing and interpreting interactions, Newbury Park, Sage publications.
Calheiros, M. M. (2006). A construção social do mau trato e negligência: do senso-comum ao conhecimento científico. ed. 1, ISBN: ISBN 972-31-1132, Coimbra: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e Tecnologia. Imprensa de Coimbra Lda.
Cohen, J., Cohen P., West S. e Aiken L. (2003). Applied Multiple Regression/Correlation. Analysis for the Behavioral Sciences, Mahawh: Laurence Erlbaum, 3ª ed.
Hair, J., Black, W. Babin, B. e Anderson, R. (2009). Multivariate Data Analysis, 7ª ed., Prentice-Hall International, Inc.
Preacher, K. J. e Hayes, A. F (2008). Asymptotic and resampling strategies for assessing and comparing indirect effects in multiple mediator models, Behavior Research Methods, 40 (3), 879-891, http://quantpsy.org/pubs/preacher_hayes_2008b.pdf.
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª.
Important links:
Kenny, D. A. (2011). Moderation http://davidakenny.net/cm/moderation.htm Kenny, D. A. (2012). Mediation, http://davidakenny.net/cm/mediate.htm
Jose, P.E. (2013). ModGraph-I: A programme to compute cell means for the graphical display of moderational analyses: The internet version, Version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/modgraph/
Jose, P. E. (2013) MedGraph-I: A programme to graphically depict mediation among three variables: The internet version, version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/medgraph/
On-line data bases:
The European Social Survey (ESS): http://www.europeansocialsurvey.org/.
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Docentes
Pedro Pereira Neto
Departamento de Sociologia
Objectivos
Problematizar a panóplia de oferta de métodos, indicando as suas respectivas vantagens e desvantagens, forças e fraquezas, profundidades e propósitos.
Programa
1 A análise de conteúdo aplicada aos media na sociedade em rede: contexto, desafios, problemas e soluções 2 Limitações da dicotomia análise quantitativa/qualitativa: holismo e contextualização 3 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de imprensa 4 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de rádio 5 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de televisão 6 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de fotografia 7 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de cinema 8 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de som 9 Apresentação e discussão de um estudo de caso de análise de conteúdo de media nativos digitais 10 Seminário de apresentação/discussão do trabalho desenvolvido pelos alunos
Processo de Avaliação
Um trabalho final, entregue no fim do semestre, de uma das seguintes modalidades: a) ensaio ou trabalho de aprofundamento temático; b) projecto de pesquisa/análise, ou de estudo de caso.
A nota final terá como base o seguinte cálculo: a) trabalho individual: 80% b) participação em aula: 20%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Berger, A. (2010), Media and Communication Research Methods: an Introduction to Qualitative and Quantitative Approaches, Sage. Deacon, D., Pickering, M., Golding, P., Murdock, G. (2007), Researching Communications: A Practical Guide to Methods in Media and Cultural Analysis, Bloomsbury Publishing. Hansen, A., Cottle, S., Negrine, R., Newboldm, C. (1998), Mass Communication Research Methods, MacMillan. Lorio, S. (2003), Qualitative Research into Journalism: Taking it to the Streets, Lawrence Erlbaum Associates Inc. Lombard, M., Synder-Duch, J., Bracken, C. C. (2003), “Content analysis in mass communication: assessment and reporting of intercoder reliability”, Human Communication Research, 29, 469-472. O'Sullivan, T., Dutton, B., Rayner, P. (1994), Studying the media : an introduction, Edward Arnold. Riffe, D., Lacy, S., Fico, F. (1998), Analysing media messages: Using quantitative content analysis in research, Erlbaum. Selby, K., Cowdery, R. (1995), How to study television, Macmillan.
Bibliografia Opcional
Belo, A., Cardoso, G., Silveira, J. (2011), Telejornais no Início do Século XXI, Colibri. Berger, A. (1991), Media research techniques, Sage. Brandão, N. (2005), Prime Time, Casa das Letras. Brandão, N. (2010), As notícias nos Telejornais, Guerra & Paz. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), As noticias da RTP1, SIC, TVI e o on-line,OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr6.pdf. Cardoso, G., Amaral, S. (2006), Ficção, Notícias e Entretenimento: As idades da TV em Portugal, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr4.pdf. Cardoso, G., Gomes. M., Neto, P., Santos, S., Calado, V., Amaral, S. (2006), O Jornalismo hoje: uma análise de 14 redacções de TV, Rádio e Jornais, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=29&fileName=rr1.pdf. Cheta, R., Aboim, S., Cardoso,. G., Espanha, R. (2007), Era uma vez...fábulas, romances, quotidianos: Imagens da vida privada nas telenovelas portuguesas, OberCom, http://www.obercom.pt/client/?newsId=30&fileName=wr_12.pdf. Cordeiro, P. (2010), A rádio e as indústrias culturais: estratégias de programação na transição para o digital, Livros Horizonte.
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Docentes
Tiago Lapa
Departamento de Sociologia
Objectivos
O objetivo da Unidade Curricular é dotar os discentes de competências que permitam o uso reflexivo de diferentes estratégias metodológicas na pesquisa online e as suas potencialidades e limitações. A UC debruça-se sobre os debates atuais em torno da inquirição online e as várias ferramentas disponíveis, desde o acesso a dados estatísticos, ao desenho da pesquisa online, às técnicas etnográficas ou à construção e aplicação de um inquérito online. As questões éticas são um outro tópico relevante.
Programa
Temas abordados: CP1. Abordagem multi-disciplinar à pesquisa social online. Formas de conhecimento e a pesquisa na Web. CP2. O desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais. CP3. Nova realidade, novos métodos? Novas metodologias e técnicas com recurso às TIC. CP4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede. CP5. Articulação dos métodos de investigação online com outros recursos: Estatísticas e Bases de Dados CP6. Análise quantitativa online: possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados. Introdução às ferramentas de análise de dados. CP7. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?. CP8. Utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização de dados secundários recolhidos online. As redes globais de investigação. CP9. Análise de redes, Webmetrics e a geografia da Internet. CP10. Princípios éticos na pesquisa online.
Processo de Avaliação
1) Realização das leituras seleccionadas para cada aula; 2) Realização de dois trabalhos: - um individual baseado na leitura de artigo - um trabalho de grupo ou individual de perfil mais aprofundado numa das seguintes modalidades: a) Ensaio; b) Trabalho de aprofundamento temático; c) Projecto de pesquisa; d) Análise de documento, caso, situação ou problema; A nota final terá como base o seguinte cálculo: Trabalho Individual: 45% Trabalho de Grupo: 45% Participação: 10%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Almeida, João Ferreira de, Pinto, José Madureira (1982), A investigação nas ciências sociais, Lisboa, Presença Baym, N. K. (2005). Introduction: Internet research as it isn?t, is, could be, and should be. The Information Society, 21, 229-239. Cardoso, Gustavo (1998) Para uma Sociologia do Ciberespaço: comunidades virtuais em português, Oeiras, Celta Editora. Cardoso, Gustavo, Cheong, Angus, Cole, Jeffrey (eds.) (2009), World Wide Internet: Changing Societies, Economies and Cultures. University of Macau Press, SAR Macau. Disponível Online: http://www.lini-research.org/np4/?newsId=11&fileName=WWI_WIPBook.pdf Ghiglione, Rodolphe, e Benjamin Matalon (1992), O Inquérito. Teoria e Prática, Oeiras, Celta Editora Johns., M. D., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.) (2003), Online social research. New York: Peter Lang. Markham, A. N. e N. K. Baym (Eds.) (2009), Internet inquiry: Conversations about method. Thousand Oaks, CA: Sage.
Bibliografia Opcional
1. Formas de conhecimento em Ciências Sociais e a pesquisa nas redes e na Internet.
Almeida, João Ferreira de (2007), Velhos e Novos Aspectos da Epistemologia Das Ciências Sociais, Sociologia, Problemas e Práticas, nº 55, pp.11-24
Black, T. R. (1993). Evaluating social science research: an introduction. London, Sage.
Dretske, Fred. Knowledge and the Flow of Information. Cambridge: MIT Press, 1981.
Hine, C. (2006). Virtual methods: Issues in social research on the Internet. Oxford: Berg.
Moses, Jonathan e Knutsen, T. (2007), Ways of Knowing: Competing Methodologies in Social and Political Research, Palgrave Macmillan
2. Desenvolvimento das questões de pesquisa sobre a relação entre a Internet e a Sociedade. Formulação e avaliação crítica dos desafios do desenho da pesquisa em ambientes mediados e virtuais.
Jones, S. (1999). Doing Internet research: Critical issues and methods for examining the Net. Thousand Oaks, CA, Sage.
Miller, D. e Neil J. Salkind (2002) Handbook of Research Design and Social Measurement, Sage
Ragin, C. C. (1994). Constructing social research : the unity and diversity of method. Thousand Oaks, Calif. ; London, Pine Forge Press.
3. Nova realidade, novos métodos?
Hesse-Biber, S. N. & P. Leavy (Orgs.) (2008), Handbook of emergent methods, Nova Iorque: Guilford Press.
Murthy, D. (2008). An examination of the use of new technologies for social research. Sociology, 42, 837-855.
Travers, M. (2009). New methods, old problems: A skeptical view of innovation in qualitative research. Qualitative Research, 9, 161-179.
4. Entrando no terreno virtual: trabalho etnográfico, inquérito por entrevista e ?Focus Groups? na rede.
Baym, N. K. (2009). Question six: What constitutes quality in qualitative Internet research? In, A. N. Markham, N. K. Baym (Eds.), Internet inquiry: Conversations about method (pp. 173-189). Thousand Oaks, CA: Sage.
Garcia, A. C., Standlee, A. I., Bechkoff, J., & Cui, Y. (2009). Ethnographic approaches to the Internet and computer-mediated communication. Journal of Contemporary Ethnography, 38, 52-84.
Kazmer, M. M., & Xie, B. (2008). Qualitative interviewing in Internet studies: Playing with the media, playing with the method. Information, Communication & Society, 11, 257-278.
Mann, C., & Stewart, F. (2000). Internet communication and qualitative research: A handbook for researching online. Thousand Oaks, Ca: Sage.
Murray, C. D., & Sixsmith, J. (1998). E-mail: A qualitative research medium for interviewing? International Journal of Social Research Methodology: Theory & Practice, 1(2), 103-121.
Robson, K., Williams, M. (2003). Reengineering focus group methodology for the online environment, In M. D. Johns., S. S. Chen., & G. J. Hall (Eds.), Online Social Research (pp. 25-46). New Work: Peter Lang.
Stewart, K., & Williams, M. (2005). Researching online populations: The use of online focus groups for social research. Qualitative Research, 5, 395-416.
Ward, K. J. (1999). Cyber-ethnography and the emergence of the virtually new community. Journal of Information Technology, 14, 95-105.
5. Análise quantitativa online, possibilidades e desafios. Métodos de amostragem e recolha dos dados.
Coomber, R. (1997) 'Using the Internet for Survey Research' Sociological Research Online, vol. 2, no. 2. Disponível Online: http://www.socresonline.org.uk/2/2/2.html
Sills, Stephen e Song, Chunyan (2002). Innovations in Survey Research: An Application of Web-Based Surveys, Social Science Computer Review, vol. 20 no. 1, pp. 22-30.
Reynolds, R. A., Woods, R., & Baker, J. D. (Orgs.) (2007), Handbook of research on electronic surveys and measurements (pp. 264-268). Hershey, PA: Idea Group.
Schmidt, William C. (1997) World-Wide Web survey research: Benefits, potential problems, and solutions, Behavior Research Methods, Instruments, & Computers, 29 (2), 274-279. Disponível Online: http://www.springerlink.com/content/f5l606k0t4058k47/fulltext.pdf
6. Fiabilidade e validade dos dados obtidos online face às formas de recolha ?offline?.
Best, S. J., & Kruger, B. (2002). New approaches to assessing opinion: The prospects for electronic mail surveys. International Journal of Public Opinion Research, 14, 73-92.
Couper, M. P., Kapteyn, A., Schonlau, M., & Winter, J. (2007). Noncoverage and nonresponse in an Internet survey. Social Science Research, 36, 131-148.
Dillman, D. A., Phelps, G., Tortora, R., Swift, K., Kohrell, J., Berck, J., & Messer, B. L. (2009). Response rate and measurement differences in mixed-mode surveys using mail, telephone, interactive voice response (IVR) and the Internet. Social Science Research, 38, 1-18.
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7. O desenho da pesquisa e a utilização de métodos mistos. Fontes de informação e a utilização secundária de dados recolhidos na Internet. As redes globais de investigação e a comparação internacional de dados.
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Docentes
Graça Índias Cordeiro
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Apresentar os procedimentos teóricos e metodológicos que sustentam o processo de pesquisa etnográfica, promover uma reflexão crítica sobre os mesmos e incentivar a sua prática no âmbito das investigações em curso.
Programa
CP1 Etnografia e trabalho de campo na história das ciências sociais. CP2 Terrenos para a pesquisa CP3 Observar e registar CP4 Conversar e entrevistar CP5 Descrever, analisar, interpretar CP6 Investigar eticamente CP7 Apresentação e discussão de casos.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica consta de 3 momentos de avaliação:
1. Participação nas discussões em aula (20%); 2. Ensaio final (60%); 3. Discussão do trabalho final (20%)
Alternativamente, exame escrito sobre a totalidade do programa (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007(1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes -Becker, Howard S. 2008(1998) Segredos e truques de pesquisa, Rio de Janeiro: Zahar -Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS -Burgess, Robert G. 1997(1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta -Costa, António F.1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento -Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press -Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company -Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor
Bibliografia Opcional
Agar, Michael H. 1986 Speaking of Ethnography, Beverly Hills: SAGE Atkinson, Paul et alii, 2001 Handbook of Ethnography, London: SAGE Beaud, Stéphane e Weber, Florence, 2007 (1998) Guia para pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos, Rio de Janeiro: Vozes Becker, Howard S. 1998 Tricks of the Trade: How to Think about Your Research While You're Doing It Chicago: University of Chicago Press Blundo, Giorgio e Jean-Pierre de Olivier Sardan, 2003 Pratique de la Description, Paris: EHESS Burgess, Robert G. 1997 (1984) A pesquisa de terreno. Uma introdução. Oeiras: Celta Caria, Telmo, 2003 (org.) Experiência etnográfica em ciências sociais, Porto: Afrontamento Céfaï, Daniel (org.) 2003 L?enquête de terrain, Paris: La Decouverte Costa, António F. 1986, «A pesquisa de terreno em sociologia» in Silva, Augusto S. e Pinto, José M. (ed) Metodologia das Ciências Sociais, Porto: Afrontamento Emerson, Robert M. et alii, 1995 Writing Ethnographic Fieldnotes, Chicago&London: The University of Chicago Press Lofland, John e Lyn H. Lofland, 1995 Analysing Social Settings. A Guide to Qualitative Observation and Analysis, Belmont, California: Wadsworth Publishing Company Malinowski, Bronislaw, 1992 (1922) Argonauts of the Western Pacific, London: Routledge Sanjek, Roger (ed), 1990 Fieldnotes. The Makings of Anthropology, Ithaca and London: Cornell University Press Sardan, Jean-Pierre 2008 La rigueur du qualitatif. Les contraintes empiriques de l?interprétation socio-anthropologique, Louvain-la-Neuve : Bruylant-Academia Velho, Gilberto e Karina Kushnir (orgs.) 2003 Pesquisas Urbanas. Desafios do trabalho antropológico Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Weber, Florence 2009 Manuel de l?ethnographe, Paris: PUF Weiss, Robert S. 1994 Learning from Strangers. The art and Method of Qualitative Interview Studies, New York: Free Press
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Helena Belchior Rocha
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Jorge Manuel Ferreira
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Maria Inês Amaro
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Maria João Pena
Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas
Objectivos
- Estimular o processo de investigação no aluno através de exercícios de aplicação prática. - Acompanhar a construção metodológica da dissertação ou do projecto.
Programa
I.A investigação científica em Serviço Social: 1.Epistemologia em Serviço Social; 2.Serviço Social e Produção do Conhecimento; 3.Especificidades e interdisciplinaridades; 4.Problemas de realismo e teorismo na investigação social e no serviço social; 5.Linhas orientadoras para a elaboração do projecto de pesquisa.
II.Apresentação dos planos de dissertação e projecto: 1.Apresentação e debate em sala e orientações específicas.
Processo de Avaliação
- A avaliação do seminário consiste na realização de um trabalho escrito individual sobre um tema de dissertação ou projecto (10 pág). O trabalho deverá ser basicamente a Apresentação síntese do: tema (em que consiste). Pergunta de partida; Objectivos de investigação; Objecto de estudo; O problema; Conceito do problema; Questões a investigar; Metodologia de pesquisa. - O trabalho final escrito de avaliação deve ser entregue 30 dias após a finalização do semestre correspondente.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
BLAIKIE, Norman. (2000). Designing Social Research. Cambridge. Ed. Polity Press (cap. 4).
GAUTHIER, Benoît (ed). (2003). Investigação Social ? da problemática à colheita de dados. Loures.Ed. Lusodidáctica.
MATINELLI, Maria Lúcia (Org.) (1999). Pesquisa Qualitativa. Um isntigante desafio. Núcleo de estudos e pesquisa sobre identidade ? NEPI. São Paulo. Editora Veras.
MARCONI, Marina de Andrade e LAKATOS, Eva Maria. (2005). Fundamentos de metodologia cientifica. 6ª edição. São Paulo. Editora ATLAS S.A.
OLABUÉNAGA, José I.(1999). Metodologia de la investigación cualitativa. Bilbao. Ed. Universidad de Duesto (cap. 1 e 2).
RUBIN, ALLEN E BABBIE, EARL R. (2008). RESEARCH METHODS FOR SOCIAL WORK. SIXTH EDITION. INTERNATIONAL STUDENT EDITION.USA.
SCHIEFER, Ulrich e als). (2007). Manual de Planeamento e Avaliação de Projectos. Portugal. Ed. PRINCIPIA.
VALLES, Miguel. (2003). Técnicas Cualitativas de Investigación Social. Madrid. Ed. Síntesis.
Bibliografia Opcional
GRAUE, M. Elizabeth and WALSH, Daniel J. (1998). Studing Children in Context. Theories, Methods, and Ethics. Sage Publications. London. Tradução CHAVES, Ana Maria. 2003. Investigação Etnográfica com Crianças: Teorias, Métodos e Ética. Lisboa. Ed. Fundação Calouste Gulbenkian.
PESSANHA, Manuela. (2008). Vulnerabilidade e Resiliência no Desenvolvimento dos indivíduos: Influência da qualidade dos contextos de socialização no desenvolvimento das crianças.
HILL, Manuela Magalhães e HILL, Andrew. (2008). Investigação por questionário. Lisboa. Ed. Sílabo.
VILELAS, José. (2009). Investigação. O processo de construção do conhecimento. Lisboa. Ed. Sílabo.
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Objectivos
- Estimular no aluno o processo de intervenção baseado na metodologia de pesquisa através de exercícios de aplicação prática. - Acompanhar a construção metodológica do projeto.
Programa
I. A intervenção em Serviço Social: 1. Epistemologia em Serviço Social; 2. Serviço Social e Produção do Conhecimento; 3. Especificidades e interdisciplinaridades; 4. O conhecimento para o planeamento de uma intervenção sustentada em Serviço Social; 5. Linhas orientadoras para a elaboração do projeto de intervenção. II. Apresentação dos trabalhos de projeto: 1. Apresentação e debate em sala e orientações específicas.
Processo de Avaliação
- A avaliação do seminário consiste na realização de um trabalho escrito individual sobre um tema de projecto (num máximo de 10 páginas).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Blaikie, Norman. (2000). Designing Social Research. Cambridge. Ed. Polity Press (cap. 4).
Gauthier, Benoît (ed). (2003). Investigação Social - da problemática à colheita de dados. Loures.Ed. Lusodidáctica.
Matinelli, Maria Lúcia (Org.) (1999). Pesquisa Qualitativa. Um isntigante desafio. Núcleo de estudos e pesquisa sobre identidade - NEPI. São Paulo. Editora Veras.
Marconi, Marina de Andrade e Lakatos, Eva Maria. (2005). Fundamentos de metodologia cientifica. 6ª edição. São Paulo. Editora ATLAS S.A.
Olabuénaga, José I.(1999). Metodologia de la investigación cualitativa. Bilbao. Ed. Universidad de Duesto (cap. 1 e 2).
Rubin, Allen e Babbie, Earl R. (2008). Research Methods for Social Work. Sixth Edition. International Student Edition.USA.
Schiefer, Ulrich e als). (2007). Manual de Planeamento e Avaliação de Projectos. Portugal. Ed. PRINCIPIA.
Bibliografia Opcional
Valles, Miguel. (2003). Técnicas Cualitativas de Investigación Social. Madrid. Ed. Síntesis.
Vilelas, José. (2009). Investigação. O processo de construção do conhecimento. Lisboa. Ed. Sílabo.
Pessanha, Manuela. (2008). Vulnerabilidade e Resiliência no Desenvolvimento dos indivíduos: Influência da qualidade dos contextos de socialização no desenvolvimento das crianças.
Hill, Manuela Magalhães e HILL, Andrew. (2008). Investigação por questionário. Lisboa. Ed. Sílabo.
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