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1 Ano | 1 Semestre
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Docentes
João de Carvalho
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Com esta UC pretende-se fornecer os quadros teóricos da Psicologia Social e da Psicologia da Saúde que têm sido utilizados na compreensão, previsão e mudança de comportamentos de saúde. É dada relevância às principais abordagens na prevenção da saúde com enfoque a nível individual: modelos deliberativos e modelos automáticos de mudança comportamental ao nível da saúde. Esta UC visa ainda fornecer conhecimentos e competências para a aplicação de métodos de modificação dos determinantes individuais de comportamentos de saúde.
Programa
CP1-Introdução à Psicologia Social da Saúde 1. Do modelo biomédico a uma perspectiva biopsicossocial 2. Determinantes psicossociais dos comportamentos de saúde 3. Para que servem as teorias?
CP2-Modelos deliberativos sobre previsão de comportamentos de saúde: 1. Modelos clássicos 2. Modelos de iniciação comportamental e de auto-regulação 3. Modelos por estádios 4. Limites dos modelos deliberativos e novas perspectivas.
CP3 - Aspetos não deliberados / automáticos dos comportamentos em contexto de saúde: 1. Distinção entre processos automáticos e controlados 2. Efeitos automáticos em contextos de saúde: hábitos, enviesamentos cognitivos e seus determinantes.
CP4-Métodos e estratégias de intervenção de nível individual: 1. Métodos e estratégias de intervenção sobre determinantes sociocognitivos dos comportamentos de saúde 2. Métodos de intervenção sobre aspetos automáticos do comportamento individual: intervenções contextuais e cognitivas.
Processo de Avaliação
Os alunos em avaliação periódica devem participar em 75% das aulas e em dois momentos de avaliação: 1) trabalho individual escrito (60%) 2) apresentação oral do trabalho (40%) Quem tenha no mínimo 8.5 valores em cada um destes componentes e uma média final de pelo menos 9.5 está aprovado. Avaliação final: exame escrito (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Conner, M., & Norman P. M. (2005). Predicting health behaviour: Research and practice with social cognition models (2nd Edition). Maidenhead: Open University Press. Lima, M.L., Bernardes, S. F, & Marques, S. (2014, Eds.). Psicologia Social da saúde: Investigação e Intervenção em Portugal (Vol.1). Lisboa: Sílabo. Ogden, J (2000) . Psicologia da Saúde (2ª edição). Lisboa: Climepsi. Wiers, R.W., Houben, K., Roefs, A., de Jong, P., Hofmann, W., & Alan W. Stacy, A. W.(2010) Implicit cognition in Health psychology: Why Common Sense Goes Out the Window. In B. Gawronski & B. K. Payne (Eds.), Handbook of Implicit Social Cognition: Measurement, Theory, and Applications (pp. 463-488). New York: The Guilford Press. Wood, W., & Runger, D. (2016). Psychology of Habit. Annual Review of Psychology, 67, 11.1-11.26.
Bibliografia Opcional
Albery, I.P. & Munafò, M. (2008). Key concepts in health psychology. London: SAGE Publications Bartholomew L, Parcel G, Kok G, & Gottlieb N (2011). Planning Health Promotion Programs: An Intervention Mapping Approach (3ª Ed.). SF: Jossey-Bass. Browning, C. J., & Thomas, S. A. (2005; Eds.). Behavioural change : an evidence-based handbook for social and public health. London: Elsevier. Cameron, L.D., & Leventhal, H. (2003, Eds.). The self-regulation of health and illness behaviour. London: Routledge. Carver, C. S., & Scheier, M. F. (2000). On the structure of behavioral self-regulation. In M. Boekaerts, P. R. Pintrich and M. Zeidner, Handbook of self-regulation (pp. 41-84). New York: Elsevier Academic Press. Gawronski, B., & Bodenhausen, G. V. (2006). Associative and propositional processes in evaluation: An integrative review of implicit and explicit attitude change. Psychological Bulletin, 132, 692-731. Glanz, K., Rimer, B.K., & Viswanath, K. (Eds.) (2008). Health behaviour and health education:Theory, research and practice (4th edition). San Francisco, CA: Jossey Bass. Godinho, C. A., Alvarez, M.-J., Lima, M. L., & Schwarzer, R. (2014). Will is not enough: Coping planning and action control as mediators in the prediction of fruit and vegetable intake. British Journal of Health Psychology, 19(4), 856-870.. Hassin, R., Uleman, J., & Bargh, J. (Eds.). (2005). The new unconscious. New York: Oxford University Press Hall, P. A., & Fong, G. T. (2007). Temporal self-regulation theory: A model for individual health behavior. Health Psychology Review, 1(1), 6-52. Hofmann, W., Friese, M., & Strack, F. (2009). Impulse and self-control from a dual-systems perspective. Perspectives on Psychological Science, 4(2), 162-176. Hofmann, W., Schmeichel, B. J., & Baddeley, A. D. (2012). Executive functions and self-regulation. Trends in Cognitive Sciences, 16, 174-180. Moors, A., & De Houwer, J. (2007). What is automaticity? An analysis of its component features and their interrelations. In J. A. Bargh (Ed.), Social psychology and the unconscious: The automaticity of higher mental processes (pp. 11-50). New York: Psychology Press. Jones, A., Hardman, C. A., Lawrence, N., & Field, M. (2017). Cognitive training as a potential treatment for overweight and obesity: A critical review of the evidence. Appetite, 124, 50-67. Lally, P., & Gardner, B. (2013). Promoting habit formation. Health Psychology Review, 7(sup1), S137-S158. Langer, E. (1990). Mindfulness. Cambridge, MA: Perseus Books. Michie, S. F., West, R., Campbell, R., Brown, J., & Gainforth, H. (2014). ABC of behaviour change theories. Silverback Publishing. Stroebe, W. (2011). Social psychology and health (3rd ed.). Maidenhead, UK: Open University Press. Papies, E. K. (2016). Health goal priming as a situated intervention tool: how to benefit from nonconscious motivational routes to health behaviour. Health Psychology Review, 10, 408-424. Papies, E. K. (2017). Situating interventions to bridge the intention-behaviour gap: A framework for recruiting nonconscious processes for behaviour change. Social and Personality Psychology Compass, 11, e12323. Papies, E. K., & Aarts, H. (2017). Automatic self-regulation: From habit to goal pursuit. In K. Vohs & R. Baumeister (Eds.), Handbook of self-regulation: Research, theory, and applications, 3rd ed. (pp. 203-222). New York: The Guilford Press. Papies, E. K., & Barsalou, L. W. (2015). Grounding desire and motivated behavior: A theoretical framework and review of empirical evidence. In W. Hofmann & L. F. Nordgren (Eds.), The psychology of desire (pp. 36-60) New York: The Guilford Press Stroebe, W., & Stroebe, M.S. (1995). Psicologia Social e Saúde. Lisboa: Instituto Piaget. Taylor, S. E. (2011). Health psychology (8th ed.). New York: McGraw Hill. Vinagre, M.G., & Lima, M.L. (1998). Os acidentes infantis: factores socio-cognitivos do comportamento de prevenção dos pais face ao risco de intoxicação da criança no espaço doméstico. Análise Psicológica, XVI, 41-48. van Beurden, S. B., Greaves, C. J., Smith, J. R., & Abraham, C. (2016). Techniques for modifying impulsive processes associated with unhealthy eating: A systematic review. Health Psychology, 35(8), 793. Vohs, K. D., & Baumeister, R. F. (Eds.). (2016). Handbook of self-regulation: Research, theory, and applications. Guilford Publications. Webb, T. L., & Sheeran, P. (2006). Does changing behavioral intentions engender behavior change? A meta-analysis of the experimental evidence. Psychological Bulletin, 132, 249-268.
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Docentes
Joana Isabel Baptista
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Sibila Marques
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Proporcionar aos alunos o conhecimento sobre as abordagens teóricas e metodológicas da Psicologia Social Comunitária. Preparar os alunos para a actividade profissional e cientifica no domínio da avaliação e intervenção social comunitária em diferentes contextos sócio-ecológicos e nas políticas de intervenção social.
Programa
CP1. Introdução à Psicologia Social Comunitária: Conceitos e abordagens teóricas na Psicologia Comunitária. 1.Origem, justificação e estatuto actual da Psicologia Social Comunitária. 2.Conceitos e formulações de Comunidade. 3.Definição, características e princípios da Social Comunitária. 4.Modelos teóricos da Psicologia Social Comunitária. CP2. Estratégias de avaliação da Psicologia Comunitária. 1.Bases epistemológicas, teóricas e aplicadas da avaliação comunitária. 2.Âmbito, definição e processo de avaliação de problemas a nível da comunidade. 3.Métodos de observação e de avaliação em contexto social e comunitário CP3. Estratégias de intervenção comunitária. 1.Conceitos e processos de intervenção comunitária, da participação ao empowerment e sentido de comunidade. 2.Métodos de intervenção: Prevenção e promoção, desenvolvimento comunitário, promoção de redes e suporte sociais, consultoria-formação, desenvolvimento da comunidade e acção social.
Processo de Avaliação
Avaliação periódica ou exame final. Sugere-se que optem por avaliação periódica no qual os alunos estarão sujeitos a 2 trabalhos: 1) definição de um problema devidamente sustentado e apresentação de uma estratégia de avaliação a uma intervenção comunitária baseada numa entrevista a um actor-chave (70%); 2)apresentação e discussão de textos (30%). Os alunos que não façam avaliação periódica, poderão realizar um exame final com a matéria das aulas teórico-práticas (1ª ou 2ª época).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bond, M. A., Serrano-García, I. E., Keys, C. B., & Shinn, M. E. (2017). APA handbook of community psychology: Theoretical foundations, core concepts, and emerging challenges. Washington, DC, US: American Psychological Association. Kloos, B., Hill, J., Thomas, E., Wandersman, A. Elias, M. & Dalton, J. (2011). Community Psychology: Linking individuals and communities (3rd ed.). Belmont, USA: Wadsworth Publishing. Menezes, I. (2007). Intervenção Comunitária: Uma Perspectiva Psicológica. Porto: Livpsic. Nelson, G. & Prilleltensky, I. (2005). Community Psychology. In pursuit of liberation and well-being. New York: Palgrave Macmillan. Ornelas, J. (2008). Psicologia Comunitária. Lisboa: Fim de Século. Rappaport & Seidman, (2000). Handbook of community psychology. New York: Plenum
Bibliografia Opcional
Duffy, G. & Wong, Y. (2003). Community Psychology. Boston: Pearson Education, Inc. Fisher, A. T., Sonn, C. C. & Bishop, B. (2002). Psychological sense of community: research, applications, and implications. New York: Kluwer Plenum Publishers. Marques,S. Vauclair,M.L., Rodrigues,R., Mendonça,J., Gerardo, F., Cunha, F. (2015). imAGES: Programa de intervenção de promoção de imagens positivas de envelhecimento em crianças e adolescentes.Lisboa:SCML&LeyaEditores. Marques, S., Vauclair, Rodrigues, R., C.M., Mendonça, J., Gerardo, F. & Cunha, F. (2017). imAGES: intervention program to prevent ageism in children and adolescents. In Baker, H.E., Krueger, T.M. & Karasik, R.J. (Eds). A Hands-on approach to teaching about ageing (pp. 24-30).SpringerPublishingCompany. Mendonça, J., Mariano, J., & Marques, S. (2016). Lisbon street campaign against ageism: A promising multi-stakeholder initiative. Journal of Intergenerational Relationships, 14(3), 258-265. Montero, M. (2003). Teoría y práctica de la psicología comunitaria:la tensión entre comunidad y sociedad. Buenos Aires:Paidós. Montero, M. (2004). Introducción a la psicología comunitaria : desarrollo, conceptos y procesos. Buenos Aires:Paidós. Newcomer, K. E., Hatry, H. P., & Wholey, J. S. (2015). Handbook of practical program evaluation. John Wiley & Sons. Ornelas, J. & Moniz, M.J. (2011). Parcerias comunitárias. Lisboa: edições ISPA Scott, V. C., & Wolfe, S. M. (Eds.). (2014). Community psychology: Foundations for practice. USA: SAGE Publications.
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Docentes
Christin-Melanie Vauclair
Cristina Camilo
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Sónia Bernardes
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Com esta UC pretende-se, a partir de quadros teóricos da psicologia social, analisar os efeitos que a pertença a grupos sociais minoritários (ex., mulheres, pessoas idosas, imigrantes e minorias étnicas) possui tanto ao nível dos processos e experiências de saúde e doença dos seus membros, como da relação destes com o sistema de prestação de cuidados de saúde dominante.
Programa
CP1-Grupos e relações entre grupos e saúde: 1. Grupos sociais e desigualdades na saúde e doença 2. A relação entre estereótipos, preconceito, estigmatização e discriminação social e saúde 3. A relação entre identidades sociais, estigmatizadas e saúde
CP2 - Envelhecimento, idadismo e saúde: 1. Conceito de idadismo 2. Diferenças etárias na saúde e doença 3. Idadismo e envelhecimento ativo 4. Estereótipos etários e saúde das pessoas idosas
CP3-Migrantes, minorias étnicas e saúde: 1. Determinantes culturais e saúde 2. Representações sociais da saúde e da doença 3. O conceito de etnia 4. Factores de risco na saúde física e mental de migrantes e minorias étnicas
CP4-Métodos de intervenção a nível grupal 1. Métodos para redução do preconceito, estigma e discriminação e Métodos para a promoção de identidades sociais positivas 2. Treino de competências para a diversidade individual e cultural
Processo de Avaliação
1) Avaliação contínua: 1.Apresentação escrita individual (15%); 2.Apresentação oral em grupo (35%); 3.Frequência no final do semestre (50%). Ficam aprovados o/as aluno/as que, tendo em todas as avaliações notas superiores a 7.5 valores, obtenham uma média final igual ou superior a 9.5 valores. O/as aluno/as que não estiverem inscritos ou que reprovem na avaliação contínua, poderão ir a avaliação periódica por exame final (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Abrams, D., & Hogg, M. A. (2006). Social identifications: A social psychology of intergroup relations and group processes. Routledge. Gurung, R. (2006). Health psychology: a cultural approach. Belmont: Thomsom Huff, R. M., Kline, M. V. & Peterson, D. V. (Eds.) (2014). Health Promotion in Multicultural Populations (3rd ed.). Thousand Oaks, CA: Sage Publications. Jetten, J., Haslam, C., & Haslam, S. A. (2012). The social cure: Identity, health, and well-being. Hove: Psychology Press. Marques. S. (2011). Discriminação da terceira idade. Lisboa : Relógio d'Àgua Editores. Nelson, T. D. (Ed.). (2002). Stereotyping and prejudice against older persons. Cambridge. MA: Bradford Book. Pope-Davis, D., Coleman, H., Liu, W. & Toporek, R. (2003). Handbook of Multicultural Competencies in Counseling & Psychology (Eds.). California: Sage. Vala, J. & Monteiro, M.B. (2013). Psicologia Social (9ª ed.). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
Bibliografia Opcional
Aneshensel, C., & Phelan, J. (Eds.) (1999). Handbook of the Sociology of Mental Health. New York: Kluwer Academic. Benoit, C., & Shumka, L. (2009). Gendering the health determinants framework: Why girls' and women's health matters. Canada: WHRN. Levy, B. (2003). Mind matters: cognitive and physical effects of aging self-stereotypes Journal of Gerontology: Psychological Sciences, 58B(4), 203-211. Lorber, J. (1997). Gender and the Social Construction of Illness. Londres: Sage Kato, P.M., & Mann, T. (1996). Handbook of diversity issues in health psychology. New York : Plenum Press. Kelly, J. A., St Lawrence, J. S., Diaz, Y. E., Stevenson, L. Y., Hauth, A. C., Brasfield, T. L., ... & Andrew, M. E. (1991). HIV risk behavior reduction following intervention with key opinion leaders of population: an experimental analysis. American Journal of Public Health, 81(2), 168-171. Marques, S. Vauclair, M.L., Rodrigues, R., Mendonça, J., Gerardo, F., Cunha, F. (2015). imAGES: Programa de intervenção de promoção de imagens positivas de envelhecimento em crianças e adolescentes. Lisboa: SCML & Leya Editores. Marques, S., Lima, M.L., Abrams, D. & Swift, H.J. (2014). Will-to-live in older people's medical decisions: immediate and delayed effects of aging stereotypes. Journal of Applied Social Psychology, 44, 399-408. Marques, S., Swift, H.J., Vauclair, C.M, Lima, M.L., Bratt, C. & Abrams, D. (2014). "Being old and ill" across different countries: Social status, age identification, and older people´s subjective health. Psychology & Health, 14, 1-16. Moleiro, C., Freire, J. & Tomsic, M. (2013). Immigrants' Perspectives on Clinician Cultural Diversity Competence: A qualitative study with immigrants in Portugal. International Journal of Migration, Health and Social Care, 9(2), 84-95 Moleiro, C., Marques, S & Pacheco, P. (2011). Cultural Diversity Competencies in Child and Youth Care Services in Portugal: Development of two measures and a brief training program. Children and Youth Services Review, 33(5), 767-773. Sen, G., & Ostlin, P. (2010, Eds.). Gender Equity in Health: The Shifting Frontiers of Evidence and Action. NY: Taylor & Francis Swift, H. J., Vauclair, C. M., Abrams, D., Bratt, C., Marques, S., & Lima, M. L. (2014). Revisiting the paradox of well-being: The importance of national context. The Journals of Gerontology Series B: Psychological Sciences and Social Sciences, gbu011. Vauclair, C. M., Marques, S., Lima, M. L., Bratt, C., Swift, H. J., & Abrams, D. (2014). Subjective Social Status of Older People Across Countries: The Role of Modernization and Employment. The Journals of Gerontology Series B: Psychological Sciences and Social Sciences, gbu074. Vauclair, C. M., Marques, S., Lima, M. L., Abrams, D., Swift, H., & Bratt, C. (2014). Perceived Age Discrimination as a Mediator of the Association Between Income Inequality and Older People's Self-Rated Health in the European Region. The Journals of Gerontology Series B: Psychological Sciences and Social Sciences, gbu066. Walker, A. (2002). A strategy for active aging. International Social Security Review, 55, 121-139. WHO (2002). Active ageing: A policy framework [electronic version]. Geneva: World Health Organization.
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Docentes
Maria Luísa Lima
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Marta Matos
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Palacin Lois
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Pretende-se com esta UC, a partir de quadros teóricos da psicologia social, analisar as relações recíprocas entre a saúde e as relações sociais. É dada particular relevância ao impacto (positivo e negativo) das relações interpessoais sobre a saúde, à análise das formas de intervenção para promover a saúde através da interação social e a utilização de grupos de apoio no contexto de saúde.
Programa
P1. Os impactos das relações sociais na saúde P1.1. Saúde, integração e interacção social. Solidão e saúde.
P2. Modelos teóricos psicossociais da ligação entre saúde e relações sociais P2.1. A via emocional P2.2. A via da validação social P2.3. A via da integração social P2.4. A via da vinculação
P3. Stress, coping e suporte social P3.1. Stress e saúde: definições, processos e efeitos; respostas e gestão de stress; avaliação e intervenção P3.2. Coping e adaptação: processos, recursos e avaliação P3.3. Suporte Social e Saúde: funções do suporte social, suporte recebido vs percebido, medidas e intervenções
P4. Dinâmica de grupos na saúde P4.1. Processos de grupo em saúde P4.2. Feedback e comunicação no grupo P4.3. Coesão e conflito no grupo P4.5. Modelos de intervenção em grupos P4.4. A condução de grupos em contextos de saúde
Processo de Avaliação
Avaliação periódica -Presença nas aulas PL (obrigatório) -frequência com toda a matéria (60%). -trabalho de grupo sobre uma intervenção grupal de combate à solidão ou ao burnout (20%), com discussão de poster - ensaio indiv com questão de investigação (20%) Aprovação: notas superiores a 9.5 valores em cada um dos elementos. Quem não estiver inscrito ou quem reprove na avaliação periódica, pode ir a exame final (1ª ou 2ª época), se tiver participado nas aulas PL.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Friedman, H.S. (Ed.) (2014). The Oxford Handbook of Health Psychology. Oxford: Oxford University Press Guerra, M.P., Lima, L., & Torres, S. (2013). Intervir em Grupos na Saúde. Lisboa: Climepsi. Lima, M.L. (2018). Nós e os outros: o poder dos laços sociais. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos. Lima, M.L., Marques, S., & Bernardes, S. (2014 e 2016). Psicologia Social da Saúde (volumes 1 e 2). Lisboa: Sílabo Stroebe, W., & Stroebe, M.S. (1995). Psicologia Social e Saúde. Lisboa: Instituto Piaget. [PS.120 STR*Soc]
Bibliografia Opcional
Relações sociais e saúde Haslam, C., Jetten, J., Creuwys, T, Dingle, G.A., & Haslam, S.A. (2018). The New Psychology of Health: Unlocking the social cure. London: Routledge. Jetten, J., Haslam, C., & Haslam, S.A. (2011). The Social Cure: Identity, Health and Well-Being. London: Taylor & Francis. [S.301 Soc,6] Ryff, C. D., & Singer, B. (2001). Emotion, Social Relationships, and Health. New York: Oxford University Press. [PS.122 Emo,1]
Stress e Coping Cooper, C. L., & Payne, R. E. (1991). Personality and stress: Individual differences in the stress process. John Wiley & Sons.[ PS.122 Per] Fink, G. (Ed.). (2016). Stress: Concepts, Cognition, Emotion, and Behavior: Handbook of Stress Series (Vol. 1). Academic Press. [PS.123 FIN*Str] Folkman, S. (2013). Stress: appraisal and coping. In Encyclopedia of behavioral medicine (pp. 1913-1915). Springer New York. Lazarus, R., & Folkman, S. (2004). Stress, appraisal and coping. Springer: New York.[ PS.123 LAZ*Str] Snyder, C. R. (Ed.). (1999). Coping: The psychology of what works. Clarendon Press.[ PS.123 Cop] Suedfeld, P. (1997). Handbook of Stress, Medicine, and Health. Boca Raton : CRC Press. [PS.122 Han,2] Zeidner, M., & Endler, N. S. (Eds.). (1996). Handbook of coping: Theory, research, applications (Vol. 195). John Wiley & Sons.[PS.122 Han,7]
Suporte Social Cohen, S., Underwood, L.G., & Gottlieb, B.H. (2000). Social Support Measurement and Intervention: A Guide for Health and Social Scientists. New York: Oxford University Press. [S.205 Soc] Uchino, B. N. (2004). Social support and physical health: Understanding the health consequences of relationships. Yale University Press [PS.131 UCH*Soc]
Dinâmica de grupos Forsyth, D.R. (1999). Group dynamics. Belmont: Wadsworth . [PS.132 FOR*Gro 6ªed.] Guerra, M.P., Lima, L., & Torres, S. (2013). Intervir em Grupos na Saúde. Lisboa: Climepsi. Kurtz, L.F. (1997). Self-help and support groups. A hand-book for practicioners. London: Sage. [PS.132 KUR*Sel]
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1 Ano | 2 Semestre
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Docentes
Marta Matos
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Sónia Bernardes
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta UC visa desenvolver conhecimentos de âmbito teórico, metodológico e empírico sobre a influência de diversos processos psicossociais e contextos sociais na adaptação à doença crónica. Pretende-se ainda o desenvolvimento de conhecimentos e competências práticas sobre métodos de avaliação e intervenção psicossocial em processos de adaptação à doença.
Programa
CP1: Introdução à abordagem psicossocial da adaptação à doença 1.1. Doenças crónicas: Epidemiologia e impactos 1.2. Funcionalidade e Incapacidade: concetualização e avaliação 1.3. Adaptação vs. Ajustamento à doença: Conceitos básicos e modelos psicossociais 1.4. Avaliação do ajustamento à doença e qualidade de vida CP2: Avaliação e intervenção psicossocial na adaptação às doenças crónicas 2.1. Características clínicas, epidemiológicas e impactos das dores crónicas, doenças cardiovasculares, oncológicas, metabólicas e infeciosas. 2.2. Metodologias de avaliação e intervenção psicossociais nas dores crónicas, doenças cardiovasculares, oncológicas, metabólicas e infeciosas. CP3: A entrevista motivacional aplicada a contextos de adaptação à doença 3.1. Princípios básicos: espírito, foco motivacional e estilo de comunicação 3.2. Treino de skills: questionar, afirmar, parafrasear, dar informação
Processo de Avaliação
Em avaliação periódica: 1.Teste (50%). 2.Um trabalho de pares (35%) - análise crítica de um programa de intervenção psicossocial. 3.Role-play de entrevista motivacional (15%) Ficam aprovados o/as aluno/as que, tendo em todas as avaliações notas superiores a 9.5 valores, obtenham uma média final igual ou superior a 9.5 valores. A avaliação periódica que incluirá: um exame (85%) e (um novo) role-play da entrevista motivacional (15%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Chan, F., Cardoso, E.S., & Chronister, J.A. (2009). Understanding Psychosocial Adjustment to Chronic Illness and Disability: A Handbook for Evidence-based Practitioners in Rehabilitation. NY: Springer. Dunn, D.S. (2015). The Social Psychology of Disability. Oxford: Oxford University Press. Kralik, D., Peterson, B., & Coates, V. (2010). Translating Chronic Illness Research Into Practice. Oxford: Wiley. Larsen, P.D. (2016, Ed.). Lubkin's Chronic Illness: Impact and Interventions (9th Ed.). Burligton: Jones and Bartlett Learning. Marini, I., & Stebnicki, M. (2012). The Psychological and Social Impact of Illness and Disability (6th ed.). NY: Springer Morewitz, S. (2006). Chronic Diseases and Health-care: New trends in Diabetes, Arthritis, Osteoporosis, Fibromyalgia, Low-back pain, Cardiovascular Disease and Cancer. New York: Springer. Rollnick, S., Miller, W., Butler, C.C. (2008). Motivational interviewing in health care: Helping patients change behaviour. London:Guilford Press.
Bibliografia Opcional
Cohen S, Underwood L, & Gottlieb B (2000, eds.). Social Support Measurement and Intervention: A Guide for Health and Social Scientists. Oxford University Press. Cordella, M., & Poiani, A. (2014). Behavioural Oncology: Psychological, Communicative, and Social Dimensions. New York: Springer. Feuerstein, M., & Findley, P. (2006). The cancer survivor's guide: The essential handbook to life after cancer. NY: Marlowe & Co. Gatchel, R.J., & Turk, D.C. (1999, Ed.). Psychosocial factors in pain: critical perspectives. NY: The Guilford press. Gurung, R.A. (2005). Health Psychology: A cultural approach. Belmont, CA: Thomson/ Wadsworth. Hales, G. (1996). Beyond disability: Towards an enabling society. London: SAGE. Holland, J. C., Breitbart, W. S., Jacobsen, P. B., Lederberg, M. S., Loscalzo, M. J., & McCorkle, R. S. (2010). Psycho-Oncology (2nd Ed.). New York: Oxford University Press. Jackson, J. (2000). "Camp Pain": Talking with chronic pain patients. Philadelphia: University of Pennsylvania Press. Jetten J, Haslam C, & Haslam A (2011, eds.). The social cure: Identity, Health and Well-being. NY: Psychology Press. LeFort, S., et al. (2015). Living a Healthy Life with Chronic Pain. Boulder: Bull Publising Company. Lorig, K. et al. (2012). Living a Healthy Life with Chronic Conditions: Self-management of Heart disease, Arthritis, Diabetes, Depression, Asthma, Bronchitis, Emphysema, and other physical and mental health conditions. Boulder: Bull Publishing. Martz, E., & Livneh, H. (2007). Coping with Chronic Illness and Disability: Theoretical, empirical and clinical aspects. New York: Springer. Pierce G, Sarason B, & Sarason I (1996). Handbook of Social Support and the Family. NY: Plenum press. Pryor, JB, & Reeder, GD (Eds). (1993). The social psychology of HIV infection. New York: Erlbaum Rosengren, D. B. (2009). Building motivational interviewing skills: A practitioner workbook. NY: Guilford Press. Royer. A. (1998). Living with Chronic Illness: Social and Psychological Dimensions. Westport: Praeger. Steinberg, M. P. & Miller, W.R. (2015). Motivational interviewing in diabetes care. New York: The Guilford Press. Turk, D., & Melzack, R. (2001). Handbook of Pain Assessment. New York: The Guilford press WHO (2005). Guia do principiante: para uma linguagem comum de funcionalidade, incapacidade e saúde: CIF: World Health Organization. Lisboa: Secretariado Nacional para a reabilitação e Integração das Pessoas com deficiência.
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Docentes
Ana Margarida Passos
Departamento de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional
Marta Matos
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta UC visa desenvolver conhecimentos de âmbito teórico, metodológico e empírico nas áreas da intervenção da Promoção da Saúde, tendo subjacente uma perspetiva psicossocial. Especificamente, pretende-se abordar as componentes de avaliação e intervenção neste domínio a partir de temas específicos. Visa-se desenvolver conhecimentos e competências práticas, a par de uma reflexão de carácter especializado e de uma análise crítica
Programa
CP1. A especificidade da perspetiva psicossocial na promoção da saúde 1.1. Promoção da saúde: conceitos e definições 1.2. Pressupostos 1.3. Métodos de avaliação e de intervenção 1.4. Domínios de intervenção
CP2. Fundamentos de avaliação e intervenção na promoção da saúde 2.1. Pressupostos teóricos 2.2. Tipos de intervenção 2.3. Tipos e desenhos de avaliação 2.4. Indicadores e instrumentos de avaliação
CP3. Áreas específicas de avaliação e intervenção CP3.1. Promoção de estilos de vida saudáveis CP3.2. Sexualidade, saúde reprodutiva e saúde materno-infantil CP3.3. Consumos aditivos e dependências CP3.4. Rastreios, vacinação, prevenção de acidentes e segurança rodoviária CP3.5. Saúde mental, bem-estar e qualidade de vida CP3.6. Envelhecimento ativo e saudável
CP4. Desenvolvimento de competências práticas 1.1. Utilização de grupos focalizados na avaliação 1.2. Competências de trabalho em equipa
Processo de Avaliação
Os alunos em avaliação contínua devem participar em 75% das aulas e em três momentos de avaliação: 1) trabalho de grupo - relatório escrito (30%) 2) apresentação em grupo (20%) 3) frequência (50%)Quem tenha no mínimo 8.5 valores em cada um destes componentes e uma média final de pelo menos 9.5 está aprovado. Avaliação final: exame escrito (100%).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bennet, P., & Murphy, S. (1999). Psicologia e promoção da saúde. Lisboa : CLIMEPSI. Ogden, J. (2006). Psicologia da Saúde (2ª ed). Lisboa: CLIMEPSI Stephens, C. (2008). Health Promotion: A Psychosocial Approach. Berkshire: Open University Press. [PS.122 STE*Hea]
Friedman, H.S. (Ed) (2011). The Oxford handbook of health psychology Oxford : Oxford University Press. [PS.122 Oxf] Baum, A., Revenson, T.A., & Singer, J. (2012). Handbook of health psychology (2nd ed). New York : Psychology Press. [PS.122 Han,18 2ªed
Bibliografia Opcional
Bartholomew, L. K. (2011). Planning health promotion programs: an intervention mapping approach. San Francisco: Jossey-Bass. [G.118 Pla] Conner, M., & Armitage, C.J. (2002). The social psychology of food. Buckingham : Open University Press. [PS.122 CON*Soc] DiClemente R. J., Crosby R. A., Kegler M. (2009). Emerging Theories in Health Promotion Practice and Research. (2nd edn). San Francisco: Jossey-Bass. Fernández-Ballesteros, R. (2009). Envejecimiento activo : contribuciones de la psicología. Madrid : Ediciones Pirâmide. [PS.110 FER*Env] Fertman C. I., Allensworth D. D. (2010). Health Promotion Programs: From Theory to Practice. New York: Society for Public Health Education. San Francisco: Jossey-Bas [S.301 Hea,6] Glanz, K., Rimer, B.K., & Viswanath, K. (2008). Health Behavior and Health Education: Theory, Research, and Practice. San Francisco: Jossey-Bass [PS.122 Hea] Harris, M.J. (2010). Evaluating Public and Community Health Programs. San Francisco: Jossey-Bass. [S.301 HAR*Eva] Katz, M.H. (2010). Evaluating Clinical and Public Health Interventions: A Practical Guide to Study Design and Statistics. Cambridge University Press. [S.301 KAT*Eva] McKenzie, J.F., Neiger, B.L., Thackeray, R. (2012). Planning, Implementing, & Evaluating Health Promotion Programs: A Primer (6th edition). Benjamin Cummings [G.118 McK*Pla] Ollhoff, J., & Ollhoff, L. (2004). Getting along : teaching social skills to children and youth. Minnesota : Sparrow Media Group. [PS.124 OLL*Get] Wolfe, D. Et al (1996). The youth relationships manual : a group approach with adolescents for the prevention of woman abuse and the promotion of healthy relationships. Thousand Oaks : Sage. [S.207 You,2]
Miller, W.R., & Rollnick, S. (2012). Motivational Interviewing, Third Edition: Helping People Change (Applications of Motivational Interviewing) (3th edition). The Guilford Press. Rosengren, D.B. (2009). Building motivational interviewing skills : a practitioner workbook. New York : Guilford Press. [PS.122 ROS*Bui]
Krueger, R.A., & Casey, M.A. (2000). Focus groups : a practical guide for applied research (3rd edition). Thousand Oaks : Sage, [S.112 KRU*Foc 3ªed] Stewart, D.W., Shamdasani, P.N., Rook, D.W. (2007). Focus groups : theory and practice (2nd ed).Thousand Oaks : Sage. [S.113 STE*Foc]
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Docentes
Helena Carvalho
Departamento de Métodos de Pesquisa Social
Objectivos
Esta unidade curricular tem por objetivo desenvolver métodos de dependência contemplando duas situações de investigação de grande aplicação na área das Ciências Sociais e Humanas. São analisados designs complexos nos quais são testados modelos com efeitos de moderação e efeitos de mediação. São realizadas aplicações através de Regressão Linear Múltipla e Regressão Logística. A apresentação dos diferentes métodos contempla também uma vertente mais aplicacional, construindo situações de análise com apoio de um software de Estatística (SPSS) e da macro PROCESS (Hayes, 2018).
Programa
1. Modelação: moderação e mediação 1.1 Moderação: efeito de interação 1.2 Mediação: cadeia de efeitos 1.3 Análise de artigos com moderação e mediação 2. Modelação de moderação via Regressão Linear (OLS) 2.1 OLS com efeitos principais e efeitos de interação 2.2 Moderadora quantitativa 2.3 Moderadora categorizada 2.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 2.5 Reportar resultados em tese/artigo 3. Modelação de mediação via OLS 3.1 Mediadora quantitativa 3.2 Estimar e testar efeito indireto via bootstrapping 3.3 Mediação parcial e total 3.4 Aplicação com software (SPSS e PROCESS) 3.5 Reportar resultados em tese/artigo 4. Modelação via Regressão Logística 4.1 Apresentação do modelo 4.2 Condições de aplicabilidade 4.3 Parâmetros do modelo 4.4 Aplicação com software 4.5 Reportar resultados em tese/artigo
Processo de Avaliação
Avaliação periódica: 1. Exercício individual (65%) 2. Trabalho de grupo (35%).
Condições: 1. Nota mínima no exercício individual: 8,0 valores 2. Nota mínima no trabalho: 10 valores
A avaliação por exame resulta da ponderação de duas componentes com as mesmas características das da avaliação eriódica.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Baron, R e Kenny D. (1986). The Moderator-Mediator Variable Distinction in Social Psychological research: Conceptual, Strategic and Statistical Considerations, Journal of Personality and Social Psychology, 51, 1173-1182. Frazier, P. A., Tix, A. P. e Barron, K. E. (2004). Testing moderator and mediator effects in counselling psychology research. Journal of Counselling Psychology, 51(1), 115-134. Hayes, A. F. (2012). PROCESS: a versatile computational tool for observed variable mediation, moderation, and conditional process modeling. MacKinnon, D. P., Fairchild, A. J. e Fritz, M. S. (2007). Mediation analysis. Annual Review of Psychology, 58, 593-614. Maroco, J. (2010). Análise Estatística com o PASW Statistics (ex-SPSS), Pero Pinheiro. Pampel, F. (2000). Logistic Regression, Sage Publications. Passos, A. e Caetano, A. (2005). Exploring the effects of intragroup conflict and past performance feedback on team effectiveness, Journal of Managerial Psychology 20, 3/4, 231-244.
Bibliografia Opcional
Aiken, L., Stephen G. (1991). Multiple Regression: Testing and interpreting interactions, Newbury Park, Sage publications.
Calheiros, M. M. (2006). A construção social do mau trato e negligência: do senso-comum ao conhecimento científico. ed. 1, ISBN: ISBN 972-31-1132, Coimbra: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e Tecnologia. Imprensa de Coimbra Lda.
Cohen, J., Cohen P., West S. e Aiken L. (2003). Applied Multiple Regression/Correlation. Analysis for the Behavioral Sciences, Mahawh: Laurence Erlbaum, 3ª ed.
Hair, J., Black, W. Babin, B. e Anderson, R. (2009). Multivariate Data Analysis, 7ª ed., Prentice-Hall International, Inc.
Preacher, K. J. e Hayes, A. F (2008). Asymptotic and resampling strategies for assessing and comparing indirect effects in multiple mediator models, Behavior Research Methods, 40 (3), 879-891, http://quantpsy.org/pubs/preacher_hayes_2008b.pdf.
Tabachnick, B. e Fidell, L. (2006). Using Multivariate Statistics, USA, Person International Edition, 5ª.
Important links:
Kenny, D. A. (2011). Moderation http://davidakenny.net/cm/moderation.htm Kenny, D. A. (2012). Mediation, http://davidakenny.net/cm/mediate.htm
Jose, P.E. (2013). ModGraph-I: A programme to compute cell means for the graphical display of moderational analyses: The internet version, Version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/modgraph/
Jose, P. E. (2013) MedGraph-I: A programme to graphically depict mediation among three variables: The internet version, version 3.0. Victoria University of Wellington, Wellington, New Zealand. Retrieved [date] from http://pavlov.psyc.vuw.ac.nz/paul-jose/medgraph/
On-line data bases:
The European Social Survey (ESS): http://www.europeansocialsurvey.org/.
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Docentes
Sibila Marques
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta unidade pretende contribuir para o desenvolvimento de capacidades dos alunos para a concepção, planeamento, implementação e avaliação de diferentes tipos de projectos de intervenção comunitária, social e organizacional.
Programa
CP1 Principais conceitos na concepção de Projectos 1.1Glossário 1.2Ciclo de vida de um projecto CP2Oportunidade do Projecto e problema 2.1Identificação da oportunidade 2.2Estratégias de definição de problemas: definição pelo cliente; análise de indicadores sociais; avaliação de necessidades 2.3Exercícios CP3A teoria/investigação na concepção de projectos 3.1Conceptualização do problema e racional teórico 3.2Variável resultado 3.3Desenvolvimento de modelos de processo: revisão de literatura 3.4Tabela da balança 3.5Exercícios CP4Ferramentas e técnicas 4.1Definição e componentes do Modelo Lógico(ML) 4.2Abordagens de construção do ML 4.3Fases do ML 4.4Exercícios CP5Actividades associadas ao ML 5.1Objectivos e hipóteses 5.2Canais, métodos estratégias 5.3Exercícios CP6Avaliação projectos 6.1Tipos de avaliação 6.2Desenhos e instrumentos de avaliação 6.3Relatório e devolução dos resultados 6.4 Exercícios CP7Concepção e avaliação de projectos específicos
Processo de Avaliação
Em avaliação contínua, existem 2 provas: Frequência (30%). Trabalho de grupo (desenho e avaliação de programa/escolha livre do tema), que inclui um relatório (70%). Ficam aprovados os alunos que tenham notas superiores a 9.5 valores nas duas avaliações (só são admitidas 2 faltas). Os alunos que reprovem na avaliação contínua, poderão ir a exame final (1ª ou 2ª época).
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bartholemew, L., Parcel, G., Kok, G., & Gottlieb. N.(2006).Planning Health Promotion Programs: Intervention Mapping.New York:John Wiley & Sons Inc. Buunk, A., & Van Vugt, M. (2007). Applying Social Psychology: From Problems to Solutions. London: SAGE Publications Ltd. Holden, D., & Zimmerman, M. (2009).A pratical guide to program evaluation planning:Theory and case examples.London:Sage. Kliem, R., Ludin, I. & Robertson, K. (1997).Project management methodology: a practical guide for the next millennium.New York: Marcel Dekker. Knowlton, L., & Phillips, C.(2008).The Logic Model guidebook:Better strategies for great results.London:Sage. Posavac, E., & Carey, R. (2010).Program Evaluation:Methods and Case Studies.US:Pearson Education. Wholey, S., Hatry, H., & Newcomer, K. (2010).Handbook of Practical Program Evaluation.New York: John Wiley & Sons Ltd. Young, T.L. (2007).The handbook of project management:A practical guide to effective policies and procedures. London:Kogan Page.
Bibliografia Opcional
Atkisson, C., Hargreaves, W., Horowitz & Sorensen, J. (1978). Evaluation of human service programs. Orlando: Academic Press. Boulmetis, J., & Dutwin, P. (2005). The ABCs of Evaluation: Timeless Techniques for Program and Project Managers. John Wiley & Sons Inc. Bunston, W., & Heynatz, A. (2006). Addressing Family Violence Programs: Groupwork Interventions for Infants, Children and Their Parents. North Melbourne: Royal Children's Hospital Education Institute. Chen, H. (2004).Pratical program evaluation: Assessing and improving planning, implementation and effectiveness.London:Sage. Ferguson, J. (1999). The grant seekers guide to project evaluation. New York: Aspen. PS.112 Gra Eldredge, L. K. B., Markham, C. M., Ruiter, R. A., Kok, G., & Parcel, G. S. (2016). Planning health promotion programs: an intervention mapping approach. John Wiley & Sons (ENCOMENDADO) Ferrer-Wreder, L., Stattin, H., Lorente, C., Tubman, J., & Adamson, L. (2003). Successful Prevention and Youth Development Programs: Across Borders. New York: Springer Science & Business Media. Fitzpatrick, J., Sanders, J., & Worthen, B. (2004). Program evaluation: Alternative approaches and practical guidelines. Boston: Pearson. PS.124 FIT*Pro 3ªed Goodman, L., & Love, R. (1980). Project planning and management: an integrated approach. New York: Pergamon Press. G.140 Pro Holden, D., & Zimmerman, M. (2009). A pratical guide to program evaluation planning: Theory and case examples. London: Sage. S.113 Pra,1 Illback, R., Zins, J., Maher, C. & Greenberg, R. (1990). An overview of principles and procedures of program planning and evaluation. In T. Gutkin & C. Reynolds (Eds.) The handbook of school psychology. New York: Wiley, 799-820. LeCroy, C., & Mann, J. (2008). Handbook of Prevention and Intervention Programs for Adolescent Girls. New York: John Wiley and Sons Ltd. Lerner, R., Jacobs, F., & Wertlieb, D. (2002). Handbook of Applied Developmental Science: Promoting Positive Child, Adolescent and Family Development through Research, Policies and Programs. London: SAGE Publications Ltd. Marques, S. Vauclair, M.L., Rodrigues, R., Mendonça, J., Gerardo, F., Cunha, F. (2015). imAGES: Programa de intervenção de promoção de imagens positivas de envelhecimento em crianças e adolescentes. Lisboa: SCML & Leya Editores. Marques, S., Vauclair, Rodrigues, R., C.M., Mendonça, J., Gerardo, F. & Cunha, F. (2017). imAGES: intervention program to prevent ageism in children and adolescents. In Baker, H.E., Krueger, T.M. & Karasik, R.J. (Eds). A Hands-on approach to teaching about ageing (pp. 24-30). Springer Publishing Company. Mendonça, J., Mariano, J., & Marques, S. (2016). Lisbon street campaign against ageism: A promising multi-stakeholder initiative. Journal of Intergenerational Relationships, 14(3), 258-265. Newcomer, K. E., Hatry, H. P., & Wholey, J. S. (2015). Handbook of practical program evaluation. John Wiley & Sons (ENCOMENDADO). Owen, J. (2006). Program Evaluation: Forms and Approaches. US: Guilford Publications. Owen, J., & Rogers, P. (1999). Program evaluation: Forms and approaches. London: Sage. PS.143 OWE*Pro Pereña-Brand, J. (1998). Direcção e gestão de projectos. Lisboa: Lidel. G.142 PER*Dir 2ªed Ramsay, N., & Morrison, C. (2010). Youth Violence and Juvenile Justice: Causes, Intervention and Treatment Programs. New York: Nova Science Publishers Inc. Roberts, A. (2002). Handbook of Domestic Violence Intervention Strategies: Policies, Programs and Legal Remedies. New York: Oxford University Press. Roldão, V. (1992). Gestão de projectos. Como gerir em tempo, custo e qualidade. Lisboa: Monitor. G.115 ROL*Ges 6 ex Rossi, P., Lipsey, M., & Freeman, H. (2003). Evaluation: A Systematic Approach. London: SAGE Publications Ltd. Royse, D., Thyer, B., & Padgett, D. (2010). Program evaluation: An introduction. Belmont: Wadsworth. G.110.1 ROY*Pro Smith, M. (2010). Handbook of Program Evaluation for Social Work and Health Professionals. New York: Oxford University Press. Spaulding, D. (2008). Program Evaluation in Practice: Core Concepts and Examples for Discussion and Analysis. New York: John Wiley & Sons Inc. Tessmer, M. (1993). Planning and conducting formative evaluations. London: Taylor & Francis Ltd. Wynn, B., Nelson, M., & Dutta, A. (2006). Challenges of Programs Evaluation of Health Interventions in Developing Countries. Santa Monica: RAND.
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2 Ano | 1 Semestre
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Docentes
Sónia Bernardes
Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Objectivos
Esta Unidade Curricular tem por objetivo preparar e acompanhar os estudantes no contacto direto com práticas profissionais e formas de intervenção ligadas às competências desenvolvidas ao longo do curso. Deste modo, nesta UC pretende-se transmitir e consolidar um conjunto de conhecimentos e competências relacionadas com a prática profissional ou a investigação nas áreas científicas do mestrado em Psicologia Social da Saúde.
Programa
A natureza da UC não permite definir um programa com matérias concretas. Com efeito, mais importante do que a transmissão de novos conhecimentos, é procurar aplicar as competências já adquiridas de modo a alcançar o objectivo final de conclusão do estágio. Desta forma, a disciplina assenta no trabalho desenvolvido a nível individual e apresentado ao longo das sessões de orientação previstas nesta UC. Não obstante a ausência de um programa no sentido tradicional do termo, deve referir-se que algumas das matérias constantes da disciplina compreendem, mas não esgotam, as seguintes: CP1. Definição e planeamento do trabalho de estágio: da avaliação de necessidades e do contexto ao enquadramento teórico e planeamento do trabalho de estágio; CP2: Instrumentos de avaliação e intervenção na área da saúde: questionários e programas de intervenção. CP3:Comportamento ético e ética profissional CP4:Elaboração de relatório de estágio
Processo de Avaliação
1. Orientador externo (20%), baseia-se numa grelha fornecida pelo DPSO. 2. Orientador interno (80%), que avaliará o Relatório de Estágio. A falta a mais do que 4 aulas implicará uma penalização de 1,5 valores na nota final da UC.
Avaliação dos locais de estágio: No final de cada ano letivo deverá ser efectuada uma avaliação do local de estágio, tendo em conta os objetivos pedagógicos definidos por cada orientador interno e a avaliação feita pelo/a estudante.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
A.P.A. (2017). Ethical principles of psychologists and code of conduct. Washington: American Psychological Association. Bartholemew Eldredge et al. (2016). Planning Health Promotion Programs: An Intervention Mapping Approach (4ª Ed.). New York: John Wiley & Sons Inc. Frederick, S.H., & king, M. (2014). The successful internship: personal, professional and civic development in experiential learning (4ª Ed.). Belmont: Brooks/Cole. Ordem dos Psicólogos Portugueses (2011). Código Deontológico da Ordem dos Psicólogos Portugueses. Diário da República, 2.ª série, 78, 20 de Abril de 2011, 17931- 17936. Regulamento de estágio disponível na plataforma de E-learning. Smith, M. (2010). Handbook of Program Evaluation for Social Work and Health Professionals. New York: Oxford University Press.
Bibliografia Opcional
A.P.A. (2010). Publication Manual of the American Psychological Association (6ª Ed.).Washington: A.P.A. Buunk, A., & Van Vugt, M. (2007). Applying Social Psychology: From Problems to Solutions. London: SAGE Publications Ltd. DiClemente R. J., Crosby R. A., Kegler M. (2009). Emerging Theories in Health Promotion Practice and Research. (2nd edn). San Francisco: Jossey-Bass. Fertman C. I., Allensworth D. D. (2010). Health Promotion Programs: From Theory to Practice. New York: Society for Public Health Education. San Francisco: Jossey-Bas Harris, M.J. (2010). Evaluating Public and Community Health Programs. San Francisco: Jossey-Bass. Holden, D., & Zimmerman, M. (2009). A practical guide to program evaluation planning: Theory and case examples. London: SAGE. Joyce-Moniz, L., & Barros, L. (2005). Psicologia da doença para cuidados de saúde: desenvolvimento e intervenção. Porto: Asa. LeCroy, C., & Mann, J. (2008). Handbook of Prevention and Intervention Programs for Adolescent Girls. New York: John Wiley and Sons Ltd. McKenzie, J.F., Neiger, B.L., Thackeray, R. (2012). Planning, Implementing, & Evaluating Health Promotion Programs: A Primer (6th edition). Benjamin Cummings
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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Objectivos
Programa
Processo de Avaliação
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Bibliografia Opcional
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2 Ano | 1 Semestre
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Objectivos
Esta UC tem como objetivo desenvolver competências necessárias à elaboração de projetos de investigação adequados a uma dissertação de mestrado em Psicologia Social da Saúde.
Programa
CP1:Etapas e processos na elaboração de um projeto de investigação (PI): -Estrutura e objetivos de um PI -Fases de desenvolvimento de um PI -Orientações normativas para a elaboração de um PI CP2:Elaboração da revisão de literatura (RL): -Características e objetivos da RL -RL e desenvolvimento da argumentação -Planeamento e execução da RL. -Organização e redação da RL. CP3:Delineamento da estratégia metodológica: -Estratégia metodológica: articulação entre conceptualização e operacionalização. -Principais opções metodológicas: métodos quantitativos e qualitativos -Delineamento do plano de estudo -Planeamento do processo de análise de dados -Questões éticas na investigação CP4:Seminários de Dissertação -Bloco1:O problema de investigação e o seu enquadramento teórico -Bloco2: A metodologia de investigação -Bloco 3:Apresentação e discussão dos resultados
Processo de Avaliação
São requisitos para a UC: - o registo do tema e apresentação nos seminários - o certificado do curso online sobre ética do NIH. A dissertação deverá ser defendida em provas públicas onde serão avaliadas as componentes técnica, formal e de apresentação escrita, a apresentação e defesa pública e o processo de orientação (que inclui avaliação da assiduidade do estudante). Esta UC não tem exame final nem é possivel a melhoria de nota.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Fisher, C. (2007). Researching and writing a dissertation: A guidebook for business students (2ª ed., cap. 1). Essex: Prentice Hall. [ G.110.1 COL*Res 2ª ed]
Sternberg, R.J., & Sternberg, K. (2010). The Psychologist's Companion: a Guide to Writing Scientific Papers for Students and Researchers. NY: Cambridge University Press. [PS.112 STE*Psy]
Swetnam, D., & Swetnam, R. (2010). Writing your Dissertation: How to Plan, Prepare and Present Successful Work (3rd ed.). Oxford: How to books. [S.113 SWE*Wri]
Bibliografia Opcional
Normas gerais de escrita: American Psychological Association (2010). Publication Manual of the American Psychological Association. Washington: APA. Ordem dos Psicólogos Portugueses (2011). Código Deontológico da Ordem dos Psicólogos Portugueses. Diário da República, 2.ª série, 78, 20 de Abril de 2011, 17931- 17936. ECSH-ISCTE-IUL (2013). Normas para a formatação gráfica da dissertação ou Trabalho de projeto dos Mestrados da Escola de Ciências Sociais e Humanas do ISCTE-IUL. Lisboa: ISCTE. Rosnow, R., L., & Rosnow, M. (2006). Writing Papers in Psychology: a Student Guide to Research Reports, Literature Reviews, Proposals, Posters and Handouts (7ª ed.). Belmont: Thompson.
Revisão de literatura: Bem, D.J. (1995). Writing a review article for Psychological Bulletin. Psychological Bulletin, 118, 172-177. Hall, C. (1998). Doing a literature review: releasing the social science research. London: Sage. Howard, K., & Sharp, J. (1989). The Management of a Student Research Project. Aldershot: Gower Ridley, D. (2008). The literature review: a step-by-step guide for students. London: Sage.
Escrita de projetos: Bell, J. (2008). Doing your research project: A guide for first-time researchers in education, health and social science (4th ed.). Berkshire: Open University press. [S.113 BEL*Doi] Friedland, A., J., & Folt, C. L. (2009). Writing Successful Science Proposals (2ª ed.). Yale: Yale University Press [PS.112 FRI*Wri ] Punch, K.F. (2006). Developing effective research proposals (2nd Ed.) Londres: SAGE. [PS.112 PUN*Dev 2ªed] Walliman, N. (2005). Your research project: a step-by-step guide for the first time researcher (2nd Ed.). London. SAGE. [S.112 WAL*You 2ª ed]
Métodos de investigação: Breakwell, G., Hammond, S. & Fife-Schaw, C. (2000). Research Methods in Psychology. London: SAGE. [PS.112 Res 2ª ed] Judd, C., Smith, E., & Kidder, L.H (1991). Research methods in social relations (6th Ed). Fort Worth: Harcourt Brace Jovanovich College Publishers Reis, H.T., & Judd, C. (2000, eds.). Handbook of Research Methods in Social and Personality Psychology. Cambridge: Cambridge University press.
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Objectivos
Esta UC tem por objectivo orientar e acompanhar o/as aluno/as no desenvolvimento de um trabalho de projecto em Psicologia Social da Saúde. Deste modo, procura transmitir e consolidar um conjunto de conhecimentos e competências relacionadas com a condução de projectos de investigação-acção e intervenção nas áreas científicas do mestrado.
Programa
A natureza da UC não permite definir um programa com matérias concretas, já que visa fomentar a aplicar das competências já adquiridas para alcançar o objectivo final de conclusão do trabalho de projecto. A UC assenta em trabalho autónomo e apresentado ao longo das sessões de supervisão e de seminário.
Não obstante, deve referir-se que algumas das matérias dizem respeito às diversas partes constituintes de um trabalho de projecto: CP1.1. Definição do problema; CP1.2. Enquadramento teórico: definição de conceitos, variáveis resultado, modelo teórico de processo, objectivos gerais e hipóteses; CP1.3. Diagnóstico de necessidades; CP1.4. Definição do projecto/programa de intervenção: objectivos de processo e resultado, recursos, actividades, outputs, população-alvo e riscos e ameaças ao projecto/programa a implementar; CP1.5. Definição do método de avaliação do projecto/programa; CP1.6. Referências e anexos.
E ainda, CP2. Preparação para a defesa oral
Processo de Avaliação
O trabalho de projecto deverá ser defendido em provas públicas onde serão avaliadas as componentes técnica, a forma do trabalho escrito e a apresentação e defesa pública. A nota desta UC corresponde à nota atribuida ao trabalho de projecto.
Bibliografia
Bibliografia Obrigatória
Normas orientadoras para a dissertação ou trabalho de projecto de mestrado (ISCTE, 2009) http://mess.de.iscte.pt/Harmonizacao_Doc_unico_V6.pdf American Psychological Association (2009). Publication Manual of the American Psychological Association. Washington: APA. Bartholomew, L., Parcel, G. , Kok, G., & Gottlieb, N. (2006). Planning Health Promotion Programs: An Intervention Mapping Approach (3ª Ed.). SF: Jossey-Bass. Buunk, A., & Van Vugt, M. (2007). Applying Social Psychology: From Problems to Solutions. London: SAGE Publications Ltd. Hall, C. (1998). Doing a literature review: releasing the social science research. London: Sage. Ferguson, J. (1999). The grant seekers? guide to project evaluation. New York: Aspen. Knowlton, L., & Phillips, C. (2008). The Logic Model guidebook: Better strategies for great results. London: Sage. Punch, K.F. (2006). Developing effective research proposals (2nd Ed.) Londres: SAGE.
Bibliografia Opcional
Bem, D.J. (1995). Writing a review article for Psychological Bulletin. Psychological Bulletin, 118, 172-177. Santos, N. R. (2005). Projectos de investigação em Psicologia: Guia para a sua elaboração e execução. Évora: NEPUE.
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