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1 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Introdução ao direito e ao sistema jurídico português, sua estrutura e princípios fundamentais; Entendimento da aplicação do direito e interpretação jurídica; Compreensão dos elementos essenciais de ramos jurídicos relevantes para o Serviço Social.
Programa
I. Introdução: Estado, Sociedade e Direito II. A Constituição Social III. O direito internacional enquanto fonte de direito social IV. Os sistemas de protecção social V. O regime jurídico da protecção na parentalidade
Processo de Avaliação
Teste escrito a meio do semestre e prova escrita de exame final. A nota final será o resultado da média dos dois testes, ou, para os alunos que optem por avaliação final será a nota do exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
MENDES, J.Castro, Introdução ao Estudo do Direito, Lisboa, 1984 ANDRADE, J.C.Vieira, Os Direitos Fundamentais na Constituição Portuguesa de 1976, Coimbra, 4ª ed., 2010 (reimp.) NOVAIS, J. Reis, Direitos Sociais - Teoria jurídica dos direitos sociais enquanto direitos fundamentais, Coimbra, 2010. COMBESQUE, M. A. (coord), Introdução aos Direitos do Homem, Lisboa, 1998
Bibliografia Opcional
ABRANTES, J. J., Contrato de Trabalho e Direitos Fundamentais, Coimbra, 2005. ANDRADE, J.C. Vieira, «O ?Direito ao Mínimo de Existência Condigna? como Direito Fundamental a Prestações Estaduais Positivas ? anotação Ac. Tribunal Constitucional nº 509/02, Jurisprudência Constitucional, nº 1, Jan/Mar 2004, 4-29. DAVID, S., Algumas Reflexões sobre o Direito à Segurança Social, Verbo Jurídico, Abril 2002.
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Objectivos
O objectivo fundamental desta UC consiste em fornecer um quadro conceptual que possibilite aos estudantes dominar os pressupostos teóricos e a metodologia de investigação, de um conjunto de temáticas-chave da Psicologia Social e da psicologia social aplicada: estereótipos e conflitos intergrupais; injustiças, desigualdades e vitimização; inclusão e exclusão social. Pretende-se igualmente promover a capacidade de reflexão dos estudantes acerca das implicações práticas de tais temáticas de modo a que sejam capazes de utilizar os conceitos e modelos teóricos da disciplina para analisar problemas sociais da actualidade.
Programa
CP1. Psicologia Social: Perspectiva, Objecto e Método
CP2. A génese dos conflitos intergrupais: teorias e modelos clássicos
CP3. Estereótipos, preconceitos, discriminação: Formas contemporâneas de exclusão social
CP4. Redução dos conflitos intergrupais: modelos e abordagens teóricas.
CP5. Injustiça, desigualdades e vitimização.
CP6. Inclusão social, exclusão social e solidão.
Processo de Avaliação
Regime de avaliação: periódica ou final. Avaliação periódica: 1) Duas frequências individuais (35% cada); 2) Trabalho de grupo: reflexão teoricamente fundamentada de um artigo de jornal, ou um anúncio, com apresentação e debate na turma (25%); 3) Participação num total de 2h de investigações (5%). Aprovação: Mínimo de 8,5 como média das notas das frequências, mas mínimo de 9,5 valores nota final. Avaliação final: Exame final (1ª e/ou 2ª época, 100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Abrams, D., Hogg, M. A., Marques, J.M. (2015). The social psychology of inclusion and exclusion. New York: Psychology Press. Alves, H. (2012). Sobre a descoberta da normatividade injuntiva da expressão da crença no mundo justo - uma aventura em psicologia social. Em Pereira, C. R.,Lopes, R. C. (Eds.), Normas, atitudes e comportamentos sociais (pp. 15-24). Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais. Sutton, R. & Douglas K. (2013). Social psychology. New York: Palgrave MacMillan. Vala, J., & Monteiro, M.B. (orgs.) (2013). Psicologia Social (9.ª ed. revista e atualizada). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
Bibliografia Opcional
Baumeister, R. F., Twenge, J. M., & Nuss, C. K. (2002). Effects of social exclusion on cognitive processes: Anticipated aloneness reduces intelligent thought. Journal of Personality and Social Psychology, 83, 817-827. doi:10.1037/0022-3514.83.4.817 Beelmann, A., & Heinemann, K. S. (2014). Preventing prejudice and improving intergroup attitudes: A meta-analysis of child and adolescent training programs. Journal of Applied Developmental Psychology, 35(1), 10-24. 10.1016/j.appdev.2013.11.002 Benson P. L., Dehority J., Garman L., Hanson E., Hochschwender M., Lebold C., ... Sullivan J. (1980). Intrapersonal correlates of nonspontaneous helping behavior. The Journal of Social Psychology, 110, 87-95. http://dx.doi.org/10.1080/00224545.1980.9924226 Bierhoff H. W. (2002). Prosocial behavior. New York, NY: Psychology Press. Bierhoff H. W., Klein R., & Kramp P. (1991). Evidence for the altruistic personality from data on accident research. Journal of Personality, 59, 263-280. http://dx.doi. org/10.1111/j.1467-6494.1991.tb00776.x Callan, M. J., Kay, A. C., & Dawtry, R. J. (2014). Making sense of misfortune: Deservingness, self-esteem, and patterns of self-defeat. Journal of Personality and Social Psychology, 107(1), 142-162. http://doi.org/10.1037/a0036640 Correia, I, & Vala, J. (2003). Crença no mundo justo e vitimização secundária: O papel moderador da inocência da vítima e da persistência do sofrimento. Análise Psicológica, 21, 341-352. Correia, I, Lopes, A. R., Câmara, P., & Alves, H. V. (aceite). Does injustice reduce cognitive performance? An experimental test. Revista de Psicologia Social, 32:3, 462-481, DOI: 10.1080/02134748.2017.1352168 Correia, I. F. (2000). A teoria da crença no mundo justo e a vitimização secundária: Estudos empíricos e desenvolvimentos teóricos. Psicologia, 14, 253-283. Correia, I., (2010). Psicologia Social da Justiça: Fundamentos e desenvolvimentos teóricos e empíricos. Análise Psicológica, 28, 7-28. Correia, I., Salvado, S., & Alves, H. (2016). Belief in a just world and self-efficacy to promote justice in the world predict helping attitudes, but only among volunteers. The Spanish Journal of Psychology, E28. doi: 10.1017/sjp.2016.29 Cunha, F., Marques, S., & Rodrigues, R. B. (2014). GerAções Lx: Pilot project to decrease ageism and promote a positive self-concept in youngsters and seniors. Journal of Intergenerational Relationships, 12(2). 184-191. DOI: 10.1080/15350770.2014.901018 Elovainio, M., Singh-Manoux, A., Ferrie, J. E., Shipley, M., Gimeno, D., De Vogli, R., ... Kivimäki, M. (2012). Organisational justice and cognitive function in middle-aged employees: The Whitehall II study. Journal of Epidemiology and Community Health, 66, 552-556. doi:10.1136/jech.2010.113407 Fiske, S. T., Cuddy, A. J. C., Glick, P., & Xu, J. (2002). A model of (often mixed) stereotype content: Competence and warmth respectively follow from perceived status and competition. Journal of Personality and Social Psychology, 82, 878-902. Doi: 10.1037/0022-3514.82.6.878. Hawkley, L.C., & Cacioppo, J.T. (2010). Loneliness matters: A theoretical and empirical review of consequences and mechanisms. Annals of Behavioral Medicine, 40, 218-227. Lefevor, G. T., Fowers, B. J., Ahn, S., Lang, S. F. & Cohen, L.M. (2017) To what degree do situational influences explain spontaneous helping behaviour? A meta-analysis. European Review of Social Psychology, 28:1, 227-256, doi: 10.1080/10463283.2017.1367529 Lerner, M. J. (1980). The belief in a just world: A fundamental delusion. New York, NY: Plenum Press. Marques, S., Vauclair, C.M., Rodrigues, R. B., Mendonça, J., Gerardo, F., Cunha, F., Sena, C & Leitão, E. (2014). imAGES: intervention program to prevent ageism in children. Lisboa: Santa Casa da Misericórdia de Lisboa & Leya. Monteiro, M. B., França, D. X., & Rodrigues, R. (2009). The development of intergroup bias in childhood: How social norms can shape children's racial behaviours. International Journal of Psychology, 44, 29-39. doi:10.1080/00207590802057910 Payne, B. K., Brown-Iannuzzi, J. L., Hannay, J. W. (2017). Economic inequality increases risk taking. Proceedings of the National Academy of Sciences, 114 (18) 4643-4648; DOI: 10.1073/pnas.1616453114 Pettigrew, T. F., & Tropp, L. R. (2006). A meta-analytic test of intergroup contact theory. Journal of Personality and Social Psychology, 90(5), 751-783. Doi: 10.1037/0022-3514.90.5.751. Rodrigues, R. B., Monteiro, M. B., & Rutland, A. (2012). O que pensam e dizem crianças portuguesas "Brancas" sobre grupos "raciais"? O papel de duas normas grupais conflituantes na expressão e inibição do preconceito na infância. In J. H. António & V. Policarpo (Eds.), Os imigrantes e a imigração aos olhos dos Portugueses: Manifestações de preconceito e perspectivas sobre a inserção de imigrantes (pp. 185-220). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. ISBN: 978-972-31-1440-9. Rodrigues, R. B., Rutland, A., & Collins, E. (2016). The Multi-Norm Structural Social-Developmental Model of Children's Intergroup Attitudes: Integrating Intergroup-Loyalty and Outgroup Fairness Norms. In Vala, J., Calheiros, M. & Waldzus, S. (Eds.). The Social Developmental Construction of Violence and Intergroup Conflict (pp. 219-246). Newcastle: Springer. ISBN: 978-3-319-42726-3 doi: 10.1007/978-3-319-42727-0_10 Tyler, T., Boeckman, R.J., Smith, H. J., & Huo, Y.J. (1997). Social justice in a diverse society. Colorado: Westview Press Vala, J., Brito, R., & Lopes, D. (1999). Expressões dos racismos em Portugal: Perspectivas psicossociológicas. Lisboa, PT: ICS, Imprensa de Ciências Sociais. Vauclair, C. M., Rodrigues, R. B., Marques, S., Esteves, C., Cunha, F., & Gerardo, F. (2017). Doddering but Dear... Even in the Eyes of Young Children? Age Stereotyping and Prejudice in Childhood and Adolescence. International Journal of Psychology. doi: 10.1002/ijop.12430. Vicente, I. & Correia, I. (2016). Crença no mundo justo, coping e bem-estar em vítimas de bullying. In Lima, M.L., Marques, S., Bernardes, S.F., Pereira, S. (Orgs). Psicologia Social da Saúde Investigação e Intervenção em Portugal (vol 2, 15-28). Lisboa: Edições Sílabo.
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Objectivos
O objetivo fundamental desta Unidade Curricular é dar a conhecer aos alunos de serviço social as teorias e perspetivas da sociologia na abordagem de questões sociais nucleares da atualidade. Procura-se que os alunos reconheçam as ferramentas teóricas e operatórias de que a sociologia dispõe para uma melhor compreensão das condições sociais que enquadram os processos sociais sobre os quais intervêm enquanto profissionais, e reconheçam na sociologia a oportunidade de alargar a visão que têm do mundo do qual fazem parte. No seu quotidiano de trabalho os profissionais de serviço social lidam frequentemente com situações sociais de grande vulnerabilidade e permeabilidade à pobreza e exclusão social. As ferramentas da sociologia ao facilitarem a integração de tais situações nos contextos estruturais que originaram a formação e permanência de desigualdades sociais na sociedade são cruciais para que possam construir caminhos informados e de intervenção social e organizacional.
Programa
I Parte - O Campo da Sociologia 1.1. A Sociologia do Serviço Social: temas e perspetivas 1.2. O pensamento teórico na Sociologia: dilemas teóricos e teorias recentes 1.3. Objeto e método na Sociologia
II Parte - Instituições e mudança social 2.1. Família, gerações e organização da vida pessoal 2.2. Escola, educação e literacia 2.3. Trabalho, emprego, desemprego e inatividade 2.4. Conciliação trabalho e vida familiar: dilemas no cuidado de dependentes 2.5. Comunicação, laços sociais e sociabilidades
III Parte - Desigualdades, diferenciações e discriminações 3.1. Classes sociais e estratificação 3.2. Género e sexualidades 3.3. Pobreza, previdência e exclusão social 3.4. O crime e o desvio 3.5. Etnicidade e identidades culturais
Processo de Avaliação
O sistema de avaliação da unidade curricular materializa-se na combinatória entre duas modalidades de avaliação: periódica e contínua, envolvendo componentes de avaliação individual e em equipa. Concretamente, os alunos integrados no regime de avaliação contínua serão envolvidos nas seguintes três componentes de avaliação: 1) apresentação em grupo (40%); 2) Trabalho individual de pesquisa (60%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Almeida, João Ferreira (org) (1994), Introdução à Sociologia, Lisboa, Universidade Aberta. Costa, António Firmino da (1992), Sociologia, Lisboa, Difusão Cultural. Coster, Michel e Bernadette Bawin-Legros (1998), Introdução à Sociologia, Lisboa, Editorial Estampa. Cruz, Manuel Braga da (2013), Teorias Sociológicas - Os Fundadores e os Clássicos - Antologia de textos, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian. Elias, Norbert (2008), Introdução à Sociologia, Lisboa, Edições 70. Giddens, Anthony (2004), Sociologia, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian (4ª ed.). Javeau, Claude (1998), Lições de Sociologia, Oeiras, Celta Editora. LLewellynm Anne, Lorraine Agu, David Mercer (2008), Sociology for Social Workers, Cambridge, Polity Press. Turner, Jonathan (1999), Sociologia: conceitos e aplicações, São Paulo, Makron Boooks.
Bibliografia Opcional
não tem
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Objectivos
Sensibilizar ao facto de, na modernidade, as colectividades humanas se percepcionarem (1) como entidades em transformação, devido em larga medida a processos que lhes são internos; (2) e como entidades que procuram dominar ? nomeadamente através da ciência ? estes processos e os seus efeitos, pela identificação de ?problemas sociais? na perspectiva da construção de mecanismos de resposta.
Consolidar um conjunto de noções históricas cuja assimilação é necessária ao entendimento deste facto.
Introduzir um conjunto de autores que deram contributos relevantes para a sua análise.
Desenvolver a capacidade de analisar debates actuais sobre "problemas sociais", para poder intervir de maneira mais pertinentes nestes debates, e estar em condição de estabelecer ligações entre estes debates e a sua própria prática nos terrenos da intervenção ou da investigação.
Programa
Parte I Introdução geral (1 semanas)
Parte II Apresentação pelo docente de um conjunto de autores estrangeiros e nacionais que contribuíram para os debates sobre a modernidade - Kant - T. H. Marshall - Habermas - Foucault - Beck - Bauman - Della Porta - B.S.Santos (7 semanas)
Parte III Aplicação das noções adquiridas à análise de contribuições para o debate da situação social actual (4 semanas)
Processo de Avaliação
3 trab. de avaliação períodica: 1º trab: Teste sobre os textos da II parte do prog. (40%; individuall) 2º trab: Apresentação na aula da análise de um texto de opinião sobre a situação social actual, recentemente publicado (40%; indiv. ou de grupo) (40% da nota final) 3º trab: Breve balanço do conjunto das apresentações feitas (20%; indiv.) Alternativa: exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Ref. internac.: BAUMAN, Z., Confiança e Medo na Cidade, 2006 BECK et al., Modernização reflexiva, 1994/2000 DELLA PORTA, "Progressive and regressive politics in late neoliberalism" in: The Great Regression, 2017. FOUCAULT, M., « Que es la ilustración ? » 1983/1994 HABERMAS, J., "A modernidade. Um projecto inacabado?" 1981/1987 KANT, I., « Resposta à pergunta: O que é o Iluminismo?", 1784 MARSHALL, T.H., "Citizenship and Social Class", 1950 Ref. port.: SANTOS, B. S., "O social e o político na transição pós-moderna", 1988 (referências completas e edições em outras línguas: ver bibl. complementar)
Bibliografia Opcional
(*** Referências da bibliografia básica, com indicações complementares)
Appadurai, Arjun, "Democracy Fatigue" in: The Great Regression (org. por Heinrich Geiselberger), Chichester, Wiley, 2017, pp. 1-12 (sobre esta publicação, ver http://www.thegreatregression.eu/the-project/ ). Français: "Une fatigue de la démocratie ", in L'âge de la régression, Paris, Premier Parallèle, 2107, pp. 17-34. Tradução portuguesa em preparação. ARENDT, Anna (1958/2001), A condição humana, Lisboa, Relógio d'Água, 2001 (publ. orig. em inglês: 1958). BANDEIRA, Mário Leston (1996), Demografia e modernidade : família e transição demográfica em Portugal, Lisboa, IN/CM [ISCTE S.151 BAN*DEM] BAUDRILLARD (1992), Jean, L'illusion de la fin : ou la grève des événements, Paris : Galilée [S.111 BAU*Ill] BAUMAN, Zygmunt (1989), Modernity and the Holocaust, Cambridge, Polity Press. [ISCTE S.111 BAU*Mod] BAUMAN, Zygmunt (2000), Liquid Modernity, Cambridge, Polity Press. [ISCTE S.143 BAU*Mod] (Primeiro capítulo, ver plataforma e-learning do ISCTE-IUL) *** BAUMAN, Zygmunt (2006), Confiança e Medo na Cidade, Lisboa, Relógio d'Água (De Zygmunt Bauman, ver também o texto breve "Sobre a vocação da sociologia na modernidade líquida", publicado pelo boletim da ISA Global Dialogue 2015, núm. 2, pp. 26-32, também disponível em português). - English: BAUMAN, Zygmunt (2005), Seeking shelter in Pandora's box", City - Analysis of Urban Trends,culture, theory, Policy, Action, 9 (2), pp. 161-168 (available on line). BAUMAN, Zygmunt (2007), "Uncertainty and Other Liquid-Modern Fears", in Jiri Priban (org.), Liquid Society and its Law, Aldershot, Ashgate, pp. 17-37 [D.113 Liq] BECK, Ulrich (1986/1992), Risk society : towards a new modernity, London : Sage Publications, 1992 (ed. orig. em alemão: 1986) [S.143 BEC*Ris] *** BECK, Ulrich,"A reinvenção da política", in BECK, Ulrich, GIDDENS, Anthony, LASH, Scott (1994/2000), Modernização reflexiva: Política, tradiçao e estética no mundo moderno, Oeiras, Celta, 2000 (publ. orig. em inglês: 1994; ISCTE S.143 BEC*Mod ; este texto condensa argumentos que também se podem encontrar em Ulrich Beck, The Reinvention of Politics, Cambridge, Polity Press, 1997 ISCTE: S.143 BEC*Rei ). BECK, Ulrich (1999), World Risk Society, Cambridge, Polity Press, 1999 [ISCTE S.143 BEC*Wor] BECK, Ulrich and Elisabeth BECK-GERNSHEIM (1990/1995), The normal chaos of love Cambridge : Polity Press, 1995 (ed. orig. em alemão: 1990) [S.152 BEC*Nor] BELCHIOR, Ana Maria (org.) (2013), As Constituições Republicanas Portuguesas - Direitos fundamentais e representação política, Lisboa, Mundos Sociais [ISCTE S.192 Con] BENJAMIN, Walter (1975), A modernidade e os modernos, Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro [ISCTE S.131 BEN*Mod] BOLTANSKI, Luc, CHIAPELLO, Ève (1999), Le nouvel esprit du capitalisme, Paris, Gallimard. BOLTANSKI, Luc (2001), "A moral da Rede? Críticas e justificações nas evoluções recentes do capitalismo", Forum Sociológico núm. 5/6 (II série), pp. 13-36. [na bibl. Do ISCTE, secção Revistas, cota 694] CABRAL, Manuel Vilaverde (1976), O desenvolvimento do capitalismo em Portugal no século XIX, Porto, A Regra do Jogo, 1976 [ISCTE H.133 CAB*Des] CABRAL, Manuel Vilaverde (1993), "Desenvolvimento, Sociologia do Desenvolvimento e Desenvolvimento da Sociologia", in: AA.VV., Estruturas sociais e desenvolvimento (Actas do II Congresso Português de Sociologia), Vol. 1, Lisboa, Fragmentos, pp. 80-86 [S.104 Con,1] CABRAL, Manuel Vilaverde (1996), "Sociedade e desenvolvimento económico", in: FERREIRA, J.M. Carvalho et al. (orgs.), Entre a economia e a sociologia, Oeiras, Celta, pp. 184-2007. [S.171 Ent] CASTEL, Robert (1995), Les metamorphoses de la question sociale, Paris, Fayard [S.182 CAS*Met] CHEVALIER, Louis (1958/1978), Classes laborieuses et classes dangereuses, Paris, Librairie générale française (1a éd. : 1958). COSTA, António Firmíno da, VIEGAS, José Manuel Leite (orgs.) (1998), Portugal, que modernidade?, Oeiras, Celta [ISCTE S.143 POR] *** DELLA PORTA, Donatella, "Progressive and Regressive Politics in Late Neoliberalism" in: The Great Regression (org. por Heinrich Geiselberger), Chichester, Wiley, 2017, pp. 26-39 (sobre esta publicação, ver http://www.thegreatregression.eu/the-project/ ). Français: "Politique progressiste et politique regressive dans le néolibéralisme tardif", in L'âge de la régression, Paris, Premier Parallèle, 2107, pp. 215-234. Tradução portuguesa em preparação. FERNANDES, António Teixeira (1993), "A sociologia e a modernidade", in AA.VV., Estruturas sociais e desenvolvimento (Actas do II Congresso Português de Sociologia), Vol. 1, Lisboa, Fragmentos, pp. 33-53 [S.104 Con,1] (disponível aqui) FERNANDES, António Teixeira (2006), Monotonia democrática e diluição das regulações sociais, Porto, Afrontamento. FERREIRA, António Casimiro (2012), Sociedade da Austeridade e Direito do Trabalho de Exceção, Porto, Vida Económica. FOUCAULT, Michel (1975/1977), Vigiar e Punir, Petrópolis, Vozes, 1977 (publ. orig. em francês : 1975) [ISCTE S.201 FOU*Sur] FOUCAULT, Michel (1978 / 2012), "O que é a crítica? (Crítica e Aufklärung)", Imprópria - Política e Pensamento Crítico 1, 2012, pp. 57-80 (conferência proferida em 1978). *** FOUCAULT, Michel, (1984 / 1994), « Qu'est-ce que les Lumières ? » (texto elaborado a partir de aulas proferidas no Collège de France em 5 de Janeiro de 1983, publicado originariamente em inglês em The Foucault Reader (organizado por P. Rabinow), New York, Pantheon Books, 1984), in : Dits et écrits, Paris, Gallimard, 1994 [S.101 FOU*Dit], vol. IV, texto nº 339, pp. 562-578. Castelhano: Foucault, "Que és la Ilustración?", Actual, No. 28, 1994. FRASER, Nancy, HONNETH (2003), Axel, Redistribution and Recognition, Londres, Verso, 2003. FREIRE, João (1998), "Empresas e organizações: Mudanças e Modernizações", in: COSTA, António Firmíno da, VIEGAS, José manuel Leite (orgs.), Portugal, que modernidade?, Oeiras, Celta, 1998, pp. 285-309 GIDDENS, Anthony (1990/1992), As consequências da modernidade, Oeiras, Celta, 1992 (publ. orig. em inglês: 1990) ) [ISCTE S.111 GID*Con] . GUIBENTIF, Pierre (2005), "Avaliação e Reflexividade - A Prática da Sociologia na 'terceira modernidade'", Cidades - Comunidades e Territórios, nº 10, Lisboa, CET - Centro de Estudos Territoriais (ISCTE), pp. 94-115. GUIBENTIF, Pierre (2007), "The Liquidity and Solidity of Contemporary Social Reality: the Example of Social Inclusion Policies", in: Priban, Jiri (org.), Liquid Society and its Law, Aldershot, Ashgate, pp. 173-197. 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HABERMAS, Jürgen (1985/1990), O discurso filosófico da modernidade, Lisboa, Dom Quixote, 1990 (publ. orig. em alemão, 1985) [ISCTE S.112 HAB*Dis] HABERMAS, Jürgen (1984/1986), « Une flèche dans le coeur du temps présent », Critique, 1986, nº 471-472, pp. 794-799 (publ. orig. em alem.: 1984) [ISCTE S.193 Mic] HESPANHA, Pedro, CARAPINHEIRO, Graça (orgs.) (2002), Risco Social e Incerteza. Pode o Estado Social Recuar Mais? (vol. 3 de A Sociedade Portuguesa Perante os Desafios da Globalização; dir.: Boaventura de Sousa Santos), Porto, Afrontamento. [S.143 SAN*Soc v.3] HORKHEIMER, Max, ADORNO, Theodor W. 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Objectivos
- Compreender a emergência e institucionalização do Serviço Social no quadro das Ciências Sociais e Humanas e a evolução teórica-metodológica do Serviço Social clássico.
Programa
I. Emergência e institucionalização do Serviço Social no quadro das Ciências Sociais e Humanas: 1.Emergência e institucionalização do Serviço Social como profissão. Uma perspetiva internacional 2. A perspetiva nacional sobre o percurso de institucionalização e desenvolvimento da profissão. 3.Os movimentos e processos de reconceptualização e os seus impactos na construção do Serviço Social como área do conhecimento
II. Introdução às teorias e métodos em Serviço Social 1.Os métodos clássicos do Serviço Social: Serviço Social de Caso, Grupo e Comunidade 2.O Serviço Social como profissão e disciplina científica no quadro das ciências sociais e humanas 3. Referenciais teóricos em Serviço Social. Análise e reflexão sobre a produção do conhecimento.
Processo de Avaliação
Existem duas modalidades de avaliação que os alunos podem escolher:
I. Avaliação periódica - 1 Teste (45%) - 1 Ficha de leitura (30%) - Trabalho de grupo (25%) Os alunos podem completar os três elementos da avaliação periódica em espanhol ou inglês mediante solicitação prévia ao professor responsável.
II. Avaliação por exame (100%) Os alunos podem fazer o exame em espanhol ou inglês, mediante solicitação prévia ao professor responsável.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Garcia, Fernandez Tomás e Alemón Carmen Bracho (coords) (2006), Introducción al Trabajo Social, 3ª ed., Madrid, Ed. Alianza Ciencias Sociales.
Howe, David (1999), Dando sentido a la práctica. Una introducción a la teoria del Trabajo Social, Granada, Ed. Maristán.
Martins, Alcina (1999) Génese, Emergência e Institucionalização do Serviço Social Português, Lisboa, Editora Fundação Calouste Gulbenkian.
Santos, Clara Cruz (2008) Retratos de uma profissão: a identidade do Serviço Social, Coimbra, Editora Quarteto.
Santos, Maria Isabel R. (2009), O Discurso Histórico sobre o Serviço Social em Portugal, Lisboa, UCP
Bibliografia Opcional
Garcia, Tomás Fernandez (coord) (2008)Trabajo social com casos,Madrid, Alianza editorial
Garcia, Tomás F. e António L. Peláez (2006), Trabajo social com grupos, Madrid, Alianza editorial
Garcia, Tomás F. e António L. Peláez (2008), Trabajo social comunitario, Madrid, Alianza editorial
Mouro, H. e Dulce Simões, (2001), 100 Anos de Serviço Social. Coimbra, Quarteto editora
Moix M. (2006), Teoria del Trabajo Social, Madrid, Ed. Sintesis.
Pierson, John (2011)Understanding socila work: history and context, Open University Press
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1 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
- Compreender os pressupostos e princípios do Direito de Família e Menores na prática do Serviço Social e desenvolver uma análise jurídico-social dos preceitos constitucionais que regulam a área do Direito de Família e Menores, numa reflexão articulada entre Direito Família e Menores e o Serviço Social.
Programa
Iº Abordagem histórica ao Direito Família e Menores: a) Breve referência aos antecedentes históricos do novo Direito dos menores; b) Análise ao actual modelo de promoção/protecção consagrado na lei de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo (Lei 147/99 de 1 de Setembro). IIº As entidades com competência em matéria de infância e Juventude: a) As Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ); b) O Papel do Ministério Público no actual sistema de protecção; c) A acção de Saúde de Crianças e Jovens em Risco: a criação dos núcleos (NHACJR), (NACJR). IIIº Princípios orientadores: a) A resposta da saúde aos maus tratos contra crianças e jovens; b) As situações de perigo; c) Os procedimentos de urgência; d) As comunicações; e) O processo de promoção/protecção; f) O processo judicial de promoção/protecção; g) As responsabilidades parentais; h) O apadrinhamento civil; i) A tutela; j) A adopção; k) Análise de crimes contra crianças e jovens.
Processo de Avaliação
- 1Teste - 1 Trabalho - Exposição oral - Participação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Vidal, Joana Marques - 1998 - o direito de menores: reforma ou revolução? Lisboa - edições cosmos
Bolieiro, Helena e Guerra Paulo - 2009 - a criança e a família: uma questão de direito - Lisboa - Coimbra editora
Leandro Armando, Lúcio Álvaro Laborinho, Guerra Paulo - 2010 - homenagem a Rui Epifânio - Lisboa - edições almedina
Bibliografia Opcional
Perdigão Ana, Pinto Ana Sotto Mayor - guia dos direitos da criança - instituto de apoio à criança
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Objectivos
- Introdução aos domínios e campos do Serviço Social; - Conceção dos diferentes contextos e espaços de intervenção do Serviço Social; - Promoção do contato inicial com a realidade social e exercício profissional do assistente social.
Programa
I - Configuração dos Domínios e Campos do Serviço Social: 1.Introdução;2.Definição do objeto e objetivo do Serviço Social;3.Jurisdição profissional da Intervenção do Assistente Social;4.A identidade profissional;5.Definição dos níveis e as unidades de intervenção;6-Enquadramento da ação face à equipa, à instituição e população abrangida II – Campos de Intervenção em Serviço Social: 1.Serviço Social e Criança/Jovem;2.Serviço Social e Género;3.Serviço Social e Seniores;4.Serviço Social e Pessoas com Necessidades Especiais;5.Serviço Social e Dependências;6.Serviço Social e Imigração (interculturalidade);7.Serviço Social e processos de Exclusão Social III Compreensão e leitura do Serviço Social na Instituição: 1.Observação e análise institucional;2.Identificação das áreas de intervenção profissional em exercício;3.Definição do objeto e objetivos de observação e análise;4.Sujeitos de atenção e intervenção do Serviço Social;5.Relatório de observação e análise institucional.
Processo de Avaliação
- 1 Teste: 20%; - Apresentação Oral: 20%; - Trabalho de grupo (Sinopse), 20%. - Relatório Estágio: 40%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bouffant, le Chantal et Guélamine, Faíza, (2005). Guide de l’assistante sociale. Institutions, Pratiques professionnelles, Status et formation. Ed. DUNOD. 2ª Edição, Paris. Caparrós, Maria José Escartín (1998). Manual de Trabajo Social (modelos de práctica profesional). Colecção Amalgama. Espanha. Ed. Agua Clara. Faleiros, Vicente (1997). Estratégias em Serviço Social. São Paulo. Editora Cortez. Ferreira, Jorge M. L. (1996) «Violência na Criança» - Revista da Sociedade Médico - Legal de Portugal. Ferreira, Jorge M. L. (1999) «Intervenção Social e Judicial no Problema - Criança Maltratada» - Revista Intervenção Social n.º 17/18 do Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa. Ferreira, Jorge M. L. (2001) «Serviço Social e Toxicodependência» Revista Toxicodependências vol.7, nº2. Ed. Ministério da Saúde - Serviço Prevenção e Tratamento da Toxicodependência.
Bibliografia Opcional
Ferreira, Jorge M. L. (2005) «Questionar as Práticas Sociais junto da Criança / Jovem da Reflexão a uma Proposta de Intervenção do Serviço Social». Lisboa. Revista Intervenção Social nº30 publicada pela CESDET. Ferreira, Jorge M. L. (2010) «Sistema de protecção à infância em Portugal Uma área de intervenção e estudo do Serviço Social» Revista Katálysis. Serviço Social e Pobreza. Volume 13, nº 2 Julho /Dezembro 2010. Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis Brasil. Editora UFSC. Ferreira, Jorge M. L. (2000) «O Percurso de Reinserção Social - construção/desconstrução da cidadania» Mercado Social de Emprego, Encontro Nacional de Interlucutores 2000. Lisboa. Ed. Departamento de perspectiva e planeamento, IEFP Hepworth, Dean H. e als.(2006). Direct Social Work Practice, Theory and Skills. Eighth Edition.USA. Ed. BROOKS/COLE. Howe, David. (1996). An introduction to Social Work theory. University Press. Cambridge. ISBN: 1857421388. Saleebey, Dennis. (2006). Strengths Perspectives in Social Work Practice, u/e. Boston (www. Ablongman.com). Ed. Pearson. Weisshaupt, Jean Robert (Org.) (1988). As funções sócio institucionais do Serviço Social. S. Paulo. Ed. Cortez
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Objectivos
- Apreender as bases teórico-metodológicas do Serviço Social de suporte ao exercício profissional.
Programa
I. Metodologias específicas do Serviço Social: 1.Procedimentos metodológicos de intervenção: a) Breve abordagem às componentes da Multidisciplinaridade, Interdisciplinaridade, Pluridisciplinaridade; Transdisciplinaridade. 2.Processo de Intervenção do Serviço Social: a) Sinalização, despiste, estudo preliminar, diagnóstico (hipóteses de intervenção), planificação da intervenção, execução e avaliação do processo. II. A metodologia de intervenção Individual e Colectiva em Serviço Social: 1.Modelo de intervenção Psicossocial; Modelo Centrado na Tarefa; Modelo Radical/Critico; 2.Modelos de intervenção em rede. III. Competências profissionais no diagnóstico, planeamento e na intervenção em Serviço Social
Processo de Avaliação
A avaliação periódica integra os seguintes elementos -1 teste escrito (50%) a realizar no período definido pelo calendário letivo -1 ficha de leitura individual (15%) -1 trabalho de grupo escrito (35%) A avaliação final é realizada por exame de acordo com as datas do calendário letivo
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Koprowska, Juliet (2014) Communication & Interpersonal Skills in Social Work, London, Learning Matters
Lishman, Joyce (2018) Social Work: an introduction, Sage Publ.
Parker, Jonathan & Greta Bradley (2014) Social Work Practice, London, Learning Matters
Rogers, M. et al (2016) Developing skils for Social Work Practice, Sage Publ. Viscarret, Juan (2007) Modelos y métodos de intervencion en Trabajo Social, Madrid, Alianza editorial
Bibliografia Opcional
Carvalho, Irene e Carla Pinto (2014) Serviço Social Teorias e Práticas,Lisboa, edições Pactor
Fialho, Joaquim et al (2015) Diagnóstico Social, Lisboa, Edições Sílabo
Lindsay, Trevor (2013) Social Work Intervention, London, Learning Matters
Santos, Clara C. et al (2013) Serviço Social Mutações e Desafios, Coimbra,Imprensa da Universidade de Coimbra
Sousa, Paula e José Luís D'Almeida (2016) Avaliação Diagnóstica, Viseu, Ed. Psicosoma
Teater, Barbra (2014), An Introduction To Applying Social Work Theories And Methods, London, Open University Press
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Objectivos
- Sistematizar conhecimentos e estratégias de organização, gestão e avaliação em Serviço Social em diferentes contextos institucionais do exercício profissional.
Programa
I. Organizações Sociais: 1. Noções teórico-conceptuais; 2. Tipologias das organizações. 3. Classificação internacional das organizações não lucrativas (International classification of nonprofit organizations ? ICNPO). 4. Transacções económicas e não económicas; 5. Fontes de financiamento e sustentabilidade económica (Micro-finança e Micro-crédito, Comércio Justo, transferências do Estado); II. Gerir as organizações sem fins lucrativos: 1. Inovação, liderança e gestão; 2. Gestão e planeamento estratégico; 3. Comunicação interna e externa e mecanismos de tomada de decisão. III. As Relações Humanas 1. Os Dirigentes; 2. Meios humanos e desempenho; 3. Voluntários. IV. Avaliação: 1. Tipos de Avaliação; 2. Procedimentos avaliativos do Serviço Social nas Organizações.
Processo de Avaliação
Existem duas modalidades de avaliação que os alunos podem escolher:
I. Avaliação periódica - 1 Teste (40%) - 1 Trabalho Individual (25%) - Trabalho de grupo (35%) Os alunos podem completar os três elementos da avaliação periódica em espanhol ou inglês mediante solicitação prévia ao professor responsável.
II. Avaliação por exame (100%) Os alunos podem fazer o exame em espanhol ou inglês, mediante solicitação prévia ao professor responsável.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Ahrne, Goran (2006), Social Organizations. Interaction inside, outside and between organizations, Londres, Sage. Almeida, Vasco (2011) As Instituições Particulares de Solidariedade Social. Governação e Terceiro Sector, Coimbra, Almedina. Azevedo, Carlos, Raquel Campos Franco e João Wengorovius Meneses (coords) (2010), Gestão de Organizações sem Fins Lucrativos ? o desafio da inovação social, Porto, Imoedições Carvalho, M. S. Carvalho (2005), Organizações Não Lucrativas ? aprendizagem organizacional, orientação de mercado, planeamento estratégico e desempenho, Lisboa, Sílabo. Commission Européenne (1999), ?Évaluer les programmes Socio-économiques?, Vol.4, Luxemburgo, Colecção Means. -Demoustier, Danièle; L? économie sociale et solidaire. S?associer pour entreprendre autrement, Paris,Syros, 2001. Franco, Raquel Campos, Sokolowski, S., W.; Hairel, E.M.H. e Salamon, L.M. (2005), O sector não lucrativo português numa perspectiva comparada, Poro, Universidade Católica Portuguesa.
Bibliografia Opcional
Lopes, Albino., Michel Porta, Carlos Garcia Gutierrez. Lisboa, Instituto António Sérgio do Sector Cooperativo, 1997
REAPN (1995) ONG?s de Solidariedade Social: práticas e Disposições, Porto, REAPN-Rede Europeia Anti-Pobreza / Portugal.
White, William Foote (1991), Social Theory for action ? How individuals and organizations learn to change, Londres, Sage.
Drucker, Peter F. (1993), As organizações sem fins lucrativos, Lisboa, Difusão Cultural.
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2 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
O objectivo fundamental desta unidade curricular é a formação dos alunos na problemática das classes sociais e da estratificação. Trata-se de ponderar a centralidade das classes sociais e da estratificação nos sistemas de diferenças e de desigualdades sociais, sistematizar conhecimentos teóricos, definições de conceitos e competências técnicas sobre o tema, envolvendo contributos clássicos e actuais, perspectivas sociológicas diversas, e relações com outras dimensões de desigualdades sociais. Trata-se, ainda, de analisar informação sobre aspectos concretos das classes sociais e da estratificação nas sociedades contemporâneas, nos planos nacional, europeu e global. Pretende-se também que os alunos elaborem os conhecimentos adquiridos num conjunto de exercícios de carácter prático, sob a forma oral e escrita, e em regime individual e grupal. Outro objectivo da unidade curricular é o de avaliar e classificar o grau de incorporação dos conhecimentos e competências desenvolvidos.
Programa
1. Classes sociais e estratificação: teorias e conceitos 1.1. Fundadores: teorias marxista, weberiana, das elites, funcionalista 1.2. Estruturas de classe, lugares de classe 1.3. Estratificação, hierarquias, status 1.4. Mobilidade social, trajectórias 1.5. Formação de classes: campos e instituições, acção colectiva e movimentos sociais 1.6. Práticas e distinções simbólicas: estilos de vida, identidades, redes 1.7. Classes, género, etnicidade 2. Procedimentos de operacionalização 2.1. Escalas de estratificação e tipologias de classes sociais 2.2. Indicadores socioprofissionais e socioeducacionais 2.3. Análises estruturais e diacrónicas: espaços sociais, mudança social, mobilidade, biografias 2.4. Classificações sociais, atribuições de status e mapas cognitivos de classes sociais 3. Classes e estratificação em contextos locais, nacionais e supranacionais 3.1. Sociedade portuguesa: análises extensivas e intensivas 3.2. Comparações internacionais e análises transnacionais
Processo de Avaliação
Os elementos concretos em que se baseia a avaliação contínua e respectiva ponderação na classificação final são: a assiduidade e participação nas aulas (15%), as recensões de textos teóricos lidos nas aulas (10%), a apresentação e debate de textos em aulas teórico-práticas (em grupo) (15%), e a realização de um trabalho escrito final individual (8 a 10 páginas; Arial 12; espaços: 1.5; margens: 3 cm) (60%). Existe, em alternativa, a possibilidade de avaliação através de exame final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Almeida, J.F. de (1999), Classes Sociais nos Campos, Oeiras, Celta. Bourdieu, P. (1994), Distinction, London, Routledge Pub. Capucha, L. (2005), Desafios da Pobreza, Oeiras, Celta. Casanova, J.L. (2004), Naturezas Sociais, Oeiras, Celta. Costa, A.F.da (1999), Sociedade de Bairro, Oeiras, Celta. Devine, F., et ali (ed.) (2005), Rethinking Class, Houndmills, Palgrave Macmillan. Erikson, R., et ali (1993), The Constant Flux, Oxford, Oxford Univ. Press. Estanque, E. (2000), Entre a Fábrica e a Comunidade, Porto, Afrontamento. Machado, F.L. (2002), Contrastes e Continuidades, Oeiras, Celta. Pereira, V.B. (2005), Classes Sociais e Culturas de Classe das Famílias Portuenses, Porto, Afrontamento. Rose, D., et ali (2010), Social Class in Europe, Routledge. Savage, Mike(2015), Social Class in the 21st Century, London, Penguin. Wright, E. O. (2015), Understanding Class, London, Verso.
Bibliografia Opcional
Aguiar, João Valente (2010), Classes, Valor e Acção Social, Lisboa, Página a Página. Almeida, João Ferreira de (2013), Desigualdades e Perspectivas dos Cidadãos - Portugal e a Europa, Lisboa, Mundos Sociais. Almeida, João Ferreira de , Fernando Luís Machado, and António Firmino da Costa (2006), "Social classes and values in Europe", Portuguese Journal of Social Science, 5 (2), pp. 95-117. Almeida, João Ferreira de, Fernando Luís Machado, Luís Capucha, e Anália Torres (1994), "Desigualdades, identidades e valores", em João Ferreira de Almeida (coord.), Introdução à Sociologia, Lisboa, Universidade Aberta, pp. 131-189. Atkinson, W. (2015), Class, Polity Press, Cambridge. Atkinson, Will (2010), Class, Individualization and Late Modernity: in Search of the Reflexive Worker, Hampshire, Palgrave Macmillan. Bertaux, Daniel , and Paul Thompson (1997), Pathways to Social Class: A Qualitative Approach to Social Mobility, Oxford, Oxford University Press. Carmo, R. M., M. Carvalho, F. 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Martins (2014), "Consumos de classe média num Portugal em crise: cultura de lazer e tecnologias de informação", Sociologias, Porto Alegre, nº 17, pp. 144-175. Matos, J. N., Domingos, N. (org) (2012), Novos Proletários. A Precariedade entre a "Classe Média" em Portugal, Lisboa, Edições 70/Le Monde Diplomatique. Neri, Marcelo (2012), A Nova Classe Média, São Paulo, Saraiva. Nunes, Nuno (2013), Desigualdades Sociais e Práticas de Acção Colectiva na Europa, Lisboa, Mundos Sociais. Pikketty, Thomas (2013), Le Capital au XXI Siècle, Paris, Ed. Du Seuil. Sassen, Saskia (2005), "New global classes: implications for politics", em A. Giddens, e P. Diamond (eds.), The New Egalitarianism, Cambridge, Polity Press, pp. 143-153. Savage, Mike, et ali (2013), "A new model of social class: findings from the BBC's Great British Class Survey Experiment", Sociology, Sage. Scott, J. (1996), Stratification and Power, Cambridge, Polity Press. Silva, M. C. (2009), Classes Sociais, Porto, Húmus. Silva, Manuel Carlos, e João Valente Aguiar (orgs) (2013), Classes, Políticas e Culturas de Classe: Capital, Trabalho e Classes Intermédias, Vila Nova de Famalicão, Húmus, ISBN: 9789898549618. Therborn, Goran (2013), The Killing Fields of Inequality, Polity. Vester, Michael (2003), "Class and culture in Germany", Sociologia, Problemas e Práticas, 42, pp. 25-64. Wagner, Anne-Catherine (2007), Les Classes Sociales dans la Mondialisation, Paris, La Découverte. Wilkinson, R., et ali (2010), The Spirit level, London, Penguin Books. Wright, E.O. (1997), Class Counts, Cambridge, Cambridge Univ. Press.
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Objectivos
- Conceber um projecto de intervenção em Serviço Social fundamentado no diagnóstico social e no quadro teórico-metodológico em Serviço Social.
Programa
I ? Elaboração diagnostica: 1. Fase da elaboração diagnostica (social e institucional). II ? Plano de intervenção em Serviço Social: 1. Metodologias de planeamento. 2. Enquadramento teórico do estágio. 3. Métodos e técnicas para a intervenção. 4.Metodologias de avaliação. III ? Execução preliminar do plano de intervenção em Serviço Social: 1. Programação. 2. Registo. 3. Organização e sistematização de informação. 4. Arquivo. IV ? Avaliação preliminar do processo de Estágio: 1.Auto-avaliação.
Processo de Avaliação
A avaliação é contínua sendo obrigatória a presença em 70% das aulas, incluindo as tutorias individuais. Não é possível a realização da uc por exame.
Na avaliação contínua são consideradosos seguintes elementos: Plano de estágio - 15% Participação - 10% Relatório e portfolio - 50% Avaliação orientador - 25%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Beckett, Chris (2010), Assessment and intervention in social work, London, Sage publ. D'Almeida, José Luís de e Paula Sousa (2016) Avaliação Diagnóstica na Prática do Serviço Social, Ed Psicosoma Fialho, Joaquim et al (2016) Diagnóstico social- teoria, metodologia e casos práticos, Ed. Sílabo Milner, J. (2015) Assessment in social Work, Palgrave ed Parker,Jonathan (2014) Social Work Practice, Sage Publ. Serrano, Gloria (2008) Elaboração de Projectos Sociais, Porto, Porto Editora
Bibliografia Opcional
Garcia, Tomás Fernandez (2009) Trabajo Social casos, Madrid, Alianza ed. Garcia, Tomás Fernández e Peláez, António Lopez (2008) Trabajo social comunitario, Madrid, Alianza ed. Guerra, Isabel - Fundamentos para uma Sociologia da Acção Schiefer, Ulrich et al (2006) MAPA , Manual de Planeamento e Avaliação de Projectos, Estoril, Principia Editora
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Objectivos
- Compreender e conceptualizar questões éticas em Serviço Social e problematizar a dimensão ética na profissão.
Programa
I - Questões éticas em Serviço Social: 1.Ética, moral e valores: uma questão epistemológica e terminológica 2.Ética e Serviço Social. 3.Ética dos direitos e ética do cuidar. II ? Código, escolhas e assistentes sociais: 1) Código de ética profissional 2) Princípios da relação assistente social ? sujeitos: princípios kantianos 3) Responsabilidades conflituosas 4) Separação dos valores da vida pessoal, profissional e organizacional. IV ? Problemas éticos da prática profissional: 1) Dilemas éticos 2) Desenvolvimento do pensamento reflexivo: estudos de casos profissionais. 3) A tomada de decisões éticas.
Processo de Avaliação
- Participação dos alunos nas secções lectivas; - Realização de um trabalho individual sobre um tema do programa; - Apresentação de trabalhos (individuais ou em grupo), elaborados pelos alunos, em torno de temas do programa.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Banks, Sarah e Kirsten Norh (coords) (2008), Ética Prática Para as Profissões do Trabalho Social, Porto, Porto Editora. Banks, Sarah (2004), ?Ethical Challenges for Social Work?, Intervenção Social, 29, pp, 11-24.
Banks, Sarah (1997), Ética y valores en el trabajo social, Barcelona, Paidós.
Barry, Eimear (2009), ?An Examination of Ethics in Social Work?, Critical Social Thinking: Policy and Practice, 1, pp. 110-124.
Serafim, Maria do Rosário (2004), ?O reconhecimento da Condição Ética dos Cidadãos - um imperativo ético para o Serviço Social?, Intervenção Social , 29, pp. 25-52.
Bibliografia Opcional
IFSW - International Federation of Social Workers (2004), The Ethics of Social Work, Principles and Standards (Online).
Meacham, Michael (2007), ?Ethics and Decision Making for Social Workers?, Journal of Social Work Values and Ethics, (Online), 4 (3).
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Objectivos
O objetivo fundamental da Unidade Curricular Métodos e Técnicas de Investigação em Ciências Sociais é dar a conhecer aos alunos os pressupostos epistemológicos, teóricos e operatórios de construção do conhecimento científico. O programa aborda as metodologias quantitativas e qualitativas acionadas no contexto da pesquisa social: envolvendo desde o tratamento e análise de fontes documentais e estatísticas institucionais à conceção e aplicação de instrumentos de recolha de informações primárias, através de inquéritos por questionário, entrevistas e/ou planos de observação. Pretende-se que os alunos adquiram competências específicas que os capacitem para o planeamento e realização de pesquisas, identificando problemas pertinentes, a partir dos quais constroem uma problemática teoricamente fundamentada, delimitam objetos de estudo e operacionalizam procedimentos metodológicos e técnicos de recolha de informações ajustados aos objetivos de pesquisa.
Programa
I Parte - A investigação social: considerações epistemológicas e metodológicas 1.1. Paradigmas, metodologias e métodos de investigação 1.2. Metodologias quantitativas, qualitativas e de integração 1.3. O processo de investigação: da formulação do problema à construção de hipóteses 1.4. Revisão de literatura, delimitação da problemática teórica e modelo de análise II Parte - Planos de investigação e procedimentos associados de construção do corpus empírico 2.1. Planos de investigação nos estudos extensivos e intensivos 2.2. Definição de variáveis e construção de indicadores 2.3. Universos e construção de Amostras 2.4. Recolha a análise de dados: procedimentos, instrumentos e validação III Parte - Fontes de informação e técnicas de recolha de informação 3.1. Utilização de fontes estatísticas e documentais 3.2. Inquérito por questionário e entrevista 3.3. Técnicas de observação 3.4. Estudos de caso e orientações de triangulação operatória
Processo de Avaliação
Os alunos em regime de avaliação contínua serão envolvidos nas seguintes quatro componentes de avaliação: a) Exercícios práticos realizados em aula (20%) b) Pré-projeto e respetiva apresentação em aula prática (10%) c) Prova escrita presencial (50%) d) Relatório final da pesquisa (20%) Condições: Os alunos têm que obter nota mínima de 7 em todas as componentes de avaliação. A nota final atribuída a cada aluno na componente de grupo pode variar em função do desempenho demonstrado.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Albarello, Luc (org.) (1997), Práticas e Métodos de Investigação em Ciências Sociais, Lisboa, Gradiva. Bryman, Alan (1996 [1988]), Quantitaty and Qualitaty in Social Research, London, Routledge. Ghiglione, Rodolphe e Benjamin Matalon (1997), O Inquérito: Teoria e Pratica, Oeiras, Celta. Coutinho, Clara Pereira (2013), Metodologia de Investigação em Ciências Sociais e Humanas: Teoria e Prática, Coimbra, Almedina (2ª ed). Lessard-Hérbert, Michelle; Gabriel Goyette; Gérard Boutin (2012 [1994]), Investigação Qualitativa: Fundamentos e Práticas, Lisboa, Piaget. Foddy, William (1996), Como Perguntar. Teoria e Prática da Construção de Perguntas para Entrevistas e Questionários, Oeiras, Celta. Oliveira, Maria Marly (2007 [2005]), Como Fazer Pesquisa Qualitativa, Petrópolis, RJ, Editora Vozes (3ª ed). Poupart, Jean, Jean-Pierre Deslauriers et. al (2012 [2008]), A Pesquisa Qualitativa: Enfoques Epistemológicos e Metodológicos, Petrópolis, RJ, Editora Vozes (3ª ed).
Bibliografia Opcional
Almeida, João Ferreira e José Madureira Pinto (1990), A Investigação nas Ciências Sociais, Lisboa, Editorial Presença (4ª ed.). Poirier, Jean, Simone Chapier-Valadon Paul Raybaut. (1995) Histórias de Vida: Teoria e Prática, Oeiras, Celta. Silva, Augusto Santos e José Madureira Pinto (orgs.) (1987) Metodologia das Ciências Sociais, Porto, Afrontamento.
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Objectivos
- Compreender as dimensões conceptuais da U.C. com base nas teorias e metodologias de suporte à prática profissional.
Programa
I Dimensões conceptuais de Criança, Jovem e Família na contemporaneidade: 1.Criança, Jovem e Família; 2.Crianças em risco e abusadas; 3.Jovens infractores; 4.Famílias na contemporaneidade. II Serviço Social com Crianças, Jovens e Famílias: 1.Intervenção em contexto individual e familiar; 2.Intervenção em contexto institucional e comunitário. III Teorias e modelos em Serviço Social com Crianças, Jovens e Famílias: 1.Teorias psico-sociais, centradas no sujeito, fenomenológica e sistémica; 2.Teorias e modelos de intervenção com famílias em Serviço Social. IV Novos campos de intervenção do Serviço Social com Crianças, Jovens e Famílias, na sociedade contemporânea. 1.Metodologias da intergeracionalidade.
Processo de Avaliação
Avaliação Periódica: - 1 Teste 40% - 1 Trabalho de grupo (escrito ou apresentação oral)60%
- Avaliação por exame 100%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Jorge M. L. Ferreira, (2016) Un análise crítico de la investigación cuantitativa y cualitativa en el trabajo social en la promoción del conocimiento de la ciudadania de la infância (pp259 - 270) in Politicas de inclusión social de la infancia y la adolescencia.
Ferreira, Jorge M. L. (2012). Serviço Social com Crianças e Jovens em Portugal/ Trabajo Social, Servicios Sociales y Jóvenes, en Portugal. Diciembre. Madrid. ED.(INJUVE). (Espanhol).
Ferreira, Jorge M. L. (2011). Serviço Social e Modelos de Bem-Estar para a Infância. Modus Operandi do Assistente Social na Promoção da Protecção à Criança e à Familia. LisboaEd Quid Juris.
-Juha Hämäläinen, Brian Li lechild,; Oldřich Chy l, Miriam Shramatá,; Emmanuel Jovelin (Eds.) (2012). Evolution of Child Protection and Child Welfare Policies in Selected European Countries. Jorge M. L. Ferreira. Child Protection and Child Welfare Policies in Portugal pp. 239-256. Volume 2. Publisher University of Ostrava - (Inglês).
Bibliografia Opcional
Carvalho,Maria Irene e Pinto, Carla (Coords) (2014) Serviço Social Teorias e Prácticas. Jorge M. L. Ferreira e Paula Seno Atendimento e Acompanhamento Integrado: Uma prática de Serviço Social pp. 347 - 366. Lisboa, Lidel, Pactor Edições. ISBN 978-989-693-040-0 - Ferreira, Jorge M. L. (2010) «Sistema de protecção à infância em Portugal Uma área de intervenção e estudo do Serviço Social» Revista Katálysis. Serviço Social e Pobreza?. Volume 13, nº Julho/Dezembro 2010. Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis. Editora UFSC. Brasil. - Campannini, A. (1995) ?Pensare in chiave sistemica lorganizzazione e il gruppo, Rossegua di Servizio Sociale, nº2, pp.17-24. Milão. - Pringle, Keith. (1998). Children and Social Welfare in Europe. Englande. Ed. Open University Press. - Williams, Fiona (2010). Repensar as Famílias. ESRC CAVA Research Group. Lisboa. Ed. Fundação Calouste Gulbenkian /Principia. cargo de Guillem Feixas.Barcelona. Ed. Paidós. - Gómez, Francisco (Director) (2008). Intervención social com famílias. Madrid.Ed.McGRAW-HILL/interamericana de Espana, S.A.U. - Hellinger, B. y Höwel, G. (2006). Reconocer lo que es. Conversaciones sobre implicaciones y desenlaces logrados. Barcelona: Herder. - Ferreira, Jorge M. L. (2005). «Questionar as Práticas Sociais junto da Criança / Jovem ? da Reflexão a uma Proposta de Intervenção do Serviço Social». Lisboa. Revista Intervenção Social nº30 publicada pela CESDET.
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Objectivos
O objectivo fundamental desta UC é promover a aquisição de conhecimentos gerais sobre diferentes abordagens e teorias da personalidade assente numa perspectiva crítica, comparativa e interdisciplinar. Para além de uma breve introdução à concepção científica da personalidade e às diferentes metodologias de investigação neste domínio, pretende-se igualmente que os estudantes possam reflectir sobre antecedentes e preditores das diferenças individuais e nas interacções personalidade-ambiente social enquanto determinantes da personalidade.
Programa
CP1. Introdução ao estudo da Personalidade: - Definições de personalidade: Pluralidade conceptual e aspetos comuns. - Objetivos comuns nas teorias e abordagens da personalidade. - Diferenciação entre teorias científicas, pseudocientíficas e implícitas da personalidade. - Antecedentes e preditores da personalidade. CP2. Principais abordagens e teorias da personalidade: Pressupostos, metodologias, avaliação, limitações e complementaridades: - Teorias psicanalíticas da personalidade. - Teorias humanistas da personalidade. - Teorias que enfatizam a estrutura da personalidade - Abordagens comportamentais. - Teorias sociocognitivas e construtivistas. CP3. Importância do estudo da personalidade em áreas de Serviço Social
Processo de Avaliação
Dois regimes de avaliação: periódica ou exame. Periódica: 1. Trabalho de grupo, incluindo apresentação oral (10% do peso na classificação final) e trabalho escrito (30%) 2. Frequência (60%) 3. Assiduidade: exige que a frequência das aulas seja igual ou superior a 80%. Aprovação: Mínimo 7.5 valores em cada critério e 9.5 valores de média final. Exame escrito: 100%. Aprovação: mínimo 9.5 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Feist, J., Feist, G. J. & Roberts, T. A. (2013). Theories of personality- 8th edition. New York : McGraw-Hill.............. ..........................PS.120 FEI*The McMartin, J.A. (2016). Personality Psychology: A Student-Centered Approach, 2nd Ed.. Thousand Oaks, CA: Sage. . PS.120 McM*Per Ryckman R.M (2013). Theories of personality 10th Edition. Belmont, CA: Wadsworth- Cengage Learning. PS.121 RYC*The Schultz, D. P, & Schultz, S. E. (2016). Theories of personality 11th edition. Boston: Cengage Learning. . ............ PS.120 SCH*The
Bibliografia Opcional
Ashcraft, D. M. (2015Personality theories workbook. Stamford : Cengage Learning. PS.120 ASH*Per Caspi, A., Roberts, B. W., Shiner, R. L. (2005). Personality and development: Stability and change. Annual Review Psychology, 56, 453-84. doi: 10.1146/annurev.psych.55.090902.141913 Ferguson, C. J. (2010). A meta-analysis of normal and disordered personality across the life span. Journal of Personality and Social Psychology, 98(4), 659-67. doi:10.1037/a0018770 Fleck-Henderson, A. (1989). Personality theory and clinical social-work-practice. Clinical Social Work Journal, 17(2), 128-137. doi:10.1007/BF00756140 Hansenne, M. (2004). Psicologia da personalidade. Lisboa: Climepsi. Heine, J.E. & Buchtel, E.E. (2009) Personality: The universal and the culturally specific. Annual Review of Psychology, 60, 369-94. doi:10.1146/annurev.psych.60.110707.163655 Himelick, A. J., & Walsh, J. (2002). Nursing home residents with borderline personality traits: clinical social work interventions. Journal of Gerontological Social Work, 37 (1), 49-63. doi: 10.1300/J083v37n01_04 Keys, D., & Lambert, G. (2002). Concept of 'personality disorder' and its relationship to social work. Australian Social Work, 55(3), 161. doi:10.1080/03124070208410972. King Keenan, E. (2011). From bumps in the road to the edge of chaos: The nature of change in adults. Journal of Social Work, 11(3), 306-325. doi:10.1177/1468017310379450 Kondrat, D. C. (2014). Person-centered approach. In B. Teater, An introduction to applying social work theories and methods, 2nd Ed (pp.108-124). New York, NY: Open University Press. S.201 TEA*Int Larsen R. J. & Buss, D. M. (2013). Personality psychology: Domains of knowledge about human nature, 5th Ed.. New York: McGraw-Hill. McAdams, D.P. & Olson, B. D. (2010). Personality development continuity and change over the life. Annual Review of Psychology, 61,517-542. doi:10.1146/annurev.psych.093008.100507 Mischel, W. (2004). Toward an integrative science of the person. Annual Review of Psychology, 55, 1-22. doi:10.1146/annurev.psych.55.042902.130709 Pervin. L., Cervone, D., & John, O. (2005). Personality: Theory and research, 9th Ed.. New York: John Wiley & Sons. PS.122 PER*Per Roberts, B. W., & Mroczek, D. (2008). Personality trait change in adulthood. Current Directions in Psychological Science, 17(1), 31-35. doi:10.1111/j.1467-8721.2008.00543.x Sowers, K. M., & Dulmus, C. N. (2008). Comprehensive handbook of social work and social welfare: Human behavior in the social environment. New Jersey: John Wiley & Sons, Inc. Walsh, F. (Ed.) (2003). Normal family processes: Growing diversity and complexity. New York: Guilford Press. Zebrowitz, L. A, & Montepare, J. M. (2008). Social psychological face perception: Why appearance matters. Social and Personality Psychology Compass, 2(3), 1497-1517. doi:10.1111/j.1751-9004.2008.00109.x
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2 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
No final desta Unidade Curricular, os alunos devem compreender os conceitos relacionados com a análise de dados na investigação em Ciências Sociais. Dá-se um particular destaque à apresentação e ao desenvolvimento de um conjunto de procedimentos, no domínio da Estatística Descritiva dos métodos e técnicas que permitem análise de um conjunto diversificado de dados estatísticos. Um outro objetivo é que os alunos saibam usar um programa estatístico, que lhes permita utilizar os métodos e técnicas de análise estatística de forma adequada.
Programa
1. Conceitos básicos de estatística 2. Introdução ao SPSS 3. Análise de variáveis qualitativas - indicadores estatísticos - gráficos - indicadores e gráficos no SPSS 4. Análise de variáveis quantitativas - medidas de localização, tendência central, dispersão e assimetria - gráficos - medidas e gráficos no SPSS 5. Medidas de associação e correlação 6. Analise de respostas múltiplas no SPSS
Processo de Avaliação
PERIÓDICA 1) Prova individual de SPSS (40%); 2) Prova individual escrita (60%). Em qualquer das provas a nota não pode ser < 7 valores. Nota final é a média entre 1 e 2 e tem de ser >=10. EXAME 1) Prova individual de SPSS (40%); 2) Prova individual escrita (60%). Em qualquer das provas a nota não pode ser < 7 valores. Nota final é a média entre 1 e 2 e tem de ser >=10.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Material didáctico preparado pela equipa e disponível no elearning Laureano, Raul e Maria do Carmo Botelho (2012) - SPSS. O meu Manual de Consulta Rápida, Lisboa, Edições Sílabo Maroco, João (2014) - Análise Estatística com o SPSS Statistics, Edição ReportNumber (6ª ed)
Bibliografia Opcional
Barroso, Mário, Eleutério Sampaio e Madalena Ramos (2003) - Exercícios de Estatística Descritiva para as Ciências Sociais, Sílabo Reis, Elizabeth (2008) - Estatística Descritiva, Edições Sílabo. 7ª ed INE: http://www.ine.pt/ ALEA/INE: http://alea-estp.ine.pt/ Pordata: http://www.pordata.pt/ EUROSTAT: http://epp.eurostat.ec.europa.eu/ European Social Survey: http://www.europeansocialsurvey.org/
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Objectivos
- Conceber um projecto de intervenção em Serviço Social fundamentado no diagnóstico social e no quadro teórico-metodológico em Serviço Social.
Programa
I ? Elaboração diagnostica: 1. Fase da elaboração diagnostica (social e institucional). II ? Plano de intervenção em Serviço Social: 1. Metodologias de planeamento. 2. Enquadramento teórico do estágio. 3. Métodos e técnicas para a intervenção. 4.Metodologias de avaliação. III ? Execução preliminar do plano de intervenção em Serviço Social: 1. Programação. 2. Registo. 3. Organização e sistematização de informação. 4. Arquivo. IV ? Avaliação preliminar do processo de Estágio: 1.Auto-avaliação.
Processo de Avaliação
A avaliação é contínua sendo obrigatória a presença em 70% das aulas, incluindo as tutorias individuais. Não é possível a realização da uc por exame.
Na avaliação contínua são consideradosos seguintes elementos: Plano de estágio - 15% Participação - 10% Relatório e portfolio - 50% Avaliação orientador - 25%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Beckett, Chris (2010), Assessment and intervention in social work, London, Sage publ. D'Almeida, José Luís de e Paula Sousa (2016) Avaliação Diagnóstica na Prática do Serviço Social, Ed Psicosoma Fialho, Joaquim et al (2016) Diagnóstico social- teoria, metodologia e casos práticos, Ed. Sílabo Milner, J. (2015) Assessment in social Work, Palgrave ed Parker,Jonathan (2014) Social Work Practice, Sage Publ. Serrano, Gloria (2008) Elaboração de Projectos Sociais, Porto, Porto Editora
Bibliografia Opcional
Garcia, Tomás Fernandez (2009) Trabajo Social casos, Madrid, Alianza ed. Garcia, Tomás Fernández e Peláez, António Lopez (2008) Trabajo social comunitario, Madrid, Alianza ed. Guerra, Isabel - Fundamentos para uma Sociologia da Acção Schiefer, Ulrich et al (2006) MAPA , Manual de Planeamento e Avaliação de Projectos, Estoril, Principia Editora
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Objectivos
- Compreender as dimensões conceptuais da U.C. com base nas teorias e metodologias de suporte à prática profissional.
Programa
I. Fundamentos teóricos e da intervenção com adultos e idosos 1- Empowerment, participação e advocacia do sujeito adulto numa sociedade intergeracional. 2 -A Relação de ajuda em serviço social; O aconselhamento em serviço social; a mediação; II. A intervenção do Serviço Social com adultos e idosos 1 - Domínios de intervenção: saúde mental, deficiência, envelhecimento, comportamentos aditivos e situações de exclusão 2 - O planeamento centrado na pessoa: a participação do sujeito no processo de intervenção; 3 - Competências profissionais na intervenção com adultos e idosos
Processo de Avaliação
I. Avaliação contínua - 1 Teste (50%) - 1 Trabalho de grupo (35%) - Participação (15%) Para optar por esta modalidade de avaliação, os alunos devem ter uma assiduidade não inferior a 70% das aulas efectivamente leccionadas.
II. Avaliação por exame (100%)
NOTA: Os alunos podem completar os três elementos da avaliação contínua ou a avaliação por exame em espanhol ou inglês mediante solicitação prévia ao professor responsável.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Adams, Robert e al (ed) (2002) Critical Practice in Social Work, New York, Palgrave Macmillan
Almeida, Helena Neves (2001) Conceptions et Pratiques de la Médiation Sociale, Coimbra, Fundação Bissaya-Barreto
Carvalho, Maria Irene (coord)(2013), Serviço Social no Envelhecimento, Lisboa, Ed Pactor
Coulshed, Veronica e Joan Orme (2006), Social Work practice, Hampshire, Palgrave Macmillan
Lindsay, Trevor (2013)Social Work Intervention, London, Sage Publ.
Mantell, Andy (ed) (2009) Social Work with Adults, Exeter, Learning Matters
Robertis, Cristina De (2003) Fundamentos del trabajo social, Valencia, Universitat Valencia
Vass Antony (ed) (1996) Social Work Competences, London, Sage Publications
Wilson, Kate (2008) Social Work An Introduction to contemporary practice, Essex, Pearson Longman
Bibliografia Opcional
Davies Martin (ed) (2008) The Blackwell Companion to Social Work, Oxford, Blackwell Publishing
Freynet, Marie-France (1995) les mediations du travail social, Lyon, Chronique Sociale
Reisch Michael e Eileen Gambrill (1997) Social Work in the 21st century, California, Pine Forge Press
Robertis, Cristina, LEPLAY, Éliane, PASCAL, Henri.(1998). Líntervention sociale d´´aide à la personne. Conseil Supérieur du Travail Social. Editions ENSP.Rennes.
Santos, Clara C. et al (2013)Serviço Social, Mutações e desafios, Coimbra, Imprensa da Universidade de Coimbra
Viscarret Juan (2007) Modelos y métodos de intervención en trabajo social, Madrid, Alianza ed.
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Objectivos
É objectivo geral da Unidade de Crédito Sociedade e Políticas Sociais abordar a relação entre o estado e a sociedade no domínio das políticas sociais. A delimitação dos conceitos e da problemática objeto da UC será complementada por uma dupla perspetiva estrutural e processual, de modo a familiarizar os estudantes com as diferentes dimensões estruturais envolvidas na análise dos estados e das políticas sociais nas sociedades desenvolvidas, por um lado, e com as respetivas dinâmicas de evolução, por outro lado. Pretende-se ainda desenvolver a capacidade de análise crítica e o domínio específico das políticas sociais em Portugal, não deixando de se explorar o contexto europeu em que as mesmas se desenvolvem. Tendo em conta a diversidade de cursos em que a UC é disciplina obrigatória ou optativa, a UC permite abordagens que, sem deixar qualquer das perspetivas de lado, coloquem maior ênfase ou nas dimensões conceptuais ou nas dimensões substantivas das políticas sociais.
Programa
1. Políticas Sociais: fronteiras e definições. Definição e âmbito nas políticas públicas. Origens e desenvolvimento histórico. 2. Estado-Providência e Políticas Sociais: modelos, transformações e debates. Tipologias, modelos e aspectos distintivos dos Estados-Providência. Estados-Providência, factores de mudança e trajectórias de ajustamento. As especificidades da Europa do Sul. Modelo(s) social(is) europeu(s). 3. Políticas Sociais em Portugal: traços, percursos e desafios. Sociedade portuguesa e protecção social. Educação, formação e qualificação. Protecção Social. Políticas de Saúde.
Processo de Avaliação
A avaliação da UC inclui:
- Componente em grupo: aula prática (25%),
- Componente individual: frequência (75%)
O sistema de avaliação comporta ainda um exame final para os alunos que optem pela modalidade de avaliação final.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
- Castles, F. G. ; Leibfried, S. ; Lewis, J.; Obinger, H.; Pierson, C. (eds.) (2010). The Oxford Handbook of the Welfare State. Oxford: Oxford University Press. - Ferrera, M. ; Hemerijck, A. ; Rhodes, M. (2000). O Futuro da Europa Social - Repensar o Trabalho e a Protecção Social na Nova Economia. Oeiras: Celta Editora. - Hemerijck, A. (2012). Changing Welfare States. Oxford : Oxford University Press. - Mozzicafreddo, J. P. (1998). Estado Providência e Cidadania em Portugal. Oeiras: Celta Editora. - Pierson, C. (1998). Beyond the Welfare State. The New Political Economy of Welfare. Cambridge: Polity Press. - Pierson, P. (2001). The New Politics of the Welfare State. Oxford: Oxford University Press. - Rodrigues, M. L.; Silva, P. A. (org.) (2013), Políticas Públicas para a reforma do Estado, Coimbra, Almedina. - Rodrigues, M. L. ; Silva, P. A. (org.) (2012), Políticas Públicas em Portugal, Lisboa : INCS/ISCTE-IUL.
Bibliografia Opcional
- AA.VV (2002), Portugal 1995-2000, Perspectivas de evolução social, Oeiras, DEPP-MTS/Celta Editora. - Adnett, Nick e Stephen Hardy (2005), ?The future of the European Social Model: modernisation or evolution?, in The European Social Model, Londres: Edward Elgar, pp. 198-212. - Arcanjo, Manuela (2006), ?Ideal (and real) types of welfare state?, Working Paper 06/2006, Lisboa: ISEG-UTL. - Auer, Peter (2005), "Protected mobility for employment and decent work: Labour market security in a globalised world", Employment Strategy Papers, Genéve: OIT. http://www-ilo-mirror.cornell.edu/public/english/employment/strat/download/esp2005-1.pdf - Auer, Peter (2007), "From job security to labour market security: flexi-curity for reducing labour market segmentation", comunicação à Conferência "Os desafios centrais da flexigurança", Presidência Portuguesa da União Europeia, Setembro 2007, Lisboa: MTSS. http://www.mtss.gov.pt/eu2007pt/preview_documentos.asp?r=382%20&m=PDF - Auer, Peter (2006), ?Mobilidade protegida para o emprego e o trabalho digno: segurança no mercado de trabalho num mundo globalizado?, in Sociedade e Trabalho, nº 27, Lisboa: MTSS, pp. - Beck, Wolfgang, Van der MAESEN, Laurent e WALKER. Alan (orgs) (1997), The Social Quality of Europe, Londres, Kluwer Law International. - Bernardo, Joaquim (2004), ?Da educação e formação à educação-formação ? dois mundos complementares ou concorrentes??, Cadernos Sociedade e Trabalho, nº 4, Lisboa: MTS, pp.57-75 - Briggs, Asa (2000), ?The Welfare State in historical perspective?, in Christopher Pierson e Stephen - Cabral, Nazaré da Costa (2001), O financiamento da segurança social e suas implicações redistributivas. Enquadramento e regime jurídico, Lisboa: Associação Portuguesa da Segurança Social, pp47-126. - Carolo, http://www.xrepp.cat/typo/fileadmin/Image_Archive/seminaries/DC_Barcelona_2008-1.pdf - Capucha, Luís (2005), Desafios da Pobreza, Lisboa: Celta. - Carneiro, Roberto (coord.) (2000), Educar e Aprender no Século XXI, tendências e desafios, Lisboa: MTS, pp.75-110 e 255-274. - Carneiro, Roberto (2007), Baixas qualificações em Portugal, Lisboa: MTSS, Colecção Cogitum, nº 29, pp. 5-46 e 111-130. - Centeno, Luís (2006), Flexibilidade e segurança no mercado de trabalho português, Lisboa: MTSS. - Dornelas, António (1997) ?As relações laborais em Portugal: é possível mudar? É possível não mudar??, Lisboa: MTS. - Dornelas, António (2007), "Que modelo de flexigurança?", comunicação à Conferência "Os desafios centrais da flexigurança", Presidência Portuguesa da União Europeia, Setembro 2007, Lisboa: MTSS. http://www.mtss.gov.pt/eu2007pt/preview_documentos.asp?r=377%20&m=PDF - Dornelas, António (2008), ?Os trabalhos de Sísifo e o mundo do trabalho em Portugal?, in Cadernos de Ciências Sociais, nº 25-26, pp.55-95 - Erskine, Angus (2003), ?The approaches and methods of social policy?, in Pete Alcock, Angus Erskine e Margaret May (eds.), The student?s companion to social policy, Oxford: Blackwell Publishing, 2ª ed, pp. 11-16 [1ª ed: 1998]. - European Commission (2007), Europe?s demographic future: facts and figures on challenges and opportunities, Bruxelas: European Commission (vários capítulos). - European Foundation for the Improvement of Living and Working Conditions (EIRO), Fertility and family issues in an enlarged Europe, Dublin: EIRO, especialmente 1-22 e 71-80. - Ferrera, Maurizio (1996), ?The 'southern model' of welfare in social Europe?, Journal of European Social Policy, 6 (1): 17-37. - Flaquer, Lluis (2000), ?Family policy and welfare state in Southern Europe?, WP nº 185, Barcelona: Institut de Ciències Politiques i Socials. http://www.recercat.net/bitstream/2072/1280/1/ICPS185.pdf - Flaquer, Lluis (2000), Las perspectives familiars en una perspectiva comparada, Madrid: Fundación ?La Caixa? http://obrasocial.lacaixa.es/StaticFiles/StaticFiles/fc6f75cd4a2ef010VgnVCM200000128cf10aRCRD/es/es03_esp.pdf - Freire, João (2002), ?O sistema de relações colectivas de trabalho em Portugal?, Lisboa/ Oeiras: MTS/Celta, Cadernos Sociedade e Trabalho, nº1, Trabalho e Relações Laborais, pp. 85-96. - Fundação Giacomo Brodolini (2006), Job instability and family trends, Roma: FGB, pp. 15-37. - Goodin, Robert E., Bruce HEADEY, Ruud MUFFELS e Henk-Jan DIRVEN (2000), ?The real worlds of welfare capitalism?, in Christopher Pierson e Stephen Castles, The Welfare State Reader, Cambridge: Polity Press, pp. 171-188. - Goméz; Manuel Herrera e Pedro Castón Boyer (2003), Las políticas sociales en las sociedades complejas, Madrid: Ariel, pp. 21-46. - Hemerijck, Anton (2006), "Recalibrating Europe's semi-sovereign welfare states", WZB discussion papers, Berlin: Social Science Research Center. http://skylla.wz-berlin.de/pdf/2006/i06-103.pdf - Karamessini, Maria (207), The southern european social model: changes and continuities in recent decades, Geneve: ILO - Leitão, Maria Josefina (2002), ?O sistema de relações de trabalho português no contexto europeu?, Lisboa/ Oeiras: MTS/Celta, Cadernos Sociedade e Trabalho, nº1, Trabalho e Relações Laborais, pp.213-231López, Luís Vila (1997), ?Política social europea? in Carmen Alemán Bracho e Jorge Garcés Ferrer (coords.), Política Social, Madrid: McGraw Hill, pp. 103-132. - Madson, Per K. (2002), "Security and flexibility, friends or foes? Some observations from the case of Denmark", comunicação à 2ª conferência França/OIT "The future of work, employment and social protection", Genéve: IILS/ILO http://www-ilo-mirror.cornell.edu/public/english/bureau/inst/download/madsen.pdf - Matias, Álvaro (1999), Economia da Segurança Social, Lisboa: Associação Portuguesa da Segurança Social, pp.87-140 e 150-197. http://www.portugal.gov.pt/NR/rdonlyres/BF2E7DA8-4F29-469D-ABDC-7D7089F116E5/0/Acordo_Reforma_Seguranca_Social.pdf - Meulders, Danièle, Robert Plasman, Jérôme de Heneau, Leila Maron, Sile O?Dorchai (2007), Trabalho e maternidade na Europa, condições de trabalho e políticas públicas, in Cadernos de Pesquisa, v.37, pp. 611-640. http://www.scielo.br/pdf/cp/v37n132/a0637132.pdf - Montagut, Teresa (2004), Política Social: una introducción, Madrid: Ariel, pp.19-28 Mozzicafreddo, Juan (1998), Estado Providência e Cidadania em Portugal, Oeiras, Celta Editora. - MTSS (2006), Livro Verde das Relações Laborais, Lisboa: MTSS. http://www.mtss.gov.pt/docs/Livro%20Verde%20sobre%20as%20Rela%C3%A7%C3%B5es%20Laborais.pdf - MTSS (2007), Livro Branco das Relações Laborais, Lisboa: MTSS. (partes II, III ou IV) http://www.mtss.gov.pt/docs/LivroBrancoDigital.pdf - OECD (2005), Ageing and employment policies, Paris: OECD, especialmente 13-89 (vários capítulos) - Palier, Bruno (2002), Gouverner la Securité Sociale, Les Réformes du Système Français de Protection Sociale depuis 1945, Paris: PUF, pp. 15-61. - Pereirinha, José e Daniel Carolo (2006), ?Construção do Estado-Providência em Portugal no período do Estado-Novo (1935-1974): notas sobre a evolução da despesa social?, WP 30/2006. http://pascal.iseg.utl.pt/~depeco/wp/wp302006.pdf - Pierson, Christopher (1998), ?Origins and development of the Welfare State 1880-1975?, in Beyond the Welfare State. The New Political Economy of Welfare, Cambridge: Polity Press, pp. 99-133. - Planas, Jordi (2004), ?Formação ao longo da vida: a formação inicial como condição prévia e a sua articulação com a formação contínua?, Cadernos Sociedade e Trabalho, nº 4, Lisboa: MTS, pp.77-88. - Romero, Ricardo Montoro (1997), ?Fundamentos teóricos de la política social?, in Carmen Alemán Bracho e Jorge Garcés Ferrer (coords.), Política Social, Madrid: McGraw Hill, pp. 33-51. - Schmid, Gunther and Klaus Schomann (2004), "Managing social risks through transitional labour markets: towards a european social model", Tlm.net Working Papers, 1-2004. http://www.siswo.uva.nl/tlm/root_files/seminalpaper.PDF - SILVA, Pedro Adão e (1999), ?A crítica ao serviço dos surfistas?, Revista Crítica de Ciências Sociais, nº54, Junho, pp. 91-99. - Silva, Pedro Adão e (2002), ?O modelo de welfare da Europa do Sul: reflexões sobre a utilidade do conceito?, Sociologia Problemas e Práticas, nº 38, pp. 25-59. https://repositorio.iscte.pt/bitstream/10071/382/1/38.03.pdf - Silva, Pedro Adão e Silva (2002), ?Sul da Europa: reflexões sobre a utilidade de um conceito?, Sociologia Problemas e Práticas, - Torres, Anália Cardoso et al. (2000), ?Trabalho e vida familiar: problemas, soluções e perplexidades?, Cadernos de política social, nº2-3, Lisboa: Associação Portuguesa de Segurança Social, pp29-49. - Van Parijs, Phillipe (2000), ?Basic Income: a simple and powerful idea for the XXI Century?, Basic Income European Network, VIII International Congress, Berlim, 6-7 Outubro 2000. http://www.etes.ucl.ac.be/bien/Files/Papers/2000VanParijs.pdf - Viegas, José Manuel e António Firmino da Costa (org.) (1998), Portugal, que Modernidade?, Oeiras, Celta Editora. - Wilthagen, Ton and Frank TROS (2003), "The concept of flexicurity: a new approach to regulating employment and labour markets", Flexicurity Research Papers, 4-2003, Tilburg: Tilburg University. http://www.tilburguniversity.nl/faculties/law/research/flexicurity/publications/papers/fxp2003_4.pdf - Wilthagen, Ton (2004), ?Balancing flexibility and security in European labour markets?, Paper presented at the Conference on Recent Developments in European industria lrelations, organised by the Dutch Socio-Economic Council (SER) within the framework of the Dutch EU presidency (The Hague, 7-8 October 2004) http://www.tilburguniversity.nl/faculties/law/research/reflect/publications/papers/fxp2004-10-wilthagenser.pdf
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3 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
A unidade curricular visa dar a conhecer as diferentes perspectivas teóricas ao nível da etiologia e sistemas de classificação em Psicopatologia, bem como apresentar uma introdução aos principais diferentes tipos de perturbações psicopatológicas relevantes para a intervenção em serviço social.
Programa
Módulo 1. Introdução à Psicopatologia 1.1 Diferentes conceitos de psicopatologia, incluindo dimensão sociocultural e histórica 1.2 Principais sistemas de diagnóstico em psicopatologia Módulo 2: Teorias e Abordagens Teóricas 2.1 Abordagem biológica 2.2 Abordagem psicodinâmica 2.3 Abordagem comportamental-cognitiva 2.4 Abordagem ecológica ou sistémica Módulo 3. Principais Psicopatologias 3.1 Perturbações do Humor 3.2 Perturbações da Ansiedade 3.3 Esquizofrenia e Perturbações Psicóticas 3.4 Perturbações Neuropsicológicas (Demências) 3.5 Perturbações do uso de substâncias 3.6 Psicopatologia da Criança e do Adolescente
Processo de Avaliação
Em avaliação periódica, espera-se que os alunos participem nas aulas, realizem um trabalho prático e uma frequência: - Trabalho de grupo sobre uma perturbação específica à sua escolha de acordo com uma abordagem (apresentação em aula 20% e trabalho escrito 20%). - Frequência (60%) Os alunos que não estiverem inscritos ou que reprovem na avaliação contínua, poderão ir a um exame final (100%). Os elementos da avaliação têm a nota mínima de 9,5 valores.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Adams, H., & Sutker, P. (Ed.) (2001). Comprehensive handbook of psychopathology (3rd ed). New York: Springer. (PS.122 Com,3) American Psychiatric Association (2013). DSM-V Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders. Washignton, DC: Author. Andrasik, F. (Ed.) (2005). Comprehensive handbook of personality and psychopathology, Adult psychopathology (Vol. 2). New York: Wiley. PS.122 Com,2 v.2) Mash, E., & Barkley, R., (Ed.) (2003). Child psychopathology (2ª Edição). New York: Guildford Press. (PS.120 Chi,1)
Bibliografia Opcional
Módulo 1. Pio Abreu, J.L. (2001). Como tornar-se doente mental. Coimbra: Editora Quarteto. Módulo 2. Pires, C.M.L. (2003). Manual de Psicopatologia: uma abordagem biopsicossocial. Leiria: Ed Diferença. Módulo 3. Correia, D. T. (2013). Manual de Psicopatologia. Lisboa: Lidel. Monteiro, P. (2014). Psicologia e Psiquiatria da Infância e Adolescência. Lisboa: Lidel.
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Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo inicial fornecer aos alunos conhecimentos sobre o objeto da Demografia, as suas fontes e os principais conceitos e instrumentos de análise demográfica. Sendo uma cadeira com uma forte componente metodológica e teórico-prática, pretende-se que a inter-relação e operacionalização dos conhecimentos adquiridos aconteça ao longo do semestre, de forma intercalada com a aquisição de conteúdos, permitindo um contacto direto com as fontes de informação, os instrumentos de análise e uma leitura crítica e contextualizada dos resultados obtidos e analisados. Outro objetivo desta unidade curricular, no que diz respeito à sua componente prática, prende-se com a articulação do trabalho a desenvolver com o do plano de estudos da licenciatura em que se enquadra.
Programa
1. Objeto e contributos da Demografia. 2. Fontes demográficas: 2.1. Os recenseamentos e o estado da população; 2.2. Estatísticas do movimento; 2.3. Qualidade dos dados 3. Observação dos fenómenos demográficos: 3.1. Tipos de observação; 3.2. O diagrama de Lexis 4. Análise longitudinal e análise transversal: 4.1. Calendário e intensidade; 4.2. O princípio da coorte fictícia 5. Estruturas Demográficas: 5.1. Pirâmide etária; 5.2. Relações e proporções s; 5.3. Envelhecimento populacional 6. O movimento da população: 6.1. Medidas do movimento; 6.2. Crescimento natural e balança migratória 7. Quocientes e taxas específicas: definição, cálculo e utilização 8. Mortalidade: 8.1. Componentes e medidas; 8.2. Tábua de mortalidade; 8.3. Calendário 9. Fecundidade: 9.1. Medidas da fecundidade; 9.2. Intensidade e calendário; 9.3. Fecundidade e reprodução 10. Nupcialidade:10.1. Medidas da nupcialidade; 10.2. Tábuas de nupcialidade; 10.3. Intensidade e calendário
Processo de Avaliação
O aluno pode optar entre duas formas de avaliação: a) Avaliação periódica: os alunos serão avaliados com base em um teste (60% da nota final) e um trabalho de grupo com apresentação oral (40% da nota final). b) Avaliação por exame final: o exame vale 100% da nota da unidade curricular.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bandeira, Mário Leston (1996). Demografia e Modernidade. Família e Transição Demográfica em Portugal. Lisboa: Imprensa Nacional Casa da Moeda. Bandeira, Mário Leston (2004). Demografia: objecto, teorias, métodos. Lisboa: Escolar Editora Bandeira, M. Leston, Pintassilgo, Sónia C. (2018), Introdução à Demografia. Trabalhos práticos, Lisboa, Escolar Editora Nazareth, J. Manuel (2004). Demografia. A Ciência da População. Lisboa: Presença
Bibliografia Opcional
Preston, Samuel H., Heuveline, P. e Guillot, M. (2001). Demography: Measuring and Modeling Population Processes. Oxford: Blackwell. World Health Organization (2002), Active Ageing: a policy framework, Genebra, WHO
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Objectivos
- Experienciação do exercício profissional nas vertentes globais da intervenção em Serviço Social e compreensão da matriz de avaliação aplicada á prática do assistente social.
Programa
I ? Execução do plano de intervenção em Serviço Social: 1. Actualização diagnóstica e reprogramação. 2. Registo quantitativo e qualitativo. 3. Organização e sistematização de informação. II ? Avaliação: 1. Instrumentos de Avaliação. 2. Análise crítica/reflexiva sobre a prática de estágio para a formação em Serviço Social. III ? Relatório: 1. Linhas orientadoras para elaboração de um relatório técnico-operativo; 2. Como valorizar a prática do Assistente Social nas diferentes áreas de Estágio em articulação com as políticas sociais, os contextos organizacionais, abordagens teóricas específicas (Justiça, Educação, Poder Local, Formação Profissional, Emprego, Saúde e Terceiro Sector). 3. Jurisdição e estatuto profissional do Assistente Social na respectiva área ou campo de intervenção específico.
Processo de Avaliação
Avaliação: - Registos de planificação e relatos escritos (quinzenais); -Intervenção oral nas sessões de supervisão; -Avaliação do orientador de estágio; - Dossier de estágio; -Relatório de estágio II.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Nelda Rodríguez; PIAZZE, Leonardo Oneto (2001), Perspectivas Metodológicas en Trabajo Social, Buenos Aires, Espacio Editorial
Hepworth, Dean; Rooney, Ronald H.; Rooney, Glenda Dewberry; Strom-Gottfried, Kimberly; Larsen, JoAnn, (2010), Direct Social Work Practice. Theory and Skills, USA, Brooks/ Cole CENGAGE Learning.
Vasconcelos, Eduardo Mourão, (2002), Complexidade e Pesquisa Interdisciplinar. Epistemologia e Metodologia Operativa, 4ª Ed., São Paulo, Ed. Vozes
Garcia, Tomás Fernandez; Parra, Antonio Ares (Coords.), (2002), Servicios Sociales: Dirección, Gestión y Planificación, Madrid, Ciencias Sociales
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Consolidar os conhecimentos teóricos adquiridos na sua relação com a prática profissional do assistente social; Treino na elaboração e aplicação de instrumentos técnicos de suporte à prática profissional.
Programa
I. A intervenção do Serviço Social, sustentada num quadro teórico de referência: Despiste da situação; Diagnóstico; Indicadores; Investigação ou estudo aprofundado; Avaliação da situação; Atendimento social; Contrato social; Acompanhamento social; Visita Domiciliária; Aconselhamento Social. II. Procedimentos técnicos como Meios de Prova: Relatório Social; Perícia Social. III. Procedimentos técnicos como Meios de Diagnóstico: Caracterização sócio familiar; Informação Social; Genograma e o Ecomapa. IV. Procedimentos técnicos como Meios de Acompanhamento e Planeamento da Intervenção Social: Plano individual de readaptação; Plano Pessoal Educativo; Acordo de Promoção e Protecção; Plano de desenvolvimento social; Plano de Inserção Social; Gestor de caso; Plano Desenvolvimento Individual; outros.
Processo de Avaliação
Avaliação: - 2 Teste - 1 Trabalho de grupo (escrito ou apresentação oral) - (participação activa)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
-Enrique Pastor Seller y María Assunción Martinez-Roman (Coords) (2014) Trabajo Social em Siglo XXI. Una Perspectiva Internacional Comparada Jorge M. L. Ferreira El Trabajo Social en Portugal: Situación y desafios pp. 177 - 202. Madrid, LDM Ediciones (Espanhol). -Juha Hämäläinen, Brian Li lechild,; Oldřich Chy l, Miriam Shramatá,; Emmanuel Jovelin (Eds.) (2012). Evolution of Child Protection and Child Welfare Policies in Selected European Countries. Jorge M. L. Ferreira. Child Protection and Child Welfare Policies in Portugal pp. 239-256. ERIS Monographs Volume 2. Publisher University of Ostrava - ERIS with Albert Publisher. (Inglês). - Ferreira, Jorge M. L. (2011). Serviço Social e Modelos de Bem-Estar para a Infância. Modus Operandi do Assistente Social na Promoção da Protecção à Criança e à Família. Lisboa. Ed Quid Juris.
Bibliografia Opcional
A indicar aos alunos no domínio da especialidade da sua formação. - Carvalho,Maria Irene e Pinto, Carla (Coords) (2014) Serviço Social Teorias e Prácticas. Jorge M. L. Ferreira e Paula Seno Atendimento e Acompanhamento Integrado: Uma prática de Serviço Social pp. 347 - 366. Lisboa, Lidel, Pactor Edições. ISBN 978-989-693-040-0 - Robertis, Cristina, 2007, Méthodologie de l'intervention en travail Social: l'aide à la personne, Paris, Bayard. - Rossell, Teresa, 1993, La entrevista en trabajo social, Barcelona, Escuela Univ. Trabajo Social - Kate, 2008, Social Work- An introduction to contemporary practice, Essex, Pearson Education - Ferreira, Jorge M. L. (2011). Ferramentas/Instrumentos para práticas intergeracionais em diferentes contextos sociais. Revista Intervenção Social n.º 36 Actas do Seminário sobre a intergeracionalidade?, do Instituto Superior de Serviço Social - Universidade Lusíada Lisboa. (no prelo a publicar em Novembro de 2011). - Restrepo, Olga L. V., (2003), Reconfigurando el Trabajo Social, Perspectivas y tendências contemporâneas, Buenos Aires, Espacio Ferreira, Jorge M. L. (2012). Serviço Social com Crianças e Jovens em Portugal/ Trabajo Social, Servicios Sociales y Jóvenes, en Portugal. Diciembre. Madrid. ED.Instituto de la Juventud de España (INJUVE). ( Espanhol).
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Objectivos
Proporcionar instrumentos conceptuais e operativos fundamentais para a formulação e operacionalização de metodologias de intervenção com grupos e projetos/ programas em unidades locais e territoriais, numa perspetiva multidisciplinar concebidos com o envolvimento de vários sujeitos individuais e coletivos.
Programa
1.O Desenvolvimento Social e o trabalho colectivo: a.O conceito de desenvolvimento e de desenvolvimento social; b.O desenvolvimento comunitário: conceito e abordagens multidisciplinares; 2.O trabalho em colectivo no âmbito do Serviço Social: a.Da definição de Serviço Social ao trabalho no colectivo; b.O indivíduo, o grupo e a comunidade: o micro e o macro na trajectória histórica do Serviço Social; c.A intervenção com grupos; d.A intervenção comunitária. 3.Serviço Social com comunidades a.Conceito e objectivos; b.Modelos de intervenção comunitária; c.Processo metodológico; d.Instrumentos de apoio à intervenção. 4.As parcerias mno contexto da intervenção com comunidades; 5. O perfil do Assistente Social comunitário.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: - Presença pbrigatópria em 75% das aulas; - Ficha de leitura (15%9; - Exercício em grupo (35%):Apresentação em aula de instrumento de apoio à intervenção (10%) + entrega de trabalho escrito (15%); - Teste (50%).
OU
Exame final (100%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Barbero, Josep e Cortes Ferran. 2007. Trabajo Comunitário organização e desenvolvimento social. Madrid, Alianza Editorual Politica Social. Garcia, Tomás. 2006. Trabajo social con Grupos. Madrid. Editora Alianza Guerra, Isabel (2006), Participação e Acção Colectiva, Principia Edições, Cascais. Idanez, Maria José Aguilar e Ander Egg Ezequiel. 1999. Diagnóstico Social. Buenos Aires. 3ª Ed. Instituto de Ciências Sociai Aplicadas. Ledwith, Margaret (2016), Community Development in Action, Polity Press, Brisdtol. Midgley, James (2014), Social Development: theory and Practice, Sage, Londres. Schiefer, ulrich, Ed Periploi. 2008. ?Integrated evaluation of Change a new perspective for planning and evaluation in multiple intervention environments?.
Bibliografia Opcional
Gomez, josé António, Freitas, Orlando Manuel. 2007. ?Educação e Desenvolvimento Comunitário Local. Maia, Ed profedições. Hardcastle, David; Patrck Powers, and StanleyWenocur (2011), Community Practice: theories and skills for social workers, Oxford University Press, Oxford. Healy, Karen (2012), "Community work" em Karen Healy, Social Work: Methods and Skills, The Essential Foundations of Pratice, Palgrave Macmillan, New York, 169- 201. Lee, A. B. Judith. 2001. The empowerment approach to social work practice 2nd ed, Popple, Keith (2012), "Macro- community practice" in Mel Gray; James Midgley, and Stephen Webb, The Sage Handbook of Social Work, London, pp. 279-293.
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3 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
- Experienciação do exercício profissional nas vertentes globais da intervenção em Serviço Social e compreensão da matriz de avaliação aplicada á prática do assistente social.
Programa
I ? Execução do plano de intervenção em Serviço Social: 1. Actualização diagnóstica e reprogramação. 2. Registo quantitativo e qualitativo. 3. Organização e sistematização de informação. II ? Avaliação: 1. Instrumentos de Avaliação. 2. Análise crítica/reflexiva sobre a prática de estágio para a formação em Serviço Social. III ? Relatório: 1. Linhas orientadoras para elaboração de um relatório técnico-operativo; 2. Como valorizar a prática do Assistente Social nas diferentes áreas de Estágio em articulação com as políticas sociais, os contextos organizacionais, abordagens teóricas específicas (Justiça, Educação, Poder Local, Formação Profissional, Emprego, Saúde e Terceiro Sector). 3. Jurisdição e estatuto profissional do Assistente Social na respectiva área ou campo de intervenção específico.
Processo de Avaliação
Avaliação: - Registos de planificação e relatos escritos (quinzenais); -Intervenção oral nas sessões de supervisão; -Avaliação do orientador de estágio; - Dossier de estágio; -Relatório de estágio II.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Nelda Rodríguez; PIAZZE, Leonardo Oneto (2001), Perspectivas Metodológicas en Trabajo Social, Buenos Aires, Espacio Editorial
Hepworth, Dean; Rooney, Ronald H.; Rooney, Glenda Dewberry; Strom-Gottfried, Kimberly; Larsen, JoAnn, (2010), Direct Social Work Practice. Theory and Skills, USA, Brooks/ Cole CENGAGE Learning.
Vasconcelos, Eduardo Mourão, (2002), Complexidade e Pesquisa Interdisciplinar. Epistemologia e Metodologia Operativa, 4ª Ed., São Paulo, Ed. Vozes
Garcia, Tomás Fernandez; Parra, Antonio Ares (Coords.), (2002), Servicios Sociales: Dirección, Gestión y Planificación, Madrid, Ciencias Sociales
Bibliografia Opcional
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Objectivos
- Analisar a diversidade de desenhos institucionais dos Estados de bem-estar, bem como o seu desenvolvimento e agendas contemporâneas de reforma; - Conhecer as mudanças sociais com impacto no modelo social: demografia, relações de género, dinâmicas familiares, mercado de trabalho, desigualdades e pobreza, valores sociais; - Identificar as dinâmicas de resposta do modelo social português: recuo, realinhamento, recalibragem; - Debater o posicionamento de Portugal nas dinâmicas de reforma dos modelos de Estado de bem-estar.
Programa
1. Transformações sociais com impacto no modelo social: 1.1. Alterações demográficas: envelhecimento e movimentos migratórios 1.2. Transformações nas relações de género 1.3. Dinâmicas familiares e modelos de transição geracional 1.4. Mudanças na regulação do mercado de trabalho e nas carreiras profissionais 1.5. Transformações na pobreza e exclusão social 1.6. Os valores sociais e a solidariedade
2. Reformas do modelo social português: 2.1. Tipologização das dinâmicas de transformação do Estado-Providência: recuo, realinhamento, recalibragem 2.2. Características estruturais do Estado social e democrático de direito em Portugal 2.3. As “reformas estruturais” das décadas de 80, 90 e pré-crise internacional: direcção, tensões e contradições 2.3.1. O caso da protecção social 2.3.2. O caso da saúde 2.3.3. O caso do mercado de trabalho 2.4. As alternativas face à crise internacional.
Processo de Avaliação
A avaliação contínua da Unidade Curricular consiste na realização de 1 teste (50%) e na apresentação de um trabalho individual e debate em sala de aula (50%). Este regime obriga o estudante à presença nas aulas num mínimo de 60%. A avaliação por exame consiste na realização da frequência no final do semestre.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Castles,Francis,Leibfried,Stephan,Lewis,Jane,Obinger,H.,Pierson, Cristopher(2010), The Oxford Handbook of the Welfare State, Oxford, Oxford University Press Dean,Hartley(2002),Welfare Rights and Social Policy, Londres, Ed. Pearson Education. Esping-Andersen, Gosta(2000),“Um Estado-Providência para o século XXI”,in M.J.Rodrigues(Coord.),Para uma Europa da Inovação e do Conhecimento, Oeiras, Celta Editora Esping-Andersen, Gosta(2002),Why We Need a New Welfare State, Oxford, Oxford University Press Fernandes,Ana Alexandre(1997),Velhice e Sociedade: demografia, família e políticas sociais em Portugal, Oeiras, Celta Paugam,Serge(org)(2007), Repenser la solidarité – l’apport des sciences sociales, Paris, PUF Pereirinha,J.(2008).Política Social: Fundamentos da Actuação das Políticas Públicas. Lisboa: Universidade Aberta. Pires,R.Pena,e F.Pinho(2007),"Políticas de imigração em Portugal",em José Manuel Leite Viegas,Helena Carreiras e Andrés Malamud (orgs.), Instituições e Política, Vol. 1, Lisboa, CIES-ISCTE, Celta Taylor-Gooby, Peter (ed)(2005), New risks, new welfare. The Transformation of the European Welfare State, Oxford Policy Press
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
Esta unidade curricular visa fornecer aos alunos métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica bem como de análise da informação. Será privilegiada a sua aplicação a áreas de pesquisa com relevância para os alunos. A UC terá uma forte componente prática, na qual os alunos terão oportunidade de treinar competências de pesquisa bibliográfica e de análise da informação. Assim, esta disciplina tem como objectivos: - Introduzir, de forma breve, os principais conceitos no âmbito da pesquisa bibliográfica e análise da informação. - Apresentar e explorar as potencialidades dos meios de pesquisa bibliográfica disponíveis. - Apresentar e explorar métodos e técnicas e análise da informação. - Treinar as competências de pesquisa bibliográfica e análise da informação. - Regras e tipos de citação e de organização das referências bibliográficas.
Programa
1. Conceitos básicos em pesquisa bibliográfica e análise de informação: O que é a pesquisa bibliográfica? Para que serve a pesquisa bibliográfica? Fontes bibliográficas: primárias, secundárias e terciárias. Relevância das fontes bibliográficas. 2 A Biblioteca e as bases de dados. Prática da pesquisa bibliográfica e de recolha de fontes documentais. Pesquisas em bases de dados. 3. Métodos e técnicas de pesquisa, registo e tratamento de informação. Conhecer a estrutura de um artigo científico. Técnicas de organização da informação: notas, resumos, fichas de leitura. 4. Detetar a informação relevante no material escrito. Leitura rápida. Analisar relatórios técnicos e artigos científicos: da extracção de informação à precisão. 5. Desenvolver a capacidade de leitura activa. técnicas de leitura activa; memória e representação da informação.
Processo de Avaliação
Dada a natureza da UC, o processo de avaliação centrar-se-á na realização de trabalhos práticos individuais e de grupo.
1. Ao longo das aulas, serão objecto de avaliação:
a. Pontualidade e participação nas aulas (10%).
2. Trabalho individual: a. Trabalho de recolha e análise de materiais bibliográficos (90%)
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
1. Fink, A. (2010) Conducting Research Literature Reviews: From Internet to Papper. (3ª Ed.) London: SAGE PS. 112 Fin Con, 1 2. Ridley, D. (2008) The Literature Review: A Step- by- Step Guide for Students. California: SAGE S. 113 Rid Lit 3. Hart, C. (1998) Doing a Literature Review: Releasing the Social Science Research Imagination. London: SAGE PS. 112 Har Doi 4. Carrilho, F. (2004) Métodos e Técnicas de Estudo. Lisboa: Editorial Presença 5.AZEVEDO, M. (2006), Teses, Relatórios e Trabalhos Escolares. Sugestões para Estruturação da Escrita, 5ª Edição, Lisboa: Universidade Católica Portuguesa. 6. BELL, J. (1997), Como Realizar um Projecto de Investigação, Lisboa: Gradiva. 7. ECO, U. (2008), Como se Faz Uma Tese Em Ciências Humanas, 14ª Edição Portuguesa, Lisboa: Editorial Presença.
* Poderão ser recomendadas outras fontes bibliográficas, que se julguem pertinentes para os objetivos da unidade curricular.
Bibliografia Opcional
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1 Ano | 2 Semestre
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Objectivos
Esta unidade curricular tem por objectivo proporcionar aos alunos a aprendizagem de metodologias e procedimentos para a escrita de textos técnicos e científicos.
Programa
1. Informação; a redacção; a revisão; a redacção final; 2. Estrutura de um texto técnico e científico; 2.1 Elementos pré-textuais; 2.2 Elementos textuais; 2.3 Elementos pós-textuais; 3. Utilização de elementos ilustrativos da argumentação técnica e científica ou de demonstração empírica; 3.1 Inserção de gráficos, quadros e outros elementos ilustrativos e a normalização dos respectivos títulos, fontes de informação e formas gráficas; 4. Normas de referenciação bibliográfica, citação e anotação; 4.1 Normas nacionais e internacionais. As normas adoptadas para a realização de trabalhos, dissertações e teses no ISCTE-IUL; 4.2 Utilização de software específico para a organização e gestão de bibliografias e produção de textos técnicos e científicos (Biblioscape, biblioexpress e End Note).
Processo de Avaliação
1) Avaliação contínua: a) Presença e participação nas aulas - 5% da nota final b) Realização com sucesso do curso online da UC c) Exercícios autónomos - 20% d) Elaboração de um trabalho final - 75% da nota final
2) Avaliação periódica: Realização de provas de avaliação final - 100%
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Brandão, M. L. (2009). Manual para Publicação Científica: Elaborando manuscritos, teses e dissertações. Rio de Janeiro: Elsevier Cargill, M. & O'Connor, P. (2013). Writing Scientific Research Articles (2nd Edition). UK: Wiley-Blackwell Gastel, B. & Day, R. A. (2016). How to Write and Publish a Scientific Paper (8th Edition). Santa Barbara, California: Greenwood Lindemann, K. (2018). Composing Research, Communicating Results: Writing the Communication Research Paper. USA: John Wiley & Sons, Inc Madeira, A. C. & Abreu, M. M. (2004). Comunicar em Ciência? Como redigir e apresentar trabalhos científicos. Lisboa: Escolar Editora Nascimento, Z. & Pinto, J.M. (2001). A Dinâmica da Escrita: Como escrever com êxito. Lisboa: Plátano Editora Pereira, M. G. (2012). Artigos Científicos. Como Redigir, Publicar e Avaliar. Brasil: Guanabara Koogan Soares, M. A. (2001). Como Fazer um Resumo. Queluz de Baixo, Barcarena: Editorial Presença
Bibliografia Opcional
Bowden, J. (2011). Writing a Report - How to Prepare, Write and Present Really Effective Reports. United Kingdom: Little, Brown Book Group Estrela, E., Soares, M. A. & Leitão, M. J. (2003). Saber escrever saber falar: um guia completo para usar correctamente a língua portuguesa. Lisboa: Publicações Dom Quixote Forsyth, P. (2016). How to Write Reports and Proposals. United Kingdom: Kogan Page, Ltd Goins, J. (2012). You Are a Writer (so start ACTIHering, L. & Hering, H. (2010). How to Write Technical Reports: Understandable Structure, Good Design, Convincing Presentation. London, New York: SpringerNG like one). United States of America: Tribe Press Hofmann, A. (2016). Scientific Writing and Communication. Papers, Proposals, and Presentations (3rd Edition). Oxford: University Press Júnior, J. M. (2008). Como Escrever Trabalhos de Conclusão de Curso? Instruções para planejar e montar, desenvolver, concluir, redigir e apresentar trabalhos monográficos e artigos. Petrópolis: Editora Vozes Lipson, C. (2011). Cite Right: A Quick Guide to Citation Styles - MLA, APA, Chicago, the Sciences, Professions and More (2nd Edition). Chicago: University of Chicago Press Munter, M. (2006). Guide to managerial communication: effective business writing and speaking (7th Edition). New Jersey: Prentice Hall Pereira, A. & Poupa, C. (2008). Como Escrever uma Tese, Monografia ou Livro Científico usando o Word. Lisboa: Edições Sílabo Wolton, D. (2006). É preciso salvar a comunicação. Casal de Cambra: Caleidoscópio
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Objectivos
Promover o autoconhecimento e a autonomia dos estudantes no processo de aprendizagem através da aquisição de métodos e técnicas de estudo mais eficientes e eficazes.
Programa
1 - Identificação de barreiras ao estudo 2 - Estratégias e estilos de aprendizagem 3 - Estabelecer objetivos SMART 4 - Planeamentos: Gestão do tempo na Universidade 5 - Organização do estudo e do local de estudo 6 - Técnicas para promover a concentração 7 - Importância das fontes de informação 8 - Aprender lendo, ouvindo e escrevendo 9 - Elaboração de trabalhos individuais e em grupo 10 - Preparação para os momentos de avaliação
Processo de Avaliação
1-Avaliação continua (b-learning) Presença mínima a 3/4 das aulas presenciais Realização com sucesso do curso online (obrigatório) Participação e exercícios autónomos 30% Trabalho final 70% 2-Avaliação continua (Presencial) Presença mínima a 3/4 das aulas Participação e exercícios autónomos 30% Trabalho final 70% 3 Avaliação periódica e final Trabalho final 100% Em cada semestre vigora apenas uma opção de avaliação contínua
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Blerkom, D.L. (2009). College Study Skills: Becoming a Strategic Learner. Boston,USA: Wadsworth Cengage Learning
Carrilho, F. (2013). Como Estudar Melhor: Um guia para o teu sucesso. Lisboa: Editorial Presença
Carrilho, F. (2005). Métodos e técnicas de estudo. Lisboa: Editorial Presença.
Martin, L. S. (2013). Estudar Sem Stress. Carcavelos: Self.
Uelaine, L. A. (2009). Study Skills Strategies: Get The Most From Every Minute Of Learning. USA: Axzo Press.
Wilson, E. & Bedford, D. (2009). Study skills for part-time students. Essex, England: Pearson Education Limited.
Bibliografia Opcional
Boulay, D. (2009). Study Skills For Dummies. West Sussex, England: John Wiley & Sons, Ltd.
Claire, C. (2009). Study Skills for Health and Social: Care Students. London: SAGE Publications Ltd.
Cottrell, S. (2013) The Study Skills Handbook. Uk: PalgraveMacmillan.
Creme, P & Lea, M., R. (2008). Writing at University. Berkshire, England: Open University Press.
Downing, S. (2017). On Course: Strategies for Creating Success in College and in Life. Boston, USA: Cengage Learning.
Kennedy, J. (2004). Study Skills. Maximise Your Time to Pass Exams. UK: Studymates.
McIlroy, D. (2005). Exam Success. London: SAGE Publications Ltd.
Neves, J., Garrido, M., & Simões, E. (2006). Manual de competências pessoais, interpessoais e instrumentais: Teoria e prática. Lisboa: Edições Sílabo.
Neville, C. (2010). The complete guide to referencing and avoiding plagiarism. Berkshire, England: Open University Press.
Oliver, P. (2012). Succeeding with Your Literature Review. Berkshire, England: Open University Press.
Pritchard, A. (2008). Studying and Learning at University Vital Skills for Success in Your Degree. London: SAGE Publications Ltd.
Talbot, C. (2010). Studying at a distance. Berkshire, England: Open University Press.
Whetten, D. A., & Cameron, K. S. (2004). Developing management skills . New York: HarperCollins.
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